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As ações integram a estratégia do Governo de São Paulo de enfrentamento permanente à violência contra a mulher, unindo ações repressivas, prevenção e políticas públicas de proteção. O objetivo é ampliar a segurança das mulheres, interromper ciclos de violência e assegurar o cumprimento rigoroso das decisões judiciais.
Bom dia 247_ adeus 2025_ um ano de grandes conquistas do governo Lula _31_12_25_ by TV 247
A situação arrasta-se há vários meses e agravou-se no período de Natal e Ano Novo. O governo anunciou, entretanto, a suspensão do novo sistema europeu de controle de fronteiras e mandou chamar, com carácter imediato, os militares da GNR. A ASPP acusa o toque, mas garante que não tem nenhuma responsabilidade pelos tempos de espera verificados. Para olhar para este problema que afecta a imagem do país, a vida de quem nos procura e as finanças das companhias de aviação, conversamos neste episódio com Paulo Geisler, presidente da RENA - Associação das Companhias Aéreas em Portugal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
António Rodrigues (PSD) admite que Governo deve mais explicações. Rui Cardoso (CH) critica falta de preparação do Governo e Luís Testa (PS) fala em incompetência do Executivo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece.
Nos boletins de voto das eleições presidenciais vão estar três nomes que foram excluídos pelo Tribunal Constitucional. A Comissão Nacional de Eleições diz que já não é possível alterar os boletins e qualquer voto nestes candidatos será considerado nulo. Pedro Gomes Sanches considera “inacreditável” estarmos numa situação destas, mas mais um ato eleitoral seria “particularmente indesejado”, Daniel Oliveira questiona-se “como vão cumprir os prazos” numa possível segunda volta. O Antes Pelo Contrário em podcast foi emitido na SIC Notícias a 30 de dezembro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Paulo Santos, Presidente Associação Sindical de Profissionais da Polícia, acusa o Governo de propor "uma mentira". Denuncia que não há elementos da GNR disponíveis para assegurar este reforço. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Da recompensa dobrada ao 1º ataque: entenda a escalada de tensões entre EUA e Venezuela nos últimos meses. Temporais ganham força em boa parte do país nesta terça; temperaturas seguem altas no Sudeste e no Centro-Oeste. Caso Master: PF toma depoimentos de Vorcaro e diretor do BC nesta terça, e pode decidir por acareação. Barraca onde casal de turistas foi espancado em Porto de Galinhas é interditada por uma semana. Governo divulga calendário de feriados e pontos facultativos em 2026; veja datas.
"La democrazia è la patetica fiducia nella possibilità che la saggezza collettiva possa venir fuori dall'ignoranza individuale". Questa frase di Henry Louis Mencken racchiude il nocciolo della questione. E' possibile trovare delle regole per le scelte collettive che siano meno rozze del suffragio universale? Ne parliamo con Roberto Festa in una puntata che affronta un aspetto cruciale delle decisioni collettive.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/inglorious-globastards-podcast--4600745/support.
Coletiva: Operação integrada contra agressores de mulheres - 30.12.2025 by Governo do Estado de São Paulo
Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O Papo Antagonista desta segunda-feira, 29, exibe o episódio número 500 do Narrativas, sobre brigas para defender políticos. Além disso, o programa exibe outro episódio do Narrativas, esse a respeito cargo que Guilherme Boulos ganhou no governo Lula. Ele tomou posse como ministro da Secretaria-Geral da Presidência em 29 de outubro.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Debate da Super Manhã: No penúltimo ano do mandato à frente do Governo de Pernambuco, a governadora Raquel Lyra acelera as entregas, lança um olhar para as realizações e projeta o futuro. No Debate desta segunda-feira (29), a comunicadora Natalia Ribeiro fala com os nossos convidados sobre o balanço do Governo de Pernambuco em 2025. Participam a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, o jornalista, apresentador do programa Passando a Limpo e titular da coluna Cena Política do Jornal do Commercio, Igor Maciel, e o jornalista e titular da coluna JC Negócios do Jornal do Commercio, Fernando Castilho.
Ciro Gomes (PSDB) confirmou que disputará o Governo do Ceará nas eleições de 2026; homem morre após ser atingido por árvore no interior do Ceará; veículo adulterado apreendido em Poranga.
O ano de 2025 ficou marcado por um agravamento das tensões globais e por tentativas ainda inconclusivas de estabilização da ordem internacional. Neste balanço internacional, ouvimos o especialista em política internacional, Germano Almeida, para analisar os principais acontecimentos que moldaram a agenda mundial. As guerras na Ucrânia e em Gaza continuaram a dominar o debate internacional, acompanhadas por acusações de genocídio contra dirigentes israelitas e de crimes contra a humanidade imputados ao Hamas. Um ano atravessado por sucessivas tentativas de cessar-fogo que expuseram as fragilidades da arquitectura de segurança europeia e a dificuldade da comunidade internacional em impor soluções duradouras. 2025 ficou também assinalado pela eleição de um novo Papa. Leão XIV, o primeiro pontífice norte-americano, tem sido descrito pela imprensa como uma figura discreta, mas com sinais de continuidade em relação a temas centrais do pontificado anterior. No plano geopolítico, a escalada de tensão no Indo-Pacífico - envolvendo a China, Taiwan e o Japão - reforçou os receios de um alargamento dos focos de instabilidade global. A cimeira do clima no Brasil voltou a colocar no centro do debate a urgência da resposta às alterações climáticas, num contexto internacional cada vez mais polarizado. O ano começou ainda com o regresso de Donald Trump à Casa Branca. Uma presidência descrita como mais organizada e simultaneamente mais disruptiva, marcada por uma postura de crescente hostilidade em relação à Europa e por uma redefinição das alianças tradicionais dos Estados Unidos. O ano de 2025 fica marcado pelo regresso de Donald Trump à Casa Branca. Que impacto teve a reeleição de Trump nos Estados Unidos e no resto do mundo? Um impacto enorme, ainda maior do que se imaginava, tendo em conta o que representa o Presidente dos Estados Unidos. Os Estados Unidos continuam a contar muito, talvez menos do que nos últimos anos, mas passaram a contar de outra maneira. Ou seja, esta segunda presidência de Trump é diferente da primeira. Tem alguns traços idênticos aos do seu estilo pessoal, mas distingue-se da anterior porque chega com uma agenda mais organizada e mais disruptiva. Donald Trump surgiu com ideias de interferir na soberania do Canadá e do México, através de tarifas que pareciam enormes, mas que depois afinal já não eram -e que, mais tarde, voltaram a sê-lo. Tudo isto transformou-se numa negociação permanente entre o caótico e o imprevisível, com impacto na tentativa de alterar a economia mundial e o papel dos Estados Unidos nessa economia. E, sobretudo, pelo que Trump foi demonstrando em termos de hostilidade em relação à Europa, de uma relativa e perigosa proximidade com a Rússia, e de oposição ao actual quadro internacional baseado numa ordem assente em regras e no multilateralismo. Fica a expectativa de que as grandes potências passem a resolver os assuntos com base em interesses de negócio, e não na segurança e na estabilidade internacionais. Quais é que são as consequências desta política para a economia e também no plano diplomático? São gigantescas, porque o quadro, embora em crise, da sociedade internacional que conhecemos nas últimas décadas mudou completamente. Era baseado no poder norte-americano, que, embora com muitos defeitos, dava garantias relativamente a alguns valores: a relação transatlântica, a estabilidade multilateral, a importância da NATO e da União Europeia. Tudo isto está em causa, porque Trump encara como negativo o poder dessas instituições. E depois porque, internamente, também ataca os direitos humanos de cidadãos americanos, com uma governação errática e absolutamente incompetente. O primeiro ano de Trump tem péssimos resultados do ponto de vista dos seus objectivos: prometeu baixar a inflacção e a inflacção está a aumentar; tem um nível de aprovação muito baixo, mesmo dentro daquilo que eram os seus apoios há um ano. Portanto, está a ser uma presidência caótica. A primeira também o foi, mas com a diferença de ter um foco e um interesse na agenda internacional que não correspondia ao habitual posicionamento americano. E quando uma ordem perde o seu principal pilar e ainda não tem uma alternativa consolidada, entra-se numa era e num período de um certo caos. É o momento em que estamos. Nesta agenda internacional, têm sido apresentados vários planos para tentar solucionar os conflitos no mundo. Em 2025, a população da Faixa de Gaza viveu, até ao cessar-fogo em vigor no enclave desde Outubro, um cenário de fome extrema, com as autoridades israelitas a serem acusadas de genocídio e o Hamas de crimes contra a humanidade. Perante este contexto, a solução de dois Estados ainda é possível? No papel, sim. Mas quando um dos lados - o lado israelita - tem um Governo que diz que isso não vai acontecer, essa solução torna-se muito difícil. E quando o outro lado tem como objectivo principal apagar do mapa o outro, como é o caso do Hamas em relação a Israel, também se torna difícil. O Hamas aceitou aparentemente um acordo por estar numa posição de grande fragilidade. Mas a verdade é que o próprio acordo para Gaza parou momentaneamente a guerra, mas de forma muito frágil, com ataques constantes, longe de uma verdadeira paz ou de um verdadeiro cessar-fogo. Há também um outro ponto que contribui para um momento de grande instabilidade naquela região. O impasse nas negociações na guerra na Ucrânia e os desentendimentos entre os Estados Unidos e a Europa na concepção de um plano de paz marcaram 2025. Que opções restam à Ucrânia? A Ucrânia está numa situação absolutamente dramática, porque aquilo que ajudou a aguentar quatro anos de invasão russa está a ser posto em causa. Os Estados Unidos são o principal financiador e contribuinte da NATO, que foi fundamental para a resistência ucraniana. E os Estados Unidos passaram de principal aliado a uma das ameaças à Ucrânia, porque, no plano negocial, quem manda na política americana escolheu um lado: a Rússia. Donald Trump diz que quer a paz, mas quer uma paz a qualquer custo, que até agora beneficiaria quase exclusivamente a Rússia. À Ucrânia resta continuar a resistir, passando a depender apenas da ajuda europeia e canadiana, sem a ajuda americana, que é fundamental. Oficialmente mantém-se alguma ajuda, mas de forma muito "interesseira", vendendo armas em vez de as fornecer. Resta saber até quando os Estados Unidos manterão a partilha de inteligência, que é crucial. A Ucrânia vai ter de resistir. Com a Europa poderá conseguir, mas isso custa dinheiro e tempo. Não sei se a Europa terá capacidade suficiente no momento actual, sendo obrigada a tomar decisões difíceis mais rapidamente do que imaginava. Isso gera outra consequência da posição americana: sectores europeus que ideologicamente concordam com Washington e outros que ainda não perceberam totalmente a dimensão do problema. Este conflito às portas da Europa levou o velho continente a apostar no sector da defesa. As ameaças da Rússia colocam em risco a paz europeia? A situação é diferente. A Europa não está a sofrer uma guerra como a Ucrânia, com ataques diários às cidades, mas está a sofrer um outro tipo de ameaça que não enfrentava nas últimas décadas: uma ameaça híbrida. Está a passa por situações como as que referiu e poderá evoluir para outros patamares de agressão. Se não conseguir travar a Rússia, a Europa passa a enfrentar um desafio e uma ameaça inédita. Terá de mostrar força e dissuasão suficiente para travar Moscovo, e terá de o fazer sem os Estados Unidos, pelo menos enquanto esta administração durar. São dois elementos novos para a Europa. Mas a liderança europeia será capaz de responder a esse desafio? Está a fazê-lo mais rapidamente do que muitos imaginam. O cliché de que a Europa não fez nada é falso. A Europa foi o principal pilar de reacção à agressão russa, embora não estivesse preparada, porque durante décadas viveu sob o guarda-chuva americano, que acabou. Estamos numa fase de transição. Há líderes europeus a fazer o possível, mas é preciso muito mais. Como somos democracias, não sabemos quem continuará no poder: quem sucede a Emmanuel Macron, quanto tempo terão os actuais líderes para modernizar as Forças Armadas. É uma fase de grande indefinição e risco. A Rússia é o principal inimigo da Europa? Vladimir Putin é a principal ameaça. Há um inimigo declarado e isso ainda nos causa perplexidade. Basta ler a estratégia de segurança americana: quem manda em Washington não gosta da Europa e quer destruir o projecto europeu. Não é uma guerra directa, mas é uma guerra ideológica. A Rússia é um potencial inimigo, embora, no papel, a Europa tenha muito mais força. Mas força que não é accionada é apenas potencial. A Rússia é um agressor com capacidade real e comprovada. Quais são os principais riscos da escalada de tensão entre China, Taiwan e Japão? Creio que os Estados Unidos continuarão a apoiar Taiwan e o Japão, mas com reacções mais imprevisíveis. A China vai explorar isso, e já o está a fazer. A Primeira-Ministra japonesa pode mudar a política do país? Já o está a fazer. [Sanae Takaichi] percebeu que a China é uma ameaça real e que a aproximação a Donald Trump não trouxe garantias suficientes. O Japão está a tirar conclusões sobre aquilo que os Estados Unidos podem não fazer. Uma das consequências poderá ser a militarização, até a nuclearização, do Japão. O ano de 2025 ficou marcado pela eleição do Papa Leão XIV. Que balanço faz dos primeiros meses do sumo pontífice? É difícil igualar o carisma do Papa Francisco, mas, de forma discreta, Leão XIV tem mostrado continuidade em vários temas. A viagem à Turquia e ao Líbano concretizou desejos antigos de Francisco. Na questão da Ucrânia, parece-me mais claro na definição das responsabilidades e do que é preciso fazer para travar a Rússia. Tenho, para já, muito boas impressões, sobretudo quanto ao papel do Vaticano como mediador discreto. A COP 30 terminou com um acordo modesto. O mundo continua a ignorar as alterações climáticas? Não é o mundo, são os principais poluidores. Muitos países estão preocupados, mas quando Estados Unidos, Índia e China não lideram, nada avança. Esta nova ordem é ditada por interesses de grandes potências, e isso tem consequências graves no combate ao risco climático. Que mensagem enviou o Brasil com a condenação do antigo Presidente Jair Bolsonaro? O Brasil tem problemas, mas o seu sistema judicial respondeu mais rapidamente do que em países supostamente mais desenvolvidos. É um bom sinal, apesar das contradições da democracia brasileira. No caso de Bolsonaro, é uma boa notícia para a democracia. O grupo das 20 potências económicas reuniu-se na África do Sul, mas sem a presença dos Estados Unidos. Ainda assim, os países presentes assinaram uma declaração. Isto revela que o continente africano passa a ter outro peso na economia mundial? A África tem um potencial enorme e é a zona do mundo que, proporcionalmente, mais vai crescer nas próximas décadas. Basta olhar para a relação entre a China e África ou para países como a Nigéria, tendo em conta o crescimento demográfico e as riquezas naturais. No entanto, para ter um peso efectivo, África teria de contar muito mais com instituições fortes. Existe ainda uma certa imaturidade institucional, apesar de algumas excepções positivas, e uma dependência excessiva de grandes potências globais -como a China, a Rússia ou, nalguns casos, a França- que nem sempre tem sido benéfica para o desenvolvimento do continente como um todo. As taxas americanas podem afectar África? Claro que sim. São mais um travão ao desenvolvimento. Em Portugal, 2025 fica marcado pelas eleições legislativas que colocaram um partido de extrema-direita como a segunda força de oposição no país, 51 anos depois do 25 de Abril. A democracia do país está ameaçada? Não, claro que não. A subida rápida do Chega tem a ver com um voto de protesto. Sobretudo, tem a ver com a culpa dos dois principais partidos por terem provocado três eleições legislativas em três anos. Um absurdo completo, uma loucura, uma irresponsabilidade. Mas eu acho que Portugal tem noção das contradições. Tem indicadores económicos muito bons, como não tinha há muitos anos. Tem problemas grandes, como o acesso à habitação e alguns problemas pontuais ao nível da saúde. E depois tem uma subida artificial da percepção de risco relativamente a questões como a criminalidade e a imigração. Bom, eu vivo em Portugal e não vejo nada disso. Vejo um país muito seguro, vejo um país com um potencial bastante grande e com um dado novo, que é ter muito mais imigrantes. Eu não concordo com a ideia de que isso gere mais insegurança. Não vejo isso, sinceramente. Mas há, sim, um novo ecossistema, também mediático, que levou à subida de um partido que explora alguns medos. Há algum grau de irresponsabilidade em explorar essa questão de uma forma primária e, nalguns casos, injusta. Mas sabemos que em política não há justiça nem injustiça: não é abster-se, é a capacidade de explorar. Ainda assim, o Governo aprovou um novo diploma relativamente aos imigrantes que vêm, que de certa forma os penaliza... Este é um desafio para os partidos que dominaram a democracia portuguesa nos últimos 50 anos. Houve algumas capacidades perdidas, mas também grandes conquistas. Este país é muito melhor do que era há 51 anos. Falta saber se teremos partidos e líderes mais moderados que tenham a capacidade de explicar isso às pessoas e de encontrar respostas. Porque, volto a dizer, há um problema grave de habituação dos mais jovens, há outros problemas pontuais, como a questão da saúde, mas que também não está no caos de que muitas vezes se fala. Estamos numa situação global muitíssimo melhor do que a apreciação que as pessoas fazem dela, e agora é preciso tentar resolver esta discrepância. A subida de partidos chamados populistas é uma tendência global, ou pelo menos europeia e americana. Como tudo, terá fases. Os partidos que estão a subir hão-de parar de subir. Falta saber se só vão parar quando chegarem ao governo ou se é possível evitar que cheguem ao poder. Eu acho que em Portugal isso ainda não é uma inevitabilidade assim tão grande. Pode acontecer, mas não é inevitável. E, se acontecer, será uma fase que depois acabará por recuar. Quais são os grandes desafios para 2026? O risco de erosão das democracias e a polarização das sociedades. Paradoxalmente, o momento económico global é melhor do que as pessoas pensam.
O Governo de São Paulo instalou nesta segunda-feira (29) o gabinete de crise para coordenar ações de prevenção e atendimento de municípios diante da previsão e da possível ocorrência de chuvas fortes no estado durante o feriado de Ano Novo. Segundo o monitoramento da Defesa Civil Estadual, a partir desta segunda-feira (29), há risco de fortes temporais com acumulados previstos entre 20 e 50 milímetros por dia, ventos fortes no momento da chuva, trovoadas e eventual granizo, especialmente nas regiões de Presidente Prudente, Marília, Itapeva e Registro
A intensa onda de calor que atinge o Estado de São Paulo desde a última semana elevou em até 60% o consumo de água na Grande São Paulo, segundo dados da Sabesp. O aumento ocorre mesmo em um período em que cerca de 30% da população está fora da região em razão das férias. Diante desse cenário, o Governo de São Paulo reforçou a orientação para o uso consciente da água e a adoção de medidas urgentes para economia de água.
Felício Ramuth - Governador em exercício
António José Seguro (que está a ter apoios no PS), Alberto João Jardim (que defendeu Gouveia e Melo) e o Governo (que aumentou os salários da administração do Metro) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O novo plano digital do Governo, já publicado em Diário da República, promete simplificar a vida de cidadãos e empresas, com medidas que vão dos transportes públicos à digitalização da atividade empresarialSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O maior projeto ferroviário do país encontrou um travão logo no arranque. O que correu menos bem? A análise deste tema foi feita pelo jornalista da secção de Economia do Expresso Pedro LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No 3 em 1 desta quinta-feira (25), o destaque foi que, momentos antes de entrar na sala de cirurgia, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) selou o destino da direita para 2026 ao confirmar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como o candidato oficial da família à Presidência da República. O Palácio do Planalto elevou o tom e manifestou publicamente o receio de que o governo de Donald Trump (Republicanos) possa interferir no processo eleitoral brasileiro de 2026. O presidente Lula (PT) encerra 2025 com um pacote de medidas estratégicas voltadas à ampliação de sua base de apoio às vésperas do ano eleitoral. Entre os principais anúncios estão o decreto que fixa o novo salário mínimo e a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), fez um balanço do ano legislativo e destacou um ambiente de “estabilidade e diálogo” na relação entre o Legislativo e o Executivo. O Congresso Nacional já começa a desenhar as prioridades para a retomada dos trabalhos em fevereiro de 2026, com foco em pautas de forte apelo popular, como a PEC do fim da escala 6x1 e o pacote de segurança pública, que prevê o endurecimento de penas e medidas de combate ao crime organizado. O presidente Donald Trump (Republicanos) também gerou forte repercussão internacional ao publicar uma mensagem de Natal com ataques diretos à chamada “esquerda radical” e à pauta de gênero. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Mais uma daquelas semanas que pesam como um ano inteiro...Bloco 1- A realidade em Gaza: destruição, deslocamento e fome. - Novo confronto com o Irã em vista?- Vice-diretor do Shin Bet renuncia ao cargo.Bloco 2- Israel e Egito fecham acordo bilionário de venda de gás.- Mais de 300 homicídios: 2025 é o ano mais violento da história do país.- Governo aprova a formação de uma Comissão de Investigação política para o 07.10.- Governo aprova fechamento da rádio Galei Tzahal, rádio do exército.- Governo aprova prorrogação da “Lei Al-Jazeera”- Bennet ataca Netanyahu por conta do Cartargate.- Relatório anual do Instituto Israelense de Democracia.Bloco 3- Personagem da semana- Palavra da semana- Correio dos ouvintesPara quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - apoia.se/doladoesquerdodomuroNo exterior - patreon.com/doladoesquerdodomuroNossa página: ladoesquerdo.comNós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialtwitter - @doladoesquerdo e @joaokminstagram - @doladoesquerdodomuroyoutube - youtube.com/@doladoesquerdodomuroTiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalSite com tradução de letras de músicas - https://shirimemportugues.blogspot.com/Episódio #333 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.
Alberto Caldas Afonso, presidente da Comissão Nacional da Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente, elogia o plano do Governo. Já o presidente da CM Barreiro, Frederico Rosa, pede mais medidas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No 3 em 1 desta quarta-feira (24), o destaque foi que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se submete, nesta quarta-feira (24), a uma cirurgia para correção de uma hérnia inguinal bilateral. O procedimento tem duração estimada de até quatro horas. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), embarcou nesta quarta-feira (24) para os Estados Unidos. Durante a viagem, o vice-governador Felício Ramuth (PSD) assume interinamente o comando do Palácio dos Bandeirantes até o dia 11 de janeiro. Rebeca Ramagem, esposa do ex-deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) por meio de um mandado de segurança para pedir o desbloqueio de suas contas bancárias. O caso será analisado pelo ministro André Mendonça. Novos documentos divulgados pelo governo de Donald Trump (Republicanos) trouxeram detalhes sobre o alcance da rede de exploração comandada por Jeffrey Epstein. Os arquivos citam a presença de um “grande grupo de brasileiras”, algumas com apenas 13 e 14 anos, que teriam sido levadas à mansão do bilionário sob falsas promessas de trabalho. O governo de Donald Trump também anunciou uma nova ofensiva diplomática e econômica para restringir o acesso do regime de Nicolás Maduro a recursos financeiros na Venezuela. Uma nova pesquisa Datafolha aponta que a polarização política atingiu nível recorde no país, impactando 74% dos brasileiros às vésperas do ano eleitoral. O ministro Edson Fachin, do STF, idealizou a criação de um código de conduta mais rigoroso para ministros de tribunais superiores. A iniciativa recebeu apoio imediato de integrantes da Corte e de associações de magistrados. O governo do presidente Lula (PT) oficializou o novo valor do salário mínimo, que passará a ser de R$ 1.621 a partir de 1º de janeiro de 2026. O reajuste segue a política de valorização real, combinando a inflação do período com o crescimento do PIB de dois anos anteriores. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 26 de março de 2025.] Alberto Gonçalves comenta o anúncio do "kit de emergência" da União Europeia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O ex-presidente Jair Bolsonaro será internado amanhã (24) em um hospital de Brasília, para passar por cirurgia na quinta-feira (25). O ex-presidente vai passar por uma cirurgia para corrigir uma hérnia bilateral na região da virilha, que surgiu em decorrência dos múltiplos procedimentos para reconstrução do trânsito intestinal pelos quais Bolsonaro passou após a facada na campanha eleitoral de 2018. E ainda: Governo publica MP que libera saldo do FGTS para trabalhadores que optaram pelo saque-aniversário.
"Trump volò otto volte sul Lolita Express di Epstein”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Há um ano, o Conselho Constitucional validava as eleições gerais de 2024 em Moçambique. Governo moçambicano introduz pulseiras eletrónicas no sistema penitenciário, mas especialistas mostram ceticismo. República Centro Africana vai a votos no domingo, 28 de dezembro, num processo marcado pela contestação da oposição.
Zuppa di Porro del 20 dicembre 2025: rassegna stampa quotidiana
Foi mais uma semana decisiva para a União Europeia e para a Ucrânia. O Conselho Europeu reuniu em Bruxelas os Chefes de Estado ou de Governo para reforçar o apoio da União Europeia à Ucrânia face à agressão russa, tendo aprovado um empréstimo de 90 mil milhões de euros financiado por dívida comum e mantido o trabalho para a utilização de ativos russos imobilizados, ao mesmo tempo que definiu orientações para o futuro quadro financeiro plurianual, no qual Portugal defendeu a proteção da política de coesão, da agricultura, das regiões ultraperiféricas e um Fundo de Competitividade com distribuição equitativa, e promoveu avanços no acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, considerado estratégico para reduzir dependências externas, ficando o processo próximo de conclusão e com perspetiva de assinatura no início do próximo ano. Responsabilidade, fraturas expostas no conflito, a pressão de Trump e de Putin. Neste Expresso da Meia-Noite em podcast, com moderação de Ricardo Costa e Ângela Silva, o debate faz-se com o historiador e deputado Rui Tavares, o especialista em Estudos Europeus, Henrique Burnay, o embaixador Martins da Cruz, e o general Pinto Ramalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nel The Essential di venerdì 19 dicembre, Chiara Piotto parla di: 00:00 le proteste contro il Mercosur a Bruxelles dove i leader Ue decidono sugli asset russi da utilizzare per l'Ucraina; 05:20 lo sgombero del centro sociale Askatasuna a Torino; 07:12 la Corte Costituzionale ha dato ragione sul salario minimo alla Regione Puglia e non al Governo. Questo episodio è offerto da Poste Italiane: https://www.poste.it/?STZ=DPR5173 A Natale regala Will Makers con il 30% di sconto: https://makers.willmedia.it/ Iscriviti a Spinelli, la newsletter di Will che racconta l'UE da Bruxelles: https://spinelliwillmedia.substack.com/ Iscriviti ai corsi 100% online in Digital Journalism e Branded Storytelling della New Media Academy, la scuola di Chora e Will! Ultimi posti disponibili, scopri il programma e i docenti su https://newmediacademy.com/ o scrivici a info@newmediacademy.com Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
YouTube caiu? Site de vídeos do Google fica instável nesta sexta (19). PC na parede: Brasileiro instala setup e monitor diretamente na parede. TikTok consegue acordo e será controlado por consórcio nos EUA. Novo golpe rouba WhatsApp Web da vítima por link e até QR Code falso. Governo cria autoexclusão para bets, China dribla sanções de chips, Disney fecha acordo bilionário com IA, Meta lucra com anúncios fraudulentos, Amazon acelera entregas, Anatel aperta cerco e Musk bate recorde histórico de fortuna.
Moçambique: Divididos entre a esperança e o ceticismo é como estão os que dependem da Mozal para sobreviver. Governo angolano suspendeu ONG por alegada falta de legalização - suspensão surge dias depois de críticas à organização por expor crianças e famílias nas redes sociais. Retirada do M23 de Uvira sob pressão dos EUA pode alterar as dinâmicas no leste da RDC.
O derradeiro episódio deste ano do podcast Diplomatas teve como tema principal o Conselho Europeu, que arranca esta quinta-feira, em Bruxelas. Teresa de Sousa e Carlos Gaspar analisaram as negociações dos últimos dias entre ucranianos, norte-americanos e europeus, tendo em vista um acordo de paz para a Ucrânia, e anteciparam os desafios que vão estar à mesa dos 27 Estados-membros da União Europeia numa cimeira que pode arrastar-se até sábado. Respondendo a uma pergunta enviada por uma ouvinte do programa, a jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA também reflectiram sobre o papel e a postura do actual Governo de Portugal face às profundas alterações que estão a decorrer no sistema de alianças, nas relações internacionais e na ordem mundial. No final do podcast, os analistas olharam para o ataque terrorista que teve lugar em Sydney, na Austrália, no passado domingo, e identificaram uma onda crescente de anti-semitismo desde o 7 de Outubro de 2023 e durante a guerra de Israel na Faixa de Gaza. O Diplomatas faz uma interrupção de três semanas e regressa no dia 8 de Janeiro, com um episódio dedicado ao lançamento das datas que vão marcar o ano político de 2026. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Nel The Essential di giovedì 18 dicembre, Chiara Piotto parla di: 00:00 la Corte Costituzionale dà ragione alla Regione Toscana (e non al Governo) sugli affitti brevi; 03:41 il Regno Unito torna a far parte del programma Erasmus; 05:39 il caso della cagnolina Zara e la gestione dei maltrattamenti agli animali. Questo episodio è offerto da Poste Italiane: https://www.poste.it/?STZ=DPR5173 A Natale regala Will Makers con il 30% di sconto: https://makers.willmedia.it/ Iscriviti a Spinelli, la newsletter di Will che racconta l'UE da Bruxelles: https://spinelliwillmedia.substack.com/ Iscriviti ai corsi 100% online in Digital Journalism e Branded Storytelling della New Media Academy, la scuola di Chora e Will! Ultimi posti disponibili, scopri il programma e i docenti su https://newmediacademy.com/ o scrivici a info@newmediacademy.com Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
On this Salcedo Storm Podcast:Texas Governor Greg Abbott.AndDoc Pete Chambers is a servant leader, Purple Heart recipient, Flight Surgeon, Green Beret, and the founder of The Remnant Ministry TX.
Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
La settimana scorsa il presidente degli Stati Uniti Donald Trump ha firmato un ordine esecutivo che apre la strada a un quadro regolatorio federale sull'intelligenza artificiale, ridimensionando il margine di intervento dei singoli stati in materia di norme sull'AI.Il provvedimento prevede la creazione di una task force giuridica all'interno del Dipartimento di Giustizia, incaricata di impugnare le leggi statali che l'amministrazione riterrà incompatibili con l'indirizzo federale. Al Dipartimento del Commercio viene invece affidato il compito di elaborare linee guida che potrebbero condizionare l'accesso degli stati ai finanziamenti per la banda larga, qualora approvino regolamenti sull'intelligenza artificiale giudicati troppo restrittivi. Andiamo dietro la notizia con Alessandro Plateroti, direttore editoriale UCapital.com.Telethon e la Ricerca quest'anno sbarca in USA Fondazione Telethon sbarca negli Stati Uniti con una nuova sfida che conferma l eccellenza della ricerca made in Italy. La FDA americana (Food and Drug Administration) ha infatti approvato Waskyra, una terapia genica ex vivo destinata ai pazienti affetti da sindrome di Wiskott-Aldrich (WAS), una rara e grave immunodeficienza genetica.Si tratta di una prima assoluta. Telethon è il primo ente no profit a ricevere l'autorizzazione a distribuire negli Stati Unit una terapia frutto della propria attività di ricerca e sviluppo.È un traguardo importante che dà seguito al percorso iniziato nel 2023, quando la Fondazione ha assunto la responsabilità della produzione e distribuzione nell Unione Europea di un altra terapia genica (per il trattamento dell'ADA-SCID, la malattia dei cosiddetti bimbi bolla). Di questo traguardo tagliato nel 2023 ce ne eravamo occupati anche noi di Focus. Anche ai tempi si trattava di una prima assoluta: la Fondazione con la terapia genica Strimvelis per l'immunodeficienza ADA-SCID diventava la prima charity al mondo ad assumersi la responsabilita della produzione e distribuzione di un farmaco. Si è trattato di un passaggio storico con Telethon che da ente finanziatore della ricerca è diventato anche un soggetto direttamente coinvolto nella filiera farmaceutica, con un farmaco già disponibile e destinato a un numero estremamente limitato di pazienti. Interviene Ilaria Villa, Direttrice Fondazione Telethon.Stallo Manovra. I governo "lotta" per spendere il tesoretto l'anno prossimo? I tempi stringono. Quindici giorni dall esercizio provvisorio e sulla manovra ancora neanche un voto. Governo e maggioranza continuano a riscrivere la legge di bilancio con emendamenti che arrivano a singhiozzo in commissione senza trovare l intesa sufficiente per avviare i lavori. La commissione Bilancio del Senato, che avrebbe dovuto riunirsi nella sera di domenica 14 dicembre, è slittata un ennesima volta. Inizialmente prevista per il primo pomeriggio di oggi, è possibile che slitti ancora, e che le prime votazioni arrivino in tarda serata. Il calendario promette sedute, anche serali, fino a sabato. Quasi tutti scommettono sull approdo del testo in Aula a Palazzo Madama lunedì 22 dicembre mentre alla Camera il via libera è ormai atteso tra Natale e Capodanno. Restano molti nodi da sciogliere: dai compensi ai professionisti che lavorano con la Pa alla nuova tassa sui pacchi, fino ai tagli previsti per la Rai. Mentre l'aumento del tetto al contante da 5 a 10 mila euro, uscito dal dibattito, vede un centrodestra sostanzialmente favorevole al rialzo. Intanto è arrivata la riformulazione sull'oro di Bankitalia. L ultima riformulazione che porterà il Tesoro ricalcherà quanto scritto dal ministro dell Economica Giancarlo Giorgetti a Christine Lagarde: «La disponibilità e gestione delle riserve auree del popolo italiano sono in capo alla Banca d Italia in conformità alle regole dei Trattati». «Siamo a posto. Nella riformulazione che ho presentato a nome del Governo riteniamo che la questione si possa considerare chiusa», ha detto Giorgetti, uscendo dall Ufficio di presidenza della commissione Bilancio del Senato. Il commento è affidato a Gianni Trovati, Sole 24 Ore.
Álvaro Gribel, repórter especial e colunista do Estadão, comenta os principais assuntos da Economia e Política nacionais no Jornal Eldorado, às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 8h30.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Parliamo di Platone... in italiano ovviamente. Vediamo la sua famosa teoria delle idee e come immaginava lo Stato ideale, sicuramente senza problemi, ma… The post 163: Filosofia in italiano: meglio una democrazia mediocre o un governo autoritario perfetto? first appeared on .
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#638 - Salmo 33 - Feliz a Nação cujo Deus é o Senhor - Quando o louvor entra na sala do governo | JB Carvalho by JB Carvalho