Podcasts about quando

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Il podcast di PSINEL
652- Monografica su William James: il Super Potere della Scelta

Il podcast di PSINEL

Play Episode Listen Later Aug 30, 2026 29:22


Quando oggi si parla di forza di volontà, di emozioni, di “come se” e di altre strategie note sia in psicologia che nel mondo della crescita personale… sembra assurdo che la maggior parte di queste idee arrivino da una sola persona. Eppure il caso di William James è proprio questo: pensatore eclettico ed aperto a 360° ci ha lasciato una profonda eredità intellettuale…Clicca qui per approfondire: https://psinel.com/monografica-su-william-james-il-super-potere-della-scelta/Se ti piace il podcast adorerai il mio Nuovo libro: “Magnetico come un cervo, Seducente come un Pavone - I 7 Archetipi della comunicazione”...⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ https://psinel.com/i-7-archetipi-della-comunicazione/Vuoi imparare a Meditare? Scarica Gratis Clarity:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ https://clarityapp.it/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Iscriviti alla Newsletter https://psinel.com/re-iscrizione-alla-newsletter/Instagram:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠https://www.instagram.com/gennaro_romagnoli/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Music by Maksym Malko from PixabayMusic by OceanFrameMusic from PixabayMusic by Nikita Kondrashev from Pixabay

MotherChip - Overloadr
MotherChip #588 - Mortal Shell 2 e teste de rede de Duskbloods

MotherChip - Overloadr

Play Episode Listen Later Aug 29, 2026 102:42


Gravamos algumas horas após a Gamescom Opening Night Live e por conta disso abrimos a edição com alguns comentários de como foi o evento e o que apareceu lá. Quando entramos nos jogos em si, Jeje fala de sua experiência com o teste de rede de Duskbloods, novo jogo da From Software e mais um com foco em multiplayer. Além dele, também temos Mortal Shell 2, uma continuação que é um belo salto considerando o jogo anterior.Participantes:Jessica PinheiroHeitor De PaolaAssuntos abordados:01:00 - A Gamescom Opening Night Live25:00 - Teste de rede do Duskbloods1:04:00 - Mortal Shell 21:37:00 - Beast of ReincartionVai comprar jogos na Nuuvem? Use o link de afiliado do Overloadr!Use nosso link de filiado ao fazer compras na Amazon Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Brazuca Sounds
BONUS EP. (The History of Partido Alto)

Brazuca Sounds

Play Episode Listen Later Aug 28, 2026 2:40


Salve! This is a preview of our bonus episode exclusive for paid subscribers!Every episode is a different song. This is the song today:"Partido Alto", written by Chico Buarque/ performed by MPB4---Today, we take a deep dive into the history of Partido Alto, a subgenre of samba. The style emerged in the 1940s as an improvised form, featuring improvised lyrics in which two singers engaged in a lyrical battle, accompanied by handmade percussion instruments such as knives and plates, with roots in the batucada tradition of Bahia. The genre took off in the 1970s, with artists such as Candeia, who appeared in the documentary Partido Alto, directed by Leon Hirszman, which offers insights from traditional samba figures.We also talked about a couple of songs written based on Partido Alto, such as "Partido Alto", written by Chico Buarque for the soundtrack of the film "Quando o carnaval chegar", performed by the vocal group MPB4. Another famous song about Partido Alto was written by bossa-jazz masters Azymuth (1979), later covered by Airton Moreira.

Modus Operandi
#339 – Dorothea Puente: a pensão dos horrores | parte 2

Modus Operandi

Play Episode Listen Later Aug 27, 2026 75:57


Na segunda parte da história, entramos na pensão onde ela acolhia pessoas vulneráveis enquanto assumia o controle de seus benefícios e de suas vidas. Quando alguns inquilinos começaram a desaparecer, ficou evidente que seus golpes escondiam crimes ainda mais terríveis. Afinal, do que Dorothea era capaz para continuar lucrando sem levantar suspeitas?Use o cupom MODUSOPERANDI60 para garantir 50% de desconto nas 6 primeiras mensalidades do plano anual do Clube Petlove, equivalente a 6 meses grátis no primeiro ano! O pagamento é feito em 12 parcelas, com o desconto aplicado nas 6 primeiras. https://www.petlove.com.br/clube-de-descontos?club_promo_campaign=true&utm_id=influenciadores&utm_source=modusoperandi&utm_medium=spotify&utm_campaign=Clube&utm_term=clubepetlove| Publi *Promoção por tempo limitado. Desconto aplicado no plano anual “Clube Petlove”. Não cumulativo com outras promoções. Consulte a disponibilidade na sua região. Mais informações no site da Petlove. 〰️Episódios exclusivos aquihttps://orelo.cc/modusoperandihttps://apoia.se/modusoperandi

Durma com essa
Mal-estar econômico: quando a renda já não dá mais conta

Durma com essa

Play Episode Listen Later Aug 27, 2026 38:36


A economia brasileira vem crescendo desde 2023, com o emprego em nível alto e a inflação em patamares baixos. Mas os resultados não têm se convertido em aprovação para o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. O terceiro Durma com Essa da temporada especial sobre as Eleições 2026 investiga o quadro para entender os possíveis fatores por trás do fenômeno – entre os quais aparecem o endividamento, as bets e a insatisfação com o trabalho. O episódio conta com a participação de Laura Carvalho, professora de economia da FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo) e diretora de Prosperidade Econômica e Climática da Open Society Foundations, e de Kauê Lopes dos Santos, geógrafo, professor da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e autor do livro “Parcelado: Dinâmicas de consumo na periferia”. Apresentação: Marcelo Roubicek e Mariana Vick Roteiro: Marcelo Roubicek Edição de texto: Antonio Mammi Pesquisa: Victoria Rengel Edição de áudio: Brunno Bimbati Produção de arte: Yasmin Menezes Ilustração: Lua Lopes Distribuição: Paulo Cantalice e Pedro Bardini Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Café Brasil Podcast
Cafe Brasil Expresso 1044 - Te amo, te cancelo

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Aug 26, 2026 24:05


Uma ouvinte de longa data reencontra o Café Brasil, emociona-se, assina o Premium, elogia a experiência e, pouco depois, cancela a assinatura. A história provoca um incômodo que vai muito além de uma assinatura: como alguém pode atribuir enorme valor afetivo a um trabalho sem transformar esse valor em sustentação? A partir desse caso, investigamos como a internet separou gostar de pagar, como o gratuito alterou nossa percepção de valor e por que tantos projetos conquistam audiência e carinho sem conseguir construir sustentabilidade. No caminho, a pergunta muda de direção: talvez o problema não esteja em quem deixa de pagar, mas em quem ainda não conseguiu construir a ponte entre valor, pertencimento e permanência. Host: Luciano Pires - @lucianopires – lucianopires.com.br Takeaways A internet tornou possível consumir durante anos o trabalho de um criador sem estabelecer qualquer relação econômica com ele, separando valor percebido de preço pago. Projetos independentes precisam ir além de pedir apoio: o desafio é construir uma relação na qual o público compreenda por que vale a pena participar economicamente daquilo que deseja que continue existindo. Uma comunidade de assinantes não financia apenas conteúdo; ao distribuir a dependência entre muitas pessoas, ajuda a preservar a independência de quem produz. Capítulos Vocês estão no meu coração Se gosta tanto, por que cancela? Quando o gratuito vira parte da paisagem Gostar e pagar são decisões diferentes Audiência não é comunidade O que estamos ajudando a manter no mundo? Independência também custa dinheiro A ponte entre o coração e o cartão de crédito Links relevantes Mundo Café Brasil: mundocafebrasil.com• Livraria Café Brasil: livrariacafebrasil.com.br See omnystudio.com/listener for privacy information.

Café Brasil Podcast
Café Com Leite Especial -A Raposa e as Uvas

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Aug 25, 2026 15:24


A velha fábula da raposa que não consegue alcançar um cacho de uvas guarda uma ideia que vai muito além da simples desculpa de quem fracassou. Quando a raposa decide que as uvas “estão verdes”, ela transforma a própria frustração em desprezo e revela uma das faces menos evidentes da arrogância: a necessidade de diminuir aquilo que não conseguimos conquistar. Bárbara e Babica partem dessa história para entender o que é o desdém, por que é tão difícil admitir um erro ou uma derrota e como a humildade pode nos ajudar a transformar frustrações em aprendizado, em vez de desperdiçá-las tentando proteger nosso orgulho. Host: Bárbara Stock e Babica Takeaways• O desdém pode funcionar como uma máscara para a frustração, fazendo com que diminuamos aquilo que desejávamos apenas porque não conseguimos alcançar.• A arrogância nem sempre nasce de excesso de confiança; às vezes ela aparece justamente quando temos dificuldade de admitir que erramos, perdemos ou não sabemos alguma coisa.• Reconhecer uma limitação não nos torna menores, mas abre espaço para descobrir o que podemos aprender e fazer diferente numa próxima tentativa. CapítulosUma raposa com muita fomeAs uvas que ficaram altas demais“Eu nem queria mesmo”Quando a frustração vira desdémA arrogância que protege o orgulhoA coragem de dizer “eu não consegui”Perder as uvas ou perder a chance de aprender Links relevantes• Podcast Café Com Leite: https://podcastcafecomleite.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Assunto Nosso
Como era um fim de semana quando a gente não tinha Instagram?

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Aug 25, 2026 8:14


Era sábado à noite, nos anos 2000.Mais cedo, no MSN:“10h na porta?”“Fechou.”Você se arrumava, encontrava os amigos e ia para a balada. Sem stories, sem localização em tempo real, sem saber antes quem estaria lá. Você simplesmente descobria quando chegava.Na pista, tocava Summer Eletrohits. No refrão, ninguém levantava o celular.Levantava os braços.O momento ficava na memória de quem estava vivendo. Não virava Reels no dia seguinte.Se quisesse uma foto do rolê, precisava ter um amigo com câmera digital ou encontrar o fotógrafo da balada. No dia seguinte, todo mundo procurava as fotos na internet. Flash estourado, olho vermelho, alguém cortado, foto tremida.E todo mundo achava incrível.Uma delas ainda podia virar sua foto do Orkut pelos próximos seis meses.E se você fizesse alguma besteira durante a noite e ninguém tivesse fotografado, acabava ali. No máximo, virava história entre os amigos. Você não acordava no domingo viralizado.Até para encontrar alguém que sumiu no rolê era diferente:“kd vc?”E localização em tempo real? Kkkkk. Sonha.Ficar em casa também tinha seu ritual. Pizzaria pelo telefone fixo, Zorra Total, depois Supercine. No domingo, Fórmula 1, Globo Rural, almoço em família, Turma do Didi e Domingo Legal.Lasanha ou frango no forno. Coca-Cola de 2 litros. Todo mundo à mesa.Ninguém dizia:“Peraí, deixa eu tirar uma foto.”A comida não precisava esperar por um story.Mais tarde, alguém chamava:“Bora dar uma volta?”E “dar uma volta” podia significar praça, calçadão, sorveteria ou casa de alguém.Ninguém escolhia o lugar pensando em qual foto ia render.À noite, o Fantástico anunciava que o fim de semana estava acabando.E você não passava o domingo comparando sua vida com a de outras 300 pessoas nos stories. Não sabia quem tinha viajado, saído mais ou almoçado melhor.Você tinha vivido o seu.Na segunda-feira, a pergunta era simples:“E aí, fez o quê no fim de semana?”E você contava tudo.Porque ninguém tinha acompanhado sua vida pela internet antes de você contar.Era real time de verdade.Talvez alguns dos melhores fins de semana da nossa vida não tenham virado conteúdo porque não precisavam.Eles simplesmente aconteceram.Talvez a gente tivesse menos conteúdo, mas mais presença.Menos comparação e mais experiência.Menos necessidade de mostrar e mais liberdade para viver.Bons tempos.Ou talvez tenham sido tão bons porque a gente estava inteiro dentro deles.

Un passo al giorno
692 - Quando un desiderio diventa un dovere

Un passo al giorno

Play Episode Listen Later Aug 25, 2026 10:09


Grazie a RelaxSan per il supporto di questa puntata! Scopri il momento di RelaxSan https://www.relaxsanshop.it/ Per chi ascolta Un passo al giorno, ecco un codice sconto dedicato: UNPASSO15 A volte continuiamo a inseguire un obiettivo non perché lo desideriamo ancora, ma perché ci abbiamo già investito tempo, energie e identità. In questa puntata impariamo a distinguere ciò che vogliamo davvero da ciò che sentiamo di dover continuare a volere.

Arauto Repórter UNISC
Como era um fim de semana quando a gente não tinha Instagram?

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Aug 25, 2026 8:14


Era sábado à noite, nos anos 2000.Mais cedo, no MSN:“10h na porta?”“Fechou.”Você se arrumava, encontrava os amigos e ia para a balada. Sem stories, sem localização em tempo real, sem saber antes quem estaria lá. Você simplesmente descobria quando chegava.Na pista, tocava Summer Eletrohits. No refrão, ninguém levantava o celular.Levantava os braços.O momento ficava na memória de quem estava vivendo. Não virava Reels no dia seguinte.Se quisesse uma foto do rolê, precisava ter um amigo com câmera digital ou encontrar o fotógrafo da balada. No dia seguinte, todo mundo procurava as fotos na internet. Flash estourado, olho vermelho, alguém cortado, foto tremida.E todo mundo achava incrível.Uma delas ainda podia virar sua foto do Orkut pelos próximos seis meses.E se você fizesse alguma besteira durante a noite e ninguém tivesse fotografado, acabava ali. No máximo, virava história entre os amigos. Você não acordava no domingo viralizado.Até para encontrar alguém que sumiu no rolê era diferente:“kd vc?”E localização em tempo real? Kkkkk. Sonha.Ficar em casa também tinha seu ritual. Pizzaria pelo telefone fixo, Zorra Total, depois Supercine. No domingo, Fórmula 1, Globo Rural, almoço em família, Turma do Didi e Domingo Legal.Lasanha ou frango no forno. Coca-Cola de 2 litros. Todo mundo à mesa.Ninguém dizia:“Peraí, deixa eu tirar uma foto.”A comida não precisava esperar por um story.Mais tarde, alguém chamava:“Bora dar uma volta?”E “dar uma volta” podia significar praça, calçadão, sorveteria ou casa de alguém.Ninguém escolhia o lugar pensando em qual foto ia render.À noite, o Fantástico anunciava que o fim de semana estava acabando.E você não passava o domingo comparando sua vida com a de outras 300 pessoas nos stories. Não sabia quem tinha viajado, saído mais ou almoçado melhor.Você tinha vivido o seu.Na segunda-feira, a pergunta era simples:“E aí, fez o quê no fim de semana?”E você contava tudo.Porque ninguém tinha acompanhado sua vida pela internet antes de você contar.Era real time de verdade.Talvez alguns dos melhores fins de semana da nossa vida não tenham virado conteúdo porque não precisavam.Eles simplesmente aconteceram.Talvez a gente tivesse menos conteúdo, mas mais presença.Menos comparação e mais experiência.Menos necessidade de mostrar e mais liberdade para viver.Bons tempos.Ou talvez tenham sido tão bons porque a gente estava inteiro dentro deles.

The Bull - Il tuo podcast di finanza personale
347. Oro e Bitcoin: quanto dovrei investirci?

The Bull - Il tuo podcast di finanza personale

Play Episode Listen Later Aug 24, 2026 21:37


Investi con ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Scalable⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ https://partner.scalable-capital.de/go.cgi?pid=576&wmid=301&cpid=4&prid=13&subid=&target=Broker-Online   (*) Messaggio pubblicitario. Tasso lordo annuo variabile sulla liquidità depositata nel conto deposito non vincolato, composto da tasso base collegato al Tasso di Deposito BCE e tasso bonus discrezionale. Liquidità allocata presso banche partner e fondi monetari riconosciuti. Foglio informativo e condizioni su scalable.capital. Investire comporta dei rischi. Nel vostro portafoglio ci sono soci che lavorano — azioni, obbligazioni, immobili — e un socio che non produce niente, non incassa niente, non vi paga niente. Zero. Eppure oro e bitcoin sono diventati due dei mattoni più importanti della finanza globale. Come è possibile? In questo episodio capiamo perché un asset che non paga flussi di cassa può comunque avere senso nel portafoglio, quanto metterne davvero (e perché la dose di oro e quella di bitcoin sono due cose molto diverse), e come comprarli senza farsi del male rincorrendo le bolle. 

Diário Mágicko
DM #115 – Comunhão & Pacto Elemental – com Kamea Incensaria

Diário Mágicko

Play Episode Listen Later Aug 24, 2026 101:29


Aí sim! Há um abismo que separa o curioso do praticante de magia. Há outro abismo que separa o praticante do iniciado. Em geral esse abismo está na proficiência, na capacidade operar com grande eficácia elementos simples. O curioso olha para os elementais e os considera algo pueril, quase folclórico; o praticante arrisca uma ou outra operação, mas logo as supera em busca de mais poder; mas o iniciado entende que o poder não está concentrado na lida com inteligências de grandes dimensões, mas pulverizado em pequenas parcelas que animam todo o universo observável e concebível. Em outras palavras, o ganho de poder pessoal se dá pelo trabalho de integração etapa por etapa. E esse é um trabalho, necessariamente, elemental. Quando se aprende a operar essas pequenas parcelas da realidade, um simples incenso se torna uma arma um tanto mais habilidosa do que a adaga ou a espada, com usos mais plurais e que desafiam a lógica do curioso e do profano. Apure seu olfato e adentre o átrio. Nesse episódio nós perfumaremos a sua aura com conhecimentos que você não imaginava precisar! --- Próximas Lives (Páginas Abertas): Páginas Abertas #55 – 11/09 às 20:00 [Empatia & Sensibilidade] --- Envie seu relato!

Giallo Quotidiano
Silvana Damato - Qualcuno sapeva quando colpire?

Giallo Quotidiano

Play Episode Listen Later Aug 23, 2026 13:44


Un appartamento senza segni di effrazione, le chiavi scomparse e un assassino che sembra essersi mosso nel momento giusto. A un anno dal delitto, gli indizi fanno emergere una domanda inquietante: Silvana conosceva la persona che l'ha uccisa? I contenuti di questo video hanno solo finalità informative e si basano su fonti giornalistiche pubbliche disponibili al momento della registrazione. Non costituiscono giudizi personali né accuse.Advertising Inquiries: https://redcircle.com/brandsPrivacy & Opt-Out: https://redcircle.com/privacy

Café Brasil Podcast
Cafezinho 741 - Quanto vale sua hora de trabalho?

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Aug 21, 2026 7:11


Dois profissionais podem ter idade, formação, experiência e profissão semelhantes e, ainda assim, receber valores muito diferentes pelo mesmo tipo de trabalho simplesmente porque atuam em lugares diferentes. A partir do estudo de Michael Clemens, Claudio Montenegro e Lant Pritchett sobre o place premium, este Cafezinho investiga quanto do valor produzido por uma pessoa depende dela própria e quanto depende do ambiente em que trabalha. Infraestrutura, organização, regras e desperdícios ajudam a entender por que trabalhar muitas horas não significa necessariamente produzir muito — e por que essa questão deveria entrar na discussão brasileira sobre jornada de trabalho. Host: Luciano Pires - @lucianopires – lucianopires.com.br Takeaways • O valor de uma hora de trabalho não depende apenas da capacidade individual, mas também das condições oferecidas pelo ambiente em que o trabalho acontece. • Produtividade não significa trabalhar mais depressa ou por mais tempo, mas conseguir produzir mais valor com a mesma quantidade de horas. • Antes de discutir apenas a duração da jornada de trabalho, é preciso observar quanto tempo é desperdiçado com infraestrutura deficiente, burocracia, falhas de organização e obstáculos que não geram valor. Capítulos O prêmio do lugar O mesmo profissional, outro valor Quando o ambiente interfere no trabalho O que produtividade realmente significa O tempo perdido lutando contra o sistema A discussão sobre a escala 6x1 Quanto vale cada hora trabalhada? Links relevantes • Mundo Café Brasil: https://mundocafebrasil.com • Livraria Café Brasil: https://livrariacafebrasil.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O Assunto
Morte assistida: quando, onde e por quem essa decisão pode ser tomada

O Assunto

Play Episode Listen Later Aug 20, 2026 33:03


Convidados: Henrique Ribeiro, psiquiatra, psicoterapeuta e supervisor do Serviço de Cuidados Paliativos do Hospital das Clínicas, da USP; e Monalisa Barros, psicóloga, pesquisadora especialista em luto e professora da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. A França aprovou nesta quarta-feira (19) a lei que vem sendo chamada de “Ajuda para morrer” depois de um intenso debate de quatro anos. Na prática, agora os franceses têm respaldo legal para recorrer à eutanásia ou outros modelos de morte assistida. Mais de dez países já autorizam procedimentos como esse, inclusive vizinhos da América do Sul, como Argentina, Colômbia, Equador e Uruguai. No Brasil, qualquer tipo de morte assistida é proibido e uma pesquisa Datafolha divulgada nesta semana mostra que a maior parte da população se posiciona contra a prática: a rejeição chega até a 60% dos entrevistados, mas, quando perguntados sobre a interrupção de tratamentos que apenas prolongam a vida artificialmente, o resultado é um empate. Neste episódio, Natuza Nery conversa com dois especialistas em luto e cuidados paliativos. Primeiro, ela entrevista o médico Henrique Ribeiro, que explica como se dá esse tipo de procedimento e avalia sua realização em um contexto brasileiro. Depois, a entrevista é com a psicóloga Monalisa Barros, que analisa as condições humanas que influenciam essa decisão. Também neste episódio, Luciana Dadalto, pesquisadora e presidente da associação Eu Decido, relata um caso de morte assistida que ela acompanhou na Suíça em 2019.

Durma com essa
Patrimonialismo e Master: quando o privado traga o público

Durma com essa

Play Episode Listen Later Aug 20, 2026 50:26


O caso do Banco Master, maior fraude da história do setor financeiro do país, escancarou o avanço dos interesses privados sobre o Estado brasileiro. A esse quadro, se somam os desvios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) – que atingem, indiretamente, o filho do presidente Lula – e a Operação Carbono Oculto, que apura a infiltração da economia informal na economia formal. O segundo Durma com Essa da temporada especial sobre as Eleições 2026 explica os casos e discute como eles afetam a disputa pela Presidência em 2026. O episódio conta com a participação de Raquel Pimenta, professora da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas e coordenadora do Núcleo de Direito e Economia Política, e de Carlos Melo, professor de ciência política e coordenador do Observatório da Política do Insper. Apresentação: Marcelo Roubicek e Mariana Vick Roteiro: Marcelo Roubicek Edição de texto: Antonio Mammi Pesquisa: Victoria Rengel Edição de áudio: Brunno Bimbati Produção de arte: Yasmin Menezes Ilustração: Lua Lopes Distribuição: Paulo Cantalice e Pedro Bardini Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

os agilistas
ENZIMAS #331 - 5 perguntas antes de diagnosticar a performance de um time

os agilistas

Play Episode Listen Later Aug 20, 2026 5:42


Quando um time performa mal, a primeira pergunta costuma ser sobre as pessoas. Mas será que essa é a pergunta certa? Nesta Enzima, Mário Salerno Junior, Gerente de RH na Klabin, compartilha cinco perguntas que aplica antes de qualquer diagnóstico sobre baixa performance de equipes. Ele explica por que trocar pessoas raramente resolve o problema quando a causa está nos hábitos da liderança, e conta como uma área considerada fraca se tornou extraordinária sem que nenhuma pessoa fosse substituída. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Diagnóstico de performance;Liderança e comportamento;Segurança psicológica;Clareza de expectativas;Feedback de desenvolvimento.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato:  osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #enzimas

Café Brasil Podcast
Café Brasil Expresso 1043 - O prêmio do lugar

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Aug 19, 2026 21:36


Em Tempos Modernos, Carlitos corre para acompanhar uma esteira que acelera até transformar o trabalhador em extensão da máquina. A cena ajuda a desmontar uma confusão ainda presente: trabalhar mais não significa produzir mais. Partindo daí, o episódio investiga o chamado “prêmio do lugar”, conceito desenvolvido por Michael Clemens, Claudio Montenegro e Lant Pritchett, e chega ao debate sobre a escala 6x1. A questão deixa de ser apenas quantas horas o brasileiro trabalha e passa a ser quanto valor seu trabalho consegue produzir dentro de um ambiente marcado por baixa produtividade, burocracia, infraestrutura ruim e pouca qualificação. Host: Luciano Pires - @lucianopires – lucianopires.com.br Takeaways • Produtividade não é trabalhar mais rápido ou por mais horas, mas gerar mais valor com o mesmo tempo e esforço. • O estudo do “prêmio do lugar” mostra que trabalhadores semelhantes podem ser remunerados de maneiras muito diferentes dependendo do ambiente econômico em que atuam. • A discussão sobre a escala 6x1 ganha outra dimensão quando se percebe que jornadas menores só se tornam sustentáveis no longo prazo quando cada hora de trabalho produz mais valor. Capítulos Carlitos e a falsa ideia de produtividade Quanto vale o mesmo trabalhador em outro lugar? O prêmio do lugar O brasileiro trabalha muito, mas produz pouco A escala 6x1 e o custo do tempo Quando o sistema desperdiça o trabalhador Por que uma lei não fabrica produtividade Um lugar capaz de exigir menos da vida para produzir mais Links relevantes • Mundo Café Brasil: https://mundocafebrasil.com • Livraria Café Brasil: https://livrariacafebrasil.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast Italiano
Come reagisci quando ti capita? (con Irene e Davide) - Speciale

Podcast Italiano

Play Episode Listen Later Aug 18, 2026 13:13


Scopri il corso di conversazione A Voce Alta

Il cacciatore di libri
"Il cerchio dei giorni" di Ken Follett

Il cacciatore di libri

Play Episode Listen Later Aug 18, 2026


I numeri che certificano il successo editoriale di Ken Follett sono veramente da capogiro: oltre 198 milioni di copie vendute in più di 80 paesi, 37 romanzi tradotti in oltre 40 lingue, una serie di best-seller arrivati dal 1978 in poi. Il primo era stato "La cruna dell'ago", poi c'era stato un passaggio dalle spy story ai romanzi storici, come il famosissimo "I pilastri della terra" pubblicato nell'89. Il nuovo romanzo è "Il cerchio dei giorni" (Mondadori - traduz. Anna Maria Raffo). In qualche modo ricorda vagamente "I pilastri della terra" perché se in quel caso si seguiva la costruzione di una cattedrale durante il Medioevo, in questo romanzo si segue la costruzione di uno dei siti archeologici più famosi al mondo, il sito di Stonehenge. Ci sono state molte teorie a questo proposito, anche fantasiose, per esempio che siano stati gli alieni a costruirlo, ma che Follett rimane con i piedi per terra e immagina una storia ambientata nel 2500 a.C. con una serie di personaggi. Ci sono diversi clan, spesso in lotta fra loro. C'è il personaggio di Seft che fa parte della tribù dei cavatori, ha un padre dispotico e dei fratelli che lo vessano quotidianamente. Quando incontra Neen se ne innamora e decide così di fuggire dalla sua famiglia. Nella nuova comunità un monumento sacro in legno viene distrutto dal fuoco e la sacerdotessa Joia, sorella di Neen, decide di ricostruirlo in pietra. L'esperienza di Seft sarà fondamentale perché lui sa dove trovare pietre così grandi.

Expresso - Expresso da Manhã
Quando o problema de elas não engravidarem está neles: o que se passa com os espermatozoides? 

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Aug 17, 2026 17:05


Os espermatozoides já não são o que eram. O esperma está em crise e há cada vez mais homens inférteis. As causas deles representam metade dos casos de casais que não conseguem ter filhos, mas o foco continua nas mulheres. Para saber o que se passa, conversamos com a jornalista Joana Ascensão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Meio Ambiente
COP da Desertificação na Mongólia: seca pode atingir 75% da população mundial e desafia também o Brasil

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Aug 17, 2026 6:17


Mudanças climáticas, desmatamento, práticas agrícolas inadequadas e expansão das monoculturas estão acelerando a degradação dos solos em diversas regiões do planeta. Para discutir soluções para essa crise ambiental crescente, representantes de governos, cientistas, organizações da sociedade civil e do setor privado participam da COP17 da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), aberta nesta segunda-feira (17) e que acontece até 28 de agosto em Ulan Bator, na Mongólia.  Menos conhecida do que as grandes conferências internacionais sobre clima e biodiversidade, a COP da Desertificação busca chamar atenção para um problema que afeta diretamente a segurança alimentar, a disponibilidade de água e os meios de subsistência de bilhões de pessoas. A desertificação não é o avanço do deserto, como explica Jean-Luc Chotte, pesquisador emérito do Instituto Francês de Pesquisa para o Desenvolvimento (IRD) e especialista em solos. "É a degradação dos solos, a deterioração de suas propriedades físicas, químicas e biológicas, observada em áreas de climas áridos, semiáridos e subúmidos secos. Mas estes lugares não estão desertos: ali vivem agricultores, pastores, muita gente. O termo desertificação é, portanto, complicado", completa. Sob o lema "Restaurar as terras, restaurar a esperança", a conferência ocorre em um contexto alarmante. Cerca de 40% das áreas terrestres do planeta apresentam algum grau de degradação, afetando diretamente 3,2 bilhões de pessoas. A cada ano, aproximadamente 100 milhões de hectares de terras saudáveis e produtivas são perdidos, com prejuízos econômicos estimados em US$ 880 bilhões.  As projeções também preocupam. Segundo dados apresentados no âmbito da Convenção, até 2050 a seca poderá atingir três quartos da população mundial. Já a partir de 2030, cerca de 700 milhões de pessoas poderão ser deslocadas em consequência dos efeitos da escassez de água e da degradação dos ecossistemas.  Para Tamsir Mbaye, pesquisador do Instituto Senegalês de Pesquisa Agrícola, o evento da Mongólia acontece em um momento decisivo. "A COP17 acontece num momento em que a degradação das terras se tornou uma ameaça global, com consequências diretas para a segurança alimentar, a disponibilidade de água e os meios de subsistência de milhões de pessoas." Após uma COP16 que terminou sem grandes avanços em Riad, na Arábia Saudita, há dois anos, Mbaye considera que chegou o momento de transformar compromissos em ações concretas. Segundo ele, a degradação dos solos assume características diferentes conforme o nível de desenvolvimento dos países. Nas economias mais ricas, ela é frequentemente mascarada pelo uso intensivo de fertilizantes e outros insumos agrícolas. Já nos países mais pobres, especialmente na África Subsaariana, a baixa produtividade e o difícil acesso a esses recursos aumentam a vulnerabilidade das populações rurais. Apesar do cenário preocupante, o pesquisador destaca que existem soluções comprovadas. A Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação estima em cerca de US$ 1 bilhão por dia os investimentos necessários para restaurar os solos degradados no mundo. "Será preciso restaurar as árvores, os solos e os sistemas agrícolas. Se olharmos para o exemplo do Senegal, temos experiências promissoras. Os resultados mostram que, ao associar a pesquisa, o poder público e outros atores, como as ONGs, é possível restaurar os solos e melhorar a renda das populações", afirma. "Restaurar os solos não é apenas proteger o meio ambiente. É investir na paz, na resiliência e no desenvolvimento." A avaliação é compartilhada por Sandra Rulliere, vice-responsável pela Divisão de Agricultura, Desenvolvimento Rural e Biodiversidade da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD). Segundo ela, os custos da restauração são elevados, mas os retornos econômicos justificam amplamente os investimentos. "Os investimentos necessários são enormes, mas têm retorno econômico. Dados da Convenção de Combate à Desertificação indicam que cada dólar investido na restauração de terras degradadas gera entre sete e trinta dólares em benefícios." Para a especialista, recuperar áreas degradadas significa responder simultaneamente a vários desafios globais. "Investir na saúde dos solos é investir na segurança alimentar; é investir no clima, porque os solos armazenam carbono; e é investir na nossa capacidade de adaptação às mudanças climáticas. Uma terra saudável resiste melhor aos eventos climáticos extremos", analisa. Ela destaca ainda o papel dos solos na retenção de água. "Quando um solo consegue captar e conservar água por ser rico em matéria orgânica, essa água pode ser devolvida às plantas, aumentando sua capacidade de crescimento e produção." Brasil leva experiência do Semiárido para a COP17 O Brasil participa da COP17 com a maior delegação de sua história em uma conferência da ONU dedicada ao combate à desertificação. Mais de 100 representantes do governo federal, da comunidade científica, de organizações da sociedade civil e do setor privado foram enviados à Mongólia.  A delegação brasileira pretende destacar experiências desenvolvidas no Semiárido, especialmente na Caatinga, o bioma nacional mais vulnerável à desertificação. O país também instalou um Pavilhão Brasil na área oficial da conferência para apresentar políticas públicas, projetos de pesquisa e iniciativas de restauração ecológica. A preocupação brasileira é respaldada pelos números. Atualmente, cerca de 18% do território nacional está localizado em áreas suscetíveis à desertificação, e aproximadamente 39 milhões de pessoas vivem em regiões afetadas pelo fenômeno.  Além de compartilhar experiências de adaptação às secas e recuperação de áreas degradadas, o Brasil busca reforçar o debate sobre segurança hídrica e alimentar, dois temas cada vez mais associados aos efeitos das mudanças climáticas e da degradação dos solos. 

Café com Tulipa
CT 3830 - Único Salvador

Café com Tulipa

Play Episode Listen Later Aug 15, 2026 2:48


Todos nós ansiamos por sermos aceitos e, esperamos, que nossas qualidades nos qualifiquem e sejamos notados e valorizados por todas as pessoas que nos cercam. Quando pensamos que Deus, também, nos aceitará e nos reconhecerá em virtude de nossas virtudes estamos escolhendo um caminho completamente equivocado. Nunca estaremos à altura das exigências de Deus, pois ele é santo e justo e nós somos pecadores. Foi, exatamente, por causa de nossos pecados que Deus enviou o seu Filhos, Jesus Cristo, para ser o nosso salvador. Estávamos separados dele, incapazes de alcança-lo, mas ele mesmo veio ao nosso encontro, em Cristo. Jesus é o nosso único salvador e o único caminho que nos leva ao nosso Deus.

Durma com essa
Crise entre os Três Poderes: quando a tensão vira erosão

Durma com essa

Play Episode Listen Later Aug 14, 2026 37:48


A política brasileira desde o início dos anos 2010 tem sido marcada por um desequilíbrio na relação entre os Três Poderes: o Congresso avançou sobre o Orçamento Federal, o Supremo Tribunal Federal acumulou poder e um presidente até tentou um golpe de Estado. O primeiro Durma com Essa da temporada especial sobre as Eleições 2026 discute o quadro da crise entre os Poderes e o cenário potencialmente explosivo do pleito de outubro. O episódio conta com a participação de Andréa Freitas, professora de ciência política da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e coordenadora do Centro de Estudos de Opinião Pública, e de Diego Werneck Arguelhes, professor de direito constitucional e diretor do curso de direito do Insper.   Apresentação: Marcelo Roubicek e Mariana Vick Roteiro: Marcelo Roubicek Edição de texto: Antonio Mammi Pesquisa: Victoria Rengel Edição de áudio: Brunno Bimbati Produção de arte: Yasmin Menezes Ilustração: Lua Lopes Distribuição: Paulo Cantalice e Pedro Bardini Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Healthy Busy Life - Cambia la tua vita, un'abitudine alla volta
Motivation Pill - Perché ti senti sopraffatta anche quando il cambiamento sta funzionando

Healthy Busy Life - Cambia la tua vita, un'abitudine alla volta

Play Episode Listen Later Aug 14, 2026 3:06


Learn Italian with LearnAmo - Impariamo l'italiano insieme!
Quiz sui Pronomi Combinati: Metti alla Prova il Tuo Italiano con 23 Domande

Learn Italian with LearnAmo - Impariamo l'italiano insieme!

Play Episode Listen Later Aug 13, 2026 31:48


"Te lo do", "me ne dai un po'?", "gliel'ho già detto"… Ti è mai capitato di sentire gli italiani sparare a raffica queste paroline tutte attaccate e di pensare: "Ma cosa stanno dicendo?! Da dove escono tutte queste lettere?!". Se la risposta è sì, oggi è il tuo giorno fortunato. Mettiamo alla prova la tua conoscenza dei pronomi combinati con 23 domande, dalle più semplici fino al Round Bonus per veri esperti. TEST: i Pronomi Doppi in Italiano I pronomi complemento combinati (me lo, te lo, glielo, ce ne…) sono uno dei capitoli più temuti della grammatica italiana, ma alla fine di questo articolo saprai dire con sicurezza se è "me lo" o "mi lo", se "a lui" e "a lei" si comportano allo stesso modo (spoiler: succede una cosa strana…) e perché gli italiani dicono "ce l'ho" anche quando non c'è nessun "ci" in giro. Ripasso Lampo della Regola Base Prima del test, un piccolissimo ripasso. I pronomi combinati nascono quando unisci un pronome indiretto a un pronome diretto (mi, ti, gli/le, ci, vi + lo, la, li, le) oppure a "ne". Le regole da ricordare sono solo tre: Regola n°1: l'indiretto va prima del diretto (in italiano è il contrario dell'inglese!). Regola n°2: mi, ti, ci, vi cambiano la -i finale in -e. Diventano quindi me, te, ce, ve. Regola n°3: gli (a lui) e le (a lei) diventano entrambi glie- e si attaccano al pronome diretto formando UNA sola parola: glielo, gliela, glieli, gliele, gliene. Lo Schema Completo dei Pronomi Combinati +lolalilenemime lome lame lime leme netite lote late lite lete negli/leglieloglielaglieliglieleglienecice loce lace lice lece nevive love lave live leve ne Adesso si fa sul serio: prendi carta e penna, comincia il test! Il Test: Prima Parte (Domande 1-10) Per ogni domanda, scegli la risposta corretta tra le tre opzioni e segnati il tuo risultato. Le soluzioni e le spiegazioni complete sono più avanti! Domanda 1 Porto i documenti a te domani. → "___ domani." a) ti li porto b) te li porto c) te gli porto Domanda 2 Compriamo la pizza per noi! → "___!" a) ce la compriamo b) ci la compriamo c) ce le compriamo Domanda 3 Marco regala un libro a me. → "Marco ___." a) mi lo regala b) mi il regala c) me lo regala Domanda 4 Ho spedito la cartolina a Roberto. → "___." a) Gli la ho spedita b) Gliela ho spedita c) La gli ho spedita Domanda 5 Ho spedito la cartolina a Roberta. → "___." a) Le la ho spedita b) Le l'ho spedita c) Gliela ho spedita Domanda 6 "Hai una penna?" — "Sì, ___!" (forma tipica del parlato) a) ce l'ho b) la ho c) ce la ho Domanda 7 Quanti regali hai fatto a Luca? → "___." a) gli ne ho fatti tre b) gliene ho fatti tre c) gli li ho fatti tre Domanda 8 Mando le foto a voi. → "___." a) ve le mando b) vi le mando c) ve li mando Domanda 9 C'è una torta squisita in cucina e Luca ___ tutta da solo! (mangiarsi) a) si la mangia b) sela mangia c) se la mangia Domanda 10 Adoro i biscotti! ___ un po'? (a me + di biscotti) a) mi ne offri b) me ne offri c) me li offri Il Test: Seconda Parte (Domande 11-20) Continuiamo con la seconda parte del test, dove troverai anche le combinazioni con i verbi modali, i verbi pronominali come "farcela" e "andarsene", e l'imperativo italiano. Domanda 11 I contratti? L'avvocato ___ restituiti ieri. (a me + i contratti) a) me li ha b) mi li ha c) me le ha Domanda 12 Racconti le tue storie ai bambini (a loro)? → "Sì, ___." a) le racconto loro b) ve le racconto c) gliele racconto Domanda 13 "Voglio scrivere una lettera a te." Quale forma è corretta? a) Voglio te la scrivere b) Te la voglio scrivere / Voglio scrivertela c) Voglio scriverla te Domanda 14 Cerchi idee per il regalo? ___ qualcuna! (a te + di idee) a) te ne propongo b) ti ne propongo c) te le propongo Domanda 15 Maria è arrabbiata e ___ senza salutare. (andarsene) a) si ne va b) se la va c) se ne va Domanda 16 Di' la verità a me! → "___!" a) Mi dilla b) Dimmela c) Di' mela Domanda 17 Da' il libro a lui! → "___!" a) Daglielo b) Dagli lo c) Dallo gli Domanda 18 Ho risolto il problema ___ (spiegare al gerundio + a lui + la soluzione). a) gli spiegando la b) spiegandogli la c) spiegandogliela Domanda 19 Avevo dieci euro e ___. (a Marco + di euro) a) gli ne ho prestati cinque b) gliene ho prestati cinque c) glieli ho prestati cinque Domanda 20 "Non dire questo a me!" Quale forma è corretta? a) Non dirmelo / Non me lo dire b) Non mi lo dire c) Non dirlo me Round Bonus: 3 Domande per Veri Esperti E adesso, per chi se la sente: tre domande da incubo. Se le indovini tutte e tre, hai il nostro totale rispetto! Qui entrano in gioco anche la particella "ne" e la particella "ci". Domanda 21 Al ristorante, dici con cortesia: "Signora, mi porti il menù!" Sostituendo "il menù": "Signora, ___!" a) Portamelo! b) Me lo porta! c) Me lo porti! Domanda 22 "Quanti studenti ci sono in classe?" → "___." a) ci ne sono venti b) ce ne sono venti c) ce li sono venti Domanda 23 "Hai superato quell'esame difficilissimo?" → "Sì, alla fine ___!" (farcela) a) ce l'ho fatta b) ce l'ho fatto c) ci l'ho fatta Soluzioni e Spiegazioni: Prima Parte Pronto per scoprire le risposte? Correggiamo tutto insieme con la spiegazione del perché di ogni risposta, anche di quelle che sembrano cattiverie pure. Risposta 1: b) te li porto "Ti" diventa "te", e "i documenti" diventa "li" (maschile plurale). Attenzione al trabocchetto della c): "te gli" non esiste! "Gli" non è mai un pronome diretto. Risposta 2: a) ce la compriamo "Ci" → "ce" + "la pizza" → "la". E sì, "comprarsi la pizza" si può dire: è quel "ci" che dà l'idea di farsi un regalo. Ce la meritiamo! Risposta 3: c) me lo regala "Mi" + "lo" non resta mai "mi lo": ricordi la regola? mi/ti/ci/vi cambiano la -i in -e. Quindi mi → me → me lo. Risposta 4: b) Gliela ho spedita Qui "a Roberto" = a lui = gli, e "la cartolina" = la. Si fondono in UNA parola: gliela. E ora un piccolo segreto: quando dopo "gliela" arriva il verbo avere, la "-a" finale di "gliela" cade e si forma l'elisione, cioè gliel'ho spedita. Per approfondire l'uso dell'apostrofo in italiano, c'è una guida dedicata. Quindi nei libri vedi "gliela ho spedita", ma quando parli e scrivi davvero dici gliel'ho spedita. E nota che il participio resta "spedita" perché si accorda con "la cartolina", femminile singolare! Risposta 5: c) Gliela ho spedita Ed ecco la sorpresa! "A Roberta" è "a lei", cioè "le"… ma in combinazione anche "le" diventa glie-. Quindi "a lui" e "a lei" producono esattamente la stessa forma: gliela (e con l'elisione, gliel'ho spedita). Ecco perché la risposta b) "Le l'ho spedita" è una trappola: chi la sceglie ha dimenticato che "le" deve trasformarsi in glie-. Come capiamo allora di chi parliamo, se la forma è identica? Dal contesto! Diciamo che gli italiani amano vivere pericolosamente. Risposta 6: a) ce l'ho Ed ecco il mistero del "ci" che spunta dal nulla! Nell'italiano parlato, "averla / averlo" diventa quasi sempre ce l'ho, ce l'hai, ce l'ha… Quel "ce" è un rafforzativo: non significa niente di preciso, serve solo a dare forza alla frase. E qui l'elisione è praticamente obbligatoria: nessuno dice "ce la ho", si dice e si scrive ce l'ho. Piccola attenzione all'ortografia: l'apostrofo va tra "ce" e "ho" (ce l'ho), e non si scrive "c'è l'ho", che è un errore frequente anche tra gli italiani! Risposta 7: b) gliene ho fatti tre "A Luca" = gli, e "di regali" = ne → gliene (una parola sola). E hai notato "fatti"? Quando c'è "ne" che indica una quantità, il participio passato si accorda con il nome a cui si riferisce: regali è maschile plurale → fatti. Risposta 8: a) ve le mando "Vi" → "ve" + "le foto" → "le". La risposta c) "ve li" sarebbe sbagliata perché "le foto" è femminile. E una curiosità ortografica: "le" non si elide mai, quindi resta sempre "ve le", non "ve l'". Risposta 9: c) se la mangia Con i verbi riflessivi e pronominali, "si" diventa "se". "Mangiarsi qualcosa" rende l'azione più golosa, più… personale. Luca se la mangia tutta, e a noi non lascia niente. Tipico. Risposta 10: b) me ne offri "Un po' di biscotti" = una quantità indefinita → "ne". Approfondimento importante: "me li offri" vuol dire "offrimi i biscotti" (tutti, o quelli precisi di cui parliamo); "me ne offri" vuol dire "offrimene un po'" (solo una parte). Piccola differenza, grande significato. Soluzioni e Spiegazioni: Seconda Parte Risposta 11: a) me li ha restituiti Qui "a me" = mi → me, e "i contratti" = li → me li. Attenzione alla b), "mi li ha", che è il classico errore di chi dimentica il passaggio mi → me. E già che ci sei, nota il participio: "restituiti" è maschile plurale perché si accorda con "i contratti" (col pronome diretto, il participio si accorda sempre!). Risposta 12: c) gliele racconto Trabocchetto classico! Nell'italiano moderno e parlato "a loro" si rende con "gli". Quindi a loro + le storie = gliele. Esiste anche la forma più formale e da libro "le racconto loro", ma nessuno la usa al parco coi bambini. Quindi: gliele racconto. Risposta 13: b) Te la voglio scrivere / Voglio scrivertela Con i verbi modali (volere, potere, dovere) hai DUE possibilità, entrambe corrette: o metti il pronome prima del verbo modale ("Te la voglio scrivere") oppure lo attacchi all'infinito ("Voglio scrivertela"). Scegli tu, l'italiano è generoso! Risposta 14: a) te ne propongo Qui non c'è un oggetto preciso, ma "qualche idea",...

BBC Lê
3 formas agradáveis de manter o cérebro jovem por mais tempo

BBC Lê

Play Episode Listen Later Aug 13, 2026 12:04


Quando se trata do cérebro, há medidas que podem ajudar a prolongar uma vida saudável; a boa notícia é que não precisamos mudar radicalmente nossa rotina.

Café Brasil Podcast
Cafe Brasil Expresso 1042 - O motor invisível

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 20:35


Em julho de 1969, dois homens caminharam sobre a Lua e provaram que aquilo que parecia impossível podia se tornar realidade. Mas a pergunta que conduz este episódio não é como eles chegaram até lá. É por que conseguiram. A partir da corrida espacial, Luciano Pires investiga o papel da vontade na construção das grandes realizações humanas, mostrando que tecnologia, dinheiro e conhecimento raramente vêm antes do propósito. Passando por Aristóteles, Nietzsche, Viktor Frankl, Tocqueville, Peter Thiel e Elon Musk, o episódio revela como indivíduos, empresas e sociedades inteiras podem perder — ou recuperar — a capacidade de sonhar grande e transformar esse sonho em ação. Host: Luciano Pires - @lucianopires – lucianopires.com.br Takeaways Grandes realizações humanas começam com um propósito capaz de mobilizar pessoas, e não apenas com recursos ou tecnologia. A liderança mais transformadora não distribui tarefas; ela oferece significado e cria um horizonte que justifica o esforço. Civilizações, empresas e famílias prosperam quando preservam a vontade de construir o futuro, em vez de apenas administrar o presente. Capítulos O homem chegou à Lua. E depois? Quando a vontade vem antes da tecnologia O sentido como combustível da ação Por que o Ocidente deixou de sonhar grande? Narrativas moldam o futuro O trabalho invisível da liderança Toda grande realização nasce primeiro na imaginação Links relevantes Mundo Café Brasil: https://mundocafebrasil.com Livraria Café Brasil: https://livrariacafebrasil.com.br See omnystudio.com/listener for privacy information.

Para dar nome às coisas
S08EP338 - Para voltar a sentir

Para dar nome às coisas

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 51:16


O último lugar que tinha sinal de celular, antes de pegar a estrada de terra, era num mercado. Por meia hora, eu ia ter de dirigir confiando nas placas e no mapa que eles tinham mandado. Uma prévia do que me esperava. Entrei no mercado para comprar uma água e enquanto eu procurava a estante do biscoito de polvilho e da pipoca doce, tentei dar conta das mensagens de celular no whatsapp, enquanto pensava: meu deus do céu, como eu vou ficar dois dias sem sinal e sem internet?Quarenta minutos depois, eu mandei a última mensagem para Amanda e pro meu pai dizendo que eu tinha chegado e mandei o telefone da recepção do hotel. Eles sabiam que eu ia ficar incomunicável. Então, eu disse, se eles tivessem qualquer urgência, eles podiam ligar na recepção para me avisarem.  Quando eu saí do único espaço que tinha rede de wifi ali,  eu desapertei o botão de conexão, sabendo que eu só ligaria dois dias depois. Seja o que Deus quiser. O que aconteceu depois, eu te conto nesse episódio.É por aí que vai o episódio dessa semana, você vem?identidade visual: @‌amandafogacatexto: @‌natyopsPUBLICIDADE: MERCADO LIVREVem fazer compritta! Com o envio mais rápido do Brasil, melhores marcas e Frete Grátis a partir de R$19. Corre pro app: https://bit.ly/3RX5sYmConfira as condições em http://mercadolivre.com.br/l/fretegratis . Análise comparativa independente, baseada em cálculo da média dos prazos de entrega ofertados durante o período de 19/03/2026 e 24/03/2026.MEU LIVRO: Medo de dar certo: Como o receio de não conseguir sustentar uma posição de sucesso pode paralisar você | Amazon.com.brApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisasPALESTRAS:SP: https://www.almatickets.com.br/events/natlia-sousa-em-so-paulo-palestra-para-a-vida-no-virar-um-borro-11092026-saopaulo?promo=PARADAR5OFFRJ: https://www.almatickets.com.br/events/natlia-sousa-no-rio-de-janeiro-palestra-para-a-vida-no-virar-um-borro-12112026-riodejaneiro?promo=PARADAR5OFFBH:https://www.almatickets.com.br/events/natlia-sousa-em-belo-horizonte-palestra-para-a-vida-no-virar-um-borro-17102026-belohorizonte?promo=PARADAR5OFFHotel Ponto de Luzhttps://pontodeluz.com/

Ta de Clinicagem
TdC 347: Cirrose descompensada - quando é ACLF?

Ta de Clinicagem

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 28:28


1º Encontro TdC - Simpósio Anual de Atualização em Clínica Médica Um dia inteiro de Clínica Médica, com temas cuidadosamente selecionados para responder à pergunta que mais importa: o que muda minha prática?Se você é residente, médico recém-formado, especialista ou estudante de Medicina e gosta da forma como o TdC discute medicina baseada em evidências, esperamos você em São Paulo no dia 22 de agosto.Garanta sua vaga através do link: https://www.tadeclinicagem.com.br/eventostdc/1-encontro-tdc/Nordman Wall e Flávio Barbieri convidam Carolina Mendes para discutir o conceito e manejo da insuficiência hepática crônica agudizada, do inglês Acute-on-Chronic Liver Failure (ACLF), quadro clínico que vai além da cirrose hepática descompensada, somando disfunções orgânicas e maior mortalidade. Referências em breve.

Cardiopapers
Plaquetopenia na SCA: quando suspender, manter ou ajustar a DAPT?

Cardiopapers

Play Episode Listen Later Aug 11, 2026 11:54


Plaquetopenia na SCA: quando suspender, manter ou ajustar a DAPT? by Cardiopapers

Miguel Sousa Tavares de Viva Voz
Comissão Política. Sherlock Montenegro confia ou desconfia de Luís Neves?

Miguel Sousa Tavares de Viva Voz

Play Episode Listen Later Aug 11, 2026 55:41


Neste episódio da Comissão Política, analisamos a posição do ministro da Administração Interna e do primeiro-ministro na crise do “monte verde” e do “reboque” da droga. A Judiciária pediu uma auditoria ao tempo da gestão de Luís Neves e o primeiro-ministro aprovou, através da ministra da Justiça. Quando há “dúvidas, elas devem ser desfeitas”, disse Luís Montenegro esta segunda-feira. Mesmo mantendo a confiança política em Luís Neves, sem saber o resultado da auditoria, parece que o PM tem dúvidas sobre a sua gestão à frente da polícia. É possível confiar e desconfiar de um ministro ao mesmo tempo? Os comentários são de Paula Caeiro Varela, jornalista do Expresso, de Eunice Lourenço, editora de Política, e de David Dinis, diretor-adjunto, com a moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é de Tomás Delfim e a ilustração é da autoria de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

SBS Portuguese - SBS em Português
60 anos da Ponte 25 de Abril: uma das imagens mais reconhecidas de Portugal

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Aug 11, 2026 5:42


Inaugurada durante a ditadura portuguesa e rebatizada após a Revolução dos Cravos, a ponte que liga Lisboa a Almada atravessou seis décadas de profundas mudanças políticas e sociais.Inaugurada durante a ditadura portuguesa e rebatizada após a Revolução dos Cravos, a ponte que liga Lisboa a Almada atravessou seis décadas de profundas mudanças políticas e sociais.Mas a ponte não liga apenas dois territórios. A sua história também une dois períodos profundamente diferentes de Portugal.Quando foi inaugurada, em 6 de agosto de 1966, o país vivia sob a ditadura do Estado Novo. A cerimônia teve cortejo presidencial, discursos oficiais, celebrações religiosas e fogos de artifício. Batizada informalmente de Ponte Salazar, em homenagem ao então chefe do governo António de Oliveira Salazar, a construção foi apresentada como uma demonstração da capacidade e do progresso do regime. Oito anos depois, a própria estrutura ganharia outro nome e significado. Em 25 de abril de 1974, um movimento militar derrubou a ditadura portuguesa. Siga a SBS em Português no Facebook, X, Instagram e You Tube. Assine a 'SBS Portuguese' no Spotify, Apple Podcasts, iHeart Podcasts, PocketCasts ou na sua plataforma de áudio favorita.

Healthy Busy Life - Cambia la tua vita, un'abitudine alla volta
Ep. 265 - Come avviare un business da zero quando non sai da dove cominciare (intervista a Maria Cristina Balboni)

Healthy Busy Life - Cambia la tua vita, un'abitudine alla volta

Play Episode Listen Later Aug 10, 2026 40:04


Lasciare un'azienda di famiglia per costruire qualcosa di tuo è un atto di trasformazione personale. Anche io ho vissuto la frustrazione di non sentirmi a posto nel lavoro "perfetto" che avevo, e la paura di non sapere cosa costruire né come farlo. Oggi parlo con Maria Cristina Balboni, che ha lasciato l'azienda di famiglia per diventare health coach specializzata in perimenopausa. Parliamo della conversazione familiare più difficile, del primo passo imperfetto che conta più del piano perfetto, e di cosa significa investire su di sé quando i risultati non si vedono ancora.

unmillimetroalgiorno
#140 – Quando tutti sembrano felici tranne te

unmillimetroalgiorno

Play Episode Listen Later Aug 10, 2026 28:49


In estate il confronto può diventare più rumoroso. Corpi, coppie, viaggi, famiglie, gruppi di amici e fotografie possono farci sentire improvvisamente sole, indietro o fuori posto nella nostra stessa vita. In questo episodio parlo di quella sensazione che tutti stiano vivendo l'estate giusta tranne noi. Di ciò che le immagini non mostrano e della differenza tra desiderio, mancanza e giudizio. Perché forse non desideriamo davvero la vita di un'altra persona. Forse desideriamo la libertà, l'intimità o il senso di appartenenza che immaginiamo quella vita rappresenti. Ad agosto trovi una selezione di masterclass al 50%: uno spazio per comprendere ciò che il confronto sta facendo emergere, senza trasformarlo in una sentenza sul tuo valore. https://www.ilcorpoelamente.com/pacchettimasterclass/

Learn Italian with LearnAmo - Impariamo l'italiano insieme!
FERRAGOSTO: Storia e Origine di Questa Festa Italiana

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Play Episode Listen Later Aug 9, 2026 30:28


Ti sei mai chiesto perché, il 15 agosto, l'Italia sembra improvvisamente sparire? Le città si svuotano, i negozi abbassano le saracinesche e sulle spiagge non si trova un centimetro di sabbia libero. Ma cosa si festeggia esattamente in questa giornata, e perché questa festa si chiama proprio "Ferragosto", una parola che a prima vista sembra mettere insieme il "ferro" e il mese di "agosto"? Piccolo spoiler: con il ferro non c'entra nulla. In questa guida scoprirai la storia millenaria del Ferragosto, dai Romani a oggi, e imparerai anche le espressioni estive che gli italiani usano davvero. Cosa si Celebra il 15 Agosto in Italia? In questa guida ripercorreremo insieme la storia millenaria del Ferragosto, dalle sue origini nella Roma imperiale fino alle spiagge affollate di oggi. Scoprirai da dove viene questa parola così curiosa, capirai perché la festa si è spostata dal 1° al 15 agosto e imparerai un po' di espressioni e parole che gli italiani usano davvero in estate. Scoprirai anche che Ferragosto non è l'unica festa che gli italiani hanno ereditato dagli antichi Romani. Da Dove Viene la Parola "Ferragosto"? Partiamo dall'inizio, anzi, da molto lontano. La parola "Ferragosto" viene dal latino Feriae Augusti, che significa "il riposo di Augusto" o, se preferisci, "le vacanze di Augusto". Piccola chicca linguistica: la parola latina feriae indicava i giorni di riposo, ed è la stessa parola da cui deriva l'italiano moderno "ferie", cioè i giorni di vacanza dal lavoro. Quindi, la prossima volta che dirai "sono in ferie", sappi che stai usando una parola vecchia di più di duemila anni. L'Imperatore Augusto e le Origini della Festa Ma chi era questo Augusto? Era il primo imperatore romano, e fu proprio lui, nel 18 a.C., a istituire questo periodo di riposo. Dopo mesi di lavoro nei campi, i contadini avevano finalmente il diritto di fermarsi, festeggiare e tirare il fiato. In fondo, gli italiani prendono la pausa di agosto molto sul serio da sempre. Augusto era un personaggio così importante che, qualche anno dopo, il mese che prima si chiamava sextilis venne ribattezzato augustus in suo onore. Sì, hai indovinato: è da lì che arriva la parola "agosto". Questo imperatore ha dato quindi il suo nome sia alla festa sia al mese intero. All'inizio, però, il Ferragosto non si festeggiava il 15, ma il 1° agosto, e non durava un solo giorno: era un lungo periodo di feste, che si univa ad altre celebrazioni romane come i Consualia, le feste dedicate a Conso, il dio della terra e della fertilità. Si mangiava, si beveva e ci si riposava: un rituale che ancora oggi non ci è del tutto estraneo. Perché il 15 Agosto? La Doppia Anima della Festa Ma allora perché oggi il Ferragosto è il 15 agosto e non il 1°? La risposta arriva molti secoli dopo, con la Chiesa cattolica. La Chiesa spostò la festa al 15 agosto per farla coincidere con una celebrazione religiosa molto importante: l'Assunzione di Maria. Secondo la tradizione cristiana, in questo giorno la Madonna venne "assunta", cioè portata in cielo in anima e corpo. Ecco perché il Ferragosto ha una doppia anima: da una parte le sue origini pagane e romane, dall'altra la festa cristiana. Due mondi diversi che si incontrano nello stesso giorno. Perché a Ferragosto Tutti Vanno al Mare? Come mai nella testa di ogni italiano "Ferragosto" fa subito rima con "mare", "montagna" e "gita"? Questa tradizione è molto più recente di quello che si potrebbe pensare. Facciamo un salto negli anni '30 del Novecento, e più precisamente nel 1931. In quell'anno, in Italia, il regime fascista inaugurò i cosiddetti "Treni Popolari di Ferragosto": biglietti a prezzi ridottissimi che permettevano anche alle famiglie meno ricche di fare una gita e vedere, magari per la prima volta nella vita, il mare o la montagna. C'erano due possibilità: La gita di un solo giorno, in un raggio di circa 50-100 chilometri. La gita di tre giorni, entro circa 100-200 chilometri. C'era però un piccolo dettaglio: in questi viaggi i pasti non erano inclusi. E quindi cosa facevano gli italiani? Si portavano il cibo da casa. È proprio da qui che nasce una delle tradizioni più amate di questa giornata: il famoso pranzo al sacco, la grigliata all'aperto, il picnic con la famiglia. A Roma, questi turisti "fai da te" che si portavano il cibo da casa avvolto in un fagotto venivano chiamati "fagottari": una parola simpatica da tirare fuori al momento giusto. Se oggi a Ferragosto ti ritrovi a mangiare un panino seduto su un prato o davanti al mare, sappi che stai portando avanti una tradizione con quasi cento anni di storia. Tradizioni e Curiosità del Ferragosto di Oggi Come si festeggia oggi il Ferragosto in Italia? Ecco qualche immagine tipica: La grigliata è la grande protagonista. Ferragosto è l'unico giorno dell'anno in cui ogni italiano si sente, all'improvviso, un maestro della griglia — o almeno ci prova. Il mare, con le spiagge affollatissime, i fuochi d'artificio la sera e, in tantissimi paesi, le sagre, cioè le feste popolari dove si mangiano i piatti tipici del posto. Le città si svuotano completamente. A Ferragosto trovare un bar aperto nel centro di Roma o di Milano è come cercare un ago in un pagliaio. Esiste anche un vecchio detto un po' scherzoso: "Ferragosto, moglie mia non ti conosco". Era un modo ironico per dire che, nella confusione della festa, ci si concedeva un pizzico di libertà e divertimento. Oggi si usa giusto per fare una battuta. Una curiosità in più per gli appassionati di tradizioni: il giorno dopo Ferragosto, il 16 agosto, a Siena si corre il famoso Palio dell'Assunta, una spettacolare corsa di cavalli che va avanti da secoli. Non Solo Ferragosto: le Feste che Arrivano dall'Antica Roma Abbiamo visto che il Ferragosto affonda le sue radici nell'Antica Roma. Ma non è l'unica festa che gli italiani hanno ereditato dai Romani. Ce ne sono altre, molto conosciute, dietro le quali si nasconde un pezzo di storia vecchio di duemila anni. Facciamo un piccolo viaggio nel tempo. Il Natale e la Nascita del Sole Partiamo dalla festa più amata di tutte: il Natale. I Romani, intorno al solstizio d'inverno, festeggiavano due ricorrenze molto importanti. La prima erano i Saturnali, in onore del dio Saturno, che si celebravano più o meno dal 17 al 23 dicembre: erano giorni di banchetti, di regali e di allegria in cui i ruoli si rovesciavano, e persino i padroni servivano a tavola i loro schiavi. La seconda festa era il Dies Natalis Solis Invicti, cioè il "giorno di nascita del Sole Invitto", celebrato il 25 dicembre. In quel periodo, dopo la notte più lunga dell'anno, le giornate ricominciavano ad allungarsi, e i Romani festeggiavano la "rinascita" del Sole. Con il passare dei secoli, la Chiesa fissò la nascita di Gesù proprio il 25 dicembre, facendola coincidere con queste antichissime feste. Attenzione, però: anche su questo legame gli storici discutono. Non ci sono prove definitive che il Natale sia nato "sopra" la festa del Sole, e c'è persino chi pensa che il 25 dicembre derivi da un calcolo religioso, cioè nove mesi dopo il 25 marzo. Chicca linguistica: la parola "Natale" viene dal latino natalis, che significa proprio "relativo alla nascita", "compleanno". Quando scambi i regali sotto l'albero, stai quindi ripetendo un gesto che i Romani facevano già duemila anni fa. Il Capodanno e il Dio con Due Facce Andiamo avanti di qualche giorno e arriviamo al Capodanno. Perché si festeggia l'inizio dell'anno proprio il 1° gennaio? Anche qui la risposta è romana. Furono i Romani a fissare il primo giorno dell'anno al 1° gennaio, e a renderlo ufficiale fu Giulio Cesare con il suo nuovo calendario, nel 46 a.C. E perché proprio gennaio? Perché il mese era dedicato a Giano, il dio degli inizi, rappresentato con due facce: una che guarda al passato e una che guarda al futuro. Un simbolo perfetto per iniziare un anno nuovo. Le tre chicche linguistiche del Capodanno: La parola "gennaio" viene proprio da Ianuarius, cioè dal nome del dio Giano. Giano era il dio delle porte, e "porta" in latino si dice ianua: Giano è letteralmente il dio che apre le porte del nuovo anno. I Romani si scambiavano dei regali beneauguranti, tra cui dei fichi chiamati strenae: da lì arriva la parola "strenna", che ancora oggi si usa per i regali di Natale e Capodanno. Persino la parola "calendario" viene dal latino calendae, il primo giorno del mese romano. San Valentino e una Festa un Po' Incerta Andiamo avanti e arriviamo a febbraio, con la festa degli innamorati: San Valentino. Qui la storia è affascinante ma anche un pochino incerta. C'è una versione molto popolare che collega San Valentino a un'antica festa romana chiamata Lupercalia, che si celebrava intorno al 15 febbraio: erano feste di purificazione e di fertilità, piuttosto vivaci, dedicate al dio Fauno. Secondo questa versione, la Chiesa avrebbe sostituito i Lupercalia con la festa di San Valentino, il 14 febbraio. Molti storici oggi sono però scettici su questo collegamento diretto, e fanno notare che l'idea di San Valentino come "festa degli innamorati" è in realtà molto più recente, nata nel Medioevo. La verità è quindi meno lineare di quanto si racconti in giro. Chicca linguistica: il nome del mese "febbraio" viene dal latino februa, le strisce di pelle che i sacerdoti romani usavano proprio durante quei riti di purificazione. Il Carnevale e il Mondo alla Rovescia Chiudiamo con una festa allegra e colorata: il Carnevale. Anche in questo caso si può tornare ai Saturnali. Ricordi che, durante quei giorni, i ruoli si rovesciavano e quasi tutto era permesso? Quel "mondo alla rovescia", con le maschere, gli scherzi e l'allegria sfrenata, è lo stesso spirito che ritroviamo ancora oggi nel Carnevale italiano: un'eredità romana che, ogni inverno, riempie di coriandoli le piazze del Paese. ...

Café Brasil Podcast
Cafezinho 739 - O que não se vê

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Aug 8, 2026 7:57


Políticas públicas costumam nascer de uma intenção clara, mas começam a mudar no instante em que encontram pessoas reais, capazes de perceber e explorar os incentivos criados por uma regra. Partindo da história das cobras de Délhi, este episódio acompanha o caminho que leva do chamado Efeito Cobra à ideia de Frédéric Bastiat sobre aquilo que se vê e aquilo que permanece invisível. No percurso, aparece um problema maior: quando governos medem resultados por números fáceis de exibir, benefícios ganham remetente e custos se espalham sem assinatura, tornando muito mais difícil perceber quem realmente produziu cada consequência. Host: Luciano Pires - @lucianopires – lucianopires.com.br Takeaways • Uma política pode estimular exatamente o comportamento que pretendia combater quando as pessoas descobrem como transformar sua regra em vantagem. • Indicadores deixam de representar bem a realidade quando passam a ser tratados como metas e começam a orientar o comportamento de quem será avaliado por eles. • Benefícios públicos são facilmente identificados por quem os recebe, enquanto custos indiretos, investimentos perdidos e oportunidades que deixaram de existir permanecem muito menos visíveis. Capítulos A armadilha escondida numa boa intenção As cobras de Délhi Quando o incentivo muda o comportamento O Efeito Cobra Quando a medida vira a meta O benefício que tem remetente Bastiat e aquilo que não se vê O problema também pode estar na solução Links relevantes • Mundo Café Brasil: https://mundocafebrasil.com • Livraria Café Brasil: https://livrariacafebrasil.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

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Políticas públicas costumam nascer de uma intenção clara, mas começam a mudar no instante em que encontram pessoas reais, capazes de perceber e explorar os incentivos criados por uma regra. Partindo da história das cobras de Délhi, este episódio acompanha o caminho que leva do chamado Efeito Cobra à ideia de Frédéric Bastiat sobre aquilo que se vê e aquilo que permanece invisível. No percurso, aparece um problema maior: quando governos medem resultados por números fáceis de exibir, benefícios ganham remetente e custos se espalham sem assinatura, tornando muito mais difícil perceber quem realmente produziu cada consequência. Host: Luciano Pires - @lucianopires – lucianopires.com.br Takeaways • Uma política pode estimular exatamente o comportamento que pretendia combater quando as pessoas descobrem como transformar sua regra em vantagem. • Indicadores deixam de representar bem a realidade quando passam a ser tratados como metas e começam a orientar o comportamento de quem será avaliado por eles. • Benefícios públicos são facilmente identificados por quem os recebe, enquanto custos indiretos, investimentos perdidos e oportunidades que deixaram de existir permanecem muito menos visíveis. Capítulos A armadilha escondida numa boa intenção As cobras de Délhi Quando o incentivo muda o comportamento O Efeito Cobra Quando a medida vira a meta O benefício que tem remetente Bastiat e aquilo que não se vê O problema também pode estar na solução Links relevantes • Mundo Café Brasil: https://mundocafebrasil.com • Livraria Café Brasil: https://livrariacafebrasil.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Rádio Novelo Apresenta
No dia em que o avião caiu

Rádio Novelo Apresenta

Play Episode Listen Later Aug 6, 2026 76:32


Quando os primeiros minutos dão o tom do filme todo. Leandro Ribeiro sempre desconfiou de que ele não era filho biológico dos pais que o criaram. Ele até tinha uma hipótese: a de que ele tinha sido resgatado entre os sobreviventes de um acidente aéreo. Por Paula Scarpin. No dia 2 de setembro, a experiência imersiva das histórias do podcast Rádio Novelo Apresenta vai ser transportada para o MASP. Branca Vianna e os repórteres da Novelo vão subir no palco num evento com histórias inéditas. Os membros do Clube da Novelo já podem comprar os ingressos com desconto de 30%. A venda geral abre no dia 7 de agosto. Assine o Clube da Novelo em clube.radionovelo.com.br Inscreva-se no canal da Rádio Novelo no YouTube: https://www.youtube.com/@RádioNovelo Siga a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo Você sabia que a história do manguebeat também passa pela Zona Oeste de São Paulo?  Gravado em 1994 no Be Bop Studios, o primeiro álbum da Mundo Livre S/A, Samba Esquema Noise, reuniu a produção de Carlos Eduardo Miranda e Charles Gavin e se tornou um marco de um movimento que conectou a identidade pernambucana a sonoridades e influências de diferentes partes do mundo. No dia 29.08, a Casa Natura Musical revisita esse capítulo da trajetória da banda e a conexão entre Recife, São Paulo e um dos álbuns mais importantes da música brasileira com um show enérgico e pulsante. Assinantes da Rádio Novelo têm 20% na compra do ingresso. Assine para saber mais e confira a programação completa de shows da Casa em www.casanaturamusical.com.br Palavras-chave: história de nascimento, identidade, bebês, maternidade

Endörfina com Michel Bögli
#476 Paulo Mendes

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Aug 6, 2026 137:14


Nascido em Belém do Pará, ainda criança mudou-se para Castanhal e na escola, gostava de jogar futebol. Aos 18 anos de idade, começou a trabalhar como agricultor e feirante. Sem deixar a agricultura, trabalhou também como técnico de informática, motorista de caminhão e encarregado de obra e não havia espaço para o esporte. No início dos anos 2000, decidiu mudar-se para o interior e dar continuidade à plantação de cacau iniciada por seu pai na década de 1970. Foi ali que construiu sua vida, formou sua família e encontrou o sustento e a tranquilidade que sempre buscou. Porém, décadas de excessos e de uma vida desregrada fizeram com que sua saúde física e mental cobrasse a conta. Sobrepeso, hipertensão, diabetes, ansiedade e outros problemas que já comprometiam sua qualidade de vida o fizeram entender que precisava mudar para continuar vivendo. Em 2020, começou a pedalar. Pouco depois, vieram as primeiras corridas. Mais do que perder peso, descobriu uma nova forma de enxergar a própria vida. Quando conheceu o triathlon, encontrou uma nova motivação. Sabia pedalar, estava aprendendo a correr, mas não sabia nadar. Começou praticamente do zero e decidiu aprender. A cada treino, uma nova descoberta. A cada pequena evolução, mais certeza de que estava no caminho certo. Treinar, porém, nunca foi simples. Onde mora não existe piscina. Muitas vezes, treina em um tanque de irrigação. Corre pelas estradas de terra da região ou pela BR-230, a Rodovia Transamazônica. Pedala no rolo ou enfrenta a rodovia, estreita, sem acostamento e com asfalto ruim. Participou do seu primeiro triathlon em 2024 e, desde então, divide os dias entre a lavoura de cacau, os treinos e as competições, certo de que o esporte não apenas mudou sua rotina, mas também lhe devolveu o controle sobre a própria vida e o ajudou a recuperar sua saúde física e mental. Conosco aqui, o agricultor, ex-dj e colecinador de discos de reggae, estudante de Educação Física e triatleta que participará do Ironman Brasil 2027 e sonha em disputar um Ultraman. Direto de Medicilândia, o belenense Paulo Roberto de Albuquerque Mendes Júnior. Inspire-se! Race Smart - check your heart Este episódio é oferecido pela @z2perfomance  e pela @2peaksbikes A Z2 lançou o Performance System, uma linha pensada em organizar a suplementação ao longo da rotina do atleta, com produtos que cumprem papéis específicos dentro da performance. A linha tem dois produtos: a Creatina e o Nitrato. E um produto da Z2 que merece atenção: o Saltz Pastilha. Reposição de eletrólitos num formato inédito no Brasil. Dissolve na boca, repõe sódio, potássio e magnésio na hora, sem precisar de água. Compacto e ideal pra treinos e provas. Siga @z2performance e fique por dentro do universo da Z2. A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Santa Cruz Bikes, da Yeti Cycles e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.  

Por Falar em Correr
Por Falar em Tênis 170 - Quando vale a pena comprar um tênis?

Por Falar em Correr

Play Episode Listen Later Aug 6, 2026 30:22


⁠⁠⁠Enio Augusto⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Marcos Buosi⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ falam sobre tudo que envolve o mundo dos tênis e também de outros acessórios relacionados à corrida.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO CANAL!!!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Aqui tem análises, reviews, dicas, palpites, perguntas, respostas, números, valores e opinião. Informação com bom humor, dúvidas com resposta e conteúdo de sobra. Envie sua pergunta. Escute, aprenda, ensine e divirta-se com a gente.-Este é um programa que serve como um guia prático para quem deseja planejar melhor seus investimentos no esporte, evitando gastos desnecessários e mantendo a saúde do seu equipamento em dia. Falamos sobre o momento estratégico para comprar um tênis de corrida, avaliando se a aquisição é uma necessidade real ou um impulso de consumo. Analisamos fatores como a obsolescência tecnológica, promoções de modelos que estão saindo de linha e o impacto do armazenamento a longo prazo nas propriedades das espumas. Desmistificamos o medo de que o tênis estrague guardado na caixa e reforçam que, muitas vezes, o maior entrave para a troca de calçados é o desapego emocional. O debate também passa pelos critérios para aposentar um tênis, considerando o desgaste natural de cada material e a experiência pessoal de cada corredor.-Cupom de Desconto:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠KEEP RUNNING BRASIL⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ - PFC⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CORRA BARATO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ - PFC⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CADILE'S ESPORTES⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ - PFC10

Learn Italian with LearnAmo - Impariamo l'italiano insieme!
La Doppia Negazione Italiana: 8 Errori da Evitare

Learn Italian with LearnAmo - Impariamo l'italiano insieme!

Play Episode Listen Later Aug 6, 2026 29:59


"Non ho visto nessuno." Ma come?! Due negazioni nella stessa frase? In matematica meno per meno fa più… ma in italiano funziona così? E soprattutto: è giusto o è un errore? La doppia negazione è uno di quegli argomenti che separano chi "studia" l'italiano da chi lo parla davvero come un madrelingua. Scopriamo insieme le 8 trappole più comuni e come puoi evitarle. Smettila di Dire "NON MAI VADO" In italiano la doppia negazione non è un errore: è correttissima e spesso addirittura obbligatoria. Tra gli errori più comuni in italiano, quelli sulla doppia negazione sono tra i più diffusi. Vediamo prima la regola d'oro e poi gli 8 errori classici che devi assolutamente evitare. Le Parole Negative dell'Italiano In italiano abbiamo un piccolo gruppo di parole negative, che devi tenere sempre a mente: niente, nulla, nessuno, mai, né… né, neanche, nemmeno, neppure, affatto, mica (e anche più, nel senso di "non più", che si comporta in modo un po' speciale). La regola che le governa è una sola e si basa sulla posizione: Se la parola negativa viene dopo il verbo → ti serve anche "non" prima del verbo. Ecco la doppia negazione! → "Non ho visto nessuno." Se la parola negativa viene prima del verbo → "non" sparisce. Negazione singola! → "Nessuno è venuto." Questa regola funziona alla perfezione con nessuno, niente/nulla, mai, né… né, neanche/nemmeno/neppure. Tienila a mente, perché i primi errori che vedremo nascono proprio da qui. Un'unica regola, e già un sacco di modi diversi di sbagliarla. Piccole Eccezioni: "Più" e "Ancora" La parola più (nel senso di "non più") vuole quasi sempre il "non" e non si mette mai prima del verbo per negare: non dici "Più ti amo", ma "Non ti amo più". Fai attenzione anche a ancora: da sola non è una parola negativa (in "ho ancora tempo" è positiva!), ma quando significa "not yet" vuole il "non" anche quando sta prima del verbo → "Ancora non ho finito". Sono le due piccole ribelli che non seguono del tutto la regola dell'anteposizione. Curiosità Linguistica: la Concordanza Negativa Questo fenomeno ha un nome tecnico: si chiama concordanza negativa. Significa che le negazioni, invece di annullarsi a vicenda, "collaborano" e rinforzano insieme il significato negativo. Non è una stranezza solo dell'italiano: anche lo spagnolo ("No vi a nadie") e il francese ("Je ne vois personne") funzionano allo stesso modo. È una caratteristica di famiglia delle lingue romanze. Anzi, per gran parte della storia delle lingue europee questa è stata la norma, e l'idea che "due negazioni si annullano" è un'imposizione relativamente recente della logica e della matematica sulla lingua di tutti i giorni. Errore n°1 — Dimenticare il "Non" È l'errore numero uno degli anglofoni. In inglese si dice "I saw nobody": una sola negazione. Quindi è naturale tradurre parola per parola e dire "Ho visto nessuno". Ma in italiano, se "nessuno" sta dopo il verbo, ti serve il "non". Da evitareCorretto"Capisco niente""Non capisco niente""Vado mai in palestra""Non vado mai in palestra""Vedo nessuno""Non vedo nessuno" Perché succede? Perché a scuola, agli studenti di lingua inglese, insegnano che "two negatives make a positive", cioè che due negazioni si annullano. Ma rilassati: l'italiano non è una lezione di matematica. Qui le due negazioni non si annullano (vedi? Anche questa è una doppia negazione perfetta!), anzi, più ne metti, più la frase è negativa. Trabocchetto Collegato: "Qualcuno/Qualcosa" al Posto di "Nessuno/Niente" C'è un secondo modo, più nascosto, di cadere in questo errore. Molti studenti, per "salvare" la frase, evitano la parola negativa e usano qualcuno o qualcosa. Per approfondire questo punto, puoi consultare la guida sugli aggettivi indefiniti in italiano. Da evitareCorretto"Non ho visto qualcuno""Non ho visto nessuno""Non ho mangiato qualcosa""Non ho mangiato niente" Nelle frasi negative devi usare nessuno e niente, non qualcuno e qualcosa (che restano per le frasi affermative e per le domande: "Hai visto qualcuno?"). Tienilo a mente, perché è un errore subdolo che fanno anche studenti di livello avanzato. Errore n°2 — Mettere il "Non" quando NON Serve Questo è l'errore opposto, quello dello "studente bravo che ha imparato fin troppo bene la regola precedente". Quando la parola negativa è prima del verbo, il "non" diventa di troppo. Da evitareCorretto"Nessuno non è venuto alla festa""Nessuno è venuto alla festa""Niente non è cambiato""Niente è cambiato" La cosa interessante è che puoi dire la stessa identica cosa in due modi diversi, semplicemente spostando la parola negativa: "Non è venuto nessuno" ("nessuno" dopo il verbo → c'è "non") "Nessuno è venuto" ("nessuno" prima del verbo → niente "non") Stesso significato, due strutture diverse. Regola pratica da ricordare: o "non", o la parola negativa davanti al verbo. Mai tutti e due insieme. Una Differenza di "Sapore" Le due strutture non sono identiche al 100% nell'uso reale. Quando metti la negazione prima del verbo ("Nessuno è venuto", "Niente è cambiato"), la frase suona un po' più solenne, letteraria, da titolo di giornale. Quando invece usi la doppia negazione con "non" ("Non è venuto nessuno"), suona più naturale e quotidiana: è quella che useresti parlando con un amico al bar. Entrambe sono corrette, ma sapere questa sfumatura ti aiuta a scegliere il registro giusto. Errore n°3 — Sbagliare la Posizione di "Mai" con i Tempi Composti Questo è un errore sottile ma frequentissimo. Con i tempi composti, come il passato prossimo, la posizione naturale di mai, più, ancora, nemmeno non è alla fine della frase, ma tra l'ausiliare e il participio. Per ripassare la formazione di questo tempo, puoi consultare la guida sul passato prossimo e il participio passato. Da evitareNaturale"Non ho visto mai un film così bello""Non ho mai visto un film così bello" Altri esempi: "Non ho più avuto sue notizie." "Non è ancora arrivato." "Non ho nemmeno iniziato." Il "non" resta sempre davanti all'ausiliare, mentre la parola negativa si "incastra" prima del participio. Una volta che ci hai fatto l'orecchio, ti verrà automatico. E con i Verbi Modali? Stessa logica: la negazione si infila vicino al verbo coniugato, non all'infinito. "Non voglio più vederti." "Non posso mai uscire la sera." Il "più" e il "mai" si appoggiano al modale (voglio, posso), non all'infinito. Piccolo dettaglio, grande differenza nel suono naturale della frase. Errore n°4 — Confondere "Né… Né" con "O… O" Quando vuoi negare due cose insieme, in italiano devi usare né… né (con l'accento sulla "é"!), non o… o. Per approfondire l'uso, puoi consultare la guida su tutte le congiunzioni italiane. Da evitareCorretto"Non mangio o carne o pesce""Non mangio né carne né pesce""Mangio né carne né pesce""Non mangio né carne né pesce" Vale sempre la regola della posizione: se "né… né" sta dopo il verbo, ti serve il "non". Ma se "né… né" apre la frase, cioè sta prima del verbo, allora il "non" sparisce di nuovo (esattamente come nell'Errore n°2!): "Né Marco né Luca sono venuti." Dettaglio sull'accordo: quando il soggetto è "né X né Y", il verbo va quasi sempre al plurale ("Né Marco né Luca sono venuti"), anche se in altre lingue ti verrebbe naturale il singolare. Errore n°5 — Rispondere "Anch'io Non…" invece di "Neanch'io" Questo errore è subdolo, perché non è un errore di grammatica: "Anch'io non bevo caffè" è una frase corretta! Il problema è che come risposta di accordo a una frase negativa suona innaturale: nessun madrelingua risponde così. Per approfondire, puoi consultare la guida su come esprimere accordo e disaccordo in italiano. InnaturaleNaturale"Io non bevo caffè. – Anch'io non bevo caffè.""Io non bevo caffè. – Neanch'io!" Ricorda la differenza: anch'io risponde a una frase positiva → "Amo la pizza! – Anch'io!" neanch'io risponde a una frase negativa → "Non amo l'ananas sulla pizza. – Neanch'io!" Lo stesso vale con il complemento: "Non piace a me. – Neanche a me!" Estendiamo a Tutte le Persone Funziona uguale per tutti: "Lui non viene. – Neanche lei." "Non l'ho mai fatto. – Neanche noi." Nel parlato sentirai spessissimo espressioni colorite come "Neanche per sogno!" o "Neanche per idea!", che significano semplicemente "assolutamente no". Usale e suonerai subito più italiano. Errore n°6 — Sbagliare le Parole dopo "Senza" Ecco un errore che pochi insegnano. Dopo senza, in italiano si usano le parole negative niente e nessuno, NON qualcosa e qualcuno. Da evitareCorretto"È uscito senza dire qualcosa""È uscito senza dire niente""È partito senza salutare qualcuno""È partito senza salutare nessuno" E c'è un secondo trabocchetto, ancora più frequente: dopo senza NON devi aggiungere il "non"! Da evitareCorretto"È uscito senza non dire niente""È uscito senza dire niente" Perché? Perché senza è già di per sé una parola negativa: porta dentro di sé il concetto del "non avere / non fare". Per questo non ha bisogno di un altro "non" davanti. È un piccolo gioiello di logica della lingua: una volta che l'hai capito, non lo sbaglierai più. Errore n°7 — Fraintendere le Frasi tipo "Non Posso Non…" Ti ricordi che ti ho detto "in italiano le negazioni non si annullano"? Ebbene, c'è un caso magnifico in cui invece sì — e se non lo conosci, rischi di capire l'esatto contrario di quello che ti viene detto! "Non posso non ringraziarti" → significa "DEVO ringraziarti" (positivo!). "Non potevo non accorgermene" → "per forza me ne sono accorto". L'errore è proprio questo: senti "Non posso non aiutarti" e pensi "quindi non mi aiuta". Sbagliato! Qui le due negazioni cadono su due verbi diversi ("non posso" + "non ringraziare"), quindi seguono la logica matematica e si annullano, dando un senso affermativo. Nella concordanza negativa di prima, invece,...

De Cabeça: Marketing Digital | Empreendedorismo | Vendas Online
Branding como motor de produtividade | Repost SinceroCast #53 - eKyte

De Cabeça: Marketing Digital | Empreendedorismo | Vendas Online

Play Episode Listen Later Aug 6, 2026 47:05


Branding não é só logo. É processo, posicionamento e eficiência operacional.Neste episódio do SinceroCast, Guilherme Sebastiany — fundador da Brandster, a maior escola de branding do Brasil, e um dos nomes mais respeitados do setor — compartilha como o pensamento estratégico de marca elimina retrabalho, alinha expectativas e cria vantagem competitiva real para agências que buscam escala.Com Ricardo Dalbosco (Head de Educação na eKyte e escritor Best-Seller) e Eric Menau (Corporate Project Manager na eKyte), a conversa aborda indicadores de performance, gestão de equipes criativas e os erros fatais que destroem a rentabilidade em projetos de branding.Uma aula sobre como a estratégia de marca impacta diretamente a produtividade e o lucro das empresas.────────────────────────────

Café com Crime
200 | CASO REOLON: assassinou a família e desapareceu na mata por 3 anos

Café com Crime

Play Episode Listen Later Aug 5, 2026 81:37


Na madrugada de 7 de janeiro de 2010, um incêndio destruiu a casa da família Casanova Reolon, no interior do Paraná. Quando os bombeiros controlaram as chamas, encontraram os corpos de quatro dos cinco moradores. A quinta pessoa, Gilmar Reolon, havia desaparecido. Durante quase três anos, ninguém soube onde ele estava. Quando finalmente foi capturado, a investigação revelou que o incêndio era apenas um capítulo de uma sequência de crimes.-Guardiões de Vidas - qualidade e tranquilidade nos cuidados com idosos. Receba 10% de desconto no primeiro mês de atendimento com o cupom CAFÉ COM CRIME: ⁠⁠www.guardioesdevidas.com.br ⁠⁠-Conheça a lojinha de produtos do Café Com Crime: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://umapenca.com/cafecomcrime/ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠-Apoie o Café Com Crime e ganhe acesso a conteúdos exclusivos: https://apoia.se/cafecomcrime ou https://orelo.cc/cafecomcrime.-Ative as notificações do Spotify para não perder o próximo episódio no dia 19 de agosto de 2026.-Acompanhe novidades e fotos no Instagram @CafeComCrime, Twitter @CafeCCrime, BlueSky @cafecomcrime.bsky.social e Facebook!-Entre em contato cafecomcrime@tagcreator.space-Créditos:Produção, apresentação e roteirização por Stefanie ZorubPesquisa e roteiro for Ana Paula AlmeidaEdição e desenho de som por Luigi Calistrato

#DNACAST
EP. 03 - ACELERE SEU RESULTADO ESSA SEMANA | OTD (05/ago)

#DNACAST

Play Episode Listen Later Aug 5, 2026 7:03


Seja um franqueado The Best Açaí:

Palavra Amiga do Bispo Macedo
O sonho de Jacó quando colocou a cabeça numa pedra do deserto... - Meditação Matinal 04/08/26

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Aug 4, 2026 19:55


“Partiu, pois, Jacó de Berseba, e foi a Harã; E chegou a um lugar onde passou a noite, porque já o sol era posto; e tomou uma das pedras daquele lugar, e a pôs por seu travesseiro, e deitou-se naquele lugar.” Gênesis 28:10-11“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?Eu, o Senhor, esquadrinho o coração e provo as entranhas; e isto para dar a cada um segundo os seus caminhos e segundo o fruto das suas ações.” Jeremias 17:9-10

TheBigFatVoice Psicologia, Musica & Teatro

I tre stadi di Nietzsche raccontano un percorso di trasformazione che attraversa l'intera esperienza umana. Dal cammello che porta pesi e doveri, al leone che si ribella alle regole imposte, fino al bambino che crea nuovi significati e nuovi inizi. In questo episodio esploriamo queste tre figure non come concetti filosofici astratti, ma come movimenti interiori che ciascuno di noi può riconoscere nella propria vita.Quando stiamo sopportando? Quando stiamo combattendo? E quando siamo davvero pronti a creare? Attraverso una lettura psicologica ed esistenziale del pensiero di Friedrich Nietzsche, ci interroghiamo sui passaggi necessari per abbandonare ciò che non ci appartiene più e dare forma a qualcosa di autenticamente nostro. Un viaggio tra obbedienza, ribellione e libertà creativa.Iscriviti al #podcast, commenta e condividi con i tuoi amici le #puntate di #thebigfatvoice. Seguimi sui #social, rimaniamo in contatto e buon ascolto!Visita il sito www.mbgvoice.com Segui la pagina Facebook https://www.facebook.com/mbgvoicereal Segui il profilo Instagram https://www.instagram.com/magabecco Puoi metterti in contatto con Massimiliano scrivendo a info@mbgvoice.comFai girare la voce… o meglio… fai girare #thebigfatvoiceMusica originale by #audiio @helloaudiio www.audiio.com

Soul Bela
EP 146 | Adesivo “combinado” na TRH. Bom ou ruim?

Soul Bela

Play Episode Listen Later Aug 3, 2026 13:47


Um adesivo que reúne estradiol e progestagênio parece uma solução prática para a terapia hormonal. Mas será que ele funciona bem para todas as mulheres? Neste episódio do Soul Bela, Isabela Fortes explica como o adesivo combinado ou similares age, quais são seus benefícios, suas limitações e por que essa escolha precisa considerar a fase hormonal, o útero, o sono, o humor e a resposta individual de cada mulher.Resumo do episódio:• Como funciona o adesivo combinado• A diferença entre noretisterona e progesterona micronizada• Por que mulheres com útero precisam de proteção endometrial• Quando o esquema contínuo pode ser uma boa opção• Por que ele tende a ser mais indicado na pós-menopausa• As limitações de uma dose fixa de estradiol e progestagênio• Os possíveis efeitos sobre humor, sono, pele, cabelo e sangramentos• Por que ele pode não ser a melhor escolha na perimenopausa• Para quais mulheres o adesivo pode fazer sentido• Convite para a aula gratuita sobre terapia hormonal e para a fila de espera do Reset HormonalNeste episódio, você também conhece a Rycotta, da Yorgus, um creme de ricota leve, cremoso, com 10 g de proteína a cada 100 g e baixo teor de gordura. Para experimentar com desconto, use o cupom ISABELAFORTES no site da Nuvio Foods.

Boa Noite Internet

Um dos segredos mais antigos para contar histórias, escrever ou criar conteúdo online não é segredo nenhum. Eu tenho que escrever para mim mesmo, não para você. Tem gente que chama isso de ser o próprio público ou escrever o que gostaria de encontrar por aí.Às vezes eu falo aqui no Boa Noite Internet que você não é o seu crachá, que o trabalho não é o trabalho, que é preciso prestar atenção nas coisas. Parece que estou dando um conselho para você, mas estou falando em voz alta uma coisa que eu já aprendi ou deveria ter aprendido.Uma dessas coisas eu sei há muito tempo. Já vi que funciona, já vi que faz bem, mas vivo esquecendo. Por isso preciso repetir para mim mesmo: saia da sua cabeça.Saia da sua cabeça.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.A voz interna não é realmente uma voz, articulada em palavras. Ela se parece mais com ver chiado numa televisão antiga ou bichinhos nas nuvens. A gente tenta dar forma ao caos e aquilo começa a se parecer com palavras e ideias, mas muitas vezes são apenas ruminações, histórias tentando fazer algum sentido dentro da cabeça.Sair da cabeça é colocar em palavras de verdade o que estou sentindo. Olhar de perto, virar, cheirar, examinar, virar do avesso.Um jeito de sair da cabeça é sentar com alguém e conversar, uma coisa que a humanidade provavelmente faz há milhões de anos.Uma vez, antes da pandemia — tempos mais simples —, fui almoçar com um amigo que não via há algum tempo. Ele fez a famosa pergunta: “Como estão as coisas? Como está o trabalho?”Comecei a reclamar do meu chefe, do chefe dele, da equipe de vendas e do RH. Enquanto falava, comecei a entender o que estava acontecendo e o que eu sentia.Depois de uns 45 minutos, agradeci ao meu amigo. Agora que eu tinha colocado tudo para fora, as coisas nem pareciam tão horríveis. O trabalho continuava com todos os seus problemas, mas era só um dia como outro qualquer.Ele não tinha falado praticamente nada. Só tinha me escutado.Quando não dá para conversar com alguém, ou o assunto ainda não está organizado o bastante para uma conversa, dá para escrever. E não estou falando em transformar a vida num podcast. É só escrever.Às vezes acordo de madrugada com alguma coisa fazendo barulho na minha cabeça. Esta semana mesmo aconteceu. Sentei, peguei o computador, coloquei no colo e escrevi. Tirei aqueles pensamentos da cabeça, olhei para eles e consegui voltar a dormir.Resolvi o problema? Não. Mas, às quatro da manhã, a única coisa que eu podia fazer era colocar os pensamentos para fora, examiná-los e voltar a dormir para resolver o problema de verdade no dia seguinte.Às quatro da manhã, eu precisava sair da minha cabeça, não montar um plano de ação nem pensar em estratégia.Se eu fosse blogueirinho de verdade, aproveitaria para vender um supercaderno personalizado, com capa de couro, divisórias e etiquetas. Mas não precisa de nada disso. Sair da cabeça é de graça. Dá para fazer isso numa folha de papel, no computador ou no bloco de notas do telefone.Lembra do antigo meme do Twitter, “Pronto, falei”? É mais ou menos isso. Colocar para fora e olhar para o que foi dito.Ficar conversando dentro da própria cabeça não conta. Eu já tive todas as conversas possíveis dentro da minha, mapeei todas as reações e pensei em todas as respostas. Isso não é sair da cabeça. É ansiedade.É como virar o Doutor Estranho com a Pedra do Infinito do desgraçamento mental, examinando 14 bilhões de maneiras de uma conversa terminar.De certa forma, é o que faço aqui. Tenho um problema, penso nele, começo a escrever e, durante o processo, entendo um pouco melhor o que sinto, o problema e o mundo.Às vezes tenho a impressão de que a gente perdeu esse hábito. A gente precisa ter certezas num mundo feito de opiniões. Conversa virou uma coisa que precisa ser vencida. “Olha aqui o que eu acabei de falar. Não há mais nada a dizer.” Pode lacrar a conversa porque ela acabou.Então escreva só para você. Ninguém precisa ler e não é preciso publicar. Eu não sei, sinto, acho, penso e escrevo. O sentimento e o pensamento saem da minha cabeça e voltam para o mundo.É isso que faço aqui. Não para você. Desculpe se enganei todo mundo esse tempo todo.Eu faço só por mim.Por hoje é sóObrigado por ler até aqui. Esta semana, nosso Clube de Cultura começa a ler Realismo capitalista, de Mark Fisher. Vai ser bem legal te ver por lá. E se quer usar IA de verdade no trabalho, com visão crítica e sem ser fanboy de bilionário, dá uma olhada no IA em Curso, a comunidade de letramento em IA que eu criei com a Ana Freitas. Por fim, passa no Discord do Boa Noite Internet, que é onde a gente se encontra para conversar sobre criatividade, cultura, mas na real sobre qualquer coisa que a gente estiver a fim.Cuidem de si, cuidem dos seus. Até a próxima,crisdias This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe

Café Brasil Podcast
Café Brasil Expresso 1040 - A vida por assinatura

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 30:59


Um filme comprado desaparece da biblioteca digital do cliente depois que a plataforma encerra um contrato de licenciamento. O episódio parte dessa situação para investigar uma mudança silenciosa no significado da propriedade. Bancos de automóveis, impressoras, câmeras, programas e outros produtos continuam sob o controle de quem os fabricou mesmo depois da venda. Luciano acompanha os incentivos econômicos por trás das assinaturas, o custo de abandonar esses sistemas e o paradoxo de uma sociedade que ganhou acesso a quase tudo, mas passou a depender de permissões para usar aquilo que acredita possuir. Host: Luciano Pires - @lucianopires – lucianopires.com.br Takeaways A tecnologia pode ampliar as possibilidades de um produto e, ao mesmo tempo, aumentar o poder do fabricante sobre aquilo que o consumidor comprou. A receita recorrente incentiva empresas a transformar produtos completos em portas de entrada para cobranças permanentes e relações difíceis de abandonar. O problema não está em alugar ou assinar, mas em chamar de compra uma relação na qual o acesso continua condicionado à autorização de terceiros. Capítulos O filme que deixou de ser seu O dono invisível Quando o produto vem trancado A economia da cobrança permanente O custo de ir embora Propriedade, controle e confiança Viver cercado de permissões As coisas ficaram conosco, mas deixaram de ser nossas Links relevantes Mundo Café Brasil: https://mundocafebrasil.com Livraria Café Brasil: https://livrariacafebrasil.com.br See omnystudio.com/listener for privacy information.