POPULARITY
Categories
Confira no Morning Show desta terça-feira (29): O ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), suspendeu nesta segunda-feira (28) todos os efeitos da decisão em que o ministro Flávio Dino derrubou uma ordem do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contra publicações que atribuíam ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro a intenção de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. Com a decisão, voltam a valer as determinações do TSE, com as ressalvas que elas já continham. As plataformas X, Facebook, ByteDance e Google têm 24 horas para restabelecer o cumprimento das ordens da Justiça Eleitoral e devem deixar de executar a decisão de Dino. Se descumprirem, podem receber multa por ato atentatório à dignidade da Justiça e responder por crime de desobediência. O ministro Luiz Edson Fachin abriu a sessão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) desta terça-feira (29), cumprimentando os conselheiros pelo apoio em seu primeiro ano à frente da Presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) e do CNJ. A controvérsia em torno do post do humorista Antonio Tabet, que atribui ao candidato Flávio Bolsonaro a intenção de retirar o título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida, transformou-se em uma verdadeira batalha jurídica dentro do Supremo Tribunal Federal. Com ministros concedendo liminares e outros derrubando decisões anteriores sobre a permanência dos conteúdos nas redes sociais, a Corte expõe uma divisão profunda sobre os limites da liberdade de expressão em ano eleitoral. Desde o início da campanha eleitoral deste ano, o Tribunal Superior Eleitoral recebeu mais de 51,4 mil denúncias de propaganda irregular em seu aplicativo Pardal, feito justamente para receber esse tipo de denúncia. Os estados de São Paulo, Bahia e Minas Gerais concentram o maior número de ocorrências. O comentarista de cinema da Jovem Pan, Josias Teófilo, foi tema de uma entrevista na Folha de São Paulo sobre a ascensão da nova direita. Na publicação, Josias deu a declaração de que a nova direita surgiu pois “ninguém aguentava mais o Caetano Veloso”. O governo dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (28) restrições de vistos contra 27 autoridades, ex-autoridades e outros indivíduos da América Latina, além de familiares imediatos, em uma nova ofensiva contra pessoas acusadas por Washington de envolvimento com corrupção, narcotráfico e ações que ameaçam instituições democráticas na região. A medida foi anunciada pelo Departamento de Estado, comandado pelo secretário Marco Rubio, e alcança pessoas da Bolívia, Colômbia, Equador e Peru. Nenhum brasileiro aparece na relação. A apuração da coluna, no entanto, indica que outros nomes do Brasil também estão sendo analisados em Washington para possíveis novas medidas. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
O MLSTP, principal partido de oposição, chegou à frente nas legislativas deste domingo 27 de Setembro de 2026 em São Tomé e Príncipe, com uma diferença de algumas centenas de votos face à ADI, no governo. Enquanto o MLSTP reivindica pelo menos 26 mandatos, a ADI no poder, veio afirmar esta tarde que existe a possibilidade de “um empate técnico” a 24 mandatos com o MLSTP. Outro dado destas eleições, de acordo com a Comissão Eleitoral Nacional, a taxa de abstenção situou-se quase nos 59%, ou seja no mesmo nível constatado nas presidenciais de 19 de Julho. Dados preliminares que analisamos com o sociólogo são-tomense Olívio Diogo. RFI: Como analisa na globalidade os primeiros resultados divulgados hoje? Olívio Diogo: Primeira coisa que tenho que falar sobre as eleições é dizer que elas correram de forma ordeira. Mais uma vez, o povo são-tomense mostrou que está muito evoluído positivamente para aquilo que diz respeito às eleições, naquilo que diz respeito à votação e que a partir do momento que as pessoas votam, elas transformam o dia da eleição numa festa. Não há nenhum tipo de conflito. Não há incidente e se houver algum outro caso, são casos naturais que acontecem em qualquer eleição, como em qualquer parte do mundo. Mas eles mostraram que estão bastante maduros para a questão das eleições. A outra questão tem a ver com aquilo que foram as abstenções que aconteceram. Esta abstenção acontece sobretudo porque as pessoas ficam cada vez mais cansadas daquilo que é a votação. Eu estive em alguns círculos eleitorais. Eu vi que as pessoas estavam ali, estavam perto do local da votação, mas não iriam votar porque estavam a participar da festa. É que os governantes, qualquer um deles, já não estão a trazer para si aquilo que acham que vai melhorar as suas condições de vida. RFI: Relativamente ainda á abstenção, esta abstenção, a taxa é mais ou menos semelhante àquela que foi constatada durante as presidenciais de 19 de Julho. Outro dado é que, entretanto, há algumas semanas, houve um apelo ao boicote a estas eleições legislativas. Como é que deve ser interpretada esta taxa de abstenção? Olívio Diogo: É verdade que mesmo antes do período eleitoral, houve um apelo ao boicote pelo ex-primeiro ministro Patrice Trovoada para que as pessoas não fossem às urnas. Quando nós falámos com as pessoas aqui, nós percebemos que este boicote pode não ter sido a causa fundamental das pessoas não irem votar, mas este boicote aproveita a oportunidade que as pessoas estão tão desencontradas com aquilo que os políticos fazem e as pessoas vêem que as suas vidas não estão a ser melhoradas. Mas é preciso também dizer que esta abstenção tem dois ou três aspectos ainda que são importantes falar sem falar da questão dos boicotes, sem falar que as pessoas estão desinteressadas em irem votar. é que esta forma de votação que nós estamos a ter agora, é uma votação diferenciada, todos os indivíduos que têm 18 anos, eles não precisam ir fazer a inscrição. Portanto, há muitos jovens com 18 anos que nem sabem que estão inscritos no caderno eleitoral. Outro aspecto tem a ver com o facto de estes dados terem sido extraídos e muitas pessoas não sabem em que local estão inscritas. O terceiro aspecto muito importante também, que se deve frisar, tem a ver com a emigração. Esta eleição a que estamos a assistir agora é uma eleição que apanhou esta vaga de emigração. É uma emigração de pessoas que muitas delas estão sem as suas condições de vida regularizadas. Elas não sabem sequer que poderiam votar no exterior. RFI: Este voto maioritário no MLSTP é um voto de adesão ao projecto do MLSTP ou de rejeição ao partido da situação? Olívio Diogo: O MLSTP, para quem acompanha as eleições em São Tomé e Príncipe, de algum tempo a esta parte, sabe que o MLSTP tem um número mais ou menos de votos que não se altera muito e portanto o MLSTP fez o seu papel de garantir que este número de votos seja aplicado. E por outro lado, trabalhou para que aumentasse mais um ou dois, o número deputados. Portanto, aqui há duas coisas. A primeira coisa é dizer que isto foi claramente um boicote ao Américo Ramos e as pessoas não se encontraram com aquilo que o Américo Ramos fez durante o seu mandato de dois anos. A população não se entendeu com Américo Ramos e certamente a forma como se tornou líder do Partido da Acção Democrática Independente e ele não conseguiu criar uma empatia com a população, que era uma empatia com aquilo que são as necessidades básicas da população. Se reparar, o MLSTP não cresceu muito. Foi a ADI que baixou significativamente. A ADI tinha nas últimas eleições 30 deputados e saiu de 30 deputados para ter agora 22 ou 23 que ainda não sabemos. Mostra claramente que foi a ADI que perdeu e que o grande perdedor destas eleições é inevitavelmente, o Américo Ramos, o primeiro-ministro em funções. RFI: Patrice Trovoada, pode retirar algum dividendo político deste cenário? Olívio Diogo: Naturalmente que Patrice Trovoada vai tirar dividendos políticos deste cenário, por ter apelado ao boicote às eleições, apelado ao aumento da abstenção e a abstenção vir equilibrada, como foi já nas eleições presidenciais, demonstra claramente que a sua palavra, a sua imagem e a informação que ele quis passar foi encaixada sobretudo naquelas pessoas que são fidedignas àquilo que é a política de Patrice Trovoada. Essas claramente não foram votar e essas claramente disseram que continuam com ele independentemente daquilo que venha a contar. Portanto ele pode perfeitamente bem tirar dividendos disto. RFI: Ainda não se sabe exactamente como é que se repartem os mandatos, uma vez que é o Tribunal Constitucional que deve dar esta informação. O MLSTP reivindica pelo menos 26 mandatos, o que é muito próximo da maioria absoluta. Mas não tendo a maioria absoluta, para que partido é que se vai virar naturalmente para eventualmente formar uma coligação? Olivio Diogo: No que diz respeito ao facto de ser o Tribunal Constitucional a fazer o mosaico natural de número de mandatos que cada partido deve ter, isto leva a entender que o MLSTP, tendo em conta que isto é uma realidade, está a fazer pressão para dizer ao Tribunal Constitucional que este resultado são resultados que dificilmente se alteram. Mesmo que a ADI queira governar, teria que fazer uma coligação, mesmo que o MLSTP queira governar teria que fazer uma coligação. Perguntava-me anteriormente com quem é que se deve fazer esta coligação. Todos os partidos estão abertos e disponíveis porque eles sempre disseram o mesmo. O Basta e qualquer um destes partidos tiveram um ou dois deputados, estão disponíveis para o fazer. Essa coligação passará inevitavelmente pelo MCI-PS/PUN porque está em melhores condições. Nenhum partido poderá governar sem fazer uma coligação com esta formação. Isto é impossível, a não ser que haja uma coligação entre o MLSTP e a ADI para governar, o que eu acho que não acontece. A coabitação que deve haver entre o Presidente da República e uma cor política contrária é uma coabitação que nós, os observadores daquilo que se passa dentro da nossa política, acreditamos que sim, porque não podemos esquecer que estas duas forças, quer o MLSTP quer a ADI, apoiaram o Carlos Vila Nova a ser reeleito Presidente da República e agora não vejo razão para que o Carlos Vila Nova venha se opor à possível ascensão de uma dessas forças políticas.
Teste grátis de 30 dias ou 3 meses para quem é membro Amazon Primehttps://www.audible.com.br/pd/B0HGYC758GNo outono de 1888, cinco mulheres foram assassinadas nas ruas mais pobres do East End de Londres. Nenhum culpado foi preso. Mais de um século depois, o caso segue como o maior enigma da história do crime — e talvez nunca seja resolvido. #629
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Equipes de resgate conseguiram chegar por terra ao local onde o helicóptero que transportava o cantor Rick e outras quatro pessoas caiu. Nenhum ocupante sobreviveu. As equipes atuam neste momento para resgatar os corpos das cinco vítimas e trazer para a sede da Polícia Científica do estado onde a perícia vai ser realizada. Foram três horas de caminhada dentro da mata fechada para conseguir chegar ao local do acidente. Os destroços do helicóptero foram encontrados nesta terça-feira (22), por volta das 12h, em Urubici, na Serra Catarinense, pelas aeronaves que faziam as buscas. O cantor Rick, o empresário Bruno Avelar, o produtor de vídeos Paulo Soares, o piloto Antonio Roberto Nobrega de Araujo e o copiloto Leopoldo Barros Teixeira, estavam a bordo e não sobreviveram. E ainda: Presidente Lula discursa na Assembleia Geral da ONU e defende a soberania do Brasil.
Em São Tomé e Príncipe, decorre a segunda e derradeira semana de campanha para as legislativas, autárquicas e regional de 27 de Setembro. Entre as várias temáticas evocadas pelos candidatos, figura nomeadamente a prioridade de dotar o país de políticas especificamente dirigidas aos jovens. Estima-se que entre os mais de 200 mil habitantes do pais, 70% sejam jovens. Uma força de trabalho e de iniciativa invejável mas que coloca o desafio da criação de oportunidades e da garantia de uma educação de qualidade para todos. Ao dizer o que é ser jovem hoje em São Tomé e Príncipe, Leopoldo Vera Cruz, líder do conselho nacional da juventude do seu pais, não deixa de enumerar a falta de transportes, a falta de equipamentos ou ainda de manuais como sendo alguns dos obstáculos encontrados pelos jovens na sua preparação para a vida activa. RFI: O que é ser jovem hoje em São Tomé e Príncipe? Leopoldo Vera Cruz: Nós temos o capital humano, que para nós é uma valência. Mais de 70% da população são-tomense é jovem, logo está também associado, naturalmente, aos desafios, que são muitos. Mas podemos aqui destacar o desemprego juvenil. Hoje em dia vivenciamos muita fuga de cérebros, de quadros jovens em busca de oportunidades noutros países, a destacar Portugal que é o mais próximo, urge necessariamente medidas políticas mais assertivas para mitigar estes desafios e fazer com que a juventude possa servir a construção do país. Ou seja, nós, enquanto país, precisamos aproveitar melhor este recurso que nós temos, que é o nosso capital humano, que é muito invejável e que outros países não têm. RFI: E portanto, começa nomeadamente pela questão da educação. Como é que estamos em termos de acesso à educação e em termos também de qualidade? Leopoldo Vera Cruz: Nós observamos alguns ganhos. É necessário reconhecer esses ganhos que nós conquistámos. Entretanto, ainda falta muito por fazer. E hoje, falar-se da educação de qualidade é um desafio muito maior ainda, porque existem muitos jovens que não têm oportunidade de frequentar o ensino secundário e, principalmente, o ensino universitário. Nós gostaríamos de destacar os jovens que residem nas comunidades mais distantes, principalmente do distrito de Caué (no sul) e do distrito de Lembá (no oeste da ilha de São Tomé) e também associar jovens que residem na Região Autónoma do Príncipe, porque as universidades estão mais situadas no centro da capital. E esses jovens, para dar continuidade aos seus estudos, eles precisam de deslocar-se de onde residem para o centro da capital para estudarem. Infelizmente nós não temos residência universitária, porque aí sim, seria uma forma de mitigar este desafio e também contribuir para aquilo que é a inclusão, aquilo que é a justiça e em termos de oportunidade para todos jovens. Queria dizer ainda que existe muita coisa por fazer, principalmente a questão de recursos humanos. Estou a referir-me aos profissionais de educação, principalmente os docentes, porque nós, na verdade, com esta fuga desenfreada de jovens para o exterior, também muitos professores, muitos docentes que já leccionavam há um bom tempo a esta parte, acumulando necessariamente aquilo que é experiência, foram obrigados a aventurar-se noutros países e isto deixa sempre uma lacuna. E o Estado tem que todos anos recrutar novos docentes. Logo ha necessidade de reciclagem, capacitação contínua, que é para promover a questão da educação de qualidade. E parece ser muito caricato quando fala se de educação de qualidade e nós continuamos ainda a leccionar aula de TIC (Tecnologias da Informação) sem ensinar o aluno a ligar um computador porque não têm computador na escola e o aluno apenas aprende teoria. Na prática, não sabe como ligar um computador. De igual modo, estaremos a dar exemplo com aulas de biologia, química, física, porque não existe laboratório para os alunos fazerem aulas práticas, experiências e isto põe em causa, naturalmente, a educação de qualidade. Estava a falar sobre ganho porque hoje nós conseguimos ter uma cobertura de acesso, principalmente das crianças e adolescentes na escola muito grande e nós temos o desafio da permanência dessas pessoas, principalmente no ensino secundário, por vários factores. Um deles é a falta de transporte escolar para dar resposta e a cobertura a todo território nacional. Muitas comunidades ainda não têm escolas, outras que têm, não têm escola com grande qualidade e assim fica difícil. RFI: Disse há pouco que muitos jovens acabam por não seguir todo o processo de educação devido a problemas como o transporte. Há também comunidades em que os jovens não são propriamente incitados a continuar na escola porque há falta de meios, têm que ajudar os pais na sua actividade económica. Isto é um caso isolado ou isto ainda costuma acontecer frequentemente? Leopoldo Vera Cruz: Felizmente nós estamos a quebrar este aspecto aos poucos, mas nós precisamos ser honestos em dizer que ainda existe, mas numa repercussão muito menor em relação a alguns anos atrás. Talvez ainda exista comunidade onde existem jovens que sentem um dilema entre continuar com os seus estudos ou apoiar a família, porque talvez não exista condições de base criadas para motivá-lo a dar continuidade aos estudos. Jovens de Porto Alegre e arredores, jovens do distrito de Caué (no sul), eles são obrigados a fazer a sua faculdade no centro da capital. E para que isso possa acontecer, eles devem ter um familiar ou ter recursos financeiros para custear o transporte todos os dias para fazer um curso superior. Se o Estado apostasse verdadeiramente naquilo que é a residência universitária, estaria sim a dar respostas a este desafio e também a garantir a justiça e a inclusão de pessoas que residem nas comunidades mais distantes. RFI: Durante esta campanha, alguns candidatos mencionaram que não têm nada contra a ideia de haver alguma iniciativa privada em matéria de educação. Enquanto representante dos estudantes, o que é que acha dessa eventualidade? Leopoldo Vera Cruz: Nós defendemos que a educação é um direito de todos. Têm direito a aprender a ler e a escrever, a desenvolver um pensamento crítico e o Estado deve salvaguardar escrupulosamente o cumprimento deste direito, que é um direito fundamental que está respaldado na Constituição da República de São Tomé e Príncipe. Paralelamente ao ensino público, existem estabelecimentos, existe também ensino privado. A parte privada fica ao critério de cada um, trazendo naturalmente uma ou outra valência. Nós defendemos que o básico, o fundamental, o Estado precisa garantir, precisa garantir com qualidade, para que, de facto, nós, enquanto Estado de Direito democrático, estejamos a formar pessoas com poder de interpretação, poder crítico e poder também de propor políticas e ideologias mais assertivas, atendendo aos desafios actuais que o país enfrenta. RFI: Estamos em período eleitoral. Quais são as suas expectativas? Leopoldo Vera Cruz: Quase todos os dirigentes ‘vendem o seu peixe', dizem aquilo que pensam. Entretanto, nós ainda não encontrámos nenhum partido político, nenhum dirigente político com ideias concretas direccionadas para o país e, principalmente, para a juventude. As eleições que se avizinham, nós também estamos expectantes que o partido que for eleito possa representar da melhor forma o país, trazendo inovações políticas mais assertivas para o desenvolvimento do país, que governe para todos e não apenas para um grupo de pessoas ou um grupo de amigos e que possam achar o ponto comum que é São Tomé e Príncipe, que deve unir a todos nós.
Em São Tomé e Príncipe, decorre a segunda e derradeira semana de campanha para as legislativas, autárquicas e regional de 27 de Setembro. Entre as várias temáticas evocadas pelos candidatos, figura nomeadamente a prioridade de dotar o país de um melhor sistema de saúde. O processo recentemente iniciado para construir um novo hospital de referência parece fazer globalmente a unanimidade e também se evoca a possibilidade de se construírem centros de saúde nas comunidades. Estas promessas de campanha surgem num contexto de grande penúria, tanto em recursos humanos, como em medicamentos e equipamentos num pais cujo principal hospital, o Ayres de Menezes é uma estrutura antiga que dificilmente se adapta às necessidades actuais do país. Uma constatação feita por Lagchar Barreto, médica no actual hospital de referência do arquipélago e bastonária da ordem dos médicos. Ao fazer um diagnóstico deste sector no seu pais, esta responsável começa por falar da saúde dos seus concidadãos. RFI: Como está a saúde dos são-tomenses? Lagchar Barreto: Podia estar muito melhor. Nós temos um país lindo. Temos tudo para ter uma saúde boa, um mar que nos dá a brisa diariamente, Pastos para nós caminhamos e é ter a mente mais fresca e ter melhor estilo de vida. Uma terra fértil para produzir coisas sem necessitar de muitos aditivos e daí termos uma saúde mais robusta. Mas não estamos a usufruir isso. Nós consumimos mais o que vem de fora, que é importado e cheio de conservantes. Estamos a adoptar estilos de vida que não são saudáveis. Daí essa mudança de perfil epidemiológico que já vem nos alertando já há coisa de seis anos, onde as doenças crónicas não transmissíveis têm assoberbado o nosso sistema. Nós temos muitos casos de AVC, de enfartes. Pessoas podem ter enfartos, AVC muito jovens. Isso faz com que nós tenhamos menos pessoas produtivas para todo o sistema a nível nacional. E se forem pessoas de idade, é mais um peso, para ter mais segurança social para os familiares que têm que reduzir aquilo que tem como rendimento para cuidar de quem está enfermo. Portanto, eu acho que a população tem que nos ajudar naquilo que são determinantes sociais, para ajudar o sistema de saúde a ficar um bocado mais robusto e ter de nos preocupar com coisas emergentes, não coisas que podemos evitar com uma mudança de comportamento. RFI: Também consta que há problemas de saúde decorrentes, por exemplo, de coisas como a qualidade da água. Lagchar Barreto: Sim, isto é um problema crasso a nível nacional, que tem vindo a se agravar cada vez mais. E eu espero que as entidades competentes consigam sanar essa questão. Mas é uma questão melindrosa. Nós, no sistema de saúde, o que nós fazemos é tentar fazer campanhas obrigatórias nas crianças. Nós recomendamos o uso de águas fervidas para colmatar esta falta de água, potável. Nós temos que pensar ‘eu levo uma vasilha para apanhar água numa fonte potável, mas aquela vasilha está em que condições?' Vai ficar lá estagnada quanto tempo? Então, tudo aquilo que pode ser efectivamente uma água potável, só pelo facto de termos um sistema de saneamento completamente desactualizado, aquilo que são as recomendações faz com que a água nunca seja potável. Então, a questão da água é uma questão muito complicada para a qual não vejo tão breve uma solução por vários motivos. Mas o que eu acho é que cada um terá que fazer um bocado da sua parte, que é tomar conhecimento das medidas a ter para fazer com que se consiga ingerir água potável, porque através da água podemos contrair imensas doenças. RFI: Qual é a situação neste momento da saúde em São Tomé e Príncipe? Lagchar Barreto: O sistema de saúde são-tomense é um sistema de saúde resiliente. Está sempre a passar por fases, mas tenta sobreviver a todas as questões que são conhecidas, uma carência generalizada, uma desorganização que é característica. O sistema público tem feito o seu melhor, mas eu acho que é mais por causa dos profissionais que amam trabalhar naquilo que estudaram. Preferem ficar em São Tomé e não em outros lugares, porque nós vivemos diariamente com carências de tudo, de tudo mesmo e vamos tentando sempre colmatar com a nossa ciência e temos sempre encontrado opções. Às vezes não é a primeira, nem sequer aquilo que está indicado para nós. Conseguimos dar conta daquilo que é cuidar dos utentes que vêm à nossa procura. RFI: Quando fala em sistema resiliente, fala, designadamente do facto de estarmos num hospital que é muito antigo e também de haver queixas de que não existem sequer medicamentos básicos. Lagchar Barreto: Os medicamentos básicos existem, mas em fases. Hà fases em que nós temos os consumíveis todos necessários para trabalharmos e hà fases onde falta um bocado de tudo. E estas são coisas ciclicas às quais já estamos habituados. Volto até a fazer uma afirmação que sempre é muito mal vista, mas é que todos os sucessivos governos que existiram em São Tomé sempre disseram que essa área é prioritária. Mas eu, como profissional que sou, nunca senti que a saúde era prioritária em governo nenhum. Sempre achei que achavam que aquilo que estavam a doar ou a investir na saúde era importante, era suficiente. Mas na realidade não. Porque nós temos que conhecer de verdade o sistema de saúde, as suas fragilidades, as suas necessidades, para depois investir de forma digna e coerente naquilo que é a melhoria do nosso sistema. RFI: Ou seja, não tem havido propriamente, a seu ver, algum plano para efectivamente melhorar a saúde. Lagchar Barreto: Eu acho que essas sucessivas mudanças de governo não ajudam plano nenhum a funcionar, porque cada governo que entra vem com a sua ideia e nunca consegue finalizar a sua ideia. E é sempre um recomeço persistente. E obviamente acabamos na situação em que nos encontramos agora, porque não há continuidade de Estado, ao menos na área da saúde, naquilo que é o investimento necessário para nós termos um sistema de saúde robusto para oferecer sistema de saúde com qualidade aos utentes que tanto precisam dele. RFI: Como é que estamos em termos de formação de profissionais, tanto de enfermagem, como de médicos? Lagchar Barreto: Os sucessivos governos têm os seus planos e projecções, mas nunca concluem. Nós decidimos ‘olha, este ano temos que formar dez médicos'. Se calhar conseguimos formar um. Se calhar a classe de enfermagem ainda é muito mais marginalizada que a parte médica. Portanto, nós temos uma carência abissal de especialistas. Mesmo recebendo quase anualmente um especialista, temos uma fragilidade imensa em questões de especialista que temos tentado colmatar com a vinda de missões internacionais que vêm apoiar o sistema. Mas há uma necessidade. Nós próprios temos a capacidade de ter especialistas. Isto é que está a faltar. RFI: Também se fala muito, por exemplo, durante esta campanha da construção de um novo hospital. Isto é uma solução para si? Lagchar Barreto: Eu ouço falar desse bendito hospital desde 2017 e estamos em 2026. Falou-se muito este ano de um financiamento que houve para isto. Mas a pergunta é: vamos construir um hospital para quando? Para quê? E para pôr o quê lá dentro? Porque um hospital, ele vai acompanhado, com recursos humanos capacitados, formados e em número suficiente, o que é muito importante isso. E não vale a pena dizer ‘vamos construir um hospital' e depois não ter em conta todos os aspectos de um hospital. Deve ser um hospital de acesso facilitado aos utentes. Um hospital com capacidade técnica de abranger especialidades, de ter pessoal qualificado para trabalhar, de ter todos os consumíveis necessários. Isto é o que eu quero ver. Eu quero efectivamente que este hospital exista, porque, como pode ver, o nosso hospital é um hospital antigo, completamente desfasado daquilo que é a necessidade dos profissionais, como dos utentes. Está a chover, está tudo parado porque de um edifício para outro temos que ter guarda-chuva, temos que ter carro para locomover-nos. Isso atrapalha todo o sistema. Portanto, eu espero de verdade, que este governo já não, mas o próximo governo continue com esse projecto de hospital novo, mas que o pense de forma ampla, de forma holística. Temos que ter um hospital, mas baseado na nossa realidade e necessidades. RFI: Também se falou muito da eventualidade de se fazerem pequenos centros de saúde nas comunidades. É realista também pensar nisso? Lagchar Barreto: É realista um sistema de saúde a qualquer nível. Recomenda-se a existência de pólos comunitários distritais para que a saúde esteja perto da população. Não faz sentido alguém ter que fazer quilómetros e quilómetros para ter acesso a um sistema de saúde. Mas isso tem que estar organizado. Temos que ter uma carta sanitária que espelha quantas unidades de saúde são necessárias no país, em que localidade, quantas unidades de saúde são necessárias para dar conta desse sistema para que isso seja funcional? Porque se eu construo um edifício sanitário que seja comunitário ou um posto de saúde se não tenho quem vá lá trabalhar, se não tenho consumíveis para lá trabalhar. Nós temos que ter pessoas que pensam que para tudo acontecer, tem que ter uma coisa organizada. Eu tenho que ter o espaço, a infra-estrutura, os recursos humanos e os consumíveis necessários. E a pergunta é: ‘aquele posto de saúde é um posto de saúde importante, necessário, emergente? Ele tem que funções?' E aí o sistema começa a funcionar melhor. Porque não vale a pena só ter uma estrutura que depois está abandonada. RFI: Estão a ser criadas condições para efectivamente as pessoas terem vontade de enveredar por essa via da enfermagem, da medicina? Ouve-se muito falar de greves periódicas. Como é que estamos neste aspecto? Lagchar Barreto: A classe médica, a última vez que houve reivindicação salarial, foi em 2013. Depois, nunca mais a fez. Faz sempre reivindicação pelas condições de trabalho. O salário da classe profissional é um salário indigno para aquilo que são as nossas funções. Mas lá está, nós estamos numa área social onde nós temos que doar-nos para além de formarmos. Nós fizemos um juramento onde salvar a vida é o mais importante. Então, vamos nos sacrificar e fazer o nosso melhor. E se o sistema se organizasse com o pouco que nos é atribuído, poderia ser feito de forma mais clara para incentivar as pessoas a voltarem. Porque uma pessoa que estuda seis anos, três anos, dez anos para terminar uma licenciatura em medicina, uma especialidade, voltar cá para receber uma coisa indigna, porque é indigno aquilo que recebe e, pior ainda, encontra tantos entraves para ser enquadrado no nosso sistema, faz com que a pessoa não queira voltar, muito menos ficar. Por isso nós temos muitos médicos formados, especializados, que não voltam para São Tomé, porque se voltarem para cá, acham que vão viver na penúria. E é verdade. No início vão viver na penúria até se organizarem e viverem com o pouco que vão arrecadar no final do mês. E eu digo sempre, um sistema, quando é claro, limpo, justo, faz com que não haja mais margens para que as pessoas comecem a inventar o que fazer ou então boicotar o sistema, porque alguém que recebe mal depois não colabora com o sistema de forma correcta. Então nós temos que tentar ser mais organizados naquilo que é a gestão dos recursos humanos, alocação, atribuição das categorias, que é muito importante. Nós encontramos médicos que estão a trabalhar há 15 anos. Nunca tiveram uma promoção. Isto não é digno. RFI: Daqui a uns dias vamos ter eleições. Tem alguma expectativa relativamente a este escrutínio? Lagchar Barreto: Eu espero, de verdade, que a população vote, vote com justiça, clareza, e que os eleitos possam fazer algo por São Tomé que tanto merece. O nosso país é lindo, é pequeno, devia ser uma incubadora de uma realidade saudável, bonita, paradisíaca, como eu acho que nós merecemos ser conhecidos e chamados. E eu espero tanto que o próximo governo possa fazer a diferença, porque eu acho que já temos bases lançadas para nós melhorarmos. Actualmente temos o financiamento para um hospital. Vamos ter hospital, vamos pegar no dinheiro para esse hospital. Investir nesse hospital. Vamos sentar com as pessoas indicadas, definir os recursos humanos necessários. Vamos estabelecer contacto com pessoas para apetrechamento do hospital. Vamos adequar, vamos elaborar documentos que normalizam tudo aquilo que é para ser efectivado a nível nacional, para que as coisas possam melhorar. Portanto, é um almejo de esperança que o próximo governo e especialmente o próximo Ministro da Saúde de São Tomé veja a saúde de forma que a população são-tomense merece. Até agora, muitos não o têm feito e eu espero que daqui para frente consigamos um Ministro da Saúde que consiga ver a saúde como algo essencial, primordial e inviolável e ao qual nós temos que dedicar o nosso melhor sempre.
Numa conversa gravada em 2023 para o podcast Posto Emissor, da BLITZ, Jorge Palma revisitou décadas de carreira, a propósito do lançamento do seu álbum, “VIDA” — na altura o primeiro disco de originais em 12 anos. Do conservatório à estrada europeia, das orquestrações feitas antes do 25 de Abril às colaborações com as gerações mais jovens, o músico refletiu sobre a criação, o tempo e a família. No dia da sua morte, recuperamos esta entrevista de arquivo, conduzida por Lia Pereira, com um dos autores mais queridos dos portugueses, um cronista em canção que, nas suas próprias palavras, canta aquilo que sente e pensa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O fim de semana teve derby de Manchester na Inglaterra e foi decidido com gol de Haaland - com admissão de um erro por parte da Premier League. Nenhum mandante conseguiu a vitória nesta rodada, o que é raro. E passamos pelas outras grandes ligas europeias também, com os principais destaques, como as vitórias com autoridade de Real Madrid e Barcelona.SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro! https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinNEWSLETTER! Nossa newsletter chega toda sexta aberta a todos com nossos textos sobre o que rolou na semana, e às terças com conteúdo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/Conheça o canal do Bonsa sobre Football Manager, BonsaFM: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Lobo sobre games, o Próxima Fase: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal de Leandro Iamin sobre a seleção brasileira, o Sarriá: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil
Confira o décimo e último episódio da terceira temporada do The Alcantara Show!Chegamos ao season finale depois de uma temporada de novas histórias, novos temas e muitas conversas sobre aquilo que faz parte da nossa trajetória. E, se você não escutou nenhum episódio dessa temporada, escute esse!Ao longo da terceira temporada do The Alcantara Show, mergulhamos nos temas que você, quarta irmã e fiel ouvinte, mais adora: experiências empreendedoras contadas de uma forma pessoal, posicionamento de marca, luxo, nosso estilo de empreender e, claro, muitas histórias para relembrar.Encerramos mais uma temporada do jeito que começamos: juntas. Crescemos juntas. Evoluímos juntas. Seguimos juntas. Essa é uma conversa entre irmãs que você também faz parte.www.tudoorna.com
TUTAMÉIA apresenta e comenta pronunciamento do presidente Lula à nação pelo Dia da Independência. Íntegra do Pronunciamento à Nação: 7 de setembroMinhas amigas e meus amigos,amanhã, 7 de setembro, é dia de comemorar a Independência do Brasil.Para além do grito de Dom Pedro I às margens do Rio Ipiranga, a Independência do Brasil foi uma dura conquista de homens e mulheres que deram suas vidas nas batalhas contra a tirania, a escravidão e a injustiça social.De Tiradentes, herói da Inconfidência Mineira, a Maria Quitéria, Maria Felipa e Joana Angélica, heroínas do 2 de julho na Bahia. Defender a Independência do Brasil é defender nossa soberania e nossa democracia.Mais do que nunca, é preciso lutar pelo que é nosso.Temos a segunda maior reserva de terras raras do mundo, e a maior fonte de água doce.No último mês, descobrimos uma nova e rica reserva de petróleo.Nossas riquezas devem servir ao futuro do povo brasileiro.Foi aprovado no Congresso Nacional o marco legal que permitirá ao Brasil transformar as enormes reservas de minerais críticos e terras raras em desenvolvimento e riqueza para o povo brasileiro.Recursos naturais que, da mesma forma que o nosso petróleo, devem ser usados para o desenvolvimento de tecnologia de ponta e geração de empregos de qualidade no Brasil.Por isso, não podemos baixar a cabeça diante de potências estrangeiras que querem transformar o Brasil novamente em colônia.Não somos colônia e não seremos colônia de ninguém.Minhas amigas e meus amigos,um país soberano é aquele capaz de defender seu território, suas fronteiras, seu meio ambiente, suas riquezas e seu povo de quaisquer interesses estrangeiros.Um país soberano é aquele capaz de criar as oportunidades que o seu povo precisa para conquistar a própria independência.A independência financeira, a independência de poder estudar e pensar livremente, escolher a melhor profissão e o melhor emprego.Ter mais tempo para si mesmo e para sua família.A independência de contar, como previsto na Constituição Federal, com saúde pública de qualidade e a melhor educação gratuita para seus filhos.E de viver em um país livre da fome, da pobreza e de todas as formas de desigualdade, com direitos para todos, em vez de privilégios para poucos.Minhas amigas e meus amigos,o Brasil trabalha pela paz mundial e a harmonia entre as nações.Defendemos o livre comércio. Nenhum governante estrangeiro tem o direito de dizer de quem podemos comprar e para quem podemos vender.Somos um país soberano, e nossas decisões pertencem a nós e a mais ninguém.Temos motivos de sobra para nos orgulharmos do nosso país.Temos na Amazônia uma das maiores biodiversidades do planeta.Somos exemplo na defesa do meio ambiente.Nossa riqueza cultural encanta o mundo.Somos referência mundial em transição energética e no enfrentamento da emergência climática que ameaça o futuro da humanidade.E temos cada um e cada uma de vocês, que formam o extraordinário povo brasileiro, um dos mais admirados em todo o planeta.Um feliz Dia da Independência, e que Deus continue abençoando o nosso Brasil. Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...
O correspondente Jaime Rodrigues da agência cabo-verdiana Inforpress explica à Rádio Observador todos os detalhes que se conhecem do acidente que já vitimou pelo menos 25 pessoas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Você já acordou exatamente às 3 da manhã sem nenhum motivo aparente?
Devocional do dia 03/09/2026 com o tema: Self-service Para reduzir custos de mão de obra e aumentar os lucros, muitos prestadores de serviços aderiram à prática do sirva-se a si mesmo. A ordem é: procure, pegue, empacote, pague e leve. Está cada vez mais difícil encontrar alguém disponível para servir aos clientes. Infelizmente, essa prática não está só nas relações comerciais, mas também atinge grande parte de nossos relacionamentos. Pouca gente está disposta a servir. Aliás, esse nunca foi um anseio popular. Nem mesmo os discípulos de Jesus mostraram muita disposição para ajudar. Nenhum deles se apresentou como voluntário para lavar os pés do Mestre ou de seus companheiros durante a última ceia. Na verdade, pouco antes, naquela ocasião, eles estavam discutindo sobre qual deles seria o mais importante no Reino que Jesus viera inaugurar. Foi então que o Mestre lhes deu a maior e mais surpreendente de todas as lições. LEITURA BÍBLICA: João 13.1-17 Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus (1Pe 4.10, ARA).See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Carris (que vai mudar totalmente o Elevador da Glória), o Presidente da República (que faz de conta) e Luís Neves (que mostrou arrogância) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Homilia Padre Henrique de Paula, IVE: Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 4,16-30Naquele tempo,veio Jesus à cidade de Nazaré, onde se tinha criado. Conforme seu costume, entrou na sinagoga no sábado, e levantou-se para fazer a leitura.Deram-lhe o livro do profeta Isaías. Abrindo o livro, Jesus achou a passagem em que está escrito: "O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa-Nova aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos e para proclamar um ano da graça do Senhor".Depois fechou o livro, entregou-o ao ajudante, e sentou-se.Todos os que estavam na sinagoga tinham os olhos fixos nele. Então começou a dizer-lhes: "Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir".Todos davam testemunho a seu respeito, admirados com as palavras cheias de encanto que saíam da sua boca. E diziam: "Não é este o filho de José?"Jesus, porém, disse: "Sem dúvida, vós me repetireis o provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo. Faze também aqui, em tua terra, tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum".E acrescentou: "Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria. De fato, eu vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e houve grande fome em toda a região, havia muitas viúvas em Israel. No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma viúva que vivia em Sarepta, na Sidônia. E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel. Contudo, nenhum deles foi curado,mas sim Naamã, o sírio".Quando ouviram estas palavras de Jesus,todos na sinagoga ficaram furiosos. Levantaram-se e o expulsaram da cidade.Levaram-no até ao alto do monte sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de lançá-lo no precipício.Jesus, porém, passando pelo meio deles,continuou o seu caminho. Palavra da Salvação.
EP 164 no ar | Mundo do Tênis Podcast: US Open 2026 – Tudo sobre o último Slam do anoChegou a hora. O último Grand Slam da temporada começa neste domingo (30/08) e vai até 13 de setembro em Flushing Meadows. E o quadro veio bem diferente.No episódio 164 a gente analisa tudo:Jannik Sinner, número 1 do mundo e atual campeão de Wimbledon, está fora por lesão no joelho. Sem o italiano, o caminho abre. Carlos Alcaraz volta depois de quatro meses parado (lesão no pulso) para defender o título que ganhou no ano passado. Dá pra confiar nele logo de cara?Alexander Zverev chega como cabeça de chave 1 depois do título em Roland Garros. Novak Djokovic ainda sonha com o 25º Slam. Fritz, Shelton, FAA, Medvedev... quem aproveita o buraco?No feminino, Aryna Sabalenka tenta o tricampeonato consecutivo em Nova York (algo que só Serena fez na era moderna). Rybakina, Pegula, Gauff, Andreeva e Swiatek estão todas no caminho. Vem campeã inédita ou ela segura o recorde?E o Brasil? João Fonseca está fora por lesão no abdômen (decisão difícil, o US Open é especial pra ele). Nenhum brasileiro na chave principal de simples - primeira vez desde 2018. A esperança agora é nas duplas: Matos e Luz chegam bombando depois dos títulos em Montreal e Cincinnati. Luisa Stefani também está em quadra.Premiação recorde de US$ 108 milhões. Campeão e campeã levam US$ 5,5 milhões cada.Dá o play e vem palpitar com a gente.Ouça agora no Spotify, YouTube ou no seu app de podcast favorito.Link na bio.Sem Sinner, Alcaraz voltando de lesão e Zverev como número 1... quem é o seu palpite pra campeão e campeã do US Open 2026?Comenta aqui
A famosa aviadora Amelia Earhart partiu da Nova Guiné ao lado do navegador Fred Noonan em uma das etapas mais perigosas de sua tentativa de dar a volta ao mundo. O destino era a pequena ilha de Howland, no meio do Pacífico mas eles nunca chegaram lá. Nenhum corpo foi encontrado. O avião também nunca foi localizado. Desde então diversas teorias tentam explicar o que aconteceu. Vamos reconstruir os últimos momentos de Amelia Earhart, analisar suas últimas mensagens e investigar as principais teorias sobre um dos maiores mistérios da história da aviação.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O acordo entre União Europeia e Mercosul deixou de ser uma negociação técnica há muito tempo. Virou teste de realidade para a Europa. A pergunta que Bruxelas evita responder é simples: quer mesmo parceiros estratégicos na América do Sul, ou prefere seguir refém de cadeias de suprimento que Washington, Pequim e seus próprios impasses internos definem por ela? Thiago de Aragão, analista político Em Paris, o debate é apresentado como uma disputa entre agricultores franceses e carne brasileira. Leitura compreensível. Também incompleta. Para o pequeno produtor francês, pressionado por custos crescentes de energia, fertilizantes, crédito e exigências ambientais, mais concorrência parece ameaça direta. Não adianta explicar a ele que os volumes serão limitados, que as salvaguardas existem, que a quota é pequena. Quem vive de uma propriedade familiar não enxerga uma “quota tarifária”. Enxerga o risco de não conseguir passar a terra para os filhos. É precisamente por isso que a discussão precisa ser tratada com mais honestidade. O agricultor francês não é inimigo do Brasil. Ele é, antes de tudo, um cidadão pressionado por um modelo europeu que exige padrões ambientais e sanitários cada vez mais ambiciosos, mas nunca conseguiu garantir a ele renda, previsibilidade e poder de negociação dentro da cadeia produtiva. Transformar o produtor brasileiro em vilão de uma história que, no fundo, também fala da fragilidade econômica do campo europeu é o caminho mais fácil. E o menos honesto. Ao mesmo tempo, é insustentável que a França trate o Mercosul como se fosse um bloco homogêneo, incapaz de cumprir regras ou de produzir dentro de parâmetros exigentes. O acordo prevê liberalização gradual, quotas para produtos agrícolas sensíveis, compromissos sanitários e ambientais, além da proteção de 350 indicações geográficas europeias. Queijos, vinhos e azeites franceses ganham acesso progressivo a um mercado sul-americano de quase 300 milhões de consumidores. Ninguém está falando em abrir as portas sem critério. Fala-se em criar regras de acesso, mecanismos de controle e instrumentos de defesa comercial num ambiente que já não permite ilusões sobre autossuficiência. A União Europeia adotou uma salvaguarda que permite suspender preferências tarifárias quando importações agrícolas ultrapassarem gatilhos de volume ou preço. O acordo tenta, com honestidade, responder ao medo político que tomou as zonas rurais europeias. A França, porém, olha para a disputa com lentes excessivamente domésticas. Emmanuel Macron, presidente da França, prometeu votar contra o pacto depois dos protestos que levaram tratores a Paris e a outras cidades no início de 2026. A mobilização é legítima. O problema aparece quando uma pressão real do campo passa a definir a política externa europeia num momento de competição aberta por mercados, minerais críticos, energia, alimentos e infraestrutura. Há um precedente que Paris finge não lembrar. Entre 1961 e 1963, a chamada Guerra da Lagosta colocou navios franceses e brasileiros em rota de colisão no litoral de Pernambuco. A França dizia que lagostas nadavam. O Brasil respondia que elas caminhavam sobre a plataforma continental, e portanto eram recurso brasileiro. O acordo assinado em dezembro de 1964 deu à França cinco anos de pesca controlada, mediante repasse aos pescadores locais. A moral do episódio ficou pouco discutida: a França historicamente enquadra suas disputas com o Brasil no vocabulário mais estreito possível, o do interesse setorial imediato, quando o problema real é sempre estratégico. Lagosta ontem. Bezerro hoje. A dinâmica não mudou. Enquanto isso, Pequim avança A Europa parece esquecer que o tempo não para enquanto ela debate. A China não espera a próxima eleição francesa, nem uma decisão da Corte de Justiça da União Europeia. Pequim avança no comércio, no financiamento, na infraestrutura portuária, na logística sul-americana. O comércio entre Brasil e China alcançou recorde de US$ 171 bilhões em 2025, enquanto investimentos chineses no país cresceram 45 por cento e chegaram a US$ 6,1 bilhões no mesmo ano. Balcão de carne, frango e açúcar é a parte visível da disputa. A parte que importa é outra: quem vai desenhar a infraestrutura econômica da América do Sul nas próximas décadas. Portos, ferrovias, energia, minerais críticos, tecnologia, telecomunicações, a própria arquitetura financeira do comércio exterior, tudo está sendo reposicionado. Quando a Europa hesita, outros ocupam o espaço. Simples assim. A China já entendeu. O investimento em Chancay, no Peru, e a expansão da presença logística chinesa em Santos apontam para uma ambição maior: redesenhar as rotas entre América do Sul e Ásia, reduzir custos de transporte e consolidar corredores comerciais que retirem centralidade do eixo atlântico tradicional. Demonizar Pequim é confortável e inútil. O que interessa é reconhecer que ela opera com estratégia, capital paciente e horizonte de longo prazo que a Europa, neste momento, parece ter perdido. O acordo com o Mercosul é imperfeito. Nenhum acordo comercial relevante é perfeito. Ele exige fiscalização séria, rastreabilidade, reciprocidade regulatória, punição efetiva para quem descumprir compromissos ambientais ou sanitários. O Brasil também precisa abandonar o reflexo automático de enxergar toda exigência europeia como protecionismo disfarçado. Há protecionismo, claro. Existe também uma demanda concreta por transparência e por padrões que serão cada vez mais centrais no comércio global. A questão é se a Europa vai usar essa demanda para construir influência ou para levantar muros. Se escolher o segundo caminho, protegerá temporariamente alguns setores, mas entregará a outros atores a relação estratégica com a América do Sul. O agricultor francês merece proteção contra concorrência desleal. Não deveria, porém, ser usado como álibi para uma Europa que se recusa a tomar decisões geopolíticas. O Mercosul não é ameaça à França. É a chance de a França, e de uma Europa que insiste em ficar menor, voltarem a ser relevantes numa região que, por tempo demais, trataram como periferia.
Governos, líderes e plataformas digitais são foco da mensagem da ONU pelo Dia Internacional em Memória das Vítimas de Atos de Violência Baseados em Religião ou Crença; resolução reafirma obrigação dos Estados de proteger direitos humanos
O Supremo violou a liberdade de imprensa ao determinar a quebra de sigilo de um jornalista no Maranhão para investigar ameaças ao ministro Flávio Dino?A decisão do ministro Alexandre de Moraes usou o material apreendido no celular e no computador de um jornalista para chegar à fonte que vazava informações sobre o uso de carros oficiais pelo ministro e por sua família. Até a gravação deste episódio, a decisão não havia sido divulgada — não conhecemos os fundamentos nem o relato dos fatos.Neste episódio discutimos:• O jornalista pode cometer crime e ser investigado. Mas isso autoriza quebrar seu sigilo para identificar a fonte?• O que essa decisão tem em comum com o inquérito das fake news e com outras decisões dos últimos anos• O histórico ambíguo do STF: grandes afirmações a favor da liberdade de imprensa, e decisões bem menos protetivas quando o caso envolve os próprios ministros• Num mundo sem diploma obrigatório e sem redação, quem define quem é jornalista — e quem tem direito ao sigilo da fonte?• Por que uma decisão monocrática já empareda o plenário antes da discussão formal do caso• O recado que fica para as fontes e para quem pensa em denunciar irregularidades na administração públicaThomaz Pereira, Juliana Cesario Alvim e Diego Werneck comentam com Felipe Recondo.
Nenhum ditador esteve tantos anos no poder como Fidel Castro, mas mesmo assim e com a evidência de tanta miséria em Cuba, a sua memória continua a enfeitiçar boa parte da esquerda. Porquê?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Gestão de rede é onde a maioria das lideranças erra: tratam padronização e autonomia como opostos.O resultado mais comum quando tudo se torna "regra inegociável"? Dois cenários, sempre os mesmos, a rede obedece sem engajamento real, ou finge cumprir enquanto ignora a diretriz no operacional. Nenhum gera performance sustentável.A McKinsey descreve o modelo que funciona em operações com múltiplas praças como "federado": um núcleo pequeno e rigorosamente padronizado, com camadas locais livres para adaptação. A Harvard Business Review chama isso de "refinar o núcleo cultural", poucos elementos inegociáveis, bem definidos, e o restante adaptável ao contexto.Na prática: núcleo protege experiência do cliente, marca e identidade, sem exceção, sem "aqui é diferente". Periferia é onde cada time, cada região, decide como executar.Um dado que reforça a urgência: segundo a Gartner, apenas 25% dos trabalhadores remotos ou híbridos se sentem conectados à cultura da empresa. Regra sem lógica clara não gera disciplina, gera desconexão.Eu sempre liderei equipes a distância, e nas nossas medições de cultura, os resultados eram consistentemente superiores aos das equipes centralizadas. Cultura a distância não é mito, é resultado direto de clareza estrutural entre o que é inegociável e o que é livre.Qual processo da sua operação está engessado sem necessidade real?
Existe uma epidemia silenciosa acontecendo no mundo.Não é apenas ansiedade, solidão ou falta de propósito. Muitas pessoas estão vivendo uma profunda desconexão de si mesmas, da natureza, da espiritualidade e da energia do Criador.Talvez você tenha crescido acreditando que espiritualidade e religião eram a mesma coisa. Ou talvez tenha se afastado de uma religião e, sem perceber, também tenha se distanciado da sua conexão espiritual.Mas a espiritualidade não pertence a uma única crença.Neste episódio, Thais Galassi explica como diferentes caminhos espirituais podem conduzir a uma experiência semelhante de pertencimento, amor, presença e conexão com algo maior.Você também vai entender o que estudos da neurociência observam no cérebro durante experiências profundas de oração, meditação e espiritualidade — e como esses estados podem estar associados a mais propósito, bem-estar, empatia e menor sensação de isolamento.Além disso, Thais fala sobre:✨ A diferença entre religião e espiritualidade✨ Como o ego impede você de ouvir sua intuição✨ Por que Deus sussurra enquanto o ego grita✨ Espiritualidade, neurociência e saúde emocional✨ Como crenças e expectativas influenciam suas escolhas✨ O excesso de tecnologia e a desconexão do presente✨ A importância do silêncio, da gratidão e da natureza✨ Como voltar a sentir a presença do sagrado✨ Cinco práticas simples para se reconectar com a Fonte✨ A energia de agosto, do Portal 08/08 e da prosperidadeVocê não precisa seguir uma religião específica, decorar orações ou acreditar em tudo o que escuta.Você apenas precisa voltar para casa.E casa não é um lugar. É um estado de consciência.Quanto mais presente você estiver, mais poderá reconhecer os sinais, ouvir sua alma e perceber que Deus, a Fonte ou o Universo nunca se afastou de você.Talvez tenha sido você quem se afastou de si mesma.Ouça até o final e compartilhe este episódio com alguém que também esteja precisando se reconectar com sua espiritualidade.
Milhares chegaram a nado a Ceuta atrás de uma mentira. Os enviados Inês André Figueiredo e João Porfírio explicam esta crise e contam as histórias de quem passou da euforia à desilusão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Milhares chegaram a nado a Ceuta atrás de uma mentira. Os enviados Inês André Figueiredo e João Porfírio explicam esta crise e contam as histórias de quem passou da euforia à desilusão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Milhares chegaram a nado a Ceuta atrás de uma mentira. Os enviados Inês André Figueiredo e João Porfírio explicam esta crise e contam as histórias de quem passou da euforia à desilusão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Milhares chegaram a nado a Ceuta atrás de uma mentira. Os enviados Inês André Figueiredo e João Porfírio explicam esta crise e contam as histórias de quem passou da euforia à desilusão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Hoje eu trouxe três tópicos que pairavam na minha cabeça: reencarnação, a polêmica da vaquinha e pessoas que “performam”. Nenhum assunto a ver com o outro, do jeitinho aleatório que vocês gostam. -
“E se nada mudar, o que acontece?” Neste episódio do Podcast de Vendas do Diego Maia, Diego Maia apresenta uma das perguntas mais importantes da venda consultiva e explica como ela ajuda o cliente a reconhecer o custo da inação.Em uma negociação que estava sendo adiada para o semestre seguinte, a pergunta levou o decisor a perceber uma consequência concreta: a possível perda de dois dos melhores profissionais da equipe. Nenhum novo argumento, desconto ou case foi necessário. O próprio cliente formulou a urgência com base na realidade da empresa.Diego Maia mostra que vendedores costumam concentrar esforços nos benefícios da compra, mas ignoram o impacto de manter tudo como está. Em muitas negociações, o principal concorrente não é outra empresa: é a decisão de adiar. Quando o custo da inação se torna visível, o cliente consegue comparar com mais clareza o investimento e o risco de não agir.O episódio é indicado para vendedores, consultores, líderes comerciais e empreendedores que desejam aprimorar diagnóstico, negociação, tratamento de objeções e fechamento. Faça a pergunta com respeito e suporte o silêncio. O objetivo não é pressionar, mas ajudar o cliente a compreender as consequências da própria escolha.#SouDeVendasComOrgulho. Não esqueça: onde tem venda, tem vida.Sobre Diego MaiaDiego Maia é palestrante de vendas e uma das principais referências em vendas do Brasil. Autor de oito livros sobre vendas, entre eles 7 Princípios da Venda, é fundador da CDPV Companhia de Palestras, agência de palestrantes especializada em eventos corporativos, e do Grupo CDPV. Desde 2003, é presença constante em convenções de vendas com foco no desenvolvimento de equipes, treinamento de vendas e alta performance comercial — somando mais de 1.800 palestras realizadas e 500 mil profissionais treinados no Brasil e no exterior. Apresenta o Podcast de Vendas do Diego Maia, publicado diariamente desde 2009, sempre às 7h, com mais de 2.000 episódios. É editor do portal Vendedor Profissional e, desde 2011, lidera o movimento #SouDeVendasComOrgulho, pela valorização e profissionalização de quem vive de vendas no Brasil. Seu lema resume sua filosofia: “Onde tem venda, tem vida”.Siga Diego Maia no Instagram clicando aqui.
Leitura Bíblica Do Dia: COLOSSENSES 1:3-12 Plano De Leitura Anual: SALMOS 51–53; ROMANOS 2 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Enquanto preparava-me para a fala que faria no enterro de mamãe, orei pedindo as palavras certas para descrever os seus “anos do hífen”, aqueles entre o seu nascimento e morte. Refleti sobre os momentos bons e não tão bons em nosso relacionamento. Louvei a Deus pelo dia em que minha mãe aceitou Jesus como seu Salvador após vê-lo transformar minha vida. Agradeci a Ele por nos ajudar a amadurecer juntas na fé e por aqueles que compartilharam sobre como ela os encorajou e orou por eles enquanto os enchia de bondade. Minha mãe, imperfeita, tinha um “hífen” repleto de significado: uma vida bem vivida para Jesus. Nenhum cristão é perfeito. No entanto, o Espírito pode nos capacitar a vivermos “de modo a sempre honrar e agradar ao Senhor” (COLOSSENSES 1:10). Segundo Paulo, a igreja de Colossos era conhecida pela sua fé e amor (vv.3-6). O Espírito Santo deu-lhes “sabedoria e entendimento” e os capacitou para dar frutos em toda boa obra, crescendo em sabedoria divina (vv.9-10). Ao orar por eles e elogiá-los, Paulo proclamou o nome de Jesus “que comprou nossa liberdade e perdoou nossos pecados” (v.14). Quando nos submetemos ao Espírito Santo, nós também crescemos no conhecimento de Deus, no amor a Ele e às pessoas, espalhamos o evangelho e usufruímos de um “hífen” significativo, uma vida bem vivida para Jesus. Por: XOCHITL DIXON
"Nenhum ser humano tem limites."Neste encontro histórico no Brasil, fomos muito além do atleta e mergulhamos profundamente na mente, nos valores e na filosofia de vida da maior lenda das maratonas de todos os tempos: Eliud Kipchoge. Se você é um corredor buscando baixar seu recorde pessoal, um profissional querendo liderar com excelência ou alguém que precisa de motivação para superar as dores e os desafios do dia a dia, esta conversa trará os insights que você precisa para transformar sua mentalidade. Kipchoge compartilha sua jornada desde as estradas de terra de Kapsisiywa até os palcos mais grandiosos do esporte mundial. Prepare-se para uma verdadeira aula de resiliência, liderança e autodomínio.Gravado na PUC-RS | 2026
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bruno Cardoso Reis avisa que o cessar-fogo já era e que esta escalada militar no Médio Oriente é um drama para a economia mundial por causa do comércio de contentores.See omnystudio.com/listener for privacy information.
E não sobrou nenhum (O caso dos dez negrinhos) Agatha Christie |
Lutz veste Insider
O vencedor da Copa do Mundo de futebol será definido no campo, mas esta edição da competição já tem um título nada honroso a exibir: o de Mundial mais emissor de gases de efeito estufa da história do esporte. Disputada em três países, 16 cidades e com um recorde de 48 seleções, a Copa provocará um uso inédito de transporte aéreo pelas seleções e torcedores – sem falar do volume de dados para as transmissões dos jogos por streaming. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O alto volume de voos será inevitável não apenas para levar um recorde de 6 milhões de espectadores do mundo todo para os países-sede, Estados Unidos, México e Canadá, como para os deslocamentos internos até os locais das partidas. A distribuição dos jogos desconsiderou o balanço ambiental das distâncias – a maior delas é de mais de 4 mil quilômetros, entre o Estádio Azteca, na Cidade do México, e o BC Place, em Vancouver. O resultado é que as emissões geradas pela Copa serão no mínimo o dobro da última edição, no Catar: 7,8 milhões de toneladas de CO₂ equivalentes, avalia um estudo da plataforma internacional de contabilidade de carbono Greenly. Isso corresponde às emissões anuais de um país pobre como Serra Leoa ou de 1,7 milhão de carros a combustível. "O que nos impressionou nesta Copa do Mundo é que ninguém falou sobre essa questão. É uma completa negligência, como se as mudanças climáticas não existissem", observa o CEO da plataforma, Alexis Normand. Antes da Greenly, outros estudos já haviam alertado para um resultado ainda mais pesado, como o do New Weather Institute e a rede Sport for Climate Action, que antecipa um total de emissões de 9 milhões de toneladas de CO₂. Distâncias maiores, por mais gente e mais tempo A média da distância da viagem de ida e volta percorrida por cada torcedor nesta Copa será de 19,4 mil quilômetros, contra 13 mil no Catar em 2022. Para piorar, esta edição será 10 dias mais longa e terá nada menos do que o triplo de torcedores do que o último Mundial. As emissões dos transportes representarão, assim, 87% das emissões totais desta Copa, estima a Greenly. A maioria das partidas vai ocorrer nos Estados Unidos de Donald Trump, um presidente negacionista climático que, em momento algum da organização do evento, se preocupou em diminuir a sua pegada de carbono. O que chamou a atenção foi o silêncio da Federação Internacional de Futebol (Fifa) sobre o tema, apesar de a entidade ter um objetivo de redução de 50% das emissões de seus eventos até 2030 e de atingir a neutralidade de carbono até 2040. Papel da Fifa A decisão de aumentar de 32 para 48 equipes participantes, assim como a de estabelecer uma parceria com a gigante petroleira saudita Aramco, não avançam neste esse sentido. "Durante a Copa do Mundo do Catar, a Fifa fez algumas confusões porque, depois de prometer que o Mundial seria neutro em carbono, soubemos que ela 'esqueceu' de calcular as emissões indiretas relacionadas ao transporte de passageiros", lembra Normand. "Então, ela disse: 'Não é um problema, porque vamos comprar projetos de compensação de carbono, financiar florestas, etc.'. Só que os projetos em questão não foram verificados. Isso se tornou um problema de comunicação para eles, de modo que, agora, aparentemente, eles decidiram nem sequer tocar mais no assunto." Desta vez, a federação reconhece o peso dos transportes no balanço ambiental do evento. No entanto, a Fifa alega que a decisão de espalhar as competições por estádios tão distantes foi para privilegiar as instalações e infraestruturas existentes, outro eixo relevante na pegada de carbono de um grande evento esportivo. Nenhum novo estádio precisou ser construído para o Mundial de 2026. A entidade delega aos países organizadores a missão de reduzir as emissões relacionadas a transportes, energia, alimentação e gestão de resíduos, entre outros aspectos relevantes. "A Fifa precisa assumir a responsabilidade por seu papel crescente na crise climática", afirma Stuart Parkinson, autor principal do relatório do New Weather Institute. "A Copa do Mundo de 2026 está prevista para ser a mais poluente de todos os tempos, e espera-se que os torneios futuros continuem dependendo fortemente de viagens aéreas e outras atividades com alta emissão de carbono. À medida que a crise climática se agrava rapidamente, a única resposta sensata é a federação tomar medidas imediatas para reduzir significativamente as emissões dos torneios." Próximas Copas Daqui a quatro anos, o formato em que os jogos são divididos entre diferentes países voltará a acontecer, na Copa do Mundo em Portugal, Espanha e Marrocos. Alexis Normand assinala que será uma oportunidade de retomar o exemplo dos Jogos Olímpicos de Paris, que limitou o impacto ambiental a 2,08 milhões de toneladas de carbono, o mais baixo desde a Olimpíada de Londres de 2012. Ele defende que os recursos investidos nas infraestruturas, especialmente no Marrocos, país em desenvolvimento, sejam direcionados à sustentabilidade, e que os critérios ambientais sejam uma condição para as licitações de obras. "Estão previstos grandes investimentos, então por que não imaginar, como fez Paris, um Plano Marshall para investimento em infraestrutura de baixo carbono?", sugere o especialista francês. "Você pode aproveitar para renovar a rede ferroviária, modernizar as instalações esportivas e fazê-las consumir menos energia, conectá-las a fontes de energia renováveis e assim por diante. Dessa forma, minimiza-se o impacto de carbono do transporte e se constrói edifícios que serão menos poluentes."
Miguel Baumgartner destaca que Donald Trump perdeu o controlo estratégico nos conflitos da Ucrânia e do Irão. Sublinha também que o presidente norte-americano está refém da vontade de outros líderes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O “BOM DIA, JESUS” é um devocional diário do Inteligência LTDA. para você começar o dia com a benção de Deus.LUIZ SAYÃO, pastor, mestre em Hebraico, teólogo e iluminado, traz palavras de sabedoria e reflexão para que o dia se inicie de uma maneira positiva e cheio de esperança, preparando você para enfrentar todos os obstáculos que cruzam o seu caminho.Todos os dias, às 6 da manhã.
TEMPO DE REFLETIR 01771 – 21 de maio de 2026 Marcos 10:15 (NCV) – Eu lhes digo a verdade: você deve aceitar o reino de Deus como se fosse uma criança ou nunca entrará nele. Um dos atributos que fazem da infância uma aventura é a capacidade de se admirar de coisas simples. Quando éramos crianças, apenas algumas décadas atrás, parece que nos admirávamos mais facilmente tanto das coisas extraordinárias como das comuns. O mundo era novo! Cada dia trazia surpresas: correr, tocar, subir. Tínhamos um senso de curiosidade mais aguçado. Dizíamos: “Uau!” “Fantástico!” “Espetacular!” “Fabuloso!” “Nossa!” “Que legal!” Mas a atitude de parar e se aquietar criada por um evento incomum, como se fôssemos fazer uma descoberta, não existe mais. O jeito peculiar de criança, de olhos arregalados, queixo caído, desapareceu, sumiu, saiu da tela. Vivemos numa época que procura eliminar o mistério, o extraordinário. Viver sem surpresas está na ordem do dia. Expressar admiração pode fazê-lo passar por ignorante ou simplório, porque a tecnologia já traz tudo pronto. As pesquisas nos dizem quem vai ser o candidato eleito. A ultrassonografia nos diz se nascerá menino ou menina. Até para o aniversariante perguntamos que presente gostaria de receber. Nenhum trauma. Nada da ansiedade de saber se o outro vai gostar ou não do presente. Desapareceu aquele ritual de apalpar e balançar o presente. De dizer: “Puxa, mas era isso mesmo o que eu queria. Como você sabia?” Podemos imaginar na Bíblia esse sentido de admiração tomando conta de Adão e Eva, quando viram a beleza da criação. Do homem cego de nascença, quando teve os olhos abertos e viu cores e formas. Do surdo que teve os ouvidos abertos e passou a ouvir uma variedade de sons. E a surpresa do menino que teve seus pães multiplicados? O rabino e escritor judeu Abraham Heschel dizia: “Ensinamos as crianças como medir, como pesar. Não as ensinamos como reverenciar, como se admirar e se maravilhar.” Quando as crianças perguntam, podemos não apenas satisfazer a curiosidade delas, mas também realizar um ato de afeição. Depois que o pai ou professor responde suas perguntas, essas crianças vão dormir pensando: “Puxa, que legal. Meu pai e minha mãe são maiores que as minhas perguntas! Minha professora, meu professor são maiores do que minhas dúvidas!” É Jesus quem desafia: receba o reino de Deus como uma criança. Nunca apague de sua vida o senso de admiração. Faça isso no dia de hoje e ore comigo agora: Por favor, Pai, coloca em meu coração o mesmo sentimento de uma criança ao conhecer a Tua vontade, o plano de salvação para mim. É o que eu peço em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Drones voltaram a sobrevoar o Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. Equipes de segurança foram acionadas na noite da última terça-feira (12), depois que os aparelhos foram vistos no local. Nenhum voo foi afetado. E ainda: Governo lança Caderneta da Gestante em versão digital.
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Introdução00:35 Coisa #1: A família rica não deixa entrar qualquer um01:59 Coisa #2: O rico não persegue status. Ele vive status.04:14 Coisa #3: Rico e classe média não definem sucesso da mesma forma05:37 Coisa #4: O rico tem um filtro. A classe média diz sim pra tudo.06:58 Coisa #5: O rico pensa no que pode perder. A classe média no que pode ganhar.08:51 Coisa #6: O rico pergunta onde paga menos imposto. A classe média onde rende mais.10:18 Coisa #7: O rico compra ativo. A classe média compra passivo.11:54 Conclusão
Em 1979, o avião brasileiro da Varig decolou do Japão rumo ao Brasil carregando obras de arte valiosas e seis tripulantes a bordo. Minutos após o último contato com o controle aéreo, o avião simplesmente desapareceu sobre o Oceano Pacífico. Nenhum pedido de socorro, nenhum destroço, nenhum sinal. Décadas depois, o caso continua sem explicação, cercado por teorias que vão de falha catastrófica a um possível desvio planejado. Como um avião comercial pode sumir sem deixar absolutamente nenhum vestígio? Neste episódio, a gente investiga um dos maiores mistérios da aviação brasileira. ❤ Torne-se um apoiador pelo Apoia.se ou pela Orelo❤ Segue a gente no Instagram E no Youtube Pesquisa e roteiro: Marcela Souza Edição: Alexandre LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No fim da Primeira Guerra Mundial, os responsáveis pelo genocídio armênio fugiram. Nenhum foi punido. O mundo seguiu em frente, mas alguns sobreviventes não conseguiram. Foi criada a Operação Nêmesis: uma campanha clandestina para caçar e executar os perpetradores que a justiça internacional se recusou a julgar. No topo da lista: Mehmed Talat Paxá, o ministro que assinou as ordens de deportação de mais de um milhão de pessoas. Neste episódio, contamos como um sobrevivente chamado Soghomon Tehlirian encontrou Talat em Berlim, atirou nele na rua, e foi levado a julgamento num processo que se tornou um tribunal sobre o genocídio armênio.
O evangelho confronta diretamente a lógica humana. Para os gregos, que valorizavam sabedoria e retórica, um Deus que precisa morrer como humano e ressuscitar é absurdo. Para os judeus, que buscavam sinais e poder, um Messias crucificado é escândalo. Para os padrões humanos, a cruz parece derrota - mas é vitória. Parece fraqueza - mas é poder. Parece loucura - mas é a verdadeira sabedoria. Nenhum ser humano inventaria um plano de salvação tão absurdo, e esse é justamente o ponto: o evangelho não nasce da mente humana, mas da revelação de Deus. Deus não escolheu os mais sábios, nem os mais fortes, nem os mais influentes. Ele escolheu os fracos, os desprezíveis, os que nada são, para envergonhar os que se acham alguma coisa. Paulo não pregou com eloquência impressionante ou estratégias humanas. Ele pregou com simplicidade, fraqueza e dependência de Deus. Por quê? Para que a fé não se apoiasse na sabedoria humana, mas na cruz: o ponto fraco de Deus, o poder de Deus, mais forte que a força humana. Por isso o evangelho não é sustentado por performance, mas pelo Espírito. __ #FAMÍLIADOSQUECREEM #SÉRIEEMCRISTONOMUNDO Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
Desde o dia 4 de janeiro, as atenções do país estão voltadas para a cidade de Bacabal, no Maranhão, onde três crianças saíram para brincar e apenas uma retornou, depois de dias perdida. O que aconteceu com elas? E onde estão Ághata Isabelle e Allan Michael? Assista ao IC News e entenda os detalhes do desaparecimento que mergulhou uma comunidade inteira em angústia.#crimesreais #casosreais #investigacaocriminal Assista também: https://www.youtube.com/playlist?list=PLM8urkUnySVAv47OaKceerCj3Hc89Cr4USe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
Neste episódio comentamos sobre as principais atualizações e desafios no mercado de tecnologia, trazendo uma análise objetiva sobre cibersegurança e proteção de dados. Ao longo da reprodução, você irá descobrir os recentes desdobramentos éticos do uso de inteligência artificial em contextos militares, envolvendo a recusa da Anthropic em aderir aos termos do Departamento de Defesa norte-americano e os impactos disso para a privacidade global. Você também irá aprender sobre o novo marco regulatório do Conselho Federal de Medicina para ferramentas automatizadas na área da saúde, compreendendo como as exigências da LGPD se aplicam à segurança da informação na proteção de dados médicos sensíveis. Além disso, você entenderá os detalhes do recente ataque hacker que causou graves incidentes de segurança no setor financeiro, e saberá identificar as vulnerabilidades críticas na integração de modelos de linguagem via protocolo MCP, como a perigosa injeção de prompts em servidores expostos. O host Guilherme Goulart compartilha ainda sua vivência no evento SecOps Summit, refletindo sobre a importância dos profissionais de segurança na governança corporativa. Por fim, você poderá avaliar como o uso excessivo do ChatGPT pode afetar a criatividade e gerar a homogeneização do pensamento. Para continuar acompanhando nossas discussões, não se esqueça de assinar o podcast na sua plataforma preferida, seguir nossos perfis nas redes sociais e avaliar o programa para apoiar o nosso trabalho. Esta descrição foi realizada a partir do áudio do podcast com o uso de IA, com revisão humana. Visite nossa campanha de financiamento coletivo e nos apoie! Conheça o Blog da BrownPipe Consultoria e se inscreva no nosso mailing Acesse WhisperSafe – Transcreva áudio e grave reuniões direto no seu computador, mesmo offline. Rápido, leve e pronto para usar com qualquer IA. Use o cupom SEGLEG50 para 50% de desconto na sua assinatura. ShowNotes Episódio citado – 2013-06-18 – Episódio #28 – PRISM – Privacidade X Segurança The Pentagon formally labels Anthropic a supply-chain risk Anthropic's Claude is suddenly the most popular iPhone app following Pentagon feud Anthropic vs. U.S. Department of War The Pentagon Can't Afford This A.I. Fight Statement from Dario Amodei on our discussions with the Department of War Employees across OpenAI and Google support Anthropic's lawsuit against the Pentagon AI safety leader says ‘world is in peril’ and quits to study poetry Microsoft & Anthropic MCP Servers at Risk of RCE, Cloud Takeovers AI Conundrum: Why MCP Security Can’t Be Patched Away MCP is the backdoor your zero-trust architecture forgot to close Ministério da Educação – REFERENCIAL PARA DESENVOLVIMENTO E USO RESPONSÁVEIS DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA EDUCAÇÃO Nova resolução de uso de IA na CFM Artigo “When ChatGPT is Gone: Creativity Reverts and Homogeneity Persists“ BTG Pactual restabelece operações via Pix após ser alvo de ataque hacker BTG Pactual sofre ataque hacker e suspende operações via Pix PF investiga participação de funcionários no ataque hacker de R$ 100 milhões ao BTG Pactual Imagem do Episódio: A Torre de Babel — Pieter Bruegel
Ceará e Fortaleza fizeram um Clássico-Rei de poucas emoções e empataram por 0 a 0 na Arena Castelão, pela última rodada da segunda fase do Cearense. Com ataques pouco inspirados, quase não houve chances claras de gol. As duas equipes já estavam classificadas para as semifinais, com o Ceará assegurado na liderança do grupo e […]