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“Afro Renaissance, entre o legado e as transformações” é a exposição que nos desafia a entrar e descobrir uma parte daquilo que se poderia entender como uma das alas do rico e imenso palácio que é a arte contemporânea africana.O renascimento proposto pelo conjunto de obras seleccionadas apresenta múltiplas cartografias que, no fundo, nos convidam a reflectir sobre como um manifestar artístico plural pode ser uno e sem fronteiras. Em “Afro Renaissance”, patente na Oficina de Artes Manuel Cargaleiro, no Seixal, Portugal, o poder das obras, pinturas e fotografias, assinadas por artistas consagradíssimos e revelações de Angola, Cabo Verde, Nigéria e São Tomé e Príncipe, é o bilhete para a viagem que nos resgata ao presente, remete para um ponto algures num passado e nos projecta no futuro. A RFI falou com a curadora da exposição, Alexandra Martins, e com o fundador da plataforma Afrikanizm Art, produtora da exposição, João Boavida. RFI: O que é a Afrikanizm Art? João Boavida: A Afrikanism Art é uma plataforma de impacto social e cultural focada em promover tudo o que é arte contemporânea africana juntando artistas independentes, galerias, coleccionadores e clientes numa só única plataforma. Faz exposições em Angola e em Portugal e faz trabalhos com marcas também. O intuito é promover, educar e criar oportunidades para todo o ecossistema e, com isso, encontrar aqui uma valorização de todo o ecossistema. RFI: Está direccionada a todo o continente africano? João Boavida: Todo o continente africano e estamos neste momento a crescer para a diáspora, para os artistas afro-brasileiros e os artistas afro-americanos. Temos 220 artistas de 18 países africanos neste momento. Vamos juntar todo este ecossistema da africanidade e das suas raízes numa só plataforma. RFI: Alexandra Martins, curadora da exposição, como é que foi construída, como é que foi pensada esta exposição? Alexandra Martins: Segue um bocadinho aquilo que já se tinha iniciado com o Afro Renaissance em Angola, que foi a primeira edição deste ano. Aqui em Portugal também com muita consciência de que estávamos a abrir um novo caminho, um novo percurso, que era a nossa colaboração com as galerias. Portanto, partimos da reunião das obras de galerias que nós próprios seleccionámos e, de algum modo, juntámos com aquele que era o trabalho de artistas independentes que já trabalhavam connosco e muitos deles também iniciaram essa colaboração este ano. RFI: Qual é o conceito que está por trás da exposição Afro Renaissance? Alexandra Martins: Afro Renaissance é muito o diálogo entre o passado e o presente. Portanto, os artistas são levados a reflectir um bocadinho sobre essa questão e depois a produzirem artisticamente sobre essa questão. Neste caso específico é Afro Renaissance entre o legado e as transformações. Portanto, nós temos aqui, no fundo, três salas que fazem um percurso. A primeira muito avançada para ir delineada para o passado. Portanto, esta reflexão contemporânea sobre. A segunda sala pega na identidade e como é que ela pode ser transformada numa linguagem muito mais diferenciada. Portanto, uma perspectiva mais surrealista. E a terceira numa perspectiva absolutamente contemporânea. Aqui também, por exemplo, temos a fotografia que reflete um bocadinho esse percurso. RFI: Os trabalhos que estão aqui, uns foram pensados, criados propositadamente para a exposição, mas outros não? Alexandra Martins: Sim. Na primeira sala, por exemplo, temos dois artistas que criaram especificamente para esta (exposição), que é o Casca, com quatro obras, e a Micaela Zua, que faz colagens e é a primeira exposição que ela integra no início da carreira dela. São seis míni-colagens que ela faz. E o Júnior Jacinto também, fez quatro obras para esta exposição, separando-as na primeira sala e na segunda sala. O resto é uma forma de nós enquadrarmos obras de artistas com quem nós já colaborávamos, com a This is Not a White Cube e também com o trabalho de coleccionadores para esta exposição. RFI: Falando dos mercados internacionais, como é que está a aceitação destes artistas? Como é que os mercados estão a reconhecer o valor da arte contemporânea africana quando chega o momento de vender ou ir a leilão? João Boavida: Contra factos não há argumentos. O mercado transacciona em arte, a nível global de artes e antiguidades, 67,8 mil milhões. No entanto, a arte contemporânea africana é muito jovem num mercado já tão antigo. E também é um mercado que tem bastante preconceito. É um mercado que durante muito tempo viveu à porta fechada, não era um mercado democrático. Está a haver uma grande transformação por parte dos coleccionadores e de transição destas colecções mais antigas para novos coleccionadores que vêm à procura de coisas frescas. Está a haver uma mudança de comportamento com maior número de galerias. Isto abre um pouco o ecossistema. A arte contemporânea africana é recente, está num processo ainda de valorização internacional e só representa 1% a nível mundial. Ou seja, existe aqui, claramente, um problema, um desafio, mas também uma oportunidade. O problema é que nós precisamos de mostrar e de educar o que é a arte contemporânea africana, porque muita gente ainda pensa que é o pôr-do-sol, é uma cabana, é o elefante. E, na realidade, se nós olharmos aqui à volta, nós temos aqui várias linguagens, várias correntes artísticas. Aquilo que nós queremos numa exposição, e por isso é que o africanismo faz exposições, é que as pessoas consigam viajar dentro destes vários caminhos e digam “ah, não sabia que isto era a arte contemporânea africana”, “não sabia que isto existia”. É este o papel educativo que nós todos temos que fazer para valorizar este percurso. Temos que escalar para mais países porque há falta de informação e de data sobre o mercado. Transacções, artistas, galerias que também dêem confiança aos coleccionadores para investirem. Agora, há trabalho que está a ser feito. O Metro (Metropolitan Museum of Art) este ano está a investir 70 milhões de dólares em renovar o seu serviço de arte contemporânea africana, vemos as feiras como a 1 54 ( Contemporary African Art Fair) em Londres, Nova Iorque e Marrakech a fazerem um processo de evangelização muito grande, vemos a Art X Lagos que é uma feira que está a educar e transformar, porque há um papel educativo dentro do continente para gerar os coleccionadores locais, porque mesmo dentro dos coleccionadores locais há um processo de educação que tem que acontecer para que não vejam como arte como a que é vendida nos mercados informais, nós estamos a falar de artistas de galeria. E depois começar a desafiar e passar este processo de educação também aos artistas. A Bienal de Veneza é um fenómeno de credibilização brutal, vimos a ganhar representatividade ano após ano, tendo atingido o grande epicentro este ano mas, infelizmente, a curadora africana faleceu. No entanto, o trabalho dela já estava feito para esta Bienal e a verdade é que abriu aqui a porta para ainda mais artistas. Passámos, do ano passado, de uma representatividade de 50%, para este ano em que já estamos a falar provavelmente de 80%. Apesar de ainda não terem saído os relatórios, é mais ou menos isto que é esperado em termos daquilo que vão apresentar nos vários pavilhões. Só que há aqui um trabalho grande. Os mercados que mais consomem a arte são, em primeiro lugar os Estados Unidos que representam 40% do mercado, depois temos Inglaterra, que acaba por ser um mercado transaccional financeiro, temos a França, com ligações às ex-colónias e acaba por ter aqui já um trabalho há mais tempo, e depois a China que também está a crescer muito naquilo que é o consumir a arte e já começa também a receber arte contemporânea africana com algum trabalho que vem a ser feito tanto por leiloeiras como por feiras como a arte de Basileia. RFI: Renaissance vai ficar por aqui ou há a perspectiva de avançar para outras latitudes, para outros países? João Boavida: Temos três países claros na nossa missão, no nosso roadmap. Os Estados Unidos, a França e o Dubai é onde nós queremos escalar a nossa presença, através da presença física com as exposições, seja com a Afro-Renaissance como com a Intersections que são os dois conceitos que nós temos da autoria própria da Afrikanizm. RFI: E para quem quiser saber mais sobre a Afrikanizm Art e as diferentes iniciativas ou como vos contactar, como é que pode fazer? João Boavida: Através do nosso website do afrikanizm.com e também das redes sociais do Instagram, do Facebook, LinkedIn e, depois, também, se quiserem, podem-se inscrever na nossa newsletter e receber aqui vários artigos de blog dos nossos curadores, das galerias, do trabalho dos artistas. Vejam aqui algumas das obras expostas: Link plataforma Afrikanizm Art : https://www.afrikanizm.com/?srsltid=AfmBOoohb87065ZpmPXKbQfqtcMBX_8Y_BpCYGFi3T4yJpjUqaBk47if
A Bienal dos Quadrinhos de Curitiba convidou a artista israelense Rutu Modan para vir ao Brasil durante o evento. Embora a artista não tenha se posicionado a favor do massacre promovido pelo país dela contra a Faixa de Gaza, quadrinistas de todo país tem contestado a falta de posicionamento político dela a respeito de um tema tão urgente. Frente a isso, o coletivo Quadrinistas Uni-vos está junto com a Federação Árabe Palestina do Brasil (Fepal) para pressionar a Bienal a tomar uma atitude em relação a esse caso. Quem explica e Conversa Bem Viver são os artistas Maju Monteiro e Diego Mendes
Andrea Pinheiro é presidente da Fundação Bienal de São Paulo e conselheira do MASP, da Vivo e do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Com mais de 30 anos de atuação no mercado financeiro, soma experiências em funções de governança, cargos de alta gerência e liderança de equipes. Foi sócia-fundadora do BR Partners, um dos principais bancos de investimento independentes do Brasil, onde respondeu por toda a gestão operacional, além de participar do Conselho de Administração e de comitês executivos. Anteriormente, foi diretora do Banco BMC, tendo conduzido sua transformação em uma instituição de nicho, com atuação especializada em crédito consignado, segmento no qual se destacou entre os líderes. Ainda no BMC, comandou seu processo de venda ao Bradesco, em 2007. Possui graduação e MBA em Administração de Empresas, esse último cursado na Universidade de Nova York, e especialização em Governança Corporativa pela Wharton School. Antes de ser eleita presidente da Fundação Bienal, Andrea Pinheiro havia atuado em sua diretoria entre 2019 e 2022.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Luanna Bernardes destaca a presença inspiradora de três garis na Bienal do Livro do Rio que transformaram suas histórias de vida em literatura.
O Roda Viva entrevista o escritor Raphael Montes.Fenômeno na literatura brasileira atual e um dos destaques da Bienal do Livro Rio 2025, Raphael já escreveu diversos livros consagrados, como Jantar Secreto, O Vilarejo e Bom Dia, Verônica, sendo que este último virou produção audiovisual. Montes também assina a novela Beleza Fatal, um sucesso no streaming, além de A Menina Que Matou os Pais e O Menino que Matou Meus Pais. No programa, o jovem escritor carioca, de 34 anos, fala sobre sua trajetória e novos projetos na literatura e TV/Streaming.Nesta edição, participam da bancada de entrevistadores: Daniel Salles, jornalista, Edu Carvalho, colunista da Agência Colabora; Fernanda Talarico, repórter do UOL; Paula Carvalho, apresentadora; e Walter Porto, editor e colunista de livros da Folha de S.Paulo.Com apresentação de Vera Magalhães, as ilustrações em tempo real são de Luciano Veronezi.#TVCultura #RodaViva #RaphaelMontes #Literatura #Brasil #Cinema #TV
O Atlas Histórico-Econômico do Brasil no Século XIX é uma obra que foi lançada na Bienal do Livro Rio 2025, publicada pelo Conselho Editorial do Senado em parceria com a Editora da Universidade Federal Fluminense (EDUFF). O livro está entre os semifinalistas do 2º Prêmio Jabuti Acadêmico 2025 , na categoria Prêmio Especial de Divulgação Científica. Raul Grilo, coordenador do estande da Livraria do Senado na Bienal do Livro Rio 2025, comenta a participação da obra no Prêmio Jabuti e faz um balanço sobre o significativo sucesso da Livraria do Senado no evento, que atingiu relevante número de vendas e de público. Ouça a entrevista.
Marina Dutra é escritora, advogada e uma eterna contadora de histórias. Apaixonada por romances que misturam fantasia e realidade, ela se inspira em mundos mágicos como os de Studio Ghibli e nos enredos complexos de Christopher Nolan para criar suas narrativas. Autora dos livros independentes 'Belar' e '24h Para Correr', Marina lançou 'Sonho e Pesadelo', seu primeiro romance publicado por uma editora tradicional, que já vendeu mais de 10 mil exemplares e se tornou bestseller na Bienal do Livro de São Paulo. Paulistana, mãe de gatas e dona de uma estante sempre cheia, Marina vive entre a advocacia e a literatura, provando ser possível viajar no tempo quando se tem uma boa história para contar.=======
Penseira: Bienal do Livro no Rio #11Pra matar a saudade durante a semana, toda quarta-feira tem o Penseira , um episódio rapidinho só pra dar aquele gostinho!MANDE SUA CORUJA PARA: mundopottercast@gmail.comRedes: @mpottercast @ithasant e @rodriguesph PIX: mundopottercast@gmail.comEdição: Itamar SantosRoteiro: Paulo RodriguesApresentado por Itamar Santos e Paulo Rodrigues
Descubre la increíble historia de Cándida Höfer, la fotógrafa alemana que revolucionó la manera en que vemos los espacios vacíos. Con su estilo único, precisión técnica y una mirada profundamente humana, Höfer convirtió bibliotecas, teatros y palacios en auténticas obras de arte… sin necesidad de incluir a una sola persona en sus fotos.
Diretor Victor Sarmento fala também sobre a exposição que está sendo organizada para a Bienal do Livro de Alagoas.
Neste episódio literário, Paulo, Thiago, Rafael, Chuvisco e Arthur falam sobre sua visitas a Bienal do Rio de Janeiro de 2025, The Alters, GTA Online, Switch 2 e como fazer um ônibus ir para onde você quer usando convencimento carioca. Todos os links do godmode agora estão organizados aqui - https://linktr.ee/godmode.podcastSe for mandar email reclamando - contato@godmodepodcast.com
A coreógrafa e bailarina Olga Roriz está a celebrar 70 anos e volta a pisar o palco num solo. Romain Valentino, um músico italiano que vive em Portugal e canta em português no disco “L'Étoile et le Chariot". Fique ainda a conhecer a Bienal de Arte Contemporânea da Maia e o o cartaz do Agitágueda. Guilherme d'Oliveira Martins, do Centro Nacional de Cultura, revela as suas sugestões semanais.
El presidente de la Deputación de Pontevedra habla en 'La brújula' sobre la Bienal de Arte, así como de otras necesidades de la ciudad y los proyectos estratégicos para la provincia.'La brújula' con Rafa Latorre, en directo desde la Bienal de Arte de PontevedraRafa Domínguez: "Una Bienal de Arte impregna de personalidad y carácter a la ciudad, y el resultado de la nuestra es magnífico"Alfonso Rueda, presidente de la Xunta de Galicia: "Necesitamos un Gobierno que se preocupe de los problemas que tenemos en Galicia"
El vicepresidente de la Deputación habla en el programa especial de 'La brújula' sobre la Bienal de Arte de Pontevedra, de la que también es presidente.'La brújula' con Rafa Latorre, en directo desde la Bienal de Arte de PontevedraLuis López: "La Bienal de Arte de Pontevedra está siendo un éxito, tenemos tres meses de intensa actividad artística"Alfonso Rueda, presidente de la Xunta de Galicia: "Necesitamos un Gobierno que se preocupe de los problemas que tenemos en Galicia"
El presidente de la Xunta de Galicia habla en 'La brújula' sobre el próximo congreso del PP, las necesidades de Galicia y la situación en la política nacional, con la crisis del PSOE tras el ingreso en prisión de Cerdán.'La brújula' con Rafa Latorre, en directo desde la Bienal de Arte de PontevedraRafa Domínguez: "Una Bienal de Arte impregna de personalidad y carácter a la ciudad, y el resultado de la nuestra es magnífico"Luis López: "La Bienal de Arte de Pontevedra está siendo un éxito, tenemos tres meses de intensa actividad artística"
Programa especial con Rafa Latorre desde el Museo de Arte de Pontevedra con motivo de la 32ª Bienal de Arte de Pontevedra. Entrevista a Rafa Domínguez, vicepresidente de la Deputación y presidente de la Bienal, y a Luis López, presidente de la Deputación de Pontevedra. También hemos charlado con Alfonso Rueda, presidente de la Xunta de Galicia.
Rafa Latorre y el equipo de 'La brújula' se han trasladado al Museo de Pontevedra para ofrecer una emisión especial con motivo de la 32ª Bienal de Arte. Un viaje a la creación contemporánea desde uno de los centros culturales más emblemáticos de Galicia.Rafa Domínguez: "Una Bienal de Arte impregna de personalidad y carácter a la ciudad, y el resultado de la nuestra es magnífico"Luis López: "La Bienal de Arte de Pontevedra está siendo un éxito, tenemos tres meses de intensa actividad artística"Alfonso Rueda, presidente de la Xunta de Galicia: "Necesitamos un Gobierno que se preocupe de los problemas que tenemos en Galicia"
Olá, ouvintes! Nesta edição do Zoneando Podcast, Thiago Almeida e Melissa Andrade visitam as maravilhas e o caos da Bienal do Livro 2025!Ouça o programa e aprenda como não confiar em placas de banheiro. Saiba se estamos ou não vivendo numa bolha de leitores. Aprenda que números de vendas nem sempre significam tudo. E veja como precisamos deixar o consumo de livros ainda mais acessível e popular no Brasil.
No episódio de hoje, AJ Oliveira conversa com Sol Coelho e Anna Martino sobre a Bienal de 2025.Um agradecimento especial e nominal às senhoras, senhores e proletariado não-binário que apoiam este podcast:Raphael WanderleyThiago LeeAndressa Souza da Silva SchollRogério MacedoDaniel Folador RossiIan CastroAna Lúcia MeregeJulia AlvarezSuzana Vieira HerbasIan FraserDiana PassyElvis Soriano RodriguesGabriella de Jesus MoreiraRodrigo PontesDaniel de PaulaRicardo BalbinoMiguel AugustoCarolina Emy Ono LealGabriela PagnussatLINKS CITADOS NO EPISÓDIO:Comprem:SUPRASSUMA VOL3 - SONHOS (DE GRAÇA) AQUIItaú Cultural TEXTO AJ OLIVEIRA (DE GRAÇA) AQUIPROSÉRPINA, DE ANNA FAGUNDES MARTINO AQUI-CANAL NO TELEGRAM (conteúdo) >>>Clique aquiCANAL NO TELEGRAM (interação) >>>Clique aqui-Envie seu e-mail ou eventuais dúvidas para os12trabalhos@gmail.com-Mídias Sociais:Twitter de Os 12 Trabalhos é @Os12TrabalhosTwitter do A. J. Oliveira é @Ajota_OliveiraInstagram do A. J. Oliveira é @ajota_oliveira
Neste episódio do podcast do PublishNews, voltando na Feira do Livro, onde selecionamos a mesa - Cartas aos filhos', com Marcelo Rubens Paiva e Martha Nowill com a mediação de Micheline Alves. Eles falam de seus novos livros "O Novo Agora" (Alfaguara) e "Coisas Importantes Também Serão Esquecidas"(Companhia das Letras).A conversa explora a intersecção entre literatura, maternidade e paternidade, especialmente em tempos de pandemia. Marta e Marcelo compartilham suas experiências pessoais e reflexões sobre a criação de seus livros, que abordam a maternidade e paternidade de forma íntima e vulnerável. A discussão também toca em temas como a importância da cultura na economia, os desafios enfrentados durante a pandemia e a necessidade de um diálogo aberto sobre as experiências de ser pai e mãe. E também converso com Talita Facchini sobre a Bienal do LIvro do Rio e de Pequim, que ela acabou de fazer a cobertura, e conta um pouco da experiência desta feira de livro na China que se apresenta como um das que mais cresce no mercado editorial internacional,Este podcast é oferecimento MVB América Latina Um livro e Câmara Brasileira do LivroEste é um episódio 377 do Podcast do PublishNews do dia 30 de junho de 2025 gravado no dia 20. Eu sou Fabio Uehara e esse episódio conta com a participação de Talita Faccini. E não se esqueça de assinar a nossa newsletter, nos seguir nas redes sociais: Instagram, Linkedin, YouTube, Facebook e TikTok. Todos os dias com novos conteúdos para você. E agora: Cartas aos filhos', com Marcelo Rubens Paiva e Martha NowillE este foi o episódio 377 do podcast do PN, obrigado a você que nos ouviu e sempre temos um programa novo toda segunda-feira. Até a semana que vem! Este podcast é um oferecimento da MVB América Latina! Onde a inovação e tecnologia impulsionam o mercado do livro. Com a Pubnet, você ganha eficiência, agilidade e segurança em cada pedido.E quando o assunto é metadados… metadados é com Metabooks!Porque, no fim das contas, o propósito da MVB é um só: levar os livros até os leitores! https://pt.mvb-online.com/Já ouviu falar em POD, impressão sob demanda? Nossos parceiros da UmLivro são referência dessa tecnologia no Brasil, que permite vender primeiro e imprimir depois; reduzindo custos com estoque, armazenamento e distribuição. Com o POD da UmLivro, você disponibiliza 100% do seu catálogo sem perder nenhuma venda. http://umlivro.com.bre também com o apoio da CBLA Câmara Brasileira do Livro representa editores, livreiros, distribuidores e demais profissionais do setor e atua para promover o acesso ao livro e a democratização da leitura no Brasil. É a Agência Brasileira do ISBN e possui uma plataforma digital que oferece serviços como: ISBN, Código de Barras, Ficha Catalográfica, Registro de Direito Autoral e Carta de Exclusividade. https://cbl.org.brIndicações:Seus amigos e vizinhos - Série Apple TVhttps://tv.apple.com/br/show/seus-amigos-e-vizinhos/umc.cmc.74o37kzay0yuuub8iumddjsgDept. Q - Série Netflixhttps://www.netflix.com/br/title/81487660Asterios Polyphttps://www.companhiadasletras.com.br/livro/9788535918861/asterios-polyp?srsltid=AfmBOoqC9-5ahQuayL4vd7aPTmLqMQ3Pia83Doqo2nlbA8jnBlEOFjfIThe Studio - Série Apple TVhttps://www.apple.com/br/tv-pr/originals/the-studio/Bibliotecas no Sesc SPhttps://www.sescsp.org.br/editorial/bibliotecas-e-espacos-de-leitura/Sorte no amor - Lynn Painter (Instrinseca) Tradução: Sofia Soter https://intrinseca.com.br/livro/sorte-no-amor/
Luanna Bernardes fala sobre o livro de Ian Fraser, um dos destaques da Bienal do Livro Rio 2025.
Quero primeiramente agradecer a senhora minha mãe, que me ajudou fazendo a comida pra eu levar no primeiro final de semana da Bienal, quero agradecer também aos nossos apoiadores da Booksfera, que me ajudaram com o valor necessário pra que eu pudesse ter a passagem pra sair da periferia do Rio de Janeiro em direção ao Rio Centro. E mencionar, por último nessa parte, mas não menos importante, foi uma honra encontrá-la pessoalmente Anny, muito obrigada por ter me aturado durante horas falando no seu ouvido, e grande abraço por Luís. E vamos seguindo,Agradeço também a todes leitores, professores e escritores que conversaram comigo na quarta-feira, e me sugeriram temas para falar sobre literatura nos próximos episódios desse programa, foram quase 40 sugestões, e eu acredito que muitos bons roteiros vão sair delas. Vai ser uma longa jornada pessoal, aguenta firme.
Boa noite, boa tarde, bom dia seja lá a hora que Você está ouvindo isso, está começando mais um episódio do “entre sumários cast”. E hoje nós vamos falar sobre a Bienal do Livro do RJ deste ano, tudo que a gente viu, sentiu, e se der tempo o que a gente ouviu vocês dizendo do evento também.Assine o nosso clube exclusivo através do:apoia.se/booksfera
Nereu Panta de Moraes fala sobre o lançamento do livro Ecos do Coração na Bienal do Rio de Janeiro.
Nereu Panta de Moraes fala sobre o lançamento do livro Ecos do Coração na Bienal do Rio de Janeiro.
As autoras falam sobre o lançamento do livro Autênticas: Mais Coragem do que Sorte na Bienal. A obra reúne histórias de superação de mulheres que inspiram e fortalecem outras por meio de suas vivências.
As autoras falam sobre o lançamento do livro Autênticas: Mais Coragem do que Sorte na Bienal. A obra reúne histórias de superação de mulheres que inspiram e fortalecem outras por meio de suas vivências.
Gustavo Sleman destaca como a Bienal do Livro 2025 abriu espaço definitivo para os quadrinhos e o universo geek no Brasil. Com o Rio como capital mundial do livro, a edição foi marcada pelo sucesso do Artist's Alien, que reuniu grandes nomes da cena nacional e consolidou a presença de autores independentes. De gibis a RPGs, a cultura pop tomou conta do Riocentro.
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você encontra essas e outras notícias: Após bombardeios, Trump fala em ‘mudança de regime’ no Irã e Brasil condena ataques. Debate tributário vira arma do governo para brigar com oposição. Bienal do Livro fecha com alta de público e boom nas editoras. Holanda devolve esculturas saqueadas do antigo Reino de Benin. Mau tempo interrompe buscas por brasileira desaparecida na Indonésia. Meta lança óculos inteligentes em parceria com a Oakley. Reino Unido vai testar sangue artificial em humanos pela primeira vez. E a Parada LGBT+ destaca envelhecimento e resistência.See omnystudio.com/listener for privacy information.
FALAMOS SOBRE BIENAL, LANÇAMENTOS, LIVROS E MTO MAIS !!!
Bom dia! ☕️Dicas de leituras e mais sobre a Bienal aqui com Papel Pólen.Conheça os tênis da Yuool aqui.No episódio de hoje:
Luanna Bernardes fala sobre o livro Cartografia para Caminhos Incertos, um dos destaques da Bienal do Livro 2025. O autor Ian Fraser fala sobre como o sincretismo religioso de Salvador influencia seu trabalho e revela o impacto de obras como Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez, em sua escrita.
MOP GBU-57 A/B: como é a bomba 'destruidora de bunkers' que pode acabar com o programa nuclear iraniano. 'Perdemos tudo de novo': chuvas no RS inundam casas em uma das cidades mais atingidas em enchentes de 2024. Influenciador entra em mansão milionária de Pelé e mostra cenário de abandono e depredação. 6 autores, 18 livros: veja as indicações de leitura de autores que estarão na Bienal do Livro Rio 2025. A trilha inesperada da Copa do Mundo de Clubes (ou como Palmeiras, Flamengo, Botafogo e Fluminense caíram na eurodance).
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você encontra essas e outras notícias: Lula busca pelo menos neutralidade de aliados em 2026. MPF pede suspensão do leilão de blocos de petróleo na Foz do Amazonas por riscos ambientais. Pressionada por tarifas, Apple redireciona quase toda produção de iPhones na Índia para EUA. Adolescentes usam cinco vezes mais vapes do que tabaco convencional no Brasil. Polícia busca assassino de deputada nos EUA. Literatura para ‘jovens adultos’ puxa sucesso da Bienal do Livro. Pixar anuncia animação ‘Gatto’ dos mesmos criadores de ‘Luca’. E morre Bira Presidente, lenda do samba carioca.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do podcast do PublishNews fomos até o Rio International Publishers Summit, evento que aconteceu no dia 11 e 12 de junho, antes da Bienal do livro Rio 2025 e explora o significado e as implicações do título de Rio Capital Mundial do Livro, destacando a importância da literatura, a internacionalização do projeto, o impacto no mercado editorial e as iniciativas educacionais para promover a leitura na rede municipal de ensino. A conversa aborda a importância das bibliotecas e salas de leitura, os desafios da tecnologia na educação, conquistas na promoção da leitura no Brasil, o papel dos mediadores na formação de leitores, e a relevância da Bienal como um evento central na cultura literária. e contou com com Dante Cid (SNEL), Renan Ferreirinha (Secretaria municipal de Educação do Rio), Maria Isabel Werneck, secretária Executiva do Rio Capital Mundial do Livro e com Mediação: Martha Ribas Este podcast é oferecimento MVB América Latina Um livro e Câmara Brasileira do LivroEste é um episódio 375 do Podcast do PublishNews do dia 16 de junho de 2025 gravado no dia 12. Eu sou Fabio Uehara e esse episódio foi gravado no Rio International Publishers Summit. E não se esqueça de assinar a nossa newsletter, nos seguir nas redes sociais: Instagram, Linkedin, YouTube, Facebook e TikTok. Todos os dias com novos conteúdos para você. E agora: a mesa Próximo capítulo: Rio, capital mundial do livro. Este podcast é um oferecimento da MVB América Latina! Onde a inovação e tecnologia impulsionam o mercado do livro. Com a Pubnet, você ganha eficiência, agilidade e segurança em cada pedido.E quando o assunto é metadados… metadados é com Metabooks!Porque, no fim das contas, o propósito da MVB é um só: levar os livros até os leitores! https://pt.mvb-online.com/Já ouviu falar em POD, impressão sob demanda? Nossos parceiros da UmLivro são referência dessa tecnologia no Brasil, que permite vender primeiro e imprimir depois; reduzindo custos com estoque, armazenamento e distribuição. Com o POD da UmLivro, você disponibiliza 100% do seu catálogo sem perder nenhuma venda. http://umlivro.com.bre também com o apoio da CBLA Câmara Brasileira do Livro representa editores, livreiros, distribuidores e demais profissionais do setor e atua para promover o acesso ao livro e a democratização da leitura no Brasil. É a Agência Brasileira do ISBN e possui uma plataforma digital que oferece serviços como: ISBN, Código de Barras, Ficha Catalográfica, Registro de Direito Autoral e Carta de Exclusividade. https://cbl.org.br
En este episodio de La Hora Arquine, conversamos con Tatiana Bilbao Estudio y MAIO Architects sobre Opera Aperta, su propuesta para el Pabellón de la Santa Sede en la Bienal de Arquitectura de Venecia 2025. Un proyecto que apuesta por la apertura y el diálogo como fundamentos arquitectónicos y espirituales. Hablamos del proceso colaborativo entre ambos estudios, el reto de representar al Vaticano y el valor de la arquitectura como espacio de encuentro.#LaHoraArquine #TatianaBilbao #OperaAperta #BiennaleArchitettura2025
No episódio do Podcast do PublishNews desta semana repercutimos a Pesquisa Produção e Vendas e Conteúdo Digital do Setor Editorial Brasileiro, o diagnóstico mais completo da performance editorial no país, coordenada pelo SNEL e pela CBL. e realizado pela Nielsen BookData.Na primeira parte da conversa, contamos com Mariana Bueno da Nielsen BookData e com Dante Cid, presidente do SNEL, abordando o crescimento e os desafios do setor editorial, destacando o aumento das livrarias e a migração para o digital. Discutem a recuperação de preços, a acessibilidade dos livros e a importância de analisar a série histórica do setor.Na segunda parte do episódio, temos um outro ponto de vista, das Editoras. Marcial Conte Jr., editor executivo da Citadel Grupo Editorial e Thiago Garcia de Biaggi, Coordenador comercial Grupo Editorial Alta Books discutem as expectativas para a Bienal do Livro, a importância das pesquisas no mercado editorial e as estratégias de venda e distribuição de livros. Eles destacam o crescimento do setor e a necessidade de estar próximo das livrarias e dos leitores, além de abordar como as pesquisas podem influenciar, mas não determinar, as decisões estratégicas das editoras.Este é um episódio 374 do Podcast do PublishNews do dia 9 de junho de 2026 gravado no dia 25. Eu sou Fabio Uehara e esse episódio conta com a participação de Talita Facchini. E não se esqueça de assinar a nossa newsletter, nos seguir nas redes sociais: Instagram, Linkedin, YouTube, Facebook e TikTok. Todos os dias com novos conteúdos para você. E agora: Mariana Bueno e Dante Cid e na segunda parte Marcial Conte Jr. e Thiago Garcia de BiaggiIndicação: Hacks https://www.max.com/br/pt/shows/hacks/67e940b7-aab2-46ce-a62b-c7308cde9de7Este podcast é um oferecimento da MVB América Latina! Onde a inovação e tecnologia impulsionam o mercado do livro. Com a Pubnet, você ganha eficiência, agilidade e segurança em cada pedido.E quando o assunto é metadados… metadados é com Metabooks!Porque, no fim das contas, o propósito da MVB é um só: levar os livros até os leitores! https://pt.mvb-online.com/Já ouviu falar em POD, impressão sob demanda? Nossos parceiros da UmLivro são referência dessa tecnologia no Brasil, que permite vender primeiro e imprimir depois; reduzindo custos com estoque, armazenamento e distribuição. Com o POD da UmLivro, você disponibiliza 100% do seu catálogo sem perder nenhuma venda. http://umlivro.com.bre também com o apoio da CBLA Câmara Brasileira do Livro representa editores, livreiros, distribuidores e demais profissionais do setor e atua para promover o acesso ao livro e a democratização da leitura no Brasil. É a Agência Brasileira do ISBN e possui uma plataforma digital que oferece serviços como: ISBN, Código de Barras, Ficha Catalográfica, Registro de Direito Autoral e Carta de Exclusividade. https://cbl.org.br
No episódio de hoje, Anna Martino e AJ Oliveira conversam sobre o início de ano prolífico e criam um guia para sobreviver na Bienal do RJ para quem escreve.Um agradecimento especial e nominal às senhoras, senhores e proletariado não-binário que apoiam este podcast:Raphael WanderleyThiago LeeAndressa Souza da Silva SchollRogério MacedoDaniel Folador RossiIan CastroAna Lúcia MeregeJulia AlvarezSuzana Vieira HerbasIan FraserDiana PassyElvis Soriano RodriguesGabriella de Jesus MoreiraRodrigo PontesDaniel de PaulaRicardo BalbinoMiguel AugustoCarolina Emy Ono LealGabriela Pagnussat-Apoie nossos projetos através da ORELO (Para ter acesso aos episódios secretos!)OUChave PIX: os12trabalhos@gmail.com-Envie seu e-mail para os12trabalhos@gmail.com-Comprem:SUPRASSUMA VOL3 - SONHOS (DE GRAÇA) AQUIItaú Cultural TEXTO AJ OLIVEIRA (DE GRAÇA) AQUIPROSÉRPINA, DE ANNA FAGUNDES MARTINO AQUI-O "Eis a Questão" é um podcast da editora Dame Blanche e é distribuído como um Spin-off do “Os 12 Trabalhos do Escritor“. Nosso trabalho é mantido graças ao apoio dos nossos financiamentos coletivos.-Edição: AJ OliveiraSonorização: AJ Oliveira
Neste episódio do podcast do PublishNews conversamos com Thalita Rebouças e Heloiza Daou, duas das curadoras da Bienal do Livro do Rio 2025, falando um pouco de seus espaços, seja Thalita contribuindo no Palco Apoteose e Heloiza sobre a "Praça Além da Página". Elas contam suas experiências e a importância do evento para o mercado editorial. Thalita compartilha sua relação pessoal com a Bienal e como isso moldou sua carreira, enquanto Heloiza fala sobre sua trajetória no marketing editorial e sua nova função como curadora. Juntas, elas discutem a programação, os espaços e as atividades planejadas para a Bienal, além do impacto do título de 'Rio Capital Mundial do Livro'. Este é um episódio 372 do Podcast do PublishNews do dia 26 de maio de 2025 gravado no dia 23. Eu sou Fabio Uehara e esse episódio conta com a participação de Guilherme Sobota. E não se esqueça de assinar a nossa newsletter, nos seguir nas redes sociais: Instagram, Linkedin, YouTube, Facebook e TikTok. Todos os dias com novos conteúdos para você. E agora: Thalita Rebouças e Heloiza DaouEste podcast é um oferecimento da MVB América Latina! Onde a inovação e tecnologia impulsionam o mercado do livro. Com a Pubnet, você ganha eficiência, agilidade e segurança em cada pedido.E quando o assunto é metadados… metadados é com Metabooks!Porque, no fim das contas, o propósito da MVB é um só: levar os livros até os leitores! https://pt.mvb-online.com/Já ouviu falar em POD, impressão sob demanda? Nossos parceiros da UmLivro são referência dessa tecnologia no Brasil, que permite vender primeiro e imprimir depois; reduzindo custos com estoque, armazenamento e distribuição. Com o POD da UmLivro, você disponibiliza 100% do seu catálogo sem perder nenhuma venda. http://umlivro.com.bre também com o apoio da CBLA Câmara Brasileira do Livro representa editores, livreiros, distribuidores e demais profissionais do setor e atua para promover o acesso ao livro e a democratização da leitura no Brasil. É a Agência Brasileira do ISBN e possui uma plataforma digital que oferece serviços como: ISBN, Código de Barras, Ficha Catalográfica, Registro de Direito Autoral e Carta de Exclusividade. https://cbl.org.brIndicações:Sra Capa - Fabiana Co - https://play.google.com/store/audiobooks/details/C_O_Fabiana_Sra_Capa?id=AQAAAECyECpQiM&pli=1Hacks - Max (https://www.max.com/br/pt/shows/hacks/67e940b7-aab2-46ce-a62b-c7308cde9de7)Dying for sex (https://www.disneyplus.com/pt-br/browse/entity-9d447bb4-a5f0-4ef4-a946-698012ea51b4?)A crônica não mata - Luís Henrique Pellanda (Arquipélago) https://www.livrariaarquipelago.com.br/a-cronica-nao-mata-luis-henrique-pellanda
La primera semana de la primera edición de Bienal Flamenco Madrid es la protagonista de este programa en el que repasamos la programación y escuchamos a algunos de los artistas anunciados como Antonio Campos, Antonio Reyes, Esperanza Fernández, Jesús Méndez, Gerardo Núñez, Ana Crisman, Joni Jiménez que acompaña por soleá a María Mezcle, Chico Pérez o Sergio de Lope.Escuchar audio
Se há lugar em que cada metro de cidade importa, quase tudo parece ter alguma magia ou mistério, quase tudo parece merecer contemplação, é Veneza. A arte de mestres antigos é uma perdição. Bastariam os Tintoretto na nave de tantas igrejas. Mas há 130 anos houve gente audaz que resolveu juntar em Veneza o passado com a vanguarda criativa. Em 1895 surgiu a Bienal de Veneza, mostra de novas tendências das artes contemporâneas tomadas em modo multidisciplinar. Francisco Sena Santos fala da 19ª edição, aberta neste maio.
Você sabia que seu IR pode ajudar a salvar vidas? Acesse doepequenoprincipe.org.br e saiba como. Hoje, No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Habemus Papam! Leão XIV é o americano com um pé na América Latina que promete ‘construir pontes’. Fiéis esperam que novo papa siga o legado de Francisco. AGU exclui entidade do agro e sindicato do irmão de Lula do núcleo de fraudes. Autor de ‘A Inconveniente Loja de Conveniência’ participará da Bienal do Livro. Trump anuncia acordo comercial com o Reino Unido. Eduardo Leite se filia hoje ao PSD. E voltado para autores negros, Prêmio Pallas de Literatura tem inscrições abertas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
En este episodio de La Hora Arquine, conversamos sobre la Bienal de Arquitectura y Paisaje de Versalles 2025. Exploramos las temáticas centrales del evento, los proyectos destacados y las perspectivas futuras en el ámbito de la arquitectura y el paisaje. Acompáñanos en esta charla para conocer más sobre las propuestas que marcarán la edición de este año.
Katyna es librera. Realizó estudios de Filosofía y Letras en la Pontificia Universidad Javeriana de Bogotá, Colombia. También realizó estudios de fotografía y laboratorio en el Instituto Neumann de Diseño.En Madrid, España trabajó durante tres años como técnico editorial y técnico gráfico en la Editorial Anaya para la realización de la Biblioteca Iberoamericana de Anaya. Ha colaborado en proyectos editoriales con la editorial Siruela, España y Fondo de Cultura Económica de México alrededor de la obra del poeta José Antonio Ramos Sucre. Fue representante en México de Monte Ávila Editores entre los años 1990-1993. Gerente fundadora de la Librería Monte Ávila Editores del Teatro Teresa Carreño desde 1993 hasta el 2001. Gerente de Asuntos Internacionales del Centro Nacional del Libro durante la presidencia de Maribel Espinoza. Asesora y miembro directivo de la Fundación José Antonio Ramos Sucre desde 1994. Miembro directivo de la Fundación Kuaimare (1996-2000). Coordinadora general de la Bienal Literaria José Antonio Ramos Sucre (1996-2001) y de la colección de publicaciones de la Bienal. Es Gerente fundadora de la Librería El Buscón Trasnocho Cultural (2003), librería especializada en libros raros y antiguos, bibliografía venezolana y libros de artista. Desde su lugar en la Fundación Simón Alberto Consalvi crea el Espacio SAC en la Universidad Católica Andres Bello lugar para la difusión de su gran legado intelectual.
Antónimo y el G5 para comenzar y después Agujetas Chico con Gal Maestro y Farru. Escuchamos lo último de Monte Cortés y nos visita Ángel Rojas que nos cuenta la primera edición de Bienal Flamenco Madrid presentada a los medios esta semana. Jesús Méndez por alegrías, Vicente Soto o La Macanita representan a algunos de los artistas del cartel y terminamos con Paco Soto junto a Israel Fernández y Estrella Morente en la despedida.Escuchar audio
#LaHoraArquine conversa con el equipo de Chinampa Veneta, el proyecto seleccionado para representar a México en la 19ª Bienal de Arquitectura de Venecia 2025. Conoce los detalles, ideas y procesos detrás de esta propuesta que llevará la voz de la arquitectura mexicana al escenario internacional. ¡No te lo pierdas!
A exposição Beatriz Milhazes: Rigor e Beleza, no Museu Guggenheim de Nova York, com curadoria de Geaninne Gutiérrez-Guimarães, oferece uma imersão única no universo artístico da renomada artista brasileira. Composta por 15 obras, sendo cinco delas provenientes da coleção permanente do museu, a mostra traça um panorama da trajetória de Milhazes desde os anos 1990 até os dias atuais. Luciana Rosa, correspondente da RFI em Nova YorkA curadora destaca que a exposição não apenas celebra as "joias" da coleção do Guggenheim, mas também oferece uma visão abrangente do desenvolvimento artístico da artista, que integra a linguagem da abstração geométrica com elementos profundamente enraizados na natureza ao seu redor.Milhazes, que vive e trabalha no Rio de Janeiro, descreve a influência dos jardins botânicos, da floresta da Tijuca, das montanhas e até da praia de Copacabana em seu processo criativo. Esses elementos naturais permeiam suas obras, se transformando em formas geométricas e abstrações que, ao longo dos anos, se consolidaram em sua assinatura visual.A exposição abrange uma variedade de obras, incluindo colagens em papel de 2013 a 2021 e pinturas recentes, como Mistura Sagrada (2022), onde elementos naturais, como folhas de árvores e padrões florais, se encontram representados em cores vibrantes e formas geométricas. A paleta de cores, sempre rica e vibrante, é outro ponto de destaque, refletindo a técnica de transferência que Milhazes desenvolveu em 1989 e que permanece central em sua prática até hoje.Milhazes explica como essa técnica inovadora surgiu, um momento crucial para sua evolução artística: "Na verdade, foi o momento, foi em 89, que é quando eu estava precisando encontrar uma forma de expressar, de utilizar a minha linguagem, crescer e se desenvolver com mais força, e na pintura. Tudo o que eu havia anteriormente trabalhado, começou a me limitar ao invés de abrir portas para esse prosseguimento."Ela continua descrevendo o processo experimental que a levou à descoberta de uma nova técnica: "Eu parei para fazer realmente experimentações, através da monotipia, que é uma técnica de gravura que você trabalha com a tinta molhada. A tinta molhada que você imediatamente imprime, você passa para uma outra superfície. Você pode fazer monotipia utilizando materiais diversos", explica.A partir desses experimentos, Milhazes percebeu algo revolucionário sobre sua técnica: "Eu percebi que a tinta que ficava na folha de plástico, eu podia depois transferir para a tela. E isso foi uma descoberta incrível."Além de representar um marco na carreira de Milhazes, com duas importantes exposições recentes em Londres e sua participação na Bienal de Veneza, esta é a primeira exposição dedicada exclusivamente a ela em Nova York. A mostra no Guggenheim, portanto, não só reforça a importância de Milhazes no cenário global, mas também consolida seu papel essencial na narrativa da arte do século 20, traduzindo suas influências culturais e ambientais em um diálogo com a arte contemporânea internacional."Como um panorama para quem não conhece o trabalho, vai ser interessante ver um confronto entre os anos 90, olhando para 2023", comenta Beatriz Milhazes sobre a exposição. Ela segue: "normalmente, em mostras panorâmicas você tem um percurso sobre a evolução da obra, você vai passando ao longo do tempo, por toda a história daquele artista."Ela também reflete sobre o impacto pessoal de ver sua obra dessa maneira: "Nesse caso existe um confronto entre os anos 90 e as obras super recentes, onde tem, no meio disso, uma pequena passagem da segunda década desse século e uma de 2004 do início do século. Então vai ser uma maneira diferente de observar. Também trouxe reflexões importantes vendo essa situação de confronto de duas épocas distantes."Milhazes compartilha uma visão profunda sobre sua carreira: "Eu fico muito feliz, vamos ver o sucesso que alcancei na carreira, também de mercado, mas realmente a minha grande ambição foi introduzir algo de novo, de inovação dentro do percurso da história da arte abstrata."A exposição é uma oportunidade única de acompanhar a evolução de uma artista que, ao longo de três décadas, conseguiu traduzir sua visão do mundo natural em formas abstratas e universais, que continuam a encantar e inspirar públicos ao redor do mundo.
Marcelo Tas recebe Roberto Muylaert no Provoca. Engenheiro de formação, mas consagrado como jornalista e escritor, o convidado foi secretário de Comunicação Social da Presidência da República no governo Fernando Henrique Cardoso, presidiu a Bienal de São Paulo e organizou os primeiros festivais de jazz do Brasil. No programa, ele relembra sua passagem pela presidência da Fundação Padre Anchieta/TV Cultura e compartilha sua visão sobre o papel das revistas no mercado atual da comunicação. Durante sua gestão na FPA, Muylaert contribuiu para a realização de programas clássicos que marcaram a história da TV Cultura, como Castelo Rá-Tim-Bum, Mundo da Lua e X-Tudo. Questionado por Tas sobre as diferenças entre televisão estatal e pública — como é o caso da Cultura —, ele destaca: "as empresas estatais, de um modo geral, com exceções, são muito pouco eficientes e criativas. Então, uma empresa estatal, em geral, é chata. Agora, quando você põe uma estatal na comunicação, que é multifacetada, onde muitas pessoas têm que fazer a coisa direito para dar certo, aí você vê que é impossível ter uma boa televisão estatal, com exceções. A TV pública é diferente. Na TV pública, você tem um conjunto de pessoas não subordinadas às regras da estatal e podendo se responsabilizar por aquilo”, afirma.
Os convidados do programa Pânico dessa terça-feira (25) são Roberto de Lucena e Ullisses Campbell.Roberto de LucenaRoberto de Lucena se formou em Ciências da Religião pelo Instituto Ecumênico de Ensino Superior (IEES), na capital paulista, em 1999. Foi deputado Federal de 2011 a 2022. Secretário Estadual de Turismo de 2015 a 2016, vice-presidente da Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados e membro da Frente Parlamentar do Turismo do Congresso Nacional. Desde 2023 é secretário de Turismo e Viagens do Estado de SP do Governo Tarcísio de Freitas.Redes Sociais: Instagram: https://www.instagram.com/robertodelucena/Facebook: https://www.facebook.com/dep.lucena?mibextid=lqqj4dThreads: https://www.threads.net/@robertodelucenaX/Twitter: https://x.com/robertodelucenaYouTube: https://www.youtube.com/@roberto_de_lucena?app=desktopSite: https://robertodelucena.com.br/Ullisses CampbellNascido em Belém, Pará, Ullisses é um jornalista, escritor e roteirista brasileiro, autor de biografias de assassinos famosos. Já escreveu sobre Suzane von Richthofen, Elize Matsunaga e Flordelis. Lançou o livro “Francisco de Assis, o Maníaco do Parque” na Bienal do Livro em setembro de 2024, em São Paulo. Nesse ano, Campbell estreará no Prime Video a série Tremembé, baseada em seus livros. O autor trabalhou no roteiro, ajudando a adaptar suas obras para as telas. Ullisses já passou pelas revistas Veja e Época. Atualmente mantém uma coluna de True Crime no jornal O Globo, onde escreve semanalmente sobre casos emblemáticos. Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/ullissescampbell/