Fundada em 1968, Ultimato apresenta o conteúdo Bíblico numa forma criativa e contextualizada. Ao lado de muitos outros, participa da proclamação da Boa Nova que nunca fica velha, da Esperança que nunca morre e do Salvador que nunca muda.

Jesus é o único cuja história não começa no dia do nascimento nem termina no dia da morte.

Você já passou por uma dor em que foi preciso ouvir relatos de como outros passaram por sofrimento ainda pior?

A nossa grande e tradicional dificuldade é enxergar a salvação do Senhor. Às vezes as nuvens a encobrem de nossos olhos.

A igreja primitiva, com todos os seus excessos e falhas, havia sido profunda e radicalmente movida pelo Espírito Santo.

Antes de a pressão tornar-se insuportável, Deus visitou e libertou o salmista. Daí a sua oração de gratidão.

Quando a adversidade, o imprevisto e as tempestades do sofrimento batem contra a sua superficialidade religiosa, o edifício da fé desmorona por completo.

As palavras dos seres humanos são instáveis. Mas não são assim as palavras de Deus.

A cabeça cheia de altos conhecimentos acadêmicos pode tornar o pregador ou o teólogo arrogante e fechado para qualquer crítica.

São sérias ilusões de ótica que nos levam a tomar uma coisa por outra, como placas de sinalização que nos fazem escolher a direção errada.

Para chegar ao padrão exigido, o cristão precisa contrariar a carne, dizer não a qualquer desejo que proceda dela.

Se a alegria fosse sempre espontânea, não haveria lugar nem lógica para os frequentes apelos à alegria contidos na Bíblia.

Se olharmos para a fé, as leis de Deus são cumpridas, o pecado é destruído e nenhuma lei é omitida. Mas se olharmos para a nossa natureza pecaminosa, nada há de bom.

Jesus queria tornar o perdão perfeitamente possível, sem abrandar a gravidade do pecado e sem fazer mal à santidade de Deus.

Não há dúvida de que alguns têm pregado sobre a ira divina e a condenação eterna sem lágrimas nos olhos e sem dor no coração.

A lei do Senhor revela a mentira original e encaminha a vítima da mentira para a verdade.

O controle sobre o amor é um exercício extremamente necessário (e difícil), pois nunca ficamos sem amar. Amamos errado, mas amamos.

Não importa quais são os desafios que teremos de enfrentar, mas sim ser fiel onde Deus nos colocar.

A tentação do dinheiro é muito forte. O dinheiro é a mola propulsora de muitos crimes, e raras vezes essa mola é imediatamente identificada.

O Senhor e Cristo ressuscitado, que pôde reivindicar sua autoridade universal, pôde exercer sua autoridade ao ordenar aos seus discípulos que fossem.

Qualquer conversão verdadeira produz salvação, mas há prazos delineados pelo próprio Deus que devem ser respeitados.

Há situações realmente difíceis. O desafio é saber lidar com essas situações de modo sábio e correto.

Como pode um homem sem cargo oficial, cuja missão era apenas falar, ser descrito como alguém que recebeu de Deus autoridade sobre as nações?

Além de ensinar a oração precisa, Jesus ensina a oração persistente.

É preciso deixar a mente conhecer esse amor que excede todo entendimento para desfrutarmos da plenitude de Deus.

O “estejam prontos” de Pedro sugere não apenas decisão, disposição e coragem, mas também todo preparo possível, tanto emocional como espiritual.

A ira vindoura é aquele solene e inescapável acerto de contas. É aquele encontro do pecador ainda pecador com Deus Santo.

Como Deus pode nos perdoar pelos nossos pecados em vez de usá-los contra nós, para nos acusar?

Todos os heróis da fé reconheceram que eram estrangeiros e peregrinos na terra e não se agarraram a ela.

Imaginamos um Deus sério, sisudo. Mas Cristo mostrou que a alegria é prioridade na agenda de milagres.

A prova do verdadeiro amor a Jesus Cristo não é a plantação de igrejas em todas as cidades, nem sequer o martírio cristão.

Que a morte está sob o controle de Deus, o salmista não tem a menor dúvida: “Ilumina os meus olhos, ou do contrário dormirei o sono da morte” (13.3).

Há tantos que nos cercam sem pão, saúde, teto, um abraço sequer! O que temos feito?

Deus é campeão do amor, da paciência, da longanimidade, mas é também campeão da justiça.

Aqueles que compartilham da natureza divina recebem bêncãos de tal maneira que vivem eternamente e têm paz, prazer e alegria eternamente.

"Diante deles a terra é como o jardim do Éden, atrás deles, um deserto arrasado" (Joel 2.3).

O que é mais fácil, abrir os ouvido ou a boca? O que deve vir primeiro, o ouvir ou o falar?

Como podemos nós, os pecadores, nos reconciliarmos com Deus enquanto ainda há tempo?

É preciso garantir não só a ressurreição, mas outras coisas que aconteceram antes e depois.

As duas marcas principais de líderes pastorais deveriam ser a verdade e o amor, atuando em conjunto.

Em vez de enxergar os justos e ouvir os seus gemidos, o Senhor enxerga os que estão atrás das grades e ouve os seus gemidos.

O pecado rouba a alegria, porque é uma anomalia, cria problemas de consciência, exige reparação, deixa a impressão de fracasso.

Uma vez que a raiz do problema está no coração, Jeremias enfatiza que não há remédio humano capaz de curá-lo.

O certo é olhar exclusivamente para aquele que está sendo elevado às alturas para sentar-se ao lado direito de Deus.

Tomé ficou absolutamente quebrantado: “Senhor meu e Deus meu!”, ele disse. E ao dizer isto, ele fez a perfeita confissão de fé.

A pessoa que ora aprende a descarregar diante de Deus uma porção de coisas inúteis e exaustivas.

Não é só a tristeza que tira o sono. A alegria também provoca insônia.

Não devemos fazer alarde de nossos hábitos de oração, mas devemos entrar em nosso quarto, fechar a porta e orar ao nosso Pai em secreto.

É curioso ouvir da boca de Jesus que ele precisava fazer alguma coisa em consonância com sua missão e em consonância com seu Pai.

Por meio do poder da fé, nós participamos da natureza divina e temos comunhão com ela.

Enquanto a plenitude não vem, importa submeter a nossa vontade cada vez mais à vontade dele.

A luz de um vaga-lume, de uma lâmpada, de um farol são muito preciosas. Mas a “Luz do mundo” é incomparavelmente a mais preciosa de todas.