POPULARITY
Categories
Benfica e FC Porto empataram (2-2) num Clássico que poderia ter relançado a Liga. Nenhum aproveitou realmente o empate, também a dois golos, entre Braga e Sporting. Ainda, bronze no judo para Fonseca.See omnystudio.com/listener for privacy information.
“Jesus, vindo a Nazaré, disse ao povo na sinagoga: "Eu lhes garanto: Nenhum profeta é aceito em sua pátria…””
Send us your feedback — we're listeningPsalm 91:1 — Jesus, Cover My Midnight Hours With Your Shadow of Protection and Push Back Every Fear Rising in the DarkRecorded Live from London, England — with Reverend Ben Cooper Psalm 91:1 (NIV) — “Whoever dwells in the shelter of the Most High will rest in the shadow of the Almighty.” Salmo 91:1 — “Aquele que habita no abrigo do Altíssimo descansa à sombra do Todo-Poderoso.” Luke 10:19 (NIV) — “I have given you authority… to overcome all the power of the enemy.” Lucas 10:19 — “Eu lhes dei autoridade para vencer todo o poder do inimigo.” sombra protetora • descanso na noite • coragem espiritual — protective shadow, night rest, spiritual courage sombra protetora • segurança • coragem na madrugada — protective shadow, safety, midnight courage This midnight devotional is crafted to meet you right where the night presses in, where the world grows silent, and where the mind begins to wander into places Jesus has already spoken over with His peace and authority. Live here from London, England, we stand together under the shadow of the Almighty — à sombra do Todo-Poderoso — the covering that no fear, no anxiety, and no darkness can break through. As the night deepens, Jesus, I rest beneath Your protective shadow. You are the One who covers, shields, guards, and calms. Draw close to every listener in this midnight hour. Let Your presence fill the atmosphere of every room, every home, every heart. Let no anxious thought move unchecked. Let no whisper of fear take root. Under Your shelter, we rest; under Your authority, fear loses its voice. You say in Your Word that we rest in Your shadow — not in uncertainty, not in loneliness, not in fear — but in Your shadow, which is protection, nearness, and strength. Tonight, Jesus, we lean into that nearness. We breathe under that covering. We take confidence from Luke 10:19 — that in Your name, every fear is pushed back, every pressure loses force, every unseen weight lifts from the mind. Jesus, eu descanso à Tua sombra. Tu és minha proteção na madrugada. Nenhum medo terá poder sobre mim. Eu confio em Ti. (Jesus, I rest in Your shadow. You are my protection in the midnight hour. No fear has power over me. I trust in You.) In this moment, Jesus, replace fear with calm, pressure with peace, heaviness with rest. Let the midnight become a sanctuary. Let this hour carry a holy stillness — the stillness of being held, covered, and protected by the One who never sleeps. What You speak over the night stands firm: “Rest in My shadow.” So tonight, Jesus, we rest, we breathe, we trust, and we sleep under Your covering. Jesus midnight prayer, Psalm 91 prayer, oração da meia-noite, sombra protetora oração, fear anxiety night prayer, Brazilian devotional midnight, Luke 10 authority prayer, proteção espiritual oração, Reverend BeSupport the showDaily Prayer with Reverend Ben Cooper now reaches 184 countries and 2,968 cities worldwide through the Global Blend Radio network. This is a listener-funded global ministry. If these daily prayers strengthen your faith or help you through difficult seasons, would you consider becoming a monthly prayer partner for just £3 per month? Your support enables us to continue recording, hosting, and broadcasting daily biblical encouragement across the nations — keeping this ministry free and accessible to everyone who needs it. You can support today at GlobalBlendRadio.com. Together, we can keep prayer moving across the world. To submit a prayer request or connect with our global prayer community, visit DailyPrayer.uk. Buy me a Coffee
Novo relatório revela que mulheres detêm apenas 64% dos direitos legais em relação a homens; mais de metade dos países não definem agressão com base em consenso segundo a lei; 74% das nações ainda permitem casamento infantil.
Existem pessoas admiráveis caminhando sobre a face da Terra.Homens e mulheres comuns… mas de uma grandeza rara.Gente que enfrenta dores, perdas, limites — e ainda assim segue em passos firmes, sem deixar a desesperança criar raízes.Eu tenho a graça de conhecer muitos deles.Alguns são meus amigos.E confesso… observo essas pessoas com atenção quase silenciosa.Fico tentando entender onde está o segredo.Leio os gestos. Reparo nas atitudes. Escuto mais do que falo.E aprendo.De tanto observar, percebi algo que se repete:eles são felizes.Mas não é aquela felicidade barulhenta, exibida.É uma alegria mansa.Discreta.Daquelas que moram na alma — como árvore antiga, de raízes profundas, que nenhuma tempestade arranca.E não… eles não têm vidas perfeitas.Nenhum deles.Alguns vivem com pouco.Outros enfrentam problemas de saúde.Há os que carregam dores familiares.Todos já passaram por dissabores.E continuam… felizes.O primeiro traço que reconheci neles é a generosidade.Eles ajudam porque gostam.Dividem porque faz sentido.Doam tempo — que é o que temos de mais precioso.E fazem isso com um sorriso sereno, sem cobrança, sem memória contábil do bem feito.Não passam recibo.Não esperam medalha.Os felizes se inquietam com a dor do outro.Muitas vezes oferecem ajuda antes mesmo que alguém peça.Percebem. Sentem. Se aproximam.Já observei também o contrário.Os infelizes costumam fechar a mão.Negam pequenos favores.Quando ajudam, lembram. Relembram. Cobram.Fazem do gesto um contrato.E seguem… cada vez mais vazios.Outro hábito bonito dos felizes:eles vibram com a conquista alheia.Celebram o sucesso do amigo como se fosse deles.O brilho nos olhos é verdadeiro.Não há competição escondida.Há alegria compartilhada.Os infelizes, ao contrário, procuram defeitos na boa notícia.Diminuem o feito.Mudam de assunto.E continuam… infelizes.E talvez o traço mais nobre de todos:os felizes sabem aceitar.Aceitam o outro como é.Sabem ouvir sem julgar.Sabem opinar sem ferir.Sabem o momento de falar — e o momento de silenciar.E riem juntos.Porque sorrir do jeito de ser de quem a gente ama é uma das formas mais bonitas de dizer:“Eu te acolho exatamente assim.”Hoje eu só queria dividir essa reflexão contigo que está me ouvindo.Talvez a felicidade não esteja nas circunstâncias perfeitas.Talvez ela esteja nos hábitos que cultivamos todos os dias.Ser generoso.Celebrar o outro.Aceitar mais.Julgar menos.Que a gente siga evoluindo.Que a gente escolha ser luz — mesmo quando o dia estiver nublado.Porque pessoas felizes… abrem caminhos.E o mundo precisa, com urgência, de mais gente assim.
Existem pessoas admiráveis caminhando sobre a face da Terra.Homens e mulheres comuns… mas de uma grandeza rara.Gente que enfrenta dores, perdas, limites — e ainda assim segue em passos firmes, sem deixar a desesperança criar raízes.Eu tenho a graça de conhecer muitos deles.Alguns são meus amigos.E confesso… observo essas pessoas com atenção quase silenciosa.Fico tentando entender onde está o segredo.Leio os gestos. Reparo nas atitudes. Escuto mais do que falo.E aprendo.De tanto observar, percebi algo que se repete:eles são felizes.Mas não é aquela felicidade barulhenta, exibida.É uma alegria mansa.Discreta.Daquelas que moram na alma — como árvore antiga, de raízes profundas, que nenhuma tempestade arranca.E não… eles não têm vidas perfeitas.Nenhum deles.Alguns vivem com pouco.Outros enfrentam problemas de saúde.Há os que carregam dores familiares.Todos já passaram por dissabores.E continuam… felizes.O primeiro traço que reconheci neles é a generosidade.Eles ajudam porque gostam.Dividem porque faz sentido.Doam tempo — que é o que temos de mais precioso.E fazem isso com um sorriso sereno, sem cobrança, sem memória contábil do bem feito.Não passam recibo.Não esperam medalha.Os felizes se inquietam com a dor do outro.Muitas vezes oferecem ajuda antes mesmo que alguém peça.Percebem. Sentem. Se aproximam.Já observei também o contrário.Os infelizes costumam fechar a mão.Negam pequenos favores.Quando ajudam, lembram. Relembram. Cobram.Fazem do gesto um contrato.E seguem… cada vez mais vazios.Outro hábito bonito dos felizes:eles vibram com a conquista alheia.Celebram o sucesso do amigo como se fosse deles.O brilho nos olhos é verdadeiro.Não há competição escondida.Há alegria compartilhada.Os infelizes, ao contrário, procuram defeitos na boa notícia.Diminuem o feito.Mudam de assunto.E continuam… infelizes.E talvez o traço mais nobre de todos:os felizes sabem aceitar.Aceitam o outro como é.Sabem ouvir sem julgar.Sabem opinar sem ferir.Sabem o momento de falar — e o momento de silenciar.E riem juntos.Porque sorrir do jeito de ser de quem a gente ama é uma das formas mais bonitas de dizer:“Eu te acolho exatamente assim.”Hoje eu só queria dividir essa reflexão contigo que está me ouvindo.Talvez a felicidade não esteja nas circunstâncias perfeitas.Talvez ela esteja nos hábitos que cultivamos todos os dias.Ser generoso.Celebrar o outro.Aceitar mais.Julgar menos.Que a gente siga evoluindo.Que a gente escolha ser luz — mesmo quando o dia estiver nublado.Porque pessoas felizes… abrem caminhos.E o mundo precisa, com urgência, de mais gente assim.
Conversas com as Entidades sobre temas diversos
A viver nos Estados Unidos há quase duas décadas, Daniela Ruah descreve um país “dentro da lama” e um mundo dominado pelo ruído e pelo sensacionalismo. A atriz fala da solidão dos primeiros anos, da escolha consciente de não acordar zangada todos os dias e da responsabilidade de educar filhos privilegiados numa realidade que não é igual para todos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ventura queima todas as pontes de entendimento com o governo e parece que nos vai dar mais do mesmo, mas numa versão mais musculada. O futebol mete emoções à mistura, mas estamos a perder o controlo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do GrowthCast, recebo João Kepler, um dos principais investidores do Brasil, para uma conversa direta sobre o que realmente faz uma empresa atrativa para investimento — e por que a maioria dos founders falha nesse processo.Ao longo do episódio, falamos sobre:• O que investidores analisam antes de aportar capital• Os erros mais comuns de empreendedores ao buscar investimento• A diferença entre crescer rápido e crescer de forma sustentável• Quando faz sentido captar dinheiro — e quando não faz• Como estruturar uma empresa pensando em valuation e escalaSe você é empreendedor, fundador ou líder que quer escalar com inteligência, este episódio conecta com outros conteúdos do canal sobre growth, vendas, liderança, captação e construção de empresas de alta performance.
Neste episódio do GrowthCast, recebo João Kepler, um dos principais investidores do Brasil, para uma conversa direta sobre o que realmente faz uma empresa atrativa para investimento — e por que a maioria dos founders falha nesse processo.Ao longo do episódio, falamos sobre:• O que investidores analisam antes de aportar capital• Os erros mais comuns de empreendedores ao buscar investimento• A diferença entre crescer rápido e crescer de forma sustentável• Quando faz sentido captar dinheiro — e quando não faz• Como estruturar uma empresa pensando em valuation e escalaSe você é empreendedor, fundador ou líder que quer escalar com inteligência, este episódio conecta com outros conteúdos do canal sobre growth, vendas, liderança, captação e construção de empresas de alta performance.
Enrique Vila-Matas: Não conheço nenhum livro que tenha mudado a humanidade64374cf4-d008-f
Ceará e Fortaleza fizeram um Clássico-Rei de poucas emoções e empataram por 0 a 0 na Arena Castelão, pela última rodada da segunda fase do Cearense. Com ataques pouco inspirados, quase não houve chances claras de gol. As duas equipes já estavam classificadas para as semifinais, com o Ceará assegurado na liderança do grupo e […]
Olá, jovens que aqui chegaram! Sejam muito bem vindos a mais um Chega de Sentimentalismo, o podcast que descobriu que não sabe NADA sobre o corpo humano graças a um Indiano loiro que é budista, adora uma deusa grega mas é o homem mais próximo de uma divindade cristã.Seja nosso apoiador: https://apoia.se/superamichesÉ chegado o momento onde os cavaleiros irão enfrentar o signo que mais representa os fãs e defensores ferrenhos do """"mestre Kurumada"""" e sua obra: Virgem! Porém, assim como um homem de 35 anos que não deixa ninguém se aproximar de sua coleção de bonequinhos superfaturados ou de seus encadernados Panini repetidos porque ele PRECISAVA ter MAIS UMA edição da Saga da Fênix Negra, o cavaleiros do cabaço não é um adversário fácil! E assim como esses gordos tetudos que conseguem palestrar por HORAS a fio sobre quanto o universo DC do Zack Snyder é grande demais para mentes pequenas mas não conseguem dar um bom dia pra uma mulher sem ter um ataque de pânico, o Virgem não faz sentido NENHUM! E vamos descobrir isso quando Ikki, o cavaleiro que se recarrega em canhões, chegar pra trocar sabacus cósmicos, canga-leitões misticos e cataripapos transcendentais com o cavaleiro mais próximo de um livro de biologia mau escrito entre os 12 guerreiros dourados. Então una-se ao sem tato, graças ao sol quente da mulesta dos panos de Caruaru, Hellbolha, ao sem sentido do paladar a não ser que envolva álcool, Evandro, ao sem visão quando se trata de aceitar que os filmes de Duna são chatos pra porra, Godoka, e o sem paladar pra mulheres que não sejam casadas, Kassius Kley, para trstemunharem esse verdadeiro duelo de bom senso nulo!Algumas das imagens comentadas vão ser postadas no @superamiches
Cristo deseja impedir que nossos corações confiem em qualquer outra coisa. Não há outro caminho.
O Dia Mundial de Luta contra o Câncer é comemorado nesta quarta-feira (4). Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a incidência de novos casos da doença no mundo passará de 20 milhões, em 2022, para 35,3 milhões, em 2050, o que representa um aumento de 77%. Apesar desse crescimento, o advento da inteligência artificial surge como um novo aliado no combate à doença: as trajetórias dos pacientes serão cada vez mais personalizadas e os diagnósticos e os tratamentos mais precoces e eficazes. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris Através do cruzamento e análise dos dados, as novas ferramentas preditivas de IA vão ajudar, por exemplo, a identificar mais rapidamente pessoas com maior risco de desenvolver câncer e até mesmo prevenir seu aparecimento. Os objetos conectados também terão papel preponderante no acompanhamento dos pacientes, liberando tempo para as equipes médicas. O risco de recidiva também será analisado com mais precisão, diz Fabrice Balesi, diretor-geral do Instituto Gustave Roussy, situado em Villejuif, nos arredores de Paris. A direção do hospital, um dos maiores centros de combate ao câncer do mundo, reuniu a imprensa na capital francesa para explicar como está incorporando as IAs à prática médica. “Nosso objetivo é que o paciente esteja no centro da organização de acompanhamento e não seja apenas uma variável de ajuste de diferentes especialistas ou organizações. A inteligência artificial e as tecnologias digitais vão ajudar a organizar a trajetória do paciente, para que seja o mais simples possível”, diz Balesi. Paciente virtual A ideia, explica Fabrice André, diretor de pesquisa do centro, é personalizar o atendimento, criando o chamado “paciente virtual”. “Essa é a medicina do futuro, que vai reconstituir o paciente a partir do conjunto de informações disponíveis", diz. "São programas ou interfaces digitais que contêm todos esses dados, que podem ser sociais, demográficos, médicos ou biológicos. Tudo isso permite reconstituir virtualmente o paciente e sua doença.” Em seguida, explica, o desafio é associar o conhecimento ao arsenal tecnológico disponível para tomar as melhores decisões em relação ao caso. “Há também outras formas de pacientes virtuais. Em relação ao câncer, por exemplo, podemos reproduzir o câncer em placas de Petri, usadas para cultivar micro-organismos, e reproduzimos o câncer vivo”, detalha. Segundo Fabrice André, essas cópias vivas dos cânceres dos pacientes oferecem a possibilidade de testar medicamentos e encontrar moléculas eficazes contra tipos específicos de tumores malignos, dando maior chance de sobrevida aos pacientes. “As IAs poderão, por exemplo, afirmar que o melhor tratamento para um paciente não existe e que nós é que deveremos criá-lo. Ou dizer, levando em conta todo o conhecimento disponível, qual seria o melhor tratamento possível. Não se trata de substituir o médico. Isso é o coração da inteligência artificial: a IA generativa, baseada em agentes, que não apenas resume o conhecimento. Ela vai classificá-lo, priorizá-lo e desenvolver um raciocínio.” O Instituto Roussy criou um grande banco de dados que reúne informações de centenas de milhares de pacientes, que incluem também dados moleculares. Eles podem conter, por exemplo, detalhes genéticos em nível celular, que permitem modelar a biologia do câncer de cada paciente. Uma das dificuldades atuais, destaca Fabrice André, é padronizar os termos técnicos da oncologia, que podem ser usados de maneira diferente dependendo do clínico. Proteção dos dados A preocupação com as informações foi abordada por vários profissionais durante a coletiva.Segundo o diretor-geral adjunto do instituto, Sylvain Ducroz, a supervisão humana e a garantia do controle e da soberania dos dados, que protegem a privacidade, são duas das prioridades do estabelecimento, que implantou diversas regras internas, não utiliza nenhum serviço de 'cloud' externo. “Nenhum dado ou informação médica pode ser transmitido em um aplicativo de inteligência artificial que não tenha sido validado pela direção”, salienta. A gestão do acesso às informações dos cerca de 500 mil pacientes atendidos anualmente no centro, que são anônimas, e a validação das ferramentas que podem ser utilizadas serão gerenciadas por um comitê de especialistas do hospital. “Temos quase 40% dos pacientes incluídos em estudos clínicos e milhares de estudos que nos permitiram consolidar e enriquecer as informações do dossiê médico”, resume Ducroz.
Leitura Bíblica Do Dia: GÁLATAS 5:14-15, 22-26 Plano De Leitura Anual: ÊXODO 21–22; MATEUS 19 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Um jovem pastor orava todas as manhãs, pedindo a Deus que o usasse para abençoar alguém naquele dia. Frequentemente, para sua alegria, surgia uma situação. Um dia, durante uma pausa em seu segundo emprego, sentou-se ao sol com um colega de trabalho que lhe perguntou sobre Jesus. O pastor simplesmente respondeu às perguntas do outro homem. Nenhum discurso retórico. Sem discussão. O pastor comentou que ser guiado pelo Espírito Santo o levou a ter uma conversa casual, persuasiva e amorosa. E também fez um novo amigo, alguém com fome de aprender mais sobre Deus. Deixar o Espírito Santo nos guiar é a melhor maneira de falar aos outros sobre Jesus. Ele disse a Seus discípulos: “Vocês receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão minhas testemunhas” (ATOS 1:8). O fruto do Espírito é “amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio” (GÁLATAS 5:22-23). Vivendo sob o controle do Espírito, o jovem pastor colocou em prática o que Pedro instruiu: “se alguém lhes perguntar a respeito de sua esperança, estejam sempre preparados para explicá-la” (1 PEDRO 3:15). Mesmo que soframos por crer em Cristo, nossas palavras podem mostrar ao mundo que o Seu Espírito nos conduz. Então nossa caminhada trará outros a Ele. Por: PATRICIA RAYBON
Por que existe o sofrimento? Quando a vida, de fato, se torna uma bênção? E qual é o papel da generosidade no propósito de Deus para nós?Neste episódio, à luz de Deuteronômio 15, somos convidados a refletir sobre o plano divino que transforma sofrimento em instrumento de crescimento espiritual e egoísmo em compaixão. A Palavra de Deus e o livro "Conselhos Sobre Mordomia" revelam que somos colocados em prova nesta vida para demonstrar se estamos preparados para nos sejam confiadas as riquezas eternas.Descobrimos que a verdadeira bênção não está em acumular, mas em cumprir o propósito divino, usando os recursos recebidos para aliviar o sofrimento, fortalecer vínculos de amor e avançar a causa de Deus na Terra. Quando bem empregada, a riqueza se torna um laço de ouro que une corações ao próximo e ao Redentor.
Entrevista Antena 1 / Jornal de Negócios - Uma Conversa Capital
Cristina Siza Vieira, Vice Presidente da Associação de Hotelaria de Portugal, defende que manifestação de interesse "com condicionantes e limitada no tempo" devia ser a opção
devocional Efésios Mas, se antes estavam longe, agora, por meio da morte de Cristo, estão perto dele. Cristo é de facto a nossa paz. De dois povos separados fez um só povo. Com o sacrifício da sua vida ele destruiu o muro que os separava e os tornava inimigos um do outro. Aboliu a lei judaica com os seus regulamentos e decretos para, a partir de judeus e não-judeus, formar uma Humanidade nova, em união com ele, fazendo a paz, a fim de os reconciliar com Deus num só corpo, por meio da sua cruz, destruindo por ela o ódio que os dividia. Cristo veio, portanto, anunciar a boa nova da paz, tanto aos que como vós estavam longe, como também aos que estavam perto. Graças a ele, podemos agora, tanto uns como outros, chegar ao Pai, guiados pelo mesmo Espírito. Efésios 2:13-18 Andei à deriva durante bastante tempo e longe de Deus como não devia, mas através de Jesus pude achegar-me ao Pai. Pelo sangue de Cristo foi-me concedido o privilégio de conviver de perto com o Criador. A distância que eu cavei com o pecado foi coberta pelo Seu inexplicável amor. Ele derrubou as barreiras que eu lamentavelmente ergui. Os muros que teimei levantar foram, por Ele, igualmente demolidos. Cristo, “na Sua carne, desfez a inimizade” existente. O Seu propósito visou reconciliar-me com Deus, comigo mesmo e com os outros. Sim, Jesus “é a minha paz.” Nenhum outro pôde colocar-me de bem com Deus e com o próximo. Mais ninguém conseguiu dar-me real perdão. Não foram metros e metros de regras que me aliviaram a consciência. Tal como a muitos ao longo da História, apenas Cristo sossegou a minha alma. Por meio da cruz fui feito amigo de Deus. Como tal, por abençoado contágio, sou impelido a fazer amizade com o meu semelhante. “E, vindo, Ele evangelizou a paz, a vós que estáveis longe, e aos que estavam perto; Porque por Ele ambos temos acesso ao Pai num mesmo Espírito.” - Jónatas Figueiredo Oramos para que este tempo com Deus te encoraje e inspire. Dá a ti próprio espaço para processar as tuas notas e a tua oração e sai apenas quando te sentires preparado.
Luís Montenegro voltou a afirmar que o PSD não vai apoiar nenhum candidato à Presidência da Républica. Concorda?
Há dias em que a vida parece grande demais. As decisões pesam. As pessoas esperam. O tempo corre.E a gente se pergunta, em silêncio: o que realmente importa agora?Um imperador inquieto fez essas mesmas perguntas. Procurou sábios, estrategistas, religiosos, especialistas. Cada um tinha uma resposta inteligente. Nenhuma lhe trouxe paz.Até que, disfarçado de camponês, ele encontrou um homem simples cavando a terra. Um ermitão cansado, suado, em silêncio.Ali, sem discursos, algo começou a se revelar.O tempo mais importante não era amanhã nem ontem. Era agora.A pessoa mais importante não era o governante nem o sábio distante. Era quem estava ali, diante dele.E a ação mais importante não era vencer batalhas nem acumular glória. Era servir.Servir enquanto se cava a terra.Servir enquanto se estanca uma ferida.Servir enquanto se salva uma vida — mesmo quando essa vida vinha para nos destruir.Essa lógica atravessa o Evangelho como uma lâmina silenciosa.O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir.E quem quiser ser grande… que sirva.Não se trata de apagar o desejo de grandeza. Ele existe. Ele pulsa.Mas de redirecioná-lo.Não para o ego, mas para o bem.Não para o aplauso, mas para a entrega.Há uma paz estranha que nasce quando a vida deixa de girar em torno de si mesma.Quando o centro muda.Quando o dia já não depende de reconhecimento, sucesso ou controle, mas da simples pergunta: onde posso servir hoje?Servir desloca o medo.Desarma a ansiedade.Liberta da obsessão por resultados.Nem sempre será possível vencer.Nem sempre haverá aplausos.Mas sempre será possível servir de alguma forma.E para servir bem, é preciso servir… para algo.Formar-se. Preparar-se. Tornar-se capaz.Não por vaidade, mas por amor.Porque ninguém agradece a generosidade incompetente.E porque a excelência, quando nasce do serviço, se transforma em caridade concreta.A vida cristã não se constrói em ideias bonitas.Constrói-se no chão da realidade.No agora.Na pessoa à nossa frente.No bem possível.Maria entendeu isso antes de todos.“Eis aqui a serva do Senhor.”Nenhum discurso. Nenhuma estratégia. Apenas disponibilidade.Que esse espírito nos encontre também.Que ele organize nossos dias.Que ele nos devolva a alegria.E que, ao final, possamos ouvir — não como prêmio, mas como verdade —“Servo bom e fiel… entra na alegria do teu Senhor.”_________________
Taças fora. Portanto, nem Jamor, nem Supertaça, nem Taça da Liga. Ao fim de 15 dias já temos a certeza que este ano não traz nenhum título para os benfiquistas celebrarem. Passemos para 2027.
O encenador e actor luso-franco-moçambicano Victor de Oliveira leva a palco o seu novo solo, “Kumina”, no Théâtre des Quartiers d'Ivry - CDN du Val-de-Marne, a partir desta terça-feira e até sábado. A peça mostra o lado brutal, universal e intemporal do exílio, convocando as memórias dos que não resistiram ao desenraizamento, dos escravos de ontem aos migrantes que hoje morrem no Mediterrâneo. “Kumina” é também um ritual para tentar abrir portas onde hoje se erguem muros. Fomos gravar esta entrevista no Théâtre des Quartiers d'Ivry - CDN du Val-de-Marne, na região de Paris, onde está em cena, entre 13 e 17 de Janeiro, “Kumina”, o novo solo de Victor de Oliveira, escrito, encenado e protagonizado por ele. A peça aborda a história íntima, universal e intemporal do exílio. Partindo das memórias de infância em Moçambique, o país onde nasceu em 1971 e de onde saiu com os pais a seguir à independência, Victor de Oliveira olha para o mundo a partir da própria experiência de desenraizamento e faz do palco um espaço de memória daqueles que tudo perderam ou se perderam nos caminhos forçados do exílio. Este é também um olhar sobre a História: sobre o tráfico transatlântico de milhões de pessoas, sobre o colonialismo, sobre os “boat people” haitianos nos anos 90, sobre os migrantes que ainda morrem no Mediterrâneo ao tentarem chegar à Europa. Uma História ligada por um fio invisível de um sentimento de "déjà vu" de histórias que se repetem século após século, dia após dia. O texto cruza experiência pessoal com o peso da História, com notícias que ritmam a televisão e com a poesia de autores que abordaram o exílio, transformando o palco de "Kumina" num espaço “sagrado”, onde se podem convocar antepassados, esperar uma reconciliação e remar contra pujantes marés de xenofobia. “Todas essas histórias de exílio, toda essa história de desenraizamento, toda essa história de não aceitação do outro, porque o outro é um estrangeiro, não é apenas de agora”, resume Victor de Oliveira em entrevista à RFI. Em palco, como uma estátua, quase sem mexer os pés, Victor de Oliveira vai lembrando oceanos de exilados, tanto os vivos, quanto os que ficaram no fundo do mar. Em cena, um vasto cobertor de sobrevivência pinta o fundo e o chão é feito de terra vermelha. Neste "exílio da terra de ninguém" - ouvimos - reina “a sensação de impossível pertença”... “Kumina” surge depois de “Limbo”, outro solo que assinou em 2021 sobre a busca de identidade de um homem entre dois mundos, entre dois países, entre duas condições, entre negros e brancos, entre colonos e colonizados. “Kumina” surge também depois de ter adaptado “Incêndios”, de Wajdi Mouawad, e “As Areias do Imperador”, de Mia Couto, os quais também buscavam as pontes, talvez quebradas, entre dois mundos. A peça “Kumina” está no Théâtre des Quartiers d'Ivry - CDN du Val-de-Marne de 13 a 17 de Janeiro e no Teatro do Bairro Alto, em Lisboa, de 26 a 29 de Março. Também será lançado um livro que reúne os textos, em português, de “Kumina” e de “Limbo”, numa co-edição da Tinta da China e do Teatro do Bairro Alto. Em francês, será lançado o texto de “Limbo” pelas Editions Chandeigne. RFI: Para começar, peço-lhe uma pequena descrição deste trabalho “Kumina”. Victor de Oliveira, Actor e Encenador: “'Kumina' vem depois de ‘Limbo' e é um prolongamento, digamos assim, de todas as questões que eu já tinha abordado no ‘Limbo' que tinham a ver com esse desenraizamento e com essa tentativa de tentar-me situar entre dois mundos essencialmente. E, depois, com o facto de ser um homem mestiço, portanto, neto de colonos e de colonizados, etc, etc, etc. Em relação ao ‘Kumina', eu volto mais uma vez a pegar no fio da infância porque o espectáculo começa a partir desse momento, a infância, que é o momento em que eu vou partir, em que tenho que partir porque eu nasci em Moçambique durante o período colonial, vivi em Moçambique depois da independência e tivemos que ir embora nos primeiros anos da guerra civil por causa da guerra civil, essencialmente. Eu parto desse momento para tirar o fio até hoje, com todas as questões que eu tive que viver enquanto criança e depois enquanto jovem, adolescente e jovem adulto, e hoje, com a idade que tenho, com esse caminho percorrido de vida, como é que eu consigo olhar para o mundo e olhar para todo esse percurso com a idade que tenho...” Um dos fios condutores de ‘Kumina' é o exílio. O que é para si o exílio e porquê levar este tema para o palco? “Sim, é um dos temas importantes porque só as pessoas que tiveram que partir do país onde nasceram por ‘x' razões, quer dizer, ou porque há a guerra, ou porque têm que fugir, ou porque são presos políticos, ou porque economicamente têm que procurar uma outra vida, só essas pessoas conseguem perceber e saber o que é que quer dizer o exílio. O que quer dizer, de repente, tentar ter uma outra vida, num outro país, numa outra cultura, com uma outra língua, etc. Tudo isso é extremamente importante, sobretudo no período em que nós estamos em que, por mil e uma razões, há cada vez mais fluxos migratórios, pessoas que são exiladas, que têm de partir. Então, como é que nós fazemos enquanto sociedade para compreender e para aceitar que o mundo agora é assim? A minha questão, enquanto artista, é como é que intimamente, que caminhos atravessamos nós? Aquilo que eu faço, durante toda esta uma hora e dez que dura o espectáculo, é tentar fazer com que o público possa sentir a partir de que espaço e de que lugar é que eu falo e, depois, como é que eu tiro o fio entre todos os outros desenraizados ou todos os outros exílios de outras pessoas que eu conheci e que me tocaram bastante durante a minha vida de adulto.” O teatro tem um papel a desempenhar nesta questão de humanizar o exílio e de tirar de debaixo do tapete os silêncios da História e tudo o que não foi dito sobre cinco séculos de colonização? “Absolutamente porque essa é uma história que ainda hoje está a ser falada e tentamos compreender. Toda essa história que ainda não foi falada suficientemente, tudo isso está lá e, portanto, é isso que faz com que as pessoas, se não conhecerem essa história, se não souberem o que há por trás, é muito fácil qualquer pessoa estar contra os imigrantes - que é agora uma coisa que se fala bastante na Europa, não apenas em Portugal, mas por outros países e estar numa relação de ódio, de recusa. Eu parto do princípio que é pura e simplesmente porque as pessoas não conhecem a história. As pessoas não sabem o que é, não podem compreender a dificuldade que é para qualquer pessoa ter que sair do seu país, da sua casa, da sua região porque não tem uma outra escolha e tenta viver da melhor maneira possível nesse outro país ou nesses outros países em que está. É porque as pessoas não sabem, é porque não conhecem qual é essa história ligada ao exílio, que hoje vivemos num mundo e num período em que há uma grande xenofobia, em que as pessoas falam dos imigrantes ou dos exilados de uma maneira geral, como se as pessoas fossem todas iguais. Enquanto que se nós pensarmos e vermos e olharmos para cada pessoa como um indivíduo que tem a sua história, veremos que cada pessoa tem uma história e essa história, muitas das vezes, é uma história difícil e dura, embora também possa ser uma história bonita.” Esta também é a sua história e o seu drama? Que papel “Kumina” acaba por desempenhar no seu caminho, enquanto pessoa e enquanto artista? “Sim, isso faz parte, como diz, do meu caminho porque enquanto autor agora, actor e encenador, eu tenho sempre que saber o que é importante para mim falar, o que é fundamental levar para o palco, o que é para mim primoroso fazer e extremamente importante. E isso é, pelo menos até agora tem sido, a relação com a minha história, porque é uma relação não apenas com a minha história. Quando eu vou buscar a minha história, muitas vezes - aconteceu com o ‘Limbo' e eu espero que aconteça com ‘Kumina' - estou a falar de todos nós hoje. Eu parto do íntimo para falar do universal porque não é apenas a história do Victor porque a história do Victor não interessa a muita gente, o que interessa é como é que, ao vermos a história de uma pessoa, nos reconhecemos naquilo que ela diz e reconhecemos a sociedade em que estamos. A partir do momento em que conseguimos reconhecer a sociedade em que estamos, conseguimos reconhecer as questões que são levantadas pelo artista quando ele questiona a sua própria intimidade e a história da sociedade em que vivemos, aí sim, o papel do artista parece-me importante e fundamental e isso pode abrir muitas portas e espero que nas representações que formos fazer aqui em Ivry, isso possa acontecer com o público.” Diz na peça que “o tempo não apaga nada” e que “caminhamos sozinhos, inevitavelmente”. A narração começa com as lembranças de Victor ainda criança. Depois fala do tráfico de escravos ao longo de séculos, dos refugiados haitianos, do drama dos migrantes mortos ainda hoje no Mediterrâneo. É uma história interminável... Por que é que decidiu partir do olhar da criança para falar de tudo isto? “O olhar da criança serviu, antes de mais, para ter um ponto de partida porque eu queria, já há muito tempo, tentar fazer um espectáculo em que eu pudesse falar dessa tragédia absolutamente terrível que existe desde há muitos anos com os que nós chamamos agora migrantes, que nós ouvimos falar cada vez mais antes do fim dos anos 80, nos anos 90. Quando nos lembramos e quando vamos ver nos jornais, damo-nos conta que os primeiros - a quem chamam migrantes que morriam no mar Mediterrâneo - os primeiros a chegarem a França foi no princípio dos anos 90, ficamos: ‘Já foi assim há tantos anos!' E é verdade que foi e que continua. Eu já há muito tempo que queria fazer algo e era sempre muito difícil fazer apenas um espectáculo sobre os migrantes, fazer um espectáculo realista, com personagens, com a polícia, com o passador, com as pessoas à volta, isso não é a minha teatralidade e, para mim, era extremamente difícil pensar assim. Eu tinha que ter uma porta de entrada para dizer: ‘Ok, eu quero chegar a isto. Mas como é que eu vou chegar lá?'. Para mim, mais uma vez - como ‘Limbo' também em que a infância serviu para poder falar de todas as questões da sociedade e universais que são trabalhadas no Limbo- aqui foi a mesma coisa. Partindo desse momento extremamente importante da infância que é deixar Moçambique, partir de Moçambique, que era o meu país, onde eu tinha nascido, onde os meus pais tinham nascido, onde as minhas avós tinham nascido, enfim, toda uma parte de mim, partir durante o período da guerra e, a partir daí, tirar o fio até quando cheguei a Portugal, a minha adolescência em Portugal, onde, quando eu tinha 17 anos, pela primeira vez, ouvi falar do que eram os refugiados haitianos. E aí foi a mesma coisa, eu falo disso no espectáculo. Como é que, de repente, há algo em que nós nos reconhecemos no outro.” Acaba por haver, de certa forma, uma tentativa de reparação ou de reconciliação? Você não incarna só a criança, também incarna a avó que a dada altura diz: “Nenhum descendente deixa os antepassados em errância no mar” e invoca os espíritos que lá estão... “Sim, porque isso é também é muito importante, o facto de convocar a minha avó, é uma maneira para mim de pensar o teatro como um espaço ‘sacré', sagrado, mas não no sentido religioso, mais no sentido de um espaço onde estamos ligados àqueles que estiveram aqui antes de nós, estamos ligados aos nossos antepassados porque nós somos aquilo que os nossos antepassados eram, nós trazemos connosco aquilo que eles foram.” Isso tem também a ver com o título da peça, “Kumina”? O que significa “Kumina”? “'Kumina' é um ritual que vem de África e que foi levado pelos escravos africanos que foram levados para o West Indies, para a América, e que hoje ainda subsiste essencialmente em dois países, que é a ilha de Barbados e a Jamaica. Nestes países, ‘Kumina', é um ritual que é essencialmente feito durante os funerais para os antepassados, para as pessoas que morreram, mas ao mesmo tempo também pode ser utilizado nos casamentos, nos nascimentos. É uma convocação dos espíritos, é uma convocação daqueles que estiveram antes de nós e, muitas vezes, nesses rituais, as pessoas que o fazem entram em transe, digamos assim. Há uma cerimónia e é algo que existe ainda muito em Moçambique, essas cerimónias, porque em Moçambique os espíritos estão lá, os espíritos fazem parte da vida, os espíritos fazem parte da família e essa ligação com os espíritos está muito presente. Para mim, era uma maneira de, no teatro, eu tentar fazer com que essa ligação a Moçambique, à minha cultura, às minhas raízes, possa estar, de uma certa maneira, também perto daquilo que é hoje a minha vida que está ligada ao teatro. Tentar fazer com que a arte possa chegar a um público europeu, ao outro.” Está sozinho em palco, como uma estátua, como se estivesse acorrentado nos pés, só se liberta em determinados momentos. Como pano de fundo, há um cobertor de sobrevivência em grande escala e há areia no chão. Porquê estas escolhas? “Porque o teatro é muito simbólico. ‘Kumina' é uma narrativa e, dentro dessa narrativa, eu conto uma história e a pessoa que conta a história, ao mesmo tempo que a conta directamente ao público, ela entra dentro da própria história. E é por isso que há, de uma certa maneira, a avó que, por vezes, se torna personagem; que eu convoco outros personagens, como por exemplo, um excerto d'Os Lusíadas de Luís de Camões; que eu convoco também uma parte do jornal de bordo do Cristóvão Colombo; que eu convoco um excerto de [Kamau] Brathwaite que é um autor da ilha dos Barbados que fala justamente sobre a morte dos refugiados haitianos. Toda a convocação dessas personagens que me acompanham, estão ligadas a essa simbologia. Tudo pode ser simbólico, assim como a terra que é muito ligada à relação que em Moçambique se tem com a terra, com o facto de onde vimos, com o facto de as nossas raízes virem da terra e estarem dentro da terra. Portanto, toda essa coisa é muito importante. Depois aquilo que viu, aquilo que está no fundo e que foi a cenógrafa Margaux [Nessi] que pensou a partir desses cobertores de sobrevivência que muitos dos migrantes utilizam quando são resgatados e é uma coisa muito simples, muito leve, mas ficamos sempre dentro de uma certa subtilidade que me parece necessária.” Há um quadro que emerge, a dada altura, do fundo, que é um quadro também muito simbólico... “Sim, é o quadro de Turner que se chama ‘O Dilúvio' e que é um quadro bíblico que, para mim, era importante porque faz com que esta história que é a minha história, ou a história dos refugiados haitianos, ou a história dos migrantes que ainda hoje continuam, semana após semana, a morrer no Mar Mediterrâneo e no Canal da Mancha, que todas estas histórias não sejam apenas ligadas ao continente africano, mas fazem parte desta nossa história comum enquanto sociedade e todos esses exílios vêm de muito, muito longe. É por isso que, a um dado momento, eu digo uma frase de Virgílio, que tem a ver com a Eneida. Há uma outra frase do Dante Alighieri, da Divina Comédia. Todos esses autores é uma maneira de fazer com que todas essas histórias de exílio, toda essa história de desenraizamento, toda essa história de não aceitação do outro porque o outro é um estrangeiro ou é diferente, não é apenas de agora, vem de muito longe. E quando conseguimos olhar para essa história que é nossa, de todos nós, torna-se importante e eu penso que ela nos ajuda a olhar para os outros e para a história que nós estamos a viver agora de uma outra maneira.” Nesta peça, como em ‘Limbo' e ‘As Areias do Imperador', trabalha com outro artista moçambicano, o músico Ailton José Matavela. Qual é a batida que ele imprime a este trabalho e que camada suplementar simbólica tem o facto de ser também um moçambicano a criar o som do seu exílio? “Sim, é extremamente importante porque o Ailton tem apenas 30 anos, é um jovem músico e é um músico que agora está em Paris, mas que até há muito pouco tempo vivia ainda em Maputo. Portanto, há toda uma carga emotiva ligada a Maputo porque eu já não vivo em Maputo há muito tempo. Depois, há toda uma musicalidade que é aquela que ele tem que obviamente só ele é que pode trazer porque são coisas que ele conhece e que estão à volta dele quotidianamente. Se eu fosse trabalhar com outro músico, tentar chegar a isto ou aquilo, seria alguém que iria buscar aqui ou ali, mas que não tem essa mesma relação, enquanto, para muitas coisas, as coisas estão lá porque fazem parte do seu universo. Isso é muito mais simples e há uma fluidez muito maior porque há uma simplicidade muito grande.”
E aí? Achou curioso usar o plural nesta construção? Este foi só um dos muitos ensinamentos super úteis e interessantes da aula de estreia da temporada 14 na série "Aprenda Inglês com Música" com a canção "The Air That I Breathe". Tire um tempinho no fim de semana para ouvir ou assistir, que vai valer muito a pena!!! https://youtu.be/UyHpjpj_7WI
As regras do mosteiro proibiam expressamente que um monge tocasse uma mulher.Certo dia, dois monges estavam no campo recolhendo lenha quando encontraram uma mulher que não conseguia atravessar um riacho.A água estava alta, a correnteza forte, e ela não tinha como passar.Um dos monges, com pena da mulher, a pegou nos braços e a levou até o outro lado do rio.Assim que a deixou em segurança, voltou ao trabalho como se nada tivesse acontecido.Durante o resto do dia, os dois monges não trocaram uma única palavra.Só no final da tarde, quando já voltavam para o mosteiro, um deles, visivelmente chateado, quebrou o silêncio e disse:— Por que você carregou aquela mulher?Você não sabe que isso é proibido?O outro monge respondeu com calma:— Eu deixei aquela mulher do outro lado do rio há horas.Mas você ainda continua carregando ela na sua mente.E é exatamente assim que a maioria de nós vive.A gente passa a vida inteira remoendo o que fez,o que deixou de fazer,o que alguém nos disse,ou o que alguém deixou de dizer.Vamos carregando culpa, arrependimento, mágoa, ressentimento…quando tudo poderia ser muito mais leve se simplesmente deixássemos o passado onde ele pertence: no passado.Pense por um instante:o que aconteceria se você soltasse essas histórias antigas que ainda carrega?Qual seria o prejuízo?Nenhum.Só haveria mais leveza para seguir em frente.
As regras do mosteiro proibiam expressamente que um monge tocasse uma mulher.Certo dia, dois monges estavam no campo recolhendo lenha quando encontraram uma mulher que não conseguia atravessar um riacho.A água estava alta, a correnteza forte, e ela não tinha como passar.Um dos monges, com pena da mulher, a pegou nos braços e a levou até o outro lado do rio.Assim que a deixou em segurança, voltou ao trabalho como se nada tivesse acontecido.Durante o resto do dia, os dois monges não trocaram uma única palavra.Só no final da tarde, quando já voltavam para o mosteiro, um deles, visivelmente chateado, quebrou o silêncio e disse:— Por que você carregou aquela mulher?Você não sabe que isso é proibido?O outro monge respondeu com calma:— Eu deixei aquela mulher do outro lado do rio há horas.Mas você ainda continua carregando ela na sua mente.E é exatamente assim que a maioria de nós vive.A gente passa a vida inteira remoendo o que fez,o que deixou de fazer,o que alguém nos disse,ou o que alguém deixou de dizer.Vamos carregando culpa, arrependimento, mágoa, ressentimento…quando tudo poderia ser muito mais leve se simplesmente deixássemos o passado onde ele pertence: no passado.Pense por um instante:o que aconteceria se você soltasse essas histórias antigas que ainda carrega?Qual seria o prejuízo?Nenhum.Só haveria mais leveza para seguir em frente.
Conta-se que um burro olhou para o tigre e disse:— Como essa grama azul é linda, não é?O tigre, surpreso, respondeu com tranquilidade:— Azul não. A grama é verde.Mas o burro, teimoso, insistiu:— Verde? Você está louco. A grama é azul.A discussão se prolongou.Nenhum dos dois cedia.Então decidiram levar a questão ao leão, o rei da selva.Assim que viu o leão, o burro correu e gritou:— Majestade! Esse tigre está dizendo que a grama não é azul!O leão olhou para o burro.Depois olhou para o tigre.E disse, com voz firme:— Sim, burro… a grama é azul.Em seguida, voltou-se para o tigre e decretou:— E você está condenado a um ano de silêncio.O burro saiu saltitando, comemorando pela floresta, repetindo feliz:— A grama é azul! A grama é azul!Confuso e indignado, o tigre perguntou ao leão:— Majestade, nós sabemos que a grama é verde. Por que estou sendo punido?E o leão respondeu com serenidade:— Você não está sendo punido por estar errado.Está sendo punido por algo muito pior:por desperdiçar seu tempo e sua energia discutindo com um tolo teimoso.Porque há batalhas que não valem a pena.E há discussões que não elevam — apenas nos puxam para baixo.Existe uma sabedoria antiga que confirma isso:não confronte os argumentos insensatos do tolo,para que você não se torne semelhante a ele.Muita gente acredita que é preciso defender a verdade o tempo todo.Mas a verdade não precisa de defesa.Ela permanece… mesmo quando é ignorada.Por isso, escolha bem onde colocar sua energia.Nem toda provocação merece resposta.Nem toda opinião merece debate.Silêncio, às vezes, é inteligência.E seguir em paz… é vitória.Que essa reflexão acompanhe você hoje.
Conta-se que um burro olhou para o tigre e disse:— Como essa grama azul é linda, não é?O tigre, surpreso, respondeu com tranquilidade:— Azul não. A grama é verde.Mas o burro, teimoso, insistiu:— Verde? Você está louco. A grama é azul.A discussão se prolongou.Nenhum dos dois cedia.Então decidiram levar a questão ao leão, o rei da selva.Assim que viu o leão, o burro correu e gritou:— Majestade! Esse tigre está dizendo que a grama não é azul!O leão olhou para o burro.Depois olhou para o tigre.E disse, com voz firme:— Sim, burro… a grama é azul.Em seguida, voltou-se para o tigre e decretou:— E você está condenado a um ano de silêncio.O burro saiu saltitando, comemorando pela floresta, repetindo feliz:— A grama é azul! A grama é azul!Confuso e indignado, o tigre perguntou ao leão:— Majestade, nós sabemos que a grama é verde. Por que estou sendo punido?E o leão respondeu com serenidade:— Você não está sendo punido por estar errado.Está sendo punido por algo muito pior:por desperdiçar seu tempo e sua energia discutindo com um tolo teimoso.Porque há batalhas que não valem a pena.E há discussões que não elevam — apenas nos puxam para baixo.Existe uma sabedoria antiga que confirma isso:não confronte os argumentos insensatos do tolo,para que você não se torne semelhante a ele.Muita gente acredita que é preciso defender a verdade o tempo todo.Mas a verdade não precisa de defesa.Ela permanece… mesmo quando é ignorada.Por isso, escolha bem onde colocar sua energia.Nem toda provocação merece resposta.Nem toda opinião merece debate.Silêncio, às vezes, é inteligência.E seguir em paz… é vitória.Que essa reflexão acompanhe você hoje.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O ministro Alexandre de Moraes autorizou a internação de Jair Bolsonaro para a realização de uma cirurgia de hérnia na região da virilha. Bolsonaro vai ser internado na quarta-feira (24) em um hospital particular em Brasília (DF). A cirurgia vai ser realizada no dia seguinte, 25 de dezembro. A decisão de Alexandre de Moraes veio depois de uma consulta à PGR, que se manifestou a favor do pedido da defesa do ex-presidente. Nenhum computador, telefone celular ou dispositivos eletrônicos podem ser levados para o quarto. Bolsonaro vai deixar a Superintendência da Polícia Federal pela primeira vez desde 22 de novembro, quando foi preso depois de tentar romper a tornozeleira eletrônica. E ainda: Ingleses são condenados por planejar ataque armado contra judeus.
Meus queridos e queridas, chegamos ao último episódio do ano e nele compartilho os aprendizados que me atravessaram num período de transformação profunda!Nenhum desses aprendizados vieram prontos, mas foram sendo lapidados no tempo. Um deles atravessa tudo: tanto na vida quanto no trabalho com as organizações – colocar os afetos à frente. Porque, no fim, são eles que lubrificam as nossas ações no mundo. Falo também sobre esse “espaço entre” — entre ciclos que se encerram e outros que ainda não ganharam forma. Um tempo de transição que, pela primeira vez, vivi com mais calma do que ansiedade. Talvez pela maturidade. Talvez pela prática. Quem sabe pela entrega?!Este episódio atravessa temas como espiritualidade vivida, comunidade como antídoto à solidão, a desconstrução da ideia romantizada de propósito nas organizações e a aposta radical nas relações humanas como lugar real de transformação. Não como solução, mas como caminho possível em tempos de fragmentação. Que esse episódio seja um convite para pensar o que significa ser humano — com H maiúsculo — neste momento da história. Boa pausa para todo mundo!Seguimos juntos, em 2026!Host:Marcelo CardosoProdução:Gabriela Szulcsewski@travs.estudio
Em abril deste ano foi anunciada a detecção de possíveis sinais de vida extraterrestre num planeta fora do sistema solar com o telescópio espacial James Webb, mas a descoberta não foi confirmada. Afinal, tem ou não tem vida nesse outro planeta? Que planeta é esse? Como é possível saber alguma coisa sobre um planeta distante? Este episódio do Oxigênio vai encarar essas questões com a ajuda de dois astrônomos especialistas no assunto: o Luan Ghezzi, da UFRJ, e a Aline Novais, da Universidade de Lund, na Suécia. Vamos saber um pouco mais sobre como é feita a busca por sinais de vida nas atmosferas de exoplanetas. __________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO Danilo: Você se lembra de quando uma possível detecção de sinais de vida extraterrestre virou notícia de destaque em abril deste ano, 2025? Se não, deixa eu refrescar a sua memória: usando o telescópio espacial James Webb, pesquisadores teriam captado sinais da atmosfera de um exoplaneta que indicariam a presença de um composto químico que aqui na Terra é produzido pela vida, algo que no jargão científico é chamado de bioassinatura. A notícia bombou no mundo todo. Aqui no Brasil, o caso teve tanta repercussão que a Folha de São Paulo dedicou um editorial só para isso – os jornais costumam comentar política e economia nos editoriais, e raramente dão espaço para assuntos científicos. Nos dois meses seguintes, outros times de pesquisadores publicaram pelo menos quatro estudos analisando os mesmos dados coletados pelo James Webb e concluíram que as possíveis bioassinaturas desaparecem quando outros modelos são usados para interpretar os dados. Sem o mesmo entusiasmo, os jornais noticiaram essas refutações e logo o assunto sumiu da mídia. Afinal, o que aconteceu de fato? Tem ou não tem vida nesse outro planeta? Aliás, que planeta é esse? Como é possível saber alguma coisa sobre um planeta distante? Eu sou Danilo Albergaria, jornalista, historiador, e atualmente pesquiso justamente a comunicação da astrobiologia, essa área que estuda a origem, a evolução e a possível distribuição da vida no universo. Nesse episódio, com a ajuda de dois astrofísicos, o Luan Ghezzi e a Aline Novais, vou explicar como os astrofísicos fazem as suas descobertas e entender porque a busca por sinais de vida fora da Terra é tão complicada e cheia de incertezas. Esse é o primeiro episódio de uma série que vai tratar de temas relacionados à astrobiologia. [Vinheta] Danilo: Eu lembro que li a notícia quentinha, assim que ela saiu no New York Times, perto das dez da noite daquela quarta-feira, dia 16 de abril de 2025. No dia seguinte, acordei e fui checar meu Whatsapp, já imaginando a repercussão. Os grupos de amigos estavam pegando fogo com mensagens entusiasmadas, perguntas, piadas e memes. Os grupos de colegas pesquisadores, astrônomos e comunicadores de ciência, jornalistas de ciência, também tinham um monte de mensagens, mas o tom era diferente. Em vez de entusiasmo, o clima era de preocupação e um certo mau-humor: “de novo DMS no K2-18b fazendo muito barulho”, disse uma cientista. Outra desabafou: “eu tenho coisa melhor pra fazer do que ter que baixar a fervura disso com a imprensa”. Por que o mal-estar geral entre os cientistas? Já chego lá. Os cientistas eram colegas que eu tinha conhecido na Holanda, no tempo em que trabalhei como pesquisador na Universidade de Leiden. Lá eu pesquisei a comunicação da astrobiologia. Bem no comecinho do projeto – logo que eu cheguei lá, em setembro de 2023 – saiu a notícia de que um possível sinal de vida, um composto chamado sulfeto de dimetila, mais conhecido pela sigla DMS, havia sido detectado num planeta a 124 anos-luz de distância da Terra, o exoplaneta K2-18b. Eu vi a repercussão se desenrolando em tempo real: as primeiras notícias, os primeiros comentários críticos de outros cientistas, a discussão nas redes sociais e blogs. Como eu estava no departamento de astronomia de Leiden, vi também como isso aconteceu por dentro da comunidade científica: os astrônomos com quem conversei na época estavam perplexos com a forma espalhafatosa com que o resultado foi comunicado. O principal era: eles não estavam nem um pouco animados, otimistas mesmo de que se tratava, de verdade, da primeira detecção de vida extraterrestre. Por que isso estava acontecendo? Vamos começar a entender o porquê sabendo um pouco mais sobre o exoplaneta K2-18b, em que os possíveis sinais de vida teriam sido detectados. Primeiro: um exoplaneta é um planeta que não orbita o Sol, ou seja, é um planeta que está fora do sistema solar (por isso também são chamados de extrassolares). Existem planetas órfãos, que estão vagando sozinhos pelo espaço interestelar, e planetas girando em torno de objetos exóticos, como os pulsares, que são estrelas de nêutrons girando muito rápido, mas quando os astrônomos falam em exoplaneta, quase sempre estão falando sobre um planeta que gira em torno de outra estrela que não Sol. O Sol é uma estrela, obviamente, mas o contrário da frase geralmente a gente não ouve, mas que é verdade… as estrelas são como se fossem sóis, elas são sóis. As estrelas podem ser maiores, mais quentes e mais brilhantes do que o Sol – muitas das estrelas que vemos no céu noturno são assim. Mas as estrelas também podem ser menores, mais frias e menos brilhantes do que o Sol – as menores são chamadas de anãs vermelhas. Elas brilham tão pouco que não dá para vê-las no céu noturno a olho nu. O K2-18b é um planeta que gira em torno de uma dessas anãs vermelhas, a K2-18, uma estrela que tem menos da metade do tamanho do Sol. Só que o planeta é relativamente grande. Luan Ghezzi: Ele é um planeta que tem algo entre 8 e 9 vezes a massa da Terra, ou seja, é um planeta bem maior do que a Terra. E ele tem um raio ali aproximado de 2.6 vezes o raio da Terra. Então, com essa massa e com esse raio há uma dúvida se ele seria uma super-Terra, ou se ele seria o que a gente chama de Mini-Netuno, ou seja, super-Terra, são planetas terrestres, mas, porém, maiores do que a Terra. Mini-Netunos são planetas parecidos com o Netuno. Só que menores. Mas com essa junção de massa e raio, a gente consegue calcular a densidade. E aí essa densidade indicaria um valor entre a densidade da Terra e de Netuno. Então tudo indica que esse K2-18b estaria aí nesse regime dos mini-Netunos, que é uma classe de planetas que a gente não tem no sistema solar. Danilo: Netuno é um gigante gelado e ele tem uma estrutura muito diferente da Terra, uma estrutura que (junto com o fato de estar muito distante do Sol) o torna inabitável, inabitável à vida como a gente a conhece. Mini-Netunos e Super-Terras, de tamanho e massa intermediários entre a Terra e Netuno, não existem no sistema solar, mas são a maioria entre os mais de 6 mil exoplanetas descobertos até agora. A estrela-mãe do K2-18b é bem mais fria, ou menos quente do que o Sol: enquanto o Sol tem uma temperatura média de 5500 graus Celsius, a temperatura da K2-18 não chega a 3200 graus. Então, se a gente imaginasse que o Sol fosse “frio” assim (frio entre aspas), a temperatura aqui na superfície da Terra seria muito, mas muito abaixo de zero, o que provavelmente tornaria nosso planeta inabitável. Só que o K2-18b gira muito mais perto de sua estrela-mãe. A distância média da Terra para o Sol é de aproximadamente 150 milhões de quilômetros, enquanto a distância média que separa o K2-18b e sua estrela é de 24 milhões de quilômetros. Outra medida ajuda a entender melhor como a órbita desse planeta é menor do que a da Terra: a cada 33 dias, ele completa uma volta ao redor da estrela. E comparado com a estrela, o planeta é tão pequeno, tão obscuro, que não pode ser observado diretamente. Nenhum telescópio atual é capaz de fazer imagens desse exoplaneta, assim como acontece com quase todos os exoplanetas descobertos até agora. São muito pequenos e facilmente ofuscados pelas estrelas que orbitam. Como, então, os astrônomos sabem que eles existem? O Luan Ghezzi explica. Luan Ghezzi: a detecção de exoplanetas é um processo que não é simples, porque os planetas são ofuscados pelas estrelas deles. Então é muito difícil a gente conseguir observar planetas diretamente, você ver o planeta com uma imagem… cerca de um por cento dos mais de seis mil planetas que a gente conhece hoje foram detectados através do método de imageamento direto, que é realmente você apontar o telescópio, e você obtém uma imagem da estrela e do planeta ali, pertinho dela. Todos os outros planetas, ou seja, noventa e nove porcento dos que a gente conhece hoje foram detectados através de métodos indiretos, ou seja, a gente detecta o planeta a partir de alguma influência na estrela ou em alguma propriedade da estrela. Então, por exemplo, falando sobre o método de trânsito, que é com que mais se descobriu planetas até hoje, mais de setenta e cinco dos planetas que a gente conhece. Ele é um método em que o planeta passa na frente da estrela. E aí, quando esse planeta passa na frente da estrela, ele tampa uma parte dela. Então isso faz com que o brilho dela diminua um pouquinho e a gente consegue medir essa variação no brilho da estrela. A gente vai monitorando o brilho dela. E aí, de repente, a gente percebe uma queda e a gente fala. Bom, de repente passou alguma coisa ali na frente. Vamos continuar monitorando essa estrela. E aí, daqui a pouco, depois de um tempo, tem uma nova queda. A diminuição do brilho e a gente vai monitorando. E a gente percebe que isso é um fenômeno periódico. Ou seja, a cada x dias, dez dias, vinte dias ou alguma coisa do tipo, a gente tem aquela mesma diminuição do brilho ali na estrela. Então a gente infere a presença de um planeta ali ao redor dela. E aí, como são o planeta e a estrela um, o planeta passando na frente da estrela, tem uma relação entre os tamanhos. Quanto maior o planeta for, ele vai bloquear mais luz da estrela. Então, a partir disso, a gente consegue medir o raio do planeta. Então esse método do trânsito não só permite que a gente descubra os exoplanetas, como a gente também pode ter uma informação a respeito dos raios deles. Esse é o método que está sendo bastante usado e que produziu mais descobertas até hoje. Danilo: e foi por esse método que o K2-18b foi descoberto em 2015 com o telescópio espacial Kepler. Esse telescópio foi lançado em 2009 e revolucionou a área – com o Kepler, mais de 2700 exoplanetas foram detectados. Com ele, os astrônomos puderam estimar que existem mais planetas do que estrelas na nossa galáxia. A órbita do K2-18b é menor do que a do planeta Mercúrio, que completa uma volta ao redor do Sol a cada 88 dias terrestres. Mas como sua estrela-mãe é mais fria do que o Sol, isso coloca o K2-18b dentro do que os astrônomos chamam de zona habitável: nem tão longe da estrela para que a superfície esfrie a ponto de congelar a água, nem tão perto para que o calor a evapore; é a distância ideal para que a água permaneça em estado líquido na superfície de um planeta parecido com a Terra. Só que o estado da água depende de outros parâmetros, como a pressão atmosférica, por exemplo. E é por isso que a tal da zona habitável é um conceito muito limitado, que pode se tornar até mesmo enganoso: um planeta estar na zona habitável não significa que ele seja de fato habitável. Claro, estar na zona habitável é uma das condições necessárias para que a superfície de um planeta tenha água líquida, o que é fundamental para que essa superfície seja habitável. Ter uma atmosfera é outra condição necessária. Além de estar na zona habitável, o K2-18b tem atmosfera e o Luan também explica como os astrônomos fazem para saber se um exoplaneta como o K2-18b tem uma atmosfera. Luan: a gente estava falando sobre o método de trânsito. E a gente falou que o planeta passa na frente da estrela e bloqueia uma parte da luz dela. Beleza, isso aí a gente já deixou estabelecido. Mas se esse planeta tem uma atmosfera, a luz da estrela que vai atingir essa parte da atmosfera não vai ser completamente bloqueada. A luz da estrela vai atravessar a atmosfera e vai ser transmitida através dela. A gente tem essa parte bloqueada da luz que a gente não recebe, a gente percebe a diminuição de brilho da estrela, com o método de trânsito, mas tem essa luz que atravessa a atmosfera e chega até a gente depois de interagir com os componentes da atmosfera daquele planeta. Então a gente pode analisar essa luz, que é transmitida através da atmosfera do planeta para obter informações sobre a composição dela. Danilo: e como é possível saber a composição química dessa atmosfera? A Aline Novais é uma astrofísica brasileira fazendo pós-doutorado na Universidade de Lund, na Suécia. A tese de doutorado dela, orientada pelo Luan, foi exatamente sobre esse tema: a coleta e a análise dos dados de espectroscopia de atmosferas de exoplanetas. Aline: No início, a gente não está olhando uma foto, uma imagem dos planetas e das estrelas. A gente está vendo eles através de uma coisa que a gente chama de espectro, que é a luz da estrela ou do planeta em diferentes comprimentos de onda. O que é o comprimento de onda? É literalmente o tamanho da onda. Você pode ver também como se fossem cores diferentes. Então a gente vai estar vendo vários detalhes em diferentes comprimentos de onda. O que acontece? A gente já sabe, não da astronomia, mas da química de estudos bem antigos que determinados compostos, vou usar aqui, por exemplo, a água, ela vai ter linhas muito específicas em determinados comprimentos de onda que a gente já conhece, que a gente já sabe. Então já é estabelecido que no cumprimento de onda X, Y, Z, vai ter linha de água. Então, quando a gente está observando novamente o brilho da estrela que passou ali pela atmosfera do planeta. Interagiu com o que tem lá, que a gente não sabe. Quando a gente vê o espectro dessa estrela que passou pela atmosfera, a gente vai poder comparar com o que a gente já sabe. Então, por exemplo, o que a gente já sabe da água, a gente vai ver que vai bater. É como se fosse um código de barras. Bate certinho o que tem na estrela, no planeta e o que tem aqui na Terra. E aí, a partir disso, a gente consegue dizer: “Ah, provavelmente tem água naquele planeta.” Claro que não é tão simples, tão preto no branco, porque tem muitas moléculas, muitos átomos, a quantidade de moléculas que tem ali também interferem nessas linhas. Mas, de forma mais geral, é isso. A gente compara um com o outro. E a gente fala: essa assinatura aqui tem que ser de água. Danilo: Em setembro de 2023, o time de pesquisadores liderado pelo Nikku Madhusudhan, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, anunciou a caracterização atmosférica do K2-18b feita com o telescópio espacial James Webb. Alguns anos antes, a atmosfera do exoplaneta tinha sido observada com o telescópio espacial Hubble, que havia indicado a presença de vapor de água. Com o James Webb, esses cientistas concluíram que a atmosfera não tinha vapor de água, mas fortes indícios de metano e dióxido de carbono, o gás carbônico. Não só isso: no mesmo estudo, eles também alegaram ter detectado, com menor grau de confiança, o sulfeto de dimetila, também chamado de DMS, uma molécula orgânica que aqui na Terra é produzida pela vida marinha, principalmente pelos fitoplânctons e microalgas. O DMS pode ser produzido em laboratório mas não existe um processo natural em que o nosso planeta, sozinho, consiga fazer essa molécula sem envolver a vida. Ou seja, o DMS seria uma possível bioassinatura, um sinal indireto da existência de vida. Por isso, esses cientistas alegaram ter encontrado uma possível evidência de vida na atmosfera do K2-18b. O fato é que a suposta evidência de vida, a detecção de DMS lá de 2023, tinha um grau de confiança estatística muito baixo para contar seriamente como evidência de vida. O time liderado pelo Madhusudhan continuou observando o K2-18b e voltou a publicar resultados apontando a presença de DMS usando outros instrumentos do James Webb. Foram esses resultados que fizeram tanto barulho em abril de 2025. E por que tanto barulho? Porque esse novo estudo apresenta um grau de confiança estatística mais alto para a detecção de DMS. Ele também alega ter detectado outra possível bioassinatura, uma molécula aparentada ao DMS, o DMDS, ou dissulfeto de dimetila. O resultado pareceu reforçar muito a hipótese da presença dessas possíveis bioassinaturas no K2-18b e, por isso, os grandes meios de comunicação deram ainda mais atenção ao resultado do que há dois anos atrás. O problema é que é muito complicado analisar os resultados do James Webb sobre essas atmosferas, e ainda mais difícil cravar a presença desse ou daquele composto químico ali. Aline Novais: Acho que a primeira etapa mais difícil de todas é como você tinha falado, Danilo, é separar o que é a luz do planeta e o que é a luz da estrela. Quer dizer, da atmosfera do planeta e o que é luz da estrela. E isso a gente faz como quando a gente está observando o trânsito. A gente não só observa o planeta passando na frente da estrela. Mas a gente também observa a estrela sem o planeta, e a gente compara esses dois. É literalmente subtrair um do outro. Então, assim, supondo que a gente já tem aqui o espectro pronto na nossa frente. O que a gente vai fazer para entender o que está naquele espectro? Aquilo ali é uma observação. Só que a gente tem da teoria da física, a gente sabe mais ou menos quais são as equações que vão reger a atmosfera de um planeta. Então a gente sabe o que acontece de formas gerais, que é parecida com o que acontece aqui na Terra e com o planeta do sistema solar. Então a gente sabe mais ou menos como deve ser a pressão, a temperatura. A gente sabe mais ou menos quais compostos químicos vão ter em cada camada da atmosfera, que depende de várias coisas. A gente sabe que se um planeta está muito próximo da estrela, ele vai ter determinados compostos químicos que ele não teria se ele estivesse muito mais longe da estrela dele. Então tudo isso interfere. E aí, o que a gente faz? A gente tem os dados, a gente tem o que a gente observou no telescópio. E a gente vai comparar com a teoria, com modelos que a gente faz no computador, programando, parará, parará, que vão reger aquela atmosfera. E aí, a partir disso, a gente vai comparar e ver o que faz sentido, o que não faz, o que bate e o que não bate. Danilo: Notaram que a Aline ressalta o papel dos modelos teóricos na interpretação dos dados? Os astrônomos comparam os dados coletados pelo telescópio com o que esperam observar, orientados pelas teorias e modelos considerados promissores para representar o que de fato está lá na atmosfera do planeta. E é nessa comparação que entra a estatística, a probabilidade de que as observações correspondem a este ou aquele modelo teórico. Aline Novais: Na estatística, a gente sempre vai estar quando a gente tiver probabilidade de alguma coisa, a gente sempre vai estar comparando uma coisa X com uma coisa Y. A gente nunca vai ter uma estatística falando que sim ou que não, vai ser sempre uma comparação de uma coisa ou de outra. Então, quando a gente, por exemplo, a gente tem o espectro lá de um planeta, a gente tem assinaturas que provavelmente podem ser de água, mas vamos supor que essa assinatura também é muito parecida com algum outro elemento. Com algum outro composto químico. O que a gente vai fazer? A gente vai comparar os dois e a resposta não vai ser nem que sim nem que não. A resposta vai ser: “Ah, o modelo que tem água é mais favorável.” Ou então, ele ajusta melhor os dados, do que o modelo com aquele outro composto químico. Danilo: O time do Nikku Madhusudhan, que fala em possível detecção de DMS, tem um modelo predileto que eles mesmos desenvolveram para explicar planetas como o K2-18b: os mundos hiceanos, planetas inteiramente cobertos por um oceano de água líquida debaixo de uma espessa atmosfera de hidrogênio molecular – por isso o nome, que é uma junção do “hi” de hidrogênio e “ceano” de oceano. É esse modelo que orienta a interpretação de que os dados do K2-18b podem conter as bioassinaturas. Aline: Todo o resultado final, que é: possivelmente detectamos assinaturas, não dependem dos dados em si, mas dependem de como eles analisaram os dados e que modelos foram utilizados para analisar esses dados. […] Os resultados vão sempre depender de como a gente analisou esses dados. […] Então a questão da detecção, ou possível detecção de bioassinatura depende principalmente de como foram colocados os modelos, do que foi inserido nos modelos e como esses modelos foram comparados. Nesse caso, os modelos utilizados foram modelos que estavam supondo que o planeta era hiceano. Que o planeta tinha um oceano e tinha uma atmosfera de hidrogênio, majoritariamente de hidrogênio. Porém, outros estudos levantaram também a possibilidade de esse planeta não ser desse tipo, ser um planeta, por exemplo, coberto de lava e não de oceano, ou com uma atmosfera, com compostos diferentes, onde a maioria não seria hidrogênio, por exemplo. E esses modelos não foram utilizados para testar essas bioassinaturas. Então o que acontece: no modelo deles, com o oceano, com a atmosfera X, Y e Z, é compatível com a existência de bioassinaturas. Porém, é completamente dependente do modelo. Danilo: Então, a escolha de modelos teóricos diferentes afetam a interpretação dos resultados e das conclusões sobre a composição química da atmosfera de exoplanetas. Aline: Esse grupo acredita que o planeta tenha majoritariamente hidrogênio na sua composição. O que eles vão fazer no modelo deles? Eles vão colocar sei lá quantos por cento de hidrogênio na composição, no modelo deles. Então eles estão construindo um modelo que seja semelhante ao que eles acreditam que o planeta tem. Eu não vou colocar nitrogênio se eu acho que não tem nitrogênio. Então, aí que entra a controvérsia, que é justamente o modelo ser feito para encontrar o que eles tentam encontrar. Então, assim, se você pegasse um modelo completamente diferente, se você pegasse um modelo, por exemplo, de um planeta feito de lava, que tem metano, que tem isso, que tem aquilo, será que você encontraria a mesma coisa? Danilo: Saber qual modelo teórico de atmosferas de exoplanetas corresponde melhor à realidade é algo muito difícil. O que dá pra fazer é comparar os modelos entre si: qual deles representa melhor a atmosfera do exoplaneta em comparação com outro modelo. Aline: A gente nunca vai estar falando que o modelo é perfeito. A gente nunca vai estar falando que a atmosfera é assim. A gente sempre vai estar falando que esse modelo representa melhor a atmosfera do que um outro modelo. E se você pegar uma coisa muito ruim que não tem nada a ver e comparar com uma coisa que funciona, vai ser muito fácil você falar que aquele modelo funciona melhor, certo? Então, por exemplo, no caso do K2-18b: eles fizeram um modelo que tinha lá as moléculas, o DMS, o DMDS e tal, e compararam aquilo com um modelo que não tem DMS e DMDS. O modelo que tem falou “pô, esse modelo aqui se ajusta melhor aos dados do telescópio do que esse outro que não tem”. Mas isso não significa que tenha aquelas moléculas. Isso significa que aquele modelo, naquelas circunstâncias, foi melhor estatisticamente do que um modelo que não tinha aquelas moléculas. Danilo: O Luan tem uma analogia interessante pra explicar isso que a Aline falou. Luan: É como se você, por exemplo, vai em uma loja e vai experimentar uma roupa. Aí você pega lá uma mesma blusa igualzinha, P, M ou G. Você experimenta as três e você vê qual que você acha que se ajusta melhor ao seu corpo, né? Qual ficou com um caimento melhor? Enfim, então você vai fazendo essas comparações, não é que a blusa talvez M não tenha ficado boa, mas talvez a P ou a G tenha ficado melhor. Então os modelos são agitados dessa forma, mas também como a Aline falou depois que você descobriu o tamanho, por exemplo, você chegou à conclusão que o tamanho da blusa é M, você pode pegar e escolher diferentes variações de cores. Você pode pegar essa mesma blusa M, azul, verde, amarela, vermelha, né? E aí elas podem fornecer igualmente o mesmo bom ajuste no seu corpo. Só que a questão é que tem cores diferentes. […] A gente obviamente usa os modelos mais completos que a gente tem hoje em dia, mas não necessariamente, eles são hoje mais completos, mas não necessariamente eles são cem por cento completos. De repente está faltando alguma coisa ali que a gente não sabe. [Música] Danilo: Eu conversei pessoalmente com o líder do time de cientistas que alegou ter descoberto as possíveis bioassinaturas no K2-18b, o Nikku Madhusudhan, quando ele estava na Holanda para participar de uma conferência em junho de 2024. Ele pareceu entusiasmado com a possibilidade de vir a confirmar possíveis bioassinaturas em exoplanetas e ao mesmo tempo cuidadoso, aparentemente consciente do risco de se comunicar a descoberta de vida extraterrestre prematuramente. A questão é que ele já cometeu alguns deslizes na comunicação com o público: por exemplo, em abril de 2024, num programa de rádio na Inglaterra, ele disse que a chance de ter descoberto vida no K2-18b era de 50% – o próprio apresentador do programa ficou surpreso com a estimativa. Naquela mesma conferência da Holanda, o Madhusudhan também pareceu muito confiante ao falar do assunto com o público de especialistas em exoplanetas – ele sabia que enfrentava muitos céticos na plateia. Ele disse que os planetas hiceanos eram “a melhor aposta” que temos com a tecnologia atual para descobrir vida extraterrestre. Na palestra em que apresentou os novos resultados esse ano, o Madhusudhan contou que essa hipótese de mundos hiceanos foi desenvolvida com a ajuda de alunos de pós-graduação dele quando ele os desafiou a criar um modelo teórico de Mini-Netuno que oferecesse condições habitáveis, amenas para a vida. Mas a questão é que a gente não sabe se os mundos hiceanos sequer existem. É uma alternativa, uma hipótese para explicar o pouco que sabemos sobre esses exoplanetas. Há outras hipóteses, tão promissoras quanto essa, e muito menos amigáveis à existência da vida como a conhecemos. Enfim, a gente ainda sabe muito pouco sobre esses exoplanetas. Ainda não dá para decidir qual hipótese é a que melhor descreve a estrutura deles. Mas o que vai acontecer se algum dia os cientistas conseguirem resultados que apontem para uma detecção de possível bioassinatura que seja num alto grau de confiança, a tal ponto que seria insensato duvidar de sua existência? Estaríamos diante de uma incontroversa descoberta de vida extraterrestre? Digamos que os cientistas publiquem, daqui a algum tempo, novos resultados que apontam, com um grau de confiança altíssimo, para a presença de DMS no K2-18b. Mesmo que a gente tivesse certeza de que tem DMS naquela atmosfera, não seria possível cravar que a presença de DMS é causada pela vida. Como a gente tem ainda muito pouca informação sobre os ambientes que os Mini-Netunos podem apresentar, e como o nosso conhecimento sobre a própria vida ainda é muito limitado, vai ser muito difícil – para não dizer praticamente impossível – ter certeza de que a presença de uma possível bioassinatura é de fato uma bioassinatura. Luan: A gente sabe que aqui na Terra, o DMS e o DMDS estão associados a processos biológicos. Mas a gente está falando de um planeta que é um Mini-Netuno, talvez um planeta hiceano. Será que esse planeta não tem processos químicos diferentes que podem gerar essas moléculas sem a presença da vida? Danilo: Como disse o Luan, pode ser que processos naturais desconhecidos, sem o envolvimento da vida, sejam os responsáveis pela presença de DMS no K2-18b. A gente sabe que o DMS pode ser gerado fora da Terra por processos naturais, sem relação com a presença de vida. Para que seja gerado assim, são necessárias condições muito diferentes das que temos aqui na Terra. O interior de planetas gigantes como Júpiter, por exemplo, dá essas condições. DMS também foi detectado recentemente na superfície de um cometa, em condições muito hostis para a vida como a gente a conhece. Mais hostis ainda são as condições do meio interestelar, o espaço abissal e incrivelmente frio que existe entre as estrelas. Mesmo assim, DMS já foi detectado no meio interestelar. É por isso que detectar uma possível bioassinatura num exoplaneta não necessariamente responde à pergunta sobre vida fora da Terra. É mais útil pensar nesses dados como peças de um quebra-cabeças: uma possível bioassinatura em um exoplaneta é uma peça que pode vir a ajudar a montar o quebra-cabeças em que a grande questão é se existe ou não existe vida fora da Terra, mas dificilmente será, sozinha, a resposta definitiva. Luan: Será que as bioassinaturas efetivamente foram produzidas por vida? Então, primeiro, estudos para entender diversos processos químicos ou físicos que poderiam gerar essas moléculas, que a gente considera como bioassinaturas, pra tentar entender em outros contextos, se elas seriam produzidas sem a presença de vida. Mas fora isso, nós astrônomos, nós também tentamos procurar conjuntos de bioassinaturas. Porque se você acha só o DMS ou o DMDS é uma coisa. Agora, se você acha isso e mais o oxigênio ou mais outra coisa, aí as evidências começam a ficar mais fortes. Um par muito comum que o pessoal comenta é você achar metano e oxigênio numa atmosfera de exoplaneta. Por quê? Porque esses dois compostos, se você deixar eles lá na atmosfera do planeta sem nenhum tipo de processo biológico, eles vão reagir. Vão formar água e gás carbônico. Então, se você detecta quantidades apreciáveis de metano e oxigênio numa atmosfera, isso indica que você tem algum processo biológico ali, repondo constantemente esses componentes na atmosfera. Então, a gente vai tentando buscar por pares ou conjuntos de bioassinaturas, porque isso vai construindo um cenário mais forte. Você olha, esse planeta está na zona habitável. Ele tem uma massa parecida com a da Terra. Ele tem uma temperatura parecida com a da Terra. Ele tem conjuntos de bioassinaturas que poderiam indicar a presença de vida. Então você vai construindo um quebra-cabeça ali, tentando chegar num conjunto de evidências. Danilo: Talvez só vamos conseguir ter certeza quando tivermos condições de viajar os 124 anos-luz que nos separam do K2-18b, por exemplo, para examinar o planeta “in situ”, ou seja, lá no local – só que isso ainda é assunto para a ficção científica, não para a ciência atual. Não quer dizer que, dada a dificuldade, a gente deva desistir de fazer ciência nesse sentido, de detectar bioassinaturas nos exoplanetas. Luan: É claro que é super interessante aplicar esses modelos e sugerir a possível existência dessas moléculas. Isso ajuda a avançar o conhecimento, porque isso gera um interesse, gera um debate, um monte de gente vai testar, e outras pessoas já testaram e mostraram que, ou não tem a molécula nos modelos deles, ou eles não detectam ou detectam uma quantidade muito baixa. Enfim, então isso gera um debate que vai avançar o conhecimento. Então isso, no meio científico, é muito interessante esse debate, que gera outras pesquisas, e todo mundo tentando olhar por diferentes ângulos, para a gente tentar entender de uma maneira mais completa. Mas o cuidado… E aí, o grande serviço que o seu podcast está fazendo é como a gente faz chegar essa informação no público, que é o que você falou, uma coisa é: utilizamos um modelo super específico, e esse modelo indica a possível presença dessas moléculas que, na Terra, são associadas à vida. Outra coisa é dizer, na imprensa, achamos os sinais mais fortes de vida até agora. É uma distância muito grande entre essas duas coisas. Aline: Se eu analisei o meu dado e eu vi que tem aquela molécula de bioassinatura, uma coisa é eu falar: “Tem!” Outra coisa é falar: “Ó, eu analisei com esse modelo aqui e esse modelo aqui faz sentido. Ele representa melhor os meus dados do que o outro modelo”. São maneiras diferentes de falar. Mas qual que é a que vende mais? Danilo: Foi no final do nosso papo que o Luan e a Aline tocaram nessa questão que tem se tornado central nos últimos anos: como comunicar os resultados da astrobiologia da forma mais responsável? É possível que com o James Webb vamos continuar vendo potenciais detecções de bioassinaturas num futuro próximo. Por isso, a comunidade científica está preocupada com a forma como comunicamos os resultados da busca por vida fora da Terra e está se movimentando para contornar os problemas que provavelmente teremos no futuro. Eu venho participando desses esforços, pesquisando como a astrobiologia está sendo comunicada, e até ajudei a organizar um evento no ano passado para discutir isso com cientistas e jornalistas de ciência, mas conto essa história em outra hora. No próximo episódio, vamos falar sobre uma possível detecção de bioassinatura sem o James Webb e muito mais próxima da gente. A notícia veio em setembro de 2025. O planeta em que a bioassinatura pode ter sido encontrada? O vizinho cósmico que mais alimentou a imaginação humana sobre extraterrestres: Marte. Roteiro, produção, pesquisa e narração: Danilo Albergaria Revisão: Mayra Trinca, Livia Mendes e Simone Pallone Entrevistados: Luan Ghezzi e Aline Novais Edição: Carolaine Cabral Músicas: Blue Dot Sessions – Creative Commons Podcast produzido com apoio da Fapesp, por meio da bolsa Mídiaciência, com o projeto Pontes interdisciplinares para a compreensão da vida no Universo: o Núcleo de Apoio à Pesquisa e Inovação em Astrobiologia e o Laboratório de Astrobiologia da USP [VINHETA DE ENCERRAMENTO]
TEMPO DE REFLETIR 01611 – 12 de dezembro de 2025 Mateus 6:31 – Não se preocupem, dizendo: Que vamos comer? ou Que vamos beber? ou Que vamos vestir? Certa ocasião, o Serviço de Saúde dos Estados Unidos mandou imprimir a seguinte declaração sobre a tendência para a preocupação: “Tanto quanto saibamos, nenhum pássaro tentou construir mais ninhos do que seu vizinho. Nenhuma raposa se aborreceu por ter apenas uma toca para se esconder. Nenhum esquilo morreu de ansiedade pelo fato de não ter o suprimento para dois invernos em lugar de um, e nenhum cachorro perdeu o sono pelo fato de não ter ossos suficientes para anos futuros”. Sabedor de nossa fragilidade como seres humanos, Jesus repetiu três vezes no Sermão do Monte a ordem “não se preocupem”. As recomendações ligadas a essa ordem fazem parte, hoje em dia, de conselhos nas áreas da medicina, psicologia e espiritualidade. A principal razão pela qual nos preocupamos é que desejamos controlar nossa vida, em lugar de confiar o futuro a Deus. Chegamos a pensar que podemos administrar melhor os resultados e o inesperado. Há inúmeras preocupações que nos assaltam no dia a dia: perder o emprego, sofrer um acidente, perder o cônjuge, bens, saúde, etc. A isso nossa imaginação acrescenta dúvidas, medos, números e expectativas. Ou, como diz um provérbio sueco: “A preocupação faz de um pequeno objeto uma grande sombra.” Quando nos preocupamos, bloqueamos a corrente natural de pensamento, o que nos impede de tomar resoluções adequadas. Quando nos preocupamos, chegamos até certo ponto a questionar a sabedoria de Deus. Mas nada é grave, difícil ou impossível para o Senhor. Ele sabe o que é melhor e cuida de nós. Estatísticos de uma universidade americana fizeram um estudo sobre coisas que preocupam o ser humano. Reuniram os itens em quatro grupos: 1º – 40% preocupam-se com coisas que nunca aconteceram; 2º – 30% preocupam-se com coisas que já aconteceram e não podem ser mudadas; 3º – 22% ocupam a mente com pequenas preocupações e crítica infundada dos demais; 4º – 8% têm preocupações legítimas. “Coisa alguma é grande demais para que Ele não possa suportar, pois é Ele quem mantém os mundos e governa o Universo. Nada daquilo que, de alguma forma, diz respeito à nossa paz é pequeno demais para que Ele não note. […] Nenhuma calamidade poderá sobrevir ao mais humilde de Seus filhos […] sem que Lhe desperte imediato interesse” (Caminho a Cristo, p. 100). Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, por favor, arranca de dentro de nós a preocupação e ansiedade. Preencha esse espaço com a Tua graça maravilhosa e a certeza de que não estamos sozinhos. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
A realização da Conferência do Clima das Nações Unidas em plena Amazônia não bastou para os países chegarem a um consenso sobre como encaminhar o fim do desmatamento no mundo. Dias após o fim do evento, a nova Lei de Licenciamento Ambiental Especial (LAE) ameaça o cumprimento dessa meta pelo Brasil, país que mais devasta florestas no planeta. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O desmatamento é a segunda maior fonte de emissões de gases de efeito estufa, atrás do uso de combustíveis fósseis. Mesmo assim, a COP30 falhou em apontar um caminho para o cumprimento de uma das metas do Acordo de Paris: acabar com a destruição das florestas até 2030. O objetivo está previsto no tratado internacional há dez anos. Com uma linguagem vaga, os documentos da Conferência de Belém mencionam a importância da preservação da natureza e do aumento dos “esforços para deter e reverter o desmatamento e a degradação florestal” nos próximos cinco anos – sem especificar como nem com quais recursos. “Eu acho que ela podia ter entregado muito mais do que entregou. A gente viu que dois textos até tratam da questão das florestas. Mas do ponto de vista da implementação mesmo, a gente viu zero avanços”, lamenta Fernanda Carvalho, diretora global de políticas climáticas da organização WWF. Ela acompanhou as negociações da COP30 como observadora da sociedade civil. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tentou emplacar a discussão de dois roteiros fundamentais para o combate efetivo das mudanças climáticas: um para o fim dos combustíveis fósseis e um segundo para o desmatamento. Nenhum dos temas estava na agenda oficial de negociações da conferência. Um primeiro projeto da decisão Mutirão da COP30 – o pacote de acordos políticos do evento – chegou a incluir a discussão sobre os temas. Entretanto, diante da forte resistência de cerca de um terço dos países participantes à questão do petróleo, ambos os trechos foram retirados dos documentos finais. Foco nos combustíveis fósseis Os debates acirrados sobre as energias fósseis acabaram por abafar as possibilidades de progressos no tema do desmatamento, avalia Fernanda Carvalho. “Não soube de ninguém que bloqueou especificamente o desmatamento, mas como isso não era um item de agenda, a opção foi não avançar com isso. Como já estava gerando tanto conflito a parte de combustíveis fósseis, eu acho que não teve como avançar”, reitera. A especialista salienta que, sem um planejamento robusto, os cinco anos que restam pela frente podem não ser suficientes para o cumprimento do objetivo. “É um prazo curtíssimo para implementar coisas que a gente já tinha que ter implementado. E, no caso de florestas, já existem compromissos anteriores, que eram sobre 2020, que a gente não conseguiu alcançar”, lembra. “Então era superimportante que a gente tivesse tratado disso com mais força nessa COP.” A solução apresentada pela presidência brasileira da COP30 foi lançar discussões oficiais sobre os dois mapas do caminho – para o fim da dependência das energias fósseis e o fim do desmatamento – ao longo do próximo ano, durante o mandato do embaixador André Corrêa do Lago. O papel das florestas na crise climática é central: elas não apenas absorvem cerca de 30% do CO₂ emitido no planeta, como a derrubada das árvores as torna fonte de mais emissões. O Brasil, com a maior floresta tropical do mundo, lidera o ranking dos países que mais devastam as florestas, seguido por República Democrática do Congo, Bolívia, Indonésia e Peru, entre outros. Mas o país é o único que já possui um roteiro para acabar com a devastação até o fim desta década, salientou a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, ao final da conferência em Belém. “A Amazônia não recebe apenas um legado, mas ela também oferece um legado. Com certeza o Brasil será uma referência para mapas do caminho em outros lugares e em outras regiões do mundo, salvaguardando os diferentes contextos e realidades em termos de conformação florestal”, indicou Silva. Liderança brasileira ameaçada Na visão de Fernanda Carvalho, o país tem demonstrado que poderá cumprir o objetivo: o desmatamento caiu 32% de 2023 para 2024, e iniciativas como o Plano Nacional de Bioeconomia alavancam o desenvolvimento sustentável na região, sem devastação. Entretanto, os retrocessos promovidos pelo Congresso na agenda ambiental, como a simplificação do licenciamento de grandes projetos dos governos, colocam a meta brasileira em xeque. “Tudo depende de vontade política, e a gente vê sempre que existem batalhas políticas internas. A flexibilização do licenciamento pode ser desastrosa e gerar mais desmatamento”, adverte Carvalho. A nova versão da Lei de Licenciamento Ambiental Especial (LAE) – criada por Lula por meio da Medida Provisória 1.308/2025 – foi aprovada a toque de caixa pelo Senado nesta quarta-feira (3), dias depois de o Congresso derrubar quase todos os vetos de Lula à atualização da Lei de Licenciamento Ambiental no país, o chamado PL da Devastação. Na prática, 52 dos 63 vetos não apenas caíram, como a nova lei amplia o alcance da LAE, que agora poderá se aplicar a qualquer obra considerada “estratégica” pelo governo, com liberação simplificada em até 12 meses. “O parecer da MP, aprovado com aval do governo Lula, já traz em seu texto a primeira encomenda: a BR-319, estrada que implodirá o controle do desmatamento - e, por tabela, das emissões de gases de efeito estufa do Brasil – passará a ser licenciada por LAE”, apontou o Observatório do Clima, em nota após a aprovação do texto. “A rodovia recebeu uma licença prévia ilegal no governo Bolsonaro, que fez o desmatamento no entorno da estrada explodir 122% em um ano após sua concessão. A licença hoje está suspensa na Justiça”, complementa a organização, que reúne quase 200 entidades de proteção do meio ambiente.
Todos nós precisamos de ajuda em nossa vida. Não somos onipotentes e nem independentes, precisamos uns dos outros. Nenhum ajudar é melhor que nosso Deus e Pai, ele é poderoso, compassivo e está sempre atendo aos clamores de seus filhos. Tenha certeza de que nunca se decepcionará ao pedir a ajudar do Senhor. Ele socorre, consola, fortalece, dirige, corrige, ensina e encoraja a todos que o buscam. Precisar de ajuda nos torna iguais, buscar ajuda no Senhor nos transforma. O Senhor é o melhor ajudador.
Nenhum corpo é igual ao outro e é exatamente isso que torna a costura tão fascinante. Neste episódio, a professora Marlene Mukai volta à Rádio da Costureira para um papo cheio de aprendizados sobre como tirar medidas do jeito certo e entender o corpo real de quem veste. Vamos entender mais sobre a evolução dos padrões de corpo, como a sociedade define (e redefine) o que é “normal”, e o impacto disso na modelagem e na moda. A professora Marlene vai explicar quais medidas são realmente essenciais, os erros mais comuns na hora de medir, e por que conhecer o corpo é a chave para criar roupas com caimento perfeito, seja na costura sob medida, na confecção industrial ou usando moldes prontos. Quer saber mais? Então dá o play no episódio!
Salomão Borges Filho, más conocido como Lô Borges, se fue este domingo 2 de noviembre. Tenía solo 20 años en 1972 cuando firmó con Milton Nascimento 'Clube da esquina', un disco fundamental en la historia de la música brasileña. Suyas son canciones del disco como 'Tudo que você podia ser', 'O trem azul', 'Um girassol da cor do seu cabelo', 'Estrelas', 'Clube da esquina nº2', 'Paisagem da janela', 'Trem de doido' o 'Nuvem cigana'. Le escuchamos en canciones de su primer disco en solitario publicado también en 1972 y que, al no tener título, quedó como el disco de las zapatillas de tenis: 'Canção postal', 'O caçador', 'Faça seu jogo', 'Como o Machado' y 'Eu sou como você é'. Y en las canciones 'Sonhor real', 'Nenhum mistério' y 'Fios d´água' de su disco de 1984 'Sonho real'. Con Milton, en concierto en Río de Janeiro, noviembre de 2012, cantando su 'Para Lennon e McCartney'.Escuchar audio
Em uma semana, o Brasil estará no foco das atenções do mundo, com o início da Cúpula do Clima em Belém, no Pará (COP30). Num contexto internacional desfavorável, a presidência brasileira do evento trabalha para que esta seja a COP da implementação: que a conferência enderece soluções para os países tirarem do papel as promessas feitas até aqui, para o enfrentamento do aquecimento do planeta. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Em entrevista exclusiva à RFI, em Paris, o presidente designado da COP30, embaixador André Corrêa do Lago, ressaltou que a revolução das energias renováveis desde a assinatura do Acordo de Paris, há 10 anos, traz razões para otimismo. “Antes do acordo, havia uma perspectiva de que a temperatura chegaria a no mínimo 4ºC até 2100, e agora já há um certo consenso científico que ela deve estar a caminho de 2,7ºC, se nós não fizermos ainda mais esforços", ressaltou. "Por mais que a gente não esteja no nível que nós deveríamos estar, muitos avanços aconteceram e nós podemos ser otimistas." A COP30 vai ocorrer em duas etapas: primeiro, nos 6 e 7, chefes de Estado e de Governo se reunião para a Cúpula dos Líderes na capital paraense, a convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O francês Emmanuel Macron e o presidente do Conselho Europeu, António Costa, estão entre os que confirmaram presença, mas é esperado que Belém não receberá números expressivos de lideranças, ao contrário do que ocorreu na reunião em Dubai, há dois anos. Na sequência, de 10 a 21 de novembro, acontece a conferência propriamente dita, reunindo diplomatas, cientistas, especialistas, setor privado e sociedade civil, para duas semanas de negociações sobre os principais temas relacionados à mudança do clima. "Nós vamos ter anúncios muito importantes de aumento de recursos para adaptação", antecipa Corrêa do Lago. A preocupação de que os Estados Unidos não apenas não participem da COP, como atuem para bloquear qualquer acordo em Belém, paira sobre o evento. O país, maior emissor histórico de gases de efeito estufa, não tem participado das negociações prévias à conferência, mas poderia enviar uma delegação para as negociações oficiais. “A questão da participação americana ainda é uma incógnita”, reconheceu o diplomata. Confira os principais trechos da conversa: Quantos líderes exatamente vão participar da cúpula? Quais serão os chefes de Estado e de governo esperados e, depois dela, quantos países vão participar da Conferência do Clima de Belém? O número de autoridades que vão vir para cúpula ainda está indefinido, porque qualquer programação que inclua chefes de Estado hoje em dia é muito complexa: questões de deslocamento, segurança etc. Eu acredito que vai ser uma cúpula com alguns dos chefes de Estado mais relevantes, porque a liderança do presidente Lula hoje é particularmente notável no mundo e a questão do clima é um tema que alguns acreditam que diminuiu de intensidade do ponto de vista das trocas internacionais, mas quando a gente está falando de fortalecimento do multilateralismo, a questão do clima é absolutamente central. Então, eu acredito que nós vamos ter a esmagadora maioria dos países na COP. Dez anos depois da assinatura do Acordo de Paris, não podemos dizer que algum país tenha cumprido plenamente as suas metas climáticas. Nenhum grande emissor está, de fato, no caminho de limitar o aquecimento global a 1,5ºC, conforme o acordo prevê, entre eles o próprio Brasil. O que precisa acontecer em Belém para que essa conferência não seja lembrada como apenas mais uma rodada de promessas? Eu acho que tem certos países que estão no bom caminho, sim. Um deles é o nosso. A nossa NDC [Contribuição Nacionalmente Determinada, na sigla em inglês] para 2030 deve ser cumprida. Nós realmente temos sido exemplares, inclusive porque, como todos sabem, um dos grandes problemas das nossas emissões é o desmatamento. Eu acho que nós vamos continuar a ter números positivos no combate ao desmatamento. Outros países também progrediram de maneira significativa, aumentando os seus investimentos em renováveis. Tem uma quantidade de países que a gente não imagina que evoluiu de maneira incrível. Você pega o Uruguai, por exemplo: em oito anos, passou a ter tanta eólica que agora está com 99% da sua eletricidade renovável. O Quênia também está praticamente com 99%. Para nós, brasileiros, é natural, porque o Brasil tem renováveis há muito tempo, mais ou menos a 90%. Essa tendência tem se expandido de maneira impressionante. Vários países desenvolvidos estão reduzindo de maneira significativa as suas emissões. Ou seja, tem muitos resultados, e um dos que são muito claros é o quanto nós já conseguimos mudar o caminho que estava traçado antes do Acordo de Paris. Havia uma perspectiva de que a temperatura chegaria a no mínimo 4ºC até 2100, e agora já há um certo consenso científico que ela deve estar a caminho de 2,7ºC, se nós não fizermos ainda mais esforços. Ou seja, o Acordo de Paris funcionou para baixar, mas ainda não o suficiente. A expectativa é que nós poderemos progredir ainda mais, porque a economia que mais está crescendo e tem mais impacto sobre o clima, a chinesa, está clarissimamente voltada para o combate à mudança do clima. Então, eu acho que é isso que a gente gostaria muito que saísse de Belém: que o mundo reconhecesse que, por mais que a gente não esteja no nível que nós deveríamos estar, muitos avanços aconteceram e nós podemos ser otimistas. O Brasil pode continuar sendo um exemplo na área de clima depois de o Ibama autorizar os testes para a prospecção de petróleo na foz do rio Amazonas, apenas duas semanas antes da COP30? Nós temos instituições, e o momento em que essa autorização pôde ser concedida foi agora. É o Ibama a instituição que decidiu. Eu acho que isso mostra que o Brasil, como todos os países, tem interesses e circunstâncias diferentes. Em um país que se tornou um produtor importante de petróleo, como o Brasil, é preciso pensar no petróleo no conjunto da equação do nosso esforço para diminuir a dependência das energias fósseis. Isso parece um pouco estranho, mas o Brasil já demonstrou coisas extraordinariamente positivas, como nas energias renováveis. Nós somos, ao mesmo tempo, campeões das energias renováveis e um importante produtor de petróleo. É preciso que a sociedade brasileira decida quais são as direções que o país deverá tomar e esse é um debate muito importante no Brasil. Decisões sobre a adaptação dos países às mudanças climáticas, que durante muito tempo foi um tema tabu nas COPs, estão entre as apostas da Conferência de Belém. Quais são as medidas concretas que o senhor espera sobre a adaptação? Isso não abre o caminho perigoso de os países acabarem contornando o grande causador do problema, que são os combustíveis fósseis? Quando eu comecei a trabalhar na área de clima, mais ou menos no ano 2000, havia, sim, essa ideia. “Meu Deus do céu, se a gente já for cuidar de adaptação, a gente não vai fazer o esforço de mitigação” [redução de emissões]. E a verdade é que nós todos estávamos errados, porque nós não sabíamos que a mudança do clima chegaria tão rápido. Você vê hoje, no Brasil, uma percepção muito clara do impacto da adaptação. Quando você pega o que aconteceu em Porto Alegre, é uma coisa que poderia ter sido diminuída se as obras de adaptação tivessem sido feitas – e isso é um alerta para todas as cidades brasileiras, de certa forma. Mas quando os rios secam na Amazônia, não é uma questão de adaptação. Isso só a mitigação resolve. Então, nós temos que avançar com os dois juntos. Leia tambémDivisão de europeus sobre metas climáticas simboliza riscos à COP30 em Belém Mitigação tem uma outra dimensão que sempre a tornou mais atraente na negociação que é a seguinte: onde quer que você reduza as emissões, vai ter um impacto no mundo todo. E a adaptação é vista como um problema local, um problema de prefeitura ou de estados dentro de um país, o que também é uma percepção errada, porque a adaptação é algo que tem hoje muito claramente um impacto grande, inclusive na atração de investimento para um país. Um país que tem condições para receber fábricas, infraestrutura, vai fazer uma diferença gigantesca nos investimentos. Eu acho que a gente tem que entender que são dois problemas diferentes, mas que são dois problemas que não podem ser dissociados. Na COP de Belém, nós vamos ter anúncios muito importantes de aumento de recursos, porque um dos problemas é que, como adaptação não tem um efeito global, muitos países doadores preferem dar dinheiro para mitigação porque, de certa forma, indiretamente, eles serão beneficiados, enquanto a adaptação é uma coisa que vai atingir pessoas que eles nem conhecem. Eu acredito que, inclusive, os bancos multilaterais de desenvolvimento vão colocar a adaptação como uma prioridade absoluta. Diante de um contexto internacional delicado, a presidência brasileira da conferência também dá ênfase à implementação das metas, ou seja, viabilizar que essas promessas feitas nas COPs sejam cumpridas. Vai ter como impulsionar a implementação sem resolver o grande embate sobre o financiamento, que sempre bloqueia as COPs? O senhor reconheceu recentemente que não vai ser possível garantir já em Belém o US$ 1,3 trilhão por ano de financiamento que se estimam necessários. Não, ninguém vai aparecer um cheque com esses recursos. Mas o que há é uma consciência muito grande de que a mudança do clima está atingindo todos os setores da economia e os países em desenvolvimento não podem continuar a ter as responsabilidades, que ainda têm de assegurar educação, saúde, infraestrutura para as suas populações e, além do mais, incorporar a dimensão de mudanças do clima. Desde o início dessas negociações, os países desenvolvidos, que já emitiram muito para o seu desenvolvimento, teriam que contribuir. Eles têm contribuído menos do que se espera, mas eles têm contribuído. Dos US$ 100 bilhões que eram supostos aparecer entre 2020 e 2025, só a partir de 2023 é que ultrapassaram os US$ 100 bi que deveriam ter vindo. Agora, houve um acordo na COP de 2024 em Baku, de subir para US$ 300 bilhões a partir de 2035. Muitos países em desenvolvimento ficaram muito frustrados, porque ainda é muito pouco. É esse número que você disse sobre o qual nós estamos trabalhando, US$ 1,3 trilhão. Esse valor parece estratosférico. Na verdade, é um valor possível. Eu devo publicar dia 3 de novembro mais um relatório que deve sair antes da COP, assinado por mim e o presidente da COP29, sobre como traçar o caminho para conseguir US$ 1,3 trilhão. Especialistas em negociações climáticas temem que os Estados Unidos não apenas não participem da COP30, como atuem fortemente para bloquear qualquer acordo relevante na conferência. Essa é uma preocupação sua? Hoje há várias preocupações. Nas negociações oficiais, tudo tem que ser aprovado por consenso. Na verdade, qualquer país pode bloquear uma COP, e já aconteceu em várias negociações de um país se opor ao que os mais de 190 outros estavam de acordo. A questão da participação americana ainda é uma incógnita, porque, em princípio, os Estados Unidos, ao se retirarem do Acordo de Paris formalmente há 11 meses, apenas estão esperando a formalidade do trâmite. Eles têm que esperar um ano para sair formalmente, o que só vai acontecer em janeiro. Em princípio, os Estados Unidos não têm participado das negociações porque eles querem sair delas. Vamos ver como é que a coisa evolui, porque nós sabemos muito bem que há um contexto internacional um pouco especial. Os Estados Unidos têm participado muito ativamente de outras reuniões em organismos e convenções das quais eles não disseram que sairiam, que foi o que aconteceu com a Organização Marítima Internacional e na negociação de plásticos, em que os Estados Unidos foram muito atuantes. Mas eles estavam atuantes num contexto em que eles são membros plenos e pretendem continuar a ser membros plenos, que não é o caso do Acordo de Paris. Então, vamos ver como é que vai ser: se os Estados Unidos vão mandar uma delegação, e como vai ser a atuação americana em Belém. Leia tambémAmazônia: a equação delicada entre preservação e combate à pobreza
No Papo Antagonista desta terça-feira, 28, Rodrigo Pimentel, ex-capitão do BOPE, criticou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, ao comentar a megaoperação da Polícia do Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho (CV). Após o governador do Rio, Cláudio Castro, ter dito que o estado "está completamente sozinho nessa luta hoje", Lewandowski alegou que não recebeu nenhum pedido do Palácio Guanabara: “Não recebi nenhum pedido do governador do Rio de Janeiro, enquanto Ministro da Justiça e Segurança Pública, para esta operação. Nem ontem, nem hoje. Absolutamente nada. A responsabilidade é, sim, dos governadores.Nenhum pedido do governador Cláudio Castro até agora foi negado. A Polícia Federal (PF) está atuando intensamente com recordes de apreensão de drogas, de armas, de operações de inteligência”, afirmou Lewandowski, em coletiva. Ao comentar a fala do ministro de Lula, Rodrigo Pimentel afirmou: "O Lewandowski foi ministro do STF. O artigo 144 é muito claro: a responsabilidade é de todos, então é lamentável um ministro da Justiça não conhecer a Constituição Federal." O ex-capitão do Bope acrescentou: "O governo federal tem responsabilidade, sim. Não só no que se refere a rodovias. A Polícia Federal no Rio poderia estar atuando muito mais na prisão e captura desses líderes do Comando Vermelho. Ela está omissa em relação a isso. Todo mundo sabe. Ela [PF] vai muito bem no que se refere a combate a milícias, sim, mas ela é omissa no enfrentamento ao Comando Vermelho. É só analisar as últimas prisões de lideranças do Rio de Janeiro nos últimos cinco anos."Ouça à íntegra da entrevista:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
In this episode, we're going to learn the difference between "algum / alguma / alguns / algumas" and "nenhum / nenhuma / nenhuns / nenhumas" and how we can translate them in to English depending on the context.
Hollywood, Flórida. Julho de 1993.Um crime aconteceu que chocaria não só a Flórida, mas o país inteiro. O que tornou esse caso tão perturbador não foi apenas a brutalidade - foi quem estava envolvido.Oito jovens envolvidos com idades entre 17 e 20 anos. Todos de famílias de classe média e alguns ainda vivendo com os pais. Nenhum histórico significativo de violência extrema. Este não é um caso simples. Não há lado "certo" óbvio. É uma história sobre amizade tóxica, anos de abuso, e decisões que mudaram vidas para sempre.Por causa do número de pessoas envolvidas, antes de entrar no que aconteceu, vamos conhecer cada uma delas. Vou fazer uma mini biografia de cada pessoa - quem eram, como cresceram, de onde vieram, como suas vidas se cruzaram.#533
Lutz veste Insider
@igrejakyrios | Igreja Evangélica KyriosCulto do dia 28.09.2025 no período da Manhã - 11H2 Reis 5Você já se sentiu como um "ninguém" em uma situação que você não escolheu? O Pr. Nivaldo Nassiff traz uma mensagem poderosa sobre a Escrava Anônima de 2 Reis 5.Descubra como essa menina, sem nome e sem poder, se torna um instrumento crucial para a cura de um grande general, Naamã. Uma reflexão sobre como Deus tem um propósito em nosso sofrimento, nos capacita com Seu poder e nos usa para mudar o futuro de nossa família e das pessoas ao redor, mesmo quando tudo o que queremos é desistir.A lição final? Nenhum sucesso na rua valerá o fracasso da sua casa.Compartilhe essa palavra com alguém... Ouça nossas músicas autorais!Meu Lugar - https://youtu.be/htZ9wZZryaMMinha Adoração - https://youtu.be/6kQtwF0m67kSe conecte conosco!https://portal.igrejakyrios.com.br/fale-conosco/Inscreva-se no nosso canal: www.youtube.com/@igrejakyrios Nosso Site: http://www.igrejakyrios.com.brInstagram: https://www.instagram.com/igrejakyrios/
Nenhum ministro do Supremo Tribunal Federal negou a existência do petrolão, nem do 8/1 e de tramas contra a democracia.Ainda que considerássemos somente os votos mais favoráveis a Lula e Jair Bolsonaro em ambos os processos penais, como fazem seus ativistas, teríamos dois presidentes que, em graves escândalos, ‘não sabiam de nada'.Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Para saber demais informações e participar do clube de conversação depois do expediente, siga o link: https://portuguesewitheli.com/cah If you’d like to help our podcast, consider leaving us a review (Apple and Spotify). Or, alternatively, you can also make a small donation that will be used to cover costs and buy more books for me to research for the podcast
Fala, ouvinte! Beleza? Aqui é o Rafael 47, co-criador do RPG Next. Se você chegou até a gente pelo Spotify e não encontrou todos os episódios que queria ouvir, fica tranquilo: temos muito mais conteúdo espalhado por aí. Primeiro, no Spotify, procure pelo nosso feed principal chamado RPG Next Podcast. Lá você encontra todos os … O post Não Perca Nenhum Episódio apareceu primeiro em RPG Next.
Lula exaltou Delúbio Soares, José Genoíno, João Vaccari Neto e José Dirceu, em evento do PT, no domingo, 3 de agosto.Delúbio e Genoíno foram condenados no mensalão. Vaccari, no petrolão. Dirceu, no mensalão e no petrolão.Nenhum deles abriu o bico na cadeia.Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br