Fundada em 1968, Ultimato apresenta o conteúdo Bíblico numa forma criativa e contextualizada. Ao lado de muitos outros, participa da proclamação da Boa Nova que nunca fica velha, da Esperança que nunca morre e do Salvador que nunca muda.

Sem fé, a honra, a glória, a sabedoria, a justiça, a verdade e a misericórdia de Deus não podem estar em nós.

O Cordeiro de Deus está tirando o pecado do mundo, da História e do ser humano. Ele já tirou a culpa do pecado por meio do seu sacrifício vicário.

O amor de Deus é um exercício de sua bondade. A bondade de Deus no sentido bíblico é sua generosidade cósmica.

A confissão de pecados autêntica produz perdão e purificação. Ela deve ser feita sempre que for necessário.

A grande vantagem da memória bíblica é que uma passagem chama outra passagem paralela.

Deus não está a serviço da vontade humana, mas está executando a sua própria vontade, que é “boa, agradável e perfeita” (Rm 12.2).

Quem mais amou como ele amou? Quem mais falou como ele falou? Quem mais perdoou como ele perdoou?

Não precisamos esperar pela vinda do Espírito Santo. Ele veio no dia de Pentecostes e nunca mais deixou a igreja.

O antídoto do desânimo é não tirar os olhos do Autor e Consumador da fé, Jesus.

A alegria demorada, mais profunda, mais intensa, não gira em torno do ter. As alegrias do ter não podem competir com as alegrias do ser.

O momento em que você mais sente os seus pecados é exatamente o momento em que você mais necessita orar a Deus.

A regra áurea é amar uns aos outros, e a regra diabólica é falar mal uns dos outros.

Como podemos enfrentar situações desconcertantes e difíceis, se não podemos ver, no momento, o propósito de Deus nelas?

Mesmo sem o atributo da onisciência, a mãe sabe do que a criança precisa, o médico sabe do que o doente precisa, o professor sabe do que o aluno precisa.

O autor do livro de Atos segue o estilo do Antigo Testamento. No meio de tanta coisa bonita, havia também coisas feias...

A dignidade e identidade de Jesus nunca estiveram na aprovação ou rejeição de sua vocação; foi Deus quem o sustentou, ajudou, justificou e aprovou.

A ansiedade toma tempo demais dos ansiosos. Eles não têm tempo para si próprios, nem para a família, nem para o próprio Deus.

Não saberíamos nada sobre Deus se ele não tivesse se revelado a nós. Isso é particularmente verdade em relação ao caráter misericordioso de Deus.

A dificuldade em se obter a paz individual está em nossos conceitos errôneos, e não na complexidade da busca.

Quem finge amar peca duplamente. Peca porque não ama e peca porque finge que ama.Ouça a devocional de hoje | bit.ly/devocionaisULT

Nossos pecados são tão grandes e tão distantes da justiça que foi necessário que o Filho de Deus morresse para que ela pudesse ser dada a nós. Ouça a devocional de hoje | bit.ly/devocionaisULT

O elemento humano está definitivamente descartado. Isso porque só Deus sabe e tem honestidade e autoridade para fazer isso.Ouça a devocional de hoje | bit.ly/devocionaisULT

Sabedoria não é compartilhar de todo o conhecimento de Deus, mas uma disposição de confessar que ele é sábio.Ouça a devocional de hoje | bit.ly/devocionaisULT

O descanso tem de ser somente em Deus, que “fortalece o cansado e dá grande vigor ao que está sem forças” (Is 40.29). Ouça a devocional de hoje | bit.ly/devocionaisULT

“Tornem-se cada vez mais fortes, vivendo unidos com o Senhor e recebendo a força de seu grande poder” (Ef 6.10).

Trabalhar – criando arte ou não – revela em nós a imagem e a semelhança do Eterno.

Trabalhar – criando arte ou não – revela em nós a imagem e a semelhança do Eterno.

Cristo deseja impedir que nossos corações confiem em qualquer outra coisa. Não há outro caminho.

Se o fervor da proclamação do evangelho tem diminuído, precisamos reavivar a vocação que existe em nós.

Qualquer exortação feita aos outros tem de ser feita primeiro ao que exorta, em benefício de sua autoridade.

Somos comparados a escravos ou cativos do pecado, incapazes de conseguir nossa libertação.

O pecado se associa ao homem ainda no ventre materno: “Eu nasci na iniquidade e em pecado me concebeu minha mãe” (Sl 51.5).

Sem o Espírito não podemos imaginar que é possível provar a verdade do cristianismo por nossos próprios argumentos.

Tal oração é capaz de derramar e espalhar perante o Senhor todas as dores, todos os medos, todos os espinhos.

Os apóstolos refletiam o caráter de Jesus, faziam propaganda dele ora pela palavra, ora pelos milagres, ora pela coragem.

É ilusão achar que o conhecimento, os títulos, o saber sobre Deus nos farão encontrar o caminho do coração.

Jesus foi coerente com seu ensino de que o certo é amar os inimigos e desejar o bem deles.

As pessoas que são verdadeiramente fiéis não possuem nada de mais precioso em todo o mundo do que o ensino sobre a fé.

A oração agrada a Deus, exercita a fraternidade e o altruísmo e ainda massacra o individualismo e o egoísmo.

Precisamos de perdão não só para os pecados conscientes, mas também para os pecados ainda não reconhecidos pela própria consciência.

Se o plano de salvação é para ser plenamente realizado, então o futuro do cristão está seguro.

A salvação pela graça mediante a fé não é uma pregação exclusiva de Paulo. É de todos os apóstolos.

Somos chamados a ser ativos e a aproveitar as oportunidades que temos para agir de maneira redentora em todas as ocasiões e circunstâncias.

Há coisas que provocam mesmo uma real sensação de bem-estar e outras que provocam apenas uma impressão de bem-estar.

A despeito de tudo, o autor do salmista quer ter esperança, não abre mão da esperança e garante que vai conseguir: “Eu sempre terei esperança”.

A cruz deu a Jesus a autoridade sobre a história dos homens. É ele quem detém o poder para abrir o livro e conduzir os acontecimentos.

Um reavivamento da fé envolve vários aspectos e afeta o comportamento e a capacidade de amar, entre outras coisas.

O cerne da esperança cristã é a comunhão amorosa que o pecador salvo tem com o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Ninguém deve se iludir, pois o ser humano “sempre colherá aquilo que planta”.

Deus muitas vezes chega a nós por meio da presença de um estranho pedindo água, comida, descanso ou abrigo.

Que Deus nos conceda o discernimento para vermos, sob a superfície das aparências, a realidade de Jesus Cristo!