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A Bíblia diz que Jesus ressuscitou em corpo, mas ninguém o parece reconhecer quando o vê. Porquê? Um episódio especial de "As Histórias da Bíblia" com respostas às perguntas dos ouvintes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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⚔️ PÓS-QUARESMA DE SÃO MIGUEL ARCANJO | DIA 2Quando chegar a hora…A morte é uma realidade que todos nós enfrentaremos. Mas, para o cristão, ela não é o fim.Depois desta vida, estaremos diante de Deus. É o Juízo Particular: o encontro de cada pessoa com Aquele que conhece o nosso coração e toda a nossa história.Pensar nisso não deve nos levar ao desespero, mas à conversão.Ainda estamos a caminho. Ainda podemos amar, perdoar, servir, recomeçar e buscar a santidade.A pergunta não é: “Quando será?”A pergunta é:“Como estou vivendo enquanto espero?”
Uma das mais icônicas porta-bandeiras do Carnaval carioca, Selminha Sorriso é a convidada do Câmara Rio Entrevista.Com uma trajetória marcada pelo samba, pela Beija-Flor de Nilópolis e por grandes momentos no Sambódromo, Selminha Sorriso conversa sobre sua carreira, a preparação para os desfiles, a parceria com Claudinho e a relação com o Carnaval.A história no samba começou no Império Serrano, ainda como passista. Depois, Selminha passou a atuar como porta-bandeira e construiu uma trajetória de destaque no Carnaval do Rio de Janeiro.Na entrevista, ela também fala sobre a rotina de preparação para os desfiles, o segredo de uma parceria que atravessa décadas e momentos marcantes de sua vida pessoal e profissional.Além da carreira no Carnaval, Selminha Sorriso é sargento do Corpo de Bombeiros, formada em Direito e pós-graduada em Psicologia Social e Antropologia. Ela também participa de projetos sociais ligados à Beija-Flor.
Renascença - Jogo de Palavra, As Entrevistas de Rui Miguel Tovar
José Sousa dá nas vistas como pescador. Só depois vai para os futebóis, primeiro na Sanjoanense, onde consegue a primeira internacionalização nas camadas jovens. Depois, Alverca. A seguir, Benfica. Marca um golo de livre direto num particular com a Arábia Saudita e passa a ser o lateral das arábias antes de assinar pelo FC Porto, sem ter feito qualquer jogo. O antigo jogador e treinador é o convidado do Jogo de Palavra desta semana.
Depois de corpos escondidos, segredos de família e uma revelação atrás da outra, chegou a hora de conversar sobre tudo o que aconteceu.
Conheça a Minimal Club usando o Cupom: BRUNEThttps://lp.minimalclub.com.br/cortes-brunetcastMétodo Destiny teens:https://link-institutodestiny.com/l/2m8ymsMétodo Destiny Boston: https://imersao.metododestiny.com.br/boston-br?utm_campaign=brunetcast&utm_source=brunetcast_youtube&utm_medium=organic&utm_content=descricao&utm_term=mcguime&utm_id=20260929MC Guimê abre o coração em uma das entrevistas mais profundas de sua trajetória. Em conversa com Tiago Brunet no BrunetCast, ele fala sobre fama, dinheiro, funk ostentação, vícios, família, Neymar, propósito e sua transformação espiritual.Depois de alcançar o sucesso ainda muito jovem, Guimê viveu de perto tudo o que a fama poderia proporcionar. Dinheiro, reconhecimento, festas e excessos fizeram parte de sua história, mas também trouxeram aprendizados que mudaram completamente sua visão sobre felicidade, caráter e propósito.Neste episódio, MC Guimê conta como conheceu Neymar antes de se tornar um dos maiores nomes do funk brasileiro, relembra o impacto de “País do Futebol” em sua carreira e explica como lidou com o ego e com o poder que chegaram junto com o sucesso.Guimê também fala abertamente sobre os vícios e hábitos que fizeram parte de sua vida durante anos e revela por que decidiu mudar. Hoje, vivendo uma nova fase, ele compartilha seu testemunho, sua aproximação com Deus e o desejo de usar sua influência para alcançar outras pessoas.Ao longo da conversa, Tiago Brunet e MC Guimê discutem ainda dinheiro, propósito, família, julgamento, religiosidade, perdão, juventude, internet, carreira e a importância de não abandonar aquilo que Deus colocou em suas mãos.Uma conversa sobre sucesso, queda, aprendizado, fé e recomeço.Assista até o final e compartilhe esta entrevista com alguém que precisa entender que nunca é tarde para mudar de direção.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Um GCM foi morto a tiros durante uma tentativa de assalto em Diadema, na Grande São Paulo. Francisco Silva, de 55 anos, estava de folga quando foi atacado por três homens em duas motos. As imagens mostram o momento em que o GCM é cercado. Ele tenta escapar a pé, mas é alcançado e derrubado. Um dos assaltantes manda o parceiro atirar. Depois do crime, os suspeitos fogem e deixam para trás a moto e uma das armas da vítima. Dois minutos antes do ataque ao guarda, homens com as mesmas características aparecem em outro assalto na região. A investigação tenta identificar os suspeitos e esclarecer se são os mesmos criminosos que mataram o GCM. E ainda: Copiloto ataca piloto em pleno voo a caminho de Israel com mais de 170 pessoas a bordo.
Confira na edição do Jornal da Record desta terça-feira (29): Polícia de SP desmonta quadrilha que tinha helicóptero e pode ter movimentado meio bilhão de reais. Desemprego cai e atinge o menor índice para o trimestre desde 2012. Em três dias, mais de 5 mil sites de apostas são bloqueados no Brasil. Supremo estuda medidas para conter fraudes que já custaram R$ 7 bilhões aos cofres públicos. Ciclone e cheia dos rios levam medo de nova inundação ao RS. Executivos de empresas de IA se reúnem com Trump no mesmo dia em que a criadora do ChatGPT adia lançamento de nova versão. Depois de 40 anos no corredor da morte, americano ganha a liberdade.
Leitura Bíblica Do Dia: ZACARIAS 4:6-10 Plano De Leitura Anual: ISAÍAS 9–10; EFÉSIOS 3 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Em meu chá de panela, nosso amigo Davi sentou-se timidamente num canto segurando um objeto embrulhado num lenço. Quando chegou sua vez de entregar o presente, ele o trouxe e meu noivo e eu o desembrulhamos. Era uma peça de madeira entalhada à mão contendo círculos perfeitos com a frase gravada: “Alguns dos milagres de Deus são pequenos”. O presente está pendurado em nossa casa há 45 anos, lembrando-nos repetidamente que Deus age mesmo nas pequenas coisas, como pagar uma conta, prover uma refeição, curar um resfriado. É um registro da maravilhosa provisão divina. O governador de Judá, Zorobabel, recebeu de Deus por meio do profeta Zacarias uma mensagem semelhante com relação à reconstrução de Jerusalém e do templo. Depois de voltar do cativeiro na Babilônia, houve um período de lento progresso, e os israelitas desanimaram. “Não desprezem os começos humildes…”, declarou Deus (ZACARIAS 4:10). O Senhor realiza Seus desejos por meio de nós e, às vezes, apesar de nós. “Não por força ou poder, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos” (v.6). Quando ficamos cansados com a aparente insignificância da obra de Deus em nós e ao nosso redor, que possamos nos lembrar de que alguns de Seus milagres podem ser “pequenos”. Ele usa as pequenas coisas para construir Seus maiores propósitos. Por: ELISA MORGAN
Depois que minha irmã descobriu nosso caso, nossas vidas tiveram um caminho tortuoso, mas o final compensou tudo.
Uma nova guerra de decisões voltou a dividir o Supremo Tribunal Federal. Desta vez, a disputa envolve a padroeira do Brasil. Quase 700 bets ilegais foram criadas depois da proibição anunciada pelo governo. Problemas de segurança fizeram a Open AI desistir de lançar um novo modelo de inteligência artificial. Sob pressão, donos das big techs anunciaram que vão criar as próprias regras para o setor, mas não esclareceram como vão comunicar os casos em que a IA sair do controle. Nesta terça-feira, a TV Globo e emissoras afiliadas realizam os debates para governador nos 26 estados e no Distrito Federal.
Sobreviveu a um enfarte. E agora? Chegam novas dúvidas: quando posso voltar a trabalhar? Que direitos tenho? Se ficar temporariamente ou permanentemente incapacitado, que apoios existem? Onde devo procurar ajuda? Neste episódio do Top of Mind, Margarida Santos conversa com o cardiologista Alexandre Antunes, da ULS Região de Leiria, sobre o caminho depois de um enfarte, da recuperação física ao impacto emocional, familiar, profissional e financeiro. Falamos de reabilitação cardíaca, regresso ao trabalho, baixa e subsídio de doença, incapacidade, prestações e outros apoios sociais, explicando também a quem recorrer, que informação procurar e que documentos poderá ser importante guardar. E porque recuperar não é apenas uma questão física, abordamos ainda o medo de um novo enfarte, a perda de autonomia e o papel da família e dos cuidadores no regresso a uma vida ativa. Porque sobreviver a um enfarte é o primeiro passo. Saber como recuperar a vida, e conhecer os seus direitos e apoios também faz parte do caminho. Episódio disponível no YouTube, Spotify, Apple Podcasts e outras plataformas de áudio. Ouça, comente e partilhe. POD-OTH-UNB-PT-26-0004
Em Resident Evil, mais uma vez somos apresentados a um novo começo pra essa série já consagrada, dessa vez estrelando um pobre coitado trabalhador precarizado! Será que dessa vez #vai? Bem-vindos à Locadora do Nicolas, a investigação ordenada e sazonal sobre o audiovisual internacional! Com Rudy e Jotapê. COLABORE COM NOSSO APOIA.SE! Indicações do episódio: Exit 8 (Genki Kawamura, 2025) Reino de Fogo (Rob Bowman, 2002) Depois de Horas (Martin Scorsese, 1986) E no próximo episódio... Spider-Noir, no Podcast Nicolas! Nos encontre por aí: Grupo de ouvintes do Nicolas no Telegram Bluesky: @hqsemroteiro / @rudylonia / @jumbopaulo / @podcastnicolas Instagram: @hqsemroteiro / @ahistoriadacamisa / @roberto_rudiney / @jumbopaulo / @podcastnicolas Letterboxd: @rudylonia / @jp_martins - Lista no Letterboxd com todas as indicações já dadas na Locadora! TikTok:@hqsemroteiro / @rudyloniaa / @rudyball Créditos: Edição: Roberto Rudiney Arte: JP Martins Voz de veludo do início: Bruna Soares
No Comentário Final de hoje, Ricardo Spinosa faz um alerta importante para o dia da eleição: celular pode ser usado para apresentar o e-Título, mas não entra na cabine de votação. Depois da identificação, o aparelho deve ser desligado e deixado no local indicado pelos mesários, mesmo que esteja no bolso ou sem uso. A regra existe para proteger o sigilo do voto e impedir fotos, vídeos ou registros da escolha feita na urna. Na cabine, celular não entra: nananinanão!#ComentárioFinal #Eleições2026 #CelularNaCabineNão #SigiloDoVoto #PaiquerêFM
A proposta do Governo para introduzir uma série de alterações à lei que regula o sector do arrendamento passou pelo primeiro teste. Nesta quarta-feira, a abstenção do Chega permitiu a descida deste diploma à comissão parlamentar da especialidade. Agora, os deputados terão um prazo de três meses para discutir e votar o documento. Se este vier a ser aprovado, será diferente daquele que é hoje conhecido, uma vez que PSD e Chega já estabeleceram um acordo para introduzir alterações ao diploma.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O cantor luso-guineense Vlady vai dar o seu primeiro concerto em nome próprio em Dakar, no dia 24 de Outubro. Vlady vai juntar vários cantores vindos da Guiné-Bissau, do Senegal e Gâmbia dando mais "um passo" na internacionalização da sua carreira. Vlady, cantor luso-guineense instalado em Paris, prepara-se para "um grande passo" na sua carreira, apresentando-se pela primeira vez em Dakar em nome próprio. O artista explicou em entrevista à RFI que a ideia do concerto que se realiza no dia 24 de Outubro nasceu em Dezembro de 2025, quando Vlady foi até oa Senegal para participar no concerto de outro cantor. "No mês de Dezembro, quando fui para Senegal para um concerto de um grupo de lá e eu não sabia se não se tinha muitos fãs no Senegal. Depois do concerto, houve tantos pedidos que eu pensei: tenho que fazer mesmo um concerto", explicou. As ligações culturais entre a Guiné-Bissau e o Senegal, especialmente a cultura madjaco, facilitam esta internacionalização. Vlady confessa que, sendo originário de Pelundo, na região de Cacheu, que esta cultura é a base da sua música, mas que tem diversificado a sua música nos últimos anos, escrevendo e compondo para estilos tão díspares como a kizomba ou afro beat. O concerto em Dakar é "um grande passo" para este cantor, já que para além de representar a sua internacionalização, vai receber convidados de diferentes países. "Eu não gosto de ficar no mesmo lugar. Então, este é um passo muito grande para chegar ao Senegal, para fazer este concerto. É para conhecer também a cultura do Senegal, é pessoal também e também a continuação do trabalho que eu faço. E isto tudo para mim é muito importante e eu não vou ficar só no Senegal. Acho que no até próximo ano, vou tentar também fazer também na Gâmbia", concluiu o cantor.
Nos Estados Unidos, 68% das buscas feitas no navegador já terminam sem nenhum clique. Quando aparece um resumo gerado por inteligência artificial no topo, a chance de alguém clicar numa das fontes cai para 1%. O mercado já deu nome a esse momento: Google Zero.Quem cria conteúdo para a internet constrói há 20 anos sobre um terreno alugado. Primeiro vieram os blogs, ilhas com audiência própria. Depois, a farra do tráfego do Facebook, e a manhã em que ele despencou. Aí o Instagram pedindo formato atrás de formato, o blogueiro virando influencer, o TikTok impondo o vídeo curto como condição de existência.O resultado é uma internet com mais conteúdo do que em qualquer momento da história e, ao mesmo tempo, com cada vez mais sinais de que boa parte desse conteúdo, e da audiência que reage a ele, pode nem ser humana.No Mamilos #572 recebemos Phelipe Cruz, criador do Papel Pop, e Samir Duarte, do podcast Um Milkshake Chamado Wanda, que estavam lá desde o começo, carpindo o lote junto com a gente, para olhar de onde viemos, o que se perdeu no caminho e para onde vamos.Pega o cafezinho e vem pra essa conversa cheia de nostalgia, de desabafo e de futuro, nessa última temporada do Mamilos!——Busque por Empréstimo com Garantia de Veículo BVSaiba mais em: https://bit.ly/4hTWLs0Sujeito a analise consulte condições*Código de campanha: W6N6MN——
Convidados: Ana Flor, comentarista da GloboNews; e Eduardo Sincofsky, psicólogo, diretor do projeto Plaza Pública e autor do livro “A Polarização no Divã”. Há uma parcela do eleitorado que não está fidelizada a nenhum campo político, candidato ou partido. O instituto de pesquisa Quaest estima que cerca de um terço dos eleitores pode mudar de lado de uma eleição para outra. É um perfil menos ideológico e mais pragmático na tomada de decisão diante da urna – e que se abstém muito mais do que a média geral dos eleitores. As pesquisas indicam que a corrida presidencial está afunilada em dois candidatos mais competitivos, Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), mas os votos daqueles que não se identificam como de esquerda ou direita serão decisivos – e ainda mais os dos eleitores que ainda não definiram seus votos. Neste episódio, Natuza Nery recebe dois convidados. Primeiro, ela conversa com a jornalista Ana Flor, que passou dois meses percorrendo o país para conhecer de perto quem é este eleitor chamado de independente. Depois, Natuza entrevista Eduardo Sincofsky, que vem conduzindo pesquisas políticas qualitativas para entender o que pensam os eleitores indecisos.
Saudações pessoas!Semaninha que precede um período bem, digamos, vertiginoso...não? Estamos com a pessoa certa! Estreando no Vira, o professor Rodrigo Nunes da PUC-RJ, filósofo e uma das vozes interessantes que temos para escutar sobre a situação do nosso embaralhamento político e das agruras para não cairmos para o lado fascista do foi da navalha onde resolvemos andar de patinete.Depois do sucesso de seu "Nem vertical nem horizontal", Rodrigo lança um conjunto de ensaios ampliado e atualizado que visa incrementar sua discussão sobre a leitura do inflamado momento político atual, e, especialmente, construir alternativas para um campo de esquerda progressista se livrar de uma estagnação que termina por não ter, por vezes, mais do que oferecer se não a enfadonha (embora verídica) vantagem se não ser o lado fascista, ignóbil e tenebroso. Chega de papinho "coma uma fatia de bolo". Queremos e vamos por mais! Conheça e compre o novo trabalho do Rodrigo: (Livro) Do transe à vertigem ***Quer aquela peça que segura estilo + conforto + praticidade + tecnologia? Já sabe: descontos incríveis para você em peças que aliam tudo o que você precisa e te acompanham em diversos momentos, atividades e ocasiões, sem perder a elegância? Fácil: utilize o cupom VIRACASACAS e veja a magia dos descontos acontecer. 15% off na primeira compra, 10% off no geral, e cumulativos aos descontos do site. É INSIDER, claro. Não precisa nem dizer! Visite: https://www.insiderstore.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/insiderstore/#insiderstore Expediente:Pai-Fundador e apresentador: Felipe AbalOutro apresentador: Gabriel Divan Apresentador que está em missão secreta: CarapanãEdição de Áudio que nunca falha: Ingrid DutraA Garota da Capa: Dani Boscatto Música de abertura: Dog Fast by mobigratis
Emilly foi mãe solo ainda adolescente, após o pai do filho abandonar os dois, e passou anos cuidando e trabalhando para criar a criança sozinha. Em 2021, durante um curso de auxiliar de enfermagem, conheceu Nino, uma antiga paixão que reapareceu anos depois e, ao voltar para sua vida, conquistou não só Emilly, mas também seu filho, tornando-se uma figura paterna e parte da família que ela sempre sonhou ter. Porém, com o passar do tempo, problemas financeiros, cansaço, trabalho, cobranças e dificuldades de comunicação desgastaram o relacionamento, fazendo com que os dois se afastassem até decidirem terminar. O fim foi ainda mais doloroso porque o filho de Emilly havia criado um forte vínculo com Nino e chegou a chamá-lo de “papai”. Depois da separação, Emilly voltou a ser mãe solo e precisou lidar com a própria dor e com as perguntas do filho, reconhecendo que, apesar de todo o amor e das boas lembranças, algumas relações se perdem aos poucos quando deixam de existir diálogo, cuidado e presença.
Cris recebe o relato de uma ouvinte sobre uma experiência sobrenatural real envolvendo pernas que pareciam serpentes se movendo debaixo do cobertor durante a madrugada. Depois, ela conta outros fenômenos paranormais após a morte de um amigo em um acidente de moto, com barulhos, presenças e acontecimentos sem explicação dentro de casa.
O filme de Resident Evil lançado em 2026 é mais uma tentativa de adaptar a série de sucesso nos videogames para as telonas. Depois do fracasso de Bem-Vindo a Raccoon City (2021), este é mais um reboot que traz a ambientação, mas não os personagens famosos da franquia. O filme está com uma avaliação bem positiva no Rotten Tomatoes e favorável no Metacritic, com algumas das notas mais altas já vistas nos filmes da franquia.Será que dessa vez deu bom mesmo? Vem conferir com a gente.Siga o Charles Enmynest no YouTube e no Instagram: https://www.youtube.com/user/DenyelGamer https://www.instagram.com/charlesenmynest/
Convidado: Léo Arcoverde, repórter especial e comentarista da GloboNews. O IBGE informou que a inflação oficial do país registrou queda de 0,32% nos preços no mês de agosto. Já a pesquisa Quaest mais recente mostra que 2 em cada 3 eleitores afirmam que os preços no mercado subiram ao longo deste mesmo mês. Números como estes mostram parte das contradições da economia brasileira. Por um lado: o país vem crescendo ano a ano em ritmo mais forte do que apontam os analistas de mercado; a renda do trabalhador chegou a nível recorde e o desemprego está na mínima histórica; e a inflação está dentro do teto da meta. Por outro: a dívida pública rompeu o patamar dos R$ 10 trilhões e custa mais de 82% do PIB; o endividamento aflige 82% das famílias brasileiras, índice recorde; e o país ostenta hoje o maior juro real do mundo. Neste episódio, Natuza Nery recebe o jornalista Léo Arcoverde para explicar os principais aspectos da economia brasileira. Ele também apresenta o que os candidatos à Presidência propõem para enfrentar a dívida pública, os juros altos e o endividamento privado. Também neste episódio você ouvirá trechos das entrevistas que o produtor Carlos Catelan conduziu com os economistas Armínio Fraga, André Roncaglia, Carla Beni, Felipe Salto, Marcos Mendes e Monica de Bolle.
Olá, eu sou Leo Lopes e num oferecimento da Auphonic - seu piloto automático de áudio, está de volta o Pod Notícias, o podcast que traz até você um resumo de tudo o que acontece de mais importante no mercado de podcasts no Brasil e no mundo! Hoje é segunda-feira, dia 28 de setembro de 2026, e esta é a nossa 37ª edição! Jovem Nerd comemora 20 anos do Nerdcast com a primeira edição da Nerdcon Nós abrimos essa edição de retorno do Pod Notícias falando da Nerdcon, o evento realizado no domingo dia 20 de setembro, no Auditório Simon Bolívar do Memorial da América Latina, em São Paulo, para celebrar os 20 anos do Nerdcast, o podcast do Jovem Nerd criado em 2006 e considerado por muitos o mais importante da história do podcast no Brasil. O evento reuniu mais de mil pessoas, que puderam assistir a gravação de duas sessões ao vivo do Nerdcast com as participações dos seus criadores Alexandre Ottoni e Deive Pazos, e dos nerdcasters Katiucha Barcelos, Carlos Voltor, Sr. K, Tucano, Rex, Marcelo Bassoli e Didi Braguinha. O evento contou também com mesas de RPG organizadas pela editora Jambô, ativações do Jovem Nerd Sport Club e mesa de artistas como Randall Random e Fabio Yabu, além de expositores e apoiadores. Vinte anos depois de começar como um podcast entre amigos, o Nerdcast - que há 14 anos é editado pela Rádiofobia Podcast e Multimídia - se tornou referência em podcast no Brasil, segue atraindo um público fiel e engajado, e em breve passará a ser editado também em vídeo, algo que certamente irá marcar uma nova fase para o podcast nacional. Vida longa e próspera ao Nerdcast! Fonte: Redação Acast: "a discussão de formato já era" - e os números confirmam O relatório anual Podcast Pulse 2026, divulgado essa semana pela Acast, decreta que a queda de braço entre áudio e vídeo perdeu o sentido: 78% dos ouvintes já consomem podcast em dois ou mais formatos, e 88% intercalam áudio e vídeo dependendo do momento - contra só 10% que ficam exclusivamente no áudio. 63% inclusive começam um episódio num formato e terminam em outro, trocando de app no meio do caminho. Do lado da publicidade, a recomendação de marca feita pelo próprio apresentador de podcast foi a única fonte de confiança que cresceu entre os ouvintes (42%, alta de 9 pontos), enquanto jornalistas, youtubers e celebridades patinaram ou caíram. A conclusão do estudo resume bem o momento: não é mais o formato que define como a marca ganha atenção, é o contexto. Fonte: Acast / Podnews Vídeo muda a descoberta, não o consumo, avisa a Triton Digital Enquanto a Acast fala em fim da rivalidade de formatos, Sharon Taylor, diretora de receita da Triton Digital, fez uma distinção importante: o vídeo mudou a forma como a gente descobre podcast, não como a gente efetivamente consome. Segundo o relatório 2025 da Triton, 80% dos ouvintes mensais assistem E escutam, 13% ficam só no áudio e apenas 7% consomem exclusivamente vídeo - e esse público combinado não vem encolhendo. Um detalhe interessante é que os novos ouvintes são mais jovens, com idade média de 35 anos contra 43 dos veteranos, e cita rede social, como o TikTok, como fonte de descoberta nove vezes mais que o ouvinte antigo. A recomendação da Sharon Taylor pra quem produz é tratar vídeo como expansão, não como substituição - e evitar montar uma estrutura de produção paralela quando dá pra aproveitar um arquivo único com padrões como o HLS da Apple. Fonte: CastNews AINDA EM NOTÍCIAS DA SEMANA Apple confirma vídeo nas assinaturas do Podcasts - e a mudança é grande Na última quarta dia 23 de setembro a Apple anunciou que o Apple Podcasts Subscriptions vai passar a suportar vídeo, permitindo que quem assina ofereça episódio exclusivo em vídeo, versão sem anúncio, acesso antecipado e conteúdo bônus - tudo dentro da mesma assinatura, em mais de 170 países e regiões. A empresa está trabalhando com as plataformas de hospedagem parceiras pra colocar o recurso no ar, com mais detalhes prometidos pros próximos meses. É a maior das big techs de podcast dizendo, na prática, que vídeo dentro de assinatura paga deixou de ser experimento. Fonte: MacRumors Spotify Partner Program finalmente ganha data pro Brasil O Spotify confirmou que o Partner Program - que remunera criadores por consumo de vídeo de assinante Premium, além da publicidade no plano gratuito - chega ao Brasil em 20 de outubro. O critério de entrada é ter o podcast hospedado no Spotify for Creators, ter no mínimo 12 episódios publicados, 10 mil horas de consumo e 2 mil ouvintes únicos nos últimos 30 dias. Quem entra mantém 100% da receita de patrocínio próprio e ganha ferramentas pra trocar anúncios sem precisar reeditar o episódio. Segundo Camila Justo, head de podcasts do Spotify no Brasil, o país virou prioridade pela velocidade com que abraçou o vídeo. A ferramenta chega e permanece uma dúvida antiga: resta ver se esses critérios de elegibilidade não vão deixar de fora justamente quem mais precisa da grana. Fonte: CastNews Apple e Google lucram com apps que tiram anúncio de podcast O Podnews expôs que Apple e Google embolsam até 30% da receita de apps como o Podtastic, que cobra US$ 9,99 por mês pra remover anúncio de podcast automaticamente, direto no aparelho - inclusive falsificando o user-agent do Safari pra escapar de bloqueio de publisher. Como a remoção acontece no próprio dispositivo do ouvinte, hospedagem nenhuma consegue impedir isso tecnicamente. Nem Apple nem Google tiraram o app da loja até agora. Resumindo o incentivo: enquanto tiver comissão de loja envolvida, qualquer ética de plataforma vai sempre perder pra valor de acionista. Fonte: Podnews E MAIS Threads lança ferramentas dedicadas a podcast O Threads, do Meta, lançou nesta semana um pacote de recursos pensado direto pra quem produz podcast: dá pra conectar o feed RSS e o link do programa ao perfil, publicar com um botão dedicado que já mostra a capa do programa, destacar trechos usando transcrição e marcar convidados, além de acompanhar uma nova métrica de "cliques no podcast" no painel de estatísticas. Do lado de quem ouve, dá pra salvar episódio pra depois e receber notificação quando um programa seguido publica novidade. Segundo a plataforma, a ideia é virar vitrine de descoberta pra podcasts, não hospedagem - e isso é uma boa notícia pra quem já usa o Threads pra divulgar episódios e cortar clipes. Fonte: CastNews Gasto de anunciante de IA em podcast dispara 2.656% em um mês Dado da Magellan AI mostrado pela RAIN News: a Quince liderou o ranking de anunciantes de agosto com US$ 7,6 milhões, apostando pesado em comédia - mas o salto mais chamativo foi o da OpenAI, que foi de US$ 174 mil em julho pra US$ 4,8 milhões em agosto, alta de 2.656% em um único mês. É estimativa, não valor fechado, mas o tamanho do salto já entrega o recado: a empresa de IA descobriu o podcast como canal de mídia e tá pisando fundo! Fonte: RAIN News Bumper e Oxford Road se unem pra empurrar um placar único de mensuração A agência Oxford Road fechou parceria de divulgação com a Bumper pra promover o Bumper Score, uma nota de 0 a 200 que cruza dados de entrega do podcast, audiência verificada nos principais apps e quanto do episódio - incluindo o anúncio - o ouvinte realmente termina, somando áudio e YouTube num único número. Dan Granger, CEO da Oxford Road, resumiu bem o problema que o índice tenta resolver: "Confusão é ruim pros negócios; hoje a gente transforma o anunciante em detetive de CSI só pra entender se o anúncio dele funcionou". Mais uma tentativa de tirar padrão de mensuração da bagunça - o teste de verdade é ver quantos players do mercado realmente adotam. Fonte: Podnews HOJE NO GIRO SOBRE PESSOAS QUE FAZEM A MÍDIA Kevin Roose e Casey Newton deixam o New York Times pra criar programa na NPR Os criadores do Hard Fork, um dos podcasts de tecnologia mais ouvidos dos Estados Unidos, estão de saída do New York Times rumo à NPR, onde vão comandar um programa novo chamado Machine Gods, com estreia prevista pra outubro e exibição nas emissoras afiliadas da rede a partir do início de 2027. É o primeiro grande acordo assinado por Nadine Zylstra, a nova diretora de conteúdo da NPR, e vem em formato de vídeo - outro sinal de que até emissoras de rádio públicas já entraram de vez na disputa por talento de podcast. O anúncio deve ser detalhado por Zylstra e pela CEO da NPR, Katherine Maher, durante o IAB Podcast Upfront, que acontece nesta semana dentro da Podcast Week em Nova York. Fonte: Podnews AntiCast volta ao ar - com Ivan Mizanzuk e time praticamente novo Depois de permanecer fora do ar desde a saída de Rafael Ancara e Marcos Beccari, o AntiCast retomou nesta semana com o episódio 524, "[re:] Black Mirror S01E01", estreando um time novo ao lado de Ivan Mizanzuk: Marcel Mosby, Lídia Zuin e Marcio Krauss embarcam pra rever a série do zero, episódio por episódio. O Ivan Mizanzuk também aproveitou pra avisar que o Projeto Humanos muda de formato: a nova temporada será feita de forma independente, assim como foram temporadas memoráveis - tipo o Caso Evandro. O lado bom dessa mudança é um retorno às origens, fazendo do jeito que todo mundo conheceu lá no começo: sem limite de episódios, sem pressão e exigências de cronograma de canais, prezando sempre pela excelência em pesquisa, verificação e narrativa. O lado ruim é que vai levar mais tempo e demandar mais custos, então pra tentar mitigar esse ponto o Ivan criou um site de apoio para o Projeto Humanos e para o Anticast, que pode ser feito com um apoio fixo de R$19,99 por mês ou através de doações livres via PIX. Quem quiser se tornar um apoiador é só acessar o site em https://apoio.mizanzuk.com/. Fonte: AntiCast (Apple Podcasts) SOBRE LANÇAMENTOS Vozes e Territórios estreia contando a economia solidária dos terreiros no Rio Grande do Sul Estreou na última quinta-feira dia 24 o Vozes e Territórios, produzido pelo Instituto Cultural Padre Josimo com apoio do Ministério da Igualdade Racial e coprodução do Brasil de Fato RS. Apresentada pela Iyá Vera Soares, a série terá 12 episódios semanais, sempre às quintas às 19h, e abordará temas como visão de mundo africana, saúde pública, ervas medicinais, economia solidária, cooperativismo negro, cultura ancestral e educação de matriz africana. No episódio de estreia, a educadora Gil Neves fala sobre economia solidária nos terreiros, segurança alimentar e autonomia econômica das mulheres negras. É produção regional, de nicho e com financiamento público - o tipo de lançamento que não faz ruído nacional, mas mostra bem a diversidade de quem hoje está produzindo podcast no Brasil, e certamente merece a sua audiência. Fonte: CastNews Este episódio conta com o apoio da Auphonic. Todo podcaster já passou por aquela gravação em que praticamente tudo dá errado, né? Uma voz mais alta, outra mais baixa, eco da sala, chiado de fundo, "éééé", pigarro e aquelas pausas longas que parecem não acabar nunca. Soa familiar? É aí que entra a Auphonic, o seu piloto automático de áudio, que já ajuda mais de 2 milhões de pessoas no mundo inteiro. Ela não só melhora o seu áudio, ela salva a sua gravação, resolvendo problema por problema. O nivelamento adaptativo equilibra todas as vozes. 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E caso você queira colaborar com o Pod Notícias com texto, sugestão de pauta ou envio de notícias, também vai ser muito bem-vindo e pode fazer isso através do mesmo e-mail. E assim a gente fecha esta 37ª edição do Pod Notícias. Acesse podnoticias.com.br pra ter acesso à transcrição e os links das fontes de todas as notícias deste episódio! Acompanhe o Pod Notícias diariamente no Instagram em @pod.noticias e ouça o Pod Notícias no seu agregador de podcast preferido. O Pod Notícias é um podcast original da Rádiofobia Podcast e Multimídia produzido por mim, Leo Lopes, e publicado pela Rádiofobia Podcast Network, que conta com a colaboração de Camila Nogueira na arte. Obrigado pela sua audiência e até o próximo episódio! Ouça o Pod Notícias nos principais agregadores:- Spotify- Apple Podcasts- Deezer- Amazon Music- PocketCasts Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço no Pod Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em 1906, aos dezenove anos, William Henry Branson começou o serviço denominacional como colportor. Foi ordenado em 1910. Em 1911, presidia a Associação da Carolina do Sul — aos vinte e três anos, um ano depois da ordenação, cinco anos depois de vender livros de porta em porta, sem formação superior concluída. E em 1920, aos trinta e três, foi encarregado de organizar a Divisão Africana. Não de dirigir uma estrutura existente: de criar do zero a arquitetura administrativa adventista para um continente inteiro. Mudou-se para a Cidade do Cabo com a esposa e dois filhos pequenos, e presidiu aquilo por uma década — de onde saíram Pioneering in the Lion Country, de 1925, e Missionary Adventures in Africa, de 1928. Depois vieram as duas passagens pela China. A primeira em 1939, em plena guerra sino-japonesa. A segunda de 1946 a 1950, no período que os registros institucionais chamam de grande perplexidade — a fase final da guerra civil. Foi ali que Branson se tornou conhecido como grande promotor do evangelismo público, com campanhas em Pequim e outras cidades, seguidas pelas reuniões de Fordyce Detamore em Hong Kong e Xangai, com milhares de conversos. Evangelizando, literalmente, contra o relógio de uma revolução. A República Popular foi proclamada em outubro de 1949 e o campo fechou atrás dele. Foi esse homem que a Sessão de 1950 elegeu presidente, duas semanas e meia depois do início da Guerra da Coreia. E a assembleia respondeu ao mundo que se fechava convocando os membros de toda parte a um evangelismo mundial sem paralelo, ao qual todo outro interesse seria subordinado — com a meta de dobrar a membresia, de setecentos e cinquenta mil para um milhão e meio. O que veio nos quatro anos seguintes: centros evangelísticos permanentes comprados ou construídos nas grandes cidades — o New Gallery Theater em Londres, um hotel remodelado e depois o centro da Times Square em Nova York, e unidades no Cairo, em Beirute, em Osaka, em Manila, no Rio de Janeiro e em Jacarta. R. Allan Anderson atraindo quatro mil pessoas ao Carnegie Hall; George Vandeman falando a sete mil no Coliseum de Londres. Pela primeira vez, um evangelista profissional eleito para dirigir a Associação Ministerial. A estreia do Faith for Today na televisão de Nova York, somando-se ao alcance que A Voz da Profecia tinha no rádio desde 1942. E os números, sem inflação. Ao final de 1950, setecentos e cinquenta e seis mil setecentos e doze membros. O milhão e meio foi atingido ao final de 1964: um milhão, quinhentos e oito mil e cinquenta e seis. Catorze anos exatos — e a denominação registrou os catorze anos sem maquiar. No arco completo da campanha, a membresia fora da América do Norte mais que dobrou. O crescimento verdadeiro do período não precisa de cifra falsa. Esta aula também examina o outro lado do mandato, e é preciso anunciá-lo aqui. O mesmo presidente que impulsionou a expansão tomou, em 1951, providências para fechar a Bible Research Fellowship — a confraria que professores adventistas de Bíblia haviam formado por conta própria em 1943 — e propôs, no lugar dela, a Conferência Bíblica de 1952, convocada, segundo a documentação de Gilbert Valentine, para contrapor o que ele percebia como a influência objetável do grupo. Foi a maior reunião teológica da história adventista até então, com quatrocentos e cinquenta delegados e o Our Firm Foundation que formaria gerações. Também foi uma conferência com todas as apresentações comprometidas por escrito de antemão. A aula examina o que isso ensina sobre a diferença entre apoiar e absorver. FONTES - BRANSON, W. H. "The Bible Conference". The Ministry, jul 1952, p. 5. - BRANSON, W. H. "What Are Our Tests of Fellowship?". The Ministry, out 1951, p. 12. - FROOM, L. E. [Relato da Conferência Bíblica]. The Ministry, out 1952, pp. 4-6. - "Committee on Biblical Study and Research". The Ministry, fev 1953, pp. 16-17. - REBOK, Denton E. "Life Sketch of Elder William Henry Branson". Review and Herald, 9 fev 1961, p. 5. - "Death of W. H. Branson". Review and Herald, 2 fev 1961. - BRANSON, William H. Pioneering in the Lion Country, 1925 | Missionary Adventures in Africa, 1928 | In Defense of the Faith: The Truth About Seventh-day Adventists, 1933 | The Drama of the Ages, 1950. - BRANSON, W. H. Carta ao ministério, 1935 — "os homens da hora". - Our Firm Foundation. 2 v. Washington: Review and Herald, 1953. - Annual Statistical Report 1950 (756.712) e 1964 (1.508.056). - Seventh-day Adventist Year Book, 1913 e 1921-1950. Links Website www.startmovements.com Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
ASSINE A FINCLASS COM 30% DE DESCONTO! https://finc.ly/9e9a09fab5CONTABILIZEI: USE O CUPOM ECONOMISTAS E GANHE A 2ª MENSALIDADE GRÁTIS! https://bit.ly/economistas-ctbz-25092026Nesse episódio, os analistas da Finclass sentam para responder uma pergunta só: o que eles estão mudando na carteira agora, e o que estão deixando exatamente como está.Eduardo Perez explica por que o Copom cortou a Selic para 13,75% no mesmo mês em que o próprio Banco Central elevou para 90% a probabilidade de a inflação furar o teto da meta, e o que a disputa no Senado sobre a autonomia do BC pode fazer com a curva de juros depois de outubro.Felipe Arrais traduz o que significa o Fed ter reiniciado o ciclo de alta depois de três anos, com o juro longo americano em 5,13%, e responde qual número faria ele dizer que a inteligência artificial virou bolha de verdade.Evandro Medeiros destrincha o petróleo acima de US$ 106 depois dos ataques no Estreito de Ormuz, por que a bolsa subiu 14% no ano e mesmo assim caiu nos últimos pregões, e o que o produtor de soja enxergou ao vender 29% de uma safra que ainda nem plantou.E Rodrigo Xavier encara a pergunta que está na boca do mercado: é o fim dos fundos de investimento? Os números dizem que a indústria captou R$ 261 bilhões neste ano e está em R$ 11,37 trilhões. Então o que exatamente está morrendo?Uma conversa sobre juro, dólar, bolsa, commodities, fundos e eleição, para quem precisa decidir o que fazer com o próprio dinheiro antes de 4 de outubro.Este episódio discute cenário, mecânica de mercado e critério de decisão. Não é recomendação de compra ou venda de nenhum ativo.
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Matheus Ávila e Lucas Venâncio, sócios e criadores do ResineiroPRO, que já faturaram mais de R$ 4,5 milhões ensinando facetas de resina e outras áreas da odontologia para cerca de 20 mil profissionais em português, inglês e espanhol.A história dos dois começa no YouTube e não no mercado digital. Matheus abriu o primeiro canal em 2011 e conta que chegou a 1,7 milhão de inscritos antes de perdê-lo. Depois disso, foi trabalhar como editor de vídeo para o pai do Lucas, que também queria ser youtuber e tinha começado em 2016. Lucas desistiu do canal para entrar na faculdade de Odontologia, mas os dois combinaram que, no futuro, trabalhariam juntos no digital.A combinação foi cumprida no fim de 2021. Cada um colocou R$ 1 mil por mês durante três meses e não acertou nada, então passaram a fazer tráfego para negócios locais só para se sustentar. Nove meses depois o dinheiro começou a entrar pelo YouTube Ads, até os anúncios deixarem de ser aprovados e a renda desaparecer de uma vez. A virada veio quando Lucas, já formado, usou o que aprendeu na faculdade para criar um produto voltado à Odontologia. Deu certo, e a partir daí os dois passaram a desenvolver cursos junto com colegas de outras especialidades: o dentista entra com o conhecimento clínico, eles entram com o anúncio, a página e a venda.Hoje a operação tem produtos em Implantodontia, Ortodontia, Ortopedia, facetas de resina e cirurgia de sisos,em três idiomas, e a divisão entre os dois é o que sustenta tudo: Lucas é o rosto, ensina a técnica e continua atendendo no consultório, e Matheus cuida dos anúncios sem nunca aparecer. Eles defendem que depender de um únicoproduto, de um único idioma e de uma única fonte de tráfego é o que deixa qualquer negócio digital à mercê da sazonalidade, e que toda vez que ganharam dinheiro e relaxaram, perderam o que tinham construído.No Kiwicast, eles falaram sobre:Como um canal de 1,7 milhão de inscritos foi perdido e o que veio depoisPor que eles escolheram vender para dentistas e não para quem quer ganhar dinheiro na internetQuanto custa começar a anunciar e quanto tempo leva para entrar a primeira vendaO que fizeram quando os anúncios deixaram de ser aprovados e a renda acabouO passo a passo que eles ensinam para quem tem um perfil pequeno e nenhum produtoPor que depender de um produto só quebra qualquer operação digitalAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
Leitura Bíblica Do Dia: GÁLATAS 1:1-5 Plano De Leitura Anual: ISAÍAS 5–6; EFÉSIOS 1 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Alguns amigos foram passear de barco, esperando que o tempo melhorasse. Mas os ventos aumentaram, as ondas se agitaram e ameaçaram a segurança deles. Eles pediram ajuda pelo rádio e, após momentos de tensão, avistaram os socorristas e perceberam com alívio que logo estariam a salvo. Depois disso, meu amigo refletiu com gratidão: “Quer as pessoas ignorem ou obedeçam as regras do mar, os socorristas vêm em seu resgate”. Lembrei-me sobre como Jesus lidera a missão divina de busca e resgate. Ele veio à Terra para se tornar ser humano e viver como um de nós. Por intermédio de Sua morte e ressurreição, Ele nos proporcionou um plano de resgate quando nosso pecado e desobediência nos separaram de Deus. Paulo enfatizou essa verdade bíblica quando escreveu à igreja da Galácia: “nosso Senhor Jesus Cristo […] entregou sua vida por nossos pecados, a fim de nos resgatar deste mundo mau” (GÁLATAS 1:3-4). O apóstolo relembrou os gálatas sobre a dádiva da nova vida que eles tinham recebido por meio da morte de Jesus, para que honrassem a Deus todos os dias. Jesus, nosso resgatador, morreu voluntariamente para nos salvar da perdição. Porque Ele o fez, temos vida no reino de Deus e, em gratidão, podemos compartilhar as boas-novas que salvam vidas com pessoas em nossa comunidade. Por: AMY BOUCHER PYE
O NBA DAS MINA ESTÁ DE VOLTA!Depois de um tempo longe, estamos de volta e agora com uma nova fase do NBA das Mina também no YouTube!
O NÁUTICO VIROU A CHAVE! Depois da saída de Hélio e Guilherme dos Anjos, o Timbu reencontrou seu futebol, venceu o Sport por 3 a 1 nos Aflitos e deu uma resposta importante à torcida no Clássico dos Clássicos! Com apenas um treinamento antes da partida, Bruno Pivetti estreou com vitória, apostando na organização defensiva, […]
Neste episódio do EmpreendaCast, Gustavo Passi recebe Rodrigo Maroja, cofundador da Daki e da Mauna, ecossistema que ajuda empreendedores a tirar suas ideias do papel. Rodrigo revela os bastidores da criação da Daki, aplicativo de supermercado com entregas em minutos, desde a primeira dark store até o crescimento acelerado, a captação de investimentos e os desafios de escalar uma startup.A conversa também passa por empreendedorismo, gestão de crises, liderança, validação de ideias e inteligência artificial. Rodrigo compartilha os aprendizados de sua trajetória e explica como a Mauna combina mentoria, comunidade e ferramentas para ajudar novos empreendedores a estruturar seus negócios, superar os desafios iniciais e conquistar o primeiro faturamento.
O Ministério Público visitou a casa da Polícia Judiciária. Quando será a segunda mão desta eliminatória com a visita da PJ ao terreno do MP? E quando teremos certezas sobre o que se passou no gabinete de Ventura? (mesmo que o próprio, depois do alarido inicial, pareça ter-se desinteressado do caso),´. Enquanto nos entretemos com estes assuntos domésticos, o mundo, em sobressalto, assiste à última Assembleia Geral das Nações Unidas da era. Depois de oito anos à gente da ONU, é caso para perguntar se o secretário-geral português foi vítima das circunstâncias ou vítima de si próprio. O debate não se fará com certeza na Trump TV. O novo canal oficial pretende contornar o boicote das principais cadeias televisivas norte-americanas à decisão de Trump de impedir o acesso de órgãos de comunicação social que não lhe agradam à Casa Branca. Entretenimento do bom. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Forja apresenta: Entrevista do RPGames Brasil com Rafael47 Neste episódio, o Rafael 47 sentou na bancada para responder a uma série de perguntas enviadas pela equipe do RPGames Brasil a respeito do projeto do RPG Next e do cenário atual de jogos no país. Entre os temas abordados, rolou conversa franca sobre: Os bastidores e desafios de manter os projetos do RPG Next rodando; Conselhos práticos para quem quer criar e publicar RPG no Brasil hoje; A realidade do mercado independente, comunidade e produção de conteúdo. Se você curte entender o que rola por trás do escudo e quer acompanhar a nossa visão sobre o ecossistema brasileiro de RPG, não deixe de conferir! ATENÇÃO: Esse podcast é recomendado para maiores de 16 anos. Com a participação de: Rafael 47. Edição de: Rafael 47. Uma produção RPG Next. Versão em texto da entrevista do RPGames Brasil com o Rafael47: 1. Para começar, como foi seu primeiro contato com o RPG e em que momento você percebeu que essa paixão poderia se transformar em um projeto como o RPG Next? Resposta: O meu primeiro contato com o RPG é difícil de estabelecer com uma certeza exata, porque foram várias lembranças que acabaram se somando. Uma das primeiras foi quando eu era criança, por volta dos 10 aos 12 anos. Eu fui com meu pai e meu irmão numa loja da Mesbla no shopping — que nem existe mais hoje, mas era uma loja de departamentos que tinha de tudo — para escolher um jogo de aniversário pro meu Master System. No meio de vários títulos, me chamou muito a atenção uma capinha com uns personagens: um cara com espada e armadura, uma garota com escudo e espada, um com machado, um mago e um bichinho que parecia um Pikachu. Era o Phantasy Star. Na capa estava escrito "RPG" ao lado de "4 Mega", que era o tamanho do cartucho. Eu perguntei pro meu pai o que era aquela sigla "RPG" e ele não sabia; quando fui jogar, vi que era um jogo de aventura e exploração. Mais ou menos nessa mesma época, por volta de 1994, aos meus 13 anos — no começo do Plano Real —, teve uma feira do livro na escola. Minha mãe me deu uma quantia que dava para comprar uns três livros normais, mas eu bati o olho num livro gigante, futurista, com uma arte cyberpunk de um beco com pessoas conectando cabos na cabeça. Estava escrito Shadowrun. Eu gastei todo o meu dinheiro nele. Fui tentar ler, não entendi nada na época, fiquei perdido e acabei abandonando porque não tinha maturidade ainda. Junto a isso, também joguei uma partida meio improvisada de tabuleiro que depois entendi que era o D&D da Grow (ou o First Quest); comprei livrinhos-jogos da série Aventuras Fantásticas; e ganhei o Hero Quest da Estrela, que vinha com "O ABC do RPG" na caixa e passava comercial na TV — joguei com meu irmão meio que tentando decifrar as regras sozinhos. Mais tarde, comecei a comprar a revista Dragão Brasil nas bancas e adquiri o Dungeoneer do Steve Jackson, que realmente ensinava a jogar RPG de mesa de fato. Ninguém chegou para mim e disse "Rafael, isso aqui é RPG"; fui descobrindo tudo sozinho entre bancas de jornal, videogames e livros. Depois de um longo período afastado, o momento em que essa paixão começou a caminhar para se tornar o RPG Next foi por volta de 2015. Eu já vinha ensaiando um retorno: entre o mestrado e as aulas de inglês que eu lecionava, eu cheguei a usar o D&D 4ª Edição com turmas pequenas para ensinar gramática e vocabulário através do jogo. Já em 2015, trabalhando na universidade junto com o Sky na produtora de jogos, eu estava com muita vontade de voltar a jogar com frequência. Só que eu não queria apenas jogar e deixar a partida se perder no ar. Naquela época, eu já escutava podcasts gringos de pessoas jogando RPG desde 2010/2011 para matar a vontade, e o Jovem Nerd tinha acabado de lançar os primeiros episódios de RPG deles em áudio. Eu vi aquilo e pensei: "Caraca, que legal, dá para fazer isso!". Falei com o Sky: "Por que a gente não grava as nossas partidas e lança como podcast?". O nome RPG Next surgiu justamente dessa fase, porque o D&D 5ª Edição ainda estava em desenvolvimento e era chamado oficialmente de D&D Next. Um dia, combinando por e-mail, a gente escreveu: "Quando que a gente vai lá jogar o RPG next?". O nome pegou e acabou virando o projeto. 2. O RPG Next está no ar há mais de uma década produzindo podcasts, campanhas e conteúdos sobre RPG. Como nasceu o projeto e qual era a proposta inicial? Resposta: O RPG Next completou 11 anos agora em 2026 — a gente começou lá em maio de 2015. O projeto nasceu diretamente daquela conversa que tive com o Sky na produtora de jogos da universidade onde trabalhávamos. Eu estava sentindo muita falta de jogar RPG, mas tinha essa inquietação de não querer apenas jogar uma partida solta e deixar aquela história se perder no tempo. Como eu já vinha consumindo podcasts gringos de mesas de jogo e o Jovem Nerd tinha acabado de publicar as primeiras aventuras deles em áudio, a ideia foi juntar as duas pontas: reunir os amigos para jogar e gravar as sessões. A proposta inicial era justamente essa: registrar as nossas partidas de RPG de mesa e lançá-las em formato de podcast para que outras pessoas pudessem acompanhar a história, gerando conteúdo a partir da nossa própria vontade de jogar. Foi dessa dinâmica de marcar as primeiras sessões de teste — aproveitando a transição das regras que na época eram chamadas de D&D Next — que o grupo se estruturou e o projeto foi para o ar com o lançamento das nossas primeiras campanhas. 3. O podcast foi, durante muitos anos, uma das principais portas de entrada para novos jogadores no Brasil. Na sua visão, qual o papel desse formato na divulgação do RPG? Resposta: Na minha visão de consumidor, quem fez o maior trabalho de divulgação e foi a verdadeira principal porta de entrada para novos jogadores no Brasil foi a revista Dragão Brasil. Ela trazia muito conteúdo de diversos sistemas, ganchos de aventura, dicas de mestre e novidades numa época em que não tínhamos esse acesso fácil à informação. O podcast veio como uma vertente posterior importantíssima. Com o surgimento do formato e a facilidade de produção em relação ao vídeo, ele se tornou um excelente canal de difusão. Depois vieram os vídeos no YouTube, que são bem mais trabalhosos de produzir, mas chamam muito mais a atenção do grande público — vide o trabalho gigante do Cellbit com o Ordem Paranormal e o próprio Jovem Nerd com as publicações deles. Mas vale pontuar: não foi o RPG por si só que atraiu essa massa inicial, e sim grandes criadores de conteúdo que já tinham milhões de seguidores em outras áreas e resolveram apresentar o RPG para o público deles. O grande papel e a maior vantagem do podcast em relação a outros formatos é a conveniência para conteúdos de longa duração. Acompanhar uma sessão de RPG exige tempo, e o áudio facilita demais essa experiência. É muito mais simples você ouvir um áudio longo enquanto faz outras coisas no dia a dia — limpando a casa, dirigindo ou trabalhando — do que passar horas parado na frente do celular ou da tela do computador olhando para um vídeo. Inclusive, acho que muita gente que consome mesas no YouTube deixa o vídeo rodando em outra janela e fica apenas ouvindo. Ao mesmo tempo, existe uma confusão comum do público leigo com a sigla RPG: as pessoas veem um jogo eletrônico de fantasia, ou até mesmo um jogo como Magic: The Gathering, e acham que tudo que tem elfo, demônio e monstro é RPG de mesa. Elas conhecem a estética, mas não a dinâmica do jogo em si. Então, vejo o podcast como parte fundamental de uma crescente: primeiro as revistas (ao lado de videogames e eventos presenciais, onde as pessoas podiam experimentar de fato), e depois os podcasts, que prepararam o terreno na internet e ajudaram a espalhar a dinâmica real de uma mesa antes da explosão dos formatos em vídeo. 4. Hoje o RPG Next reúne podcasts, vídeos, transmissões e uma comunidade bastante ativa. Como você equilibra a produção de tantos formatos diferentes sem perder a identidade do projeto? Resposta: Eu não sei bem se posso dizer que consigo equilibrar tudo perfeitamente, e nem posso cravar que o projeto não perde a sua identidade. O RPG Next nasceu com a premissa de ser um grande guarda-chuva para vários programas diferentes. Dessa forma, cada programa tem espaço para construir a sua própria identidade: A Forja: nosso podcast mais coringa, focado em bate-papos sobre RPG e cultura nerd; Contos Narrados: focado exclusivamente em histórias contadas e totalmente sonorizadas; Tarrasque na Bota: o nosso carro-chefe das aventuras e campanhas jogadas; Regras do D&D e Regras do GURPS: focados na leitura e explicação detalhada dos manuais; Além de novos conteúdos e parcerias que vão surgindo, como o pessoal do Neuronautas. Para equilibrar essa produção multiformato sem sobrecarregar a equipe, a gente adota um fluxo prático: nós fazemos a transmissão ao vivo da gravação. Com isso, já geramos o conteúdo em vídeo e, dessa mesma transmissão, extraímos o áudio para editar e alimentar os feeds de podcast. Sobre a questão da identidade, ela também se apoia no fato de que os programas não pertencem exclusivamente a uma única pessoa. Eu sempre incentivei a rotatividade: se alguém quer mestrar ou jogar no Tarrasque na Bota, faça; se quer conduzir A Forja, faça. A Forja, por exemplo, nasceu com o Pedro Quitete lá atrás; o Contos Narrados começou com o Fernando, depois eu assumi e editei, enquanto outras pessoas gravavam as vozes. O único programa que mantenho estritamente comigo é o Regras do D&D, porque faço a leitura e os comentários sozinho — se colocasse mais gente para debater, os episódios passariam facilmente de três horas. Por fim, eu não vejo problema caso a identidade do projeto passe por mudanças. O RPG Next tem mais de uma década de estrada; as pessoas mudam com o passar dos anos, e é natural que a identidade do projeto se adapte e ac
Nesta segunda parte da conversa, a pianista Joana Gama conta como passou a viver a música e o palco como um prolongamento da sua vida, e reflete como se passou a relacionar com a falha e como treina a mente para as suas atuações e performances. Depois fala da experiência cheia de inesperados com o Toy Piano nos espetáculos para crianças, na “Trilogia da Natureza”, ou no espetáculo satírico “A Grande Fantochada”, de Hugo van der Ding. E ainda fala de algumas sombras pessoais, e da decisão de viver feliz com breves coisas, assim como dos seus pequenos grandes prazeres quotidianos. No final, ainda lê um texto do escultor Alberto Carneiro, revela as músicas que a acompanham e deixa uma sugestão cultural. Boas escutas! Músicas Cara de Espelho - Álbum B - AIMão Verde - Álbum Mão Verde III - JacarandásConcerto em Sol de Maurice Ravel na interpretação de Arturo Benedetti Michelangelo com a London Symphony Orchestra, sob a direcção de Sergiu Celibidache Sugestões culturais Ciclo Contraponto no Theatro Circo - Obras emblemáticas da música clássica dos últimos anos. Reabertura do Mosteiro São Bento da Vitória em Outubro: Concerto Orquestra XXI com música de Morton Feldman Terra Incógnita - áudio walks desenvolvidas para trilhos em diversas ilhas açorianas, disponíveis na app criada para o efeito Passo a Passo - livro do Jorge Pinto sobre caminhar, editado na Zigurate, que tive o gosto de apresentar na Feira do Livro do Porto See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois de 3 semanas sem o podcast, a vó está de volta. Venha aproveitar o seu conteúdo inútil mais aguardado! -
A revista Piauí revelou que Flávio Bolsonaro viajou em janeiro de 2025 dos Estados Unidos ao Brasil em uma aeronave da qual Daniel Vorcaro era cotista, com o advogado Willer Tomaz a bordo.O Estadão mostrou ainda tentativas do senador de falar com o banqueiro antes da prisão.Duda Teixeira e Carlos Graieb discutem se as denúncias ainda mexem com o eleitor.Depois analisam o pedido de impeachment de Kassio Nunes Marques, apresentado por Alessandro Vieira por causa da atuação do ministro em processos de precatórios de interesse do Banco Master.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.
Você já parou para pensar em tudo o que acontece nos bastidores de uma compra online? Entre clicar em “finalizar compra” e ter seu pedido confirmado, existe uma operação tecnológica complexa, na qual cada segundo faz a diferença.Neste episódio do Cabeça de Lab, vamos conhecer os bastidores do Checkout Core do Magalu, o time responsável por uma das etapas mais críticas do e-commerce. Afinal, sem checkout, não existe venda!Alexandre Junior, Rogério Pereira, Sara Lins e Vinicius Felisberto compartilham os desafios de desenvolver e manter um sistema que precisa estar sempre disponível, mesmo durante grandes picos de acesso. A conversa passa por arquitetura, escalabilidade, performance, monitoramento de incidentes e pelas integrações com sistemas de pagamento, frete, estoque e antifraude.Também vamos descobrir como é a rotina de quem trabalha com sistemas críticos, os desafios da migração de Java para Python e como equilibrar inovação, segurança e estabilidade em uma operação na qual qualquer falha pode impactar diretamente a experiência do cliente e os resultados do negócio.O que parece ser apenas um clique para o consumidor representa um enorme desafio de engenharia. Quer descobrir como tudo isso funciona por trás das telas? Dê o play e venha conhecer o time que está por trás do botão de finalizar compra do Magalu!
Você digita o número, confere o candidato e aperta “confirma”. Mas o que acontece com o voto a partir daí? E existe alguma maneira de descobrir em quem você votou? No Podcast Canaltech, a repórter Elisa Fontes conversa com Julio Valente, secretário de Tecnologia da Informação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para entender o funcionamento da urna eletrônica sem complicar o assunto. Ele explica como o voto é registrado, por que não fica associado ao nome do eleitor e o que significa dizer que a urna não se conecta à internet. A conversa também passa pelos testes de segurança, pelas mudanças feitas ao longo dos 30 anos da urna eletrônica e pelo uso de inteligência artificial nos testes do sistema. Você também vai conferir: Meta cria “Tamagotchi” com inteligência artificial que cabe no bolso, Spotify deixa usuários ajustarem o próprio algoritmo de recomendações e Xiaomi lança celulares que percebem quando alguém está espiando a tela. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira, Viviane França e Renato Moura. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois de cinco episódios explicando como tudo deu errado em Rushville, Lanternas finalmente volta ao ponto onde começou. Dez anos se passaram. John Stewart abandonou os Lanternas Verdes. Hal Jordan passou uma década na prisão. Guy Gardner agora carrega o anel. E Hal está morto. No Reflix 187, Brunão e Baconzitos mergulham em “Bad Optics”, sexto episódio da série da HBO Max e capítulo que recoloca no centro da história a pergunta apresentada logo na estreia: quem matou Hal Jordan? Dez anos depois, John Stewart tentou seguir em frente A série nos reencontra com um John Stewart completamente diferente daquele que acompanhamos em 2016. Ele deixou os Lanternas para trás, voltou à arquitetura e construiu uma empresa ao lado do irmão. Sua nova vida parece representar justamente aquilo que ele escolheu quando devolveu o anel: ser John Stewart antes de ser um super-herói. Só que Rushville nunca ficou realmente no passado. Quando sua mãe diz que Hal Jordan voltou à cidade e quer conversar com ele, John é puxado novamente para aquele lugar — e para tudo aquilo que passou dez anos tentando esquecer. O reencontro entre os dois está muito longe de ser uma reconciliação. Hal cumpriu pena pelo desastre ocorrido em Rushville e voltou ao local carregando suas próprias cicatrizes. John continua responsabilizando o antigo mentor pelo que aconteceu. A conversa rapidamente degringola. E pouco depois Hal Jordan aparece morto. Quem matou Hal Jordan? É aqui que Lanternas recupera de vez sua proposta de investigação. A perícia aponta que Hal morreu com um único disparo de arma de fogo, sem sinais de luta. Só que existe um problema enorme: John Stewart havia acabado de agredi-lo. Isso imediatamente coloca John próximo demais do crime — ainda que a investigação não o trate simplesmente como culpado. A partir daí, o episódio transforma a morte de Hal em um quebra-cabeça cheio de possibilidades. Quem sabia que ele estava em Rushville? Por que Hal parecia estar com medo antes de morrer? O que ele havia descoberto? E será que sua morte realmente tem relação com os acontecimentos de dez anos antes? No Reflix 187, Brunão e Baconzitos voltam ao modo detetive para discutir pistas, suspeitos e possibilidades. Guy Gardner finalmente entra na história E aí chega Guy Gardner. Interpretado novamente por Nathan Fillion, o Lanterna Verde que já conhecemos do novo DCU aparece agora como sucessor de Hal Jordan. E ele é exatamente o Guy Gardner que deveríamos esperar. Arrogante. Convencido. Barulhento. E completamente satisfeito em ser o atual Lanterna Verde da Terra. A interação entre Guy e John é um dos grandes destaques do episódio. Os dois se provocam o tempo inteiro, mas existe uma tensão muito específica por trás disso: Guy só ocupa aquele lugar porque John recusou o anel. John faz questão de lembrá-lo disso. E Guy, por mais que tente disfarçar, sabe que é verdade. Lanternas finalmente abraça o DCU O sexto episódio também começa a conectar a série muito mais diretamente ao universo compartilhado da DC. John menciona os acontecimentos de Metrópolis. Hal ironiza Guy Gardner e seu papel como super-herói. Batman é citado. E Lanternas deixa de parecer uma história completamente isolada para mostrar que esses personagens realmente habitam o mesmo mundo de Superman e dos demais heróis. Mas o interessante é que essas conexões não engolem a trama. O episódio continua sendo, acima de tudo, uma história sobre John, Hal e as consequências daquilo que aconteceu em Rushville. Carol Ferris finalmente aparece O funeral de Hal também apresenta uma personagem importantíssima para qualquer fã do Lanterna Verde: Carol Ferris. Nos quadrinhos, Carol é uma das figuras mais importantes da vida de Hal Jordan e possui uma longa história própria ligada ao espectro emocional e às Safiras Estrela. Aqui, sua participação é pequena, mas suficiente para mostrar que ela também fez parte da vida de Hal. E sua presença torna o funeral ainda mais estranho. Porque praticamente ninguém aparece. Depois de uma vida como um dos maiores Lanternas Verdes, Hal Jordan é enterrado diante de pouquíssimas pessoas. É uma despedida quase melancólica para alguém que passou boa parte da vida acreditando que seria lembrado como uma lenda. E tem mais: Sinestro está solto Guy também entrega uma informação que não pode ser ignorada: Sinestro escapou da prisão. A série ainda não afirma que ele tenha qualquer envolvimento com a morte de Hal. Mas dificilmente uma informação dessas aparece por acaso. Sinestro conhece Hal. Conhece os Guardiões. Conhece os segredos dos Lanternas. E, principalmente, tinha todos os motivos para voltar a cruzar o caminho do antigo pupilo. No Reflix 187, Brunão e Baconzitos discutem se isso é uma pista legítima ou justamente aquilo que a série quer que o público suspeite. John Stewart desenterra Hal Jordan E então chegamos ao momento mais bizarro — e provavelmente mais interessante — do episódio. John descobre que Hal deixou informações protegidas que só poderiam ser acessadas com sua própria voz. Mas Hal está morto. A solução? Desenterrar o cadáver. John abre o caixão, pega o anel de Hal e usa a pouca energia restante para ativar aquilo que podemos chamar de Halogram: uma cópia holográfica de Hal Jordan armazenada no anel. E a primeira coisa que o holograma vê é… seu próprio cadáver. O episódio termina ali. John Stewart agora possui uma espécie de versão digital de Hal que pode ser justamente a chave para descobrir o que aconteceu antes de sua morte. Hal Jordan pode resolver o próprio assassinato? Essa é a grande ideia que Lanternas coloca sobre a mesa para os dois episódios finais. Hal está morto. Mas talvez ainda consiga contar sua própria história. O Halogram sabe quem o matou? Ele possui as memórias de Hal? Consegue acessar informações que o verdadeiro Hal tentou esconder? O que existe no cofre? E por que Hal Jordan parecia tão assustado quando voltou para Rushville? Depois de fechar o arco dos Caçadores Cósmicos, Lanternas retorna ao mistério policial que apresentou desde o começo — só que agora conhecemos todas as cicatrizes que levaram seus personagens até esse momento.
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Registros revelados pela revista Piauí e por O Globo mostram que Flávio Bolsonaro, sua esposa e suas filhas voaram da Flórida a Brasília no Legacy 650 que meses depois foi usado por Alexandre de Moraes.O jato tinha Daniel Vorcaro entre os cotistas da operadora, e no voo estava Willer Tomaz, investigado no escândalo do INSS.Em agosto, Flávio tinha negado ter viajado em avião de Vorcaro. Wilson Lima, Ricardo Kertzman e Rodolfo Borges analisam o impacto do caso na reta final das eleições 2026 e no voto útil.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Spotify #ApplePodcasts #AmazonMusic #TuneInRádio #PolíticaBrasileira #BastidoresDoPoder #economia #jornalismo #noticias #politica #FlávioBolsonaro #Vorcaro #BancoMaster #INSS #Eleições2026 #OAntagonista
Convidado: Guilherme Casarões, cientista político e professor da Florida International University, nos EUA. Durou pouco mais de 20 minutos o discurso do presidente Lula na abertura do debate geral da 81ª Assembleia Geral da ONU – esta foi a décima vez que Lula discursou para o plenário das Nações Unidas. Lula abriu sua fala com uma crítica à própria ONU, que "está falhando na missão de livrar a humanidade do flagelo da guerra." Depois, o discurso seguiu com a defesa do multilateralismo e da soberania das nações: Lula afirmou que o Brasil "não cabe no quintal de ninguém" e criticou a política de Donald Trump para a América Latina – sem citar o presidente americano em nenhum momento. No mesmo púlpito, o presidente americano foi o segundo a discursar: ele prometeu extinguir o que chamou de "interferência externa" no Hemisfério Ocidental e disse que pode usar o "poderio militar incomparável" na América Latina. O possível encontro entre Lula e Trump nos bastidores do palco principal não ocorreu neste ano. Neste episódio, Natuza Nery entrevista o cientista político Guilherme Casarões. Ele analisa os recados políticos de Lula para o público externo e para o público interno. Casarões comenta também o discurso de Trump e o atual status da relação entre Brasil e EUA.
Ferramenta preditiva não falta. Dashboard, planilha de cenário, especialista de plantão, IA pra tudo. E, mesmo assim, a ansiedade sobre o futuro só cresce. Não é coincidência: segundo a OMS, o Brasil é o país mais ansioso do planeta. Cerca de 9,3% dos brasileiros vivem com transtorno de ansiedade, a maior taxa entre os países medidos.O que a gente quer, então? Mais controle, mais planejamento, mais dado. Só que boa parte dos desafios que a gente enfrenta, seja casamento, filho, carreira, política, clima, time de trabalho, pertence a uma categoria em que o controle simplesmente não entrega o que promete.E existe uma tradição de mais de 70 anos que estuda exatamente isso: como agir bem quando não se sabe o que vem depois. Ela não nasceu na consultoria, nem na universidade. Nasceu no teatro.Pra testar essa hipótese, chamamos Márcio Ballas, palhaço e improvisador, e Gui Terreri, ator, professor e criador da Rita Von Hunty. A conversa foi pra lugares que nenhuma pauta teria previsto. E talvez seja exatamente esse o ponto.Pega o cafezinho e vem ouvir esse episódio que é pra quem anda cansado de tentar controlar tudo.——Busque por Empréstimo com Garantia de Veículo BVSaiba mais em: https://www.bv.com.br/emprestimos/emprestimo-com-garantia-de-veiculo?idcmp=T01|C20|V12|F06|P214|BDF|mamilos-arte-do-improviso-92026|interesses-egv|egv_midia_youtube_podcast_visitas_brandformance_final-level-segunda-onda_92026_25-YO-P6-Y2-c000429&utm_source=youtube&utm_medium=podcast&utm_campaign=egv_midia_youtube_podcast_visitas_brandformance_final-level-segunda-onda_92026_25-YO-P6-Y2-c000429&utm_content=video_interesses-egv_mamilos-arte-do-improviso_92026&utm_term=&bmid=25-YO-P6-Y2-c000429 Sujeito a analise consulte condições*Código de campanha: W6N6MN——---