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Fala Glauber Podcast
Fala Glauber REACT: VAZA MENSAGENS entre MORAES e VORCARO, NOVA F4CÇÃO no RIO DE JANEIRO e mais

Fala Glauber Podcast

Play Episode Listen Later Sep 13, 2026 330:24


NO EPISÓDIO 652, TEREMOS UM EPISÓDIO COM JOSÉ KOBORI.QUER FAZER PARTE DISSO? ENTÃO BOOORAAA. VEM COM A GENTE E INTERAJA NESSA TRANSMISSÃO AO VIVO!!!VIIIIIIIIBRA!!! INSCREVA-SE EM @falaglaubernews CONHEÇA MAIS DOS NOSSOS PATROCINADORES:

WSJ What’s News
Duffy Slams Ford's ‘Unacceptable' Use of Chinese Tech

WSJ What’s News

Play Episode Listen Later Sep 9, 2026 13:31


A.M. Edition for Sept. 9. The Trump Administration calls out Ford for doing business with Chinese companies, saying its “reliance on technologies of foreign adversaries” isn't sustainable for America. Plus, Apple's new CEO prepares to raise the curtain on a slate of much pricier iPhones, including the company's first foldable. And WSJ sports columnist Jason Gay previews the new NFL season and the league's pursuit of global domination. Luke Vargas hosts. Sign up for the WSJ's free What's News newsletter. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

Out Of Office: A Travel Podcast
Your First Trip To Rio de Janeiro

Out Of Office: A Travel Podcast

Play Episode Listen Later Sep 8, 2026 67:20


This week on "Out of Office: A Travel Podcast," Ryan heads to Rio de Janeiro, Brazil! He takes in the city's beaches, mountains, museums, historic sites, restaurants, natural wine bars, and more, with everything you need to know for your first trip to Rio. Things We Talked About: History Book Brazil: A Biography https://www.amazon.com/dp/0374280495 Attractions + Culture Parque Bondinho Pão de Açúcar (Sugarloaf) https://bondinho.com.br/ Christ the Redeemer + Corcovado Train https://www.tremdocorcovado.rio/ Cais do Valongo https://www.rio.rj.gov.br/web/muhcab/cais-do-valongo-patrimonio-mundial Real Gabinete Português de Leitura https://www.realgabinete.com.br/ Paço Imperial http://www.pacoimperial.com.br/ Jardim Botânico do Rio de Janeiro https://www.gov.br/jbrj/pt-br Museums MAM Rio https://mam.rio/ Museu da República — Palácio do Catete https://www.gov.br/museus/pt-br/museus-ibram/museu-da-republica Museu Nacional https://museunacional.ufrj.br/ Restaurants Talho Café https://talhocapixaba.com.br/ Casa do Chef Jota https://www.casadochefjota.com.br/ Artigiano https://restauranteartigiano.com/ Quinta da Henriqueta https://www.instagram.com/quintadahenriqueta/ Haru Sushi Bar https://haruichiban.com.br/ Mocellin Steak https://www.mocellinsteak.com.br/ OCYÁ Ilha (Taking a Boat!) https://ocya.com.br/ Wine Virtuoso Vinho https://www.instagram.com/virtuosovinho/ Casa Tão Longe, Tão Perto (Botafogo) https://www.instagram.com/casatltp.botafogo/ Belisco Bar de Vinhos  (Botafogo) https://www.instagram.com/belisco.rj/ Cocktails Babbo Osteria https://www.instagram.com/babboosteria/ ÊTTA Bar https://www.instagram.com/etta_bar/ Coffee Coffee Five https://coffeefive.com.br/ LAB Café https://www.instagram.com/labcafe.rio/ The Last Stop Ryan: Dolly Parton + Great Smoky Mountains https://podcasts.apple.com/us/podcast/knoxville-the-great-smoky-mountains/id1438098925?i=1000495407828 Kiernan: Rick Steves Purchases Edmonds Theater https://www.seattletimes.com/entertainment/movies/rick-steves-purchases-edmonds-theater-moviehouse/

Em tempos de guerra, a esperança é vermelha
Episódio 462: Resolução política, a crise no STF e a situação eleitoral no Rio de Janeiro

Em tempos de guerra, a esperança é vermelha

Play Episode Listen Later Sep 5, 2026 36:02


Neste episódio, falamos da resolução política aprovada pela direção nacional da tendência petista Articulação de Esquerda. O companheiro Jonatas Moreth comenta a crise no STF. E a companheira Fátima Lima faz um informe da situação eleitoral no estado do Rio de Janeiro.

Canal Ser Flamengo
GERAL FEIRA DE FUTEBOL: MAIS DE 10 MIL CAMISAS E RELÍQUIAS NO RIO DE JANEIRO

Canal Ser Flamengo

Play Episode Listen Later Sep 1, 2026 2:37


A quinta edição da Geral Feira de Futebol acontece nos dias 5, 6 e 7 de setembro, no Shopping Nova América, em Del Castilho, no Rio de Janeiro.Serão mais de 10 mil camisas de clubes do Brasil e do futebol mundial, com modelos dos anos 1970 até os dias atuais. O evento também terá espaço para trocas e itens de colecionismo, como álbuns, cards, livros, troféus, flâmulas, bonés e faixas de campeão.Jogadores que fizeram história nas décadas de 1970 e 1980 também estarão presentes.

Convidado
Marta Lança publica memórias entre Lisboa, Paris, Mindelo, Luanda, Maputo e Rio de Janeiro

Convidado

Play Episode Listen Later Aug 20, 2026 37:05


Neste programa, conversamos com Marta Lança, a autora de “Essas pessoas na sala de jantar”, um livro que conta as histórias de uma vida escrita entre Lisboa, Paris, Mindelo, Luanda, Maputo, Rio de Janeiro e outras geografias, tendo como fio condutor as mudanças de casa e os encontros com novas pessoas que enchem salas de jantar transformadas em lugares de resistência e comunidades de pensamento e de arte. Este é o seu segundo livro, depois de “infinitas-pessoas-mais-uma”, ambos editados na Tigre de Papel. Marta Lança é jornalista, escritora, programadora cultural e também coordena o portal Buala, uma plataforma dedicada à cultura e ao pensamento sobre o Sul Global.  O livro “Essas pessoas na sala de jantar” é como uma casa, ou melhor, uma sala de jantar repleta de amigos e reinventada a cada nova morada entre três continentes. Mas não é “uma sala de jantar auto-satisfeita”, não. É um convite à viagem, à partilha e aos novos sabores, com pratos cheio de histórias e portas abertas, com sorrisos e cumplicidades, algures em prédios onde – podemos ler – “nos desenrascamos uns aos outros, e dispensamos ovos e coentros, em que crescemos juntos”. Foi a partir das sucessivas mudanças de casa para “outro bairro, às vezes outra cidade, ou continente” que a autora quis “encapsular temporadas em certos lugares e circunstâncias”. Através da sua história pessoal, conta o que viu nos países onde viveu, observando com “um olhar para dentro e para fora” capaz de arrombar quartos fechados e mentes quadradas. Esta é uma história de encontros, de “geografias afectivas múltiplas” e é também um diário de bordo de um mundo em risco de extinção e de um outro a cimentar-se, num “tempo saturado de estímulos e de tecnofascismo” e em que os ecrãs substituíram livros e o brincar na rua. Escrito com muito humor, o livro é também uma forma de transmissão da memória, offline, um registo proustiano em busca de um tempo perdido em que tanto se ganhou e tanto se foi perdendo. Às memórias pessoais da protagonista, às suas histórias de amizades, de amores, de viagens e experiências noutros países, misturam-se os grandes acontecimentos que marcaram a História e a política do pós-25 de Abril em Portugal até aos dias de hoje no mundo. Tudo acompanhado pelo ritmo dos filmes, dos livros e da banda sonora que também escreveram esses anos. A partir de Lisboa, Faial, Paris, Mindelo, Luanda, Maputo, Rio de Janeiro, Baixo Alentejo, as histórias  são acompanhadas por reflexões sobre as injustiças sociais, o racismo, as cidades segregadas, o capitalismo desenfreado, a crise da habitação, a especulação insaciável e as rendas insustentáveis, a ecologia em crise, a pobreza, as sempiternas lutas das mulheres e muitas e variadas e repetidas opressões. São também histórias de lugares de resistência, de salas de jantar transformadas em comunidade de pensamento e de arte. A autora lembra como foi crescer numa Lisboa arrastada pela especulação imobiliária, o que foi a “Geração à Rasca” nos tempos da Troika e lembra que “o fascismo nunca desapareceu no país dos brandos costumes”.  Depois, recorda como “ter vinte e um anos em Paris foi um embate de geopolítica existencial, um momento fundador na mundividência íntima”. Em Cabo Verde, reconheceu “a personalidade telúrica dos habitantes vulcânicos" que tinha conhecido em menina nos Açores, “mas o mais difícil de erradicar permanece: as mentalidades, a anos-luz de descolonizar”. Segue-se Luanda, “mal tinha desembrulhado o grogue, o veludo e a calabaceira de Cabo Verde e partia de novo, desta vez para uma grande metrópole africana da qual afinal não sabia quase nada”. Em Luanda compreendeu que “a mesma cidade onde se luta para conseguir comer ou para facturar milhões, toda a hora é hora de celebrar a vida, porque a toda a hora se pode morrer.” Em Maputo, o que mais conquistou o seu “coração rebelde eram os concertos de hip-hop, agregadores de jovens desejosos de mudar a sociedade restrita e opressora”, como Azagaia que “confrontava o regime e a geração da independência” com, por exemplo, a música “Quem vendeu a minha pátria?”. No Rio de Janeiro, surge a pergunta: “Como se pratica a alegria num lugar atravessado por tanta violência?”, onde “a desigualdade continua a ser a espinha dorsal da vida urbana brasileira.” A resposta começa, talvez, nos baile funk na Zona Norte, “uma das maiores expressões da resistência cultural, social e identidade das periferias brasileiras”. Mais tarde, o refúgio no Baixo Alentejo, em Portugal, onde uma casa no campo é a possibilidade de “pequenos lugares engendrarem utopias”. Porém, mesmo aí, “a terra é colonizada e posta a render” e nos cafés se percebe “como muita gente desistiu e se deixou manipular pelo populismo e abandono”. No final, regressa às raízes para cuidar de quem dela cuidou e de quem dela cuidará, confessa. Consciente de fazer “parte da paisagem da desigualdade montada”, ao longo dessas viagens entre os três continentes, a narradora nunca esquece “o Atlântico que devolve continuamente a memória do terror e da sobrevivência”. Também omnipresente, de viagem em viagem, a comida, das bolinhas da Xandite aos gelados do Pintado, do empadão de esparguete com carne nos avós, ao “panelão de arroz de grelos servido em pratos lascados e vinho de pacote”, passando pelo amarindo, loengo, mamão, goiaba e fruta pinha da zungueira de Luanda, sem esquecer o acarajé no Rio e a Cozinha Ocupação. Afinal, “poucas coisas unem tanto as pessoas como partilhar uma refeição”. A inspirar as suas páginas sente-se a busca e um enorme respeito pela liberdade, partindo de uma personagem-arquétipo a que chamou Júlia e que andava “a desenhar um mapa poético para mudar o sistema sem tomar o poder”. Era uma Júlia que, para além do engajamento em vários combates políticos, concentrava “a liberdade das infinitas mulheres que nunca puderam fazer nada mais senão trabalhar muito e cuidar dos outros". "Essas pessoas na sala de jantar" talvez seja "o mapa poético" de Marta Lança, esboçado a partir da "força de todas as que foram reprimidas". Marta Lança: "Aproveita, vive com consciência toda essa liberdade, o que tantas mulheres antes de ti não puderam fazer" RFI: Do que fala este livro? Marta Lança, Autora de “Essas pessoas na sala de jantar”: “Este livro compila várias crónicas de diversos momentos da minha vida. Quando estava a pensar o que é que ligaria estas histórias, achei que seria o mínimo denominador comum a questão de mudar. Mudar de casa, mudar de cidade, mudar de geografia emocional e de trabalhos, entre eles tem esta questão de cada um que se passa num determinado tempo e espaço. Começa com a casa onde cresci, a casa dos pais, a casa de onde parti para a vida e depois são sucessivas casas como ponto de partida: várias em Lisboa, várias depois com a vida profissional, em que fui viver para os países africanos onde também se fala português, como Cabo Verde, Angola, Moçambique. Depois o Brasil e o regresso a Lisboa, sendo Lisboa também em vários bairros, em vários tempos. Isso é o que coordena. Depois, fala de muitas outras coisas. Cada história tem os seus universos, alguns vão-se repetindo, mas é basicamente um livro que tem a ver com o crescer, com o tornar-se uma mulher, tornar-se adulta, e tem esse lado um pouco confessional, autobiográfico - mesmo assim, tentando não expor muito os outros - mas é o devir adulto. Basicamente, é um livro que tem a ver com o crescimento.” Por que é que decidiu chamar-lhe “Essas pessoas na sala de jantar”? “Porque sempre gostei muito dessa canção de 'Os Mutantes', um grupo brasileiro de movimento Tropicália. A canção chama-se ‘Panis et Circenses', tem a ver com uma crítica à ditadura militar brasileira. É muito irónico porque enquanto se está a distribuir pão e circo, essa classe média que está entretida na sala de jantar, ocupada em manter-se, em nascer e morrer, e que fica numa certa passividade enquanto o mundo explode, enquanto há uma série de injustiças, há uma classe média que está muito contente com a sua vidinha de privilégio. Então, trouxe este título para falar também dessa tensão que eu própria sinto entre o meu meio, esse meio pequeno-burguês de Lisboa que teve acesso à educação, saúde a seguir ao 25 de Abril. Portanto, somos essa primeira geração em liberdade que pôde uma série de coisas e, ao mesmo tempo, o que é que fazemos com isso? Então, também tem essa questão de tentar politizar-me e ter atenção à abertura para outras realidades do mundo e da minha própria cidade e ter uma participação não passiva, sendo que há esse dentro e fora da sala de jantar. Acho que é uma canção que traduz muito essa vontade também de trazer poesia para a vida, um outro olhar, não aquele convencional, e por isso a escolhi como título.” O espaço casa tem um lugar central, mas essas casas vão sendo criadas em diferentes países. Quase parece um paradoxo porque a casa é algo aparentemente estável, seguro, e aqui as suas casas são resultado de viagens e cada cidade é como uma nova casa. Até que ponto é que as casas e as cidades são personagens centrais neste livro? “São porque têm um lado de dentro de casa, mas não muito. Então, dentro de casa porque aconteceu que quase todas estas casas, como os leitores vão ver, foram casas partilhadas, casas colectivas onde viviam outras pessoas. Desde o início com a família, o núcleo duro, etc, e depois os amigos, os namorados e, hoje em dia, as casas com crianças quando estamos a criar filhos. Na partilha de casa, sempre achei muito interessante, como uma espécie de laboratório social, como é que as pessoas habitam uma casa, como é que pessoas, além de mim, tornam a casa um lugar habitável, um lugar acolhedor, mas um lugar onde há conflitos com a divisão de espaço, divisão de tarefas. Foi interessante que a minha vida suscitou ver várias maneiras de habitar a casa porque fui partilhando casa com pessoas diferentes ao longo da vida e sendo que essas outras cidades, outros bairros, também traziam sempre um microcosmos de realidades diferentes. Então, não são cenários, são participantes dessa observação de costumes, de ponto de partida para ver o que está à volta da casa. Aliás, o livro parte desse interior da casa, mas depois vai muito para fora, sai logo. A narradora - que sou eu - acaba por estar mais interessada no que se passa fora. Tenho algumas observações sobre o dentro de casa, mas o mais interessante será mesmo essa etnografia de ambientes à volta dessas casas, do bairro, dos sistemas políticos, dos assuntos que inquietam naquele momento, como se cristalizasse um certo tempo de observação. É por aí que interessa, é como a casa ser um mirante, um ponto de observação do exterior.” Vamos às casas nas diferentes cidades. Por exemplo, Lisboa. Lisboa não é apenas a cidade bonita e multicultural onde cresceu, onde ia ao ballet da Gulbenkian, ao cinema, aos bares do Bairro Alto dançar kizomba e ouvir Os Tubarões. Foi também a cidade onde um rapaz cabo-verdiano, Alcino Monteiro, foi espancado até à morte por um bando de skins no Dia de Portugal, em 1995, um cenário que se repetiria. Olha para este ódio racial que reverbera ainda na própria cidade. Quer-me falar sobre Lisboa? “Sim, é interessante ter ido buscar esse exemplo porque essa linha de cor que atravessa a cidade de Lisboa, essa colonialidade ainda estamos a vivê-la, não é? Crescer nos anos 80, numa cidade que estava a urbanizar-se, é o meu ponto de partida: era ali a zona de Carnide, depois assistir ao fenómeno do Colombo, toda essa Lisboa que se queria tornar uma cidade europeia, com a entrada na União Europeia, o desenvolvimento e, ao mesmo tempo, o realojamento dos bairros mais auto-construídos, etc, mas que obviamente foi criando para as margens, foi marginalizando, tornando periféricas uma série de realidades socioculturais e económicas de tornar muitos bairros empobrecidos e pessoas empobrecidas em que a linha de cor coincide. Ou seja, são as pessoas racializadas que acabam por ter esse estigma que vinha de um país a seguir ao 25 de Abril, ainda com uma grande carga colonial, racista, foi mantendo, se calhar um pouco mais com um certo pudor, sendo que agora, com a ascensão da extrema-direita e todo este populismo e instrumentalização do ressentimento voltou a sair à carga e ainda mais estigmatizou estes territórios, estas pessoas, e no livro vou falando desses momentos. De facto, o ódio racial foi um momento definidor quando aconteceu esse assassinato do Alcino Monteiro num bairro que eu frequentava, o Bairro Alto, que eu frequentava com os meus amigos. Para nós, que éramos novos, sentir esse medo nas ruas, ali no centro da cidade, e perceber: ‘Afinal isto é terrível. Há pessoas que são um alvo muito mais declaradamente de uma purga, dessa motivação do ódio.' E acho que isso nunca deixou de existir em Lisboa, aliás, culminou no ano passado com a morte do Odair Moniz, e vamos vendo como a cidade evolui e não resolve essas suas feridas sociais de ódio. E, portanto, acho que isso atravessa de alguma forma o livro. Eu, no lugar de também de um certo activismo anti-racista, mas como é que uma jovem lisboeta branca vai percebendo essas injustiças. Também entrei por aí de uma forma, não aprofundando muito, mas dando a entender que isso é uma realidade que só não vê quem não quer. Podemos estar num certo meio protegidos, mas somos cúmplices desse estado de coisas se mantivermos essa passividade. Portanto, temos de denunciar.” Vamos agora a Paris. Conta que “ter 21 anos em Paris foi um embate de geopolítica existencial, um momento fundador na mundividência íntima”. Foi para lá estudar, viveu na Cité Universitaire. Fala daquele momento, mas também na continuação das lutas sociais até hoje, com os Coletes Amarelos, as revoltas suburbanas na sequência também do assassínio de jovens de pele negra, a mobilização contra a ascensão da extrema-direita. Que lugar tem para si Paris? “Nessa tal geografia de afectos e de crescimento, Paris foi muito importante porque foi esse tal embate político. A minha relação com Paris no livro é no ano de 1997, 98, eu era uma jovem estudante de Erasmus em Paris. E teve esse papel de perceber como o mundo é enorme, como as lutas sociais são muito mais vastas do que a partir de Lisboa e também de perceber que há uma esquerda muito organizada e disseminada nas universidades, nas manifestações e isso foi muito importante de assistir, de acompanhar, de testemunhar esse fervor. Quanto mais organização, até de contestação, também mais se sentia essa tensão de uma cidade a uma escala muito maior do que Lisboa. Eu conto uma manifestação dos ‘chomeurs' [desempregados] que me impressionou muito, a forma muito combativa e muito radical de confrontar a polícia, etc, e depois Paris sempre continuou a ser uma meca da esquerda europeia com essas outras lutas que se seguiram e mais do que nunca, agora, com a situação política da Europa e de França em particular. Acho que é um bom barómetro da temperatura social, continua a ser.” Viveu também em Cabo Verde, que diz que se tornou em “um país exemplar no contexto africano”, graças ao empenho, ao valor atribuído à educação. Diz ainda que o mais difícil de erradicar permanecem “as mentalidades a anos-luz de descolonizar”. Quer falar-nos um pouco sobre Cabo Verde e a sua experiência? “Cabo Verde foi também uma transição enorme na minha vida. Ir viver para uma ilha pequenina como São Vicente e fazer uma revista com jovens cabo-verdianos e perceber as questões deles, algumas frustrações e muita vontade de participar, de ter opinião. Então, foi uma experiência que eu acarinho muito. De facto, viver nos sítios, trabalhar nos sítios, ajuda-nos muito a compreender essas tais relações, a sair do postal turístico das férias na ilha do Sal ou da Boavista em que a pessoa não percebe muito mais para além de que é um país maravilhoso, cheio de morabeza, etc. Ao trabalhar com jovens e ao ouvir os artistas, ao fazer também jornalismo de muita escuta, fez com que eu entendesse que há uma grande questão identitária. Portanto, isto é Cabo Verde de 2004, é claro que muitas coisas mudaram, mas havia ali muitas conversas sobre a questão da crioulidade, da situação atlântica de Cabo Verde cultural, da mestiçagem, todas essas heranças de ‘somos mais africanos, somos mais europeus', toda essa indefinição, que é uma discussão interessante, mas depois, no dia-a-dia, sentia-se que ainda havia um certo racismo em relação a pessoas do continente africano, muito pejorativamente chamados de mandjacos, como se isso fosse um insulto a uma etnia da costa da África, guineense, etc, e sobretudo a geração mais velha tinha um certo preconceito com a questão das pessoas mais negras. Falo também nessas manifestações, de alguns comentários, de algumas tradições como os Mandingas no Carnaval do Mindelo. E acho que sim, há uma mentalidade ainda muito colonizada que vai-se percebendo também em coisas mais recentes. Por outro lado, há uma juventude que reivindica o lado pan-africanista, a herança de Amílcar Cabral como os grandes valores da independência, tudo isso, mas é, mais uma vez, perceber que o contexto de um país é muito mais complexo do que a gente pensa no início. “Mal tinha desembrulhado o grogue” - estou a citá-la – “o veludo e a calabaceira de Cabo Verde", partiu de novo, desta vez para "uma grande metrópole africana, da qual, afinal, quase nada conhecia”. Luanda é a cidade onde "a toda a hora é hora de celebrar a vida porque a toda a hora se pode morrer”. Quer falar-nos sobre Luanda? “Luanda, essa grande cidade! Foi incrível conhecer Luanda nesse momento que saía há poucos anos de longuíssima guerra civil e ir trabalhar na área da cultura, das artes, em que estava tudo por fazer, havia uma alegria, um entusiasmo, e foi mesmo extraordinário também partilhar casa no bairro da Maianga, uma casa que já é histórica nas lendas urbanas, que é o Sete e Meio. Era um apartamento que dividíamos entre artistas angolanos e eu e uma amiga portuguesa que também trabalhávamos na Trienal de Luanda. Morava lá o Kiluanji Kia Henda, o Orlando Sérgio, o Yonamine, o Ihosvanny, artistas que estavam em grande força na sua carreira como artistas visuais, e o Orlando que é um actor na área do teatro e cinema. Então, era um ponto agregador da cidade, onde fazíamos muitos jantares, muitas conversas na nossa varanda, que também tinha um ponto de observação para as transformações urbanas da própria cidade de Luanda. E sim, é uma cidade de contradições, não é? Nessa altura - já não é a realidade actual - havia muita gente a fazer dinheiro porque o petróleo era, de facto, a economia muito efervescente, o crescimento económico era incrivelmente alto e acelerado, mas sabemos que isso depois não se traduziu em melhorias na qualidade de vida do povo angolano, que hoje em dia está bastante sufocado, numa crise enorme. Eu, como estrangeira, mas tentando viver como angolana no dia-a-dia, andar de candongueiro, depois também fiquei lá a trabalhar como professora, ouvi muitas histórias e o que mais me fascinava eram as biografias das pessoas. As pessoas tinham histórias de vida incríveis e apetecia cartografar tudo e escrever tudo, mas depois a realidade era tão veloz e alucinante que era difícil. Então, esses dois textos no livrinho sobre a Luanda dessa época são muito fragmentados, mas era um espelho da própria cidade, dessas vozes todas, dessas contradições e também um grande carinho nas pessoas e, ao mesmo tempo, uma brutalidade porque é a lei da sobrevivência.” Em Maputo, foi a música e o ímpeto do hip-hop, nomeadamente as letras do Azagaia, que a conquistaram, ele que tantas denúncias fez contra o regime, contra inclusivamente a geração da independência, contra a exploração do povo, contra o neocolonialismo português. Mais uma vez a atenção e a observação acutilantes da Marta… “Gostei muito de ir aos concertos do Azagaia. Foi um privilégio poder ir a vários concertos de hip-hop. Também já tinha frequentado muito o rap angolano, gostava muito também. Na altura, em Angola, ouvia muito o MCK, depois o Luaty Beirão também voltou à cidade e outros. Havia um grande movimento de hip-hop que era um grande escape de denúncia política. Então, era uma forma de entender o que é que os jovens estavam a pensar sobre a sua situação. Maputo é uma cidade extremamente musical, havia muitos concertos, muita música ao vivo nos bares e acho que é um dos pontos mais fortes que eu retenho: essa cidade musical. O Azagaia, além de, na altura, me ter chamado a atenção pelas letras tão interessantes, depois, tudo o que suscitou quando ele morreu, o cortejo fúnebre, a repressão e os tumultos todos que houve em Maputo e Matola e na Beira a seguir à morte dele… Aliás, eu tinha escrito esse texto antes de o Azagaia morrer e depois acrescentei mais isso como um questionamento também sobre a geração que fez a independência e a herança que deixou ao país como está actualmente, que ainda tem tanta juventude urbana descontente porque não tem muitos horizontes de expectativa para poder ficar no país com uma vida digna.” Também viveu no Rio de Janeiro e começa por falar de um baile funk em que questiona "como é que se pratica a alegria num lugar atravessado por tanta violência". O que representou para si o Rio de Janeiro? “Comecei o texto com esse episódio do baile funk porque também tive a sorte de poder frequentar as comunidades faveladas da Zona Norte do Rio de Janeiro. E sim, são zonas da cidade, territórios muito permeáveis à violência, seja do tráfico de droga, seja da própria polícia. Na altura, havia operações de pacificação dos morros e, no entanto, eram sempre bastante ameaçadoras para a população trabalhadora dessas comunidades. E havia uma banalização dessa violência que acho que todos sabemos com os filmes e as notícias que nos chegam. Portanto, é viver numa guerra aberta e isso é muito desgastante para os moradores. Depois conto também como é que algumas figuras, como um estudante de mestrado, se sentia uma excepção no seu contexto de jovem negro, periférico, pobre, mas como as políticas de discriminação positiva, as quotas, são muito importantes no contexto do Brasil para furar essa repetição da pobreza e, portanto, também como é que a partir dali se estava a pensar a questão da cidade, do asfalto e da periferia, todas essas divisões de uma sociedade tão classista, tão racista… Algumas opções vão-se repetindo ao longo dos textos, mas com novos figurantes e novas reflexões, penso eu.” Acaba por haver alguns temas e até injustiças que se repetem ou que dialogam entre as cidades onde viveu? “Exacto e a procura da alegria, que citou, é mesmo uma força de resistência nestes lugares, não é uma alegria alienante, é uma alegria que tem o seu peso, da sua dor, dessas feridas todas da história, da história da escravatura, da história da pobreza, e, ao mesmo tempo, a capacidade de ‘estamos aqui, continuamos, sobrevivemos e transformamos a dor em alegria, uma alegria de não nos vão apagar, aqui continuamos'. Essa lição dessa alegria sobrevivente, para uma europeia, é mesmo importante, porque eu acho que em Portugal, por exemplo, se cultiva muito o lamento, o queixume, mas é um queixume que depois não muda nada, é um queixume quase de apaziguamento. Acho que esses países, como eu digo, abaixo do Equador, nos davam uma lição de vida nesse sentido que é: ‘Vamos para a frente, resistimos' e, cada vez mais, confrontacionais e a desejarem uma outra vida com todo o seu sentido crítico. Portanto, é uma alegria que também traz a crítica ao estado de coisas.” Outro aspecto é a comida, que de viagem em viagem também é omnipresente, seja na sala de jantar, seja na rua, no café, no restaurante. Das bolinhas da Xandite aos gelados do Pintado, do empadão de esparguete com carne da casa dos avós, ao “panelão de arroz de grelos servido em pratos lascados e vinho de pacote”, em Lisboa, ao amarindo, loengo, mamão, goiaba e fruta pinha da zungueira de Luanda, ao acarajé no Rio e à Cozinha Ocupação… Escreve: “Poucas coisas unem tantas pessoas como partilhar uma refeição”. Porquê tanto sabor neste livro? “Muito bem visto! E também o grande ensopado de borrego no Alentejo!” É verdade, não falámos do Alentejo, mas também é bom deixar aos leitores a possibilidade de descobrir outras geografias e sabores… “Exactamente. A refeição partilhada é também ligada à ideia das pessoas na sala de jantar que estão a partilhar o seu momento, a distribuição de comida, a vontade de experimentar coisas novas e como cada lugar também com os seus sabores, porque é uma forma de convívio, não é? E esse é outro grande tema do livro: o convívio entre pessoas diferentes e uma refeição pode pôr na mesma mesa pessoas de realidades muito diferentes e estarem unidas pelo prazer de comer, de descobrir e também como os novos sabores traziam novas realidades. Quando estou a apontar para esses frutos tropicais, estou a aprender novos léxicos e novas realidades e, portanto, quis trazer essas diversas comidas.” Esses sabores não são só gustativos, também há os sabores auditivos, porque a música também está muito presente no livro. É como uma banda sonora em pano de fundo… “É porque a música também é uma forma de conhecermos realidades novas. Acho que todos nós temos sempre as nossas músicas electivas. Por exemplo, ouvir música em Angola ou Moçambique ou Brasil, é a partir das letras e das sonoridades que nos trazem as tais outras realidades. E depois também as músicas que nos formaram, a nossa forma de olhar o mundo e de viver a História é feita das partilhas das universidades, das leituras, dos filmes, mas muito a partir da música. A música tem um pendor educativo, formativo muito forte em todos nós e eu queria prestar essa homenagem a tudo o que a música trouxe à minha vida, só que era difícil estar a escolher entre tantas músicas e tantos autores e então fui referindo de acordo com o que eu ia ouvindo em cada fase de vida.” Num dos capítulos fala do “Lobo da Mata” e conta um episódio terrível. Recorda a francesa Gisèle Pelicot quando disse que “a vergonha tem de mudar de lado” e também escreve, “nos anos 90 a consciência feminista era de nicho e o ‘girl power' era mais slogan do que força colectiva” e que ainda hoje “em vários países, ser mulher continua ser quase um acto ilegal”. Porque decidiu escrever o “Lobo da Mata” e falar sobre a sua própria história? “Porque nós criamos mais empatia, relação com um assunto, quando nos implicamos nele, e todas as mulheres, sem excepção, terão histórias de abusos, desconfortos no mínimo, e situações em que se sentiram com medo ou discriminadas pelo facto de serem mulheres. Acho que temos a sorte de estarmos em países onde há alguma protecção, mas até precisamente pela Gisèle Pelicot em França, sabemos como histórias tão hediondas podem estar aqui ao voltar da esquina. Eu queria trazer algumas reflexões feministas porque, tal como a música, o feminismo também é uma forma de conhecer, de aprender muito para tentar ambicionar um mundo onde haja mais igualdade nas questões de género, mas mais do que a igualdade, acredito num feminismo que não é necessariamente a luta pelo poder, mas é outra forma de convivência entre as pessoas que não passe por esta competição, por estas relações de poder, por este ímpeto bélico e destrutivo que o mundo patriarcal nos tem proporcionado e por ele chegámos aqui, a este estado de coisas tão devastador e sem futuro quase. E, portanto, o feminismo seria uma grande opção entre homens e mulheres de outro tipo de comunhão, de partilha, de uma paz social que poderia vir através do feminismo. Esse ‘Lobo da Mata' é uma história na Caparica, na adolescência. Não é uma história que seja assim o grande trauma porque eu quis também passar esse lado, de como eu encontrei as minhas ferramentas para viver com isso e para transformar essa história numa espécie de alívio e de força pessoal, mas claro que cada mulher lida com isso de maneiras diferentes, com os seus próprios traumas e fantasmas. Mas acho que sim, acho que foi importante escrevê-la, não no sentido terapêutico, mas para partilhar alguns episódios que todas temos e, depois, a partir daí, o que é que suscitou como preparação para a vida porque qualquer mulher terá passado por isso.” Fala numa mulher no livro que é uma personagem-arquétipo daqueles tempos. Chamou-lhe Júlia que andava “a desenhar um mapa poético para mudar o sistema sem tomar o poder”, uma Júlia que, para além do engajamento em vários combates políticos, concentrava “a liberdade das infinitas mulheres que nunca puderam fazer nada mais senão trabalhar muito e cuidar dos outros. A força de todas as que foram reprimidas.” O que é feito dessa Júlia? Este livro é esse “mapa poético”? “Sim, acho que sim. Essa Júlia é um arquétipo, não é uma pessoa real, mas sim um conjunto dessas vontades todas reprimidas e de alguém que pôde experimentar, pôde errar, pôde implicar-se em cada situação e fazer com que as coisas aconteçam, sair da tal sala de jantar auto-consolada para que a vida nos aconteça porque não podemos estar só à espera de uma mudança se não nos implicarmos nela. Essa Júlia ainda está aqui presente, pelo menos tenho-a comigo, como alguém que me faz lembrar: ‘Olha, aproveita, vive com consciência toda essa liberdade, o que tantas mulheres antes de ti não puderam fazer.' E é preciso celebrar essa liberdade de circulação, de podermos ser quem queremos, de podermos até mudar em qualquer fase de vida para procurar essa pessoa que nos vamos tornando em cada momento, mas não ficar a achar que isso é garantido porque as liberdades nunca estão garantidas. É também essa inquietação. A Júlia é essa inquietação que me persegue e que certamente outras pessoas se identificarão com ela.”

Fala Glauber Podcast
RUBÃO - CANDIDATO a DEPUTADO FEDERAL, como do RIO DE JANEIRO | Fala Glauber PODCAST

Fala Glauber Podcast

Play Episode Listen Later Aug 19, 2026 240:48


NO EPISÓDIO 649, TEREMOS A PRESENÇA DE RUBEM GONZALEZ, O RUBÃO.QUER FAZER PARTE DISSO? ENTÃO BOOORAAA. VEM COM A GENTE E INTERAJA NESSA TRANSMISSÃO AO VIVO!!!VIIIIIIIIBRA!!! INSCREVA-SE EM @falaglaubernews CONHEÇA MAIS DOS NOSSOS PATROCINADORES:

Direto da Redação
Atriz Glória Menezes morre aos 91 anos no Rio de Janeiro

Direto da Redação

Play Episode Listen Later Aug 19, 2026 10:06


Beer Sessions Radio (TM)
Culto Bar of Rio De Janeiro

Beer Sessions Radio (TM)

Play Episode Listen Later Aug 18, 2026 36:34


Jimmy takes a call with Pedro Aliperti, owner of Culto Bar in Rio De Janeiro, Brazil. Pedro walks us through his first bar, which opened in 2014 and closed due to Covid, operating on a popular block, upgrading the menu for Culto, and Brazilian food/drink culture. See Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.

O Antagonista
Entrevista com o candidato ao governo do RJ Coronel Busnello | Papo Antagonista - 18/08/2026

O Antagonista

Play Episode Listen Later Aug 18, 2026 58:18


No Papo Antagonista desta terça-feira, 18, entrevistamos o candidato ao governo do Rio de Janeiro pelo partido Missão, Coronel Busnello. Com trajetória voltada para a área da segurança pública e na Polícia Militar do Estado, ele concorre este ano à chefia do Executivo fluminense.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.    O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.    

O Antagonista
Cortes do Papo - 'Nossa política não será de tiro, porrada e bomba', afirma Coronel Busnello sobre ADFP das Favelas

O Antagonista

Play Episode Listen Later Aug 18, 2026 27:17


O candidato ao governo do Rio de Janeiro Coronel Busnello (MISSÃO) afirmou que terá uma relação pacífica com todos os Poderes caso seja eleito.Questionado sobre a ADPF 365, ele ressaltou que a medida não proíbe operações em favelas, apenas disciplina as ações policiais.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.    O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.    

20 Minutos com Breno Altman
A maior crise da história do Rio de Janeiro - Dani Balbi - Programa 20 Minutos

20 Minutos com Breno Altman

Play Episode Listen Later Aug 18, 2026 120:44


A maior crise da história do Rio de Janeiro | Dani Balbi | Programa 20 Minutos

Studio 9 - Deutschlandfunk Kultur
Brasilien - die Sandmenschen von Rio de Janeiro

Studio 9 - Deutschlandfunk Kultur

Play Episode Listen Later Aug 15, 2026 4:29


Herrberg, Anne www.deutschlandfunkkultur.de, Studio 9

Esse Mundo É Nosso - Podcast de Viagem
#124: 48 horas no Rio de Janeiro além do óbvio

Esse Mundo É Nosso - Podcast de Viagem

Play Episode Listen Later Aug 13, 2026 33:25


Você tem só 48 horas ou até menos no Rio de Janeiro? Então esqueça, pelo menos por um momento, o roteiro tradicional.Neste episódio, Rafael Carvalho e Adolfo Nomelini mostram um Rio fora do óbvio: dicas de bares e restaurantes que só os moradores conhecem, uma Zona Sul fora do básico, vistas de tirar o fôlego, sambas pra curtir a noite como um local e até a Veneza Carioca. Já ouviu falar?Afinal, o Rio de Janeiro vai muito além de Copacabana, do Cristo Redentor e da Lagoa, né?Descubra o que fazer, o que comer e as experiências que valem a pena pra quem já conhece a cidade e também pra quem vem pela primeira vez.Assista ao roteiro no Rio no nosso canal! Citamos neste episódio:Bar Bracarense (Leblon);Mureta da Urca;Samba do Trabalhador e da Pedra do Sal;Mirante do Pedrão;Bar Momo (Tijuca);Aconchego Carioca (Praça da Bandeira);Oggi Pizza NapoletanaIlha da Gigoia (Metrô Jardim Oceânico);Camarão da Barra (Gigoia) e Ocyá (Ilha Primeira);Clássico no Pão de Açúcar;Café da Manhã na Mureta do Leme;Restaurante Skylab no Rio Othon Palace (Copacabana).Deixe sua dica de o que fazer fora do básico no Rio de Janeiro aqui nos comentários!

Fala Glauber Podcast
ANDRÉ MARINHO - CANDIDATO a GOVERNADOR do RIO DE JANEIRO | Fala Glauber PODCAST

Fala Glauber Podcast

Play Episode Listen Later Aug 13, 2026 212:47


NO EPISÓDIO 647, TEREMOS A PRESENÇA DO ANDRÉ MARINHO.QUER FAZER PARTE DISSO? ENTÃO BOOORAAA. VEM COM A GENTE E INTERAJA NESSA TRANSMISSÃO AO VIVO!!!VIIIIIIIIBRA!!! INSCREVA-SE EM @falaglaubernews CONHEÇA MAIS DOS NOSSOS PATROCINADORES:

Tag für Tag Beiträge - Deutschlandfunk
Cristo Redentor: Die monumentale Christus-Statue über Rio de Janeiro

Tag für Tag Beiträge - Deutschlandfunk

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 4:29


Neuroth, Oliver www.deutschlandfunk.de, Tag für Tag

Thinking in English
400. History of Rio de Janeiro! (English Vocabulary Lesson)

Thinking in English

Play Episode Listen Later Aug 10, 2026 25:05


Today I want to discuss the history of one of the most famous cities in South America: Rio de Janeiro. Rio is a city that had become one of the most popular tourist destinations in the world. It is known for its colourful carnival celebrations, the Christ the Redeemer statue and white beaches, and of course its association with football and samba music. Its history is also fascinating! Today I want to discuss how the city got its names, became the centre of battles between European powers, grew into one of the largest slave ports in the world, and at one time was the only city in the America's to be the capital of a European Empire. We'll explore how the city built its fortunes based on gold and coffee, and the how the city has developed in the modern period. And we'll also practice your English listening comprehension and learn some new vocabulary at the same time! Conversation Club - ⁠https://thinkinginenglish.blog/patreon/conversation-clubs/⁠ TRANSCRIPT - ⁠https://thinkinginenglish.blog/2026/08/10/400-history-of-rio-de-janeiro-english-vocabulary-lesson/⁠ AD Free Episode - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.patreon.com/thinkinginenglish⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Patreon -⁠ ⁠https://www.patreon.com/thinkinginenglish⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ YouTube Channel -⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.youtube.com/@thinkinginenglishpodcast⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ INSTAGRAM - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.instagram.com/thinkinginenglishpodcast/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠) $10 Free Credits on iTalki (Affiliate Link) - ⁠https://www.italki.com/affshare?ref=af17506448⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ My Editing Software (50 % Discount Affiliate Link) - ⁠https://descript.cello.so/BgOK9XOfQdD⁠ Borough by Blue Dot Sessions Contact ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠advertising@airwavemedia.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ to advertise on Thinking in English. Thinking in English is part of the ⁠⁠⁠⁠⁠Airwave Media podcast network.⁠⁠ Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Fala Glauber Podcast
REACT AO VIVO do DEBATE NA BAND: GOVERNADOR DO RIO DE JANEIRO | Fala Glauber Podcast

Fala Glauber Podcast

Play Episode Listen Later Aug 10, 2026 300:58


FALA GLAUBER REAGE AO VIVO AO PRIMEIRO DEBATE PARA GOVERNADOR DO RIO DE JANEIRO NA BAND.QUER FAZER PARTE DISSO? ENTÃO BOOORAAA. VEM COM A GENTE E INTERAJA NESSA TRANSMISSÃO AO VIVO!!!VIIIIIIIIBRA!!! ------------------------------------------------------------Pré-venda do Livro Fala Glauber! https://www.livrofalaglauber.com.br/------------------------------------------------------------CONHEÇA MAIS DOS NOSSOS PATROCINADORES:

Rádio Comercial - Hollywood Express
O Adeus a Glen Hansard; Corrida dos Bichos leva o apocalipse ao Rio de Janeiro e Lioness está de volta para a temporada 3

Rádio Comercial - Hollywood Express

Play Episode Listen Later Aug 7, 2026 25:56


JORNAL DA RECORD
07/08/2026| Edição Exclusiva: Polícia Civil realiza operação contra venda irregular de veículos no Rio de Janeiro

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Aug 7, 2026 5:18


Confira nesta edição do JR 24 horas: A Polícia Civil do Rio de Janeiro realiza, nesta sexta-feira (7), uma operação contra um grupo suspeito de desviar carros de uma locadora e revender os veículos como se fossem regulares. A Justiça autorizou o cumprimento de nove mandados de busca e apreensão no Rio e na Baixada Fluminense. De acordo com as investigações, os suspeitos criaram uma empresa de fachada para alugar dezenas de veículos. E ainda: Região Sudeste registra passagem de ciclone extratropical.

MT Cast
MT News #179 - Rio de Janeiro respira triathlon!

MT Cast

Play Episode Listen Later Aug 4, 2026 27:15


10 anos após os Jogos Olímpicos, o Rio de Janeiro voltou a receber uma etapa do Circuito Mundial. Pelo quarto ano consecutivo, tivemos uma etapa de Copa do Mundo no país, reforçando a nossa posição no cenário internacional. Falamos também sobre o Caso Danielzinho, sobre Pogacar na Vuelta, o possível adeus de Sanders a Kona e muito mais. Confira o episódio completo.

Witness History
City of God: The film that reshaped global cinema

Witness History

Play Episode Listen Later Aug 3, 2026 10:20


In 2001, filming began on City of God which would stun audiences with its unflinching honesty.It captured the brutal realities of child gangsters from Rio De Janeiro's favelas trapped in an unforgiving cycle of violence.Local children were cast in the film, which was nominated for four Oscars, and their own lives weren't far from the stories on screen.Katia Lund who co-directed the movie, speaks to Reena Stanton-Sharma about how she was able to draw powerful performances from the children, capturing moments of anguish and terror. Eye-witness accounts brought to life by archive. Witness History is for those fascinated by and curious about the past. We take you to the events that have shaped our world through the eyes of the people who were there. For nine minutes every day, we take you back in time and all over the world, to examine wars, coups, scientific discoveries, cultural moments and much more. Recent episodes explore everything from how the Excel spreadsheet was developed, the creation of cartoon rabbit Miffy and how the sound barrier was broken.We look at the lives of some of the most famous leaders, artists, scientists and personalities in history, including: the moment Reagan and Gorbachev met in Geneva, Haitian singer Emerante de Pradines' life and Omar Sharif's legendary movie entrance in Lawrence of Arabia.You can learn all about fascinating and surprising stories, like the invention of a stent which has saved lives around the world; the birth of the G7; and the meeting of Maldives' ministers underwater. We cover everything from World War Two and Cold War stories to Black History Month and our journeys into space.(Photo: Katia Lund (second right) with some of the cast of City of God and director Fernando Meirelles. Credit: Francois Guillot/AFP via Getty Images)

Road2Billions
My Trip To Rio De Janeiro

Road2Billions

Play Episode Listen Later Aug 2, 2026 66:01


In this episode of Road2Billions, I take you behind the scenes of my unforgettable trip to Rio de Janeiro, Brazil. I share the highs, the surprises, and the lessons I learned while experiencing one of the world's most iconic cities. From navigating the airport and adjusting to a new culture to exploring famous landmarks, trying local food, and seeing the energy of Rio firsthand, this trip challenged me in ways I didn't expect. I also talk about the realities of international travel, staying safe, handling unexpected situations, and why stepping outside your comfort zone can change your perspective on life and business. Whether you're planning a trip to Brazil or just enjoy hearing authentic travel stories, this episode gives you a firsthand look at what Rio was really like through my eyes. Join me as I break down the adventure, the culture, and the experiences that made this trip one I'll never forget.

On This Day in Working Class History
2 August 1917: Rio de Janeiro strike ends

On This Day in Working Class History

Play Episode Listen Later Aug 2, 2026 1:10 Transcription Available


On this day, 2 August 1917, the general strike in Rio de Janeiro ended as employers agreed to a 10% pay increase and a maximum 56-hour work week. The stoppage began with just one furniture worker the previous month, and the strike spread organically, despite the government declaring martial law and calling in police, the army and navy. More information, sources and map: https://stories.workingclasshistory.com/article/9165/rio-de-janeiro-general-strike-endsOur work is only possible because of support from you, our listeners on patreon. If you appreciate our work, please join us and access exclusive content and benefits at patreon.com/workingclasshistory.See all of our anniversaries each day, alongside sources and maps on the On This Day section of our Stories app: stories.workingclasshistory.com/date/todayBrowse all Stories by Date here on the Date index: https://stories.workingclasshistory.com/dateCheck out our Map of historical Stories: https://map.workingclasshistory.comCheck out books, posters, clothing and more in our online store, here: https://shop.workingclasshistory.comIf you enjoy this podcast, make sure to check out our flagship longform podcast, Working Class History

The American Soul
When The Credit Card Bill Comes Due

The American Soul

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 21:05 Transcription Available


Drop us a note about the podcast. The world can feel like it's speeding toward conflict, confusion, and fear, so we start where steadiness actually lives: “Because of the Lord's great love we are not consumed… they are new every morning.” From Lamentations 3, we talk about what it means to wait quietly for God's salvation without going passive, and how hope becomes a daily practice when the headlines won't let you breathe.We then wrestle with a heartbreaking real-world case of grooming and murder in the UK, using it to ask hard questions about what a society tolerates, how institutions fail the vulnerable, and why truth gets blurred when people are afraid to confront evil. That thread connects to a broader warning about cultural and religious तनाव in the West, and why worldview clashes don't stay theoretical forever. I also share a striking comparison to Acts 21, where Paul is surrounded by rumors, seized by a mob, and rescued only when order finally arrives.From there, we pivot to the strength God gives for ordinary life: a candid reading from Song of Solomon on marriage and intimacy, a call to praise from the psalm, and a reminder from Proverbs that the name of the Lord is a strong fortress. We close with history and civic formation through Benjamin Rush's 1791 case for the Bible in public education, arguing that early moral impressions shape wiser, better citizens and a healthier republic.If you find this helpful, subscribe, share it with a friend, and leave a review so more people can find the show.#BenjaminRush#FoundingFather #ChristianNationSupport the showThe American Soul Podcasthttps://www.buzzsprout.com/1791934/subscribeCountryside Book Serieshttps://www.amazon.com/Countryside-Book-J-T-Cope-IV-ebook/dp/B00MPIXOB2 America's Christian Heritage Podcasthttps://www.buzzsprout.com/2622483

JORNAL DA RECORD
31/07/2026 | 2ª Edição: Bomba cai de drone e explode em festa de traficantes do Comando Vermelho, no Rio de Janeiro

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 3:31


Confira nesta edição do JR 24 horas: Um drone lançou uma granada em um churrasco de traficantes do Comando Vermelho no complexo da Penha, no Rio de Janeiro. O artefato explodiu dentro da piscina. Ninguém ficou ferido. O jornalismo da RECORD apurou que traficantes do Comando Vermelho estavam na festa. E ainda: Espanha reforça segurança contra imigração em massa.

JORNAL DA RECORD
30/07/2026 | 2ª Edição: Vendavais de 100 km/h causam mortes e deixam imóveis sem luz no Rio de Janeiro

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 4:00


Confira nesta edição do JR 24 Horas: Depois do vendaval que atingiu a região sudeste, mais de 430 mil imóveis ainda estão sem luz no Rio de Janeiro. Um dos motivos para a falta de energia é a queda de várias árvores que atingiram a rede elétrica. Cerca de 290 ocorrências foram registradas durante o vendaval da tarde da última quarta-feira (29). Os ventos chegaram a 100 km/h e o metrô, que teve o funcionamento suspenso ontem, nesta quinta-feira (30) funciona normalmente. E ainda: Família é resgatada pouco antes de carro tombar e ser levado por correnteza de rio em SC.

Resumão Diário
JN: Ventos de mais 100km/h deixam mortos no Rio de Janeiro e em São Paulo; ventania provoca destruição e paralisa transporte público

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 5:35


Ventos de 125 km/h deixaram três mortos em São Paulo. As rajadas provocaram destruição no litoral e no interior do estado. No Rio de Janeiro, a ventania causou duas mortes. O mau tempo fechou aeroportos, paralisou trens, barcas e metrô. No Rio Grande do Sul, um tornado atingiu casas, lavouras e matou animais. A crise do clima foi o tema da série especial do JN nesta quarta-feira. André Trigueiro mostrou que mais de dez milhões de brasileiros vivem em áreas de risco. Cientistas cobraram urgência num debate inadiável: o que o poder público precisa fazer para adaptar as cidades em tempos extremos. Carlo Ancelotti disse que vai renovar a seleção brasileira para a próxima Copa.

BEN-YUR Podcast
franco fanti e por que ele abandonou tudo para morar na natureza

BEN-YUR Podcast

Play Episode Listen Later Jul 27, 2026 99:23


O Franco Fanti esteve aqui no Coffee & Cigacasts. A gente começou falando sobre café que a gente nem gosta tanto e sobre a loucura burocrática de ter que justificar um centavo em editais de cinema.Mas a conversa foi para um lugar bem diferente.Ele me contou uma história sobre regressão e alienígenas que me pegou completamente desprevenido. É o tipo de relato que você não espera ouvir, mas que faz sentido quando alguém conta com honestidade.Falamos também sobre coisas muito mais pesadas. Sobre o irmão dele, o Fausto. Sobre o meu pai. Sobre o que a gente faz com as ausências e como seguimos carregando as lembranças de quem já foi.No fim, eu acabei dividindo com ele a minha experiência com meditação Vipassana. Aquele momento em que eu estava tentando encontrar silêncio absoluto e tudo simplesmente borrou de olho aberto.Foi uma conversa vulnerável, estranha em alguns momentos e muito humana.O episódio está inteiro aí.Espero que esse papo faça algum sentido para vocês.

A Shot in the Arm Podcast with Ben Plumley
Humanity First at AIDS 2026, the 26th International AIDS Conference in Rio de Janeiro

A Shot in the Arm Podcast with Ben Plumley

Play Episode Listen Later Jul 26, 2026 16:01


From AIDS 2026 in Rio de Janeiro, A Shot in the Arm Podcast hosts, Ben and Yvette, discuss why convening the global AIDS community still matters amid major financial challenges and shifts in U.S. aid. They emphasize “humanity first,” the need for African leadership, sovereignty in HIV financing, and learning how programs survived when aid decreased because “the community stayed.” They discuss remembering people lost due to changes in American aid and reject “America First” approaches in favor of multilateral collaboration. They also highlight scientific innovation and access issues, including once-monthly PrEP, once-weekly treatment, new combinations, and the importance of real choice to address treatment fatigue, along with growing interest in African manufacturing and policies like South Africa's BEE requirements. 00:00 Welcome to Rio 00:53 Why This Conference Matters 01:42 Funding Sovereignty Debate 03:57 Resilience After Aid Cuts 05:43 New HIV Science Pipeline 07:31 Choice and Local Manufacturing 11:24 Rejecting America First 13:29 Community Power and Wrap Up AIDS 2026, the 26th International AIDS Conference https://www.iasociety.org/conferences/aids2026 APHA - Advocates for the Prevention of HIV in Africa https://www.apha.org.za Check Out Ben's Substack: https://substack.com/@benplumley1 Join the Conversation! How do you see the future of global health unfolding? Share your thoughts in the comments! Subscribe & Stay Updated: Listen on Spotify, Apple Podcasts, or your favorite podcast platform. Watch on YouTube & subscribe for more in-depth global health. #hivaids #HIV #AIDS #globalhealth

Podcasts epbr
Alemanha busca cooperação industrial com Brasil em minerais críticos, diz Jan Freigang, cônsul-geral da Alemanha no Rio de Janeiro | diálogos da transição 2026

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 11:25


O fortalecimento das relações bilaterais entre Brasil e Alemanha ganha novos contornos com o avanço da agenda global de descarbonização. Em entrevista exclusiva, Jan Freigang, cônsul-geral da Alemanha no Rio de Janeiro, analisa o avanço da cooperação industrial em minerais críticos e o desenvolvimento de projetos de hidrogênio verde, que consolidam o Brasil como parceiro estratégico para o cumprimento das metas europeias de neutralidade climática até 2045. O cônsul destaca a abordagem europeia, que não se limita à simples exportação de matéria-prima, mas busca agregar valor local com parceria industrial. A conversa aborda desde a atração de investimentos e tecnologias de reciclagem até o papel do financiamento climático público no apoio ao Fundo Clima e ao Fundo de Florestas Tropicais (Tropical Forest Forever Facility – TFFF). ____________________

Nokon må gå
Årets beste musikk fra Bergen

Nokon må gå

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 19:43


Kjetil Kopren Ullebø og Ørjan Nilsson kårer vårens fire beste låter fra Bergen. Og så snakker vi om strandliv i Fyllingsdalen, Rio De Janeiro og på Karmøy.

BioScience Talks
Type Localities and Topotypes, with Prosanta Chakrabarty and Bruno Soares

BioScience Talks

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 33:47


For this episode, we're joined by Prosanta Chakrabarty, Director of Louisiana State University's Museum of Natural Science, where he is also the Fish Curator and a professor. Also joining us is Bruno Soares, Scientist and Adjunct Professor at the University of Regina in Canada. Dr. Soares holds a Collaborator-Professor appointment at the Federal University of Rio De Janeiro, in Brazil. They were here to talk about their recent publication in BioScience on the concept of type localities, and how their use can help make taxonomic research more equitable and efficient. 

Seismic Soundoff
300: The Hardest Part of DAS Isn't the Technology

Seismic Soundoff

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 27:03


“It's hard to tell where the limit is in terms of where it can go. You have to see what is possible to want to drive this.” Andrew Geary speaks with Malc Kent about why distributed acoustic sensing is gaining momentum across carbon storage, geothermal, infrastructure, and reservoir monitoring. The technology can collect enormous amounts of subsurface data, but the bigger challenge is turning that information into decisions industries trust. For geophysicists and students, that gap between technical progress and real-world adoption is where many of the strongest opportunities are emerging. KEY TAKEAWAYS > DAS can change how the subsurface is monitored: Permanent or existing fiber can support more frequent observations while reducing the need to repeatedly deploy conventional equipment. > The technology may be moving faster than industry adoption: Large data volumes, installation costs, regulatory acceptance, and confidence in a new way of collecting seismic information still stand between successful trials and routine use. > The opportunity extends well beyond oil and gas: Carbon storage, geothermal, mining, infrastructure, and security all need better monitoring, creating new roles for geophysicists who can connect sensing, imaging, computing, and decisions. THIS EPISODE PROUDLY SPONSORED BY VIRIDIEN As an industry leader in imaging distributed acoustic sensing data, Viridien brings proven expertise across 2D, 3D, and 4D projects by combining advanced algorithms and HPC. Delivering clearer images, faster interpretation, and deeper insight for oil & gas reservoir monitoring and carbon storage projects. Discover more at https://viridiengroup.com/DAS. LINKS * SEG/SPE Workshop: Fibre for the Future: AI-Driven Intelligence for Exploration, Production & Development - 21–22 July 2026, Kuala Lumpur, Malaysia -> https://seg.org/calendar_events/seg-spe-fibre-for-the-future-ai-driven-intelligence/ * SPE Workshop: Subsea Fiber Optic Sensing: From Deployment to Decision Making - 12–13 November 2026, Rio De Janeiro, Brazil -> https://www.spe-events.org/workshop/fiber-optic-sensing ABOUT SEISMIC SOUNDOFF Seismic Soundoff showcases conversations addressing the challenges of energy, water, and climate. Produced by the Society of Exploration Geophysicists (SEG) and hosted by Andrew Geary of 51 features, these episodes celebrate and inspire the geophysicists of today and tomorrow. Three new episodes monthly. See the full archive at https://seg.org/resources/podcast/.

Intelligence Squared
Hotel with History | Copacabana Palace, Rio De Janeiro

Intelligence Squared

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 32:33


This is an episode of Hotels with History, produced by Intelligence Squared on behalf of Perowne International⁠. Picture being on a sweep of white sand where Rio meets the Atlantic. Through revolutions, dictatorship, and the moving of the capital itself, Jules and Richard trace how this luminous beachfront palace endured it all. They reflect on how this iconic property reflects Brazil's wild glamour, political upheaval, mystery and irrepressible rhythm. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

3 em 1
Operação da PF atinge pré-candidato ao Senado no Rio de Janeiro

3 em 1

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 121:27


No 3 em 1 desta terça-feira (07), o destaque foi o ex-prefeito de Belford Roxo e pré-candidato ao Senado, Márcio Canella (União), foi preso na quinta fase da operação “Unha e Carne” da Polícia Federal nesta terça-feira (07). Aliados do pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) já suspeitavam que a operação poderia inviabilizar a candidatura de Canella. Reportagem: Bruno Pinheiro. O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) participou nesta terça-feira (07) do primeiro dia das audiências públicas sobre o tarifaço que ocorrem no Escritório do Comércio dos Estados Unidos. Em seu discurso, Flávio pediu para que o governo adie a aplicação da tarifa para depois das eleições brasileiras e chamou o PT de “Partido das Taxas”. Reportagem: Eliseu Caetano. Grandes empresas multinacionais protocolaram junto ao governo dos Estados Unidos diversos pedidos para que os produtos brasileiros não sejam taxados, alegando que a medida provocaria perda de competitividade. Reportagem: André Anelli. O presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Sérgio Bortolozzo, esteve presente na audiência pública sobre o tarifaço que aconteceu nesta terça-feira (07) no Escritório do Comércio dos Estados Unidos. Bortolozzo defende que a questão é puramente comercial, e que os EUA sabem da dependência que tem dos produtos brasileiros. O presidente americano Donald Trump está representando os Estados Unidos na Cúpula da Otan que acontece na Turquia. Na reunião do bloco, o presidente voltou a afirmar que acredita que a Groenlândia deve ser controlada pelos Estados Unidos. Em resposta, a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, respondeu dizendo que a Groenlândia não está à venda. Reportagem Luca Bassani. Uma pesquisa do Datafolha que analisa as intenções de voto para o Senado do estado de São Paulo apontou que a ex-ministra do Meio Ambiente (Rede), Marina Silva, lidera com 18% da preferência. Enquanto isso, no segundo lugar a ex-ministra do Planejamento e Orçamento do Brasil, Simone Tebet (PSD) aparece com 16% da preferência dos eleitores. O Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Liberal (PL) enfrentam impasses nas candidaturas para o Governo de Minas Gerais. Tanto o cenário para o Palácio Tiradentes quanto para o Senado apresentaram movimentações intensas. O PL pressiona por uma definição do seu principal nome ao governo, enquanto o PT corre contra o tempo para definir quem será o candidato da sigla no estado. Reportagem: Rodrigo Costa. Em reunião convocada nesta terça-feira (07) pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), os líderes irão definir as pautas a serem discutidas nesta última semana antes do recesso parlamentar, que terá início no dia 18 de julho. Os principais pontos em debate são a PEC da Redução da Maioridade Penal e a PEC do aumento do limite dos Microempreendedores Individuais (MEI). Reportagem: Thaís Sprovieri. Segundo informações de bastidores, o Partido Republicanos quer negociar apoio do Partido Liberal às suas candidaturas estaduais em troca da adesão de Daniella Marques na chapa de Flávio Bolsonaro pela Presidência da República. Reportagem: João Vitor Revedilho. O líder do PT no Senado, Pedro Uczai, ameaçou tratar o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União), como “inimigo dos trabalhadores” se não der andamento à tramitação da PEC que reduz a jornada de trabalho. Diante dessa declaração, Alcolumbre emitiu uma nota oficial onde defende que a definição da pauta não se submete à “pressões políticas ou eleitorais”. Reportagem André Anelli. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

AP Audio Stories
Sightings of humpback whales surge in Rio de Janeiro, fueling demand for whale-watching trips

AP Audio Stories

Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 0:48


AP correspondent Ben Thomas reports it's whale-watching season in Brazil.

A Moment with Joni Eareckson Tada

Tune in to hear a story about an artist named Placido in Brazil who left a Wheels for the World distribution with a smile on his face. He now has newfound hope. -------- Thank you for listening! Your support of Joni and Friends helps make this show possible.     Joni and Friends envisions a world where every person with a disability finds hope, dignity, and their place in the body of Christ. Become part of the global movement today at www.joniandfriends.org   Find more encouragement on Instagram, TikTok, Facebook, and YouTube.

TV 247
bom-dia-247_-lula-resgata-o-rio-de-janeiro-(23.6.26)

TV 247

Play Episode Listen Later Jun 23, 2026 210:50


bom-dia-247_-lula-resgata-o-rio-de-janeiro-(23.6.26) by TV 247

The Dana & Parks Podcast
BONUS: Wacky urns, the bottom of the Great Lakes, NYC's sewer people and a freaky adoption scam

The Dana & Parks Podcast

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 21:30


This week's episode is taking us from the dark depths of the Great Lakes – where there was recently a research expedition – to the streets of New York City and Rio De Janeiro in Brazil, where dangers lurk beneath pedestrians' feet. Featuring audio from Mike Rogers and the Other Side of the News out of KRLD 1080 in Dallas, WWJ Newsradio in Detroit, 1010 WINS in New York City, the Dana & Parks Show out of KMBZ in Kansas City and the Dave Glover Show out of KMOX in St. Louis.

The Dave Glover Show
BONUS: Wacky urns, the bottom of the Great Lakes, NYC's sewer people and a freaky adoption scam

The Dave Glover Show

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 21:30


This week's episode is taking us from the dark depths of the Great Lakes – where there was recently a research expedition – to the streets of New York City and Rio De Janeiro in Brazil, where dangers lurk beneath pedestrians' feet. Featuring audio from Mike Rogers and the Other Side of the News out of KRLD 1080 in Dallas, WWJ Newsradio in Detroit, 1010 WINS in New York City, the Dana & Parks Show out of KMBZ in Kansas City and the Dave Glover Show out of KMOX in St. Louis.

Drivetime with DeRusha
BONUS: Wacky urns, the bottom of the Great Lakes, NYC's sewer people and a freaky adoption scam

Drivetime with DeRusha

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 21:30


This week's episode is taking us from the dark depths of the Great Lakes – where there was recently a research expedition – to the streets of New York City and Rio De Janeiro in Brazil, where dangers lurk beneath pedestrians' feet. Featuring audio from Mike Rogers and the Other Side of the News out of KRLD 1080 in Dallas, WWJ Newsradio in Detroit, 1010 WINS in New York City, the Dana & Parks Show out of KMBZ in Kansas City and the Dave Glover Show out of KMOX in St. Louis.

I’ve Got Questions with Mike Simpson
BONUS: Wacky urns, the bottom of the Great Lakes, NYC's sewer people and a freaky adoption scam

I’ve Got Questions with Mike Simpson

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 21:30


This week's episode is taking us from the dark depths of the Great Lakes – where there was recently a research expedition – to the streets of New York City and Rio De Janeiro in Brazil, where dangers lurk beneath pedestrians' feet. Featuring audio from Mike Rogers and the Other Side of the News out of KRLD 1080 in Dallas, WWJ Newsradio in Detroit, 1010 WINS in New York City, the Dana & Parks Show out of KMBZ in Kansas City and the Dave Glover Show out of KMOX in St. Louis.

Adam and Jordana
BONUS: Wacky urns, the bottom of the Great Lakes, NYC's sewer people and a freaky adoption scam

Adam and Jordana

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 21:30


This week's episode is taking us from the dark depths of the Great Lakes – where there was recently a research expedition – to the streets of New York City and Rio De Janeiro in Brazil, where dangers lurk beneath pedestrians' feet. Featuring audio from Mike Rogers and the Other Side of the News out of KRLD 1080 in Dallas, WWJ Newsradio in Detroit, 1010 WINS in New York City, the Dana & Parks Show out of KMBZ in Kansas City and the Dave Glover Show out of KMOX in St. Louis.

The Scoot Show with Scoot
BONUS: Wacky urns, the bottom of the Great Lakes, NYC's sewer people and a freaky adoption scam

The Scoot Show with Scoot

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 21:30


This week's episode is taking us from the dark depths of the Great Lakes – where there was recently a research expedition – to the streets of New York City and Rio De Janeiro in Brazil, where dangers lurk beneath pedestrians' feet. Featuring audio from Mike Rogers and the Other Side of the News out of KRLD 1080 in Dallas, WWJ Newsradio in Detroit, 1010 WINS in New York City, the Dana & Parks Show out of KMBZ in Kansas City and the Dave Glover Show out of KMOX in St. Louis.

Chad Hartman
BONUS: Wacky urns, the bottom of the Great Lakes, NYC's sewer people and a freaky adoption scam

Chad Hartman

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 21:30


This week's episode is taking us from the dark depths of the Great Lakes – where there was recently a research expedition – to the streets of New York City and Rio De Janeiro in Brazil, where dangers lurk beneath pedestrians' feet. Featuring audio from Mike Rogers and the Other Side of the News out of KRLD 1080 in Dallas, WWJ Newsradio in Detroit, 1010 WINS in New York City, the Dana & Parks Show out of KMBZ in Kansas City and the Dave Glover Show out of KMOX in St. Louis.

Something Offbeat
Wacky urns, the bottom of the Great Lakes, NYC's sewer people and a freaky adoption scam

Something Offbeat

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 21:30


This week's episode is taking us from the dark depths of the Great Lakes – where there was recently a research expedition – to the streets of New York City and Rio De Janeiro in Brazil, where dangers lurk beneath pedestrians' feet. Featuring audio from Mike Rogers and the Other Side of the News out of KRLD 1080 in Dallas, WWJ Newsradio in Detroit, 1010 WINS in New York City, the Dana & Parks Show out of KMBZ in Kansas City and the Dave Glover Show out of KMOX in St. Louis.

She Pivots
Heela Yang: The Unexpected Detour That Led to Sol de Janeiro

She Pivots

Play Episode Listen Later May 27, 2026 35:12 Transcription Available


Heela Yang built Sol de Janeiro, one of the most beloved body care brands, from her dining room, but her path there looked nothing like a typical business plan. After twelve years in corporate beauty following stints at Goldman Sachs and a Harvard MBA, she left New York for Brazil for love, only to find herself pregnant, isolated, and unable to do the work that had always defined her. A single afternoon on a beach, surrounded by women of every shape in a very small bikini she'd been talked into, changed everything. In this episode, Heela shares how that moment became the emotional blueprint for Sol de Janeiro, the cult-favorite brand that launched a craze for mists and body care and built a business around embracing your body and skin as it is, no matter what size or shape. Chapters: 00:00.160 Welcome to She Pivots 01:36.360 From Korea to America: A Cultural Shift 06:37.279 The Importance of Skincare in Korean Culture 09:16.400 Early Entrepreneurial Ideas 12:13.440 Moving to Brazil: A New Beginning 13:33.559 Pregnancy and Isolation in a Foreign Country 17:41.941 The Pivotal Beach Moment 23:19.000 Building a Brand Around Embracing Yourself 27:50.280 The Power of Being Welcomed, Not Just Accepted 29:10.440 Low Point to Launch 33:24.520 Reflecting on Heela's Journey 34:18.680 Podcast Credits You can check out Sol de Janeiro basically anywhere you get skincare or body care products– and keep up with what they’re up to on Instagram @soldejaneiro Be sure to subscribe so you never miss a pivot story, leave us a rating (it really helps!), and share this episode with a woman in your life who you think needs a little inspiration. She Pivots is a podcast created by host Emily Tisch Sussman to highlight influential women voices, share stories of bold career moves, and inspire women with interviews about career reinvention and how personal pivots can redefine professional success. Join our Substack community! Subscribe here for exclusive content and to connect with other pivoters: shepivots.substack.com Learn more about the inspiring women in our pivoter community by following us on instagram @ShePivotsThePodcast, and check out our website shepivotspod.com for resources and updates. She Pivots is proud to be an iheart podcast.Support the show: https://www.shepivotsthepodcast.com/See omnystudio.com/listener for privacy information.

Live On 4 Legs: The Live Pearl Jam Experience
Episode 369: Rio de Janeiro, BR - 11/6/2011

Live On 4 Legs: The Live Pearl Jam Experience

Play Episode Listen Later May 27, 2026 194:43


***This is a watch along episode, please subscribe to our YouTube channel for the best possible viewing experience!*** 2011 was the celebration of Pearl Jam's 20th anniversary as a band. With nine studio albums and hundreds of memorable shows and moments tied to their name, it seemed like they had done everything that any band would dream to accomplish. But anyone who knows this band is aware that they are never satisfied with the status quo and are always pushing their limits to get better and better. PJ20 was a big moment for them, but the celebration would continue into tours in Canada and Latin America, with the latter featuring some of the best crowds they've ever had the privilege to witness. Brazil is always a major destination spot in South America, and the sights of Rio de Janeiro is something they've never missed. Playing in a stadium of nearly 50,000, you were able to see the passion come through these hardcore fans that almost never get the opportunity to see them. While fans in America are always waiting for the band to pull out the deepest of deep cuts, it's a simpler game plan for structuring setlists down there - just play all the hits. From Black to Jeremy, Even Flow, Alive and Do The Evolution, the band gets everything out of the crowd playing the songs they've grown to love for years. This episode is a watch along episode, so for those tuning in on YouTube, you will get to watch the entire show along side us and hear our commentary on every song, plus some fun extended banter. For those listening to the audio rendition of the pod, you'll hear the entire show without the same flavor as getting the visuals, so we highly recommend that you subscribe to our YouTube channel for the best experience! Visit the Concertpedia - http://liveon4legs.com Contact the Show - liveon4legspodcast@gmail.com Donate to the Show - http://patreon.com/liveon4legs