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Dam Parenting
Buying a House in the Netherlands: What No One Tells You

Dam Parenting

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 15:57


The Dutch housing market is fast, opaque, and genuinely unforgiving if you don't know the rules — and most of us didn't get the rulebook. In this episode, Eva is joined by Nic, co-founder of Buy Home Helper, who built a platform specifically for internationals navigating the Dutch home buying process after his own experience of lost bids, hidden costs, surprise neighbours, and a final invoice that came out of nowhere.We get into what the market actually looks like right now, why more internationals are being pushed into buying whether they're ready or not, and how Buy Home Helper guides you from first search to signed keys — with the tips, warnings, and stage-gate reminders your makelaar probably isn't sharing. If you're logging into Funda morning and night, building spreadsheets, and wondering if there's an insider club you somehow missed — this one's for you.Exclusive offer for the Dam Parenting community: Use code DAMPARENTING at buyhomehelper.com — the first 10 listeners get a full year free.

Oxigênio
#220 – Paul Singer, uma utopia militante 

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 23:09


Um dos mais importantes economistas brasileiros. Marxista, que teve uma carreira brilhante na academia, como professor da USP e da PUC em São Paulo. Houve um período em que teve que ficar afastado, por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual. Uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Este foi Paul Singer, personagem do documentário que faz parte de uma série de documentários de não ficção realizados pelo diretor Ugo Giorgetti. Este terceiro episódio sobre a série teve a colaboração por meio de entrevistas com o ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, a jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer.  Roteiro Liniane Brum: Paul Singer, uma utopia militante: esse episódio é o terceiro de uma série sobre os documentários e as peças de não ficção do diretor de cinema Ugo Giorgetti.  Meu nome é Liniane Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. [Trilha musical] Liniane: A partir do ano de 2020, Ugo Giorgetti assina três documentários biográficos. São produções realizadas sob encomenda, que têm em comum a apresentação de homens que se destacaram em suas áreas de atuação e como pessoas também. São filmes que não partem de uma inquietação artística ou de uma necessidade intelectual. Ainda assim, são autorais.  Estou falando dos filmes Paul Singer, uma utopia militante, produção de 2021, A invenção de Conrado Wessel, de 2024, e Alberto Dines – vínculos de liberdade, que saiu em 2026. Neste episódio vamos tratar de Paul Singer, uma utopia militante. Eu conversei com três pessoas sobre esse documentário. O economista, produtor do filme e ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, que me ajudou a entender os bastidores da produção. A jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. [Vinheta Oxigênio] Liniane: Antes de mais nada, pedi a eles que apresentassem quem foi Paul Singer.   Paula Quental: Ele era de uma família judia, assimilada, como se diz, não era religiosa. Ele vinha da Áustria, a mãe percebeu para onde caminhava a coisa do nazismo. Ele conta, inclusive tá na dissertação, que ele descobriu que era judeu, aos seis anos de idade, quando a Áustria foi anexada por Hitler. Aí, chegaram os amiguinhos dele do colégio, com aquelas bandeirinhas nazistas, com a suástica, e ele queria sair junto (com os meninos) com aquela bandeirinha. Aí, a mãe dele vira para ele e diz: “mas, Paul, você é judeu”. Marcos Barreto: É um dos mais importantes economistas brasileiros, marxista e veio com sete anos fugindo do nazismo, com a mãe, o pai já havia falecido, ele veio com a mãe para São Paulo, e ele faz um curso técnico primeiro, ele começa a trabalhar como metalúrgico, só depois ele vai fazer faculdade. E vai fazer faculdade por conta de uma militância política dele, porque o sindicato, o movimento, achava, o mesmo movimento operário, que eles deveriam se qualificar as lideranças, e sugerem que ele vai fazer economia, e ele faz economia, ele se forma já com quase 30 anos, e ele depois tem uma carreira brilhante na academia, professor da USP, foi professor da PUC em São Paulo também, no período que teve que ficar afastado por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual, uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Paula Quental: Quando ele entrou na USP, ele já tinha lido o Capital, Trotsky, Lenin, Rosa Luxemburgo, que é muito da tradição dele, ele se considerava um luxemburguista. Então, é uma história de alguém que foi mergulhando nos clássicos e foi desenvolvendo um trabalho muito original, porque ele acabou indo para uma vertente, digamos, herética do marxismo, não convencional, heterodoxa, porque ele criticava, por exemplo, a União Soviética, ele criticava o centralismo da economia, ele defendia que deveria vir da base, da economia solidária, das cooperativas. Então, ele era um crítico da Revolução de 17 de outubro, da Revolução Bolchevique. Marcos Barreto: Depois, já mais nos últimos 20 anos da vida dele, ele se dedica a um tema muito importante, que é a economia solidária, então ali ele encontra talvez o assunto dos quais ele estudou, que mais ele pôde misturar uma militância política com um saber acadêmico, e colocou em prática, ele foi secretário de economia solidária no governo Lula e Dilma, até o impeachment da Dilma, praticamente ele ficou em Brasília coordenando essa Secretaria.  Liniane: Esta apresentação foi feita pela Paula e pelo Marcos. E por aí a gente já consegue ver uma trajetória bem particular, que mistura prática militante e teoria, o que já o difere de muitos intelectuais. Faltou o destaque que o Marcelo Justo fez do nosso protagonista, que trago agora. Marcelo Justo: Tem um marco na vida do Singer, tanto pessoal quanto como militante, que é trabalhar em grupo. Ele se destaca como intelectual e parece que o intelectual é uma figura sozinha, isolada, mas ele só tem essa força que ele tem pela capacidade de estar em grupo e de se conectar o Singer é o que a gente chama mais contemporaneamente de um articulador de redes, ele está sempre mantendo redes de amigos e de militantes juntos, que caminham juntos. Liniane: Marcos, como surge a ideia de um filme sobre ele, ou seja, quem fala: “olha, agora tem que ser feito um documentário sobre o Paul Singer”. Marcos Barreto: Quando ele falece, um grupo de amigos, de pessoas que gostavam muito do professor, dizem, bom, a gente precisa fazer alguma coisa pra contar essa história dele, precisamos registrar isso de alguma forma, fazemos um livro, fazemos o que? Não, vamos fazer um filme e aí a gente faz então uma campanha de crowdfunding, pra conseguir o recurso pra fazer o filme. O primeiro passo foi esse: nós não tínhamos diretor, nós não sabíamos exatamente que filme seria, mas a gente resolve fazer algo que tem muito a ver com a economia solidária, uma grande vaquinha, em todos os 27 estados do Brasil, no Distrito Federal, há pessoas que contribuíram pra que o filme fosse feito. E aí ficamos, então, pensando que diretor pode fazer esse filme, ou diretora? Quebramos a cabeça até que eu sugeri que fosse o Ugo Giorgetti.  Liniane: Por que Ugo Giorgetti?  Marcos Barreto: Porque, entre várias coisas, o Paul Singer escolheu a cidade de São Paulo, quer dizer, ele veio criança, ele não escolheu propriamente, foi a mãe dele que veio, porque já haviam familiares em São Paulo. Mas ele acaba vindo pra São Paulo e adota a cidade como a cidade dele. Ele era um apaixonado por São Paulo, falava isso várias vezes, ele voltava às vezes pra Europa, ia fazer palestra, dizendo que não tem nada como São Paulo.  Liniane: Assistindo o documentário, a gente percebe que Ugo Giorgetti traduz o Singer múltiplo. Os entrevistados comentam o olhar do diretor sobre suas conexões com figuras importantes da política, do campo da educação e mesmo e seu papel na difusão de O Capital, de Marx no Brasil. Foi ele quem primeiro traduziu o livro para o português.  Paula Quental: Teve uma passagem no documentário do Ugo Giorgetti, em que ele entrevista o Paul Singer, porque ele fez ainda várias entrevistas com o Paul Singer, em que o Singer lembra da época que ele dividiu o secretariado da Erundina com Paulo Freire. E ele fala que aprendeu muito com o Freire, que se sente extremamente influenciado pelo Freire. E isso até me estimulou a escrever uma sessão na minha dissertação, chamada Dois Paulos, em que eu analiso justamente o aspecto pedagógico da obra do Paul Singer, que ele próprio se coloca como muito influenciado pelo Freire. Marcos Barreto: Com essa amplitude que tem a vida do professor, as pessoas podiam conhecer um lado, mas pouca gente conhecia o todo, e o filme permite esse registro. E do ponto de vista acadêmico, é um registro interessante também, mais uma vez, sem ser algo cansativo, extenuante, chato, ou mais maçante, vamos dizer assim, porque ele está ali, o registro da vida intelectual, de uma forma leve, de uma forma que você compreende e fala nossa, ele fez tudo isso, nossa, foi ele então que traduziu o Capital.  Liniane: No final dos anos 1950, professores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, dentre os quais José Arthur Gianotti, Fernando Henrique Cardoso e Ruth Cardoso, organizaram um grupo para fazer a leitura de O Capital. Paul Singer integra esse grupo com a missão de traduzir o livro diretamente do alemão. Não custa lembrar que se trata de uma obra canônica no campo das ciências humanas. E que naquele momento Paul Singer ainda não era o economista, intelectual destacado e homem público da alta burocracia governamental. Aqui, as falas de Marcelo, Marcos e depois a Paula. Marcelo Justo: Isso é um marco né? é um marco, acho que para o Singer, é um marco na esquerda brasileira também, porque é um primeiro momento falando pelos relatos deles, que vão se debruçar sobre a obra do Marx de uma forma sistemática, durante muitos anos, – que é interrompido com o golpe de 64, mas começa, se eu não me engano, em 58, 59 e aí vão para outros autores, não só Karl Marx, que aí vão pegar o Singer como um leitor, desde criança, do alemão. Então ele integra o grupo como quem vai ler, trazer a versão original do alemão, mas é que eles vão comparando também a tradução. Então tem a leitura em alemão, tem a leitura em francês, a leitura do que existia em português. Isso depois vai servir também como base para o Singer depois fazer a tradução, a primeira tradução original em alemão do Capital, aí já nos anos 80. A partir desse grupo sai a tese de doutorado do Fernando Henrique Cardoso, então acho que tem todos esses marcos. O professor Roberto Schwarz até hoje também se refere a esse momento, o professor Michael Löwy, que é conselheiro do nosso instituto, que foi muito amigo do Singer, também se refere até hoje como um marco na vida dele, esse momento de leitura do Capital. Marcos Barreto: E depois tem um segundo momento, que é muito rico também, quando ele é convidado por um grupo de jovens que diz assim: “poxa, a gente queria fazer uma leitura do Capital”. E aí veio a ideia de fazer uma leitura no Teatro de Arena. Então já pensou o que era isso? Você reunia no Teatro de Arena, já na ditadura militar – aí nós estamos falando de um Brasil já fechado do ponto de vista político – e esse grupo se reunia sábado de manhã para fazer a leitura do Capital com a coordenação do professor Paul Singer. Então isso é um marco também, e desta leitura ele também aproveitou, como bom acadêmico, e fez um livro sobre essa experiência. Paula Quental: Eu ouvi do Lincoln Seco, professor de História da USP, que ouviu do Florestan Fernandes, que ele é a pessoa que mais conheceu O Capital no Brasil. Ele editou uma edição da Abril Cultural do Capital, uma edição famosa do início dos anos 1980, que a editora Ubu agora reeditou. E ele lia no original, ele mergulhou, e desde uma externa idade. Liniane: Eu selecionei um trecho do documentário em que o próprio Paul  Singer fala sobre Marx. Ele integra o segmento intitulado por Ugo Giorgetti “Um autodidata na USP”. Ouve só: [Trecho do documentário] Paul Singer: Marx, em primeiro lugar, deu uma visão do capitalismo que ninguém havia dado antes, e que agora se mostra inteiramente verdadeira. Marx está sendo ressuscitado por não marxistas, exatamente como coincide, eu diria, de uma forma ultra surpreendente com este capitalismo extremamente em crises, crises que se repetem etc. porque ele entendeu, uma das coisas que tem Marx, a contribuição dele, é só dele, não é de outros, é que os economistas clássicos, tipo Ricardo, Adam Smith e tantos outros, que não eram reacionários, não, eles não eram de direita, mas eles jamais lembrariam em analisar a economia através de lutas de classes, isso é Marx.  [Efeito Sonoro] (Voz de Paul Singer bem baixinha) [Silêncio prolongado] [Trilha incidental] Liniane: Marcelo, o Instituto Paul Singer e o documentário nascem praticamente ao mesmo tempo e se dedicam à difusão do legado do professor. Em que medida essa coincidência influencia o trabalho da entidade? Marcelo Justo: O Instituto, ele começa em 2021, a organização dele. No final do ano é que ele se formaliza com o CNPJ, e em 2022 é lançado, tornado público o Instituto. Ele é uma iniciativa dos familiares do Paul Singer, basicamente eu e a Helena Singer, que é a minha esposa, filha dele. É uma associação sem fins lucrativos que tem como missão preservar e reinventar esse legado. Um legado que tem esse histórico de uma luta pela democracia, pela solidariedade, a luta contra todas as formas de injustiça e desigualdade. Marcelo Justo: O nosso principal desafio é a difusão, é a divulgação das ideias e obras do Singer. Então, um documentário como esse é muito importante, ajuda muito nisso em 50, 40 e poucos minutos, assim, você tem a trajetória inteira dele, da história de vida, as principais ideias e algumas das polêmicas enfrentadas na trajetória, na vida dele. Então, para a gente, é um material muito importante, muito rico para divulgar.  Liniane: É fato: documentário e Instituto convergem em objetivo e se fortalecem mutuamente. Porém, Marcos Barreto me explicou que o filme foi feito a partir de entrevistas realizadas em momentos diferentes. Na primeira, de 2015, Paul Singer é entrevistado pelo grupo que viria a produzir o documentário. A segunda é feita por Giorgetti, em 2018, antes do falecimento do professor. Já o Instituto, como Marcelo me contou, e formalizado em 2022. Marcos Barreto: O professor, no final da vida, já nos últimos anos, tinha alguns fatores de memória, algumas coisas que estavam começando a falhar. E a gente identificou isso, e a família, e a gente falou, bom, vamos gravar, vamos colocar o Paul Singer falando sobre a vida dele, sobre coisas que ele fez na vida que são marcantes, sobre passagens importantes, vamos quase que fazer uma entrevista com ele. E a gente fez duas sessões grandes com o professor, foi o Fernando Kleyman quem organizou isso, em Brasília. E ele então, por duas sessões de quase três, quatro horas, falou um monte, o que foi ótimo, porque quando a gente conseguiu resolver o dinheiro para fazer o filme, escolher o Ugo, etc, o professor havia já avançado na doença, já tinha dificuldade, o Ugo chegou a conversar com ele ainda em vida, o filme é lançado depois que o professor já faleceu. Liniane: O documentário foi divulgado na imprensa como uma produção que praticou a Economia Solidária. O que significaria essa afirmação, Marcelo? Marcelo Justo: Então, na economia solidária, democracia e autogestão são sinônimos, praticamente, nos escritos dele. Então, o que é isso? As pessoas se organizarem para produzir juntos, sem patrão e sem empregado. Todo mundo é cooperado.  Não é à toa que o documentário tem o nome da utopia militante, que esse é o título do livro dele, que ele se coloca a isso, né? A questão da utopia como uma militância. A militância dele é por essa utopia, que é uma utopia de construir um socialismo que seja democrático, que não seja a experiência do chamado socialismo real, que é uma ditadura de esquerda.  Liniane: Marcos também comentou sobre o termo utopia que está no título do documentário. E destacou, mais uma vez, a multiplicidade de papeis de Singer nos vários espaços em que atuou. Marcos Barreto: Esse título é tão forte e também resume tanto do que é o professor, porque justamente reúne essas duas facetas, que é uma pessoa que é um intelectual brilhante, professor titular da USP, com um militante que nunca deixou de ser militante. Ele foi estudar economia porque ele era um militante, e ele termina a vida como alguém que está pensando a economia solidária, que é algo prático, então ele não tava sendo um teórico da economia solidária, só que aí no meio desse percurso, já nessa última década da vida, nas últimas duas décadas, ele escreve esse livro, que é uma utopia militante, então ele assume ali o quê? Que ao mesmo tempo que ele está defendendo algo que é utópico, que é um desejo do que ele gostaria de ver acontecer, ele assume que aquilo só vai acontecer se tiver militância, ou seja, talvez aí, diferente do socialismo científico, que parte da ideia de que há uma evolução natural da história que vai ligar o socialismo, e que é algo que aliás o Singer não acreditava. Então o título, na verdade, quem escolheu foi o professor Paulo Singer, para o livro, e a gente quando viu, quando foi pensar no título do filme, a gente falou, putz, difícil achar um nome melhor do que Utopia Militante. Liniane: O documentário estreou no Festival Internacional É Tudo Verdade, em 2021, em um momento em que a letalidade do coronavírus alcançava um dos seus picos. Ele foi exibido de modo on-line, mediante a distribuição de duas mil senhas, que se esgotaram em poucos minutos. [Efeito sonoro] Liniane: “A trajetória política e intelectual de Paul Singer: da crítica marxista à Economia Solidária” é o título da dissertação de mestrado defendida por Paula Quental no Instituto de Estudos Brasileiros, o IEB, da USP, a Universidade de São Paulo, em 2024.  Marcelo Justo, que é doutor em geografia pela mesma universidade, organizou o livro “Urbanização e Desenvolvimento”, uma coletânea de textos de Paul Singer. O volume foi editado pela Autêntica em parceria com a Fundação Perseu Abramo.  Marcos Barreto é hoje Diretor Geral do Instituto Equipe Educação, Cultura e Cidadania e Vice-Diretor Geral da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), e segue engajado com a divulgação do legado de Singer.  [Vinheta de encerramento Oxigênio] Esse trabalho de divulgação sobre a obra de não ficção do cineasta Ugo Giorgetti é realizado no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone.  As entrevistas, o roteiro e a narração desse episódio foram feitos por mim, Liniane Brum. A revisão do roteiro é da Simone Pallone. A edição é do Guilherme Lopes, estagiário da Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares da Unicamp, a Cocen. A vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez.  As trilhas usadas no podcast são de  Blue Dot Sessions, tiradas do Free Music Archive. A gente vai deixar a ficha técnica do filme na descrição do episódio.  As reportagens referentes à divulgação da obra de não ficção de Ugo Giorgetti foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência.  Este episódio conta com o suporte da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas, e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast.  Se você gostou do conteúdo, deixe seu like e compartilhe com seus amigos.

Podcast Notícias - Agência Radioweb
Trabalho infantil atinge quase 80% dos adolescentes ocupados

Podcast Notícias - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 2:22


No Dia Mundial contra o Trabalho Infantil, um estudo da Fundação Abrinq mostra que a melhora do mercado de trabalho no Brasil não foi suficiente para afastar adolescentes de atividades irregulares. Segundo o levantamento, 77,2% dos jovens de 14 a 17 anos que estavam ocupados no primeiro trimestre de 2026 se encontravam em situação de trabalho infantil. Os dados foram produzidos com base na PNAD Contínua, do IBGE. Para João Pedro Sholl, analista de dados e indicadores da Fundação Abrinq, houve uma redução gradual do problema nos últimos anos, mas o ritmo é lento.

Jornal da USP
Panorama Paulista #127: Diminuição de trabalhadoras domésticas em 2025

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 4:00


Pesquisa da Fundação Seade aponta diminuição do número de trabalhadoras domésticas

Global Health Matters
Trailblazers with Garry: a conversation with Marcus Lacerda

Global Health Matters

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 29:01


"Trailblazers with Garry" is a series from Global Health Matters, where host Garry Aslanyan sits down with trailblazers — thinkers, leaders, and influencers shaping the future of global health — for short face-to-face conversations, available in both audio and video formats. It's a chance to get to know the people behind the work and hear their perspectives on the current global health landscape. For this episode, Garry sat down with Marcus Lacerda at WHO headquarters in Geneva. Marcus joined TDR as Director in March 2026 from Fiocruz Amazônia and Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado in Brazil. He is a Brazilian infectious diseases physician and tropical medicine researcher whose work has profoundly influenced malaria elimination strategies and the broader field of global health. Born in Taguatinga, near Brasília, Brazil, Marcus reflects on the Catholic missionaries who first took him deep into the Amazon, his insights on vivax malaria as a silent social killer — a disease that not only takes lives but also robs children of learning abilities — and what it will take to close the gap between research innovation and real-world impact.Related episode documents, transcripts and other information can be found on our website.Subscribe to the Global Health Matters podcast newsletter.  Follow us for updates:@TDRnews on XTDR on LinkedIn@ghm_podcast on Instagram@ghm-podcast.bsky.social on Bluesky Disclaimer: The views, information, or opinions expressed during the Global Health Matters podcast series are solely those of the individuals involved and do not necessarily represent those of TDR or the World Health Organization.  All content © 2026 Global Health Matters.  

Fundação (FFMS) e Renascença - Da Capa à Contracapa
Como se pensa o futuro sem uma bola de cristal?

Fundação (FFMS) e Renascença - Da Capa à Contracapa

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 46:47


Não há dados sobre o futuro. Ainda assim, o exercício de projeção de tendências e cenários é essencial para decisores políticos, empresas e instituições.Que resultados concretos existem da aplicação do pensamento prospetivo? Com que ferramentas de análise trabalham estes especialistas? Antecipar cenários é mais difícil em determinadas áreas sociais ou escalas temporais e geográficas? E Portugal, para que cenários se deve preparar?É esse o trabalho de Ricardo Borges de Castro, autor do ensaio «Pensar o Futuro, Portugal e o Mundo em Prospetiva Estratégica».Numa edição gravada ao vivo na Feira do Livro de Lisboa, contamos com as reflexões da especialista em assuntos europeus Sónia Ribeiro e do economista José Maria Pimentel.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.

LMN Podcast - Palavra de Mulher Preta
Palavra de Mulher Preta | EP. 08 — Casa, Caminhos e Pertencimentos

LMN Podcast - Palavra de Mulher Preta

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 50:25


Algumas histórias começam pelo meio.E talvez a nossa relação com casa também.Depois de atravessar corpo, memória, imagem, cuidado, criação e ancestralidade, Palavra de Mulher Preta chega ao seu último episódio perguntando:Como construímos pertencimento em movimento?Amanda Julieta e Hanna Gomes refletem sobre deslocamento, autonomia, memória e criação como formas de construir morada no mundo.Aqui, casa não aparece como um ponto fixo.Casa pode ser caminho.Casa pode ser escolha.Casa pode ser aquilo que seguimos construindo enquanto atravessamos.Entre literatura, artes visuais, filosofia e experiência, este episódio nos convida a pensar os modos como seguimos criando abrigo, mesmo em trânsito.✨ EPISÓDIO JÁ DISPONÍVEL

Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura
Rádios Comunitárias: A Resistência da Baixada Fluminense

Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura

Play Episode Listen Later Jun 7, 2026 15:47


Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, canal do grupo de pesquisa Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autor(a) do podcast: Maria Luiza de Paiva Cruz, bolsista PIC do grupo de pesquisa EPCC da FCRB.Podcast sobre o artigo "Em tempos de digitalização da comunicação, a resistência das Rádios Comunitárias na Baixada Fluminense”, de autoria de Sandra Sueli Garcia de Sousa, apresentado no 48º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, em 2025.Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.CabralAnálise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.CabralConheça o nosso grupo de pesquisa:Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7niIPYHyPTpr24THJx-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC - Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: coloquio.epcc@gmail.com

RivoNews
NOVA GUERRA TARIFÁRIA, NOVA PROPOSTA DE DELAÇÃO DE VORCARO E ADULTA ADOTADA | RivoNews #134 - 05/06

RivoNews

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 239:36


No resumo de notícias de hoje, vamos falar da nova crise entre Brasil e Estados Unidos, com Trump ameaçando tarifas sobre produtos brasileiros, o apelido “Tariflávio” pegando no governo, Flávio Bolsonaro tentando se desvincular da pressão americana, Lula explorando o discurso de soberania, a disputa em torno do Pix, a postagem da embaixada do Irã provocando os EUA com o Cristo Redentor e o lançamento do Tela Brasil; dos novos desdobramentos do Mastergate, com Daniel Vorcaro apresentando nova proposta de delação, investigadores desconfiados, contrato milionário envolvendo o escritório de Viviane Barci de Moraes, vazamentos sobre Ciro Nogueira em Courchevel, possível uso da Interpol para rastrear bens do banqueiro e investigações sobre a produtora de Dark Horse e um contrato de wi-fi da Prefeitura de São Paulo; do Congresso, com Alcolumbre segurando a tramitação do fim da escala 6x1 no Senado, a derrubada de norma sobre aborto legal para menores vítimas de estupro e a CPMI do Master sendo tratada como pauta eleitoral; da corrida eleitoral, com pesquisa mostrando Lula abrindo vantagem sobre Flávio, terceira via ainda sem decolar, ações no TSE envolvendo Dark Horse, Marcha para Jesus virando vitrine política e Flávio posando ao lado de Eduardo Cunha; do Supremo, com o Fórum de Lisboa marcado pela sombra do Master, Gilmar e Barroso sendo abordados em Portugal, julgamento de Eduardo Bolsonaro marcado no STF e Nunes Marques nomeando a namorada de Toffoli no TSE; dos Estados Unidos e do cenário internacional, com Trump xingando Netanyahu, alerta de segurança para a Copa, Fundação Cacique Cobra Coral retaliando espiritualmente os EUA e Zelensky pedindo encontro com Putin; do fenômeno Mayk Leão, que transformou um suposto óvni no interior do Paraná em comoção nacional; e do clima de Copa, com a Seleção chegando aos Estados Unidos, vitória sobre o Panamá, água benta no avião, uniforme polêmico e o lateral neozelandês Tim Payne virando celebridade global antes mesmo de entrar em campo.E claro, não poderiam faltar os nossos quadros: Realidade Distorcida, Keeping Up With the Fofoca, Two Dots, Rivo de Ouro, Como Vota Deputado, Rapidinhas e Cancelamento da Semana — sempre com a sua participação aqui com a gente.___Apoie o Rivo! Pix: 54.538.001/0001-13

vibes em análise
ORGULHOS E VERGONHAS NACIONAIS

vibes em análise

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 90:17


“...mas e o Brasil, hein? será que tem jeito?” - a frase é antiga, quase banal, conhecida até demais. ser brasileiro ou brasileira, ao longo da história, sempre foi ter um apetite insaciável por falar mal dos outros brasileiros. segundo o estudo Brasil no Espelho, da Quaest com a Globo, 51% dos brasileiros diz que valoriza o nosso povo; mas um em cada cinco, não valoriza. dá para entender o conflito; afinal, o Brasil oferece, doses cavalares de desespero e esperança, antipatia e empatia, brilho e dor, orgulho e vergonha. em resumo, open de ambivalências. e daí vem 2026, esse ano que nos serve a Copa do Mundo de Futebol da FIFA e as Eleições, eventos que são, tradicionalmente, possibilidades de euforia e de fratura, de celebração e de decepção. acontecimentos que, mais uma vez, nos fazem sentir muito orgulho e muita vergonha nacional. a gente tem assistido a essa turbulenta trama de orgulho e vergonha todos os dias, na vida e na internet. e é nessa dança entre antagonismos que o novo tem emergido. de fato, tem algo diferente no ar. primeiro, porque mesmo diante do tumulto permanente, 85% dos brasileiros sentem orgulho do Brasil (um dado da pesquisa Brasil no Espelho do ano passado). segundo porque, nas últimas décadas, nosso país viveu conquistas que nos fizeram inclusive apostar em uma espécie de superação do viralatismo. e diminuir o nosso profundo temor de ser uma “grande pátria desimportante”, como cantava o Cazuza.é por tudo isso que a gente vem conduzido um estudo chamado ORGULHOS NACIONAIS, uma investigação sobre as novas paixões, ritmos, arquétipos e identificações que têm transformado as percepções, as relações e o consumo dos brasileiros. se uma das frases mais famosas da nossa cultura nos diz “Brasil, mostra a sua cara!”, a nossa pergunta-chave nesse estudo e nesse episódio é: blza, mas qual delas? para expandir a nossa escuta sobre esse tema, conversamos com o Oliver Stuenkel - pesquisador, escritor e professor de Relações Internacionais da Fundação Getúlio Vargas (FGV).e se você quer aprofundar o tema desse episódio junto com o André e o Lucas, inscreva-se no Sessão em Grupo. encontro online (ao vivo no dia 09/06 às 19h, mas que pode ser assistido depois) em que vamos desdobrar as principais questões do episódio, ampliar as hipóteses e trazer novas referências. cupom UBU: vibes20outros episódios do Vibes em Análise citados:Isso é TRAUMA?COMPULSÕES DigitaisVIRALISMOMotivos de VERGONHACafé com DEUS Psicanálisepara mais VIBES, acesse os perfis da float:  InstagramTikTokassine nossa newsletter no ⁠Substack⁠.faça parte do nosso grupo no ⁠Telegram⁠.e você ainda pode se tornar assinante do Vibes em Análise e receber conteúdos exclusivos e antecipados.pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaracaptação, edição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácome

Jornal da USP
Panorama Paulista #126: Desocupação, ocupação e rendimento no Estado de São Paulo

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 2:16


Pesquisa da Fundação Seade aponta queda no número de paulistas desocupados entre 2024 e 2025

Appleton Podcast
Episódio 195 – “Desenhar o silêncio” – Conversa com Sara Chang Yan

Appleton Podcast

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 92:00


Sara Chang Yan (Lisboa, 1982) licenciou-se em arquitetura na Faculdade de Arquitetura Universidade Lisboa e trabalhou como coordenadora no Centro de Educação pela Arte Pé de Vento no Bairro do Vale da Amoreira, Moita. Mais tarde, foi estudar desenho e artes plásticas na Ar.Co Lisboa e enquanto estudava foi assistente do Rui Moreira durante 3 anos, e recebeu a Bolsa da Fundação Carmona e Costa em 2013. Em 2014 foi convidada para leccionar desenho na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, durante 9 anos. Começou a expor regularmente, em 2015 participando na residência artística Getting Lost de Julie Mehretu, da Fundación Botín, Santander, no mesmo ano, foi distinguida com o Prémio Artes Visuais para Jovens Criadores, Fundação Calouste Gulbenkian. Em 2016 foi selecionada para o Open Sessions 2016-2017, The Drawing Center em Nova Iorque. Em 2025, a artista foi premiada com a menção honrosa do Prémio Novos Artistas 2024 Fundação EDP. Exposições individuais: Brotéria, Lisboa 2025; Arquipélago Centro Artes Contemporâneas, Ribeira Grande 2023; LaBF15, Lyon 2022; Galeria Madragoa, Lisboa 2022; Galeria Boavista, Lisboa 2019; Galeria Madragoa, Lisboa 2018. Seleção de exposições coletivas: Galeria Municipal do Porto 2025, MU.SA_Museu das Artes Sintra 2024; Centro de Artes de Águeda 2023; Fundação Eugénio de Almeida, Évora 2022; Galería Ángeles Baños, Badajoz 2022; Coleção Figueiredo Ribeiro, MIAA Abrantes 2021; Colégio das Artes, Coimbra 2020, Art Gate, Lisboa 2020; Colecção da FLAD Maat Central, Lisboa 2020; Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, Lisboa 2018; The Drawing Center, Nova Iorque 2017. O trabalho está representado na Coleção de Arte Contemporânea do Estado (CACE), Coleção de Arte Portuguesa da Fundação EDP, Núcleo de Arte Contemporânea da Câmara Municipal de Lisboa, Coleção de Arte FLAD, Museo Ettore Fico Open Collection, e em coleções privadas como a coleção Teixeira De Freitas, José Carlos Santana Pinto e Jill and Peters Kraus.Links: https://sarachangyan.com/ https://www.instagram.com/consonniradziszewski/ https://www.galeriamadragoa.pt/artists/5767f7348cdc4d7957c721dd https://contemporanea.pt/edicoes/2025/sara-chang-yan-finalista-do-premio-novos-artistas-fundacao-edp-2025 https://www.fundacaoedp.pt/en/artist/sara-chang-yan https://www.youtube.com/watch?v=7iDX-ptxKfQ https://gulbenkian.pt/noticias/premios/premio-de-artes-visuais/premio-de-artes-visuais-para-jovens-criadores-ja-tem-vencedor/ https://broteria.org/en/personalities/755-sara-chang-yan Episódio gravado a 28.05.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Canal Saúde Podcasts
Bate Papo - 125 anos da Fiocruz

Canal Saúde Podcasts

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 26:36


Originalmente exibido em 04.07.2025. O Bate Papo na Saúde desta edição é sobre os 125 anos da Fiocruz. A Fundação Oswaldo Cruz foi fundada em 25 de maio de 1900 e tem uma história rica em conquistas na área da saúde pública, desde a produção de vacinas, soros e medicamentos até a pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias. Passando ainda, por informação, educação e comunicação. Para saber um pouco mais sobre o assunto, o apresentador Renato Farias conversa com o arquiteto, urbanista e chefe do Departamento de Patrimônio Histórico da Fiocruz, Renato Gama-Rosa e com o historiador, doutor em história e pesquisador titular da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), Jaime Benchimol. // CRÉDITOS APRESENTAÇÃO E ROTEIRO RENATO FARIAS // PRODUÇÃO CHRISTÓVÃO PAIVA// EDIÇÃO PABLO FRENCH//DIRETOR DE TV BEM-HUR MACHADO//DIRETOR DE FOTOGRAFIA TOTA PAIVA// CINEGTAFISTAS ALEXANDRE PRADO, ANDRÉ LUIZ E TOTA PAIVA//TÉCNICO DE SOM TAPHAEL BERENDT//COLORISTA DANIEL NEVES//DIREÇÃO GERAL RODRIGO PONICHI//COORDENAÇÃO DE CONTEÚDO YASMINE SABOYA//COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO LUCIANA SOUZA// COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO PLANO GERAL FILMES PAULO LONTRA//COOREDENAÇÃO TÉCNICA BEM-HUR MACHADO// COOREDENAÇÃO DE FINALIZAÇÃO PABLO FRENCH// PRODUÇÃO PALNO GERAL FILMES//REALIZAÇÃO CANAL SAÚDE***E-mail: canalsaude.podcasts@fiocruz.brNão deixe de acompanhar as redes sociais do Canal Saúde.Twitter: twitter.com/canalsaudeInstagram: instagram.com/canalsaudeoficialFacebook: facebook.com/canalsaudeoficialYouTube: youtube.com/canalsaudeoficialO Canal Saúde Podcasts reúne alguns programas do Canal Saúde produzidos para televisão, que ganharam sua versão apenas em áudio. Equipe: Gustavo Audi / Valéria Mauro / Marcelo Louro

LMN Podcast - Palavra de Mulher Preta
Palavra de Mulher Preta | EP. 07 — Inscrições no Corpo: Voleios e Presenças

LMN Podcast - Palavra de Mulher Preta

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 75:18


O corpo lembra.O corpo registra.O corpo escreve.No sétimo episódio de Palavra de Mulher Preta, a multiartista Bruna Bastos e a designer, diretora de arte e pesquisadora Adriele Regine atravessam arte, memória, ancestralidade e criação para pensar o corpo negro como território de presença e produção de sentido.Aqui, a palavra não vive apenas na fala.Ela aparece no gesto.Na respiração.Na forma como ocupamos o mundo.Entre poesia, movimento e experiência, a conversa nos convida a refletir sobre aquilo que o corpo guarda, produz e transforma.✨ EPISÓDIO JÁ DISPONÍVEL

Folha no Ar 1 – Entrevista o Infectologista Nélio Artiles
Folha no Ar - Patrícia Cordeiro Presidente de Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima#2449

Folha no Ar 1 – Entrevista o Infectologista Nélio Artiles

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 96:35


Adiamento do Rock Goitacá Expectativas para gestão na Cultura Balanço da sua administração à frente do Turismo

Fundação (FFMS) e Renascença - Da Capa à Contracapa
Como garantir energia segura, acessível e sustentável?

Fundação (FFMS) e Renascença - Da Capa à Contracapa

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 64:39


No livro «Energia e Digitalização», Hugo Martins de Carvalho junta os desafios da transição energética aos do aprofundamento digital da sociedade.O que deve a política pública garantir para guiar o país nesta transformação? Como garantir a segurança do abastecimento, o acesso das populações e a sustentabilidade ambiental?Estas e outras questões vão a debate com o autor e com o ex-ministro do ambiente Duarte Cordeiro.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.

Rádio PUC
Podcast PUC Urgente Ep. 45

Rádio PUC

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 6:14


Os reporteres João Paulo Lima e Sophia Broitman trazem as notícias desta semana. O Comunicar está com vagas abertas para estagiários revisores, enquanto, a Fundação Behring está oferecendo bolsas de estudo para o curso de Ciência da Computação.

Efemérides con Nibaldo Mosciatti
Se funda Puerto Natales (1911)

Efemérides con Nibaldo Mosciatti

Play Episode Listen Later May 31, 2026 5:10


El 31 de mayo de 1911, mediante un decreto firmado por el presidente Ramón Barros Luco, se funda la ciudad magallánica de Puerto Natales.

De Grote Vriendelijke Podcast
Aflevering 166: Update mei 2026 (m.m.v. Merel Ooms)

De Grote Vriendelijke Podcast

Play Episode Listen Later May 29, 2026 74:29


Verhuisplannen? Je kunt (als je een beetje geld hebt) in het voormalige huis van Annie M.G. Schmidt in Berkel en Rodenrijs gaan wonen! Jaap Friso vertelt er alles over in deze Grote Vriendelijke Update. Bas Maliepaard windt zich op over een moordenares die zogenaamd ook kinderboekenschrijfster is, we tippen weer drie prachtboeken en twee mooie Doorlezers bij 'Pippi Langkous' van Astrid Lindgren, we spreken over de AI-omslagen die uitgeverij Zwijsen voor de Zoeklicht-serie liet maken en hebben het maar weer eens over de boekverbanningen in Amerika. Theaterproducent Merel Ooms van Sterke Verhalen schuift aan om te vertellen over haar missie om goede kinderboeken als musical op de planken te brengen en columnist Katinka Polderman beet zich vast in de Narnia-serie van C.S. Lewis. Verwijzingen in deze aflevering Woningen Annie M.G. Schmidt Bekijk op Funda het huis dat Annie M.G. Schmidt in 1954 liet bouwen en waar ze tot begin jaren '80 woonde. Alle info over het geboortehuis van Annie in Kapelle vind je op deze website. Podcast Roald Dahl Meer over de podcast-serie 'The secret world of Roald Dahl' vind je hier. Lezen met goesting Bekijk de selectie Vlaamse kinderboeken van het initiatief Lezen met Goesting. Boekentips 'Alle dagen samen' Annejan Mieras Tekeningen: Ruth Hengeveld Lemniscaat 6+ 'Het boek van Bent' Robert van Dijk Hoogland & Van Klaveren 10+ 'ABC van de middeleeuwen' Marc ter Horst Tekeningen: Tjarko van der Pol Gottmer 6+

Vida em França
França: Historiador explica a "dimensão moral" da revogação do “Code Noir”

Vida em França

Play Episode Listen Later May 29, 2026 17:37


A Assembleia francesa aprovou, esta quinta-feira, 28 de Maio, a proposta de lei que revoga formalmente o “Code Noir” [“Código Negro], um conjunto de éditos reais que regulamentou a escravatura nas colónias francesas entre os séculos XVII e XVIII. A França aboliu a escravatura a 27 de Abril de 1848, mas os textos do "Code Noir" nunca foram formalmente retirados. O historiador António de Almeida Mendes considera que o gesto se reveste de uma dimensão moral e histórica que corresponde “ao reconhecimento de um crime” e que pode abrir portas para que se deixe de olhar para a escravatura como “um anexo da história ”. A Assembleia francesa aprovou, a 28 de Maio, a proposta de lei que revoga formalmente o “Code Noir” [“Código Negro], um conjunto de éditos reais que regulamentou a escravatura nas colónias francesas entre os séculos XVII e XVIII. A votação ocorreu em primeira leitura e terminou com 254 votos favoráveis, nenhum contra, nem nenhuma abstenção. A proposta de revogação do “Code Noir” foi apresentada pelo deputado Max Mathiasin, de Guadalupe e tem carácter sobretudo simbólico. O "Code Noir" é considerado um “fóssil legislativo” porque apesar de a França ter abolido a escravatura há 178 anos, o documento ainda não tinha sido revogado de modo explícito. Por isso, é um gesto "muito importante", explica o historiador António de Almeida Mendes, sublinhando que se reveste de uma dimensão moral e histórica que corresponde “ao reconhecimento de um crime” e abre portas para que se deixe de olhar para a escravatura como “um anexo da história como até hoje tem sido”. “É uma coisa muito importante porque estamos a falar de um decreto que já não era aplicado. Estamos a falar do século XVII e, entretanto, houve a abolição do tráfico e a abolição da escravatura no Império francês, Mas a dimensão moral é muito importante porque estamos a falar da dimensão de reconhecimento de um crime. Eu acho que no contexto francês e europeu dessa relação entre história nacional e história imperial, há sempre esse tabu dos crimes do passado. O reconhecimento moral está cá, mas o que é preciso é ir além e inscrever essa história na história da nação e não ser um anexo da história - como até hoje tem sido - essa história de um crime que não foi só um crime de alguns anos, foi um crime que durou vários séculos”, explica o professor de História Moderna na Universidade de Nantes, em França, especializado nomeadamente na história da escravatura. O texto também prevê que o governo entregue ao Parlamento, no prazo de um ano após a promulgação da lei, um relatório sobre o direito colonial e as suas consequências económicas, sociais, culturais e ambientais a longo prazo, nomeadamente em termos de racismo e de desigualdades. O relatório deverá, ainda, avaliar como a história da escravatura, do tráfico negreiro e da sua abolição é tratada nos programas escolares. Algo “muito importante” para o nosso convidado que admite que história do tráfico de pessoas escravizadas “tende a ser minimizada” e vista como “um apêndice da história europeia”. “Eu acho que é muito importante porque eu próprio sou professor e vejo que essa história, muitas vezes, tende a ser minimizada, Eu acho que estamos aí mesmo no centro do que foi o capitalismo e a história moderna que se inicia no século XVI. Essa relação entre a Europa e o mundo, muitas vezes, foi pensada como uma relação harmoniosa, como uma relação de mestiçagem, ainda que com seus crimes. Eu acho que temos que ver também a face sombria do que foi esse encontro, essa modernidade do século XVI e não só pensar que a Europa desenvolveu o mundo e trouxe a modernidade ao mundo, mas pensar mesmo os efeitos negativos desse encontro. Eu acho que isso tem que ser reavaliado nos programas escolares para pensar uma história mais inclusiva (...) Eu acho que é muito importante repensar essa história, mesmo numa cronologia europeia. Por exemplo, se formos a ver, uma das consequências do 'Code Noir' e dessa relação de França com as antigas colónias é que, por exemplo, o Palácio do Eliseu foi construído pela fortuna dos maiores negreiros da época. Estamos a ver que mesmo o enriquecimento da Europa, na altura, tem muito a ver com essa história da escravidão, esta história colonial. Eu acho que é importante complexificar esta história e não só fazer da história do tráfico um apêndice da história europeia”, afirma o investigador. O "Code Noir" foi criado em Março de 1685, sob Luís XIV, e foi ampliado por normas posteriores, de 1723 e 1724, voltadas para outros territórios coloniais. Este conjunto de documentos fixava o estatuto jurídico das pessoas escravizadas, institucionalizando a violência colonial e o tráfico de pessoas consideradas como mercadorias ou "bens móveis", passíveis de serem adquiridos por um “mestre”. O “Code Noir” também instituía sanções em caso de fuga, que iam desde orelhas cortadas, marcas a ferro, pessoas chicoteadas em público e pena de morte. “O 'Code Noir' é é mesmo próprio ao contexto francês. Só existe um 'Code Noir'. Não há, no contexto português, por exemplo, um decreto jurídico idêntico. Basicamente, estamos a falar do Império francês, que tinha um grande império colonial, sobretudo nas Antilhas, no espaço das Caraíbas. O 'Code Noir' organiza as pessoas escravizadas como sendo uma propriedade do 'senhor', como ‘um bem móvel', a saber, um bem que se pode transmitir em herança de família em família. É para transformar essas pessoas escravizadas em bens patrimoniais, tal como uma casa, uma mesa, uma forma de desumanizar as pessoas”, explica o historiador. Durante o debate no Parlamento, Max Mathiasin classificou a revogação como “um acto poderoso de memória, de justiça e de reconhecimento”, mesmo que admita que não possa “curar sozinho as feridas da história”. Os debates centraram-se na história francesa da escravatura e do colonialismo, dos efeitos visíveis hoje através das desigualdades persistentes entre os territórios ultramarinos e a França continental, e da discriminação sofrida pela população negra. Alguns deputados criticaram o facto de os debates acontecerem bem perto da estátua, em frente da Assembleia, de Jean-Baptiste Colbert, o principal autor do “Code Noir”. Esta revogação acontece 25 anos depois da Lei Taubira, de 2001, em que França reconheceu a escravatura e o tráfico de pessoas escravizadas como crimes contra a humanidade. Resta saber se a revogação vai abrir a discussão sobre reparações, algo que não está no texto, mas que também alimentou os debates na Assembleia, com vários parlamentares a salientarem que antigos proprietários de escravos receberam indemnizações, ao contrário dos próprios escravos. Reparar também passa por abrir o debate, acrescenta António de Almeida Mendes. “É um debate que está mesmo no centro dos debates sobre os crimes do passado. Será que temos de só ficar nesse reconhecimento moral do crime ou ir mais além e considerar que as desigualdades de hoje em dia que subsistem, em termos de acesso à riqueza, em termos de discriminação racial, em termos de racismo, será que isso necessita de ir mais além de uma condenação moral e de abrir o debate sobre as reparações financeiras? É um debate que já tem dez anos, iniciou-se na América Latina, está muito presente nos Estados Unidos. Então, há essa questão: será que a gente pode imaginar uma reparação financeira, que não é só uma reparação em termos monetários, mas uma reparação sobre o que é que a gente pode reparar em termos de desigualdades criadas por esses crimes do passado”, sublinha António de Almeida Mendes. A 21 de Maio, a proposta de lei recebeu o apoio do Presidente francês, Emmanuel Macron, que considerou que manter estes textos em vigor, mesmo sem efeitos legais, constitui "uma traição à República". Durante uma recepção no Palácio do Eliseu para assinalar o 25º aniversário da Lei Taubira, o Presidente afirmou que "esta imensa questão" não deve ser ignorada, mas preveniu que não se devem fazer "falsas promessas" e não anunciou quaisquer acções concretas. Macron falou na “reflexão inacabada” sobre a questão das reparações que, a seu ver, passam pelo “reconhecimento” e nunca poderão ser “totais”. Presente na cerimónia, a autora da lei e antiga ministra, Christiane Taubira lembrou que, no final de Março, a Assembleia Geral da ONU adoptou uma resolução que considerou a escravatura e o tráfico de pessoas africanas como “os crimes mais graves contra a humanidade”. A França e outros países europeus abstiveram-se porque consideraram que não deve haver hierarquia entre crimes contra a humanidade. Emmanuel Macron recordou, ainda, que lançou, há um ano, um trabalho de historiadores para avaliar "o preço" da liberdade imposta pela França ao Haiti, estando as conclusões previstas serem entregues em Dezembro. A 17 de Abril de 2025, o Presidente francês reconheceu, em comunicado, “a força injusta da História” imposta ao Haiti que, há 200 anos (1825), foi obrigado a pagar a França uma indemnização colossal para que esta reconhecesse a independência da antiga colónia. Na altura, Macron não evocou qualquer reparação financeira por parte de França, como pedido pelas autoridades haitianas. Note-se que, em 2003, o antigo Presidente haitiano, Jean-Bertrand Aristide, avaliou a dívida a 21,7 mil milhões de dólares, algo então visto como “anacrónico” pelo governo francês. Relembremos: Após uma proclamação da independência em 1804, depois de uma vitória contra as tropas de Napoleão Bonaparte, as novas autoridades do Haiti - sob a ameaça dos canhões dos barcos franceses - aceitara, a 17 de Abril de 1825, pagar 150 milhões de "francos-ouro" aos antigos colonos proprietários de terras e de escravos, em troca do reconhecimento da independência pelo rei Carlos X. Em 1938, a soma desceu para 90 milhões. Mas, para pagar, a jovem República das Caraíbas teve de contrair um empréstimo junto de bancos franceses, com juros elevados, numa altura em que afunda o preço do café, o principal recurso do país. O pagamento da dívida durou até 1952, quando se liquidaram os últimos juros. Ou seja, 127 anos a pagar a própria independência ao antigo país colonizador. Para a Fundação para a Memória da Escravatura, esta indemnização colossal arrastou o Haiti para “uma espiral de dependência neocolonial da qual o país não conseguirá sair nunca”. Com 12 milhões de habitantes, o Haiti é hoje o país mais pobre das Américas. Depois da Assembleia Nacional, o texto da revogação do "Code Noir" precisa ainda de passar pelo Senado para se tornar lei.

Artes
Manuela Jardim leva memória, têxteis e inclusão social a residência artística em Paris

Artes

Play Episode Listen Later May 29, 2026 10:32


A artista luso-guineense Manuela Jardim encontra-se em Paris no âmbito da residência artística “Création & Engagement”, promovida pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Thanks For Nothing. O programa cruza criação artística e intervenção social, envolvendo ateliers com pessoas apoiadas pela associação Aurore e alunos de escolas do 14.º bairro de Paris. A residência culminará numa exposição este mês de Junho, no espaço La Roche, instalado no antigo hospital La Rochefoucauld, no centro da capital francesa. Em entrevista à RFI,  Manuela Jardim sublinha o carácter experimental desta residência no seu percurso artístico. “Creio que é sempre um desafio de um trajecto que eu nunca fiz, o das residências”. Manuela Jardim sublinhou que o que mais a atraiu no projecto foi “essa ligação entre a arte e a parte social e sobretudo as pessoas que não estão próximas da arte”. A artista, nascida na Guiné-Bissau em 1949 e radicada em Lisboa, desenvolve uma prática que cruza pintura, instalação, escultura e têxtil. Grande parte do seu trabalho assenta na investigação sobre tecidos tradicionais, memória e plantas tintureiras. “Os panos são memória e a tradição é a memória”, explicou, referindo-se ao uso de materiais reciclados, fibras naturais e pigmentos tradicionais. Na exposição estarão presentes várias fases desse percurso artístico, incluindo trabalhos realizados com papel reciclado, sacas de serapilheira e gaze. A investigação sobre têxteis levou também a artista a explorar ligações culturais entre África, Portugal, Índia e Brasil. “As pessoas falavam, comunicavam com as outras, havia guerras, mas no fundo a comunicação existia”, afirmou, defendendo a importância da arte enquanto espaço de encontro e partilha. Para Manuela Jardim, a arte desempenha igualmente um papel essencial no desenvolvimento humano e na inclusão social. “A arte será o primeiro factor que se deve dar a uma criança, porque através da arte ela pode se exprimir”, disse. Sobre os ateliers realizados durante a residência, acrescenta que a aproximação à arte pode funcionar “como um processo de libertação” para pessoas em situação de vulnerabilidade.

Rádio Novelo Apresenta
Na arquibancada

Rádio Novelo Apresenta

Play Episode Listen Later May 28, 2026 65:09


Histórias de quem torce e de quem corneta. No primeiro ato: a água da sarjeta mostra o caminho. Por Maíra Vallejo. No segundo ato: revolucionários do Brasil, uni-vos: para secar a seleção brasileira. Por Vitor Hugo Brandalise. Membros do Clube da Novelo podem ouvir os episódios do Rádio Novelo Apresenta antecipadamente, além de ter acesso a uma newsletter especial e a eventos com a nossa equipe. Quem assinar o plano anual ganha de brinde uma bolsa da Novelo. Assine em ⁠⁠⁠https://clube.radionovelo.com.br/ Inscreva-se no canal da Rádio Novelo no YouTube: https://www.youtube.com/@R%C3%A1dioNovelo Siga a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo/ A segunda temporada do podcast “Em Obras” chegou! O que uma obra de arte da 36ª Bienal de São Paulo tem a ver com a vida da gente? Descubra em conversas com nomes como Itamar Vieira Junior, Maria Homem, Milly Lacombe e Michel Melamed, com narração de Xênia França. Novos episódios estreiam toda sexta-feira. O projeto é uma coprodução do UOL com a Fundação Bienal de São Paulo, e foi realizado com apoio do Programa de Ação Cultural — ProAC, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo. Insider: tecnologia aplicada à rotina – peças que desamassam no corpo, facilitam a evaporação do suor e seguem confortáveis por horas. Utilize o cupom RADIONOVELO e tenha 15% OFF na 1ª compra e 10% OFF nas próximas – e ainda soma com os descontos do site. https://creators.insiderstore.com.br/RADIONOVELO #insiderstore Palavras-chave: corrida de tampinhas; futebol; Copa do Mundo; Seleção brasileira; previsão; Copa 1970; luta armada; esquerda brasileira; ditadura militar Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

The Daily Detail
The Daily Detail for 5.26.26

The Daily Detail

Play Episode Listen Later May 26, 2026 12:03


AlabamaSen. Tuberville blocks Dems seeking to stop the DOJ compensation fundA probate judge is suspended in Jefferson County following long list of judicial violationsSecretary of Education concerned that Stuart Bell will continue DEI policies as incoming president of University of FloridaPretrial hearing set for August in hot car death of child being supervised by DHR contract workerRecent poll shows very tight race in GOP senate runoff between Jared Hudson and Barry MooreNationalPresident Trump gives update on Iran negotiations re: enriched uraniumTexas holds primary election today, GOP senate race has John Cornyn up against Ken PaxtonTX reaches settlement with hospital in Houston conducting secret gender transition surgeries on minorsDNI Director Tulsi Gabbard is stepping down after husband contracts rare case of bone cancerFilmmaker Mel Gibson says shooting of new sequel to Passion of the Christ is now completed

Prato Cheio
Crédito pouco, soja primeiro

Prato Cheio

Play Episode Listen Later May 26, 2026 50:37


O Pronaf completou 30 anos e mudou muito. Exceto numa coisa: boa parte do dinheiro vai para commodities, e não alimentos. No terceiro episódio da série “Agronegocinho”, adentramos o labirinto do crédito rural para entender como mais uma política pensada para o pequeno agricultor acaba por beneficiar o agronegócio. E nos deparamos com a história de uma visita inusitada à Esplanada dos Ministérios. A ficha técnica completa, com todas as fontes de informação está disponível em nosso site. O Joio e o Prato Cheio são mantidos com o apoio de organizações da sociedade que atuam na promoção da alimentação adequada e saudável. ACT Promoção da Saúde, Porticus, Oak Foundation, Fundação Ford, Instituto Ibirapitanga e Fundação Heinrich Boll são apoiadores regulares dos nossos projetos. Entre em nosso canal do WhatsApp e fique mais perto da nossa comunidade. Contamos com a colaboração de leitores e ouvintes para continuar produzindo conteúdo independente e de qualidade. Se puder nos apoiar financeiramente, todos os caminhos estão aqui. Se não puder, divulgue o Prato Cheio pra família e amigos, isso nos ajuda muito!

bienal
Ep 6. Travessias sonoras

bienal

Play Episode Listen Later May 22, 2026 15:31


O sexto episódio do podcast `'Em obras', coprodução do UOL com a Fundação Bienal de São Paulo, fala sobre o poder da música e suas tecnologias de difusão, como o rádio e a radiola. A narrativa acompanha a presença do reggae jamaicano no Maranhão, onde o gênero se consolidou como parte da vida cultural e social, especialmente na capital São Luís. O episódio aborda as diferentes hipóteses para a chegada do estilo por aqui: uma delas é a de que ondas curtas vindas de rádios do Caribe viajavam até o Brasil e eram sintonizadas nos aparelhos de São Luís. A artista Gê Viana, que levou a radiola maranhense à 36ª Bienal de São Paulo por meio da obra 'A colheita de Dan', mostra como o gênero foi incorporado localmente até se tornar parte de uma identidade musical própria. O podcast também passa pela trajetória do músico Hyldon, evidenciando o papel do rádio na formação brasileira dos anos 1960, quando o aparelho representava um espaço de descoberta e imaginação.

MotherChip - Overloadr
Notícias da Nave Mãe #333 - Harada funda novo estúdio na SNK, Sega cancela o SUPER JOGO

MotherChip - Overloadr

Play Episode Listen Later May 20, 2026 61:20


Harada, o pai de Tekken, achou um novo lar. Ele agora é o CEO de um novo estúdio dentro da SNK e, apesar de ainda estar relativamente em aberto, ao que tudo indica ele deve permanecer criando coisas competitivas, provavelmente jogos de luta mesmo. Além disso, falamos da Sega cancelar o seu SUPER JOGO, novos controles de Xbox voltados à nuvem, a PS Plus prestes a ficar mais cara e mais.Participantes:Heitor De PaolaAssuntos abordados:13:00 - Harada funda novo estúdio dentro da SNK20:00 - Sega cancelou o SUPER JOGO26:00 - Microsoft deve lançar controle com foco em jogar pela nuvem34:00 - Preço da PS Plus para novos assinantes vai aumentar41:00 - Rápidas e curtasVai comprar jogos na Nuuvem? Use o link de afiliado do Overloadr!Use nosso link de filiado ao fazer compras na Amazon Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Bem Estar
Asma: novidades no tratamento

Bem Estar

Play Episode Listen Later May 20, 2026 27:05


20 milhões de brasileiros convivem com asma, uma das doenças respiratórias crônicas mais prevalentes do país, que causa entre 5 e 7 mortes por dia, muitas delas evitáveis se houvesse diagnóstico e acompanhamento adequados. Recentemente foi divulgado um novo protocolo para o tratamento da asma. As mudanças são voltadas principalmente para quem tem asma grave, mas há também orientações importantes sobre o uso de corticoides inalatórios em associação com os broncodilatadores. A asma é uma doença complexa e heterogênea. Mas, com o tratamento adequado, ela pode ser controlada e os pacientes conseguem manter uma boa qualidade de vida. No episódio de hoje, nós vamos abordar essas novas orientações e vamos também tirar dúvidas comuns do dia a dia do paciente com asma. Nosso convidado é o Dr. Álvaro Cruz, pneumologista, professor titular da Universidade Federal da Bahia e presidente da Fundação ProAr, que tem como objetivo expandir o acesso ao diagnóstico e tratamento das doenças respiratórias crônicas como a asma.

Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo: Historicidade #61 A luta pela ressignificação dos Quilombos

Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later May 19, 2026 65:56


Olá, ouvintes do Fronteiras no Tempo! Estamos de volta com mais um episódio do Historicidade. Neste episódio temos a honra de receber o Jeferson Fernando Celos, doutor em Estado e Sociedade pela Universidade Federal do Sul da Bahia. Durante a entrevista, a discussão aprofunda-se na forma como o Direito se manifesta na prática, na realidade concreta, e como a luta social, especialmente a luta pela terra e a dos quilombos, serve para atualizar, questionar e confrontar o Direito, alargando seu foco e suas possibilidades. Jefferson aborda a importância de uma consciência crítica da realidade social, um aspecto ético que não nega o ser humano e a técnica jurídica orientada por esses princípios. Este episódio é um convite à reflexão sobre a historicidade do Direito e a persistente luta pela ressignificação dos quilombos, um tema de extrema relevância para compreendermos as dinâmicas sociais e jurídicas do Brasil. Artes do Episódio: C. A. Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Saiba mais do nosso convidado Jeferson Fernando Celos Jefferson Selos é doutor em Estado e Sociedade pela Universidade Federal do Sul da Bahia, mestre em Direito pela Unesp Franca e bacharel em Direito pela mesma instituição. Atualmente, ele atua como advogado no Sindicato dos Professores de São Paulo (APOESP) e é um renomado pesquisador nas áreas de teorias críticas do direito, direitos humanos, movimentos sociais e quilombos. Currículo Lattes e-mail: celos.jeferson@gmail.com Instagram: jefersoncelos Instagram: jfcelos.consultor.juridico Facebook: Jeferson Fernando Celos Produção do Convidado Jefferson Selos nos apresenta seu mais recente trabalho, o livro "Luta pela Ressignificação dos Quilombos: dos primórdios à resistência quilombola, julgamento da ADI 3239". A obra, fruto de sua tese de doutorado, explora a complexa relação entre o Direito e a luta social, com foco na trajetória dos quilombos no Brasil. Indicações de referências sobre o tema abordado Site da Coordenação Nacional das Comunidades Quilombolas (Conaq): https://conaq.org.br GOMES, Rodrigo Portela. Constitucionalismo e quilombos: famílias negras no enfrentamento ao racismo de Estado. 2.ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2020. GALLARDO, Helio. Teoria crítica: matriz e possibilidade de direitos humanos. Tradução de Patrícia Fernandes. São Paulo: Editora Unesp, 2014. MACHADO, Antônio Alberto. Teoria do direito, hoje. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2024. MOURA, Clóvis. Os quilombos e a rebelião negra. 5.ed. São Paulo: Brasiliense, 1986. NASCIMENTO, Abdias do. O quilombismo: documentos de uma militância pan-africanista. 2.ed. Brasília: Fundação Palmares; Rio de Janeiro: Or Editor Produtor, 2002. NASCIMENTO, Beatriz. O conceito de quilombo e a resistência cultural negra. In: RATTS, Alex. Eu sou atlântica: sobre a trajetória de vida de Beatriz Nascimento. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo; Instituto Kuanza, p. 117-125, 2007. SÁNCHEZ RUBIO, David. Miradas críticas en torno al derecho y la lucha social: confluências com América Latina. Madrid: Dykinson S.L.: 2023. Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Historicidade #61 A luta pela ressignificação dos Quilombos. Locução: Marcelo de Souza Silva, Jeferson Fernando Celos e Cesar Agenor Fernandes da Silva [S.l.] Portal Deviante, 19/05/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66984&preview=true Expediente Produção Geral: C. A. e Beraba; Artes do episódio: C. A.; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Marcelo Beraba Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Prato Cheio
Me ajuda a ser agro?

Prato Cheio

Play Episode Listen Later May 19, 2026 52:57


Estímulo à transição pro cultivo de commodities, como milho e soja, à base de muito agrotóxico e fertilizante. Essa é uma das maneiras de cooptação da assistência técnica e extensão rural pelo agronegócio no Brasil, ligada à ideia de progresso da ditadura militar. Neste episódio, discutimos os caminhos que levaram o país a uma Ater alheia aos contextos locais, e as alternativas que podemos buscar para garantir a autonomia camponesa. A ficha técnica completa, com todas as fontes de informação está disponível em nosso site. O Joio e o Prato Cheio são mantidos com o apoio de organizações da sociedade que atuam na promoção da alimentação adequada e saudável. ACT Promoção da Saúde, Porticus, Oak Foundation, Fundação Ford, Instituto Ibirapitanga e Fundação Heinrich Boll são apoiadores regulares dos nossos projetos. Entre em nosso canal do WhatsApp e fique mais perto da nossa comunidade. Contamos com a colaboração de leitores e ouvintes para continuar produzindo conteúdo independente e de qualidade. Se puder nos apoiar financeiramente, todos os caminhos estão aqui. Se não puder, divulgue o Prato Cheio pra família e amigos, isso nos ajuda muito!

Expresso - Expresso da Manhã
Miguel Castanho: “Estamos menos preparados para lidar com uma pandemia, mas a culpa não é dos vírus, é dos humanos”

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later May 19, 2026 13:33


A Organização Mundial de Saúde lançou um alerta internacional por causa de mais um surto de Ébola (vírus altamente mortal) em África. Os vírus estão a ficar mais perigosos, mas o maior problema é que os países não se entendem sobre a forma de os combater. Neste episódio, falamos com Miguel Castanho, investigador da Fundação GIMM - Instituto Gulbenkian de Medicina Molecular e professor na FMUL. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast – Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo: Historicidade #61 A luta pela ressignificação dos Quilombos

Podcast – Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later May 19, 2026 65:56


Olá, ouvintes do Fronteiras no Tempo! Estamos de volta com mais um episódio do Historicidade. Neste episódio temos a honra de receber o Jeferson Fernando Celos, doutor em Estado e Sociedade pela Universidade Federal do Sul da Bahia. Durante a entrevista, a discussão aprofunda-se na forma como o Direito se manifesta na prática, na realidade concreta, e como a luta social, especialmente a luta pela terra e a dos quilombos, serve para atualizar, questionar e confrontar o Direito, alargando seu foco e suas possibilidades. Jefferson aborda a importância de uma consciência crítica da realidade social, um aspecto ético que não nega o ser humano e a técnica jurídica orientada por esses princípios. Este episódio é um convite à reflexão sobre a historicidade do Direito e a persistente luta pela ressignificação dos quilombos, um tema de extrema relevância para compreendermos as dinâmicas sociais e jurídicas do Brasil. Artes do Episódio: C. A. Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Saiba mais do nosso convidado Jeferson Fernando Celos Jefferson Selos é doutor em Estado e Sociedade pela Universidade Federal do Sul da Bahia, mestre em Direito pela Unesp Franca e bacharel em Direito pela mesma instituição. Atualmente, ele atua como advogado no Sindicato dos Professores de São Paulo (APOESP) e é um renomado pesquisador nas áreas de teorias críticas do direito, direitos humanos, movimentos sociais e quilombos. Currículo Lattes e-mail: celos.jeferson@gmail.com Instagram: jefersoncelos Instagram: jfcelos.consultor.juridico Facebook: Jeferson Fernando Celos Produção do Convidado Jefferson Selos nos apresenta seu mais recente trabalho, o livro "Luta pela Ressignificação dos Quilombos: dos primórdios à resistência quilombola, julgamento da ADI 3239". A obra, fruto de sua tese de doutorado, explora a complexa relação entre o Direito e a luta social, com foco na trajetória dos quilombos no Brasil. Indicações de referências sobre o tema abordado Site da Coordenação Nacional das Comunidades Quilombolas (Conaq): https://conaq.org.br GOMES, Rodrigo Portela. Constitucionalismo e quilombos: famílias negras no enfrentamento ao racismo de Estado. 2.ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2020. GALLARDO, Helio. Teoria crítica: matriz e possibilidade de direitos humanos. Tradução de Patrícia Fernandes. São Paulo: Editora Unesp, 2014. MACHADO, Antônio Alberto. Teoria do direito, hoje. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2024. MOURA, Clóvis. Os quilombos e a rebelião negra. 5.ed. São Paulo: Brasiliense, 1986. NASCIMENTO, Abdias do. O quilombismo: documentos de uma militância pan-africanista. 2.ed. Brasília: Fundação Palmares; Rio de Janeiro: Or Editor Produtor, 2002. NASCIMENTO, Beatriz. O conceito de quilombo e a resistência cultural negra. In: RATTS, Alex. Eu sou atlântica: sobre a trajetória de vida de Beatriz Nascimento. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo; Instituto Kuanza, p. 117-125, 2007. SÁNCHEZ RUBIO, David. Miradas críticas en torno al derecho y la lucha social: confluências com América Latina. Madrid: Dykinson S.L.: 2023. Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Historicidade #61 A luta pela ressignificação dos Quilombos. Locução: Marcelo de Souza Silva, Jeferson Fernando Celos e Cesar Agenor Fernandes da Silva [S.l.] Portal Deviante, 19/05/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66984&preview=true Expediente Produção Geral: C. A. e Beraba; Artes do episódio: C. A.; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Marcelo Beraba Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Mind Architect
Sistemul nervos și lumea digitală: riscuri și vulnerabilități #DW01

Mind Architect

Play Episode Listen Later May 18, 2026 97:25


Cum ne afectează smartphone-urile și social media starea de bine, sănătatea mintală și relațiile? Începem astăzi seria Digital Wellbeing, 6 episoade dedicate acestei teme, susținută de Vodafone.În acest episod introductiv al seriei, Paul Olteanu și Luciana Baicea urmăresc viteza extraordinară de adoptare a smartphone-urilor și rețelelor sociale din 2007 încoace, ne arată ce spun datele globale și europene despre sănătatea mintală a tinerilor după 2010 și explică de ce sistemul nostru nervos nu e proiectat pentru felul în care folosim azi tehnologia.Discuția se sprijină pe cercetarea psihologului Jonathan Haidt (New York University), autorul cărții The Anxious Generation (O generație în pericol), pe studiul ISBRD 2026 realizat de Fundația Vodafone împreună cu Save the Children și Ipsos, plus date de la Eurostat, UNICEF și Organizația Mondială a Sănătății.În acest episod discutăm despre:Adopția smartphone-ului și a social media și de ce perioada 2010–2012 e un punct de cotiturăDatele despre anxietate, depresie, somn și singurătate la adolescențiDe ce designul rețelelor sociale activează aceleași circuite ca jocurile de norocCele patru riscuri fundamentale: atenție fragmentată, dependență, izolare și afectarea somnuluiResurse menționate în conversație:Cartea O generație în pericol (The Anxious Generation) de Jonathan HaidtCartea Dopamine Nation de Anna LembkeStudiul ISBRD 2026 — Fundația Vodafone, Save the Children, Ipsos - ⁠Copilărie Conectată: starea de bine și reziliența digitală a copiilor și tinerilor din Europa⁠Acest episod face parte din seria Digital Wellbeing, susținută de Vodafone și de Fundația Vodafone."(00:00) Intro""(02:30) Structura seriei și conținutul din cele 6 episoade ale ei""(06:46) Geneza: lansarea iPhone în 2007 și adopție globală smartphone""(10:07) De la 5% pe rețele la 85%: adopția social media""(13:04) De la camera frontală la TikTok: nașterea culturii performative""(16:45) Erving Goffman: 'instagramabil' și viața ca performanță socială""(20:50) Date Jonathan Haidt: anxietate +139% și depresie +145% după 2010""(25:41) Argumentul substituirii: restrângerea timpului petrecut cu prietenii""(29:47) Somn sub 7 ore la adolescenți: ce arată cercetarea""(30:54) 'Viața mea se simte fără sens' — colapsul speranței la tineri""(34:01) Studiul ISBRD 2026: bunăstarea digitală a tinerilor europeni""(37:12) 97% folosesc internetul zilnic — dar pentru ce anume?""(40:49) Pentru ce a evoluat sistemul nervos vs. lumea de astăzi""(44:30) Coldplay și ecranul ca fereastră: a trăi vs. a filma momentul""(47:38) Ritmurile biologice și joaca liberă (Gordon Neufeld)""(49:40) Recompensa variabilă și cele 31 de studii interne Meta""(53:07) De ce 'busy' a devenit medalie de onoare și filme pentru double screen""(57:04) Conexiune, autonomie și sens: iluzia competenței prin metrici""(01:02:30) Identitate, ierarhii și comparație: oglinda lui Dunbar vs. milioane de străini""(01:06:34) Întrupare și sincronicitate: ce se pierde în texte și emoji""(01:09:50) Dimensiunea audienței și stabilitatea comunității după Haidt""(01:14:05) Dauna 1 — Fragmentarea atenției: impactul notificării necitite""(01:20:53) Dauna 2 — Dependența și recompensa variabilă""(01:23:40) Anna Lembke și cele patru simptome ale sevrajului""(01:25:39) Dauna 3 — Izolarea socială și conflictul prin mesaje""(01:29:19) Dauna 4 — Lumina albastră, conținutul emoțional și 'revenge scrolling'""(01:31:36) Ce urmează în episoadele 2–6 ale seriei"

BAIRESMAC
La Mejor Funda para tu Teléfono NO es la que Pensás

BAIRESMAC

Play Episode Listen Later May 18, 2026 11:58


¿La funda perfecta existe? Después de que se rompiera una de mis fundas favoritas, me puse a investigar qué hace que una funda realmente valga la pena: protección, materiales, diseño, agarre, precio… y si las marcas “premium” realmente justifican lo que cuestan.En este episodio hablo de mi experiencia, comparo distintos estilos de fundas y también cuento una idea que me viene dando vueltas hace tiempo: ¿crear una marca propia de fundas?Si estás buscando proteger tu teléfono sin sacrificar diseño, este episodio te va a interesar.

Brasil Paralelo | Podcast
GRANDES CONSPIRAÇÕES | Rasta News

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later May 18, 2026 23:53


As velhas notícias de sempre, com um humor nunca dantes visto na história deste país, apresentado pelo Rasta, com o melhor do seu entendimento.

Gama Revista
Carolina Althaller: mulheres e segurança nas cidades

Gama Revista

Play Episode Listen Later May 17, 2026 27:12


A segurança pública é a maior preocupação das mulheres brasileiras. O medo e a violência moldam como elas se movem pela cidade — andar nas ruas, pegar transporte público, praticar esportes ao ar livre são situações que causam tensão e acabam limitando a circulação delas no espaço urbano. "É um medo que reorganiza a vida inteira", diz a pesquisadora Carolina Althaller, que participou de uma pesquisa sobre o tema como parte do projeto Mulheres em Diálogo.Althaller é diretora executiva do Instituto Update, mestranda em Comunicação e Cultura Digital pela Fundação Getulio Vargas do Rio de Janeiro e especialista em Política e Sociedade pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP/UFRJ).Na conversa com Gama, trata das principais preocupações das mulheres de diferentes realidades em relação à segurança pública e à circulação pelas cidades, das estratégias criadas por elas para melhorar essa realidade e das políticas públicas essenciais para que as mulheres possam circular pelas cidades com segurança e liberdade.Roteiro e apresentação: Luara Calvi Anic

Direito e Economia
EP#140: Fundações do pensamento político brasileiro, com Christian Lynch

Direito e Economia

Play Episode Listen Later May 14, 2026 57:39


No episódio, Ana Frazão conversa com Christian LynchDoutor em Ciência Política (Ciência Política e Sociologia) pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ), Professor Associado do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política do Instituto de Estudos Políticos e Sociais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ) e Pesquisador da Fundaçao Casa de Ruy Barbosa sobre o seu novo livro “Fundações do pensamento político brasileiro”. O autor aborda desde a metodologia da pesquisa, explorando o papel da história e da historiografia para a compreensão dos fenômenos políticos, assim como a nova historiografia e como fazer as adaptações para o contexto periférico. Ao tratar dos principais achados do livro, o autor explica como foi a construção intelectual do Estado no Brasil independente e como se deu a a passagem do mundo colonial para o Império. Aborda igualmente os aspectos mais importantes da construção intelectual do estado português e quais as suas principais reverberações no Brasil, as principais características do pensamento politico ibero-americano, as repercussões do seu maior sentido prático e da centralidade da retórica e a crítica que faz a Raymundo Faoro no livro “Os donos do poder”.

Presa internaţională
Universitatea Craiova, câștigătoarea Cupei României

Presa internaţională

Play Episode Listen Later May 14, 2026 4:54


Universitatea Craiova s-a impus în finala Cupei României în fața Universității Cluj și visează la un event după 35 de ani. Oltenii s-au impus la loviturile de departajare, așa cum au făcut-o și în semifinala cu Dinamo. Craiova va juca peste patru zile în Bănie pentru titlul din Superligă în fața aceluiași adversar, U Cluj. Finala Cupei României de la Sibiu dintre U Cluj și Universitatea Craiova a început cu un război al nervilor. Suporterii ambelor echipe au încercat să nu-i lase pe adversari să doarmă în noaptea de dinaintea înfruntării, mergând la hotelurile unde erau cazați fotbaliștii și folosind materiale pirotehnice pentru a crea haos și zgomot. Mai întâi au acționat suporterii oltenilor în jurul orei 1.00 dimineața, iar apoi, câteva ore mai târziu, au răspuns și suporterii Universității Cluj, în jurul orei 3.30. La Sibiu, cei mulți fani ai Universității Craiova, la fel și patronul Mihai Rotaru, au ajuns cu trenul, în timp ce fanii “Șepcilor roșii” au făcut coloane de mașini între Cluj și Sibiu.Toți s-au deplasat în corteo spre arenă, aceasta umplându-se la capacitate maximă, 11.700 de locuri. Scenografiile celor două galerii au fost la înălțime, iar spectacolul se anunța unul pe măsură mai ales că cele două combatante se vor întâlni peste 4 zile în Bănie și în campionat pentru finala Superligii. Pe teren, ambele echipe au avut oportunități de a marca, ardelenii au și făcut-o, dar reușita lui Macalou a fost anulată din motiv de offside. Oltenii s-au impus la loteria penaltyurilor Superioritatea oltenilor a fost pronunțată, dar nu s-a putut concretiza pe tabelă, astfel că partida a intrat în prelungiri și s-a decis la loviturile de departajare. Acolo oltenii au avut nervii mai tari, așa cum s-a întamplat și în semifinala cu Dinamo. Portarul Laurențiu Popescu a apărat șutul lui Iulian Cristea și Universitatea Craiova a câștigat Cupa României cu scorul de 6-5, având astfel un ascendent moral pentru finala de duminică din campionat. Universitatea Craiova a mai câștigat Cupa României și acum 5 ani în timp ce U Cluj nu mai pus mâna pe trofeu de 61 de ani.  Mijlocașul Universității Craiova Vladimir Screciu a fost foarte bucuros după ce echipa sa a câștigat Cupa, el fiind pe teren și acum 5 ani când oltenii au luat trofeul. Fundașul Nicușor Bancu, ales MVP-ul partidei, a fost și el în culmea fericirii după câștigarea Cupei și abia așteaptă meciul de duminică pentru a face eventul.

Jornal da USP
Panorama Paulista #123: População paulista está mais feminina

Jornal da USP

Play Episode Listen Later May 13, 2026 2:37


Dados da Fundação Seade apontam crescimento na população feminina do Estado de São Paulo nos últimos 40 anos

Prato Cheio
A de agrinho

Prato Cheio

Play Episode Listen Later May 12, 2026 53:45


O agronegócio tem se lançado na captura da educação básica do país, disputando o imaginário que a juventude brasileira tem do setor. A ofensiva vai desde a formação de professores até a distribuição de prêmios. Enquanto isso, as escolas do campo sofrem uma série de ameaças. A ficha técnica completa, com todas as fontes de informação está disponível em nosso site. O Joio e o Prato Cheio são mantidos com o apoio de organizações da sociedade que atuam na promoção da alimentação adequada e saudável. ACT Promoção da Saúde, Porticus, Oak Foundation, Fundação Ford, Instituto Ibirapitanga e Fundação Heinrich Boll são apoiadores regulares dos nossos projetos. Entre em nosso canal do WhatsApp e fique mais perto da nossa comunidade. Contamos com a colaboração de leitores e ouvintes para continuar produzindo conteúdo independente e de qualidade. Se puder nos apoiar financeiramente, todos os caminhos estão aqui. Se não puder, divulgue o Prato Cheio pra família e amigos, isso nos ajuda muito!

Isso é Fantástico
Hantavírus: os riscos, os mitos e o trabalho de contenção no Brasil

Isso é Fantástico

Play Episode Listen Later May 10, 2026 19:59


O podcast 'Isso é Fantástico' recebe a pesquisadora Renata Carvalho de Oliveira Pires dos Santos, chefe do laboratório de hantaviroses e rickettsioses da Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz.

Opinião
OPINIÃO | POLARIZAÇÃO AFETIVA: ENTRE A POLÍTICA E AS EMOÇÕES | 08/05/2026

Opinião

Play Episode Listen Later May 8, 2026 26:14


A polarização afetiva, fenômeno em que divergências de opinião se transformam em rejeição ao outro, ajuda a entender por que pessoas comuns, como um colega de trabalho ou até um familiar, passam a ser vistas como inimigas, levando até ao rompimento de relações. Há saída para essa intolerância?No Opinião desta semana, vamos discutir esse tipo de polarização e o que ela revela sobre a forma como nos relacionamos, convivemos e lidamos com as diferenças nos dias de hoje. Recebemos o filósofo Pablo Ortellado, professor de Gestão de Políticas Públicas na EACH-USP e o analista político Beto Vasques, professor de Comunicação Política da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.

bienal
Ep 4. Depois do fim

bienal

Play Episode Listen Later May 8, 2026 15:51


A morte pode mudar os caminhos de uma história, mas não necessariamente encerrá-la. Essa é uma das discussões do quarto episódio do podcast Em obras, coprodução do UOL com a Fundação Bienal de São Paulo, que aproxima um relato pessoal de perda à obra 'Someone's Child', do artista francês Pol Taburet. O episódio parte da história da jornalista Milly Lacombe, que relembra a morte repentina da ex-mulher e o impacto devastador do luto em sua vida. A experiência íntima abre caminho para um tema mais amplo: como a finitude reorganiza o sentido das relações e da própria existência. Na instalação apresentada na última edição da Bienal, Taburet sugere um espaço em que vida e morte não se opõem, mas coexistem. Em comum, as duas narrativas apontam para a noção de ciclo, em que o fim não elimina o que veio antes, mas se incorpora a ele.

Zakendoen | BNR
Mark Wezendonk (Creative Technology) over de verhuizing van Noord-Friesland naar Lelystad

Zakendoen | BNR

Play Episode Listen Later May 8, 2026 118:45


Op 4 mei leverde Creative Technology twee grote TV-schermen voor de herdenking op de Dam en een dag later de flitsende LED-schermen voor de vrijheidsfestivals. Is het de rest van het jaar ook zo druk bij de audiovisueel dienstverlener, of lijdt het bedrijf onder de rode cijfers van poppodia, de alsmaar stijgende kosten voor festivals en een steeds nijpender wordende krapte op het stroomnet? Macro met Boot Elke dag een intrigerende gedachtewisseling over de stand van de macro-economie. Op maandag en vrijdag gaat presentator Thomas van Zijl in gesprek met econoom Arnoud Boot, de rest van de week praat Van Zijl met econoom Edin Mujagić. Ook altijd terug te vinden als je een aflevering gemist hebt. Blik op de wereld Wat speelt zich vandaag af op het wereldtoneel? Het laatste nieuws uit bijvoorbeeld Oekraïne, het Midden-Oosten, de Verenigde Staten of Brussel hoor je iedere werkdag om 12.10 van onze vaste experts en eigen redacteuren en verslaggevers. Ook los te vinden als podcast. Bedrijvenpanel Beslaglegging op oude factureren betekent een juridische klap voor Booking in massaclaim van wel 15.000 hotels. En: Albert Heijn voert bodycams in bij pilot in vier winkels om geweld tegen werknemers tegen te gaan. Dat en meer bespreken we om 11.30 in het bedrijvenpanel met: Marlies Mohr, ondernemer en communicatie-expert in de retail, en Quintin Schevernels, voormalig directeur van Funda en daarnaast actieve angel investor en boardmember bij start-ups. Luister l Bedrijvenpanel Zakenlunch Elke dag, tijdens de lunch, geniet je mee van het laatste zakelijke nieuws, actuele informatie over de financiële markten en ander economische actualiteiten. Op een ontspannen manier word je als luisteraar bijgepraat over alles wat er speelt in de wereld van het bedrijfsleven en de beurs. En altijd terug te vinden als podcast, mocht je de lunch gemist hebben. Pitch Elke vrijdag is het weer tijd voor jonge ondernemingen om zichzelf op de kaart te zetten. Dat doen zij via een pitch en het doorstaan van een vragenvuur. Vandaag is het de beurt aan: Bas Vlemminx en Bas Emaus. Maasbert Schouten van MaasInvest zal de startups beoordelen en van advies voorzien. Deze jonge ondernemers zijn ook terug te luisteren als podcast. Contact & Abonneren BNR Zakendoen zendt elke werkdag live uit van 11:00 tot 13:30 uur. Je kunt de redactie bereiken via e-mail. Abonneren op de podcast van BNR Zakendoen kan via bnr.nl/zakendoen, of via Apple Podcast en Spotify. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Expresso da Manhã
“O hantavírus tem mortalidade elevada, mas com poucos casos no global. Não há razões para alarme”

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later May 7, 2026 15:59


A bordo do cruzeiro MV Hondius, um surto de hantavírus alterou todas as expectativas de passageiros e tripulantes para uma viagem no Atlântico Sul. A viagem chegou ao fim, mas a vida daquelas pessoas é como se estivesse suspensa. Ninguém os quer receber. Há razões para alarme? Para pôr os pontos nos “is” de uma conversa que se quer explicada pela ciência, neste episódio, falamos com Miguel Castanho, investigador da Fundação GIMM - Instituto Gulbenkian de Medicina Molecular e professor na FMUL.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Assunto
O novo Desenrola: até onde vai o alívio para os endividados?

O Assunto

Play Episode Listen Later May 5, 2026 26:33


Convidados: Lauro Gonzalez, professor da Fundação Getúlio Vargas e coordenador do Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira e Guilherme Balza, repórter de política da GloboNews em Brasília . O Brasil atingiu em março de 2026 a marca de 82,8 milhões de inadimplentes, o que significa que metade dos lares brasileiros está endividada e comprometendo quase um terço da renda com o pagamento de dívidas. Para tentar reverter esse quadro o governo federal lançou nesta segunda-feira (4) o novo Desenrola, que agora permite o uso de parte do FGTS para quitar dívidas e impõe uma regra inédita: quem aderir ao programa fica bloqueado em sites de apostas. A nova fase do Desenrola mira especialmente a inadimplência familiar e precoce. Economistas, porém, afirmam que o atual cenário das contas públicas é um dos fatores que impedem a queda dos juros — o que impacta diretamente o tamanho do endividamento dos brasileiros. Para Lauro Gonzalez, coordenador do Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira da FGV, a questão é mais complexa do que o anúncio faz parecer. “Não existe uma solução mágica, uma bala de prata que vai resolver tudo.” Além da economia, existe uma estratégia política por trás do anúncio: o governo tenta recuperar sua popularidade em ano eleitoral por meio de medidas de impacto direto no cotidiano para tentar reverter o “mau humor” do eleitorado e recuperar a popularidade do presidente Lula em um ano eleitoral, e “não tem como fugir disso" -- analisa Guilherme Balza, repórter da GloboNews.

Filosofia Pop
#246 – Filosofia no Direito, com Lenio Streck

Filosofia Pop

Play Episode Listen Later May 4, 2026 70:23


No episódio 246 do Filosofia Pop, recebemos o jurista Lenio Streck para uma conversa sobre filosofia no direito, a importância da hermenêutica jurídica e os riscos do decisionismo. A conversa aborda os limites da interpretação, o papel crítico da doutrina e a necessidade de fundamentação teórica para fortalecer práticas jurídicas mais democráticas. Palavras-chave: Este episódio também marca os 11 anos do podcast. Ao final, você ouve a canção “Não Cabem em uma Kombi”, do acervo de Pedro Ivo, do canal Ateu Informa. Aproveitamos para indicar também o canal Esquerda Goiana, Uai!, de Murilo Ferraz e Analu Oliveira, além do curta-metragem Você Não Vai Me Entender, lançado por Murilo em novembro passado. Lenio Luiz Streck, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) Mestre e Doutor em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina. Pós-doutor pela Universidade de Lisboa. Professor titular do Programa de Pós-Graduação em Direito (Mestrado e Doutorado) da UNISINOS, na área de concentração em Direito Público. Professor permanente e pesquisador da UNESA-RJ, Professor visitante da Universidade Javeriana – CO. 3 Jurista mais citado na América Latina e 4 nos países do BRICS – conforme Índice Científico Alper-Döğer) (AD). Membro catedrático da Academia Brasileira de Direito Constitucional ABDConst. Presidente de Honra do Instituto de Hermenêutica Jurídica IHJ (RS-MG). Membro da comissão permanente de Direito Constitucional do Instituto dos Advogados Brasileiros – IAB, do Observatório da Jurisdição Constitucional do Instituto Brasiliense de Direito Público – IDP, da Revista Direitos Fundamentais e Justiça, da Revista Novos Estudos Jurídicos, entre outros. Coordenador do DASEIN Núcleo de Estudos Hermenêuticos. Ex-Procurador de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul. Autor, entre outras obras, de Jurisdição Constitucional e Decisão Jurídica (6. ed.); Hermenêutica Jurídica e(m) Crise (11. ed.); Verdade e Consenso (6. ed.), Dicionário de Hermenêutica, 2a. edição, além dos livros, em espanhol: Verdad y Consenso, Hermenéutica y Decisión Judicial, e Hermenéutica Jurídica: estudios de teoría del derecho, Dicionario de Hermenéutica, Lla llamada conciencia de los jueces. Tem experiência na área do Direito, com ênfase em Direito Constitucional, Hermenêutica Jurídica e Filosofia do Direito.Vem lecionando disciplinas de direito em cursos de pós-graduação lato sensu EAD desde 2017: Pós Graduação UNISC EAD, da Universidade de Santa Cruz do Sul, 2018; Direito Eleitoral EAD, da Fundação Escola do Ministério Público, Porto Alegre/RS), 2017; Curso de Pós-Graduação em Direito Constitucional EaD, da Academia Brasileira de Direito Constitucional ABDCONST, 2018-2019; e Curso de Pós-Graduação em Direito e Processo Penal EaD, da Academia Brasileira de Direito Constitucional ABDCONST, 2019 (a lecionar). Temas tratados na entrevista (em tópicos) Diferença entre “filosofia no direito” e “filosofia do direito”Defesa da ideia de que a filosofia não deve ser mero ornamento externo ao campo jurídico, mas condição de possibilidade para compreender conceitos, práticas e decisões jurídicas. A filosofia como modo de ser no mundoInfluência de Martin Heidegger: a filosofia aparece como forma de existência e de compreensão prévia do mundo, não apenas disciplina acadêmica. Linguagem, nomes e realidadeDebate sobre como se dão nome às coisas, relação entre palavras e mundo, usando referências como Crátilo e Vidas Secas. Crítica ao positivismo jurídico e ao cientificismoDiscussão sobre o século XIX, quando a filosofia teria sido afastada como “metafísica”, deixando o direito empobrecido teoricamente. Contradições filosóficas nas decisões judiciaisExemplo de juízes que invocam ao mesmo tempo “livre convencimento” (subjetivismo) e “verdade real” (objetivismo), misturando paradigmas incompatíveis. Crítica ao decisionismo judicial brasileiroRejeição da ideia de que “direito é aquilo que os tribunais dizem que é”, vista como destruição da autonomia do direito. Hermenêutica jurídica e limites da interpretaçãoDefesa de limites interpretativos contra arbitrariedades e superinterpretações. A interpretação jurídica deve ser constrangida por tradição, linguagem e institucionalidade. Conceito de “constrangimento epistemológico”Tese de Lenio Streck de que a doutrina e a teoria jurídica devem limitar interpretações arbitrárias e impor padrões racionais ao direito. Direito e literaturaA literatura como fonte privilegiada para compreender dilemas jurídicos e políticos. Exemplos usados: Orestéia, As Viagens de Gulliver, William Shakespeare. Superinterpretação e relativismoDiscussão do debate entre Umberto Eco e Richard Rorty sobre limites da interpretação e riscos do relativismo. Crítica à cultura digital e redes sociaisReflexão sobre banalização do conhecimento, culto à superficialidade e perda da vergonha pública na era das redes. Inteligência artificial e atalhos cognitivosPreocupação com IA como instrumento de simplificação excessiva, respostas prontas e fuga da angústia do pensamento. Hierarquia, autoridade e educaçãoDebate sobre a importância de hierarquias legítimas na formação intelectual e no aprendizado, contrapondo-se ao igualitarismo simplificador. Filosofia brasileira e reconhecimento de Ernildo SteinStreck aponta Ernildo Stein como o filósofo brasileiro que mais o impressionou. Filósofos preferidosDeclara preferência por Hans-Georg Gadamer, com forte referência também a Heidegger. Referências citadas na entrevista Filósofos / Teóricos Martin Heidegger Hans-Georg Gadamer Ernildo Stein Richard Rorty Umberto Eco Charles Sanders Peirce William James Ludwig Wittgenstein (implícito no tema linguagem privada) Søren Kierkegaard Gaston Bachelard Thomas Hobbes William of Ockham Marcílio de Pádua Dante Alighieri Obras literárias / Livros Crátilo Vidas Secas As Viagens de Gulliver Dom Casmurro O Nome da Rosa O Pêndulo de Foucault O Pato Selvagem A Festa da Insignificância A Brincadeira Autores literários William Shakespeare Jonathan Swift Graciliano Ramos Machado de Assis Henrik Ibsen Milan Kundera Obras de Lenio Streck mencionadas Dicionário de Hermenêutica Dicionário de Senso Comum Ensino Jurídico em Crise Robô Não Desce Escada Hermenêutica, Jurisdição e Decisão “Fatos, relatos e interpretações”. In:Trindade, André Karam. e Karan, Henrieta. (ed.). Por dentro da Lei. Direito, narrativa e ficção. (na entrevista erroneamente atribui esse texto a Ernildo Stein, quando queria enfatizar que funciona como um resumo da perspectiva de Lenio Streck) Obras de Ernildo Stein mencionadas: Aproximações sobre Hermenêutica Anamnese: a Filosofia e o Retorno do Reprimido Pensar é Errar: um Ajuste com Heidegger Diferença e Metafísica Racionalidade e Existência: uma Introdução à Filosofia O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_popFacebook: Página do Filosofia PopYouTube: Canal do Filosofia Pope-mail: contato@filosofiapop.com.brSite: https://filosofiapop.com.brPodcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #246 – Filosofia no Direito, com Lenio Streck apareceu primeiro em filosofia pop.

Canaltech Podcast
Por que a China barrou a Meta na compra da Manus AI

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later May 1, 2026 20:11


A tentativa da Meta de adquirir a startup de inteligência artificial Manus AI acabou barrada pelo governo chinês e o motivo vai muito além de uma simples negociação de mercado. O negócio, avaliado em bilhões de dólares, foi interrompido sob a justificativa de questões de segurança nacional e controle de exportação de tecnologia. Mas, na prática, o caso escancara um cenário maior: a inteligência artificial deixou de ser apenas inovação e passou a ocupar um papel estratégico na disputa entre países. Neste episódio do Podcast Canaltech, a gente explica por que a China impediu a compra da Manus pela Meta e o que está por trás dessa decisão. Para isso, conversamos com Roberto Kanter, economista, professor da Fundação Getulio Vargas e atua há mais de duas décadas com estratégia, inovação e mercado. Ele analisa como a tecnologia passou a ser tratada como ativo estratégico por governos. A conversa também aborda como esse movimento se conecta com a rivalidade entre China e Estados Unidos, quem sai perdendo nesse cenário, tanto no curto quanto no longo prazo, e por que empresas de tecnologia passaram a fazer parte de um jogo geopolítico cada vez mais complexo. Você também vai conferir: IA no Google Fotos ganha reforço da Motorola para sugerir looks com suas próprias roupas, Uber agora quer planejar sua viagem inteira com hotel e comida e TV Box pirata vira computador para escola pública no Brasil. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernada Santos e contou com reportagens de Viviane França, Marcelo Fischer e Wendel Martins, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Grada Kilomba (parte 1): “É fundamental ser radical. Pode ser extremamente libertador e belo. A criação é um ato de absoluta radicalidade”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later May 1, 2026 78:27


A artista portuguesa multidisciplinar de escala global, Grada Kilomba, com um pé entre Lisboa e Berlim, apresenta a exposição: “O Fundo do Mundo”, a partir do dia 30 de maio, na Fundação Albuquerque, em Sintra. Um conjunto de obras de Grada nunca antes mostradas em Portugal, que abordam as violências que se perpetuam: da escravatura ao colonialismo, das múltiplas guerras às crises climáticas, e atuais genocídios trágicos, num mergulho até ao avesso da ‘glória’ humana, propondo-se uma reflexão através da arte. Ouçam-na nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, de Bernardo Mendonça. See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Assunto
Terras raras: os desafios da exploração sustentável no Brasil

O Assunto

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 33:09


Convidado: Jonathan Colombo, engenheiro e professor do MBA em ESG de Mudanças Climáticas e Transição Energética da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Um negócio de quase US$ 3 bilhões colocou o Brasil no centro das atenções em um mercado no qual o país detém a segunda maior reserva do mundo: as terras raras. São 17 minerais estratégicos, usados na fabricação de produtos que vão de carros elétricos a sistemas militares, e que hoje estão no centro de uma disputa geopolítica global, impulsionada pela corrida tecnológica e pela transição energética. Nesse contexto, uma mineradora em Goiás, controlada por fundos privados e internacionais, foi vendida para uma empresa americana. O movimento reacendeu preocupações no governo brasileiro sobre soberania e controle de recursos estratégicos. Enquanto os negócios avançam, a regulamentação das terras raras ainda anda lentamente no Congresso e deve ser analisada em maio; ao mesmo tempo, o tema também está no STF, que avalia uma ação que questiona se a exploração da mina em Minaçu, no norte de Goiás, fere a Constituição. Neste episódio, Natuza Nery conversa com o engenheiro Jonathan Colombo, professor de transição energética da FGV, sobre os desafios para evitar danos ambientais e a perda de soberania na exploração de terras raras no Brasil.

The Foreign Affairs Interview
How the Iran War Is Shaping a Post-American World

The Foreign Affairs Interview

Play Episode Listen Later Apr 16, 2026 88:51


The shockwaves of the ongoing war in Iran are being felt far and wide. The continued closure of the Strait of Hormuz has sparked a global energy crisis, one that could be accentuated by a U.S. naval blockade. Countries as disparate as Chile, South Korea, and Zambia have been forced to take extraordinary measures to deal with shortages and surging prices. But the war's effects are not just material. Washington's decision to attack Iran is accelerating a process already underway: the receding of both the inspiration and the reality of American power. That, at least, is the view of our two guests in this episode. Matias Spektor is a professor of Politics and International Relations at Fundação Getulio Vargas in São Paulo. Kishore Mahbubani is a distinguished fellow at the Asia Research Institute at the National University of Singapore and a veteran Singaporean diplomat, who served as his country's ambassador to the United Nations for over a decade. In their essays for Foreign Affairs, both Spektor and Mahbubani have sought to alert readers to changes in geopolitics that may be hard to see from Western capitals. The war on Iran, in their view, is misguided in its motivations and its execution. And its consequences could be hugely damaging for the United States, offering further proof that the world may be slipping out of the United States' grasp. You can find sources, transcripts, and more episodes of The Foreign Affairs Interview at https://www.foreignaffairs.com/podcasts/foreign-affairs-interview.