Created in 1962, the Fundação Bienal de São Paulo is one of the most important international institutions of contemporary art promotion, and its impact on the development of Brazilian visual arts is notably recognized. The arts’ Bienal, its most important event, does not only present to different audiences the production of Brazilian and foreign artists, but it also attracts the world’s attention for contemporary art in our country.

#36bienal | audioguia | Wolfgang Tillmans | Fortaleza by Bienal de São Paulo

#36bienal | audioguia | Korakrit Arunanondchai | Fortaleza by Bienal de São Paulo

#36bienal | audioguia | Antonio Társis | Fortaleza by Bienal de São Paulo

Como é a vida atualmente fora de uma lógica individualista? É o que o quinto episódio do podcast 'Em obras' pergunta, a partir da investigação de dois projetos brasileiros que priorizam formas coletivas de organização. O primeiro é o Sertão Negro, em Goiânia, onde quem chega pode experimentar diferentes linguagens artísticas, além de imersões no Quilombo Kalunga. Lá, os moradores dividem conhecimentos transmitidos há muitas gerações. O segundo é o Instituto Desvelando Oris, em São Paulo, focado na superação das desigualdades raciais e de gênero a partir do acesso a educação, justiça e cultura. Apesar de contextos distintos – o cerrado goiano e o centro urbano paulistano –, os dois projetos compartilham uma aposta: substituir hierarquias por troca, e o individualismo pelo fortalecimento dos laços comunitários.

A morte pode mudar os caminhos de uma história, mas não necessariamente encerrá-la. Essa é uma das discussões do quarto episódio do podcast Em obras, coprodução do UOL com a Fundação Bienal de São Paulo, que aproxima um relato pessoal de perda à obra 'Someone's Child', do artista francês Pol Taburet. O episódio parte da história da jornalista Milly Lacombe, que relembra a morte repentina da ex-mulher e o impacto devastador do luto em sua vida. A experiência íntima abre caminho para um tema mais amplo: como a finitude reorganiza o sentido das relações e da própria existência. Na instalação apresentada na última edição da Bienal, Taburet sugere um espaço em que vida e morte não se opõem, mas coexistem. Em comum, as duas narrativas apontam para a noção de ciclo, em que o fim não elimina o que veio antes, mas se incorpora a ele.

Uma instalação em grande escala que atravessa verticalmente os três andares do Pavilhão Ciccillo Matarazzo. A obra de Ana Raylander Mártis dos Anjos foi pensada a partir de fragmentos da antiga casa de pau a pique de seu bisavô, que foi demolida, mas que pela memória continua habitada. O trabalho remonta à história de Bené e seus nove filhos, uma família afro-brasileira, e suas nove colunas cruzam um dos maiores símbolos da arquitetura moderna de São Paulo. Provocador em proposta e em tamanho, a obra nos faz questionar: quem tem direito à escala monumental? Quem no Brasil pode erguer pilares e atravessar andares? Neste episódio, que combina arte e psicanálise, a artista Ana Raylander Mártis dos Anjos, a cantora Xênia França e a psicanalista Maria Homem falam sobre a dimensão histórica e política de objetos transmitidos por gerações, memória e herança familiar. O podcast é uma coprodução do UOL com a Fundação Bienal de São Paulo. Esta temporada do podcast Em obras é um projeto realizado com recursos do Fomento Cult SP – ProAC, programa do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas.

No primeiro episódio da temporada, a narradora Xênia França percorre a 36ª Bienal de São Paulo conectando histórias ligadas à água. A narrativa parte do trabalho "Templo da água", do artista colombiano Leonel Vásquez, inspirado no Rio Tietê. Na paisagem paulista comprometida pela poluição, Vasquez reconheceu o Rio Bogotá, também afetado pelo descarte de resíduos. Outros rios são lembrados no episódio, que tem participação do escritor Itamar Vieira Jr. Em diálogo com Vásquez, o autor conta sobre a sua experiência com o rio Paraguaçu e a importância da água na história de sua família e em sua obra literária. Os dois falam de extração, de colonização, de um mundo que aprendeu a explorar a natureza até o limite. E apontam para o mesmo lugar: a necessidade de reaprender a se relacionar com a água e o território. O podcast é uma coprodução do UOL com a Fundação Bienal de São Paulo. Esta temporada do podcast Em Obras é um projeto realizado com recursos do Fomento Cult SP – ProAC, programa do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas.

#36bienal | audioguia | Manauara Clandestina | Santos by Bienal de São Paulo

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Castiel Vitorino Brasileiro – Vitória by Bienal de São Paulo

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