Podcasts about Brasileira

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    Paranormal FM
    PNFM - EP176 - Terror da TV Aberta nos Anos 80 e 90

    Paranormal FM

    Play Episode Listen Later Aug 22, 2026 98:27


    Um bate papo regado a nostalgia e trazendo os absurdos assustadores da TV aberta Brasileira, Convidado especial nosso querido Rodney Buchemi.=== ACESSE NOSSO CANAL NO YOUTUBE ===https://www.youtube.com/@paranormalfm=== LOJA DE CAMISAS OFICIAS PNFM ===https://reserva.ink/paranormalfm=== APOIE O PARANORMAL FM ===Quer se tornar um apoiador deste projeto e nos ajudar a continuar melhorando a qualidade, além e se tornar uma peça importante na viabilização muitos outros projetos em diferentes mídias? Entre no nosso Apoia-se e faça parte da família Paranormal FM!https://apoia.se/paranormalfm=== Siga Paranormal FM nas redes sociais ===Instagram, Twitter e Facebook: @ParanormalFMEmail: paranormalfmpodcast@gmail.comSiga e avalie o Paranormal FM nas plataformas de streaming!Apresentação: Fernando Ribas e Leonardo MarquesVinhetas e Formato: Fernando RibasPauta: Luana MachadoEdição: Fernando RibasSee omnystudio.com/listener for privacy information.

    Café Brasil Podcast
    LíderCast 425 - Ingo Plöger - Escolhas e o futuro no agro

    Café Brasil Podcast

    Play Episode Listen Later Aug 21, 2026 30:37


    Boas-vindas a mais uma série especial do LíderCast Congresso Andav. O convidado de hoje é Ingo Plöger, empresário, conselheiro e mentor. É presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), e costuma dizer que seu legado é “prospectar futuros” — e é exatamente isso que faz ao estudar tendências, cenários e transformações. Ingo é daqueles que puxam conversa na fila do pão e, às vezes, se distraem tanto que esquecem até de comprar o pão. Uma boa prosa sobre futuro, Brasil e escolhas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Lidercast Café Brasil
    LíderCast 425 - Ingo Plöger - Escolhas e o futuro no agro

    Lidercast Café Brasil

    Play Episode Listen Later Aug 21, 2026 30:37


    Boas-vindas a mais uma série especial do LíderCast Congresso Andav. O convidado de hoje é Ingo Plöger, empresário, conselheiro e mentor. É presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), e costuma dizer que seu legado é “prospectar futuros” — e é exatamente isso que faz ao estudar tendências, cenários e transformações. Ingo é daqueles que puxam conversa na fila do pão e, às vezes, se distraem tanto que esquecem até de comprar o pão. Uma boa prosa sobre futuro, Brasil e escolhas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Café Brasil Podcast
    LíderCast 424 - Carla Nórcia - Mulheres com a AMMA

    Café Brasil Podcast

    Play Episode Listen Later Aug 13, 2026 66:48


    A convidada de hoje é Carla Nórcia, que construiu uma carreira de mais de 30 anos em Comunicação e Marketing, boa parte dela ligada ao mercado automotivo. Hoje é CEO da Insight, agência especializada em comunicação estratégica para o aftermarket. É também fundadora e investidora das plataformas Movenews e VagasAutomotivas, além de comandar diferentes podcasts do setor. Ao longo da trajetória, passou por empresas como Tintas Coral, TRW, Dana, Dayco e Editora Novo Meio. Carla acredita na comunicação como ferramenta para construir reputações, transformar negócios e abrir espaço para mais inovação e diversidade. Carla também preside a AMMA, Associação Brasileira das Mulheres do Mercado Automotivo. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Lidercast Café Brasil
    LíderCast 424 - Carla Nórcia - Mulheres com a AMMA

    Lidercast Café Brasil

    Play Episode Listen Later Aug 13, 2026 66:48


    A convidada de hoje é Carla Nórcia, que construiu uma carreira de mais de 30 anos em Comunicação e Marketing, boa parte dela ligada ao mercado automotivo. Hoje é CEO da Insight, agência especializada em comunicação estratégica para o aftermarket. É também fundadora e investidora das plataformas Movenews e VagasAutomotivas, além de comandar diferentes podcasts do setor. Ao longo da trajetória, passou por empresas como Tintas Coral, TRW, Dana, Dayco e Editora Novo Meio. Carla acredita na comunicação como ferramenta para construir reputações, transformar negócios e abrir espaço para mais inovação e diversidade. Carla também preside a AMMA, Associação Brasileira das Mulheres do Mercado Automotivo. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Podcast do Em Busca
    #105 Luciano Comiotto - Jurado do Freio de Ouro | Podcast do Em Busca

    Podcast do Em Busca

    Play Episode Listen Later Aug 13, 2026 62:33


    Neste episódio do Em Busca, o médico veterinário e estreante como jurado do Freio de Ouro, Luciano Comioto, compartilha sua trajetória no universo da raça Crioula e sua rápida, porém fundamentada, ascensão no quadro de avaliadores. Ele relembra a fundação da Cabanha Encanto em 2004 e como o contato com o cavalo campeão "Ganadeiro" redirecionou o foco da família para as provas do Freio de Ouro. Durante a conversa, Luciano explica como sua formação veterinária o ajuda a ter um olhar clínico voltado ao bem-estar animal, ressalta a necessidade de os competidores estudarem o regulamento da prova e elogia a estrutura de formação e o acolhimento técnico do Colégio de Jurados, fundamentais para prepará-lo para a responsabilidade da avaliação.Highlights

    Jogando Dados
    Ciclo CEPCOM #44 - Perspectivas de uma Crítica da Economia Política para o futebol midiatizado

    Jogando Dados

    Play Episode Listen Later Aug 13, 2026 94:53


    Dentro da etapa remota do Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação (Intercom), em 12 de agosto de 2026, aconteceu o I Seminário Crítica da Economia Política do Futebol Midiatizado. Aqui está as palestras da mesa “Perspectivas de uma Crítica da Economia Política para o futebol midiatizado”, que contou com as apresentações do Prof. Dr. Anderson Santos (Ufal/Uel) e do Prof. Dr. Fernando Mascarenhas (UnB), sob mediação Vitória Karoline Rocha Martins (CEPCOM/Ufal). O vídeo completo, com o bloco de perguntas e respostas, pode ser visto em: https://youtu.be/pC72dmAS8Qc?si=byj2p9sGt7b51hkg.A proposta parte de uma aproximação que se estabelece nos últimos anos entre os grupos de pesquisa Crítica da Economia Política da Comunicação (Cepcom/Ufal) com o grupo Formação Sociocrítica em Educação Física, Esporte e Lazer (Avante/UnB), desde a Linha de Pesquisa em Economia Política do Futebol (Levante). Os grupos dialogam sobre a etapa atual do futebol cuja trajetória profissional passa pela mediação da radiodifusão e das tecnologias digitais, especialmente a transmissão ao vivo. Este futebol midiatizado é estudado a partir da perspectiva da Crítica da Economia Política, aplicada para entender os objetos comunicacionais e culturais da contemporaneidade. Em ano de Copa do Mundo FIFA de futebol masculino e um antes do mundial de futebol de mulheres a ser realizado aqui no Brasil. Assim, pretende-se abrir uma agenda de pesquisas que passa pela Comunicação, em diálogo e construção com outros campos científicos.PalestrantesAnderson Santos é professor da Unidade Educacional Santana do Ipanema e do mestrado em Comunicação da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e do Mestrado em Comunicação da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Anderson é ainda presidente da Federação Brasileira de Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação (Socicom), coordena o GP de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura da Intercom e é editor-geral da Revista Latino-Americana de Ciências da Comunicação. Em 2025, recebeu o Prêmio Luiz Beltrão, da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), na categoria "Liderança Emergente". É um dos líderes do Grupo de Pesquisa Crítica da Economia Política da Comunicação (Cepcom/UFAL/CNPq), da Rede Nordestina de Estudos em Mídia e Esporte (ReNEme) e é um dos coordenadores do Observatório das Transmissões de Futebóis.Fernando Mascarenhas é professor da Faculdade de Educação Física da Universidade de Brasília (UnB). Docente da graduação e do Programa de Pós-Graduação em Educação Física da UnB Pesquisador do Avante – Grupo de Pesquisa e Formação Sociocrítica em Educação Física, Esporte e Lazer. É pós-Doutor em Ciências Sociais pela Universidade de Valência (Espanha), em Estudos do Lazer pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e em Política Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Fernando é ex-presidente do Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte (CBCE), ex-editor-chefe da Revista Brasileira de Ciências do Esporte (RBCE) e foi membro do Conselho Nacional do Esporte (CNEsp). É Mestre e Doutor em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).Organização do SeminárioO evento é organizado pelo grupo de pesquisa Crítica da Economia Política da Comunicação (CEPCOM/Ufal) em parceria com o Levante (Linha de Pesquisa em Economia Política do Futebol - Avante/UnB) como parte das atividades remotas do Grupo de Pesquisa Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura da Intercom.

    Estadão Notícias
    ‘Supremo Xandônico: Moraes e Dino contra o sigilo de fonte' | Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Estadão Notícias

    Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 61:37


    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 12, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que determinou busca e apreensão contra um ex-secretário do governo do Maranhão apontado como fonte de informações de um blogueiro que publicou sobre o uso de carros oficiais pela família do ministro Flávio Dino. Moraes aponta Raimundo Cutrim como fonte de informações publicadas pelo jornalista Luís Pablo Conceição Almeida, do Blog do Luís Pablo. As buscas foram realizadas a partir de informações encontradas no celular do blogueiro, alvo da PF em março. Na operação desta terça, um advogado também foi alvo de um mandado de buscas porque teria assessorado o blogueiro nas publicações sobre o ministro. A decisão de Moraes está sob sigilo. Procurado, o STF ainda não se manifestou. A decisão cita que a Polícia Federal encontrou movimentações financeiras desse advogado em favor do blogueiro e quer saber se os pagamentos estão relacionados a publicações de interesse do grupo de Raimundo Cutrim. Em outra frente, associações jornalísticas publicaram nota conjunta em que manifestam ‘profunda preocupação’ com a ação policial que mirou Raimundo Cutrim. Ele foi citado em despacho do ministro Alexandre de Moraes como fonte anônima de reportagem sobre uso de carros oficiais pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). A nota foi assinada pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Nacional de Jornais (ANJ) e a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner). “Ações judiciais que quebram o sigilo da fonte não têm amparo constitucional e abrem precedentes que ameaçam a liberdade de imprensa, amparada pela Constituição de 1988″, diz a nota. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Podcast do PublishNews
    434 - Democracia sob Vigília: Os livros como saída - Marcelo Freixo e Jamil Chade

    Podcast do PublishNews

    Play Episode Listen Later Aug 11, 2026 64:19


    Neste episódio do Podcast, uma das mesas mais concorridas da Casa PublishNews com Marcelo Freixo e Jamil Chade na 24a Flip na mesa Democracia sob Vigília: Os livros como saída: onde falam sobre seus livros, o estado atual da democracia, os desafios enfrentados pelo Brasil e o mundo, e as estratégias para fortalecer as instituições democráticas em meio a uma guerra cultural global. Marcelo Freixo é professor, ex-deputado federal (2019-2023) e ex-deputado estadual e Jamil Chade é jornalista e colunista baseado em Genebra. Eles se entrevistam em temas como como segurança pública, comunicação, guerra cultural e o papel das periferias na cultura brasileira.A Casa PublishNews na Flip 2026 celebrou os 10 anos de programação paralela do canal na Festa em Paraty, com nova identidade visual, distribuição da Revista PublishNews #3, 24 painéis com 71 profissionais do mercado editorial, escritores e especialistas, e um público atento que preencheu todos os espaços da Casa entre a quarta-feira (22) e o sábado (25) Patrocínio Master de Câmara Brasileira do Livro (CBL), MVB América Latina e Transpo Express; Patrocínio Ouro de Bookwire Brasil, Carreira Literária, UmLivro e Via Lúdica; Patrocínio Prata de Alta Books, Intrínseca, Labrador Editora, Sextante e Skeelo; e Apoio de Abrelivros, Edições Sesc, Gráfica Viena, Great People Books, Nielsen BookData, Sindicato Nacional de Editores de Livros (SNEL), Suzano e Wave Studios. E a programação foi coordenada pela equipe do PublishNews, em conjunto com Fabio Uehara e Maria Carolina Borin.O podcast é oferecimento da: MVB América Latina Um livro, Câmara Brasileira do Livro, Gráfica Viena e Nielsen BookData — referência mundial em dados que impulsionam estratégias.Este podcast é um oferecimento da MVB América Latina! Onde a inovação e tecnologia impulsionam o mercado do livro. Com a Pubnet, você ganha eficiência, agilidade e segurança em cada pedido.E quando o assunto é metadados… metadados é com Metabooks! Porque, no fim das contas, o propósito da MVB é um só: levar os livros até os leitores! https://pt.mvb-online.com/Já ouviu falar em POD, impressão sob demanda? Nossos parceiros da UmLivro são referência dessa tecnologia no Brasil, que permite vender primeiro e imprimir depois; reduzindo custos com estoque, armazenamento e distribuição. Com o POD da UmLivro, você disponibiliza 100% do seu catálogo sem perder nenhuma venda. http://umlivro.com.brA Câmara Brasileira do Livro representa editores, livreiros, distribuidores e demais profissionais do setor e atua para promover o acesso ao livro e a democratização da leitura no Brasil. É a Agência Brasileira do ISBN e possui uma plataforma digital que oferece serviços como: ISBN, Código de Barras, Ficha Catalográfica, Registro de Direito Autoral e Carta de Exclusividade. https://cbl.org.br

    Estadão Notícias
    Os donos do orçamento secreto na piscina do advogado | Estadão Analisa

    Estadão Notícias

    Play Episode Listen Later Aug 10, 2026 55:46


    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 10, Carlos Andreazza comenta uma imagem localizada pela Polícia Federal que mostra o advogado Willer Tomaz, alvo da mais recente fase da Operação Sem Desconto, em uma piscina ao lado de pelo menos oito deputados e senadores. A operação investiga um esquema de fraudes envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A fotografia estava armazenada no celular do senador Weverton Rocha (PDT-MA), que também é investigado no caso. O registro foi revelado neste sábado, 8, pela revista piauí. Além de Weverton Rocha, aparecem na imagem os deputados Arthur Lira (PP-AL), ex-presidente da Câmara, Juscelino Filho (PSDB-MA), Elmar Nascimento (União-BA) e Paulo Azi (União-BA). O ex-deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), e os senadores Efraim Filho (União-PB) e Angelo Coronel (Republicanos-BA) também estão na foto. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

    SBS Portuguese - SBS em Português
    Brasileira na Austrália diagnosticada com esclerose múltipla: 'Achei que era cansaço pós-parto'

    SBS Portuguese - SBS em Português

    Play Episode Listen Later Aug 10, 2026 25:31


    Deize Lima, paulista radicada em Melbourne há quase 20 anos, criou o perfil MS_Fighter_AU para compartilhar sua jornada com a esclerose múltipla e hoje integra um painel consultivo da MS Australia, levando a voz de quem vive com a doença até políticas públicas e pesquisas científicas.Deize Lima, paulista radicada em Melbourne há quase 20 anos, criou o perfil MS_Fighter_AU para compartilhar sua jornada com a esclerose múltipla e hoje integra um painel consultivo da MS Australia, levando a voz de quem vive com a doença até políticas públicas e pesquisas científicas.Aos 34 anos, depois de uma queda de patins, a psicóloga e assistente social Deize Lima sentiu algo que descreveu como um 'choque elétrico' no cérebro. Nos dias seguintes, ela lembra sentir as pernas dormentes. Começava ali o caminho até o diagnóstico de esclerose múltipla — uma doença autoimune, incurável e imprevisível, que atinge mais de 33,3 mil pessoas na Austrália.

    História em Meia Hora
    Censura na Ditadura Militar

    História em Meia Hora

    Play Episode Listen Later Aug 8, 2026 32:20


    GARANTA AGORA O SEU "CENSURA" O JOGO DE CARTAS COOPERATIVO DO HISTÓRIA EM MEIA HORA:apoia.se/censuraDurante o período mais autoritário da nossa história, diversos grupos sociais como a população civil, artistas, políticos legalistas e até mesmo militares contrários ao golpe, foram sumariamente censurados. A censura não começou com a Ditadura, mas nunca havia sido tão institucionalizada, organizada e efetiva no que se propõe. Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre o que foi a Censura na Ditadura Militar.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaViaje comigo, com o Vogalizando a História e com o Operação Barbarussa pra Grécia e Roma!https://partiu.vip/historiaecinema2026Ouça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okAssista meu outro podcast, o História pros brother!https://open.spotify.com/show/04a8C8gXTLj68lmZiQD8vmCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8Compre a camisa do História em Meia Hora: https://www.blablalogia.com/blablalojinha/akiralampiaoh30Garanta a sua cópia do Imperialismo: América. O primeiro jogo do História em Meia Hora!https://www.asmodee.com.br/imperialismo-america/produto/TJL001Participe da campanha do Censura e garanta a sua cópia!apoia.se/censuraPIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- AQUINO, Maria Aparecida de. Censura, Imprensa, Estado Autoritário (1968-1978). Bauru: EDUSC, 1999.- KUSHNIR, Beatriz. Cães de Guarda: Jornalistas e Censores, do AI-5 à Constituição de 1988. São Paulo: Boitempo, 2004.- FICO, Carlos. Como Eles Agiam: Os Subterrâneos da Ditadura Militar. Rio de Janeiro: Record, 2001.- NAPOLITANO, Marcos. 1964: História do Regime Militar Brasileiro. São Paulo: Contexto, 2014.- DIAS, Márcia Tosta. Os Donos da Voz: Indústria Fonográfica Brasileira e Mundialização da Cultura. São Paulo: Boitempo, 2000.- REIMÃO, Sandra. Repressão e Resistência: Censura a Livros na Ditadura Militar. São Paulo: Edusp/FAPESP, 2011.- REIMÃO, Sandra. "Proíbo a publicação e circulação..." — censura a livros na ditadura militar. Estudos Avançados, São Paulo, v. 28, n. 80, p. 75-90, 2014. - CARVALHO, Lucas Borges de. A censura política à imprensa na ditadura militar: fundamentos e controvérsias. Revista da Faculdade de Direito – UFPR, Curitiba, v. 59, n. 1, p. 79-100, 2014 - SMITH, Anne-Marie. Um acordo forçado: o consentimento da imprensa à censura no Brasil. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2000.

    Momento Agrícola
    2026.08.08-3 O Congresso Brasileiro de Sementes, com Fernando Henning da Abrates.mp3

    Momento Agrícola

    Play Episode Listen Later Aug 8, 2026 12:30


    O pesquisador da Embrapa Soja, Dr. Fernando Henning, fala sobre a Programação do 23o Congresso Brasileiro de Sementes, organizado pela ABRATES, a Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes, do qual ele é Presidente.

    Beercast Brasil
    BC#639 – Guilherme Canielo da Abralatas

    Beercast Brasil

    Play Episode Listen Later Aug 7, 2026 28:28


    https://beercast.com.br/wp-content/uploads/2026/08/BC639.mp3 O Beercast conversou hoje com Guilherme Canielo, gerente sênior de assuntos corporativos da Abralatas — Associação Brasileira de Latas de Alumínio. Entenda como funciona a indústria de latas e qual a sua importância para o mercado de cerveja no Brasil. Procure por “Beercast Brasil” no seu app de música favorito. Ouvir no Spotify Ouvir no Apple Podcasts Ouvir na Amazon Music Ouvir no Deezer Seja Patrono do Beercast contribuindo a partir de R$10,00 por mês. Links: Site Abralatas Entre em contato com o Beercast e acompanhe nossas mídias sociais: beercastbrasil@gmail.com: Mande suas degustações, garrafadas, críticas, elogios e sugestões. Instagram Beercast Brasil Fanpage Beercast Brasil no Facebook Feed do Beercast (assine nosso feed)

    De Carona na Carreira
    278. Como uma brasileira transformou uma paixão em uma marca global - Thati Amorim

    De Carona na Carreira

    Play Episode Listen Later Aug 6, 2026 67:50


    Dos primeiros dias trabalhando em uma loja de roupas aos 14 anos até a internacionalização da Dress To, Thati Amorim construiu uma das maiores marcas da moda brasileira sem perder a coragem de recomeçar. Nesta conversa, ela fala sobre síndrome da impostora, TDAH, saúde mental, liderança, internacionalização, maternidade, sucessão familiar e os bastidores de transformar uma paixão em um legado que atravessa fronteiras. Um episódio sobre identidade, coragem e a construção de uma empresa que nasceu pequena, mas nunca pensou pequeno. Vambora entender como esse sucesso aconteceu?Link da Thati e da Dress To:Thati- https://www.instagram.com/thatianamorim/Dress To -  https://www.instagram.com/dressto/Site - https://www.dressto.com.br/CUPOM: DECARONAMala de viagem:Biografia da Chanel - https://link.amazon/B097omlR2A procura da felicidade - https://www.adorocinema.com/filmes/filme-54098/Equipe que faz acontecer:Criação, roteiro e apresentação: Thais RoqueConsultoria de conteúdo: Beatriz FiorottoProdução: José Newton FonsecaSonorização e edição: Felipe DantasIdentidade Visual: João Magagnin

    Estação Brasil
    084 - A classe média brasileira: meritocracia, identidade e capital cultural

    Estação Brasil

    Play Episode Listen Later Aug 6, 2026 46:45


    Olá, ouvintes! Neste episódio, discutimos a formação histórica da classe média brasileira e buscamos compreender por que essa categoria social é tão difícil de definir. Analisamos suas origens, sua consolidação ao longo do processo de urbanização e industrialização do país e as transformações que marcaram seu papel na sociedade brasileira. Em diálogo com Pierre Bourdieu e sua obra A distinção, refletimos sobre como hábitos, gostos, formas de consumo e estilos de vida funcionam como mecanismos de diferenciação social, revelando que a classe média é construída não apenas pela renda, mas também pelo capital cultural, pelas aspirações e pelos símbolos de status. Por fim, debatemos os desafios enfrentados pela classe média no Brasil contemporâneo e como a busca constante por distinção ajuda a compreender muitas das tensões, expectativas e contradições da sociedade brasileira.Achou interessante? Quer entender como a história e a sociologia podem explicar quem é — e quem acredita ser — a classe média brasileira? Então, coloque o fone e dê o play no novo episódio do Estação Brasil!Se você gostou, considere apoiar nosso trabalho para manter o Estação no ar:Pix: ⁠⁠⁠⁠estacaobrasilfm@gmail.com⁠⁠⁠⁠Torne-se membro: ⁠⁠⁠apoia.se/estacaobrasilfm⁠⁠⁠

    Resumão Diário
    JN: Lula classifica de ‘irresponsável' a revogação do visto de embaixadora brasileira nos EUA; Copom reduz taxa básica de juros para 14% ao ano

    Resumão Diário

    Play Episode Listen Later Aug 6, 2026 5:38


    A Polícia Federal concluiu a investigação sobre a tragédia da Voepass. O laudo final afirmou que a tripulação conhecia as falhas no sistema de degelo do avião e decolou apesar da previsão de formação de gelo. Taiwan fez manobras militares para simular a reação a uma eventual invasão da China. A queda de um pedaço do foguete da SpaceX na Lua provocou alerta sobre o lixo espacial. Depois de o Brasil retirar o embaixador de Buenos Aires, a Argentina disse que não vai rebaixar as relações diplomáticas com o país. O presidente Lula classificou de irresponsável a revogação do visto da embaixadora brasileira nos Estados Unidos. O MEC divulgou os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica. E o Comitê de Política Monetária do Banco Central cortou pela quarta vez seguida a taxa de juros.

    MKTEsportivoCast
    O QUE A COPA 2026 DEIXOU PARA A INDÚSTRIA DO ESPORTE?

    MKTEsportivoCast

    Play Episode Listen Later Aug 5, 2026 85:10


    A Copa do Mundo de 2026 terminou, mas os impactos dela para a indústria do esporte estão apenas começando.Neste episódio do Invite, recebemos Rafael Plastina, CEO da Sport Track, e Ivan Ballester, presidente da Kids League, para analisar os principais movimentos que marcaram o torneio e discutir o que muda para a CBF, patrocinadores, emissoras, plataformas e marcas no ciclo até a Copa do Mundo de 2030.Entre os temas abordados estão a reconstrução da imagem da Seleção Brasileira após a eliminação, a relação entre a CBF e seus patrocinadores, a disputa pela atenção entre Globo, CazéTV, SBT e plataformas digitais, o crescimento do consumo em TVs conectadas, o futuro dos direitos de transmissão, a mensuração do retorno para patrocinadores, o impacto comercial das pausas de hidratação, a expansão para 48 seleções e as tendências que devem moldar a próxima Copa do Mundo.

    Podcast do PublishNews
    433 - Entrevista de mão dupla - Miriam Leitão e Uirá Machado

    Podcast do PublishNews

    Play Episode Listen Later Aug 4, 2026 56:41


    No episódio desta semana do podcast do PublishNews, dois jornalistas e escritores em uma Entrevista de mão dupla com Miriam Leitão e Uirá Machado sentam no sofá da Casa PublishNews na 24a Flip para conversar sobre seus livros mais recentes, suas trajetórias e assuntos do Brasil.Uirá Machado é de São Paulo. Formado em direito e em filosofia naUSP, é editor da CasaFolha, o streaming de conhecimento da Folha. Trabalha no jornal desde 2004, onde já foi repórter, editor e secretário-assistente de Redação."Entre Bispos e Reis – a trajetória de Mequinho, um gênio brasileiro do xadrez" é seu livro de estreia.Míriam Leitão é de Caratinga (MG). É jornalista de jornal, TV, rádio, e mídia digital. Em mais de cinquenta anos de profissão, recebeu diversos prêmios, entre eles o da Universidade Columbia de Nova York, da Abraji, ANJ, e Instituto Vladimir Herzog. Como escritora, publicou diversos livros, incluindo infantis, e ganhou o Jabuti de Livro do Ano de Não Ficção em 2012 e Jabuti de Livro reportagem por Saga brasileira. (Record) É integrante da Academia Brasileira de Letras desde 2025.Em uma das mesas mais disputadas de nossa casa, discutem suas trajetórias, processos de escrita e temas de destaque na história do Brasil, incluindo política, cultura e esportes. A Casa PublishNews na Flip 2026 celebrou os 10 anos de programação paralela do canal na Festa em Paraty, com nova identidade visual, distribuição da Revista PublishNews #3, 24 painéis com 71 profissionais do mercado editorial, escritores e especialistas, e um público atento que preencheu todos os espaços da Casa entre a quarta-feira (22) e o sábado (25) Patrocínio Master de Câmara Brasileira do Livro (CBL), MVB América Latina e Transpo Express; Patrocínio Ouro de Bookwire Brasil, Carreira Literária, UmLivro e Via Lúdica; Patrocínio Prata de Alta Books, Intrínseca, Labrador Editora, Sextante e Skeelo; e Apoio de Abrelivros, Edições Sesc, Gráfica Viena, Great People Books, Nielsen BookData, Sindicato Nacional de Editores de Livros (SNEL), Suzano e Wave Studios. E a programação foi coordenada pela equipe do PublishNews, em conjunto com Fabio Uehara e Maria Carolina Borin.O podcast é oferecimento da: MVB América Latina Um livro, Câmara Brasileira do Livro, Gráfica Viena e Nielsen BookData — referência mundial em dados que impulsionam estratégias.Este podcast é um oferecimento da MVB América Latina! Onde a inovação e tecnologia impulsionam o mercado do livro. Com a Pubnet, você ganha eficiência, agilidade e segurança em cada pedido.E quando o assunto é metadados… metadados é com Metabooks! Porque, no fim das contas, o propósito da MVB é um só: levar os livros até os leitores! https://pt.mvb-online.com/Já ouviu falar em POD, impressão sob demanda? Nossos parceiros da UmLivro são referência dessa tecnologia no Brasil, que permite vender primeiro e imprimir depois; reduzindo custos com estoque, armazenamento e distribuição. Com o POD da UmLivro, você disponibiliza 100% do seu catálogo sem perder nenhuma venda. http://umlivro.com.brA Câmara Brasileira do Livro representa editores, livreiros, distribuidores e demais profissionais do setor e atua para promover o acesso ao livro e a democratização da leitura no Brasil. É a Agência Brasileira do ISBN e possui uma plataforma digital que oferece serviços como: ISBN, Código de Barras, Ficha Catalográfica, Registro de Direito Autoral e Carta de Exclusividade. https://cbl.org.br

    Notícias Agrícolas - Podcasts
    Banco de Antígenos vai blindar pecuária brasileira

    Notícias Agrícolas - Podcasts

    Play Episode Listen Later Aug 3, 2026 9:00


    Banco de Antígenos vai blindar pecuária brasileira

    Bola da Vez
    Artur Jorge - Bola da Vez

    Bola da Vez

    Play Episode Listen Later Aug 1, 2026 56:50


    O Bola da Vez desta semana recebe Artur Jorge, técnico do Cruzeiro. Ele fala sobre futebol brasileiro, Seleção Brasileira, trabalho no atual clube, relembra trabalho no Botafogo e outros acontecimentos da vida profissional. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

    Brasil-Mundo
    Atriz brasileira leva Clarice Lispector aos palcos de Hollywood

    Brasil-Mundo

    Play Episode Listen Later Aug 1, 2026 6:52


    Clarice Lispector morreu em 1977 e agora, quase meio século depois, vive um renascimento literário impulsionado pelas redes sociais. O que antes era descoberto nas estantes das bibliotecas ou por indicação de professores, hoje viraliza em vídeos de poucos segundos ao redor do mundo.  Do saudoso Orkut ao TikTok, passando por Facebook, YouTube e Instagram, novas gerações têm encontrado, em uma das mais importantes escritoras brasileiras, uma voz surpreendentemente atual. Influenciadores literários, criadores de conteúdo e clubes de leitura online compartilham as frases marcantes de Clarice Lispector e ajudam a transformar suas obras em verdadeiros fenômenos internacionais. É nesse momento de redescoberta da autora brasileira de origem ucraniana que a atriz e produtora catarinense Bruna Fachetti, radicada em Los Angeles, sobe ao palco do Broadwater Theater, em Hollywood, para apresentar uma adaptação teatral de “A Hora da Estrela”, último romance de Clarice Lispector, publicado pouco antes de sua morte. Sob a direção de Alex Tietre, a montagem terá cinco apresentações entre o fim de julho e o início de agosto e pretende aproximar ainda mais o público norte-americano de uma das maiores obras da literatura brasileira. " ‘A Hora da Estrela' é um livro que sempre me tocou profundamente, desde que eu era pré-adolescente. Eu tive uma fase, nos meus 20 anos, em que li muitos livros de Clarice, e, para mim, esse sempre foi o que mais me tocou. Eu acredito que, como artista, a gente sonha com a nossa ‘hora da estrela', e Macabéa, personagem principal desse livro, sonhava também em ser artista de cinema. Mas, na verdade, ela não tinha essa consciência, pois se sentia invisível para o mundo, sem, de fato, poder desejar, sem ter essa permissão”, conta Bruna. A identificação com a personagem também ajudou a definir onde essa história deveria ganhar vida. Los Angeles, cidade conhecida por atrair pessoas do mundo inteiro em busca de fama e reconhecimento artístico, pareceu o cenário perfeito para apresentar Macabéa a uma nova audiência. "Achei que tinha tudo a ver com Los Angeles, porque é uma cidade onde muitas pessoas estão em busca da sua ‘hora da estrela' e também, às vezes, vivem, de certa maneira, com muita indignidade, trabalhando muito em condições talvez não muito dignas de sobrevivência e até sem perceber. Então, eu acho que essa história se conecta muito com a realidade de Los Angeles, que também pode ter um pouco a ver com a questão das aparências. Além disso, há muitas vozes maravilhosas, cada uma com a sua grandeza, que ainda não tiveram a oportunidade de se expressar ou que estão em busca dessa autenticidade ou do seu lugar no mundo." Clarice viraliza nas redes sociais As novas traduções para o inglês publicadas pela editora New Directions (2011–2015) contribuíram para apresentar Clarice Lispector a uma nova geração de leitores estrangeiros, mas a redescoberta ganhou força mesmo nas redes sociais, desde a era do Orkut. A comunidade literária do TikTok, conhecida como BookTok, levou Clarice a milhares de jovens leitores. Vídeos comentando ‘A Hora da Estrela', ‘Água Viva' e ‘A Paixão Segundo G.H.' acumulam milhões de visualizações e frequentemente descrevem a autora como uma experiência de leitura transformadora e impossível de explicar. Uma das responsáveis por esse movimento é a influenciadora norte-americana Courtney Henning Novak, que conquistou milhares de seguidores ao compartilhar sua jornada de leitura. Depois de descobrir Clarice Lispector, Novak passou a recomendar os livros, frequentemente, e a indicar a autora para quem busca uma literatura mais profunda. A influenciadora mora nos arredores de Los Angeles, e já anunciou nas redes sociais que está ansiosa e vai estar presente na performance, pois considera Clarice uma grande experiência. O reconhecimento da obra de Clarice também chegou às estrelas da Sétima Arte. Durante uma cerimônia de premiação no Festival de Cinema de San Sebastián, na Espanha, a atriz Cate Blanchett citou Clarice Lispector como uma das escritoras que mais admira, ajudando a apresentar seu nome a um público ainda maior. “Clarice, hoje, está em alta nos Estados Unidos", comenta Bruna, que percebe esse fenômeno de perto. "As pessoas ficam muito admiradas com a singularidade da sua escrita. Eu, quando liguei para a livraria Barnes & Noble, que a gente queria fazer um evento lá de divulgação da peça, a moça me falou ao telefone: ‘vendemos muito os livros da escritora brasileira; ela está trending'. Eu e o Alex Tietre, diretor da peça, fomos fazer a divulgação na Calçada da Fama, em Hollywood. Uma moça muito jovem estava com o namorado, os dois norte-americanos, e ela me viu segurando o livro e falou: 'Meu Deus, eu amo essa autora.' E aí a gente perguntou para ela de onde conhecia Clarice, e ela tinha ouvido falar em algum vídeo do YouTube". Uma história brasileira com alcance universal Enquanto novas gerações descobrem Clarice Lispector por meio de vídeos curtos, Bruna Fachetti aposta que a força de sua literatura continua exatamente onde sempre esteve: na capacidade de fazer o leitor olhar para dentro de si. A atriz acredita que a jornada de Macabéa, embora profundamente brasileira, fala diretamente com pessoas de qualquer nacionalidade e que o poder das obras está justamente na maneira como Clarice consegue revelar sentimentos universais de pertencimento, invisibilidade e esperança. A adaptação busca preservar a poesia do romance e explorar uma linguagem teatral baseada na imaginação, na luz, no figurino e na interpretação, sem abrir mão da essência da obra original. “A gente quer muito que essa peça chegue para além de um público que já foi conquistado por Clarice, a um público realmente que possa se beneficiar dessa história, dessa montagem, que queira fazer essa troca e que possamos compartilhar essa parte do nosso Brasil para um público novo”, afirma Bruna Fachetti.

    Resenha ESPN
    Em busca da identidade perdida - Resenha ESPN

    Resenha ESPN

    Play Episode Listen Later Aug 1, 2026 56:22


    No Resenha ESPN desta semana, Ricardo Drabuscky, ex-técnico, coordenador de base do Corinthians e professor da CBF Academy, foi convidado para contribuir sobre o momento atual da Seleção Brasileira, a falta de identidade dos atletas e o que pode ser feito para resgatar a força do Brasil no cenário mundial. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

    Morning Show
    Tragédia com vento em SP e RJ / Combate a golpes do Pix / Pix Pensão

    Morning Show

    Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 119:37


    Confira no Morning Show desta quinta-feira (30): O ex-jogador do Botafogo Tássio Maia dos Santos morreu após a queda de um muro provocada por fortes rajadas de vento no Rio de Janeiro. A bancada do Morning Show repercute a tragédia, o rastro de destruição no RJ e em SP e debate as constantes falhas do poder público na manutenção e prevenção de desastres nas grandes metrópoles. Ventos acima de 100 km/h provocaram mortes, desabamentos e apagão no Rio de Janeiro. O repórter Rodrigo Viga traz detalhes do caos na capital e no estado, onde quase 500 mil pessoas seguem sem energia elétrica após a forte tempestade. A bancada do Morning Show analisa a tragédia e os gargalos na infraestrutura urbana. Em reação às falas de Javier Milei e após reter o embaixador brasileiro em Brasília, o presidente Lula (PT) afirmou que não aceitará interferência estrangeira nas eleições. O repórter Marco Viana traz os bastidores do Itamaraty, e a bancada do Morning Show analisa o desdobramento da crise diplomática com a Argentina e o tom adotado pelo governo. O presidente da Argentina, Javier Milei, assinou um decreto que proíbe a entrada ou determina a expulsão de estrangeiros que promovam mensagens de ódio ou discriminação contra argentinos. A bancada do Morning Show debate a nova medida, os reflexos no turismo, as recentes manifestações de hostilidade e o impacto para os brasileiros no país vizinho. O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) anunciou que desistiu de ser suplente na chapa de André do Prado ao Senado por São Paulo. Em publicação nas redes sociais, ele afirmou ter tomado a decisão após consultar advogados. A bancada do Morning Show analisa os bastidores políticos da decisão e os impactos para o cenário eleitoral da direita paulista. O impasse entre o senador Cleitinho e a cúpula do Republicanos ameaça a união da direita nas eleições em Minas Gerais. O Morning Show debate os bastidores dessa disputa política, a indefinição da chapa e a ascensão de nomes apoiados pelo governador Romeu Zema (Novo) no cenário eleitoral mineiro. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) firmaram parceria para agilizar a recuperação de dinheiro e investigar fraudes financeiras digitais. Sancionada pelo governo federal, a lei do "Pix Pensão" autoriza a transferência automática do valor da pensão alimentícia cobrado pelas instituições financeiras. A repórter Danúbia Braga explica as regras para o bloqueio de saldos e ativos e a comunicação imediata à Justiça Mesmo com as tentativas do governo federal e o programa Desenrola 2.0 para renegociação de dívidas, os dados do BC revelam que a inadimplência entre pessoas físicas atingiu 5,6% em junho. A bancada do Morning Show analisa o impacto dos juros altos no bolso dos brasileiros, a eficácia das medidas governamentais e os rumos da economia nacional. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

    Esporte em Discussão
    Arbitragem revolta em vitória do Palmeiras; Flamengo mal; Ancelotti dá entrevista!

    Esporte em Discussão

    Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 119:10


    No Bate-Pronto desta quinta-feira (30), a vitória do Palmeiras voltou a colocar a arbitragem no centro das atenções. Os lances polêmicos da partida geraram muitas reclamações e dividiram opiniões, enquanto o Verdão ampliou sua vantagem na liderança do Campeonato Brasileiro. O programa também analisa a atuação abaixo do esperado do Flamengo, que segue em busca de maior regularidade na temporada. Além disso, Carlo Ancelotti concedeu entrevista e falou sobre temas importantes envolvendo a Seleção Brasileira, movimentando o noticiário do futebol. A equipe repercute as principais declarações do treinador, debate seus planos para o futuro e traz toda a análise dos assuntos que dominaram o dia no esporte.

    Esporte em Discussão
    Fla e Palmeiras jogam hoje; Neymar diz que não joga mais pela Seleção; Ancelotti volta

    Esporte em Discussão

    Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 120:15


    No Bate-Pronto desta quarta-feira (29), o dia é de decisões e grandes debates no futebol. Flamengo e Palmeiras entram em campo e o programa projeta os desafios das duas equipes, analisa as prováveis escalações e discute o que esperar de mais uma rodada importante da temporada. Além disso, Neymar surpreende ao afirmar que não pretende mais defender a Seleção Brasileira, declaração que reacende o debate sobre seu futuro com a Amarelinha e o legado deixado pelo camisa 10. O programa também repercute o retorno de Carlo Ancelotti, os desdobramentos dessa volta e os impactos para o planejamento da Seleção. Informação, análise e os principais bastidores do futebol brasileiro e internacional.

    Ticaracaticast
    EP 792 - TOMER SAVOIA

    Ticaracaticast

    Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 143:02


    Tomer Savoia é jornalista, influenciador e o torcedor símbolo da Seleção Brasileira. Com humor, viralizou nas Copas do Mundo e conquistou milhões de visualizações mostrando a cultura das arquibancadas e a paixão pelo futebol.

    Podcast do PublishNews
    432 - LITERATURA EM VOZ ALTA com Gustavo Falcão, Maria Manoella Roberto Bürgel com Vivian Vergal

    Podcast do PublishNews

    Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 47:21


    No episódio desta semana do podcast do PublishNews, vamos trazer um pouco da Casa PublishNews nesta 24a FLIP. com a mesa: LITERATURA EM VOZ ALTA: INTERPRETAÇÕES LITERÁRIAS EM ÁUDIO, os atores Gustavo Falcão e Maria Manoella conversaram com o músico e produtor Roberto Bürgel sobre a produção e narração de audiolivros com a mediação de Vivian Vergal, produtora de audiolivros na Companhia das Letras. eles discutem a arte da narração de audiolivros, suas diferenças em relação à contação de histórias tradicional e as experiências de narradores profissionais. Uma conversa que aprofunda o universo do áudio na literatura e sua importância cultural.A Casa PublishNews na Flip 2026 celebrou os 10 anos de programação paralela do canal na Festa em Paraty, com nova identidade visual, distribuição da Revista PublishNews #3, 24 painéis com 71 profissionais do mercado editorial, escritores e especialistas, e um público atento que preencheu todos os espaços da Casa entre a quarta-feira (22) e o sábado (25) Patrocínio Master de Câmara Brasileira do Livro (CBL), MVB América Latina e Transpo Express; Patrocínio Ouro de Bookwire Brasil, Carreira Literária, UmLivro e Via Lúdica; Patrocínio Prata de Alta Books, Intrínseca, Labrador Editora, Sextante e Skeelo; e Apoio de Abrelivros, Edições Sesc, Gráfica Viena, Great People Books, Nielsen BookData, Sindicato Nacional de Editores de Livros (SNEL), Suzano e Wave Studios. E a programação foi coordenada pela equipe do PublishNews, em conjunto com Fabio Uehara e Maria Carolina Borin.O podcast é oferecimento da: MVB América Latina Um livro, Câmara Brasileira do Livro, Gráfica Viena e Nielsen BookData — referência mundial em dados que impulsionam estratégias.Este podcast é um oferecimento da MVB América Latina! Onde a inovação e tecnologia impulsionam o mercado do livro. Com a Pubnet, você ganha eficiência, agilidade e segurança em cada pedido.E quando o assunto é metadados… metadados é com Metabooks! Porque, no fim das contas, o propósito da MVB é um só: levar os livros até os leitores! https://pt.mvb-online.com/Já ouviu falar em POD, impressão sob demanda? Nossos parceiros da UmLivro são referência dessa tecnologia no Brasil, que permite vender primeiro e imprimir depois; reduzindo custos com estoque, armazenamento e distribuição. Com o POD da UmLivro, você disponibiliza 100% do seu catálogo sem perder nenhuma venda. http://umlivro.com.brA Câmara Brasileira do Livro representa editores, livreiros, distribuidores e demais profissionais do setor e atua para promover o acesso ao livro e a democratização da leitura no Brasil. É a Agência Brasileira do ISBN e possui uma plataforma digital que oferece serviços como: ISBN, Código de Barras, Ficha Catalográfica, Registro de Direito Autoral e Carta de Exclusividade. https://cbl.org.br

    Itaú Views
    T8 #28 | Bolsa brasileira está atrativa no 2º semestre?

    Itaú Views

    Play Episode Listen Later Jul 27, 2026 30:09


    Mesmo em um ambiente de juros elevados e maior volatilidade global, o Ibovespa acumulou alta de cerca de 7% no primeiro semestre. Neste episódio, Daniel Gewehr, estrategista-chefe do Itaú BBA, explica os fatores por trás desse desempenho, comenta por que o time segue moderadamente positivo com a Bolsa e apresenta as principais oportunidades para o segundo semestre.Ao longo da conversa, Gewehr aborda o papel do fluxo estrangeiro, a influência da inteligência artificial na alocação global, o valuation atrativo do mercado brasileiro e detalha as quatro principais teses de investimento do Itaú BBA. O episódio também destaca empresas como Equatorial, Eletrobras, Multiplan, Iguatemi, BTG Pactual, Bradesco, Direcional, Rede D'Or, Petrobras, Gerdau e Embraer, além de trazer as expectativas para a temporada de resultados e os setores que merecem atenção.Relatório de Estratégia Moderação: Marcelle Gutierrez, Research do Itaú BBA. EmailInstagramTelegramYoutube

    Ilustríssima Conversa
    D. Kaufman e G. Beiguelman: Criatividade brasileira pode reinventar IA

    Ilustríssima Conversa

    Play Episode Listen Later Jul 25, 2026 58:57


    A IA vai dizimar o trabalho dos artistas e acabar com a arte? Ou nunca vai ser capaz de substituir os humanos porque as nossas mentes são, supostamente, excepcionais? Para Dora Kaufman e Giselle Beiguelman discutir as relações entre arte e IA nesses termos não faz sentido. Em "Tecnologias da Invenção", as autoras se recusam a contrapor pessoas e máquinas. Em vez disso, propõem que uma análise mais sofisticada deve levar em consideração que, há décadas, é impossível separar criatividade humana e tecnologia no terreno da criação artística e que a IA, com uma lógica de funcionamento e vieses próprios, muda os termos desse entrelaçamento. O livro traz conversas com artistas e o psicanalista Christian Dunker —os entrevistados falam sobre como usam chatbots e outras aplicações em seu processo criativo—, e as pesquisadoras defendem que a arte com IA não é só uma possibilidade, mas uma realidade atual. Kaufman e Beiguelman lembram que as bases de dados usadas para treinar IAs carregam as marcas do colonialismo e que big techs dos Estados Unidos e da China dominam o desenvolvimento da tecnologia. Ao mesmo tempo, indicam que a IA abre espaço para práticas artísticas que contestam essa ordem social e repensam o mundo de hoje. Na entrevista, as autoras também destacam o horizonte de precarização do trabalho e o papel do Brasil nesse cenário: o país, afirmam, pode se tornar uma fazenda de data centers ou virar a chave para produzir soluções que impulsionem a nossa diversidade cultural. Produção e apresentação: Eduardo Sombini Edição de som: Jéssica Cruz See omnystudio.com/listener for privacy information.

    3 em 1
    Flávio irá explorar trégua com Michelle durante convenção do PL em São Paulo

    3 em 1

    Play Episode Listen Later Jul 24, 2026 121:05


    No 3 em 1 desta sexta-feira (24), o destaque foi que a convenção nacional do PL irá acontecer no próximo sábado (25) e o evento irá oficializar a candidatura do senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL), que ainda não encontrou um nome para compor a chapa como vice. Apesar disso, Flávio conseguiu se reconciliar com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), após atrito que afetou a campanha. Reportagem: Misael Mainetti. O presidente da Argentina, Javier Milei, desembarca nesta sexta-feira (24) no Brasil para participar da convenção nacional do PL, que irá oficializar a candidatura do Senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. A expectativa é de que Milei irá fazer um discurso alinhado à direita Brasileira. Reportagem: Julia Fermino. A campanha do senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) mudou a estratégia e deixou de lado os atritos para passar a atacar a campanha de Lula (PT). A aposta agora é abordar temas como segurança pública e custo de vida. Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que irá fazer um “tesouraço” nos gastos do governo que segundo ele “atrasam o Brasil”. A medida é uma referência ao pacote motosserra de Javier Milei na Argentina. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, irá se reunir na próxima terça-feira (28) com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A pauta da reunião será a escalada do conflito entre EUA e Irã no Oriente Médio. Reportagem: Eliseu Caetano. O presidente Lula (PT) afirmou que o Brasil precisa investir mais nas Forças Armadas e na defesa nacional como um todo. Segundo Lula: “Há loucos pelo mundo querendo fazer guerra”. O presidente defendeu que o Brasil tem riquezas muito importantes como as terras raras e as florestas. Reportagem: André Anelli. O jornal britânico Financial Times publicou um artigo onde defende que o Brasil foi o país mais afetado pelo tarifaço americano. O jornal avalia que a tarifa brasileira subiu de 11% para 17,7%, o maior aumento entre os principais parceiros comerciais dos Estados Unidos. As lideranças do Republicanos defendem que o partido siga o mesmo caminho do PP e do União Brasil e adote a neutralidade nas eleições de 2026. Apesar disso, o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) segue sinalizando em busca de um apoio do partido. Reportagem: João Vitor Revedilho. O Partido Liberal oficializou nesta sexta-feira (24) a candidatura de Douglas Ruas ao governo do Rio de Janeiro. Na convenção partidária, Ruas fez críticas ao ex-governador do estado Cláudio Castro (PL), seu aliado. Reportagem: Misael Mainetti. O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) ainda não confirmou presença na convenção partidária que ocorre no próximo sábado (24). Cleitinho é o líder das pesquisas na corrida pelo Palácio Tiradentes e grande aposta do PL para formar o palanque no estado para a campanha do senador e pré-candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL). Reportagem: Rodrigo Costa. O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) ironizou a reconciliação entre o senador e também pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). Caiado afirmou que enquanto ele trabalha pelo futuro do Brasil, os eleitores acompanham o caso da família. Reportagem: André Anelli. O terreno do senador Jaques Wagner em Camaçari, na Bahia, valorizou 115 vezes em 26 anos. A valorização está relacionada à construção de uma rodovia que foi projetada pelo próprio senador em 2011 enquanto JAques era governador do estado. Reportagem: Beatriz Souza. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    Stock Pickers
    #334 POR QUE OS BANCOS SERÃO OS PRINCIPAIS BENEFICIADOS PELA IA

    Stock Pickers

    Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 69:26


    MAIS DE 40 ANOS DE MERCADO, UMA VISÃO AFIADA SOBRE BRASIL E UMA CARTEIRA CADA VEZ MAIS GLOBAL   Neste novo episódio de Stock Pickers, Lucas Collazo recebe Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, para uma conversa que mistura história, macro, Bolsa, câmbio, tecnologia e grandes lições de alguém que viu a indústria financeira brasileira nascer, amadurecer e mudar de cara várias vezes.   Entre os temas, Alfredo fala sobre o avanço dos ETFs, o impacto da inteligência artificial sobre setores inteiros da economia e explica por que acredita que os bancos podem ser os maiores vencedores dessa transformação. Num episódio cheio de opiniões fortes, Alfredo também passa pelo cenário macro do Brasil, pelas eleições de 2026, pelo pessimismo com o ambiente político e comenta os setores de que mais gosta na B3, os que evita — com destaque para sua visão crítica sobre construtoras — e traz uma leitura particularmente rica sobre câmbio, uma de suas especialidades.   Um episódio sobre mercado, mas também sobre experiência, disciplina, ciclos e sobrevivência. Daqueles em que a tese importa - mas a bagagem conta ainda mais.  

    Trivela
    #251 - Copa do Mundo: O que Fica para o Brasil? (Com Caio Bellandi)

    Trivela

    Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 108:31


    A Copa do Mundo acabou e agora podemos fazer um balanço do que vimos lá nos Estados Unidos, México e Canadá. O que fica dessa Copa? Como foi o desempenho do Brasil e qual é a nossa perspectiva daqui para frente, pensando em 2030? Com a participação de Caio Bellandi, do Lado B do Rio!CONHEÇA O LADO B DO RIO: https://www.youtube.com/ladobdorioSEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro! https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinNEWSLETTER! Nossa newsletter chega toda sexta aberta a todos com nossos textos sobre o que rolou na semana, e às terças com conteúdo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/Conheça o canal do Bonsa sobre Football Manager, BonsaFM: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Lobo sobre games, o Próxima Fase: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal de Leandro Iamin sobre a seleção brasileira, o Sarriá: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil

    Podcasts epbr
    Decisão do CNPE por 0,5% foi conservadora", afirma Yuri Schmitke, presidente da Abren | diálogos da transição 2026

    Podcasts epbr

    Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 9:50


    Nesta edição do Diálogos da Transição, gravada diretamente do Energy Summit no Rio de Janeiro, o estúdio eixos recebe Yuri Schmitke, presidente da Associação Brasileira de Energia de Resíduos (Abren). A entrevista aborda o cenário regulatório do biometano no Brasil, as metas de descarbonização e os avanços na recuperação energética de resíduos sólidos urbanos (RSU) como solução sustentável para os municípios. O executivo classificou como conservadora a decisão do CNPE de fixar em 0,5% a meta inicial de biometano no gás natural, afirmando que o setor já tem potencial para 1% ainda em 2026. Schmidt defendeu a diferenciação da matéria-prima no certificado CEGOB, pois a biodigestão pode evitar até 1.500 g de CO2 equivalente, muito acima da captura em aterros. Também destacou o projeto pioneiro da Bren H2A Bioenergia em Santa Catarina, com produção de biometano e CO2 biogênico a partir de dejetos suínos. Sobre recuperação energética de RSU, citou cinco usinas contratadas no país, incluindo Barueri (2026), e o potencial do Rio de Janeiro para duas grandes usinas de 5 mil toneladas/dia. ____________________

    ONU News
    Unicef Brasil nomeia jogador Endrick, do Real Madrid, seu novo embaixador 

    ONU News

    Play Episode Listen Later Jul 22, 2026 1:50


    Fundo da ONU para a Infância escolheu atleta da Seleção Brasileira para integrar time de estrelas ao lado da apresentadora e atriz Maisa da cantora Daniela Mercury e dos atores Lázaro Ramos e Bruno Gagliasso, além de Renato Aragão e a Mônica, da Turma da Mônica. 

    SBS Portuguese - SBS em Português
    Conheça a brasileira que celebra a cultura do país em eventos comunitários em Gold Coast

    SBS Portuguese - SBS em Português

    Play Episode Listen Later Jul 22, 2026 17:30


    Maria Heneghan começou a organizar festas e apresentações na comunidade para combater a solidão e fazer amigos. Doze anos depois, divide seu tempo livre entre a criação de fantasias e ações sociais que promovem, no sul de Queensland, elementos da cultura de sua terra natal.Maria Heneghan começou a organizar festas e apresentações na comunidade para combater a solidão e fazer amigos. Doze anos depois, divide seu tempo livre entre a criação de fantasias e ações sociais que promovem, no sul de Queensland, elementos da cultura de sua terra natal.Siga a SBS em Português no Facebook, X, Instagram e You Tube. Assine a 'SBS Portuguese' no Spotify, Apple Podcasts, iHeart Podcasts, PocketCasts ou na sua plataforma de áudio favorita.

    3 em 1
    Governo começa a se reunir com setores afetados pelo tarifaço

    3 em 1

    Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 120:59


    No 3 em 1 desta terça-feira (21), o destaque foi que o vice-presidente da República Geraldo Alckmin (PSB), acompanhado pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, e o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa, iniciou nesta terça-feira (21) as reuniões com os representantes dos setores atingidos pelo novo tarifaço americano. A intenção é buscar alternativas e entender como o governo poderá ajudar os setores. Na primeira reunião com representantes da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a associação se posicionou contrária à aplicação da Lei de Reciprocidade. Reportagem: Beatriz Souza. Apesar das manifestações oficiais do governo brasileiro sobre o tarifaço, nos bastidores a avaliação é de que as negociações com os Estados Unidos seguem travadas. A estratégia brasileira tem sido conversar com empresas americanas para que essas façam pressão no governo de Donald Trump. Reportagem: Eliseu Caetano. Um levantamento da Real Time Big Data sobre as intenções de voto nas eleições de 2026 mostra o atual presidente Lula (PT) liderando com 40%, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 33%. Outro levantamento interessante mostra um cenário de segundo turno entre o presidente Lula e o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), onde o petista aparece com 43% das intenções e Caiado na frente com 44%. O deputado federal Lindbergh Farias (PT) criticou a concessão do ‘green card' ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL). Lindbergh classificou a medida como uma recompensa por Eduardo ter articulado com aliados do presidente norte-americano Donald Trump contra o Brasil. O ex-deputado foi condenado por sua atuação de coerção contra autoridades brasileiras e teve seu mandato cassado. Durante a convenção da federação União-Progressista, o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) realizou diversos acenos ao presidente do PP, Ciro Nogueira. O gesto foi visto como uma tentativa de distensionar a relação com Ciro, e também de dar força ao nome da deputada federal Simone Marquetto (PP) para compor a chapa como vice. Na convenção estadual que aconteceu na última segunda-feira (20), a federação União-PP consolidou o apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência. No evento, Flávio realizou acenos ao diretório nacional do partido, em busca de apoios mais fortes à sua campanha. Reportagem: Misael Mainetti. Um interlocutor ligado ao presidente Lula (PT) revelou à reportagem da Jovem Pan que ainda não existe nenhuma decisão tomada com relação à ida do presidente em qualquer tipo de debate. A especulação é de que o presidente deve repetir a estratégia de 2022 e não comparecer a todos. Reportagem: André Anelli. A Polícia Federal realizou nesta terça-feira (21) a apreensão de carros de luxo atribuídos à Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como ‘Careca do INSS'. A apreensão ocorreu no Distrito Federal e faz parte de uma nova fase da Operação Sem Desconto. O plano de governo do ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao Governo de São Paulo,Fernando Haddad (PT), deve ser divulgado no mês de agosto. Interlocutores revelaram à reportagem da Jovem Pan que ainda devem haver reuniões para definir pontos nas áreas da saúde e da educação para tentar rebater o plano de governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos). Reportagem: João Vitor Revedilho. O presidente americano Donald Trump afirmou nesta terça-feira (21) que os Estados Unidos devem atacar a montanha de Pickaxe, que fica na região central do Irã. O local abriga o coração do programa nuclear do país. A Polícia Federal concluiu o processo administrativo disciplinar contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) e recomendou a demissão do cargo de escrivão por abandono. Reportagem: Julia Fermino. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    Brasil Paralelo | Podcast
    O QUE PODE ACONTECER NO BRASIL COM A GREVE DOS CAMINHONEIROS?

    Brasil Paralelo | Podcast

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026


    A partir de 13 de julho, uma nova greve dos caminhoneiros teve início, mobilizada por vários motoristas em todo o cenário nacional. A paralisação foi confirmada pelo presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim. O principal alvo dos protestos é o Senado Federal, com críticas diretas sendo direcionadas ao presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União). A insatisfação da categoria decorre da demora na votação da Medida Provisória 1.343, conhecida popularmente como "MP do Frete". Diante deste cenário de urgência, o fantasma da paralisação de 2018 volta a assombrar o país. Há alguns anos, uma greve de 11 dias gerou um efeito cascata que culminou em desabastecimento generalizado, com falta de combustível nos aeroportos, frotas de ônibus reduzidas, prateleiras vazias nos supermercados e um prejuízo que ultrapassou a marca de 15 bilhões de reais para a economia brasileira. Assista ao vídeo completo para compreender as consequências logísticas da paralisação atual, os entraves políticos e o real risco de faltar insumos básicos no Brasil.

    ONU News
    Brasileira de 13 anos quer mais empatia de líderes ao defender ação climática

    ONU News

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 5:07


    Ativista Mavi Brilhante é a participante mais jovem de um Fórum Político de Alto Nível da ONU; em entrevista à ONU News, ela falou da experiência e estimulou outros jovens a participar de debates e decisões sobre temas ambientais.  

    Boa Noite Internet
    O Império da IA — com Karen Hao

    Boa Noite Internet

    Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 63:50


    O Império da IA, com Karen HaoEm 2019 — tempos mais simples! — a jornalista Karen Hao foi fazer o primeiro “perfil” jornalístico da sua carreira, aquelas reportagens em que um jornalista passa dias acompanhando uma pessoa ou empresa, uma coisa meio biografia, meio retrato congelado no tempo.A tal empresa era uma startup do Vale do Silício, ainda pequena e desconhecida dos meros mortais como eu e você, mas que hoje é a mais valiosa da história: a OpenAI, também conhecida como “a criadora do ChatGPT”.A Karen Hao vendeu o projeto do perfil para o MIT Technology Review porque a OpenAI parecia, naquela época, uma startup diferente. O “open” no nome nasceu da visão de que inteligência artificial é um assunto tão importante para o futuro da humanidade que precisava ser explorado de um jeito aberto, compartilhando conhecimento com todo mundo, e mais preocupado em proteger esse tal futuro do que em só gerar lucro.Hoje, aqui direto de 2026, a gente já sabe que não foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a OpenAI se transformou numa empresa oficialmente voltada para o lucro como qualquer outra e chegou a ser processada por Elon Musk — um dos apoiadores iniciais do projeto — por quebrar essa promessa de ser ‘open'. Em maio, o Elno perdeu a causa, e a OpenAI agora se prepara para lançar as ações na bolsa e, pelos números atuais, já largar valendo mais de 1 trilhão de dólares.Mesmo em 2019, a Karen Hao sentiu que todo esse papo de “open” não era bem assim: segredos e competitividade em todas as conversas que ela ouvia na empresa. Publicou o tal perfil contando isso e o pessoal da OpenAI… não gostou muito. Achou que ela ia só falar bem deles, e a empresa cortou contato com ela por três anos.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.Até que, em maio do ano passado, ela lançou nos EUA o livro O império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total, que segue contando a história da OpenAI — e abre com a bizarra saída do Sam Altman, demitido do cargo de CEO por “nem sempre falar a verdade” ao conselho da empresa, para voltar quatro dias depois nos braços dos funcionários.Mas esse livro não é exatamente uma biografia da OpenAI. Para mim, é mais um retrato de todo o sistema empresarial em que vivemos hoje — inteligência artificial ou não. O importante é que ele acabou de sair no Brasil pela Editora Rocco, que me procurou para saber se eu queria entrevistá-la aqui no programa, aproveitando que ela veio participar do Esquenta do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. O congresso, aliás, acontece dia 30 de julho — vai lá no site da Abraji saber mais, quem sabe comprar seu ingresso.Mas enfim, claro que eu queria conversar com ela. Obrigado, Abraji, obrigado, pessoal da Rocco, pelo presente. Quem me conhece sabe que IA agora é um assunto muuuito importante no meu trabalho. Eu fico aqui tentando navegar o meio do caminho entre o fim do mundo exterminador do futuro e a utopia vendida por muita gente. Não acredito em nenhum dos dois cenários, falei disso com a Karen antes e durante a conversa. Mas no final da entrevista a gente volta para falar não só disso, como também de como o IA em Curso, minha comunidade de letramento contínuo em IA, se conecta com tudo. Com promoção? Pode ser. Quem ficar até o fim, verá.A entrevista foi gravada em inglês — a Karen também fala mandarim, mas não fala brazilian —, então vai funcionar assim. Se ouvir no áudio, vai ser a versão original, do mesmo jeito que foi com o Ted Chiang ano passado, para você botar o seu cursinho para trabalhar. Aqui no site boanoiteinternet.com.br você está acompanhando a transcrição completa traduzida, se quiser ler enquanto ouve. E no YouTube tem uma versão legendada. Assim, você entra na conversa do jeito que preferir.Combinado? Então, bora lá entender O Império da IA com Karen Hao, no Boa Noite Internet.Cris: Karen Hao, bem-vinda ao Boa Noite Internet.Karen Hao: Obrigada pelo convite.Cris: Que bom ter você aqui. Espero que o Brasil esteja te tratando bem durante a Copa do Mundo — a gente veio falar sobre isso. Hoje é dia de falar de futebol, de Copa do Mundo, quais são as chances de cada país. Mas a primeira coisa que você precisa saber sobre essa conversa é que eu não sou jornalista. Não sei fazer isso. Peço desculpas antecipadas à sua profissão e ao seu ofício.Além disso, você foi enganada. Eu não estou aqui pra te entrevistar. Isso aqui é uma sessão de terapia. Você vai me ajudar a superar meus traumas.Porque eu sou da… do que eu chamo de “geração esquecida” — sou geração X, nasci nos anos 70. Esquecida porque, nessa guerra de gerações, as pessoas esquecem que a gente existe, e isso é incrível, porque a gente causou muito estrago no planeta. O Elon Musk é geração X, então é só isso que você precisa saber sobre a minha turma. Gente como ele, ou como Marc Andreessen… eu cresci lendo e assistindo à ficção científica que dizia que tecnologia é a melhor coisa do mundo, que ciência e engenheiros são incríveis e vão nos levar pra um lugar incrível.Sou uma daquelas pessoas que, quando a internet surgiu, falou: a paz mundial está logo ali. O conhecimento a um clique de distância, o futuro vai ser incrível. E aqui estamos nós. Então, quando usei o GPT pela primeira vez, e depois o ChatGPT, fiquei super empolgado. Foi a primeira vez, desde a internet, que eu fiquei realmente empolgado.Tenho até uma certa fama de ser mal-humorado com tecnologia: Bitcoin é lavagem de dinheiro, Clubhouse não presta — e as pessoas, ah, Clubhouse é a próxima grande coisa. Mas quando a IA chegou, eu falei: isso é importante. Só que eu já não era mais aquela criança dos anos 70. Tinha crescido, tinha visto o que aconteceu com a internet, tinha trabalhado numa big tech. E estava em desespero com o sistema em que a IA estava sendo construída.Dito tudo isso, o seu livro, aqui, já nas livrarias, recebe provavelmente o melhor elogio que eu posso dar: é otimista. Não é uma lista de reclamações e gente má fazendo coisas más. Claro, você fala muito sobre a OpenAI — ela é o fio condutor da história, especialmente aqueles quatro dias em que o Sam Altman saiu e voltou. E é muito divertido de ler. Mas você toma o cuidado de ser otimista.E uma das coisas que você menciona é como as pessoas na OpenAI, e em todas essas empresas, dizem: “isso é inevitável, a gente tem que fazer”. Quero falar sobre isso. Mas a gente tem que começar pela pergunta que você provavelmente ouve em todo podcast, a do título — Império da IA. Por que império?E acho que essa pergunta é ainda mais relevante no Brasil, país do sul global, colonizado. Por que império da IA?Karen Hao: Antes de mais nada, obrigada por dizer que o livro é otimista. Muita gente não reconhece isso, mas é verdade. Eu escrevo com um profundo otimismo de que os danos que a gente vê podem mudar. Não faria o trabalho que faço se não achasse que as coisas vão mudar.Sobre por que eu uso a expressão império, ou império da IA: a forma como empresas como a OpenAI operam é impressionantemente parecida com a dos impérios antigos. Eu traço quatro paralelos no livro. O primeiro é que elas reivindicam recursos que não são delas — os dados das pessoas, a propriedade intelectual de artistas, criadores como você, jornalistas.Segundo, elas exploram uma quantidade extraordinária de mão de obra. Isso vale tanto para os trabalhadores da cadeia de produção de IA, mal pagos e maltratados, que ainda assim geram uma riqueza extraordinária para essas empresas, quanto para os trabalhadores cujos empregos são automatizados e cujos direitos são corroídos pela implantação dessas tecnologias em diferentes setores.A terceira característica é que impérios controlam os fluxos de informação na sociedade. Essas empresas censuram a pesquisa fundamental sobre essas tecnologias, o que limita nossa capacidade de entender as verdadeiras limitações e capacidades dos modelos que desenvolvem. E estão criando uma tecnologia de informação que tentam transformar no portal único pelo qual qualquer pessoa se relaciona com o mundo.Esse portal impregna as ideologias do Vale do Silício, seus sistemas de valores, sua língua, e projeta a hegemonia do inglês. Isso influencia boa parte do conhecimento que a gente vai produzir daqui pra frente, porque cientistas e educadores usam essas plataformas e acabam perpetuando essas mesmas ideologias e valores.E o quarto e último paralelo é que impérios sempre se agarram a uma narrativa existencial ou moral sobre por que precisam existir. Essas empresas fazem a mesma coisa. Dizem que são o “império do bem”, numa missão civilizatória de trazer progresso e modernidade pra toda a humanidade, competindo contra um “império do mal” que ameaça mandar a humanidade pro inferno.Quando você conversa com algumas pessoas dentro dessas empresas, ou que as lideram, elas dizem: se você nos deixar construir uma inteligência artificial geral, que elas de alguma forma moldam como um deus, a gente vai acabar numa espécie de utopia, um paraíso onde a mudança climática é resolvida, o câncer é curado, a pobreza é aliviada.Mas, se os caras maus conseguirem isso antes, a gente pode acabar com todos os humanos mortos — um risco de extinção pra todos nós.Cris: E eles vêm dizendo isso há quase dez anos, e ainda usam como ferramenta. A gente está num país que foi influenciado por três impérios ao longo da história: Portugal, Inglaterra e agora os Estados Unidos. Então a gente olha pra essas empresas de um jeito meio cínico: sim, sim, já conhecemos essa história.Mas, ao mesmo tempo, ano passado, o Pew Research Center fez uma pesquisa sobre como o mundo enxerga a IA, e o sul global é bem mais otimista do que o norte. Uma das razões é a ideia de democratizar — não só informação, mas: ah, finalmente eu posso montar uma startup, sair desse lugar de exploração e criar o unicórnio de um bilhão de dólares. Os números são grandes na China. Países em desenvolvimento veem muito mais benefício do que risco na IA.China, 83%. Tailândia, 77%. Holanda, 36%. Canadá, 40%. Será que a gente está deixando passar alguma coisa? A gente está certo? Isso está democratizando mesmo? Até que ponto?Karen Hao: Provavelmente tem duas razões. Uma é que muitos dos danos que a indústria de IA causa à maioria global são bem escondidos. Ela se esforça muito pra esconder como polui o ambiente dessas comunidades, como explora e devasta a mão de obra, deixando traumas psicológicos — como documento no livro.E, recentemente, li um artigo de opinião no New York Times que trazia um bom ponto: muitas economias desenvolvidas estão especialmente atentas ao potencial da IA de desmontar oportunidades de emprego de tempo integral. A gente começa a ver isso cada vez mais. Já na maioria global, muito mais gente vive em economias informais, e aí a ideia de que a IA vai tomar um emprego de tempo integral não pesa tanto.Então os danos mais visíveis — a erosão do emprego formal de tempo integral — pesam mais no norte global, ou pelo menos é lá que as pessoas se sentem mais ansiosas. E os danos invisíveis, que atingem o sul global, ninguém percebe tanto, justamente porque são invisíveis. É meio por isso que tanta gente sente essa divisão que aparece na pesquisa do Pew.Cris: Eu tenho acompanhado as notícias sobre IA no Brasil, e toda semana tem um novo data center sendo construído em alguma cidade. Isso é vendido como uma coisa boa: que ótimo investimento, gera emprego. E me fez pensar de novo — a gente passou por três impérios, mas algumas famílias no Brasil, e aposto que em outros lugares também, estão no poder há 500 anos ao longo da história do país.Então, ao mesmo tempo, a gente pensa: é, estamos sendo explorados, é a mesma coisa. Eu já não tenho emprego, então deixa eu usar essa tecnologia pra melhorar minha vida. Mas as pessoas que realmente tomam as decisões, de novo, nos últimos 500 anos, se perguntaram: como a gente ajuda esse pessoal a explorar nosso país de um jeito que nos mantenha no poder e nos dê muito dinheiro?Mas também foi verdade que, sei lá, a Volkswagen abre uma fábrica no Brasil e aquilo gera emprego, contrata gente pro chão de fábrica e pros escritórios. Como é que isso é diferente com a IA?Karen Hao: De certa forma, não é diferente. Existe um fenômeno parecido: a indústria de IA terceiriza muitos dos trabalhos que ela não quer dentro dos centros de poder, e joga isso pra comunidades empobrecidas, do mesmo jeito que outras multinacionais fizeram por décadas.Mas também é diferente, porque a escala dos impactos trabalhistas e ambientais da IA é completamente outra, muito maior que a da indústria automobilística ou da moda. E a velocidade é outra, porque são tecnologias digitais que atravessam fronteiras muito rápido.E é diferente porque a maioria das pessoas não percebe que a IA, mesmo sendo tecnologia digital, tem uma cadeia de suprimentos muito física e intensiva em mão de obra manual.Quando você compra roupa, café, um carro, é mais óbvio que existem materiais que precisam ser extraídos e depois manuseados por pessoas pra criar aquele produto. Já com a IA, a maioria aceita a narrativa que o Vale do Silício projeta: a de que isso vem da “nuvem”, desses espaços etéreos que parecem nem existir no planeta. E a verdade é exatamente o oposto.Ela depende de uma quantidade extraordinária de extração mineral. Depende da construção de infraestruturas enormes — data centers, instalações de supercomputação espalhadas pelo mundo. E depende de muita, muita mão de obra manual: trabalhadores de dados que limpam, preparam e moderam o conteúdo dos sistemas de IA que chegam até você quando usa o ChatGPT.É isso que a torna tão diferente. E há também uma ideologia completamente diferente sustentando a expansão da IA. Quando você conversa com executivos da moda, eles não vão dizer: se você não comprar nossa roupa, vai pro inferno.Já a indústria de IA diz: se você não nos deixar capturar cada vez mais terra, mais recursos e mais mão de obra pra produzir essas tecnologias, vamos ter uma destruição civilizacional. Isso é, ao mesmo tempo, retórica política usada como arma pra moldar o debate público e a cabeça de quem formula políticas, e também está enraizado num sistema de crenças — algumas pessoas dentro dessas empresas realmente acreditam que, se uma AGI fosse construída, e construída nas mãos erradas, isso levaria mesmo a esse tipo de destruição.E é isso que move a sede cada vez maior da indústria por mais capital, mais recursos e mais terra.Cris: Eu quero falar sobre AGI, mas antes: ano passado, a OpenAI estava sendo processada no Reino Unido por violação de direitos autorais, basicamente todos os livros do mundo digitalizados e usados pra treinar modelos. E um dos executivos disse ao júri: bem, se a gente não puder fazer isso, fecha as portas. Me chocou que muita gente reagiu com um “ah, tá, o que a gente pode fazer? Eles vão fechar as portas”.Em parte porque a gente já está acostumado com essa narrativa. Outro dia, numa conferência, um ex-CEO dizia: a gente teve que usar embalagem de plástico porque é mais barata que papel, senão prejudicaria nosso resultado. E a plateia reagia: ah, então é só fechar as portas — a sociedade não pode arcar com isso.Mas isso também, como você disse, se conecta à ideia de uma grande missão, uma missão de salvar o mundo, que a gente precisa cumprir antes que seja tarde, senão estamos condenados. OpenAI está literalmente no nome — só que em português não é tão direto: é “inteligência artificial aberta”.Foi criada a partir de um sonho, um projeto que era pra ser uma coisa pro bem comum. Em 2019, num tempo bem distante, antes da pandemia, você cobriu a OpenAI, foi até o escritório deles, ficou lá dentro. O que você viu? E, mais importante, como essa missão mudou? O Elon Musk os processou outro dia justamente por mudarem a missão. Isso alguma vez foi verdade? Em algum momento eles pensaram mesmo “ah, a gente vai salvar o mundo”?Como essa narrativa de ser aberta funciona com a OpenAI?Karen Hao: Quando comecei a cobrir a OpenAI, levei a sério o que eles diziam — que tinham sido recrutados com a missão de beneficiar toda a humanidade. E aí, quando me infiltrei na empresa, fui ficando bem mais cética, porque via como eles operavam de um jeito completamente diferente, portas adentro, do que diziam em público.Diziam que iam publicar todas as pesquisas e abrir o código de tudo, e na prática eram uma das organizações mais secretas que já cobri. Eram muitas discrepâncias, e, na época, presumi que tinha havido algum tipo de corrupção que os levou a abandonar a missão original. Depois de cobrir a empresa por mais alguns anos e de trabalhar neste livro, mudei de ideia até sobre a missão original.Não acho mais que ela era um esforço sincero e generoso de beneficiar a humanidade. A missão foi criada pra dar à empresa — na época, uma organização sem fins lucrativos — uma margem de manobra extraordinária pra depois levantar muito capital, acumular muito talento e perseguir a força motriz de verdade por trás de tudo aquilo: se tornar a força dominante no desenvolvimento de IA.E penso assim agora porque, quando você olha pras narrativas de cada nova empresa de IA no começo — a Anthropic, a xAI, a Safe Superintelligence do Ilya Sutskever, a Thinking Machines Lab da Mira Murati —, todas usam a mesma narrativa da OpenAI: nós somos os mocinhos, eles são os bandidos.É por isso que precisamos criar uma nova empresa que avance a IA do nosso jeito, não do deles. E você começa a perceber, por esse padrão, que eles repetem a mesma coisa em parte porque acreditam nela até certo ponto, mas também porque ela funciona muito bem com a imprensa, com o público, com quem formula políticas.No livro, eu reproduzo os e-mails internos que Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman trocavam nos primeiros dias da OpenAI. Eles tinham plena consciência de que estavam criando uma missão que soasse bem para o público. E o propósito de verdade, que também deixaram registrado nesses e-mails, era vencer o Google. Viam o Google como a força dominante em IA e queriam ser eles essa força.Não gostavam de ver o Google na frente, então inventaram justificativas: o Google é uma empresa com fins lucrativos, então nós vamos ser sem fins lucrativos. Mas, no fundo, acho que era puro ego: tem que ser a gente, não eles, a gente quer ser quem lidera isso.E aí passaram um tempão moldando essa missão pública, que acabou sendo super útil pra recrutar o primeiro grupo de pesquisadores e turbinar o avanço deles.Cris: Então agora é um bom momento pra falar de AGI, a inteligência artificial geral. Muita gente pergunta: o que é AGI? O que “geral” quer dizer? E a impressão que peguei lendo seu livro é que, por design, isso nunca fica claro de verdade, porque é um alvo móvel. Essas empresas um dia vão dizer “chegamos, alcançamos a AGI”? Ou o plano é sempre “não, não, ainda não chegamos, me dá mais dinheiro, me dá mais poder”?Qual é o papel da AGI na narrativa dessas empresas?Karen Hao: Já que a gente está falando de ficção científica, eu costumo usar a analogia de que o mundo da IA é meio como Duna. Em Duna, o personagem principal, Paul Atreides, entende, ao chegar no planeta Arrakis, que o povo de lá foi semeado com um mito: o de que um dia viria um Messias pra libertá-los. Ele sabe que é um mito, mas decide entrar nele e agir como se fosse o Messias pra controlar melhor aquele povo.E, vivendo, respirando e encarnando esse mito dia após dia, ele começa a perder a noção de que é um mito. Passa a se perguntar se o mito era mesmo verdadeiro ou se foi ele quem o tornou verdadeiro. É essa confusão entre mito e realidade — ele vive num espaço intermediário, sem ter mais certeza do que é verdade e do que é ficção.E trago isso pra responder sobre a AGI porque a AGI é, ao mesmo tempo, um mito e algo que os líderes e os trabalhadores dessas empresas vivem, respiram e encarnam dia após dia, a ponto de perderem a noção do que é mito e do que é realidade. É a ideia de um sistema de IA teórico que um dia igualaria as capacidades humanas. Só que a gente nem tem consenso científico sobre o que é inteligência humana.Por isso, de certa forma, por design, é um termo bem maleável, que deixa essas empresas fazerem o que quiserem. Elas definem e redefinem a AGI conforme a necessidade, movem a trave pra onde quiserem. E, ao mesmo tempo, isso é sustentado por uma crença genuína de certas pessoas lá dentro, por causa dessa confusão entre mito e realidade. Pelas minhas contas, a OpenAI já usou pelo menos quatro definições diferentes de AGI.A primeira está no site deles: “sistemas altamente autônomos que superam humanos na maioria dos trabalhos economicamente valiosos”. É uma definição de automação do trabalho — eles dizem, de forma explícita, que estão atrás dos empregos mais bem pagos. A segunda apareceu no contrato com a Microsoft, por um tempo a maior investidora deles: ali, a AGI virou um sistema que geraria 100 bilhões de dólares em receita.Ou seja, uma definição feita pra incentivar a Microsoft a investir. Já o Sam Altman disse ao Congresso que AGI é um sistema que cura o câncer e resolve a mudança climática — uma definição de benefício social, muito útil quando você quer que os reguladores não te regulem.E, por fim, quando falam com o consumidor, dizem que vai ser o melhor assistente digital que você já teve — porque, claro, estão tentando vender o produto.E aí você percebe duas coisas. Primeiro, que é um conjunto de definições completamente incoerente. Segundo, que eles trocam de definição conforme o público que querem convencer. Mas também tem gente nessas empresas que acredita de verdade que está construindo uma tecnologia capaz de dar conta das quatro coisas.Então é uma realidade bem confusa e complicada: o que a AGI de fato é, e pra que ela serve, para essas empresas, para a agenda delas e também para as crenças delas.Cris: Como ex-funcionário da Meta — entrei em 2013 —, a missão era unir o mundo e torná-lo mais aberto e conectado. É uma missão incrível. E tem uma coisa que eu sempre digo, porque muito amigo meu vem falar comigo, “ah, esse cara da OpenAI, ou a própria Meta, são maus”. Eu conheci muita gente na empresa. Nunca conheci uma pessoa mal-intencionada.Todo mundo, independente da missão, era gente boa tentando entregar o melhor produto possível, pra dar poder a quem tem um pequeno negócio, por exemplo. Tenho amigos pessoais que construíram a empresa deles em cima da publicidade do Facebook e do Instagram. E esse é justamente o problema, porque ainda assim é uma corporação muito má, pelo que ela causa ao mundo pra bater as metas de negócio.Ou seja, você não precisa de um vilão tipo Lex Luthor pra causar um estrago desse tamanho no mundo. E adorei a referência a Duna. Duna é engraçado: é o livro que eu mais reli na vida que não foi escrito pelo Tolkien. Li o primeiro Duna umas três vezes, e toda vez é como se fosse um livro diferente. Na primeira, eu era adolescente, e era só o Paul Atreides, o cara durão.Na segunda, eu morava no Canadá e li com olhos de estrangeiro, pensando em colonização. E na terceira vez foi quando os filmes do Denis Villeneuve saíram, e aí era: ah, o Bene Gesserit criou esse mito, isso é meio pós-moderno. Narrativamente, fico me perguntando o que vai significar pra mim se eu ler uma quarta vez.Karen Hao: Eu ia te perguntar isso. Quando você disse que cresceu numa época cheia de ficção científica falando das maravilhas da tecnologia, fiquei curiosa: que histórias você estava lendo? Porque muita coisa que saiu nos anos 70 e 80 dizia exatamente o oposto. E muita gente já apontou que os executivos de tecnologia de hoje, que vivem citando essas histórias, interpretam elas justamente ao contrário da intenção original.Cris: Concordo plenamente. Mas, respondendo: foi basicamente Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. E é por isso mesmo — os executivos de tecnologia, e o Elon Musk mais que todos, leem esses livros como receita, não como aviso. O livro de que eu mais me lembro, nem lembro o título, era um do Asimov em que ele descreve o elevador espacial que aparece na série da Apple TV, Fundação.E o enredo é: eu sou esse engenheiro brilhante, quero construir essa coisa no Sri Lanka, mas o governo trava tudo com regulação — eu sou um gênio e a regulação é a vilã. Hoje eu leio e penso: ah, sei. Mas, quando garoto, era só “olha, um elevador espacial, que genial, a gente nem precisa de foguete”. E aí você começa a entender. E aí eu parei de ler esses caras.E passei a ler gente com uma visão completamente diferente: o Ted Chiang, que entrevistei ano passado, a N.K. Jemisin, o Cory Doctorow, de quem sou muito fã. E talvez eles sejam mais explícitos, pra gente burra como eu entender: “não, bobo, a analogia é essa”. Mas Duna era incrível — vermes gigantes de areia, o tal garoto durão, e aquela coisa do “eu não aceito o meu destino”.Tenho esse grande destino, mas não quero ele. Do resto da série eu já não gosto tanto. Mas o mais importante de tudo: Duna gerou o melhor GIF de filme de todos os tempos, o “Lisan al Gaib” do Javier Bardem — que eu devia ter colocado durante a sua explicação, aquele “uau, ele está cumprindo a profecia, agindo como o profeta”.Mas, de novo, falando de vilões: você mencionou que essas empresas se colocam como o bem contra o mal, feito impérios antigos. Só que elas também jogam a carta da China, né? “Se a gente não fizer, a Rússia faz primeiro.” Só que a Rússia começou uma guerra e está ocupada demais. “Mas a China chega lá, e é por isso que a gente tem que ser fechado.” É por isso que Mythos e Fable e agora o GPT-5.6 foram proibidos pelo governo. Isso tem fundamento?Quero saber se é possível a China competir — quero mesmo essa resposta — mas também porque, desde toda essa conversa do Fable-Mythos, países como Índia e Brasil vêm dizendo que precisam de um modelo soberano. Dá pra fazer, ou a OpenAI, a Anthropic e o Google estão tão à frente que já não dá?Karen Hao: Sobre a China: você está certíssimo, o Vale do Silício usou por anos a carta do “e a China?” pra escapar de qualquer responsabilização de verdade. Fizeram muito isso na era das redes sociais.A Meta fez muito isso, com o Mark Zuckerberg dizendo ao governo dos EUA: vocês não podem nos regular, senão a gente perde. Mas, se a gente ganhar, vai ter um efeito liberalizante no mundo e nas democracias em todo lugar. E, infelizmente, o que a gente viu foi que jogar essa carta repetidamente produziu exatamente o efeito contrário do que o Vale do Silício prometeu.Uma das empresas de rede social dominantes dessa era é a ByteDance. Ou seja, mesmo sem regulação das redes sociais nos EUA, existe uma empresa chinesa de rede social bem dominante. E as redes sociais estadunidenses acabaram tendo um efeito antiliberal no mundo — é bastante consensual que enfraqueceram democracias em todo lugar. E aí, na era da IA, elas seguiram jogando a mesma carta.Mas o que eu sempre aponto é que a gente definitivamente não devia acreditar nelas. Já existe evidência significativa de que tudo o que elas dizem está, de novo, se provando o oposto. Elas disseram: não regulem a gente como empresas de IA, regulem a China, via controles de exportação — um mecanismo do governo dos EUA com alcance extraterritorial.Só que as empresas chinesas agora estão produzindo modelos de IA de código aberto extremamente eficientes, que viraram super populares no próprio Vale do Silício. Existe um monte de startup de lá que prefere usar modelo chinês a OpenAI, Anthropic ou Google.Então, nesse sentido, é um conjunto de evidências bem decisivo, acho, pra mostrar que a gente devia simplesmente responsabilizar essas empresas, não importa o que digam sobre “ah, vamos perder pra China”. No fim das contas, é só retórica política. Não é um argumento real que elas consigam sustentar pra escapar da responsabilização.Responsabilizá-las vai fortalecer a democracia pelo mundo, vai trazer mais direitos humanos, trabalhistas e de privacidade de dados pras pessoas — é sempre o contrário do que elas dizem que aconteceria. E, sobre a sua pergunta em torno da IA soberana: acho a ideia realmente importante, mas acho também que muitos países estão meio confusos sobre o que querem dizer com isso.Muitos governos, hoje, pensam a IA soberana pela pergunta: a gente consegue construir o nosso próprio ChatGPT? O nosso próprio grande modelo de linguagem, o nosso sistema de IA generativa? Estão olhando só pro modelo que o Vale do Silício já definiu e tentando descobrir como recriar aquilo.E o que eu digo pra quem formula políticas é: defina pra que a IA serve no seu país, no seu contexto. Quais são, no fim das contas, os objetivos do seu país? Os objetivos do seu povo? E também os nossos objetivos coletivos, entre países?Porque a gente tem, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Já definimos coletivamente que há coisas que precisamos resolver juntos: superar a crise climática, reduzir a pobreza, melhorar a educação.E, enquanto o Vale do Silício adora dizer que está fazendo tudo isso, na prática não está. Mas a gente poderia — poderia desenvolver, de forma colaborativa, sistemas de IA que realmente avançassem em cada um desses objetivos coletivos que já acordamos.E cada país também devia fazer o exercício: quais objetivos você quer alcançar, e que tipos de sistema de IA você poderia desenhar pra chegar lá — sistemas que talvez não se pareçam em nada com um grande modelo de linguagem. Se os países fizessem isso, acho que descobririam que a maioria dos sistemas de que precisam exigiria muito menos recursos.Ou seja, contextos como o Brasil, a Índia e outros, quando não precisam competir construindo essas infraestruturas de computação gigantescas e gastando centenas de bilhões de dólares, na verdade já têm, localmente, todos os recursos necessários pra desenvolver um sistema de IA soberano.Cris: Quando ouvi falar do seu livro pela primeira vez, uma amiga me disse que você não poupa ninguém — fala mal do Sam Altman, mas também do Dario Amodei. E as pessoas costumam escolher um lado. Eu sou time Claude, odeio o ChatGPT, essas coisas. Então cheguei no livro pensando: ah, é mais um livro dizendo que a IA é terrível, que a gente não devia usar IA.Mas, conforme fui lendo, e ouvindo outras entrevistas suas, me pareceu que o seu problema é justamente o que você acabou de descrever: a forma como essa tecnologia é feita. E, em especial, a palavra escala — a ideia de que a solução é a escala. O que você quer dizer com isso?Karen Hao: Eu costumo usar a analogia de que “IA” é como a palavra “transporte”: na verdade se refere a uma coleção de tecnologias que vão da bicicleta ao foguete. São tipos bem, bem diferentes de tecnologia, que exigem insumos diferentes pra se desenvolver e depois têm impactos diferentes na sociedade.E você está certo: sou especificamente crítica ao que chamo de “foguetes da IA”, os sistemas que os impérios da IA estão desenvolvendo, aqueles que exigem uma quantidade enorme de exploração de mão de obra e extração ambiental.E sou bem otimista com o que chamo de “bicicletas da IA”: sistemas especializados, eficientes, com bom custo-benefício, governáveis pelas pessoas, cujo desenvolvimento pode ser participativo. Países como o Brasil, o Chile, a Índia, qualquer contexto, têm recursos pra desenvolver e se autodefinir, em vez de simplesmente herdar um sistema criado pelos dois únicos centros do mundo capazes de gastar uma quantidade extraordinária de capital: o Vale do Silício e o ecossistema tecnológico chinês.E o motivo pelo qual eu acho tão corrosivo o que os impérios da IA estão desenvolvendo é exatamente o que você disse: a forma como eles fazem isso, por um mecanismo de força bruta pra avançar as capacidades da IA em escala. Eles vão simplesmente empurrando cada vez mais dados de treinamento nesses modelos, e isso exige corroer a privacidade das pessoas, tomar a propriedade intelectual delas e, ainda por cima, baixa a qualidade dos dados que entram nos modelos — o que leva aos danos de exploração de mão de obra, porque aí você tem que dar conta da moderação de conteúdo.E aí você tem pessoas psicologicamente traumatizadas por serem expostas a todo aquele conteúdo horrível que se tenta “lavar” através desses modelos.E aí vem o problema dessas infraestruturas de computação enormes, com impactos ambientais que aumentam a conta de luz das comunidades que as hospedam e agravam a crise de custo de vida. Elas precisam ser alimentadas por fontes fósseis, que jogam mais carbono na atmosfera e mais poluição no ar dessas comunidades.Então todos os problemas que eu identifico, no que têm de corrosivo, derivam inteiramente da abordagem deles pro desenvolvimento de IA. Por que não descartar a abordagem, em vez de descartar a tecnologia? Redefinir e redesenhar de que tipos de sistema de IA a gente precisa de verdade, com uma cadeia de suprimentos fundamentalmente diferente. E isso não é exclusivo da IA.A gente já viu muitas outras indústrias que começaram com uma cadeia de suprimentos bem ruim. A moda, por exemplo: muita degradação ambiental, muita exploração de mão de obra.Com muita organização, protesto, ação de consumidores, regulação governamental e cooperação entre governos, a gente conseguiu criar mercados novos pra moda sustentável e ética, cadeias de suprimentos novas e inovações pra fazer roupa mais saudável pras pessoas e pro planeta.E é basicamente isso que eu defendo: transformar a indústria de IA do mesmo jeito que transformamos a moda, e as cadeias de suprimento de alimentos. Assim a gente fica com os benefícios da tecnologia, ajuda ela a avançar os objetivos que importam pra gente, sem jogar uma fração enorme da população mundial numa condição atrasada e numa qualidade de vida pior.Cris: O Brasil está agora, no Congresso, discutindo a escala de seis dias por semana. A regra atual é: você trabalha seis dias e descansa um. E muitas empresas, o comércio principalmente, dizem “vamos fechar as portas”, e os trabalhadores respondem “isso é problema seu, não meu”. É mais ou menos a mesma narrativa dessas empresas de IA: se eu não usar a sua água, a Idade das Trevas está chegando.Falando em Idade das Trevas, e falando em bicicleta: a sua analogia me lembrou uma coisa. Eu gosto de jogo de zumbi, de mundo aberto, e em nenhum deles tem bicicleta. Num desses jogos, instalei um plugin que deixava andar de bicicleta — você acha uma e sai pedalando. E aí entendi por que não tem bicicleta: desbalanceia tudo. Parte da graça do jogo é você precisar achar um carro, e daí pneu, gasolina, comida pra carregar. De bicicleta, você vai a qualquer lugar.E eu pensei: ah, é. Meio que estraguei o jogo pra mim, porque agora tenho uma bicicleta, é incrível. Enfim, em termos práticos: no fim do ano passado, uns meses atrás, a revista Wired publicou um artigo pedindo pra jornalistas de tecnologia contarem como usam IA no trabalho. E cada um usava de um jeito. Você usa IA no seu trabalho? Como?Karen Hao: Eu não uso nenhum sistema de IA generativa no trabalho — nem ChatGPT, nem Gemini, nem Claude. Por três motivos. O primeiro é uma postura ética, depois de tanto investigar essas empresas. O segundo é privacidade de dados: eu investigo essas empresas.Não quero que elas conheçam todo o meu raciocínio enquanto eu apuro o livro, literalmente investigando elas. E o terceiro é que, no meu caso específico, a força do meu trabalho está na capacidade de construir relações fortes com as fontes, pela empatia, e de contar histórias envolventes, pela narrativa. E os grandes modelos de linguagem simplesmente não são a ferramenta certa pra nenhuma das duas coisas.Não vão melhorar a minha empatia nem a minha escrita. Então eu não perco nada com essa postura ética: simplesmente corto essas ferramentas e sigo fazendo o meu trabalho muito bem. Pra outros jornalistas pode ser diferente, e pra quem está em outras áreas o cálculo pode ser outro.Mas eu incentivo as pessoas a pensarem primeiro: quais são as suas forças no trabalho? Quais são os seus objetivos? E aí ir de trás pra frente pra descobrir se a IA é a ferramenta certa, qual tipo de IA é a ferramenta certa, e qual fornecedor você quer de fato usar, apoiar, votar com os pés. Agora, eu uso, sim, IA preditiva.Aquelas ferramentas de IA especializadas, as “bicicletas da IA”, digamos. No livro, tinha um detalhe que eu queria muito ilustrar: como a OpenAI deu um salto quando passou de organização sem fins lucrativos a um empreendimento bancado pela Microsoft. Percebi que as cadeiras do escritório ficaram bem mais caras. Então fotografei as cadeiras de um escritório e as do outro.E joguei tudo na busca reversa de imagens do Google, que é um sistema de IA especializado — não é baseado em grandes modelos de linguagem, não é IA generativa. Assim descobri quanto essas cadeiras costumam custar. No primeiro escritório, cerca de 2 mil dólares por cadeira. No segundo, eram cadeiras de um designer brasileiro famoso, uns 10 mil dólares cada.Coloquei esse detalhe no livro pra ilustrar o tipo de riqueza e de concentração de recursos de que a gente está falando. Esses são alguns dos jeitos como eu uso IA, ainda que de forma bem limitada, sempre pontual, quando acho que vai ajudar. E, claro, uso ferramentas de transcrição por IA — outra IA especializada — em todas as minhas entrevistas.Cris: Essa foi uma das partes em que a minha cabeça explodiu, eu nunca tinha percebido: a OpenAI criou o Whisper. Deixa eu dizer de outro jeito, do meu ponto de vista. A OpenAI liberou abertamente essa ferramenta incrível de transcrição, o Whisper, em que eu jogo o áudio e ela me devolve as palavras que as pessoas disseram. E eu pensei: ah, que generoso da parte deles.Mas o motivo real de terem criado a ferramenta foi pegar todos os vídeos do YouTube, transcrever e alimentar a máquina. E aí é: ah, claro. Enfim, falando de ferramentas e de otimismo — a gente está chegando ao fim da conversa. Eu tenho uma regra desde o episódio dois deste programa, há oito anos: de novo, como eu disse do seu livro, não pode ser só uma lista de reclamações e coisa ruim. E a gente tem se saído bem até aqui.Você falou de caminhos e de bicicletas, mas eu quero ser mais específico. Se isso aqui fosse uma reunião de negócios: qual é o plano de ação, quais são os próximos passos? Só que uma das coisas que eu repito bastante, na vida e neste programa, é que problema sistêmico não se resolve com ação individual. Se eu tomar banhos mais curtos, isso nunca vai salvar o planeta do aquecimento global.E muitos amigos meus simplesmente: não quero falar de IA, não quero usar IA. Voltando aos videogames: leram que tal jogo usa IA e pronto, não vão jogar. E a minha primeira pergunta pra você é: como a gente ocupa esses espaços da IA generativa — ChatGPT, Gemini e por aí vai? Porque o que a gente viu com as redes sociais foi: ah, o Facebook é do mal, vou sair do Facebook. Ah, vou sair do Twitter.E, na esperança de quê, sei lá, talvez alguém diga: ah, sinto falta do Cris, cadê ele? Ah, está no Bluesky. Mas isso deixa o espaço aberto pra os radicais entrarem e postarem o que quiserem, sem ninguém contrapor ou tornar aquilo um lugar melhor. Então como a gente ocupa o espaço da IA — seja qual for a definição de “espaço da IA” que você preferir — com todos esses problemas que a gente vem discutindo?Karen Hao: Acho que tem duas categorias de ação pra gente pensar. Uma é desmantelar o império. A outra é investir e construir novos tipos de sistema de IA, que se tornem alternativas às tecnologias do império. Quando eu digo desmantelar o império, não estou dizendo que quero que a OpenAI, o Google, a Anthropic, seja quem for, simplesmente deixem de existir.É que eu não quero que elas sejam imperiais. Não quero que fiquem extraindo uma quantidade extraordinária de valor sem redistribuir nada em troca. Se elas voltassem a ser negócios que praticam uma troca justa de valor com o mundo, eu ficaria perfeitamente feliz com qualquer tecnologia que estivessem desenvolvendo.E a forma de desmantelar o império, acho, se resume a muita organização de base, que vai pressionar os governos a regular e responsabilizar essa indústria. No último ano, a gente viu uma quantidade incrível dessa organização de base florescendo pelo mundo.Recentemente, lancei com um grupo de jornalistas, pesquisadores de IA e acadêmicos críticos um projeto chamado AI Resist List, que busca documentar parte dessa organização de base pelo mundo. A gente encontrou cerca de 30 exemplos, de todas as regiões, de ações individuais, institucionais e movidas pela comunidade.Tinha ação artística, ação política. E isso mostra bem o seu ponto: não dá pra contar só com a ação individual, mas o indivíduo pode, sim, ter impacto. Até uma ação pequena pode gerar um grande efeito cascata. Claro que se juntar com os vizinhos pra protestar contra o data center é ainda mais eficaz. Se juntar dentro da sua escola ou universidade pra protestar contra a parceria dela com uma empresa de IA também é mais eficaz.Se juntar com os colegas de trabalho de um setor pra barrar a adoção de uma IA que corrói os direitos trabalhistas é mais um jeito eficaz. A gente tem um monte desses exemplos. Um dos meus favoritos é o de uma comunidade sobre a qual escrevi no livro, Quilicura, no Chile, na periferia de Santiago. É uma comunidade da classe trabalhadora, bem pobre, que vem sendo alvo incessante da expansão de data centers.E por isso protestaram de forma bem aguerrida contra essa expansão, porque não acharam bom negócio hospedar essas instalações sem tirar nenhum benefício, enquanto elas consomem uma parte significativa dos recursos naturais da região.E, logo depois que escrevi sobre eles, foram além na resistência e criaram uma plataforma chamada Quili.ai. É um site em que você entra e que parece um chatbot, parece o ChatGPT: tem uma interface de chat pra você digitar. Só que, quando você faz uma pergunta, em vez de um modelo de IA responder, a mensagem é encaminhada pra alguém que mora em Quilicura, no Chile. Aí, se você pede “quero a imagem de um cachorro”, aquilo vai pro artista local deles, o Benji. Ele pega um pedaço de papel, desenha um cachorro, tira uma foto e te manda de volta.Eles fizeram isso essencialmente como um projeto de arte performática, pra fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de usar IA generativa pra bobagem. A mensagem era: ei, quando você fica brincando com essas ferramentas em pedido besta, isso afeta comunidades como a nossa, drena os recursos de que a gente precisa pra viver bem.E também queriam levar as pessoas a pensar: por que não perguntar pra alguém da sua própria comunidade aquela receita que você procurava, ou pedir aquela imagem? Porque aí você reconstrói as conexões que estão tão em falta na sociedade — a falta delas é o que nos deixa mais vulneráveis a esse tipo de colonização do império.Eles deixaram o projeto aberto por 24 horas, e qualquer pessoa no mundo podia mandar um pedido. Receberam uma quantidade extraordinária deles. Viralizou de vez. E essa cidadezinha conseguiu uma virada enorme de narrativa sobre a suposta inevitabilidade e necessidade dessa tecnologia, sobre tudo o que o Vale do Silício diz — que, se você não usar, vai ficar pra trás de quem usa.E esse é só um exemplo, entre muitos, de como pessoas comuns, não importa a sua posição na sociedade, podem ter impacto real no debate, na consciência pública e até na regulação. A gente está vendo isso agora com os protestos contra data centers. Nos EUA, em 2025, cerca de 150 bilhões de dólares em projetos de data center foram travados.Isso virou uma das questões políticas mais quentes nos EUA para as próximas eleições de meio de mandato. Tem gente eleita sendo literalmente tirada do cargo por ter aprovado data centers, contrariando a vontade do povo. E isso já está tendo efeito real sobre as empresas e sobre a trajetória do desenvolvimento de IA.A OpenAI teve que encerrar recentemente a sua ferramenta de geração de vídeo, o Sora. Quando lançaram, apresentaram como o segundo produto mais importante desde o ChatGPT. O que aconteceu entre o lançamento e o fim? Uma reportagem do Wall Street Journal apontou três motivos, todos moldados por ação de base. Um: um gargalo enorme de capacidade de computação.Muitos dos data centers travados ou parados eram da OpenAI. Dois: um cenário financeiro bem mais incerto. A OpenAI está se preparando pro IPO, o que significa ficar mais exposta a Wall Street — e Wall Street está cada vez mais nervoso com a capacidade dessas empresas de cumprir o que prometem.E aí a OpenAI teve que reforçar alguns projetos paralelos pra fazer o balanço parecer um pouco melhor aos olhos de Wall Street. E, terceiro: os consumidores simplesmente não estavam usando o produto — o que também é ação coletiva de consumidores. Então, por todo esse tipo de resistência, de várias formas, de baixo pra cima, as pessoas estão de fato tendo impacto real na indústria e responsabilizando ela.Essa é a primeira categoria de ação. A segunda é: ok, que tecnologias de IA a gente usaria como alternativa? E aí a gente precisa investir mais nelas. Muitas vezes, quando converso sobre o livro, a pessoa diz: ok, me convenci de que não quero usar ChatGPT, não quero usar Claude — mas então uso o quê no lugar?E o problema é que eu não tenho muitas respostas pra essa lista de alternativas. Tem umas poucas aqui e ali, uma plataforma, uma empresa.Cris: Dá pra rodar o modelo no seu próprio computador, como o Cory Doctorow faz, mas aí é limitado e…Karen Hao: Exatamente, exige mais habilidade técnica. Mas, pra quem consegue instalar modelos de código aberto no próprio computador, eu incentivo 100%. Só que a gente também precisa de mais gente desenvolvendo interfaces bem fáceis pra esses modelos de código aberto, pra que qualquer pessoa consiga usar.A gente também precisa de mais gente desenvolvendo “bicicletas da IA”, de investidores e governos investindo mais nesse tipo de solução, e de talento — pesquisadores de IA, desenvolvedores e outras pessoas dispostas a sacrificar um pouco e abrir mão dos pacotes de remuneração enormes.Cris: Eu estava começando a achar que agora as empresas precisam ter menos lucro — e isso nunca vai acontecer.Karen Hao: Não, não é a empresa ter menos lucro. É o trabalhador topar abrir mão do pacote de milhões de dólares pra levar o talento dele pra outro lugar. Mais fácil, bem mais fácil. Eu converso com muito pesquisador de IA cansado da abordagem da indústria, porque ela é completamente sem criatividade intelectual.Eu conversei com pesquisadores que não passaram seis anos num doutorado em IA só pra ficar empurrando mais dados na máquina — pra eles, é o trabalho mais chato do mundo. E depois automatizar a programação, que era justamente o que eles gostavam de fazer. Converso com tanta gente que já não acha graça nenhuma nisso. Estão meio presos por “algemas de ouro”.E estão tentando descobrir, dentro de si, que carreira alternativa poderiam ter. Eu costumo incentivar esses pesquisadores a gastar o talento deles construindo um tipo diferente de empresa, que trabalhe com “bicicletas da IA”. E a gente já começa a ver cada vez mais desse talento indo por aí.E a gente precisa que todas as facetas da sociedade invistam num ecossistema muito mais robusto e rico de tecnologias de IA, capaz de substituir as que hoje dominam. Eu ainda tenho as cicatrizes das minhas próprias “algemas de ouro”, mas concordo plenamente.Cris: E as redes sociais são o exemplo — veja o que aconteceu com elas. Tem aquela frase famosa: as mentes mais brilhantes da minha geração passam o tempo fazendo as pessoas clicarem em anúncios. E ainda dizem: ah, isso pode ser o futuro. Pois é.Você contou a história do Quili.ai e isso me lembrou um dos primeiros criadores de conteúdo do Brasil, o Cid Não Salvo. Uns 10, 15 anos atrás, ele tuitou o seguinte: “Gente, eu disse pro meu pai que, sempre que ele precisar pesquisar alguma coisa na internet, é pra ir no Twitter.com e digitar a pergunta na caixa”. E olha que ele tinha milhões de seguidores.E, por uns bons dias, quase um mês, você entrava no Twitter do pai dele e via perguntas tipo “onde eu compro pizza?”. Era engraçadíssimo. No fim, ele contou pro pai — ou talvez não. Mas eu adoro essa ideia. Antes de a gente terminar: você já deve ter respondido isso mil vezes, mas vai continuar cobrindo IA? O que está na sua cabeça, o que vem por aí? Turnê mundial? O que vem pela frente?Karen Hao: Com certeza estou pensando em como continuar responsabilizando essas empresas. Estou envolvida em várias colaborações, com gente incrível, em diferentes projetos ligados a isso. O AI Resist List foi um deles. Também co-criei um programa chamado AI Spotlight Series, com o Pulitzer Center, uma organização jornalística sem fins lucrativos que financia jornalismo investigativo pelo mundo.É um programa que treina jornalistas do mundo inteiro a cobrir IA por uma lente de responsabilização. Até agora, já treinamos mais de 3 mil. E eu sigo pensando em como construir mais capacidade dentro do jornalismo, da sociedade civil, de outros contextos, pra mobilizar ainda mais essa organização de base — pra conter de verdade os impérios da IA e ajudar a desmantelá-los.Cris: Adorei o seu exemplo da moda. É possível, já foi feito. Ou até a indústria automotiva. Ou o grande exemplo que a gente não mencionou, e que o pessoal da OpenAI vive citando: o Projeto Manhattan, a energia nuclear.O mundo não acabou. Quando eu era criança lendo Asimov, achava que ia tudo acabar num fogo nuclear. Enfim — alguma última palavra, alguma mensagem, algum palpite pros jogos do Brasil na Copa, alguma coisa que você queira dizer antes da gente encerrar?Karen Hao: No fim das contas, o que eu espero que fique desta conversa e do livro é o seguinte: neste momento, o Vale do Silício está concebendo a IA como um projeto político. E a característica central desse projeto é tirar a autonomia de todo mundo — a autonomia de moldar de verdade o próprio futuro e o nosso futuro coletivo. Mas, no instante em que você reconhece que já tem uma autonomia significativa pra resistir, o império começa a desmoronar.Então espero que as pessoas encontrem a própria voz, a afirmem, conquistem o seu lugar à mesa e se conectem com os vizinhos, com a comunidade, com os colegas de trabalho, pra criar mais movimentos juntos.Cris: Que ótimo. Karen Hao, o seu livro é O Império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total. Obrigado por vir ao Brasil conversar com a gente. Foi um prazer.Karen Hao: Muito obrigada.Uma das primeiras perguntas que anotei quando comecei a pensar nessa conversa foi justamente a do final, a da ocupação de espaços. Porque, como eu disse, quando as redes sociais chegaram para ficar, muita gente falou “ah, não vou usar, é do mal” — e aí as pessoas ruins, vamos chamar assim, acabam ocupando esse espaço e falando o que bem entendem. A gente precisa aprender essa lição agora, no mundo da IA.Fora que vejo muita gente falando de IA sem nunca ter usado — ou que usou, sei lá, dois anos atrás, acha que continua tudo igual e já diz que não quer chegar perto.E por quê? Porque essa abordagem de ocupar espaços é o que eu e a Ana Freitas buscamos fazer no IA em Curso, nossa comunidade de letramento contínuo em IA. Foi, aliás, uma conversa que tive com a Karen antes da entrevista: ao mesmo tempo que a gente fala do impacto da IA no mundo, também precisa focar no que é prático, no que dá para fazer hoje com IA, sem vender sonho nem desastre. A analogia que usei foi a de que é que nem quando a gente fazia curso de Word e Excel — é o que eu faço agora que vai facilitar minha vida, me fazer ganhar tempo, botar a IA para me ajudar. Quem viu minha conversa com a Ana aqui no Boa Noite Internet, no fim de 2025, sabe do que estou falando. Se não viu, volta lá e confere.Desde que a gente lançou este episódio, o IA em Curso já passou de 400 pessoas. Tem muita gente colocando projetos pessoais incríveis na rua, tirando do papel aquela ideia que rondava a cabeça há um tempão. E a comunidade tem mentoria ao vivo, aula gravada, newsletter, banco de agentes, grupo de Telegram… que mais? O que não falta é jeito de passar para você o conhecimento sobre IA de que você precisa hoje, agora. Quero te dar a bússola para navegar nesse universo.Se esse é o tipo de abordagem que você quer ter com a IA, passa lá no iaemcurso.com.br e usa o cupom BNI2026 para ganhar 20% de desconto no plano anual. Mas corre, porque daqui a duas semanas vou apagar esse cupom — não é todo dia que a gente dá um desconto desses.É isso. Boa Noite Internet, temporada 2026 começando — como todo ano, com mudança, ideia, projeto. Ou, como diz minha citação preferida de todos os tempos: “vivemos uma fase de transição, como sempre”. Espero ver você por aqui e lá no IA em Curso.Obrigado pelo seu tempo e pela sua atenção. Até o próximo episódio. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe

    Jornal da Manhã
    Jornal da Manhã - 19/07/2026 | Flávio Bolsonaro chama Lei Maria da Penha de “pedaço de papel” / Michelle Bolsonaro nega ser vice de Zema

    Jornal da Manhã

    Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 181:33


    Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (19): As inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) terminam neste domingo (19). O Ministério da Educação (MEC) havia ampliado o prazo para as inscrições até as 23h59 deste domingo. Para esta edição, são disponibilizadas 75,5 mil vagas, distribuídas em 1.274 instituições privadas de educação superior para ingresso em 28.741 cursos e turnos. A inscrição deve ser efetuada no Portal Acesso Único ao Ensino Superior. Reportagem: Danúbia Braga. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou uma solicitação para que o presidente da Argentina Javier Milei visite o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar. Milei deve comparecer ao lançamento da candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. Para Nelson Kobayashi, a restrição de comunicação não deveria existir. “A pena dele é de restrição da liberdade. Ele não tem pena de se calar”, comentou. Os partidos iniciam a definição oficial de seus candidatos que disputarão as eleições em outubro. O prazo para a escolha dos nomes vai até o dia 5 de agosto. Em entrevista ao Jornal da Manhã deste domingo (19), o cientista político Marcio Coimbra explica o peso das convenções partidárias no início da disputa eleitoral. A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) se manifestou contra a nova taxação de 25% dos Estados Unidos a produtos brasileiros. De acordo com a Abiplast, a medida pode prejudicar diretamente a competitividade do Brasil no setor. Reportagem: Julia Fermino. O pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) afirmou que a definição do seu candidato a vice pode acontecer somente após as convenções partidárias. O prazo final estipulado para a homologação das chapas eleitorais segue até o início de agosto. Zema também ironizou a escolha do PT para a disputa do governo de Minas Gerais, Patrus Ananias. Reportagem: Camila Yunes. Os textos de quatro medidas provisórias não foram votados dentro do prazo constitucional e perderam a validade. Duas delas são projetos relacionados ao preço dos combustíveis. Um deles buscava manter segurar o preço nas bombas. Reportagem: André Anelli. O conflito entre Estados Unidos e Irã se intensificou e chegou a oitava noite de bombardeios. Os novos ataques ocorreram após a morte de dois soldados americanos. O professor de Relações Internacionais, Marcus Vinicius de Freitas, falou sobre a escalada da guerra em entrevista ao Jornal da Manhã neste domingo (19). O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) criticou a Lei Maria da Penha e a classificou como um “pedaço de papel”. Flávio defendeu o endurecimento da pena para agressores e afirmou que a defesa das mulheres é pauta da direita. A declaração ocorreu durante evento do PL no Espírito Santos. Reportagem: André Anelli. O voto dos jovens entre 16 e 24 anos de idade tornou-se alvo estratégico das pré-campanhas à Presidência da República. Neste sábado (11), dados revelaram uma oscilação na liderança do segmento, indicando um recuo de Flávio Bolsonaro (PL) e um avanço de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A estratégia não é executada por acaso, uma vez que este público pode decidir uma eleição polarizada, conforme analisou o comentarista Nelson Kobayashi. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) afirmou, neste sábado (18), que não existe possibilidade de integrar a chapa do pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo). Ela repercutiu a uma declaração do ex-governador de Minas Gerais, que afirmou que Michelle é uma das opções para compor o cargo de vice em sua chapa. Zema também afirmou que o nome escolhido será divulgado após o período de convenções. Reportagem: André Anelli. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    Jornal da Manhã
    Jornal da Manhã - 18/07/2026 | Moraes marca depoimento de Flávio Bolsonaro no STF

    Jornal da Manhã

    Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 240:15


    Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (18): O presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional , Nelsinho Trad (PSD) pede respostas ao governo Lula sobre a aplicação da Lei da Reciprocidade como resposta ao tarifaço de 25% imposto pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. A iniciativa busca entender como o governo federal está colocando a lei em prática e se os mecanismos do Congresso são suficientes para proteger os interesses comerciais do Brasil. Por outro lado, o governo brasileiro adota cautela e descarta retaliação aos EUA neste momento. Reportagem: Beatriz Souza. A carne brasileira está fora do tarifaço de 25% imposto pelo governo dos Estados Unidos a produtos brasileiros. O alívio, no entanto, é parcial. A China segue como principal preocupação do setor. O país mantém salvaguardas sobre a carne bovina brasileira com validade de três anos. Reportagem: Bruno Pinheiro. O conselho do governo federal aprovou o aumento na mistura de etanol na gasolina vendida nos postos do país. A medida tem validade de 180 dias, mas pode ser prorrogada. Reportagem: Marco Vianna. O Congresso Nacional iniciou o recesso com projetos importantes travados. Devido ao período eleitoral, pautas como o fim da escala 6x1 e “pautas-bombas” podem ser adiadas. Reportagem: Marco Viana. O Tribunal de Contas da União (TCU) autorizou a concessão de novos penduricalhos financeiros para integrantes do Congresso Nacional. A decisão do tribunal desafia o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) e abre caminho para um reajuste salarial indireto de até 15%. Reportagem: Marco Viana. Os Estados Unidos confirmaram a aplicação de uma nova tarifa de 25% sobre parte das exportações do país, afetando principalmente os produtos industrializados brasileiros. O economista Ricardo Balistiero analisa neste sábado (18) os impactos reais da medida do governo Donald Trump na inflação e na balança comercial nacional. O Ministro da Fazenda, Dario Durigan, pediu o adiamento da votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria novos benefícios para agentes comunitários. O tema é considerado uma “pauta-bomba” uma vez que o impacto fiscal estimado é de até R$ 30 bilhões. Reportagem: Marco Viana. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou o depoimento do senador Flávio Bolsonaro (PL) para o dia 28 de julho. A decisão do magistrado atende a uma investigação em andamento na corte sobre suspeita de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Reportagem: André Anelli. A pauta climática e as eleições foram os temas centrais da entrevista de Sônia Guajajara ao Jornal da Manhã deste sábado (18). As pautas indígenas e as eleições de 2026 foram um dos temas abordados na conversa, A parlamentar criticou o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e o classificou como “aprendiz”. A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) prevê um plano de R$ 130 milhões para diversificar o mercado de exportação do Brasil. A medida estratégica do órgão visa mitigar as perdas causadas pelo novo tarifaço imposto pelo governo dos Estados Unidos. Reportagem: André Anelli. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    99Vidas - Nostalgia e Videogames
    99Vidas 729 - Na TV: Programas Sensacionalistas da Televisão Brasileira Anos 80, 90 e 2000

    99Vidas - Nostalgia e Videogames

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 69:44


    Essa semana, Jurandir Filho, Felipe Mesquita, Evandro de Freitas e Bruno Carvalho mergulham no universo dos programas mais sensacionalistas da TV brasileira dos anos 80, 90 e 2000. Ratinho, Casos de Família, Programa do João Kléber, TV Fama, Aqui Agora, Cidade Alerta, Brasil Urgente e tantas outras atrações que misturavam barracos, fofocas, crimes, testes de DNA, pegadinhas e muito exagero para conquistar milhões de espectadores.Essa é mais uma edição da nossa série Na TV!⭐ Quer mais 99Vidas? Apoie e escute + de 400 episódios exclusivos. Assine agora em ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠99vidas.com.br/bonus⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Acompanhe o 99Vidas:➡️ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Site⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Twitter⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Youtube⁠

    Os Pingos nos Is
    Senado aprova aposentadoria especial para agentes de saúde

    Os Pingos nos Is

    Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 118:30


    Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (14):No editorial do programa Os Pingos nos Is desta terça-feira (14), o apresentador André Marsiglia voltou a falar da decisão do ministro Alexandre de Moraes, que proibiu o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, por 90 dias após a leitura de uma carta. Marsiglia aponta um grave erro de interpretação jurídica na medida: as restrições impostas ao ex-presidente o proíbem de usar redes sociais, mas não impedem que terceiros utilizem seus próprios canais para divulgar suas ideias ou ler suas cartas. Ainda segundo sua análise, a decisão do STF abre margem para que o caso seja explorado politicamente por Flávio para sensibilizar seu eleitorado. "Se o Judiciário vai entrar de sola nessas eleições, que entre com o pé direito. Ou melhor, entre com os dois", conclui. A Pesquisa Futura/Apex divulgada nesta terça-feira (14) mostra que a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) é desaprovada por 52,3% dos brasileiros e aprovada por 35,9%. Outros 11,8% dos entrevistados não souberam responder. O levantamento apresenta a percepção da população sobre o desempenho da Corte. A bancada do Os Pingos Nos Is comenta os números. Um levantamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aponta que nove de 29 partidos brasileiros sobrevivem de doações eleitorais, principalmente de seus filiados. Isso ocorre porque as siglas não possuem acesso ao Fundo Partidário ou recebem recursos insuficientes para cobrir suas despesas. Reportagem: André Anelli. A Polícia Federal (PF) concluiu um dos inquéritos sobre desvios em aposentadorias e indiciou o ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Antônio Stefanutto, o ex-procurador-geral da autarquia, Virgílio Antônio Ribeiro Filho, o ex-diretor de benefícios André Fidelis e outros investigados por suspeita de corrupção. A Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep) criticou a proposta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), idealizada pelo presidente da Corte, ministro Nunes Marques, de criar um "Selo de Acurácia Eleitoral". A iniciativa visa premiar os institutos de pesquisa que apresentarem maior proximidade com o resultado oficial das urnas. Reportagem: Thaís Sprovieri. A defesa de Mauro Cid se reuniu com o empresário e ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, na Papudinha, em Brasília, onde está preso. O encontro irritou os advogados de Vorcaro. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

    Posse de Bola
    #668: Virada histórica da Argentina de Messi na Copa! CBF confia em Ancelotti para superar erros

    Posse de Bola

    Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 88:23


    O Posse de Bola desta quarta-feira (8) analisa, ao vivo, o futuro de Carlo Ancelotti na Seleção Brasileira e a classificação polêmica da Argentina sobre o Egito na Copa do Mundo.

    Posse de Bola
    #667: EUA e Cristiano Ronaldo fora da Copa; Neymar vai se aposentar da seleção?

    Posse de Bola

    Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 87:14


    O Posse de Bola dessa terça-feira (07) analisa o fim da era CR7, o futuro de Ancelotti na Seleção Brasileira e o pedido de Neymar por estabilidade na CBF. Participe agora do chat ao vivo e debata com Juca Kfouri, Casagrande e Mauro Cezar os favoritos ao título e as polêmicas da Copa.

    Posse de Bola
    #666: Qual o maior erro no fracasso do Brasil? Futuro da seleção brasileira com Ancelotti

    Posse de Bola

    Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 86:48


    Eduardo Tironi, Arnaldo Ribeiro, Mauro Cezar, Juca Kfouri, Danilo Lavieri, Casagrande e PVC debatem os reflexos da derrota do Brasil para a Noruega, qual o maior erro da seleção brasileira, o trabalho de Ancelotti e a projeção do futuro após o fracasso na Copa do Mundo

    Podcast 45 Minutos
    COPA DO MUNDO 2026: TUDO SOBRE O QUADRANTE DO BRASIL E AS PRINCIPAIS CAMPANHAS ATÉ AQUI

    Podcast 45 Minutos

    Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 53:09


    A Copa do Mundo 2026 entra em sua fase decisiva, e o 45 Minutos faz um raio-x completo do quadrante do Brasil no mata-mata. Fred Figueiroa, Cassio Zirpoli e Lucas Liausu analisam o caminho da Seleção Brasileira, os possíveis cruzamentos até a final, os riscos do chaveamento e as principais campanhas da Copa até aqui. […]

    O Assunto
    Homeschooling e o papel das escolas na educação brasileira

    O Assunto

    Play Episode Listen Later Jun 30, 2026 26:47


    Convidada: Marina Fragata Chicaro, diretora de Políticas Públicas na Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal. Em 2022, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei que regulamenta a educação domiciliar para crianças e adolescentes no Brasil – na época, o homeschooling era uma das bandeiras do então presidente Jair Bolsonaro em busca da reeleição. A proposta foi ao Senado onde está parada. Mas deve se mover, e logo. Senadores do campo conservador articulam para apresentar nesta terça-feira (30) um pedido de urgência para o projeto. Com isso, o texto iria diretamente para votação em plenário sem que haja discussão em comissões parlamentares. Caso seja aprovado, o PL autoriza pais e mães a darem aulas de educação básica ao ensino médio em casa para seus filhos. Em 2018, o Supremo Tribunal Federal decidiu sobre o tema: a prática não é ilegal, mas precisa de uma lei regulamentar para ser permitida – exatamente o que está em jogo no Congresso. Neste episódio, Natuza Nery entrevista Marina Fragata Chicaro, da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, sobre a educação domiciliar e o papel das escolas na formação de crianças e adolescentes. Marina explica o que está no PL e analisa os argumentos favoráveis e críticos ao homeschooling.