Fundada em 1968, Ultimato apresenta o conteúdo Bíblico numa forma criativa e contextualizada. Ao lado de muitos outros, participa da proclamação da Boa Nova que nunca fica velha, da Esperança que nunca morre e do Salvador que nunca muda.

A prova do verdadeiro amor a Jesus Cristo não é a plantação de igrejas em todas as cidades, nem sequer o martírio cristão.

Que a morte está sob o controle de Deus, o salmista não tem a menor dúvida: “Ilumina os meus olhos, ou do contrário dormirei o sono da morte” (13.3).

Há tantos que nos cercam sem pão, saúde, teto, um abraço sequer! O que temos feito?

Deus é campeão do amor, da paciência, da longanimidade, mas é também campeão da justiça.

Aqueles que compartilham da natureza divina recebem bêncãos de tal maneira que vivem eternamente e têm paz, prazer e alegria eternamente.

"Diante deles a terra é como o jardim do Éden, atrás deles, um deserto arrasado" (Joel 2.3).

O que é mais fácil, abrir os ouvido ou a boca? O que deve vir primeiro, o ouvir ou o falar?

Como podemos nós, os pecadores, nos reconciliarmos com Deus enquanto ainda há tempo?

É preciso garantir não só a ressurreição, mas outras coisas que aconteceram antes e depois.

As duas marcas principais de líderes pastorais deveriam ser a verdade e o amor, atuando em conjunto.

Em vez de enxergar os justos e ouvir os seus gemidos, o Senhor enxerga os que estão atrás das grades e ouve os seus gemidos.

O pecado rouba a alegria, porque é uma anomalia, cria problemas de consciência, exige reparação, deixa a impressão de fracasso.

Uma vez que a raiz do problema está no coração, Jeremias enfatiza que não há remédio humano capaz de curá-lo.

O certo é olhar exclusivamente para aquele que está sendo elevado às alturas para sentar-se ao lado direito de Deus.

Tomé ficou absolutamente quebrantado: “Senhor meu e Deus meu!”, ele disse. E ao dizer isto, ele fez a perfeita confissão de fé.

A pessoa que ora aprende a descarregar diante de Deus uma porção de coisas inúteis e exaustivas.

Não é só a tristeza que tira o sono. A alegria também provoca insônia.

Não devemos fazer alarde de nossos hábitos de oração, mas devemos entrar em nosso quarto, fechar a porta e orar ao nosso Pai em secreto.

É curioso ouvir da boca de Jesus que ele precisava fazer alguma coisa em consonância com sua missão e em consonância com seu Pai.

Por meio do poder da fé, nós participamos da natureza divina e temos comunhão com ela.

Enquanto a plenitude não vem, importa submeter a nossa vontade cada vez mais à vontade dele.

A luz de um vaga-lume, de uma lâmpada, de um farol são muito preciosas. Mas a “Luz do mundo” é incomparavelmente a mais preciosa de todas.

Se para Jó foi sensato confiar no Deus que revelou sua sabedoria e seu poder através da criação, para nós é ainda mais sensato confiar nesse mesmo Deus, que revelou seu amor e sua justiça através da cruz.

A ideia de anunciar o evangelho “bem longe” não é nova. O profeta Isaías chama a atenção para esse antigo propósito de Deus.

Como nós podemos responder à bondade e à severidade de Deus? Apreciando a disciplina de Deus.

A convicção de que o Senhor reina é tranquilizadora. Não se teme as tempestades da vida, pois o Senhor governa.

São eles que falam mal do bom nome que Deus deu a vocês. (Tg 2.7)

Fé é o que dá propósito e sentido ao ser humano. Mesmo aqueles que se dizem céticos vivem pela fé, depositando-a em alguma ideologia ou em si mesmos.

Jesus transformará o seu corpo atual para ser igual ao próprio corpo glorioso dele. Não é promessa de homem. É promessa de Deus.

Precisamos aprender como distinguir claramente as leis dadas por meio de Moisés da graça recebida por meio de Cristo.

Qualquer renúncia do pecado em favor da santidade será sobejamente recompensada.

Quando eu peço a Deus: “Aplaina o teu caminho diante de mim”, estou pedindo que ele remova as montanhas imaginárias que eu mesmo coloco na trilha já apertada.

Graça é sinônimo de generosidade e o Senhor Jesus Cristo nos deu um grandioso exemplo disso em seu nascimento e em sua morte.

Antes do dia de Pentecostes, os três mil convertidos não se conheciam, não se amavam e não se encontravam. Agora, eles “tinham tudo em comum”.

Como você responde ao Deus que tomou a iniciativa de desenvolver um relacionamento com você?

Enquanto a liturgia da velha aliança mostra a severidade de Deus, a liturgia mais simplificada da nova aliança revela a sua bondade.

O seguidor do Caminho não deve se expor por imprudência, por valentia, por exibição e pela força dos conselhos mal dados.

Estamos “cansados de saber”... Sim. Por que então isso ainda nos incomoda?

O reino de Deus virá de maneira discreta e pessoal, sem cornetas, sem fanfarra, sem desfile militar, sem pompa e circunstância.

É da vontade de Deus que os cristãos guardem “a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo”.

Por que estamos sempre correndo de um lado para outro? Por que estamos sempre agitados?

O Pai tomou a iniciativa com base em seu imenso amor, pois, ao entregar seu Filho, ele estava entregando a si mesmo.

Paulo fez-se “escravo de todos a fim de ganhar para Cristo o maior número possível de pessoas” (1Co 9.19).

O amor de Deus é um exercício de sua bondade para com os pecadores. Como tal, o amor tem a natureza da graça e da misericórdia.

A voz não é contra o descanso. Ao contrário, ela quer levar os cansados ao verdadeiro descanso.

Quando a alma está perturbada, um dos caminhos de sobrevivência é colocar para fora o que está lá dentro, por meio da palavra audível ou silenciosa.

Nada afasta mais as pessoas de Cristo que a incapacidade de enxergar o quanto elas necessitam dele, ou a má vontade em admitir essa necessidade.

A luz separa nitidamente o brilho celeste do brilho terreno, a salvação da perdição, a vida da morte.

Em nossos momentos de frustração, podemos recordar que o Filho de Deus estava sujeito à vontade do Pai da mesma maneira que estamos agora.

Se não houver fundamento sólido, a esperança será falsa e provocará a mais desagradável sensação.