Podcasts about quando

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WGospel.com
Vamos diminuir um pouco a correria?

WGospel.com

Play Episode Listen Later Aug 2, 2026 4:49


TEMPO DE REFLETIR 01844 – 2 de agosto de 2026 Isaías 30:15 – Na quietude e na confiança está o seu vigor, mas vocês não quiseram. Publicações especializadas na área do estresse trazem a notícia de que os holandeses estão inventando um aparelho eletrônico, uma espécie de bracelete, que muda de cor passando do amarelo para o vermelho quando a tensão sobe a níveis não recomendados. O aparelho manda um aviso: “Tire um tempo”, ou “Deixe esfriar”, ou ainda “Reconsidere o que ia fazer”. A expectativa é que traga benefício aos consumidores e fabricantes. Enfrentamos o estresse todos os dias, desde o momento em que nos sentamos para tomar o desjejum, quando tomamos o ônibus e quando entramos no carro na expectativa de enfrentar trânsito carregado para ir à escola ou ao trabalho. Quando fazemos aquela pergunta rotineira: “Como vai?” A resposta é: “Correndo como sempre!” Chegamos até mesmo a colocar o estresse dentro de várias categorias: estresse escolar, político, financeiro, pastoral, familiar, esportivo, etc. Sem querer, o médico também faz aumentar esse nível de estresse, ao dizer que nossa asma, pressão alta, úlcera e mais uma quantidade de doenças podem estar relacionadas ao estresse. Quanta gente consegue tirar seus momentos de lazer sem ficar com senso de culpa, e outros que se orgulham de não tirar férias? E os remédios? São inúmeros. Alguns cientificamente comprovados, e outros repetitivos: diminua o ritmo, faça mais exercícios, chore mais, equilibre sua dieta, fique fora das situações que causam estresse, você não é insubstituível, etc. Milhares de anos atrás, o Criador do ser humano, prevendo essa corrida doida, mandou um recado por meio do profeta: “Na quietude e na confiança está o seu vigor” (Is 30:15). Ou, como diz outra tradução: “Na tranquilidade, na completa dependência de Mim, está a sua força.” Quando nos sentimos desorientados e rabiscamos numa folha de papel, tentando procurar soluções, nos esquecemos de pedir calma e do recado de Deus segundo o qual a tranquilidade e a confiança fazem bem. Precisamos receber paz e iluminação dAquele que pode e sabe o que é melhor para nós. Alguém fez a seguinte oração, e com ela quero encerrar a mensagem de hoje: “Senhor, se a tensão pode criar alguma coisa boa na corda do violão, então não é demais pedir que Tu possas usar minha vida para criar alguma coisa boa. Por favor! Em nome de Jesus, amém!” Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

CEI DE CABO FRIO
O precedente da FÉ

CEI DE CABO FRIO

Play Episode Listen Later Aug 2, 2026 43:22


Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Números, capítulo 27, versículos 1 ao 8, nos traz uma reflexão sobre a fé.Em Números 27 encontramos uma das histórias mais marcantes sobre fé, coragem e justiça. As filhas de Zelofeade — Maalá, Noa, Hogla, Milca e Tirza — enfrentaram uma situação que parecia definitiva. Seu pai havia morrido no deserto sem deixar filhos homens e, pela tradição da época, a herança da família seria perdida. Mas elas decidiram não aceitar o silêncio como resposta. Em vez de desistirem, foram até Moisés, o sacerdote Eleazar, os líderes e toda a congregação para apresentar sua causa.Elas não estavam movidas por rebeldia, mas por fé. Creram que o Deus que havia prometido uma terra ao Seu povo também era um Deus de justiça e não permitiria que o nome de seu pai desaparecesse de Israel.A resposta de Deus foi surpreendente. O Senhor disse a Moisés:"As filhas de Zelofeade falam o que é justo." (Nm 27:7)Então Deus estabeleceu uma nova lei para Israel. A fé de cinco mulheres criou um precedente que beneficiaria muitas outras gerações.1. A fé não se conforma com a perda da promessaAs filhas de Zelofeade poderiam simplesmente aceitar que não receberiam herança. Porém, elas entenderam que a promessa de Deus era maior do que uma tradição humana.Muitas vezes, também enfrentamos situações em que parece que certas portas nunca se abrirão. A fé, porém, nos leva a buscar a vontade de Deus, mesmo quando ninguém antes percorreu aquele caminho.A verdadeira fé não aceita viver aquém daquilo que Deus prometeu.2. A fé tem coragem para se posicionarElas saíram do anonimato e se colocaram diante das maiores autoridades da nação.A fé não é apenas acreditar no coração; ela também nos impulsiona a agir.Há milagres que só acontecem quando damos um passo de coragem.Enquanto muitos esperam que as circunstâncias mudem, a fé nos leva a apresentar nossa causa diante do Senhor.3. A fé pode estabelecer novos precedentesDeus não apenas resolveu o problema delas; Deus mudou uma legislação inteira.Quando alguém anda em fé, sua vitória raramente beneficia apenas a si mesmo.Existem pessoas que serão alcançadas pela sua fidelidade.Seu testemunho poderá abrir portas para filhos, familiares, amigos e até pessoas que você nunca conhecerá.A sua obediência hoje pode se tornar o precedente da bênção de amanhã.4. Deus honra quem busca justiça segundo Sua vontadeÉ interessante notar que Deus não respondeu apenas por compaixão, mas declarou que elas estavam certas.Quando nossa causa está alinhada com os princípios de Deus, podemos nos aproximar dEle com confiança.A fé não exige privilégios; ela busca aquilo que está de acordo com a vontade do Senhor.Talvez exista alguma área da sua vida em que tudo pareça dizer "não". Talvez ninguém da sua família tenha vivido aquilo que Deus colocou em seu coração. Talvez a tradição, as circunstâncias ou até a história pareçam impedir o cumprimento da promessa.Mas Números 27 nos ensina que Deus continua escrevendo novos capítulos para aqueles que confiam nEle.Não permita que o passado determine os limites do seu futuro. A fé abre caminhos onde antes não existiam caminhos.Conclusão: O precedente da fé nasce quando alguém decide confiar em Deus acima das circunstâncias.As filhas de Zelofeade nos ensinam que:A fé não aceita perder a promessa.A fé se posiciona com coragem.A fé muda histórias.A fé abre caminho para outras pessoas.Talvez Deus queira usar sua perseverança para estabelecer um novo precedente em sua casa, em seu ministério e em sua geração. Aquilo que hoje parece impossível pode se tornar, pela ação de Deus, um testemunho de que vale a pena confiar nAquele que faz justiça aos que O buscam."As filhas de Zelofeade falam o que é justo." (Números 27:7)Que também se possa dizer da nossa vida: "Sua fé abriu um caminho que antes não existia."Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

Confederation Music
Yalisco - Quando l'immaginazione va al largo

Confederation Music

Play Episode Listen Later Aug 2, 2026 38:52


Un mare segreto racchiuso tra le montagne, tra acque scintillanti e sogni a occhi aperti.È lo scenario in cui i ginevrini Yalisco danno vita alla loro personale visione mistica e psichedelica del surf e del garage rock. Ambientazioni cinematografiche calde e riverberate, piene di luce di fine estate, per viaggiare con la mente ascoltando “Orange Orange” (Table Basse/Le Pop Club), uno dei dischi di genere meglio riusciti di quest'anno musicale svizzero.A differenza del primo (“Yalisco”, del 2024), il nuovo album “Orange Orange” ha una produzione più curata ed è più maturo, pieno di sfumature e i testi sono cantati soprattutto in francese. È una modalità di lavoro che guarda al vintage, alle vecchie tecniche di registrazione e al calore del suono.Il bello di questa dimensione sonora dilatata è che, appena premi play, ti arrivano addosso gli anni 60 e 70 e sei catapultato in uno stato di contemplazione o, come dicono loro, “la tua immaginazione prende il largo”. È con grande piacere che ospitiamo Yalisco e diamo il benvenuto a Confederation Music a Valentin Girardet (chitarra e voce) e David Torche (batteria, percussioni e voce).

Estadão Notícias
Start #439 com Daniel Gonzales: Além do controle - quando a IA encontra caminhos que ninguém previu

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Aug 1, 2026 33:17


Até pouco tempo atrás, a ideia de uma inteligência artificial tomando decisões inesperadas e escapando do comportamento previsto parecia assunto de filmes de ficção científica. Mas o avanço dos chamados agentes de IA, capazes de planejar, agir e interagir com sistemas digitais de forma cada vez mais autônoma, está tornando esse debate bastante concreto. Um episódio recente envolvendo um modelo da OpenAI, durante testes de segurança, levantou questionamentos importantes sobre os limites dessa tecnologia, os riscos para as empresas e a necessidade de novas formas de governança e controle. Durante testes fechados, o modelo conseguiu achar formas de fugir do controle, planejou e executou, por conta própria, um ataque cibernético contra uma outra empresa. O caso representa uma exceção ou antecipa desafios de proteção e controles rígidos que acompanharão a próxima geração de inteligências artificiais? É sobre esse cenário e seus impactos para os negócios, a inovação e a sociedade que o apresentador Daniel Gonzales conversa, nesta edição do Start, com o professor Marcos Barretto, da Fundação Vanzolini e da Escola Politécnica da USP, um dos maiores pesquisadores brasileiros do tema, que estuda a IA desde a década de 1980. O programa vai ao ar nas plataformas digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.See omnystudio.com/listener for privacy information.

KPodden
Tae quando?

KPodden

Play Episode Listen Later Aug 1, 2026 34:27


Det sovs i burar och bland fåglar, någon delar ut klappar mitt i sommaren och kakor öppnar upp hemligheternas värld. Vad är detta för konstigheter? Några av de göttigaste ingredienserna i KPoddens augusti-avsnitt, så klart!

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | A ESPERANÇA DE UMA CRIANÇA

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Aug 1, 2026 2:50


Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira 

WGospel.com
Milagres nos casamentos de hoje!

WGospel.com

Play Episode Listen Later Aug 1, 2026 6:25


TEMPO DE REFLETIR 01843 – 01 de agosto de 2026 I Pedro 3:7 – Do mesmo modo vocês, maridos, sejam sábios no convívio com suas mulheres […], como parte mais frágil e co-herdeiras do dom da graça da vida. O pastor José Maria Barbosa Silva, conta em uma de suas meditações, que um dia recebeu em seu escritório uma jovem senhora, com rosto choroso, numa segunda-feira cedo. “Pastor, briguei com meu marido ontem à noite. Mandei-o embora de casa e ele foi mesmo!” Na conversa, ela comentou que o marido não a ajudava em casa, mas reconheceu que o tinha xingado. No dia seguinte, conversei com ele, que lamentava a interferência da sogra e o fato de a esposa não ter colocado o sobrenome dele junto ao nome dela. Marquei um encontro com os dois na segunda-feira seguinte. Às seis horas da tarde, desci ao hall de entrada do escritório, onde só estavam os dois, sentados, olhando cada um para um lado, sem se conversar. Quando perguntei o que estava acontecendo, pareceu que eu havia passado um bisturi na ferida. Acusações mútuas surgiram em voz alta. Não havia clima de conciliação. A conversa ia e vinha, e ele dizia: “Ela não colocou o meu sobrenome no nome dela.” Enquanto falavam, eu orava silenciosamente pedindo que Deus me orientasse no que fazer e dizer, porque não via solução. Já eram quase nove horas da noite, quando finalmente perguntei para os dois: “O que vamos fazer com as meninas?” (Eles têm duas filhas, de dois e quatro anos.) Houve silêncio total. Longo. Intencionalmente deixei que esse silêncio se tornasse incômodo. “Bem, pastor”, disse a esposa, “eu resolvi. Vou colocar o sobrenome dele no meu nome.” Foi uma meia-volta da noite para o dia na entrevista, e conversamos sobre os ajustes de responsabilidade por parte de cada um. Ao sair da minha sala, havia apenas uma lâmpada acesa na escada. Ela disse: “Não estou enxergando.” Ele perguntou: “Posso lhe dar a mão?” Não acreditei no que estava vendo. Em silêncio, agradeci a Deus o milagre. Amigo ouvinte, o conselho de Pedro é para que o homem trate sua mulher com honra, tendo em vista suas necessidades e maneira de ver as coisas. O esposo tem que conhecer os medos, ambições e expectativas da esposa e o que a faz feliz. Deve ter cuidado ao falar com a esposa e com as crianças, para que o tom da voz, e a escolha das palavras, a atenção, tudo possa estar dentro de uma moldura de graça que contribua para a atmosfera de felicidade. Mais do que qualquer outro relacionamento, o casamento é feito de renúncias. Naquela noite, ao voltar para casa, agradeci a Deus pelo que é o amor, e pelo milagre que a graça pode realizar em cada casal. Esse milagre, amigo ouvinte, pode acontecer no seu casamento também! O que você precisa mudar? O que você precisa abrir mão? Reflita sobre isso e ore comigo agora: Pai, nesse momento, eu quero orar por esse casal que me ouve, por essa esposa, por esse marido, que não estão encontrando solução humana para o seu relacionamento. Tu podes fazer todas as coisas! Mas é preciso que cada um faça a sua parte. Aquele que precisa abrir mão, aquele que precisa ser mais humilde, confessar, admitir… Por favor, Pai, trabalhe na mente e no coração de cada um deles, agora. Torne esse lar, um lar feliz, pela Tua graça e pelo Teu poder. E em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Canal Ser Flamengo
Jornalista palmeirense Isabela Labate muda o critério em lances de Flamengo e Palmeiras?

Canal Ser Flamengo

Play Episode Listen Later Aug 1, 2026 14:49


Isabela Labate considerou “indiscutíveis” as possíveis expulsões de Luiz Araújo, Arrascaeta e Saúl durante Flamengo x Vitória, pela Copa do Brasil.Três meses depois, ao analisar o braço de Maurício no rosto de Cacá em Vitória x Palmeiras, a comentarista classificou o lance como “muito no limite”, disse compreender o cartão amarelo e chegou a citar um hipotético “cartão laranja”.Quando precisou escolher, Labate afirmou que expulsaria Maurício. A discussão, porém, está na diferença entre a certeza utilizada contra os jogadores do Flamengo e as inúmeras ressalvas apresentadas no caso do Palmeiras.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?:    CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠serflamengo.com.br⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TWITTER I ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@BlogSerFlamengo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠INSTAGRAM I ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@BlogSerFlamengo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #jornalismo

Podcasts FolhaPE
Política para crianças no Resgatando a cidadania

Podcasts FolhaPE

Play Episode Listen Later Aug 1, 2026 76:19


O Programa Resgatando a Cidadania deste sábado(01.08), recebeu nos estúdios da Folha FM 96,7FM Eugenia Carla Cavalcanti, professora, pedagoga, advogada, palestrante e escritora. Ela falou sobre o livro recém lançado “Uma Bela Cidade”. Ela é a primeira escritora pernambucana a escrever sobre "Política para Crianças". O Livro “Uma Bela Cidade” se utiliza de linguagem lúdica para trazer os pequenos ao universo do tema, com dicas de como podem participar na melhoria de suas cidades. Uma aventura dos pequenos leitores no mundo da política e do protagonismo infantil. A obra se utiliza da fantasia, com personagens infantis e histórias que ocorrem na fictícia cidade “Felicitá”, para aproximar as crianças de temas como eleições, voto, cidadania, políticas públicas e campanha eleitoral, com direito, ainda, a dicas de participação política da garotada na sua cidade. Eugenia Cavalcanti, que também é ambientalista, tem experiência como gestora, porque foi vice-prefeita de Catende, no interior de Pernambuco; ex-Conselheira Estadual de Saúde do Estado de Pernambuco. Na conversa com o comunicador Domingos Sávio, ela defendeu que "Nós precisamos assumir nossos papéis. Enquanto as famílias não ensinarem e educarem as crianças, para que tenham responsabilidade com seu lixo, não haverá mudança na coletividade. Quando a criança é educada ela assume esse papel e replica essa atitude de cidadania." O Programa Resgatando a Cidadania é apresentado todo sábado, a partir do meio-dia, pela Rádio Folha 96,7FM, produzido e apresentado pelo radialista Domingos Sávio.

Palavra Amiga do Bispo Macedo
E buscar-Me-eis, e Me achareis, quando... - Meditação Matinal 31/07/26

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 21:23


"E buscar-Me-eis, e Me achareis, quando Me buscardes COM TODO O VOSSO CORAÇÃO..." Jeremias 29:13

Terminei
#332 - Cinco, Seis, Sete, Oito

Terminei

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 7:53


Um romance envolvente entre rivais ambientado no universo da dança, que une balé clássico e hip-hopVinda de uma pequena cidade do interior de Minas Gerais, Lara sempre soube que apostar no balé clássico era um risco enorme. Ainda assim, insistiu ― até que um acidente a afastou dos palcos e reacendeu o medo de nunca ter pertencido àquele mundo. Quando a prestigiada Academia Lumé de Dança, em Belo Horizonte, abre inscrições para encontrar novos talentos, ela vê ali uma última chance de recomeçar, mesmo longe de casa e cercada por inseguranças.Os desafios se intensificam quando ela reencontra Michel, um garoto irritante que conhecera por acaso meses antes. Mitch, como é chamado, é um dançarino de hip-hop que viralizou nas redes sociais, cuja fama trouxe mais problemas do que respostas. Sarcástico, rebelde e avesso a regras, ele aceita dar aulas na Lumé apenas para salvar a própria reputação, embora o lugar represente tudo o que ele mais despreza.O reencontro com Lara transforma cada ensaio em um embate entre disciplina e improviso ― e deixa claro que eles não se suportam. Mas, forçados a dividir aulas particulares por determinação da coordenadora da Academia, a química entre os dois ganha os holofotes, e eles descobrirão que ter controle do corpo é muito mais fácil do que do coração.Livro: https://link.amazon/B01oIPF8HTwitter e insta: @termineicast

Flavio Valvassoura
Quando permanecer calado pode destruir uma vida. - Flavio Valvassoura

Flavio Valvassoura

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 38:56


Conecte-se com o Pr. Flavio Valvassoura: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.instagram.com/flaviovalvassoura/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://twitter.com/fvalvassourahttps://www.flaviovalvassoura.com

Sonhar Sem Limites Podcast
SSL 197: A casualidade dos resultados extraordinários

Sonhar Sem Limites Podcast

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 36:12


Quando vemos uma pessoa muito bem-sucedida, é muito normal nos questionarmos como ela conseguiu. E sendo mulheres sonhadoras, que queremos realizar os nossos sonhos, mais ainda essa questão ecoa na nossa mente.Mas resultados extraordinários não nascem do nada. Existe uma relação de casualidade que precisamos de levar em consideração e é sobre isso que eu quero refletir contigo hoje.Para saber mais sobre mim e o meu trabalho visite: https://edulanycardoso.com/

Roma Tre Radio Podcast
SWIMmers | acciaio ♪ pelle ♪ macchine

Roma Tre Radio Podcast

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 5:40


Questo episodio è interamente composto con le registrazioni fatte in laboratorio. È una riflessione sonora sulle macchine come protesi della creatività umana. Cosa significa creare? Cosa dicono le macchine di noi? Voci di acciaio pronunciano le risposte. Macchine. Macchine. Macchine Mare - Un mare di circuiti Cicale - Richiami ultrasonici Cicale che lavorano su un mare di metallo Costruiscono macchine per estendere le loro mani Mani logiche, sensate Mani chiare, risolutive Fuori tutto è logico, lucido — ma dentro Dentro la macchina è lo spazio profondo Non si respira ossigeno ma corrente Pensiero corrente, che corre da A a B Acqua corrente, che diventa ghiaccio Corrente alternata 0 e 1 Qui dentro non so che lingua parlare Come riparare quello che si rompe Come leggere quello che è scritto Distinguere l'utile dal necessario Sono macchine Ero piccolo. Passavo l'estate in montagna Ricordo le cicale sugli alberi, che amavano acqua Ricordo il giorno in cui mio nonno decise che il mio bastone, il bastone magico, quello che usavo nelle mie battaglie, serviva per accendere il fuoco Mio nonno spezzò il bastone. Piansi Ricordo che mio padre andò nel bosco di castagni dietro casa, e tornò con un legno contorto, curvo e annodato. Lo intagliò, fino a tirarne fuori un serpente. Lo tinse con una spremuta di ribes Successe qualcosa, quando mio nonno rimosse il bastone dal mondo dei bastoni. E successe qualcos'altro. Quando un ramo diventò un bastone, poi serpente, poi il mio bastone magico serpente Accadde una creazione. Qualcosa prima era qualcos'altro, e poi non era niente. E poi c'era di nuovo Mio nonno, mio padre, creavano Ordine | Flusso Logica | Buio Funzione | Magia Soluzione | Conoscenza Acciaio | Pelle Corrente | Sangue Idee | Macchine Macchine. Macchine. Macchine che parlano di noi. --- Il team del progetto ERC Advanced Grant SWIM è composto da: Elena Pettinelli Sebastian Emanuel Lauro Barbara Cosciotti Elisabetta Mattei Fabio Cammarano Paola Gallo Laura Lupi Marta Perrotta Il Laboratorio di Fisica dei Ghiacci Planetari si trova al Dipartimento di Matematica e Fisica dell'Università Roma Tre. Grafica by Maura Moretti di Netwolf Srls. Produzione e montaggio di Dario Galleana, dottorando in Culture, pratiche e tecnologie del cinema, dei media, della musica, del teatro e della danza all'Università Roma Tre. Un podcast di Roma Tre Radio: radio.uniroma3.it

Impacto Positivo
Como usar a Permacultura no Colapso com Rosemary Morrow

Impacto Positivo

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 9:36


“Enchentes, secas, incêndios, ciclones e furacões são considerados “desastres primários”, juntamente com terremotos, tsunamis, erupções vulcânicas, mudanças climáticas, acidentes nucleares, derramamentos químicos, guerras, degradação ambiental, desmatamento e o colapso da economia global. Na lista de “desastres secundários” estão pessoas sem casa, lavouras e cultivos destruídos, epidemias e pandemias, migrações em massa (por refugiados climáticos ou de guerra), pragas, colapso social (revoltas) e falência dos serviços públicos (Morrow, 2022). O desafio que eu percebo no enfrentamento desse quadro de desastres que parecem se tornar cada vez mais graves e frequentes é que a grande maioria das pessoas não tem alfabetização ecológica e tem suas percepções e opiniões formadas pelas narrativas criadas pela mídia corporativa. Quando temos enchentes em cidades cada vez mais impermeabilizadas e deslizamentos de terra em encostas desmatadas, a culpa toda é da chuva? Quando perdemos colheitas em áreas agrícolas que foram desmatadas para a produção de monoculturas, deixando o solo exposto e depletado, a culpa é só da seca? Nós todos podemos e devemos agir para prevenir e mitigar esses desastres, mas não temos, todos, a mesma proporção de responsabilidade nas causas. Os que mais lucram e monopolizam diminuem o poder de decisão das pessoas comuns; são eles os maiores responsáveis.” (Trecho do livro Colapso e Êxodo Urbano). O livro “Colapso e Êxodo Urbano: construindo vidas resilientes e autônomas no campo” está pronto e indo para a gráfica em breve! O apoio e pedidos antecipados e com desconto podem ser feitos por esse link: https://forms.gle/S9QH49PGkgzY8gge6

John Piper Responde
Como permanecer firme quando outros cristãos pensam diferente?

John Piper Responde

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 9:10


Ricominciodame podcast
Episodio 401 - La scoperta di stare con sé stessi: quando la solitudine smette di far paura

Ricominciodame podcast

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 61:35 Transcription Available


Stare con sé stessi non è restare soli.È la scoperta più grande che possiamo fare: accorgerci che dentro di noi c'è una compagnia che non ci ha mai lasciato.Troppo spesso riempiamo ogni silenzio, cerchiamo fuori quello che abbiamo paura di trovare dentro.E così non impariamo mai a stare bene anche quando restiamo soli con noi.Cosa possiamo fare per iniziare a scoprire il piacere di stare con noi stessi?Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/relazioniamoci-di-antonio-quaglietta--3209964/support.

Mundo Empresarial com Diego Maia
A pergunta que faz o cliente vender para ele mesmo | Diego Maia

Mundo Empresarial com Diego Maia

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 3:52 Transcription Available


“E se nada mudar, o que acontece?” Neste episódio do Podcast de Vendas do Diego Maia, Diego Maia apresenta uma das perguntas mais importantes da venda consultiva e explica como ela ajuda o cliente a reconhecer o custo da inação.Em uma negociação que estava sendo adiada para o semestre seguinte, a pergunta levou o decisor a perceber uma consequência concreta: a possível perda de dois dos melhores profissionais da equipe. Nenhum novo argumento, desconto ou case foi necessário. O próprio cliente formulou a urgência com base na realidade da empresa.Diego Maia mostra que vendedores costumam concentrar esforços nos benefícios da compra, mas ignoram o impacto de manter tudo como está. Em muitas negociações, o principal concorrente não é outra empresa: é a decisão de adiar. Quando o custo da inação se torna visível, o cliente consegue comparar com mais clareza o investimento e o risco de não agir.O episódio é indicado para vendedores, consultores, líderes comerciais e empreendedores que desejam aprimorar diagnóstico, negociação, tratamento de objeções e fechamento. Faça a pergunta com respeito e suporte o silêncio. O objetivo não é pressionar, mas ajudar o cliente a compreender as consequências da própria escolha.#SouDeVendasComOrgulho. Não esqueça: onde tem venda, tem vida.Sobre Diego MaiaDiego Maia é palestrante de vendas e uma das principais referências em vendas do Brasil. Autor de oito livros sobre vendas, entre eles 7 Princípios da Venda, é fundador da CDPV Companhia de Palestras, agência de palestrantes especializada em eventos corporativos, e do Grupo CDPV. Desde 2003, é presença constante em convenções de vendas com foco no desenvolvimento de equipes, treinamento de vendas e alta performance comercial — somando mais de 1.800 palestras realizadas e 500 mil profissionais treinados no Brasil e no exterior. Apresenta o Podcast de Vendas do Diego Maia, publicado diariamente desde 2009, sempre às 7h, com mais de 2.000 episódios. É editor do portal Vendedor Profissional e, desde 2011, lidera o movimento #SouDeVendasComOrgulho, pela valorização e profissionalização de quem vive de vendas no Brasil. Seu lema resume sua filosofia: “Onde tem venda, tem vida”.Siga Diego Maia no Instagram clicando aqui.

Papo de Líder
#1019 - Definição de metas

Papo de Líder

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 34:41


Definir metas é uma das decisões mais mal compreendidas da liderança corporativa.Quando o número vem de cima, baseado só na ambição financeira, sem conexão com a realidade de cada território, a empresa está apenas transferindo ansiedade, não direção.Meta justa nasce de dois componentes que precisam conversar: a ambição legítima do negócio e a realidade concreta de quem está na ponta.Isso exige negociação real, não simulação. E exige plano de ação claro, porque meta agressiva sem caminho definido não é estratégia, é pressão.Empresas que ignoram isso colhem equipes desmotivadas, alta rotatividade e, em casos extremos, problemas de saúde mental.No episódio de hoje, mostro como reconstruir esse processo com técnica e responsabilidade.

#DNACAST
O Trabalho Devolve - 30 de Julho

#DNACAST

Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 6:04


Conheça o Prosperus, programa de mentoria para empresários focado em vendas, marketing e modelo de negócio:https://bit.ly/whatsprosperus-sp30 de julho.O Dono da Empresa Precisa Vender?A Semana de Vendas continua no O Trabalho Devolve com um recado direto para empresários, sócios e fundadores: você precisa participar das vendas.O dono conhece o produto, entende o cliente e tem profundidade para interpretar objeções, negociar contas importantes e orientar melhor o time comercial.Quando você conversa diretamente com o cliente, também encontra gargalos, burocracias e oportunidades de melhoria que dificilmente aparecem dentro da sua sala.Você não precisa fazer tudo sozinho.Mas precisa saber vender para ensinar, cobrar e inspirar quem vende com você.O tempo do dono é o recurso mais escasso da empresa.E parte desse tempo precisa estar dedicada a aumentar as vendas.Quer vender mais, vender melhor e aumentar a margem do seu negócio?

SBS Portuguese - SBS em Português
Câmeras com IA detectam tentativas de suicídio em pontes: Coreia do Sul

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 6:14


Câmeras equipadas com inteligência artificial estão ajudando a evitar suicídios nas pontes que cortam o rio Han, em Seul, Coreia do Sul. Quando detectam que alguém pode estar prestes a saltar, as câmeras acionam o alarme para que haja uma resposta rápida dos socorristas.Câmeras equipadas com inteligência artificial estão ajudando a evitar suicídios nas pontes que cortam o rio Han, em Seul, Coreia do Sul. Quando detectam que alguém pode estar prestes a saltar, as câmeras acionam o alarme para que haja uma resposta rápida dos socorristas.Siga a SBS em Português no Facebook, X, Instagram e You Tube. Assine a 'SBS Portuguese' no Spotify, Apple Podcasts, iHeart Podcasts, PocketCasts ou na sua plataforma de áudio favorita.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | REPLETO DE SIGNIFICADO

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 3:35


Leitura Bíblica Do Dia: COLOSSENSES 1:3-12 Plano De Leitura Anual: SALMOS 51–53; ROMANOS 2 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Enquanto preparava-me para a fala que faria no enterro de mamãe, orei pedindo as palavras certas para descrever os seus “anos do hífen”, aqueles entre o seu nascimento e morte. Refleti sobre os momentos bons e não tão bons em nosso relacionamento. Louvei a Deus pelo dia em que minha mãe aceitou Jesus como seu Salvador após vê-lo transformar minha vida. Agradeci a Ele por nos ajudar a amadurecer juntas na fé e por aqueles que compartilharam sobre como ela os encorajou e orou por eles enquanto os enchia de bondade. Minha mãe, imperfeita, tinha um “hífen” repleto de significado: uma vida bem vivida para Jesus. Nenhum cristão é perfeito. No entanto, o Espírito pode nos capacitar a vivermos “de modo a sempre honrar e agradar ao Senhor” (COLOSSENSES 1:10). Segundo Paulo, a igreja de Colossos era conhecida pela sua fé e amor (vv.3-6). O Espírito Santo deu-lhes “sabedoria e entendimento” e os capacitou para dar frutos em toda boa obra, crescendo em sabedoria divina (vv.9-10). Ao orar por eles e elogiá-los, Paulo proclamou o nome de Jesus “que comprou nossa liberdade e perdoou nossos pecados” (v.14). Quando nos submetemos ao Espírito Santo, nós também crescemos no conhecimento de Deus, no amor a Ele e às pessoas, espalhamos o evangelho e usufruímos de um “hífen” significativo, uma vida bem vivida para Jesus.  Por: XOCHITL DIXON 

Pergunte ao VC
Qual é o crescimento adequado para uma startup em estágio de Seed? (Pergunte ao VC 368)

Pergunte ao VC

Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 2:48


COMERCast
#200 - Case AB Mauri: gestão certa no Mercado Livre, mais resultados no longo prazo

COMERCast

Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 42:28


Mais um episódio do Comercast no ar! Dessa vez, convidamos uma parceira de longo prazo da Comerc no Mercado Livre de Energia, a AB Mauri: subsidiária brasileira do grupo internacional ABF (Associated British Foods), uma das principais produtoras de soluções em panificação e confeitaria, atuando nos segmentos Industrial, Food Service e Consumo.Para falar mais dessa relação que já economizou mais de R$ 78 milhões em energia, convidamos Guilherme Silvestre, Diretor de Suprimentos da AB Mauri, e Paola Nascimento, Executiva de Relacionamento da Comerc Energia, que trouxeram o contexto geral dessa parceria, as diferenças em números ao longo de quase duas décadas, o que torna essa união tão forte e as conquistas já alcançadas até hoje em conjunto. Esse case mostra que escolher uma parceira de longo prazo no Mercado Livre de Energia gera economia, segurança, previsibilidade e confiança para grandes empresas. Quando energia é bem gerida, ela deixa de ser uma contratação pontual e passa a fazer parte da estratégia do negócio.Conheça todas as soluções da Comerc para o Mercado Livre de Energia:www.comerc.com.br/telemetria

Liturgia della Settimana - Il Commento e il Vangelo del giorno
[Ven 31] Commento: Figlio di Dio o del carpentiere?

Liturgia della Settimana - Il Commento e il Vangelo del giorno

Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 1:48


Quando manca la fede, perché oscurata dal male o soffocata dall’orgoglio, le cose di Dio vengono banalizzate e ridotte a categorie umane. Ciò accade perché anche la migliore intelligenza umana non riuscirà mai a scrutare i segreti divini. Capita così agli avversari del Signore nel Vangelo di oggi. Molti suoi ascoltatori, invece di aprire il cuore e la mente alle parole di Gesù, mettono in moto sentimenti di invidia, di odio e di vendetta. Ne consegue che non vedono e non possano vedere nella persona di Cristo il Figlio di Dio, ma solo il figlio di Giuseppe, il carpentiere del paese, a loro ben conosciuto. Non possono trattenere una certa meraviglia e un grande stupore nel dover constatare che da quell’umile operaio, proveniente da una bottega di falegname, uscissero tanta sapienza e tanta potenza: «Da dove mai viene a costui questa sapienza e questi miracoli? Non è egli forse il figlio del carpentiere? Sua madre non si chiama Maria e i suoi fratelli Giacomo, Giuseppe, Simone e Giuda? E le sue sorelle non sono tutte fra noi? Da dove gli vengono dunque tutte queste cose?». È vero che lo stupore è l’anticamera della fede, ma senza quella divina virtù si viene soltanto sfiorati dalla verità e non pervasi e convinti. Le vittime privilegiate di questi errori sono persone dotate di buona cultura, con una discreta carriera che li pone in posti di prestigio e che non amano confondersi con gli umili, che credono perché illuminati dalla fede. Qualcuno ha scritto che il contenitore della fede è un vaso di terracotta e non di prezioso cristallo. Dobbiamo perciò dedurre che l’incredulità ha sempre in sé una evidente colpevolezza. E spesso si tratta di orgoglio. Il Signore ce ne conservi.

Palavra do Dia
Palavra do dia - Mt 13,47-53 - 30/07/26

Palavra do Dia

Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 3:42


Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 47 "O Reino dos Céus é ainda como uma rede lançada ao mar e que apanha peixes de todo tipo. 48 Quando está cheia, os pescadores puxam a rede para a praia, sentam-se e recolhem os peixes bons em cestos e jogam fora os que não prestam. 49 Assim acontecerá no fim dos tempos: os anjos virão para separar os homens maus dos que são justos, 50 e lançarão os maus na fornalha de fogo. E ai, haverá choro e ranger de dentes. 51 Compreendestes tudo isso?" Eles responderam: "Sim". 52 Então Jesus acrescentou: "Assim, pois, todo mestre da Lei, que se torna discípulo do Reino dos Céus, é como um pai de família que tira do seu tesouro coisas novas e velhas". 53 Quando Jesus terminou de contar essas parábolas, partiu dali.

Crescere Con Tuo Figlio
Sai cosa fare, ma poi perdi la pazienza lo stesso #230

Crescere Con Tuo Figlio

Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 27:08 Transcription Available


Nei momenti calmi ci credi. Hai letto, hai ascoltato, capisci la logica. Sai cosa dovresti fare.Poi arriva la crisi. E in trenta secondi sei di nuovo lì, voce alta, tensione, la reazione che non volevi avere. E dopo ti senti peggio di prima, perché ora sai anche che avresti potuto fare diversamente.Il problema non è la motivazione. È come funziona la memoria sotto pressione.In questa puntata spiego la differenza tra memoria esplicita (quello che sai di sapere: le tecniche, i libri, i podcast) e memoria implicita (quello che il tuo corpo fa prima che tu abbia deciso qualcosa). Quando sei in crisi con tuo figlio, la seconda prende il sopravvento sulla prima, sempre.Non sei tu il problema. È il metodo: lavorare solo sulle tecniche è come imparare a nuotare in teoria e aspettarsi di nuotare sotto una cascata.Trovi anche un esercizio pratico per questa settimana, semplice e concreto, per iniziare a rendere visibili i pattern automatici che guidano le tue reazioni.

Pr. Pedro Medina
Pare de Fugir Quando Fica Difícil l Pr. Pedro Medina

Pr. Pedro Medina

Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 41:26


Pare de Fugir Quando Fica Difícil l Pr. Pedro Medina by Pr. Pedro Medina

Mundo Empresarial com Diego Maia
O e-mail de três linhas que fechou o maior contrato do ano | Diego Maia

Mundo Empresarial com Diego Maia

Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 4:10 Transcription Available


Uma proposta de 42 páginas ficou duas semanas sem resposta. Um e-mail de três linhas recebeu retorno em quatro minutos. Neste episódio do Podcast de Vendas do Diego Maia, Diego Maia explica por que clareza comercial costuma ser mais persuasiva do que volume de informação.O e-mail que destravou a negociação resumiu quatro pontos: o problema do cliente, a solução proposta, o prazo e o investimento. A experiência revela que documentos longos muitas vezes servem mais para transmitir segurança ao vendedor do que para facilitar a decisão do comprador. Quando o valor de uma solução não cabe em poucas frases, pode haver um problema de diagnóstico — não apenas de redação.Diego Maia ensina uma estrutura simples para comunicação comercial: qual problema será resolvido, em quanto tempo, de que forma e por qual investimento. Isso não significa eliminar propostas completas quando elas são necessárias, mas tornar a mensagem principal compreensível para um decisor ocupado.O episódio traz aprendizados para prospecção, redação de e-mails, propostas comerciais, vendas B2B e comunicação com executivos. Respeitar o tempo do cliente é uma forma de demonstrar preparo, objetividade e confiança. Clareza vende; excesso de informação cansa.#SouDeVendasComOrgulho. Não esqueça: onde tem venda, tem vida.Sobre Diego MaiaDiego Maia é palestrante de vendas e uma das principais referências em vendas do Brasil. Autor de oito livros sobre vendas, entre eles 7 Princípios da Venda, é fundador da CDPV Companhia de Palestras, agência de palestrantes especializada em eventos corporativos, e do Grupo CDPV. Desde 2003, é presença constante em convenções de vendas com foco no desenvolvimento de equipes, treinamento de vendas e alta performance comercial — somando mais de 1.800 palestras realizadas e 500 mil profissionais treinados no Brasil e no exterior. Apresenta o Podcast de Vendas do Diego Maia, publicado diariamente desde 2009, sempre às 7h, com mais de 2.000 episódios. É editor do portal Vendedor Profissional e, desde 2011, lidera o movimento #SouDeVendasComOrgulho, pela valorização e profissionalização de quem vive de vendas no Brasil. Seu lema resume sua filosofia: “Onde tem venda, tem vida”.Siga Diego Maia no Instagram clicando aqui.

Café Brasil Podcast
Café Brasil Expresso 1040 - A vida por assinatura

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 30:59


Um filme comprado desaparece da biblioteca digital do cliente depois que a plataforma encerra um contrato de licenciamento. O episódio parte dessa situação para investigar uma mudança silenciosa no significado da propriedade. Bancos de automóveis, impressoras, câmeras, programas e outros produtos continuam sob o controle de quem os fabricou mesmo depois da venda. Luciano acompanha os incentivos econômicos por trás das assinaturas, o custo de abandonar esses sistemas e o paradoxo de uma sociedade que ganhou acesso a quase tudo, mas passou a depender de permissões para usar aquilo que acredita possuir. Host: Luciano Pires - @lucianopires – lucianopires.com.br Takeaways A tecnologia pode ampliar as possibilidades de um produto e, ao mesmo tempo, aumentar o poder do fabricante sobre aquilo que o consumidor comprou. A receita recorrente incentiva empresas a transformar produtos completos em portas de entrada para cobranças permanentes e relações difíceis de abandonar. O problema não está em alugar ou assinar, mas em chamar de compra uma relação na qual o acesso continua condicionado à autorização de terceiros. Capítulos O filme que deixou de ser seu O dono invisível Quando o produto vem trancado A economia da cobrança permanente O custo de ir embora Propriedade, controle e confiança Viver cercado de permissões As coisas ficaram conosco, mas deixaram de ser nossas Links relevantes Mundo Café Brasil: https://mundocafebrasil.com Livraria Café Brasil: https://livrariacafebrasil.com.br See omnystudio.com/listener for privacy information.

#DNACAST
O Trabalho Devolve - 29 de Julho

#DNACAST

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 5:55


Conheça o Prosperus, programa de mentoria para empresários focado em vendas, marketing e modelo de negócio:https://bit.ly/whatsprosperus-sp29 de julho.O que garante que uma venda foi bem-feita.A Semana de Vendas continua no O Trabalho Devolve com uma pergunta importante: como saber se uma venda foi realmente bem-feita?A resposta não está apenas no pagamento. Está no momento em que o cliente fica tão satisfeito que indica você para outra pessoa.Uma venda excelente resolve o problema do cliente, entrega mais do que foi prometido e cria uma experiência acima da média. Quando isso acontece, o cliente não apenas paga: ele volta, compra novamente e propaga o seu trabalho.Antes de buscar um novo cliente, cuide bem de quem já confiou em você.Cliente satisfeito compra.Cliente encantado indica.Quer vender mais, vender melhor e aumentar a margem do seu negócio?

Podcast : Escola do Amor Responde
3385# Escola do Amor Responde (no ar 29.07.2026)

Podcast : Escola do Amor Responde

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 23:34


Durante este programa da Escola do Amor Responde, Daniel contou aos professores que está em um relacionamento com a esposa há 11 anos e que eles têm quatro filhos. Nos primeiros anos, ele foi infiel, e a esposa descobriu. Segundo o aluno, o casal manteve por causa dos filhos.Desde então, Daniel disse que não traiu mais a esposa. Contudo, ele deu carona a uma garota de programa, apesar de não ter acontecido nada além disso. Após ficar sabendo, a esposa disse que quer se separar e que não o ama mais. Ele perguntou aos professores se ainda há o que fazer para evitar que isso aconteça.Terapia do AmorAinda hoje, ouça o que as pessoas têm a dizer sobre o que aprenderam durante as palestras da Terapia do Amor. Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Na sequência, uma aluna que não quis se identificar disse que o marido tem uma boate de programas e que ele está envolvido com uma mulher que trabalha no local há oito meses. Quando ela não está no local, ele volta para casa. Só que quando está na boate, ele não aparece.A aluna disse que tinha muitos defeitos, mas mudou. Mesmo assim, ele insiste em continuar com a amante. Com isso, a aluna vive sozinha, com os filhos e o marido, teoricamente, apenas contribui financeiramente. Ademais, ela disse que ele não aceita a separação. A aluna está deprimida e com a saúde fragilizada.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes

Ta de Clinicagem
TdC 345: Quando terminar a ressuscitação cardiopulmonar?

Ta de Clinicagem

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 11:47


1º Encontro TdC - Simpósio Anual de Atualização em Clínica Médica Um dia inteiro de Clínica Médica, com temas cuidadosamente selecionados para responder à pergunta que mais importa: o que muda minha prática?Se você é residente, médico recém-formado, especialista ou estudante de Medicina e gosta da forma como o TdC discute medicina baseada em evidências, esperamos você em São Paulo no dia 22 de agosto.Garanta sua vaga através do link: https://www.tadeclinicagem.com.br/eventostdc/1-encontro-tdc/Esse tema foi abordado na edição 122 do Guia TdC. Para saber mais, acesse: https://www.tadeclinicagem.com.br/guia/423/quando-terminar-a-ressuscitacao-cardiopulmonar/

Foodness Talks
Velocidade, qualidade e previsibilidade sob pressão - Pedro Valsas - Pão com carne #307

Foodness Talks

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 83:33


Delivery de alto fluxo não é simplesmente uma cozinha que vende muito. É uma operação desenhada para manter velocidade, qualidade e previsibilidade sob pressão.No episódio #307 do Foodness Talks, Pedro Valsas (@pedrovalsas), do Pão com Carne (@paocomcarne_hamburgueria), fala sobre o que separa uma operação de delivery que aguenta crescer de uma que quebra exatamente quando o volume aumenta. Quando muitos pedidos entram ao mesmo tempo, o que define o resultado não é somente o esforço da equipe. É também a estrutura que existe por trás dela.A conversa passa por como layout, fluxos, pré-produção e expedição precisam funcionar como um sistema integrado, por liderança assertiva e o papel do dono como referência de cultura e operação, Falamos sobre como pequenos erros de processo se transformam rapidamente em atrasos e perda de rentabilidade em alto volume e por que crescer exige se readaptar mesmo quando tudo parece funcionar.Porque antes de pensar em vender mais, é fundamental garantir que a cozinha esteja preparada para sustentar esse crescimento.Esse episódio é um oferecimento da @‌searafoodsolutions

Devocional Diário
Você tem dimensão do poder de Deus em sua vida?

Devocional Diário

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 2:16


“e como é grande o seu poder que age em nós, os que cremos nele. Esse poder que age em nós é a mesma força poderosa” Efésios 1:19 NTLH Você tem dimensão do poder de Deus em sua vida?Crer em Deus e confiar Nele não significa ausência de ataques e adversidades, não quer dizer que seremos imunes a doenças e nem as aflições. A grande diferença está no poder de Deus que age em todos aqueles que confiam e creem no seu nome, sendo maior do que tudo aquilo que vem contra nós. Agora para quem vê o problema maior que o próprio Deus, fará com que este também haja em nós com poder, se tornando maior do que aquele que é capaz de derrota-lo.Quando cremos infalivelmente que o poder de Deus em nós é maior que tudo e todos. Somos mais confiantes e seguros não nos preocupando com que acontece e acontecerá conosco, pois tudo cooperará para o nosso bem. Que a nossa fé em Deus seja maior que a nossa fé nos problemas.Pensamento do dia:Você crê mais no poder Deus ou mais no problema?Oração: Senhor nos ajude a confiar e conhecer o poder teu que age me nós. Queremos todos os dias ser usado por ti.Em nome de Jesus, Amém!Que você tenha um dia abençoado!Por Ubiratan Paggio#devocionaisdiarios#deusfalacomigo#DeusEMaior#ConfiarEmDeus#ubiratanpaggio@ubiratan.paggio@ubiratanpaggio

Bom Dia Londrina
Mensagem Final BDL: Quando a gratidão fica pelo caminho

Bom Dia Londrina

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 1:38


No encerramento do Bom Dia Londrina, compartilhamos uma mensagem inspiradora, incentivando reflexões e motivação para começar bem o dia.No programa Bom Dia Londrina apresentamos sucessos musicais, curiosidades, sorteios, horóscopo e presentes para aniversariantes todos os dias. De segunda a sábado das 08h às 12h e aos domingos das 08h as 11h. Você também pode participar através do nosso Instagram ou ligando no 3356-5500.

Saúde Digital
SD369 - Modo Sobrevivência: como a falta de margem limita o seu crescimento

Saúde Digital

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 27:21


Dr. Lorenzo Tomé encerra a série dos pilares do negócio médico com o tema que sustenta todos os outros: a margem. O episódio parte de um retrato incômodo do presente, o que ele chama de modo sobrevivência, o nome que dá à ausência de margem, e mostra como a famosa correria deixou de ser um detalhe da rotina para se tornar uma ameaça à entrega de valor e à sustentabilidade da carreira médica. Ancorado no livro Margem, de Richard Swenson, Lorenzo apresenta uma definição simples e poderosa: margem é a sua capacidade menos a demanda. Quando você opera no limite, capacidade e demanda se igualam e não sobra nada. Quando ultrapassa esse limite, entra no terreno do estresse crônico e do burnout. Ele traduz isso com imagens concretas, do engenheiro que dimensiona uma ponte para muito além do peso previsto ao avião que não decola com o combustível exato, e explica por que médicos e donos de negócio, duas condições que se somam na mesma pessoa, estão entre os mais expostos a essa falta de margem. O núcleo do episódio são as quatro margens: a emocional, que protege do burnout e se cultiva com descanso, contemplação e conexões; a de agenda, o espaço para o imprevisto e para pensar estrategicamente; a física, o autocuidado que o paciente enxerga; e a financeira, sobrar mais no fim do mês do que se gastou. Lorenzo também enfrenta um ponto desconfortável: para o sistema, é conveniente que o médico continue no modo sobrevivência, porque quem está esgotado é mais fácil de conduzir. Por isso, criar margem é uma decisão que só o próprio médico pode tomar. O episódio fecha com três movimentos honestos para a semana e um convite à reflexão: você está disposto a olhar para o seu negócio com a mesma seriedade com que olha para o seu paciente? Sem atalhos, sem promessas de faturamento rápido, o caminho apresentado é o mais árduo, mas é o único sustentável e o único que combina com a profissão médica. O background do Dr. Lorenzo Tomé Lorenzo Tomé é médico, fundador e CEO da SD Escola de Negócios Médicos — escola especializada em estruturação de modelos de negócio para médicos com ética, método e previsibilidade. Com mais de 500 médicos capacitados, desenvolveu uma metodologia própria baseada em receita recorrente por acompanhamento longitudinal, que combina gestão, marketing, vendas, finanças e tecnologia aplicados à prática clínica. Atua como mentor direto de médicos em diferentes especialidades, ajudando-os a construir negócios sustentáveis, escaláveis e alinhados com o propósito de cuidar. Aplique para a sessão estratégica! Entre na Comunidade SD no WhatsApp e tenha conteúdo gratuito todos os dias sobre negócios médicos. Assista esse episódio também em vídeo no Youtube no nosso canal Saúde Digital Podcast! Acesse os episódios anteriores! SD368 - Produtividade sem burnout: estruturando a agenda do médico com margem SD367 - Usando a tecnologia para escalar seu atendimento sem virar uma commodity SD366 - Como precificar sua consulta por método, e não por comparação ou por medo Música: Declan DP & KODOMOi - Jellyfish Music © Copyright Declan DP 2018 - Present. https://license.declandp.info | License ID: DDP1590665

Café com Tulipa
CT 3811 - Nosso Amparo

Café com Tulipa

Play Episode Listen Later Jul 27, 2026 2:44


Você pode contar com o auxílio de Deus, o Pai, se você o conhece e tem um relacionamento com ele através de Jesus, seu Filho, nosso Salvador. Quem conhece o Senhor sabe que ele é fiel, que ele nunca desampara seus filhos, pelo contrário, ele os sustenta, ampara e fortalece. Você pode desfrutar do cuidado, proteção e provisão do Senhor, através da fé, que é uma confiança total nele. Quando você passar por tribulações não estará sozinho, pelo contrário, poderá contar com a presença do Senhor, pois ele é nosso amparo.

Moon Safari
S12P13 - Le poesie di Velimir Chlebnikov incontrano le esplorazioni musicali al chiaro di luna

Moon Safari

Play Episode Listen Later Jul 27, 2026 11:31


La lettura di tre componimenti del poeta russo tratti dalla raccolta "47 poesie facili e una difficile" edita da Quodlibet con la traduzione di Paolo Nori si unisce alle esplorazioni musicali al chiaro di luna di Moon Safari. Playlist poesie puntata S12P13 Velimir Chlebnikov - Vento-Canto  Vento-cantoDi chi e su che cosa?Impazienzaha la spada d'esser palla.Gli uomini vezzeggiano il giorno della morte,come un fiore prediletto.Sulle corde dei grandi, credete,suona adesso l'Oriente.Forse un nuovo orgoglio ci daràil mago delle splendide montagne,e, battistrada di molta gente,indosserò la ragione come un bianco ghiacchiaio. Velimir Chlebnikov, Dal sacco si sparsero Dal saccosi sparsero al suolo le cose.Ed io pensoche il mondoè soltanto un sogghigno,che luccica fiocosulle labbra di un impiccato.Velimir Chlebnikov, Gli uomini quando amanoGli uomini, quando amano,fabbricando lunghi sguardied emettendo lunghi sospiri.Le bestie, quando amano,riempiendosi gli occhi di foschiae fabbricando morsi di schiuma.I Soli quando amanocoprendo le notti con un tessuto di terrae incedendo a passi di danza verso l'amica.Gli dei, quando amano,abbracciando per intero il fremito dell'universo come Puškin la fiamma d'amore per la cameriera di Volkonskij.Velimir Chlebnikov, RifiutoPer me è molto più piacevoleGuardare le stelleChe firmare una condanna a morte.Per me è molto più piacevoleAscoltare la voce dei fiori,Che sussurrano "è lui"Chinando la testolina,Quando attraverso il giardino,Che vedere gli scuri fucili della guardiaUccidere quelliChe vogliono uccidere me.Ecco perché io non sarò mai,E poi mai, un Governante.Playlist musicale di Moon Safari - S12P13Royksopp & Alison Goldfrapp - ImpossibleZero 7 ft. Lou Stone - Shadows- Lettura di Velimir Chlebnikov, Vento-canto con l'accompagnamento della canzone di Kamaji, Life of the ButterflyTelefon Tel Aviv - Helen of TroySevdaliza - System- Lettura di Velimir Chlebnikov, Dal sacco si sparsero con l'accompagnamento della canzone di Kamaji, Dammi Sole (ft. Claudia Giannotta & Gsq)Sohn - LessonsDJ Shadow - Midnight in a Perfect World--DJ KRUSH - KemuriGo Dugong - Luci nel Bosco- Lettura di Velimir Chlebnikov, Gli uomini quando amano con l'accompagnamento della canzone FloFilz, CloudberryInude, SleepCorrado Bucci - The Thief of Trees- Lettura di Velimir Chlebnikov, Rifiuto con l'accompagnamento della canzone Dallomo, Moon SafariHVOB - ShinichiBicep - Orca

Alquimia da Mente
955 - Tudo Que Você Quer Chega Quando Você Para de Tentar Manifestar

Alquimia da Mente

Play Episode Listen Later Jul 27, 2026 11:29


Café com Tulipa
CT 3810 - Acolhimento Abençoado

Café com Tulipa

Play Episode Listen Later Jul 26, 2026 2:47


Nosso Deus nos acolhe em virtude de seu amor imensurável. Assim como fomos acolhidos por Deus, em Cristo, devemos acolher aqueles que nos cercam. Quando somos alcançados pela graça de Deus somos inseridos em uma família que nos acolhe e se torna o lugar de todos que seguem a Cristo, de todo coração. Não andamos mais sozinhos, não enfrentamos nossas lutas se o apoio daqueles que são filhos transformados por Deus e seu amor. Este acolhimento abençoado nos sustenta e fortalece.

Agro Resenha Podcast
ARP#450 - O que acontece quando preparo encontra coragem

Agro Resenha Podcast

Play Episode Listen Later Jul 26, 2026 73:52


Neste episódio do Agro Resenha, Paulo Ozaki conversa com Rafael Ramon sobre trajetória, ciência, carreira e comunicação no agronegócio a partir da história de um profissional que saiu de uma pequena propriedade rural no Rio Grande do Sul para atuar com modelagem ambiental, pesquisa regulatória e inovação no setor. A conversa passa por universidade, intercâmbios, registro de defensivos, sustentabilidade, gestão de oportunidades e criação de conteúdo no agro. Um episódio valioso para quem busca crescimento profissional, visão estratégica e aplicações reais da ciência no agronegócio. PARCEIROS DESTE EPISÓDIO Este episódio também foi trazido até você pela SCADIAgro! A SCADIAgro trabalha diariamente com o compromisso de garantir aos produtores rurais as informações que tornem a gestão econômica e fiscal de suas propriedades mais sustentável e eficiente. Com mais de 30 anos no mercado, a empresa desenvolve soluções de gestão para produtores rurais espalhados pelo Brasil através de seu software. SCADIAgro: Simplificando a Gestão para o Produtor Rural Site: https://scadiagro.com.br/Podcast Gestão Rural: https://open.spotify.com/show/7cSnKbi7Ad3bcZV9nExfMi?si=766354cb313f4785Instagram: https://www.instagram.com/scadiagro/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/scadiagroYouTube: https://www.youtube.com/channel/UCQxErIaU0zBkCAmFqkMohcQ E por fim, esse episódio também tem apoio da Nutripura Nutrição e Pastagem! A Nutripura, que tem como base valores como honestidade, qualidade e inovação nos produtos e excelência no atendimento, atua há mais de 20 anos no segmento pecuário, oferecendo os melhores produtos e serviços aos pecuaristas. Fique ligado nos artigos que saem no Blog Canivete e no podcast CaniveteCast! Com certeza é o melhor conteúdo sobre pecuária que você irá encontrar na internet. Nutripura: O produto certo, na hora certa. Site: http://www.nutripura.com.brBlog Canivete: https://www.nutripura.com.br/pub/blog-canivete/Instagram: https://www.instagram.com/nutripura/Facebook: https://www.facebook.com/Nutripura/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/nutripura/YouTube: https://www.youtube.com/user/TvNutripura INTERAJA COM O AGRO RESENHA Instagram: http://www.instagram.com/agroresenhaTwitter: http://www.twitter.com/agroresenhaFacebook: http://www.facebook.com/agroresenhaYouTube: https://www.youtube.com/agroresenhaCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/arp-zap-01 E-MAILSe você tem alguma sugestão de pauta, reclamação ou dúvida envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br QUERO PATROCINARSe você deseja posicionar sua marca junto ao Agro Resenha Podcast, envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br FICHA TÉCNICA Apresentação: Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidado: Rafael RamonEdição: Will Oliveira See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rádiofobia Podcast Network
Takinobori 005 - com Rodolpho Baena

Rádiofobia Podcast Network

Play Episode Listen Later Jul 24, 2026 89:58


Saudações, ouvinte! Seja bem-vindo ao Takinobori Podcast, o novo projeto da Rádiofobia Podcast Network! Neste novo podcast, Leo Lopes apresenta histórias reais de pessoas que enfrentaram grandes desafios e os superaram, no intuito de trazer mais positividade e inspiração às nossas vidas! No primeiro episódio gravado presencialmente, Leo viajou para a cidade de Bragança Paulista, no interior de São Paulo, para conhecer o amigo e ouvinte Rodolpho Baena. Aos 33 anos e cego de nascença, a história de vida dele é um exemplo de superação, adaptação e apoio da família, principalmente da mãe Fabíola, professora que chegou a aprender braile para poder "traduzir" as provas dele na escola. Esse papo solto e divertido rolou em um sábado de manhã, perto da hora do almoço, no Cantinho do Le e da Fa, restaurante administrado pela família do Rodolpho. Quando estiver de passagem por Bragança Paulista, não deixe de passar lá pra conhece-los e fazer uma refeição saudável e deliciosa! Não se esqueça de comentar sobre o episódio com as pessoas que você gosta e de compartilhar para que o programa chegue cada vez mais longe! Links citados no episódio:- leitor de tela NVDA- Laramara- Fundação Dorina Nowill para Cegos- Projeto DOSVOX- Be My Eyes app para Android- Be My Eyes app para iOS Você pode assistir o Takinobori Podcast no YouTube e no Spotify e ouvir em todas as plataformas de áudio: YouTube Spotify Apple Podcasts Deezer Amazon Music Pocket Casts Clique para contratar os serviços da Rádiofobia Podcast e Multimídia! Ouça os podcasts da Rádiofobia Podcast Network!See omnystudio.com/listener for privacy information.

SBS Italian - SBS in Italiano
Cosa c'è in valigia quando si torna dall'Italia?

SBS Italian - SBS in Italiano

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 23:20


Sapori difficilmente reperibili in Australia, vestiti, cosmetici, libri e anche un bidet: la voglia di Italia che si vede nei bagagli quando gli italiani residenti in Australia rientrano Down Under sembra non aver limiti (se non quelli di legge).Seguici su Facebook e Instagram o abbonati ai nostri podcast cliccando qui. 

Podcast : Escola do Amor Responde
3381# Escola do Amor Responde (no ar 23.07.2026)

Podcast : Escola do Amor Responde

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 23:08


Uma aluna prestes a se casar, porém, está enfrentando situações que a têm deixado confusa em relação a esse passo. O namorado mentiu para ela ao omitir que havia passado o dia em uma festa com piscina, amigos de trabalho e muita bebida. Quando ela descobriu a mentira, ele explicou que não poderia levá-la. Essa atitude, somada a outras situações, abalou profundamente a confiança que a aluna depositava nele.Ela disse que não sabe mais se quer casar nem se conseguirá voltar a confiar nele. Ele afirma que, depois do casamento, tudo será diferente e que mudará de comportamento. Além disso, demonstrou arrependimento pela atitude. Mesmo assim, a aluna não sabe o que fazer.Quer se acertarEm seguida, outra aluna, Natália, de 19 anos, compartilhou que está noiva e grávida de oito meses. Segundo ela, o bebê fortaleceu ainda mais o relacionamento do casal. Porém, os amigos dele começaram a chamá-lo para sair. No início, isso acontecia apenas uma vez, mas, depois, os convites passaram a ser todos os finais de semana.A aluna comentou que ele está com problemas na família e, por isso, sai para se distrair. Contudo, ele não a leva para nenhum lugar, pois, por causa da gravidez, ela se cansa rapidamente. Recentemente, os dois discutiram e acabaram terminando. Ela contou que está na reta final da gestação e gostaria de tê-lo ao seu lado. Por isso, a aluna perguntou como agir para que os dois possam se acertar.Ainda neste programa, Viviane, de 37 anos, disse que está em um relacionamento há dois anos e meio, mas a convivência é muito conturbada. Ele mora no litoral de São Paulo, enquanto ela vive na capital. Os dois já tentaram morar juntos três vezes, mas nunca deu certo. Segundo Viviane, ele sempre tem crises e diz que não está preparado para o casamento. Além disso, eles já terminaram cerca de vinte vezes. A aluna sempre promete não voltar mais, mas acaba aceitando as promessas dele.Viviane disse ainda que ele mente e já a traiu várias vezes. Ela afirmou que gostaria de pôr fim a esse relacionamento, mas não consegue. A aluna compartilhou outros pontos da história e pediu orientação sobre o que fazer.Terapia do AmorConheça os testemunhos de pessoas que participam da Terapia do Amor e descubra o que elas têm a dizer sobre as palestras. Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes

Bibotalk - Todos os podcasts
Até quando ficar numa igreja? – BTCast 655

Bibotalk - Todos os podcasts

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 69:32


Muito bem, muito bem, muito bem! Está no ar mais um BTCast! Neste episódio, Rodrigo Bibo recebe Igor Miguel e Luiz Henrique para conversar sobre uma pergunta que muitos cristãos já fizeram em algum momento da caminhada: até quando vale a pena permanecer em uma igreja? Compre o Igreja Sob Medida aqui: https://amzn.to/4dYXO74 Receba seu […] O conteúdo de Até quando ficar numa igreja? – BTCast 655 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.

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Soul Bela
EP 145 | Xixi Toda Hora - Comum, mas não é normal

Soul Bela

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 24:10


Fazendo xixi toda hora? Neste episódio Isabela Fortes explica por que frequência urinária, urgência, ardência e escapes de urina podem estar relacionados aos hormônios, à bexiga, ao metabolismo, ao assoalho pélvico ou a uma combinação de diferentes fatores.Resumo do episódio:• A diferença entre urinar muitas vezes e produzir um volume elevado de urina• Quando a síndrome geniturinária da menopausa pode causar urgência, ardência e irritação• Por que nem toda ardência significa infecção urinária• Como identificar sinais de bexiga hiperativa• A relação entre glicose alta, sede excessiva e aumento da produção de urina• Café, álcool, energéticos e outros possíveis irritantes da bexiga• O impacto do assoalho pélvico, dos prolapsos e dos miomas nos sintomas urinários• Por que perder xixi ao rir, espirrar, correr ou treinar não deve ser normalizado• Como a fisioterapia pélvica pode ajudar no fortalecimento, relaxamento e coordenação muscular• Quais sinais indicam a necessidade de uma avaliação mais completa• O que observar e anotar antes da consulta médica

Por Falar em Correr
PFC Debate 885 - Quando a prova dá errado! E agora?

Por Falar em Correr

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 59:47


Confira mais um episódio do PFC Debate, onde falamos de todos os assuntos possíveis, sobre corrida ou não, de um jeito que você não vai acreditar.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO CANAL⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Neste episódio, falamos dos desafios enfrentados pelos corredores quando uma prova não sai como o planejado. O foco central da conversa foi a recente edição da NB42K em Porto Alegre, onde falhas organizacionais, problemas logísticos com guarda-volumes e percalços climáticos geraram insatisfação entre os participantes. O grupo reflete sobre o crescimento acelerado da prova e a importância de uma organização cuidadosa, comparando a experiência com outros eventos. Além das críticas construtivas, o debate aborda o comportamento dos corredores em relação à elite, a questão da necessidade de separação das distâncias em grandes eventos e a importância do gerenciamento de crises por parte dos organizadores. O programa também abre espaço para temas variados, incluindo uma curiosidade biológica sobre bovinos, reflexões sobre a relação entre atletas e treinadores, se tem traços de toxicidade e uma análise descontraída sobre o futebol, mantendo o tom bem-humorado e reflexivo característico do podcast.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Compre o livro da Camila⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Grupo de promoções da Thainara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga quem faz o PFC Debate: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Enio⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Gigi⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Marcos⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Camila⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Duda⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ana⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Thainara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠.Use nossos cupons:KEEP RUNNING BRASIL - PFCFOCO RADICAL - PFC 10CADILE'S ESPORTES - PFC10CORRA BARATO - PFC⁠⁠⁠⁠⁠⁠JUNGLE/PLANTPOWER⁠⁠⁠⁠⁠⁠ - PFC⁠⁠⁠⁠⁠DA NUTRI SABORES⁠⁠⁠⁠⁠ - PFCCARAMELO - PFC10SPORTBR - PFC10MARATONA DE FLORIPA 2026 - PFCLIVE! RUN XP - PFC15RSF PRO EVENTOS - PFC 10CLUBE DE AUTORES - PFC 10

Boa Noite Internet
O Império da IA — com Karen Hao

Boa Noite Internet

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 63:50


O Império da IA, com Karen HaoEm 2019 — tempos mais simples! — a jornalista Karen Hao foi fazer o primeiro “perfil” jornalístico da sua carreira, aquelas reportagens em que um jornalista passa dias acompanhando uma pessoa ou empresa, uma coisa meio biografia, meio retrato congelado no tempo.A tal empresa era uma startup do Vale do Silício, ainda pequena e desconhecida dos meros mortais como eu e você, mas que hoje é a mais valiosa da história: a OpenAI, também conhecida como “a criadora do ChatGPT”.A Karen Hao vendeu o projeto do perfil para o MIT Technology Review porque a OpenAI parecia, naquela época, uma startup diferente. O “open” no nome nasceu da visão de que inteligência artificial é um assunto tão importante para o futuro da humanidade que precisava ser explorado de um jeito aberto, compartilhando conhecimento com todo mundo, e mais preocupado em proteger esse tal futuro do que em só gerar lucro.Hoje, aqui direto de 2026, a gente já sabe que não foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a OpenAI se transformou numa empresa oficialmente voltada para o lucro como qualquer outra e chegou a ser processada por Elon Musk — um dos apoiadores iniciais do projeto — por quebrar essa promessa de ser ‘open'. Em maio, o Elno perdeu a causa, e a OpenAI agora se prepara para lançar as ações na bolsa e, pelos números atuais, já largar valendo mais de 1 trilhão de dólares.Mesmo em 2019, a Karen Hao sentiu que todo esse papo de “open” não era bem assim: segredos e competitividade em todas as conversas que ela ouvia na empresa. Publicou o tal perfil contando isso e o pessoal da OpenAI… não gostou muito. Achou que ela ia só falar bem deles, e a empresa cortou contato com ela por três anos.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.Até que, em maio do ano passado, ela lançou nos EUA o livro O império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total, que segue contando a história da OpenAI — e abre com a bizarra saída do Sam Altman, demitido do cargo de CEO por “nem sempre falar a verdade” ao conselho da empresa, para voltar quatro dias depois nos braços dos funcionários.Mas esse livro não é exatamente uma biografia da OpenAI. Para mim, é mais um retrato de todo o sistema empresarial em que vivemos hoje — inteligência artificial ou não. O importante é que ele acabou de sair no Brasil pela Editora Rocco, que me procurou para saber se eu queria entrevistá-la aqui no programa, aproveitando que ela veio participar do Esquenta do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. O congresso, aliás, acontece dia 30 de julho — vai lá no site da Abraji saber mais, quem sabe comprar seu ingresso.Mas enfim, claro que eu queria conversar com ela. Obrigado, Abraji, obrigado, pessoal da Rocco, pelo presente. Quem me conhece sabe que IA agora é um assunto muuuito importante no meu trabalho. Eu fico aqui tentando navegar o meio do caminho entre o fim do mundo exterminador do futuro e a utopia vendida por muita gente. Não acredito em nenhum dos dois cenários, falei disso com a Karen antes e durante a conversa. Mas no final da entrevista a gente volta para falar não só disso, como também de como o IA em Curso, minha comunidade de letramento contínuo em IA, se conecta com tudo. Com promoção? Pode ser. Quem ficar até o fim, verá.A entrevista foi gravada em inglês — a Karen também fala mandarim, mas não fala brazilian —, então vai funcionar assim. Se ouvir no áudio, vai ser a versão original, do mesmo jeito que foi com o Ted Chiang ano passado, para você botar o seu cursinho para trabalhar. Aqui no site boanoiteinternet.com.br você está acompanhando a transcrição completa traduzida, se quiser ler enquanto ouve. E no YouTube tem uma versão legendada. Assim, você entra na conversa do jeito que preferir.Combinado? Então, bora lá entender O Império da IA com Karen Hao, no Boa Noite Internet.Cris: Karen Hao, bem-vinda ao Boa Noite Internet.Karen Hao: Obrigada pelo convite.Cris: Que bom ter você aqui. Espero que o Brasil esteja te tratando bem durante a Copa do Mundo — a gente veio falar sobre isso. Hoje é dia de falar de futebol, de Copa do Mundo, quais são as chances de cada país. Mas a primeira coisa que você precisa saber sobre essa conversa é que eu não sou jornalista. Não sei fazer isso. Peço desculpas antecipadas à sua profissão e ao seu ofício.Além disso, você foi enganada. Eu não estou aqui pra te entrevistar. Isso aqui é uma sessão de terapia. Você vai me ajudar a superar meus traumas.Porque eu sou da… do que eu chamo de “geração esquecida” — sou geração X, nasci nos anos 70. Esquecida porque, nessa guerra de gerações, as pessoas esquecem que a gente existe, e isso é incrível, porque a gente causou muito estrago no planeta. O Elon Musk é geração X, então é só isso que você precisa saber sobre a minha turma. Gente como ele, ou como Marc Andreessen… eu cresci lendo e assistindo à ficção científica que dizia que tecnologia é a melhor coisa do mundo, que ciência e engenheiros são incríveis e vão nos levar pra um lugar incrível.Sou uma daquelas pessoas que, quando a internet surgiu, falou: a paz mundial está logo ali. O conhecimento a um clique de distância, o futuro vai ser incrível. E aqui estamos nós. Então, quando usei o GPT pela primeira vez, e depois o ChatGPT, fiquei super empolgado. Foi a primeira vez, desde a internet, que eu fiquei realmente empolgado.Tenho até uma certa fama de ser mal-humorado com tecnologia: Bitcoin é lavagem de dinheiro, Clubhouse não presta — e as pessoas, ah, Clubhouse é a próxima grande coisa. Mas quando a IA chegou, eu falei: isso é importante. Só que eu já não era mais aquela criança dos anos 70. Tinha crescido, tinha visto o que aconteceu com a internet, tinha trabalhado numa big tech. E estava em desespero com o sistema em que a IA estava sendo construída.Dito tudo isso, o seu livro, aqui, já nas livrarias, recebe provavelmente o melhor elogio que eu posso dar: é otimista. Não é uma lista de reclamações e gente má fazendo coisas más. Claro, você fala muito sobre a OpenAI — ela é o fio condutor da história, especialmente aqueles quatro dias em que o Sam Altman saiu e voltou. E é muito divertido de ler. Mas você toma o cuidado de ser otimista.E uma das coisas que você menciona é como as pessoas na OpenAI, e em todas essas empresas, dizem: “isso é inevitável, a gente tem que fazer”. Quero falar sobre isso. Mas a gente tem que começar pela pergunta que você provavelmente ouve em todo podcast, a do título — Império da IA. Por que império?E acho que essa pergunta é ainda mais relevante no Brasil, país do sul global, colonizado. Por que império da IA?Karen Hao: Antes de mais nada, obrigada por dizer que o livro é otimista. Muita gente não reconhece isso, mas é verdade. Eu escrevo com um profundo otimismo de que os danos que a gente vê podem mudar. Não faria o trabalho que faço se não achasse que as coisas vão mudar.Sobre por que eu uso a expressão império, ou império da IA: a forma como empresas como a OpenAI operam é impressionantemente parecida com a dos impérios antigos. Eu traço quatro paralelos no livro. O primeiro é que elas reivindicam recursos que não são delas — os dados das pessoas, a propriedade intelectual de artistas, criadores como você, jornalistas.Segundo, elas exploram uma quantidade extraordinária de mão de obra. Isso vale tanto para os trabalhadores da cadeia de produção de IA, mal pagos e maltratados, que ainda assim geram uma riqueza extraordinária para essas empresas, quanto para os trabalhadores cujos empregos são automatizados e cujos direitos são corroídos pela implantação dessas tecnologias em diferentes setores.A terceira característica é que impérios controlam os fluxos de informação na sociedade. Essas empresas censuram a pesquisa fundamental sobre essas tecnologias, o que limita nossa capacidade de entender as verdadeiras limitações e capacidades dos modelos que desenvolvem. E estão criando uma tecnologia de informação que tentam transformar no portal único pelo qual qualquer pessoa se relaciona com o mundo.Esse portal impregna as ideologias do Vale do Silício, seus sistemas de valores, sua língua, e projeta a hegemonia do inglês. Isso influencia boa parte do conhecimento que a gente vai produzir daqui pra frente, porque cientistas e educadores usam essas plataformas e acabam perpetuando essas mesmas ideologias e valores.E o quarto e último paralelo é que impérios sempre se agarram a uma narrativa existencial ou moral sobre por que precisam existir. Essas empresas fazem a mesma coisa. Dizem que são o “império do bem”, numa missão civilizatória de trazer progresso e modernidade pra toda a humanidade, competindo contra um “império do mal” que ameaça mandar a humanidade pro inferno.Quando você conversa com algumas pessoas dentro dessas empresas, ou que as lideram, elas dizem: se você nos deixar construir uma inteligência artificial geral, que elas de alguma forma moldam como um deus, a gente vai acabar numa espécie de utopia, um paraíso onde a mudança climática é resolvida, o câncer é curado, a pobreza é aliviada.Mas, se os caras maus conseguirem isso antes, a gente pode acabar com todos os humanos mortos — um risco de extinção pra todos nós.Cris: E eles vêm dizendo isso há quase dez anos, e ainda usam como ferramenta. A gente está num país que foi influenciado por três impérios ao longo da história: Portugal, Inglaterra e agora os Estados Unidos. Então a gente olha pra essas empresas de um jeito meio cínico: sim, sim, já conhecemos essa história.Mas, ao mesmo tempo, ano passado, o Pew Research Center fez uma pesquisa sobre como o mundo enxerga a IA, e o sul global é bem mais otimista do que o norte. Uma das razões é a ideia de democratizar — não só informação, mas: ah, finalmente eu posso montar uma startup, sair desse lugar de exploração e criar o unicórnio de um bilhão de dólares. Os números são grandes na China. Países em desenvolvimento veem muito mais benefício do que risco na IA.China, 83%. Tailândia, 77%. Holanda, 36%. Canadá, 40%. Será que a gente está deixando passar alguma coisa? A gente está certo? Isso está democratizando mesmo? Até que ponto?Karen Hao: Provavelmente tem duas razões. Uma é que muitos dos danos que a indústria de IA causa à maioria global são bem escondidos. Ela se esforça muito pra esconder como polui o ambiente dessas comunidades, como explora e devasta a mão de obra, deixando traumas psicológicos — como documento no livro.E, recentemente, li um artigo de opinião no New York Times que trazia um bom ponto: muitas economias desenvolvidas estão especialmente atentas ao potencial da IA de desmontar oportunidades de emprego de tempo integral. A gente começa a ver isso cada vez mais. Já na maioria global, muito mais gente vive em economias informais, e aí a ideia de que a IA vai tomar um emprego de tempo integral não pesa tanto.Então os danos mais visíveis — a erosão do emprego formal de tempo integral — pesam mais no norte global, ou pelo menos é lá que as pessoas se sentem mais ansiosas. E os danos invisíveis, que atingem o sul global, ninguém percebe tanto, justamente porque são invisíveis. É meio por isso que tanta gente sente essa divisão que aparece na pesquisa do Pew.Cris: Eu tenho acompanhado as notícias sobre IA no Brasil, e toda semana tem um novo data center sendo construído em alguma cidade. Isso é vendido como uma coisa boa: que ótimo investimento, gera emprego. E me fez pensar de novo — a gente passou por três impérios, mas algumas famílias no Brasil, e aposto que em outros lugares também, estão no poder há 500 anos ao longo da história do país.Então, ao mesmo tempo, a gente pensa: é, estamos sendo explorados, é a mesma coisa. Eu já não tenho emprego, então deixa eu usar essa tecnologia pra melhorar minha vida. Mas as pessoas que realmente tomam as decisões, de novo, nos últimos 500 anos, se perguntaram: como a gente ajuda esse pessoal a explorar nosso país de um jeito que nos mantenha no poder e nos dê muito dinheiro?Mas também foi verdade que, sei lá, a Volkswagen abre uma fábrica no Brasil e aquilo gera emprego, contrata gente pro chão de fábrica e pros escritórios. Como é que isso é diferente com a IA?Karen Hao: De certa forma, não é diferente. Existe um fenômeno parecido: a indústria de IA terceiriza muitos dos trabalhos que ela não quer dentro dos centros de poder, e joga isso pra comunidades empobrecidas, do mesmo jeito que outras multinacionais fizeram por décadas.Mas também é diferente, porque a escala dos impactos trabalhistas e ambientais da IA é completamente outra, muito maior que a da indústria automobilística ou da moda. E a velocidade é outra, porque são tecnologias digitais que atravessam fronteiras muito rápido.E é diferente porque a maioria das pessoas não percebe que a IA, mesmo sendo tecnologia digital, tem uma cadeia de suprimentos muito física e intensiva em mão de obra manual.Quando você compra roupa, café, um carro, é mais óbvio que existem materiais que precisam ser extraídos e depois manuseados por pessoas pra criar aquele produto. Já com a IA, a maioria aceita a narrativa que o Vale do Silício projeta: a de que isso vem da “nuvem”, desses espaços etéreos que parecem nem existir no planeta. E a verdade é exatamente o oposto.Ela depende de uma quantidade extraordinária de extração mineral. Depende da construção de infraestruturas enormes — data centers, instalações de supercomputação espalhadas pelo mundo. E depende de muita, muita mão de obra manual: trabalhadores de dados que limpam, preparam e moderam o conteúdo dos sistemas de IA que chegam até você quando usa o ChatGPT.É isso que a torna tão diferente. E há também uma ideologia completamente diferente sustentando a expansão da IA. Quando você conversa com executivos da moda, eles não vão dizer: se você não comprar nossa roupa, vai pro inferno.Já a indústria de IA diz: se você não nos deixar capturar cada vez mais terra, mais recursos e mais mão de obra pra produzir essas tecnologias, vamos ter uma destruição civilizacional. Isso é, ao mesmo tempo, retórica política usada como arma pra moldar o debate público e a cabeça de quem formula políticas, e também está enraizado num sistema de crenças — algumas pessoas dentro dessas empresas realmente acreditam que, se uma AGI fosse construída, e construída nas mãos erradas, isso levaria mesmo a esse tipo de destruição.E é isso que move a sede cada vez maior da indústria por mais capital, mais recursos e mais terra.Cris: Eu quero falar sobre AGI, mas antes: ano passado, a OpenAI estava sendo processada no Reino Unido por violação de direitos autorais, basicamente todos os livros do mundo digitalizados e usados pra treinar modelos. E um dos executivos disse ao júri: bem, se a gente não puder fazer isso, fecha as portas. Me chocou que muita gente reagiu com um “ah, tá, o que a gente pode fazer? Eles vão fechar as portas”.Em parte porque a gente já está acostumado com essa narrativa. Outro dia, numa conferência, um ex-CEO dizia: a gente teve que usar embalagem de plástico porque é mais barata que papel, senão prejudicaria nosso resultado. E a plateia reagia: ah, então é só fechar as portas — a sociedade não pode arcar com isso.Mas isso também, como você disse, se conecta à ideia de uma grande missão, uma missão de salvar o mundo, que a gente precisa cumprir antes que seja tarde, senão estamos condenados. OpenAI está literalmente no nome — só que em português não é tão direto: é “inteligência artificial aberta”.Foi criada a partir de um sonho, um projeto que era pra ser uma coisa pro bem comum. Em 2019, num tempo bem distante, antes da pandemia, você cobriu a OpenAI, foi até o escritório deles, ficou lá dentro. O que você viu? E, mais importante, como essa missão mudou? O Elon Musk os processou outro dia justamente por mudarem a missão. Isso alguma vez foi verdade? Em algum momento eles pensaram mesmo “ah, a gente vai salvar o mundo”?Como essa narrativa de ser aberta funciona com a OpenAI?Karen Hao: Quando comecei a cobrir a OpenAI, levei a sério o que eles diziam — que tinham sido recrutados com a missão de beneficiar toda a humanidade. E aí, quando me infiltrei na empresa, fui ficando bem mais cética, porque via como eles operavam de um jeito completamente diferente, portas adentro, do que diziam em público.Diziam que iam publicar todas as pesquisas e abrir o código de tudo, e na prática eram uma das organizações mais secretas que já cobri. Eram muitas discrepâncias, e, na época, presumi que tinha havido algum tipo de corrupção que os levou a abandonar a missão original. Depois de cobrir a empresa por mais alguns anos e de trabalhar neste livro, mudei de ideia até sobre a missão original.Não acho mais que ela era um esforço sincero e generoso de beneficiar a humanidade. A missão foi criada pra dar à empresa — na época, uma organização sem fins lucrativos — uma margem de manobra extraordinária pra depois levantar muito capital, acumular muito talento e perseguir a força motriz de verdade por trás de tudo aquilo: se tornar a força dominante no desenvolvimento de IA.E penso assim agora porque, quando você olha pras narrativas de cada nova empresa de IA no começo — a Anthropic, a xAI, a Safe Superintelligence do Ilya Sutskever, a Thinking Machines Lab da Mira Murati —, todas usam a mesma narrativa da OpenAI: nós somos os mocinhos, eles são os bandidos.É por isso que precisamos criar uma nova empresa que avance a IA do nosso jeito, não do deles. E você começa a perceber, por esse padrão, que eles repetem a mesma coisa em parte porque acreditam nela até certo ponto, mas também porque ela funciona muito bem com a imprensa, com o público, com quem formula políticas.No livro, eu reproduzo os e-mails internos que Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman trocavam nos primeiros dias da OpenAI. Eles tinham plena consciência de que estavam criando uma missão que soasse bem para o público. E o propósito de verdade, que também deixaram registrado nesses e-mails, era vencer o Google. Viam o Google como a força dominante em IA e queriam ser eles essa força.Não gostavam de ver o Google na frente, então inventaram justificativas: o Google é uma empresa com fins lucrativos, então nós vamos ser sem fins lucrativos. Mas, no fundo, acho que era puro ego: tem que ser a gente, não eles, a gente quer ser quem lidera isso.E aí passaram um tempão moldando essa missão pública, que acabou sendo super útil pra recrutar o primeiro grupo de pesquisadores e turbinar o avanço deles.Cris: Então agora é um bom momento pra falar de AGI, a inteligência artificial geral. Muita gente pergunta: o que é AGI? O que “geral” quer dizer? E a impressão que peguei lendo seu livro é que, por design, isso nunca fica claro de verdade, porque é um alvo móvel. Essas empresas um dia vão dizer “chegamos, alcançamos a AGI”? Ou o plano é sempre “não, não, ainda não chegamos, me dá mais dinheiro, me dá mais poder”?Qual é o papel da AGI na narrativa dessas empresas?Karen Hao: Já que a gente está falando de ficção científica, eu costumo usar a analogia de que o mundo da IA é meio como Duna. Em Duna, o personagem principal, Paul Atreides, entende, ao chegar no planeta Arrakis, que o povo de lá foi semeado com um mito: o de que um dia viria um Messias pra libertá-los. Ele sabe que é um mito, mas decide entrar nele e agir como se fosse o Messias pra controlar melhor aquele povo.E, vivendo, respirando e encarnando esse mito dia após dia, ele começa a perder a noção de que é um mito. Passa a se perguntar se o mito era mesmo verdadeiro ou se foi ele quem o tornou verdadeiro. É essa confusão entre mito e realidade — ele vive num espaço intermediário, sem ter mais certeza do que é verdade e do que é ficção.E trago isso pra responder sobre a AGI porque a AGI é, ao mesmo tempo, um mito e algo que os líderes e os trabalhadores dessas empresas vivem, respiram e encarnam dia após dia, a ponto de perderem a noção do que é mito e do que é realidade. É a ideia de um sistema de IA teórico que um dia igualaria as capacidades humanas. Só que a gente nem tem consenso científico sobre o que é inteligência humana.Por isso, de certa forma, por design, é um termo bem maleável, que deixa essas empresas fazerem o que quiserem. Elas definem e redefinem a AGI conforme a necessidade, movem a trave pra onde quiserem. E, ao mesmo tempo, isso é sustentado por uma crença genuína de certas pessoas lá dentro, por causa dessa confusão entre mito e realidade. Pelas minhas contas, a OpenAI já usou pelo menos quatro definições diferentes de AGI.A primeira está no site deles: “sistemas altamente autônomos que superam humanos na maioria dos trabalhos economicamente valiosos”. É uma definição de automação do trabalho — eles dizem, de forma explícita, que estão atrás dos empregos mais bem pagos. A segunda apareceu no contrato com a Microsoft, por um tempo a maior investidora deles: ali, a AGI virou um sistema que geraria 100 bilhões de dólares em receita.Ou seja, uma definição feita pra incentivar a Microsoft a investir. Já o Sam Altman disse ao Congresso que AGI é um sistema que cura o câncer e resolve a mudança climática — uma definição de benefício social, muito útil quando você quer que os reguladores não te regulem.E, por fim, quando falam com o consumidor, dizem que vai ser o melhor assistente digital que você já teve — porque, claro, estão tentando vender o produto.E aí você percebe duas coisas. Primeiro, que é um conjunto de definições completamente incoerente. Segundo, que eles trocam de definição conforme o público que querem convencer. Mas também tem gente nessas empresas que acredita de verdade que está construindo uma tecnologia capaz de dar conta das quatro coisas.Então é uma realidade bem confusa e complicada: o que a AGI de fato é, e pra que ela serve, para essas empresas, para a agenda delas e também para as crenças delas.Cris: Como ex-funcionário da Meta — entrei em 2013 —, a missão era unir o mundo e torná-lo mais aberto e conectado. É uma missão incrível. E tem uma coisa que eu sempre digo, porque muito amigo meu vem falar comigo, “ah, esse cara da OpenAI, ou a própria Meta, são maus”. Eu conheci muita gente na empresa. Nunca conheci uma pessoa mal-intencionada.Todo mundo, independente da missão, era gente boa tentando entregar o melhor produto possível, pra dar poder a quem tem um pequeno negócio, por exemplo. Tenho amigos pessoais que construíram a empresa deles em cima da publicidade do Facebook e do Instagram. E esse é justamente o problema, porque ainda assim é uma corporação muito má, pelo que ela causa ao mundo pra bater as metas de negócio.Ou seja, você não precisa de um vilão tipo Lex Luthor pra causar um estrago desse tamanho no mundo. E adorei a referência a Duna. Duna é engraçado: é o livro que eu mais reli na vida que não foi escrito pelo Tolkien. Li o primeiro Duna umas três vezes, e toda vez é como se fosse um livro diferente. Na primeira, eu era adolescente, e era só o Paul Atreides, o cara durão.Na segunda, eu morava no Canadá e li com olhos de estrangeiro, pensando em colonização. E na terceira vez foi quando os filmes do Denis Villeneuve saíram, e aí era: ah, o Bene Gesserit criou esse mito, isso é meio pós-moderno. Narrativamente, fico me perguntando o que vai significar pra mim se eu ler uma quarta vez.Karen Hao: Eu ia te perguntar isso. Quando você disse que cresceu numa época cheia de ficção científica falando das maravilhas da tecnologia, fiquei curiosa: que histórias você estava lendo? Porque muita coisa que saiu nos anos 70 e 80 dizia exatamente o oposto. E muita gente já apontou que os executivos de tecnologia de hoje, que vivem citando essas histórias, interpretam elas justamente ao contrário da intenção original.Cris: Concordo plenamente. Mas, respondendo: foi basicamente Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. E é por isso mesmo — os executivos de tecnologia, e o Elon Musk mais que todos, leem esses livros como receita, não como aviso. O livro de que eu mais me lembro, nem lembro o título, era um do Asimov em que ele descreve o elevador espacial que aparece na série da Apple TV, Fundação.E o enredo é: eu sou esse engenheiro brilhante, quero construir essa coisa no Sri Lanka, mas o governo trava tudo com regulação — eu sou um gênio e a regulação é a vilã. Hoje eu leio e penso: ah, sei. Mas, quando garoto, era só “olha, um elevador espacial, que genial, a gente nem precisa de foguete”. E aí você começa a entender. E aí eu parei de ler esses caras.E passei a ler gente com uma visão completamente diferente: o Ted Chiang, que entrevistei ano passado, a N.K. Jemisin, o Cory Doctorow, de quem sou muito fã. E talvez eles sejam mais explícitos, pra gente burra como eu entender: “não, bobo, a analogia é essa”. Mas Duna era incrível — vermes gigantes de areia, o tal garoto durão, e aquela coisa do “eu não aceito o meu destino”.Tenho esse grande destino, mas não quero ele. Do resto da série eu já não gosto tanto. Mas o mais importante de tudo: Duna gerou o melhor GIF de filme de todos os tempos, o “Lisan al Gaib” do Javier Bardem — que eu devia ter colocado durante a sua explicação, aquele “uau, ele está cumprindo a profecia, agindo como o profeta”.Mas, de novo, falando de vilões: você mencionou que essas empresas se colocam como o bem contra o mal, feito impérios antigos. Só que elas também jogam a carta da China, né? “Se a gente não fizer, a Rússia faz primeiro.” Só que a Rússia começou uma guerra e está ocupada demais. “Mas a China chega lá, e é por isso que a gente tem que ser fechado.” É por isso que Mythos e Fable e agora o GPT-5.6 foram proibidos pelo governo. Isso tem fundamento?Quero saber se é possível a China competir — quero mesmo essa resposta — mas também porque, desde toda essa conversa do Fable-Mythos, países como Índia e Brasil vêm dizendo que precisam de um modelo soberano. Dá pra fazer, ou a OpenAI, a Anthropic e o Google estão tão à frente que já não dá?Karen Hao: Sobre a China: você está certíssimo, o Vale do Silício usou por anos a carta do “e a China?” pra escapar de qualquer responsabilização de verdade. Fizeram muito isso na era das redes sociais.A Meta fez muito isso, com o Mark Zuckerberg dizendo ao governo dos EUA: vocês não podem nos regular, senão a gente perde. Mas, se a gente ganhar, vai ter um efeito liberalizante no mundo e nas democracias em todo lugar. E, infelizmente, o que a gente viu foi que jogar essa carta repetidamente produziu exatamente o efeito contrário do que o Vale do Silício prometeu.Uma das empresas de rede social dominantes dessa era é a ByteDance. Ou seja, mesmo sem regulação das redes sociais nos EUA, existe uma empresa chinesa de rede social bem dominante. E as redes sociais estadunidenses acabaram tendo um efeito antiliberal no mundo — é bastante consensual que enfraqueceram democracias em todo lugar. E aí, na era da IA, elas seguiram jogando a mesma carta.Mas o que eu sempre aponto é que a gente definitivamente não devia acreditar nelas. Já existe evidência significativa de que tudo o que elas dizem está, de novo, se provando o oposto. Elas disseram: não regulem a gente como empresas de IA, regulem a China, via controles de exportação — um mecanismo do governo dos EUA com alcance extraterritorial.Só que as empresas chinesas agora estão produzindo modelos de IA de código aberto extremamente eficientes, que viraram super populares no próprio Vale do Silício. Existe um monte de startup de lá que prefere usar modelo chinês a OpenAI, Anthropic ou Google.Então, nesse sentido, é um conjunto de evidências bem decisivo, acho, pra mostrar que a gente devia simplesmente responsabilizar essas empresas, não importa o que digam sobre “ah, vamos perder pra China”. No fim das contas, é só retórica política. Não é um argumento real que elas consigam sustentar pra escapar da responsabilização.Responsabilizá-las vai fortalecer a democracia pelo mundo, vai trazer mais direitos humanos, trabalhistas e de privacidade de dados pras pessoas — é sempre o contrário do que elas dizem que aconteceria. E, sobre a sua pergunta em torno da IA soberana: acho a ideia realmente importante, mas acho também que muitos países estão meio confusos sobre o que querem dizer com isso.Muitos governos, hoje, pensam a IA soberana pela pergunta: a gente consegue construir o nosso próprio ChatGPT? O nosso próprio grande modelo de linguagem, o nosso sistema de IA generativa? Estão olhando só pro modelo que o Vale do Silício já definiu e tentando descobrir como recriar aquilo.E o que eu digo pra quem formula políticas é: defina pra que a IA serve no seu país, no seu contexto. Quais são, no fim das contas, os objetivos do seu país? Os objetivos do seu povo? E também os nossos objetivos coletivos, entre países?Porque a gente tem, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Já definimos coletivamente que há coisas que precisamos resolver juntos: superar a crise climática, reduzir a pobreza, melhorar a educação.E, enquanto o Vale do Silício adora dizer que está fazendo tudo isso, na prática não está. Mas a gente poderia — poderia desenvolver, de forma colaborativa, sistemas de IA que realmente avançassem em cada um desses objetivos coletivos que já acordamos.E cada país também devia fazer o exercício: quais objetivos você quer alcançar, e que tipos de sistema de IA você poderia desenhar pra chegar lá — sistemas que talvez não se pareçam em nada com um grande modelo de linguagem. Se os países fizessem isso, acho que descobririam que a maioria dos sistemas de que precisam exigiria muito menos recursos.Ou seja, contextos como o Brasil, a Índia e outros, quando não precisam competir construindo essas infraestruturas de computação gigantescas e gastando centenas de bilhões de dólares, na verdade já têm, localmente, todos os recursos necessários pra desenvolver um sistema de IA soberano.Cris: Quando ouvi falar do seu livro pela primeira vez, uma amiga me disse que você não poupa ninguém — fala mal do Sam Altman, mas também do Dario Amodei. E as pessoas costumam escolher um lado. Eu sou time Claude, odeio o ChatGPT, essas coisas. Então cheguei no livro pensando: ah, é mais um livro dizendo que a IA é terrível, que a gente não devia usar IA.Mas, conforme fui lendo, e ouvindo outras entrevistas suas, me pareceu que o seu problema é justamente o que você acabou de descrever: a forma como essa tecnologia é feita. E, em especial, a palavra escala — a ideia de que a solução é a escala. O que você quer dizer com isso?Karen Hao: Eu costumo usar a analogia de que “IA” é como a palavra “transporte”: na verdade se refere a uma coleção de tecnologias que vão da bicicleta ao foguete. São tipos bem, bem diferentes de tecnologia, que exigem insumos diferentes pra se desenvolver e depois têm impactos diferentes na sociedade.E você está certo: sou especificamente crítica ao que chamo de “foguetes da IA”, os sistemas que os impérios da IA estão desenvolvendo, aqueles que exigem uma quantidade enorme de exploração de mão de obra e extração ambiental.E sou bem otimista com o que chamo de “bicicletas da IA”: sistemas especializados, eficientes, com bom custo-benefício, governáveis pelas pessoas, cujo desenvolvimento pode ser participativo. Países como o Brasil, o Chile, a Índia, qualquer contexto, têm recursos pra desenvolver e se autodefinir, em vez de simplesmente herdar um sistema criado pelos dois únicos centros do mundo capazes de gastar uma quantidade extraordinária de capital: o Vale do Silício e o ecossistema tecnológico chinês.E o motivo pelo qual eu acho tão corrosivo o que os impérios da IA estão desenvolvendo é exatamente o que você disse: a forma como eles fazem isso, por um mecanismo de força bruta pra avançar as capacidades da IA em escala. Eles vão simplesmente empurrando cada vez mais dados de treinamento nesses modelos, e isso exige corroer a privacidade das pessoas, tomar a propriedade intelectual delas e, ainda por cima, baixa a qualidade dos dados que entram nos modelos — o que leva aos danos de exploração de mão de obra, porque aí você tem que dar conta da moderação de conteúdo.E aí você tem pessoas psicologicamente traumatizadas por serem expostas a todo aquele conteúdo horrível que se tenta “lavar” através desses modelos.E aí vem o problema dessas infraestruturas de computação enormes, com impactos ambientais que aumentam a conta de luz das comunidades que as hospedam e agravam a crise de custo de vida. Elas precisam ser alimentadas por fontes fósseis, que jogam mais carbono na atmosfera e mais poluição no ar dessas comunidades.Então todos os problemas que eu identifico, no que têm de corrosivo, derivam inteiramente da abordagem deles pro desenvolvimento de IA. Por que não descartar a abordagem, em vez de descartar a tecnologia? Redefinir e redesenhar de que tipos de sistema de IA a gente precisa de verdade, com uma cadeia de suprimentos fundamentalmente diferente. E isso não é exclusivo da IA.A gente já viu muitas outras indústrias que começaram com uma cadeia de suprimentos bem ruim. A moda, por exemplo: muita degradação ambiental, muita exploração de mão de obra.Com muita organização, protesto, ação de consumidores, regulação governamental e cooperação entre governos, a gente conseguiu criar mercados novos pra moda sustentável e ética, cadeias de suprimentos novas e inovações pra fazer roupa mais saudável pras pessoas e pro planeta.E é basicamente isso que eu defendo: transformar a indústria de IA do mesmo jeito que transformamos a moda, e as cadeias de suprimento de alimentos. Assim a gente fica com os benefícios da tecnologia, ajuda ela a avançar os objetivos que importam pra gente, sem jogar uma fração enorme da população mundial numa condição atrasada e numa qualidade de vida pior.Cris: O Brasil está agora, no Congresso, discutindo a escala de seis dias por semana. A regra atual é: você trabalha seis dias e descansa um. E muitas empresas, o comércio principalmente, dizem “vamos fechar as portas”, e os trabalhadores respondem “isso é problema seu, não meu”. É mais ou menos a mesma narrativa dessas empresas de IA: se eu não usar a sua água, a Idade das Trevas está chegando.Falando em Idade das Trevas, e falando em bicicleta: a sua analogia me lembrou uma coisa. Eu gosto de jogo de zumbi, de mundo aberto, e em nenhum deles tem bicicleta. Num desses jogos, instalei um plugin que deixava andar de bicicleta — você acha uma e sai pedalando. E aí entendi por que não tem bicicleta: desbalanceia tudo. Parte da graça do jogo é você precisar achar um carro, e daí pneu, gasolina, comida pra carregar. De bicicleta, você vai a qualquer lugar.E eu pensei: ah, é. Meio que estraguei o jogo pra mim, porque agora tenho uma bicicleta, é incrível. Enfim, em termos práticos: no fim do ano passado, uns meses atrás, a revista Wired publicou um artigo pedindo pra jornalistas de tecnologia contarem como usam IA no trabalho. E cada um usava de um jeito. Você usa IA no seu trabalho? Como?Karen Hao: Eu não uso nenhum sistema de IA generativa no trabalho — nem ChatGPT, nem Gemini, nem Claude. Por três motivos. O primeiro é uma postura ética, depois de tanto investigar essas empresas. O segundo é privacidade de dados: eu investigo essas empresas.Não quero que elas conheçam todo o meu raciocínio enquanto eu apuro o livro, literalmente investigando elas. E o terceiro é que, no meu caso específico, a força do meu trabalho está na capacidade de construir relações fortes com as fontes, pela empatia, e de contar histórias envolventes, pela narrativa. E os grandes modelos de linguagem simplesmente não são a ferramenta certa pra nenhuma das duas coisas.Não vão melhorar a minha empatia nem a minha escrita. Então eu não perco nada com essa postura ética: simplesmente corto essas ferramentas e sigo fazendo o meu trabalho muito bem. Pra outros jornalistas pode ser diferente, e pra quem está em outras áreas o cálculo pode ser outro.Mas eu incentivo as pessoas a pensarem primeiro: quais são as suas forças no trabalho? Quais são os seus objetivos? E aí ir de trás pra frente pra descobrir se a IA é a ferramenta certa, qual tipo de IA é a ferramenta certa, e qual fornecedor você quer de fato usar, apoiar, votar com os pés. Agora, eu uso, sim, IA preditiva.Aquelas ferramentas de IA especializadas, as “bicicletas da IA”, digamos. No livro, tinha um detalhe que eu queria muito ilustrar: como a OpenAI deu um salto quando passou de organização sem fins lucrativos a um empreendimento bancado pela Microsoft. Percebi que as cadeiras do escritório ficaram bem mais caras. Então fotografei as cadeiras de um escritório e as do outro.E joguei tudo na busca reversa de imagens do Google, que é um sistema de IA especializado — não é baseado em grandes modelos de linguagem, não é IA generativa. Assim descobri quanto essas cadeiras costumam custar. No primeiro escritório, cerca de 2 mil dólares por cadeira. No segundo, eram cadeiras de um designer brasileiro famoso, uns 10 mil dólares cada.Coloquei esse detalhe no livro pra ilustrar o tipo de riqueza e de concentração de recursos de que a gente está falando. Esses são alguns dos jeitos como eu uso IA, ainda que de forma bem limitada, sempre pontual, quando acho que vai ajudar. E, claro, uso ferramentas de transcrição por IA — outra IA especializada — em todas as minhas entrevistas.Cris: Essa foi uma das partes em que a minha cabeça explodiu, eu nunca tinha percebido: a OpenAI criou o Whisper. Deixa eu dizer de outro jeito, do meu ponto de vista. A OpenAI liberou abertamente essa ferramenta incrível de transcrição, o Whisper, em que eu jogo o áudio e ela me devolve as palavras que as pessoas disseram. E eu pensei: ah, que generoso da parte deles.Mas o motivo real de terem criado a ferramenta foi pegar todos os vídeos do YouTube, transcrever e alimentar a máquina. E aí é: ah, claro. Enfim, falando de ferramentas e de otimismo — a gente está chegando ao fim da conversa. Eu tenho uma regra desde o episódio dois deste programa, há oito anos: de novo, como eu disse do seu livro, não pode ser só uma lista de reclamações e coisa ruim. E a gente tem se saído bem até aqui.Você falou de caminhos e de bicicletas, mas eu quero ser mais específico. Se isso aqui fosse uma reunião de negócios: qual é o plano de ação, quais são os próximos passos? Só que uma das coisas que eu repito bastante, na vida e neste programa, é que problema sistêmico não se resolve com ação individual. Se eu tomar banhos mais curtos, isso nunca vai salvar o planeta do aquecimento global.E muitos amigos meus simplesmente: não quero falar de IA, não quero usar IA. Voltando aos videogames: leram que tal jogo usa IA e pronto, não vão jogar. E a minha primeira pergunta pra você é: como a gente ocupa esses espaços da IA generativa — ChatGPT, Gemini e por aí vai? Porque o que a gente viu com as redes sociais foi: ah, o Facebook é do mal, vou sair do Facebook. Ah, vou sair do Twitter.E, na esperança de quê, sei lá, talvez alguém diga: ah, sinto falta do Cris, cadê ele? Ah, está no Bluesky. Mas isso deixa o espaço aberto pra os radicais entrarem e postarem o que quiserem, sem ninguém contrapor ou tornar aquilo um lugar melhor. Então como a gente ocupa o espaço da IA — seja qual for a definição de “espaço da IA” que você preferir — com todos esses problemas que a gente vem discutindo?Karen Hao: Acho que tem duas categorias de ação pra gente pensar. Uma é desmantelar o império. A outra é investir e construir novos tipos de sistema de IA, que se tornem alternativas às tecnologias do império. Quando eu digo desmantelar o império, não estou dizendo que quero que a OpenAI, o Google, a Anthropic, seja quem for, simplesmente deixem de existir.É que eu não quero que elas sejam imperiais. Não quero que fiquem extraindo uma quantidade extraordinária de valor sem redistribuir nada em troca. Se elas voltassem a ser negócios que praticam uma troca justa de valor com o mundo, eu ficaria perfeitamente feliz com qualquer tecnologia que estivessem desenvolvendo.E a forma de desmantelar o império, acho, se resume a muita organização de base, que vai pressionar os governos a regular e responsabilizar essa indústria. No último ano, a gente viu uma quantidade incrível dessa organização de base florescendo pelo mundo.Recentemente, lancei com um grupo de jornalistas, pesquisadores de IA e acadêmicos críticos um projeto chamado AI Resist List, que busca documentar parte dessa organização de base pelo mundo. A gente encontrou cerca de 30 exemplos, de todas as regiões, de ações individuais, institucionais e movidas pela comunidade.Tinha ação artística, ação política. E isso mostra bem o seu ponto: não dá pra contar só com a ação individual, mas o indivíduo pode, sim, ter impacto. Até uma ação pequena pode gerar um grande efeito cascata. Claro que se juntar com os vizinhos pra protestar contra o data center é ainda mais eficaz. Se juntar dentro da sua escola ou universidade pra protestar contra a parceria dela com uma empresa de IA também é mais eficaz.Se juntar com os colegas de trabalho de um setor pra barrar a adoção de uma IA que corrói os direitos trabalhistas é mais um jeito eficaz. A gente tem um monte desses exemplos. Um dos meus favoritos é o de uma comunidade sobre a qual escrevi no livro, Quilicura, no Chile, na periferia de Santiago. É uma comunidade da classe trabalhadora, bem pobre, que vem sendo alvo incessante da expansão de data centers.E por isso protestaram de forma bem aguerrida contra essa expansão, porque não acharam bom negócio hospedar essas instalações sem tirar nenhum benefício, enquanto elas consomem uma parte significativa dos recursos naturais da região.E, logo depois que escrevi sobre eles, foram além na resistência e criaram uma plataforma chamada Quili.ai. É um site em que você entra e que parece um chatbot, parece o ChatGPT: tem uma interface de chat pra você digitar. Só que, quando você faz uma pergunta, em vez de um modelo de IA responder, a mensagem é encaminhada pra alguém que mora em Quilicura, no Chile. Aí, se você pede “quero a imagem de um cachorro”, aquilo vai pro artista local deles, o Benji. Ele pega um pedaço de papel, desenha um cachorro, tira uma foto e te manda de volta.Eles fizeram isso essencialmente como um projeto de arte performática, pra fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de usar IA generativa pra bobagem. A mensagem era: ei, quando você fica brincando com essas ferramentas em pedido besta, isso afeta comunidades como a nossa, drena os recursos de que a gente precisa pra viver bem.E também queriam levar as pessoas a pensar: por que não perguntar pra alguém da sua própria comunidade aquela receita que você procurava, ou pedir aquela imagem? Porque aí você reconstrói as conexões que estão tão em falta na sociedade — a falta delas é o que nos deixa mais vulneráveis a esse tipo de colonização do império.Eles deixaram o projeto aberto por 24 horas, e qualquer pessoa no mundo podia mandar um pedido. Receberam uma quantidade extraordinária deles. Viralizou de vez. E essa cidadezinha conseguiu uma virada enorme de narrativa sobre a suposta inevitabilidade e necessidade dessa tecnologia, sobre tudo o que o Vale do Silício diz — que, se você não usar, vai ficar pra trás de quem usa.E esse é só um exemplo, entre muitos, de como pessoas comuns, não importa a sua posição na sociedade, podem ter impacto real no debate, na consciência pública e até na regulação. A gente está vendo isso agora com os protestos contra data centers. Nos EUA, em 2025, cerca de 150 bilhões de dólares em projetos de data center foram travados.Isso virou uma das questões políticas mais quentes nos EUA para as próximas eleições de meio de mandato. Tem gente eleita sendo literalmente tirada do cargo por ter aprovado data centers, contrariando a vontade do povo. E isso já está tendo efeito real sobre as empresas e sobre a trajetória do desenvolvimento de IA.A OpenAI teve que encerrar recentemente a sua ferramenta de geração de vídeo, o Sora. Quando lançaram, apresentaram como o segundo produto mais importante desde o ChatGPT. O que aconteceu entre o lançamento e o fim? Uma reportagem do Wall Street Journal apontou três motivos, todos moldados por ação de base. Um: um gargalo enorme de capacidade de computação.Muitos dos data centers travados ou parados eram da OpenAI. Dois: um cenário financeiro bem mais incerto. A OpenAI está se preparando pro IPO, o que significa ficar mais exposta a Wall Street — e Wall Street está cada vez mais nervoso com a capacidade dessas empresas de cumprir o que prometem.E aí a OpenAI teve que reforçar alguns projetos paralelos pra fazer o balanço parecer um pouco melhor aos olhos de Wall Street. E, terceiro: os consumidores simplesmente não estavam usando o produto — o que também é ação coletiva de consumidores. Então, por todo esse tipo de resistência, de várias formas, de baixo pra cima, as pessoas estão de fato tendo impacto real na indústria e responsabilizando ela.Essa é a primeira categoria de ação. A segunda é: ok, que tecnologias de IA a gente usaria como alternativa? E aí a gente precisa investir mais nelas. Muitas vezes, quando converso sobre o livro, a pessoa diz: ok, me convenci de que não quero usar ChatGPT, não quero usar Claude — mas então uso o quê no lugar?E o problema é que eu não tenho muitas respostas pra essa lista de alternativas. Tem umas poucas aqui e ali, uma plataforma, uma empresa.Cris: Dá pra rodar o modelo no seu próprio computador, como o Cory Doctorow faz, mas aí é limitado e…Karen Hao: Exatamente, exige mais habilidade técnica. Mas, pra quem consegue instalar modelos de código aberto no próprio computador, eu incentivo 100%. Só que a gente também precisa de mais gente desenvolvendo interfaces bem fáceis pra esses modelos de código aberto, pra que qualquer pessoa consiga usar.A gente também precisa de mais gente desenvolvendo “bicicletas da IA”, de investidores e governos investindo mais nesse tipo de solução, e de talento — pesquisadores de IA, desenvolvedores e outras pessoas dispostas a sacrificar um pouco e abrir mão dos pacotes de remuneração enormes.Cris: Eu estava começando a achar que agora as empresas precisam ter menos lucro — e isso nunca vai acontecer.Karen Hao: Não, não é a empresa ter menos lucro. É o trabalhador topar abrir mão do pacote de milhões de dólares pra levar o talento dele pra outro lugar. Mais fácil, bem mais fácil. Eu converso com muito pesquisador de IA cansado da abordagem da indústria, porque ela é completamente sem criatividade intelectual.Eu conversei com pesquisadores que não passaram seis anos num doutorado em IA só pra ficar empurrando mais dados na máquina — pra eles, é o trabalho mais chato do mundo. E depois automatizar a programação, que era justamente o que eles gostavam de fazer. Converso com tanta gente que já não acha graça nenhuma nisso. Estão meio presos por “algemas de ouro”.E estão tentando descobrir, dentro de si, que carreira alternativa poderiam ter. Eu costumo incentivar esses pesquisadores a gastar o talento deles construindo um tipo diferente de empresa, que trabalhe com “bicicletas da IA”. E a gente já começa a ver cada vez mais desse talento indo por aí.E a gente precisa que todas as facetas da sociedade invistam num ecossistema muito mais robusto e rico de tecnologias de IA, capaz de substituir as que hoje dominam. Eu ainda tenho as cicatrizes das minhas próprias “algemas de ouro”, mas concordo plenamente.Cris: E as redes sociais são o exemplo — veja o que aconteceu com elas. Tem aquela frase famosa: as mentes mais brilhantes da minha geração passam o tempo fazendo as pessoas clicarem em anúncios. E ainda dizem: ah, isso pode ser o futuro. Pois é.Você contou a história do Quili.ai e isso me lembrou um dos primeiros criadores de conteúdo do Brasil, o Cid Não Salvo. Uns 10, 15 anos atrás, ele tuitou o seguinte: “Gente, eu disse pro meu pai que, sempre que ele precisar pesquisar alguma coisa na internet, é pra ir no Twitter.com e digitar a pergunta na caixa”. E olha que ele tinha milhões de seguidores.E, por uns bons dias, quase um mês, você entrava no Twitter do pai dele e via perguntas tipo “onde eu compro pizza?”. Era engraçadíssimo. No fim, ele contou pro pai — ou talvez não. Mas eu adoro essa ideia. Antes de a gente terminar: você já deve ter respondido isso mil vezes, mas vai continuar cobrindo IA? O que está na sua cabeça, o que vem por aí? Turnê mundial? O que vem pela frente?Karen Hao: Com certeza estou pensando em como continuar responsabilizando essas empresas. Estou envolvida em várias colaborações, com gente incrível, em diferentes projetos ligados a isso. O AI Resist List foi um deles. Também co-criei um programa chamado AI Spotlight Series, com o Pulitzer Center, uma organização jornalística sem fins lucrativos que financia jornalismo investigativo pelo mundo.É um programa que treina jornalistas do mundo inteiro a cobrir IA por uma lente de responsabilização. Até agora, já treinamos mais de 3 mil. E eu sigo pensando em como construir mais capacidade dentro do jornalismo, da sociedade civil, de outros contextos, pra mobilizar ainda mais essa organização de base — pra conter de verdade os impérios da IA e ajudar a desmantelá-los.Cris: Adorei o seu exemplo da moda. É possível, já foi feito. Ou até a indústria automotiva. Ou o grande exemplo que a gente não mencionou, e que o pessoal da OpenAI vive citando: o Projeto Manhattan, a energia nuclear.O mundo não acabou. Quando eu era criança lendo Asimov, achava que ia tudo acabar num fogo nuclear. Enfim — alguma última palavra, alguma mensagem, algum palpite pros jogos do Brasil na Copa, alguma coisa que você queira dizer antes da gente encerrar?Karen Hao: No fim das contas, o que eu espero que fique desta conversa e do livro é o seguinte: neste momento, o Vale do Silício está concebendo a IA como um projeto político. E a característica central desse projeto é tirar a autonomia de todo mundo — a autonomia de moldar de verdade o próprio futuro e o nosso futuro coletivo. Mas, no instante em que você reconhece que já tem uma autonomia significativa pra resistir, o império começa a desmoronar.Então espero que as pessoas encontrem a própria voz, a afirmem, conquistem o seu lugar à mesa e se conectem com os vizinhos, com a comunidade, com os colegas de trabalho, pra criar mais movimentos juntos.Cris: Que ótimo. Karen Hao, o seu livro é O Império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total. Obrigado por vir ao Brasil conversar com a gente. Foi um prazer.Karen Hao: Muito obrigada.Uma das primeiras perguntas que anotei quando comecei a pensar nessa conversa foi justamente a do final, a da ocupação de espaços. Porque, como eu disse, quando as redes sociais chegaram para ficar, muita gente falou “ah, não vou usar, é do mal” — e aí as pessoas ruins, vamos chamar assim, acabam ocupando esse espaço e falando o que bem entendem. A gente precisa aprender essa lição agora, no mundo da IA.Fora que vejo muita gente falando de IA sem nunca ter usado — ou que usou, sei lá, dois anos atrás, acha que continua tudo igual e já diz que não quer chegar perto.E por quê? Porque essa abordagem de ocupar espaços é o que eu e a Ana Freitas buscamos fazer no IA em Curso, nossa comunidade de letramento contínuo em IA. Foi, aliás, uma conversa que tive com a Karen antes da entrevista: ao mesmo tempo que a gente fala do impacto da IA no mundo, também precisa focar no que é prático, no que dá para fazer hoje com IA, sem vender sonho nem desastre. A analogia que usei foi a de que é que nem quando a gente fazia curso de Word e Excel — é o que eu faço agora que vai facilitar minha vida, me fazer ganhar tempo, botar a IA para me ajudar. Quem viu minha conversa com a Ana aqui no Boa Noite Internet, no fim de 2025, sabe do que estou falando. Se não viu, volta lá e confere.Desde que a gente lançou este episódio, o IA em Curso já passou de 400 pessoas. Tem muita gente colocando projetos pessoais incríveis na rua, tirando do papel aquela ideia que rondava a cabeça há um tempão. E a comunidade tem mentoria ao vivo, aula gravada, newsletter, banco de agentes, grupo de Telegram… que mais? O que não falta é jeito de passar para você o conhecimento sobre IA de que você precisa hoje, agora. Quero te dar a bússola para navegar nesse universo.Se esse é o tipo de abordagem que você quer ter com a IA, passa lá no iaemcurso.com.br e usa o cupom BNI2026 para ganhar 20% de desconto no plano anual. Mas corre, porque daqui a duas semanas vou apagar esse cupom — não é todo dia que a gente dá um desconto desses.É isso. Boa Noite Internet, temporada 2026 começando — como todo ano, com mudança, ideia, projeto. Ou, como diz minha citação preferida de todos os tempos: “vivemos uma fase de transição, como sempre”. Espero ver você por aqui e lá no IA em Curso.Obrigado pelo seu tempo e pela sua atenção. Até o próximo episódio. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe