Podcasts about quando

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Descobri depois de adulta
#289: Por que tudo parece dar errado quando estamos prestes a evoluir?

Descobri depois de adulta

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 20:02


CEI DE CABO FRIO
Vivendo ALÉM dos LIMITES

CEI DE CABO FRIO

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 38:14


Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em I Crônicas, capítulo 4, versículos 9 e 10, nos traz uma reflexão sobre Jabes, que teve sua oração atendida pelo Senhor.Em meio a uma longa lista de genealogias em I Crônicas 4, dois versículos se destacam de maneira surpreendente. A Bíblia nos apresenta a história de Jabes, um homem que decidiu não viver preso às limitações que a vida lhe impôs.O texto diz que Jabes foi mais ilustre do que seus irmãos. Sua mãe lhe deu esse nome porque o deu à luz com dores. O nome "Jabes" está associado à ideia de sofrimento e tristeza. Em outras palavras, ele carregava uma marca que poderia definir todo o seu futuro. Porém, Jabes nos ensina que nosso passado não precisa determinar nosso destino.Diante das limitações, das dores e das circunstâncias desfavoráveis, Jabes fez algo extraordinário: ele orou. Sua oração revela princípios poderosos para quem deseja viver além dos limites.1. Quem vive além dos limites acredita que Deus pode ampliar seus horizontesJabes clamou: "Tomara que me abençoes e que alargues as minhas fronteiras".Ele não se conformou com a realidade que estava diante dele. Enquanto muitos aceitam viver aprisionados pelo medo, pelas circunstâncias ou pelas experiências negativas, Jabes acreditou que Deus tinha algo maior preparado para sua vida.Deus é especialista em ampliar fronteiras, abrir portas e criar oportunidades onde ninguém vê possibilidades.2. Quem vive além dos limites depende da presença de DeusJabes pediu: "Que seja comigo a tua mão".Ele compreendia que crescimento sem a presença de Deus pode se transformar em fracasso. O segredo não está apenas em chegar mais longe, mas em caminhar acompanhado pela mão do Senhor.A mão de Deus representa direção, proteção, provisão e fortalecimento. Quando Deus está conosco, somos capazes de superar obstáculos que pareciam intransponíveis.3. Quem vive além dos limites vence as barreiras do malJabes orou: "Preserva-me do mal, de modo que não me sobrevenha aflição".Ele sabia que existiam batalhas espirituais, tentações e desafios que poderiam interromper seu propósito. Por isso, buscou a proteção divina.Muitas vezes, os maiores limites não estão ao nosso redor, mas dentro de nós: inseguranças, medos, traumas e incredulidade. Quando entregamos nossa vida ao Senhor, Ele nos fortalece para vencer essas barreiras.Conclusão: A história de Jabes nos mostra que não precisamos ser definidos por nossa origem, por nossas dores ou por nossos limites atuais. O mesmo Deus que ouviu sua oração continua ouvindo aqueles que clamam com fé.O texto termina dizendo: "E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido."Quando colocamos nossa confiança em Deus, os limites humanos deixam de ser a palavra final. Onde o homem vê impossibilidades, Deus vê oportunidades. Onde há fronteiras, Deus pode criar expansão. Onde há dor, Deus pode gerar propósito.Que a oração de Jabes também seja a nossa oração: "Senhor, leva-me além dos meus limites. Amplia minhas fronteiras, guia meus passos, guarda minha vida e faz cumprir em mim os teus propósitos."Porque aqueles que caminham com Deus descobrem que os limites da terra nunca podem limitar o poder do céu.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

RadioBorsa - La tua guida controcorrente per investire bene nella Borsa e nella Vita
Soldi e lavoro quando arrivano i figli: le scelte da fare in coppia - Financial Fitness #12

RadioBorsa - La tua guida controcorrente per investire bene nella Borsa e nella Vita

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 28:36


Quando arrivano i figli, le famiglie tendono a concentrarsi sulle spese più immediate: il nido, la babysitter, la scuola, le attività, l'università. Ma spesso il costo più grande è quello che non si vede.Quando uno dei genitori lascia il lavoro per occuparsi dei figli, il costo non è soltanto lo stipendio perso oggi. Ci sono anche carriera, contributi, pensione, risparmi e autonomia economica.Partendo da una retribuzione media, abbiamo simulato il caso di una persona di 32 anni che rinuncia a lavorare fino alla pensione: tra redditi non percepiti e pensione futura perduta, il conto può arrivare a circa 750.000 euro netti.Negli Stati Uniti alcune coppie affrontano il problema mettendo nero su bianco, negli accordi prematrimoniali, il divario economico da colmare per chi si dedica alla cura dei figli.In questa puntata di abbiamo esaminato queste soluzioni per offrire spunti concreti su come continuare a costruire reddito, patrimonio, pensione e autonomia economica anche quando uno dei due genitori fa un passo indietro sul lavoro.Perché, se avere figli è una scelta familiare, anche le conseguenze economiche dovrebbero essere condivise. Previste. E pianificate.

Arauto Repórter UNISC
O que a sua vida está ensinando?

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 4:15


Posso fazer algumas perguntas?Não precisa responder para mim. Responda para você.Quando foi a última vez que você exigiu dos outros algo que você mesmo não estava conseguindo entregar?Você cobra pontualidade… mas chega no horário?Cobra respeito… mas respeita?Pede comprometimento… mas demonstra comprometimento?Pede que as pessoas “vistam a camisa”… mas elas têm vontade de vestir a camisa de alguém que não dá o exemplo?É curioso como nós gostamos de ensinar.Hoje existem livros, cursos, palestras e milhares de pessoas dizendo como liderar, como educar, como empreender, como construir uma família melhor.Mas a vida continua ensinando uma verdade muito simples: palavras convencem por alguns minutos. O exemplo convence por uma vida inteira.Pense na pessoa que mais marcou a sua história.Provavelmente você não lembra de tudo o que ela disse.Mas lembra exatamente de como ela vivia.Os filhos observam.Os funcionários observam.Os colegas observam.As pessoas não seguem discursos. Elas seguem coerência.Talvez a pergunta mais importante desta manhã não seja: “O que eu estou dizendo?”Talvez seja: “O que a minha vida está dizendo quando eu fico em silêncio?”Porque falar… qualquer um fala.Agora, viver aquilo que se acredita… essa continua sendo uma das maiores demonstrações de liderança.Que hoje a gente fale um pouco menos… e inspire um pouco mais pelo exemplo.Um excelente dia para você.

Assunto Nosso
O que a sua vida está ensinando?

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 4:15


Posso fazer algumas perguntas?Não precisa responder para mim. Responda para você.Quando foi a última vez que você exigiu dos outros algo que você mesmo não estava conseguindo entregar?Você cobra pontualidade… mas chega no horário?Cobra respeito… mas respeita?Pede comprometimento… mas demonstra comprometimento?Pede que as pessoas “vistam a camisa”… mas elas têm vontade de vestir a camisa de alguém que não dá o exemplo?É curioso como nós gostamos de ensinar.Hoje existem livros, cursos, palestras e milhares de pessoas dizendo como liderar, como educar, como empreender, como construir uma família melhor.Mas a vida continua ensinando uma verdade muito simples: palavras convencem por alguns minutos. O exemplo convence por uma vida inteira.Pense na pessoa que mais marcou a sua história.Provavelmente você não lembra de tudo o que ela disse.Mas lembra exatamente de como ela vivia.Os filhos observam.Os funcionários observam.Os colegas observam.As pessoas não seguem discursos. Elas seguem coerência.Talvez a pergunta mais importante desta manhã não seja: “O que eu estou dizendo?”Talvez seja: “O que a minha vida está dizendo quando eu fico em silêncio?”Porque falar… qualquer um fala.Agora, viver aquilo que se acredita… essa continua sendo uma das maiores demonstrações de liderança.Que hoje a gente fale um pouco menos… e inspire um pouco mais pelo exemplo.Um excelente dia para você.

Soul Bela
EP 145 | Xixi Toda Hora - Comum, mas não é normal

Soul Bela

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 24:10


Fazendo xixi toda hora? Neste episódio Isabela Fortes explica por que frequência urinária, urgência, ardência e escapes de urina podem estar relacionados aos hormônios, à bexiga, ao metabolismo, ao assoalho pélvico ou a uma combinação de diferentes fatores.Resumo do episódio:• A diferença entre urinar muitas vezes e produzir um volume elevado de urina• Quando a síndrome geniturinária da menopausa pode causar urgência, ardência e irritação• Por que nem toda ardência significa infecção urinária• Como identificar sinais de bexiga hiperativa• A relação entre glicose alta, sede excessiva e aumento da produção de urina• Café, álcool, energéticos e outros possíveis irritantes da bexiga• O impacto do assoalho pélvico, dos prolapsos e dos miomas nos sintomas urinários• Por que perder xixi ao rir, espirrar, correr ou treinar não deve ser normalizado• Como a fisioterapia pélvica pode ajudar no fortalecimento, relaxamento e coordenação muscular• Quais sinais indicam a necessidade de uma avaliação mais completa• O que observar e anotar antes da consulta médica

Por Falar em Correr
PFC Debate 885 - Quando a prova dá errado! E agora?

Por Falar em Correr

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 59:47


Confira mais um episódio do PFC Debate, onde falamos de todos os assuntos possíveis, sobre corrida ou não, de um jeito que você não vai acreditar.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO CANAL⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Neste episódio, falamos dos desafios enfrentados pelos corredores quando uma prova não sai como o planejado. O foco central da conversa foi a recente edição da NB42K em Porto Alegre, onde falhas organizacionais, problemas logísticos com guarda-volumes e percalços climáticos geraram insatisfação entre os participantes. O grupo reflete sobre o crescimento acelerado da prova e a importância de uma organização cuidadosa, comparando a experiência com outros eventos. Além das críticas construtivas, o debate aborda o comportamento dos corredores em relação à elite, a questão da necessidade de separação das distâncias em grandes eventos e a importância do gerenciamento de crises por parte dos organizadores. O programa também abre espaço para temas variados, incluindo uma curiosidade biológica sobre bovinos, reflexões sobre a relação entre atletas e treinadores, se tem traços de toxicidade e uma análise descontraída sobre o futebol, mantendo o tom bem-humorado e reflexivo característico do podcast.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Compre o livro da Camila⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Grupo de promoções da Thainara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga quem faz o PFC Debate: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Enio⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Gigi⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Marcos⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Camila⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Duda⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ana⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Thainara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠.Use nossos cupons:KEEP RUNNING BRASIL - PFCFOCO RADICAL - PFC 10CADILE'S ESPORTES - PFC10CORRA BARATO - PFC⁠⁠⁠⁠⁠⁠JUNGLE/PLANTPOWER⁠⁠⁠⁠⁠⁠ - PFC⁠⁠⁠⁠⁠DA NUTRI SABORES⁠⁠⁠⁠⁠ - PFCCARAMELO - PFC10SPORTBR - PFC10MARATONA DE FLORIPA 2026 - PFCLIVE! RUN XP - PFC15RSF PRO EVENTOS - PFC 10CLUBE DE AUTORES - PFC 10

Learn Italian with LearnAmo - Impariamo l'italiano insieme!

Quante volte si sente qualcuno dire «se verrei» o «se avevo»? È uno degli errori più diffusi nell'italiano parlato — e non lo fanno solo gli stranieri: molti italiani cadono nella stessa trappola. Dopo il SE in italiano ci vuole sempre il congiuntivo? Ho un trucchetto che può aiutarvi a fare chiarezza una volta per tutte. Trucco per Non Sbagliare il Congiuntivo Il Problema: Dove Va il Congiuntivo? Osserva queste tre frasi e prova a individuare quale è corretta: A) «Se avrei più soldi, viaggerei di più.» B) «Se avessi più soldi, viaggerei di più.» C) «Se avessi più soldi, viaggiassi di più.» La risposta corretta è la B. Ma perché le altre due sono sbagliate? La A è sbagliata perché dopo «se» non si usa mai il condizionale — in nessun caso, anche quando può sembrare logico. È uno degli errori più comuni in assoluto, ma in italiano corretto è assolutamente da evitare. La C è sbagliata perché usa il congiuntivo in entrambe le parti della frase: il secondo verbo non segue «se», quindi non deve essere al congiuntivo. Il problema di fondo è sempre lo stesso: non sapere dove mettere cosa. Ed è esattamente quello che questo articolo chiarisce. Il Secondo Periodo Ipotetico La frase «Se avessi più soldi, viaggerei di più» è un esempio di secondo periodo ipotetico: descrive una situazione ipotetica e poco probabile, ma non impossibile. Non si hanno molti soldi in questo momento, ma la situazione potrebbe cambiare in futuro. Questo tipo di frase segue una regola fissa, senza eccezioni: congiuntivo imperfetto + condizionale presente Il problema è che molti conoscono questa regola a memoria, ma nel momento in cui devono applicarla arriva il dubbio: «Quale dei due va dopo 'se'? E quale va nell'altra parte?» Ed è qui che entra in gioco il trucco. Il Trucco: "SE Vuole SS" Il trucco è questo: "SE vuole SS". La parola «se» vuole sempre vicino a sé il verbo con la doppia S — cioè il congiuntivo imperfetto. La S di «se» richiama le due S del congiuntivo. È quasi un gioco di parole, ma funziona sempre. Ogni volta che si costruisce una frase ipotetica, basta seguire tre passi: Individuare il «se». Mettere subito dopo il verbo con la doppia S (congiuntivo imperfetto). Nell'altra parte della frase mettere il condizionale presente. Le Coniugazioni da Conoscere Il Congiuntivo Imperfetto Il congiuntivo imperfetto ha sempre la doppia S — con una sola eccezione, come si vedrà a breve. PersonaAMARELEGGERECAPIREioamassileggessicapissituamassileggessicapissilui/leiamasseleggessecapissenoiamassimoleggessimocapissimovoiamasteleggestecapisteloroamasseroleggesserocapissero Attenzione alla forma "voi": amaste, leggeste, capiste — non ha la doppia S. È l'unica eccezione alla regola. Quando si incontra una frase con «se» seguito da un verbo alla seconda persona plurale senza doppia S, si tratta comunque di congiuntivo imperfetto. I verbi irregolari più importanti da ricordare sono i seguenti: ESSERE → fossi, fosse, fossimo, fossero AVERE → avessi, avesse, avessimo, avessero FARE → facessi, facesse, facessimo, facessero STARE → stessi, stesse, stessimo, stessero VOLERE → volessi, volesse, volessimo, volessero. Vale la pena notare che tutti i verbi irregolari all'imperfetto indicativo mantengono la stessa radice irregolare anche al congiuntivo imperfetto: conoscere già l'imperfetto significa essere già a metà strada. Il Condizionale Presente PersonaPARLAREPRENDERESENTIREioparlereiprendereisentireituparlerestiprenderestisentirestilui/leiparlerebbeprenderebbesentirebbenoiparleremmoprenderemmosentiremmovoiparleresteprenderestesentiresteloroparlerebberoprenderebberosentirebbero Attenzione alla forma "noi": il condizionale presente vuole la doppia M — parleremmo. Il futuro invece ha una M sola: parleremo. Sembrano identici nel parlato veloce, ma nello scritto quella M in più cambia completamente il significato. Il Trucco in Azione: Esempi Pratici In ciascuno degli esempi seguenti, il «se» è sempre affiancato dal verbo con la doppia S — il congiuntivo imperfetto — mentre l'altra parte della frase porta il condizionale presente. «Se cambiassi città, troverei nuove opportunità di lavoro.» «Se non fossero così timidi, farebbero nuove amicizie facilmente.» «Se dessimo più attenzione ai dettagli, commetteremmo meno errori.» «Se tu traducessi questo testo, aiuteresti molte persone.» «Se non facesse così tardi, uscireste ancora un po'?» Il trucco funziona anche quando la frase è invertita — cioè quando il condizionale viene prima. Il congiuntivo rimane sempre vicino al «se», indipendentemente dall'ordine: «Mangereste meglio se sceglieste ingredienti più freschi.» «Capirei tutto se il professore parlasse più lentamente.» «Sarebbe tutto più semplice se le persone ascoltassero di più.» Gli Errori Più Comuni da Evitare Errore 1: Il Condizionale Dopo "Se" «Se avrei più tempo, studierei di più.» «Se avessi più tempo, studierei di più.» Dopo «se» il condizionale non si usa mai — anche quando sembra logico, anche quando lo si sente nell'italiano parlato informale. In italiano corretto è sempre sbagliato. Il trucco "SE vuole SS" è proprio il modo più efficace per non dimenticarlo. Errore 2: Il Congiuntivo in Entrambe le Parti della Frase «Se parlassi meglio l'italiano, trovassi più facilmente lavoro.» «Se parlassi meglio l'italiano, troveresti più facilmente lavoro.» Il congiuntivo appartiene esclusivamente alla parte della frase introdotta da «se». Nell'altra parte ci vuole sempre il condizionale presente. Errore 3: Confondere Secondo e Terzo Periodo Ipotetico Questo è un errore più sottile, ma importante. Considera queste due frasi: «Se studiassi di più, prenderesti voti migliori.» → secondo periodo ipotetico: la situazione è improbabile ma ancora possibile. «Se avessi studiato di più, avresti preso voti migliori.» → terzo periodo ipotetico: la situazione appartiene al passato e non può più cambiare. La differenza è fondamentale: nel secondo periodo ipotetico la situazione può ancora cambiare; nel terzo si parla di qualcosa di definitivamente passato. I tempi verbali cambiano di conseguenza: Secondo: congiuntivo imperfetto + condizionale presente Terzo: congiuntivo trapassato + condizionale passato Domande Frequenti Come Faccio a Ricordare Quale Tempo Va Dove? Con il trucco "SE vuole SS": la parola «se» vuole sempre accanto a sé il verbo con la doppia S, cioè il congiuntivo imperfetto. Nell'altra parte della frase va il condizionale presente. L'ordine delle due parti può variare, ma questa distribuzione rimane sempre invariata. Cosa Succede Se la Frase È Invertita? Il trucco funziona lo stesso. Anche quando il condizionale compare nella prima parte della frase, il congiuntivo rimane sempre vicino al «se». Per esempio: «Capirei tutto se il professore parlasse più lentamente.» Qual È la Differenza tra Secondo e Terzo Periodo Ipotetico? Il secondo periodo ipotetico descrive una situazione improbabile ma ancora possibile nel presente o nel futuro, e usa congiuntivo imperfetto + condizionale presente. Il terzo periodo ipotetico si riferisce invece a una situazione passata e irreversibile, e usa congiuntivo trapassato + condizionale passato. Vuoi fare lezioni di italiano con i nostri insegnanti madrelingua qualificati? Acquista il tuo pacchetto di Italiano Intensivo!  Il trucco ti ha aiutato, ma vuoi capire davvero quando usarlo? L'articolo dedicato a quando usare e quando non usare il congiuntivo fa proprio al caso tuo. { "@context": "https://schema.org", "@type": "Quiz", "name": "Test sul Secondo Periodo Ipotetico", "description": "Quiz interattivo sul secondo periodo ipotetico in italiano: congiuntivo imperfetto e condizionale presente nelle frasi con 'se'.", "educationalLevel": "Intermedio B1-B2", "learningResourceType": "Quiz", "inLanguage": "it", "hasPart": [ { "@type": "Question", "name": "Quale tempo verbale si usa dopo 'se' nel secondo periodo ipotetico?", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "Il congiuntivo imperfetto" } }, { "@type": "Question", "name": "Quale di queste frasi è corretta?", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "Se avessi più tempo, studierei di più." } }, { "@type": "Question", "name": "Nel secondo periodo ipotetico, dopo 'se' si può usare il condizionale.", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "Falso" } }, { "@type": "Question", "name": "Qual è la forma corretta del congiuntivo imperfetto di 'essere' per 'loro'?", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "fossero" } }, { "@type": "Question", "name": "Quale forma è quella giusta: 'Se parlaste' o 'Se parlasste'?", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "Se parlaste" } }, { "@type": "Question", "name": "Nella frase 'Capirei tutto se il professore parlasse più lentamente', qual è il condizionale?", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "Capirei" } }, { "@type": "Question", "name": "Qual è la differenza tra 'parleremmo' e 'parleremo'?", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "parleremmo è condizionale presente, parleremo è futuro semplice" } }, { "@type": "Question", "name": "Quale periodo ipotetico si usa per situazioni passate e irreversibili?", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "Il terzo periodo ipotetico" } }, { "@type": "Question", "name": "Qual è il congiuntivo imperfetto di 'fare' per 'noi'? (scrivi solo la forma verbale)", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "facessimo" } }, { "@type": "Question", "name": "Il congiuntivo imperfetto alla seconda persona plurale (voi) ha sempre la doppia S.", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "Falso" } } ] } Caricamento quiz in corso... ...

SNICAST - Podcast da SEICHO-NO-IE DO BRASIL
SNICAST #317 - Como eliminar o ciúme?

SNICAST - Podcast da SEICHO-NO-IE DO BRASIL

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 20:25


O ciúme pode surgir de diversas formas: nos relacionamentos, na família, nas amizades e até mesmo no ambiente de trabalho. Quando alimentado, ele gera insegurança, sofrimento e dificulta a convivência harmoniosa.Mas será que é possível transformar esse sentimento?Neste episódio do SNICAST, a Preletora Maria Angelita da Silva Duartecompartilha ensinamentos inspirados no livro Universo Feminino, mostrando como desenvolver uma visão mais elevada sobre nós mesmos e sobre as pessoas ao nosso redor. Ao fortalecer a confiança, reconhecer o valor da Vida e praticar o amor verdadeiro, é possível substituir o ciúme pela serenidade, pela gratidão e pelo respeito.| O livro-texto deste episódio é: Universo Feminino; Para adquirir e estudar ainda mais, acesse: https://snibr.org/livrariapod;| Participe das atividades presenciais em nossas Associações Locais! Para encontrar a mais próxima de você, acesse: https://snibr.org/pod_onde_encontrar;| Conheça as Academias de Treinamento Espiritual da Seicho-No-Ie e participe de um de nossos Seminários! Para saber mais acesse: ⁠⁠https://rebrand.ly/academias_SNI⁠;| Para saber mais sobre a Oração da Cura Divina (Forma Humana), acesse: https://snibr.org/forma_humana_pod

Carlos McCord
20/Jul | ESTOU PERMANECENDO QUANDO... P2 | Passeio na Vinha (Carlos McCord) | Permanecer #201

Carlos McCord

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 5:43


Ministério PermanecerInstituto Jesus Cristo

WGospel.com
Reposição hormonal

WGospel.com

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 1:10


REPOSIÇÃO HORMONAL – SAÚDE URGENTE 010 Além de proteger contra doenças cardíacas e osteoporose, a Terapia de Reposição Hormonal pode ser útil para outro mal: a artrite degenerativa. O risco de osteoartrite nos quadris pode ser cortado em cerca de metade nas mulheres que tomam estrogênio por pelo menos 10 anos. Quando a terapia é interrompida, o benefício desaparece.

Dia a dia com a Palavra
Decepção - e quando as pessoas não são o que você espera?

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 1:21


A primeira questão é nossa própria projeção. Transferimos para os outros as nossas expectativas. Esperamos que a esposa seja carinhosa, que o filho seja educado, que o patrão seja gentil, que o amigo nunca abandone, etc. Mas e quando isso não acontece? Nesse momento surge a frustração, algo bem mais leve que a decepção.A frustração é a expectativa não realizada. Já a decepção é o efeito contrário. Imagina que uma jovem apaixonada espere que seu namorado demonstre carinho. Se ele não age assim, ela ficará frustrada. Mas se ele demonstra carinho a outra pessoa ao invés dela, ela ficará decepcionada.A decepção mata sentimentos, faz doer o coração como um infarto fulminante, destrói toda e qualquer esperança.Veja o que diz o Salmo 84 no verso 12: "Ó Senhor dos Exércitos, feliz é aquele que em ti confia."O salmista fala de um relacionamento em que isso nunca há decepção: o relacionamento com Deus. Deus nunca decepciona! Por isso, em alta voz, o salmista diz: "como é feliz quem confia Nele!". Que seja esta também a sua experiência.

PENDENTE: Rubrica su Cinema, letteratura, fumetto ed esperienze culturali
Summer (Video) Games-Secondo Atto: Quando ti chiedono di chiudere una trilogia, tu devi dire sì (Ghostbusters: Il videogioco)

PENDENTE: Rubrica su Cinema, letteratura, fumetto ed esperienze culturali

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 18:36


Un'altra lunga estate all'orizzonte e nuovi ricordi da rivivere con me, uno schermo e un cursore. Dal 2024 a oggi, ecco altri ricordi videoludici utili a farci dimenticare i tormenti e a scaricarci i nervi.I fandom. Quei magici luoghi non propriamente fisici ma popolati da appassionati e pazzi scriteriati. A volte, è difficile notare la differenza tra le due categorie.Tra i più agguerriti c'è sicuramente quello del franchise di "Ghostbusters", saga cinematografica che è riuscita ad espandersi anche sul piccolo schermo e pure nell'ambito videoludico."Ghostbusters: Il videogioco" fu una manna dal cielo per i fan poiché non solo ti permette di cacciare i fantasmi insieme ai tuoi beniamini ma anche di entrare a far parte di un ipotetico (e mai realizzato) terzo film ufficiale della saga.

Obiettivo Salute
Eritema solare: quando il sole lascia il segno sulla pelle

Obiettivo Salute

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026


Il sole è un grande alleato del benessere, ma un’esposizione eccessiva o non protetta può trasformarsi in un problema per la nostra pelle. In questo appuntamento di Obiettivo Salute - Speciale Estate parliamo di eritema solare: come riconoscerlo, perché compare e quali sono i comportamenti corretti da adottare per proteggere e aiutare la pelle.A guidarci è il professor Angelo Marzano, Ordinario di Dermatologia e Direttore della Struttura Complessa di Dermatologia dell’Ospedale Policlinico di Milano.

Liturgia della Settimana - Il Commento e il Vangelo del giorno
[Mar 21] Commento: Quando il timore è buono...

Liturgia della Settimana - Il Commento e il Vangelo del giorno

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 1:20


Nel Vangelo di oggi troviamo due termini familiari: ascoltare e fare la volontà. Se, nell’atteggiamento di ascolto, tutto il nostro essere si apre fiducioso verso l’altro, anche il fare la volontà, sia di Dio sia di un’altra persona, a prima vista non ci sembra così positivo. Anzi, sappiamo, grazie alle scienze psicologiche, quanti meccanismi perversi possono nascondersi dietro questo atteggiamento. Ma l’ascolto è propedeutico al «fare la volontà»; anzi, questa si manifesta in pienezza quanto più si è capaci di tendere l’orecchio del proprio cuore per scrutare i segni della presenza di Dio. In tal modo, il compiere la volontà divina non è un mero sottomettersi a qualcosa o a qualcuno più grande e potente di noi. Sarebbe una sorta di fatalismo che ci ridurrebbe a essere infelici. È, invece, un gesto profetico che ci fa cogliere l’essenza stessa della realtà. Così riconosciamo che ci sono legami che vanno ben al di là della carne e del sangue, che ci sono valori che superano le mode e che la nostra contingenza può essere essere superata volgendo lo sguardo verso l’Assoluto. E poi… «Se uno mi ama, osserverà la mia parola, dice il Signore, e il Padre mio lo amerà e noi verremo a lui».

Product Guru's
A verdade sobre crescimento de carreira para Product Managers

Product Guru's

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 58:42


Gerar resultado é parte da carreira. Entender como as decisões realmente são tomadas dentro de uma empresa é a outra parte.Neste episódio, Pablo Silva volta ao Product Gurus para uma conversa direta sobre carreira, liderança, inteligência artificial e o papel atual do Product Manager.Pablo explica por que toda empresa funciona como um ambiente diplomático, como a relação com a liderança influencia oportunidades e por que questionar prioridades sem dados pode fazer um profissional parecer reativo, mesmo quando ele está certo.A conversa também aborda como a IA pode retirar trabalho operacional da rotina dos PMs, devolver tempo para análise e melhorar a qualidade das decisões. Mas isso só acontece quando a tecnologia resolve um problema concreto de custo, receita ou comportamento do usuário.Ao longo do episódio, discutimos:• Por que Product Managers ficaram presos no operacional• Como confrontar prioridades usando dados• O peso da confiança e da influência na carreira• Por que sua liderança é uma aliada decisiva para o crescimento• Como usar IA para ganhar tempo de qualidade• Quando frameworks, OKRs e processos deixam de ajudar• Por que empresas adotam ferramentas sem entender seu propósito• O que realmente diferencia um PM excelenteUm episódio para quem trabalha com Produto e percebeu que conhecer frameworks ajuda, mas não explica por que algumas pessoas crescem e outras continuam apenas acumulando entregas.Convidado: Pablo SilvaLinkedin: https://www.linkedin.com/in/souopablosilva/

Irmandade Corinthiana
FIM DE FÉRIAS! // EP 498.

Irmandade Corinthiana

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 51:20


ACABOU a Copa e agora temos o Corinthians de volta! Futebol com coração é mais emoção! Essa pré-temporada vai dar jeito no time? Voltaremos com tudo? E recebemos mais um transferban… os salários continuam atrasados. Quando esse pessoal do clube vai se mexer pra de fato tirar o Corintians dessa humilhação? As brabas voltaram e ganharam, os homens farão o mesmo? E, claro, falamos um pouco da Copa e da campeã, Espanha! SIGA A IRMANDADE! https://linktr.ee/irmandadecorinthiana

Vale Estreito
QUANDO CRISTO SE TORNA A NOSSA VIDA | Glenio Paranaguá | Vale Estreito

Vale Estreito

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 3:24


Canal Vale Estreito"Criado para anunciar o Evangelho das Insondáveis Riquezas de Cristo.

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Brasil aposta nos "panda bonds" | Quando a Copa vira arena política

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Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 14:06


O Brasil tem grandes ambições com seu plano de entrar no mercado doméstico de títulos da China — desde que as empresas brasileiras acompanhem esse movimento.O governo pretende captar cerca de 10 bilhões de yuans (US$ 1,48 bilhão) com uma emissão inaugural de “panda bonds”, que pode ocorrer já neste ano, afirmou o secretário do Tesouro, Daniel Leal, em entrevista concedida no início deste mês.

CHEWING GUM - masticare la Parola di Dio
Lunedì 20 luglio 2026 - Fiducia anche quando è in contraddizione!

CHEWING GUM - masticare la Parola di Dio

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 3:44 Transcription Available


Dal Vangelo secondo MatteoIn quel tempo, alcuni scribi e farisei dissero a Gesù: «Maestro, da te vogliamo vedere un segno».Ed egli rispose loro: «Una generazione malvagia e adultera pretende un segno! Ma non le sarà dato alcun segno, se non il segno di Giona il profeta. Come infatti Giona rimase tre giorni e tre notti nel ventre del pesce, così il Figlio dell'uomo resterà tre giorni e tre notti nel cuore della terra.Nel giorno del giudizio, quelli di Nìnive si alzeranno contro questa generazione e la condanneranno, perché essi alla predicazione di Giona si convertirono. Ed ecco, qui vi è uno più grande di Giona! Nel giorno del giudizio, la regina del Sud si alzerà contro questa generazione e la condannerà, perché ella venne dagli estremi confini della terra per ascoltare la sapienza di Salomone. Ed ecco, qui vi è uno più grande di Salomone!».

Podcasts FolhaPE
Ludopatia: quando “joguinhos” e apostas viram doença

Podcasts FolhaPE

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 24:22


O impacto dos jogos virtuais de azar é hoje tão grande que preocupa até o poder público, tamanho o risco que representam. Sejam eles esportivos, popularmente chamados de BETs, ou de cassino, como o famoso Tigrinho, esses aplicativos/sites já movimentam bilhões por ano só no Brasil. A ludopatia ou Transtorno do Jogo, doença crônica reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), coloca em perigo o orçamento de famílias inteiras, pois prometem a ilusão de se ganhar dinheiro fácil. Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com o psicólogo Rodolfo Cunha, mestrando em Psicologia Clínica, no Canal Saúde desta segunda-feira (20)

Corpo, Mente e Spirito
A si? Il monaco e il bambino. Storia zen

Corpo, Mente e Spirito

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 1:45 Transcription Available


A SÌ? IL MONACO E IL BAMBINO (Storia zen)Buongiorno, negli ultimi giorni abbiamo attraversato insieme un piccolo percorso:l'ego che perde forza, l'ego che si indebolisce nei micro‑istanti quotidiani, l'ego che si muove nelle lamentele e nei giudizi.Quando iniziamo a vedere questi movimenti interiori, cambia anche il modo in cui ci relazioniamo agli altri.Il video che condivido oggi si inserisce in questo stesso filone.Non è un invito alla passività, né un elogio del “non agire”.È un'immagine che parla della capacità di non reagire dall'ego, di restare presenti anche quando arrivano accuse o elogi.Una storia semplice, essenziale, che lascia spazio al silenzio.E che si colloca naturalmente nel cammino che stiamo facendo.Buona visione e buone riflessioniDiegoPer iscriverti alla mia newsletter mensile e ricevere contenuti e il calendario degli appuntamenti:https://mailchi.mp/c7f5d3545cf2/newsletterdiegogiaimi Puoi rimanere aggiornato su video, riflessioni ed eventi che propongo iscrivendoti al mio canale YouTube:https://www.youtube.com/c/diegogiaimi?sub_confirmation=1Su Facebook: https://www.facebook.com/diegogiaimiTramite il mio sito http://www.diegogiaimi.comSu instagram:https://www.instagram.com/diegogiaimi/Su Telegram:https://t.me/diegogiaimi

Boa Noite Internet
O Império da IA — com Karen Hao

Boa Noite Internet

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 63:50


O Império da IA, com Karen HaoEm 2019 — tempos mais simples! — a jornalista Karen Hao foi fazer o primeiro “perfil” jornalístico da sua carreira, aquelas reportagens em que um jornalista passa dias acompanhando uma pessoa ou empresa, uma coisa meio biografia, meio retrato congelado no tempo.A tal empresa era uma startup do Vale do Silício, ainda pequena e desconhecida dos meros mortais como eu e você, mas que hoje é a mais valiosa da história: a OpenAI, também conhecida como “a criadora do ChatGPT”.A Karen Hao vendeu o projeto do perfil para o MIT Technology Review porque a OpenAI parecia, naquela época, uma startup diferente. O “open” no nome nasceu da visão de que inteligência artificial é um assunto tão importante para o futuro da humanidade que precisava ser explorado de um jeito aberto, compartilhando conhecimento com todo mundo, e mais preocupado em proteger esse tal futuro do que em só gerar lucro.Hoje, aqui direto de 2026, a gente já sabe que não foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a OpenAI se transformou numa empresa oficialmente voltada para o lucro como qualquer outra e chegou a ser processada por Elon Musk — um dos apoiadores iniciais do projeto — por quebrar essa promessa de ser ‘open'. Em maio, o Elno perdeu a causa, e a OpenAI agora se prepara para lançar as ações na bolsa e, pelos números atuais, já largar valendo mais de 1 trilhão de dólares.Mesmo em 2019, a Karen Hao sentiu que todo esse papo de “open” não era bem assim: segredos e competitividade em todas as conversas que ela ouvia na empresa. Publicou o tal perfil contando isso e o pessoal da OpenAI… não gostou muito. Achou que ela ia só falar bem deles, e a empresa cortou contato com ela por três anos.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.Até que, em maio do ano passado, ela lançou nos EUA o livro O império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total, que segue contando a história da OpenAI — e abre com a bizarra saída do Sam Altman, demitido do cargo de CEO por “nem sempre falar a verdade” ao conselho da empresa, para voltar quatro dias depois nos braços dos funcionários.Mas esse livro não é exatamente uma biografia da OpenAI. Para mim, é mais um retrato de todo o sistema empresarial em que vivemos hoje — inteligência artificial ou não. O importante é que ele acabou de sair no Brasil pela Editora Rocco, que me procurou para saber se eu queria entrevistá-la aqui no programa, aproveitando que ela veio participar do Esquenta do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. O congresso, aliás, acontece dia 30 de julho — vai lá no site da Abraji saber mais, quem sabe comprar seu ingresso.Mas enfim, claro que eu queria conversar com ela. Obrigado, Abraji, obrigado, pessoal da Rocco, pelo presente. Quem me conhece sabe que IA agora é um assunto muuuito importante no meu trabalho. Eu fico aqui tentando navegar o meio do caminho entre o fim do mundo exterminador do futuro e a utopia vendida por muita gente. Não acredito em nenhum dos dois cenários, falei disso com a Karen antes e durante a conversa. Mas no final da entrevista a gente volta para falar não só disso, como também de como o IA em Curso, minha comunidade de letramento contínuo em IA, se conecta com tudo. Com promoção? Pode ser. Quem ficar até o fim, verá.A entrevista foi gravada em inglês — a Karen também fala mandarim, mas não fala brazilian —, então vai funcionar assim. Se ouvir no áudio, vai ser a versão original, do mesmo jeito que foi com o Ted Chiang ano passado, para você botar o seu cursinho para trabalhar. Aqui no site boanoiteinternet.com.br você está acompanhando a transcrição completa traduzida, se quiser ler enquanto ouve. E no YouTube tem uma versão legendada. Assim, você entra na conversa do jeito que preferir.Combinado? Então, bora lá entender O Império da IA com Karen Hao, no Boa Noite Internet.Cris: Karen Hao, bem-vinda ao Boa Noite Internet.Karen Hao: Obrigada pelo convite.Cris: Que bom ter você aqui. Espero que o Brasil esteja te tratando bem durante a Copa do Mundo — a gente veio falar sobre isso. Hoje é dia de falar de futebol, de Copa do Mundo, quais são as chances de cada país. Mas a primeira coisa que você precisa saber sobre essa conversa é que eu não sou jornalista. Não sei fazer isso. Peço desculpas antecipadas à sua profissão e ao seu ofício.Além disso, você foi enganada. Eu não estou aqui pra te entrevistar. Isso aqui é uma sessão de terapia. Você vai me ajudar a superar meus traumas.Porque eu sou da… do que eu chamo de “geração esquecida” — sou geração X, nasci nos anos 70. Esquecida porque, nessa guerra de gerações, as pessoas esquecem que a gente existe, e isso é incrível, porque a gente causou muito estrago no planeta. O Elon Musk é geração X, então é só isso que você precisa saber sobre a minha turma. Gente como ele, ou como Marc Andreessen… eu cresci lendo e assistindo à ficção científica que dizia que tecnologia é a melhor coisa do mundo, que ciência e engenheiros são incríveis e vão nos levar pra um lugar incrível.Sou uma daquelas pessoas que, quando a internet surgiu, falou: a paz mundial está logo ali. O conhecimento a um clique de distância, o futuro vai ser incrível. E aqui estamos nós. Então, quando usei o GPT pela primeira vez, e depois o ChatGPT, fiquei super empolgado. Foi a primeira vez, desde a internet, que eu fiquei realmente empolgado.Tenho até uma certa fama de ser mal-humorado com tecnologia: Bitcoin é lavagem de dinheiro, Clubhouse não presta — e as pessoas, ah, Clubhouse é a próxima grande coisa. Mas quando a IA chegou, eu falei: isso é importante. Só que eu já não era mais aquela criança dos anos 70. Tinha crescido, tinha visto o que aconteceu com a internet, tinha trabalhado numa big tech. E estava em desespero com o sistema em que a IA estava sendo construída.Dito tudo isso, o seu livro, aqui, já nas livrarias, recebe provavelmente o melhor elogio que eu posso dar: é otimista. Não é uma lista de reclamações e gente má fazendo coisas más. Claro, você fala muito sobre a OpenAI — ela é o fio condutor da história, especialmente aqueles quatro dias em que o Sam Altman saiu e voltou. E é muito divertido de ler. Mas você toma o cuidado de ser otimista.E uma das coisas que você menciona é como as pessoas na OpenAI, e em todas essas empresas, dizem: “isso é inevitável, a gente tem que fazer”. Quero falar sobre isso. Mas a gente tem que começar pela pergunta que você provavelmente ouve em todo podcast, a do título — Império da IA. Por que império?E acho que essa pergunta é ainda mais relevante no Brasil, país do sul global, colonizado. Por que império da IA?Karen Hao: Antes de mais nada, obrigada por dizer que o livro é otimista. Muita gente não reconhece isso, mas é verdade. Eu escrevo com um profundo otimismo de que os danos que a gente vê podem mudar. Não faria o trabalho que faço se não achasse que as coisas vão mudar.Sobre por que eu uso a expressão império, ou império da IA: a forma como empresas como a OpenAI operam é impressionantemente parecida com a dos impérios antigos. Eu traço quatro paralelos no livro. O primeiro é que elas reivindicam recursos que não são delas — os dados das pessoas, a propriedade intelectual de artistas, criadores como você, jornalistas.Segundo, elas exploram uma quantidade extraordinária de mão de obra. Isso vale tanto para os trabalhadores da cadeia de produção de IA, mal pagos e maltratados, que ainda assim geram uma riqueza extraordinária para essas empresas, quanto para os trabalhadores cujos empregos são automatizados e cujos direitos são corroídos pela implantação dessas tecnologias em diferentes setores.A terceira característica é que impérios controlam os fluxos de informação na sociedade. Essas empresas censuram a pesquisa fundamental sobre essas tecnologias, o que limita nossa capacidade de entender as verdadeiras limitações e capacidades dos modelos que desenvolvem. E estão criando uma tecnologia de informação que tentam transformar no portal único pelo qual qualquer pessoa se relaciona com o mundo.Esse portal impregna as ideologias do Vale do Silício, seus sistemas de valores, sua língua, e projeta a hegemonia do inglês. Isso influencia boa parte do conhecimento que a gente vai produzir daqui pra frente, porque cientistas e educadores usam essas plataformas e acabam perpetuando essas mesmas ideologias e valores.E o quarto e último paralelo é que impérios sempre se agarram a uma narrativa existencial ou moral sobre por que precisam existir. Essas empresas fazem a mesma coisa. Dizem que são o “império do bem”, numa missão civilizatória de trazer progresso e modernidade pra toda a humanidade, competindo contra um “império do mal” que ameaça mandar a humanidade pro inferno.Quando você conversa com algumas pessoas dentro dessas empresas, ou que as lideram, elas dizem: se você nos deixar construir uma inteligência artificial geral, que elas de alguma forma moldam como um deus, a gente vai acabar numa espécie de utopia, um paraíso onde a mudança climática é resolvida, o câncer é curado, a pobreza é aliviada.Mas, se os caras maus conseguirem isso antes, a gente pode acabar com todos os humanos mortos — um risco de extinção pra todos nós.Cris: E eles vêm dizendo isso há quase dez anos, e ainda usam como ferramenta. A gente está num país que foi influenciado por três impérios ao longo da história: Portugal, Inglaterra e agora os Estados Unidos. Então a gente olha pra essas empresas de um jeito meio cínico: sim, sim, já conhecemos essa história.Mas, ao mesmo tempo, ano passado, o Pew Research Center fez uma pesquisa sobre como o mundo enxerga a IA, e o sul global é bem mais otimista do que o norte. Uma das razões é a ideia de democratizar — não só informação, mas: ah, finalmente eu posso montar uma startup, sair desse lugar de exploração e criar o unicórnio de um bilhão de dólares. Os números são grandes na China. Países em desenvolvimento veem muito mais benefício do que risco na IA.China, 83%. Tailândia, 77%. Holanda, 36%. Canadá, 40%. Será que a gente está deixando passar alguma coisa? A gente está certo? Isso está democratizando mesmo? Até que ponto?Karen Hao: Provavelmente tem duas razões. Uma é que muitos dos danos que a indústria de IA causa à maioria global são bem escondidos. Ela se esforça muito pra esconder como polui o ambiente dessas comunidades, como explora e devasta a mão de obra, deixando traumas psicológicos — como documento no livro.E, recentemente, li um artigo de opinião no New York Times que trazia um bom ponto: muitas economias desenvolvidas estão especialmente atentas ao potencial da IA de desmontar oportunidades de emprego de tempo integral. A gente começa a ver isso cada vez mais. Já na maioria global, muito mais gente vive em economias informais, e aí a ideia de que a IA vai tomar um emprego de tempo integral não pesa tanto.Então os danos mais visíveis — a erosão do emprego formal de tempo integral — pesam mais no norte global, ou pelo menos é lá que as pessoas se sentem mais ansiosas. E os danos invisíveis, que atingem o sul global, ninguém percebe tanto, justamente porque são invisíveis. É meio por isso que tanta gente sente essa divisão que aparece na pesquisa do Pew.Cris: Eu tenho acompanhado as notícias sobre IA no Brasil, e toda semana tem um novo data center sendo construído em alguma cidade. Isso é vendido como uma coisa boa: que ótimo investimento, gera emprego. E me fez pensar de novo — a gente passou por três impérios, mas algumas famílias no Brasil, e aposto que em outros lugares também, estão no poder há 500 anos ao longo da história do país.Então, ao mesmo tempo, a gente pensa: é, estamos sendo explorados, é a mesma coisa. Eu já não tenho emprego, então deixa eu usar essa tecnologia pra melhorar minha vida. Mas as pessoas que realmente tomam as decisões, de novo, nos últimos 500 anos, se perguntaram: como a gente ajuda esse pessoal a explorar nosso país de um jeito que nos mantenha no poder e nos dê muito dinheiro?Mas também foi verdade que, sei lá, a Volkswagen abre uma fábrica no Brasil e aquilo gera emprego, contrata gente pro chão de fábrica e pros escritórios. Como é que isso é diferente com a IA?Karen Hao: De certa forma, não é diferente. Existe um fenômeno parecido: a indústria de IA terceiriza muitos dos trabalhos que ela não quer dentro dos centros de poder, e joga isso pra comunidades empobrecidas, do mesmo jeito que outras multinacionais fizeram por décadas.Mas também é diferente, porque a escala dos impactos trabalhistas e ambientais da IA é completamente outra, muito maior que a da indústria automobilística ou da moda. E a velocidade é outra, porque são tecnologias digitais que atravessam fronteiras muito rápido.E é diferente porque a maioria das pessoas não percebe que a IA, mesmo sendo tecnologia digital, tem uma cadeia de suprimentos muito física e intensiva em mão de obra manual.Quando você compra roupa, café, um carro, é mais óbvio que existem materiais que precisam ser extraídos e depois manuseados por pessoas pra criar aquele produto. Já com a IA, a maioria aceita a narrativa que o Vale do Silício projeta: a de que isso vem da “nuvem”, desses espaços etéreos que parecem nem existir no planeta. E a verdade é exatamente o oposto.Ela depende de uma quantidade extraordinária de extração mineral. Depende da construção de infraestruturas enormes — data centers, instalações de supercomputação espalhadas pelo mundo. E depende de muita, muita mão de obra manual: trabalhadores de dados que limpam, preparam e moderam o conteúdo dos sistemas de IA que chegam até você quando usa o ChatGPT.É isso que a torna tão diferente. E há também uma ideologia completamente diferente sustentando a expansão da IA. Quando você conversa com executivos da moda, eles não vão dizer: se você não comprar nossa roupa, vai pro inferno.Já a indústria de IA diz: se você não nos deixar capturar cada vez mais terra, mais recursos e mais mão de obra pra produzir essas tecnologias, vamos ter uma destruição civilizacional. Isso é, ao mesmo tempo, retórica política usada como arma pra moldar o debate público e a cabeça de quem formula políticas, e também está enraizado num sistema de crenças — algumas pessoas dentro dessas empresas realmente acreditam que, se uma AGI fosse construída, e construída nas mãos erradas, isso levaria mesmo a esse tipo de destruição.E é isso que move a sede cada vez maior da indústria por mais capital, mais recursos e mais terra.Cris: Eu quero falar sobre AGI, mas antes: ano passado, a OpenAI estava sendo processada no Reino Unido por violação de direitos autorais, basicamente todos os livros do mundo digitalizados e usados pra treinar modelos. E um dos executivos disse ao júri: bem, se a gente não puder fazer isso, fecha as portas. Me chocou que muita gente reagiu com um “ah, tá, o que a gente pode fazer? Eles vão fechar as portas”.Em parte porque a gente já está acostumado com essa narrativa. Outro dia, numa conferência, um ex-CEO dizia: a gente teve que usar embalagem de plástico porque é mais barata que papel, senão prejudicaria nosso resultado. E a plateia reagia: ah, então é só fechar as portas — a sociedade não pode arcar com isso.Mas isso também, como você disse, se conecta à ideia de uma grande missão, uma missão de salvar o mundo, que a gente precisa cumprir antes que seja tarde, senão estamos condenados. OpenAI está literalmente no nome — só que em português não é tão direto: é “inteligência artificial aberta”.Foi criada a partir de um sonho, um projeto que era pra ser uma coisa pro bem comum. Em 2019, num tempo bem distante, antes da pandemia, você cobriu a OpenAI, foi até o escritório deles, ficou lá dentro. O que você viu? E, mais importante, como essa missão mudou? O Elon Musk os processou outro dia justamente por mudarem a missão. Isso alguma vez foi verdade? Em algum momento eles pensaram mesmo “ah, a gente vai salvar o mundo”?Como essa narrativa de ser aberta funciona com a OpenAI?Karen Hao: Quando comecei a cobrir a OpenAI, levei a sério o que eles diziam — que tinham sido recrutados com a missão de beneficiar toda a humanidade. E aí, quando me infiltrei na empresa, fui ficando bem mais cética, porque via como eles operavam de um jeito completamente diferente, portas adentro, do que diziam em público.Diziam que iam publicar todas as pesquisas e abrir o código de tudo, e na prática eram uma das organizações mais secretas que já cobri. Eram muitas discrepâncias, e, na época, presumi que tinha havido algum tipo de corrupção que os levou a abandonar a missão original. Depois de cobrir a empresa por mais alguns anos e de trabalhar neste livro, mudei de ideia até sobre a missão original.Não acho mais que ela era um esforço sincero e generoso de beneficiar a humanidade. A missão foi criada pra dar à empresa — na época, uma organização sem fins lucrativos — uma margem de manobra extraordinária pra depois levantar muito capital, acumular muito talento e perseguir a força motriz de verdade por trás de tudo aquilo: se tornar a força dominante no desenvolvimento de IA.E penso assim agora porque, quando você olha pras narrativas de cada nova empresa de IA no começo — a Anthropic, a xAI, a Safe Superintelligence do Ilya Sutskever, a Thinking Machines Lab da Mira Murati —, todas usam a mesma narrativa da OpenAI: nós somos os mocinhos, eles são os bandidos.É por isso que precisamos criar uma nova empresa que avance a IA do nosso jeito, não do deles. E você começa a perceber, por esse padrão, que eles repetem a mesma coisa em parte porque acreditam nela até certo ponto, mas também porque ela funciona muito bem com a imprensa, com o público, com quem formula políticas.No livro, eu reproduzo os e-mails internos que Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman trocavam nos primeiros dias da OpenAI. Eles tinham plena consciência de que estavam criando uma missão que soasse bem para o público. E o propósito de verdade, que também deixaram registrado nesses e-mails, era vencer o Google. Viam o Google como a força dominante em IA e queriam ser eles essa força.Não gostavam de ver o Google na frente, então inventaram justificativas: o Google é uma empresa com fins lucrativos, então nós vamos ser sem fins lucrativos. Mas, no fundo, acho que era puro ego: tem que ser a gente, não eles, a gente quer ser quem lidera isso.E aí passaram um tempão moldando essa missão pública, que acabou sendo super útil pra recrutar o primeiro grupo de pesquisadores e turbinar o avanço deles.Cris: Então agora é um bom momento pra falar de AGI, a inteligência artificial geral. Muita gente pergunta: o que é AGI? O que “geral” quer dizer? E a impressão que peguei lendo seu livro é que, por design, isso nunca fica claro de verdade, porque é um alvo móvel. Essas empresas um dia vão dizer “chegamos, alcançamos a AGI”? Ou o plano é sempre “não, não, ainda não chegamos, me dá mais dinheiro, me dá mais poder”?Qual é o papel da AGI na narrativa dessas empresas?Karen Hao: Já que a gente está falando de ficção científica, eu costumo usar a analogia de que o mundo da IA é meio como Duna. Em Duna, o personagem principal, Paul Atreides, entende, ao chegar no planeta Arrakis, que o povo de lá foi semeado com um mito: o de que um dia viria um Messias pra libertá-los. Ele sabe que é um mito, mas decide entrar nele e agir como se fosse o Messias pra controlar melhor aquele povo.E, vivendo, respirando e encarnando esse mito dia após dia, ele começa a perder a noção de que é um mito. Passa a se perguntar se o mito era mesmo verdadeiro ou se foi ele quem o tornou verdadeiro. É essa confusão entre mito e realidade — ele vive num espaço intermediário, sem ter mais certeza do que é verdade e do que é ficção.E trago isso pra responder sobre a AGI porque a AGI é, ao mesmo tempo, um mito e algo que os líderes e os trabalhadores dessas empresas vivem, respiram e encarnam dia após dia, a ponto de perderem a noção do que é mito e do que é realidade. É a ideia de um sistema de IA teórico que um dia igualaria as capacidades humanas. Só que a gente nem tem consenso científico sobre o que é inteligência humana.Por isso, de certa forma, por design, é um termo bem maleável, que deixa essas empresas fazerem o que quiserem. Elas definem e redefinem a AGI conforme a necessidade, movem a trave pra onde quiserem. E, ao mesmo tempo, isso é sustentado por uma crença genuína de certas pessoas lá dentro, por causa dessa confusão entre mito e realidade. Pelas minhas contas, a OpenAI já usou pelo menos quatro definições diferentes de AGI.A primeira está no site deles: “sistemas altamente autônomos que superam humanos na maioria dos trabalhos economicamente valiosos”. É uma definição de automação do trabalho — eles dizem, de forma explícita, que estão atrás dos empregos mais bem pagos. A segunda apareceu no contrato com a Microsoft, por um tempo a maior investidora deles: ali, a AGI virou um sistema que geraria 100 bilhões de dólares em receita.Ou seja, uma definição feita pra incentivar a Microsoft a investir. Já o Sam Altman disse ao Congresso que AGI é um sistema que cura o câncer e resolve a mudança climática — uma definição de benefício social, muito útil quando você quer que os reguladores não te regulem.E, por fim, quando falam com o consumidor, dizem que vai ser o melhor assistente digital que você já teve — porque, claro, estão tentando vender o produto.E aí você percebe duas coisas. Primeiro, que é um conjunto de definições completamente incoerente. Segundo, que eles trocam de definição conforme o público que querem convencer. Mas também tem gente nessas empresas que acredita de verdade que está construindo uma tecnologia capaz de dar conta das quatro coisas.Então é uma realidade bem confusa e complicada: o que a AGI de fato é, e pra que ela serve, para essas empresas, para a agenda delas e também para as crenças delas.Cris: Como ex-funcionário da Meta — entrei em 2013 —, a missão era unir o mundo e torná-lo mais aberto e conectado. É uma missão incrível. E tem uma coisa que eu sempre digo, porque muito amigo meu vem falar comigo, “ah, esse cara da OpenAI, ou a própria Meta, são maus”. Eu conheci muita gente na empresa. Nunca conheci uma pessoa mal-intencionada.Todo mundo, independente da missão, era gente boa tentando entregar o melhor produto possível, pra dar poder a quem tem um pequeno negócio, por exemplo. Tenho amigos pessoais que construíram a empresa deles em cima da publicidade do Facebook e do Instagram. E esse é justamente o problema, porque ainda assim é uma corporação muito má, pelo que ela causa ao mundo pra bater as metas de negócio.Ou seja, você não precisa de um vilão tipo Lex Luthor pra causar um estrago desse tamanho no mundo. E adorei a referência a Duna. Duna é engraçado: é o livro que eu mais reli na vida que não foi escrito pelo Tolkien. Li o primeiro Duna umas três vezes, e toda vez é como se fosse um livro diferente. Na primeira, eu era adolescente, e era só o Paul Atreides, o cara durão.Na segunda, eu morava no Canadá e li com olhos de estrangeiro, pensando em colonização. E na terceira vez foi quando os filmes do Denis Villeneuve saíram, e aí era: ah, o Bene Gesserit criou esse mito, isso é meio pós-moderno. Narrativamente, fico me perguntando o que vai significar pra mim se eu ler uma quarta vez.Karen Hao: Eu ia te perguntar isso. Quando você disse que cresceu numa época cheia de ficção científica falando das maravilhas da tecnologia, fiquei curiosa: que histórias você estava lendo? Porque muita coisa que saiu nos anos 70 e 80 dizia exatamente o oposto. E muita gente já apontou que os executivos de tecnologia de hoje, que vivem citando essas histórias, interpretam elas justamente ao contrário da intenção original.Cris: Concordo plenamente. Mas, respondendo: foi basicamente Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. E é por isso mesmo — os executivos de tecnologia, e o Elon Musk mais que todos, leem esses livros como receita, não como aviso. O livro de que eu mais me lembro, nem lembro o título, era um do Asimov em que ele descreve o elevador espacial que aparece na série da Apple TV, Fundação.E o enredo é: eu sou esse engenheiro brilhante, quero construir essa coisa no Sri Lanka, mas o governo trava tudo com regulação — eu sou um gênio e a regulação é a vilã. Hoje eu leio e penso: ah, sei. Mas, quando garoto, era só “olha, um elevador espacial, que genial, a gente nem precisa de foguete”. E aí você começa a entender. E aí eu parei de ler esses caras.E passei a ler gente com uma visão completamente diferente: o Ted Chiang, que entrevistei ano passado, a N.K. Jemisin, o Cory Doctorow, de quem sou muito fã. E talvez eles sejam mais explícitos, pra gente burra como eu entender: “não, bobo, a analogia é essa”. Mas Duna era incrível — vermes gigantes de areia, o tal garoto durão, e aquela coisa do “eu não aceito o meu destino”.Tenho esse grande destino, mas não quero ele. Do resto da série eu já não gosto tanto. Mas o mais importante de tudo: Duna gerou o melhor GIF de filme de todos os tempos, o “Lisan al Gaib” do Javier Bardem — que eu devia ter colocado durante a sua explicação, aquele “uau, ele está cumprindo a profecia, agindo como o profeta”.Mas, de novo, falando de vilões: você mencionou que essas empresas se colocam como o bem contra o mal, feito impérios antigos. Só que elas também jogam a carta da China, né? “Se a gente não fizer, a Rússia faz primeiro.” Só que a Rússia começou uma guerra e está ocupada demais. “Mas a China chega lá, e é por isso que a gente tem que ser fechado.” É por isso que Mythos e Fable e agora o GPT-5.6 foram proibidos pelo governo. Isso tem fundamento?Quero saber se é possível a China competir — quero mesmo essa resposta — mas também porque, desde toda essa conversa do Fable-Mythos, países como Índia e Brasil vêm dizendo que precisam de um modelo soberano. Dá pra fazer, ou a OpenAI, a Anthropic e o Google estão tão à frente que já não dá?Karen Hao: Sobre a China: você está certíssimo, o Vale do Silício usou por anos a carta do “e a China?” pra escapar de qualquer responsabilização de verdade. Fizeram muito isso na era das redes sociais.A Meta fez muito isso, com o Mark Zuckerberg dizendo ao governo dos EUA: vocês não podem nos regular, senão a gente perde. Mas, se a gente ganhar, vai ter um efeito liberalizante no mundo e nas democracias em todo lugar. E, infelizmente, o que a gente viu foi que jogar essa carta repetidamente produziu exatamente o efeito contrário do que o Vale do Silício prometeu.Uma das empresas de rede social dominantes dessa era é a ByteDance. Ou seja, mesmo sem regulação das redes sociais nos EUA, existe uma empresa chinesa de rede social bem dominante. E as redes sociais estadunidenses acabaram tendo um efeito antiliberal no mundo — é bastante consensual que enfraqueceram democracias em todo lugar. E aí, na era da IA, elas seguiram jogando a mesma carta.Mas o que eu sempre aponto é que a gente definitivamente não devia acreditar nelas. Já existe evidência significativa de que tudo o que elas dizem está, de novo, se provando o oposto. Elas disseram: não regulem a gente como empresas de IA, regulem a China, via controles de exportação — um mecanismo do governo dos EUA com alcance extraterritorial.Só que as empresas chinesas agora estão produzindo modelos de IA de código aberto extremamente eficientes, que viraram super populares no próprio Vale do Silício. Existe um monte de startup de lá que prefere usar modelo chinês a OpenAI, Anthropic ou Google.Então, nesse sentido, é um conjunto de evidências bem decisivo, acho, pra mostrar que a gente devia simplesmente responsabilizar essas empresas, não importa o que digam sobre “ah, vamos perder pra China”. No fim das contas, é só retórica política. Não é um argumento real que elas consigam sustentar pra escapar da responsabilização.Responsabilizá-las vai fortalecer a democracia pelo mundo, vai trazer mais direitos humanos, trabalhistas e de privacidade de dados pras pessoas — é sempre o contrário do que elas dizem que aconteceria. E, sobre a sua pergunta em torno da IA soberana: acho a ideia realmente importante, mas acho também que muitos países estão meio confusos sobre o que querem dizer com isso.Muitos governos, hoje, pensam a IA soberana pela pergunta: a gente consegue construir o nosso próprio ChatGPT? O nosso próprio grande modelo de linguagem, o nosso sistema de IA generativa? Estão olhando só pro modelo que o Vale do Silício já definiu e tentando descobrir como recriar aquilo.E o que eu digo pra quem formula políticas é: defina pra que a IA serve no seu país, no seu contexto. Quais são, no fim das contas, os objetivos do seu país? Os objetivos do seu povo? E também os nossos objetivos coletivos, entre países?Porque a gente tem, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Já definimos coletivamente que há coisas que precisamos resolver juntos: superar a crise climática, reduzir a pobreza, melhorar a educação.E, enquanto o Vale do Silício adora dizer que está fazendo tudo isso, na prática não está. Mas a gente poderia — poderia desenvolver, de forma colaborativa, sistemas de IA que realmente avançassem em cada um desses objetivos coletivos que já acordamos.E cada país também devia fazer o exercício: quais objetivos você quer alcançar, e que tipos de sistema de IA você poderia desenhar pra chegar lá — sistemas que talvez não se pareçam em nada com um grande modelo de linguagem. Se os países fizessem isso, acho que descobririam que a maioria dos sistemas de que precisam exigiria muito menos recursos.Ou seja, contextos como o Brasil, a Índia e outros, quando não precisam competir construindo essas infraestruturas de computação gigantescas e gastando centenas de bilhões de dólares, na verdade já têm, localmente, todos os recursos necessários pra desenvolver um sistema de IA soberano.Cris: Quando ouvi falar do seu livro pela primeira vez, uma amiga me disse que você não poupa ninguém — fala mal do Sam Altman, mas também do Dario Amodei. E as pessoas costumam escolher um lado. Eu sou time Claude, odeio o ChatGPT, essas coisas. Então cheguei no livro pensando: ah, é mais um livro dizendo que a IA é terrível, que a gente não devia usar IA.Mas, conforme fui lendo, e ouvindo outras entrevistas suas, me pareceu que o seu problema é justamente o que você acabou de descrever: a forma como essa tecnologia é feita. E, em especial, a palavra escala — a ideia de que a solução é a escala. O que você quer dizer com isso?Karen Hao: Eu costumo usar a analogia de que “IA” é como a palavra “transporte”: na verdade se refere a uma coleção de tecnologias que vão da bicicleta ao foguete. São tipos bem, bem diferentes de tecnologia, que exigem insumos diferentes pra se desenvolver e depois têm impactos diferentes na sociedade.E você está certo: sou especificamente crítica ao que chamo de “foguetes da IA”, os sistemas que os impérios da IA estão desenvolvendo, aqueles que exigem uma quantidade enorme de exploração de mão de obra e extração ambiental.E sou bem otimista com o que chamo de “bicicletas da IA”: sistemas especializados, eficientes, com bom custo-benefício, governáveis pelas pessoas, cujo desenvolvimento pode ser participativo. Países como o Brasil, o Chile, a Índia, qualquer contexto, têm recursos pra desenvolver e se autodefinir, em vez de simplesmente herdar um sistema criado pelos dois únicos centros do mundo capazes de gastar uma quantidade extraordinária de capital: o Vale do Silício e o ecossistema tecnológico chinês.E o motivo pelo qual eu acho tão corrosivo o que os impérios da IA estão desenvolvendo é exatamente o que você disse: a forma como eles fazem isso, por um mecanismo de força bruta pra avançar as capacidades da IA em escala. Eles vão simplesmente empurrando cada vez mais dados de treinamento nesses modelos, e isso exige corroer a privacidade das pessoas, tomar a propriedade intelectual delas e, ainda por cima, baixa a qualidade dos dados que entram nos modelos — o que leva aos danos de exploração de mão de obra, porque aí você tem que dar conta da moderação de conteúdo.E aí você tem pessoas psicologicamente traumatizadas por serem expostas a todo aquele conteúdo horrível que se tenta “lavar” através desses modelos.E aí vem o problema dessas infraestruturas de computação enormes, com impactos ambientais que aumentam a conta de luz das comunidades que as hospedam e agravam a crise de custo de vida. Elas precisam ser alimentadas por fontes fósseis, que jogam mais carbono na atmosfera e mais poluição no ar dessas comunidades.Então todos os problemas que eu identifico, no que têm de corrosivo, derivam inteiramente da abordagem deles pro desenvolvimento de IA. Por que não descartar a abordagem, em vez de descartar a tecnologia? Redefinir e redesenhar de que tipos de sistema de IA a gente precisa de verdade, com uma cadeia de suprimentos fundamentalmente diferente. E isso não é exclusivo da IA.A gente já viu muitas outras indústrias que começaram com uma cadeia de suprimentos bem ruim. A moda, por exemplo: muita degradação ambiental, muita exploração de mão de obra.Com muita organização, protesto, ação de consumidores, regulação governamental e cooperação entre governos, a gente conseguiu criar mercados novos pra moda sustentável e ética, cadeias de suprimentos novas e inovações pra fazer roupa mais saudável pras pessoas e pro planeta.E é basicamente isso que eu defendo: transformar a indústria de IA do mesmo jeito que transformamos a moda, e as cadeias de suprimento de alimentos. Assim a gente fica com os benefícios da tecnologia, ajuda ela a avançar os objetivos que importam pra gente, sem jogar uma fração enorme da população mundial numa condição atrasada e numa qualidade de vida pior.Cris: O Brasil está agora, no Congresso, discutindo a escala de seis dias por semana. A regra atual é: você trabalha seis dias e descansa um. E muitas empresas, o comércio principalmente, dizem “vamos fechar as portas”, e os trabalhadores respondem “isso é problema seu, não meu”. É mais ou menos a mesma narrativa dessas empresas de IA: se eu não usar a sua água, a Idade das Trevas está chegando.Falando em Idade das Trevas, e falando em bicicleta: a sua analogia me lembrou uma coisa. Eu gosto de jogo de zumbi, de mundo aberto, e em nenhum deles tem bicicleta. Num desses jogos, instalei um plugin que deixava andar de bicicleta — você acha uma e sai pedalando. E aí entendi por que não tem bicicleta: desbalanceia tudo. Parte da graça do jogo é você precisar achar um carro, e daí pneu, gasolina, comida pra carregar. De bicicleta, você vai a qualquer lugar.E eu pensei: ah, é. Meio que estraguei o jogo pra mim, porque agora tenho uma bicicleta, é incrível. Enfim, em termos práticos: no fim do ano passado, uns meses atrás, a revista Wired publicou um artigo pedindo pra jornalistas de tecnologia contarem como usam IA no trabalho. E cada um usava de um jeito. Você usa IA no seu trabalho? Como?Karen Hao: Eu não uso nenhum sistema de IA generativa no trabalho — nem ChatGPT, nem Gemini, nem Claude. Por três motivos. O primeiro é uma postura ética, depois de tanto investigar essas empresas. O segundo é privacidade de dados: eu investigo essas empresas.Não quero que elas conheçam todo o meu raciocínio enquanto eu apuro o livro, literalmente investigando elas. E o terceiro é que, no meu caso específico, a força do meu trabalho está na capacidade de construir relações fortes com as fontes, pela empatia, e de contar histórias envolventes, pela narrativa. E os grandes modelos de linguagem simplesmente não são a ferramenta certa pra nenhuma das duas coisas.Não vão melhorar a minha empatia nem a minha escrita. Então eu não perco nada com essa postura ética: simplesmente corto essas ferramentas e sigo fazendo o meu trabalho muito bem. Pra outros jornalistas pode ser diferente, e pra quem está em outras áreas o cálculo pode ser outro.Mas eu incentivo as pessoas a pensarem primeiro: quais são as suas forças no trabalho? Quais são os seus objetivos? E aí ir de trás pra frente pra descobrir se a IA é a ferramenta certa, qual tipo de IA é a ferramenta certa, e qual fornecedor você quer de fato usar, apoiar, votar com os pés. Agora, eu uso, sim, IA preditiva.Aquelas ferramentas de IA especializadas, as “bicicletas da IA”, digamos. No livro, tinha um detalhe que eu queria muito ilustrar: como a OpenAI deu um salto quando passou de organização sem fins lucrativos a um empreendimento bancado pela Microsoft. Percebi que as cadeiras do escritório ficaram bem mais caras. Então fotografei as cadeiras de um escritório e as do outro.E joguei tudo na busca reversa de imagens do Google, que é um sistema de IA especializado — não é baseado em grandes modelos de linguagem, não é IA generativa. Assim descobri quanto essas cadeiras costumam custar. No primeiro escritório, cerca de 2 mil dólares por cadeira. No segundo, eram cadeiras de um designer brasileiro famoso, uns 10 mil dólares cada.Coloquei esse detalhe no livro pra ilustrar o tipo de riqueza e de concentração de recursos de que a gente está falando. Esses são alguns dos jeitos como eu uso IA, ainda que de forma bem limitada, sempre pontual, quando acho que vai ajudar. E, claro, uso ferramentas de transcrição por IA — outra IA especializada — em todas as minhas entrevistas.Cris: Essa foi uma das partes em que a minha cabeça explodiu, eu nunca tinha percebido: a OpenAI criou o Whisper. Deixa eu dizer de outro jeito, do meu ponto de vista. A OpenAI liberou abertamente essa ferramenta incrível de transcrição, o Whisper, em que eu jogo o áudio e ela me devolve as palavras que as pessoas disseram. E eu pensei: ah, que generoso da parte deles.Mas o motivo real de terem criado a ferramenta foi pegar todos os vídeos do YouTube, transcrever e alimentar a máquina. E aí é: ah, claro. Enfim, falando de ferramentas e de otimismo — a gente está chegando ao fim da conversa. Eu tenho uma regra desde o episódio dois deste programa, há oito anos: de novo, como eu disse do seu livro, não pode ser só uma lista de reclamações e coisa ruim. E a gente tem se saído bem até aqui.Você falou de caminhos e de bicicletas, mas eu quero ser mais específico. Se isso aqui fosse uma reunião de negócios: qual é o plano de ação, quais são os próximos passos? Só que uma das coisas que eu repito bastante, na vida e neste programa, é que problema sistêmico não se resolve com ação individual. Se eu tomar banhos mais curtos, isso nunca vai salvar o planeta do aquecimento global.E muitos amigos meus simplesmente: não quero falar de IA, não quero usar IA. Voltando aos videogames: leram que tal jogo usa IA e pronto, não vão jogar. E a minha primeira pergunta pra você é: como a gente ocupa esses espaços da IA generativa — ChatGPT, Gemini e por aí vai? Porque o que a gente viu com as redes sociais foi: ah, o Facebook é do mal, vou sair do Facebook. Ah, vou sair do Twitter.E, na esperança de quê, sei lá, talvez alguém diga: ah, sinto falta do Cris, cadê ele? Ah, está no Bluesky. Mas isso deixa o espaço aberto pra os radicais entrarem e postarem o que quiserem, sem ninguém contrapor ou tornar aquilo um lugar melhor. Então como a gente ocupa o espaço da IA — seja qual for a definição de “espaço da IA” que você preferir — com todos esses problemas que a gente vem discutindo?Karen Hao: Acho que tem duas categorias de ação pra gente pensar. Uma é desmantelar o império. A outra é investir e construir novos tipos de sistema de IA, que se tornem alternativas às tecnologias do império. Quando eu digo desmantelar o império, não estou dizendo que quero que a OpenAI, o Google, a Anthropic, seja quem for, simplesmente deixem de existir.É que eu não quero que elas sejam imperiais. Não quero que fiquem extraindo uma quantidade extraordinária de valor sem redistribuir nada em troca. Se elas voltassem a ser negócios que praticam uma troca justa de valor com o mundo, eu ficaria perfeitamente feliz com qualquer tecnologia que estivessem desenvolvendo.E a forma de desmantelar o império, acho, se resume a muita organização de base, que vai pressionar os governos a regular e responsabilizar essa indústria. No último ano, a gente viu uma quantidade incrível dessa organização de base florescendo pelo mundo.Recentemente, lancei com um grupo de jornalistas, pesquisadores de IA e acadêmicos críticos um projeto chamado AI Resist List, que busca documentar parte dessa organização de base pelo mundo. A gente encontrou cerca de 30 exemplos, de todas as regiões, de ações individuais, institucionais e movidas pela comunidade.Tinha ação artística, ação política. E isso mostra bem o seu ponto: não dá pra contar só com a ação individual, mas o indivíduo pode, sim, ter impacto. Até uma ação pequena pode gerar um grande efeito cascata. Claro que se juntar com os vizinhos pra protestar contra o data center é ainda mais eficaz. Se juntar dentro da sua escola ou universidade pra protestar contra a parceria dela com uma empresa de IA também é mais eficaz.Se juntar com os colegas de trabalho de um setor pra barrar a adoção de uma IA que corrói os direitos trabalhistas é mais um jeito eficaz. A gente tem um monte desses exemplos. Um dos meus favoritos é o de uma comunidade sobre a qual escrevi no livro, Quilicura, no Chile, na periferia de Santiago. É uma comunidade da classe trabalhadora, bem pobre, que vem sendo alvo incessante da expansão de data centers.E por isso protestaram de forma bem aguerrida contra essa expansão, porque não acharam bom negócio hospedar essas instalações sem tirar nenhum benefício, enquanto elas consomem uma parte significativa dos recursos naturais da região.E, logo depois que escrevi sobre eles, foram além na resistência e criaram uma plataforma chamada Quili.ai. É um site em que você entra e que parece um chatbot, parece o ChatGPT: tem uma interface de chat pra você digitar. Só que, quando você faz uma pergunta, em vez de um modelo de IA responder, a mensagem é encaminhada pra alguém que mora em Quilicura, no Chile. Aí, se você pede “quero a imagem de um cachorro”, aquilo vai pro artista local deles, o Benji. Ele pega um pedaço de papel, desenha um cachorro, tira uma foto e te manda de volta.Eles fizeram isso essencialmente como um projeto de arte performática, pra fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de usar IA generativa pra bobagem. A mensagem era: ei, quando você fica brincando com essas ferramentas em pedido besta, isso afeta comunidades como a nossa, drena os recursos de que a gente precisa pra viver bem.E também queriam levar as pessoas a pensar: por que não perguntar pra alguém da sua própria comunidade aquela receita que você procurava, ou pedir aquela imagem? Porque aí você reconstrói as conexões que estão tão em falta na sociedade — a falta delas é o que nos deixa mais vulneráveis a esse tipo de colonização do império.Eles deixaram o projeto aberto por 24 horas, e qualquer pessoa no mundo podia mandar um pedido. Receberam uma quantidade extraordinária deles. Viralizou de vez. E essa cidadezinha conseguiu uma virada enorme de narrativa sobre a suposta inevitabilidade e necessidade dessa tecnologia, sobre tudo o que o Vale do Silício diz — que, se você não usar, vai ficar pra trás de quem usa.E esse é só um exemplo, entre muitos, de como pessoas comuns, não importa a sua posição na sociedade, podem ter impacto real no debate, na consciência pública e até na regulação. A gente está vendo isso agora com os protestos contra data centers. Nos EUA, em 2025, cerca de 150 bilhões de dólares em projetos de data center foram travados.Isso virou uma das questões políticas mais quentes nos EUA para as próximas eleições de meio de mandato. Tem gente eleita sendo literalmente tirada do cargo por ter aprovado data centers, contrariando a vontade do povo. E isso já está tendo efeito real sobre as empresas e sobre a trajetória do desenvolvimento de IA.A OpenAI teve que encerrar recentemente a sua ferramenta de geração de vídeo, o Sora. Quando lançaram, apresentaram como o segundo produto mais importante desde o ChatGPT. O que aconteceu entre o lançamento e o fim? Uma reportagem do Wall Street Journal apontou três motivos, todos moldados por ação de base. Um: um gargalo enorme de capacidade de computação.Muitos dos data centers travados ou parados eram da OpenAI. Dois: um cenário financeiro bem mais incerto. A OpenAI está se preparando pro IPO, o que significa ficar mais exposta a Wall Street — e Wall Street está cada vez mais nervoso com a capacidade dessas empresas de cumprir o que prometem.E aí a OpenAI teve que reforçar alguns projetos paralelos pra fazer o balanço parecer um pouco melhor aos olhos de Wall Street. E, terceiro: os consumidores simplesmente não estavam usando o produto — o que também é ação coletiva de consumidores. Então, por todo esse tipo de resistência, de várias formas, de baixo pra cima, as pessoas estão de fato tendo impacto real na indústria e responsabilizando ela.Essa é a primeira categoria de ação. A segunda é: ok, que tecnologias de IA a gente usaria como alternativa? E aí a gente precisa investir mais nelas. Muitas vezes, quando converso sobre o livro, a pessoa diz: ok, me convenci de que não quero usar ChatGPT, não quero usar Claude — mas então uso o quê no lugar?E o problema é que eu não tenho muitas respostas pra essa lista de alternativas. Tem umas poucas aqui e ali, uma plataforma, uma empresa.Cris: Dá pra rodar o modelo no seu próprio computador, como o Cory Doctorow faz, mas aí é limitado e…Karen Hao: Exatamente, exige mais habilidade técnica. Mas, pra quem consegue instalar modelos de código aberto no próprio computador, eu incentivo 100%. Só que a gente também precisa de mais gente desenvolvendo interfaces bem fáceis pra esses modelos de código aberto, pra que qualquer pessoa consiga usar.A gente também precisa de mais gente desenvolvendo “bicicletas da IA”, de investidores e governos investindo mais nesse tipo de solução, e de talento — pesquisadores de IA, desenvolvedores e outras pessoas dispostas a sacrificar um pouco e abrir mão dos pacotes de remuneração enormes.Cris: Eu estava começando a achar que agora as empresas precisam ter menos lucro — e isso nunca vai acontecer.Karen Hao: Não, não é a empresa ter menos lucro. É o trabalhador topar abrir mão do pacote de milhões de dólares pra levar o talento dele pra outro lugar. Mais fácil, bem mais fácil. Eu converso com muito pesquisador de IA cansado da abordagem da indústria, porque ela é completamente sem criatividade intelectual.Eu conversei com pesquisadores que não passaram seis anos num doutorado em IA só pra ficar empurrando mais dados na máquina — pra eles, é o trabalho mais chato do mundo. E depois automatizar a programação, que era justamente o que eles gostavam de fazer. Converso com tanta gente que já não acha graça nenhuma nisso. Estão meio presos por “algemas de ouro”.E estão tentando descobrir, dentro de si, que carreira alternativa poderiam ter. Eu costumo incentivar esses pesquisadores a gastar o talento deles construindo um tipo diferente de empresa, que trabalhe com “bicicletas da IA”. E a gente já começa a ver cada vez mais desse talento indo por aí.E a gente precisa que todas as facetas da sociedade invistam num ecossistema muito mais robusto e rico de tecnologias de IA, capaz de substituir as que hoje dominam. Eu ainda tenho as cicatrizes das minhas próprias “algemas de ouro”, mas concordo plenamente.Cris: E as redes sociais são o exemplo — veja o que aconteceu com elas. Tem aquela frase famosa: as mentes mais brilhantes da minha geração passam o tempo fazendo as pessoas clicarem em anúncios. E ainda dizem: ah, isso pode ser o futuro. Pois é.Você contou a história do Quili.ai e isso me lembrou um dos primeiros criadores de conteúdo do Brasil, o Cid Não Salvo. Uns 10, 15 anos atrás, ele tuitou o seguinte: “Gente, eu disse pro meu pai que, sempre que ele precisar pesquisar alguma coisa na internet, é pra ir no Twitter.com e digitar a pergunta na caixa”. E olha que ele tinha milhões de seguidores.E, por uns bons dias, quase um mês, você entrava no Twitter do pai dele e via perguntas tipo “onde eu compro pizza?”. Era engraçadíssimo. No fim, ele contou pro pai — ou talvez não. Mas eu adoro essa ideia. Antes de a gente terminar: você já deve ter respondido isso mil vezes, mas vai continuar cobrindo IA? O que está na sua cabeça, o que vem por aí? Turnê mundial? O que vem pela frente?Karen Hao: Com certeza estou pensando em como continuar responsabilizando essas empresas. Estou envolvida em várias colaborações, com gente incrível, em diferentes projetos ligados a isso. O AI Resist List foi um deles. Também co-criei um programa chamado AI Spotlight Series, com o Pulitzer Center, uma organização jornalística sem fins lucrativos que financia jornalismo investigativo pelo mundo.É um programa que treina jornalistas do mundo inteiro a cobrir IA por uma lente de responsabilização. Até agora, já treinamos mais de 3 mil. E eu sigo pensando em como construir mais capacidade dentro do jornalismo, da sociedade civil, de outros contextos, pra mobilizar ainda mais essa organização de base — pra conter de verdade os impérios da IA e ajudar a desmantelá-los.Cris: Adorei o seu exemplo da moda. É possível, já foi feito. Ou até a indústria automotiva. Ou o grande exemplo que a gente não mencionou, e que o pessoal da OpenAI vive citando: o Projeto Manhattan, a energia nuclear.O mundo não acabou. Quando eu era criança lendo Asimov, achava que ia tudo acabar num fogo nuclear. Enfim — alguma última palavra, alguma mensagem, algum palpite pros jogos do Brasil na Copa, alguma coisa que você queira dizer antes da gente encerrar?Karen Hao: No fim das contas, o que eu espero que fique desta conversa e do livro é o seguinte: neste momento, o Vale do Silício está concebendo a IA como um projeto político. E a característica central desse projeto é tirar a autonomia de todo mundo — a autonomia de moldar de verdade o próprio futuro e o nosso futuro coletivo. Mas, no instante em que você reconhece que já tem uma autonomia significativa pra resistir, o império começa a desmoronar.Então espero que as pessoas encontrem a própria voz, a afirmem, conquistem o seu lugar à mesa e se conectem com os vizinhos, com a comunidade, com os colegas de trabalho, pra criar mais movimentos juntos.Cris: Que ótimo. Karen Hao, o seu livro é O Império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total. Obrigado por vir ao Brasil conversar com a gente. Foi um prazer.Karen Hao: Muito obrigada.Uma das primeiras perguntas que anotei quando comecei a pensar nessa conversa foi justamente a do final, a da ocupação de espaços. Porque, como eu disse, quando as redes sociais chegaram para ficar, muita gente falou “ah, não vou usar, é do mal” — e aí as pessoas ruins, vamos chamar assim, acabam ocupando esse espaço e falando o que bem entendem. A gente precisa aprender essa lição agora, no mundo da IA.Fora que vejo muita gente falando de IA sem nunca ter usado — ou que usou, sei lá, dois anos atrás, acha que continua tudo igual e já diz que não quer chegar perto.E por quê? Porque essa abordagem de ocupar espaços é o que eu e a Ana Freitas buscamos fazer no IA em Curso, nossa comunidade de letramento contínuo em IA. Foi, aliás, uma conversa que tive com a Karen antes da entrevista: ao mesmo tempo que a gente fala do impacto da IA no mundo, também precisa focar no que é prático, no que dá para fazer hoje com IA, sem vender sonho nem desastre. A analogia que usei foi a de que é que nem quando a gente fazia curso de Word e Excel — é o que eu faço agora que vai facilitar minha vida, me fazer ganhar tempo, botar a IA para me ajudar. Quem viu minha conversa com a Ana aqui no Boa Noite Internet, no fim de 2025, sabe do que estou falando. Se não viu, volta lá e confere.Desde que a gente lançou este episódio, o IA em Curso já passou de 400 pessoas. Tem muita gente colocando projetos pessoais incríveis na rua, tirando do papel aquela ideia que rondava a cabeça há um tempão. E a comunidade tem mentoria ao vivo, aula gravada, newsletter, banco de agentes, grupo de Telegram… que mais? O que não falta é jeito de passar para você o conhecimento sobre IA de que você precisa hoje, agora. Quero te dar a bússola para navegar nesse universo.Se esse é o tipo de abordagem que você quer ter com a IA, passa lá no iaemcurso.com.br e usa o cupom BNI2026 para ganhar 20% de desconto no plano anual. Mas corre, porque daqui a duas semanas vou apagar esse cupom — não é todo dia que a gente dá um desconto desses.É isso. Boa Noite Internet, temporada 2026 começando — como todo ano, com mudança, ideia, projeto. Ou, como diz minha citação preferida de todos os tempos: “vivemos uma fase de transição, como sempre”. Espero ver você por aqui e lá no IA em Curso.Obrigado pelo seu tempo e pela sua atenção. Até o próximo episódio. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe

Carlos McCord
19/Jul | ESTOU PERMANECENDO QUANDO... | Passeio na Vinha (Carlos McCord) | Permanecer #200

Carlos McCord

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 5:19


Ministério PermanecerInstituto Jesus Cristo

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | QUEBRANTAMENTO ABENÇOADOR

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 3:47


LEITURA BÍBLICA DO DIA:  TIAGO 2:3-6 PLANO DE LEITURA ANUAL: SALMOS 23–25; ATOS 21:18-40  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Curvado e utilizando uma bengala, seus 60 anos de liderança espiritual evidenciam que o reverendo William Barber II confia em Deus, a fonte de sua força. Em 1993, ele recebeu o diagnóstico de uma doença que funde as vértebras da coluna. De forma não tão sutil lhe disseram: “Barber, descubra outra coisa para fazer além de pastorear, pois a Igreja não vai querer uma pessoa com deficiência física como pastor”. Ele ignorou o comentário ofensivo e Deus o usou não apenas como pastor, mas como uma voz poderosa e respeitada a favor dos desamparados e marginalizados. O mundo talvez não saiba lidar bem com pessoas com limitações, mas Deus sabe. Quem valoriza a beleza, a força bruta e o que o dinheiro pode comprar talvez não perceba o bem que acompanha a fragilidade indesejada. Vale a pena considerar a pergunta retórica de Tiago e o princípio entrelaçado nela: “não foi Deus que escolheu os pobres deste mundo para serem ricos na fé? Não são eles os herdeiros do reino prometido àqueles que o amam?” (TIAGO 2:5). Quando a saúde, a força ou outras coisas são reduzidas, a fé não precisa seguir o mesmo caminho. Pela força de Deus, pode ser o oposto. Nossa fragilidade pode ser o estímulo para confiarmos nele. Como ocorreu com Jesus, Ele pode usar nossa fragilidade para trazer o bem ao nosso mundo.  Por: ARTHUR JACKSON 

Si può fare
Preziosi, ma etici

Si può fare

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026


Quando scegliamo un gioiello, difficilmente ci chiediamo da dove arrivino i materiali con cui è stato realizzato. Eppure, dietro l'oro, le pietre preziose e gli altri metalli si intrecciano temi che riguardano l'ambiente, le condizioni di lavoro, la tracciabilità delle materie prime e le filiere produttive.Gli ospiti di oggi:Luca Parrini - presidente di Orafi ConfartigianatoRoberto Ricci - socio dell’Associazione Orafa LombardaFrancesco Belloni - co-fondatore del marchio Ethical Jewels. Primo brand in Italia per la gioielleria etica e sostenibilePiervittorio Antoniazzo - Presidente presso Uroburo

#DNACAST
O Trabalho Devolve - 18 de Julho

#DNACAST

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 2:38


Chame a Laila e descubra como eu posso te ajudar: https://bit.ly/laila-otrabalhodevolveSe você tivesse 15 minutos por dia, o que mudaria na sua vida?

Juanribe
Se tu podes, Senhor, cura-o (Mc 09 14)

Juanribe

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 66:35


il posto delle parole
Vincenzo Mazzaferro "Il torculare di Erofilo"

il posto delle parole

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 22:49 Transcription Available


Vincenzo Mazzaferro"Il torculare di Erofilo"La realtà è solo una storia da 0 a 987Mursia Editorewww.mursia.com«Solo se la ricerca e la cura delle malattie cresceranno nel solco umile e profondo del coraggio e del corretto agire del medico attento alle vicende umane potremo, tutti insieme, sperare di guarire.»Dall'antica Alessandria d'Egitto, dove il greco Erofilo disseziona per primo il corpo umano per cercare le ragioni del suo funzionamento, inizia il viaggio che, attraverso i secoli, arriva tra i banchi di quattro studenti universitari uniti dal sogno di cambiare il mondo. Diventati medici, Anna, Francesco, Mario e Umberto devono però affrontare la rivoluzione dell'intelligenza artificiale che sta ridisegnando la scienza. Quando uno di loro sarà chiamato ad affrontare il peso delle proprie scelte, le loro strade si incroceranno di nuovo, costringendoli a misurarsi con etica e responsabilità. Tra la precisione dei numeri e l'incertezza della biologia, passato e presente si intrecciano in un romanzo che esplora l'urgenza del restare umani mentre la tecnologia ci obbliga a ridefinire il senso del curare.Vincenzo Mazzaferro (Novara, 1957) è medico chirurgo, ricercatore e professore all'Università degli Studi di Milano. Formatosi negli Stati Uniti, è tornato all'Istituto Nazionale dei Tumori, dove ha aperto per primo la strada della cura di alcuni tumori con il trapianto di fegato. L'attenzione alle implicazioni sociali della medicina, della ricerca e dell'etica del lavoro ha da sempre alimentato il suo impegno e la sua passione per le scienze della vita.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/

Brasil-Mundo
Brenda Liz, uma brasileira em um restaurante 3 estrelas Michelin em Hollywood

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 5:04


Em uma discreta rua de West Hollywood, onde apenas 14 clientes por noite conseguem um lugar à mesa, uma brasileira está na cozinha de um dos restaurantes mais exclusivos do mundo. O Somni, comandado pelo chef catalão Aitor Zabala, conquistou três estrelas Michelin apenas sete meses após a inauguração – e todas de uma vez, um feito raríssimo e histórico na gastronomia mundial. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles Entre os cozinheiros responsáveis por manter esse alto padrão, está a capixaba Brenda Liz Rocha Vieira, de apenas 30 anos. Sua história revela não apenas o caminho de uma brasileira até um dos endereços mais cobiçados da alta gastronomia, mas também como a profissão de chef ganhou uma nova dimensão nas últimas décadas. Há pouco mais de 20 anos, cursar Gastronomia ainda era visto no Brasil como uma escolha pouco convencional. Hoje, impulsionada por escolas especializadas, reality shows e pelo reconhecimento internacional da culinária brasileira, a profissão passou a atrair jovens que enxergam na cozinha uma carreira de excelência. "Eu acho que mudou, sim. Eu acho que tem um pouco mais de respeito pela profissão. Antes, era a segunda, terceira opção de carreira", diz a chef. A paixão pela cozinha, ou a vontade de comer bem, veio muito antes das estrelas Michelin entrarem no seu horizonte. "Eu sempre tive muita curiosidade na cozinha, desde pequena. Cresci com a minha avó, e ela é uma cozinheira muito boa. Eu mudei para a casa da minha mãe quando era adolescente e ela não cozinhava. Eu comecei a sentir muita falta da comida da minha avó e quis muito aprender a cozinhar." Brenda formou-se em Gastronomia em Vila Velha (ES) e começou a carreira em restaurantes brasileiros até seguir para o exterior, onde transformou cada país por onde passou em uma etapa de aprendizado. "Eu sempre busquei trabalhar em restaurantes que tenham alguma coisa que eu não sei e preciso aprender", conta. Essa busca a levou para o Canadá e também para Barcelona, onde trabalhou em restaurantes estrelados. Foi ali que começou a acompanhar o trabalho de Aitor Zabala, um dos nomes mais respeitados da gastronomia espanhola. Quando soube que o chef reabriria o Somni em Los Angeles, decidiu criar a própria oportunidade: comprou passagem e pediu para passar um dia trabalhando no local para conhecer a cozinha. Brenda insistiu por uma vaga e o que não imaginava era que o chef também enxergaria nela o perfil que procurava. Segundo Zabala, experiência e talento podem ser adquiridos ao longo da carreira, mas o que ele considera indispensável é outra característica: “atitude”, contou o badalado chef espanhol. Brenda mostrou que tem esse ingrediente e o chef trouxe a brasileira para o seu elenco. Disciplina por trás das três estrelas Ao contrário do glamour que muitos imaginam, trabalhar em um restaurante três estrelas Michelin significa viver uma rotina rígida de disciplina constante. Em Los Angeles – cidade cheia de estrelas do cinema –, há apenas dois restaurantes que ostentam o topo do guia francês, que leva em conta a qualidade dos ingredientes, o domínio das técnicas culinárias, harmonia e equilíbrio dos sabores, a personalidade do chef e a consistência ao longo do tempo. Para conseguir o feito, o caminho é árduo e para manter a constelação, é necessário rigor e precisão absoluta. "O que eu quero muito é treinar o que você tem que aprender como profissional para ter um restaurante desse nível. O que eu vejo todo dia é muita disciplina, foco e consistência. Todos os dias, nos mínimos detalhes, são milhares de detalhes. Aqui, tudo é feito todos os dias. Nada congelado. Nada cortado antes. Nada. Tudo chega todos os dias, tudo é feito todos os dias". Conseguir uma mesa no Somni não é fácil. O restaurante, que recebe clientes do mundo inteiro, possui apenas 14 lugares e as reservas costumam se esgotar rapidamente. A clientela é confidencial, mas já passaram pelo local Selena Gomez, Kanye West e Aaron Paul, astro de Breaking Bad. A cozinha mistura raízes espanholas e catalãs com ingredientes californianos e técnicas francesas, sempre em um menu altamente criativo. Para Brenda, trabalhar nesse nível também significa cozinhar para pessoas que conhecem profundamente gastronomia e que investem muito na experiência. O sonho continua sendo brasileiro Mesmo construindo uma carreira internacional entre Canadá, Espanha e Estados Unidos, Brenda nunca deixou de pensar na cozinha brasileira. Ela já levou inspirações nacionais para restaurantes onde trabalhou anteriormente, mas ainda não teve o gostinho de trazê-las para Hollywood. Embora nunca tenha visitado o Brasil, Aitor Zabala demonstra curiosidade pela culinária do país. Ele admite à RFI que conhece apenas os pratos mais tradicionais, mas acredita que ainda há muito a descobrir. O chef conta que já conversa com Brenda sobre futuras colaborações com sabores brasileiros. Mas, por enquanto, o projeto dele é seguir com as estrelas conquistadas com sua própria alquimia. Enquanto isso, Brenda vai descobrindo e aproveitando esse brilho, e aperfeiçoa a receita do seu próprio sonho: aprender entre os melhores do mundo para, um dia, colocar a alta gastronomia brasileira ainda mais em evidência. "Eu quero abrir um restaurante de comida brasileira, um fine dining brasileiro. Algo que remeta ao Brasil, à minha trajetória, a tudo que aprendi, mas a minha comida é brasileira."

Off topic
Ho le mie cose

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Play Episode Listen Later Jul 18, 2026


Quando si dice "ho le mie cose" per un uomo sono tante le cose, per le donne solo una: le mestruazioni. La nostra società ha paura a dire persino questo termine, ma perché? Ne parliamo con Mariachiara Tirinzoni, ricercatrice ,cofondatrice di Eva in rosso e organizzatrice insieme a tante belle persone del Festival del Ciclo Mestruale.

WGospel.com
O difícil “ainda não” de Deus

WGospel.com

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 5:37


TEMPO DE REFLETIR 01829 – 18 de julho de 2026 II Coríntios 12:9 – Ele me disse: Minha graça é suficiente para você, pois o Meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. Eu lembro a primeira vez que entrei numa central de operações de TI, na Novo Tempo. Avistei aquelas estantes metálicas e luzinhas piscando de todos os lados. Pensei: Como deve ser o “computador de Deus” para atender ao número incalculável de orações por segundo ou por nano segundo. Como Ele pode responder orações conflitantes? Será que Ele atende ao que for mais insistente? Será que Ele Se comporta conosco como o entrevistado que responde ao repórter que grita mais alto? Porém, mesmo que a oração continue sendo um dos bonitos mistérios da vida, ela nunca deverá ser deixada de lado apenas pelo fato de não a entendermos. Muitos de nós já nos sentamos na sala de espera de Deus, aguardando atendimento urgente e prioritário, mas o que recebemos de volta foi um silêncio incômodo e prolongado. Oramos, esperamos, perguntamos se a oração estava errada, mas o silêncio persistiu. Revolvemos o coração para escutar apenas o eco de nossas palavras. Muitos pensam que Deus tem a obrigação de fazê-los navegar num mar de rosas, ou pelo menos dar explicações pelas dificuldades que enfrentam. No entanto, devemos enfrentar esse silêncio com paciência e confiança. Enquanto Ele não responde, devemos crer assim mesmo. Deus pode dizer: “Ainda não, mas estou aqui e tudo terminará bem. Confie em Mim.” “Se não recebemos exatamente as coisas que pedimos e ao tempo desejado, devemos, não obstante, crer que o Senhor nos ouve, e que atenderá às nossas orações […] dando-nos aquilo que é para o nosso maior bem – aquilo que nós mesmos desejaríamos se, com vista divinamente iluminada, pudéssemos ver todas as coisas como são na realidade” (Caminho a Cristo, p. 96). Em seu livro O Problema do Sofrimento, C. S. Lewis, depois de sua conversão ao cristianismo, escreveu sobre a prolongada enfermidade da esposa que veio a falecer: “Quando você está feliz e não necessita dEle, será recebido de braços abertos. Mas vá para Ele quando estiver necessitado […] e o que encontrará? Uma porta batida na sua cara, e o barulho de uma fechadura trancada duas vezes […]”. Se o autor concluísse dessa forma, seria apenas um desabafo, mas Ele continua dizendo: “Fui levado a sentir que a porta não estava trancada.” Amigo ouvinte, Deus sempre responde no momento certo. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, às vezes eu não consigo entender porque a demora em responder às minhas orações. Mas eu creio, Pai, que Tu sabes todas as coisas, Tu sabes o tempo certo. E eu preciso aprender a esperar! Que essa confiança e essa certeza estejam no coração de cada um de meus ouvintes agora. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Rame
Money Clinic 16. Come gestire i soldi quando rinunci allo stipendio sicuro per la libertà

Rame

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 11:15


A volte il lavoro fisso non si lascia perché qualcosa va male. Si lascia perché, anche quando tutto sembra funzionare, dentro si fa strada una domanda: e se stessi dando meno di quello che potrei?Lucia ha 35 anni, è architetta e per otto anni ha lavorato come dipendente. Non scappa da un capo tossico, né da un burnout, né da un ambiente insostenibile. Aveva uno stipendio, una routine, una certa tranquillità. Ma proprio dentro quella stabilità ha iniziato a sentire che qualcosa non tornava: la sensazione di essere al sicuro, sì, ma anche ferma in una casella troppo stretta.Dopo anni di stage sottopagati, contratti precari e affitti milanesi che rendevano quasi impossibile risparmiare, Lucia era finalmente riuscita a costruirsi un cuscinetto. Circa 40.000 euro messi da parte in cinque anni, grazie a scelte attente, qualche fortuna e una vita non troppo sopra le proprie possibilità.Poi, a gennaio, ha deciso di lasciare il contratto a tempo indeterminato e provare a costruire una strada da libera professionista. Un salto che porta con sé libertà, tempo, possibilità di lavorare da altrove. Ma anche una parola con cui bisogna imparare a convivere: incertezza.Perché quando esci dal lavoro dipendente, non perdi solo uno stipendio fisso. Perdi anche una serie di protezioni che spesso dai per scontate: malattia, coperture, continuità di reddito, tutela in caso di stop. E allora i risparmi non bastano più a sentirsi al sicuro: serve capire come proteggersi se succede qualcosa proprio mentre si sta costruendo una nuova vita professionale.Ad aiutare Lucia a orientarsi tra fondo di emergenza, assicurazioni, salute e protezione del reddito c'è Alessia Rossettini, consulente di Alleanza Assicurazioni dell'Agenzia di Lonigo.Questa è Money Clinic, il podcast di Rame in collaborazione con Alleanza Assicurazioni: storie vere di grandi cambiamenti, e le domande economiche che possono renderli più sostenibili.

Aprenda Inglês com Inamara Arruda - The Fast Mover Audio Experience
Ep. #104 - Inglês para entrevistas: O que responder quando você não sabe? | Inglês Com Histórias

Aprenda Inglês com Inamara Arruda - The Fast Mover Audio Experience

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 12:04


Aprenda inglês com uma história envolvente sobre a Copa do Mundo — com situações reais, inglês natural e chunks que você pode usar no trabalho, em viagens e na vida fora do Brasil.Nesta história, Lucas está em um pub em Londres assistindo a uma partida decisiva do Brasil. Mas, no meio da emoção do jogo, ele recebe uma notícia inesperada: a entrevista de emprego mais importante da sua carreira foi antecipada.Será que ele vai conseguir lidar com a pressão, se comunicar em inglês e aproveitar a oportunidade?Neste vídeo, você vai praticar:⚽ Listening com inglês em contexto⚽ Vocabulário para assistir a jogos e conversar sobre futebol⚽ Chunks úteis para entrevistas de emprego⚽ Expressões para lidar com pressão e imprevistos⚽ Inglês natural para situações sociais e profissionais⚽ Compreensão sem depender da tradução palavra por palavraAlguns chunks importantes da história:• I don't want to get my hopes up. — Não quero criar expectativas.• Take your mind off it. — Tire isso da cabeça / distraia-se.• We'll figure something out. — Vamos dar um jeito.• Get straight to the point. — Vá direto ao ponto.• I work well under pressure. — Eu trabalho bem sob pressão.• We'll keep you posted. — Manteremos você informado.• Better than expected. — Melhor do que o esperado.• We've made a decision. — Nós tomamos uma decisão.Assista primeiro sem legenda e tente entender a história pelo contexto. Depois, assista novamente observando os chunks e expressões que você poderá incorporar ao seu próprio inglês.Comente aqui embaixo: você conseguiria fazer uma entrevista de emprego em inglês logo depois de uma partida emocionante?Inscreva-se no canal para aprender inglês por meio de histórias, situações reais e conteúdos que ajudam você a avançar na carreira, viajar e construir uma vida internacional.#AprenderInglês #InglêsComHistórias #CopaDoMundo #ListeningPractice #InglêsParaTrabalho------------00:00 - O sonho de Londres e o pânico da entrevista 01:02 - Quando a mente "trava" em lugares barulhentos 01:46 - Networking no Pub: Apresentando-se com naturalidade 03:20 - O segredo da comunicação: Manter a conversa fluindo 04:22 - A notícia inesperada: Entrevista antecipada em 90 minutos 05:51 - O conselho de ouro: O que diretores britânicos realmente buscam 07:09 - "Let me think": Como ganhar tempo para pensar em inglês 08:03 - Liderança e solução de problemas sob pressão 09:24 - O início da entrevista: Verdade vs. Respostas prontas 10:19 - Respondendo sobre "Situações Inesperadas" (Exemplo Real) 10:45 - Como falar de fraquezas e desafios sem medo 11:38 - O resultado final e a lição sobre fluência e confiança

il posto delle parole
Maria Silvia Vaccarezza "Santi influencer"

il posto delle parole

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 26:59 Transcription Available


Maria Silvia Vaccarezza"Santi influencer"L'etica ai tempi dei socialFandango Libriwww.fandangolibri.itDalla crisi climatica ai diritti LGBTQIA+, dalla violenza di genere alle guerre, ogni battaglia morale oggi passa da Instagram, TikTok, YouTube. A guidarla sono figure che non sono più soltanto celebrità o creator, ma veri e propri modelli etici digitali. Milioni di follower, prese di posizione obbligate, campagne benefiche, hashtag morali: l'esemplarità si è spostata online. Ma cosa succede quando virtù e branding si intrecciano?Quando la beneficenza convive con il profitto? Quando chi è competente su un tema si sente chiamato a pronunciarsi su tutto? Il “pandorogate” ha rivelato la fragilità di questo nuovo pantheon e ha segnato l'inizio di una stagione di scandali digitali dominando l'informazione pubblica.Ma il problema è più profondo: stiamo ridefinendo chi ammiriamo, chi imitiamo, chi consideriamo moralmente autorevole. Con rigore filosofico Maria Silvia Vaccarezza indaga il fenomeno degli influencer come nuovi “santi” laici, tra virtù e signaling, polarizzazione e responsabilità pubblica.Senza moralismi e senza nostalgia per il passato, questo libro offre una guida per orientarsi in una trasformazione culturale che riguarda tutti.Perché ignorare il cambiamento dei nostri modelli di riferimento non lo fermerà. Capirlo, forse sì.Maria Silvia Vaccarezza è professoressa associata di Filosofia morale all'Università di Genova. La sua ricerca verte principalmente su questioni di etica delle virtù, in particolare saggezza ed esemplarità morale, filosofia delle emozioni e filosofia dell'educazione. Tra le sue pubblicazioni recenti, Esempi morali. Tra ammirazione ed etica delle virtù, il Mulino, Bologna 2020; Le sfide dell'etica (con M. De Caro e S.F. Magni), Mondadori Education, Milano 2025.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | EM TODAS AS GERAÇÕES

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 3:46


LEITURA BÍBLICA DO DIA: ÊXODO 7:1-13 PLANO DE LEITURA ANUAL: SALMOS 18–19; ATOS 20:17-38  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Recentemente, duas avós norte-americanas fizeram sucesso na mídia por completarem uma viagem ao redor do mundo em 80 dias, aos 81 anos. As viajantes, com 23 anos de amizade, viajaram por todos os continentes. Iniciando na Antártida, dançaram tango na Argentina, andaram de camelo no Egito e passearam de trenó no Polo Norte. Visitaram 18 países, incluindo Zâmbia, Índia, Nepal, Indonésia, Japão e Itália, finalizando o per curso na Austrália. A dupla deseja inspirar gerações futuras a viajar pelo mundo, independentemente da idade. Em Êxodo, lemos que Deus recrutou dois octogenários para um tipo diferente de aventura. Ele chamou Moisés para ir ao faraó e exigir a libertação do povo de Deus. Deus enviou Aarão, irmão mais velho de Moisés, para o apoiar. “Quando falaram com o faraó, Moisés tinha 80 anos, e Arão, 83” (ÊXODO 7:7). Esse pedido seria assustador em qualquer idade, mas Deus os tinha escolhido a dedo para essa tarefa, e eles seguiram Suas instruções. “Então Moisés e Arão foram ver o faraó e fizeram conforme o Senhor havia ordenado” (v.10). Moisés e Arão tiveram a honra de testemunhar Deus libertando Seu povo de mais de 400 anos de escravidão. Esses dois demonstraram que Deus pode nos usar em qualquer idade. Quer sejamos jovens ou idosos, vamos segui-lo aonde Ele nos guiar.  Por: NANCY GAVILANES 

#DNACAST
O Trabalho Devolve - 16 de Julho

#DNACAST

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 3:28


Chame a Laila e descubra como eu posso te ajudar: https://bit.ly/laila-otrabalhodevolveSe você tivesse 15 minutos por dia, o que mudaria na sua vida?

Focus economia
Ponte Morandi: ex ad Castellucci condannato a 12 anni

Focus economia

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026


L'ex amministratore delegato di Autostrade per l Italia, Giovanni Castellucci, è stato condannato a 12 anni di reclusione per il crollo del Ponte Morandi avvenuto il 14 agosto 2018. È questa la sentenza di primo grado emessa dai giudici del Tribunale di Genova. L'ex numero uno di Aspi sta già scontando una condanna per la strage del viadotto di Monteforte Irpino (Avellino) del 2013, in cui perirono 40 persone. I giudici Paolo Lepri (presidente), Ferdinando Baldini e Fulvio Polidori, hanno anche condannato a 11 anni Michele Donferri Mitelli (ex numero tre di Aspi), per cui il pm aveva chiesto 15 anni e sei mesi. Si conclude così un processo in primo grado che si è snodato in 287 udienze. Alla sbarra, in attesa delle decisioni dei giudici , 57 imputati, tra i quali Giovanni Castellucci che, ai tempi del disastro, era amministratore delegato di Autostrade per l Italia. Per gli imputati, i Pm hanno chiesto 400 anni di carcere complessivi e un assoluzione. E la pena più alta, 18 anni e sei mesi, era stata chiesta proprio per l ex ad. Ne parliamo con Raoul de Forcade, Il Sole 24 Ore.Quando la difesa diventa infrastrutturaIl vertice NATO di Ankara ha confermato che il rafforzamento della difesa europea non passa soltanto dall'acquisto di sistemi d'arma, ma anche dalla disponibilità di capacità produttiva, reti logistiche, comunicazioni sicure e infrastrutture in grado di continuare a funzionare sotto pressione. È questo il significato più ampio della resilienza: non solo respingere una minaccia, ma impedire che un attacco, un sabotaggio o un'interruzione prolungata paralizzino il funzionamento di un Paese. Il quadro di riferimento resta quello fissato al vertice NATO dell'Aia del giugno 2025 e riconfermato ad Ankara: gli alleati si sono impegnati a portare la spesa complessiva al 5% del PIL entro il 2035, di cui almeno il 3,5% per la difesa in senso stretto e fino all'1,5% per spese di difesa e sicurezza allargata che comprendono esplicitamente la protezione delle infrastrutture critiche, la difesa delle reti, la resilienza civile e il rafforzamento della base industriale.Una rete elettrica, per esempio, non è un sistema d'arma, ma senza elettricità non funzionano basi militari, ospedali, telecomunicazioni, data center, aeroporti, porti, ferrovie, industrie e sistemi di pagamento. Le reti europee sono già sottoposte a investimenti significativi per sostenere l'elettrificazione, l'integrazione delle fonti rinnovabili e la crescente domanda dei data center; a queste esigenze si aggiunge ora la necessità di proteggere il sistema da blackout, cyberattacchi, sabotaggi e shock energetici. Approfondiamo il tema con Giacomo Calef, co-fondatore di Rheos Partners.Troppo caldo: in Italia a rischio 126 miliardi di Pil in 5 anniIl caldo estremo è ormai un rischio strutturale crescente soprattutto per l'Europa e in particolare per i Paesi del Sud Europa. Dal 1980 a oggi, gli eventi di stress termico sono aumentati di sette volte, mentre la mortalità media per evento è quintuplicata. L'Europa concentra un numero elevato di vittime: Italia, Francia, Spagna e Germania rappresentano insieme circa il 50% dei decessi globali legati alle ondate di calore registrati nel database analizzato. L'Italia da sola pesa per circa il 18% della mortalità mondiale censita. Secondo lo studio di Allianz Trade, oltre la soglia dei 30°C gli effetti economici del caldo peggiorano rapidamente. Ogni grado aggiuntivo tra 30°C e 35°C riduce la produzione oraria media di circa il 3%, mentre il consumo energetico aumenta dell'1,2% per grado a causa della maggiore domanda di raffrescamento. Gli economisti di Allianz Trade sottolineano che l'Europa è particolarmente vulnerabile perché dispone ancora di una diffusione limitata dell'aria condizionata: circa il 19% delle abitazioni contro il 90% degli Stati Uniti. Nello scenario elaborato per il periodo 2026-2030 basato sulla ripetizione degli anni più caldi registrati nell'ultimo decennio i costi macroeconomici risultano molto elevati. Le perdite cumulative di PIL potrebbero raggiungere: 206 miliardi di euro in Francia; 126 miliardi di euro in Italia; 112 miliardi di euro in Germania; 103 miliardi di euro in Spagna. Per Italia, Francia e Spagna ciò equivale a una riduzione cumulativa del PIL compresa tra il 5% e il 7% rispetto allo scenario climatico storico. Ne parliamo con Andrea Resteghini, Head of Credit Underwriting ( capo dei rischi ) Italia e MMEA Allianz Trade.«Dazi, tariffe illegali» e gli Usa rimborsano alle aziende 81 miliardiDonald Trump aveva promesso che i superdazi avrebbero riportato le fabbriche in America, ridotto il deficit federale e costretto il resto del mondo a negoziare alle condizioni di Washington. Ma la realtà dei conti pubblici si sta rivelando molto diversa. Il Tesoro americano ha rivelato di aver già restituito 81 miliardi di dollari alle aziende che avevano versato dazi poi dichiarati illegittimi dalla Corte Suprema. È la prima volta che vengono quantificati i rimborsi già effettuati, una cifra enorme che cancella una parte consistente degli incassi ottenuti con la politica protezionistica dell'Amministrazione Trump e contribuisce ad allargare il profondo rosso del bilancio federale.Negli Usa il contraccolpo delle scelte di Trump è forte e si avverte soprattutto sul piano giuridico e fiscale. I rimborsi riguardano i cosiddetti dazi del «Liberation Day» annunciati da Trump nell'aprile del 2025 e imposti sulla base dell'International Emergency Economic Powers Act (IEEPA), una legge del 1977 che attribuisce al presidente poteri straordinari in caso di emergenza nazionale. La Casa Bianca sosteneva che gli squilibri commerciali costituivano un'emergenza tale da giustificare un dazio minimo di almeno il 10% sulle importazioni provenienti da quasi tutto il mondo, accompagnato da tariffe molto più elevate nei confronti di numerosi partner commerciali, a partire dalla Cina. Lo scorso febbraio, però, la Corte Suprema, con una maggioranza di sei giudici contro tre, ha stabilito che quella legge non autorizzava il presidente a imporre una tassa generalizzata sulle importazioni. Secondo i giudici, Trump aveva oltrepassato i limiti dei poteri affidatigli dal Congresso e l'Amministrazione è stata chiamata a restituire alle imprese il denaro già incassato. I nuovi dati del Tesoro mostrano per la prima volta l'entità dei rimborsi già effettuati. Dall'inizio dell'anno fiscale il governo ha restituito 81 miliardi di dollari, contro i circa 5 miliardi che vengono normalmente rimborsati ogni anno per contenziosi e rettifiche doganali. Approfondiamo il tema con Massimo Fabio, Partner KPMG, EMEA Regional Leader Trade & Customs services.

Buongiorno San Paolo
#296 Tutto quello che devi sapere per avere successo in Brasile - Walther Bottaro

Buongiorno San Paolo

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 35:16


Quando si parla di Brasile possono entrare in campo opinioni ed esperienze diverse, per questo serve sempre fare chiarezza e fornire agli imprenditori le informazioni corrette per leggere e comprendere questo mercato. E qual è lo strumento migliore per farlo ? I numeri, perchè i numeri non mentono! Walther Bottaro, CEO della BCCO Accounting, con i numeri ci lavora e negli ultimi anni ha pubblicato alcuni studi e analisi accademiche che mostrano i profili e le caratteristiche delle imprese e dei prodotti italiani che storicamente hanno avuto successo in Brasile. Con l'Accordo UE-Mercosul si aprono nuove prospettive, ulteriori nuove opportunità e un enorme potenziale vantaggio competitivo per tutte quelle imprese che entreranno in Brasile nei prossimi anni. Come farlo nel modo corretto ? Guarda l'episodio e ascolta tutti i consigli di Walther !"Il Brasile è qui" è una serie che ha l'obiettivo di promuovere il Brasile affinché sempre più imprese italiane possano cogliere le opportunità di questo mercato.La serie è in collaborazione con SACE Export Credit Agency direttamente partecipata dal Ministero dell'economia e delle finanze e da BCCO Accounting.BCCO

Kiwicast - O Podcast da Kiwify
Aprendi a Vender na Internet Sem Aparecer | Luana Bittencourt - Kiwicast #726

Kiwicast - O Podcast da Kiwify

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 69:04


No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Luana Bittencourt, especialista em vendas sem exposição que saiu do interior endividada, sem e-mail, sem Wi-Fi e sem nunca ter vendido nada na vida  e faturou mais de R$5 milhões nodigital sem aparecer uma vez sequer.Durante 7 anos ela e o marido acordavam às 4h da manhã para tirar leite de vaca. Sete anos de entrega total, mais de meio milhão em dívidas acumuladas e zero resultado financeiro. Quando deixou o interior pela cidade, a vida ficou ainda mais difícil. Foi nesse momento desesperador que o digital apareceu. Começou do zero absoluto, sem saber o que era um e-mail, virou afiliada e faturou R$2 milhões. Depois uma gravidezde risco, uma depressão e o negócio quebrando de vez. Reinventou tudo, lapidou uma estratégia de vendas sem exposição e em exatos 1 ano e 2 meses vendeu R$800mil sem aparecer uma vez.No Kiwicast, ela falou sobre:●     Como saiu do fundo do poço sem estudo e sem internet e construiu uma operação de R$5 milhões no digital●     Por que vendas sem aparecer não é luxo mas sim estratégia●     O que faz as pessoas pularem de galho em galho e nunca chegarem lá●     Como reinventou a operação depois de tudo quebrar●     Qual foi a decisão que veio antes do dinheiro e mudou tudoAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify

Inteligência para a sua vida
#1554: A SUJEIRA ESCONDIDA APARECE

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 12:37


A sujeira que aparece é ruim, mas a sujeira escondida é muito pior.Neste vídeo, uma reflexão sobre o perigo das tradições quando elas deixam de ser apenas costumes e passam a ocupar o lugar de princípios maiores. Muitas pessoas defendem práticas que aprenderam ao longo da vida sem sequer questionar o verdadeiro sentido delas.Quando a aparência e os hábitos externos se tornam mais importantes do que aquilo que realmente é essencial, a pessoa pode acabar presa a uma religiosidade de fachada.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.

Palavra Amiga do Bispo Macedo
A fé é pelo ouvir, e o ouvir pela Palavra de Deus... - Meditação Matinal 14/07/26

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 37:15


“De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela Palavra de Deus.” Romanos 10:17“Jesus dizia, pois, aos judeus que criam nEle: Se vós permanecerdes na Minha Palavra, verdadeiramente sereis Meus discípulos; E conhecereis a Verdade, e a Verdade vos libertará.” João 8:31-32“Bem sei que sois descendência de Abraão; contudo, procurais matar-Me, porque a Minha Palavra não entra em vós.Eu falo do que vi junto de Meu Pai, e vós fazeis o que também vistes junto de vosso pai.” João 8:37-38“Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.” João 8:44

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Canciones de João Bosco por otr@s - 14/07/26

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 58:44


Canciones de João Bosco grabadas por Daniela Mercury ('Corsário'), Simone y João Bosco ('Nação'), Ana Carolina ('Linha de passe'), Edu Lobo ('Bala com bala'), Chico Buarque ('Incompatibilidade de gênios'), Zizi Possi ('Quando o amor acontece'), Djavan ('Desenho de giz'), Lenine ('O ronco da cuíca'), João Bosco y Martinho da Vila ('O mestre-sala dos mares'), Paula Toller ('Papel mâché'), Jussara Silveira ('Sábios costumam mentir'), Dori Caymmi ('Agnus sei'), Alcione ('Coisa feita') y Aldir Blanc y João Bosco ('O bêbado e a equilibrista'). Escuchar audio

Para dar nome às coisas
S08EP334 - E se não precisasse ser difícil?

Para dar nome às coisas

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 35:06


Tinha um cheiro de erva doce misturado com baunilha no boxe. Eu estava em pé com as duas mãos espalmadas na parede da frente e com a minha panturrilha direita embaixo do chuveiro. Como o chuveiro era grande, as gotas caiam tanto na minha lombar, quanto no músculo da minha perna. Na sequência fiquei reta embaixo do chuveiro, enquanto aquela água quente e forte caía na minha cabeça, no meu rosto, nos meus ombros. As paredes do banheiro eram grossas, por isso ninguém conseguia ouvir, mas eu estava dizendo o tempo todo: meu Deus, como eu precisava disso. Meu Deus, como eu precisava. Não sei quanto tempo eu fiquei ali, só sei que quando eu desliguei o chuveiro e puxei a toalha, eu senti uma onda de relaxamento subindo dos meus pés até o meu couro cabeludo.  Era uma sensação tão boa, que eu  desisti de sair. Larguei a toalha no mesmo lugar e liguei o chuveiro mais uma vez. Quando eu finalmente saí do boxe, eu estava me sentindo tão relaxada e mole, que eu deitei na cama enrolada com a toalha mesmo. Foi quando eu repeti pela última vez: meu Deus, como eu precisava disso. Mas esse é o fim da história, para essa cena fazer sentido, a gente precisa voltar no tempo.É por aí que vai o episódio dessa semana, você vem?identidade visual: @‌amandafogacatexto: @‌natyopsPALESTRAS:SP: https://www.almatickets.com.br/events/natlia-sousa-em-so-paulo-palestra-para-a-vida-no-virar-um-borro-11092026-saopaulo?promo=PARADAR5OFFRJ: https://www.almatickets.com.br/events/natlia-sousa-no-rio-de-janeiro-palestra-para-a-vida-no-virar-um-borro-12112026-riodejaneiro?promo=PARADAR5OFFBH:https://www.almatickets.com.br/events/natlia-sousa-em-belo-horizonte-palestra-para-a-vida-no-virar-um-borro-17102026-belohorizonte?promo=PARADAR5OFF*Apoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisas*Café com brigadeiro: https://open.spotify.com/episode/3SvTD2Tp7oxT3DkcMJc2Bl?si=C1iO_xswRwuNxz3EqnxgLgCanal no Youtube: https://youtu.be/styHXc9sbEY?si=qgkvYlgY4UuQckP1*PUBLICIDADE: MERCADO LIVREChegou o Anittaço do Mercado Livre, são ofertas imperdíveis com até 70% OFF, até 24x sem juros com cartão Mercado Pago e frete grátis nas compras acima de R$19. Corre pro app: https://bit.ly/4w3bR3lVálido até 19/07/2026 para produtos selecionados e conforme disponibilidade. Veja os modelos participantes, preços e condições vigentes em mercadolivre.com.br/descontaco. Confira as condições em http://mercadolivre.com.br/l/fretegratis . Análise comparativa independente, baseada em cálculo da média dos prazos de entrega ofertados durante o período 19/03/2026 e 24/03/2026.

BBC Lê
Canetas emagrecedoras: o que acontece quando você para de usar?

BBC Lê

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 9:18


Duas mulheres que perderam os quilos que queriam e interromperam as injeções contam como lidaram com a realidade de tentar manter o novo peso.

Noites Gregas
#99 - O meu nome é Ninguém!

Noites Gregas

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 32:24


Comprar o audiobook da Odisseia: https://bwlnk.com/9786554851879...Apoiar o Noites Gregas: https://noitesgregas.com.br/apoiar...Ulisses sobreviveu à primeira noite na caverna de Polifemo, mas a situação está longe de melhorar. Enquanto o ciclope segue sua rotina brutal de pastor e canibal, o rei de Ítaca prepara, passo a passo, um dos planos mais célebres da literatura antiga. Neste episódio, acompanhamos o vinho que embriaga o gigante, a astúcia por trás do nome “Ninguém”, a cegueira de Polifemo e a fuga desesperada sob os carneiros do rebanho. Mas a vitória tem um preço. Quando a prudência cede lugar ao orgulho, Ulisses comete um erro que ecoará por toda a sua viagem e transformará uma simples volta para casa na verdadeira Odisseia.

Il podcast di PSINEL
645- L'effetto piedistallo: perché le relazioni falliscono quando idealizziamo

Il podcast di PSINEL

Play Episode Listen Later Jul 12, 2026 25:24


Più è alto il piedistallo su cui metti qualcuno, più sarà rovinosa la caduta quando la realtà bussa alla porta. In questa puntata esploriamo come l'illusione si trasformi in disillusione e perché smettere di idealizzare sia il primo passo per relazioni finalmente reali e sane.Clicca qui per approfondire con il Post (link attivo dalle 5:00 am del 13/07/26) https://psinel.com/leffetto-piedistallo-perche-le-relazioni-falliscono-quando-idealizziamo/Vuoi imparare a Meditare? Scarica Gratis Clarity:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ https://clarityapp.it/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Iscriviti alla Newsletter https://psinel.com/re-iscrizione-alla-newsletter/Se ti piace il podcast adorerai il mio Nuovo libro: “Restare in piedi in mezzo alle Onde - Manuale di gestione delle emozioni”...⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ https://amzn.eu/d/1grjAUS⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠https://www.instagram.com/gennaro_romagnoli/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Music by Maksym Malko from Pixabay

99Vidas - Nostalgia e Videogames
99Vidas 728 - Internet 1.0, quando tudo começou e o mundo mudou

99Vidas - Nostalgia e Videogames

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 97:12


Essa semana ⁠Jurandir Filho⁠⁠, ⁠⁠Felipe Mesquita⁠⁠, ⁠⁠Evandro de Freitas⁠⁠ e ⁠⁠Bruno Carvalho⁠⁠ regravam um ⁠episódio de 13 anos atrás⁠ para relembrar como era navegar pela internet nos tempos da conexão discada. Dos provedores gratuitos ao MSN, ICQ, mIRC, Orkut, blogs, fotologs e downloads intermináveis, batemos um papo sobre a Web 1.0, a nostalgia daquela época e como a internet mudou completamente a forma como vivemos, nos comunicamos e nos divertimos.Esse é mais um podcast da nossa série ⁠⁠Remakes⁠⁠!⭐ Quer mais 99Vidas? Apoie e escute + de 400 episódios exclusivos. Assine agora em ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠99vidas.com.br/bonus⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Acompanhe o 99Vidas:➡️ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Site⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Twitter⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Youtube⁠