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Era quase sempre aos domingos que isso acontecia. Meu pai na sala assistindo jogo e a minha chegava, secando as mãos molhadas no guardanapo, dizendo: “bem, você pode dar uma olhadinha na porta do armário da lavanderia? não está fechando direito, tem alguma coisa pegando”.Ele então procurava a caixa de ferramentas, subia na cadeira, abria e fechava a porta muitas vezes. A essa altura minha mãe já estava em pé, do lado dele, perguntando: o que será que é? é a trinca que enferrujou? Algum parafuso solto? Será que caiu alguma coisa no vão e a gente não percebeu?Meu pai respondia um “não sei”, porque ele não sabia mesmo. O problema visível era: a porta não estava fechando. Mas o motivo pelo qual isso estava acontecendo, não dava para identificar a olho nu, era algo mais escondido. E talvez por isso que essa memória tenha me voltado, quando eu pensava numa pergunta que eu recebi: como faz para dar continuidade nas coisas sem se sabotar? Como pensar em não desistir ou procrastinar? As respostas a que eu cheguei, eu conto nesse episódio.PUBLICIDADE: EBACLink: https://ebac.me/f5fe19CUPOM: NAT200 (para R$ 200 de desconto)Apoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisasPalestra em Curitiba:https://www.sympla.com.br/evento/natalia-sousa-em-curitiba-palestra-medo-de-dar-certo/3163529?referrer=www.google.com&referrer=www.google.comMEU LIVRO: Medo de dar certo: Como o receio de não conseguir sustentar uma posição de sucesso pode paralisar você | Amazon.com.brApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisasPara concorrer o livro “O que não estou vendo?” da Emma Reed Turrell:https://docs.google.com/forms/d/1ZrXndaU3PnCeYnhhoBL63knIPlggBff8w5ytIeRJf5w/edit
Nesta mensagem ministrada no MAP Curitiba, Melqui Moreira nos conduz por uma profunda reflexão a partir de João 21, mostrando como é possível viver um “déjà vu espiritual”: repetir os mesmos ciclos, voltar aos mesmos lugares e enfrentar as mesmas frustrações, mesmo depois de já ter caminhado com Jesus.Ao comparar a pesca de João 21 com a de Lucas 5, a mensagem revela que, embora os cenários pareçam iguais, os momentos são completamente diferentes. Em Lucas 5, Pedro está sendo chamado. Em João 21, Pedro está em crise de fé, identidade e chamado após negar Jesus e enfrentar a incerteza do futuro.Quando não sabemos para onde ir, tendemos a voltar para aquilo que conhecemos. Foi assim com Pedro, foi assim com o povo de Israel no deserto, e muitas vezes é assim conosco. Mas o evangelho não nos permite permanecer no mesmo lugar. Ele é Jesus entrando na nossa “praia” para nos reposicionar.Essa palavra nos confronta com uma verdade essencial: enquanto nossa nova identidade em Cristo for apenas informação, continuaremos voltando ao mesmo mar. O chamado de Deus só se torna real quando é assumido, vivido e praticado.Jesus pergunta a Pedro: “Você me ama?”E a resposta vem com um envio: “Apascenta as minhas ovelhas.”Esta mensagem é um convite a sair do ciclo do “mais do mesmo”, abandonar os lugares de falsa segurança e assumir, com coragem, o chamado e a identidade que Deus nos confiou.
Caos em corrida noturna em Curitiba chamda Ilumina Paraná, patrocinada pela Copel companhia de energia do estado, teve falta de iluminação e até atropelamento; ângulos do caos que aconteceu na largada dos 10km de Castelló na Espanha; Pronto, acabou a espera: as inscrições para a Corrida Cidade de Aracaju tem data de abertura; estão abertas as inscrições pra Tribuna de Santos, os 10k mais rápidos do Brasil e, agora vc pode assinar o Strava por Pix! Nossos links - https://linktr.ee/corridanoar O Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
Send us your feedback — we're listening“Psalm 91:11 — Jesus, Guide My Steps Through This Midday Pressure and Steady My Heart” Psalm 91:11 (NIV): “For He will command His angels concerning you to guard you…” John 10:10 (NIV): “I have come that they may have life, and have it to the full.” Ao vivo de Londres, Inglaterra para Curitiba (Brasil) • Porto (Portugal) • Dundo (Angola) • Quelimane (Moçambique) • Delhi (Índia) Live from London, England to Curitiba, Porto, Dundo, Quelimane, Delhi proteção divina • decisões difíceis • direção segura • vida abundante divine protection • difficult decisions • safe direction • abundant life Jesus, as midday arrives and the weight of the day gathers around me, I bring You the decisions, pressures, and uncertainties that rise at this hour. Some choices are clear, others feel complex, and a few linger unresolved. Your word tells me that You command Your angels to guard me. “Ele dará ordens aos Seus anjos para me protegerem.” Let this promise settle into my spirit as responsibilities pull me in many directions. Guard my steps from confusion. Guard my thoughts from rushing ahead. Guard my heart from the strain that builds silently through the middle of the day. Your voice in John reminds me of the life You came to give—full, steady, rich with purpose. Jesus, I ask You to guide me into that fullness even when pressure forms around me. A Tua direção segura ilumina meus caminhos. When I cannot see the whole picture, show me the next step. When my mind feels overloaded, bring clarity. When fear suggests the wrong direction, silence it with Your peace. Shape my decisions so they grow from wisdom, not worry; from faith, not fear. As the afternoon unfolds, hold my heart steady. Lift the invisible burdens I carry alone. Renew my strength where it has begun to fade. Let Your peace move into my breathing, into my thinking, and into every choice I must make. Jesus, walk with me through this midday pressure. Stand beside me when doubts try to rise. Lead me into a place of rest, confidence, and clarity. Let Your presence be the compass that directs my steps and the light that steadies my spirit. Guide me, Jesus. Guard me. And let the fullness of Your life shape the path before me. oração do meio-dia, direção segura, vida abundante, proteção divina, Psalm 91 guidance, Brazil devotional, midday prayer oração do meio-dia, direção segura, Psalm 91 guidance, Brazil devotion, midday prayer, vida abundante, Jesus my guideSupport the showFor more inspiring content, visit RBChristianRadio.net — your home for daily devotionals, global prayer, and biblical encouragement for every season of life. We invite you to connect with our dedicated prayer hub at DailyPrayer.uk — a place where believers from every nation unite in prayer around the clock. If you need prayer, or would like to leave a request, this is the place to come. Our mission is simple: to pray with you, to stand with you, and to keep the power of prayer at the centre of everyday life. Your support through DailyPrayer.uk helps us continue sharing the gospel and covering the nations in prayer. You can also discover our ministry services and life celebrations at LifeCelebrant.net — serving families with faith, dignity, and hope. If this devotional blesses you, please consider supporting our listener-funded mission by buying us a coffee through RBChristianRadio.net. Every prayer, every gift, and every share helps us keep broadcasting God's Word to the world.
Send us your feedback — we're listening“Psalm 91:11 — Jesus, Walk Into My Afternoon and Give Me Wisdom for the Paths I Do Not Yet See” Psalm 91:11 (NIV): “For He will command His angels concerning you to guard you…” James 1:5 (NIV): “If any of you lacks wisdom, you should ask God… and it will be given to you.” Ao vivo de Londres, Inglaterra para Curitiba (Brasil) • Aveiro (Portugal) • Dundo (Angola) • Chimoio (Moçambique) • Delhi (Índia) Live from London, England to Curitiba, Aveiro, Dundo, Chimoio, Delhi proteção divina • sabedoria prática • caminhos iluminados • direção segura divine protection • practical wisdom • illuminated paths • safe direction Jesus, as midday arrives and the weight of decisions begins to shape the hours ahead, I turn to You for wisdom that goes deeper than my understanding. Some choices feel small, others feel heavy, but all of them need Your guidance. Your promise declares: “Ele dará ordens aos Seus anjos para te guardarem.” These words remind me that I am not navigating this afternoon alone. Your protection surrounds me, even when the way forward feels uncertain or hidden. Let Your presence steady my heart and open my eyes to the quiet leading of Your Spirit. You invite me to ask for wisdom, not reluctantly but boldly, believing that You give generously without finding fault. “Dá-me sabedoria para este dia.” Jesus, give me the wisdom I need for this moment, for this hour, for this path that unfolds before me. Clear my thinking where it feels clouded. Bring peace where I feel tension. Light the steps that seem dim or confusing. Help me discern what to hold and what to release, what to say and what to stay silent about, what to move toward and what to step away from. As I continue through this afternoon, let Your guidance rest gently on my decisions. Shape my motives, guard my heart, and steady my emotions. “Ilumina meus caminhos com Tua verdade.” Illuminate my paths with Your truth, and let Your peace rule every decision I make. Jesus, be the One who walks beside me, the One who steadies my steps, the One who leads me into clarity and courage. And as I trust You, let this day unfold with purpose, direction, and the quiet assurance that Your wisdom is my strength. midday prayer, sabedoria divina, Psalm 91 protection, decision-making prayer, Brazil devotional, direction and clarity, 12PM worship momentmidday prayer, Psalm 91, wisdom, decision making, Brazil devotional, Portuguese prayer, afternoon guidanceSupport the showFor more inspiring content, visit RBChristianRadio.net — your home for daily devotionals, global prayer, and biblical encouragement for every season of life. We invite you to connect with our dedicated prayer hub at DailyPrayer.uk — a place where believers from every nation unite in prayer around the clock. If you need prayer, or would like to leave a request, this is the place to come. Our mission is simple: to pray with you, to stand with you, and to keep the power of prayer at the centre of everyday life. Your support through DailyPrayer.uk helps us continue sharing the gospel and covering the nations in prayer. You can also discover our ministry services and life celebrations at LifeCelebrant.net — serving families with faith, dignity, and hope. If this devotional blesses you, please consider supporting our listener-funded mission by buying us a coffee through RBChristianRadio.net. Every prayer, every gift, and every share helps us keep broadcasting God's Word to the world.
Send us your feedback — we're listeningPsalm 91:11 — Jesus, Guide My Steps Through This Afternoon and Stand With Me in Every Decision Psalm 91:11 (NIV): “For He will command His angels concerning you to guard you…” John 16:33 (NIV): “In this world you will have trouble. But take heart! I have overcome the world.” Ao vivo de Londres, Inglaterra para Curitiba (Brasil) • Braga (Portugal) • Lubango (Angola) • Quelimane (Moçambique) • Delhi (Índia) Live from London, England to Curitiba, Braga, Lubango, Quelimane, Delhi proteção divina • decisões difíceis • direção segura • coragem para continuar divine protection • difficult decisions • safe direction • courage to continue Jesus, as the middle of the day unfolds and decisions begin to gather around me, I bring every step of this afternoon into Your hands. Sometimes the pressures of the day press closer in these hours, when strength begins to fade and clarity is tested. In these moments, I ask You to guide my path with direção segura, the safe direction that keeps my heart calm and centred. Senhor, caminha comigo — Lord, walk with me — through every choice, every conversation, every moment that requires wisdom greater than my own. You promise that Your angels guard those who trust in You, so I rest beneath proteção divina, believing that You are surrounding my steps with Your care. Jesus, where uncertainty rises, speak peace; where fear tries to influence my decisions, remind me that You have already overcome the troubles of this world. Que a paz de Jesus firme meus passos — may the peace of Jesus steady my steps — and keep me anchored when circumstances feel unpredictable. You know the challenges waiting ahead; You know the weight each decision can carry. Meet me here in the middle of the day and strengthen me with quiet courage. Let coragem para continuar shape my heart, reminding me that You never leave me to walk alone. Jesus, guide my afternoon with wisdom, protect my spirit from anxiety, and lead me with clarity. Amen. tarde com Jesus • sabedoria prática • direção espiritual • descanso do coração afternoon with Jesus • practical wisdom • spiritual direction • rest for the heart midday prayer, Psalm 91 guidance prayer, Christian decision-making prayer, Portuguese devotional prayer, Brazil worship devotional, Jesus afternoon prayer, spiritual clarity, emotional strengthSupport the showFor more inspiring content, visit RBChristianRadio.net — your home for daily devotionals, global prayer, and biblical encouragement for every season of life. We invite you to connect with our dedicated prayer hub at DailyPrayer.uk — a place where believers from every nation unite in prayer around the clock. If you need prayer, or would like to leave a request, this is the place to come. Our mission is simple: to pray with you, to stand with you, and to keep the power of prayer at the centre of everyday life. Your support through DailyPrayer.uk helps us continue sharing the gospel and covering the nations in prayer. You can also discover our ministry services and life celebrations at LifeCelebrant.net — serving families with faith, dignity, and hope. If this devotional blesses you, please consider supporting our listener-funded mission by buying us a coffee through RBChristianRadio.net. Every prayer, every gift, and every share helps us keep broadcasting God's Word to the world.
Send us your feedback — we're listening“Psalm 91:11 — Jesus, Go Before Me and Guide Every Decision I Must Make Today” Ao vivo de Londres, Inglaterra para Curitiba (Brasil) • Funchal (Portugal) • Lubango (Angola) • Nampula (Moçambique) • Delhi (Índia) Live from London, England to Curitiba, Funchal, Lubango, Nampula, Delhi proteção divina • decisões importantes • direção espiritual • segurança interior divine protection • important decisions • spiritual direction • inner safety Psalm 91:11 (NIV): “For He will command His angels concerning you to guard you…” John 10:27 (NIV): “My sheep listen to My voice; I know them, and they follow Me.” Jesus, in this midday hour when the world is fully awake and decisions wait for attention, we look to You for guidance that is steady and sure. Across Curitiba, Funchal, Lubango, Nampula, and Delhi, people are stepping into moments that require clarity, wisdom, and courage. Some decisions feel straightforward, others feel heavy, and a few carry the weight of long-term consequence. Yet You speak of a voice that leads, a Shepherd who knows His people and guides them with care. As listeners pause in this noon moment, let their hearts become quiet enough to sense Your direction. Where uncertainty has clouded the mind, bring a clear path. Where fear has complicated choices, bring the peace that settles confusion. For the one who feels pressure to decide quickly, steady their thoughts. For the one overwhelmed by too many options, narrow the way with gentle clarity. And for those who feel alone in their responsibility, surround them with the assurance that You go before them, and Your protection covers every step. Jesus, let the decisions made this afternoon be shaped by Your wisdom, anchored in Your peace, and strengthened by the quiet confidence that You are guiding from within. And as each listener walks into the rest of this day, let them know deep within that the One who guards their life also guides their choices. midday guidance • spiritual wisdom • emotional steadiness • Jesus leads clearly • peace in decisions Psalm 91, Midday Prayer, Decision Making, Brazil Devotional, Jesus GuidesSupport the showFor more inspiring content, visit RBChristianRadio.net — your home for daily devotionals, global prayer, and biblical encouragement for every season of life. We invite you to connect with our dedicated prayer hub at DailyPrayer.uk — a place where believers from every nation unite in prayer around the clock. If you need prayer, or would like to leave a request, this is the place to come. Our mission is simple: to pray with you, to stand with you, and to keep the power of prayer at the centre of everyday life. Your support through DailyPrayer.uk helps us continue sharing the gospel and covering the nations in prayer. You can also discover our ministry services and life celebrations at LifeCelebrant.net — serving families with faith, dignity, and hope. If this devotional blesses you, please consider supporting our listener-funded mission by buying us a coffee through RBChristianRadio.net. Every prayer, every gift, and every share helps us keep broadcasting God's Word to the world.
Com um lindo gol do meia Rodrigo Garro, o Corinthians venceu o Athletico-PR por 1 a 0, na Arena da Baixada, em Curitiba, e chegou a quinta colocação do Campeonato Brasileiro, com seis pontos em três partidas disputadas. Neste episódio, Vitor Chicarolli e Careca Bertaglia analisam o desempenho da equipe de Dorival Júnior na capital paranaense e discutem possíveis mudanças na escalação para as quartas de final do Paulistão, contra a Portuguesa, domingo, no Canindé. Dá o play!
Send us your feedback — we're listening“Psalm 91:11 — Jesus, Go Before Me and Guard Every Step I Take Today” Psalm 91:11 (NIV): “For He will command His angels concerning you to guard you in all your ways.” John 16:13 (NIV): “But when He, the Spirit of truth, comes, He will guide you into all the truth.” Ao vivo de Londres, Inglaterra para Curitiba (Brasil) • Porto Alegre (Brasil) • Funchal (Portugal) • Lubango (Angola) • Delhi (Índia) Live from London, England to Curitiba, Porto Alegre, Funchal, Lubango, Delhimproteção divina • decisões difíceis • direção do Espírito • segurança emocional divine protection • difficult decisions • Spirit-led direction • emotional safety Jesus, as midday arrives and the weight of decisions begins to settle on my shoulders, I turn my attention toward You before anything else guides the direction of my heart. This hour often carries both pressure and possibility. Across Brazil and beyond, people pause in the middle of their day feeling stretched, unsure, or overwhelmed. Yet Your promise meets this moment with strength: You command Your angels to guard us, and by Your Spirit You lead us into truth. Nothing about this day has taken You by surprise, and nothing I face is outside Your care. Jesus, walk before me. Go into the places I cannot see. Guard the steps I take, the conversations I enter, and the decisions I must make. When my thoughts race and options feel unclear, steady me with Your peace. Let the Holy Spirit guide me gently, turning my attention toward what is wise, healthy, and grounded in Your love. Protect me from rushing ahead in fear or hesitation. Help me sense the quiet nudge of Your direction, especially when I feel unsure or alone. Surround my emotions with calm so I can think clearly and choose well. If this day brings challenges, remind me that I am not without help. If the path bends unexpectedly, show me that You are already standing there, offering strength and reassurance. Where I feel stretched, fill me again with hope. Where I feel weary, lift my spirit with the promise that You go before me, You stay beside me, and You guard every step I take. Jesus, lead my heart, guide my choices, and keep me steady for the rest of this day. proteção diária, Psalm 91 Brasil, direção do Espírito Santo, decisões difíceis oração, Jesus guia minha vida, devotional Brazil, segurança emocional, midday prayer, spiritual clarity, Portuguese Christian devotional Brazil devotional prayer, Psalm 91:11 encouragement, John 16:13 Holy Spirit guidance, midday ChrisSupport the showFor more inspiring content, visit RBChristianRadio.net — your home for daily devotionals, global prayer, and biblical encouragement for every season of life. We invite you to connect with our dedicated prayer hub at DailyPrayer.uk — a place where believers from every nation unite in prayer around the clock. If you need prayer, or would like to leave a request, this is the place to come. Our mission is simple: to pray with you, to stand with you, and to keep the power of prayer at the centre of everyday life. Your support through DailyPrayer.uk helps us continue sharing the gospel and covering the nations in prayer. You can also discover our ministry services and life celebrations at LifeCelebrant.net — serving families with faith, dignity, and hope. If this devotional blesses you, please consider supporting our listener-funded mission by buying us a coffee through RBChristianRadio.net. Every prayer, every gift, and every share helps us keep broadcasting God's Word to the world.
Um impressionante caso de avistamento coletivo em Curitiba!=== ACESSE NOSSO CANAL NO YOUTUBE ===https://www.youtube.com/@paranormalfm=== LOJA DE CAMISAS OFICIAS PNFM ===https://reserva.ink/paranormalfm=== APOIE O PARANORMAL FM ===Quer se tornar um apoiador deste projeto e nos ajudar a continuar melhorando a qualidade, além e se tornar uma peça importante na viabilização muitos outros projetos em diferentes mídias? Entre no nosso Apoia-se e faça parte da família Paranormal FM!https://apoia.se/paranormalfm=== Siga Paranormal FM nas redes sociais ===Instagram, Twitter e Facebook: @ParanormalFMEmail: paranormalfmpodcast@gmail.comSiga e avalie o Paranormal FM nas plataformas de streaming!Apresentação: Fernando Ribas e Leonardo MarquesVinhetas e Formato: Fernando RibasPauta: Luana MachadoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
In this edition of THE INTELLIGENT COMMUNITY: The Soul of the City, ICF Co-Founder Lou Zacharilla gives speaks with Dario Paixão, CEO of the Curitiba Agency for Economic Development and Innovation, Curitiba, Brazil. The ICF trilogy of conversations with the three cities that will host this year's Awards announcements and conferences begins in Brazil, where Curitiba's former City Secretary for Economic Development, Innovation, and Artificial Intelligence talks to Lou about the remarkable success and innovations (yes, they really have had fast buses for years!) in the first Brazilian location to be named Intelligent Community of the Year (2024).
Nesta semana, Denis Botana e Danilo Silvestre falam sobre os primeiros jogos de James Harden pelo Cleveland Cavaliers. Dá pra colocar o time mais perto da final do Leste? Também falaremos da estreia de Jaren Jackson Jr pelo Utah Jazz e de como ele não vai mais jogar na temporada, fazendo o tanking voltar a ser assunto na NBA. Utah Jazz e Indiana Pacers foram multados nesta semana por como tentaram perder de propósito. Outros temas serão o novo formato do All-Star Game, a dispensa de Jeremy Sochan pelo San Antonio Spurs, os grandes jogos de Cam Thomas e Ousmane Dieng pelo Milwaukee Bucks e a polêmica de Giannis Antetokounmpo se tornando acionista de um "mercado de previsões".No Both Teams Played Hard lemos histórias sobre o Bola Presa ajudando um restaurante em Curitiba e um canal de corrida de rua.....NESTE EPISÓDIO Introdução do tema - 0:45 Carinha do Jabá - 3:40 James Harden - 5:56 Detroit Pistons e briga - 20:25 Jeremy Sochan dispensado - 29:50 Cam Thomas, Ousmane Dieng e Bucks - 41:28 Giannis e as apostas - 51:15 Jazz, Pacers e tanking - 1:00:03 All-Star Game - 1:14:51 Both Teams Played Hard - 1:26:06...|OS PARÇAS DO BOLA PRESA|ASSINE O BOLA PRESA E RECEBA CONTEÚDO EXCLUSIVO Por R$30 por mês você tem grupo no zap, bingo e mais de 100 podcasts exclusivos extras .CAMISETAS INSIDER Com nosso cupom BOLAPRESA você tem 15% OFF, já aplicado automático se usar o link abaixo:
Editorial: Internação involuntária, drogas e omissão.
Heverton Anunciação e Universidade do Consumidor te inspiram a inovar na relação empresa e clientes
Diretamente de Curitiba, eu entrevistei Amanda Albuquerque, @amandabaristaaEla é Referência brasileira na experiência de Café e Barista. O que todos devem aprender com a experiência de consumidor, produzir e viver café?Café é Produto, Serviço ou Paixão?Assista a integra desta minha entrevista em nosso canal do youtube.. Esta e outras centenas de debates riquíssimos. https://youtu.be/tvG-AoDKZpQ@amandabaristaa@hevertonsa@universidadedoconsumidor #atendimentoaocliente #experienciadocliente #inovação #customerexperience #callcenter #crm #ciênciadedados #satisfaçãodocliente #jornadadocliente #consumidor #ouvidoria #marketing #empreendedorismo #vendas #sucessodoocliente #cafe #barista
Toda quarta-feira, o Direto ao Ponto conta com a participação da especialista em Mídias Sociais e Negócios na Internet, Fernanda Musardo. Em seu comentário, diretamente de Curitiba, a colunista fala sobre inovação e tecnologia. Nesta semana, o assunto foi as novas formas de relacionamento dos usuários com conteúdos de áudio.
Toda quarta-feira, o Direto ao Ponto conta com a participação da especialista em Mídias Sociais e Negócios na Internet, Fernanda Musardo. Em seu comentário, diretamente de Curitiba, a colunista fala sobre inovação e tecnologia. Nesta semana, o assunto foi as novas formas de relacionamento dos usuários com conteúdos de áudio.
A Polícia Federal descobriu, durante busca e apreensão na 13ª Vara Federal de Curitiba, a prova documental de que o ex-juiz Sergio Moro grampeou conversas de delatores com autoridades que só poderiam ser investigadas e julgadas por tribunais superiores. A informação foi revelada pela repórter e colunista do UOL Daniela Lima, que teve acesso à íntegra do grampo feito em 2005 ao então presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR), Heinz Herwig, e ao despacho judicial, que comprovam a ordem de monitoramento. Neste episódio do podcast UOL Prime, Daniela Lima conta ao apresentador José Roberto de Toledo sobre o que há no material apreendido e investigado pela PF, como a transcrição de escutas e relatórios de inteligência escondidos por 20 anos nas gavetas da 13ª Vara Federal de Curitiba. Parte relevante desse material nunca foi juntada aos autos. #uolprime #PodcastUOLPrime
Ano passado, eu fiz um post no meu instagram. Não me lembro, agora, sobre o que era, mas uma moça deixou um comentário que trazia uma única pergunta: "como eu faço para me conhecer?"Na hora, me vieram várias possíveis respostas, mas logo em seguida, eu comecei a achar essa pergunta muito mais profunda do que ela parecia, então anotei num bloco de notas, pensando: depois eu volto para ela. Daí que hoje, meu inconsciente trouxe de volta uma cena. E eu achei que essas duas coisas, que são aparentemente desconexas uma da outra, são a resposta que eu queria dar para essa moça.É por aí que vai o episódio dessa semana, cê vem? Nessa quarta-feira no @spotifybrasil e em todos os agregadores de podcast.edição: @valdersouza1 identidade visual: @amandafogacatexto: @natyopsPUBLICIDADE: INSIDERCUPOM: NOMEASCOISASLINK: https://creators.insiderstore.com.br/NOMEASCOISAS*Palestra em BH 28/01: Natália Sousa em Belo Horizonte - Palestra "Medo de Dar Certo"Palestra em Curitiba 21/03: Natália Sousa em Curitiba - Palestra "Medo de Dar Certo"*MEU LIVRO: Medo de dar certo: Como o receio de não conseguir sustentar uma posição de sucesso pode paralisar você | Amazon.com.brApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisas
Toda quarta-feira, o Direto ao Ponto conta com a participação da especialista em Mídias Sociais e Negócios na Internet, Fernanda Musardo. Em seu comentário, diretamente de Curitiba, a colunista fala sobre inovação e tecnologia. Nesta semana, o assunto foi a bolha dos algoritmos e feed como curadoria forçada para o usuário.
Toda quarta-feira, o Direto ao Ponto conta com a participação da especialista em Mídias Sociais e Negócios na Internet, Fernanda Musardo. Em seu comentário, diretamente de Curitiba, a colunista fala sobre inovação e tecnologia. Nesta semana, o assunto foi a bolha dos algoritmos e feed como curadoria forçada para o usuário.
O OVERTIME 179 chega para falar sobre o título do MIBR no Circuit X em Curitiba, além de abordar o tema IEM Krakow 2026. Três equipes brasileiras na disputa, poderemos sair com o título?
Em uma temporada em que o Brasil volta a ocupar espaço de destaque nas grandes premiações, de festivais europeus a Hollywood, os artistas da voz também entram em cena. No último fim de semana, mais de duas dezenas de brasileiros participaram da premiação do 12º SOVAS (Society of Voice Arts & Sciences) Voice Awards, conhecido como o “Oscar da voz”. O paranaense Sebastian Zancanaro consolidou esse protagonismo ao estabelecer o recorde da noite e aparecer, com sua equipe, em 11 indicações e vencer em duas categorias. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles A cerimônia premia profissionais de dublagem, locução, audiolivros, animação, publicidade e audiodescrição e aconteceu no mesmo palco em que, no domingo anterior, Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho receberam o Globo de Ouro, em Beverly Hills. “Receber o SOVAS é uma honra imensa. Esse prêmio tem um peso real em Hollywood porque celebra a excelência da voz e de quem vive contando histórias. Estar aqui cercado pelos melhores dos melhores da nossa indústria me inspira, contagia e eleva o nosso trabalho, eleva o meu trabalho. Representar o Brasil e a nossa comunidade nesse espaço é motivo de muito orgulho”, conta Sebastian. No SOVAS deste ano, cinco projetos produzidos pelo brasileiro — três longas-metragens e duas séries — chegaram à lista final. As indicações vieram pelo trabalho como produtor e diretor de elenco, e as estatuetas vieram por “Escape From ISIS” e “Crônicas de Exorcismo: O Início”. Este é o segundo ano consecutivo em que Sebastian é indicado ao SOVAS. Em 2025, ele já havia levado duas estatuetas pelo trabalho no filme “Deep Sea”. De Ponta Grossa a Hollywood A trajetória do brasileiro começou cedo e longe dos estúdios californianos. “Nasci em Ponta Grossa, no Paraná, e fiz teatro lá. Com 14 anos, peguei carteira profissional como ator. Então fiz muito teatro, escrevi também peças, poesias e tinha alguns membros da minha família que também faziam parte do teatro em Curitiba. Sempre tive essa paixão, essa curiosidade pelas artes. Sempre quis morar nos Estados Unidos, porque eu tinha uma paixão, uma afinidade muito grande pela língua inglesa, e com 18 anos eu vim para cá, na década de 1990”, relembra. Nos Estados Unidos, Zancanaro se formou pela Academia Americana de Artes Dramáticas, em Nova York, mas fincou residência em Los Angeles, onde há duas décadas se dedica a tudo o que envolve voz e atuação. Já trabalhou em grandes produções internacionais de animação, como A Era do Gelo, e em produções gravadas integralmente em seus estúdios, como Diário de um Banana. Hoje, a maioria de seus projetos é na língua inglesa, mas ele também já fez conteúdos em português para televisão e streaming. “Acho que um dos projetos de que eu mais gostei foi a série de época O Nome da Rosa, que foi para o Brasil, inclusive; a dublagem, a gente fez bem antes da pandemia. Foi um projeto supercorrido, mas tinha um roteiro maravilhoso, com uma qualidade muito boa e um time maravilhoso, com Jonas Torres, Erik Marmo, Eduardo Carvalho e Carlos Machado.” À frente de um estúdio que realiza dublagens e gravações de voz para cinema e TV, Zancanaro divide o tempo entre produção, direção de elenco e escrita. O próximo passo, admite, é assumir mais projetos como diretor e roteirista, talvez fazendo ainda mais essa ponte Hollywood–Brasil. “Fico feliz em fazer parte dessa comunidade aqui em Hollywood, que está sendo reconhecida no Globo de Ouro, no Oscar, no SOVAS. Muitos atores brasileiros — Mabel César, por exemplo, que ganhou no SOVAS o prêmio de diretora de dublagem em inglês pelo filme Homem com H (Netflix) — e eu ganhando a premiação também como diretor de elenco. Fico muito, muito inspirado para continuar fazendo trabalhos de qualidade, não só em Hollywood, mas no Brasil também, quem sabe um dia.” Na avaliação de Zancanaro, Califórnia e Brasil “estão com tudo”, e os artistas brasileiros estão ajudando a criar essa ponte de acesso à cultura e à arte, para fazer projetos de excelência para audiências globais.
Em uma temporada em que o Brasil volta a ocupar espaço de destaque nas grandes premiações, de festivais europeus a Hollywood, os artistas da voz também entram em cena. No último fim de semana, mais de duas dezenas de brasileiros participaram da premiação do 12º SOVAS (Society of Voice Arts & Sciences) Voice Awards, conhecido como o “Oscar da voz”. O paranaense Sebastian Zancanaro consolidou esse protagonismo ao estabelecer o recorde da noite e aparecer, com sua equipe, em 11 indicações e vencer em duas categorias. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles A cerimônia premia profissionais de dublagem, locução, audiolivros, animação, publicidade e audiodescrição e aconteceu no mesmo palco em que, no domingo anterior, Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho receberam o Globo de Ouro, em Beverly Hills. “Receber o SOVAS é uma honra imensa. Esse prêmio tem um peso real em Hollywood porque celebra a excelência da voz e de quem vive contando histórias. Estar aqui cercado pelos melhores dos melhores da nossa indústria me inspira, contagia e eleva o nosso trabalho, eleva o meu trabalho. Representar o Brasil e a nossa comunidade nesse espaço é motivo de muito orgulho”, conta Sebastian. No SOVAS deste ano, cinco projetos produzidos pelo brasileiro — três longas-metragens e duas séries — chegaram à lista final. As indicações vieram pelo trabalho como produtor e diretor de elenco, e as estatuetas vieram por “Escape From ISIS” e “Crônicas de Exorcismo: O Início”. Este é o segundo ano consecutivo em que Sebastian é indicado ao SOVAS. Em 2025, ele já havia levado duas estatuetas pelo trabalho no filme “Deep Sea”. De Ponta Grossa a Hollywood A trajetória do brasileiro começou cedo e longe dos estúdios californianos. “Nasci em Ponta Grossa, no Paraná, e fiz teatro lá. Com 14 anos, peguei carteira profissional como ator. Então fiz muito teatro, escrevi também peças, poesias e tinha alguns membros da minha família que também faziam parte do teatro em Curitiba. Sempre tive essa paixão, essa curiosidade pelas artes. Sempre quis morar nos Estados Unidos, porque eu tinha uma paixão, uma afinidade muito grande pela língua inglesa, e com 18 anos eu vim para cá, na década de 1990”, relembra. Nos Estados Unidos, Zancanaro se formou pela Academia Americana de Artes Dramáticas, em Nova York, mas fincou residência em Los Angeles, onde há duas décadas se dedica a tudo o que envolve voz e atuação. Já trabalhou em grandes produções internacionais de animação, como A Era do Gelo, e em produções gravadas integralmente em seus estúdios, como Diário de um Banana. Hoje, a maioria de seus projetos é na língua inglesa, mas ele também já fez conteúdos em português para televisão e streaming. “Acho que um dos projetos de que eu mais gostei foi a série de época O Nome da Rosa, que foi para o Brasil, inclusive; a dublagem, a gente fez bem antes da pandemia. Foi um projeto supercorrido, mas tinha um roteiro maravilhoso, com uma qualidade muito boa e um time maravilhoso, com Jonas Torres, Erik Marmo, Eduardo Carvalho e Carlos Machado.” À frente de um estúdio que realiza dublagens e gravações de voz para cinema e TV, Zancanaro divide o tempo entre produção, direção de elenco e escrita. O próximo passo, admite, é assumir mais projetos como diretor e roteirista, talvez fazendo ainda mais essa ponte Hollywood–Brasil. “Fico feliz em fazer parte dessa comunidade aqui em Hollywood, que está sendo reconhecida no Globo de Ouro, no Oscar, no SOVAS. Muitos atores brasileiros — Mabel César, por exemplo, que ganhou no SOVAS o prêmio de diretora de dublagem em inglês pelo filme Homem com H (Netflix) — e eu ganhando a premiação também como diretor de elenco. Fico muito, muito inspirado para continuar fazendo trabalhos de qualidade, não só em Hollywood, mas no Brasil também, quem sabe um dia.” Na avaliação de Zancanaro, Califórnia e Brasil “estão com tudo”, e os artistas brasileiros estão ajudando a criar essa ponte de acesso à cultura e à arte, para fazer projetos de excelência para audiências globais.
Nessa noite, eu sonhei que eu fazia algo muito legal para uma pessoa que estava se tornando minha amiga. Era alguém com quem eu estava construindo uma relação de amizade. Então, por estar feliz com aquela situação, eu fazia algo legal para ela. Em retribuição, ela dizia, super animada, que ia gravar uma mensagem numa caixa postal para mim. E eu dizia: “não, não precisa, imagina, não precisa se preocupar, não tem porque se incomodar com isso.”Aí ela dizia: “não, deixa eu gravar….deixa eu gravar, porque quando você precisar, você ouve”. E eu retrucava falando: “mas não precisa”. E então ela dizia: “Nat, me deixa construir essa relação com você”. O que poderia ser também: me deixa fazer esse esforço também. Me deixa investir tempo nisso também. Você não precisa se esforçar sozinha. E aí eu acordei. E quando eu acordei, eu entendi que aquele sonho era uma resposta para o que tinha acontecido no dia anterior.Mas para isso fazer algum sentido, eu vou ter que te contar o que aconteceu antes. É por aí que vai o episódio dessa semana, cê vem?PUBLICIDADE: PETLOVECupom: PARADARNOMEASCOISAS50Contrate aqui: https://saude.petlove.com.br/?promocao=influencer&utm_source=spotify&utm_medium=influencer&utm_campaign=paradarnomeascoisas"Promoção por tempo limitado, não acumulativo com outras promoções. Consulte a disponibilidade na sua região. Mais informações no site da Petlove"PALESTRAS:Palestra em BH 28/01: https://www.sympla.com.br/evento/natalia-sousa-em-belo-horizonte-palestra-medo-de-dar-certo/3040757?referrer=www.google.comPalestra em Curitiba 21/03: https://www.sympla.com.br/evento/natalia-sousa-em-curitiba-palestra-medo-de-dar-certo/3163529?referrer=www.google.com&referrer=www.google.comMEU LIVRO: Medo de dar certo: Como o receio de não conseguir sustentar uma posição de sucesso pode paralisar você | Amazon.com.brApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisas
Toda quarta-feira, o Direto ao Ponto conta com a participação da especialista em Mídias Sociais e Negócios na Internet, Fernanda Musardo. Em seu comentário, diretamente de Curitiba, a colunista fala sobre inovação e tecnologia. Nesta semana, o assunto foi o uso do TikTok como ferramenta de divulgação da Copa do Mundo pela FIFA.
Toda quarta-feira, o Direto ao Ponto conta com a participação da especialista em Mídias Sociais e Negócios na Internet, Fernanda Musardo. Em seu comentário, diretamente de Curitiba, a colunista fala sobre inovação e tecnologia. Nesta semana, o assunto foi o uso do TikTok como ferramenta de divulgação da Copa do Mundo pela FIFA.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (16): O ex-presidente Jair Bolsonaro passou a primeira noite na chamada Papudinha, área localizada dentro de um batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, onde cumprirá pena de 27 anos por tentativa de golpe. Ele estava detido na Superintendência da Polícia Federal desde 22 de novembro, após ser preso preventivamente por tentar violar a tornozeleira eletrônica. A transferência foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes depois de reclamações da família e da defesa sobre as condições da cela na PF, como o barulho constante do ar-condicionado. Na nova unidade, Bolsonaro ficará sozinho em um espaço de 64 metros quadrados, cinco vezes maior que o anterior, com quarto, sala, banheiro, cozinha, lavanderia e área externa, além de acompanhamento médico, televisão e geladeira. A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) divulgou uma lista de igrejas e líderes evangélicos que tiveram pedidos de convocação, convite ou quebra e transferência de sigilo apresentados na CPMI do INSS. A iniciativa ocorreu após o pastor Silas Malafaia cobrar explicações da parlamentar, depois de ela afirmar que grandes igrejas e pastores estariam ligados a um esquema de fraudes envolvendo descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone com o presidente do Panamá, José Raúl Mulino, sobre a situação da Venezuela após a intervenção militar dos Estados Unidos no início do ano. A ligação, iniciada por Mulino, também abordou a agenda bilateral entre os dois países e a próxima visita oficial de Lula ao Panamá, prevista para o final deste mês. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na quarta-feira (14) que a Ucrânia está impedindo um possível acordo de paz para encerrar a guerra com a Rússia. Trump afirmou que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, estaria pronto para encerrar a invasão da Ucrânia, que já dura quase quatro anos. Segundo ele, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, seria mais reticente. Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta sexta-feira (16) mostra que 53% dos eleitores que conhecem Jair Bolsonaro avaliam o ex-presidente de forma negativa, enquanto 41% têm imagem positiva e 6% dizem não conhecê-lo. O levantamento ouviu 2.004 pessoas presencialmente, entre 8 e 11 de janeiro, e tem margem de erro de dois pontos percentuais. O presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Renan Calheiros (MDB-AL), anunciou nesta quinta-feira (15) a criação do grupo especial para acompanhar as investigações relacionadas aos fatos e condutas atribuídas ao Banco Master. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) reuniu-se com o ministro do STF, Gilmar Mendes, para negociar uma transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da cela na Superintendência da Polícia Federal para a prisão domiciliar. O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), afirmou que pode disputar a Presidência da República caso seu nome seja escolhido para liderar um “novo projeto de Brasil”. A declaração foi feita durante um evento no Palácio Iguaçu, em Curitiba. Apesar de admitir a possibilidade de candidatura, Ratinho Jr também disse que pode apoiar outro nome, destacando que a decisão não gira apenas em torno de pessoas, mas de um projeto político consistente para o país. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (15) que, caso os protestos no estado de Minnesota continuem, invocará a Lei de Insurreição para o estado. A lei, de 1807, autoriza o governo a fazer uso das Forças Armadas dentro de solo norte-americano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Eu quero aumentar a minha zona de conforto, mas para isso,eu preciso experimentar. Esse foi um dos principais aprendizados que eu tive no ano da experiência. O confortável não precisa ser um lugar pequeno, pode ser o mundo.Eu posso ter 10 sucos preferidos em vez de um - e para que? Porque quando eu tenho 10 sucos preferidos, eu tenho 10 chances de me satisfazer. O meu mundo interno fica maior, mais amplo. Então se não tem laranja, eu posso me satisfazer com abacaxi, limão e frutas vermelhas. Em vez de deixar minha vida apoiada num pilar só, ela pode ter vários.E aí você vai sacando que é sobre experimentar coisas novas, mas é sobre experimentar versões novas de você. Eu não quero me livrar do que é confortável, mas eu quero que o confortável seja cada vez mais largo, sabe? Mas para isso, é preciso aceitar se expandir nas pequenas coisas.É por aí que vai o primeiro episódio de 2026, você vem?edição: @valdersouza1 identidade visual: @amandafogacatexto: @natyopsApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisasPUBLICIDADE EBACCUPOM: coisas2026 (para R$ 200 de desconto)Link: https://ebac.me/4nq1
On this episode of The Sacramental Charismatic, I interview my good friend Leandro Gomes! Leandro is a Vineyard pastor in Curitiba, Brazil. He's an amazing pastor, thoughtful leader, and lover of good food! Find his church on Instagram: https://www.instagram.com/igrejavineyardcuritiba Igreja Vineyard Curitiba: https://vineyardcuritiba.com.br EQUIPPED CONFERENCE: http://bvequipped.eventbrite.com Check out "Deliverance" by Jon Thompson: https://amzn.to/49IybWU ❇️ Recommended John Wimber Books ❇️ "Power Healing," by John Wimber (https://amzn.to/2HiA3YV) "Power Evangelism,' by John Wimber (https://amzn.to/2TP6Nyd) "Power Points," by John Wimber (https://amzn.to/31NwqSC) "Everyone Gets to Play," by John Wimber (https://amzn.to/2Z4PJdf) "The Way In is the Way On," by John Wimber (https://amzn.to/2ZdiTCg) ❇️ Recommended Books ABOUT John Wimber ❇️ "John Wimber: The Way it Was," by Carol Wimber (https://amzn.to/2HiUFQJ) "Never Trust a Leader Without a Limp: The Wit and Wisdom of John Wimber," by Glenn Schroder (https://amzn.to/3PtHvSM) "Worshiping with the Anaheim Vineyard: The Emergence of Contemporary Worship," by Andy Park, Lester Ruth, & Cindy Rethmeier (https://amzn.to/31TDm0w) "Toronto in Perspective: Papers on the New Charismatic Wave of the 1990s," edited by David Hilborn (https://amzn.to/2L3nIsP) "John Wimber: His Influence & Legacy," edited by David Pytches (https://amzn.to/2ZfgbfC) || FOLLOW US || Website: https://sacramentalcharismatic.substack.com Luke IG: https://instagram.com/lukegeraty Luke Twitter: https://twitter.com/lukegeraty Wes IG: https://www.instagram.com/wesmac5 Wes Twitter: https://twitter.com/wesmac5 SUPPORT US BY SUBSCRIBING AND CONSIDERING BECOMING A PAID SUBSCRIBER!
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (06/01/2026): Dois dias após ser retirado à força de um complexo militar em Caracas, o ditador venezuelano deposto, Nicolás Maduro, compareceu a um tribunal em Manhattan ontem e se declarou inocente das acusações federais. Ele disse ser agora um “prisioneiro de guerra” dos EUA. Maduro, que foi capturado por comandos da Força Delta do exército no sábado e levado para os EUA com a mulher, Cilia Flores, vestia ontem uma camisa azul-marinho sobre o uniforme laranja de presidiário e fones de ouvido para tradução. “Sou inocente. Não sou culpado. Sou um homem decente. Ainda sou o presidente do meu país”, disse ele em espanhol. E mais: Política: Lula quer vetar projeto que reduz pena de Bolsonaro em ato do 8/1 Economia: TCU determina inspeção no BC com ‘máxima urgência’ para ver documentos sobre Master Internacional: Porta-voz da UE diz que acordo com Mercosul pode sair ‘em breve’ Metrópole: Imagem de satélite indica risco maior de crise hídrica na área da capitalSee omnystudio.com/listener for privacy information.
==============================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MUJERES 2026“SUBLIME BELLEZA”Narrado por: Sirley DelgadilloDesde: Bucaramanga, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================05 DE ENERODIOS ADENTROSean llenos del Espíritu (Efesios 5:18).En 2004, buscaba una historia acerca del entusiasmo para un libro que estaba escribiendo. Entonces, fui con mi esposo a hacer una visita. Al llegar a la casa de la persona, fuimos guiados a la cocina. Una señora menuda y ágil sacaba al bebé del cochecito. Se levantó rápidamente y nos saludó con una amplia sonrisa. Había elegancia en la ropa que vestía, en su cabello acomodado y en sus modales.—Esta es la tía Cándida. Tiene 97 años —explicó la sobrina.—¿Cómo estás? —Le pregunté.—¡Estoy muy bien! —respondió sonriendo.Elogié el jardín, del cual la tía Cándida había cuidado hasta hacía poco tiempo. En seguida iniciamos una entusiasta conversación. Con una lucidez impresionante, nos contó de sus pérdidas y de sus proyectos sociales. Ella confeccionaba ropas de invierno para hogares de ancianos y orfanatos. Su entusiasmo era contagioso.Entonces nos invitó a conocer la casa. Los muebles exhibían bellas porcelanas pintadas a mano y las paredes tenían innumerables pinturas suyas.¡Cuánta disposición física y mental, a los 97 años, en medio de tantos problemas! ¿De dónde provenía eso? Fue entonces cuando vi, sobre la mesa, una Biblia abierta y la Lección de Escuela Sabática respondida.—Ella estudia la Biblia diariamente, Mirian, sin anteojos —Me dijo la sobrina.Ese era el secreto de su entusiasmo. Recordé que "entusiasmo" proviene del griego enteos y significa "Dios adentro". ¡Ella era una mujer llena de Dios! Hay investigaciones que demuestran que los entusiastas, además de tener una menor probabilidad de mostrar señales de debilidad que los pesimistas, son más exitosos.Al despedirnos le revelé a la tía Cándida cuánto me había contagiado de entusiasmo al conocerla.—¿Cómo no estar bien si, a pesar de los problemas, puedo encontrar otros motivos para estar bien? —confesó ella.La llamé algunas veces y siempre escuchaba: "¡Estoy muy bien!".Estuve presente en su cumpleaños número 99 cuando salí de Curitiba. Algunos años más tarde, encontré a sus nietos y supe que tenía 108 años.¡Qué lección inolvidable! Por medio del contacto con la Palabra de Dios, podemos vaciarnos de pensamientos, acciones y sentimientos sombríos, y estar llenos de Dios, contagiando con nuestro entusiasmo a los que nos rodean.
Ele nasceu em São Paulo e, aos dois anos, mudou-se com a família para Bebedouro, onde passou a infância. Começou a nadar aos quatro anos e, ainda criança, participou das primeiras competições. Em 1999 venceu uma etapa regional do Troféu Gustavo Borges, resultado que marcou seus anos na natação competitiva. Aos quatorze anos convenceu a mãe a deixá-lo mudar-se sozinho para Ribeirão Preto em busca do sonho olímpico. Alguns anos depois percebeu que seu futuro não seria nas piscinas e decidiu focar nos estudos para o vestibular. Ingressou na faculdade de medicina da USP de Ribeirão Preto, nadou pouco, mas praticou handebol e futebol. Após um ano sabático em Londres, onde trabalhou como bike courier, voltou ao Brasil, concluiu a faculdade e foi aprovado na residência de oftalmologia. Voltou a nadar e conheceu uma triatleta que despertou nele o interesse pela modalidade. Quando finalmente pôde comprar uma bicicleta, passou a treinar para o triathlon e estreou em 2013, em Pirassununga. No ano seguinte completou sua primeira maratona e também seu primeiro meio Ironman. Em 2015 concluiu a residência e passou mais um ano sabático, desta vez na praia de Maresias. Motivado pelo triathlon, voltou decidido a iniciar uma nova residência, agora em Medicina do Esporte na UNIFESP. Simultaneamente ingressou no doutorado em fisiologia do exercício e passou a trabalhar com a seleção brasileira de natação. Em 2019 disputou seus primeiros campeonatos mundiais, de Ironman 70.3 em Nice e da ITU de Lausanne. Doutorado concluído, em 2021 foi convidado pelo amigo Victor Castello Branco a participar da criação da Z2 Foods, mesmo ano em que mudou-se para Curitiba para trabalhar no Club Athletico Paranaense. A falta de uma rotina que lhe permitisse manter seu estilo de vida praticando triathlon o levou a deixar o futebol e retornar a São Paulo, decidido a lançar o projeto Meu Doc. Aqui retomou o controle da própria agenda e viveu uma temporada marcante no triathlon, estreando em um Ironman, que concluiu abaixo de dez horas. Conquistou a terceira colocação no Ironman 70.3 de São Paulo, participou do Mundial de Ironman em Kona e estreou no Patagonman. Em 2023 correu a Maratona de Boston e venceu o Challenge Floripa entre os amadores. No ano seguinte registrou seu melhor tempo de maratona, em Tóquio, e iniciou o trabalho como docente no Centro Universitário São Camilo. Em 2025 alcançou sua melhor colocação em um Ironman, conquistando o segundo lugar no Japão, e recentemente correu 85 km em sua primeira backyard. Conosco aqui, o médico do esporte, doutor em fisiologia do exercício, médico da seleção brasileira de natação com três participações olímpicas, professor, empreendedor e criador do Meu Doc, que apesar de gostar mais da medicina do que do triathlon, não vive sem o esporte. Um triatleta amador de alta performance e maratonista, o paulistano Paulo José Gomes Puccinelli. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr e @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Uma vez, anos atrás, eu fui numa peça de teatro sem conhecer o grupo e sem saber muito do tema. Foi uma decisão completamente no escuro, guiada por um aspecto objetivo: eu queria assistir alguma coisa e essa sessão tinha ingresso.Horas depois, eu entrei no carro para voltar para casa com uma sensação estranha no corpo e uma pergunta: o que acabou de acontecer? Hoje, eu tenho essa resposta: eu tinha acabado de presenciar as fases do desconforto que antecedem as boas mudança. E é sobre elas que eu falo nesse episódio. Cê vem? Nessa quarta-feira no @spotifyedição: @valdersouza1 identidade visual: @amandafogacatexto: @natyopsNome do grupo que eu cito: Magiluth - peça ‘Dinamarca'.PUBLICIDADE: INSIDERCUPOM: NOMEASCOISASCompre com desconto e cashback: https://creators.insiderstore.com.br/NOMEASCOISASPalestra em BH 28/01: https://www.sympla.com.br/evento/natalia-sousa-em-belo-horizonte-palestra-medo-de-dar-certo/3040757?referrer=www.google.comPalestra em Curitiba 21/03: https://www.sympla.com.br/evento/natalia-sousa-em-curitiba-palestra-medo-de-dar-certo/3163529?referrer=www.google.com&referrer=www.google.comMEU LIVRO: Medo de dar certo: Como o receio de não conseguir sustentar uma posição de sucesso pode paralisar você | Amazon.com.brApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisas
Toda vez que eu me vejo tentando ocupar cada segundo de silêncio do meu dia, eu me sinto como se estivesse dentro de uma casa onde chegam cada vez mais móveis. No começo, fica tudo muito bonito, mas depois eles começam a se sobrepor. Um em cima do outro. E isso acaba tapando as janelas, deixando a casa mais quente, mais apertada e menos confortável também.Então no auge do desconforto, eu lembro que eu posso sair dessa casa. E eu faço isso, largando o celular na sala, desligando a tv, a música, o livro, tudo. Fico no mais completo silêncio, só ouvindo o barulho da água tocando o prato, enquanto lavo a louça. Só o barulho do chuveiro ligado. Só os garfos do meu vizinho sendo colocados na mesa. E aí é como se alguém fosse tirando os móveis empilhados dessa casa, fosse liberando as janelas, deixando o ar correr mais livremente. E é nesse lugar livre que a intuição me encontra. É por aí que vai o episódio dessa semana. Cê vem? Nessa quarta-feira no @spotifyedição: @valdersouza1 identidade visual: @amandafogacatexto: @natyopsPlano de Saúde PetloveCupom de desconto: PARADARNOMEASCOISAS50Contrate: https://saude.petlove.com.br/?promocao=influencer&utm_source=spotify&utm_medium=influencer&utm_campaign=paradarnomeascoisas*Promoção por tempo limitado, não acumulativo com outras promoções. Consulte a disponibilidade na sua região. Mais informações no site da Petlove.
No episódio de hoje, você escuta uma conversa um pouco diferente: um bate-papo com as pesquisadoras Germana Barata e Sabine Righetti, ambas do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor). Elas estiveram na COP30 e conversaram com Mayra Trinca sobre a experiência de cobrir um evento ambiental tão relevante e sobre quais foram os pontos fortes da presença da imprensa independente. __________________________________________________________________________________ TRANSCRIÇÃO [música] Mayra: Olá, eu sou a Mayra, você já deve me conhecer aqui do Oxigênio. Hoje a gente vai fazer uma coisa um pouquinho diferente do que vocês estão acostumados. E eu trouxe aqui duas pesquisadoras do LabJor pra contar um pouquinho da experiência delas na COP30, que rolou agora em novembro. Então vai ser um episódio um pouco mais bate-papo, mas eu prometo que vai ficar legal. Vou pedir pra elas se apresentarem e a gente já começa a conversar. Então eu estou com a Germana Barata e a Sabine Righetti, que são pesquisadoras aqui do Labjor. Germana, se apresenta pra gente, por favor. Germana: Olá, pessoal, eu sou a Germana. Obrigada, Maíra, pelo convite pra estar aqui com vocês no Oxigênio. Eu sou pesquisadora do LabJor, do aula também por aqui, e tenho coordenado aí uma rede de comunicação sobre o oceano, que é a Ressou Oceano, que é o motivo da minha ida pra COP30.Então a gente vai ter a oportunidade de contar um pouquinho do que foi essa aventura na COP30. Mayra: Agora, Sabine, se apresenta pra gente, por favor. Sabine: Oi, pessoal, um prazer estar aqui. Sou pesquisadora aqui no LabJor, ouvinte do Oxigênio, e trabalho entendendo como que o conhecimento científico é produzido e circula na sociedade, sobretudo pela imprensa. Então esse foi um assunto central na COP lá em Belém. [vinheta] Mayra: Eu trouxe a Sabine e a Germana, porque, bom, são pesquisadoras do Labjor que foram pra COP, mas pra gente conhecer um pouquinho o porquê que elas foram até lá a partir das linhas de interesse e de pesquisa. Então, meninas, contem pra gente por que vocês resolveram ir até a COP e o que isso está relacionado com as linhas de trabalho de vocês. Germana: Bom, acho que uma COP no Brasil, no coração da Amazônia, é imperdível por si. Sabine: Não tinha como não ir. Germana: Não, não tinha. E como eu atuo nessa área da comunicação sobre o oceano pra sociedade, esse é um tema que a comunidade que luta pela saúde do oceano tem trabalhado com muito afinco para que o oceano tenha mais visibilidade nos debates sobre mudanças climáticas. Então esse foi o motivo que eu percebi que era impossível não participar dessa grande reunião. Enfim, também numa terra onde eu tenho família, Belém do Pará é a terra do meu pai, e uma terra muito especial, uma cidade muito especial, eu acho que por tantos motivos era imperdível realmente essa experiência na COP. Sabine: Voltamos todas apaixonadas por Belém. O pessoal extremamente acolhedor, a cidade incrível, foi maravilhoso. Eu trabalho tentando compreender como a ciência, conhecimento científico, as evidências circulam na sociedade, na sociedade organizada. Então entre jornalistas, entre tomadores de decisão, entre grupos específicos. E no meu entendimento a COP é um espaço, é um grande laboratório sobre isso, porque a ciência já mostrou o que está acontecendo, a ciência já apontou, aliás faz tempo que os cientistas alertam, e que o consenso científico é muito claro sobre as mudanças climáticas. Então o que falta agora é essa informação chegar nos grupos organizados, nos tomadores de decisão, nas políticas públicas, e quem pode realmente bater o martelo e alterar o curso das mudanças climáticas. Claro que a gente precisa de mais ciência, mas a gente já sabe o que está acontecendo. Então me interessou muito circular e entender como que a ciência estava ou não. Porque muitos ambientes, as negociações, os debates, eles traziam mais desinformação ou falsa controvérsia do que a ciência em si. Germana: E é a primeira vez que a COP abrigou um pavilhão de cientistas. Então acho que esse é um marco, tanto para cientistas quanto outros pavilhões, outras presenças que foram inéditas ou muito fortes na COP, como dos povos indígenas ou comunidades tradicionais, mas também de cientistas, que antes, claro, os cientistas sempre foram para as COPs, mas iam como individualmente, vamos dizer assim. Sabine: Para a gente entender, quem não tem familiaridade com COP, os pavilhões, e isso eu aprendi lá, porque eu nunca tinha participado de uma COP, os pavilhões são como se fossem grandes estandes que têm uma programação própria e acontecem debates e manifestações, eventos diversos, culturais, enfim. Então a zona azul, que a gente chama, que é a área central da COP, onde tem as discussões, as tomadas de decisão, tem um conjunto de pavilhões. Pavilhões de países, pavilhões de temas. Oceanos também foi a primeira vez, né? Germana: Não foi a primeira vez, foi o terceiro ano, a terceira COP, mas estava enorme, sim, para marcar a presença. Mayra: O Oceano foi a primeira vez que estava na Blue Zone ou antes ele já estava na zona azul também? Germana: Ele já estava na Blue Zone, já estava na zona azul, é a terceira vez que o Oceano está presente como pavilhão, mas é a primeira vez que o Oceano realmente ocupou, transbordou, digamos assim, os debates, e os debates, incluindo o Oceano, acabaram ocupando, inclusive, dois dias oficiais de COP, que foram os dias 17 e 18, na programação oficial das reuniões, dos debates. Então é a primeira vez que eu acho que ganha um pouco mais de protagonismo, digamos assim. Mayra: E vocês participaram de quais pavilhões? Porque a gente tem o pavilhão dos Oceanos, tinha um pavilhão das universidades, que inclusive foi organizado por pesquisadores da Unicamp, não necessariamente aqui do Labjor, mas da Unicamp como um todo, e eu queria saber por quais pavilhões vocês passaram. Germana, com certeza, passou pelo do Oceano, mas além do Oceano, quais outros? Vocês passaram por esse das universidades? Como é que foi? Sabine: Eu apresentei um trabalho nesse contexto dos pavilhões, como espaço de discussão e de apresentações, eu apresentei um resultado de um trabalho que foi um levantamento de dados sobre ponto de não retorno da Amazônia com ajuda de inteligência artificial. Eu tenho trabalhado com isso, com leitura sistemática de artigos científicos com ajuda de inteligência artificial e tenho refletido como a gente consegue transformar isso numa informação palatável, por exemplo, para um tomador de decisão que não vai ler um artigo, muito menos um conjunto de artigos, e a gente está falando de milhares. Eu apresentei no pavilhão que a gente chamava de pavilhão das universidades que tinha um nome em inglês que era basicamente a Educação Superior para a Justiça Climática. Ele foi organizado institucionalmente pela Unicamp e pela Universidade de Monterrey, no México, e contou com falas e debates de vários cientistas do mundo todo, mas esse não era o pavilhão da ciência. Tinha o pavilhão da ciência e tinha os pavilhões dos países, os pavilhões temáticos, caso de oceanos, que a gente comentou. Então, assim, eu circulei em todos, basicamente. Me chamou muita atenção o dos oceanos, que de fato estava com uma presença importante, e o pavilhão da China, que era o maior dos pavilhões, a maior delegação, os melhores brindes. Era impressionante a presença da China e as ausências. Os Estados Unidos, por exemplo, não estava, não tinha o pavilhão dos Estados Unidos. Então, as presenças e as ausências também chamam a atenção. Mayra: Tinha o pavilhão do Brasil? Sabine: Tinha. Germana: Tinha um pavilhão maravilhoso. Sabine: Maravilhoso e com ótimo café. Germana: É, exatamente. Sabine: Fui lá várias vezes tomar um café. Germana: Inclusive vendendo a ideia do Brasil como um país com produtos de qualidade,né, que é uma oportunidade de você divulgar o seu país para vários participantes de outros países do mundo. E acho que é importante a gente falar que isso, que a Sabine está falando dos pavilhões, era zona azul, ou seja, para pessoas credenciadas. Então, a programação oficial da COP, onde as grandes decisões são tomadas, são ali. Mas tinha a zona verde, que também tem pavilhões, também tinha pavilhão de alguns países, mas, sobretudo, Brasil, do Estado do Pará, de universidades etc., que estava belíssimo, aberta ao público, e também com uma programação muito rica para pessoas que não necessariamente estão engajadas com a questão das mudanças… Sabine: Muito terceiro setor. Germana: Exatamente. Sabine: Movimentos sociais. Germana: E fora a cidade inteira que estava, acho que não tem um belenense que vai dizer o que aconteceu aqui essas semanas, porque realmente os ônibus, os táxis, o Teatro da Paz, que é o Teatro Central de Belém, todos os lugares ligados a eventos, mercados, as docas… Sabine: Museus com programação. Germana: Todo mundo muito focado com programação, até a grande sorveteria maravilhosa Cairu, que está pensando inclusive de expandir aqui para São Paulo, espero que em breve, tinha um sabor lá, a COP30. Muito legal, porque realmente a coisa chegou no nível para todos. Mayra: O que era o sabor COP30? Fiquei curiosa. Sabine: O de chocolate era pistache. Germana: Acho que era cupuaçu, pistache, mais alguma coisa. Sabine: Por causa do verde. É que tinha bombom COP30 e tinha o sorvete COP30, que tinha pistache, mas acho que tinha cupuaçu também. Era muito bom. Germana: Sim, tinha cupuaçu. Muito bom! Mayra: Fiquei tentada com esse sorvete agora. Só na próxima COP do Brasil. [música] Mayra: E para além de trabalho, experiências pessoais, o que mais chamou a atenção de vocês? O que foi mais legal de participar da COP? Germana: Eu já conheci a Belém, já fui algumas vezes para lá, mas fazia muitos anos que eu não ia. E é incrível ver o quanto a cidade foi transformada em relação à COP. Então, a COP deixa um legado para os paraenses. E assim, como a Sabine tinha dito no começo, é uma população que recebeu todos de braços abertos, e eu acho que eu estava quase ali como uma pessoa que nunca tinha ido para Belém. Então, lógico que a culinária local chama muito a atenção, o jeito dos paraenses, a música, que é maravilhosa, não só o carimbó, as mangueiras dando frutos na cidade, que é algo que acho que chama a atenção de todo mundo, aquelas mangas caindo pela rua. Tem o lado ruim, mas a gente estava vendo ali o lado maravilhoso de inclusive segurar a temperatura, porque é uma cidade muito quente. Mas acho que teve todo esse encanto da cultura muito presente numa reunião que, há muitos anos atrás, era muito diplomática, política e elitizada. Para mim, acho que esse é um comentário geral, que é uma COP que foi muito aberta a muitas vozes, e a cultura paraense entrou ali naturalmente por muitos lugares. Então, isso foi muito impressionante. Sabine: Concordo totalmente com a Germana, é uma cidade incrível. Posso exemplificar isso com uma coisa que aconteceu comigo, que acho que resume bem. Eu estava parada na calçada esperando um carro de transporte, pensando na vida, e aí uma senhora estava dirigindo para o carro e falou: “Você é da COP? Você está precisando de alguma coisa?” No meio da rua do centro de Belém. Olhei para ela e falei, Moça, não estou acostumada a ter esse tipo de tratamento, porque é impressionante. O acolhimento foi uma coisa chocante, muito positiva. E isso era um comentário geral. Mas acho que tem um aspecto que, para além do que estávamos falando aqui, da zona azul, da zona verde, da área oficial da COP, como a Germana disse, tinha programação na cidade inteira. No caso da COP de Belém, acho que aconteceu algo que nenhuma outra COP conseguiu proporcionar. Por exemplo, participei de um evento completamente lateral do terceiro setor para discutir fomento para projetos de jornalismo ligados à divulgação científica. Esse evento foi no barco, no rio Guamá que fala, né? Guamá. E foi um passeio de barco no pôr do sol, com comida local, com banda local, com músicos locais, com discussão local, e no rio. É uma coisa muito impressionante como realmente você sente a cidade. E aquilo tem uma outra… Não é uma sala fechada.Estamos no meio de um rio com toda a cultura que Belém oferece. Eu nunca vou esquecer desse momento, dessa discussão. Foi muito marcante. Totalmente fora da programação da COP. Uma coisa de aproveitar todo mundo que está na COP para juntar atores sociais, que a gente fala, por uma causa comum, que é a causa ambiental. Mayra: Eu vou abrir um parênteses e até fugir um pouco do script que a gente tinha pensado aqui, mas porque ouvindo vocês falarem, eu fiquei pensando numa coisa. Eu estava essa semana conversando com uma outra professora aqui do Labjor, que é a professora Suzana. Ouvintes, aguardem, vem aí esse episódio. E a gente estava falando justamente sobre como é importante trazer mais emoção para falar de mudanças climáticas. Enfim, cobertura ambiental, etc. Mas principalmente com relação a mudanças climáticas. E eu fiquei pensando nisso quando vocês estavam falando. Vocês acham que trazer esse evento para Belém, para a Amazônia, que foi uma coisa que no começo foi muito criticada por questões de infraestrutura, pode ter tido um efeito maior nessa linha de trazer mais encanto, de trazer mais afeto para a negociação. Germana: Ah, sem dúvida. Mayra: E ter um impacto que em outros lugares a gente não teria. Germana: A gente tem que lembrar que até os brasileiros desconhecem a Amazônia. E eu acho que teve toda essa questão da dificuldade, porque esses grandes eventos a gente sempre quer mostrar para o mundo que a gente é organizado, desenvolvido, enfim. E eu acho que foi perfeita a escolha. Porque o Brasil é um país desigual, riquíssimo, incrível, e que as coisas podem acontecer. Então a COP, nesse sentido, eu acho que foi também um sucesso, mesmo a questão das reformas e tudo o que aconteceu, no tempo que tinha que acontecer, mas também deu um tom diferente para os debates da COP30. Não só porque em alguns momentos da primeira semana a Zona Azul estava super quente, e eu acho que é importante quem é do norte global entender do que a gente está falando, de ter um calor que não é o calor deles, é um outro calor, que uma mudança de um grau e meio, dois graus, ela vai impactar, e ela já está impactando o mundo, mas também a presença dos povos indígenas eu acho que foi muito marcante. Eu vi colegas emocionados de falar, eu nunca vi tantas etnias juntas e populações muito organizadas, articuladas e preparadas para um debate de qualidade, qualificado. Então eu acho que Belém deu um outro tom, eu não consigo nem imaginar a COP30 em São Paulo. E ali teve um sentido tanto de esperança, no sentido de você ver quanto a gente está envolvida, trabalhando em prol de frear essas mudanças climáticas, o aquecimento, de tentar brecar realmente um grau e meio o aquecimento global. Mas eu acho que deu um outro tom. Sabine: Pegou de fato no coração, isso eu não tenho a menor dúvida. E é interessante você trazer isso, porque eu tenho dito muito que a gente só consegue colar mensagem científica, evidência, se a gente pegar no coração. Se a gente ficar mostrando gráfico, dado, numa sala chata e feia e fechada, ninguém vai se emocionar. Mas quando a gente sente a informação, isso a COP30 foi realmente única, histórica, para conseguir trazer esse tipo de informação emocional mesmo. [música] Mayra: E com relação a encontros, para gente ir nossa segunda parte, vocês encontraram muita gente conhecida daqui do Labjor, ou de outros lugares. O que vocês perceberam que as pessoas estavam buscando na COP e pensando agora em cobertura de imprensa? Porque, inclusive, vocês foram, são pesquisadoras, mas foram também junto com veículos de imprensa. Germana: Eu fui numa parceria com o jornal (o) eco, que a gente já tem essa parceria há mais de dois anos. A Ressou Oceano tem uma coluna no (o) eco. Portanto, a gente tem um espaço reservado para tratar do tema oceano. Então, isso para a gente é muito importante, porque a gente não tem um canal próprio, mas a gente estabeleça parcerias com outras revistas também. E o nosso objetivo realmente era fazer mais ou menos uma cobertura, estou falando mais ou menos, porque a programação era extremamente rica, intensa, e você acaba escolhendo temas onde você vai se debruçar e tratar. Mas, comparando com a impressão, eu tive na COP da biodiversidade, em 2006, em Curitiba, eu ainda era uma estudante de mestrado, e uma coisa que me chamou muito a atenção na época, considerando o tema biodiversidade, era a ausência de jornalistas do norte do Brasil. E, para mim, isso eu escrevi na época para o Observatório de Imprensa, falando dessa ausência, que, de novo, quem ia escrever sobre a Amazônia ia ser o Sudeste, e que, para mim, isso era preocupante, e baixa presença de jornalistas brasileiros também, na época. Então, comparativamente, essa COP, para mim, foi muito impressionante ver o tamanho da sala de imprensa, de ver, colegas, os vários estúdios, porque passávamos pelos vários estúdios de TV, de várias redes locais, estaduais e nacionais. Então, isso foi muito legal de ver como um tema que normalmente é coberto por poucos jornalistas especializados, de repente, dando o exemplo do André Trigueiro, da Rede Globo, que é um especialista, ele consegue debater com grandes cientistas sobre esse tema, e, de repente, tinha uma equipe gigantesca, levaram a abertura dos grandes jornais para dentro da COP. Isso muda, mostra a relevância que o evento adquiriu. Também pela mídia, e mídia internacional, com certeza. Então, posso falar depois de uma avaliação que fizemos dessa cobertura, mas, a princípio, achei muito positivo ver uma quantidade muito grande de colegas, jornalistas, e que chegou a quase 3 mil, foram 2.900 jornalistas presentes, credenciados. Sabine: E uma presença, os veículos grandes, que a Germana mencionou, internacionais, uma presença também muito forte de veículos independentes. O Brasil tem um ecossistema de jornalismo independente muito forte, que é impressionante, e, inclusive, com espaços consideráveis. Novamente, para entender graficamente, a sala de imprensa é gigantesca em um evento desse, e tem alguns espaços, algumas salas reservadas para alguns veículos. Então, veículos que estão com uma equipe muito grande têm uma sala reservada, além dos estúdios, de onde a Globo entrava ao vivo, a Andréia Sadi entrava ao vivo lá, fazendo o estúdio i direto da COP, enfim. Mas, dentro da sala de imprensa, tem salas reservadas, e algumas dessas salas, para mencionar, a Amazônia Vox estava com uma sala, que é um veículo da região norte de jornalismo independente, o Sumaúma estava com uma sala, o Sumaúma com 40 jornalistas, nessa cobertura, que também… O Sumaúma é bastante espalhado, mas a Eliane Brum, que é jornalista cofundadora do Sumaúma, fica sediada em Altamira, no Pará. Então, é um veículo nortista, mas com cobertura no país todo e, claro, com olhar muito para a região amazônica. Então, isso foi, na minha perspectiva, de quem olha para como o jornalismo é produzido, foi muito legal ver a força do jornalismo independente nessa COP, que certamente foi muito diferente. Estava lá o jornalismo grande, comercial, tradicional, mas o independente com muita força, inclusive alguns egressos nossos no jornalismo tradicional, mas também no jornalismo independente. Estamos falando desde o jornalista que estava lá pela Superinteressante, que foi nossa aluna na especialização, até o pessoal do Ciência Suja, que é um podcast de jornalismo independente, nosso primo aqui do Oxigênio, que também estava lá com um olhar muito específico na cobertura, olhando as controvérsias, as falsas soluções. Não era uma cobertura factual. Cada jornalista olha para aquilo tudo com uma lente muito diferente. O jornalismo independente, o pequeno, o local, o grande, o internacional, cada um está olhando para uma coisa diferente que está acontecendo lá, naquele espaço em que acontece muita coisa. [som de chamada] Tássia: Olá, eu sou a Tássia, bióloga e jornalista científica. Estou aqui na COP30, em Belém do Pará, para representar e dar voz à pauta que eu trabalho há mais de 10 anos, que é o Oceano. Meghie: Oi, gente, tudo bem? Meu nome é Meghie Rodrigues, eu sou jornalista freelancer, fui aluna do Labjor. Estamos aqui na COP30, cobrindo adaptação. Estou colaborando com a Info Amazônia, com Ciência Suja. Pedro: Oi, pessoal, tudo bem? Eu sou Pedro Belo, sou do podcast Ciência Suja, sou egresso do LabJor, da turma de especialização. E a gente veio para cobrir um recorte específico nosso, porque a gente não vai ficar tanto em cima do factual ali, do hard news, das negociações. A gente veio buscar coisas que, enfim, picaretagens, coisas que estão aí, falsas soluções para a crise climática. Paula: Eu sou Paula Drummond, eu sou bióloga e eu fiz jornalismo científico. Trabalho nessa interface, que é a que eu sempre procurei, de ciência tomada de decisão, escrevendo policy briefs. [música] Mayra: Acho que esse é um ponto forte para tratarmos aqui, que vai ser o nosso encerramento, falar um pouco da importância desses veículos independentes na COP, tanto do ponto de vista de expandir a cobertura como um todo, da presença mesmo de um grande número de jornalistas, quanto das coberturas especializadas. Então, eu queria saber qual é a avaliação que vocês fizeram disso, se vocês acham que funcionou, porque a gente teve muita crítica com relação à hospedagem, isso e aquilo. Então, ainda tivemos um sucesso de cobertura de imprensa na COP? Isso é uma pergunta. E por que é importante o papel desses veículos independentes de cobertura? Germana: Eu, falando por nós, da Ressoa Oceano, o Oceano é ainda pouco coberto pela mídia, mas a gente já vê um interesse crescente em relação às questões específicas de oceano, e quem nunca ouviu falar de branqueamento de corais, de aquecimento das águas, elevação do nível do oceano? Enfim, eu acho que essas questões estão entrando, mas são questões que não devem interessar apenas o jornalista especializado, que cobre meio ambiente, que cobre essas questões de mudanças climáticas, mas que são relevantes para qualquer seção do jornal. Então, generalistas, por exemplo, que cobrem cidades, essa questão das mudanças climáticas, de impactos etc., precisam se interessar em relação a isso. Então, o que eu vejo, a gente ainda não fez uma análise total de como os grandes veículos cobriram em relação ao jornalismo independente, que é algo que a gente está terminando de fazer ainda, mas em relação ao oceano. Mas o que a gente vê é que as questões mais políticas, e a grande mídia está mais interessada em que acordo foi fechado, os documentos finais da COP, se deu certo ou não, o incêndio que aconteceu, se está caro ou não está caro, hospedagem etc., e que são pautas que acabam sendo reproduzidas, o interesse é quase o mesmo por vários veículos. O jornalismo independente traz esse olhar, que a Sabine estava falando, inclusive dos nossos alunos, que são olhares específicos e muito relevantes que nos ajudam a entender outras camadas, inclusive de debates, discussões e acordos que estavam ocorrendo na COP30. Então, a gente vê, do ponto de vista quase oficial da impressão geral que as pessoas têm da COP, que foi um desastre no final, porque o petróleo não apareceu nos documentos finais, na declaração de Belém, por exemplo, que acho que várias pessoas leram sobre isso. Mas, quando a gente olha a complexidade de um debate do nível da COP30, e os veículos independentes conseguem mostrar essas camadas, é mostrar que há muitos acordos e iniciativas que não necessitam de acordos consensuais das Nações Unidas, mas foram acordos quase voluntários, paralelos a esse debate oficial, e que foram muito importantes e muito relevantes, e que trouxeram definições que marcaram e que a gente vê com muito otimismo para o avanço mesmo das decisões em relação, por exemplo, ao mapa do caminho, que a gente viu que não estava no documento final, mas que já tem um acordo entre Colômbia e Holanda de hospedar, de ter uma conferência em abril na Colômbia para decidir isso com os países que queiram e estejam prontos para tomar uma decisão. Então, esse é um exemplo de algo que foi paralelo à COP, mas que trouxe muitos avanços e nos mostra outras camadas que o jornalismo independente é capaz de mostrar. Sabine: A cobertura jornalística de um evento como a COP é muito, muito difícil. Para o trabalho do jornalista, é difícil porque são longas horas por dia, de domingo a domingo, são duas semanas seguidas, é muito desgastante, mas, sobretudo, porque é muita coisa acontecendo ao mesmo tempo e é difícil entender para onde você vai. Novamente, ilustrando, na sala de imprensa tem, e todo grande evento com esse caráter costuma ter isso, umas televisões com anúncios. Vai ter tal coletiva de imprensa do presidente da COP, tal horário. Então, nessa perspectiva, dá para se organizar. Eu vou aqui, eu vou ali. Às vezes, é hora de almoço, e, na hora de almoço, o jornalista já vai, sem almoçar, escrever o texto, e, quando vê, já é a noite. Mas você vai se organizando. Só que tem coisas que não estão lá na televisão. Então, por exemplo, passou o governador da Califórnia por lá. Não foi anunciado que ele estava. Ele estava andando no corredor. Para um jornalista de um grande veículo, se ele não viu que o governador da Califórnia estava lá, mas o seu concorrente viu, isso, falo no lugar de quem já trabalhou num veículo jornalístico grande comercial, isso pode levar a uma demissão. Você não pode não ver uma coisa importante. Você não pode perder uma declaração de um chefe de Estado. Você não pode não ver que, de repente, a Marina parou no meio do corredor em um quebra-queixo e falou, a Marina Silva, que estava muito lá circulando, e falou alguma coisa. Então, a cobertura vai muito além do que está lá na programação da sala de imprensa e do que está nos debates, nos pavilhões que a gente mencionava. Então, o jornalista, como a Germana disse, jornalista dos veículos, está correndo atrás disso. E, muitas vezes, por essa característica, acaba se perdendo, entre grandes aspas, nesses acontecimentos. Por exemplo, o que ficou muito marcante para mim na COP foi a declaração do primeiro-ministro da Alemanha, que foi uma declaração desastrosa, mas que tomou pelo menos um dia inteiro da cobertura, porque acompanhei na sala de imprensa os colegas jornalistas tentando repercutir aquela fala. Então, tentando falar com o governo do Brasil, com o presidente da COP, com outros alemães, com a delegação da Alemanha, com o cientista da Alemanha, porque eles precisavam fomentar aquilo e repercutir aquilo. E foi um dia inteiro, pelo menos, um dia inteiro, diria que uns dois dias ou mais, porque até a gente voltar, ainda se falava disso, vai pedir desculpa ou não. Para quem não lembra, foi o primeiro-ministro que falou que ainda bem que a gente saiu daquele lugar, que era Belém, que ele estava com um grupo de jornalistas da Alemanha, que ninguém queria ficar lá. Enfim, um depoimento desastroso que tomou muito tempo de cobertura. Então, os jornalistas independentes não estavam nem aí para a declaração do primeiro-ministro da Alemanha. Eles queriam saber outras coisas. Então, por isso, reforço a necessidade e a importância da diversidade na cobertura. Mas é importante a gente entender como funciona esse jornalismo comercial, que é uma pressão e é um trabalho brutal e, muitas vezes, de jornalistas que não são especializados em ambiente, que estão lá, a Germana mencionou, na cobertura de cidades e são deslocados para um evento tipo a COP30. Então, é difícil até entender para onde se começa. É um trabalhão. [música] Mayra: E aí, para encerrar, porque o nosso tempo está acabando, alguma coisa que a gente ainda não falou, que vocês acham que é importante, que vocês pensaram enquanto a gente estava conversando de destacar sobre a participação e a cobertura da COP? Germana: Tem algo que, para mim, marcou na questão da reflexão mesmo de uma conferência como essa para o jornalismo científico ou para os divulgadores científicos. Embora a gente tenha encontrado com vários egressos do Labjor, que me deixou super orgulhosa e cada um fazendo numa missão diferente ali, eu acho que a divulgação científica ainda não acha que um evento como esse merece a cobertura da divulgação científica. Explico, porque esse é um evento que tem muitos atores sociais. São debates políticos, as ONGs estão lá, os ambientalistas estão lá, o movimento social, jovem, indígena, de comunidades tradicionais, os grandes empresários, a indústria, enfim, prefeitos, governadores, ministros de vários países estão lá. Eu acho que a divulgação científica ainda está muito focada no cientista, na cientista, nas instituições de pesquisa e ensino, e ainda não enxerga essas outras vozes como tão relevantes para o debate científico como a gente vê esses personagens. Então, eu gostaria de ter visto outras pessoas lá, outros influenciadores, outros divulgadores, ainda mais porque foi no Brasil, na nossa casa, com um tema tão importante no meio da Amazônia, que as mudanças climáticas estão muito centradas na floresta ainda. Então, isso, eu tenho um estranhamento ainda e talvez um pedido de chamar atenção para os meus colegas divulgadores de ciência de que está na hora de olharmos para incluir outras vozes, outras formas de conhecimento. E as mudanças climáticas e outras questões tão complexas exigem uma complexidade no debate, que vai muito além do meio científico. Sabine: Não tinha pensado nisso, mas concordo totalmente com a Germana. Eu realmente não… senti a ausência. Eu estava falando sobre as ausências. Senti a ausência dos divulgadores de ciência produzindo informação sobre algo que não necessariamente é o resultado de um paper, mas sobre algo que estava sendo discutido lá. Mas eu voltei da COP com uma reflexão que é quase num sentido diferente do que a Germana trouxe, que a Germana falou agora dos divulgadores de ciência, que é um nicho bem específico. E eu voltei muito pensando que não dá para nós, no jornalismo, encaixar uma COP ou um assunto de mudanças climáticas em uma caixinha só, em uma caixinha ambiental. E isso não estou falando, tenho que dar os devidos créditos. Eu participei de um debate ouvindo Eliane Brum em que, novamente a cito aqui no podcast, em que ela disse assim que a Sumaúma não tem editorias jornalísticas, como o jornalismo tradicional, porque isso foi uma invenção do jornalismo tradicional que é cartesiano. Então tem a editoria de ambiente, a editoria de política, a editoria de economia. E que ela, ao criar a Sumaúma, se despiu dessas editorias e ela fala de questões ambientais, ponto, de uma maneira investigativa, que passam por ciência, passam por ambiente, passam por política, passam por cidade, passam por tudo. E aí eu fiquei pensando muito nisso, no quanto a gente, jornalismo, não está preparado para esse tipo de cobertura, porque a gente segue no jornalismo tradicional colocando os temas em caixinhas e isso não dá conta de um tema como esse. Então a minha reflexão foi muito no sentido de a gente precisar sair dessas caixinhas para a gente conseguir reportar o que está acontecendo no jornalismo. E precisa juntar forças, ou seja, sair do excesso de especialização, do excesso de entrevista política, eu só entrevisto cientista. Mas eu só entrevisto cientista, não falo com política e vice-versa, que o jornalismo fica nessas caixinhas. E acho que a gente precisa mudar completamente o jeito que a gente produz informação. [música] Mayra: Isso, muito bom, gostei muito, queria agradecer a presença de vocês no Oxigênio nesse episódio, agradecer a disponibilidade para conversar sobre a COP, eu tenho achado muito legal conversar com vocês sobre isso, tem sido muito interessante mesmo, espero que vocês tenham gostado também desse episódio especial com as pesquisadoras aqui sobre a COP e é isso, até a próxima! Sabine: Uma honra! Germana: Obrigada, Mayra, e obrigada a quem estiver nos ouvindo, um prazer! Mayra: Obrigada, gente, até mais! [música] Mayra: Esse episódio foi gravado e editado por mim, Mayra Trinca, como parte dos trabalhos da Bolsa Mídia Ciência com o apoio da FAPESP. O Oxigênio também conta com o apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. A trilha sonora é do Freesound e da Blue Dot Sessions. [vinheta de encerramento]
Rolou uma confusão na Meia de Piracicaba com atletas pegando o caminho errado; Maratona Internacional do Paraná mal abriu inscrições e já tem um monte de gente dentro; a vencedora de prova em Curitiba chegou de fone de ouvido e não foi desclassificada; vamos ajudar o Paulo Paula?Assine a nossa newsletter e fique sempre bem informado - https://corridanoar.com/newsletterNossos links - https://linktr.ee/corridanoarO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
Eu já estava dez minutos sentada na mesa do café da manhã, sem conseguir levantar. O café já tinha saído de morno para gelado faz tempo, por isso eu despejei o resto num copo vazio e coloquei mais um pouco. Eu tinha um texto para entregar, mas estava pura paralisia. A insegurança tinha a ver com aquela frase da Adriana Falcão que diz: “indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa.” Por um segundo eu achei que nada poderia me tirar daquele lugar, mas aí o meu inconsciente fez o que ele faz de melhor: ele me trouxe uma memória e, junto com ela, eu tive um insight. E aí, meus amigos de bar, essa combinação trouxe o que eu precisava para levantar e destravar o que era preciso.Nesse episódio eu te conto o que eu entendi e o que aconteceu antes e depois, cê vem? Nessa quarta-feira no @spotify e em todos os agregadores.edição: @valdersouza1 identidade visual: @amandafogacatexto: @natyopsDOE PARA O ACNURCampanha #ComidaPraViagemLink: ACNUR | ComidaPraViagemPALESTRAS:Palestra no RJ 04/12: Natália Sousa no Rio de Janeiro - Palestra "Medo de Dar Certo"Palestra em BH 28/01: Natália Sousa em Belo Horizonte - Palestra "Medo de Dar Certo"Palestra em Curitiba 21/03: Natália Sousa em Curitiba - Palestra "Medo de Dar Certo" MEU LIVRO: Medo de dar certo: Como o receio de não conseguir sustentar uma posição de sucesso pode paralisar você | Amazon.com.brApoie a nossa mesa de bar: Financiamento Coletivo na APOIA.se | Crowdfunding Pontual e Mensal
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In the first episode of our two-part World Mayors Summit special, we heard from mayors around the world about the power of convenings like the Summit to unite city leaders and spark collaboration. In this second episode, we explore what that collaboration looks like in practice, from new approaches to urban planning and the challenge of energy-hungry data centres, to fossil-free trucks and greener and cleaner shipping routes.We also explore the outcomes for cities that came out of COP30 with voices from people who were on the ground in Belém…and also from a Brazilian climate leader who had a front-row seat before, during, and after what many have been calling the most important COP since the Paris Agreement. Photo credit: © C40 CitiesSpecial thanks to Pauline Eloi, Director of the Executive C40 Office and Yasmin Calandrini, Manager, CHAMP National Engagement, for their on-the-ground support in Rio for the production of this episode. Featured guests:Kirk Watson, Mayor of Austin, USACarola Schouten, Mayor of Rotterdam, NetherlandsNick Reece, Lord Mayor of Melbourne, AustraliaChristiana Figueres, Founding Partner of Global Optimism and Co-presenter of Outrage + OptimismIlan Cuperstein, C40 Regional Director for Latin America and Head of International Relations for the City of Rio de Janeiro, BrazilMark Watts, Executive Director of C40 CitiesLars Weiss, Lord Mayor of Copenhagen, DenmarkEduardo Pimentel, Mayor of Curitiba, BrazilEirik Lae Solberg, Governing Mayor of Oslo, NorwayDr. Nasiphi Moya, Mayor of Tshwane, South AfricaLinks:Outrage + Optimism - Inside COPLearn about the many versions of COP30's "Global Mutirão"Winners: Clean, Reliable Transportation (Oslo Fossil Free Trucks)Tshwane C40 Cities regional sustainability masterclassThe Environmental Cost of Data CentersCOP30 Local Leaders Forum Statement83 Countries Join Call to End Fossil Fuels at COP30If you want to learn more about the Journal of City Climate Policy and Economy, please visit our website: https://jccpe.utpjournals.press/ Cities 1.5 is produced by the University of Toronto Press and the C40 Centre, and is supported by C40 Cities. You can sign up to the Centre newsletter here. https://thecentre.substack.com/ Cities 1.5 is hosted by David Miller. It's written and produced by Peggy Whitfield and Jess Schmidt: https://jessdoespodcasting.com/ Our executive producer is Chiara Morfeo. Edited by Morgane Chambrin: https://www.morganechambrin.com/ Cities 1.5 music is by Lorna Gilfedder: https://origamipodcastservices.com/
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!
Está no ar a pesquisa anual para conhecer quem lê (e ouve) o Manual do Usuário. Leva menos de 3 minutos para responder e ajuda um bocado o projeto. Responda: https://tally.so/r/xXVV7d Neste podcast, eu comento dois ou três links selecionados da curadoria diária que faço no Manual do Usuário. (Recomendo fortemente que você dê uma olhada no arquivo de links. É bem legal!) Chineses contra o iFood, 0:24 Keeta “ataca” Grande SP e foca na experiência do entregador, Startups. 99Food chega a Curitiba e promete restaurantes com preços iguais ao cardápio, Banda B. Recurso hilário do X (antigo Twitter), 4:29 Estadunidenses estão mantendo o mesmo celular/computador por mais tempo e isso está prejudicando a economia (em inglês), CNBC. A polarização dos EUA se tornou o bico do resto do mundo (em inglês), 404 Media. Celular velho prejudica a economia, 7:05 X expôs uma vasta rede secreta de influência visando estadunidenses (em inglês).
O jundiaiense Vinícius se mudou para Curitiba para cursar Engenharia da Computação e, graças ao Ciência Sem Fronteiras, pôde conhecer a Alemanha.De volta ao Brasil e já formado, ele engatou um mestrado em, curiosamente, engenharia biomédica. Para concluir o mestrado, ele voltou para a Alemanha, onde está até hoje.Neste episódio, o Vinicius detalha essa sua trajetória, e conta as particularidades de se morar em Stuttgart, ao invés de Berlim.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaVinícius Mazzola, Engenheiro de Software em Stuttgart, AlemanhaLinks:LinkedIn do ViniciusA Black November da Alura começou! Aproveite o maior desconto do ano e inscreva-se na Alura com até 50% de desconto!TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts
As suas versões futuras vão te fazer viver coisas que as suas versões passadas jamais poderiam acreditar. Elas vão olhar para você e pensar: meu deus, então a gente conseguia? E vai ser um processo bonito. Mas isso não é magia, bruxaria nem algo sobrenatural - é a vida acontecendo. E talvez a função do autoconhecimento, muitas vezes seja isso: mapear o que você é, o que você não é, o que você gosta, o que você não gosta, mas deixar um espaço livre para que as coisas se transformem, porque elas vão. Você vai.edição: @valdersouza1 identidade visual: @amandafogacatexto: @natyopsPublicidade: EBACCupom: 300coisas (para R$ 300 de desconto)https://ebac.me/xf3hMEU LIVRO: Medo de dar certo: Como o receio de não conseguir sustentar uma posição de sucesso pode paralisar você | Amazon.com.brApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisasPALESTRAS:Palestra em BH: https://www.sympla.com.br/evento/natalia-sousa-em-belo-horizonte-palestra-medo-de-dar-certo/3040757?referrer=www.google.comPalestra no RJ: https://www.sympla.com.br/evento/natalia-sousa-no-rio-de-janeiro-palestra-medo-de-dar-certo/3010972Palestra em Curitiba: https://www.sympla.com.br/evento/natalia-sousa-em-curitiba-palestra-medo-de-dar-certo/3163529?referrer=www.google.com&referrer=www.google.com
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O deputado estadual Renato Freitas (PT), do Paraná, foi flagrado brigando na rua com outro homem em Curitiba. Durante o ocorrido, o petista levou um soco na cara e caiu no chão. Madeleine Lacsko e Duda Teixeira comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Confira no Morning Show desta quinta-feira (20): O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, permanece preso na superintendência da Polícia Federal em São Paulo. Ele foi detido no Aeroporto Internacional de Guarulhos enquanto tentava embarcar para fora do Brasil. Vorcaro é o principal alvo de uma operação que investiga um esquema de venda de títulos de crédito falsos. Um homem que passeava com seus cães no bairro Brooklin, região nobre da capital paulista, foi abordado por três criminosos, que estavam em três motos. A vítima era policial civil, reagiu e acabou sendo baleado por um dos bandidos. As posições recentes do vice-prefeito de São Paulo, Mello Araújo (PL), cobrando mérito pelo fim da concentração de usuários de drogas na chamada Cracolândia, na capital paulista, não foram bem avaliadas pelos aliados do prefeito da cidade, Ricardo Nunes (MDB), e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). A avaliação interna é de que Mello Araújo age de forma isolada, enquanto as gestões municipal e estadual trabalham em conjunto. O deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) foi visto em Miami, nos Estados Unidos, segundo um jornalista do portal PlatôBR. Ramagem, que foi condenado a 16 anos de prisão por envolvimento na tentativa de golpe de Estado, está proibido de deixar o Brasil por determinação do STF. Embora a defesa tenha recorrido da sentença, a viagem infringe as medidas cautelares impostas e eleva o alerta das autoridades para um alto risco de fuga. O ex-deputado Deltan Dallagnol entrou com uma ação na Justiça Federal de Curitiba contra o presidente Lula (PT), a primeira-dama Janja, e as empresas de locação do iate de luxo que hospedou o casal durante a COP30. O motorista de carreta Dener Laurito dos Santos, de 52 anos, confessou à Polícia Civil ter inventado a história de que foi amarrado a supostos explosivos dentro da cabine do caminhão no Rodoanel Mário Covas, na Grande São Paulo. O presidente Donald Trump recebeu Cristiano Ronaldo e Mohammed bin Salman, príncipe herdeiro da Arábia Saudita, na Casa Branca na última terça-feira (19). Vale ressaltar que Cristiano Ronaldo tem contrato com o Al-Nassr, da Arábia Saudita, até 2027 e o clube é controlado pelo Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Founders Albert and Mari Olivera share the incredible story of Escola Grace, a large, for-profit Christian school in Curitiba, Brazil, born from a huge, God-given vision that started as a small dream. They reveal the struggles of starting with no expertise or money and the breakthrough moments of faith, including Mari's prophetic encouragement to Albert during a time of great anxiety. Their journey highlights the power of unified Christian marriage, the advantages of a business model for agility, and a shared mission to bring God's powerful work to education and community outreach.Learn more about Escola Grace:Linked: https://www.linkedin.com/company/escolagraceInstagram: https://www.instagram.com/albert_filho/Connect with Us:Website: https://thirdpathinitiative.comApple Podcast: https://podcasts.apple.com/us/podcast...Spotify: https://open.spotify.com/show/0Gp5SOO...LinkedIn: / mikebaer Facebook: / thirdpathinitiative Instagram: / thirdpathinitiative Don't forget to pick up a copy of Mike Baer's books! Check the link below! ➡️ https://books.by/mike-baer
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Eu estava tomando café da manhã, quando recebi uma mensagem no meu celular. Era uma mensagem curta que trazia uma única pergunta - rápida e direta - com dois pontos de interrogação. A mensagem dizia o seguinte: Nat, você sabe como a gente se livra da necessidade de ser escolhida?Eu larguei o celular e continuei comendo o meu pão com ovo mexido, porque não, eu não fazia a menor ideia. Mas a minha cabeça continuou não desistiu da pergunta e continuou pensando nela. E eu acabei chegando a alguns caminhos, que eu queria dividir com vocês no episódio dessa quarta-feira, você vem?PUBLICIDADE: INSIDER Cupom: NOMEASCOISASCompre com desconto: https://creators.insiderstore.com.br/NOMEASCOISASBF #INSIDERSTOREApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisasMEU LIVRO: https://amzn.to/4nrTHn9Apoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisasPalestra em BH: https://www.sympla.com.br/evento/natalia-sousa-em-belo-horizonte-palestra-medo-de-dar-certo/3040757?referrer=www.google.comPalestra no RJ: https://www.sympla.com.br/evento/natalia-sousa-no-rio-de-janeiro-palestra-medo-de-dar-certo/3010972Palestra em Curitiba: https://www.sympla.com.br/evento/natalia-sousa-em-curitiba-palestra-medo-de-dar-certo/3163529?referrer=www.google.com&referrer=www.google.com
Cyla Costa's work feels alive. Hailing from Curitiba, Brazil, she's an award-winning graphic artist and type designer known for expressive lettering and vibrant color palettes. Feminism, strength, inclusivity, and culture are a few of the themes her work explores. This week, Cyla chats with host Molly Doane about building a creative career and studio in Brazil, her approach to type design, and why letters are not only meant to be read. You can find blog posts for this and past episodes at monotype.com/podcast