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Enterrados no Jardim
Os Ortopedistas do Poder. Uma conversa com Duarte Rolo

Enterrados no Jardim

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 231:21


Como se esbanja por aí a eternidade, como se sacodem as suas pulgas, condenando os melhores vícios, a desordem sábia, e abrimos mão dos verdadeiros triunfos, da íntima noção dessas alegrias humildes, desse calor das existências comuns, do tempo em que os homens nasciam à beira das paixões e o único imperativo era não se afastarem demasiado. Mas, agora, precisam dar a volta, atravessar a perda de si mesmos, para reencontrarem algum sentido nas coisas que dizem e sentem, descobrindo com grande custo a «bela língua obscura dos condenados à morte», pois nesses renasce o fascínio pelos dias, pela sucessão de instantes que se ganha, se expande, e deles se ouve esse «soluço ilegível na frase humana», desbravando a perda, «a agonia nessa fronha desbotada,/ a vida finalmente vencida, a afonia,/ o tempo finalmente corroído, abolido…» Fomos apressados de tal modo e tão consistentemente que nalgum desvão nos livrámos de nós próprios. «Despacha-te. Eis a alegria e a miséria dos homens», escreve Benjamin Fondane. Porque todos sabemos que «os massacres começam pelo trigo», e que «o pão não brota da árvore do sono», fomos levados a fazer tanto, a sacrificar as melhores horas, tamanha energia apenas para não nos virem com a conversa. Basta pensar no muito que os homens suportam para não recair sobre eles a ênfase moralizadora dos demais. Mas enquanto a Terra segue e se afunda toda ela no não-ser, no vazio, o maior luxo é virar costas, não perder tempo entre esses que se mostram estranhos à sua própria vida, arrastar alheadamente o balão de soro do ócio de um lado para o outro, desfraldado, procurando escutar de tempos a tempos, na linha, nas zonas desumanas da produção, alguma réstia do espírito, alguém que solte «o grito agudo dos índios selvagens». Essa é a única música em que ainda pode confiar-se. Enquanto se multiplicam por toda a parte os deuses da vergonha, a linguagem está submetida a essas figuras de estilo com que se adornam os seres vencidos, dançando mecanicamente ao sabor de uma «música suja e intermitente, / como uma velha dor de dentes fiel e palpitante». E se tantos se queixam, se é a própria pele que soluça no vazio, se tantos lançam um olhar suplicante ao redor, só encontram a mesma expressão, o mesmo desalento: «não consigo sair desta armadilha infinita». «A fonte da vida afasta-se, está tão longe», adianta Fondane, parece que assistimos a uma «invasão-fantasma», e continuamos à procura de um peso, de algum sabor que nos leve noutro sentido… «Vidas gastas à procura de outras vidas gastas/ procuramos os nossos prazeres com órgãos desgastados»… «No cinema os homens estão lado a lado/ com o mesmo coração e as mesmas entranhas,/ desprendidos, estranhos à sua própria vida/ enterraram-na dentro de si como uma afronta que se oculta/ a sua própria vida no entanto que não ousam beijar na boca,/ que arrastam consigo, como um velho guarda-chuva,/ — esses velhos guarda-chuvas que se esquecem nos bancos de um eléctrico —». Por toda a parte a relação desses elementos impiedosos, enquanto um mundo de desejos equívocos nos encurrala aqui e ali, e os profetas dizem o que já sabemos, erguem mundos paralelos de forma a traduzir com um apelo fantástico o mesmo mal, como os homens são levados a trair-se intimamente, e, de tão propalados esses sóis da fome, deixam-se instruir, adaptam-se ao consumo da carne humana. «A formulação tortuosa do juridiquês», diz-nos Frank Herbert, «desenvolveu-se a partir da necessidade de ocultarmos de nós próprios a violência que tencionamos exercer uns sobre os outros. Entre privar um homem de uma hora da sua vida e privá-lo da própria vida existe apenas uma diferença de grau. Exerceste violência sobre ele, consumiste a sua energia. Elaborados eufemismos podem disfarçar a tua intenção de matar, mas, por detrás de qualquer exercício de poder sobre outrem, subsiste sempre a mesma pressuposição última: 'Eu alimento-me da tua energia.'» Por estes dias, vemos desenrolar-se esse argumento insidioso a favor de um aviltante darwinismo, lógicas de selecção social que instalam entre esse elemento de predação constante, criando-se a legitimidade moral para que cada um viva a sua vida como denúncia da fraqueza daqueles que não suportam a naturalidade de todo este enredo pavoroso. Os desempregados e os que se recusam a trabalhar são vistos como a pior corja, há um ódio crescente ao ocioso que, ao contrário dos demais, não dá o litro nem aspira a nenhum título, «antes procura saciar-se com apropria vida, sem os sucedâneos da técnica nem a multiplicidade de mercadorias», como escreve Vivian Abenshushan. «Prefere a despreocupação daquele que nada tem a perder à ansiedade permanente do investidor. A sua forma de vida é excêntrica, uma escolha soberana, marginal, distinta dos valores hegemónicos. Por isso, a sociedade não tolera o ocioso. Um bárbaro. Um inútil. Um desertor hedonista. Um imoral. Entregue ao gozo quotidiano e simples da existência, em que o encontro com os outros e a cooperação voltam a ser possíveis, o ocioso não pode despertar senão intranquilidade e suspeita. E há razões para isso: em toda a desocupação voluntária, prevalece o desprezo pela vida oficial, repleta de formalidades que destroem a saúde mental dos cidadãos. Os que insistem em ver no ocioso o cúmulo da indiferença, um ser apenas vivo, um chulo, e se sentem incómodos na sua companhia, fazem-no porque por detrás dele espreita um perigo: o deslocamento da normalidade, considerada intolerável pelo ocioso, para a esfera do jogo ou do carnaval. Este descarado vira tudo de pernas para o ar. É um provocados (mais insolente do que indolente), pois cometeu o pecado da singularidade, sempre à margem da vida gregária do trabalho, onde as pulsões particulares mal palpitam sob a repetição mecânica.» Alguém sempre nos dirá que por conta desses vícios, todos os outros se vêem obrigados a arcar com o peso, redobrar os seus esforços, trabalhar na sua vez. Mas em que tanto trabalham senão para degradar as próprias condições de vida? Enquanto isso, vemos como o Estado instiga essas formas de cupidez, impõe horas de trabalho obrigatório, institui os subsídios ao salário e o chamado ‘trabalho cívico', sempre num esforço de reduzir e desvalorizar cada vez mais os custos com a mão-de-obra, fomentando e legitimando em grande escala o proliferante sector que apenas vive dos baixos salários e do trabalho de miséria. «O único sentido de toda esta impertinência consiste em levar o maior número possível de pessoas a não apresentar qualquer pretensão ao Estado e em exibir perante os excluídos instrumentos de tortura suficientemente monstruosos para que qualquer trabalho de miséria lhes pareça comparativamente mais aceitável», lê-se no Manifesto Contra o Trabalho, do Grupo Krisis. Podemos dar-lhes todos os argumentos, listar os indicadores em sentido contrário, explicar os efeitos desastrosos de toda a esta actividade imparável, tanta dela contribuindo apenas para o regime geral de sobreprodução, desperdício, dominação, opressão… Preferem sempre lançar-se nos braços dos nossos verdugos. No fundo, estão tão longe das paixões que noutros tempos explicavam a própria multiplicação, que só o trabalho explica as suas existências. Refastelam-se no cadáver de todos os deuses antigos, gostam de sentir a carne ferida pelos galos mecânicos, ouvem como o anúncio do muezzin o som cada vez mais exausto da vida, prestam culto a esses desastres encadeados. Que pode interessar-lhes o que tenham a dizer os filósofos? «E eu disse à minha própria esperança: Que queres de mim?/ Porque me atormentas incessantemente?» A estupidez mais do que uma convicção, tornou-se uma religião. É a ladainha daqueles que de forma inconsciente foram incorporando a máquina, e que têm a fábrica ou o escritório como o último templo, e têm uma fúria absurda contra tudo esses lirismos heréticos dos que pensam. Vão fazer do homem uma coisa tão descartável como todo esse lixo que tantos os orgulha. Horizontes a perder de vista de lixo. Mas como suprema provocação, em qualquer clareira, lá estará um tipo encostado seja ao que for, a ler uns versos, algo que destoe de toda essa canção rançosa que absorve a existência. E, assim, à margem deste tempo de raiva e loucura, algum filósofo-poeta como Cioran será lido por algum provocador-ocioso, que se compensará de toda essa estupidez, deixando-se estar, rindo de quem trabalha por trabalhar, deleitando-se num esforço estéril, imaginando que é possível realizar-se através de um labor assíduo. Lendo, rindo-se… «O trabalho permanente e ininterrupto embrutece, trivializa e despersonaliza. O trabalho desloca o centro de interesse do homem do domínio subjectivo para o domínio objectivo das coisas. Em consequência, o homem deixa de se interessar pelo seu próprio destino e fixa-se nos factos e nos objectos. Aquilo que deveria ser uma actividade de transfiguração permanente torna-se um meio de exteriorização, de abandono de si mesmo. No mundo moderno, o trabalho significa uma actividade puramente exterior; o homem já não se faz a si próprio através dele, faz coisas. O facto de cada um de nós ter de possuir uma carreira, de entrar numa determinada forma de vida que provavelmente não lhe convém, ilustra a tendência do trabalho para entorpecer o espírito. O homem vê o trabalho como algo benéfico para o seu ser, mas o seu fervor revela a sua inclinação para o mal. No trabalho, o homem esquece-se de si; mas esse esquecimento não é simples nem ingénuo, é antes aparentado com a estupidez. Pelo trabalho, o homem passou de sujeito a objecto; por outras palavras, tornou-se um animal diminuído que traiu as suas origens. Em vez de viver para si próprio — não de modo egoísta, mas para crescer espiritualmente — o homem tornou-se o miserável e impotente escravo da realidade exterior. Para onde foram o êxtase, a visão, a exaltação? Onde está a loucura suprema ou o prazer autêntico do mal? O prazer negativo que se encontra no trabalho participa da pobreza e da banalidade da vida quotidiana, da sua mesquinhez. Porque não abandonar este trabalho inútil e recomeçar sem repetir o mesmo erro dispendioso? Não bastará a consciência subjectiva da eternidade? Foi precisamente o sentimento da eternidade que a actividade frenética e a agitação do trabalho destruíram em nós. O trabalho é a negação da eternidade. Quanto mais bens adquirimos no reino temporal, quanto mais intenso é o nosso labor exterior, menos acessível e mais distante se torna a eternidade. Daí a perspectiva limitada das pessoas activas e enérgicas, a banalidade dos seus pensamentos e das suas acções. Não oponho o trabalho nem à contemplação passiva nem a um vago devaneio, mas a uma transfiguração irrealizável; apesar disso, prefiro uma preguiça inteligente e observadora a uma actividade intolerável e tirânica. Para despertar o mundo moderno, seria preciso elogiar a preguiça. O preguiçoso possui uma percepção infinitamente mais aguda da realidade metafísica do que o homem activo.»

Culture en direct
Un film effacé, un poète oublié : enquête sur la double disparition de Benjamin Fondane

Culture en direct

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 58:55


durée : 00:58:55 - Les émissions culturelles de France Culture - par : Marie Richeux - En 1936, le poète Benjamin Fondane tourne à Buenos Aires son unique long métrage. Ce film qui promettait d'être un chef-d'œuvre, finit par disparaître. 90 ans plus tard, Laura Alcoba part à sa recherche dans une enquête romanesque entre deux rives, menée depuis un hôtel abandonné des Pyrénées. - réalisation : Jeanne Aléos, Mathilde Wagman, Marianne Chassort, Alexandre Alajbegovic, Cyril Marchan, Colin Gruel, Julie Gastal - invités : Laura Alcoba Autrice Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France

Hoy por Hoy
La biblioteca | Patricio Pron, una nota al pie de página de la Biblioteca de Hoy por Hoy

Hoy por Hoy

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 40:23


Las novelas de Patricio Pron ya gustan desde el título, la última, publicada con Anagrama, es 'En todo hay una grieta y por ella entra la luz'. En un mundo lleno de fracturas y en el que nada tiene sentido, el autor trata de encontrar un haz de luz, una esperanza desde un escenario que le ofrece todos los perfiles, Nueva York. Pero más allá del contenido, que es brutal, la novela innova desde el punto de vista estructural. En el arranque todo apunta a que será una novela sobre el escritor judío Benjamin Fondane, pero a la segunda aparecen siete notas a pie de página que en su desarrollo son el resto de la novela. La sombra de Fondane siempre está presente, pero el protagonismo pasa al narrador. Más allá de hablar de su nueva novela, Patricio Pron también nos donó 'Walden' de Henry David Thoreau (Cátedra), librazo, y antes de todo esto, la Biblioteca arrancó con nuestro bibliotecario Antonio Martínez Asensio que nos contó en tres minutos 'La tía Julia y el escribidor' de Mario Vargas Llosa (Alfaguara) y nos recordó que en su programa 'Un libro , una hora' nos relataría 'Castillos de cartón' de Almudena Grandes (Tusquets). Las novedades de la semana nos la trajo Pepe Rubio y fueron 'El último refugio' de Isabel Parreño (Ediciones Menguantes) y 'Tres cuencos' de Michele Murgia (Altamaria) . El libro abandonado en la redacción de la SER que recuperó Pascual Donate fue la edición de visor en bolsillo y gótica de 'Coplas a la muerte de su padre' de Jorge Manrique .  Y los últimos donantes a la biblioteca de  Hoy por Hoy fueron los oyentes que dejaron en nuestras estanterías 'Vida y destino' de Vasili Grossman ( Galaxia Gutemberg),  'El hombre' de Guillermo Arriaga (Alfaguara) y 'Quizás nos lleve el viento al infinito' de Gonzalo Torrente Ballester (Cuatro Lunas). 

Poésie
L'Instant poésie de Gaël Faye 6/20 : "Préface en prose" de Benjamin Fondane, un regard sur la folie de la grande Histoire

Poésie

Play Episode Listen Later May 30, 2025 7:02


durée : 00:07:02 - L'Instant poésie - "Préface en prose", texte poignant de Benjamin Fondane, explore la condition d'un individu pris dans la folie des grandes tragédies historiques. Ce poème résonne avec l'histoire personnelle de Gaël Faye, dont une partie de la famille a été emportée par le génocide des Tutsi. - invités : Gaël Faye Chanteur, poète et romancier français

Poésie
L'Instant poésie de Denis Lavant 11/25 : "Le mal des fantômes" de Benjamin Fondane ou la poésie d'un visionnaire

Poésie

Play Episode Listen Later Oct 14, 2024 6:45


durée : 00:06:45 - L'Instant poésie - Le comédien Denis Lavant nous fait entendre un extrait du "Mal des fantômes", un poème du Roumain visionnaire Benjamin Fondane qui évoque celles et ceux contraints à l'exil. - invités : Denis Lavant Comédien

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Phronesis
Episode 15: Benjamin Fondane, "Man Before History"

Phronesis

Play Episode Listen Later Apr 7, 2021 75:02


Episode Notes In this episode we discuss Benjamin Fondane's essay "Man Before History: The Sound and the Fury" available in the volume Existential Monday. We are joined by Aaron Cummings, a PhD student in the History of Ideas at the University of Texas at Dallas, who previously wrote on Fondane for Athwart. If you liked this episode, please leave us a review! If you have any questions or comments, feel free to reach out to us on our website. Or, if you would like to read and listen to more of our work, go to www.athwart.org. Image: painting of MacBeth Act I, Season 3 by Samuel John Egbert Jones via Wikimedia Commons. Music courtesy of yn00001 via Musopen

Acid Horizon
Will 'Existential Monday' Ever Come? A Reading of Fondane's Existentialism

Acid Horizon

Play Episode Listen Later Nov 22, 2020 68:20


We engage with the existentialism of Benjamin Fondane, an existentialist philosopher who is not widely celebrated in the English speaking world but whose name enjoys renown among Francophones. Craig, Will, Adam, and Taylor look at “Existential Monday and the Sunday of History”, an essay which seeks to define the role of the existential philosopher against those philosophies which he claims erase or obscure ‘the existent’. Other figures in the discussion include Hegel, Kierkegaard, Nietzsche, Camus, Sartre, Simondon, Deleuze, and Laruelle.

Talmudiques
Rencontrer Benjamin Fondane 2/2 Avec Lévy-Bruhl : penser au-delà de la raison.

Talmudiques

Play Episode Listen Later Feb 23, 2020 32:42


durée : 00:32:42 - Talmudiques - par : Marc-Alain Ouaknin - . - réalisation : Dany Journo

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Talmudiques
Rencontrer Benjamin Fondane 1/2 Un penseur des marges

Talmudiques

Play Episode Listen Later Feb 16, 2020 32:18


durée : 00:32:18 - Talmudiques - par : Marc-Alain Ouaknin - . - réalisation : Dany Journo

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New Books in Critical Theory
Benjamin Fondane, “Existential Monday” (NYRB Classics, 2016)

New Books in Critical Theory

Play Episode Listen Later Apr 7, 2017 71:50


Benjamin Fondane, a Franco-Romanian writer and contributor to the development of existential philosophy in the 1930s and 40s, is in the process of being rediscovered. His work has gained a new relevance in the contemporary period due in part to the way it anticipates some of the core themes and interests of critical theory, including the limits of rationality and subjectivity, and ideas about the ineffable and the impossible. Until recently, few of Fondane’s writings, aside from his poetry, had been translated into English, despite a long-standing recognition of their importance to philosophical debates in the period, including by Fondane’s contemporaries, such as Lev Shestov and Albert Camus. A new collection entitled Existential Monday: Philosophical Essays edited and translated by Bruce Baugh and published by the New York Review of Books in 2016, aims to rectify this. Professor Baugh, who teaches Philosophy at Thompson Rivers University in British Columbia, has written extensively on existential thought and continental philosophy, and is the author of French Hegel: From Surrealism to Postmodernism (Routledge, 2003). Professor Baugh’s work on Fondane will be of interest to a wide variety of readers seeking a better understanding of a thinker whose work invites consideration alongside his better known contemporaries Walter Benjamin and the early Levinas, among others. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

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New Books in Jewish Studies
Benjamin Fondane, “Existential Monday” (NYRB Classics, 2016)

New Books in Jewish Studies

Play Episode Listen Later Apr 7, 2017 71:50


Benjamin Fondane, a Franco-Romanian writer and contributor to the development of existential philosophy in the 1930s and 40s, is in the process of being rediscovered. His work has gained a new relevance in the contemporary period due in part to the way it anticipates some of the core themes and interests of critical theory, including the limits of rationality and subjectivity, and ideas about the ineffable and the impossible. Until recently, few of Fondane’s writings, aside from his poetry, had been translated into English, despite a long-standing recognition of their importance to philosophical debates in the period, including by Fondane’s contemporaries, such as Lev Shestov and Albert Camus. A new collection entitled Existential Monday: Philosophical Essays edited and translated by Bruce Baugh and published by the New York Review of Books in 2016, aims to rectify this. Professor Baugh, who teaches Philosophy at Thompson Rivers University in British Columbia, has written extensively on existential thought and continental philosophy, and is the author of French Hegel: From Surrealism to Postmodernism (Routledge, 2003). Professor Baugh’s work on Fondane will be of interest to a wide variety of readers seeking a better understanding of a thinker whose work invites consideration alongside his better known contemporaries Walter Benjamin and the early Levinas, among others. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

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New Books in Art
Benjamin Fondane, “Existential Monday” (NYRB Classics, 2016)

New Books in Art

Play Episode Listen Later Apr 7, 2017 72:15


Benjamin Fondane, a Franco-Romanian writer and contributor to the development of existential philosophy in the 1930s and 40s, is in the process of being rediscovered. His work has gained a new relevance in the contemporary period due in part to the way it anticipates some of the core themes and interests of critical theory, including the limits of rationality and subjectivity, and ideas about the ineffable and the impossible. Until recently, few of Fondane’s writings, aside from his poetry, had been translated into English, despite a long-standing recognition of their importance to philosophical debates in the period, including by Fondane’s contemporaries, such as Lev Shestov and Albert Camus. A new collection entitled Existential Monday: Philosophical Essays edited and translated by Bruce Baugh and published by the New York Review of Books in 2016, aims to rectify this. Professor Baugh, who teaches Philosophy at Thompson Rivers University in British Columbia, has written extensively on existential thought and continental philosophy, and is the author of French Hegel: From Surrealism to Postmodernism (Routledge, 2003). Professor Baugh’s work on Fondane will be of interest to a wide variety of readers seeking a better understanding of a thinker whose work invites consideration alongside his better known contemporaries Walter Benjamin and the early Levinas, among others. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

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New Books Network
Benjamin Fondane, “Existential Monday” (NYRB Classics, 2016)

New Books Network

Play Episode Listen Later Apr 7, 2017 71:50


Benjamin Fondane, a Franco-Romanian writer and contributor to the development of existential philosophy in the 1930s and 40s, is in the process of being rediscovered. His work has gained a new relevance in the contemporary period due in part to the way it anticipates some of the core themes and interests of critical theory, including the limits of rationality and subjectivity, and ideas about the ineffable and the impossible. Until recently, few of Fondane’s writings, aside from his poetry, had been translated into English, despite a long-standing recognition of their importance to philosophical debates in the period, including by Fondane’s contemporaries, such as Lev Shestov and Albert Camus. A new collection entitled Existential Monday: Philosophical Essays edited and translated by Bruce Baugh and published by the New York Review of Books in 2016, aims to rectify this. Professor Baugh, who teaches Philosophy at Thompson Rivers University in British Columbia, has written extensively on existential thought and continental philosophy, and is the author of French Hegel: From Surrealism to Postmodernism (Routledge, 2003). Professor Baugh’s work on Fondane will be of interest to a wide variety of readers seeking a better understanding of a thinker whose work invites consideration alongside his better known contemporaries Walter Benjamin and the early Levinas, among others. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

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New Books in Literary Studies
Benjamin Fondane, “Existential Monday” (NYRB Classics, 2016)

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Play Episode Listen Later Apr 7, 2017 71:50


Benjamin Fondane, a Franco-Romanian writer and contributor to the development of existential philosophy in the 1930s and 40s, is in the process of being rediscovered. His work has gained a new relevance in the contemporary period due in part to the way it anticipates some of the core themes and interests of critical theory, including the limits of rationality and subjectivity, and ideas about the ineffable and the impossible. Until recently, few of Fondane’s writings, aside from his poetry, had been translated into English, despite a long-standing recognition of their importance to philosophical debates in the period, including by Fondane’s contemporaries, such as Lev Shestov and Albert Camus. A new collection entitled Existential Monday: Philosophical Essays edited and translated by Bruce Baugh and published by the New York Review of Books in 2016, aims to rectify this. Professor Baugh, who teaches Philosophy at Thompson Rivers University in British Columbia, has written extensively on existential thought and continental philosophy, and is the author of French Hegel: From Surrealism to Postmodernism (Routledge, 2003). Professor Baugh’s work on Fondane will be of interest to a wide variety of readers seeking a better understanding of a thinker whose work invites consideration alongside his better known contemporaries Walter Benjamin and the early Levinas, among others. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

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New Books in Intellectual History
Benjamin Fondane, “Existential Monday” (NYRB Classics, 2016)

New Books in Intellectual History

Play Episode Listen Later Apr 7, 2017 71:50


Benjamin Fondane, a Franco-Romanian writer and contributor to the development of existential philosophy in the 1930s and 40s, is in the process of being rediscovered. His work has gained a new relevance in the contemporary period due in part to the way it anticipates some of the core themes and interests of critical theory, including the limits of rationality and subjectivity, and ideas about the ineffable and the impossible. Until recently, few of Fondane’s writings, aside from his poetry, had been translated into English, despite a long-standing recognition of their importance to philosophical debates in the period, including by Fondane’s contemporaries, such as Lev Shestov and Albert Camus. A new collection entitled Existential Monday: Philosophical Essays edited and translated by Bruce Baugh and published by the New York Review of Books in 2016, aims to rectify this. Professor Baugh, who teaches Philosophy at Thompson Rivers University in British Columbia, has written extensively on existential thought and continental philosophy, and is the author of French Hegel: From Surrealism to Postmodernism (Routledge, 2003). Professor Baugh’s work on Fondane will be of interest to a wide variety of readers seeking a better understanding of a thinker whose work invites consideration alongside his better known contemporaries Walter Benjamin and the early Levinas, among others. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

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