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Geo sempre soube que queria ser mãe, mas não queria gestar. E era perfeito, porque a mulher dela, Carol, queria.Geo vendeu o carro e, juntas, foram a uma clínica de fertilização: o óvulo da Geo, o corpo da Carol.Aqui, ela conta a espera, a gravidez, a cesárea e o momento em que o Gui nasceu: ele parou de chorar assim que ouviu a voz dela. Ele reconheceu a Geo. Ali, ela nasceu também como mãe, segura de que estava exatamente no seu lugar.Com ela, falamos sobre a licença-maternidade na dupla maternidade, dos desafios cotidianos e do Coletivo dupla maternidade que a Geo coordena. Obrigada, Geo, por lembrar que a maternidade não depende de um ventre, mas de um vínculo que se constrói seguindo o caminho próprio de cada mãe.Gravamos entre São Paulo e Lauro de Freitas, na Bahia, ao som dos passarinhos.—Link na bio.
22 trabalhadores da antiga fábrica de confeções Dielmar, em Alcains, vão ser despedidos. A empresa alega falta de encomendas. A preocupação com o futuro é grande. Edição de Cláudia Costa
Hoje temos a alegria de compartilhar um momento especial porque não é todo dia que a gente apresenta ao Brasil o novo trabalho de um artista que a gente admira há anos. Lenine está de volta com um disco inteiramente inédito — o primeiro álbum autoral com repertório 100% novo em dez anos. Há algo de especial nesse retorno porque a gente sabe o peso simbólico desses últimos dez anos. Tanta coisa aconteceu, né?O Vozes da Vez desta semana é um faixa a faixa radiofônico... Coisa inédita por aqui. Pra você que está me ouvindo agora, se acomode, respire fundo e abra o coração. Porque o que chega aqui hoje não é só um novo disco… é uma nova travessia. É Lenine oferecendo ao mundo, mais uma vez, a imensidão que cabe na música que ele faz.
No Comentário Final de hoje, Ricardo Spinosa alerta os londrinenses sobre uma mudança importante: a Prefeitura enviou à Câmara um projeto que estabelece validade de 12 meses para os créditos do transporte coletivo. Após vencer, o usuário poderá pedir reembolso — mas terá que comprovar a propriedade dos créditos e fazer o pedido dentro do prazo.#ComentarioFinal #RicardoSpinosa #TransporteColetivo #Londrina #Onibus #Credito #ProjetoDeLei
Ouça a reportagem de Tauã Ferreira e Josino Tavares sobre as causas e consequências do aumento do transporte de passageiros por aplicativo. Foto: Marcello Casal/Agência Brasil
Ouça a reportagem de Ronaldo Araújo e Artur Vieira sobre a circulação dos ônibus elétricos no transporte coletivo de passageiros da Grande Aracaju. Foto: Karla Tavares/PMA
O artista brasileiro Eli Sudbrack constrói há mais de duas décadas uma obra feita de cor, movimento e colaboração. Fundador do coletivo Assume Vivid Astro Focus, ou simplesmente AVAF, ele transforma o museu em um espaço vivo, onde o público é convidado a completar a obra com seu corpo e presença. Luciana Rosa, correspondente da RFI em Nova York Formado em cinema pela PUC-Rio, Sudbrack trocou as câmeras pelas artes visuais após o fim da Embrafilme, nos anos 1990. No fim dessa década, desembarcou em Nova York, em meio à efervescência da cultura digital e ao espírito do it yourself que moldou uma geração de artistas. Foi ali que nasceu o Assume Vivid Astro Focus, um projeto que mistura linguagens e identidades, borrando as fronteiras entre arte, política e performance. “Tudo o que a gente faz é fluido, moldado, mutante”, explica o artista. “Até o nome Assume Vivid Astro Focus muda. A gente brinca com as iniciais, cria novas frases, tipo ‘amoroso, vagabundo, assina fedida', ‘a very anxious feeling'. Cada projeto nasce para um espaço, para um contexto.” Nos anos 2000, o coletivo começou a ganhar visibilidade internacional com exposições em San Francisco e Nova York, além de uma instalação na galeria Deitch Projects, elogiada pelo New York Times. O sucesso levou Sudbrack à Whitney Biennial de 2004, uma das mostras mais prestigiadas do mundo, onde apresentou um projeto público inspirado nos patinadores do Central Park em uma pista que unia arte, música e performance. Instalação AVAF XI Duas décadas depois, essa mesma energia reaparece em “AVAF XI”, instalação criada originalmente em 2004 para a casa da colecionadora Rosa de la Cruz, em Key Biscayne, e que agora ganha nova vida no Bass Museum, em Miami. “Pra gente foi tipo um dream come true”, conta Sudbrack. “Finalmente esse projeto poderia ser ativado pelo público geral, e não só aquele público das artes plásticas. A gente finalmente poderia abrir esse espaço e promover performances dentro da instalação.” Sob a direção de Silvia Karman Cubiñá, que foi assistente de Rosa na época, o Bass preserva o espírito original da obra, que faz uma celebração da fluidez e da participação. Reinstalada até 2027, AVAF XI convida o público a dançar e festejar a diversidade em tempos de polarização digital. Em Miami, o coletivo também atualiza um aspecto essencial de sua trajetória: a valorização das comunidades marginalizadas e das culturas que inspiraram sua linguagem visual. No centro da mostra está o vídeo “Boot Queen Realness with a Twist in Pastel Colors”, criado antes mesmo do YouTube existir. “Esse vídeo é uma compilação de várias categorias de bailes de vogue”, explica o artista. “Tem clipes, registros de boates dos anos 80, trechos do Soul Train, vídeos de artistas jovens e renomados. A gente montou isso um ano antes do YouTube existir, com aquele espírito da internet do começo dos 2000.” Gesto político de resistência Essas imagens, no entanto, não estão ali apenas pela estética. São também um gesto político de resistência e reconhecimento das comunidades negras, latinas e queer que criaram espaços de liberdade muito antes de serem aceitas nos museus. “A gente acentuou essa característica queer, mas num sentido mais amplo — não só ligado à sexualidade”, diz Sudbrack. “É sobre fluidez, mutação, sobre incluir pessoas e comunidades que normalmente não são reconhecidas dentro de um museu. A gente queria que esse público se visse representado ali.” Sobre a experiência que espera proporcionar ao público, o artista afirma que seu objetivo é relembrar a importância da presença física, algo que as redes sociais, segundo ele, não substituem. “As mídias sociais dão uma sensação de comunidade, mas sem presença real”, diz. “A gente precisa desse encontro, dessa troca de energia. Essa instalação é uma chamada pra que as comunidades participem, se energizem.” Entre o corpo e a cor, entre o digital e o real, Assume Vivid Astro Focus XI transforma o museu em um espaço de energia compartilhada e resistência poética. A instalação fica em exibição no Bass Museum, em Miami, até 2027.
O artista brasileiro Eli Sudbrack constrói há mais de duas décadas uma obra feita de cor, movimento e colaboração. Fundador do coletivo Assume Vivid Astro Focus, ou simplesmente AVAF, ele transforma o museu em um espaço vivo, onde o público é convidado a completar a obra com seu corpo e presença. Luciana Rosa, correspondente da RFI em Nova York Formado em cinema pela PUC-Rio, Sudbrack trocou as câmeras pelas artes visuais após o fim da Embrafilme, nos anos 1990. No fim dessa década, desembarcou em Nova York, em meio à efervescência da cultura digital e ao espírito do it yourself que moldou uma geração de artistas. Foi ali que nasceu o Assume Vivid Astro Focus, um projeto que mistura linguagens e identidades, borrando as fronteiras entre arte, política e performance. “Tudo o que a gente faz é fluido, moldado, mutante”, explica o artista. “Até o nome Assume Vivid Astro Focus muda. A gente brinca com as iniciais, cria novas frases, tipo ‘amoroso, vagabundo, assina fedida', ‘a very anxious feeling'. Cada projeto nasce para um espaço, para um contexto.” Nos anos 2000, o coletivo começou a ganhar visibilidade internacional com exposições em San Francisco e Nova York, além de uma instalação na galeria Deitch Projects, elogiada pelo New York Times. O sucesso levou Sudbrack à Whitney Biennial de 2004, uma das mostras mais prestigiadas do mundo, onde apresentou um projeto público inspirado nos patinadores do Central Parkn em uma pista que unia arte, música e performance. Instalação AVAF XI Duas décadas depois, essa mesma energia reaparece em “AVAF XI”, instalação criada originalmente em 2004 para a casa da colecionadora Rosa de la Cruz, em Key Biscayne, e que agora ganha nova vida no Bass Museum, em Miami. “Pra gente foi tipo um dream come true”, conta Sudbrack. “Finalmente esse projeto poderia ser ativado pelo público geral, e não só aquele público das artes plásticas. A gente finalmente poderia abrir esse espaço e promover performances dentro da instalação.” Sob a direção de Silvia Karman Cubiñá, que foi assistente de Rosa na época, o Bass preserva o espírito original da obra, que faz uma celebração da fluidez e da participação. Reinstalada até 2027, AVAF XI convida o público a dançar e festejar a diversidade em tempos de polarização digital. Em Miami, o coletivo também atualiza um aspecto essencial de sua trajetória: a valorização das comunidades marginalizadas e das culturas que inspiraram sua linguagem visual. No centro da mostra está o vídeo “Boot Queen Realness with a Twist in Pastel Colors”, criado antes mesmo do YouTube existir. “Esse vídeo é uma compilação de várias categorias de bailes de vogue”, explica o artista. “Tem clipes, registros de boates dos anos 80, trechos do Soul Train, vídeos de artistas jovens e estabelecidos. A gente montou isso um ano antes do YouTube existir, com aquele espírito da internet do começo dos 2000.” Gesto político de resistência Essas imagens, no entanto, não estão ali apenas pela estética. São também um gesto político de resistência e reconhecimento das comunidades negras, latinas e queer que criaram espaços de liberdade muito antes de serem aceitas nos museus. “A gente acentuou essa característica queer, mas num sentido mais amplo — não só ligado à sexualidade”, diz Sudbrack. “É sobre fluidez, mutação, sobre incluir pessoas e comunidades que normalmente não são reconhecidas dentro de um museu. A gente queria que esse público se visse representado ali.” Sobre a experiência que espera proporcionar ao público, o artista afirma que seu objetivo é relembrar a importância da presença física, algo que as redes sociais, segundo ele, não substituem. “As mídias sociais dão uma sensação de comunidade, mas sem presença real”, diz. “A gente precisa desse encontro, dessa troca de energia. Essa instalação é uma chamada pra que as comunidades participem, se energizem.” Entre o corpo e a cor, entre o digital e o real, Assume Vivid Astro Focus XI transforma o museu em um espaço de energia compartilhada e resistência poética. A instalação fica em exibição no Bass Museum, em Miami, até 2027.
Dez anos após os atentados terroristas que abalaram a França em 2015, Paris transforma o luto coletivo em memória viva. Duas grandes instituições francesas, o Museu Carnavalet e os Arquivos de Paris, apresentam exposições que reúnem objetos, cartas, desenhos e obras deixados pela população nos locais dos ataque. Os testemunhos, carregados de emoção, formam, ao lado de obras, um retrato poderoso da dor e da solidariedade que traduzem valores republicanos que catalisam a sociedade francesa. As iniciativas se inscrevem em uma longa tradição francesa de valorização da memória coletiva, especialmente em relação a eventos traumáticos da história nacional. A partir dos anos 1990, o país passou a adotar de forma mais sistemática o que ficou conhecido como “dever de memória” — uma noção que ultrapassa o simples registro histórico e se transforma em compromisso cívico com o reconhecimento e a transmissão dos acontecimentos do passado. O conceito foi amplamente difundido por intelectuais como Pierre Nora, autor da obra monumental Les Lieux de Mémoire (Os Lugares da Memória), que propôs a ideia de que certos espaços, objetos e rituais funcionam como âncoras simbólicas da identidade coletiva. Foi também nesse contexto que o então presidente Jacques Chirac, em 1995, tornou-se o primeiro chefe de Estado francês a reconhecer oficialmente a responsabilidade da França na deportação de judeus durante a ocupação nazista. Esse gesto marcou uma virada na política memorial do país, que passou a investir em museus, arquivos e cerimônias públicas como formas de reparação simbólica e de construção de uma memória compartilhada. Desde então, o “dever de memória” tornou-se um princípio estruturante das políticas culturais e educacionais francesas, especialmente diante de tragédias contemporâneas como os atentados terroristas de 2015. Béatrice Herold, diretora dos Arquivos de Paris, lembra que o impulso inicial para a coleta desses testemunhos partiu do sociólogo Jérôme Truc. “Ele escreveu para a prefeita de Paris dizendo que era preciso fazer algo diante desses testemunhos deixados pela população”, conta. A partir daí, o então diretor dos Arquivos, Guillaume Naon, mobilizou equipes para recolher os objetos nos locais dos atentados, em parceria com os agentes da direção de limpeza urbana. “Eles recolhiam os documentos à medida que os meses e as semanas passavam. Ao mesmo tempo, os agentes de limpeza removiam as flores murchas e as velas apagadas e reconstituíam os memoriais para que eles permanecessem o tempo necessário para esse luto coletivo”, explica Herold. Leia tambémFrança dá início às homenagens pelos 10 anos dos atentados terroristas de 13 de novembro em Paris Homenagem espontânea da população A homenagem espontânea da população durou vários meses. A coleta principal ocorreu entre novembro de 2015 e janeiro de 2016, mas uma última campanha foi realizada um ano depois. Ao todo, foram 17 ações de coleta. “Hoje, todos esses objetos estão nos arquivos. Uma parte está nos Arquivos de Paris — tudo o que é testemunho escrito, desenhos, cartas, pequenos bilhetes. E outra parte está no Museu Carnavalet, que se encarregou dos objetos de maior dimensão”, detalha a diretora. Entre os testemunhos escritos, destaca-se a reafirmação do apego a Paris, à França e aos valores da República. “É muito, muito recorrente. A população precisa expressar, em um ato de comunhão social, o apego a esses valores”, observa Herold. Ela também chama atenção para a quantidade de desenhos feitos por crianças, muitos deles produzidos em escolas da França e do exterior. “É impressionante ver que professores em Paris, mas também nos Estados Unidos, na Bélgica ou no mundo, fizeram seus alunos do ensino fundamental trabalharem através do desenho logo depois, para que expressassem algo sobre a liberdade, a liberdade de expressão, a paz”, diz. "Elas trabalharam com seus professores o ano todo para trabalhar a memória dos ataques. Dado que essas crianças têm cerca de 10 a 11 anos, na verdade elas não eram nascidas ou eram bebês na época dos eventos trágicos. Elas convidam a transmitir essa memória dos ataques em relação ao futuro", diz, sobre os desenhos de crianças parisienses. No Museu Carnavalet – História de Paris, a diretora Valérie Guillaume apresenta uma seleção de 60 objetos expostos no percurso permanente da instituição. “Coletamos, graças aos Arquivos de Paris, 192 objetos. Na coleção, também contamos com numerosas fotografias de Laurence G e de Nicolas Argirolo, cerca de 50 ou 60 fotografias”, explica. Ao todo, a coleção relacionada aos atentados de 2015 reúne entre 250 e 270 itens. Entre os objetos mais marcantes estão guitarras, sapatos, livros — como o tratado de Voltaire sobre a tolerância — e, sobretudo, o símbolo da Torre Eiffel estilizada dentro de um círculo, evocando o espírito peace and love dos anos 1960 e 70. “Esse tema é muito recorrente em todos os documentos e nos objetos. Ele foi desenhado e reproduzido por muitas pessoas”, afirma Guillaume. Arte urbana A exposição também inclui obras de artistas urbanos como Marc Aurel, Grim Team e o coletivo C215. Um dos destaques é a instalação de Marc Aurel Vion, erguida na Place de la République logo após os atentados. Trata-se de uma cerca de 12 metros adornada com o lema de Paris, reatualizado por Haussmann no Segundo Império: Fluctuat nec mergitur — “O barco é sacudido pelas ondas, mas não afunda”. “Essa força do evento, que convida a população a se reunir e a defender justamente os valores fundamentais comuns, é expressa aqui através dessas letras, a força dessas letras, colocadas em branco sobre fundo preto”, descreve a diretora. "Há também esse afresco realizado pelo grafiteiro C215 em homenagem a Ahmed Merabé, que foi morto, assassinado, durante os ataques de janeiro de 2015 do Charlie Hebdo, no Boulevard Richard-Lenoir", lembra. "Ahmed Merabé era um policial. Ele foi assassinado no momento do ataque contra o Charlie Hebdo. É uma obra interessante. Reconhecemos a assinatura de C215 em um cubo à direita. A obra representa um retrato sorridente desse policial assassinado, em toda a sua humanidade, com suas cores fortes [azul, branco, vermelho, as cores da bandeira francesa] que estão muito presentes", diz. As duas exposições, abertas ao público até dezembro, não apenas preservam a memória das vítimas, mas também reafirmam o papel da cultura como espaço de resistência e reconstrução coletiva, valores ancorados profundamente na tradição contemporânea francesa.
No quarto episódio da série especial O Tempo Virou — Rumo à COP30, João Paulo Rodrigues, dirigente nacional do MST, fala sobre como a luta pela terra se conecta hoje à justiça climática, à soberania alimentar e à transição ecológica. Ele reflete sobre o novo momento do movimento, que se afirma como uma força produtiva e inovadora no campo brasileiro. Uma conversa sobre reforma agrária, tecnologia social e o papel das comunidades rurais na construção de um futuro verdadeiramente agroecológico.
O Visões Populares de hoje debate a Cúpula dos Povos, evento organizado simultâneamente à COP 30 por mais de 700 entidades da sociedade civil de todo o planeta. A cúpula deve denunciar falhas no combate à crise climática e apresentar reivindicações populares.Nossa entrevistada é Layza Queiroz Santos, advogada popular e coordenadora do Coletivo Margarida Alves (CMA), entidade que participa da cúpula e surgiu para prestar assessoria a diversos grupos sociais que resistem diante de processos violentos de exclusão. “O Brasil ocupa o ranking dos países mais violentos para defensores ambientais há muito tempo. Quem são essas pessoas? O que elas significam? Quem está morrendo assassinado ou sendo ameaçado? Quem está sendo expulso dos seus territórios ou despejado? Temos que pensar que, para além de não estarmos preservando esses territórios, a gente está matando e expulsando as pessoas que o fazem de seus lugares", questiona Santos.
Brasil avalia adotar tarifa zero no transporte coletivo para 2026.
Primeiro grupo de produtoras do Norte de Minas que fortalece a sucessão familiar e o protagonismo feminino no agronegócio.
Edmundo é empresário e administrador com mais de 40 anos de experiência no setor de transporte público coletivo. CEO do Grupo HP que reúne empresas como a HP Transportes e a Urbi Mobilidade, operadoras dos sistemas de transporte da Grande Goiânia e do Distrito Federal , ele também preside o Conselho Diretor da NTU, liderando a agenda nacional do transporte coletivo brasileiro. Atuou de forma decisiva na modernização da mobilidade urbana em Goiânia, sendo fundador do SET e do RedeMob Consórcio.Apoie o Caos Planejado.Confira os links do episódio no site.Episódio produzido com o apoio do Grupo OSPA e Apparecido e Carvalho Pinto Advogados
Cobertura do Fala Carlão para o Canal do Boi, direto da Fazenda DINA (Dinamarca Industrial Agrícola), em Mossoró/RN.Nesta segunda parte da visita, o destaque vai para quem faz o dia a dia da produção de melancias acontecer com dedicação e capricho. Ajax Dantas Góis Filho apresentou a equipe que movimenta o coração da fazenda, mostrando o orgulho de ter profissionais que crescem junto com o negócio.Rai Oliveira, operador de máquina, e Francisco Costa, embalador, representam o espírito da DINA: trabalho em equipe, comprometimento e paixão pelo campo. Um retrato de quem coloca a mão na terra e faz o agro brasileiro prosperar.
Em um mundo cercado por muralhas, medo e propaganda, até onde a luta pela liberdade deixa de ser resistência e passa a justificar o genocídio?
OLAVO DE CARVALHO sobre o IMBECIL COLETIVO NOS FORMADORES DE OPINIÃO
A cozinha pode ser também um espaço de luta, e tornar-se protagonista da cultura e da saúde nos territórios. No segundo episódio da temporada “Cozinhas", dialogamos sobre a cultura alimentar quilombola com dona Laura Braga, do quilombo da Fazenda, em Ubatuba-SP. Dona Laura é uma matriarca que há anos defende a demarcação de terra de sua comunidade. Mas mesmo ainda sem essa conquista, vai adquirindo vitórias dentro e fora da cozinha. Foi premiada pelo prato que criou a partir da Juçara, um palmito que vem sendo disputado pela indústria da alimentação, mas que ela defende como alimento tradicional da soberania econômica das comunidades. Em 2023, o quilombo da Fazenda conquistou o TAUS - Termo de Autorização e de Uso Sustentável Coletivo. Um instrumento de reconhecimento territorial de povos e comunidades tradicionais que vivem e cuidam de áreas da União brasileira. O documento é importante para garantir maior segurança de posse enquanto não vem a demarcação.É justamente pelo caminho da Cozinha quilombola que Laura Braga encontra estratégias de defesa de sua comunidade. Ela incluiu a alimentação tradicional nos roteiros de Turismo de Base Comunitária a partir do projeto Cozinha das Tradições, uma forma das pessoas que não são de lá poderem conhecer a história por quem a vive. Já pega o fone e vem escutar nossa cirandeira da vez. Produção e roteiro: Raquel BasterApresentação: Joana Suarez e Raquel BasterApoio reportagem: Alessandra BragaEdição de som: Iago Vernek Divulgação: Ana PecisApoio: Fundo Coletivo do IntervozesLinks úteis:https://www.quilombodafazenda.com/https://www.youtube.com/watch?v=ytxRJytXg6sA resistência do Quilombo da Fazendahttps://revista.an.gov.br/index.php/revistaacervo/article/view/2493/2376https://mapadeconflitos.ensp.fiocruz.br/conflito/sp-quilombo-da-fazenda-aguarda-ha-quase-dez-anos-titulacao-de-seu-territorio-tradicional/#:~:text=Segundo%20estimativas%2C%20a%20comunidade%20Quilombo,terras%2C%20e%20na%20pesca%20artesanal.https://www.redenhandereko.org/roteiro-quilombo-da-fazenda
Mais do que um meio de locomoção, o transporte coletivo é um espaço de convívio diário para milhares de capixabas que utilizam as diversas linhas intermunicipais da Grande Vitória. Para garantir um local de respeito a todos os passageiros e motoristas, a Companhia Estadual de Transportes Coletivos de Passageiros (Ceturb-ES) lançou uma nova fase da campanha “Seja Educado. Muito Obrigado.”. Com o objetivo de fomentar empatia, solidariedade e inclusão, as ações visam mostrar como ações simples, como gentileza ou reconhecimento, fazem diferença para que todos se sintam seguros e valorizados. Em entrevista à CBN Vitória, o diretor-presidente da CETURB, Marcelo Campos Antunes, reflete sobre quais são os maiores desafios para mudar comportamentos coletivos no espaço do transporte público. Ouça a conversa completa!
No novo episódio do Universo Generalista, Caio Huck Spirandelli recebe o divulgador científico Celso J. Jornão, criador da página Evolução em Cultura, para uma conversa sobre a relação entre evolução biológica, evolução cultural e o conceito de cérebro coletivo.Da autodomesticação humana às diferenças de desenvolvimento entre sociedades, exploramos como a cultura molda não apenas o comportamento, mas também a biologia da nossa espécie. Discutimos o mito do gênio heróico, mostrando que as grandes inovações raramente surgem de indivíduos isolados, mas sim de redes sociais amplas, onde o conhecimento se acumula e se transmite ao longo das gerações.Falamos sobre o papel da geografia na expansão cultural, o impacto da educação e da nutrição no aumento da inteligência coletiva e os exemplos históricos que explicam por que países como Coreia do Sul e Japão se tornaram centros de inovação tecnológica, enquanto outros permaneceram estagnados.A conversa também mergulha em temas contemporâneos: o “roubo de cérebros” pelos Estados Unidos, a ascensão da China como potência científica e os riscos da inteligência artificial para a criatividade e para o aprendizado humano.Celso destaca como a inteligência deve ser entendida como um fenômeno emergente do coletivo, e não como atributo de indivíduos isolados — uma mudança de perspectiva que ajuda a compreender tanto a história da humanidade quanto os desafios do futuro.Links mencionados:Instagram - Evolução e CulturaPodcast - Evolução e Cultura*** APOIE O CANAL ***Apoio mensal:https://apoia.se/podcastuniversogeneralistaPIX: universogeneralista@gmail.com
Neurociências por Adriano Freitas (Podcast do Sustenta-Vida UFF)
O ser humano é em essência um ser social. Saiba mais com Adriano Freitas em mais um episódio do Podcast sobre Neurociências produzido em parceria com a Universidade Federal Fluminense.
Nada melhor que encerrar a temporada com título mundial, ainda mais de Surfistas (com S maiúsculo mesmo), como Yago Dora e Molly Picklum!!!Nesse episódio, vamos falar de tudo que rolou nessa disputa, e analisar o impacto no mundo do Surf, na WSL e também das expectativas para 2026 e para o futuro do esporte!!!Aproveitando, fica o agradecimento para todos que nos seguem nas redes (passamos de 1k, depois de 05 anos, ISSA!!!), e o convite a quem não segue, para se juntar a nós nessa jornada de compartilhamento do mais puro Amor ao Surf!! E sigam também a Onironautas, onde além de me expressar através dos desenhos e peças de roupa, como bonés e camisetas, o propósito é de expandir o Coletivo de Sonhadores!!! Vem coisa boa por aí e você já é parte!!!!Então, se não segue, vai lá:https://www.instagram.com/vamosfalardesurf/https://www.instagram.com/onironautas.oficial/Aloha!!!!!!!
Espíritas! Quantos somos? Quem somos? O que fazemos? Quem somos nós e quem são os "outros"?Não! Não é nenhuma edição do "Globo Repórter", mas, sim, mais uma dos "Embalos de Sábado à Noite" do ECK! Quando Agostinho disserta, em "O livro dos Espíritos", sobre o autoconhecimento, o "recado" era dado para os humanos (Espíritos encarnados), enquanto seres individualizados, num processo de delimitação justamente do "quem se é" e do "que se faz (ou não se faz)". Mas a expressão agostiniana também pode ser interpretada coletivamente e, neste cenário, importa que tenhamos informações e juízo adequado sobre instituições, grupos e o meio espírita em geral.Causou muita algaravia e perplexidade a recente divulgação dos dados censitários brasileiros (Censo Demográfico de 2022) e a míngua do quantitativo de espíritas. Ao contrário da pesquisa precedente, que tinha apontado para uma expansão (pequena, por sinal) do número dos autodeclarados espíritas, os índices recrudesceram, levando a um amplificado desânimo - e, também, em muitos casos, na tentativa de desqualificação dos métodos da pesquisa governamental, oficial e única para os parâmetros em cotejo, em cada uma das vezes em que o levantamento é realizado.O fato é o que o tema do levantamento populacional e sua correlação com o Espiritismo provocou - e continua provocando - acalorados debates. Razão pela qual, o ECK, dentro da premissa do Coletivo "Espiritismo COM Kardec", de abordar temáticas atuais com crítica e bom senso, permitindo ao participante e videoexpectador que forme suas próprias convicções, na dialógica e na dialética presente em nossa programação de lives, aborde, agora a temática "O Censo 2022 e os espíritas".Neste sábado, 23 de agosto, às 18h30, estaremos recebendo o doutor em Ciências da Comunicação, João Damásio (MG), que se debruçou cientificamente sobre o fenômeno da diminuição do número de adeptos declarados do Espiritismo, que está contemplado no levantamento do Censo, tendo como debatedor o pesquisador, articulista e dirigente espírita, Marco Milani (SP), doutor em Controladoria. Na mediação, como de costume, Marcelo Henrique (SC), doutorando em Administração (UFSC).Trata-se de mais uma marcante oportunidade para um debate plural, permitindo a aproximação da(s) Ciência(s) com o conhecimento filosófico-científico espírita e a práxis que os espíritas - dentro e fora das instituições - realizam. E, com certeza, ficará ainda mais enriquecido com a SUA participação em questionamentos e comentários, incluídos, na medida do possível, nos debates ao vivo.
CRÔNICA PALAVRA DE HONRA COM J TANNUS DE JULHO DE 2025 CASO ROBINHO E A DIMINUIÇÃO DA PENA - VEICULADO PELA JOVEM PAN NEWS CAMPINAS
O Rádio Cidadania recebe Pedro Martins, produtor cultural e um dos coordenadores do Coletivo Alvorada. Ele fala sobre a criação do coletivo em 2016, no contexto do impeachment da presidente Dilma Rousseff, e sua atuação em defesa da democracia, dos direitos humanos, da cultura e do meio ambiente.Pedro detalha a campanha pela justiça tributária, que levou recentemente ações ao Rio de Janeiro, como o avião com faixa nas praias, os bandeirões na Rocinha e no Vidigal e os Jogos da Soberania. Relembra intervenções que ganharam repercussão nacional e internacional e comenta a parceria com a UFMG para formação de lideranças e de audiovisual nas periferias.
O cineclubismo é uma atividade que une as pessoas e muda perspectivas através do cinema. Com sessões gratuitas e abertas ao público, o curso de Cinema da Universidade Federal de Santa Catarina promove essa atividade há décadas. No programa “Cinema Coletivo: cineclubes da UFSC”, os três cineclubes organizados por estudantes do curso em 2025 são apresentados: Cineclube Rogério Sganzerla, Groovy e Punctum!. Além de traçar a história da atividade dentro do curso, também mostra a importância social da atividade como uma forma de resistência e democratização do acesso à arte. Essa reportagem foi produzida para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da UFSC, no semestre 2025.1. Roteiro, locução e edição por Julia Wust. Locutora convidada para radioteatro, Letícia Laura. Locução da vinheta por Ibrahim Khan. Coordenação técnica por Roque Bezerra e Peter Lobo. Monitoria de Danielly Alves. Orientação da professora Valci Zuculoto.
No 'TV Elas Por Elas Formação' desta sexta-feira (04/07) acompanhe a apresentação da aula: "Mulheres negras e a Construção de um Projeto Político Coletivo", com Rhayanne Almeida - Presidente do Conselho de Igualdade Racial da Cidade do Paulista.
Roberta Martinelli conversa com Roberto Barreto sobre música, criação do BaianaSystem e trajetória.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O governo federal tem dado prioridade na maior eficiência energética, além da redução de emissões de gases poluentes e a melhoria da qualidade dos serviços de transporte. Desde 2023, os recursos foram destinados à aquisição de 8 mil ônibus novos em 152 cidades, de 23 estadosSonora:
O programa Meio-Dia em Brasília desta terça-feira, 10, fala sobre a continuidade dos depoimentos no Supremo Tribunal Federal (STF) dentro da ação penal que apura a tentativa de golpe de Estado no país.Foram ouvidos o almirante Almir Garnier, o ex-ministro Anderson Torres e o general Augusto Heleno, ex-GSI. Além disso, o programa também aborda a crise do aumento do IOF e fala sobre as novas peripécias de Greta Thunberg.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
ORXA - COLETIVO VEGA - A ESPERA ACABOU
Baseado no conto Pai contra Mãe a peça aborda questionamentos importantes do maior escritor negro brasileiro em debate com problemas contemporâneos
Neste episódio, abordamos como o empreendedorismo impacta na vida coletiva e na possibilidade de geração de renda e desenvolvimento econômico nas comunidades remanescentes de quilombo do país.
Luciano Zucco (PL-RS) anunciou na quarta-feira, 2, que vai entrar pedir ao Supremo Tribunal Federal a concessão de recolhimento domiciliar para presos do 8 de janeiro.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Chegou o plano para quem é Antagonista de carteirinha. 2 anos de assinatura do combo O Antagonista e Crusoé com um super desconto de 30% adicional* utilizando o voucher 10A-PROMO30. Use o cupom 10A-PROMO30 e assine agora: meio-dia ( https://bit.ly/promo-2anos-papo) (*) desconto de 30% aplicado sobre os valores promocionais vigentes do Combo anual. Promoções não cumulativas com outras campanhas vigentes. Promoção limitada às primeiras 500 assinaturas.
Grupo, que conta com o apoio do Imaflora, é diverso e compartilha conhecimentos para o crescimento em conjunto
O podcast PodTremer desta quinta-feira, 09 de janeiro, recebe Gabriel Sales, coordenador da Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, filiado ao Partido dos Trabalhadores, militante do Movimento Kizomba e do Coletivo de Juventude Negra- Enegrecer e consultor de advocacy do Instituto de Referência Negra Peregum. Ele vai falar sobre diversidade religiosa e combate à intolerância.
Série Decantando o samba de BH - Temporada 02 Episódio: Vera Costa e Gervázio Horta - Adeus Lagoinha Produção: Guto Borges e Bruno Viveiros Apresentação: Eliete Ná Trabalhos técnicos: Cláudio Zazá. Esse episódio é resultado da parceria entre a Rádio UFMG Educativa 104,5 FM; Projeto República: núcleo de pesquisa, documentação e memória/UFMG e Coletivo de Sambistas Mestre Conga realizada com recursos da Emenda Parlamentar nº 14110019.
Série Decantando o samba de BH - Temporada 02 Episódio: Sérginho Beagá - Mercado Central Produção: Guto Borges e Bruno Viveiros Apresentação: Eliete Ná Trabalhos técnicos: Cláudio Zazá. Esse episódio é resultado da parceria entre a Rádio UFMG Educativa 104,5 FM; Projeto República: núcleo de pesquisa, documentação e memória/UFMG e Coletivo de Sambistas Mestre Conga realizada com recursos da Emenda Parlamentar nº 14110019.
Série Decantando o samba de BH - Temporada 02 Episódio: Clara Nunes - Vida cruel Produção: Guto Borges e Bruno Viveiros Apresentação: Eliete Ná Trabalhos técnicos: Cláudio Zazá Esse episódio é resultado da parceria entre a Rádio UFMG Educativa 104,5 FM; Projeto República: núcleo de pesquisa, documentação e memória/UFMG e Coletivo de Sambistas Mestre Conga realizada com recursos da Emenda Parlamentar nº 14110019.
Série Decantando o samba de BH - Temporada 02 Episódio: Ronaldo Coisa Nossa - B. Q. (Favela) Produção: Guto Borges e Bruno Viveiros Apresentação: Eliete Ná Trabalhos técnicos: Cláudio Zazá Esse episódio é resultado da parceria entre a Rádio UFMG Educativa 104,5 FM; Projeto República: núcleo de pesquisa, documentação e memória/UFMG e Coletivo de Sambistas Mestre Conga realizada com recursos da Emenda Parlamentar nº 14110019.
Série Especial Decantando o Samba de BH - Temporada 02 Episódio: Lúcia Santos - Eu fiz um samba assim Produção: Guto Borges e Bruno Viveiros Apresentação: Eliete Ná Trabalhos técnicos: Cláudio Zazá Esse episódio é resultado da parceria entre a Rádio UFMG Educativa 104,5 FM; Projeto República: núcleo de pesquisa, documentação e memória/UFMG e Coletivo de Sambistas Mestre Conga realizada com recursos da Emenda Parlamentar nº 14110019.
Série Cartografias do Samba - Temporada 01 Episódio: Região Centro-sul Coordenação: Graziela Mello Viana (Coordenadora do Grupo de Pesquisa Escutas). Captação de som: Álic de Sousa Andrada, Christian Oliveira, Igor Barbosa Cardoso. Produção: Alice Gomes Carvalho, Amanda Camargos Porto Souza Costa Ana Isabella Santos, Analuz de Pinho Martins, Bernardo Henrique Rezende Luiz, Davi Galo, Davi Perin, Davi Robert, Eduardo Botelho de Lima, Emanuel Altair Cortez,Ester Cristina Tadim e Silva, Flor Mesquita Sette Câmara, Gustavo Henrique, Henrique Martins, Julia Torres, Kaio de Sousa, Kiara Costa, Laura Takagi, Lenner Silva Cirio Luzia, Luiza Mendes, Marcelo Ferreira, Maria Eduarda Gonçalves, Maria Polito Antoniol, Mariane Baia Castro, Math Moreira, Matheus Lemes, Mikael Nunes, Nilza João Figo, Pedro Falco Romero, Pedro Henrique Costa Naves, Sophia Silvério Gonçalves, Vitória Amaral Prado Oliveira de Castro, Vyctória Rita Alves Nascimento, Yasmin Faccio. Esse episódio é resultado da parceria entre o Projeto Escutas/UFMG, Projeto República/UFMG, Fundação Municipal de Cultura/PBH e Coletivo de Sambistas Mestre Conga realizada com recursos da emenda parlamentar municipal nº 399.
Série Cartografias do Samba - Temporada 01 Episódio: Zona Leste Coordenação: Graziela Mello Viana, (Coordenadora do Grupo de Pesquisa Escutas). Captação de som: Álic de Sousa Andrada, Christian Oliveira, Igor Barbosa Cardoso. Produção: Alice Gomes Carvalho, Amanda Camargos Porto Souza Costa Ana Isabella Santos, Analuz de Pinho Martins, Bernardo Henrique Rezende Luiz, Davi Galo, Davi Perin, Davi Robert, Eduardo Botelho de Lima, Emanuel Altair Cortez,Ester Cristina Tadim e Silva, Flor Mesquita Sette Câmara, Gustavo Henrique, Henrique Martins, Julia Torres, Kaio de Sousa, Kiara Costa, Laura Takagi, Lenner Silva Cirio Luzia, Luiza Mendes, Marcelo Ferreira, Maria Eduarda Gonçalves, Maria Polito Antoniol, Mariane Baia Castro, Math Moreira, Matheus Lemes, Mikael Nunes, Nilza João Figo, Pedro Falco Romero, Pedro Henrique Costa Naves, Sophia Silvério Gonçalves, Vitória Amaral Prado Oliveira de Castro, Vyctória Rita Alves Nascimento, Yasmin Faccio. Esse episódio é resultado da parceria entre o Projeto Escutas/UFMG, Projeto República/UFMG, Fundação Municipal de Cultura/PBH e Coletivo de Sambistas Mestre Conga realizada com recursos da emenda parlamentar municipal nº 399.
Série Cartografias do Samba - Temporada 01 Episódio: Lagoinha e Pedreira Prado Lopes Coordenação: Graziela Mello Viana, (Coordenadora do Grupo de Pesquisa Escutas). Captação de som: Álic de Sousa Andrada, Christian Oliveira, Igor Barbosa Cardoso. Produção: Alice Gomes Carvalho, Amanda Camargos Porto Souza Costa Ana Isabella Santos, Analuz de Pinho Martins, Bernardo Henrique Rezende Luiz, Davi Galo, Davi Perin, Davi Robert, Eduardo Botelho de Lima, Emanuel Altair Cortez,Ester Cristina Tadim e Silva, Flor Mesquita Sette Câmara, Gustavo Henrique, Henrique Martins, Julia Torres, Kaio de Sousa, Kiara Costa, Laura Takagi, Lenner Silva Cirio Luzia, Luiza Mendes, Marcelo Ferreira, Maria Eduarda Gonçalves, Maria Polito Antoniol, Mariane Baia Castro, Math Moreira, Matheus Lemes, Mikael Nunes, Nilza João Figo, Pedro Falco Romero, Pedro Henrique Costa Naves, Sophia Silvério Gonçalves, Vitória Amaral Prado Oliveira de Castro, Vyctória Rita Alves Nascimento, Yasmin Faccio. Esse episódio é resultado da parceria entre o Projeto Escutas/UFMG, Projeto República/UFMG, Fundação Municipal de Cultura/PBH e Coletivo de Sambistas Mestre Conga realizada com recursos da emenda parlamentar municipal nº 399.
Série Decantando o Samba de BH – Temporada 01 Episódio: Bira Favela - Vida de Pobre Produção: Guto Borges e Bruno Viveiros Apresentação: Eliete Ná Trabalhos técnicos: Cláudio Zazá Esse episódio é resultado da parceria entre a Rádio UFMG Educativa 104,5 FM; Projeto República: núcleo de pesquisa, documentação e memória/UFMG, Fundação Municipal de Cultura/PBH e Coletivo de Sambistas Mestre Conga realizada com recursos da Emenda Parlamentar nº 399.
Data marcada em 15 de outubro destaca contribuição do grupo na produção de alimentos, proteção da biodiversidade e adaptação climática; ONU ressalta papel das mulheres indígenas e seus conhecimentos ancestrais; agricultoras enfrentam desafios de acesso a recursos e serviços e maiores perdas com crise climática.
Lucas Maciel, também conhecido como Lucas Selfie, é apresentador, humorista e influenciador digital. Ex-participante da Fazenda e um dos meus amigos mais criativos. Seja um apoiador: apoia.se/esquizofrenoias
Uma conversa com músicos do Coletivo Candiero sobre música, vida de artista e vocação.