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En este especial de “Sucedió una noche colección” no os hablamos de películas, actores, actrices o directores sino de personajes. Personajes que hemos visto muchas veces en la pantalla. Tenemos, por ejemplo, a uno de los más icónicos que ha conocido el cine, símbolo mismo del séptimo arte: Charlot. También al pato más famoso de los dibujos animados, el Pato Donald. Os hablaremos de un personaje clásico del terror y la ciencia-ficción, el Hombre invisible, y terminaremos no con uno sino con un montón de ellos: nuestros profesores favoritos del cine.
Os discípulos de Jesus são chamados para viver na contramão da cultura que os cerca. Violência, injustiça, indiferença, cobiça e inveja são apenas algumas das terríveis atitudes que contemplamos diariamente ao nosso redor. Quem conhece e segue a Jesus tem a missão de fazer diferença, fazendo diferente, assim trazendo esperança para o mundo caótico. Como discípulos somos agentes da transformação que o Senhor usa para trazer esperança aos perdidos.
The July MacVoices Update recaps a successful Macstock Conference, and highlights some changes inspired by the experience, including refreshed thumbnails, new streaming software and revised show notes. It also spotlights recent programming and the growing importance of MacVoices Magazine as the new OS versions are delivered. Chuck outlines some August scheduling issues, the new merchandise store, and offers thanks to Patreon supporters for making the shows possible. Show Notes: Chapters: 00:00 Introduction and the July 2026 Update 00:30 Macstock recap and why next year's event matters 02:05 New thumbnails, graphics, and streaming improvements 03:15 Revised show notes and website enhancements 04:45 TV+ Talk, Foreshadowing Tech, and recent programming 05:50 The expanding role of MacVoices Magazine 06:55 August schedule and travel plans 07:25 Support Report and Patreon recognition 08:55 Patreon benefits, After Dark, Slack, and Discord 09:45 Merchandise store and appreciation for community support Links: MacVoices Magazine http://macvoices.com/magazine MacVoices Merc Store http://store.macvoices.com Support: Become a MacVoices Patron on Patreon http://patreon.com/macvoices Enjoy this episode? Make a one-time donation with PayPal Connect: Web: http://macvoices.com Twitter: http://www.twitter.com/chuckjoiner http://www.twitter.com/macvoices Mastodon: https://mastodon.cloud/@chuckjoiner Facebook: http://www.facebook.com/chuck.joiner MacVoices Page on Facebook: http://www.facebook.com/macvoices/ MacVoices Group on Facebook: http://www.facebook.com/groups/macvoice LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/chuckjoiner/ Instagram: https://www.instagram.com/chuckjoiner/ Subscribe: Audio in iTunes Video in iTunes Subscribe manually via iTunes or any podcatcher: Audio: http://www.macvoices.com/rss/macvoicesrss Video: http://www.macvoices.com/rss/macvoicesvideorss
Si los dos sabéis que esto no funciona — si los dos lo habéis pensado, lo habéis hablado, y aun así seguís ahí — este episodio es para vosotros. Os cuento la historia de Marta y David. Se conocieron hace tres años en una boda: ella admiró su calma, él admiró su seguridad. Cada uno vio en el otro justo lo que le faltaba a sí mismo. Y ese fue el principio de todo — también del final. Con el tiempo, la calma de él se convirtió en distancia. La entrega de ella se convirtió en agotamiento. Y llegó la noche en la que uno de los dos por fin dijo en voz alta lo que pensaba desde hacía meses: "creo que deberíamos dejarlo." La respuesta no fue un sí. Fue una pregunta: "¿y por qué no me dejas tú, entonces?" En este episodio te explico por qué esa pregunta no es real — es una forma de comprobar, sin arriesgarse del todo, si el otro tiene tanto miedo como uno mismo. Y por qué, cuando dos personas dependen la una de la otra y además lo saben, seguir ahí no es amor ni es indecisión: es parálisis con los ojos abiertos. Lo que diferencia este episodio: no hablo de la dependencia de quien no se da cuenta. Hablo de la que es más grave — la de dos personas que sí lo ven, lo han hablado entre ellas, y no se mueven igualmente. Y te enseño por qué, según el psicólogo Antoni Bolinches, en estas relaciones manda quien menos ama — no el que más grita, sino el que necesita menos, o el que mejor lo disimula. Si te has reconocido en la historia de Marta y David, o en la tuya propia, no hace falta que le sigas dando vueltas a solas. Puedes reservar tu consulta telefónica gratuita de 45 minutos en emocioteca.com/contacto y hablamos de vuestra relación en concreto — no de dependencia emocional en general. Encuéntrame también en YouTube: https://www.youtube.com/@emocioteca2114 y en Instagram: https://www.instagram.com/emocioteca/ Ninguno de los dos sabe estar solo consigo mismo. Y por eso, aunque cada vez se sientan más lejos, ninguno se va. #psicologia #psicologoonline #terapiaemocional #autoestima #crecimientoemocional #emocioteca #dependenciaemocional #parejatoxica #miedoalasoledad Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Ative seu cupom Flavio Conde pra a consultoria personalizada https://lvnt.app/61t6dr31/07 - Bolsa +0,47%%. SANB11 +13% e BRAV -3% Olá, sejam bem-vindo a mais um Fechamento de Mercado da Levante, com Flávio Conde, hoje é 6a. feira, graças a Deus, dia 31 de julho, e temos duas recomendações de streaming para o fim de semana com a mesma, atriz principal, Claire Danes: 1ª. O Monstro em Mim, de 2025, onde escritora famosa se envolve em um estranho jogo mental com seu novo vizinho, um homem rico e poderoso que pode ser um assassino. São 8 capítulos e passa rapidinho. A 2ª. é a famosa Homeland, de 2019, com 8 temporadas e 12 capítulos cada. Onde a Um soldado americano desaparecido é recebido como herói quando regressa após passar oito anos em cativeiro no Iraque. Mas, uma analista da CIA suspeita da história e acredita que ele possa ser um enviado pelos terroristas para atacar os EUA. OS Eu assisto pulando as partes de enrolação, mas a série é muito boa O Ibovespa (IBOV) engatou o segundo dia de ganhos consecutivos, em pregão reduzido por atraso na abertura. As negociações na bolsa brasileira começaram com quase três horas de atraso, reduzindo o fluxo no último pregão do mês – que, em operações normais, tende a ser maior por ajustes em posições.Nesta sexta-feira (31), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com alta de 0,47%, aos 177.999,00 pontos. Com o avanço, o IBOV acumulou valorização de 2,27% na semana. Em julho, o Ibovespa também teve saldo positivo em 3,47% com os estrangeiros voltando às compras em 72% dos dias de bolsa.Os índices de Wall Street encerraram o pregão em alta, após um dia de ativos voláteis. O tom positivo foi puxado pelo salto de 15,32% das ações da Amazon em reação ao balanço do segundo trimestre (2T26). Dow Jones: +0,53%, S&P 500: +0,70% e Nasdaq: +1,00%. Já o dólar à vista encerrou as negociações a R$ 5,0704, com alta de 0,18%. Na semana, a moeda norte-americana acumulou queda de 0,21% sobre o real. Em julho, a divisa teve desvalorização de 1,79%.Os juros subiram acompanhando os americanos. Os prefixados de 2037 fecharam a 14,80% x 14,77%, ontem. O IPCA+ 2037 fechou em 8,01% x 7,96%, ontem. Nos EUA, as taxas de juros das Treasuries de 10 anos subiram mais para 4,74% a.a. x 4,68%, ontem e o 30 anos subiu mais para o recorde recente de 5,28% a.a. x 5,21% ontem.Por aqui, o mercado consolidou a aposta de corte de 25 pontos-base na taxa Selic pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. A curva a termo precifica praticamente 100% de probabilidade de redução na Selic próxima quarta-feira (5).No Brasil, o Banco Central divulgou que o setor público consolidado (governo central, estados, municípios e estatais, à exceção de Petrobras) teve déficit primário de R$ 55,313 bilhões em junho, após déficit de R$ 56,131 bilhões em maio. Em junho de 2025, o resultado foi deficitário em R$ 47,091 bilhões.Veja no vídeo as análises e recomendações do analista CNPI Flávio
O Ricardo Arioli comenta algumas das principais notícias da semana, ligadas ao Agro. O Dia do Agricultor e o aniversário do MAPA. Os incêndios na Europa estão incontroláveis. Brasil abre novos mercado, enquanto a cota de carne de gado para a China já acabou.
Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Os pontos de foco para o dia no mercado financeiro.Investir com SIM - Organização do canalhttps://youtu.be/rze7WP1IojkSobre doações para o canal #INVESTIRCOMSIM 18/02/25https://youtube.com/shorts/NZLctbFyx6MInvestir com SIM Shop (Lojinha)https://umapenca.com/investircomsim/
A aproximação da comunidade internacional à Síria com a visita do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, e pela deslocação do Presidente francês a Damasco, alimenta expectativas de recuperação, mas a reconstrução continua condicionada pela pobreza, falta de financiamento, desconfiança nas novas autoridades e instabilidade política e territorial. O investigador Tigrane Yegavian analisa os principais desafios de um país que tenta reerguer-se após mais de 13 anos de guerra. Num momento em que Síria vive uma fase de reconstrução, multiplicam-se os gestos de aproximação internacional e surgem alguns indícios de abertura económica e persistem obstáculos que comprometem qualquer recuperação sustentada de um país devastado por mais de uma década de guerra. Começam a surgir investimentos, sobretudo de empresas turcas no norte da Síria, registam-se novas ligações aéreas entre Damasco e cidades do Médio Oriente e da Europa, incluindo a Alemanha. Ao mesmo tempo, vários países ocidentais admitem levantar progressivamente as sanções económicas que continuam a pesar sobre uma economia fragilizada. Apesar destes sinais, o investigador franco-arménio Tigrane Yegavian, especialista no Médio Oriente, que se encontra em Alepo, no Síria, considera que a realidade continua marcada por uma profunda falta de confiança. A partir de Alepo, onde acompanha a evolução política e social, descreve um país onde as necessidades básicas continuam longe de estar satisfeitas. Segundo o investigador, a prioridade continua a ser a reconstrução das infra-estruturas essenciais. A rede eléctrica, o abastecimento de água, a agricultura e os serviços públicos precisam de investimentos, enquanto as sanções económicas agravaram durante anos a degradação das condições de vida. A maior dificuldade não reside apenas na escassez de recursos financeiros, mas também na reduzida credibilidade do novo poder político. Tigrane Yegavian sublinha que existe um contraste entre o discurso oficial, que procura tranquilizar as minorias religiosas e étnicas, e a realidade no terreno. Os episódios de violência contra comunidades alauitas e drusas nos últimos anos deixaram um clima de receio que continua presente entre a população. No entanto, a substituição em massa de funcionários ligados ao antigo regime de Bashar Al-Assad criou dificuldades na administração pública. Muitos quadros experientes foram afastados e substituídos por elementos das antigas zonas controladas pela oposição, sem experiência administrativa para assegurar o funcionamento do Estado. Esta perda de competências é visível em cidades como Damasco e Alepo. Influência crescente da Turquia Outro dos aspectos destacados por Tigrane Yegavian é o reforço da influência turca, sobretudo no norte do país. A Turquia consolidou uma forte presença económica, comercial e de segurança na região de Alepo, considerada a capital económica da Síria. Além dos investimentos industriais e das ligações económicas, a utilização da moeda turca em algumas transacções comerciais e a crescente integração económica mostram a forte influência. Segundo o investigador, Ancara parece apostar numa presença duradoura na região, enquanto outras potências, como a Arábia Saudita, procuram reforçar a sua influência política e económica em torno de Damasco. Apesar da crescente abertura diplomática, os efeitos na vida da população permanecem limitados. Tigrane Yegavian estima que cerca de 90% dos sírios vivem abaixo do limiar da pobreza. A inflação continua elevada e o acesso a bens essenciais, como trigo, gás, electricidade e água, tornou-se um dos principais problemas da população síria. A estabilidade é outro desafio. Embora algumas cidades tenham um maior controlo das forças de segurança, persistem problemas em várias regiões do país. Damasco continua vulnerável, enquanto o litoral e o sul registam focos recorrentes de tensão. Tigrane Yegavian refere que o actual Presidente enfrenta uma crescente impopularidade e permanece sob forte protecção dos serviços de segurança, num contexto em que o Estado continua sem capacidade financeira para garantir plenamente a ordem pública e consolidar a paz civil. Segundo o investigador, subsistem zonas onde o Governo enfrenta resistência, entre comunidades drusas e nas áreas controladas pelos curdos. Tigrane Yegavian manifesta preocupação com o desaparecimento progressivo da comunidade cristã. Antes de 2012, a Síria contava com cerca de 1,3 milhões de cristãos. Actualmente, estima que permaneçam apenas cerca de 200 mil, consequência da emigração provocada pela guerra e pela instabilidade. Além da fragmentação territorial, o próprio núcleo do novo poder continua dividido entre diferentes correntes políticas e ideológicas. Entre elas encontram-se antigos membros da Hayat Tahrir al-Sham (HTS), um movimento islamista armado que teve origem na antiga filial síria da Al-Qaeda e que, apesar de se ter afastado formalmente da organização e procurar apresentar-se como uma força mais pragmática, continua a suscitar desconfiança devido ao seu passado jihadista. A estas juntam-se sectores ligados aos Irmãos Muçulmanos, organização islamista com uma longa tradição política na região, e outras facções salafistas, que defendem uma interpretação rigorosa do Islão e contam, em alguns casos, com o apoio de potências regionais. Esta diversidade de actores, com agendas e visões distintas para o futuro da Síria, dificulta a consolidação de uma liderança unificada e compromete a estabilidade necessária para lançar um verdadeiro processo de reconstrução nacional.
No mundo cripto vamos reunindo informação cada vez de maior qualidade e existem 7 erros que estão a custar mais de 3 biliões de dólares aos investidores cripto. Este episódio eu explico-te os 7 erros que não podes cometer e a forma de os evitar. 00:00 Introdução – Os maiores erros que fazem perder criptomoedas 02:21 Erro #1 – A armadilha do "copy paste" 07:21 Erro #2 – Self Custody Theater 10:55 Erro #3 – Leverage Casino 12:21 Erro #4 – Meme Coin Lottery 13:45 Erro #5 – New Tax Regime 16:03 Erro #6 – Burlas com Inteligência Artificial 18:40 Erro #7 – O esquema da falsa recuperação de fundos 24:20 Conclusão – Aprende primeiro, investe depois Se queres assinar a minha newsletter 7 passos para investir - este é o link: https://marketing.egoi.page/4e9e7ZKZ/signup?= CRIPTO START A formação para iniciares nos investimentos em criptomoedas por um valor de um jantar fora. 10 horas de formação - 1 live para dúvidas. Do zero ao 100 em criptomoedas, descobre o curriculum aqui. https://schoolofself.pt/courses/cripto-start/ BYBIT: Escolha nº1 do momento = Exchange + Cartão Cashback https://partner.bybit.eu/b/AVPBYBIT CODIGO: AVPBYBIT Outras masterclasses : www.schoolofself.pt JUNTA-TE À NOSSA COMUNIDADE DISCORD:
Um romance envolvente entre rivais ambientado no universo da dança, que une balé clássico e hip-hopVinda de uma pequena cidade do interior de Minas Gerais, Lara sempre soube que apostar no balé clássico era um risco enorme. Ainda assim, insistiu ― até que um acidente a afastou dos palcos e reacendeu o medo de nunca ter pertencido àquele mundo. Quando a prestigiada Academia Lumé de Dança, em Belo Horizonte, abre inscrições para encontrar novos talentos, ela vê ali uma última chance de recomeçar, mesmo longe de casa e cercada por inseguranças.Os desafios se intensificam quando ela reencontra Michel, um garoto irritante que conhecera por acaso meses antes. Mitch, como é chamado, é um dançarino de hip-hop que viralizou nas redes sociais, cuja fama trouxe mais problemas do que respostas. Sarcástico, rebelde e avesso a regras, ele aceita dar aulas na Lumé apenas para salvar a própria reputação, embora o lugar represente tudo o que ele mais despreza.O reencontro com Lara transforma cada ensaio em um embate entre disciplina e improviso ― e deixa claro que eles não se suportam. Mas, forçados a dividir aulas particulares por determinação da coordenadora da Academia, a química entre os dois ganha os holofotes, e eles descobrirão que ter controle do corpo é muito mais fácil do que do coração.Livro: https://link.amazon/B01oIPF8HTwitter e insta: @termineicast
Devocional 1 Timóteo Do mesmo modo, também os diáconos devem ser pessoas dignas e homens de palavra. Não devem ser dados ao vinho nem gananciosos, mas devem viver o mistério da fé com uma consciência sincera. Estes devem ser primeiro postos à prova e, só depois, se não houver nada contra eles, é que podem dedicar-se ao seu trabalho. As mulheres que servem na igreja devem ser igualmente dignas; não devem ser murmuradoras, mas pessoas de bom senso e fiéis em tudo. Os diáconos devem ser maridos fiéis , bons pais para os filhos e bons chefes de família. E aqueles que cumprirem bem a sua missão tornam-se merecedores de grande consideração e podem falar com autoridade sobre a fé em Cristo Jesus. 1 Timóteo 3.8-13 Quem se dispõe a servir os outros toma sempre como referencial maior a pessoa de Jesus. É n'Ele que se encontra a plenitude do altruísmo. O Seu amor desmedido e o seu carácter inatacável inspira qualquer um. Cabe, pois, a cada cristão seguir o Seu abençoado rasto. Nomeadamente os que forem escolhidos para o nobre ministério de cuidar de quem sofre e carece sofregamente de auxílio. Àqueles exige-se que sejam pessoas de uma só cara. Dignos no agir e ponderados no falar. Medindo bem o que entra e sai da boca, assim como da carteira. Repelindo excessos e ganâncias. Vivendo “o mistério da fé com uma consciência sincera.” Como tal, garanta-se que quem lida com as fragilidades de terceiros é suficientemente idóneo e maduro para tão delicada função. Escolham-se “pessoas de bom senso e fieis em tudo.” Independentemente de ser homem ou mulher, o que importa mesmo é que tenha uma conduta familiar exemplar e um coração espiritualmente esclarecido. Os que cumprem estes requisitos e, sobretudo, a missão que lhes foi confiada, estão aptos a “falar com autoridade sobre a fé em Cristo Jesus”, pois já o fazem sem abrir a boca. - Jónatas Figueiredo
“Enchentes, secas, incêndios, ciclones e furacões são considerados “desastres primários”, juntamente com terremotos, tsunamis, erupções vulcânicas, mudanças climáticas, acidentes nucleares, derramamentos químicos, guerras, degradação ambiental, desmatamento e o colapso da economia global. Na lista de “desastres secundários” estão pessoas sem casa, lavouras e cultivos destruídos, epidemias e pandemias, migrações em massa (por refugiados climáticos ou de guerra), pragas, colapso social (revoltas) e falência dos serviços públicos (Morrow, 2022). O desafio que eu percebo no enfrentamento desse quadro de desastres que parecem se tornar cada vez mais graves e frequentes é que a grande maioria das pessoas não tem alfabetização ecológica e tem suas percepções e opiniões formadas pelas narrativas criadas pela mídia corporativa. Quando temos enchentes em cidades cada vez mais impermeabilizadas e deslizamentos de terra em encostas desmatadas, a culpa toda é da chuva? Quando perdemos colheitas em áreas agrícolas que foram desmatadas para a produção de monoculturas, deixando o solo exposto e depletado, a culpa é só da seca? Nós todos podemos e devemos agir para prevenir e mitigar esses desastres, mas não temos, todos, a mesma proporção de responsabilidade nas causas. Os que mais lucram e monopolizam diminuem o poder de decisão das pessoas comuns; são eles os maiores responsáveis.” (Trecho do livro Colapso e Êxodo Urbano). O livro “Colapso e Êxodo Urbano: construindo vidas resilientes e autônomas no campo” está pronto e indo para a gráfica em breve! O apoio e pedidos antecipados e com desconto podem ser feitos por esse link: https://forms.gle/S9QH49PGkgzY8gge6
Quais os tipos de lavanderia existem? 4. O morador pode pedir? Ou tem que partir do síndico? Só usa quem é de dentro do condomínio? Como é para aprovar? Precisa de assembleia? E os quóruns? Os contratos tem algum risco pro condomínio? E se tiver dano na roupa? Quem fica responsável? Para responder essas e outas questões sobre lavanderia em condomínios, o âncora Jota Batista conversa com o advogado especialista em Direito Condominial, Yuri Oliveira.
"Back in the 1900s when I was crossing the Great Plains in a covered wagon, programming in the back, the cover headline was: Software Development is Dead."I talked with Anthony Jackson, a CTO with 30 years across healthcare tech and enterprise software and author of the Architecture Protocol series, on Startup Hustle this week. Anthony is the creator of LeadershipOS, a framework for building teams that keep running when the leader isn't in the room.Here's what you'll get out of it:⚡ Why "software development is dead" has been a headline for 30+ years, and why the human judgment layer never goes away⚡ Why the real gap isn't more engineers, it's product people (and engineers who think like them)⚡ What actually changes when you go from individual contributor to manager, and why almost no company trains you for it⚡ Why every line of code still needs a name attached to it, especially in regulated industries⚡ How "lossy compression" quietly ruins decisions as they filter up and back down through management⏱️ Episode Breakdown00:32 Introduction and Anthony Jackson's background02:13 Is software development dead again?03:14 The impact of AI on coding and human judgment04:07 The importance of responsibility in software development05:59 The challenge of product management and customer feedback10:18 Transitioning from individual contributor to manager11:36 Building effective teams and leadership culture14:41 Anthony Jackson's leadership OS book and approach18:26 The significance of company and team culture21:07 The impact of good and bad managers21:38 Anthony Jackson's newsletter and coaching23:14 Connecting software developers with customers25:06 Empathy for users and understanding their experience28:18 Where to find Anthony Jackson's resources and booksLinks & ResourcesConnect with Anthony Jackson on LinkedInAnthony Jackson's Website - https://technicaleader.coachWhat Smart CTOs Are Doing Differently With Offshore Teams in 2025Subscribe to the Global Talent SprintFull Scale – Build your dev team quickly and affordablyIf you're trying to get your team out of the basement and into real product ownership, this episode is your playbook. Stop being a ticket factory. Build teams that think, create, and lead.Follow the show, rate it, and send this to someone who's still trying to do “real Scrum.” They need it more than you do.
Durante o programa de hoje da Escola do Amor Responde, Renato e Cristiane Cardoso iniciaram falando sobre os “Cinco sinais de que ele (ou ela) não vai casar com você”. Os aconselhamentos foram direcionados diretamente àqueles (as) que estão namorando ou que ainda não namoram e querem saber isso antes mesmo de entrar em um relacionamento, bem como àqueles que estão morando juntos e esperam que, um dia, o companheiro faça o pedido de casamento.Está perdidaEm seguida, uma aluna perguntou como superar o término de um relacionamento de dois anos. Ela compartilhou que, há quase um ano, terminou com o companheiro devido às traições que sofreu. A aluna foi trocada por uma colega de trabalho dele e, além disso, passou por outras situações que lhe causaram danos físicos e psicológicos. Porém, ela ainda o ama e tem dificuldade para superar o fim do relacionamento.Ademais, a aluna confessou também que sempre se sentiu sozinha e, por isso, se entregou a essa pessoa, que só brinca com os sentimentos dela quando reaparece. Por causa do vazio que sente, ela tenta preenchê-lo com pessoas que não a merecem. A aluna está perdida e não sabe o que fazer.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
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Tommy Åström, Jens Fjellström och Lasse Granqvist samlade igen efter att Jens nu äntligen hittat hem från USA och ger bilden av hur fotbollen i Allsvenskan kommer påverkas av VM-trender. Lasse svarar på ”beskjutningen” på sociala medier efter sina positiva ord om "hydration breaks". IFK Göteborg sparkar Stefan Billborn och gör omstridd rockad när assisterande kollegan Joachim Björklund ersätter. Har högljudda supportrar för stor makt när det gäller tränarens jobb? Svenska friidrottare byter nation för att kunna nå OS och slippa kritiserade uttagningsreglerna från Sveriges Olympiska Kommitté. Tommy varnar för snöbollseffekt. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
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Os excessos de luz e sons artificiais, mas também de odores estranhos à natureza, têm ganhado espaço no balanço de impacto ambiental das atividades humanas. Os sons e cheiros podem ter consequências tão nefastas aos ecossistemas quanto a iluminação noturna, estudada há mais tempo pela ciência. Os danos de uma atividade ou empreendimento vão muito além dos efeitos físicos e diretos no ambiente, como a derrubada de árvores e a contaminação de rios. É o que mostra o ecólogo francês Romain Sordello, autor de pesquisas que se transformaram no livro "Poluições sensoriais: face oculta da nossa pegada ecológica?". “Se pegamos o exemplo de uma estrada, vemos que existe um rastro físico associado ao asfalto, que é claramente definido. Mas há também uma marca sensorial ainda mais extensa, envolvendo a iluminação pública, os faróis dos carros, o ruído dos motores, os odores como os gases de escapamento dos veículos”, explica. “Todos esses fenômenos se propagam pelo ambiente e pela paisagem, irradiando-se a partir da fonte emissora por ondas ou partículas. Esse impacto pode se estender por centenas de metros, ou até mesmo quilômetros de distância da fonte”, complementa. Vaga-lumes ameaçados Já faz mais de 10 anos que o pesquisador do Museu de História Natural de Paris estuda a poluição luminosa, cujo efeito é fatal para alguns tipos de insetos — mas ainda é pouco levado em conta nas decisões de iluminação dos espaços públicos, principalmente nas cidades. “As mariposas ficam ‘presas' pela luz dos postes: elas voam em círculos em volta da luz a noite toda e morrem de exaustão, pelo superaquecimento das lâmpadas, por se chocarem contra elas”, indica. No Brasil, uma das principais vítimas são os vaga-lumes: a luz artificial afeta a comunicação e a reprodução destes besouros bioluminescentes, que correm risco de extinção em 30 anos, alertam pesquisadores. Os impactos negativos da iluminação nas cidades são conhecidos há mais de um século – e foram apontados pela primeira vez por astrônomos, cujo trabalho de observação do espaço é diretamente afetado. “O problema é como você utiliza a luz artificial. A gente usa de modo excessivo e sempre muito mal instalado. A luz acaba indo para cima da linha do horizonte e para além das áreas para as quais ela foi planejada, e aí ocorre o efeito de apagamento das estrelas”, detalha Tânia Dominici, doutora em Astronomia e pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). “Além disso, como a gente vem descobrindo nas últimas décadas, tem um impacto muito grande na biodiversidade e na saúde humana”. Sensibilidades de espécies são distintas das de humanos O mais grave, salienta Romain Sordello, é que as poluições sensoriais só são levadas a sério pelos decisores quando afetam os humanos — enquanto plantas e animais têm sensibilidades diferentes das nossas à luz, aos sons e aos odores. A luz desempenha papel fundamental no desenvolvimento dos vegetais. Junto com os sons, serve de guia para milhões de espécies se localizarem, se comunicarem, se alimentarem ou se protegerem, durante o dia como à noite. Para outras, é o olfato o sentido mais importante, que acaba perturbado por odores dispersados no ambiente pelos humanos, como agrotóxicos, lixo e indústrias. O óxido de nitrogênio, por exemplo, altera os aromas florais e prejudica a polinização pelos insetos. Mas a poluição olfativa começa antes mesmo da dispersão de novos odores, explica o pesquisador: ela se inicia no momento da intervenção humana em um ambiente, que interfere na produção natural de odores pelas plantas e os solos. A simples modificação de uma paisagem enfraquece os seus cheiros originais, importantes para os seres vivos que nela habitam. Noção de ‘sobriedade' minimiza impactos O ecólogo salienta que não apenas os ecossistemas terrestres são atingidos, mas também os aquáticos e aéreos. Algumas espécies terão mais facilidade para se adaptar, enquanto outras entrarão em declínio e até em risco de vida. “Para mim, o principal é o conceito de sobriedade, moderação: tentar minimizar o nosso impacto, agir com sensatez quanto à forma como utilizamos os recursos. Iluminar as áreas o mínimo possível e apenas quando necessário, quando alguém passa pelo local”, sublinha o pesquisador francês. “Quanto a ruídos e odores, estamos falando dos processos industriais, do planejamento do uso do solo e da nossa mobilidade, incluindo o uso de automóveis. Essa reflexão pode nos levar a desafiar práticas, hábitos e comportamentos em uma ampla gama de setores, da agricultura à indústria”. O autor nota que, por enquanto, nenhum país é referência na dimensão transversal das poluições sensoriais, que podem ter maior potencial de dispersão no ambiente do que a poluição física. O combate às perturbações luminosas avançou bastante, principalmente na Europa, com a noção de corredores ecológicos noturnos que procuram respeitar padrões luminosos menos invasivos. A França é considerada na vanguarda da questão, introduzindo também a noção de corredor ecológico sonoro em cidades como Lille. No Brasil, o tema ainda é emergente, lamenta Tânia Dominici, membro da Rede Céus Estrelados do Brasil. “As pessoas ficam muito surpresas ao descobrir esses outros tipos de poluição que não aquela das águas, do ar, sobre a qual a gente está mais acostumado a conversar. É sempre um choque”, relata a astrônoma. “Mobilizar as pessoas passa por uma outra questão, que é a cultural. A gente vive num sistema que exige que sejamos produtivos e consumidores o tempo inteiro”. Leia tambémAo menosprezar danos à natureza, empresas ignoram riscos para elas mesmas, alerta relatório
In this episode we'll talk about:Why most of what we call "surrender" isn't actually surrender… it's negotiation dressed up in spiritual language, and how that quietly keeps us stuck in the same season for yearsThe specific difference between surrendering the vision and surrendering control of how the vision arrives… a distinction that changes everything about how you walk through your assignmentWhy the plans, ideas, and expectations you're holding onto are often the very things standing between you and what God is actually trying to give youWhat real surrender actually looks like in practice… the daily posture, the specific release, and the trust required underneath bothHow to recognize when you've moved from surrender back into control… and how to gently return to trust without shameAnd more… START HERE…→ Join The Niche Is You® — my Substack (20K+) — Weekly essays, the full workshop library, the private community + the Quarterly Challenges. → https://mattgottesman.substack.com/aboutNEW HERE…→ 6 Days to Clarity Workshop — clarity for your time, energy, money, creativity, work & play. → https://mattgottesman.com/reverse-engineer-your-life (FREE)CONNECT WITH ME…→ Instagram — @mattgottesman→ TikTok — @mattgottesman→ YouTube — @mattgottesmanRESOURCES…→ Write • Design • Build — my Content Creator Studio & OS masterclass (Included when you join my Substack) — Growing the niche of you, your audience, reach, voice, passion & income — CLICK HERE→ Recommended Book List — CLICK HERE→ Apparel — thenicheisyou.comOTHER RELATED EPISODES:Faith Isn't Knowing the Whole Path… It's Taking the Next Honest StepApple: https://apple.co/3MB62IuSpotify: https://bit.ly/4rZw3RN
Os podres da televisão expostos sem filtro! O jornalista e investigador de bastidores Henrique Soldani invade o Pânico desta quarta-feira (29) para revelar os segredos do seu mini-doc sobre a Xuxa, o veto à ex-paquita na nova turnê e o que a mídia apagou da memória do público. Ele ainda explica como o ecossistema de comunicação constrói e destrói imagens. Assista à íntegra desse papo revelador!
Está no ar, o Data Hackers News !! Os assuntos mais quentes da semana, com as principais notícias da área de Dados, IA e Tecnologia, que você também encontra na nossa Newsletter semanal, agora no Podcast do Data Hackers !!Aperte o play e ouça agora, o Data Hackers News dessa semana !Para saber tudo sobre o que está acontecendo na área de dados, se inscreva na Newsletter semanal:https://www.datahackers.news/Conheça nossos comentaristas do Data Hackers News:Monique FemmeMatérias/assuntos comentados:Baixe o Dataset do State of Data BrazilTreinamento para liderançasDemais canais do Data Hackers:SiteLinkedinInstagramTik TokYou Tube
O Salmo 17 é um clamor angustiado, de alguém que se sente completamente desamparado, mas que sabe que há alguém que o ouve. É uma oração que retrata a vida de Davi como um todo, e não apenas um momento isolado. Davi era um mestre na arte dos clamores, das orações de súplica. E podemos dividir este salmo em três partes. Primeiro clamor: examina-me. Davi deixa clara sua posição diante de Deus, a sinceridade do seu coração, e clama para que o Senhor o sonde. Ele não se considerava impecável; pelo contrário, não era hipócrita nem vivia uma vida dupla. Deus conhecia o seu coração e o sondava continuamente. Segundo clamor: protege-me. Os versos 7 a 9 revelam mais um exemplo da fragilidade de Davi. Eles mostram que ele não buscava teorias, mas refúgio. Davi reconhecia que necessitava de um Salvador. Terceiro clamor: levanta-te. A oração que começa com “ouve-me” termina com “levanta-te”. É um clamor que amadurece, que reconhece onde está o verdadeiro deleite e a verdadeira riqueza. Davi fixa o olhar naquilo que sabe que o satisfará por toda a eternidade. Sua satisfação final não está na ausência de batalhas, mas em contemplar a face do Deus Eterno. “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é.” – 1 João 3:2 __ #SÉRIESALMOS #FAMÍLIADOSQUECREEM Visite nosso site: https://fdqc.org Contribua financeiramente: https://fdqc.org/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
Confira no Morning Show desta quarta-feira (29): Uma motorista reagiu a uma tentativa de assalto. Uma câmera de segurança registrou o momento em que dois homens se aproximam do carro. Nessa hora a motorista engata a marcha à ré, derruba os criminosos e foge do local. O valor da cesta básica chegou a 52% do salário mínimo. O valor representa 105 horas e 51 minutos de trabalho, o que equivale ao período de quase uma semana e meia. Levantamento do PoderData aponta que 42% dos brasileiros declaram que a situação financeira pessoal piorou nos últimos seis meses. 48% afirmam que não teriam R$ 500,00 para uma situação de emergência. Apesar disso, 52% dos entrevistados acreditam que a situação irá melhorar. No Reino Unido, um grupo de 119 milionários enviou uma carta ao primeiro-ministro pedindo o aumento na tributação de grandes fortunas. O grupo defende que a luta por menos impostos representa uma mentalidade ultrapassada para se agarrar a cada centavo. O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes estipulou um prazo de 48 horas para a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) explicar se houve autorização para o uso da imagem de Jair em um vídeo produzido por Inteligência artificial. O vídeo foi apresentado no lançamento da candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência. Reportagem: Marco Viana. O Senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), publicou um vídeo produzido por Inteligência Artificial onde conversa com o pai e o irmão já falecidos. Na legenda da publicação consta apenas a frase “seguirei na missão”. A publicação ocorre em um momento de incerteza no cenário de incerteza na corrida eleitoral pelo governo de Minas Gerais. Reportagem: Rodrigo Costa. O conselho do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) liberou R$ 13 bilhões para 138 milhões de trabalhadores brasileiros. O valor representa 89% do lucro do fundo no ano de 2025. Reportagem: Marcelo Mattos. Após o presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, declarar que o país não terá novas eleições, o presidente da Assembléia Nacional endureceu as regras para a participação da oposição e propôs ampliar o mandato presidencial para sete anos. As propostas de reforma concentram o poder no governo de Ortega e da co-presidente do país, sua esposa Rosário Murillo. Reportagem: Eliseu Caetano. O Ministério Público de São Paulo denunciou quatro suspeitos de envolvimento com um grupo ligado ao PCC que promovia ataques a autoridades. Um dos alvos da operação é o promotor Lincoln Gakiya, que atua há duas décadas no combate ao PCC e ao crime organizado. Reportagem: David Tarso. A Defesa Civil do estado de São Paulo fez um alerta para uma frente fria que trará chuvas fortes e ventos de até 90 km/h para a região de São Paulo e na Baixada a partir desta quinta-feira (30). Apesar disso, a previsão é que na próxima semana as temperaturas sejam elevadas. Um tornado deixou um rastro de destruição e diversas pessoas feridas na região do Rio Grande do Sul. O fenômeno provocou o destelhamento de casas e deixou uma residência dividida ao meio após a queda de uma árvore. Reportagem: Jader Trindade. O endocrinologista Dr. João Salles comenta a aprovação pela Anvisa de 5 novos remédios à base de semgalutida que atuam no tratamento de diabetes tipo 2 e também da obesidade. Os medicamentos serão vendidos como solução injetável e aumentarão a concorrência no mercado nacional das canetas emagrecedoras. O Dr. João Sales ressalta, porém, que o acompanhamento médico é indispensável. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.GPA diz que contestações a plano de recuperação extrajudicial são minoritárias e sem fundamentohttps://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/07/17/gpa-diz-que-contestacoes-a-plano-de-recuperacao-extrajudicial-sao-minoritarias-e-sem-fundamento.ghtmlTrump tries to undermine trust in elections, but documents don't support his claimshttps://podcasts.apple.com/br/podcast/trump-tries-to-undermine-trust-in-elections-but-documents/id78304589?i=1000777277993&l=en-GBCotada para vice de Flávio, Daniella Marques diz que proposta de celular grátis foi mal interpretadahttps://podcasts.apple.com/br/podcast/cotada-para-vice-de-fl%C3%A1vio-daniella-marques-diz-que/id203963267?i=1000777774546&l=en-GBQuem é o 'homem-bomba' que preocupa a campanha de Flávio Bolsonarohttps://podcasts.apple.com/br/podcast/quem-%C3%A9-o-homem-bomba-que-preocupa-a-campanha-de/id203963267?i=1000777792343&l=en-GBPrévia de plano de governo de Renan Santos tem 'desfavelização' do Brasil e fim do Bolsa Famíliahttps://podcasts.apple.com/br/podcast/pr%C3%A9via-de-plano-de-governo-de-renan/id203963267?i=1000777790205&l=en-GBFlávio Bolsonaro chega à reta final das convenções sem alianças consolidadashttps://podcasts.apple.com/br/podcast/fl%C3%A1vio-bolsonaro-chega-%C3%A0-reta-final-das-conven%C3%A7%C3%B5es/id203963267?i=1000777871774&l=en-GBRenan Santos: o outsider candidato à Presidênciahttps://podcasts.apple.com/br/podcast/renan-santos-o-outsider-candidato-%C3%A0-presid%C3%AAncia/id1477406521?i=1000777829530&l=en-GBPP e União Brasil decidem pela 'neutralidade' e não apoiarão Flávio Bolsonaro em disputa presidencialhttps://podcasts.apple.com/br/podcast/pp-e-uni%C3%A3o-brasil-decidem-pela-neutralidade-e-n%C3%A3o-apoiar%C3%A3o/id203963267?i=1000777917881&l=en-GBFlávio Bolsonaro desprezou a democracia e o Estado de Direito com fala sobre urnashttps://podcasts.apple.com/br/podcast/fl%C3%A1vio-bolsonaro-desprezou-a-democracia-e-o-estado/id203963267?i=1000778017787&l=en-GBFlávio, as urnas e a sombra de 2022https://podcasts.apple.com/br/podcast/fl%C3%A1vio-as-urnas-e-a-sombra-de-2022/id1477406521?i=1000777970514&l=en-GBRelatório aponta piora nas contas das estatais e alerta para impacto no Tesouro Nacionalhttps://podcasts.apple.com/br/podcast/relat%C3%B3rio-aponta-piora-nas-contas-das-estatais-e-alerta/id265071481?i=1000778053868&l=en-GBDinner Plate Invasion: Lionfish, Tiger Shrimp, and Feral Pigs, Oh My!https://podcasts.apple.com/br/podcast/dinner-plate-invasion-lionfish-tiger-shrimp-and-feral/id918896288?i=1000462411489&l=en-GBWhat the Odyssey is hidinghttps://podcasts.apple.com/br/podcast/what-the-odyssey-is-hiding/id1554578197?i=1000777846366&l=en-GB
Os desafios da agricultura gaúcha diante dos eventos climáticos
Showing our brother's love by highlighting their commitment to young people on and off the field using their own life experiences to make an impact. In a special partnership with the NFL and the MEAC Football Conference- Ryan Clark, Channing Crowder and Fred Taylor sit with star head coaches DeSean Jackson, Michael Vick, Chennis Berry, Trei Oliver, Ted White, Damon Wilson and more to preview the upcoming 2026 college football season. Everything from Xs and Os, to expectations on how these coach's are mentoring and preparing young athletes for next level. This was filmed and recorded by ESPN for distribution on multiple platforms. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
In this episode we'll talk about:Why the nervousness before sharing is usually a signal — not a warningWhy the work you almost held back is often the work that carries youHow the pieces we're most tempted to hide are usually the most humanWhy the right opportunities come from the realest work — not the safestWhat it means to build a practice of sharing what you almost didn'tAnd more… START HERE…→ Join The Niche Is You® — my Substack (20K+) — Weekly essays, the full workshop library, the private community + the Quarterly Challenges. → https://mattgottesman.substack.com/aboutNEW HERE…→ 6 Days to Clarity Workshop — clarity for your time, energy, money, creativity, work & play. → https://mattgottesman.com/reverse-engineer-your-life (FREE)CONNECT WITH ME…→ Instagram — @mattgottesman→ TikTok — @mattgottesman→ YouTube — @mattgottesmanRESOURCES…→ Write • Design • Build — my Content Creator Studio & OS masterclass (Included when you join my Substack) — Growing the niche of you, your audience, reach, voice, passion & income — CLICK HERE→ Recommended Book List — CLICK HERE→ Apparel — thenicheisyou.comOTHER RELATED EPISODES:Faith Isn't Knowing the Whole Path… It's Taking the Next Honest StepApple: https://apple.co/3MB62IuSpotify: https://bit.ly/4rZw3RN
#686 - OS 7 INIMIGOS DA TERRA - Como vencer as fortalezas espirituais que impedem a posse da promessa | JB Carvalho by JB Carvalho
Os serviços secretos portugueses enfrentam uma crise de segurança sem precedentes: operações de rotina começam a falhar e alvos com ligações à Rússia parecem saber sempre quando estão a ser vigiados. A conclusão é óbvia: existe uma toupeira infiltrada no SIS. E a confirmação vai chegar pela mão dos americanos da CIA, que vão trazer, escrito numa folha, o nome de um dos espiões mais antigos do serviço. Suspeita-se que este veterano esteja a vender segredos vitais da NATO à Rússia de Putin e isso é absolutamente intolerável. Está lançada uma operação ultra-secreta para isolar o traidor — e apanhá-lo em flagrante. "A vida dupla do espião traidor" é o novo Podcast Plus do Observador. É narrado por Ivo Canelas e tem banda sonora original de Bruno Pernadas. Pode ouvir semanalmente os episódios de "A vida dupla do espião traidor" na playlist própria do podcast na Apple Podcasts, Spotify, Youtube ou outras plataformas de podcast. Os assinantes standard e premium do Observador têm acesso exclusivo e antecipado a todos os episódios em observador.pt. Pode assinar aqui.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral: Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio. Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso… Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo. No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração. Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo. Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor. Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período. Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas. Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais. Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade. Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto neoliberal tem como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política. Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU. Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU. Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar. Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas: Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista. Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos: Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional. Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando: Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo. Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado. A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação: Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano. Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”. Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet. Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021. Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China. Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas. Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai. Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis. Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos. Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube. Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!
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O Brasil tem trigo transgênico virando cerveja há anos, mas não tem uma única levedura geneticamente modificada aprovada pra fermentação. Neste episódio a gente entende por quê, e o que realmente é um microrganismo geneticamente modificado.Neste episódio, Henrique Boaventura conversa com Gabriela Müller, sócia da Levtech e doutora com pesquisa em microrganismos geneticamente modificados, sobre como uma levedura GMO é construída e por que a regulamentação brasileira trava esse mercado.O que você vai aprender:— A diferença entre modificação cisgênica e transgênica— Por que mutação e hibridização não são consideradas MGM (Microrganismo Geneticamente Modificado)— Como o CRISPR funciona na edição genômica de leveduras— Os testes de estabilidade genômica que toda levedura GMO precisa passar— Por que a CTNBio exige contenção física e como isso trava a escala industrial no BrasilCom Gabriela Müller, sócia da Levtech e doutora especialista em microrganismos geneticamente modificados.
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Ative seu cupom Flavio Conde pra a consultoria personalizada https://lvnt.app/61t6dr27/07 - BOLSA +0,80%, PRIO -5%, RECV -3% e PETR -3% Olá, sejam bem-vindo a mais um Fechamento de Mercado da Levante, com Flávio Conde, hoje é 2a. feira, dia 27 de julho, e o dia voltou a ser de altas nas bolsas do mundo.. O Ibovespa subiu +0,80%, aos 175.431 pontos, com volume melhorando de quase R$ 20 bi, bem acima dos R$ 14 bi da segunda passada, mas abaixo dos R$ 27 bi do 1T26, quando a bolsa subia na direção dos 200 mil pontos. O índice teria avançado mais se Petrobras não tivesse caído -3% por conta do petróleo.O comportamento do petróleo foi o grande detonador da melhora nas bolsas globais, pois o Brent caiu -9% para US$ 88 de US$ 97, na sexta, com a decisão dos EUA e Irã pararem os ataques nessa segunda, mesmo com Teerã negando acordo para um cessar-fogo de 10 dias. Nos EUA, os índices tiveram performances opostas com Dow Jones subindo +0,51% devido à queda do petróleo e Nasdaq caindo -0,18% com ações de semicondutores recuando entre -2% e -5% porque parte dos investidores desconfiam que as ações já subiram muito esse ano e resolveram diminuir posições ou mesmo zerá-las.No Brasil. o dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1122, em alta de 0,62%, devido a combinação de queda do petróleo, pesquisas eleitorais, perspectiva de gastos públicos altos, e dólar norte-americano em leve alta frente o DXY (índice do dólar x seis moedas fortes) em +0,04%, aos 101,52 pontos.Finalmente, os juros cederam um pouco depois de subirem até quinta-feira. Os prefixados de 2037 fecharam a 14,75% x 14,76%, sexta, e 14,82%, quinta. O IPCA+ 2037 fechou em 7,94% x 7,98%, sexta, e 8,01%, quinta. Nos EUA, as taxas de juros das Treasuries de 10 anos cederam mais para 4,65% a.a. x 4,68%, sexta, e 4,70%, quinta.Veja no vídeo mais análises de ações com Flávio Conde
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Quinn Nelson returns to the show to discuss OpenAI's ChatGPT/Codex “native” app migration fiasco, Siri AI in Apple's OS 27 betas, MacOS 27 Golden Gate, and the hottest new cell phone of the year, the Trump T1.
In this episode we'll talk about:Why the mind resists simple answersHow overthinking creates false complexityWhy real clarity tends to be quietThe difference between analysis and knowingHow to trust the simpler answer when it arrivesAnd more… START HERE…→ Join The Niche Is You® — my Substack (20K+) — Weekly essays, the full workshop library, the private community + the Quarterly Challenges. → https://mattgottesman.substack.com/aboutNEW HERE…→ 6 Days to Clarity Workshop — clarity for your time, energy, money, creativity, work & play. → https://mattgottesman.com/reverse-engineer-your-life (FREE)CONNECT WITH ME…→ Instagram — @mattgottesman→ TikTok — @mattgottesman→ YouTube — @mattgottesmanRESOURCES…→ Write • Design • Build — my Content Creator Studio & OS masterclass (Included when you join my Substack) — Growing the niche of you, your audience, reach, voice, passion & income — CLICK HERE→ Recommended Book List — CLICK HERE→ Apparel — thenicheisyou.comOTHER RELATED EPISODES:Faith Isn't Knowing the Whole Path… It's Taking the Next Honest StepApple: https://apple.co/3MB62IuSpotify: https://bit.ly/4rZw3RN
In this episode we'll talk about:Why the feeling of being "behind" is one of the most common and misinterpreted experiences of the modern eraHow the timelines we've inherited are almost entirely borrowed — and often unrelated to the actual work of building something realWhy the people who are building something meaningful almost always feel behind while they're doing itThe difference between measurable progress and structural progressHow to reinterpret the feeling of being behind as evidence that something real is being builtWhat becomes possible when you stop measuring your life against timelines that were never yoursAnd more… START HERE…→ Join The Niche Is You® — my Substack (20K+) — Weekly essays, the full workshop library, the private community + the Quarterly Challenges. → https://mattgottesman.substack.com/aboutNEW HERE…→ 6 Days to Clarity Workshop — clarity for your time, energy, money, creativity, work & play. → https://mattgottesman.com/reverse-engineer-your-life (FREE)CONNECT WITH ME…→ Instagram — @mattgottesman→ TikTok — @mattgottesman→ YouTube — @mattgottesmanRESOURCES…→ Write • Design • Build — my Content Creator Studio & OS masterclass (Included when you join my Substack) — Growing the niche of you, your audience, reach, voice, passion & income — CLICK HERE→ Recommended Book List — CLICK HERE→ Apparel — thenicheisyou.comOTHER RELATED EPISODES:Faith Isn't Knowing the Whole Path… It's Taking the Next Honest StepApple: https://apple.co/3MB62IuSpotify: https://bit.ly/4rZw3RN
In this episode we'll talk about:Why we default to fear that God will leave us halfway through what God started in usThe biblical pattern of calling always including the sustenance to complete itWhy the middle of the journey is where doubt shows up loudest — and how to interpret that doubtHow to recognize the provision that's been there the whole timeWhy the discomfort of the middle isn't a sign God has abandoned you — it's a sign the work is realWhat becomes possible when you finally trust that the God who called you is the same God carrying youAnd more… START HERE…→ Join The Niche Is You® — my Substack (20K+) — Weekly essays, the full workshop library, the private community + the Quarterly Challenges. → https://mattgottesman.substack.com/aboutNEW HERE…→ 6 Days to Clarity Workshop — clarity for your time, energy, money, creativity, work & play. → https://mattgottesman.com/reverse-engineer-your-life (FREE)CONNECT WITH ME…→ Instagram — @mattgottesman→ TikTok — @mattgottesman→ YouTube — @mattgottesmanRESOURCES…→ Write • Design • Build — my Content Creator Studio & OS masterclass (Included when you join my Substack) — Growing the niche of you, your audience, reach, voice, passion & income — CLICK HERE→ Recommended Book List — CLICK HERE→ Apparel — thenicheisyou.comOTHER RELATED EPISODES:Faith Isn't Knowing the Whole Path… It's Taking the Next Honest StepApple: https://apple.co/3MB62IuSpotify: https://bit.ly/4rZw3RN