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Convidados: Fernando Maluf, médico oncologista e cofundador do Instituto Vencer o Câncer, e Diego Villa Clé, professor doutor de Hematologia da USP e coordenador de Biotecnologia e do Núcleo de Terapias Avançadas do Hemocentro de Ribeirão Preto. No início de junho, mais de 50 mil médicos e pesquisadores se reuniram no maior congresso de oncologia do mundo, realizado em Chicago (EUA). Juntos, eles aplaudiram de pé – até emocionados e com lágrimas nos olhos – o resultado de um estudo clínico. A cena, que é incomum em eventos científicos como esse, foi uma celebração do resultado da daraxonrasib, uma pílula que dobrou a sobrevida de pacientes com câncer de pâncreas, considerado o tipo de câncer mais letal pelos médicos. Na última semana, a boa notícia veio de Ribeirão Preto: pesquisadores da USP anunciaram que a terapia CAR-T Cell, que modifica as células do sistema imunológico, apresentou quase 90% de eficácia em pacientes com linfoma, um tipo de câncer no sangue. A tecnologia foi totalmente desenvolvida no Brasil, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que pretende incorporar o tratamento ao SUS. Neste episódio, Natuza Nery entrevista dois médicos. Primeiro, ela conversa com o oncologista Fernando Maluf, que explica o funcionamento da daraxonrasib e conta o que há de mais moderno no tratamento contra o câncer. Depois, quem participa é Diego Villa Clé, coordenador da pesquisa que desenvolveu a terapia CAR-T Cell na USP-Ribeirão Preto. Também neste episódio, Paulo Peregrino, um dos pacientes deste tratamento experimental, relata parte do processo de remissão de seu câncer.
No meio de tanta proteína em pó e colagénio nas prateleiras, o que vale mesmo a pena saber? A Nutricionista Mariana Chaves esclarece.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Brasil estreia na Copa do Mundo 2026 contra o Marrocos e empata em 1 a 1. Comunidade brasileira se reúne para assistir à partida, vive expectativa de vitória, mas se contenta com o resultado e a oportunidade de estar reunida em uma celebração bem brasileira no Brazilian Cultural Center, em Sydney, em Nova Gales do Sul.Brasil estreia na Copa do Mundo 2026 contra o Marrocos e empata em 1 a 1. Comunidade brasileira se reúne para assistir à partida, vive expectativa de vitória, mas se contenta com o resultado e a oportunidade de estar reunida em uma celebração bem brasileira no Brazilian Cultural Center, em Sydney, em Nova Gales do Sul.
No Mundial, entre domingo e segunda-feira hoje a bola acabou no fundo da baliza 28 vezes. Destaque para a Alemanha e a Suécia. Ainda, o regresso aos títulos no basquetebol e às vitórias na Formula 1.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois de tantos meses de avanços e recuos, estamos próximos de um acordo entre o Irão e os EUA? “O memorando trata-se apenas de uma trégua temporária em que o Irão ganha tempo para restaurar a sua tecnologia”, prevê José Milhazes. Nuno Rogeiro confirma que estamos perto de um entendimento, garante que já estaria fechado caso Israel não tivesse bombardeado Beirute, mas mantém a mesma postura cética sobre o fim do conflito. Neste Guerra Fria, os comentadores discutem a possível paz que se aproxima, abordam a reaproximação de Washington à Ucrânia e terminam com uma nota cultural sobre um espetáculo improvável: a fadista Sara Paixão atuou em Kiev, cantando até uma canção ucraniana, simbolizando solidariedade em tempos de guerra. Ouça aqui o programa Guerra Fria em podcast, emitido na SIC a 14 de junho. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta segunda parte da conversa, os escritores Luísa Costa Gomes e Rui Cardoso Martins começam por comentar o que os perturba e ilumina atualmente no país, no dia em que se celebra o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. Depois abrem os seus mais recentes livros, leem um excerto, e revelam um pouco do que lá vai dentro. Luísa conta como fez a seleção dos contos "O Triunfo do Triunfo" e Rui Cardoso Martins revela como usa o humor para aprofundar, e não para aligeirar, e recorda como o texto que dá arranque ao seu romance "As Melhoras da Morte", foi escrito sem o autor saber que ia resultar num romance. E ainda partilham os autores que andam a ler. Luísa lê Camões e Rui lê o romancista russo Andrei Platonov. No final, há ainda espaço para se ouvir uma pergunta do público que confronta algumas afirmações de Luísa e Rui. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Entre 1974 e 1986, um homem aterrorizou a Califórnia. Começou invadindo casas em Visalia para roubar pequenos objetos e assustar famílias. Depois começou a violentar mulheres e a assassinar pessoas. Ficou quarenta e três anos impune. Quando finalmente foi preso, era um homem aposentado vivendo em um subúrbio. A tecnologia o alcançou onde a polícia nunca conseguiu. #599
Em cada dia, Luís Caetano propõe um poema na voz de quem o escreveu.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidados: Guga Chacra, comentarista da Globonews, da TV Globo, da CBN e do jornal O Globo, e André Rizek, editor-chefe e apresentador do Seleção Sportv e Fechamento Sportv. O Mundial de futebol que começa nesta quinta-feira (11) tem dois ineditismos: será disputada por 48 seleções (eram 32 até a última edição, em 2022) e terá três países-sede (EUA, Canadá e México). Durante pouco mais de um mês, milhões de pessoas irão aos estádios para participar da maior festa esportiva do mundo. O problema é que muita gente está enfrentando barreiras de duas ordens: financeiras – os ingressos são também os mais caros de todos os tempos – e políticas – sob a administração Donald Trump, os EUA estão dificultando a entrada de torcedores e até de atletas e delegações que disputarão a Copa do Mundo. Dentro de campo, o Mundial deve marcar o fim da Era Messi e Cristiano Ronaldo, e a Seleção Brasileira busca vencer as desconfianças para levar o hexa – o Brasil foi penta em 2002 e é o único a ter cinco títulos até hoje. Neste episódio, Natuza Nery conversa com dois jornalistas que falam diretamente dos Estados Unidos. Primeiro, Guga Chacra fala sobre o clima político nos EUA e explica a relação entre Gianni Infantino, presidente da Fifa, e Donald Trump. Depois, André Rizek faz a análise esportiva da Copa do Mundo: quem são os favoritos e o azarões, e quais são as chances do Brasil sob o comando de Carlo Ancelotti.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (11): A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou a PEC que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. O texto recebeu 44 votos favoráveis e 18 contrários. A proposta ainda passará por uma Comissão Especial antes de seguir para votação no plenário. Para ser aprovada, precisará alcançar o quórum exigido para mudanças na Constituição. O Senado aprovou um projeto que cria uma linha especial de crédito para produtores rurais afetados por eventos climáticos extremos e crises geopolíticas. A medida será financiada com recursos do Fundo Social do Pré-Sal e pode movimentar até R$ 140 bilhões nos próximos anos. O objetivo é aliviar dívidas e ampliar o acesso ao crédito no setor agropecuário. O governo, porém, aponta limitações fiscais para custear integralmente a iniciativa. O INPI reconheceu o Pix como marca de alto renome, tornando-o a primeira marca ligada ao governo federal a receber essa classificação. A decisão garante o mais alto nível de proteção previsto na legislação de propriedade industrial. Com isso, o nome e os símbolos associados ao sistema ficam protegidos em todos os setores da economia. O reconhecimento será publicado oficialmente no dia 16 de junho. O papa Leão XIV participou de uma cerimônia histórica na Basílica da Sagrada Família, em Barcelona, e abençoou a nova Torre de Jesus Cristo. A inauguração marca uma das etapas mais importantes da obra idealizada por Antoni Gaudí, no centenário de sua morte. Com a nova estrutura, a basílica passa a ser considerada a igreja mais alta do mundo. Durante a celebração, o pontífice também fez um apelo pela paz e condenou os conflitos armados. A Copa do Mundo de 2026 começa nesta quinta-feira (11) com o duelo entre México e África do Sul no Estádio Azteca. Esta será a maior edição da história do torneio, com 48 seleções participantes. As equipes foram distribuídas em 12 grupos, e o novo formato classificará os dois melhores de cada chave, além dos oito melhores terceiros colocados. A ampliação também aumenta o número de partidas na fase eliminatória. O Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz por tempo indeterminado após os recentes ataques realizados pelos Estados Unidos. A região é considerada estratégica para o transporte mundial de petróleo e gás natural. A medida foi comunicada pela Autoridade do Estreito do Golfo Pérsico. O fechamento aumenta a preocupação com impactos no comércio global de energia. O presidente da Câmara, Hugo Motta, comprometeu-se a colocar em votação o chamado PL da misoginia antes do recesso parlamentar de julho. A informação foi confirmada pela deputada Tabata Amaral, coordenadora do grupo de trabalho responsável pela proposta. A expectativa é que o relatório seja votado já na próxima semana. Depois disso, o texto poderá seguir para análise do plenário da Câmara. O presidente Lula afirmou que o governo estuda uma nova estratégia para recuperar celulares roubados ou furtados. A proposta prevê o envio de mensagens aos aparelhos identificados como produto de crime, orientando a devolução em agências dos Correios. Segundo Lula, há informações sobre cerca de 2,5 milhões de celulares roubados no país. A iniciativa complementaria ferramentas já existentes, como o programa Celular Seguro. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país pretende realizar uma ação militar de grande intensidade contra o Irã. Segundo publicação nas redes sociais, os alvos incluiriam a Ilha de Kharg e outras infraestruturas estratégicas ligadas ao setor energético iraniano. Trump declarou que o objetivo é atingir áreas centrais da exportação de petróleo do país persa. A declaração aumenta a tensão em meio à escalada do conflito entre Washington e Teerã. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Em França, a morte de Lyhanna, uma menina de 11 anos, está a gerar uma mobilização contra a lentidão da justiça em tratar os crimes sexuais contra crianças. O suspeito da sua morte acumulava outras denúncias de violações e abusos de menores, mas nunca foi interrogado pelas autoridades. A activista Luísa Semedo denuncia um “escândalo de Estado” que “mete a nu muitas deficiências do Estado” francês, sublinha que “a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França” e que apenas 3% dos agressores são condenados. A investigadora associa-se à mobilização que pede a adopção de uma Lei Integral de combate aos crimes sexuais e acredita que “uma parte da sociedade está a acordar”. Esta segunda-feira, houve manifestações em várias cidades francesas para expressar a revolta colectiva pela morte de Lyhanna e para protestar contra as falhas da Justiça e do Estado francês no que toca à protecção das crianças contra crimes sexuais. Esta quinta-feira, a indignação e a revolta chegaram ao jornal português Público com uma crónica da activista Luísa Semedo, que começa assim: “Em França, a cada três minutos, o tempo de leitura desta crónica, uma criança é vítima de agressão sexual e apenas 3% das denúncias de violação de menores resultam em condenação.” [Os números “abissais” da violência sexual sobre crianças são da Comissão [francesa] Independente sobre Incesto e Violências Sexuais contra Crianças (Ciivise).] Conversámos com Luísa Semedo, investigadora em Filosofia Política e Ética; que olha para a morte de Lyhanna como “a ponta do iceberg” daquilo que denuncia como “um escândalo de Estado”. “É um escândalo de Estado porque mete a nu muitas deficiências do Estado, justamente a vários níveis, quer seja no nível judicial, na polícia, a nível das leis, a nível dos apoios sociais, dos apoios médicos, da educação, ou seja, como é que toda a estrutura está a falhar às pessoas que são vítimas. Portanto, é de facto um escândalo de Estado. A questão que aqui se coloca não é só o que aconteceu com Lyhanna, é o facto de ter havido, durante mais de dez anos, queixas contra este o suspeito que nunca foram levadas a sério e ele nunca foi ouvido”, explica, por telefone, à RFI. Luísa Semedo sublinha que além de ser um “escândalo de Estado”, a morte de mais uma criança alegadamente vítima de um predador sexual revela também “um escândalo da sociedade”, pelo que é urgente “uma mudança de mentalidades”. “Estamos a falar de 3% de pessoas condenadas. Estamos a falar também que a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França. Estes números são absolutamente abissais, por isso é que cada caso que aparece é só a ponta do iceberg. As pessoas que se estão a mobilizar sabem disso e querem que haja visibilidade sobre esta situação porque é uma situação que é absolutamente grave, que se passa, muitas vezes, dentro de casa ou muitas vezes com pessoas que são muito próximas. Não se trata de casos que se passam na rua, num canto escuro com um estranho ou com um estrangeiro - como nos quer fazer acreditar a extrema-direita. Não. Passa-se, sim, dentro de casa. Passa-se na escola. É uma catástrofe e um escândalo. É um escândalo de Estado. É um escândalo da sociedade. Felizmente, há uma parte da sociedade que acordou para isto”, diz Luísa Semedo. As associações feministas e de protecção da infância reivindicam a adopção de uma Lei Integral de combate à violência sexual contra crianças e mulheres, a qual já tinha sido apresentada por cerca de cem deputados no fim de 2025, mas que nunca foi analisada. Na concentração desta segunda-feira, em frente ao ministério da Justiça, em Paris, a polícia deteve Andréa Bescond, uma conhecida realizadora e autora de um livro (‘Les chatouilles ou la danse de la colère') - que transformou em peça de teatro e que também deu um filme - sobre os abusos sexuais que ela própria sofreu quando era menor. Ela passou a noite na esquadra e denunciou uma detenção arbitrária. Nas redes sociais, muitos partilharam as imagens da violenta detenção de Andréa Bescond e ela também publicou fotografias das nódoas negras que daí resultaram. Luísa Semedo também ficou perplexa com o que aconteceu e pergunta-se como é que Andréa Bescond, uma vítima, “foi detida e passou toda a noite na prisão, enquanto um agressor com queixas há dez anos nunca foi sequer ouvido”. Por outro lado, Luísa Semedo subscreve o apelo de Andréa Bescond de concentrações pacíficas todas as segundas-feiras, às 19h, diante de todos os tribunais de França até à adopção da Lei Integral de combate às violências sexuais. “Esta Lei Integral implica vários tipos de vias para tratar esta questão da violência sexual contra as crianças e vai desde questões como a imprescritibilidade, ou seja, que não haja limite de tempo para apresentar queixa. Também aborda questões como a educação nas escolas: são as crianças que têm de ser educadas, mas também os futuros adultos (...) É uma lei cujo objectivo é fazer com que, cada vez que haja um destes casos, não seja considerado só como um ‘fait divers' ou como um caso pontual ou ‘um disfuncionamento', como disse o [Emmanuel] Macron, mas que faz parte de um sistema”, acrescenta a investigadora. Esta semana, nos protestos e até na Assembleia francesa, ouviram-se pedidos a exigir a demissão do primeiro-ministro, Sébastien Lecornu, que rejeita deixar o cargo e aponta o dedo à justiça - ainda que o governo francês seja acusado de ter feito cortes no sector. Lecornu propôs a possibilidade de uma pena de prisão perpétua para os violadores em série contra os actuais 20 anos de prisão [para os que chegam a ser julgados] e disse querer que os inquéritos relativos a crimes contra menores sejam feitos em menos de três meses. Estas medidas são suficientes? Não, responde Luísa Semedo, sublinhando que a questão principal “não está no número de anos da pena do agressor”, mas no facto de apenas “3% dos casos de agressão sexual serem punidos”. No domingo, o ministro da Justiça, Gérald Darmanin, assinalou que existem “graves falhas” na gestão do caso do suspeito da morte de Lyhanna, e anunciou que 70 mil queixas envolvendo crimes sexuais contra menores terão de ser examinados até 14 de Julho. Mais uma vez, Luísa Semedo aponta o seu olhar crítico para este anúncio e diz: “Parece até humanamente impossível, tendo em conta que um dos problemas em França é justamente, em relação à União Europeia, a França ter menos meios, por exemplo, em procuradores do que no resto dos países europeus. Ou seja, há um problema também de meios que não vêm directamente da culpa de magistrados ou dos serviços da Justiça. Vem do Estado em geral e dos meios que são dados a estas questões e das prioridades também que estão em cima da mesa. Por exemplo, a formação de polícias é algo que é importante e também não é feito. O que este caso está a revelar é, de facto, todas as insuficiências do Estado em relação a esta questão, que é uma questão que é multifactorial e que não é só uma questão de magistrados ou só uma questão de ir ver cada caso. Claro que é importante ver cada caso e acho muito bem que se faça, mas não com este lado de 'performance', com uma data, como se fosse uma espécie de concurso. Até acho indecente e de mau gosto porque há um lado de 'performance' que não tem nada a ver com a seriedade do tema.” Apesar de lamentar que tanto a Justiça, quanto o Estado, quanto a Sociedade tenham falhado até agora, Luísa Semedo acredita que “uma parte da sociedade a acordar”. Por isso deixa também o apelo: “Eu acho que o apelo de se juntar todas as segundas-feiras vai ao encontro disso, ou seja, é dizer NÃO, há uma parte da sociedade que não vai deixar passar. Isto foi a gota de água. O Estado falhou. A sociedade também ainda não está completamente consciencializada para o problema, mas há uma parte que está e que vai continuar a lutar.” Luísa Semedo: A morte de Lyhanna é “um escândalo de Estado” e "talvez o início de uma revolução” RFI: Por que é que decidiu mobilizar-se e escrever num jornal português sobre a morte de Lyhanna? Luísa Semedo, Activista e Investigadora em Filosofia Política e Ética: “Porque em França está a ser uma situação que está a causar imensa emoção e penso que é uma questão que é universal, não é uma questão que é só importante em França, a questão da violência contra as crianças. Parece-me importante também que em Portugal se fale sobre isto porque o que se sente é que há, de facto, uma zona um pouco escondida, a questão do MeToo, da violência em geral e da violência sexual e nomeadamente contra as crianças. É como se fosse uma zona em que o problema é tão grande que parece preferir-se não se ver um problema tão grande. Neste momento, está a rebentar em França com o caso da Liana, ou seja, é a gota de água que fez com que as pessoas saíssem todas para a rua.” Na segunda-feira houve manifestações em várias cidades francesas para exigir medidas e está a haver uma mobilização. O que espera desta mobilização? É possível que algo mude? É preciso um tsunami? Ou, como escreve na crónica no Público, "está-se talvez a viver o início de uma revolução?” “Sim. O que eu espero é que haja uma mudança de mentalidades porque são questões tão estruturais, tão profundas na sociedade, que não é só com pequenas medidas de urgência que se vai lá. Ou seja, é uma questão que necessita que várias soluções sejam postas em prática e uma das mais importantes é talvez uma mudança de mentalidades. Ou seja, olhar para uma criança como uma pessoa é a base, perceber que é uma pessoa que tem um corpo e que tem de ter consentimento em relação ao que lhe fazem. A criança também tem de ter essa consciência e, por isso, as associações pedem muito que haja, por exemplo, uma educação sexual e afectiva nas escolas, que é uma coisa que não existe ou existe de forma muito rudimentar. Ou seja, é toda uma panóplia de soluções que devem ser feitas.” As associações que se têm mobilizado e participado nestes protestos reivindicam a adopção de uma proposta de lei integral de combate à violência sexual contra crianças e mulheres. A Luísa Semedo também fala nesta lei integral na sua crónica. O que é esta lei integral que chegou a ser apresentada no final de 2025 por cerca de 100 deputados, mas que nunca foi analisada? “Esta lei integral implica vários tipos de vias para tratar esta questão da violência sexual contra as crianças e vai desde questões como a imprescritibilidade, ou seja, que não haja limite de tempo para apresentar queixa. Também aborda questões como a educação nas escolas: são as crianças que têm de ser educadas, mas também os futuros adultos, ou seja, a questão do que é que é a dominação sobre o corpo de outro, o que é o consentimento. São questões que implicam toda a gente e, portanto, também começa na educação. Isso é muito importante. É uma lei cujo objectivo é fazer com que cada vez que haja um destes casos que não seja considerado só como um ‘fait divers', só como um caso pontual ou ‘um disfuncionamento', como disse o [Emmanuel] Macron, mas que faz parte de um sistema. E esse sistema tem de ser combatido com esta lei integral que são 78 medidas e que são medidas para enfrentar este caso de frente, ou seja, com várias leis diferentes.” Nos protestos em frente ao Ministério da Justiça, em Paris, a polícia deteve Andréa Bescond, realizadora e autora de um livro (‘Les chatouilles ou la danse de la colère') - que transformou em filme e em peça de teatro - sobre os abusos sexuais que ela própria sofreu quando era menor. Ela passou a noite na esquadra e denuncia uma detenção arbitrária. Como é que vê o que aconteceu e vai seguir o apelo dela de manifestar todas as segundas-feiras em frente aos tribunais de França até à Lei Integral de protecção das vítimas de abusos sexuais ser adoptada? “Sim, sem dúvida. Eu sempre que posso tento acompanhar este tipo de acções que me parecem absolutamente importantes e acho que é muito reconfortante até para as vítimas. Eu própria também sou uma sobrevivente, portanto, é sempre muito forte ver estas pessoas mobilizadas. Acho que nos toca a todas as pessoas que foram de alguma forma vítimas de violência e, portanto, sim, sem dúvida. O que aconteceu com a Andréa Bescond foi, de alguma forma, uma intimidação de uma das cabeças da manifestação, que foi acompanhada também, algumas horas antes, pela proibição da manifestação à frente do Ministério da Justiça. O Estado ou o governo dá com uma mão e tira com a outra, ou seja, há ali um discurso que é bastante ambíguo em relação à questão da violência e da violência sexual contra as crianças e contra as mulheres, que já dura há bastantes anos, não é só de agora.” No seu texto escreve “A lei tem um prazo. O trauma não”. O que pode fazer o Estado francês para ajudar as vítimas que vivem com o trauma e para evitar futuras agressões? “Sim, na Lei Integral também é pedido para que haja apoio para as vítimas para as questões do trauma. Muitas das vítimas vivem o que nós chamamos de stress pós-traumático e stress pós-traumático complexo também. É, por exemplo, o acesso a profissionais de saúde da psiquiatria, psicologia e medicamentos. Há todo um acompanhamento que é necessário quando se sofre de stress pós-traumático, por exemplo. É algo que é muito complicado ainda de ter em França. Isso é um dos pedidos também da Lei Integral. Parece-me absolutamente essencial também ver algo que acho que faz parte da Lei Integral, que é a forma como se ouvem as crianças. Ou seja, elas serem ouvidas de forma autónoma dos adultos que, por vezes, são as pessoas que as agridem e portanto, elas terem um local seguro para serem ouvidas, para serem escutadas, para serem levadas a sério.” Ou seja, é todo um dispositivo que muda completamente a forma como nós vemos até agora as vítimas. Por enquanto, os agressores parecem ser mais protegidos do que as vítimas e o objectivo é que esta estrutura mude completamente, ou seja, que o centro da preocupação sejam, de facto, as vítimas e não os agressores.” Depois do que aconteceu, o ministro da Justiça Gérald Darmanin anunciou, no domingo, que 70.000 processos envolvendo violência sexual contra menores deverão ser examinados antes de 14 de Julho. O jornal Libération diz que o poder Executivo francês reconhece erros, mas transfere a responsabilidade da tragédia para a Justiça. Que leitura faz? E é possível estes 70.000 processos serem analisados num mês? “Pois, somente não me parece possível, como me parece que o que for feito vai ser mal feito porque parece até humanamente impossível, tendo em conta que um dos problemas em França é justamente, em relação à União Europeia, a França ter menos meios, por exemplo, em procuradores do que no resto dos países. Ou seja, há um problema também de meios que não vêm directamente da culpa de magistrados ou dos serviços da Justiça. Vem do Estado em geral e dos meios que são dados a estas questões e das prioridades também que estão em cima da mesa. Por exemplo, a formação de polícias é algo que é importante e também não é feito. O que este caso está a revelar é, de facto, todas as insuficiências do Estado em relação a esta questão, que é uma questão que é multifactorial e que não é só uma questão de magistrados ou só uma questão de ir ver cada caso. Claro que é importante ver cada caso e acho muito bem que se faça, mas não com este lado um bocado de 'performance' com uma data, como se fosse uma espécie de concurso. Até acho indecente e de mau gosto porque há um lado de 'performance' que não tem nada a ver com a seriedade do tema.” Ouviram-se pedidos a exigir a demissão do Primeiro-Ministro francês, não só nas manifestações, mas também na Assembleia. Sébastien Lecornu rejeita deixar o cargo e aponta o dedo à Justiça, ainda que o governo francês seja acusado de ter feito cortes no sector. Ele propôs a possibilidade de uma pena de prisão perpétua para os violadores em série, contra os actuais 20 anos de prisão (para os que chegam a ser julgados) e disse querer que os inquéritos relativos a crimes contra menores sejam feitos em menos de três meses. Estas medidas chegam? “Estas medidas não chegam porque há medidas que já existem. O problema é que as medidas não estão a ser cumpridas. Se só há 3% dos casos de agressão que são punidos, não tem nada a ver com a pena ser maior ou mais pequena. O que é importante é que estas pessoas sejam punidas e é importante ouvir as vítimas. Muitas das vítimas dizem: ‘O que nós queremos, o que nos vai fazer ficar em sentir insegurança e sentir reconfortados é que não haja impunidade'. Não se está à espera que haja pena de morte ou castração, ou o que quer que seja de medida cada vez mais espectacular para dar uma impressão de que se está a fazer alguma coisa. Não é isso. O facto é que só 3% de casos de agressão sexual é que são punidos, portanto, a questão está aí e não está nos anos da pena do agressor.” É por isso que fala num “escândalo de Estado” em relação ao caso Lyhanna? “Sim, sim. É um escândalo de Estado porque mete a nu muitas deficiências do Estado, justamente a vários níveis, quer seja no nível judicial, na polícia, a nível das leis, a nível dos apoios sociais, dos apoios médicos, da educação, ou seja, como é que toda a estrutura está a falhar às pessoas que são vítimas. Portanto, é de facto um escândalo de Estado sim. A questão que aqui se coloca não é só o que aconteceu com Lyhanna, é o facto de ter havido, durante mais de dez anos, queixas contra este suspeito que nunca foram levadas a sério e ele nunca foi ouvido, o que é bastante impressionante. Imagine-se que alguém com este perfil nunca foi ouvido e alguém com o perfil de Andréa Bescond, que é uma sobrevivente, foi detida e passou toda a noite na prisão, enquanto um agressor com queixas há dez anos contra ele nunca foi sequer ouvido. Portanto, já se está aqui a ver o contraste entre como é que as pessoas vítimas e activistas são tratadas e os agressores são tratados.” Ou seja, como escreve no artigo, “não houve aqui só uma negligência pontual, nem um simples disfuncionamento, como afirmou o Presidente Macron”, é algo mais vasto? “Sim, sem dúvida é algo mais vasto. Nós estamos a falar de 3% de pessoas condenadas. Estamos a falar também que a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França. Estes números são absolutamente abissais, por isso é que cada caso que aparece é só mesmo a ponta do iceberg. As pessoas que se estão a mobilizar sabem disso e querem que haja visibilidade sobre esta situação porque é uma situação que é absolutamente grave, que se passa muitas vezes dentro de casa ou muitas vezes com pessoas que são muito próximas. Não se trata de casos que se passam na rua, num canto escuro com um estranho ou um estrangeiro - como nos quer fazer acreditar a extrema-direita. Não. Passa, sim, dentro de casa. Passa-se na escola. É uma catástrofe e é, de facto, um escândalo. É um escândalo de Estado. É um escândalo da sociedade. Felizmente, há uma parte da sociedade que acordou para isto.” A Justiça e o Estado falharam? “Sim. Falharam a Justiça, o Estado, mas a sociedade em geral também está a falhar. Felizmente, o que se está a ver nas ruas é uma parte da sociedade a acordar e a mostrar que não vai deixar passar. Eu acho que o apelo de se juntar todas as segundas-feiras vai ao encontro disso, ou seja, é dizer NÃO, há uma parte da sociedade que não vai deixar passar. Isto foi a gota de água. O Estado falhou. A sociedade também ainda não está completamente consciencializada para o problema, mas há uma parte que está e que vai continuar a lutar.”
Ninguém quer ouvir o "gollll" primeiro pelo vizinho! A Copa do Mundo Fifa 2026 terá início nesta quinta-feira (11) no Estádio Azteca, no México. Com início às 14h30 (horário de Brasília), acontece a cerimônia de abertura do Mundial. A edição deste ano entra para a história por ser a primeira disputada por 48 seleções e também a primeira realizada simultaneamente em três países-sede. A abertura do Mundial acontece com o duelo entre México e África do Sul. A bola rola às 16h (horário de Brasília), no Estádio Azteca. No clima dos jogos, sempre tem um vizinho que grita gol antes. Mas, afinal, por que isso acontece? O motivo é o "delay", o atraso no recebimento de uma informação.Especialistas explicam que no ranking do impacto do delay por tipo de aparelho, o rádio é o campeão em rapidez, com atraso de "alguns segundos", perdendo apenas para quem está, naturalmente, no estádio. Depois vêm a TV aberta, a TV por assinatura e os streamings. Em entrevista à CBN Vitória, o gerente de Tecnologia Operacional da Rede Gazeta, Vinicius Pimentel, fala sobre o assunto.
Olá pessoal! :) Thais por aqui ✨Live especial mês dos namorados
O Brasil produz mais. Exporta mais. Alimenta mais gente. Mas existe uma pergunta que tira o sono de muita gente dentro do agro: estamos preparados para sustentar esse crescimento? Entre guerras que redesenham mercados, disputas geopolíticas que impactam custos e uma infraestrutura que ainda caminha mais devagar do que a produção dentro das fazendas, o produtor rural tem sido desafiado a tomar decisões cada vez mais complexas. Para explicar esse cenário, nosso convidado de hoje é uma das referências quando o assunto é análise econômica e mercado agrícola. Pesquisador do Cepea, agrônomo e palestrante reconhecido em todo o país, Mauro Osaki dedica a carreira a interpretar tendências, identificar riscos e traduzir os movimentos da economia global para a realidade de quem está dentro da porteira. É uma daquelas pessoas que conseguem enxergar além dos números…e a própria história indica o porquê. Filho de um imigrante japonês que chegou ao Brasil aos 15 anos, sem falar português e carregando apenas a esperança de reconstruir a própria vida após os impactos da Segunda Guerra Mundial, Mauro cresceu entre lavouras de batata, cebola e muito trabalho… sem feriados, nem atalhos.Nesse ambiente aprendeu uma lição que carrega até hoje: olhar para o amanhã antes que ele chegue! Talvez por isso tenha seguido um caminho diferente. Sem abandonar as raízes no campo, mergulhou na pesquisa, na economia agrícola e na análise de mercados. Ao longo da carreira, visitou diferentes países, observou sistemas produtivos ao redor do mundo e transformou conhecimento técnico em informação acessível para quem precisa tomar decisões todos os dias.No bate-papo, Mauro compartilha a trajetória da família, relembra momentos difíceis vividos durante crises econômicas, fala sobre os desafios geopolíticos que preocupam o agro brasileiro e faz alertas importantes sobre competitividade, logística, armazenagem e segurança alimentar.Mais do que números e projeções, a conversa reforça a importância da visão de longo prazo…. os riscos de olhar apenas para a próxima safra… e a necessidade de construir um agro cada vez mais eficiente dentro da porteira, mas também mais preparado para os desafios que vêm de fora dela.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em França, a morte de Lyhanna, uma menina de 11 anos, está a gerar uma mobilização contra a lentidão da justiça em tratar os crimes sexuais contra crianças. O suspeito da sua morte acumulava outras denúncias de violações e abusos de menores, mas nunca foi interrogado pelas autoridades. A activista Luísa Semedo denuncia um “escândalo de Estado” que “mete a nu muitas deficiências do Estado” francês, sublinha que “a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França” e que apenas 3% dos agressores são condenados. A investigadora associa-se à mobilização que pede a adopção de uma Lei Integral de combate aos crimes sexuais e acredita que “uma parte da sociedade está a acordar”. Esta segunda-feira, houve manifestações em várias cidades francesas para expressar a revolta colectiva pela morte de Lyhanna e para protestar contra as falhas da Justiça e do Estado francês no que toca à protecção das crianças contra crimes sexuais. Esta quinta-feira, a indignação e a revolta chegaram ao jornal português Público com uma crónica da activista Luísa Semedo, que começa assim: “Em França, a cada três minutos, o tempo de leitura desta crónica, uma criança é vítima de agressão sexual e apenas 3% das denúncias de violação de menores resultam em condenação.” [Os números “abissais” da violência sexual sobre crianças são da Comissão [francesa] Independente sobre Incesto e Violências Sexuais contra Crianças (Ciivise).] Conversámos com Luísa Semedo, investigadora em Filosofia Política e Ética; que olha para a morte de Lyhanna como “a ponta do iceberg” daquilo que denuncia como “um escândalo de Estado”. “É um escândalo de Estado porque mete a nu muitas deficiências do Estado, justamente a vários níveis, quer seja no nível judicial, na polícia, a nível das leis, a nível dos apoios sociais, dos apoios médicos, da educação, ou seja, como é que toda a estrutura está a falhar às pessoas que são vítimas. Portanto, é de facto um escândalo de Estado. A questão que aqui se coloca não é só o que aconteceu com Lyhanna, é o facto de ter havido, durante mais de dez anos, queixas contra este o suspeito que nunca foram levadas a sério e ele nunca foi ouvido”, explica, por telefone, à RFI. Luísa Semedo sublinha que além de ser um “escândalo de Estado”, a morte de mais uma criança alegadamente vítima de um predador sexual revela também “um escândalo da sociedade”, pelo que é urgente “uma mudança de mentalidades”. “Estamos a falar de 3% de pessoas condenadas. Estamos a falar também que a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França. Estes números são absolutamente abissais, por isso é que cada caso que aparece é só a ponta do iceberg. As pessoas que se estão a mobilizar sabem disso e querem que haja visibilidade sobre esta situação porque é uma situação que é absolutamente grave, que se passa, muitas vezes, dentro de casa ou muitas vezes com pessoas que são muito próximas. Não se trata de casos que se passam na rua, num canto escuro com um estranho ou com um estrangeiro - como nos quer fazer acreditar a extrema-direita. Não. Passa-se, sim, dentro de casa. Passa-se na escola. É uma catástrofe e um escândalo. É um escândalo de Estado. É um escândalo da sociedade. Felizmente, há uma parte da sociedade que acordou para isto”, diz Luísa Semedo. As associações feministas e de protecção da infância reivindicam a adopção de uma Lei Integral de combate à violência sexual contra crianças e mulheres, a qual já tinha sido apresentada por cerca de cem deputados no fim de 2025, mas que nunca foi analisada. Na concentração desta segunda-feira, em frente ao ministério da Justiça, em Paris, a polícia deteve Andréa Bescond, uma conhecida realizadora e autora de um livro (‘Les chatouilles ou la danse de la colère') - que transformou em peça de teatro e que também deu um filme - sobre os abusos sexuais que ela própria sofreu quando era menor. Ela passou a noite na esquadra e denunciou uma detenção arbitrária. Nas redes sociais, muitos partilharam as imagens da violenta detenção de Andréa Bescond e ela também publicou fotografias das nódoas negras que daí resultaram. Luísa Semedo também ficou perplexa com o que aconteceu e pergunta-se como é que Andréa Bescond, uma vítima, “foi detida e passou toda a noite na prisão, enquanto um agressor com queixas há dez anos nunca foi sequer ouvido”. Por outro lado, Luísa Semedo subscreve o apelo de Andréa Bescond de concentrações pacíficas todas as segundas-feiras, às 19h, diante de todos os tribunais de França até à adopção da Lei Integral de combate às violências sexuais. “Esta Lei Integral implica vários tipos de vias para tratar esta questão da violência sexual contra as crianças e vai desde questões como a imprescritibilidade, ou seja, que não haja limite de tempo para apresentar queixa. Também aborda questões como a educação nas escolas: são as crianças que têm de ser educadas, mas também os futuros adultos (...) É uma lei cujo objectivo é fazer com que, cada vez que haja um destes casos, não seja considerado só como um ‘fait divers' ou como um caso pontual ou ‘um disfuncionamento', como disse o [Emmanuel] Macron, mas que faz parte de um sistema”, acrescenta a investigadora. Esta semana, nos protestos e até na Assembleia francesa, ouviram-se pedidos a exigir a demissão do primeiro-ministro, Sébastien Lecornu, que rejeita deixar o cargo e aponta o dedo à justiça - ainda que o governo francês seja acusado de ter feito cortes no sector. Lecornu propôs a possibilidade de uma pena de prisão perpétua para os violadores em série contra os actuais 20 anos de prisão [para os que chegam a ser julgados] e disse querer que os inquéritos relativos a crimes contra menores sejam feitos em menos de três meses. Estas medidas são suficientes? Não, responde Luísa Semedo, sublinhando que a questão principal “não está no número de anos da pena do agressor”, mas no facto de apenas “3% dos casos de agressão sexual serem punidos”. No domingo, o ministro da Justiça, Gérald Darmanin, assinalou que existem “graves falhas” na gestão do caso do suspeito da morte de Lyhanna, e anunciou que 70 mil queixas envolvendo crimes sexuais contra menores terão de ser examinados até 14 de Julho. Mais uma vez, Luísa Semedo aponta o seu olhar crítico para este anúncio e diz: “Parece até humanamente impossível, tendo em conta que um dos problemas em França é justamente, em relação à União Europeia, a França ter menos meios, por exemplo, em procuradores do que no resto dos países europeus. Ou seja, há um problema também de meios que não vêm directamente da culpa de magistrados ou dos serviços da Justiça. Vem do Estado em geral e dos meios que são dados a estas questões e das prioridades também que estão em cima da mesa. Por exemplo, a formação de polícias é algo que é importante e também não é feito. O que este caso está a revelar é, de facto, todas as insuficiências do Estado em relação a esta questão, que é uma questão que é multifactorial e que não é só uma questão de magistrados ou só uma questão de ir ver cada caso. Claro que é importante ver cada caso e acho muito bem que se faça, mas não com este lado de 'performance', com uma data, como se fosse uma espécie de concurso. Até acho indecente e de mau gosto porque há um lado de 'performance' que não tem nada a ver com a seriedade do tema.” Apesar de lamentar que tanto a Justiça, quanto o Estado, quanto a Sociedade tenham falhado até agora, Luísa Semedo acredita que “uma parte da sociedade a acordar”. Por isso deixa também o apelo: “Eu acho que o apelo de se juntar todas as segundas-feiras vai ao encontro disso, ou seja, é dizer NÃO, há uma parte da sociedade que não vai deixar passar. Isto foi a gota de água. O Estado falhou. A sociedade também ainda não está completamente consciencializada para o problema, mas há uma parte que está e que vai continuar a lutar.” Luísa Semedo: A morte de Lyhanna é “um escândalo de Estado” e "talvez o início de uma revolução” RFI: Por que é que decidiu mobilizar-se e escrever num jornal português sobre a morte de Lyhanna? Luísa Semedo, Activista e Investigadora em Filosofia Política e Ética: “Porque em França está a ser uma situação que está a causar imensa emoção e penso que é uma questão que é universal, não é uma questão que é só importante em França, a questão da violência contra as crianças. Parece-me importante também que em Portugal se fale sobre isto porque o que se sente é que há, de facto, uma zona um pouco escondida, a questão do MeToo, da violência em geral e da violência sexual e nomeadamente contra as crianças. É como se fosse uma zona em que o problema é tão grande que parece preferir-se não se ver um problema tão grande. Neste momento, está a rebentar em França com o caso da Liana, ou seja, é a gota de água que fez com que as pessoas saíssem todas para a rua.” Na segunda-feira houve manifestações em várias cidades francesas para exigir medidas e está a haver uma mobilização. O que espera desta mobilização? É possível que algo mude? É preciso um tsunami? Ou, como escreve na crónica no Público, "está-se talvez a viver o início de uma revolução?” “Sim. O que eu espero é que haja uma mudança de mentalidades porque são questões tão estruturais, tão profundas na sociedade, que não é só com pequenas medidas de urgência que se vai lá. Ou seja, é uma questão que necessita que várias soluções sejam postas em prática e uma das mais importantes é talvez uma mudança de mentalidades. Ou seja, olhar para uma criança como uma pessoa é a base, perceber que é uma pessoa que tem um corpo e que tem de ter consentimento em relação ao que lhe fazem. A criança também tem de ter essa consciência e, por isso, as associações pedem muito que haja, por exemplo, uma educação sexual e afectiva nas escolas, que é uma coisa que não existe ou existe de forma muito rudimentar. Ou seja, é toda uma panóplia de soluções que devem ser feitas.” As associações que se têm mobilizado e participado nestes protestos reivindicam a adopção de uma proposta de lei integral de combate à violência sexual contra crianças e mulheres. A Luísa Semedo também fala nesta lei integral na sua crónica. O que é esta lei integral que chegou a ser apresentada no final de 2025 por cerca de 100 deputados, mas que nunca foi analisada? “Esta lei integral implica vários tipos de vias para tratar esta questão da violência sexual contra as crianças e vai desde questões como a imprescritibilidade, ou seja, que não haja limite de tempo para apresentar queixa. Também aborda questões como a educação nas escolas: são as crianças que têm de ser educadas, mas também os futuros adultos, ou seja, a questão do que é que é a dominação sobre o corpo de outro, o que é o consentimento. São questões que implicam toda a gente e, portanto, também começa na educação. Isso é muito importante. É uma lei cujo objectivo é fazer com que cada vez que haja um destes casos que não seja considerado só como um ‘fait divers', só como um caso pontual ou ‘um disfuncionamento', como disse o [Emmanuel] Macron, mas que faz parte de um sistema. E esse sistema tem de ser combatido com esta lei integral que são 78 medidas e que são medidas para enfrentar este caso de frente, ou seja, com várias leis diferentes.” Nos protestos em frente ao Ministério da Justiça, em Paris, a polícia deteve Andréa Bescond, realizadora e autora de um livro (‘Les chatouilles ou la danse de la colère') - que transformou em filme e em peça de teatro - sobre os abusos sexuais que ela própria sofreu quando era menor. Ela passou a noite na esquadra e denuncia uma detenção arbitrária. Como é que vê o que aconteceu e vai seguir o apelo dela de manifestar todas as segundas-feiras em frente aos tribunais de França até à Lei Integral de protecção das vítimas de abusos sexuais ser adoptada? “Sim, sem dúvida. Eu sempre que posso tento acompanhar este tipo de acções que me parecem absolutamente importantes e acho que é muito reconfortante até para as vítimas. Eu própria também sou uma sobrevivente, portanto, é sempre muito forte ver estas pessoas mobilizadas. Acho que nos toca a todas as pessoas que foram de alguma forma vítimas de violência e, portanto, sim, sem dúvida. O que aconteceu com a Andréa Bescond foi, de alguma forma, uma intimidação de uma das cabeças da manifestação, que foi acompanhada também, algumas horas antes, pela proibição da manifestação à frente do Ministério da Justiça. O Estado ou o governo dá com uma mão e tira com a outra, ou seja, há ali um discurso que é bastante ambíguo em relação à questão da violência e da violência sexual contra as crianças e contra as mulheres, que já dura há bastantes anos, não é só de agora.” No seu texto escreve “A lei tem um prazo. O trauma não”. O que pode fazer o Estado francês para ajudar as vítimas que vivem com o trauma e para evitar futuras agressões? “Sim, na Lei Integral também é pedido para que haja apoio para as vítimas para as questões do trauma. Muitas das vítimas vivem o que nós chamamos de stress pós-traumático e stress pós-traumático complexo também. É, por exemplo, o acesso a profissionais de saúde da psiquiatria, psicologia e medicamentos. Há todo um acompanhamento que é necessário quando se sofre de stress pós-traumático, por exemplo. É algo que é muito complicado ainda de ter em França. Isso é um dos pedidos também da Lei Integral. Parece-me absolutamente essencial também ver algo que acho que faz parte da Lei Integral, que é a forma como se ouvem as crianças. Ou seja, elas serem ouvidas de forma autónoma dos adultos que, por vezes, são as pessoas que as agridem e portanto, elas terem um local seguro para serem ouvidas, para serem escutadas, para serem levadas a sério.” Ou seja, é todo um dispositivo que muda completamente a forma como nós vemos até agora as vítimas. Por enquanto, os agressores parecem ser mais protegidos do que as vítimas e o objectivo é que esta estrutura mude completamente, ou seja, que o centro da preocupação sejam, de facto, as vítimas e não os agressores.” Depois do que aconteceu, o ministro da Justiça Gérald Darmanin anunciou, no domingo, que 70.000 processos envolvendo violência sexual contra menores deverão ser examinados antes de 14 de Julho. O jornal Libération diz que o poder Executivo francês reconhece erros, mas transfere a responsabilidade da tragédia para a Justiça. Que leitura faz? E é possível estes 70.000 processos serem analisados num mês? “Pois, somente não me parece possível, como me parece que o que for feito vai ser mal feito porque parece até humanamente impossível, tendo em conta que um dos problemas em França é justamente, em relação à União Europeia, a França ter menos meios, por exemplo, em procuradores do que no resto dos países. Ou seja, há um problema também de meios que não vêm directamente da culpa de magistrados ou dos serviços da Justiça. Vem do Estado em geral e dos meios que são dados a estas questões e das prioridades também que estão em cima da mesa. Por exemplo, a formação de polícias é algo que é importante e também não é feito. O que este caso está a revelar é, de facto, todas as insuficiências do Estado em relação a esta questão, que é uma questão que é multifactorial e que não é só uma questão de magistrados ou só uma questão de ir ver cada caso. Claro que é importante ver cada caso e acho muito bem que se faça, mas não com este lado um bocado de 'performance' com uma data, como se fosse uma espécie de concurso. Até acho indecente e de mau gosto porque há um lado de 'performance' que não tem nada a ver com a seriedade do tema.” Ouviram-se pedidos a exigir a demissão do Primeiro-Ministro francês, não só nas manifestações, mas também na Assembleia. Sébastien Lecornu rejeita deixar o cargo e aponta o dedo à Justiça, ainda que o governo francês seja acusado de ter feito cortes no sector. Ele propôs a possibilidade de uma pena de prisão perpétua para os violadores em série, contra os actuais 20 anos de prisão (para os que chegam a ser julgados) e disse querer que os inquéritos relativos a crimes contra menores sejam feitos em menos de três meses. Estas medidas chegam? “Estas medidas não chegam porque há medidas que já existem. O problema é que as medidas não estão a ser cumpridas. Se só há 3% dos casos de agressão que são punidos, não tem nada a ver com a pena ser maior ou mais pequena. O que é importante é que estas pessoas sejam punidas e é importante ouvir as vítimas. Muitas das vítimas dizem: ‘O que nós queremos, o que nos vai fazer ficar em sentir insegurança e sentir reconfortados é que não haja impunidade'. Não se está à espera que haja pena de morte ou castração, ou o que quer que seja de medida cada vez mais espectacular para dar uma impressão de que se está a fazer alguma coisa. Não é isso. O facto é que só 3% de casos de agressão sexual é que são punidos, portanto, a questão está aí e não está nos anos da pena do agressor.” É por isso que fala num “escândalo de Estado” em relação ao caso Lyhanna? “Sim, sim. É um escândalo de Estado porque mete a nu muitas deficiências do Estado, justamente a vários níveis, quer seja no nível judicial, na polícia, a nível das leis, a nível dos apoios sociais, dos apoios médicos, da educação, ou seja, como é que toda a estrutura está a falhar às pessoas que são vítimas. Portanto, é de facto um escândalo de Estado sim. A questão que aqui se coloca não é só o que aconteceu com Lyhanna, é o facto de ter havido, durante mais de dez anos, queixas contra este suspeito que nunca foram levadas a sério e ele nunca foi ouvido, o que é bastante impressionante. Imagine-se que alguém com este perfil nunca foi ouvido e alguém com o perfil de Andréa Bescond, que é uma sobrevivente, foi detida e passou toda a noite na prisão, enquanto um agressor com queixas há dez anos contra ele nunca foi sequer ouvido. Portanto, já se está aqui a ver o contraste entre como é que as pessoas vítimas e activistas são tratadas e os agressores são tratados.” Ou seja, como escreve no artigo, “não houve aqui só uma negligência pontual, nem um simples disfuncionamento, como afirmou o Presidente Macron”, é algo mais vasto? “Sim, sem dúvida é algo mais vasto. Nós estamos a falar de 3% de pessoas condenadas. Estamos a falar também que a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França. Estes números são absolutamente abissais, por isso é que cada caso que aparece é só mesmo a ponta do iceberg. As pessoas que se estão a mobilizar sabem disso e querem que haja visibilidade sobre esta situação porque é uma situação que é absolutamente grave, que se passa muitas vezes dentro de casa ou muitas vezes com pessoas que são muito próximas. Não se trata de casos que se passam na rua, num canto escuro com um estranho ou um estrangeiro - como nos quer fazer acreditar a extrema-direita. Não. Passa, sim, dentro de casa. Passa-se na escola. É uma catástrofe e é, de facto, um escândalo. É um escândalo de Estado. É um escândalo da sociedade. Felizmente, há uma parte da sociedade que acordou para isto.” A Justiça e o Estado falharam? “Sim. Falharam a Justiça, o Estado, mas a sociedade em geral também está a falhar. Felizmente, o que se está a ver nas ruas é uma parte da sociedade a acordar e a mostrar que não vai deixar passar. Eu acho que o apelo de se juntar todas as segundas-feiras vai ao encontro disso, ou seja, é dizer NÃO, há uma parte da sociedade que não vai deixar passar. Isto foi a gota de água. O Estado falhou. A sociedade também ainda não está completamente consciencializada para o problema, mas há uma parte que está e que vai continuar a lutar.”
Convidado: João Francisco Meira, doutor em Ciência Política, sócio fundador do instituto Vox Populi e presidente do Conselho de Opinião Pública da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa, e Joel Pinheiro, economista, mestre em filosofia pela USP e comentarista da GloboNews. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro Nunes Marques, determinou nesta segunda-feira (8) a suspensão de uma pesquisa eleitoral que apontava queda no desempenho de Flávio Bolsonaro após a revelação das mensagens e dos áudios nos quais o pré-candidato a presidente pede dinheiro para Daniel Vorcaro para financiar o filme ‘Dark Horse', sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. A pedido de Flávio e do PL, Nunes Marques decidiu monocraticamente que o instituto Atlas Intel não pode mais divulgar o resultado daquela rodada de pesquisa realizada em maio, logo após a revelação da conversa. A decisão do ministro diz que a inclusão de perguntas sobre o escândalo do Banco Master configura “contaminação metodológica”. A Atlas Intel afirma que essas perguntas foram apresentadas depois do questionário eleitoral e que não tiveram interferência no resultado – outros institutos também mostraram tendência de queda no desempenho de Flávio. O plenário do TSE iniciou nesta terça votação para validar ou derrubar a liminar de Nunes Marques. Neste episódio, Natuza Nery entrevista dois convidados. Primeiro, ela fala com João Francisco Meira, presidente do Conselho de Opinião Pública da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa, sobre o ineditismo da decisão em uma corte superior. Depois, participa Joel Pinheiro, que avalia a importância das pesquisas para que os eleitores estejam bem-informados.
Depois de uma boa noite de sono, Filipe e Marcus comentam o que acharam dos anúncios da Apple no keynte da WWDC 2026.
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Depois de testar os 200 mil pontos em abril, o Ibovespa engatou a pior sequência de quedas desde o início do Plano Real. O índice já acumula uma queda de cerca de 15% desde as máximas, apagando boa parte dos ganhos de 2026. O que está por trás desse movimento? É só fluxo estrangeiro — ou tem algo mais acontecendo? E, mais importante: o que o investidor deve fazer agora? No episódio de hoje do Touros e Ursos, conversamos com Gilberto Nagai, superintendente de renda variável da SulAmérica Investimentos, para entender: Os fatores por trás da queda da Bolsa; Os riscos daqui para frente; E quais podem ser os gatilhos para uma recuperação.
O Observador chegou a Israel no momento em que começou o ataque iraniano. Depois dos bombardeamentos e alertas nos dois países, é possível manter o cessar-fogo? Uma conversa com José Carlos Duarte.See omnystudio.com/listener for privacy information.
FASHION VOCAB TALKS - lista de espera: https://www.modanamochila.com/fashionvocabtalksA gaúcha Francys Saleh é professora de moda, mentora e especialista em moulage francesa e desenvolvimento de coleção com foco em criatividade. Depois de conquistar diversas formações em moda, modelagem, marketing e negócios internacionais, ela decidiu iniciar um doutorado em Política Social e Direitos Humanos na Universidade Católica de Pelotas, e parte da sua pesquisa é desenvolvida na região da Puglia, na Itália.Além da trajetória acadêmica, a Francys já trabalhou em grandes empresas como Grendene e Dakota, expôs seus trabalhos na Première Vision em Paris, e hoje soma mais de 5 mil alunos no seu curso Segredos da Moulage Francesa.O trabalho da Francys é reconhecido mundialmente, ela faz parte do time de professores da plataforma espanhola Domestika e representa no Brasil a Promostyl, agência francesa de referência em pesquisa de tendências. Com uma trajetória que mistura moda, pesquisa, arte e educação, ela compartilha conteúdos e experiências incríveis há mais de 20 anos.convidada: https://www.instagram.com/francyssaleh/ Paris com Francys: https://www.francyssaleh.com/single-post/paris-com-francys-2%C2%AA-edi%C3%A7%C3%A3o-da-viagem-de-estudos-na-capital-da-modav newsletter: https://modanamochila.substack.com/about Ig: https://www.instagram.com/modanamochila/
A quatro dias da estreia, Carlo Ancelotti faz mistério na seleção. Nosso adversário Marrocos tem um problema no ataque: o jogador Ezzalzouli se machucou e está fora do jogo contra o Brasil. A campeã Argentina chegou aos Estados Unidos com dez jogadores machucados. O México está pronto para receber pela terceira vez a maior festa do futebol. A Fifa aposta em mais shows e mais tempo de bola rolando. Delegações estrangeiras reclamaram do tratamento recebido nos Estados Unidos. Depois da pressão internacional, a Casa Branca autorizou que a seleção iraniana permaneça 36 horas no país. No Oriente Médio, a guerra: Donald Trump voltou a atacar o Irã.
Suspensão da vacina da dengue do Butantan: quais os próximos passos após anúncio do Ministério da Saúde? Trump abandona entrevista a emissora dos EUA após insultar jornalista e criticar imprensa. Trump é vaiado em jogo da final da NBA em Nova York durante hino nacional. Deolane Bezerra: STJ julga nesta terça pedido de liberdade de influenciadora suspeita de ligação com o PCC. Mulher que morreu após denunciar falta de médicos em UPA pediu para não autorizarem ventilação mecânica: 'Não aguento'. 'Convocação de Neymar mudou tudo': comércio popular comemora alta nas vendas para a Copa.
Irão, EUA e Israel preparam novos combates ou acordos? Arriscarão os EUA deixar um Israel desafiador entregue a si mesmo e à sua sorte ou é apenas ruído para aumentar a pressão sobre o Irão?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidados: Olímpio Barbosa de Moraes Filho, médico diretor do Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), em Recife, e professor da Universidade de Pernambuco; e Luciana Temer, advogada, professora da faculdade de direito da PUC-SP e presidente do Instituto Liberta. Em menos de dois minutos, numa votação simbólica, o plenário do Senado Federal aprovou, na última terça-feira (2), o projeto de decreto legislativo (PDL) que suspende a regulamentação para o aborto legal de menores de idade. Na prática, o PDL revoga os efeitos de uma resolução do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) e pode dificultar o aborto legal em casos previstos em lei, feto anencéfalo, risco de vida para a gestante e gravidez decorrente de violência sexual. Como já foi aprovada pela Câmara dos Deputados em novembro de 2025, a proposta já tem validade. Neste episódio, Natuza Nery entrevista dois convidados. Primeiro, ela conversa com o médico obstetra Olímpio Barbosa de Moraes Filho, que relata como se dá o trabalho de atendimento na rede de saúde para meninas que têm o direito ao aborto legal – e conta em quais condições físicas e emocionais elas chegam ao consultório. Depois, Natuza fala com a jurista Luciana Temer, que analisa o texto aprovado pelo Congresso e compara a legislação brasileira à de outros países.
Durante 20 anos, a Marinalva construiu ao lado do Sérgio, uma família cheia de amor e 2 filhos. Ele trabalhava viajando pelo interior, até que, ela recebeu uma ligação dizendo que o Sérgio tinha sofrido um acidente grave. No hospital, ela descobriu que tinha uma mulher no carro. Depois de um pedido de perdão, ela descobriu que a mulher era amante dele há anos e eles tinham um menino de 4 anos. Ele faleceu e Marinalva descobriu que aquele garoto tinha ficado sozinho no mundo. Ela resolveu ajudá-lo e hoje, ela aguarda a guarda definitiva para criar o menino. Marinalva entendeu que Deus transformou a maior tragédia da sua vida, em um novo começo e propósito.
Minha mãe tem 75 anos. Depois de enfrentar cirurgias, quimioterapia, exames, medos e um dos períodos mais desafiadores da sua vida, ela tomou uma decisão que me emocionou profundamente, ela começou algo novo.Neste episódio do Juliana Goes Podcast, compartilho uma história muito pessoal sobre protagonismo, longevidade, saúde, autonomia, envelhecimento ativo e a importância de não desistir das pessoas que amamos, sem tentar controlá-las.Falamos sobre:✨ Como incentivar alguém sem invadir seus limites✨ A diferença entre agir pela pressão ou pela bondade✨ Saúde física, musculação e longevidade✨ O impacto da mentalidade na recuperação emocional e física✨ Comparação, identidade e autoconfiança✨ O papel das relações e da vida social na saúde mental✨ Como recomeçar em qualquer idade✨ Por que nunca é tarde para levar a si mesma a sérioEssa é uma conversa sobre mães, filhas, envelhecimento, coragem e sobre a tendência que temos de acreditar que já passou da hora de começar.Talvez não tenha passado, talvez você ainda tenha mais tempo do que imagina.
Fala Pirataria! Já está no mar mais um episódio da História de Bolso dos EUA, um projeto encabeçado pelo Prof. Marcos Sorrilha em colaboração com o História Pirata. Depois de conhecermos a formação das colônias inglesas na América do Norte, chegou a hora de olhar para um personagem que esteve presente em toda essa história: os povos indígenas. Neste episódio, vamos discutir por que eles não podem ser vistos apenas como vítimas da colonização, mas também como agentes políticos fundamentais na construção do mundo colonial. A partir da análise de um fascinante mapa produzido pela Confederação Catawba em 1721, exploramos alianças, negociações, disputas diplomáticas e as complexas relações entre indígenas, colonos e impérios europeus. Confira este episódio e descubra como círculos e quadrados, diplomacia e conflito, ajudam a contar uma história muito mais rica e complexa sobre as origens dos Estados Unidos. Quem quiser saber mais sobre a história dos EUA compre o livro: As Origens dos Estados Unidos da América https://amzn.to/3RO6Psb
Depois da apresentação da Xbox Games Showcase e do PC Gaming Show, vamos agora com a nossa tradicional repercussão dos anúncios do evento.Vem conferir o Flow Games News que tá especial nesse domingão!
A Volvo vive um dos momentos mais importantes de sua história no Brasil. Depois de registrar resultados recordes e consolidar o sucesso do EX30, a marca prepara uma nova ofensiva de produtos eletrificados para os próximos anos. Neste episódio do Motor1 Podcast, recebemos Felipe Yagi, Diretor de Comunicação e Marketing da Volvo Cars Brasil, para uma conversa sobre os bastidores do crescimento da marca, a chegada de novos concorrentes chineses, os desafios da eletrificação e os próximos lançamentos para o mercado brasileiro. Falamos sobre:O sucesso do Volvo EX30 no BrasilComo a Volvo vê a expansão de BYD, GWM, Geely e outras fabricantes chinesasOs planos para o inédito Volvo EX60A chegada do novo Volvo ES90O futuro dos carros elétricos premiumSegurança, software e atualizações remotasEstratégia de crescimento da Volvo no BrasilUma conversa essencial para quem acompanha a transformação da indústria automotiva e quer entender como uma das marcas mais tradicionais do segmento premium está se preparando para a próxima década.Apresentação: Leonardo Fortunatti e Rodrigo Perini
Empiricus+: Acesse as recomendações da casa para investir no Brasil e no mundo em mais de 11 carteiras recomendadas - https://emprc.us/Wtc9oV Junho começou trazendo mais perguntas do que respostas para os investidores. Depois de um primeiro trimestre forte para os ativos brasileiros, maio trouxe correções, aumento da volatilidade e novas dúvidas sobre o cenário global. Ao mesmo tempo, o Bitcoin segue enfrentando um ano desafiador, enquanto investidores tentam entender se a queda recente representa apenas uma correção ou uma mudança mais profunda de ciclo. Neste episódio do Empiricus Podca$t, Paula Comassetto recebe Matheus Spiess, estrategista macroeconômico da Empiricus Research, e Valter Rebelo, especialista em criptomoedas, para discutir: - O papel do Brasil entre os mercados emergentes; - A queda do Bitcoin e o futuro das criptomoedas; - O impacto da guerra no Oriente Médio nos mercados; - O que esperar dos juros no Brasil e nos Estados Unidos; - Como posicionar a carteira em um cenário de incerteza; - Onde podem estar as melhores oportunidades para os próximos meses Assista ao episódio completo e entenda como os principais movimentos da economia global podem afetar seus investimentos.
Depois da apresentação da Summer Game Fest, vamos agora com a nossa tradicional repercussão dos anúncios do evento. A Summer Game Fest 2026 abriu com surpresas boas ou poderia ter sido melhor?Vem conferir o Flow Games News de hoje que tá especial!
Leitura Bíblica Do Dia: LUCAS 24:28-35 Plano De Leitura Anual: 2 CRÔNICAS 25–27; JOÃO 16 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Minha amiga saiu às pressas de seu trabalho estressante no hospital, imaginando o que faria para o jantar antes que o marido voltasse do trabalho também puxado. Ela tinha feito frango no domingo e servira as sobras na segunda. Na terça, jantaram frango assado. Ela encontrou dois filés de peixe congelados, mas sabia que não eram os favoritos do marido. Sem mais nada de fácil preparo em poucos minutos, decidiu fazer o peixe. Ao colocar o prato sobre a mesa, ela disse, meio que se desculpando, ao marido que acabara de chegar em casa: “Sei que este não é o seu prato preferido”. O marido dela ergueu os olhos e disse: “Querida, sou grato por termos comida na mesa”. Sua atitude lembra-me da importância de sermos gratos e agradecidos pelas provisões diárias de Deus, sejam elas quais forem. Seguimos o exemplo de Jesus quando agradecemos pelo pão ou pelas refeições de cada dia. Quando Ele comeu com dois discípulos após Sua ressurreição, Cristo “tomou o pão e o abençoou. Depois, partiu-o” (LUCAS 24:30). Ele agradeceu ao Pai como havia feito antes, quando alimentou os cinco mil com cinco pães e dois peixes (JOÃO 6:9). Quando damos graças pelas nossas refeições diárias e por outras provisões, a nossa gratidão reflete o exemplo de Jesus e honra o nosso Pai celestial. Agradeça a Deus hoje. Por: KATARA PATTON
A Clarissa conheceu o Murilo em 2011, quando uma amizade na internet se transformou em uma história de amor. Juntos, eles enfrentaram 6 anos de distância, enquanto ele realizava o sonho de estudar fora do país. Em 2019 ficaram noivos e, pouco depois, descobriram a gravidez de Gustavo em meio a despedidas, pandemia e muitos desafios. Anos mais tarde, enquanto sonhava com um segundo filho, Clarissa percebeu nódulos na mama e iniciou uma busca por respostas. No mesmo período, descobriu uma nova gravidez, mas viveu a dor devastadora de perder a filha e, poucos dias depois, recebeu o diagnóstico de um linfoma agressivo. Vieram meses de quimioterapia, internações e uma batalha que parecia não ter fim, mas sempre com o Murilo ao seu lado. Eles resistiram e hoje, mesmo carregando marcas dessa caminhada, seguem reconstruindo a vida, planejando o futuro, sonhando com novos filhos e celebrando cada conquista. Depois de quase perder tudo, aprenderam que recomeçar também é uma forma de vencer e que a esperança pode florescer até nos capítulos mais difíceis da vida.
Aproveite! MARATONA DE SÃO PAULO 2027 - https://cnoar.run/MaratonaSP2017 | Valor promocional de R$ 75 + taxas até o dia 15/6 - Depois disso, será R$ 150 + taxasNeste episódio do CNA News, analisamos os bastidores e as novidades da Maratona do Rio, destacando as mudanças na entrega de kits que acabaram com as filas tradicionais, com exceção do grande movimento na loja da Adidas. Trazemos detalhes de um papo exclusivo com Cláudio Romano, vice-presidente de marketing e negócios da Dream Factory, sobre o objetivo da prova em alcançar o selo Ouro da World Athletics em 2027 e as movimentações com os representantes da World Marathon Majors que vieram observar a operação do evento. O programa também aborda a ampliação do lote promocional da Maratona de São Paulo 2027 e traz o debate com os comentários da comunidade sobre a polêmica envolvendo tempo oficial de prova versus tempo de relógio.Tópicos abordados:- Avaliação da entrega de kits na Marina da Glória e movimento na Adidas- Papo com Cláudio Romano sobre os bastidores e evolução da prova- Planos para a Maratona do Rio conquistar o selo Ouro em 2027- Presença de representantes da World Marathon Majors na cidade- Comparação de dados de segurança e custos com a Maratona da Cidade do Cabo- Novas 3 mil vagas promocionais a R$ 75 para a Maratona de São Paulo 2027- Giro de comentários sobre a polêmica do tempo oficial contra o tempo de GPSNossos cupons e links - https://cnoar.run/cuponsO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
A pandemia quase levou a vida de Amanda. Ela sobreviveu, mas quase perdeu aquilo que mais amava: a sua voz. Para uma cantora, ouvir que nunca mais voltaria a cantar era como perder parte da própria identidade. Amanda cantava profissionalmente desde os 17 anos quando, em 2020, contraiu Covid-19. As complicações vieram rápido. Asmática, chegou ao hospital com apenas 40% de saturação e já apresentava sinais de confusão mental. Em pouco tempo, precisou ser entubada. O procedimento deixou uma cicatriz em suas pregas vocais.A recuperação foi lenta e dolorosa. Ela perdeu peso, precisou usar cadeira de rodas e dependia de ajuda até para tomar banho. A voz, antes firme, agora saía trêmula, insegura. Como se não bastasse, Amanda perdeu 37% da audição do ouvido esquerdo e passou a enfrentar dificuldades motoras que faziam seu próprio corpo parecer estranho.Quando decidiu buscar tratamento para voltar a cantar, encontrou alguns profissionais que diziam não saber como ajudá-la. Outros foram além: afirmavam que sua voz jamais voltaria. Um deles chegou a sugerir que abandonasse a música e procurasse um trabalho como faxineira, num óbvio comentário racista.Mas ela não deixou barato! Amparada pela fé, pela família e pela fonoaudióloga que acreditou nela, iniciou uma longa reabilitação que devolveram, pouco a pouco, aquilo que parecia perdido. Primeiro vieram os movimentos. Depois, algumas notas musicais e, finalmente, a voz.Em 2023, Amanda subiu ao palco do The Voice Brasil. Se inscreveu no programa para celebrar a vida, como alguém que voltou a ficar de pé. Amanda virou as quatro cadeiras e terminou a competição em segundo lugar!Desde então, cantou dentro e fora do Brasil, integrou projetos ao lado de grandes artistas, como Seu Jorge, e viu seu nome aparecer em lugares que jamais imaginou alcançar durante os dias em que sequer conseguia tomar banho sozinha.Ela aprendeu que recomeçar nem sempre significa voltar ao que era antes. Às vezes, significa voltar mais forte. Algumas pessoas recebem uma segunda chance, e a Amanda transformou a dela em música.
Na live de hoje do Mundo Freak, vamos falar sobre o caso que tomou conta das redes nos últimos dias: o influenciador Mayk Leão, de Campo Largo, no Paraná, que viralizou após divulgar imagens de um suposto OVNI sobre uma serra próxima ao sítio onde mora.Segundo o relato, o objeto tinha muitas luzes, teria reaparecido à noite e não se parecia com avião ou drone. Depois da repercussão, o caso ganhou novas camadas: barulhos estranhos vindos da mata, comportamento incomum dos animais da propriedade, problemas no Instagram, supostas ameaças e até a circulação de um documento atribuído à ABIN.Ao longo da live, a gente debate as principais teorias em torno do episódio: fenômeno atmosférico, drone, tecnologia desconhecida, hipótese extraterrestre, encobrimento governamental, investigação ufológica e até a possibilidade de tudo ter sido um golpe de marketing impulsionado pela repercussão nas redes. Também entra na discussão a resposta da FAB.Se você gosta de ufologia, casos brasileiros, teorias da conspiração, mistérios recentes, análise de vídeos virais e debates sobre o que pode ser real, exagerado ou manipulado, essa live é para você.▶ Assista e participe no chat com a sua teoria sobre o caso Mayk Leão.
No episódio 356 do PQU Podcast, apresentamos e comentamos o livro “Medicine and Culture”, de 1988, um clássico que discorre sobre a influência da cultura na prática médica, muito maior do que pensamos, e demonstra que a medicina não é baseada somente em ciência objetiva. Depois de apresentar brevemente as conclusões da autora, a jornalista Lynn Payer, sobre as diferenças na prática médica entre Alemanha, França, Inglaterra e Estados Unidos, abordaremos o que ela conta sobre a prática da psiquiatria nesses países. Por fim, falamos algo da miscigenação da prática médica em nosso país. Fato é que escutar esse episódio, colega em formação, vai lhe proporcionar melhor compreensão do seu papel na sociedade e da sua prática. Por isso, esse você não pode perder!
Convidados: Rodrigo Rodrigues, repórter do g1 em São Paulo, e Guilherme Balza, repórter de política da GloboNews. Nessa segunda-feira (1), a Polícia Civil de São Paulo cumpriu mandados de busca em apreensão na sede da Prefeitura da capital paulista e em mais sete endereços ligados à empresária Karina Ferreira da Gama. A operação foi motivada pela suspeita de fraude em um contrato celebrado pela Prefeitura de São Paulo com o Instituto Conhecer Brasil (ICB) que determina a instalação de 5 mil pontos de wi-fi pela cidade ao custo de R$ 108 milhões para o município – Karina é dona dessa ONG. O que a investigação apura é o destino desse dinheiro, que pode ter sido usado para o financiamento da cinebiografia de Jair Bolsonaro, uma realização da produtora Go Up, que também pertence a Karina. Neste episódio, Natuza Nery conversa com dois jornalistas. Primeiro, ela fala com Rodrigo Rodrigues, que cobriu a operação da PC-SP e que apura as relações entre Prefeitura de São Paulo, IBC e Go Up desde que primeiras denúncias. Depois, quem participa é Guilherme Balza: ele amplia o leque de suspeitas no caso 'Dark Horse', que vão desde o uso de emendas parlamentares até o financiamento de Daniel Vorcaro.
Muitos identificam o problema, mas poucos aceitam o próximo passo. Diante da crise, alguns se escondem atrás do orgulho. Outros procuram alívio em distrações e prazeres passageiros. Mas nenhuma dessas reações transforma a situação. Por meio do profeta Joel, Deus apresenta um caminho que contraria a lógica deste mundo: humilhe-se. Humilhar-se não é fraqueza. É reconhecer que Deus é maior, que precisamos da Sua ajuda e que talvez existam atitudes que precisam ser corrigidas.Assista ao vídeo e descubra que a humildade pode ser um passo importante para a sua restauração.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.
Depois de perder peso, porque é que a fome parece voltar com mais força? A Nutricionista Mariana Chaves explica porque aumenta a vontade de comer e porque manter o peso pode ser tão desafiante.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Após a vitória das forças do general Gomes da Costa, que puseram fim à Primeira República, como é que se desenrolou o surpreendente percurso que levou Salazar ao poder e à criação do Estado Novo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Análise pós-jogo da partida entre Ceará x Operário-PR, válida pela 11ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Vem com a turma! Depois de vários resultados e desempenhos negativos, o Mozart Santos é demitido do comando técnico do Ceará. 7 minutos, esse foi o tempo suficiente para mudar tudo no jogo e transformar a noite […]
Logo no início do programa de hoje, Renato Cardoso reforçou sobre a importância de aprender e, sobretudo, praticar o amor inteligente, que recompensa a pessoa que o pratica. Nesse sentido, o professor recebeu o casal Milena e Fábio no estúdio do programa. Antes de se conhecerem, Milena e Fábio enfrentaram relacionamentos difíceis. Milena viveu anos em um casamento abusivo e decidiu se separar após descobrir traições. Fábio também teve problemas no casamento anterior, envolvendo traições e vícios, mas buscou mudar sua vida. Em 2021, perdeu a esposa para a Covid-19, tornando-se viúvo e responsável pelos filhos.Aplicativo "Quero Te Conhecer"Depois de passarem por processos de cura e amadurecimento, os dois ingressaram no aplicativo "Quero Te Conhecer". Foi assim que se encontraram. Após um período de conversas, iniciaram o namoro, seguiram para o noivado e, pouco mais de um ano depois de se conhecerem, se casaram.Hoje, Milena e Fábio afirmam viver um relacionamento completamente diferente dos que tiveram no passado. O casamento deles é baseado em respeito, diálogo, apoio mútuo e companheirismo. A história do casal mostra que, mesmo após experiências dolorosas, é possível superar traumas, reconstruir a vida amorosa e encontrar um relacionamento saudável e feliz.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
No Braincast 635, Carlos Merigo, Bia Fiorotto, Hiago Vinícius e Gabriel Paim discutem três disputas pelo nosso tempo e pela nossa atenção. A primeira é o avanço do fim da escala 6x1 no Congresso: por que a pauta pegou, o papel do movimento Vida Além do Trabalho, a força eleitoral do tema e o que muda se a jornada virar 5x2 sem redução salarial. Depois, o papo passa pela Netflix colocando câmeras em casas no Brasil para medir se as pessoas realmente prestam atenção nos anúncios. É pesquisa de mídia, é invasão consentida ou é só o Ibope reinventado em versão streaming? E, por fim, tem Virgínia na Copa: depois do término com Vini Jr., da aproximação com Luciano Huck e Angélica e da ida para a cobertura da Globo, ela representa um nicho gigante de 56 milhões de seguidores ou já é o maior fenômeno popular brasileiro do momento? Também tem Qual é a Boa com Margô Está em Apuros, E.T. com Tatá Werneck e Edu Sterblitch, o documentário Lampião da Esquina, Gal Costa ao vivo, Brasil 70 na Netflix e Momento Faustão. 02:50 PAUTA 06:17 Como a 6x1 ganhou força 13:30 Impactos econômicos e produtividade 25:11 Netflix mede atenção aos anúncios 44:38 Quem segura essa Virgínia? 55:47 Estratégia da Globo pra Copa do Mundo 01:03:03 QUAL É A BOA 01:23:37 Momentos Faustão -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios!
O PSG conquistou o seu segundo título da Champions League, e foi consecutivo, em um jogo apertado contra o Arsenal. Depois do empate por 1 a 1, os dois times decidiram a taça nos pênaltis. Falamos sobre o jogo, como os dois times tentaram ganhar e o que se espera de cada um daqui em diante.SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro! https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinNEWSLETTER! Nossa newsletter chega toda sexta aberta a todos com nossos textos sobre o que rolou na semana, e às terças com conteúdo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/Conheça o canal do Bonsa sobre Football Manager, BonsaFM: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Lobo sobre games, o Próxima Fase: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal de Leandro Iamin sobre a seleção brasileira, o Sarriá: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil
Lambda lambda lambda, nerds! Depois de 7 anos e 5 temporadas, é hora do adeus diabólico de THE BOYS. Neste NerdCast, Alottoni, Marcela Versiani, LOAD, Katiucha Barcelos e Azaghal se juntam à resistência para tratar do desfecho da série que desconstruiu os super-heróis. Afinal, foi bom pra você, ou Game of Thrones e Stranger Things acabam de ganhar mais uma irmã de finais horríveis? Listerine Hálito sempre fresco com o enxaguante bucal mais completo: https://jovemnerd.short.gy/Listerine_NC Contabilizei Nunca foi tão fácil abrir o seu CNPJ: https://jovemnerd.short.gy/contabilizei_nc2 CITADO NA LEITURA DE E-MAILS Ouça o episódio e resolva a QUINTA charada na busca dos 20 selos para o evento de 20 Anos do NerdCast. Confira as datas e programas no Instagram @jovemnerduniverse Pedido de doação de sangue para IRINEU GAITKOSKI | Banco de Sangue - Rua São Manoel, Rio Branco - Porto Alegre. EDITORA FOLHETIM: Projeto do ouvinte Gabriel Lima Instagram: https://www.instagram.com/editorafolhetim/ Loja Online: https://editorafolhetim.lojavirtualnuvem.com.br/ CONFIRA OS OUTROS CANAIS DO JOVEM NERD E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br APP JOVEM NERD: Google Play Store | Apple App Store ARTE DA VITRINE: Randall Random Baixe a versão Wallpaper da vitrine EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices