French philosopher, playwright, novelist, and political activist
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O Maior Problema da Filosofia - Aporias da contingência absoluta e necessidade absoluta - Uma hipótese Conciliadora - Referências:1. Metafísica e Ontologia Brasileira*MÁRIO FERREIRA DOS SANTOSObra: Filosofia concreta, Filosofia e Cosmovisão ou Tratado de Simbólica (Editora Logos / É Realizações).Conceitos: Dialética Decadialética (a tensão entre o ser e o devir), a tese de que "algo há" (ponto arquimediano contra o nada) e a tensionalidade ontológica.2. Tradição Escolástica e Medieval*SANTO TOMÁS DE AQUINOObra: Suma Teológica (Editora Loyola / Ecclesiae).Conceitos: Causas secundárias (autonomia do mundo físico), Ato Puro (Deus como fundamento), Hilemorfismo (união forma e matéria) e a distinção entre Necessidade da Consequência e do Consequente.*BOÉCIOObra: A Consolação da Filosofia (Editora Martins Fontes).Conceitos: A visão de Deus na eternidade como um presente contínuo e a distinção lógica entre os tipos de necessidade.3. Racionalismo Moderno*BARUCH SPINOZAObra: Ética (Editora Autêntica / Companhia das Letras).Conceitos: Necessitarismo absoluto (o "Deus que devora o mundo") e o monismo substancial, usados como contraponto negativo em sua tese.4. Existencialismo*ALBERT CAMUSObra: O Mito de Sísifo, onde ele explora a absurdidade da vida. Conceito de Absurdo (ou Absurdo Contingencial): Para Camus, a existência é um absurdo porque o ser humano é produto de inúmeras acidentalidades e o universo não oferece uma resposta ou razão para o nosso ser. O Problema do Suicídio: Camus postula que a questão filosófica fundamental é decidir por que não se deve cometer suicídio diante de um mundo sem sentido. Ele defende que o indivíduo deve criar seu próprio sentido e fazer a vida valer a pena, mesmo ciente da sua absurdidade.*JEAN-PAUL SARTREObra: O Ser e o Nada, onde afirma que a Existência precede a Essência. Sartre defende que o homem não possui uma natureza ou "molde" pré-definido (diferente da sua tese de alma como possibilidade ideal); ele primeiro existe e depois se inventa do zero. Há pois, Liberdade Radical e o Nada, pois ele dissolve a necessidade e admite a contingência absoluta, onde o ser humano é definido pelo que ele faz com o que as circunstâncias fizeram dele.5. Filosofia Contemporânea*VIKTOR FRANKLObra: Em Busca de Sentido (Editora Vozes).Conceitos: Logoterapia e a capacidade do espírito humano de se sobrepor às circunstâncias materiais.6. Teologia *WILSON, KENNETH M. Augustine's Conversion from Traditional Free Choice to "Non-free Free Will": A Comprehensive Methodology. Editora: Mohr Siebeck (ou reimpressões pela Regnum Books).*NICOLAU DE CUSAObra: A Douta Ignorância (Editora UNICAMP / Fundação Calouste Gulbenkian).Conceitos: Coincidentia Oppositorum (coincidência dos opostos) e o Possest (Deus como unidade de potência e ato).*SANTO AGOSTINHOObra: O Livre-Arbítrio e Confissões (Editora Paulus / Vozes).Conceitos: A tensão entre presciência divina e liberdade, e a influência do pensamento agostiniano na Reforma (Calvino e Lutero).7. Filosofia Analítica e Ciência Moderna*WILLIAM LANE CRAIGObra: Time and Eternity (Editora Crossway / Vida Nova).Conceitos: Teoria A e Teoria B do tempo (presentismo vs. universo bloco) e o Molinismo (conhecimento médio de Deus) Heisenberg, Schrödinger e EinsteinConceitos: Colapso da função de onda, Princípio da Incerteza e Variáveis Ocultas, usados como analogia física para a liberdade e a concreção de possibilidades.***Quer Ajudar o canal? Veja como:*Link do meu Livro: https://amzn.to/4dbsdhK*Pix: https://widget.livepix.gg/embed/e47d6b80-f832-4fc2-a6af-ee6fa4c9ad9a*Apoie o Canal: https://apoia.se/canaldosocran
Episode: 2618 Søren Kierkegaard: Christian Existentialist. Today, an exit.
☞ SŁUCHAM ☞ Czy świat bez Boga byłby lepszy? Aksjologia teizmu ✢ Kwestia dyskusyjna ✢ ks. dr hab. Miłosz Hołda | Radosław Więcławek OP✢ Czy powinniśmy chcieć, żeby Bóg istniał? W tym odcinku o. Radosław Więcławek OP i ks. Miłosz Hołda z UPJP2 dyskutują o aksjologii teizmu. Czym różni się proteizm od antyteizmu i czy świat bez Boga byłby gorszy? Poznaj perspektywę, jaką daje współczesna filozofia religii i filozofia Boga. Rozmawiamy o sensie życia, moralności, cierpieniu oraz kosmicznej sprawiedliwości. Zobacz, jak filozofia pomaga w głębszym rozumieniu siebie, Boga i otaczającej nas rzeczywistości.#kwestiadyskusyjna #UPJPII #filozofia #dominikanie Cykl rozmów filozoficznych "Kwestia dyskusyjna" powstał we współpracy z Wydziałem Filozoficznym Uniwersytetu Papieskiego Jana Pawła II w Krakowie.Więcej informacji o Wydziale Filozoficznym: https://wf.upjp2.edu.pl/00:00:00 Wstęp00:00:10 Czy warto chcieć, żeby Bóg istniał?00:02:18 Dlaczego niektórzy ateiści żałują, że Boga nie ma?00:04:19 Czym różni się pytanie egzystencjalne od aksjologicznego?00:06:02 Jakie są główne postawy wobec istnienia Boga?00:08:00 Po co nam precyzyjny podział na teistów i ateistów?00:10:08 O czym mówi „Reguła pasterska” Grzegorza Wielkiego?00:12:24 Jak skutecznie głosić Słowo Boże różnym ludziom?00:14:38 Czym jest proteizm, a czym antyteizm w filozofii?00:16:18 Czy bez Boga istnieje kosmiczna sprawiedliwość?00:18:01 Czy moralność obiektywna wymaga istnienia Boga?00:19:51 Jak wiara w Boga nadaje sens ludzkiemu życiu?00:21:20 Dlaczego ateizm Sartre'a wyklucza istnienie Boga?00:23:41 Czy plan Boży ogranicza naszą wolność?00:24:44 Czy prawdziwe poświęcenie jest możliwe bez Boga?00:27:03 Jak pogodzić sprawiedliwość Boga z Jego miłosierdziem?00:29:11 Czego o człowieku uczy nas filozofia religii?
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Ce mois de juillet 2026, l'une des grandes plumes de la littérature francophone aura 85 ans : l'écrivain congolais Emmanuel Dongala, né en 1941. Son parcours l'a fait traverser toute l'histoire du Congo-Brazzaville, de l'indépendance aux déchirements de la guerre civile, en passant par l'âge d'or de la littérature et du théâtre dans les années 70 à 90. C'est cette histoire qu'il a racontée à RFI, à la première personne. RFI : Vous êtes né en juillet 1941, il y a 85 ans. Est-ce que pendant votre enfance se mettent déjà en place des choses importantes pour votre vie d'écrivain ? Emmanuel Dongala : D'abord, quand j'étais petit, à l'époque, il n'y avait pas de télévision et le soir, en saison sèche, il faisait froid. On était dehors, autour du feu, sous le clair de lune, et notre mère, ma mère, nous racontait des histoires, des contes. Et ça me fascinait. Je me disais : « Il faut qu'un jour moi aussi je me mette à inventer mes propres contes. » Et c'est incroyable comme cette femme analphabète m'a poussé à devenir écrivain. Et mieux encore, mon père était instituteur et il avait des livres à la maison que je feuilletais. Je ne comprenais pas la moitié de ce qu'il y avait dans ces livres-là. Mais l'objet était là et fascinant… … Fascinant. Je lisais, je passais de la littérature aux sciences, vous savez, ces grosses encyclopédies de l'époque, Larousse. Je me souviens très bien. Et être fils d'instituteur a été très important pour moi. C'est ce qui a fait ce que je suis aujourd'hui. … Et être bercé par les contes de votre mère. Oui aussi. Il y a un conte qui vous a marqué ? Oui, plusieurs. Et quelquefois la grand-mère, qui était encore vivante, nous racontait ces contes-là sur les animaux de la brousse, les hommes et les sorciers. C'était vraiment fascinant. À lire aussiL'écrivain congolais Emmanuel Dongala Dans les années 70, vous devenez enseignant-chercheur en chimie à l'université de Brazzaville. Le pays est alors en pleine République populaire, pétri de principes marxistes-léninistes, sous la direction de Marien Ngouabi. Quel souvenir personnel est-ce que vous gardez de cette période révolutionnaire ? Ouh là là ! D'abord tout était caporalisé. Parti unique. « Le pouvoir est au bout du fusil » : c'est le slogan qu'on voyait partout dans les rues. « Le parti dirige l'État ». Même à l'université, au Conseil de l'université, il y avait un représentant du parti qui faisait face au recteur. Il y avait quand même une ferveur révolutionnaire. On croyait vraiment qu'on allait changer le monde. Mais à la fin, c'était beaucoup plus des slogans et de la répression qu'autre chose. Est-ce qu'il y a des anecdotes qui vous ont marqué sur ce quotidien pendant la période révolutionnaire ? Oui. Par exemple, une fois, il y avait un grand meeting du parti et le représentant du parti, habillé en col mao, se lève, crie : « À bas l'impérialisme ! » La foule répond : « À bas ! » « À bas le colonialisme ! » La foule crie : « À bas ! » « À bas le néocolonialisme ! » « À bas ! » « C'est bien, nous sommes maintenant libres », a répondu à la suite le représentant du parti. Voilà, c'était fini pour lui. La parole était performative. C'était marrant ! Et puis il y avait beaucoup de ces slogans-là qui nous font rire aujourd'hui. Par exemple : « Il faut se serrer la ceinture aujourd'hui pour mieux vivre demain. » Parce qu'il y avait la pénurie, il n'y avait rien, il y avait des retards de salaires. Donc pour amadouer la population ou pour expliquer, on disait : « Il faut se serrer la ceinture aujourd'hui pour mieux vivre demain. » À lire aussiRetour au Congo, avec Emmanuel Dongala Et quel était justement votre quotidien d'enseignant-chercheur dans ces années 70 à Brazzaville ? Moi, j'étais assez indépendant parce que j'étais en chimie. Mais mes collègues de philosophie, par exemple, disent que la philosophie marxiste primait sur tout. Les autres philosophes, les Kant, les Sartre, c'était des « philosophes bourgeois », ça ne comptait pas. Et c'était terrible cet encadrement de la pensée à l'époque pour des universitaires. Tout le monde devait être marxiste. Ils parlaient du socialisme scientifique et ils parlaient des lois du mouvement social, je ne sais pas quoi. Moi qui suis chimiste et physicien, je ne connais que les trois lois de Newton. Mais eux, ils avaient une loi du socialisme, etc. Il y avait une contrainte intellectuelle. L'espace intellectuel était assez restreint. Est-ce que c'est le moment où vous entrez en écriture ou est-ce que vous êtes entré en écriture plus tôt ? Ah non, j'ai commencé tout simplement, tout bêtement au lycée, en écrivant des poèmes – des mauvais poèmes. Parce qu'à l'époque on envoyait des poèmes aux filles, vous voyez ? J'ai commencé par ça : imiter les Baudelaire, Rimbaud, etc. Et je lisais beaucoup, énormément. C'est ça qui m'a donné vraiment le goût d'écrire. En 1973, vous publiez Un fusil dans la main, un poème dans la poche qui raconte le parcours d'un jeune révolutionnaire africain, de la lutte anticoloniale à l'exercice du pouvoir. Et vous montrez dans ce livre comment l'idéal de libération se déforme jusqu'à produire de nouvelles formes d'oppression. Comment ce texte a-t-il été accueilli à l'époque par vos lecteurs congolais et par le pouvoir ? Les lecteurs congolais, c'était extraordinaire. Une réception incroyable, parce que le livre a été publié par Albin Michel et après on ne le trouvait plus. J'ai vu des gens qui le faisaient circuler par photocopie. Et autre anecdote que je trouve très intéressante : le livre avait été traduit en portugais et des années plus tard, j'ai retrouvé des combattants du MPLA, le parti angolais, et il y en a un qui m'a dit : « J'ai lu votre livre dans le maquis. C'était vraiment très bien. C'était exactement ce qui se passait. Mais vous, vous étiez dans quel maquis ? » Moi j'ai dit : « Non, je n'ai jamais combattu. Je ne sais même pas par quel bout on tient un fusil ! » Il était étonné que j'aie si bien décrit la réalité du maquis. Quand l'imaginaire rencontre la réalité, ça fait vraiment plaisir pour un écrivain. Au Congo, le livre a été censuré, banni parce qu'il y avait une liste de livres interdits. Je ne sais pas pourquoi, je n'ai jamais compris. Autant je comprenais la censure pour Jazz et vin de palme, mais pour Un fusil dans la main, un poème dans la poche, je n'ai pas compris pourquoi c'était censuré. À lire aussi«Un fusil dans la main, un poème dans la poche», par Emmanuel Dongala De quand date votre engagement dans le théâtre, sur la scène brazzavilloise, et pourquoi le théâtre ? Et bien parce que ça fait partie de la littérature, de tout ce que j'aimais et de toute la vie qui était autour de moi. Parce que c'est très théâtral, la vie congolaise, la vie au Congo. Et c'était vraiment une période bénie, cette époque-là des années 70-90 où le théâtre congolais était vraiment florissant. Je ne prétends pas que c'est nous qui avons créé le théâtre congolais. Non, ça existait bien avant nous. Il y avait beaucoup de petites troupes. Il y avait le théâtre national. Mais vraiment, à cette époque-là, parmi les groupes qui existaient, beaucoup montaient plus des scénettes que du théâtre. Et il y a trois groupes qui ont émergé : la troupe de Sony [Sony Labou Tansi, NdlR]. Sony a fait un travail remarquable pour mettre le théâtre congolais sur la scène internationale. La troupe qui s'appelait Ngunga, de mon ami Matondo aussi, qui était très bien, et la mienne s'appelait l'Éclair. Et ça avait tellement d'impact sur les autres que les jeunes, les autres troupes, nous taquinaient ou se moquaient de nous – ils nous jalousaient un peu d'ailleurs – en nous qualifiant de « So-ma-do », acronyme de Sony, Matondo et Dongala. Et chacun de nos groupes travaillait de façon différente. Matondo était spontané, dur, pour confronter la réalité. Sony jouait ses très beaux textes. Il venait à Limoges tout le temps. Et moi je m'intéressais beaucoup plus au théâtre international. Mais j'ai joué des pièces congolaises de Sylvain Bemba et d'autres. Mais tout de suite, j'ai monté « Sartre ». Et quand un de mes livres, Le Feu des origines, a été traduit au Japon, j'ai été invité au Japon. Je me suis mis à lire la littérature japonaise et j'ai découvert une pièce de Yukio Mishima qui s'appelle « Sotoba Komachi », qui m'a plu. Je l'ai montée à Brazzaville. Donc voilà la différence un peu entre nous trois, mais c'était vraiment vibrant. C'était une rivalité fraternelle. Vous diriez qu'il y a eu un âge d'or du théâtre congolais dans ces années 70, peut-être 80 ? Jusqu'en 90, oui. Le théâtre continue aujourd'hui, je ne vais pas dire que ça n'existe plus, mais cette époque particulière a quand même marqué et a été une période importante parce qu'il n'y avait pas que nous. Je parlais du parti unique, il avait aussi des pièces révolutionnaires, et puis ça passait à la radio, c'était très populaire, très suivi. Il n'y avait pas qu'à Brazzaville, il y avait aussi à Pointe-Noire, à Dolisie et puis il y avait des scènes dans les lycées, il y avait des troupes. Jusqu'à aujourd'hui, le théâtre est très aimé au Congo. Est-ce que vous pouvez nous raconter l'histoire du théâtre de l'Éclair dont vous êtes le principal animateur dans les années 80 ? Comment est-ce qu'il est né ? Il y avait un embryon, une petite troupe qui était là, qui végétait un peu, et on est venu me voir. On m'a demandé de prendre la direction de cette troupe. On a commencé à travailler d'abord sur la gestuelle, parce qu'on a eu la chance d'avoir le mime Marceau qui est passé à Brazzaville et on a fait un petit stage avec lui. Ensuite, on a eu d'autres comédiens, d'autres metteurs en scène français qui sont passés à Brazzaville. Donc le théâtre de L'Éclair, ce qui le caractérisait aussi, c'était beaucoup la gestuelle, surtout quand j'ai monté « Sotoba Komachi » de Yukio Mishima, il y avait beaucoup de ces pas glissés. Je tenais beaucoup à ça. J'ai monté « Sartre », comme je l'ai dit tout à l'heure, ce n'était pas rien : « Les mains sales ». S'il y avait cette scène théâtrale aussi riche, ça veut dire aussi qu'il y avait un vivier d'acteurs importants dans le Brazzaville de l'époque ? Oui, oui. Le grand théâtre, à l'époque, c'était le théâtre national. Il était subventionné par l'État et les acteurs étaient payés, professionnels. Donc c'est pour vous dire que l'État donnait une importance à ça. Nous, on était des théâtres indépendants, des groupes indépendants. Moi, comme j'étais professeur à l'université, j'avais un peu d'argent, je finançais ça moi-même et les prix des billets étaient vraiment modiques, évidemment. À lire aussi2. Emmanuel Dongala Est-ce qu'il y a des anecdotes qui vous ont marqué sur cette période théâtrale ? Oui, absolument, parce qu'à cette époque-là, je vous ai dit, on vivait sous une dictature de parti unique et il y avait des flics partout. Ils venaient écouter ce qu'on disait, etc. Évidemment, ils ont mis quelqu'un pour suivre Sony. « Ce qu'il fait dans son théâtre, c'est suspect », disaient-ils. Et Sony les a repérés tout de suite. Ces gens-là, ils n'étaient pas malins et on les repérait tout de suite. C'est lui qui me raconte : il me dit qu'il a conçu une scène avec un comédien. Il allait parcourir trois mètres sur le plateau, s'arrêter, bailler, puis retourner et un autre refaisait la même chose, et la même chose… et la même chose. Et là, au bout d'une demi-heure, le gars commençait à s'ennuyer. Il a dit : « Mais si c'est ça le théâtre, pourquoi on nous demande d'espionner ? » Puis il n'est plus jamais revenu. Mais moi, mon plus grand coup, ce n'était pas dans le théâtre. C'était quand j'étais professeur de chimie à l'université de Brazzaville, directeur des affaires académiques. J'organisais des conférences académiques. Et à l'époque, il y avait un grand débat dans le parti pour savoir qui était de droite, qui était de gauche. Il y avait un combat idéologique dans le parti. Il se trouve que je suis professeur de chimie et en chimie, il y a des molécules qu'on appelle énantiomères. Ça veut dire tout simplement que les molécules sont exactement les mêmes. La seule chose qui les distingue, c'est que, quand vous faites passer la lumière, l'une dévie la lumière à droite, l'autre dévie la lumière à gauche. Donc ce sont des molécules droites et gauches. Donc je me suis dit : « Ah ah ah ! Je vais faire une conférence académique de chimie organique avec le titre "De la notion de droite et de gauche". » Voilà le titre de ma conférence. Oh là là… alors qu'il y a un débat qui était de droite, de gauche dans le parti, les gens se sont dit : « Ça y est, qu'est-ce qu'il va dire celui-là ? » Je n'ai jamais vu un tel engouement parmi les services de sécurité de Brazzaville, il y avait trois ou quatre agents dans la salle pour voir ce que j'allais dire, sur la notion de droite et de gauche. Je me suis bien amusé. Ils se sont ennuyés à mort. D'ailleurs, ils n'ont rien compris. Est-ce que vous pourriez nous parler de vos relations avec Sony Labou Tansi et Matondo Kubu Turé, qui étaient donc les deux autres grands animateurs de la scène théâtrale de l'époque ? Oui, ce sont des frères. Dans le théâtre, on a combattu ensemble, on a fait des choses ensemble. Et ce qui est remarquable, c'est que nous avions des divergences politiques profondes. Par exemple, Sony était dans un parti politique et moi je ne l'étais pas, etc. Mais ça, ça ne nous divisait absolument pas. On se retrouvait, on discutait quelquefois, on copiait un peu les uns sur les autres… parce que j'ai vu quelquefois que Sony piquait quelque chose chez Matondo par exemple. Donc c'est pour ça que ces trois groupes sont restés si emblématiques pour les jeunes Congolais. Il y avait une forme d'émulation aussi entre vous ? Absolument. Rivalité, jalousie fraternelle. Sony avait un peu plus de succès que nous parce qu'il était connu à l'étranger. Il avait des pièces qui étaient jouées à Paris et chaque année il venait à Limoges. Mais c'est bien, parce que ce succès nous a entraînés aussi, nous a fait travailler plus fort encore. Donc voilà ce que c'était le « So-ma-do ». Qu'est-ce que vous retenez de la scène littéraire de cette époque à Brazzaville ? C'est aussi la grande époque de la littérature congolaise. Il y avait des écrivains avant, je vais citer les Letembet Ambily, les Jean Malonga, etc. Mais là, notre génération, ce groupe d'écrivains, je cite quelques noms : Tati Loutard, Henri Lopez, Sony Labou Tansi, Sylvain Bemba, Tchicaya U Tam'si – Bon, il était un peu plus âgé que nous, il n'était pas tout à fait dans notre groupe – et j'en passe… C'est vraiment à ce moment-là qu'il y a eu un véritable corpus de la littérature congolaise, connu à l'étranger, parce qu'on commençait à gagner des prix à l'étranger, à être traduit. Je suis traduit dans une douzaine de langues, par exemple. Et ce qui est encore une fois très intéressant, c'est qu'on était sous la dictature et on arrivait quand même à produire ces œuvres… qui étaient censurées. Comme je vous ai dit, Jazz et vin de palme a été censuré. Sony Labou Tansi a eu des livres censurés, mais on produisait quand même. Il y avait une forme de tolérance, finalement, du pouvoir. Oui, c'est ça qui est paradoxal. En fait, le pouvoir ne savait pas trop. Comme on disait à l'époque : « Il censurait les livres, mais ne censurait pas les écrivains. » C'était ça la formule qu'on avait trouvée. Il y avait une sorte de tolérance et puis je dois dire, quelqu'un qui était très bien, qui était ministre, membre du parti, mais qui nous protégeait, c'est le poète Jean-Baptiste Tati Loutard. Il nous protégeait vraiment. Il a protégé Sony pendant longtemps. Sony était fonctionnaire. Quelquefois, il partait à Limoges pour le théâtre, il abandonnait son boulot… Mais il nous a protégé, Tati Loutard, et je lui suis très reconnaissant pour ça. Est-ce que vous vous rencontriez entre auteurs ? Est-ce que vous formiez un cercle de gens qui se retrouvaient régulièrement ? Oui, on se retrouvait quand un livre des nôtres paraissait et on en discutait. C'est pour ça que Sylvain Bemba a créé ce mot qu'il appelle « la phratrie », la fraternité des lettres entre nous. Et ça a tenu, malgré les guerres civiles, les répressions politiques. C'est le seul endroit où la politique ne nous a pas divisés. Jusqu'à la guerre civile de 98 où nous sommes partis. Sony était mort. Et puis nous sommes partis, dispersés. Quelles sont les anecdotes dont vous vous souvenez sur cette « phratrie » des lettres ? On faisait lire nos manuscrits, les uns aux autres. On se passait les manuscrits. Il y a un point central autour duquel nous tournions, c'était Sylvain Bemba. C'était lui, vraiment le patriarche, c'est lui qu'on allait voir pour passer nos manuscrits. Et j'avais créé aussi une revue, Les Cahiers de théâtre de L'Éclair, qui n'a produit que trois numéros, malheureusement. Dedans, il y avait les contributions de Sony et des autres intellectuels de la place qui s'intéressaient au théâtre. Voilà encore un lieu d'échanges. C'était ça l'époque. Mais bon, on rencontrait des difficultés quand même pour imprimer. Il fallait taper, dactylographier à la machine. Je ne sais pas si vous savez ce que c'est de taper à la machine avec le papier carbone. Et puis quand on voulait faire des tracts, il fallait ronéotyper avec de l'encre sale. Donc c'était difficile, mais on réussissait quand même à faire circuler nos manuscrits, nos idées, les discussions sur la place. Le parti unique avait ce qu'il appelait l'Union nationale des écrivains et artistes du Congo. Tout le monde devait y être, tous les artistes, les écrivains, etc. Et nous, on ne voulait pas faire partie de cette UNEAC caporalisée par le parti. Nous avons créé à part, de façon tout à fait indépendante, ce que nous appelions l'ANEC, Association nationale des écrivains du Congo. Et tous les bons écrivains y étaient… j'exagère, parce que Tati Loutard est resté à l'UNEAC. Mais tous les autres, les Sony, les Matondo, tous les autres écrivains étaient avec nous dans cette association pour laquelle je dis fièrement que j'étais le président et le cocréateur. Et le pouvoir a laissé faire ? Oui, je pense que c'est arrivé au moment où déjà le parti unique était en fin de course. Les années 90 voient une explosion de violence politique au Congo au travers des milices que vous décrivez dans l'une de vos œuvres majeures, Johnny chien méchant. Quelle expérience personnelle, intime, est-ce que vous avez eue de ces milices, vous, Emmanuel Dongala ? Je les ai vécues… Un beau jour, vous voyez dans la rue des gamins avec des fusils plus hauts qu'eux, qui intimident les adultes, qui les font s'agenouiller dans la rue, dans les barrages. Mais vous vous dites : « Dans quel monde nous vivons ? » C'était terrible. Donc, avec ma famille, nous avons fui pour aller vers Pointe-Noire à pied, à travers la forêt. C'est terrible. C'est ça qui m'a donné l'idée d'écrire Johnny, chien méchant. Des gamins comme ça qui ont terrorisé des adultes, leur première expérience amoureuse est un viol. Mais qu'est-ce qu'on peut faire des gamins comme ça ? Comment les récupérer ? C'était vraiment terrible à vivre. Et c'est là où j'ai vraiment vu la souffrance humaine, la cruauté humaine. En ce sens que, par exemple, j'ai vu à un barrage où, pour passer, il fallait donner une pièce de 100 francs. 100 francs CFA, ce n'est rien. Et il y a un pauvre vieil homme, à l'époque, qui n'avait pas d'argent du tout. Et je vois quelqu'un à côté de lui qui dit : « Il n'a pas d'argent, je vais payer, je paie à sa place. » Et le petit milicien, là, avec son fusil, dit : « Non, ce n'est pas ton argent qu'on veut, c'est SON argent à lui. » Vous vous rendez compte… Ils se sont mis à battre le vieil homme. C'était cruel. C'est quelque chose qui a complètement échappé aux politiciens. En plus de ça, ce qui m'a touché personnellement, c'est qu'il y a eu des pillages partout. Ma bibliothèque a été pillée. J'avais des livres signés d'Aimé Césaire, de Jorge Sabato, le Portugais. Et en plus de ça, j'avais de la correspondance parce que j'ai fait des études aux États-Unis à une époque où il y avait les Civil Rights, donc j'ai eu une correspondance avec Malcolm X. Tout ça, ça a été détruit. Mais dans tous ces trucs-là, il y a toujours des moments cocasses. Un jour, en me promenant dans un grand marché de Brazzaville qu'on appelle le marché Total, je vois par terre mes livres pillés. Je dis : « Ce n'est pas possible, il faut que j'aille appeler la police pour récupérer mes bouquins. » Je vais voir la police. Je dis : « Voilà, j'ai vu à Total par terre mes livres. Je veux que vous veniez avec moi en tant que policier pour récupérer mes livres », l'agent de police appelle son chef. Son chef vient, je répète. Il me dit : « Ah, attendez, précisons : vos livres, ils ont été pillés ou volés ? » Je dis : « Pardon ? ». « Ah oui, parce que si ça a été volé, d'accord. Nous faisons une enquête. Mais si ça a été pillé, c'est la guerre, on ne peut rien faire. » [Il rit] Donc, c'est ça la guerre civile… À lire aussiEmmanuel Dongala, une sonate des Lumières
"Sé auténtica." Lo escuchamos todo el tiempo. En perfiles de redes, en campañas de marca, en conversaciones de pareja. Pero si fuera tan simple, ¿por qué tanta gente que dice valorar la autenticidad sigue sintiéndose profundamente desconectada de sí misma?En este episodio excavamos de dónde vino el concepto antes de que se vaciara: Heidegger, Sartre, Carl Rogers y Brené Brown tenían algo muy específico en mente cuando hablaron de autenticidad, y no era “mostrar tu lado vulnerable en redes para que te quisieran más”.También te dejo dos herramientas concretas: un chequeo somático para escuchar tu cuerpo antes de que tu mente lo justifique todo, y un checklist para identificar en qué situaciones y con qué personas puedes ser auténtica sin ponerte en riesgo. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
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Dans cet épisode, Cathy reçoit Annamaria, professeure de FLE (français langue étrangère) et passionnée de littérature française. Annamaria raconte comment la littérature a transformé son rapport au français, puis elle partage des conseils pratiques pour choisir des textes adaptés, afin de lire avec plaisir sans chercher à tout comprendre. Elles évoquent aussi la lecture avec des adolescents et le projet de club de lecture « Voix de femmes et Société ».Ensemble, elles explorent comment la lecture peut devenir un vrai levier pour progresser en français, enrichir son vocabulaire, mieux comprendre la culture francophone et prendre confiance à l'oral comme à l'écrit.Le Club de Lecture : https://voixdefemmesfle.my.canva.site/voix-de-femmes-et-soci-t-formation-fleRecommandations de lectures accessibles dès le niveau intermédiaire et transcription de l'interview: https://francais.mypolyglotlife.com/2026/07/01/comment-utiliser-des-livres-pour-apprendre-le-francais/Fiche de vocabulaire pour les membres Patreon: https://www.patreon.com/cathyintroSommaire00:00 Introduction et présentation d'Annamaria2:42 Comment la littérature a changé son rapport au français5:55 L'Enseignement d'une Matière par l'Intégration d'une Langue Étrangère au lycée, quand le français devient une langue de communication et non un objet d'étude12:26 S'identifier à ce qu'on lit. Les auteurs existentialistes (Sartre, Camus, de Beauvoir): la lecture comme déclencheur d'une introspection et un prétexte pour partager ses émotions et réflexions14:01 Comment utiliser des livres pour apprendre le français ? Objectifs, goûts et choix des supports20:24 Faut-il tout comprendre et apprendre du vocabulaire quand on lit ?24:00 La littérature avec des adolescents: multimodalité, créativité et lecture active en classe28:23 Un résumé des points-clés à retenir pour utiliser des livres pour apprendre le français30:00 Le projet de club de lecture « Voix de femmes et Société »Abonne-toi à la newsletter pour ne rien rater: https://mypolyglotlife.kit.com/feuillederoute *********************
Welcome back friends! I just know you're going to love today's adventure, because if you don't that would be sad, and I don't like sad things and will prevent them from happening by any means necessary. Hopefully a super fun show about the horror of being known by others will be sufficient, because my back up options get very messy and not in the fun after dark way! So, without further adieu, we are talking about The Amazing Digital Circus, with an emphasis on episode four. Really though we're mining the whole show to help us understand the existential nightmare that is our own existence. So, enjoy! Or else! The Amazing Digital Circus Episode Four: https://www.youtube.com/watch?v=Q9KWcWKo2T8 Support us at Patreon: https://www.patreon.com/0G Join our Facebook discussion group (make sure to answer the questions to join): https://www.facebook.com/groups/985828008244018/ Email us at: philosophersinspace@gmail.com If you have time, please write us a review on iTunes. It really really helps. Please and thank you! Music by Thomas Smith: https://seriouspod.com/ Sibling shows: Embrace the Void: https://voidpod.com/ Next time: Space Pirate Queen of the Ten Billion Utopias by Elly Bangs
The French philosopher rejected fixed human nature and birthed an identity crisis for the books. __________ Help ADF defend our freedoms by giving at joinadf.com/breakpoint.
Adelio Fusé"Souvenirs in continuum"Poesie 2003 - 2023Prefazione di Andrea RompianesiPostfazione di René CoronaBook Editorewww.bookeditore.itI souvenirs del titolo erano inizialmente previsti al singolare, con allusione ironica – vale la pena notare che a souvenir fonicamente ben si accompagna sourire – all'oggetto-ricordo che si porta in regalo da un viaggio e, di riflesso, a questa autoantologia, surrogato di un percorso idealmente destinato alle poche lettrici e ai pochi lettori su cui la poesia può fare affidamento. Quanto all'autore, l'occasione gli consente di dichiarare il proprio les jeux sont faits, almeno in riferimento a ciò che fin qui si è lasciato alle spalle ma con la prospettiva di aprire nuovi ‘giochi'.Lo slittamento dal singolare al plurale sposta l'accento sulle singole tappe (i souvenirs) che hanno preceduto la sintesi (l'antologia-souvenir), rendendola possibile. Tappe ‘mobili', in movimento costante, come quelle di un viaggio, appunto, costituite da sette libri (Il boomerang non torna, Orizzonti della clessidra distesa, Canti dello specchio bifronte, L'obliqua scacchiera, La veglia del sonnambulo, Tempo ventriloquo, Mosaico del viandante). Tappe, inoltre, in comunicazione tra loro, che via via, procedendo, si passano il testimone sino a formare due cicli – “Quadrilogia degli oggetti anomali”, “Trilogia dell'erranza” – sconfinanti l'uno nell'altro. Il continuum è la forma di confluenza che ne deriva.Nel loro succedersi le poesie del settetto costituiscono un teatro-mosaico di situazioni variabili e in progressione, dove l'esterno (l'alterità, i luoghi come fucine di storie) conta innegabilmente più dell'interno (il famigerato io o il ‘chiuso' di un rifugio). Di spostamento in spostamento ci si trova soprattutto en plein air – aree urbane e periferiche, monti e pianure, spiagge vuote e isole –, dentro un'esperienza in divenire che dal presente guarda al futuro riattualizzando il passato e che interseca verosimile e inverosimile, realtà e sogno. L'io è centrifugo, un personaggio tra i personaggi. Anzi, vero attore protagonista è il tu, imprescindibile figura di dialogo.Si è cominciato con un boomerang che non torna e prolunga il lancio, e si è giunti al mosaico di un viandante a cui mancherà sempre un tassello per potersi completare. L'erranza-continuum era già nell'avvio. Adelio Fusé (1958) è autore di saggi su Sade, Kafka, Sartre, Handke, Eno (Materiali Sonori-Auditorium, 1999) e dei romanzi North Rocks (Campanotto, 2001), L'astrazione non è la mia passione principale (Manni, 2018), Le direzioni dell'attesa (Manni, 2020), Di chi sono queste insonnie (Manni, 2025, candidato al premio “Procida-Isola di Arturo-Elsa Morante”). I suoi libri di poesia, tutti pubblicati da Book Editore, hanno ottenuto riconoscimenti a diversi premi (“Lorenzo Montano”, “Camaiore-Francesco Belluomini”, “Bologna in Lettere”). Collabora con artisti, fotografi, musicisti e scrive per varie riviste.www.adeliofuse.itDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
The boxes are back, and this time it's personal! No one box vs. two box this time, just the one box and no good options! We're discussing The Measure and how it measures up and of course what's the right amount of foreknowledge. Enjoy! The Measure: https://chevaliersbooks.com/book/9780063204218 Support us at Patreon: https://www.patreon.com/0G Join our Facebook discussion group (make sure to answer the questions to join): https://www.facebook.com/groups/985828008244018/ Email us at: philosophersinspace@gmail.com If you have time, please write us a review on iTunes. It really really helps. Please and thank you! Music by Thomas Smith: https://seriouspod.com/ Sibling shows: Embrace the Void: https://voidpod.com/ Next time: The Amazing Digital Circus and Sartre's No Exit
durée : 00:03:09 - Avec philosophie - par : Laurence Devillairs - Face au phénomène du surtourisme, Laurence Devillairs explore une réflexion philosophie de Jean-Paul Sartre sur les paradoxes du voyage. Comment transformer notre regard sur le monde pour passer du statut de touriste prédateur à celui de voyageur attentif. - réalisation : Camille Renard, Virginie Le Duault, Noé Mignard Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
Para sorprenderlo 1) Herodianos: Sin el dolor nos volveríamos a lastimar una y otra vez. Me animo a decirte que el dolor es un gran profesor de teología. Es el mejor seminario. Muéstrame un cura que pasó por dolor y te mostraré a alguien que no habla desde un escritorio o de un empoderamiento barato, sino que te habla desde el lugar del proceso. El dolor es el mejor entrenador en cualquiera de las disciplinas y es un eficaz docente. Es el faro que nos indica los riesgos y por eso es mirar desde el dolor y no escondernos desde el dolor, si no nunca vamos a resolver lo que nos angustia. Dios, de una u otra manera, utiliza el dolor para hacernos crecer y madurar, porque es a través del dolor que decidimos y decidimos cambiar situaciones. El Dr. Mario Alonso decía: “Cambiamos y crecemos cuando el mantenernos igual duele más que el dolor del cambio”. Porque hay personas que pesan los dos dolores: “Me quedo donde estoy y sigo con el dolor” o “Me aguanto el dolor del cambio que es menor”. Porque vale decirte que hay dolores que son crónicos, pero seguimos llevándolos porque queremos.2) Permitido: Si no fracasas significa que no lo has intentando o no lo estás intentando. El que no fracasa es porque no lo intenta y para conseguir algo que nunca has tenido debes intentarlo muchísimo y es normal que las primeras veces no salga bien. Por eso en Jesús vemos la actitud de enfrentar las situaciones sabiendo que la gente puede que lo humille o lo ataque. Es entender que mientras uno tenga convicción para seguir, puede seguir siempre adelante.3) César: Las decisiones son las que nos forman. Lo que digo y lo que pienso, lo que leo, lo que consumo en redes, hasta la música que escucho, los sitios donde voy, con quién estoy, qué hago, cómo trabajo, cuándo y cómo descanso nos forman. Todo ello determina la persona que somos. Sartre decía: “Los bebés que son bonitos dependen de los genes, y hasta los cuarenta años ese bebé puede seguir siendo bonito o bonita dependiendo de los genes, pero después de los cuarenta tiene la cara que se merece”. La cara va revelando lo que hay en nuestra alma. Las decisiones se reflejan en la mirada y todo lo que hicimos queda esculpido en el rostro. Hay cosas que no se disimulan con cirugías. Al atravesar la vida nos encontramos con la persona en que nos convertiremos y por eso las sagradas Escrituras nos presentan así a la persona sabia, que es la persona que tiene la capacidad de tomar buenas decisiones, aunque uno no haya terminado la escuela primaria. Como diría San Ignacio: “La sabiduría es el arte de vivir bien”. Es preguntarte: “¿Esto me suma o me resta?”. Hay cosas o personas que no son pecado, pero que te son un peso. Aprende a ser una persona que sepa dividir y separar, una persona que sepa discernir a quién dar y a quién no dar de tu tiempo, de vos, para vivir en paz con vos desde tu interioridad y desde tu relación con Dios. Algo bueno está por venir.
C'est la femme forte, libre, par excellence. L'éminence féministe et existentialiste. Son fameux turban, ses grandes boucles d'oreilles et sa relation si spéciale avec Sartre. Mais Simone de Beauvoir a aimé un autre homme, avec une intensité toute particulière : Nelson Algren. Un podcast Bababam Originals Ecrit et raconté par Alice Deroide Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
What if the sacrifices you make aren't actually about service... but identity? In this episode of Friday Field Notes, Ryan Michler breaks down the dangerous trap many men fall into: building their entire identity around suffering, responsibility, and sacrifice. Drawing from philosophy, psychology, and personal experience, Ryan explores how men unconsciously become martyrs - believing their worth is tied to how much pain they can endure. From Carl Jung's concept of the persona and shadow, to Stoic philosophy and Sartre's idea of "bad faith," this episode challenges men to ask a difficult question: Are you sacrificing for something... or sacrificing as something? SHOW HIGHLIGHTS 00:00 - The Question That Changed Everything 01:05 - Becoming "The Responsible One" 03:35 - The Persona Men Build 05:35 - When Suffering Becomes Identity 06:45 - The Trap of Proving Your Worth 07:20 - Sartre and "Bad Faith" 09:20 - The Mindset of the Martyr 10:40 - Stoicism and Virtuous Suffering 12:15 - Why Men Perform Sacrifice 13:20 - Carl Jung and the Shadow 15:15 - The Hidden Patterns of Martyrdom 16:00 - Keeping Score in Relationships 17:10 - Why Martyrs Refuse Help 18:50 - Resentment Disguised as Dedication 21:05 - "I Had No Choice" 22:15 - Why Nobody Loves a Martyr 24:05 - Martyrdom vs Purpose 25:05 - The Story Your Kids Learn From You 26:15 - Losing Yourself in Responsibility 27:30 - How to Break the Pattern 28:00 - Name the Performance 28:50 - Reclaim Your Sovereignty 29:55 - The Boy Still Carrying the Weight 31:20 - Conscious vs Compulsive Sacrifice 32:10 - Building Identity Beyond Suffering 33:20 - A Man Who Knows Who He Is 34:35 - The Epictetus Quote 35:20 - Learning to Put the Weight Down 36:10 - Suffering With Purpose 37:00 - Final Thoughts on Martyrdom 37:45 - Share This With Another Man Battle Planners: Pick yours up today! Order Ryan's new book, The Masculinity Manifesto. For more information on the Iron Council brotherhood. Want maximum health, wealth, relationships, and abundance in your life? Sign up for our free course, 30 Days to Battle Ready
Do you ever worry that you're not serious enough for academia? That you're constantly playing whack-a-mole with hiding your many frivolous and unimpressive traits as you try to convince everyone that you deserve your place at the table? That you're a big old fake because you need to curate yourself so much in order to seem like you belong? If so, you're not alone - and it's not because you're flawed. It's because you're yet to uncover academia's dirty little secret: that it's just a job. If you can get your head around that, life will be much less stressful.ReferencesGoffman, Erving. 1956: The Presentation of Self in Everyday Life (University of Edinburgh Social Sciences Research Centre).Guignon, Charles. 2004: On Being Authentic (London: Routledge). (Bernard Williams quotation on page viii.)Hawley, Katherine. 2019: 'What is impostor syndrome?', Aristotelian Society Supplementary Volume 93/1: 203–226.Kelsky, Karen. 2021: 'Academia is a cult', TEDx Talks.Rousseau, Jean-Jacques. 1770: The Confessions of Jean-Jacques Rousseau, Lester Crocker (ed.) (New York: Pocket Books, 1957).Sartre, Jean-Paul. 1943: Being and Nothingness (New York: Washington Square Press, 1992).
This episode is a replay from The Existential Stoic library. Enjoy! Sartre famously argued that we are absolutely responsible for ourselves, our actions, and our choices. In contrast, many people blame the world, society, and others for their problems. In this episode, Danny and Randy discuss how responsible you should be.Subscribe to ESP's YouTube Channel! Thanks for listening! Do you have a question you want answered in a future episode? If so, send your question to: existentialstoic@protonmail.com
A partir do encontro entre o Existencialismo de Simone de Beauvoir e o Behaviorismo de B.F. Skinner, conversamos sobre a frase "Seja Homem!" como uma imposição de performance que esconde a inexistência de uma essência masculina. Como seria uma vida que não se submete à cartilha de comportamentos imputados a um corpo, mas que se entende como um feixe de relações bio-psico-sociais em constante construção? É possível escapar dessa coação que tenta transformar hábitos culturais em naturezas imutáveis, reduzindo a potência singular a uma categoria pré-fabricada? Partimos da análise da seleção pelas consequências para entender que o "tornar-se homem" não é um destino, mas a condição de possibilidade para que possamos, finalmente, recusar os modelos dados e florescer em múltiplas almas e caminhos.ParticipantesRafael LauroRafael TrindadeLinksTexto lidoOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaTexto: Rafael TrindadeGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
EPISODE 710 - Corey Croft - Wrestling With Your Writing, A Novella - France V. BrazilIn this episode, author Corey Croft joins the show from Vancouver to explore the realities of writing, the creative life and the difficult choices facing modern authors. Corey speaks candidly about the tension between traditional and independent publishing, explaining that neither path is easy. One demands the perseverance to face repeated rejection while the other requires the stamina to handle every piece of the work alone. For Corey, the deciding factor always comes back to feedback. Writers need readers, and honest critique can illuminate which publishing route makes sense and what a story truly needs.Corey describes his creative evolution from a younger, more dramatic writer to one now grounded in clarity, craft and emotional honesty. He explains how his latest novella France v Brazil ninety eight reflects this transition. The book is a compact, introspective character study about a man unraveling emotionally and spiritually after years of isolation. It blends existential themes with dark humour in a way that nods to Camus and Sartre, posing questions about control, freedom and the limits of understanding oneself. Corey emphasizes that while the subject matter is heavy, the story is not meant to glamorize mental illness. Instead, it seeks to express genuine human struggle in a way that lets readers see themselves in the character's vulnerabilities.The conversation turns toward artistry and presentation, including Corey's unconventional book covers and his longstanding creative collaboration with his brother. He explains that he values originality over trends, both in visuals and in writing, and that experimentation is essential for growth. Corey also speaks openly about how his characters often begin as reflections of his own emotions. Revisiting old drafts feels like revisiting earlier versions of himself, allowing him to refine characters from anger into something more complex and relatable.Though the novella is small in scope, Corey intends its impact to be personal and profound. He hopes readers approach his work without preconceived notions and feel something authentic, whether admiration or discomfort. For him, art exists to make people think, feel and question, not to provide easy answers.Corey shares his website and social links where readers can explore his stories, poetry and upcoming soft launch. He notes that while self-promotion remains a challenge, creating art for its own sake continues to drive him.Key Takeaway:Corey Croft's work reminds us that writing is both introspection and connection. The most powerful stories emerge when we let go of perfection, invite feedback and embrace the honest, messy work of understanding ourselves through the characters we create.https://coreycroftauthor.com/Send us Fan MailSupport the show___https://livingthenextchapter.com/podcast produced by: https://truemediasolutions.ca/Coffee Refills are always appreciated, refill Dave's cup here, and thanks!https://buymeacoffee.com/truemediaca
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Riccardo Azzali"Il gatto che mi ha spiegato l'universo"Mondadori Editorewww.mondadori.itUna storia appassionante che unisce il rigore di un saggio alla leggerezza di un romanzo, ricordandoci che a volte le risposte più luminose alle domande più profonde possono arrivare anche da chi, in apparenza, sta solo dormendo accucciato sul divano.Per Leonardo Brezzi, giovane e brillante fisico teorico, conoscere l'universo vuol dire osservarlo attraverso la lente di un telescopio oppure analizzarlo con un'astrusa equazione scritta su una lavagna. La sua missione è sempre stata quella di cercare un ordine nel caos del cosmo, fidandosi dei numeri più che delle sensazioni; Leonardo, infatti, considera ogni fenomeno, il tempo, lo spazio, la materia, la vita stessa, come un problema da risolvere. Finché un mattino come tanti, il suo pelosissimo gatto bianco, Epidoro, decide di infrangere la regola più semplice dell'universo: quella secondo cui i gatti non parlano. Ed Epidoro non si limita a parlare: ragiona, osserva, collega, provoca. Cita Sartre, Seneca, Einstein, smonta ogni certezza di Leonardo, gli fa domande personali che pesano come macigni per poi leccarsi una zampetta come se niente fosse. All'inizio la razionalità del fisico combatte con questa nuova realtà surreale in cui Epidoro si dimostra molto più saggio, colto e arguto del suo padrone. Poi, però, piano piano Leonardo si arrende all'evidenza e il gatto per lui diventa un mentore, un Virgilio che lo costringe a vivere davvero gli interrogativi sull'universo che aveva sempre studiato con distacco, a immergersi e conoscere in prima persona la fisica quantistica o l'idea di tempo, il concetto di libero arbitrio o il nulla, l'entropia che disordina ogni cosa e la necessità umana di dare un senso al cosmo e alla nostra esistenza. Il gatto che mi ha spiegato l'universo è un libro in cui filosofia e scienza non sono esercizi astratti del pensiero, ma saperi vitali, strumenti fondamentali che ci insegnano a scoprire e vivere le meraviglie dell'universo. Riccardo Azzali è un fisico teorico appassionato di filosofia ed è anche uno dei divulgatori italiani più seguiti; nel suo profilo “filosofiascienza” ogni giorno, con uno stile semplice e diretto, prova a illustrare al suo pubblico le grandi domande che per millenni hanno incuriosito le menti dei maggiori scienziati e filosofi della storia. Nel 2025 per Mondadori ha pubblicato L'accademia delle grandi domande.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
POUR COMMANDER MON LIVRE :https://www.editions-larousse.fr/livre/la-philosophie-cest-pour-vous-aussi-9782036070325/POUR COMMANDER MA BANDE DESSINÉE PHILORAMA : https://www.editions-larousse.fr/livre/philorama-9782036082434/Disponible aussi dans toutes les bonnes librairies !Vivre en société, c'est vivre en représentation permanente. Car, qu'on le veuille ou non, nous sommes constamment soumis au regard des autres, et ce regard influence directement notre comportement. C'est en ce sens, mais pas uniquement, qu'il faut entendre l'idée de Sartre selon laquelle nous jouons tous un rôle. Analyse de cette conception.---Envie d'aller plus loin ? Rejoignez-moi sur Patreon pour accéder à tout mon contenu supplémentaire.
Au lendemain de la Seconde Guerre mondiale, la vie intellectuelle française est dominée par deux figures majeures : Jean-Paul Sartre et Raymond Aron. Amis dans leur jeunesse, ils deviennent progressivement les symboles de deux visions du monde profondément opposées.Tout commence pourtant par une proximité. Les deux hommes se rencontrent à l'École normale supérieure dans les années 1920. Ils partagent une même formation, une même curiosité intellectuelle, et même une certaine complicité. Mais leurs chemins vont diverger radicalement après la guerre.Le cœur de leur opposition tient à leur rapport à la politique et à l'idéologie. Sartre, influencé par le marxisme, voit dans le communisme une promesse d'émancipation. Sans être membre du Parti communiste, il en défend souvent les positions, notamment dans le contexte de la guerre froide. Pour lui, l'intellectuel doit s'engager pleinement dans les luttes de son temps, quitte à soutenir des régimes imparfaits au nom d'un idéal révolutionnaire.Aron, au contraire, adopte une position libérale et profondément critique. Observateur lucide des régimes communistes, il dénonce très tôt leurs dérives autoritaires. Dans ses écrits, il met en garde contre ce qu'il appelle “l'illusion révolutionnaire” : l'idée que l'Histoire aurait un sens inévitable menant au progrès par la révolution. Là où Sartre croit à un engagement total, Aron prône la prudence, l'analyse et le doute.Cette divergence se cristallise autour de la perception de l'Union soviétique. Sartre, malgré les critiques, refuse longtemps de condamner frontalement le régime, estimant qu'il représente une alternative au capitalisme. Aron, lui, voit clairement les réalités du système : répression, absence de libertés, propagande.Mais leur opposition dépasse la simple politique. Elle touche à la manière même de penser. Sartre incarne une philosophie de l'engagement, où l'intellectuel doit prendre parti, quitte à simplifier la réalité. Aron représente une pensée plus analytique, attachée à la complexité du réel et méfiante envers les grandes idéologies.Pour toute une génération, notamment les baby-boomers, ils offrent deux modèles : d'un côté, l'intellectuel engagé, révolutionnaire ; de l'autre, le penseur libéral, critique et pragmatique.Avec le temps, l'Histoire semble avoir donné raison à certaines intuitions d'Aron, notamment sur les limites des régimes communistes. Mais l'influence de Sartre reste immense, notamment dans la culture et la philosophie.En réalité, leur opposition reflète une tension fondamentale du XXe siècle : faut-il croire en des idéaux capables de transformer le monde, ou se méfier des systèmes qui prétendent détenir la vérité ? Une question qui, aujourd'hui encore, reste ouverte. Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
What if the anxiety you most want to get rid of is the one you most need to listen to? Existential psychologist Dan Koch and marketing strategist Kristen Tideman join Evan Rosa for a conversation about what anxiety is actually for—and what happens when it turns against you. "To be human is to be unfinished. It is to have constantly limits around you, and your choice is to accept them or pretend they're not there." In this episode, they reflect together on the existential roots of anxiety and what it looks like to confront real limits—from an MS diagnosis to faith upheaval to collective crisis. Together they discuss healthy versus unhealthy anxiety and how to tell them apart, the post-WWII origins of existential therapy, boundary situations and “thrownness,” what denial costs us spiritually and psychologically, and how accepting our limits can paradoxically expand our world. The conversation moves between lived experience of multiple sclerosis and philosophical framework about mortality, between Kierkegaard's "dizziness of freedom" and a three-month-old baby in an emergency room—asking not how to eliminate anxiety, but how to let the right kind of anxiety make your world bigger. Episode Highlights "To be human is to be unfinished. It is to have constantly limits around you, and your choice, among other things, is to accept them or pretend they're not there."—Dan Koch "I was literally in the ER. I'm holding my three-month-old baby who just got here. I'm like, my life just started—and I don't even know what this means. I don't even wanna Google what it means."—Kristen Tideman "Our brains are big enough and our minds are strong enough that unlike deer, plants, and coconuts, we can think about the future. We can imagine our own death."—Dan Koch "There's ways I wanna deny the MS. I wanna deny that that's part of my existence now. I wanna deny even components of my own faith change."—Kristen Tideman "Is my world getting smaller, or is my world getting bigger?"—Dan Koch About Dan Koch Dan Koch is an existential psychologist, therapist, and host of Religion on the Mind, a podcast and media project exploring the intersection of psychology, spirituality, and everyday life. His clinical work focuses on religious change—deconversion, deconstruction, reconstruction—and the downstream effects on identity, family, and meaning-making. He draws on the existential tradition from Kierkegaard and Jaspers through Viktor Frankl and Irvin Yalom. Koch has spoken openly about his own fifteen-year experience with panic disorder. Learn more and follow at religiononthemind.com [VERIFY] About Kristen Tideman Kristen Tideman is the founder of Tidy Studios, a marketing strategist and creative consultant. She holds a master's degree in philosophy and has brought that background into her work exploring questions of meaning, anxiety, and faith in public conversation. She lives with multiple sclerosis and is a new mother. Learn more and follow at [VERIFY—need Tidy Studios URL and social handles] Helpful Links and Resources Religion on the Mind https://www.religiononthemind.com/ Religion on the Mind https://religiononthemind.substack.com/ Religion on the Mind https://podcasts.apple.com/us/podcast/religion-on-the-mind/id1448000113 Tidy Studios https://www.tidystudios.com/ Man's Search for Meaning, Viktor Frankl https://www.beacon.org/Mans-Search-for-Meaning-P602.aspx Dan Koch on Patreon https://www.patreon.com/dankoch Show Notes Why tackle anxiety now—geopolitical overwhelm, media firehose, personal crisis converging Kristen's competing anxieties: new motherhood, MS diagnosis, ongoing faith change Dan's path into existential psychology through clients navigating religious change Existential psychology's post-WWII roots—Viktor Frankl, concentration camps, the search for meaning The atomic bomb as psychological turning point—from imagining one's own death to imagining collective annihilation "Our brains are big enough that unlike deer, plants, and coconuts, we can think about the future. We can imagine our own death." Healthy vs. unhealthy anxiety—the central distinction in existential thought Healthy anxiety broadens your world; unhealthy anxiety becomes self-referential spiral The inner critic mistaken for motivation—when unhealthy anxiety masquerades as drive "I was literally in the ER. I'm holding my three-month-old baby. I'm like, my life just started—and I don't even know what this means." Philosophy becoming flesh—studying mortality vs. receiving a diagnosis "There's ways I wanna deny the MS. I wanna deny that that's part of my existence now. I wanna deny even components of my own faith change." Ontological anxiety vs. pathological anxiety—Kierkegaard's "dizziness of freedom" Avoidance vs. acceptance as the fundamental hinge in existential psychology The body carries what the mind tries to bypass—emotions as literal electricity in the nervous system Thrownness—Heidegger's concept of being tossed into unchosen circumstances Jaspers' shipwreck, Sartre's blind man on a raft, Kierkegaard's captain in a storm Boundary situations—MS, new parenthood, AI, sociopolitical chaos, loss of shared reality Kristen on maturity: "Anything that comes at us, we can use as an excuse to weaken our resolve or to strengthen it." "To be human is to be unfinished. It is to have constantly limits around you, and your choice is to accept them or pretend they're not there." "Is my world getting smaller, or is my world getting bigger?" Neurotic anxiety spins us inward; accepting limits pushes us toward collaboration and community Emmy van Deurzen and Irvin Yalom—real problems require more than one person Loving your neighbor as a practical consequence of accepting your own limits #ExistentialPsychology #Anxiety #MentalHealth #FaithDeconstruction #HumanFlourishing #Kierkegaard #ViktorFrankl #ChronicIllness #MSAwareness #ForTheLifeOfTheWorl Production Notes This podcast featured Kristen Tideman and Dan Koch Edited and Produced by Evan Rosa Hosted by Evan Rosa Production Assistance by Noah Senthil A Production of the Yale Center for Faith & Culture at Yale Divinity School https://faith.yale.edu/about Support For the Life of the World podcast by giving to the Yale Center for Faith & Culture: https://faith.yale.edu/give
Fabrice Midal, philosophe, fondateur de l'École Occidentale de Méditation et auteur d'une vingtaine de livres dont le dernier, Empêcher que le monde ne se défasse, paru récemment. C'est aussi l'auteur d'un podcast génial.Je le connaissais de loin. J'avais tort de ne pas l'avoir lu plus tôt. Dès qu'on s'est mis à parler, j'ai réalisé qu'on partageait une même manière de regarder le monde : avec inquiétude, mais sans résignation. Avec lucidité sur ce qui fout le camp, et une conviction tenace que quelque chose reste à faire, là, maintenant, à notre échelle.Dans cet épisode, nous parlons de ce que Fabrice appelle la calculabilité généralisée : cette tendance de notre époque à ne considérer comme réel que ce qui se mesure, se gère, se rentabilise. Et comment cette idéologie invisible, qu'on ne voit même plus parce qu'elle est partout, est à l'origine de beaucoup de nos souffrances, de nos burn-out, de notre sentiment d'impuissance collective.J'ai questionné Fabrice sur la différence entre la haine et la colère, sur ce que résister veut vraiment dire, sur pourquoi la méditation est devenue un outil de barbarie dans la majorité des entreprises, et sur ce que Camus, René Char, Etty Hillesum ont à nous dire aujourd'hui. Nous parlons aussi de la distinction entre le sacrifice et l'amour, entre le militantisme et l'engagement, entre réagir et agir.Ce qui m'a le plus frappé dans cette conversation : Fabrice ne propose pas de grand soir. Il propose un pas. Un seul. Et l'idée que ce pas, même invisible, même non mesurable, pourrait changer tout.3. CITATIONS MARQUANTES« Les gens font un burn-out parce qu'ils veulent trop bien faire. Ils ont tellement intégré ce modèle où il faut s'instrumentaliser, sinon on ne va plus trouver sa place. »« Ce qu'on prétend rationnel est très irrationnel. On est obligé de réduire le réel à des équations extrêmement sommaires. Et donc, on oublie non seulement le sensible, mais le réel lui-même. »« On meurt de chagrin. Personne ne meurt de colère. »« Fais ce que tu dois, advienne que pourra. Nous avons à empêcher, dans nos actions au quotidien, que le monde ne s'effondre. »« Ça ne change rien et ça change tout. Ce n'est pas nous qui pouvons mesurer les choses. »4. IDÉES CENTRALES (BIG IDEAS)1. La calculabilité comme idéologie invisible [00:04:57] Notre époque a redéfini le réel : est réel ce qui est calculable, gérable, rentable. Tout le reste, y compris la qualité d'une présence humaine, a été évacué du champ de ce qui compte. Cette idéologie n'est pas neutre : elle produit de la déshumanisation à grande échelle. Pourquoi c'est important : cela requalifie nos problèmes. Ce ne sont pas des problèmes psychologiques, ce sont des problèmes idéologiques. La responsabilité change de camp.2. Dépsychologiser nos souffrances [00:06:00] Le burn-out n'est pas un problème de gestion émotionnelle individuelle. C'est le symptôme d'un modèle qui demande aux gens de s'instrumentaliser pour garder leur place. Remettre la cause dans le système, pas dans la personne, est un geste philosophique et politique. Pourquoi c'est important : ça libère. Et ça déplace l'action possible.3. Colère vs haine : une distinction vitale [00:18:30 – 00:27:00] La colère est saine, elle dit non à l'injustice. Elle est une force de vie, confirmée par l'éthologie, la physiologie, et Descartes lui-même. La haine, elle, veut détruire et jouir de la destruction. Toute résistance qui glisse de la colère vers la haine finit par devenir ce qu'elle combat. Pourquoi c'est important : savoir réussir sa colère, lui donner forme sans la transformer en haine, c'est la condition d'une résistance qui reste humaine.4. Agir sans garantie de résultat [00:15:17 – 00:18:00] Toutes les grandes révolutions, toutes les résistances historiques, ont été faites par des gens qui ne calculaient pas leur impact. Les résistants disaient "je ne pouvais pas faire autrement", pas "j'ai optimisé ma stratégie". Attendre la certitude d'impact avant d'agir, c'est rester prisonnier du système même qu'on veut changer. Pourquoi c'est important : ça autorise à agir maintenant, à sa propre échelle, sans diplôme de héros.5. L'excellence comme acte de résistance ordinaire [00:45:10 – 00:48:00] Sauver le monde n'est pas réservé aux militants. Un médecin qui prend le temps de parler, un cuisinier qui fait à manger avec du cœur : chaque acte fait avec présence empêche que le monde ne se défasse. L'excellence n'est pas la performance calculée, c'est l'humanité mise dans ce qu'on fait. Pourquoi c'est important : ça restitue à chacun une puissance d'agir concrète, immédiate, sans attendre les conditions idéales.6. L'identité comme prison [00:49:39 – 00:51:30] L'injonction contemporaine à se définir, à s'enfermer dans une identité stable, est une illusion. Nous sommes des êtres relationnels, façonnés par le contexte. Ce qui nous libère n'est pas de savoir qui on est, mais d'être en relation. C'est la relation qui guérit. Pourquoi c'est important : cela remet en cause l'individualisme comme fondement de l'action et de l'identité.5. QUESTIONS POSÉES DANS L'INTERVIEWComment toi, tu regardes et tu observes le monde dans lequel on évolue en ce moment ?Pour la plupart des gens, ce qui est réel, c'est ce qui est calculable. Qu'est-ce que ça veut dire concrètement ?Qu'est-ce qui t'effraie dans ce monde ?Tu penses qu'on est dans l'immonde ?Comment tu redescends dans le concret pour traverser cette période, pour les gens qui sont perdus ?Est-ce que c'est possible de vraiment s'extraire de ce modèle ?Tu fais une différence entre la colère et la haine, et tu dis que la colère est saine. C'est quoi une colère réussie ?La méditation n'est-elle pas devenue, elle aussi, un outil de gestion du stress au service du système ?Comment faire son travail bien, dans ce monde-là, sans se trahir ?Qu'est-ce qui te donne envie du futur, toi ?6. RÉFÉRENCES CITÉESPhilosophes et penseursAlbert Camus, Discours de Stockholm (prix Nobel) — titre du livre de Fabrice, fil rouge de l'épisode [00:02:15]Albert Camus, L'Homme révolté — notion de révolte comme condition humaine [00:39:24]Camus vs Sartre, querelle sur la guerre d'Algérie — "entre la justice et ma mère, je préfère ma mère" [00:18:30]Emmanuel Kant — impossibilité de juger sa propre époque de l'extérieur [00:10:36]René Char, Feuillets d'Hypnose — résister sans haine, capitaine Alexandre [00:36:34]Simone Weil (philosophe), Note sur la suppression générale des partis politiques (1944) — danger de renoncer à penser par soi-même [00:21:31]Spinoza — la joie comme carburant de l'action, évoqué par Greg [00:40:42]Descartes — un être humain qui ne peut pas se mettre en colère n'est plus un être humain [00:25:00]Figures historiques et spirituellesEtty Hillesum — jeune femme déportée pendant la Seconde Guerre mondiale, figure de résistance intérieure, textes lumineux redécouverts il y a 30 ans [00:34:04]Arnaud Beltrame, lieutenant-colonel mort à Trèbes — distinction sacrifice vs amour [00:43:30]Nelson Mandela — agir sans calcul, tenir debout [00:47:21]Le Bouddha — premier acte : déconstruire les castes et l'exclusion des femmes. Mécompréhension généralisée du bouddhisme [00:28:21]Saint François d'Assise — "Sœur la lune, frère arbre", la création comme fraternité [00:04:57]Références culturelles et littérairesKabale juive — la légende des dix justes qui empêchent le monde d'être détruit [00:57:47]Satish Kumar — "leçon de dépendance", nous sommes des êtres dépendants les uns des autres [00:51:00]Œdipe (Sophocle) — les apparences trompeuses [00:04:57]Livres de Fabrice MidalEmpêcher que le monde ne se défasse — dernier livre, fil conducteur de l'épisodeFoutez-vous la paix — burn-out, auto-instrumentalisation, colère7. TIMESTAMPS CLÉS (YOUTUBE)00:00 — Introduction : se réjouir du futur sans naïveté ni fatalisme 00:01:42 — Entrée en matière : comment Fabrice regarde le monde aujourd'hui 00:02:15 — Le titre du livre : ce que Camus voulait dire par "empêcher que le monde ne se défasse" 00:04:07 — Ce qui effraie vraiment Fabrice : la calculabilité comme nouvelle définition du réel 00:06:00 — Burn-out : ce n'est pas un problème psychologique, c'est un problème idéologique 00:08:05 — Le réel comme construction idéologique : économie vs écologie, même combat 00:13:01 — Ce qu'on prétend rationnel est profondément irrationnel 00:15:17 — Comment agir sans garantie de résultat : la leçon des grands résistants 00:18:30 — Haine vs colère : la distinction la plus importante du livre 00:20:14 — Militantisme vs engagement : être contre vs être pour 00:22:48 — Pourquoi la colère est saine, selon Descartes, l'éthologie et la physiologie 00:28:05 — La méditation instrumentalisée : quand elle devient un outil de l'immonde 00:31:09 — Le capitalisme absorbe tout : du self-care au développement personnel 00:33:06 — S'extraire du système ? Non. Remettre du monde là où il n'y en a plus 00:34:04 — Etty Hillesum : rester debout et digne dans l'effondrement 00:36:07 — René Char, Camus, Frankl : les résistants comme boussole 00:40:42 — Joie vs amour : le désaccord amical entre Greg et Fabrice 00:43:30 — Arnaud Beltrame : la différence entre le sacrifice et l'amour 00:45:10 — Sauver le monde commence par faire son travail bien 00:48:43 — Les contradictions font partie de la vie : personne n'est à la hauteur, et c'est soulageant 00:51:00 — L'identité comme illusion : nous sommes des êtres relationnels 00:54:00 — Ce qui donne de l'élan à Fabrice : l'amour et le goût de l'effort 00:57:47 — La légende des dix justes : on ne sait pas si on sauve le monde, et c'est pour ça qu'on le fait 00:59:03 — Clore et ouvrir : fermer la porte au découragement, ouvrir celle du premier pas Suggestion d'autres épisodes à écouter : #388 Comment cultiver la joie quand tout s'effondre? avec Mai Hua (https://audmns.com/njAMVyL) #335 Trouver du reconfort dans un monde en chaos avec Marie Robert (https://audmns.com/ICuFMra) [SOLO ] Reprendre goût au futur dans un monde en crise (https://audmns.com/fKSFkcw)Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
In Jay's latest talk we take a he takes a deep dive into the philosophical and psychological concept of the other inspired by the work of Lacan, Sartre, Freud and other thinkers. How does that connect to faith and the message of Christ. As always, we appreciate your comments, your support and this beautiful group of people at Revolution. If you have the opportunity to support what we do, you can do so by following, sharing or giving at the following links:revolutionchurch.cominstagram.com/revolutionchurch94x.com/Revolution_199www.youtube.com/@RevolutionBroadcastinghttps://www.paypal.com/donate/?cmd=_s-xclick&hosted_button_id=7FXFBB8PSWEEC&source=url Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
This is the final boarding call! The SITC submarine is departing port for one more journey 20,000 leagues under the sea. This time, the tentacular, mighty Poseidon of masculinity, King Triton, wields his whale dick, effectively blasting us with oozing gallons of salty sea. Creator of the Hyperreal Film Journal and critic, Ziah Grace, joins Torie below deck to dissect Robert Eggers's ferociously homoerotic, abrasively bleak masterpiece of cinematography, THE LIGHTHOUSE (2019). Starring Willem Dafoe and Robert Pattisson as one of the greatest “odd couples” to ever grace 35 mm, this claustrophobic meditation on Sartre's existential idiom “hell is other people,” is packed with alpha/beta power dynamics, a yonic/phallic(!!) lighthouse, perverted seagulls, and enough masturbation to generate a Sperm Whale's worth of ejaculate. These gents have No Exit, and, for one hour and 50 minutes, neither do you. Get ready for an onslaught of girthy tentacles, depressing orgasms, alcoholism, gaslighting galore, and man-on-mermaid action (alongside a very large, anatomically explicit mergina). Other highlights include Torie's Willem DaFetish and an inevitable discussion of the most fiercely gatekept piece of male anatomy ever to circulate the Hollywood rumor mill.
Why do we seek to escape from ourselves? In episode 168 of Overthink, Ellie and David take a closer look at Emmanuel Levinas's article “On Escape.” They discuss Levinas's claim that escape is central to the human condition and explore what exactly we try to escape from and escape to. They explain how this aspect of human existence is crystallized by our experiences of need, pleasure, and even nausea. Are we condemned to being needy beings? How does Levinas's view of shame put him at a distance from Sartre? And is Levinas right that to be a human is to never be at peace with oneself? In the Substack bonus segment, your hosts discuss why escape is the condition of our time and critique Levinas's reading of idealism.Works Discussed:Emmanuel Levinas, “On Escape”Jean-Paul Sartre, NauseaEnjoy our work? Support Overthink via tax-deductible donation: https://www.givecampus.com/fj0w3vJoin our Substack for ad-free versions of both audio and video episodes, extended episodes, exclusive live chats, and more: https://overthinkpod.substack.com/See Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Barbara Chitussi"Paradosso della libertà"Il teatro politico di Sartre.Cronopio Edizioniwww.cronopio.itLiberato dalla prigionia nel 1941, Sartre torna a Parigi e assiste a una grandiosa messa in scena delle Supplici allo stadio Roland Garros. è una rivelazione: avrebbe scritto per il teatro e fatto del teatro il nuovo strumento di resistenza delle masse. Barbara Chitussi ricostruisce una filosofia paradossale dell'azione libera attorno all'attività teatrale che impegna Sartre negli anni dell'occupazione, anche attraverso l'analisi di documenti inediti, custoditi negli archivi parigini dei registi con cui aveva lavorato. In un contesto di guerre e violenza come quello attuale, il lettore è invitato a scoprire questo esperimento politico teatrale e il tenore “drammatico” delle parole che il filosofo aveva pronunciato nelle pagine di una rivista clandestina: “Non siamo mai stati così liberi come sotto l'occupazione tedesca”.Barbara Chitussi insegna Filosofia morale all'Università di Modena e Reggio Emilia. Ha scritto, tra gli altri, Immagine e mito. Un carteggio tra Benjamin e Adorno (2010), Lo spettacolo di sé. Filosofia della doppia personalità (2018). Tra le sue curatele, con Giorgio Agamben e Clemens-Carl Härle, il grande libro inedito di Benjamin Charles Baudelaire (2012); per Cronopio, il volume a più voci Noi maschere (2021).Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
durée : 00:03:55 - Le Pourquoi du comment : philo - par : Frédéric Worms - La liberté est une conquête, mais elle reste difficile à assumer. Et si la domination, qui nous sidère, était une composante de nos relations ? "L'Être et le Néant" de Jean-Paul Sartre met en lumière le désir de dominer et d'être dominé. - réalisation : Luc-Jean Reynaud
Come sit at Vallecitos! Ñāṇavīra Thera (born Harold Musson, 1920–1965), an English monk whose work is a cornerstone for those interested in the intersection of the Pali Suttas and phenomenological philosophy. He is best known for his radical, "vertical" approach to the Dhamma, which bypasses traditional commentaries to focus on the immediate structure of personal experience.The primary collection of his later work is titled "Clearing the Path", which includes his seminal book and his extensive correspondence. Notes on Dhamma (1960–1965): This is his most influential work. It consists of highly technical entries intended to correct common misinterpretations of the Suttas. He famously discarded the "three-life" traditional model of paṭiccasamuppāda (dependent arising) in favor of a structural, timeless interpretation. vThe Phenomenological Approach: Ñāṇavīra used the tools of Western existentialists—like Sartre, Heidegger, and Kierkegaard—not as a substitute for the Dhamma, but as a way to clear away "objective" or scientific biases. He argued that the Dhamma must be understood from a "vertical" view—looking directly into the abyss of one's own existence. https://www.davesmithdharma.com/https://account.venmo.com/u/davesmithdharmaThank you for subscribing.
Nerd Alert! This week we focus on France's contribution to knowledge and ideas. If French philosopher René Descartes famously said, “I think, therefore I am,” then “we think, therefore we are” could be said of the French. Over the years, France has produced a wide array of world-leading thinkers at the forefront of dazzling theories about knowledge, liberty, justice, the human condition – and, of course, the meaning of life. But ask people to name a French intellectual today, and chances are they'll mention someone long deceased: Camus, Sartre, de Beauvoir, Foucault… It begs the question: where are the intellectuals now?
Theologian Bo Karen Lee joins Ryan McAnnally-Linz to explore how the multiple layers of trauma—pandemic grief, racialized violence, intergenerational wounding, vicarious suffering—can be met by the resources of Ignatian spirituality and contemplative prayer. Writing and teaching at the intersection of Christian formation and social justice, Lee brings both scholarly precision and uncommon personal candor to one of the most urgent conversations in theology today. "Trauma tends to isolate and alienate us from our siblings, our human siblings. But ironically, this witnessing of one another's pain is the source of healing. So it has the very opposite effect of what is needed for it to be healed." In this conversation, Lee reflects on the spiritual journey from what one author calls "alarmed aloneness" toward becoming beloved—seen, held, and gazed upon with love. Together they discuss the overlapping layers of collective, personal, racialized, and intergenerational trauma shaping contemporary life; attachment theory and its parallels with spiritual formation; the Ignatian tradition of imaginative, contemplative prayer; the still face experiment and the theology of the loving gaze; and why the church has something singular to offer the trauma crisis of our time. Episode Highlights "We are quite sure we're alone in the world and no one really sees us, no one truly cares and no one can be trusted. You're alone, overwhelmed, and helpless." "Trauma tends to isolate and alienate us from our siblings, our human siblings. But ironically, this witnessing of one another's pain is the source of healing. So it has the very opposite effect of what is needed for it to be healed." "I need to be held, but it's this illusory figure that holds me, because I have shut myself off to the very things that could help me, because no one is to be trusted." "I've seen too much hope, and too much beauty, and too much healing walking through the spiritual exercises that I can no longer despair that trauma has the final word." "Gazing upon the God who gazes upon me with love. That is contemplative prayer." About Bo Karen Lee Bo Karen Lee is Associate Professor of Spiritual Theology and Christian Formation at Princeton Theological Seminary, where she teaches contemplative theology, Ignatian spirituality, and the relationship between prayer and social justice. A leading voice in the integration of trauma studies and Christian formation, she brings the Ignatian tradition into conversation with psychology, attachment theory, and the lived experience of racialized communities. Her work draws on the Spiritual Exercises of Ignatius of Loyola to offer resources for healing that are both theologically grounded and pastorally immediate. She directs retreatants in the nineteenth annotation of the Spiritual Exercises and works regularly with spiritual directors trained in the Ignatian tradition. Helpful Links and Resources Bessel van der Kolk, Traumatic Stress: The Effects of Overwhelming Experience on Mind, Body, and Society https://www.amazon.com/Traumatic-Stress-Overwhelming-Experience-Society/dp/1572300485 Bessel van der Kolk, The Body Keeps the Score https://www.besselvanderkolk.com/resources/the-body-keeps-the-score Resmaa Menakem, My Grandmother's Hands https://www.resmaa.com/resources Kathy Weingarten, Common Shock: Witnessing Violence Every Day https://www.kathyweingarten.com David Fleming SJ, Draw Me Into Your Friendship https://www.amazon.com/Draw-Me-Into-Your-Friendship/dp/0912422904 Ignatius of Loyola, The Spiritual Exercises https://www.ignatianspirituality.com/ignatian-prayer/the-spiritual-exercises/ Edward Tronick, Still Face Experiment https://www.youtube.com/watch?v=apzXGEbZht0 Find a Spiritual Director https://www.ignatianspirituality.com/making-good-decisions/find-a-spiritual-director/ Show Notes Trauma defined: "terror triggered by an inescapably stressful event that overwhelms existing coping mechanisms" — Bessel van der Kolk Layers of trauma: collective pandemic grief, personal wounding, racialized violence, intergenerational encoding, vicarious/secondary trauma Global pandemic as collective trauma — threat of death, forced isolation, planetary-scale overwhelm Racialized trauma and AAPI hate incidents — one in five AAPI individuals reported a hate incident in the U.S. in a 15-month window (as of late 2021) My Grandmother's Hands by Resmaa Menakem — racialized trauma encoded in bodies and communities https://www.resmaa.com/resources Cumulative microaggressions — daily small injuries can produce PTSD-level effects over time; growing body of clinical literature Secondary/vicarious trauma — hearing others' suffering reactivates unresolved wounds in caregivers and companions "Double jeopardy" — Kathy Weingarten's term for caregivers whose own past traumas are reactivated while supporting others Five professions at highest risk: clergy, health workers, teachers, police, journalists — context for the Great Resignation "Alarmed aloneness" — the net effect of trauma: certainty that no one sees you, no one cares, no one can be trusted "Trauma tends to isolate and alienate us from our siblings, our human siblings. But ironically, this witnessing of one another's pain is the source of healing." The orphan image: a girl in a Middle Eastern orphanage draws a chalk mother around her fetal body — illusory comfort as portrait of traumatic isolation Intergenerational trauma — encoded in DNA; personal testimony about learning her own mother was nearly killed as an infant, its echo across generations Kintsugi as healing metaphor — the Japanese art of mending broken pottery with gold; grief before repair, not a race to be fixed Robert Stolorow's concept: finding a "relational home" for traumatic suffering — the necessity of being witnessed Ignatius of Loyola — 16th-century Spanish soldier wounded by cannonball; encountered the living Christ through Ludolph of Saxony's Vita Christi during convalescence The Spiritual Exercises: a four-week manual for imaginative prayer — beloved and broken, walking with Christ through ministry, suffering, resurrection https://www.ignatianspirituality.com/ignatian-prayer/the-spiritual-exercises/ Ignatian contemplative prayer defined: "gazing upon the God who gazes upon me with love" — kataphatic, embodied, not requiring stillness or silence Still Face Experiment (Edward Tronick) — infant distress when a loving mother goes blank; evidence that the gaze of love is neurologically and psychologically foundational https://www.youtube.com/watch?v=apzXGEbZht0 Attachment theory and spiritual formation — earned secure attachment: what unhealthy early bonding cannot provide, sustained relationship with God can "I've seen too much hope, and too much beauty, and too much healing walking through the spiritual exercises that I can no longer despair that trauma has the final word." Personal testimony: AAPI hate crimes, night terrors, contemplative prayer with a spiritual director; a vision of Mary, the wailing women, and the crucified Christ "Bo, they killed me too" — Christ's words in a contemplative vision; solidarity as the beginning of bearable grief Sartre's "hell is other people" reframed — parasitic dependence on others' approval vs. the freedom of knowing how God gazes upon you Resources for beginning: David Fleming's Draw Me Into Your Friendship; finding a spiritual director trained in Ignatian spirituality; Jesuit retreat centers #TraumaHealing #IgnatianSpirituality #ContemplativePrayer #ChristianFormation #SpiritualTheology #MentalHealthAndFaith #RacializedTrauma #AttachmentTheory #ForTheLifeOfTheWorld #YaleDivinity Production Notes This podcast featured Bo Karen Lee Edited and Produced by Evan Rosa Hosted by Evan Rosa Production Assistance by Annie Trowbridge and Luke Stringer A Production of the Yale Center for Faith & Culture at Yale Divinity School https://faith.yale.edu/about Support For the Life of the World podcast by giving to the Yale Center for Faith & Culture: https://faith.yale.edu/give
Dans son dernier roman « Feu de dieu », l'auteur Mohamed Kacimi raconte son enfance, son tiraillement entre deux langues, son initiation à la vie et à la littérature. Il remonte le temps et le fil de ses souvenirs, ressurgissent, pêle-mêle, premiers émois et étude des sourates, la voix envoûtante d'Oum Kalthoum et l'école française, l'exode des pieds-noirs et la célébration de l'indépendance, les parfums d'Alger et « Les Mots » de Sartre, le virus de la fugue inoculé par la lecture d'Hector Malot, la passion folle d'une cousine et les rêves de neige… Invité : Mohamed Kacimi, auteur. Il voit le jour en 1955 à la zaouïa d'El-Hamel, haut lieu du soufisme algérien, au sein d'une famille sainte, entièrement dévouée à Dieu et à la langue arabe, sa religion. Il grandit entre les femmes recluses et les hommes en prière. Auteur d'une dizaine de récits ou romans et d'autant de pièces de théâtre dont Congo Jazz Band ou Jours tranquilles à Jérusalem. En plus de sa pratique littéraire, il est également intervenant dans des ateliers d'écriture et des conférences. À lire Feu de dieu, aux éditions Actes Sud. Programmation musicale : Les artistes Stephan Eicher et Zoe Me avec le titre La valse à demi.
Dans son dernier roman « Feu de dieu », l'auteur Mohamed Kacimi raconte son enfance, son tiraillement entre deux langues, son initiation à la vie et à la littérature. Il remonte le temps et le fil de ses souvenirs, ressurgissent, pêle-mêle, premiers émois et étude des sourates, la voix envoûtante d'Oum Kalthoum et l'école française, l'exode des pieds-noirs et la célébration de l'indépendance, les parfums d'Alger et « Les Mots » de Sartre, le virus de la fugue inoculé par la lecture d'Hector Malot, la passion folle d'une cousine et les rêves de neige… Invité : Mohamed Kacimi, auteur. Il voit le jour en 1955 à la zaouïa d'El-Hamel, haut lieu du soufisme algérien, au sein d'une famille sainte, entièrement dévouée à Dieu et à la langue arabe, sa religion. Il grandit entre les femmes recluses et les hommes en prière. Auteur d'une dizaine de récits ou romans et d'autant de pièces de théâtre dont Congo Jazz Band ou Jours tranquilles à Jérusalem. En plus de sa pratique littéraire, il est également intervenant dans des ateliers d'écriture et des conférences. À lire Feu de dieu, aux éditions Actes Sud. Programmation musicale : Les artistes Stephan Eicher et Zoe Me avec le titre La valse à demi.
POUR COMMANDER MA BANDE DESSINÉE PHILORAMA : Sur Amazon : https://amzn.to/4sVjMyxSur Fnac.com : https://tidd.ly/3NSSUyVChez Cultura : https://tidd.ly/4raBhcgDisponible aussi dans toutes les bonnes librairies à partir du 4 mars !Les philosophes ne sont pas seulement des auteurs de systèmes abstraits, ce sont aussi des individus avec leurs failles, leurs excès et leurs contradictions. De Sartre expérimentant la mescaline aux choix personnels controversés de Rousseau, en passant par la rivalité entre Schopenhauer et Hegel, ces dix anecdotes vont vous montrer une autre facette de la philosophie. Sommaire : 00:00 - Introduction 00:35 - Socrate 02:25 - Schopenhauer 03:55 - Kant 05:15 - Rousseau 07:00 - Sartre 08:38 - Intermède 09:59 - Spinoza 11:34 - Marc Aurèle 13:33 - Hume 16:05 - Descartes 18:12 - Nietzsche 20:03 - Conclusion POUR COMMANDER "PHILORAMA" : Sur Amazon : https://amzn.to/4sVjMyx Sur Fnac.com : https://tidd.ly/3NSSUyV Chez Cultura : https://tidd.ly/4raBhcg---Envie d'aller plus loin ? Rejoignez-moi sur Patreon pour accéder à tout mon contenu supplémentaire.
Jean-Paul Sartre (1905–1980) forced a generation to confront a radical idea: existence precedes essence. We are not born with a fixed nature — we create ourselves through choices. That freedom is powerful… and unsettling.
Sartre, Nietzsche, Kant. Wie kent ze niet? We hebben de neiging om steeds naar dezelfde denkers te grijpen om grip te krijgen op de wereld om ons heen. Maar wat als we de bestaande filosofische canon loslaten? Of moeten we überhaupt af van het idee van een canon? Luister naar een verhaal van filosoof Simon Gusman.
Nouveau rendez-vous avec la revue ESPRIT dans ce numéro. Pierre-Édouard Deldique reçoit en effet Anne-Lorraine Bujon, sa directrice pour parler du numéro de janvier-février de la revue partenaire de l'émission et, notamment, du dossier intitulé « Penser avec Frantz Fanon » un peu plus de cent ans après la naissance de ce penseur dans l'action. Coordonné par la philosophe Magali Bessone, il interroge la puissance toujours actuelle d'une œuvre née dans un contexte historique singulier et pourtant capable d'éclairer les impasses politiques, sociales et psychiques du présent. Figure majeure de la pensée anticoloniale, psychiatre, théoricien de la violence, analyste des mécanismes d'aliénation et de déshumanisation, Frantz Fanon nous interpelle toujours. Fait important : il est l'auteur d'articles publiés dans ESPRIT au début des années 50. Au fil des contributions, la revue nous explique pourquoi l'œuvre de ce médecin, intellectuel engagé dans la lutte pour l'indépendance algérienne auprès du FLN – continue de résonner dans un monde où les formes de domination persistent. Loin d'être un penseur figé dans les années 1950‑60, Frantz Fanon nous offre encore des outils conceptuels pour penser la persistance des hiérarchies raciales dans les sociétés contemporaines, les nouvelles formes de dépossession liées à la mondialisation néolibérale, la crise des subjectivités, entre violence intériorisée et quête de reconnaissance, la question de la désaliénation, horizon politique et anthropologique que Fanon n'a cessé de reformuler. Plusieurs articles soulignent que Fanon nous offre un regard neuf pour comprendre la longue liste des crises actuelles : violences policières et institutionnelles, qui réactivent la question des « corps racialisés » ; migrations et les frontières, où se rejouent des logiques de tri et de déshumanisation, fractures géopolitiques, montée des nationalismes, qui renoue avec des imaginaires d'exclusion. Le dossier ne se contente pas d'actualiser Fanon : il interroge aussi les limites de son héritage, notamment sa conception de la violence libératrice ou sa vision parfois homogénéisante du « peuple ». Au micro d'Idées, Anne-Lorraine Bujon revient aussi sur l'influence de Sartre sur cet intellectuel mort trop jeune et réciproquement. Ce numéro d'Esprit montre que penser avec Fanon, ce n'est ni répéter ses concepts ni sacraliser son héritage. C'est réactiver une pensée de la désaliénation, attentive aux corps, aux institutions, aux violences visibles et invisibles. Musiques diffusées pendant l'émission Jacques Coursil - Paroles Nues M'Baye Meissa - Thiaroye Jacques Coursil - Frantz Fanon 1952.
An individual "is responsible for everything he does," claimed Sartre. And from criminal justice to creative expression, free will and responsibility are central to our culture and our personal lives. Yet neuroscientists and materialist thinkers commonly maintain that freedom is an illusion. And it remains unknown how the core principles of freedom and responsibility can be reconciled with this outlook. Many attempts have been made to argue that the two seemingly contradictory frameworks can be made compatible. But critics say these "compatibilist" arguments are unconvincing and are driven merely by the attempt to make scientific materialism acceptable. Furthermore, whilst surveys suggest most materialist philosophers believe we can reconcile the two, the majority of us reject the idea that an action can be both determined and free.Paul Bloom is a Canadian-American psychologist, bestselling author, and celebrated speaker. He is Professor Emeritus at Yale and a professor at the University of Toronto. Bloom's work explores human nature, morality, and pleasure.Joining us from California is Robert Sapolsky. Sapolsky is a distinguished neuroscientist, primatologist, and author, best known for his research on stress and its impact on behaviour and health. He is also a professor at Stanford University.Lucy Allais is a philosopher at Johns Hopkins University and the University of the Witwatersrand, renowned for her work on Immanuel Kant. Her writing spans ethics, metaphysics, and political philosophy.Please do email us at podcast@iai.tv with any of your thoughts or questions on the episode!To witness such debates live buy tickets for our upcoming festival: https://howthelightgetsin.org/festivals/And visit our website for many more articles, videos, and podcasts like this one: https://iai.tv/You can find everything we referenced here: https://linktr.ee/philosophyforourtimesSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
durée : 00:51:30 - Répliques - par : Alain Finkielkraut - L'un aura incarné la radicalité et l'espérance révolutionnaire, l'autre la modération et le pessimisme libéral : à propos de Sartre et Aron et de leurs différends revisités. - réalisation : Riyad Cairat - invités : Perrine Simon-Nahum Directrice de recherche au CNRS, professeure à l'École normale supérieure de Paris; Frédéric Worms Philosophe, directeur de l'École Normale Supérieure (Ulm)
Spekülatif'in bu bölümünde Emre Dündar, aydın nedir, entelektüel nedir, entel ne demek soruları üzerinden Türkiye'de aydın–entelektüel tartışmasının tarihsel kırılmalarını ele alıyor. Türkiye'de aydın, entelektüel ve “entel” kavramları nasıl birbirine karıştı? Dündar, “entel” kavramının popüler kültürle nasıl zehirli bir etikete dönüştüğünü, aydın ve entelektüel figürlerin neden itibarsızlaştırıldığını ve günümüz düşünce krizinin kültürel arka planını tartışıyor. Cemil Meriç ve Peyami Safa'dan Sartre, Foucault, Umberto Eco ve Italo Calvino'ya uzanan referanslarla, entelektüel kimliğin tarihsel rolü, popüler kültürün ve dijital çağın düşünce üretimini nasıl dönüştürdüğünü tartışıyor. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Comme pour chaques vacances, je vous propose un best-of des épisodes qui ont été dernièrement enregistrés.Comme c'est la période de Noel, j'ai rajouté un petit biais plutôt feel-good et associé aux questionnements profonds.Charles Robin est philosophe et créateur de la chaîne YouTube « Le Précepteur », qui réunit aujourd'hui plus d'un million d'abonnés. Il s'est dernièrement intéressé à une thématique aussi fascinante que complexe : le hasard. C'est donc tout naturellement que j'ai eu envie de l'inviter pour plonger dans cette notion que nous utilisons tous, parfois à tort, souvent avec mystère.Dans cet épisode, nous nous interrogeons ensemble : est-ce que le hasard existe vraiment ? Ou est-ce simplement un mot que nous utilisons pour désigner ce que nous ne comprenons pas ?Charles, avec son approche pédagogique et nuancée, nous entraîne sur les traces de Spinoza, Sartre, Jung et d'autres penseurs majeurs pour explorer le déterminisme, la liberté, le sens et nos conditionnements, aussi bien sociaux que biologiques.J'ai voulu comprendre avec lui si donner du sens à une coïncidence était un acte rationnel ou une nécessité psychologique.Nous avons parlé de synchronicités, de loi de l'attraction, de spiritualité, mais aussi du besoin très humain de croire que certaines choses sont "destinées". Car au fond, dans un monde incertain et parfois brutal, n'est-ce pas réconfortant de penser que les signes existent pour nous guider ?Avec beaucoup de sincérité, Charles partage aussi son parcours : comment il a commencé à publier des vidéos de philo à une heure du matin, sans plan de carrière, juste porté par une envie de transmettre. Il parle de ses inspirations, de ses lectures, de ce que la philosophie peut nous apporter dans nos vies très concrètes, à travers nos relations amoureuses, nos colères en voiture ou nos moments d'échec.Ce que j'ai particulièrement aimé dans cette discussion, c'est cette manière de ramener la pensée philosophique dans notre quotidien, avec simplicité et honnêteté. Nous avons aussi exploré des sujets qui me sont chers : la liberté réelle (ou illusoire), la responsabilité individuelle, le regard que l'on porte sur soi et sur les autres, et cette capacité à prendre du recul, à observer nos propres conditionnements pour mieux avancer.Un échange dense, humain, et profondément inspirant. À écouter si vous vous êtes déjà demandé pourquoi certaines choses vous arrivent, ou si vous voulez simplement apprendre à mieux comprendre votre propre façon de voir le monde. Comme soulignée dans l'épisode, si vous souhaitez bénéficier d'une offre exclusive de 15% de réduction sur Saily, c'est ici : www.saily.com/vlan Citations marquantes“On ne se croit libre que parce qu'on ignore qu'on est déterminé.” — Charles Robin“Prendre les choses personnellement, c'est croire que l'autre agit contre nous.” — Charles Robin“Le fatalisme, c'est attendre que le destin fasse à notre place.” — Charles Robin“L'émotion, c'est le mouvement de l'âme.” — Charles Robin“La liberté, c'est ce moment d'inconfort où tu dois choisir.” — Charles RobinLes grandes questions poséesPourquoi avoir choisi le thème du hasard pour ton TED Talk ?Quelle est la vision de Spinoza sur le hasard ?Peut-on vraiment être libre si tout est déterminé ?En quoi la spiritualité et l'ésotérisme peuvent-ils mener à la philosophie ?Est-ce que prendre les choses personnellement est une erreur ?Peut-on forcer le destin ?Quelle différence fais-tu entre déterminisme et fatalisme ?L'amour est-il un terrain privilégié pour comprendre nos conditionnements ?Comment es-tu venu à faire de la philosophie sur YouTube ?Est-ce que donner du sens au hasard est vital pour les humains ?Timestamps YouTube00:00 – Introduction sur le hasard et la loi de l'attraction01:21 – Rencontre avec Charles Robin, aka Le Précepteur03:00 – Pourquoi choisir le hasard comme thème de vulgarisation ?05:30 – Synchronicités, clins d'œil de la nature et perception08:40 – Spinoza : le hasard comme ignorance des causes11:00 – Liberté, déterminisme et responsabilité selon Spinoza17:00 – Les Accords Toltèques et la rationalisation des émotions23:00 – Conditionnements biologiques et sociaux29:00 – L'impact des biais cognitifs sur notre perception35:00 – L'émotion : expression du mouvement intérieur38:00 – Le déterminisme comme participation au réel45:00 – Perception sélective et réalité subjective52:00 – Science, croyance et besoin de sens56:00 – Origine de la chaîne YouTube “Le Précepteur”Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
POUR COMMANDER MON LIVRE : Sur Amazon : https://amzn.to/3ZMm4CY Sur Fnac.com : https://tidd.ly/4dWJZ8OLes psychédéliques ont la réputation d'ouvrir les portes de la conscience. Mais qu'est-ce que cela signifie exactement ? Se pourrait-il que ce que nous percevons ne soit qu'une version parmi d'autres de la réalité ? Étudier les effets de ces substances, c'est explorer la conscience humaine elle-même, la manière dont nous construisons la réalité, et la question de ce que nous appelons « vérité ».ATTENTION : Ma parole n'est pas celle d'un expert. Pour des informations officielles, je vous renvoie au site de la société psychédélique française : https://societepsychedelique.fr/fr---Envie d'aller plus loin ? Rejoignez-moi sur Patreon pour accéder à tout mon contenu supplémentaire.
Professor Bas van Fraassen argues science doesn't deliver literal truth about reality, meaning unobservable physics is merely a model. He also contends the self isn't a thing and that logic permits free will, ultimately sharing how he maintains faith in God without relying on metaphysics. As a listener of TOE you can get a special 20% off discount to The Economist and all it has to offer! Visit https://www.economist.com/toe TIMESTAMPS: - 00:00 - Reality vs. Appearance - 08:40 - Scientific Realism vs. Anti-Realism - 16:30 - The "No Miracles" Argument - 22:26 - Common Sense Realism - 27:54 - Trusting Instruments vs. Theories - 34:22 - Kierkegaard's Call to Decision - 41:50 - Determinism is a Model - 48:50 - Sartre on Free Will - 56:47 - Causation Doesn't Exist in Physics - 01:05:47 - Language of Human Action - 01:15:54 - Tarski's Limitative Theorems - 01:23:50 - "I Am Not a Thing" - 01:34:20 - Rejecting Analytic Metaphysics - 01:40:17 - Does God Exist? - 01:50:50 - Disagreement on Monty Hall - 01:56:15 - Conversion to Catholicism LINKS MENTIONED: - The Scientific Image [Book]: https://amzn.to/499SA72 - Bas's Blog: https://basvanfraassensblog.home.blog/about-me-2/ - The Empirical Stance [Book]: https://amzn.to/3MWbKEK - Bas's Published Papers: https://scholar.google.com/citations?user=EBj6wCAAAAAJ&hl=en - Bas's Published Books: https://amzn.to/3L0njdw - Reality Is Not What It Seems [Book]: https://amzn.to/3YseMDe - Matthew Segall [TOE]: https://youtu.be/DeTm4fSXpbM - The "No Miracles" Argument: https://plato.stanford.edu/entries/scientific-realism/#MiraArgu - Bas On Closer To Truth: https://youtu.be/nQnQ9ndlYi4 - The Most Terrifying Philosopher I've Encountered [TOE]: https://youtu.be/BWYxRM__TBU - Curt Reads Plato's Cave [TOE]: https://youtu.be/PurNlwnxwfY - Avshalom Elitzur [TOE]: https://youtu.be/pWRAaimQT1E - Formal Philosophy [Paper]: https://archive.org/details/formalphilosophy00mont/page/n5/mode/2up - Robert Sapolsky [TOE]: https://youtu.be/z0IqA1hYKY8 - Time And Chance [Book]: https://amzn.to/4qb6tru - Aaron Schurger [TOE]: https://youtu.be/yDDgDSmfS6Q - Nancy Cartwright's Published Work: https://www.profnancycartwright.com/publications/books/ - Tim Maudlin [TOE]: https://youtu.be/fU1bs5o3nss - Elan Barenholtz & Will Hahn [TOE]: https://youtu.be/Ca_RbPXraDE - On The Electrodynamics Of Moving Bodies [Paper]: https://sites.pitt.edu/~jdnorton/teaching/Einstein_graduate/pdfs/Einstein_STR_1905_English.pdf - The 'Twin Earth' Thought Experiment: https://www.britannica.com/biography/Hilary-Putnam#ref1204773 - Yang-Hui He [TOE]: https://youtu.be/spIquD_mBFk - The Nonexistent Knight [Book]: https://amzn.to/3XWxfrs - Wolfgang Smith [TOE]: https://youtu.be/vp18_L_y_30 - Neil deGrasse Tyson Doesn't Understand What "Belief" Means [Article]: https://curtjaimungal.substack.com/p/i-dont-use-the-word-belief-and-scientific - The Monty Hall Problem: https://en.wikipedia.org/wiki/Monty_Hall_problem - Daniel Dennett [TOE]: https://youtu.be/bH553zzjQlI - Michael Dummett: https://iep.utm.edu/michael-dummett/ - How To Define Theoretical Terms [Paper]: https://www.princeton.edu/~hhalvors/teaching/phi520_f2012/lewis-theoretical-terms.pdf - The Model-Theoretic Argument: https://plato.stanford.edu/entries/realism-sem-challenge/model-theory-completeness.html - Remembering Hilary Putnam [Article]: https://www.tabletmag.com/sections/news/articles/remembering-hilary-putnam-harvard-philosopher-and-religious-jew - Hilary Lawson: https://www.hilarylawson.com/biography/ - Language Isn't Just Low Resolution Communication: https://curtjaimungal.substack.com/p/language-isnt-just-low-resolution Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices