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Durante este programa da Escola do Amor Responde, o professor Renato Cardoso iniciou dizendo que, por não conhecerem o Amor Inteligente, muitas pessoas sofrem no amor, e um dos motivos é por não entenderem as diferenças entre homem e mulher, que são programados de forma diferente.Inclusive, recentemente, Renato e Cristiane Cardoso explicaram, em uma das palestras realizadas no Templo de Salomão, em São Paulo, os três estágios do amor. Nesse ínterim, ele perguntou aos alunos se eles sabem em qual deles estão em seus relacionamentos. Confira a palestra na íntegra no UNIVER Vídeo.Mandou-o embora de casaNa sequência, uma aluna de São Paulo buscou a ajuda dos professores. Ela foi casada durante 10 anos e disse que sempre viveu muito em função do marido, da relação, dos planos e do futuro juntos. Apesar de saber que cometeu erros na relação, ela se arrepende disso.Recentemente, ele foi embora de casa após ela sugerir isso em um momento de raiva, quando precisava de apoio e ele não estava presente, pois estava trabalhando. Ela pontuou outras questões e disse que tentou se aproximar e conversar para pedir uma chance, só que ele afirmou que não quer retomar a relação e que não a ama mais. A aluna disse que está com uma dor emocional intensa.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (15): O técnico Carlo Ancelotti passou a enfrentar pressão após o empate da Seleção Brasileira em 1 a 1 contra o Marrocos na estreia da Copa do Mundo de 2026. A atuação abaixo do esperado gerou críticas de torcedores e analistas esportivos. O treinador já avalia mudanças na equipe para o próximo compromisso da competição. Após o empate na estreia, o Brasil volta a campo na sexta-feira para enfrentar o Haiti pela fase de grupos da Copa do Mundo. Apesar do favoritismo brasileiro, a comissão técnica trata o confronto com cautela e busca corrigir falhas na criação ofensiva, intensidade e defesa. O Haiti, comandado por Sébastien Migné, tenta surpreender no torneio. Wanderley Nogueira comentou. O corpo de Maria Eduarda Rodrigues, de 21 anos, foi velado e enterrado após a jovem morrer durante uma atividade de rope jump no interior de São Paulo. Segundo as investigações, ela caiu de aproximadamente 40 metros após ser lançada sem estar conectada à corda de segurança. Três pessoas foram presas, e a Polícia apura responsabilidades e possíveis falhas nos protocolos de segurança. O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, rebateu críticas da Corte de Cassação da Itália sobre o processo envolvendo a ex-deputada Carla Zambelli. Fachin afirmou que o julgamento ocorreu com independência, imparcialidade e respeito às garantias constitucionais. A manifestação ocorreu após o tribunal italiano apontar suposta parcialidade do ministro Alexandre de Moraes. O presidente da Câmara, Hugo Motta, incluiu na pauta o projeto que trata do fim da escala de trabalho 6x1. A proposta tramita em regime de urgência e tem travado a votação de outras matérias na Casa. O deputado Leo Prates foi escolhido como relator para acelerar a análise do texto. A proposta de ampliação dos limites de faturamento do MEI e das empresas do Simples Nacional deve avançar no Congresso em julho. O objetivo é atualizar os tetos, que estão sem reajuste há anos, e adequá-los à realidade econômica dos pequenos negócios. O relator da comissão especial, deputado Jorge Goetten, afirmou que a mudança pode reduzir a pressão sobre os empreendedores. As negociações de paz entre Estados Unidos e Irã passaram a dividir a base do presidente Donald Trump. Enquanto parte dos republicanos defende a solução diplomática para evitar uma escalada militar, integrantes mais conservadores criticam os termos do acordo. Os opositores temem o fortalecimento da influência iraniana no Oriente Médio. Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira mostra Luiz Inácio Lula da Silva na liderança das intenções de voto para a eleição presidencial de 2026. No primeiro turno, Lula aparece com 42%, seguido por Flávio Bolsonaro com 33%. Em uma simulação de segundo turno, o presidente venceria o senador por 49% a 43%. Integrantes do governo de Israel indicaram que o país não pretende seguir integralmente os termos do acordo de paz anunciado entre Estados Unidos e Irã. O ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, afirmou que Israel manterá autonomia em suas decisões. Já o ministro da Defesa, Israel Katz, declarou que as forças israelenses permanecerão em áreas estratégicas da região por tempo indeterminado. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No Comentário Final de hoje, o Dr. Assad comenta a estreia do Brasil na Copa, marcada pelo empate em 1 a 1 contra o Marrocos. Apesar do golaço de Vinícius Júnior, ele avalia que a atuação da Seleção deixou preocupações para a sequência do torneio e repercute as discussões sobre as escolhas do técnico Carlo Ancelotti para os próximos desafios da equipe.#Seleção #Copa2026 #ViniciusJunior #CarloAncelotti #Futebol
O convidado do JR ENTREVISTA desta quinta-feira (11) é o presidente do Sindifisco Nacional, Dão Real. À jornalista Flávia Alvarenga, ele comentou o papel estratégico da Receita Federal na desarticulação das finanças de organizações criminosas, como o PCC e o Comando Vermelho, a importância do monitoramento de fintechs para evitar a lavagem de dinheiro e o impacto do déficit de servidores na fiscalização de portos e fronteiras do país.Segundo Real, embora o senso comum ligue o crime organizado ao tráfico de drogas e armas, facções como o PCC e o Comando Vermelho operam hoje como “conglomerados empresariais” que se infiltram na economia lícita para ocultar ativos. A Receita Federal atua justamente no rastreamento desses patrimônios, investigando beneficiários reais e fluxos financeiros clandestinos que não possuem origem declarada. “Muitas vezes o auditor fiscal se depara com a utilização de fluxos financeiros para ocultar patrimônio, ocultar ativos. E às vezes esses ativos são ativos de facções criminosas”, explicou.Um dos exemplos de maior impacto citados foi a Operação Carbono Oculto, que revelou como o crime organizado dominou toda a cadeia de combustíveis, desde refinarias até milhares de postos de gasolina. Dão Real detalhou que esses estabelecimentos eram usados para lavar dinheiro e maximizar lucros através da sonegação e da venda de produtos adulterados com metanol. “A lavagem de dinheiro é um crime. Mas a atividade que lava o dinheiro não precisaria ser uma atividade criminosa. Só que eles utilizaram atividades criminosas para lavar dinheiro, por exemplo, falsificar combustível”, avaliou.A entrevista também abordou o uso de bancos digitais e “contas bolsão” para dificultar a identificação dos verdadeiros donos do dinheiro. Real explicou que a Receita Federal precisou criar normas para equiparar as obrigações das fintechs às dos bancos tradicionais, exigindo a declaração dos CPFs dos beneficiários das movimentações. Antes desse monitoramento, o crime “descarregava” recursos nessas plataformas para “esquentar” o dinheiro por meio de fundos de investimento que, posteriormente, adquiriam bens reais e empresas legítimas.Real também destacou que a missão da Receita é complementar à da Polícia Federal. Enquanto a polícia foca nas prisões, o fisco atua na punição econômica para desestruturar a logística das facções. “A Receita é um instrumento poderoso exatamente neste componente do crime que é o financiamento, que é a asfixia financeira. Quando eu tiro o oxigênio do crime, eu combato o crime de forma mais inteligente e torno mais cara a prática criminosa”, afirmou.Apesar do avanço tecnológico e do uso de Inteligência Artificial, Real alertou que a carência de pessoal é um obstáculo crítico. Atualmente, a Receita conta com apenas 6.800 auditores ativos, cerca de metade do quadro que possuía em 2014, o que sobrecarrega a fiscalização aduaneira e o combate a fraudes estruturadas. Ele defendeu ainda a necessidade urgente de novos concursos, afirmando que a tecnologia não substitui a capacidade humana de analisar a enorme massa de dados aprendidos em operações complexas.O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.
Devocional do dia 12/06/2026 com o tema: Conjugalidade A personagem do texto é uma mulher que, conforme a cultura da época, fora oprimida por seus irmãos. Apesar disso, ela não se subjugou ao vitimismo nem se rendeu à baixa autoestima, mas atendeu àquilo que lhe fora imposto. Assim, mesmo com a pele queimada pelo sol, uma característica de escravos, ela manteve sua autoestima preservada. LEITURA BÍBLICA: Cantares 1.5-8 Se você, a mais linda das mulheres, não o sabe, siga a trilha das ovelhas e faça as suas cabritas pastarem junto às tendas dos pastores (Ct 1.8).See omnystudio.com/listener for privacy information.
FAÇA SUA PRÉ-MATRÍCULA PARA O LEGADO (16 produtos pelo preço de 1)Abra sua conta na Coinbase, uma das exchanges de cripto mais seguras do mundo, e ganhe R$50 em BTC na sua primeira compra de R$1.000Descomplique seu IR com a MyprofitVocê conhece os ETFs e fundos do Grupo Primo?Nos últimos anos, começamos um processo de transformação na forma como o investidor brasileiro investe — indo de fundos de previdência a estratégias mais modernas de alocação, incluindo o nosso ETF de renda fixa, o GPCA11.Nosso ecossistema de ativos vem se desenvolvendo com o objetivo de oferecer melhores opções para o investidor brasileiro, combinando eficiência, diversificação, custos competitivos e maior inteligência na construção de carteira.Em um cenário de inflação e juros ainda relevantes, entender como proteger e construir patrimônio ao longo do tempo se torna essencial — e é nesse contexto que soluções mais eficientes, como ETFs de renda fixa de baixo custo, ganham cada vez mais importância.Mas afinal: como esses produtos funcionam na prática?Qual é o mais indicado para cada perfil de investidor?E como eles se organizam dentro de uma estratégia de investimento mais ampla?Apesar de serem instrumentos cada vez mais presentes no mercado, ainda existe muita dúvida sobre estrutura, funcionamento e custos desses produtos — e entender isso pode mudar completamente a forma de investir.Para responder essas e outras perguntas, recebemos Guilherme Cadonhotto, Head de Alocação da Grão.Ele será transmitido nesta quinta-feira, dia 11/06, ao meio-dia, no canal Os Sócios Podcast.Hosts: Bruno Perini @bruno_perini e Malu Perini @maluperiniConvidado: Guilherme Cadonhotto @gui.cadonhotto
Angela Green desapareceu em 2019. Meses depois, sua própria família começou a perceber que algo não estava certo: versões contraditórias, perguntas sem resposta e um mistério que permanece aberto até hoje transformaram o caso em um dos desaparecimentos mais intrigantes dos últimos anos. Apesar de ter uma solução bem óbvia. Neste episódio do Detetive do Sofá, analisamos os acontecimentos que antecederam o sumiço de Angela e os oito meses de mentiras que seguiram. ❤ Torne-se um apoiador pelo Apoia.se ou pela Orelo❤ Segue a gente no Instagram e no Youtube agora com vídeos dos casos Pesquisa e roteiro: Marcela Souza Edição: Alexandre LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Em França, a morte de Lyhanna, uma menina de 11 anos, está a gerar uma mobilização contra a lentidão da justiça em tratar os crimes sexuais contra crianças. O suspeito da sua morte acumulava outras denúncias de violações e abusos de menores, mas nunca foi interrogado pelas autoridades. A activista Luísa Semedo denuncia um “escândalo de Estado” que “mete a nu muitas deficiências do Estado” francês, sublinha que “a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França” e que apenas 3% dos agressores são condenados. A investigadora associa-se à mobilização que pede a adopção de uma Lei Integral de combate aos crimes sexuais e acredita que “uma parte da sociedade está a acordar”. Esta segunda-feira, houve manifestações em várias cidades francesas para expressar a revolta colectiva pela morte de Lyhanna e para protestar contra as falhas da Justiça e do Estado francês no que toca à protecção das crianças contra crimes sexuais. Esta quinta-feira, a indignação e a revolta chegaram ao jornal português Público com uma crónica da activista Luísa Semedo, que começa assim: “Em França, a cada três minutos, o tempo de leitura desta crónica, uma criança é vítima de agressão sexual e apenas 3% das denúncias de violação de menores resultam em condenação.” [Os números “abissais” da violência sexual sobre crianças são da Comissão [francesa] Independente sobre Incesto e Violências Sexuais contra Crianças (Ciivise).] Conversámos com Luísa Semedo, investigadora em Filosofia Política e Ética; que olha para a morte de Lyhanna como “a ponta do iceberg” daquilo que denuncia como “um escândalo de Estado”. “É um escândalo de Estado porque mete a nu muitas deficiências do Estado, justamente a vários níveis, quer seja no nível judicial, na polícia, a nível das leis, a nível dos apoios sociais, dos apoios médicos, da educação, ou seja, como é que toda a estrutura está a falhar às pessoas que são vítimas. Portanto, é de facto um escândalo de Estado. A questão que aqui se coloca não é só o que aconteceu com Lyhanna, é o facto de ter havido, durante mais de dez anos, queixas contra este o suspeito que nunca foram levadas a sério e ele nunca foi ouvido”, explica, por telefone, à RFI. Luísa Semedo sublinha que além de ser um “escândalo de Estado”, a morte de mais uma criança alegadamente vítima de um predador sexual revela também “um escândalo da sociedade”, pelo que é urgente “uma mudança de mentalidades”. “Estamos a falar de 3% de pessoas condenadas. Estamos a falar também que a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França. Estes números são absolutamente abissais, por isso é que cada caso que aparece é só a ponta do iceberg. As pessoas que se estão a mobilizar sabem disso e querem que haja visibilidade sobre esta situação porque é uma situação que é absolutamente grave, que se passa, muitas vezes, dentro de casa ou muitas vezes com pessoas que são muito próximas. Não se trata de casos que se passam na rua, num canto escuro com um estranho ou com um estrangeiro - como nos quer fazer acreditar a extrema-direita. Não. Passa-se, sim, dentro de casa. Passa-se na escola. É uma catástrofe e um escândalo. É um escândalo de Estado. É um escândalo da sociedade. Felizmente, há uma parte da sociedade que acordou para isto”, diz Luísa Semedo. As associações feministas e de protecção da infância reivindicam a adopção de uma Lei Integral de combate à violência sexual contra crianças e mulheres, a qual já tinha sido apresentada por cerca de cem deputados no fim de 2025, mas que nunca foi analisada. Na concentração desta segunda-feira, em frente ao ministério da Justiça, em Paris, a polícia deteve Andréa Bescond, uma conhecida realizadora e autora de um livro (‘Les chatouilles ou la danse de la colère') - que transformou em peça de teatro e que também deu um filme - sobre os abusos sexuais que ela própria sofreu quando era menor. Ela passou a noite na esquadra e denunciou uma detenção arbitrária. Nas redes sociais, muitos partilharam as imagens da violenta detenção de Andréa Bescond e ela também publicou fotografias das nódoas negras que daí resultaram. Luísa Semedo também ficou perplexa com o que aconteceu e pergunta-se como é que Andréa Bescond, uma vítima, “foi detida e passou toda a noite na prisão, enquanto um agressor com queixas há dez anos nunca foi sequer ouvido”. Por outro lado, Luísa Semedo subscreve o apelo de Andréa Bescond de concentrações pacíficas todas as segundas-feiras, às 19h, diante de todos os tribunais de França até à adopção da Lei Integral de combate às violências sexuais. “Esta Lei Integral implica vários tipos de vias para tratar esta questão da violência sexual contra as crianças e vai desde questões como a imprescritibilidade, ou seja, que não haja limite de tempo para apresentar queixa. Também aborda questões como a educação nas escolas: são as crianças que têm de ser educadas, mas também os futuros adultos (...) É uma lei cujo objectivo é fazer com que, cada vez que haja um destes casos, não seja considerado só como um ‘fait divers' ou como um caso pontual ou ‘um disfuncionamento', como disse o [Emmanuel] Macron, mas que faz parte de um sistema”, acrescenta a investigadora. Esta semana, nos protestos e até na Assembleia francesa, ouviram-se pedidos a exigir a demissão do primeiro-ministro, Sébastien Lecornu, que rejeita deixar o cargo e aponta o dedo à justiça - ainda que o governo francês seja acusado de ter feito cortes no sector. Lecornu propôs a possibilidade de uma pena de prisão perpétua para os violadores em série contra os actuais 20 anos de prisão [para os que chegam a ser julgados] e disse querer que os inquéritos relativos a crimes contra menores sejam feitos em menos de três meses. Estas medidas são suficientes? Não, responde Luísa Semedo, sublinhando que a questão principal “não está no número de anos da pena do agressor”, mas no facto de apenas “3% dos casos de agressão sexual serem punidos”. No domingo, o ministro da Justiça, Gérald Darmanin, assinalou que existem “graves falhas” na gestão do caso do suspeito da morte de Lyhanna, e anunciou que 70 mil queixas envolvendo crimes sexuais contra menores terão de ser examinados até 14 de Julho. Mais uma vez, Luísa Semedo aponta o seu olhar crítico para este anúncio e diz: “Parece até humanamente impossível, tendo em conta que um dos problemas em França é justamente, em relação à União Europeia, a França ter menos meios, por exemplo, em procuradores do que no resto dos países europeus. Ou seja, há um problema também de meios que não vêm directamente da culpa de magistrados ou dos serviços da Justiça. Vem do Estado em geral e dos meios que são dados a estas questões e das prioridades também que estão em cima da mesa. Por exemplo, a formação de polícias é algo que é importante e também não é feito. O que este caso está a revelar é, de facto, todas as insuficiências do Estado em relação a esta questão, que é uma questão que é multifactorial e que não é só uma questão de magistrados ou só uma questão de ir ver cada caso. Claro que é importante ver cada caso e acho muito bem que se faça, mas não com este lado de 'performance', com uma data, como se fosse uma espécie de concurso. Até acho indecente e de mau gosto porque há um lado de 'performance' que não tem nada a ver com a seriedade do tema.” Apesar de lamentar que tanto a Justiça, quanto o Estado, quanto a Sociedade tenham falhado até agora, Luísa Semedo acredita que “uma parte da sociedade a acordar”. Por isso deixa também o apelo: “Eu acho que o apelo de se juntar todas as segundas-feiras vai ao encontro disso, ou seja, é dizer NÃO, há uma parte da sociedade que não vai deixar passar. Isto foi a gota de água. O Estado falhou. A sociedade também ainda não está completamente consciencializada para o problema, mas há uma parte que está e que vai continuar a lutar.” Luísa Semedo: A morte de Lyhanna é “um escândalo de Estado” e "talvez o início de uma revolução” RFI: Por que é que decidiu mobilizar-se e escrever num jornal português sobre a morte de Lyhanna? Luísa Semedo, Activista e Investigadora em Filosofia Política e Ética: “Porque em França está a ser uma situação que está a causar imensa emoção e penso que é uma questão que é universal, não é uma questão que é só importante em França, a questão da violência contra as crianças. Parece-me importante também que em Portugal se fale sobre isto porque o que se sente é que há, de facto, uma zona um pouco escondida, a questão do MeToo, da violência em geral e da violência sexual e nomeadamente contra as crianças. É como se fosse uma zona em que o problema é tão grande que parece preferir-se não se ver um problema tão grande. Neste momento, está a rebentar em França com o caso da Liana, ou seja, é a gota de água que fez com que as pessoas saíssem todas para a rua.” Na segunda-feira houve manifestações em várias cidades francesas para exigir medidas e está a haver uma mobilização. O que espera desta mobilização? É possível que algo mude? É preciso um tsunami? Ou, como escreve na crónica no Público, "está-se talvez a viver o início de uma revolução?” “Sim. O que eu espero é que haja uma mudança de mentalidades porque são questões tão estruturais, tão profundas na sociedade, que não é só com pequenas medidas de urgência que se vai lá. Ou seja, é uma questão que necessita que várias soluções sejam postas em prática e uma das mais importantes é talvez uma mudança de mentalidades. Ou seja, olhar para uma criança como uma pessoa é a base, perceber que é uma pessoa que tem um corpo e que tem de ter consentimento em relação ao que lhe fazem. A criança também tem de ter essa consciência e, por isso, as associações pedem muito que haja, por exemplo, uma educação sexual e afectiva nas escolas, que é uma coisa que não existe ou existe de forma muito rudimentar. Ou seja, é toda uma panóplia de soluções que devem ser feitas.” As associações que se têm mobilizado e participado nestes protestos reivindicam a adopção de uma proposta de lei integral de combate à violência sexual contra crianças e mulheres. A Luísa Semedo também fala nesta lei integral na sua crónica. O que é esta lei integral que chegou a ser apresentada no final de 2025 por cerca de 100 deputados, mas que nunca foi analisada? “Esta lei integral implica vários tipos de vias para tratar esta questão da violência sexual contra as crianças e vai desde questões como a imprescritibilidade, ou seja, que não haja limite de tempo para apresentar queixa. Também aborda questões como a educação nas escolas: são as crianças que têm de ser educadas, mas também os futuros adultos, ou seja, a questão do que é que é a dominação sobre o corpo de outro, o que é o consentimento. São questões que implicam toda a gente e, portanto, também começa na educação. Isso é muito importante. É uma lei cujo objectivo é fazer com que cada vez que haja um destes casos que não seja considerado só como um ‘fait divers', só como um caso pontual ou ‘um disfuncionamento', como disse o [Emmanuel] Macron, mas que faz parte de um sistema. E esse sistema tem de ser combatido com esta lei integral que são 78 medidas e que são medidas para enfrentar este caso de frente, ou seja, com várias leis diferentes.” Nos protestos em frente ao Ministério da Justiça, em Paris, a polícia deteve Andréa Bescond, realizadora e autora de um livro (‘Les chatouilles ou la danse de la colère') - que transformou em filme e em peça de teatro - sobre os abusos sexuais que ela própria sofreu quando era menor. Ela passou a noite na esquadra e denuncia uma detenção arbitrária. Como é que vê o que aconteceu e vai seguir o apelo dela de manifestar todas as segundas-feiras em frente aos tribunais de França até à Lei Integral de protecção das vítimas de abusos sexuais ser adoptada? “Sim, sem dúvida. Eu sempre que posso tento acompanhar este tipo de acções que me parecem absolutamente importantes e acho que é muito reconfortante até para as vítimas. Eu própria também sou uma sobrevivente, portanto, é sempre muito forte ver estas pessoas mobilizadas. Acho que nos toca a todas as pessoas que foram de alguma forma vítimas de violência e, portanto, sim, sem dúvida. O que aconteceu com a Andréa Bescond foi, de alguma forma, uma intimidação de uma das cabeças da manifestação, que foi acompanhada também, algumas horas antes, pela proibição da manifestação à frente do Ministério da Justiça. O Estado ou o governo dá com uma mão e tira com a outra, ou seja, há ali um discurso que é bastante ambíguo em relação à questão da violência e da violência sexual contra as crianças e contra as mulheres, que já dura há bastantes anos, não é só de agora.” No seu texto escreve “A lei tem um prazo. O trauma não”. O que pode fazer o Estado francês para ajudar as vítimas que vivem com o trauma e para evitar futuras agressões? “Sim, na Lei Integral também é pedido para que haja apoio para as vítimas para as questões do trauma. Muitas das vítimas vivem o que nós chamamos de stress pós-traumático e stress pós-traumático complexo também. É, por exemplo, o acesso a profissionais de saúde da psiquiatria, psicologia e medicamentos. Há todo um acompanhamento que é necessário quando se sofre de stress pós-traumático, por exemplo. É algo que é muito complicado ainda de ter em França. Isso é um dos pedidos também da Lei Integral. Parece-me absolutamente essencial também ver algo que acho que faz parte da Lei Integral, que é a forma como se ouvem as crianças. Ou seja, elas serem ouvidas de forma autónoma dos adultos que, por vezes, são as pessoas que as agridem e portanto, elas terem um local seguro para serem ouvidas, para serem escutadas, para serem levadas a sério.” Ou seja, é todo um dispositivo que muda completamente a forma como nós vemos até agora as vítimas. Por enquanto, os agressores parecem ser mais protegidos do que as vítimas e o objectivo é que esta estrutura mude completamente, ou seja, que o centro da preocupação sejam, de facto, as vítimas e não os agressores.” Depois do que aconteceu, o ministro da Justiça Gérald Darmanin anunciou, no domingo, que 70.000 processos envolvendo violência sexual contra menores deverão ser examinados antes de 14 de Julho. O jornal Libération diz que o poder Executivo francês reconhece erros, mas transfere a responsabilidade da tragédia para a Justiça. Que leitura faz? E é possível estes 70.000 processos serem analisados num mês? “Pois, somente não me parece possível, como me parece que o que for feito vai ser mal feito porque parece até humanamente impossível, tendo em conta que um dos problemas em França é justamente, em relação à União Europeia, a França ter menos meios, por exemplo, em procuradores do que no resto dos países. Ou seja, há um problema também de meios que não vêm directamente da culpa de magistrados ou dos serviços da Justiça. Vem do Estado em geral e dos meios que são dados a estas questões e das prioridades também que estão em cima da mesa. Por exemplo, a formação de polícias é algo que é importante e também não é feito. O que este caso está a revelar é, de facto, todas as insuficiências do Estado em relação a esta questão, que é uma questão que é multifactorial e que não é só uma questão de magistrados ou só uma questão de ir ver cada caso. Claro que é importante ver cada caso e acho muito bem que se faça, mas não com este lado um bocado de 'performance' com uma data, como se fosse uma espécie de concurso. Até acho indecente e de mau gosto porque há um lado de 'performance' que não tem nada a ver com a seriedade do tema.” Ouviram-se pedidos a exigir a demissão do Primeiro-Ministro francês, não só nas manifestações, mas também na Assembleia. Sébastien Lecornu rejeita deixar o cargo e aponta o dedo à Justiça, ainda que o governo francês seja acusado de ter feito cortes no sector. Ele propôs a possibilidade de uma pena de prisão perpétua para os violadores em série, contra os actuais 20 anos de prisão (para os que chegam a ser julgados) e disse querer que os inquéritos relativos a crimes contra menores sejam feitos em menos de três meses. Estas medidas chegam? “Estas medidas não chegam porque há medidas que já existem. O problema é que as medidas não estão a ser cumpridas. Se só há 3% dos casos de agressão que são punidos, não tem nada a ver com a pena ser maior ou mais pequena. O que é importante é que estas pessoas sejam punidas e é importante ouvir as vítimas. Muitas das vítimas dizem: ‘O que nós queremos, o que nos vai fazer ficar em sentir insegurança e sentir reconfortados é que não haja impunidade'. Não se está à espera que haja pena de morte ou castração, ou o que quer que seja de medida cada vez mais espectacular para dar uma impressão de que se está a fazer alguma coisa. Não é isso. O facto é que só 3% de casos de agressão sexual é que são punidos, portanto, a questão está aí e não está nos anos da pena do agressor.” É por isso que fala num “escândalo de Estado” em relação ao caso Lyhanna? “Sim, sim. É um escândalo de Estado porque mete a nu muitas deficiências do Estado, justamente a vários níveis, quer seja no nível judicial, na polícia, a nível das leis, a nível dos apoios sociais, dos apoios médicos, da educação, ou seja, como é que toda a estrutura está a falhar às pessoas que são vítimas. Portanto, é de facto um escândalo de Estado sim. A questão que aqui se coloca não é só o que aconteceu com Lyhanna, é o facto de ter havido, durante mais de dez anos, queixas contra este suspeito que nunca foram levadas a sério e ele nunca foi ouvido, o que é bastante impressionante. Imagine-se que alguém com este perfil nunca foi ouvido e alguém com o perfil de Andréa Bescond, que é uma sobrevivente, foi detida e passou toda a noite na prisão, enquanto um agressor com queixas há dez anos contra ele nunca foi sequer ouvido. Portanto, já se está aqui a ver o contraste entre como é que as pessoas vítimas e activistas são tratadas e os agressores são tratados.” Ou seja, como escreve no artigo, “não houve aqui só uma negligência pontual, nem um simples disfuncionamento, como afirmou o Presidente Macron”, é algo mais vasto? “Sim, sem dúvida é algo mais vasto. Nós estamos a falar de 3% de pessoas condenadas. Estamos a falar também que a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França. Estes números são absolutamente abissais, por isso é que cada caso que aparece é só mesmo a ponta do iceberg. As pessoas que se estão a mobilizar sabem disso e querem que haja visibilidade sobre esta situação porque é uma situação que é absolutamente grave, que se passa muitas vezes dentro de casa ou muitas vezes com pessoas que são muito próximas. Não se trata de casos que se passam na rua, num canto escuro com um estranho ou um estrangeiro - como nos quer fazer acreditar a extrema-direita. Não. Passa, sim, dentro de casa. Passa-se na escola. É uma catástrofe e é, de facto, um escândalo. É um escândalo de Estado. É um escândalo da sociedade. Felizmente, há uma parte da sociedade que acordou para isto.” A Justiça e o Estado falharam? “Sim. Falharam a Justiça, o Estado, mas a sociedade em geral também está a falhar. Felizmente, o que se está a ver nas ruas é uma parte da sociedade a acordar e a mostrar que não vai deixar passar. Eu acho que o apelo de se juntar todas as segundas-feiras vai ao encontro disso, ou seja, é dizer NÃO, há uma parte da sociedade que não vai deixar passar. Isto foi a gota de água. O Estado falhou. A sociedade também ainda não está completamente consciencializada para o problema, mas há uma parte que está e que vai continuar a lutar.”
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A convidada do JR ENTREVISTA desta quarta-feira (10) é a presidente da ABEEólica (Associação Brasileira de Energia Eólica) e vice-presidente da GWEC (Global Wind Energy Council), Elbia Gannoum. À jornalista Lívia Veiga, ela falou sobre a posição estratégica do Brasil na corrida global pela transição energética, destacando que o país possui uma das matrizes elétricas mais limpas do mundo. Segundo Gannoum, o Brasil vive hoje um “bônus verde” que precisa ser transformado em vantagem competitiva real para atrair investimentos e impulsionar a economia.Gannoum explica que, embora o Brasil utilize fontes renováveis há décadas, a valorização global desses recursos ganhou força após o Acordo de Paris, em 2015. Com a Europa passando a exigir produtos de baixo carbono a partir de 2026, o Brasil tem uma oportunidade estratégica única. “O Brasil é o país mais renovável do mundo. Estamos num processo de construção para transformar a vantagem comparativa em vantagem competitiva”, afirmou a especialista durante a entrevista.Um dos pontos centrais da discussão foi o paradoxo da sobra de energia durante o dia. Com o avanço da geração solar em telhados, o sistema produz em excesso entre as 10h e 16h, o que muitas vezes força o desligamento de grandes usinas por segurança. Para corrigir esse desperdício, ela defende o uso de baterias para armazenar o excesso e a adoção de tarifas mais baratas que incentivem o consumo nesse horário.O impacto socioeconômico do setor também foi pauta, com foco no Nordeste, que concentra 95% da produção eólica do país. Gannoum apresentou números que comprovam o alto retorno desses investimentos para a sociedade. “A cada R$ 1 que você investe em energia renovável, você devolve R$ 3 para a economia brasileira”. Esse fluxo financeiro foi fundamental para que o PIB (Produto Interno Bruto) da região crescesse 21% nos últimos 15 anos e o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) local saltasse 20% nas áreas que abrigam os parques eólicos.Apesar do otimismo, há um alerta sobre a perda de liderança para países como a China, que hoje domina o mercado global de transição energética. Elbia aponta que o Brasil está relativamente atrasado na regulamentação de leis cruciais, como as de eólicas offshore e hidrogênio verde, o que gera insegurança jurídica. Ela também criticou o descompasso entre o Executivo e o Legislativo, que por vezes aprova leis que contrariam o planejamento técnico e encarecem o sistema.Para o futuro, a aposta do setor reside na descarbonização da indústria e na atração de centros de dados de alta tecnologia. Gannoum reforça que a energia deve ser vista como uma alavanca de industrialização e crescimento do PIB. “O Brasil tem todas as condições para ocupar esse espaço... ele não precisa mais discutir o que tem que ser feito, ele precisa fazer”, concluiu, enfatizando a “urgência do presente” para que o país não perca a janela de oportunidade global.O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.
Episódio 608 de Dias Úteis, um podcast que lhe oferece um poema pela manhã, de segunda a sexta-feira. Por vezes também à tarde, nem sempre apenas poesia. Voltamos hoje à poesia de Ricardo Fonseca Mota. Um excerto do seu livro "A mão e a grandeza", lido pelo autor. Pode receber todos os episódios subscrevendo de forma gratuita em todas as plataformas de podcast (Apple, Google, Spotify e muitas outras) e pode contar com conteúdo adicional seguindo as nossas páginas no Facebook, Instagram e YouTube. Se gosta dos nossos conteúdos, por favor avalie nestas plataformas e partilhe com os seus amigos. Apesar de gratuito, se nos quiser apoiar a melhorar este projecto pode fazê-lo em https://www.patreon.com/diasuteispodcast . Este podcast é uma produção da Associação de Ideias, tem música original de Marco Figueiredo e voz de introdução de José Carlos Tinoco. A concepção e edição são de Filipe Lopes.
Em França, a morte de Lyhanna, uma menina de 11 anos, está a gerar uma mobilização contra a lentidão da justiça em tratar os crimes sexuais contra crianças. O suspeito da sua morte acumulava outras denúncias de violações e abusos de menores, mas nunca foi interrogado pelas autoridades. A activista Luísa Semedo denuncia um “escândalo de Estado” que “mete a nu muitas deficiências do Estado” francês, sublinha que “a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França” e que apenas 3% dos agressores são condenados. A investigadora associa-se à mobilização que pede a adopção de uma Lei Integral de combate aos crimes sexuais e acredita que “uma parte da sociedade está a acordar”. Esta segunda-feira, houve manifestações em várias cidades francesas para expressar a revolta colectiva pela morte de Lyhanna e para protestar contra as falhas da Justiça e do Estado francês no que toca à protecção das crianças contra crimes sexuais. Esta quinta-feira, a indignação e a revolta chegaram ao jornal português Público com uma crónica da activista Luísa Semedo, que começa assim: “Em França, a cada três minutos, o tempo de leitura desta crónica, uma criança é vítima de agressão sexual e apenas 3% das denúncias de violação de menores resultam em condenação.” [Os números “abissais” da violência sexual sobre crianças são da Comissão [francesa] Independente sobre Incesto e Violências Sexuais contra Crianças (Ciivise).] Conversámos com Luísa Semedo, investigadora em Filosofia Política e Ética; que olha para a morte de Lyhanna como “a ponta do iceberg” daquilo que denuncia como “um escândalo de Estado”. “É um escândalo de Estado porque mete a nu muitas deficiências do Estado, justamente a vários níveis, quer seja no nível judicial, na polícia, a nível das leis, a nível dos apoios sociais, dos apoios médicos, da educação, ou seja, como é que toda a estrutura está a falhar às pessoas que são vítimas. Portanto, é de facto um escândalo de Estado. A questão que aqui se coloca não é só o que aconteceu com Lyhanna, é o facto de ter havido, durante mais de dez anos, queixas contra este o suspeito que nunca foram levadas a sério e ele nunca foi ouvido”, explica, por telefone, à RFI. Luísa Semedo sublinha que além de ser um “escândalo de Estado”, a morte de mais uma criança alegadamente vítima de um predador sexual revela também “um escândalo da sociedade”, pelo que é urgente “uma mudança de mentalidades”. “Estamos a falar de 3% de pessoas condenadas. Estamos a falar também que a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França. Estes números são absolutamente abissais, por isso é que cada caso que aparece é só a ponta do iceberg. As pessoas que se estão a mobilizar sabem disso e querem que haja visibilidade sobre esta situação porque é uma situação que é absolutamente grave, que se passa, muitas vezes, dentro de casa ou muitas vezes com pessoas que são muito próximas. Não se trata de casos que se passam na rua, num canto escuro com um estranho ou com um estrangeiro - como nos quer fazer acreditar a extrema-direita. Não. Passa-se, sim, dentro de casa. Passa-se na escola. É uma catástrofe e um escândalo. É um escândalo de Estado. É um escândalo da sociedade. Felizmente, há uma parte da sociedade que acordou para isto”, diz Luísa Semedo. As associações feministas e de protecção da infância reivindicam a adopção de uma Lei Integral de combate à violência sexual contra crianças e mulheres, a qual já tinha sido apresentada por cerca de cem deputados no fim de 2025, mas que nunca foi analisada. Na concentração desta segunda-feira, em frente ao ministério da Justiça, em Paris, a polícia deteve Andréa Bescond, uma conhecida realizadora e autora de um livro (‘Les chatouilles ou la danse de la colère') - que transformou em peça de teatro e que também deu um filme - sobre os abusos sexuais que ela própria sofreu quando era menor. Ela passou a noite na esquadra e denunciou uma detenção arbitrária. Nas redes sociais, muitos partilharam as imagens da violenta detenção de Andréa Bescond e ela também publicou fotografias das nódoas negras que daí resultaram. Luísa Semedo também ficou perplexa com o que aconteceu e pergunta-se como é que Andréa Bescond, uma vítima, “foi detida e passou toda a noite na prisão, enquanto um agressor com queixas há dez anos nunca foi sequer ouvido”. Por outro lado, Luísa Semedo subscreve o apelo de Andréa Bescond de concentrações pacíficas todas as segundas-feiras, às 19h, diante de todos os tribunais de França até à adopção da Lei Integral de combate às violências sexuais. “Esta Lei Integral implica vários tipos de vias para tratar esta questão da violência sexual contra as crianças e vai desde questões como a imprescritibilidade, ou seja, que não haja limite de tempo para apresentar queixa. Também aborda questões como a educação nas escolas: são as crianças que têm de ser educadas, mas também os futuros adultos (...) É uma lei cujo objectivo é fazer com que, cada vez que haja um destes casos, não seja considerado só como um ‘fait divers' ou como um caso pontual ou ‘um disfuncionamento', como disse o [Emmanuel] Macron, mas que faz parte de um sistema”, acrescenta a investigadora. Esta semana, nos protestos e até na Assembleia francesa, ouviram-se pedidos a exigir a demissão do primeiro-ministro, Sébastien Lecornu, que rejeita deixar o cargo e aponta o dedo à justiça - ainda que o governo francês seja acusado de ter feito cortes no sector. Lecornu propôs a possibilidade de uma pena de prisão perpétua para os violadores em série contra os actuais 20 anos de prisão [para os que chegam a ser julgados] e disse querer que os inquéritos relativos a crimes contra menores sejam feitos em menos de três meses. Estas medidas são suficientes? Não, responde Luísa Semedo, sublinhando que a questão principal “não está no número de anos da pena do agressor”, mas no facto de apenas “3% dos casos de agressão sexual serem punidos”. No domingo, o ministro da Justiça, Gérald Darmanin, assinalou que existem “graves falhas” na gestão do caso do suspeito da morte de Lyhanna, e anunciou que 70 mil queixas envolvendo crimes sexuais contra menores terão de ser examinados até 14 de Julho. Mais uma vez, Luísa Semedo aponta o seu olhar crítico para este anúncio e diz: “Parece até humanamente impossível, tendo em conta que um dos problemas em França é justamente, em relação à União Europeia, a França ter menos meios, por exemplo, em procuradores do que no resto dos países europeus. Ou seja, há um problema também de meios que não vêm directamente da culpa de magistrados ou dos serviços da Justiça. Vem do Estado em geral e dos meios que são dados a estas questões e das prioridades também que estão em cima da mesa. Por exemplo, a formação de polícias é algo que é importante e também não é feito. O que este caso está a revelar é, de facto, todas as insuficiências do Estado em relação a esta questão, que é uma questão que é multifactorial e que não é só uma questão de magistrados ou só uma questão de ir ver cada caso. Claro que é importante ver cada caso e acho muito bem que se faça, mas não com este lado de 'performance', com uma data, como se fosse uma espécie de concurso. Até acho indecente e de mau gosto porque há um lado de 'performance' que não tem nada a ver com a seriedade do tema.” Apesar de lamentar que tanto a Justiça, quanto o Estado, quanto a Sociedade tenham falhado até agora, Luísa Semedo acredita que “uma parte da sociedade a acordar”. Por isso deixa também o apelo: “Eu acho que o apelo de se juntar todas as segundas-feiras vai ao encontro disso, ou seja, é dizer NÃO, há uma parte da sociedade que não vai deixar passar. Isto foi a gota de água. O Estado falhou. A sociedade também ainda não está completamente consciencializada para o problema, mas há uma parte que está e que vai continuar a lutar.” Luísa Semedo: A morte de Lyhanna é “um escândalo de Estado” e "talvez o início de uma revolução” RFI: Por que é que decidiu mobilizar-se e escrever num jornal português sobre a morte de Lyhanna? Luísa Semedo, Activista e Investigadora em Filosofia Política e Ética: “Porque em França está a ser uma situação que está a causar imensa emoção e penso que é uma questão que é universal, não é uma questão que é só importante em França, a questão da violência contra as crianças. Parece-me importante também que em Portugal se fale sobre isto porque o que se sente é que há, de facto, uma zona um pouco escondida, a questão do MeToo, da violência em geral e da violência sexual e nomeadamente contra as crianças. É como se fosse uma zona em que o problema é tão grande que parece preferir-se não se ver um problema tão grande. Neste momento, está a rebentar em França com o caso da Liana, ou seja, é a gota de água que fez com que as pessoas saíssem todas para a rua.” Na segunda-feira houve manifestações em várias cidades francesas para exigir medidas e está a haver uma mobilização. O que espera desta mobilização? É possível que algo mude? É preciso um tsunami? Ou, como escreve na crónica no Público, "está-se talvez a viver o início de uma revolução?” “Sim. O que eu espero é que haja uma mudança de mentalidades porque são questões tão estruturais, tão profundas na sociedade, que não é só com pequenas medidas de urgência que se vai lá. Ou seja, é uma questão que necessita que várias soluções sejam postas em prática e uma das mais importantes é talvez uma mudança de mentalidades. Ou seja, olhar para uma criança como uma pessoa é a base, perceber que é uma pessoa que tem um corpo e que tem de ter consentimento em relação ao que lhe fazem. A criança também tem de ter essa consciência e, por isso, as associações pedem muito que haja, por exemplo, uma educação sexual e afectiva nas escolas, que é uma coisa que não existe ou existe de forma muito rudimentar. Ou seja, é toda uma panóplia de soluções que devem ser feitas.” As associações que se têm mobilizado e participado nestes protestos reivindicam a adopção de uma proposta de lei integral de combate à violência sexual contra crianças e mulheres. A Luísa Semedo também fala nesta lei integral na sua crónica. O que é esta lei integral que chegou a ser apresentada no final de 2025 por cerca de 100 deputados, mas que nunca foi analisada? “Esta lei integral implica vários tipos de vias para tratar esta questão da violência sexual contra as crianças e vai desde questões como a imprescritibilidade, ou seja, que não haja limite de tempo para apresentar queixa. Também aborda questões como a educação nas escolas: são as crianças que têm de ser educadas, mas também os futuros adultos, ou seja, a questão do que é que é a dominação sobre o corpo de outro, o que é o consentimento. São questões que implicam toda a gente e, portanto, também começa na educação. Isso é muito importante. É uma lei cujo objectivo é fazer com que cada vez que haja um destes casos que não seja considerado só como um ‘fait divers', só como um caso pontual ou ‘um disfuncionamento', como disse o [Emmanuel] Macron, mas que faz parte de um sistema. E esse sistema tem de ser combatido com esta lei integral que são 78 medidas e que são medidas para enfrentar este caso de frente, ou seja, com várias leis diferentes.” Nos protestos em frente ao Ministério da Justiça, em Paris, a polícia deteve Andréa Bescond, realizadora e autora de um livro (‘Les chatouilles ou la danse de la colère') - que transformou em filme e em peça de teatro - sobre os abusos sexuais que ela própria sofreu quando era menor. Ela passou a noite na esquadra e denuncia uma detenção arbitrária. Como é que vê o que aconteceu e vai seguir o apelo dela de manifestar todas as segundas-feiras em frente aos tribunais de França até à Lei Integral de protecção das vítimas de abusos sexuais ser adoptada? “Sim, sem dúvida. Eu sempre que posso tento acompanhar este tipo de acções que me parecem absolutamente importantes e acho que é muito reconfortante até para as vítimas. Eu própria também sou uma sobrevivente, portanto, é sempre muito forte ver estas pessoas mobilizadas. Acho que nos toca a todas as pessoas que foram de alguma forma vítimas de violência e, portanto, sim, sem dúvida. O que aconteceu com a Andréa Bescond foi, de alguma forma, uma intimidação de uma das cabeças da manifestação, que foi acompanhada também, algumas horas antes, pela proibição da manifestação à frente do Ministério da Justiça. O Estado ou o governo dá com uma mão e tira com a outra, ou seja, há ali um discurso que é bastante ambíguo em relação à questão da violência e da violência sexual contra as crianças e contra as mulheres, que já dura há bastantes anos, não é só de agora.” No seu texto escreve “A lei tem um prazo. O trauma não”. O que pode fazer o Estado francês para ajudar as vítimas que vivem com o trauma e para evitar futuras agressões? “Sim, na Lei Integral também é pedido para que haja apoio para as vítimas para as questões do trauma. Muitas das vítimas vivem o que nós chamamos de stress pós-traumático e stress pós-traumático complexo também. É, por exemplo, o acesso a profissionais de saúde da psiquiatria, psicologia e medicamentos. Há todo um acompanhamento que é necessário quando se sofre de stress pós-traumático, por exemplo. É algo que é muito complicado ainda de ter em França. Isso é um dos pedidos também da Lei Integral. Parece-me absolutamente essencial também ver algo que acho que faz parte da Lei Integral, que é a forma como se ouvem as crianças. Ou seja, elas serem ouvidas de forma autónoma dos adultos que, por vezes, são as pessoas que as agridem e portanto, elas terem um local seguro para serem ouvidas, para serem escutadas, para serem levadas a sério.” Ou seja, é todo um dispositivo que muda completamente a forma como nós vemos até agora as vítimas. Por enquanto, os agressores parecem ser mais protegidos do que as vítimas e o objectivo é que esta estrutura mude completamente, ou seja, que o centro da preocupação sejam, de facto, as vítimas e não os agressores.” Depois do que aconteceu, o ministro da Justiça Gérald Darmanin anunciou, no domingo, que 70.000 processos envolvendo violência sexual contra menores deverão ser examinados antes de 14 de Julho. O jornal Libération diz que o poder Executivo francês reconhece erros, mas transfere a responsabilidade da tragédia para a Justiça. Que leitura faz? E é possível estes 70.000 processos serem analisados num mês? “Pois, somente não me parece possível, como me parece que o que for feito vai ser mal feito porque parece até humanamente impossível, tendo em conta que um dos problemas em França é justamente, em relação à União Europeia, a França ter menos meios, por exemplo, em procuradores do que no resto dos países. Ou seja, há um problema também de meios que não vêm directamente da culpa de magistrados ou dos serviços da Justiça. Vem do Estado em geral e dos meios que são dados a estas questões e das prioridades também que estão em cima da mesa. Por exemplo, a formação de polícias é algo que é importante e também não é feito. O que este caso está a revelar é, de facto, todas as insuficiências do Estado em relação a esta questão, que é uma questão que é multifactorial e que não é só uma questão de magistrados ou só uma questão de ir ver cada caso. Claro que é importante ver cada caso e acho muito bem que se faça, mas não com este lado um bocado de 'performance' com uma data, como se fosse uma espécie de concurso. Até acho indecente e de mau gosto porque há um lado de 'performance' que não tem nada a ver com a seriedade do tema.” Ouviram-se pedidos a exigir a demissão do Primeiro-Ministro francês, não só nas manifestações, mas também na Assembleia. Sébastien Lecornu rejeita deixar o cargo e aponta o dedo à Justiça, ainda que o governo francês seja acusado de ter feito cortes no sector. Ele propôs a possibilidade de uma pena de prisão perpétua para os violadores em série, contra os actuais 20 anos de prisão (para os que chegam a ser julgados) e disse querer que os inquéritos relativos a crimes contra menores sejam feitos em menos de três meses. Estas medidas chegam? “Estas medidas não chegam porque há medidas que já existem. O problema é que as medidas não estão a ser cumpridas. Se só há 3% dos casos de agressão que são punidos, não tem nada a ver com a pena ser maior ou mais pequena. O que é importante é que estas pessoas sejam punidas e é importante ouvir as vítimas. Muitas das vítimas dizem: ‘O que nós queremos, o que nos vai fazer ficar em sentir insegurança e sentir reconfortados é que não haja impunidade'. Não se está à espera que haja pena de morte ou castração, ou o que quer que seja de medida cada vez mais espectacular para dar uma impressão de que se está a fazer alguma coisa. Não é isso. O facto é que só 3% de casos de agressão sexual é que são punidos, portanto, a questão está aí e não está nos anos da pena do agressor.” É por isso que fala num “escândalo de Estado” em relação ao caso Lyhanna? “Sim, sim. É um escândalo de Estado porque mete a nu muitas deficiências do Estado, justamente a vários níveis, quer seja no nível judicial, na polícia, a nível das leis, a nível dos apoios sociais, dos apoios médicos, da educação, ou seja, como é que toda a estrutura está a falhar às pessoas que são vítimas. Portanto, é de facto um escândalo de Estado sim. A questão que aqui se coloca não é só o que aconteceu com Lyhanna, é o facto de ter havido, durante mais de dez anos, queixas contra este suspeito que nunca foram levadas a sério e ele nunca foi ouvido, o que é bastante impressionante. Imagine-se que alguém com este perfil nunca foi ouvido e alguém com o perfil de Andréa Bescond, que é uma sobrevivente, foi detida e passou toda a noite na prisão, enquanto um agressor com queixas há dez anos contra ele nunca foi sequer ouvido. Portanto, já se está aqui a ver o contraste entre como é que as pessoas vítimas e activistas são tratadas e os agressores são tratados.” Ou seja, como escreve no artigo, “não houve aqui só uma negligência pontual, nem um simples disfuncionamento, como afirmou o Presidente Macron”, é algo mais vasto? “Sim, sem dúvida é algo mais vasto. Nós estamos a falar de 3% de pessoas condenadas. Estamos a falar também que a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França. Estes números são absolutamente abissais, por isso é que cada caso que aparece é só mesmo a ponta do iceberg. As pessoas que se estão a mobilizar sabem disso e querem que haja visibilidade sobre esta situação porque é uma situação que é absolutamente grave, que se passa muitas vezes dentro de casa ou muitas vezes com pessoas que são muito próximas. Não se trata de casos que se passam na rua, num canto escuro com um estranho ou um estrangeiro - como nos quer fazer acreditar a extrema-direita. Não. Passa, sim, dentro de casa. Passa-se na escola. É uma catástrofe e é, de facto, um escândalo. É um escândalo de Estado. É um escândalo da sociedade. Felizmente, há uma parte da sociedade que acordou para isto.” A Justiça e o Estado falharam? “Sim. Falharam a Justiça, o Estado, mas a sociedade em geral também está a falhar. Felizmente, o que se está a ver nas ruas é uma parte da sociedade a acordar e a mostrar que não vai deixar passar. Eu acho que o apelo de se juntar todas as segundas-feiras vai ao encontro disso, ou seja, é dizer NÃO, há uma parte da sociedade que não vai deixar passar. Isto foi a gota de água. O Estado falhou. A sociedade também ainda não está completamente consciencializada para o problema, mas há uma parte que está e que vai continuar a lutar.”
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Cabo Delgado é uma das regiões mais ricas de África em gás natural, rubis e minerais estratégicos, mas continua marcada pela pobreza e pela violência. A investigação internacional Mozambique Exposed, coordenada pela Forbidden Stories, revela como a exclusão das comunidades locais, as promessas falhadas dos grandes projectos extractivos e a resposta militar do Estado ajudaram a alimentar a insurgência. O trabalho mostra ainda como os grupos armados encontraram formas próprias de financiamento e continuam a operar em zonas fora do controlo estatal. Durante quase uma década, Cabo Delgado tem sido retratado sobretudo através das imagens da guerra: aldeias queimadas, deslocados, ataques armados e operações militares. Por detrás da violência existe uma realidade que a investigação internacional Mozambique Exposed, realizada por cerca de 30 jornalistas de vários países, procurou desvendar ao longo de cinco meses. Entre eles esteve Tomás Queface, jornalista do Zitamar News. Segundo o repórter moçambicano, uma das conclusões mais importantes da investigação foi mostrar que muitas das explicações apresentadas sobre o conflito permanecem incompletas. “Quando nós analisamos a questão da insurgência em Cabo Delgado, ultimamente tem-se abordado muito a componente militar”, afirma. Porém, acrescenta, o trabalho do consórcio procurou revelar “algumas ligações entre o conflito, a insurgência e a violência estatal”. Para Tomás Queface, a violência não se resume às operações militares, manifesta-se na relação histórica do Estado com parte da população local. O jornalista recorda a repressão exercida sobre garimpeiros artesanais no sul da província e considera que muitos desses episódios ajudaram a criar um terreno fértil para o recrutamento insurgente. “A violência estatal foi marcada pela forma como se reprimiu vários garimpeiros ou mineiros artesanais no sul da província de Cabo Delgado”, diz. “Muitos destes mineiros acabaram por se juntar aos grupos insurgentes.” A dimensão económica ocupa um lugar central. Cabo Delgado concentra investimentos de milhares de milhões de dólares ligados ao gás natural e à exploração mineira. Ainda assim, a riqueza produzida não se reflecte nas condições de vida da maioria da população. “Temos projectos de recursos naturais bilionários. A província continua a ser uma das mais pobres de Moçambique”, sublinha Tomás Queface. “É exactamente essa pobreza que acaba por puxar muitos jovens para a insurgência.” Na visão do jornalista, uma das falhas do debate tem sido ignorar essa contradição. “São essas linhas que muitas das vezes são esquecidas quando nós abordamos a questão do conflito”, observa. A investigação estabelece ainda uma relação entre a forma como o Estado respondeu à insurgência e como enfrentou os protestos pós-eleitorais que marcaram Moçambique após as eleições de 2024. “Há reivindicações implícitas que o Estado moçambicano não quer reconhecer”, afirma o jornalista. “Tanto os protestos como a violência armada são respondidos exactamente pela violência.” Na análise de Tomás Queface, o poder político continua a interpretar Cabo Delgado como uma questão de segurança. “O Estado moçambicano procura sempre olhar para o que está a acontecer em Cabo Delgado como um problema meramente securitário”, afirma. Desde 2017, a principal aposta tem sido o reforço das forças armadas, da polícia e dos serviços de informação. Embora tenha sido criada uma agência para promover o desenvolvimento do norte do país, Tomás Queface considera que essa aposta nunca recebeu os meios necessários.“O governo moçambicano pouco investiu” nessa estrutura, afirma. “A sobrevivência da agência esteve sempre dependente da canalização de fundos internacionais.” O jornalista defende que a persistência da guerra não pode ser explicada pelo extremismo religioso. Embora os grupos armados actuem actualmente sob a bandeira do auto-proclamado Estado Islâmico, as suas origens estão ligadas a factores sociais, económicos e políticos mais profundos. “Temos a questão religiosa, temos a radicalização, temos a questão da pobreza, da vulnerabilidade, mas também a repressão que foi feita pelo Estado moçambicano e a falta de inclusão de quase toda a população de Cabo Delgado no sistema económico de Moçambique", descreve. Uma das áreas mais sensíveis investigadas pelo consórcio diz respeito aos grandes projectos de gás natural. Em Palma, milhares de habitantes foram deslocados para permitir a instalação das infra-estruturas ligadas ao LNG. “Há muitas populações que tiveram de abandonar as suas aldeias para dar lugar à construção das fábricas de gás natural”, explica Tomás Queface. Segundo o jornalista, muitas das compensações e promessas feitas às comunidades ficaram suspensas ou nunca chegaram a ser concretizadas. “O que nós queremos mostrar é que as próprias populações de Cabo Delgado não estão a ser beneficiadas com essa riqueza”, resume. A investigação procurou, ainda, compreender como os insurgentes conseguem manter a capacidade operacional depois de anos de combate contra as forças moçambicanas, ruandesas e parceiros internacionais. Segundo Tomás Queface, os grupos armados continuam a beneficiar de ligações externas, nomeadamente ao auto-proclamado Estado Islâmico, mas desenvolveram mecanismos locais de financiamento. “Os insurgentes ultimamente têm estado a levar a cabo incursões em algumas minas de ouro”, explica. Paralelamente, “adoptaram outras tácticas com vista à obtenção de financiamento local, através de sequestros de pessoas e embarcações na costa”. Esse dinheiro permite-lhes reforçar a capacidade militar e atrair novos recrutas. “Com base nisso vão ganhando uma capacidade financeira que os permite adquirir suprimentos, mas também recrutar mais jovens para as suas fileiras”, descreve. A investigação levanta dúvidas sobre a capacidade do Estado para travar estas redes de financiamento. Tomás Queface recorda que os resgates exigidos pelos insurgentes são frequentemente pagos através de plataformas nacionais de transferência móvel. “A Procuradoria-Geral da República ainda não trouxe um relatório detalhado que explique essa situação”, afirma. “Ainda não conseguiu trazer pessoas para responsabilizar exactamente por essas transferências.” A fragilidade do Estado moçambicano não se limita à investigação financeira. Ela é também visível no terreno. Apesar da presença militar moçambicana, ruandesa e internacional, vastas zonas da província continuam fora de um controlo efectivo. “As forças militares estão mais concentradas nos distritos onde decorrem os projectos de exploração de recursos naturais”, explica Tomás Queface, referindo-se a Palma e a Mocímboa da Praia. O resultado é que os insurgentes encontram espaço para se reorganizar e actuar noutras regiões. “Os insurgentes sentem que gozam de uma maior liberdade de operar em outros distritos onde não há uma forte presença” das forças de segurança. É aí que conseguem explorar minas, realizar sequestros e manter fontes de financiamento próprias.
A Polícia Federal considera insuficiente a nova proposta de delação premiada apresentada pelo empresário Daniel Vorcaro, embora reconheça que o documento traz mais informações do que a versão anterior.Na reformulação, o banqueiro passou a admitir supostos pagamentos de vantagens indevidas envolvendo agentes políticos, alterando versões apresentadas anteriormente aos investigadores.O material também inclui relatos sobre investimentos públicos, financiamento de projetos audiovisuais e supostos repasses eleitorais, ampliando o escopo das apurações conduzidas pelas autoridades.Apesar das novas informações, investigadores avaliam que ainda faltam detalhes considerados estratégicos para o avanço das investigações e eventual celebração de um acordo de colaboração.
Apesar de progressos em leis que garantem direitos, quase todos os indicadores das metas globais para este grupo estão atrasados; na abertura da Cosp19, António Guterres ressaltou combate à violência, melhora dos sistemas de cuidado e aumento da participação política.
TEMPO DE REFLETIR 01790 – 9 de junho de 2026 Lucas 5:9 – Pois ele e todos os seus companheiros estavam perplexos com a pesca que haviam feito. Ambiente de beira-mar. O mar azul e translúcido. Você escuta as ondas em marola quebrando preguiçosamente na praia, ou dando “tapinhas” no casco dos barcos. Sente em seu rosto o ar salgado. Um cheiro forte de peixe e restos de peixe. Ao caminhar pela areia grossa, você vê conchas quebradas, barracas abandonadas com areia acumulada à entrada. Mais adiante, vê pescadores que limpam as redes dos sargaços e de peixes que ninguém comprava. Acabavam de chegar de uma noite de pesca fracassada. Eram dois pares de irmãos, sócios de uma pequena companhia pesqueira. Mas aquela seria uma manhã diferente, porque Jesus subiria com eles no barco. Ele utiliza coisas comuns para realizar coisas incomuns. Utilizou os instrumentos e o barco deles para demonstrar o que pode ser feito quando nos colocamos em Suas mãos. O mundo vê fracasso nas redes vazias. Jesus vê oportunidades. Às vezes, fracassamos justamente onde tínhamos a certeza de que nos sairíamos bem ou em nossa área de maior conhecimento. Jesus mostra aquilo que podemos fazer quando obedecemos ao Seu mandado. Ele está sempre animando e dando uma segunda oportunidade. Apesar de dizerem: “Já demos tudo o que podíamos”, Jesus os convidou a ir além do que sua limitada visão do poder divino conseguia ver. Ele quer nos tirar da comodidade, da segurança e das limitações que nos autoimpusemos. Ele diz: “Seu potencial é bem maior do que você pensa.” O desafio era o alto-mar, o risco, o desconhecido. Jesus esconde Suas surpresas até que O sigamos. Não havia detector de cardumes, as águas do mar não resplandeceram, nem as redes brilharam. A surpresa não veio até o momento em que se atreveram a lançar novamente as redes. Ao ver as redes cheias, Pedro percebeu que estava na presença do Senhor que tudo pode, e reconheceu sua impureza: “Afasta-Te de mim, Senhor, porque sou um pecador” (v. 8). Hoje você estará no seu trabalho, fazendo coisas comuns e incomuns, e poderá ter um dia banhado pela graça de Deus. Se seguirmos Sua palavra, o dia terá sido de boas surpresas. Por que não convidar Jesus a entrar no seu barco hoje? Vamos orar? Grande Deus e Pai: obrigado por Tua graça maravilhosa. Por favor, entre no barco de nossa vida. Tome conta de todas as coisas, Pai. Transforma tudo do Teu jeito. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Mercado fechou pregão desta 3ª feira de lado na CBOT, com fatores só de pressão ainda sobre os futuros. Espera pelo USDA renova cautela entre os players.
Episódio 533 de Dias Úteis, um podcast que lhe oferece um poema pela manhã, de segunda a sexta-feira. Por vezes também à tarde, nem sempre apenas poesia. Há apontamentos que são muito importantes, imprescindíveis até. Como este, quase inédito, do nosso amigo Pedro Eiras. Pode receber todos os episódios subscrevendo de forma gratuita em todas as plataformas de podcast (Apple, Google, Spotify e muitas outras) e pode contar com conteúdo adicional seguindo as nossas páginas no Facebook, Instagram e YouTube. Se gosta dos nossos conteúdos, por favor avalie nestas plataformas e partilhe com os seus amigos. Apesar de gratuito, se nos quiser apoiar a melhorar este projecto pode fazê-lo em https://www.patreon.com/diasuteispodcast . Este podcast é uma produção da Associação de Ideias, tem música original de Marco Figueiredo e voz de introdução de José Carlos Tinoco. A concepção e edição são de Filipe Lopes.
No solo de Cabo Delgado repousam algumas das maiores reservas de gás natural, rubis, madeira e minerais estratégicos de África. À superfície persistem pobreza, medo e violência. Uma investigação internacional coordenada pela Forbidden Stories revela como a captura das riquezas locais, a falta de transparência e a exclusão das comunidades ajudaram a criar o terreno onde prosperou a insurgência armada que desde 2017 devasta o norte de Moçambique. Há uma pergunta que atravessa toda a investigação Mozambique Exposed: como é possível viver sobre uma montanha de riqueza e continuar sem nada? Durante cinco meses, cerca de 30 jornalistas de vários países procuraram responder a essa questão. Coordenado pela Forbidden Stories, o projecto investigou as ligações entre a exploração dos recursos naturais de Cabo Delgado, a corrupção, os abusos dos direitos humanos e a insurgência armada que há quase uma década assola o norte de Moçambique. O resultado é o retrato de uma região onde a abundância e a miséria existem lado a lado. Cabo Delgado concentra algumas das mais valiosas reservas de gás natural, rubis, madeira e minerais estratégicos do continente africano. No entanto, para grande parte da população, essa riqueza continua a ser uma promessa distante. “O mundo consegue ser bastante desigual”, observa Micael Pereira, jornalista do Expresso e um dos participantes da investigação. Em países que saíram do colonialismo sem instituições suficientemente fortes, explica, essas desigualdades assumem frequentemente contornos mais severos. No caso de Cabo Delgado, considera existir “um falhanço claro por parte do Estado em assegurar as condições mínimas que nós poderíamos desejar e esperar para estas populações”. Ao longo da investigação, os jornalistas encontraram provas de uma realidade denunciada há anos pelos habitantes da província: quanto mais riqueza é descoberta, menos essa riqueza chega a quem vive sobre ela. “Existe claramente uma contradição entre os vastos recursos naturais e a forma como isso se traduz na vida das populações”, afirma Micael Pereira. Essa contradição não resulta apenas de dinâmicas internas. Segundo o jornalista, está também presente na forma como grandes operadores internacionais exploram os recursos da região através de acordos celebrados com o Estado moçambicano. “Há uma certa cumplicidade entre aquilo que é essa comunidade internacional de corporações, de empresas, e o Estado local”, sustenta. Uma relação que, na sua perspectiva, ajuda a explicar porque é que as riquezas extraídas de Cabo Delgado continuam a gerar tão poucos benefícios para as comunidades locais. Questionado sobre a transparência na gestão do conflito em Cabo Delgado, nomeadamente em relação ao acordo de segurança entre Moçambique e o Ruanda, Micael Pereira considera que persistem muitas zonas de sombra. “Estamos perante uma situação em que falta efectivamente transparência”, afirma o jornalista, recordando que só recentemente se tornou pública a existência de uma componente financeira associada ao destacamento das forças ruandesas, suportada pelo Estado moçambicano. As forças ruandesas receberam apoio financeiro europeu apesar de já terem sido alvo de denúncias relacionadas com abusos dos direitos humanos e de persistirem interrogações sobre a natureza do regime de Kigali. Mas compreender Cabo Delgado implica olhar para além dos contratos, dos investimentos e das operações militares. Quando se fala da insurgência, a atenção recai frequentemente sobre os homens armados e sobre a dimensão religiosa do conflito. No entanto, para Micael Pereira, essa é apenas uma parte da história. “A presença desses homens armados e todos os episódios que têm vindo a ser reportados ao longo dos últimos anos são um reflexo” de problemas mais profundos, afirma. Na sua análise, a ausência do Estado, a exclusão social e a incapacidade de transformar os recursos naturais em desenvolvimento criaram um sentimento de injustiça que os grupos extremistas souberam explorar. A narrativa jihadista encontra eco porque se cruza com frustrações muito concretas. “Isso só é possível singrar com um substrato de grande desigualdade social, de uma ausência do Estado”, explica o jornalista. Uma realidade agravada, acrescenta, pela delegação de funções essenciais, incluindo a segurança das populações, a actores externos. Uma das grandes perguntas que permanece sem resposta diz respeito ao financiamento dos grupos armados. “É difícil dizer exactamente quem está por trás do financiamento destes grupos”, admite Micael Pereira. O acesso limitado à região por parte de jornalistas, investigadores e organizações independentes torna particularmente difícil seguir o rasto do dinheiro. “Existe alguma especulação sobre de onde vem o financiamento destas operações”, reconhece. Parte dos recursos poderá ser gerada pelos próprios grupos no terreno. Mas, para já, conclui, “eu diria que é um mistério”. Enquanto as explicações permanecem incompletas, a vida das populações continua marcada pela insegurança. Em 2023, durante o processo de retorno promovido pelas autoridades moçambicanas, os relatos recolhidos no terreno mostravam que o medo continuava presente no quotidiano de muitas comunidades. “As pessoas continuam a viver uma situação de medo. Vivem sob um constante ambiente de ameaça”, relata o jornalista. Apesar dos sucessivos anúncios de estabilização e dos avanços militares registados nos últimos anos, a percepção de insegurança permanece. Para muitos habitantes, a guerra pode ter mudado de intensidade, mas nunca desapareceu verdadeiramente. Hoje, quando outras crises internacionais monopolizam a atenção mediática, Cabo Delgado corre o risco de voltar ao silêncio. “A conclusão que retiro é que o problema persiste nesta região”, afirma Micael Pereira. Por isso, defende que o jornalismo não abandone um território onde continuam por responder às questões que estiveram na origem do conflito. “Nós, enquanto jornalistas capazes de trabalhar de forma colaborativa e até com colegas locais, devemos persistir em manter uma atenção e uma dedicação àquilo que se passa em sítios como Cabo Delgado.” Quase dez anos desde o início da insurgência, a investigação deixa uma conclusão inquietante: a guerra em Cabo Delgado não se explica apenas pelas armas nem pela ideologia. Explica-se pela riqueza que continua a sair da região sem transformar a vida de quem lá vive.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (08):O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta segunda-feira (8) que o presidente Lula (PT) parece "o chefe do PCC" diante da postura contrária à decisão do governo dos Estados Unidos de classificar a facção paulista, além da fluminense Comando Vermelho, como organizações terroristas. As declarações ocorreram durante um almoço do pré-candidato à Presidência com o Grupo Voto, organização que reúne mulheres empresárias, no hotel Palácio Tangará, na zona sul de São Paulo. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kássio Nunes Marques, determinou, nesta segunda-feira (08), a suspensão da divulgação da pesquisa AtlasIntel que apontava uma queda nas intenções de voto do senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República. A decisão atende a um pedido da campanha do parlamentar, que apontou indícios de indução dos entrevistados.O Itamaraty acionou os canais diplomáticos e insiste em agendar uma reunião de urgência entre o presidente Lula e Donald Trump. A ofensiva brasileira ocorre após o Escritório de Representação Comercial dos EUA (USTR) recomendar novas tarifas de 25% e taxas extras de até 12,5% sob pretexto de falhas no combate ao trabalho forçado. A Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República decidem esta semana se aceitam a nova proposta de delação premiada apresentada pelo empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. As autoridades analisam os novos anexos entregues pela defesa para verificar se existem provas concretas e revelações inéditas capazes de fazer avançar as investigações sobre os escândalos financeiros. Reportagem: Raphaela Almeida.Em nova delação, o empresário Daniel Vorcaro mencionou a produção de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Apesar da citação, Vorcaro negou qualquer irregularidade na destinação de recursos para o projeto. Segundo o depoimento, os aportes seguiram critérios comerciais e não tiveram motivação política. As declarações passam a integrar o conjunto de informações analisadas pelas autoridades. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados analisa propostas de emenda à Constituição que buscam reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos e outros delitos graves. Entre os textos em discussão está a PEC 32/2015, que prevê a responsabilização a partir dos 16 anos mediante análise individual, com cumprimento de pena em unidades separadas e procedimentos específicos. Também estão em debate as PECs 8/2026 e 9/2026, que propõem a redução da idade penal para 16 anos, seja de forma mais ampla ou restrita a situações excepcionais, como crimes marcados por extrema crueldade.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
A ANS autorizou um reajuste máximo de 5,11% para os planos de saúde individuais e familiares. Apesar de ser um dos menores índices dos últimos anos, o aumento impacta milhões de brasileiros e reacende dúvidas sobre como o reajuste é calculado, quando ele pode ser aplicado e quais são os direitos dos consumidores. Quais regras as operadoras precisam seguir? Como identificar cobranças irregulares? E a quem recorrer em caso de problemas? Para explicar o que muda na prática e orientar os beneficiários, o JR 15 Minutos conversa com Patrícia Dias, diretora de Assuntos Jurídicos do Procon-SP.
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Apesar de um certo tom irônico com o russo, presidente da Ucrânia diz que os dois países não podem esperar que a atenção dos EUA retorne ao conflito na Europa. Para lidar com novas tarifas de Washington, Lula pretende buscar negociação direta com Trump. Estudo mostra que 450 crianças e adolescentes dão à luz diariamente no Brasil. E iFood confirma vazamento de dados de 1,2 milhão de usuários.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O governo diz uma coisa, os sindicatos dizem o oposto. Entre uma adesão avassaladora e uma adesão inofensiva, quem é que tem razão? Facto é que as negociações relativamente ao pacote laboral ainda não terminaram. Apesar da incerteza que o futuro guarda, a realidade é que esta foi a segunda paralisação geral em pouco mais de seis meses. Qual dos lados está disposto a ceder na mesa das negociações? Ouça a análise de José Eduardo Martins e de Pedro Delgado Alves na versão podcast do programa Antes Pelo Contrário, emitido na SIC Notícias a 4 de junho. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No âmbito do projeto da DECO “Segue os Teus Direitos”, financiado pelo Fundo para a Promoção dos Direitos dos Consumidores, recebemos Ricardo Lafuente, da Associação pela Defesa dos Direitos Digitais, para nos explicar tudo sobre Padrões Obscuros. Apesar de parecer um conceito complicado, é, na verdade muito simples e estão mais presentes na nossa vida digital do que pode parecer à primeira vista. Este episódio foi conduzido pela jornalista Fátima Caçador e conta com o apoio do TEK Notícias. Acompanhe a DECO: https://deco.pt/decopode/ https://www.instagram.com/decoassociacao/ https://www.facebook.com/AssociacaoDECO https://www.linkedin.com/company/decoassociacao
As “circunstâncias sem precedente” atacam de novo e desta vez a vítima foi o Steam Deck. O portátil da Valve recebeu um aumento considerável de mais de 40% em seu preço, fazendo um dos seus modelos saltar para o preço de quase mil dólares e nos fazendo ponderar sobre o mercado de hardware inteiro. Apesar do futuro não parecer muito promissor, o passado oferece algum acalento através de Witcher 3, que mais de uma década após o seu lançamento ganhará uma expansão, marcada para 2027. A edição também também conversas sobre o ressurgimento de Dragon Quest 12, o fim de Call of Duty no PS4 e Xbox One, e mais.Participantes:Guilherme JacobsHeitor De PaolaAssuntos abordados:14:00 - Valve aumenta o preço do Steam Deck em mais de 40%40:00 - Witcher 3 ganhará uma nova expansão em 202753:00 - Dragon Quest 12 teve desenvolvimento reiniciado internamente, agora é Dragon Quest 12: BeyondDreams1:00:00 - Call of Duty deste ano e Warzone deixarão o PS4 e o Xbox One1:09:00 - Contradizendo seu relatório fiscal, reportagem indica que a Nintendo deve produzir 20 milhões de Switch 2 até 20271:13:00 - Rápidas e curtasLinks citados:I've been playing games for 40 years, writing about them for 20, and I'm here to say Roblox's microtransactions need drastic government interventionInterview: Mike Fischer (VP/SOA Product Manager) COLLAPSE of Personal Computing | Investigation Into the Destruction of Ownership Vai comprar jogos na Nuuvem? Use o link de afiliado do Overloadr!Use nosso link de filiado ao fazer compras na Amazon Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
No 3 em 1 desta quarta-feira (03), o destaque foi que na abertura da reunião ministerial no Palácio do Planalto, o presidente Lula (PT) subiu o tom contra o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, chamando-o de "latino-americano frustrado" que não gosta do Brasil. O presidente Lula (PT) voltou a disparar contra seus adversários políticos ao comentar o impacto do tarifaço de 25% decretado por Donald Trump. Em pronunciamento oficial, o petista afirmou que opositores "tentaram trair o Brasil movidos por interesses mesquinhos", em uma clara e direta alusão ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O presidente Lula (PT) admitiu publicamente que foi pego de surpresa pelo anúncio do tarifaço de 25% imposto por Donald Trump. Às vésperas de sua viagem para a cúpula do G7 na Itália, o petista adotou uma postura pragmática e mandou um recado direto a Washington: se os EUA fecharem as portas, o Brasil vai acelerar acordos e buscar novos parceiros. Parlamentares da base governista avaliam como positiva a instituição da "Lei da Reciprocidade" no Congresso . Apesar do tom firme do Legislativo, o Itamaraty atua nos bastidores e reforça sua total disposição para negociar um acordo com o governo Trump. O Departamento de Comércio dos EUA anunciou uma nova sobretaxa de 12,5% sobre os produtos brasileiros, e uma das justificativas oficiais atingiu em cheio a reputação internacional do país. O relatório de Washington alega falhas estruturais e leniência das autoridades no combate ao trabalho forçado. A Febraban divulgou uma nota dura rebatendo o relatório do governo de Donald Trump (USTR), que usou o sucesso do Pix como pretexto de "concorrência desleal" para justificar o tarifaço contra o Brasil. O presidente Donald Trump abriu as portas para uma pacificação histórica ao afirmar que deseja se reunir pessoalmente com o novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei. Após o presidente Lula (PT) exibir uma placa com os dizeres "O Pix é do Brasil" para rebater o relatório dos EUA que acusa o sistema de concorrência desleal, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deu o troco e apareceu segurando um cartaz com a frase "O Pix é do Brasil e do Bolsonaro". Duas semanas após ter sua primeira proposta rejeitada pela Polícia Federal por omissão de dados, o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, protocolou uma nova versão de delação premiada junto à PF e à PGR. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), subiu duramente o tom e voltou a engavetar os requerimentos para a abertura da CPMI do Banco Master. Alcolumbre afirmou que vem sendo "agredido e ofendido" por parlamentares de esquerda e de direita. O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), chancelou a pré-candidatura do senador Cleitinho (Republicanos-MG) ao governo de Minas Gerais. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (02/06/2026): Os Correios tiveram prejuízo de R$ 3,15 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 83% em relação à perda de R$ 1,72 bilhão registrada no mesmo período de 2025. Houve uma queda de 2,3% na receita líquida no trimestre passado e um forte aumento nas despesas gerais e administrativas. Esse aumento foi puxado por R$ 1,079 bilhão em provisão para contingências, principalmente trabalhistas Apesar do prejuízo maior, a estatal afirmou que o resultado trimestral ficou melhor do que o esperado e que já refletiria medidas implementadas no plano de contenção de custos. Desde 2022, os Correios fecham seus balanços no vermelho. Em 2025, o prejuízo foi recorde, de R$ 8,5 bilhões, o que levou a companhia a buscar um empréstimo de R$ 12 bilhões com um consórcio de bancos, com garantia da União, para tentar implementar um plano de reestruturação e sair da crise – e que virou alvo de investigação do TCU. Economia: Empresários brasileiros preveem que EUA vão impor novas tarifas ao País Política: Ação contra desvio de dinheiro público atinge produtora de filme de Bolsonaro Metrópole: Nova regra faz brasileiros iniciarem corrida por cidadania portuguesa Internacional: Irã cita ataques de Israel no Líbano e suspende negociações com EUA Esportes: João Fonseca enfrenta Mensik por vaga histórica na semifinal de Roland Garros See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mercado cedeu apesar de nova disparada do petróleo e terminou o dia bem próximo da estabilidade. No Brasil, preços também não mudam.
Nesta segunda parte da conversa, a jornalista Joana Gorjão Henriques revela quais foram os momentos mais transformadores da sua vida profissional, conta como o lado humanista dos pais a influenciou e como a experiência da maternidade, depois dos 40, se tornou a grande revolução pessoal, que a deixou mais em confronto consigo. Depois deixa um olhar crítico às políticas do Governo, e ao papel dos media, a seu ver responsáveis em parte pelo crescimento da extrema-direita, pelo tempo de antena dado, e a forma "sensacionalista" e "pornográfica" como são abordados temas sensíveis como a imigração, "em busca de capitalização e mais cliques." E ainda revela algumas das músicas que a acompanham, lê o poema "No Sorriso Louco das Mães", de Herberto Helder, e deixa várias sugestões de filmes portugueses que saíram recentemente. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vaaaaaiiii.....Bloco 1- Trump e Irã na queda de braço pelo acordo. Israel assiste de lado.- Apesar do cessar-fogo ataques continuam no Líbano. - Apesar do cessar-fogo ataques continuam em Gaza e situação continua catastrófica.Bloco 2- Partido Raam cede à pressão e entra para a Lista Unificada dos partidos de eleitorado majoritariamente árabe.- Parlamento não é dissolvido e governo avança com o golpe autocrático: liberdade de imprensa em risco, corregedoria da polícia em risco, creches para ultra-ortodoxos e redução de impostos para colonos.- Yoav Kisch, ministro da educação, demite diretor responsável por exames de qualificação .Bloco 3- Personagem da semana- Palavra da semana- Correio dos ouvintesPara quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - apoia.se/doladoesquerdodomuroNo exterior - patreon.com/doladoesquerdodomuroNossa página: ladoesquerdo.comNós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialtwitter - @doladoesquerdo e @joaokminstagram - @doladoesquerdodomuroyoutube - youtube.com/@doladoesquerdodomuroTiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalSite com tradução de letras de músicas - https://shirimemportugues.blogspot.com/Episódio #355 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (28): O plenário da Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda à Constituição que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e permite o fim da escala 6x1. A medida foi aprovada em dois turnos, com ampla maioria entre os parlamentares, e prevê um período de transição de até 14 meses para implementação das novas regras. Agora, a proposta segue para análise do Senado Federal. A aprovação da PEC que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e permite o fim da escala 6x1 provocou reação de parlamentares da oposição na Câmara dos Deputados. Integrantes de partidos contrários à proposta classificaram a medida como irresponsável e alertaram para possíveis impactos sobre empregos, produtividade e custos para empresas. Apesar das críticas, o texto foi aprovado com ampla maioria em dois turnos e agora seguirá para análise do Senado Federal. A Polícia Federal enviou ao Supremo Tribunal Federal uma representação apontando indícios de irregularidades em repasses financeiros relacionados à produção do filme “Dark Horse”. Segundo a investigação, parte dos R$ 61 milhões negociados pelo senador Flávio Bolsonaro com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro pode ter sido utilizada para custear despesas do ex-deputado Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. Os Estados Unidos realizaram novos ataques contra o Irã, segundo informações divulgadas pela agência Reuters e confirmadas por uma autoridade americana. De acordo com o relato, militares dos EUA bombardearam uma instalação militar iraniana considerada uma ameaça às tropas americanas e ao tráfego marítimo comercial no estratégico Estreito de Ormuz. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, defendeu a aprovação da PEC que reduz a jornada semanal de trabalho e acaba com a escala 6x1. Segundo Motta, mudanças sociais importantes sempre enfrentaram resistência e a redução da jornada representa uma medida estrutural de promoção da saúde e qualidade de vida dos trabalhadores. O parlamentar comparou o debate atual a marcos históricos como a criação da carteira de trabalho e o fim da escravidão, afirmando que o Brasil historicamente optou por avanços civilizatórios diante de críticas iniciais. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a aprovação da PEC que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada semanal de trabalho sem corte salarial representa uma “conquista histórica e civilizatória”. Em declaração após a votação na Câmara dos Deputados, Lula agradeceu ao presidente da Casa, Hugo Motta, pelo avanço da proposta e afirmou que o governo atuará para garantir a aprovação do texto no Senado Federal. A medida prevê a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais e o fim gradual da escala 6x1. O plenário da Câmara dos Deputados aprovou a PEC que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e permite o fim da escala 6x1, medida que agora segue para análise do Senado Federal. O setor de bares e restaurantes acompanha com atenção os possíveis impactos da proposta, especialmente sobre custos operacionais, contratações e funcionamento dos estabelecimentos. Para comentar o tema, a Jovem Pan entrevista Paulo Solmucci, presidente da Abrasel. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, enviou uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e ao Congresso americano alertando para a grave escassez de mísseis de defesa aérea no país. Segundo o governo ucraniano, o atual ritmo de entrega de armamentos pelo programa PURL já não acompanha a intensidade dos ataques russos. No documento, Zelensky também citou recentes ofensivas da Rússia, incluindo o uso de mísseis balísticos do tipo Oreshnik, e reforçou o pedido por apoio militar diante da ameaça de escalada no conflito. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira no Morning Show desta quinta-feira (28): Uma pesquisa revelou que 71% dos trabalhadores brasileiros não temem ficar desempregados com o fim da escala 6x1. A Proposta de Emenda à Constituição que prevê a diminuição da jornada de trabalho foi aprovada na Câmara dos Deputados na noite desta quarta-feira (27). O Ministério Público de São Paulo, por meio do GAECO, deflagrou a Operação Fluxo Oculto em parceria com a Receita Federal, Agência Nacional do Petróleo, órgãos estaduais e forças policiais nesta quinta-feira (28). A ação é um desdobramento da Operação Carbono Oculto e investiga fraudes, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro ligadas ao mercado de combustíveis por organizações criminosas como o Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo os investigadores, os principais alvos são seis fintechs identificadas durante as apurações e um esquema de adulteração de combustíveis. O presidente do Senado Davi Alcolumbre (União) sinalizou a interlocutores que não deve criar obstáculos para a votação da Proposta de Emenda à Constituição que prevê o fim da escala 6x1. A PEC foi aprovada na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (27) e segue para análise dos senadores nas próximas semanas. Alcolumbre leva em consideração que a pauta tem grande apelo popular, ainda mais em período eleitoral. Em entrevista exclusiva à Jovem Pan nesta quarta-feira (27), o ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) desmentiu a formação de uma chapa com Romeu Zema (NOVO). Apesar da negativa, Caiado defendeu a união da centro-direita nas eleições e disse ser um “homem calejado” e pronto para governar o Brasil. A pesquisa eleitoral mais recente Meio/Ideia aponta que o presidente Lula (PT) é desaprovado por 51,4% e aprovado por 46,6%, mas ainda aparece à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno. O presidente Lula (PT) e o prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos (PSB), devem se reunir nos próximos dias para definir estratégias nos maiores colégios eleitorais do País, São Paulo e Minas Gerais. A aliança entre os dois partidos, que ocupam a presidência e a vice-presidência, deve lançar candidaturas mistas em todo o Brasil nestas eleições, inclusive para o governo de MG e o Senado de SP. A Justiça de São Paulo suspendeu, através de liminar, o projeto Boulevard São João, conhecido como “Times Square” paulistana, que previa a instalação de grandes painéis de LED no cruzamento das avenidas São João e Ipiranga, no centro da capital. A decisão aponta que a proposta poderia funcionar como um mecanismo indireto para flexibilizar as restrições da Lei Cidade Limpa, mesmo sendo apresentada como um projeto de requalificação urbana. Com a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição que prevê o fim da escala 6x1 na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (28), representantes de entidades patronais e federações de comércio estaduais manifestaram preocupação com a economia brasileira. O temor é que o projeto, que é feito para melhorar a vida do trabalhador, acabe causando cortes em postos de trabalho e redução de receita em empresas. A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou nesta quinta-feira (28) a Operação Crédito Corrompido, que investiga gerentes do Banco de Brasília (BRB) por fraudes em empréstimos e crimes contra a administração pública. Documentos falsos eram enviados às agências e contratos fraudulentos eram aprovados por funcionários, que retiravam parte dos valores como pagamento. O alpinista curitibano Gustavo Cordoni, de 23 anos, que escalou o monte Everest e o monte Lhotse em menos de 24 horas, primeiro sul-americano a conquistar o feito, concede entrevista ao Morning Show. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Leitura Bíblica Do Dia: ATOS 16:16-26 Plano De Leitura Anual: 2 CRÔNICAS 4–6; JOÃO 10:24-42 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Em curta viagem missionária à Etiópia, acompanhamos um ministério local numa visita a jovens em situação de extrema vulnerabilidade. Eles viviam em barracos num ferro-velho, e foi um prazer conhecê-los! Compartilhamos testemunhos, palavras encorajadoras e orações. Um de meus momentos favoritos foi louvar a Deus ao som do violão com nossos novos amigos sob um luar radiante. Que momento sagrado! Apesar da situação desesperadora deles, aqueles homens tinham esperança e alegria que só podem ser encontradas em Jesus. Lemos sobre outro momento de louvor improvisado, ocorrido na prisão da cidade de Filipos. Paulo e Silas foram presos, espancados, açoitados e encarcerados por servirem a Jesus. Em vez de ceder ao desespero, eles adoraram a Deus orando e cantando em sua cela. “De repente, houve um forte terremoto, e até os alicerces da prisão foram sacudidos. No mesmo instante, todas as portas se abriram e as correntes de todos os presos se soltaram” (ATOS 16:26). O primeiro pensamento do carcereiro foi acabar com a própria vida, mas quando ele percebeu que os prisioneiros não tinham fugido, creu em Deus, e a salvação alcançou toda a sua família (vv.27-34). Deus se deleita em ouvir nossos louvores a Ele. Vamos adorá-lo nos altos e baixos da vida. Por: NANCY GAVILANES
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (26): As Forças Armadas dos Estados Unidos anunciaram novos ataques no sul do Irã, atingindo bases de mísseis e embarcações iranianas que, segundo Washington, tentavam instalar minas marítimas na região. Em comunicado divulgado pelo Comando Central dos Estados Unidos, os militares afirmaram que as ações foram conduzidas em “legítima defesa” com o objetivo de proteger tropas americanas contra ameaças atribuídas às forças iranianas. O Supremo Tribunal Federal articula junto ao governo federal uma resposta institucional à decisão da Justiça dos Estados Unidos que autorizou a notificação do ministro Alexandre de Moraes por e-mail em processo movido pela Trump Media & Technology Group e pela Rumble. O presidente da Corte, Edson Fachin, e outros magistrados mantêm conversas com integrantes do Ministério da Justiça e da Advocacia-Geral da União para avaliar mecanismos jurídicos que preservem a autonomia do Supremo e evitem um desgaste internacional envolvendo Moraes. O ministro da Fazenda Dário Durigan reconheceu que a guerra no Oriente Médio vem causando impactos na economia brasileira, especialmente com reflexos nos preços dos combustíveis e dos alimentos. Apesar disso, Durigan afirmou que o Brasil tem sido menos afetado do que outros países, citando exemplos como Índia, Coreia do Sul, Chile e África do Sul. O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro é alvo da 8ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes financeiros envolvendo o Banco Master. A apuração mira aportes de cerca de R$ 3 bilhões realizados pelo Rioprevidência em fundos ligados ao conglomerado do banqueiro Daniel Vorcaro. Os mandados de busca e apreensão foram autorizados pelo ministro André Mendonça e estão sendo cumpridos no Rio de Janeiro e no Distrito Federal. Representantes do setor produtivo se reúnem nesta terça-feira com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para tentar impedir o avanço da proposta que acaba com a escala de trabalho 6x1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas. O grupo é liderado por Paulo Skaf e reúne empresários preocupados com os impactos econômicos da medida. A Fiesp e outros setores defendem uma transição mais lenta e alertam para possíveis efeitos sobre custos, produtividade e geração de empregos caso a proposta seja aprovada rapidamente. A atualização da NR-1 entra em vigor nesta terça-feira e amplia a responsabilidade das empresas sobre riscos ligados à saúde mental dos trabalhadores. A nova regra exige que empregadores identifiquem, avaliem e controlem fatores psicossociais, como assédio, estresse extremo e síndrome de burnout, dentro do Programa de Gerenciamento de Riscos. O Ministério do Trabalho e Emprego informou que haverá possibilidade de fiscalização e aplicação de multas. Após pressão de empresas e sindicatos patronais, a medida havia sido adiada por um ano, mas o ministro Luiz Marinho afirmou que não pretende conceder novo adiamento. Para comentar o tema, a Jovem Pan entrevista Josiane Lima, diretora de pessoas da Swile. O deputado federal Mario Frias (PL-SP) apresentou nesta segunda-feira (25) sua defesa ao Supremo Tribunal Federal e negou o uso de emendas parlamentares para financiar o filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O congressista classificou as suspeitas de desvio de verbas públicas como “falsas” e “difamatórias”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou nesta segunda-feira a primeira sessão de radioterapia na região do couro cabeludo. Segundo a equipe médica, o procedimento tem caráter preventivo e foi adotado devido ao histórico do presidente com câncer de pele, já tratado anteriormente. O caso reacende o debate sobre prevenção, acompanhamento médico e cuidados contínuos após tratamentos oncológicos. O oncologista Gustavo Schvartzman explicou o procedimento. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Mal chegamos na metade do ano e 2026 já nos trouxe alguns fortes candidatos ao Corvo de Ouro de Melhor Filme. Extermínio: Templo dos Ossos, Socorro! e Obsessão são apenas algumas das grandes estreias que já nos agraciaram este ano.Apesar disso, felizmente, 2026 ainda reserva grandes títulos que estão por chegar. Entre o retorno de grandes diretores, filmes bem avaliados em festivais e elencos super estrelados, este promete ser um ano ainda melhor para o horror.Quais são as estreias mais aguardadas do ano? Será que a maioria vai corresponder à expectativa ou teremos um ano de grandes decepções? Vamos discutir o que esperar do horror em 2026. O Cabana RdM começa agora.O RdMCast é produzido e apresentado por: Thiago Natário, Gabriel Braga e Gabi Larocca.ARTE DA VITRINE: Estúdio GrimESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram @estudiogrimcontato@estudiogrim.com.brPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoSEJA UM(A) APOIADOR(A)Apoie o RdM a produzir mais conteúdo e ganhe recompensas exclusivas!Acesse: https://apoia.se/rdmConheça a Sala dos Apoiadores: https://republicadomedo.com.br/sala-dos-apoiadores/
Apesar disso, ex-deputada federal ainda responde um outro processo no Supremo Tribunal Federal e fala em ‘novas missões'.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br#Zambelli #Carla #Justica #STF #Processo #Julgamento #Decisao #Deputada #Politica #Congresso #Defesa #Acusacao #Internet #Tendencia #Podcast #Audiencia #Midia #Repercussao #Analise #Debate
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (25): Os preços do petróleo recuaram mais de 5% após sinais de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã. O barril do Brent chegou a cair para US$ 98,12, enquanto o WTI ficou próximo de US$ 92. O movimento aumentou as expectativas de um acordo capaz de reduzir as tensões no Oriente Médio e aliviar preocupações sobre o fornecimento global de energia. Apesar da reação positiva dos mercados, Donald Trump afirmou que as negociações ainda não estão concluídas. Enquanto Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro intensificam ataques mútuos, pré-candidatos que aparecem atrás nas pesquisas tentam ocupar espaço com um discurso de redução da polarização. Os adversários apostam em uma agenda de “paz para governar” para atrair eleitores cansados do confronto político permanente. A estratégia busca explorar o desgaste da disputa entre os dois principais grupos políticos. O cenário amplia a movimentação de candidaturas alternativas para 2026. O exército de Israel emitiu alerta de evacuação para moradores de 10 vilarejos no Líbano. Segundo o porta-voz militar Avichay Adraee, as operações seriam uma resposta a violações do cessar-fogo pelo Hezbollah. O comunicado orienta a população a deixar imediatamente as áreas de risco. A tensão aumenta diante da possibilidade de novos confrontos na fronteira. Daniel Vorcaro pode apresentar uma nova proposta de delação premiada após a Polícia Federal rejeitar o material inicial entregue pela defesa. Segundo investigadores, a primeira versão omitia informações e protegia aliados. A Procuradoria-Geral da República manteve abertas as negociações para um possível acordo. As autoridades esperam informações inéditas e relevantes sobre o Caso Banco Master. O Irã reagiu às ameaças de Donald Trump e classificou as declarações como um “blefe”. Em publicação na rede X, o porta-voz do Parlamento iraniano, Ebrahim Rezaei, afirmou que “o tempo corre contra os americanos”. O governo iraniano também sugeriu a possibilidade de impor taxas de navegação no Estreito de Ormuz. A resposta ocorreu após Trump ameaçar novas ações militares caso não haja acordo. Pesquisa da Nexus Pesquisa e Inteligência em parceria com o BTG Pactual aponta Luiz Inácio Lula da Silva numericamente à frente de Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno presidencial. Lula aparece com 47% das intenções de voto, contra 43% do senador. Pela margem de erro, os dois estão tecnicamente empatados. Nos demais cenários testados, Lula manteve liderança nas simulações apresentadas. O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes foi citado em processo movido nos Estados Unidos pela plataforma Rumble e pela Trump Media & Technology Group. A notificação foi enviada após autorização da Justiça Federal da Flórida. Segundo o documento, Moraes terá 21 dias para apresentar defesa. Caso contrário, o processo poderá seguir sem sua participação. O Papa Leão XIV publicou a encíclica “Magnifica Humanitas”, documento com diretrizes éticas sobre inteligência artificial. No texto, o pontífice afirma que a tecnologia deve servir ao bem comum e não substituir a responsabilidade moral humana. O Papa também alertou para os riscos de concentração de poder nas mãos de governos e grandes corporações. A encíclica reforça o debate global sobre regulação e limites para a IA. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Desde criança a Melina sonhava em ser mãe. Aos 15 anos conheceu o Carlos e viveu uma história intensa até o casamento. Eles queriam um filho, mas depois de alguns exames, Melina teria que apelar pela fertilização in vitro. Foram 18 óvulos, mas ela teve ascite e hiperestimulação ovariana que quase tirou a sua vida. Ao todo, foram 7 anos de tentativas e frustrações por não conseguir realizar o seu sonho. Em 2021, eles entraram na fila de adoção e 3 anos depois, eles adoraram o Yuri. Foram 15 anos de espera, mas hoje ela vê que tudo tem o seu tempo. Apesar de anos de dor, seu maior sonho se realizou no momento certo.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (24): O pré-candidato à Presidência Renan Santos voltou a criticar a família Bolsonaro e afirmou que a direita errou ao apoiar o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ligado ao Movimento Brasil Livre e ao partido Missão, Renan defendeu a construção de uma nova alternativa política para enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sem associação a escândalos. O pré-candidato também declarou que o Caso Master começou durante o governo Bolsonaro e afirmou considerar natural o envolvimento do senador Flávio Bolsonaro nas investigações relacionadas a Daniel Vorcaro. O Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou um novo lote de arquivos sobre supostos avistamentos de objetos voadores não identificados. Os documentos incluem relatos de pessoas que afirmaram ter visto esferas verdes, discos e bolas de fogo misteriosas. A divulgação faz parte de um processo iniciado nos anos 1970 para tornar públicos arquivos do governo americano sobre fenômenos aéreos não identificados. O primeiro pacote de documentos já havia sido liberado em maio, por determinação do presidente Donald Trump, junto com a criação do site oficial WAR.GOV/UFO para hospedar os registros sobre os chamados UAPs. Um tiroteio registrado próximo à Casa Branca deixou duas pessoas baleadas neste sábado (23), segundo informações do Serviço Secreto dos Estados Unidos. De acordo com as autoridades, o suspeito sacou uma arma de uma bolsa e começou a atirar na região da rua 17 com a Pennsylvania Avenue. Agentes reagiram aos disparos e atingiram o homem, identificado pela CBS News como Nasire Best, de 21 anos, que morreu após ser levado ao hospital. Um possível transeunte também foi atingido e encaminhado para atendimento médico. Segundo a emissora americana, o suspeito já era conhecido pelas autoridades e tinha histórico de problemas de saúde mental. O Governo de São Paulo promoveu um mutirão digital chamado “Baixaço” para incentivar o download do aplicativo SP Mulher Segura. A plataforma reúne diversas funcionalidades integradas voltadas ao combate à violência doméstica e à proteção das mulheres. A iniciativa busca ampliar o acesso da população às ferramentas de segurança e fortalecer os canais de apoio às vítimas no estado. Um possível acordo entre Irã e Estados Unidos prevê que o tráfego de navios no Estreito de Ormuz volte ao nível anterior à guerra dentro de 30 dias, segundo informações divulgadas pela agência iraniana Tasnim. O memorando de entendimento também prevê a suspensão completa do bloqueio naval no mesmo período e a liberação parcial de fundos iranianos congelados ainda na primeira fase das negociações. O possível acordo inclui o fim da guerra em diferentes frentes e a suspensão das sanções americanas sobre o petróleo iraniano durante o processo de negociação. Apesar disso, o Irã ainda não teria aceitado medidas relacionadas ao seu programa nuclear. Alberto Barros, analista político da Vox Brasil, concedeu entrevista ao Jornal da Manhã para comentar o cenário das pré-campanhas presidenciais, os resultados das pesquisas eleitorais e as perspectivas para as eleições de 2026. Durante a conversa, o analista também avaliou os possíveis impactos do escândalo envolvendo o Banco Master sobre diferentes candidatos e o ambiente político nacional. O Maio Amarelo é um movimento internacional de conscientização criado para reduzir sinistros e mortes no trânsito. Desenvolvida pelo Observatório Nacional de Segurança Viária, a campanha busca colocar a segurança viária em pauta na sociedade e incentivar a participação de motoristas, pedestres e ciclistas na prevenção de acidentes. A iniciativa promove ações educativas e debates sobre responsabilidade e comportamento no trânsito. A Câmara dos Deputados deve votar nesta semana a proposta de emenda à Constituição que prevê o fim da escala 6x1 e reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, mantendo os salários atuais e garantindo dois dias de folga por semana aos trabalhadores. Apesar do avanço da proposta, as negociações seguem em andamento e a tendência é que o texto final seja mais enxuto, deixando temas específicos para regulamentação posterior, como os regimes especiais de trabalho, incluindo escalas 12x36 e atividades embarcadas. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista o deputado federal Luiz Gastão. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No 3 em 1 desta sexta-feira (22), o destaque foi o ministro André Mendonça (STF) que recuou e autorizou o retorno do banqueiro Daniel Vorcaro a uma cela especial na Superintendência da PF em Brasília. A decisão ocorre simultaneamente à troca da equipe jurídica do dono do Banco Master, que agora busca uma estratégia mais agressiva após o impasse na delação premiada. A nova pesquisa Futura/Apex, divulgada hoje (22/05), mostra o presidente Lula (PT-SP) na liderança em todos os cenários para 2026. O dado que sacudiu Brasília, porém, é a rejeição: enquanto Lula e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sofrem com polêmicas e desgaste do Caso Master, Michelle Bolsonaro apresenta o menor índice de rejeição entre os pré-candidatos. A nova pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (22), revela o primeiro grande impacto do "Caso Master" nas intenções de voto. No primeiro turno, o presidente Lula (PT-SP) subiu para 40%, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) recuou para 31%. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) embarca na próxima semana para os Estados Unidos, onde terá um encontro privado com o presidente Donald Trump. A viagem é vista como uma tentativa desesperada de recuperar o prestígio com a base conservadora após o desgaste do Caso Master. O governo do Irã anunciou a liberação de petroleiros capturados, mas consolidou o controle militar sobre o Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do petróleo mundial. Apesar do endurecimento das condições de prisão de Daniel Vorcaro, fontes ligadas à Polícia Federal confirmam que o acordo de colaboração premiada ainda não foi descartado. O ministro Gilmar Mendes (STF) suspendeu o julgamento do primo de Daniel Vorcaro, apontado pelos investigadores como o principal operador financeiro do esquema no Banco Master. O presidente Lula (PT-SP) e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), definiram hoje os ajustes finais para a votação do fim da escala 6x1. O consenso envolve uma regra de transição escalonada para evitar prejuízos imediatos ao setor de serviços e comércio. Em decisão de última instância nesta sexta-feira (22), a Corte de Cassação da Itália negou o pedido de extradição da ex-deputada Carla Zambelli (PL-SP). A ministra Cármen Lúcia (STF) votou hoje para declarar inconstitucional a lei aprovada pelo Congresso que encurtava o tempo de inelegibilidade de políticos condenados. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT-SP), disparou uma autocrítica severa durante um fórum em São Paulo. Ele afirmou que a esquerda brasileira está atrasada, "tomando de 7x1 há uma década" na comunicação digital. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Debate da Super Manhã: Os patinetes elétricos voltaram a ganhar espaço nas ruas do Recife como alternativa rápida para pequenos deslocamentos urbanos. Esses veículos de micromobilidade passaram a fazer parte da rotina de estudantes, trabalhadores e turistas. Apesar da praticidade e do apelo sustentável, o uso dos patinetes também trouxe preocupações relacionadas à segurança dos usuários. No debate desta sexta-feira (22), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com convidados sobre as regras de circulação e fiscalização dos patinetes elétricos, a infraestrutura urbana da capital pernambucana, além da educação e da conscientização para o uso desse novo modal de transporte. Participam o presidente do Conselho Estadual de Trânsito de Pernambuco (CETRAN-PE), Walker Barbosa, o diretor-geral do Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (DETRAN-PE), Bruno Santos, e o presidente da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet) em Pernambuco, Dr. Fhilipe Xavier.
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana seguiu marcada pelas negociações entre Estados Unidos e Irã. O Trump chegou a sinalizar um possível ataque, posteriormente cancelado após pedidos de países do Golfo. As conversas continuam, mas seguem os impasses envolvendo o enriquecimento de urânio e o controle do fluxo no estreito de Ormuz. A ata do Fed mostrou maioria dos membros considerando apropriada uma alta de juros caso a inflação permaneça persistentemente acima da meta. O Waller, um dos diretores da entidade, que anteriormente defendia cortes, afirmou que discutir redução de juros no curto prazo seria inadequado diante dos dados recentes. Na Zona do Euro, os PMIs mostraram desaceleração adicional da atividade, principalmente em serviços. No Brasil, a semana teve poucos dados econômicos, com destaque maior para os desdobramentos políticos. O diretor do BCB Nilton David teve discurso interpretado como mais dovish, reforçando expectativa de continuidade dos cortes de 25 bps na Selic. Nas pesquisas eleitorais, Flávio Bolsonaro perdeu espaço após os áudios divulgados na semana anterior, enquanto Lula apresentou melhora marginal de aprovação. Apesar disso, a leitura segue de disputa ainda competitiva no segundo turno, com Flávio Bolsonaro permanecendo como candidato viável. Nos EUA, os juros mais curtos tiveram abertura marginal, e os mais longos fechamento marginal, enquanto as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +0,88%, Nasdaq +1,22% e Russell 2000 +2,72%. O juro de 30 anos no Reino Unido fechou 28 bps. No Brasil, o jan/29 fechou 27 bps, o Ibovespa desvalorizou 0,61% e o real valorizou 0,38%. Na próxima semana, destaque para o PCE nos EUA e, no Brasil, atenção para o PIB, IPCA-15, dados de mercado de trabalho e índices de confiança.
A actualidade africana desta semana fica marcada pelo agravamento do surto de Ébola na República Democrática do Congo, pela mudança política em Cabo Verde após as legislativas, pela contestação ambiental em torno dos investimentos franceses em Moçambique e pela persistente crise energética em São Tomé e Príncipe. Em Angola, o Presidente João Lourenço rejeitou a proposta de pacto para a estabilidade apresentada pela UNITA, considerando não existir uma situação de crise política que o justifique. As mortes suspeitas provocadas pelo Ébola na República Democrática do Congo ascendem já a 177, enquanto os casos identificados chegaram aos 750. O alerta foi lançado esta sexta-feira pelo director-geral da Organização Mundial da Saúde, que receia que a dimensão real da epidemia possa ser “muito maior”. Numa fase inicial, os sintomas febris confundem-se frequentemente com doenças comuns em África, como a malária, o que pode atrasar o diagnóstico e aumentar o risco de morte. Em Angola, depois do alerta sanitário, foram reforçados os procedimentos de vigilância epidemiológica. O chefe do Departamento de Higiene e Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde angolano, Eusébio Manuel, explicou as medidas adoptadas para prevenir a propagação da doença. "Um dos principais sintomas é febre. Muitas das vezes cruzamos nos nossos países, onde a malária é a primeira causa de morte e de doença, suspeitamos sempre como seja malária, mas depois os sintomas secundários vão aparecendo, dias depois. As pessoas apresentam sinais de febre e essa febre pode cruzar-se com astenia, dores musculares, mas são sinais-sintomas que vêm a posteriori. O sinal principal para reconhecimento é a febre. E depois vamos fazendo outros diagnósticos diferenciados. As hemorragias aparecem no quinto, sétimo dia, mas aí é onde ocorre o maior perigo, em que a pessoa esquece-se que está frente a uma doença altamente contagiosa como a doença hemorrágica. Mas nesta fase a pessoa já se envolveu com o doente. Por isso o contágio é muito frequente", referiu. Em Cabo Verde, os resultados provisórios das eleições legislativas apontam para uma vitória do PAICV, liderado por Francisco Carvalho. O partido da oposição conta, até ao momento, com 36 deputados eleitos, enquanto o MpD conquistou 32 assentos parlamentares e a UCID dois deputados. Faltam ainda atribuir dois mandatos, decisivos para determinar se o PAICV alcançará uma maioria relativa ou absoluta. Os resultados definitivos deverão ser conhecidos até 25 de Maio. As eleições ficaram igualmente marcadas por uma taxa de abstenção histórica de 53,3%, revelando que mais de metade dos eleitores não participou no acto eleitoral. A investigadora Roselma Évora considera que este elevado nível de abstenção reflecte o descontentamento da população cabo-verdiana em relação à classe política e às actuais lideranças. " Os cabo-verdianos valorizam profundamente a democracia, mas muitos sentem-se frustrados com a forma como ela funciona na prática. Existe a percepção de que o sistema político está demasiado fechado sobre os partidos e que as oportunidades não chegam de forma igual a todos os cidadãos. Apesar de termos uma Constituição moderna, muitas pessoas acreditam que apenas uma pequena elite ligada aos grandes partidos beneficia verdadeiramente do sistema democrático. Os dados mostram isso claramente: apenas 19% dos cabo-verdianos dizem estar satisfeitos com a democracia. E é legítimo perguntar quem são esses 19%. Na minha opinião, trata-se sobretudo das elites partidárias que têm controlado o poder ao longo dos anos. A elevada abstenção é, portanto, um sintoma antigo de descrença e desconfiança. Muitas pessoas deixaram de se rever nos políticos e nas lideranças actuais. Cabo Verde não está isolado desta tendência mundial de crise de liderança e de afastamento entre cidadãos e representantes políticos", sublinhou. Na sequência da derrota eleitoral, a direcção nacional do MpD reúne-se esta sexta-feira para analisar os resultados e preparar a convenção extraordinária destinada à escolha do sucessor de Ulisses Correia e Silva. O antigo primeiro-ministro apresentou a demissão após dez anos à frente do Governo e do partido. Paulo Veiga e Orlando Dias já manifestaram publicamente a intenção de disputar a liderança do Movimento para a Democracia. Em Angola, o Presidente João Lourenço recebeu no Palácio Presidencial o líder da UNITA, Adalberto Costa Júnior, para discutir a proposta de pacto para a estabilidade nacional. O documento defendia, entre outros pontos, uma revisão constitucional, reformas políticas e uma amnistia para crimes económicos e financeiros. Depois de analisar a proposta, João Lourenço afirmou não haver fundamento para a sua aprovação, argumentando que pactos desta natureza apenas se justificam em contextos de crise política. Em Paris, na véspera das assembleias-gerais da petrolífera Total e dos bancos Crédit Agricole e Société Générale, a ONG francesa CCFD-Terre Solidaire e a organização moçambicana Justiça Ambiental alertaram para os impactos humanitários e ecológicos dos investimentos franceses em Moçambique. Daniel Ribeiro, da Justiça Ambiental, denunciou os efeitos do projecto liderado pela Total, classificando-o como uma “bomba climática” devido às consequências ambientais associadas à exploração de gás. Já em São Tomé e Príncipe, o agravamento da crise energética levou o chefe do Governo a reunir-se com trabalhadores da Empresa de Água e Electricidade (EMAE) para avaliar soluções urgentes. Apesar da aquisição de novos geradores, os problemas de abastecimento persistem. O sindicato dos trabalhadores da empresa aponta decisões políticas inadequadas como uma das principais causas da actual crise energética no país.
Ele cresceu longe do esporte por escolha, mas, por insistência da mãe, frequentava o Sport Club Corinthians Paulista, onde jogava bola sem talento e sem entusiasmo. Nunca foi escolhido primeiro, quase sempre ocupava posições secundárias e não se identificou com aquele ambiente. Sua rotina era outra. Jogos eletrônicos, livros e atividades dentro de casa ocupavam o tempo. Formou-se em Tecnologia da Informação e seguiu por esse caminho profissionalmente. O esporte não fazia parte dos planos. A mudança começou anos depois, quando, no horário de almoço, colegas de trabalho saíam para correr. Ele decidiu acompanhá-los e, apesar de, no início, não conseguir correr um quilômetro sequer, voltava no dia seguinte e repetia. O que começou como frustração virou disciplina. O que era limitação virou combustível. Em 2008, passou a treinar sob orientação de Emerson Bisan e, com ele, aprendeu a correr de forma contínua e controlada. Aos poucos, foi aumentando o volume até que decidiu encarar sua primeira maratona. Durante a preparação, uma dor forte no joelho apareceu. Era uma condromalácia patelar. Apesar de dois médicos contraindicarem a maratona, não se deixou desanimar e procurou um especialista, que recomendou tratamento e fortalecimento. Em 2009, já recuperado, completou sua tão aguardada primeira maratona, no Rio de Janeiro. Já no ano seguinte, correu cinco maratonas e, a partir de então, se transformou em um maratonista compulsivo. Alguns anos depois, estreou também na ultradistância, enquanto já havia acumulado dezenas de maratonas. Em 2017, também na Maratona do Rio, decidiu ir correndo até a largada para, em seguida, participar da prova. Depois, triplicou a São Silvestre, correu duas maratonas em dois dias seguidos, duas vezes. No ano seguinte, decidiu fazer o mesmo na maratona mais famosa do mundo, a de Nova Iorque. Só que, desta vez, decidiu fazer o percurso inverso e chegar à largada a tempo de participar oficialmente da corrida. Naquele momento, ainda sem saber, nascia o projeto que ele chamou de "double marathon". Escolheu algumas maratonas, estudou, planejou e passou a percorrer o trajeto invertido até a largada para, em seguida, correr a prova. Ele já dobrou 11 maratonas, incluindo seis Majors e uma Four Oceans, ou seja, ida e volta na famosa ultra sul-africana. Conosco aqui, o gerente de TI, corredor com 129 maratonas e 29 ultras no currículo, autor dos livros O Dobro ou Nada e o segundo volume chamado Operação Europa, onde compartilha suas experiências, planejamento e perrengues na realização do seu maior projeto até hoje, e que agora está lançando o Projeto Boston 130, livro que conta algumas experiências de conhecidos corredores e treinadores na Maratona de Boston, o paulistano José Maria de Brito Corrêa Júnior. Inspire-se! Race Smart - check your heart Race Smart - check your heart Este episódio é oferecido pela @z2perfomance e pela @2peaksbikes A Z2 agora está com nova embalagem dos géis: abre fácil, com melhor fluxo de sucção e bordas arredondadas pra não te machucar durante o treino ou prova. E tem mais novidade: os géis com os sabores originais da Maratona do Rio voltaram! Água de coco e Mate com limão em edição limitada. Outra novidade é o gel de 75g de carboidratos, ideal pra estratégias de alto consumo. Siga @z2performance e fique por dentro do universo da Z2. A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Confira no Morning Show desta quinta-feira (21): Uma operação do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira (21) a influenciadora e advogada Deolane Bezerra em investigação sobre lavagem de dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC). O Ministério Público de São Paulo pediu a prisão do cantor Mauro David Nepomuceno, conhecido como “Oruam”. O rapper teria realizado disparos com armas de fogo em uma festa em Igaratá, no interior de SP, em novembro de 2024. Mauro está foragido desde janeiro de 2026 por violação de medidas cautelares em um processo em que é acusado de tentativa de homicídio. Além do mundo do rap, Oruam é conhecido por ser filho de Márcio dos Santos Nepomuceno, ou “Marcinho VP”, apontado como uma das lideranças do Comando Vermelho (CV), preso desde 1996. A Polícia Federal rejeitou a proposta de delação premiada apresentada pela defesa do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A decisão foi comunicada à defesa e ao ministro do STF André Mendonça, relator do caso. Apesar da negativa da PF, a Procuradoria-Geral da República ainda pode avaliar o acordo de forma independente. Segundo investigadores, o material entregue pela defesa acrescentaria poucas informações novas às apurações já realizadas e haveria a percepção de que Vorcaro estaria tentando proteger pessoas próximas. O instituto Paraná Pesquisas divulgou, nesta quinta-feira (21), uma pesquisa eleitoral para o Governo do Estado de São Paulo apontando que Tarcísio de Freitas (Republicanos) lidera as intenções de voto no primeiro turno. O governador aparece com 47,3%, logo depois vem o ex-ministro da Fazenda e ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), com 33,5%. Em terceiro lugar na pesquisa, Paulo Serra (PSDB) teria 4,3%, enquanto o deputado federal Kim Kataguiri (Missão) ocupa a quarta posição com 3,4% das intenções de voto. Com a negativa de Ciro Gomes (PSDB) em concorrer à Presidência da República e após os vazamentos de conversas entre Flávio Bolsonaro (PL) e Daniel Vorcaro, o deputado federal Aécio Neves (PSDB) avalia disputar novamente o pleito para o Palácio do Planalto em 2026, 12 anos após a primeira tentativa, em 2014. Em comunicado oficial nesta segunda-feira (19), a empresa de produtos de limpeza Ypê pede que clientes não usem nem descartem produtos do lote contaminado, de numeração com final 1, até nova deliberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A equipe do senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, está articulando um encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump. Fontes da Jovem Pan no Departamento de Estado americano informaram que existem conversas para uma possível reunião ainda na próxima semana. Uma mãe em Sombrio, sul de Santa Catarina, viralizou ao gastar cerca de 14 mil reais em figurinhas do álbum da Copa do Mundo de 2026 para seu filho. A mulher, conhecida como Nunes, é comerciante e está negociando figurinhas repetidas, já que bastam apenas 700 cartinhas para completar o álbum. O senador Flávio Bolsonaro (PL) subiu à tribuna da Câmara dos Deputados na manhã desta quinta-feira (21) para pedir a aprovação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI). Em sua fala, Flávio afirmou que “não tem nada a esconder” e que “quer Daniel Vorcaro na CPMI” para falar qual a sua relação com o presidente Lula (PT) e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Recentemente, vieram a público conversas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro em que o pré-candidato à Presidência pede dinheiro ao então banqueiro para financiar a cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), “Dark Horse”. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (19): A convocação de Neymar pelo técnico Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo de 2026 provocou grande euforia entre os torcedores brasileiros. As reações tomaram conta das ruas, dos estádios e das redes sociais, com manifestações de apoio e comemoração pelo retorno do atacante à Seleção Brasileira para a disputa do Mundial. Integrantes de partidos do Centrão passaram a defender neutralidade na disputa presidencial após a divulgação de diálogos envolvendo Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro. Siglas como União Brasil, Progressistas e Republicanos ainda não definiram posição oficial para 2026. A tendência, porém, é liberar filiados para apoiar diferentes candidatos. A crise também travou negociações regionais e alterou articulações políticas em diversos estados. A Câmara dos Deputados e o Senado Federal defenderam nesta segunda-feira (18) a constitucionalidade da chamada Lei da Dosimetria, que reduz penas e flexibiliza regras de progressão de regime para condenados por crimes contra o Estado Democrático de Direito, incluindo réus envolvidos nos atos de 8 de Janeiro. As manifestações foram encaminhadas ao Supremo Tribunal Federal após o ministro Alexandre de Moraes suspender a aplicação da norma até o julgamento definitivo das ações que questionam sua validade. Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (19) mostra que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é desaprovado por 51,3% dos eleitores, enquanto 47,4% afirmam aprovar a gestão. Outros 1,3% disseram não saber ou preferiram não responder. Em comparação com o levantamento anterior, divulgado em 28 de abril, a desaprovação recuou 1,2 ponto percentual, enquanto a aprovação avançou 0,6 ponto percentual. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que existe uma “chance muito boa” de Washington fechar um acordo com o Irã para impedir o desenvolvimento de armas nucleares. A declaração ocorreu após Trump revelar que adiou um ataque militar planejado contra Teerã para manter as negociações diplomáticas. Segundo o republicano, aliados americanos no Oriente Médio pediram o adiamento da ofensiva. Apesar disso, Trump alertou que os EUA seguem preparados para realizar um ataque em larga escala caso não haja acordo. Deputados estaduais de São Paulo destinaram cerca de R$ 700 mil em emendas parlamentares para empresas e entidades ligadas ao filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O caso ganhou repercussão após o Intercept Brasil divulgar conversas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro sobre o financiamento da produção. Segundo as mensagens, Vorcaro teria prometido R$ 134 milhões para o projeto. Entre os parlamentares citados estão Valéria Bolsonaro, Lucas Bove e Luiz Fernando. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lança nesta terça-feira (19), em São Paulo, o programa Move Aplicativos, uma linha de crédito voltada a motoristas de aplicativos e taxistas. A iniciativa contará com até R$ 30 bilhões em recursos do Tesouro Nacional, que serão repassados ao BNDES para operações realizadas por meio da rede bancária. A cerimônia de lançamento ocorre na Casa de Portugal, no bairro da Liberdade, e faz parte das ações do governo para ampliar o acesso ao crédito e estimular o setor de transporte individual. A pesquisa presidencial da AtlasIntel incluiu a reprodução de um áudio atribuído ao senador Flávio Bolsonaro enviado ao banqueiro Daniel Vorcaro. O material foi apresentado aos entrevistados na etapa final do levantamento, junto de uma ferramenta para medir reações em tempo real. Segundo o registro no Tribunal Superior Eleitoral, os participantes avaliavam o conteúdo enquanto ouviam a gravação. O Partido Liberal acionou o TSE pedindo a impugnação da pesquisa e uma liminar contra a metodologia utilizada. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Apesar de manifestação do Democracia Cristã, Aldo Rebelo promete melar projeto de cúpula do partido.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Barbosa, #Joaquim, #podcast, #política, #eleições, #STF, #candidatura, #plano, #bastidores, #debate, #novidade, #atualidades, #judiciário, #partido, #disputa, #notícia, #análise, #polêmica, #tendência, #repercussão
Os cientistas esperavam o contrário, porque os ursos polares dependem do gelo marinho como plataforma para caçar; mas o mistério tem explicação.
Apesar de a morte ser a única certeza que temos, muitos vivem como se ela não existisse.Até mesmo em casos em que o fim parece próximo, como em pacientes em fase final de vida, é possível perceber que esse assunto não costuma ser discutido com os familiares e amigos, deixando-os – em muitos casos – perdidos quanto ao que precisa ser feito.Neste DrauzioCast, Drauzio Varella e o músico da banda Sepultura Andreas Kisser conversam sobre a importância de falar sobre morte desde sempre e a luta pelo direito de decidir quando a vida acaba.Veja também: Além do esquecimento