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Liturgia della Settimana - Il Commento e il Vangelo del giorno
[Gio 11] Commento: Il chicco che muore porta molto frutto.

Liturgia della Settimana - Il Commento e il Vangelo del giorno

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 2:14


“Gratuitamente avete ricevuto, gratuitamente date”: questo comando del Signore fa parte integrante della missione degli apostoli nella memoria liturgica di san Barnaba. Chiamati da Cristo a essere i suoi prediletti solo per una sua libera scelta di amore, quindi nell’assoluta gratuità, alla stessa maniera essi devono intraprendere e svolgere la loro testimonianza dinanzi al mondo. Devono annunciare a tutti ciò che essi stessi per primi hanno visto, udito e sperimentato. Il Regno dei cieli è vicino, ma molti devono essere sanati, risuscitati, liberati dal male affinché possano entrarvi ed esserne partecipi. Devono ripetere a loro volta quello che ha fatto Gesù durante la sua vita. Egli ora vuole trasferire a loro l’energia della sua parola, la sua forza di compiere prodigi, la capacità di essere testimoni veraci e credibili. Li vuole liberi da ogni terrena preoccupazione, li spoglia di ogni umana sicurezza, dando loro soltanto la garanzia che l’operaio ha diritto al suo nutrimento. Non indica loro neanche un indirizzo preciso a cui rivolgersi o dove andare; Gesù dice: “Strada facendo”; apre loro tutte le vie del mondo, tutte le strade dove vivono gli uomini affinché tutti trovino la Via del Regno. Deve essere ancora tale la strada del Vangelo, così devono comportarsi gli annunciatori delle verità di Cristo. Li accompagna una certezza: che egli è con loro sulla stessa strada, sugli stessi percorsi, talvolta impervi e spesso inospitali: “Quanto sono belli i piedi di coloro che recano un lieto annunzio di bene! Ma non tutti hanno obbedito al Vangelo”. Non ci scoraggiamo per questo, anche perché lo stesso Signore ci avverte che “se il chicco di grano caduto in terra non muore, rimane solo; se invece muore, produce molto frutto”. Spesso la morte del chicco di grano comporta la morte anche del seminatore: “Chi ama la sua vita la perde e chi odia la sua vita in questo mondo la conserverà per la vita eterna”. Questo è il vissuto di Barnaba, questo è ancora il vissuto della Chiesa, ma resta sempre vero che il sangue del martire è il seme fecondo da spargere nel campo del Signore.

Economia
Quanto vale o 'sim'? Pedidos de casamento em Paris viram nicho lucrativo do turismo

Economia

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 5:54


Quanto vale aquele “sim” eternizado na memória – e nas redes sociais? Em Paris, os pedidos de casamento excepcionais se consolidaram como um nicho lucrativo do setor de turismo e eventos. Um pedido diante da emblemática Torre Eiffel, com arranjos de rosas e tapete vermelho, sai a partir de € 600, mas as cifras podem rapidamente ultrapassar os seis dígitos. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Um dos momentos mais procurados do ano é o Dia dos Namorados. Patrícia Lima organiza eventos na cidade desde 2011 e, depois da famosa série Emily in Paris, viu a demanda por pedidos de casamento subir a cada ano, impulsionada pelo efeito nas redes sociais. Hoje, 30% dos contratos que ela fecha são de casais em busca de um “sim” especial em Paris. “Como tudo é personalizado, o valor tem a ver com os pedidos que o cliente faz. Se quer acrescentar balões em forma de coração, quantidade, tamanho. Se quer acrescentar um champanhe de uma marca especial, afinal tem garrafa que custa € 450”, explica. Patrícia afirma ser a única a oferecer um cenário em português, o que lhe permite atrair a clientela lusófona. O goiano Ronivaldo da Costa Meireles decidiu contratar o serviço depois de perceber os olhos brilhando da namorada na primeira vez que o casal foi a Paris e presenciou pedidos românticos nas margens do rio Sena. “Acho que é o sonho de toda mulher e ela merecia passar por essa experiência”, comentou, instantes depois de se ajoelhar diante de Pâmela Costa dos Santos, 29 anos. “Eu não estava suspeitando de nada. Foi uma surpresa muito emocionante”, disse ela, há oito anos em um relacionamento com o agora noivo. Violinista, carruagem e castelo O momento em si costuma ser curto, de apenas alguns minutos. Mas, nos bastidores, a preparação é complexa: decoração com flores, fotógrafo, violinista, carruagem e até o anel de noivado podem fazer parte do pacote, sem falar das autorizações exigidas pela prefeitura de Paris, conforme o local escolhido, e que encarecem o serviço. No setor do luxo, o céu é o limite, podendo atingir dezenas de milhares de euros se o “quer casar comigo?” for pronunciado em um iate no Sena, em uma suíte 5 estrelas com vista privilegiada da Cidade Luz ou até em um castelo. A agência Kiss Me in Paris se especializou nesse nicho, em pleno crescimento, e já realizou mais de 1,2 mil pedidos de casamento. “Estamos atraindo clientes cada vez mais exigentes do mundo todo, e as pessoas gastam muito mais dinheiro. Eu diria que a média fica entre US$ 5 mil e US$ 15 mil, mas tem gente que gasta bem mais”, revela o CEO Cengiz Ozelsel. Só para privatizar um castelo, o valor já sobe para US$ 4 mil. “Eles podem querer o transporte de helicóptero, para ter uma chegada com toda a pompa. Eles querem artistas, ou um dia inteiro repleto de experiências divertidas, que atinjam o ápice no momento do pedido de casamento”, relata, sem esquecer do “primeiro jantar romântico e a primeira noite em um hotel como recém-noivos”. A maioria dos clientes de Ozelsel vem de países anglo-saxões, e principalmente da costa leste dos Estados Unidos. Na América Latina, os mexicanos são os que mais investem em um pedido de casamento “cinematográfico”, conta o empresário, que também já atendeu influenciadores brasileiros. “Os mexicanos visam grande”, resume. “Um dos maiores eventos que fizemos foi um barco enorme, que ancoramos do outro lado da Torre Eiffel. Toda a família do México veio e se escondeu embaixo do barco, e a noiva não fazia ideia de nada. Nunca vou me esquecer.” Concorrência de amadores O sucesso do setor motiva a concorrência, inclusive de amadores. Pacotes pela metade do preço são oferecidos nas redes sociais, porém o risco é acabar em decepção. “Sempre existiu, mas tem se intensificado: pessoas que não são registradas, não têm empresa, e muitas vezes até sem capacitação para isso”, aponta Patrícia Lima. “Elas não pagam impostos, não pagam contador nem aluguel, então obviamente os custos delas serão totalmente diferentes dos de uma empresa.” A utilização das margens do Sena, por exemplo, é regulamentada pela prefeitura. A gestora do local exige o pagamento de uma taxa e de um seguro para cada participante do evento, inclusive os organizadores. Os infratores podem ser multados e o evento ser desmontado às vésperas do momento tão sonhado pelo casal. Leia também‘Parece a Disney': moradores do bairro Montmartre estão preocupados com excesso de turistas em Paris

Pastéis de Marketing's Podcast
Quanto tempo do dia de uma criança já é mediado por tecnologia - e371s01

Pastéis de Marketing's Podcast

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026


Neste episódio 371 falamos de quanto tempo do dia de uma criança já é mediado por tecnologia.

Convidado
Entre oceanos mais quentes e atmosfera instável: o risco de um super El Niño

Convidado

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 9:27


A Organização Meteorológica Mundial (OMM) alertou esta semana para uma probabilidade de 80% de desenvolvimento de um episódio de El Niño entre Junho e Agosto de 2026, fenómeno que poderá agravar secas, chuvas intensas e ondas de calor em várias regiões do planeta. Paulo Magalhães, especialista em alterações climáticas, sublinha que o fenómeno não é novo, mas ocorre agora num contexto de aquecimento global que potencia os seus impactos. Segundo a mais recente actualização da agência das Nações Unidas, as temperaturas excepcionalmente elevadas das águas do Pacífico tropical estão a criar condições favoráveis à formação deste fenómeno climático, cuja influência se faz sentir à escala global através de alterações nos padrões de temperatura e precipitação. Para Paulo Magalhães, especialista em alterações climáticas, o fenómeno não é novo, mas ocorre agora num contexto de aquecimento global que potencia os seus impactos. “O El Niño é um fenómeno que sempre existiu”. “O que parece estar a acontecer é que os fenómenos que já aconteciam começam a acontecer com mais frequência e com mais intensidade”. O investigador do Centro de Investigação Interdisciplinar em Justiça da Faculdade de Direito da Universidade do Porto recorda que o último episódio ocorreu em 2023 e 2024 e esteve associado a temperaturas globais recorde. Segundo o director executivo da Casa Comum da Humanidade, o aquecimento das águas do Pacífico equatorial altera a circulação atmosférica e oceânica, desencadeando efeitos em cadeia em todo o sistema climático: “Há mais evaporação e altera toda a dinâmica termodinâmica da circulação atmosférica e dos oceanos. Este efeito é global”. “Há modelos que apontam para um fenómeno mais forte e outros para um fenómeno moderado”, referiu Paulo Magalhães, que acrescenta que “as alterações são maiores, chegam aos seis graus de aumento da temperatura da água. A questão é perceber que energia será libertada do oceano para a atmosfera”. Segundo o especialista, o excesso de energia acumulado no sistema climático acaba inevitavelmente por se dissipar, contribuindo para fenómenos meteorológicos extremos: “Há energia a mais no sistema, com o aquecimento global, tem de se dissipar por algum lado. Se está no mar, mais cedo ou mais tarde passa para a atmosfera e altera todas as dinâmicas de circulação”. Embora a OMM sublinhe que ainda não está demonstrado cientificamente que as alterações climáticas aumentem a frequência ou a intensidade dos episódios de El Niño, Paulo Magalhães considera que os dados observados levantam questões relevantes: “O último foi em 2023-2024 e estamos em 2026. Passados dois anos já estamos novamente perante esta possibilidade, quando a média era mais ou menos de sete anos”, observou. “Os protocolos que tínhamos para medir e aferir estas alterações podem ter de ser revistos porque a realidade está a ultrapassar esses quadros”. Quanto às regiões potencialmente mais afectadas por um episódio forte de El Niño, Paulo Magalhães aponta para a América Latina, África e partes da Ásia, destacando também a vulnerabilidade europeia perante o aquecimento global: “A Europa está a aquecer duas vezes mais rápido do que estava previsto. E dentro da Europa, a Península Ibérica é a mais afectada”. No seguimento do alerta da OMM, o secretário-geral da ONU, António Guterres, numa declaração em vídeo, apelou a que todos encarem “esta situação com o grau de urgência climática que ela representa”. “As condições de El Niño vão deitar mais combustível para a fogueira de um planeta em aquecimento. Os impactos serão ainda mais fortes e sentidos ainda mais longe. Atravessarão fronteiras com uma velocidade devastadora”, apelando mais uma vez a “pôr fim à dependência dos combustíveis fósseis”. Para Paulo Magalhães, a dificuldade em responder ao problema resulta da predominância de interesses económicos de curto prazo sobre os objectivos colectivos de médio e longo prazo. “O modelo económico está baseado nos combustíveis fósseis e a lógica dos benefícios a curto prazo supera o interesse colectivo”. O especialista defende que o desafio actual ultrapassa a dimensão política ou geopolítica, entrando no domínio das próprias leis da física. “Desta vez, o limite é físico. Não é uma questão geopolítica, de força ou de poder. É uma questão de física e de ciência”. “O nosso principal bem era um clima estável, o padrão de circulação estável dos oceanos e da atmosfera. Esse bem invisível é precisamente aquilo que estamos a perder”, conclui.

This Week in Startups
How to Raise a Seed Round in 2026: Ask Jason | E2294

This Week in Startups

Play Episode Listen Later May 29, 2026 57:55


This Week In Startups is made possible by:Grasshopper Bank https://grasshopper.bank/twistLinkedIn Jobs https://LinkedIn.com/twistNorthwest Registered Agent https://northwestregisteredagent.com/twistToday's show:Jason breaks down the real math behind raising a seed round. Here's the funnel: contact 150 firms, get 50 first meetings, convert 2o into second meetings, and close 2 term sheets.PLUS Jason responds to viewer questions about why hardware is no longer a dirty word for investors, how to differentiate your startup from frontier-model companies like OpenAI, even when they're in your niche. Plus a pitch for “Founder Community College,” and anecdotes from Lon's European odyssey.Thanks for the Questions:Richard Corral: CEO of Quanto: https://quanto.co/ØnProtons on X: https://x.com/0nProtonsSergeDawg on X: https://x.com/sergedawgMahika GolaniPeridot: https://www.tryperidot.com/Shawn Sully on X: https://x.com/arooglePrograms and Accelerators Mentioned:Y Combinator: https://www.ycombinator.com/Techstars: https://www.techstars.com/Antler: https://www.antler.co/PearX: https://pear.vc/pearx/Sequoia ARC: https://www.sequoiacap.com/arc/Kauffman Fellows: https://www.kauffmanfellows.org/Companies and Startups Referenced:Whoop: https://www.whoop.com/Knightscope: https://knightscope.com/Eight Sleep: https://www.eightsleep.com/Cafe X: https://www.cafexapp.com/Media Referenced:New Yorker Sam Altman profile: https://www.newyorker.com/magazine/2026/04/13/sam-altman-may-control-our-future-can-he-be-trustedOff-Duty RecommendationsTerra Kaffe Demi compact automatic espresso machine: https://www.terrakaffe.com/products/tk-demiOsteria Pastella (Florence, Italy): https://www.osteriapastella.it/Timestamps:0:00 Inside the TWiST private group chat3:25 How to react when an investor says your "too early."6:50 The ultimate seed round funnel8:48 Jason's new Associate in Training program10:09 Grasshopper Bank - Time is money. Don't waste either. Go to https://grasshopper.bank/twist and get an exclusive $500 cash bonus just for opening an account.18:28 How have the metrics for early-stage companies changed?20:20 LinkedIn Jobs - Hire right, the first time. Post your first job and get $100 off towards your job post at https://LinkedIn.com/twist22:34 TWiST Bounties update23:43 Competing against frontier labs30:03 What signals real investor-founder alignment?30:14 Northwest Registered Agent - Get more when you start your business with Northwest. In 10 clicks and 10 minutes, you can form your company and walk away with a real business identity — Learn more at https://northwestregisteredagent.com/twist36:07 A crash course in Bay Area startup culture40:15 Automatons-as-a-Service (AaaS)42:29 Who in Silicon Valley does Jason really not like?49:59 Museum Etiquette with Lon HarrisSubscribe to the TWiST500 newsletter: https://ticker.thisweekinstartups.comCheck out the TWIST500: https://www.twist500.comSubscribe to This Week in Startups on Apple: https://rb.gy/v19fcpFollow Lon:X: https://x.com/lonsFollow Alex:X: https://x.com/alexLinkedIn: ⁠https://www.linkedin.com/in/alexwilhelmFollow Jason:X: https://twitter.com/JasonLinkedIn: https://www.linkedin.com/in/jasoncalacanisCheck out all our partner offers: https://partners.launch.co/Great TWIST interviews: Will Guidara, Eoghan McCabe, Steve Huffman, Brian Chesky, Bob Moesta, Aaron Levie, Sophia Amoruso, Reid Hoffman, Frank Slootman, Billy McFarlandCheck out Jason's suite of newsletters: https://substack.com/@calacanisFollow TWiST:Twitter: https://twitter.com/TWiStartupsYouTube: https://www.youtube.com/thisweekinInstagram: https://www.instagram.com/thisweekinstartupsTikTok: https://www.tiktok.com/@thisweekinstartupsSubstack: https://twistartups.substack.com

Igreja Baptista Antioquia
“Quanto mais Fome da Palavra mais Firme na Esperança” (Amós 8:11 e At 20:24 e 27)

Igreja Baptista Antioquia

Play Episode Listen Later May 27, 2026 67:07


Data: 10/05/2026 Pregador: António Figueira Para mais informações sobre a Igreja Antioquia, visite https://linktr.ee/antioquia

Unica Radio Podcast
Nosus, identità e futuro sul palco di Cagliari

Unica Radio Podcast

Play Episode Listen Later May 27, 2026 8:48


Il 24 maggio il Teatro Massimo accoglie il debutto nazionale degli Artisti Fuori Posto, tra lingua sarda, inglese, memoria collettiva, futuro distopico e interrogativi etici sul nostro presente contemporaneo vivo. Nosus apre una distopia sulla lingua Nosus debutta il 24 maggio 2026 alle ore 20:30 al Teatro Massimo di Cagliari, nella Sala M2. Lo spettacolo degli Artisti Fuori Posto arriva in scena nell'ambito della rassegna On Stage 2026 e porta con sé una domanda semplice solo in apparenza: una lingua può salvare una vita? L'appuntamento è indicato nel programma della rassegna e nella scheda del Teatro Massimo dedicata alla produzione. La risposta prende forma in un futuro cupo. La pace esiste, ma ha chiesto un prezzo altissimo. Le lingue sono state cancellate. Le memorie sono state sepolte. Un'intelligenza artificiale decide, fin dalla nascita, chi potrà vivere liberamente e chi resterà prigioniero di una scelta altrui. Dentro questo scenario, tre uomini entrano in una sala interrogatori. Lì non si gioca solo il loro destino. Si gioca il senso stesso dell'identità. Lingua sarda e inglese in scena Il nuovo lavoro nasce da un soggetto condiviso da Filippo Salaris, Piero Murenu e Alessandro Pani. La sceneggiatura originale porta la firma di Pani, che ha scritto il testo direttamente in lingua sarda e in inglese. Non si tratta di un dettaglio formale. Le due lingue convivono fin dall'origine della drammaturgia e diventano materia viva del conflitto scenico. Lo spettacolo prevede sottotitoli in italiano. Questa scelta apre la visione a pubblici diversi, senza togliere forza alle lingue presenti sul palco. Il sardo non appare come reperto. L'inglese non resta semplice codice internazionale. Entrambi diventano strumenti di attrito, memoria e resistenza. La parola, in questo caso, non spiega soltanto. Protegge. Ferisce. Ricorda. Gli Artisti Fuori Posto e l'attore-regista Gli Artisti Fuori Posto costruiscono il lavoro attraverso una regia condivisa. Il processo segue il principio dell'attore-regista elaborato da Juri Alschitz. La scena nasce quindi dal corpo dei performer, dalla loro esperienza e dalla relazione diretta con il testo. Questa impostazione rende il debutto più vicino a un rito che a una semplice rappresentazione. Ogni gesto parte da una necessità interna. Ogni pausa pesa. La sala interrogatori diventa un luogo mentale, oltre che fisico. In quello spazio chiuso, i personaggi devono misurare ciò che resta di loro. Il controllo tecnologico incombe, ma la vera tensione riguarda la libertà. Quanto si può perdere prima di smettere di riconoscersi? Sardegna arcaica e futuro digitale Nosus non usa la Sardegna come sfondo folkloristico. Al centro entra uno spirito arcaico, riletto in chiave futuristica. Lo spettacolo guarda alla tradizione di Ottana e alle figure dei Boes e Merdules, maschere centrali dell'immaginario sardo. La tradizione ottanese è legata a maschere originali e a un universo simbolico molto forte, ancora oggi riconosciuto come parte della cultura isolana. L'Associazione Boes e Merdules di Ottana ha aperto i propri archivi e ha messo a disposizione le maschere originali. Piero Murenu le ha poi reinterpretate in chiave distopica, mentre l'artigiano digitale Andrea Cincotti le ha trasformate attraverso la stampa 3D. Il risultato non cancella il rito. Lo sposta avanti nel tempo. L'antico non viene travestito da moderno. Continua invece a parlare, anche dentro un futuro do

Mensagens do Meeting Point
32 Num piscar de olhos

Mensagens do Meeting Point

Play Episode Listen Later May 26, 2026 3:44


Devocional 2 Tessalonicenses O vosso comportamento é para nós um motivo de orgulho entre as igrejas de Deus por causa da vossa paciência e da fé que mostram em todas as vossas perseguições e nas dificuldades que têm de suportar. Isso é já uma amostra do julgamento justo com que Deus vai declarar-vos dignos do seu reino , por amor do qual suportam tais sofrimentos. Do mesmo modo, aqueles que vos causam esses sofrimentos receberão de Deus o justo castigo. Depois de sofrerem dessa maneira, ele vos dará o descanso, bem como a nós, quando aparecer no céu o Senhor Jesus com os seus anjos , cheio de poder. Virá por entre chamas de fogo para castigar aqueles que não reconhecem Deus e os que não obedecem ao evangelho de Jesus, nosso Senhor. Esses serão condenados à perdição eterna, longe da presença do Senhor, longe do seu poder e da sua glória . Então o Senhor virá para ser honrado no meio de todos os seus escolhidos e contemplado por todos os que aceitaram a fé. E também da vossa parte o nosso testemunho foi bem aceite. Por isso, pedimos continuamente ao nosso Deus para que vos ajude a corresponder ao seu chamamento, vos dê forças para levarem à prática todos os bons propósitos e torne eficaz a vossa fé. Deste modo, o nome de Jesus, nosso Senhor, será glorificado pelo vosso comportamento e nele estará também a vossa glória, pela graça do nosso Deus e do Senhor Jesus Cristo. 2 Tessalonicenses 1.4-12 Quem dera que o nosso procedimento fosse considerado inspirador para outros. Uma coisa é certa nunca se chegará a esse patamar sem provações. Passá-las e, sobretudo, ultrapassá-las, dão crédito ao testemunho cristão. Apreciemos aqueles que “nas perseguições e nas dificuldades que têm tido de suportar” revelam uma paciência e fé a serem imitadas. Entendamos os duros obstáculos enfrentados por companheiros nossos na fé como um estímulo a perseverarmos em Cristo nas situações similares que tenhamos de encarar num futuro próximo e, sobretudo, como “uma amostra do julgamento justo com que Deus nos declarará dignos do Seu reino.” Quanto à justiça a exercer sobre quem nos persiga, descansemos na boa e equitativa mão de Deus. Entretanto, deleitemo-nos, por antecipação, na plena certeza que Ele “nos dará o descanso” aquando da retumbante vinda de Jesus. Até lá, insistamos em viver colados a Jesus, procurando corresponder à Sua chamada. Portanto, apoiemo-nos uns aos outros em oração, pedindo ao Pai que nos “dê forças para levarmos à prática todos os bons propósitos”, tornando assim eficaz a nossa fé. “Deste modo, o nome de Jesus, nosso Senhor, será glorificado pelo vosso comportamento e nele estará também a vossa glória, pela graça do nosso Deus e do Senhor Jesus Cristo.” - Jónatas Figueiredo

Learn Italian with LearnAmo - Impariamo l'italiano insieme!
VOLERCI e METTERCI: Come Usarli Correttamente

Learn Italian with LearnAmo - Impariamo l'italiano insieme!

Play Episode Listen Later May 24, 2026 22:39


Quanto tempo ci vuole per imparare l'italiano? Ma aspetta — ci vuole o ci metto? E cosa significa «mi ci metto»? Queste quattro espressioni — ci vuole, ci metto, mi ci vuole e mi ci metto — sembrano quasi uguali ma hanno significati molto diversi. In questo articolo le analizziamo una per una, con esempi pratici e spiegazioni chiare. CI VUOLE / MI CI VUOLE / CI METTO / MI CI METTO: Differenze, Regole e Usi 1. CI VUOLE / CI VOGLIONO Volerci indica il tempo — o la quantità di qualcosa — necessaria in senso generale, valida per tutti, senza specificare chi. L'idea chiave è l'impersonalità: non si parla di una persona specifica, ma di una condizione oggettiva. La coniugazione è semplicissima, perché volerci esiste solo in due forme, che concordano con la quantità che segue: CI VUOLE quando la quantità che segue è singolare: «Ci vuole un'ora per fare il pane fatto in casa.» / «Ci vuole molta pazienza per studiare il congiuntivo italiano!» CI VOGLIONO quando la quantità che segue è plurale: «Ci vogliono due anni per diventare davvero fluenti.» / «Ci vogliono almeno tre caffè per sopravvivere al lunedì mattina.» Volerci ai Tempi Composti Ai tempi composti, volerci vuole l'ausiliare ESSERE — e il participio si accorda con la quantità: «Ci è voluto un anno per finire quel progetto.» (un anno: singolare maschile → voluto) «Ci sono voluti mesi per convincere mia sorella.» (mesi: plurale maschile → voluti) «Ci è voluta una settimana per riparare la macchina.» (una settimana: singolare femminile → voluta) «Ci sono volute ore e ore di studio.» (ore: plurale femminile → volute) 2. CI METTO Metterci indica il tempo necessario a una persona specifica per fare qualcosa. A differenza di volerci, che è impersonale, metterci si riferisce sempre a un soggetto preciso — e per questo si coniuga in tutte le persone. Per esempio: «Io ci metto 45 minuti per andare al lavoro in bici.» Non tutti — io. Chi va in metropolitana ci mette 20 minuti; chi abita vicino all'ufficio ci mette 5 minuti a piedi. Ogni persona ha i suoi tempi. Coniugazione: io ci metto / tu ci metti / lui o lei ci mette / noi ci mettiamo / voi ci mettete / loro ci mettono. «Mia nonna ci mette due ore per cucinare la pasta al forno. Vale la pena aspettare!» «Ragazzi, quanto ci mettete per imparare 10 parole nuove al giorno?» «Ieri abbiamo preso il treno sbagliato e ci abbiamo messo quattro ore invece di due!» Metterci ai Tempi Composti Ai tempi composti, metterci usa l'ausiliare AVERE — esattamente l'opposto di volerci. Passato prossimo: io ci ho messo / tu ci hai messo / lui o lei ci ha messo / noi ci abbiamo messo / voi ci avete messo / loro ci hanno messo. 3. MI CI VUOLE Volerci si usa normalmente in modo impersonale, per tutti. Ma se si vuole usarlo riferendosi a una persona specifica, si aggiunge un pronome indiretto prima di «ci»: mi ci vuole (a me) ti ci vuole (a te) gli ci vuole / le ci vuole (a lui / a lei) a noi ci vuole (si preferisce questa forma per evitare la ripetizione «ci ci vuole») vi ci vuole (a voi) gli ci vuole (a loro) Confronta queste due frasi: «Ci vuole un'ora per imparare questa poesia.» — Impersonale: per tutti, in generale. «Mi ci vuole un'ora per imparare questa poesia.» — A me personalmente, in base al mio modo di studiare e alla mia memoria. Altri esempi: «A mio fratello gli ci vogliono tre ore per prepararsi la mattina. È assurdo!» «Professoressa, le ci vuole molto tempo per correggere i compiti?» «A noi ci vuole sempre un'ora per accordarci. Ma perché?!» Mi Ci Vuole ai Tempi Composti Anche qui il participio si accorda con la quantità: «Mi ci è voluta una settimana intera per capire il congiuntivo.» (una settimana: femminile singolare → voluta) «Gli ci sono voluti anni per trovare il coraggio di andarsene.» 4. MI CI METTO — Il Diverso della Famiglia Attenzione: mi ci metto non indica il tempo necessario per fare qualcosa. È un'espressione completamente diversa dalle altre tre. Il verbo qui è mettersi — riflessivo — e il significato cambia a seconda del contesto. Significato 1 — Mettersi in un Luogo Fisico Quando si parla di un luogo fisico, «ci» si riferisce proprio a quel luogo: «mi ci metto» significa letteralmente «mi metto lì». «C'è ancora posto sul divano? Ah sì, benissimo — mi ci metto anch'io!» (= mi metto lì, sul divano) «La macchina è parcheggiata là? Ok, mi ci metto dietro.» (= mi metto lì dietro) Significato 2 — Dedicarsi a Qualcosa, Cominciare Quando si parla di dedicarsi a qualcosa, «mi ci metto» è un'espressione idiomatica che significa «comincio, mi dedico» — il «ci» non ha un riferimento preciso, ma rafforza l'idea di impegno e coinvolgimento personale. «Domani mi ci metto seriamente a studiare il vocabolario.» (= comincio con impegno) «Questa settimana non ho ancora fatto i compiti... ma domani mi ci metto!» (= mi metto a farli) «Se mi ci metto io, finiamo prima.» (= se mi impegno io, se ci lavoro io) Nella pratica, questa espressione si usa quasi sempre alla prima, seconda e terza persona singolare: mi ci metto, ti ci metti, ci si mette. Le forme plurali esistono ma sono molto rare nel parlato quotidiano. Riepilogo: le Quattro Espressioni a Confronto Ecco le quattro espressioni messe a confronto nello stesso contesto — la preparazione di un esame di italiano: EspressioneEsempioSignificatoCI VUOLE«Ci vuole un mese per prepararsi bene.»Tempo necessario in generale, per tutti.CI METTO«Io ci metto due mesi, perché lavoro anche.»Tempo necessario a me nello specifico.MI CI VUOLE«Mi ci vogliono due mesi per prepararmi.»Come ci metto, ma costruito con volerci + pronome indiretto.MI CI METTO«Da domani mi ci metto!»Non indica un tempo: significa «comincio, mi impegno». Domande Frequenti Qual È la Differenza Principale tra "Ci Vuole" e "Ci Metto"? «Ci vuole» è impersonale — indica il tempo necessario in generale, per tutti, senza riferirsi a nessuna persona specifica. «Ci metto» è personale — indica il tempo che impiega una persona precisa. Per questo volerci esiste solo nelle forme singolare e plurale, mentre metterci si coniuga in tutte le persone. "Ci Metto" e "Mi Ci Vuole" Sono Intercambiabili? Sì, in molti contesti le due forme sono intercambiabili: «Ci metto due ore» e «Mi ci vogliono due ore» esprimono lo stesso concetto — il tempo necessario a me personalmente. La differenza è costruttiva: metterci usa il verbo mettere coniugato alla persona; volerci con pronome indiretto mantiene la struttura impersonale aggiungendo il pronome per specificare chi "riceve" il bisogno. Perché Si Dice "A Noi Ci Vuole" e Non "Ci Ci Vuole"? Perché la ripetizione di «ci ci» risulta ridondante e innaturale in italiano. Per la prima persona plurale si preferisce quindi la forma «a noi ci vuole», che evita la collisione dei due «ci» e risulta più fluida nel parlato. Quale Ausiliare Si Usa con Volerci e Metterci al Passato? I due verbi usano ausiliari opposti: volerci vuole ESSERE («ci è voluta un'ora»), mentre metterci vuole AVERE («ci ho messo un'ora»). È una delle differenze più importanti da ricordare, perché sbagliare l'ausiliare cambia la correttezza grammaticale della frase. "Mi Ci Metto" Si Può Usare Solo al Singolare? Non esclusivamente, ma nella pratica del parlato quotidiano si usa quasi sempre alla prima, seconda e terza persona singolare: mi ci metto, ti ci metti, ci si mette. Le forme plurali esistono grammaticalmente ma sono molto rare e suonano poco naturali nel parlato corrente. Pensi di aver capito le particelle italiane? La vera sfida è nell'articolo dedicato a ci vs ne. { "@context": "https://schema.org", "@type": "Quiz", "name": "Test su Ci Vuole, Ci Metto, Mi Ci Vuole, Mi Ci Metto", "description": "Quiz interattivo sulle espressioni italiane ci vuole, ci metto, mi ci vuole e mi ci metto con 10 domande su uso, coniugazione e significato.", "educationalLevel": "Intermedio B1-B2", "learningResourceType": "Quiz", "inLanguage": "it", "hasPart": [ { "@type": "Question", "name": "Quale espressione si usa in senso impersonale, valida per tutti?", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "Ci vuole" } }, { "@type": "Question", "name": "Completa: '_____ due ore per arrivare a Roma in treno.'", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "Ci vogliono" } }, { "@type": "Question", "name": "Quale ausiliare vuole il verbo 'volerci' ai tempi composti?", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "Essere" } }, { "@type": "Question", "name": "Completa: 'Ieri io _____ tre ore per finire i compiti.'", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "ci ho messo" } }, { "@type": "Question", "name": "Quale frase è corretta?", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "Ci è voluta una settimana." } }, { "@type": "Question", "name": "L'espressione 'mi ci metto' indica sempre il tempo necessario.", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "Falso" } }, { "@type": "Question", "name": "Quale forma si preferisce per 'noi' con il verbo volerci?", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "A noi ci vuole" } }, { "@type": "Question", "name": "Cosa significa 'Domani mi ci metto a studiare'?", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "Domani comincio a studiare con impegno" } }, { "@type": "Question", "name": "Completa: 'Quanto tempo _____ voi per preparare la cena?'", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "ci mettete" } }, { "@type": "Question", "name": "Il verbo 'metterci' si coniuga in tutte le persone.", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "Vero" } } ] } Caricamento quiz in corso... 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Dragão Careca
DC 328 - Jogando um jogo sobre jogos | DC 328

Dragão Careca

Play Episode Listen Later May 22, 2026 64:47


Quanto você realmente sabe sobre videogames? Entramos no modo competição para um episódio especial de quiz gamer, cheio de curiosidades, bugs clássicos, segredos dos videogames e momentos nostálgicos que marcaram gerações. De GTA, Pokémon, Metal Gear Solid, Tekken 3 e clássicos do PlayStation até aquelas curiosidades obscuras que só quem viveu a era de ouro dos games vai lembrar, colocamos nosso conhecimento gamer à prova (com resultados questionáveis).

Notizie a colazione
Giov. 21 Magg. | Quanto diventa caro il carrello, L'Europa è più indifesa?, Se la scuola apre prima

Notizie a colazione

Play Episode Listen Later May 21, 2026 14:20


Quanto diventa caro il carrello L'Europa è più indifesa? Se la scuola apre prima Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Geopop - Le Scienze nella vita di tutti i giorni
373 - Quanto manca al lockdown energetico in Italia?

Geopop - Le Scienze nella vita di tutti i giorni

Play Episode Listen Later May 21, 2026 19:09


Vi siete mai chiesti cosa succederebbe se, improvvisamente, ci fosse una crisi energetica in Italia? Nelle ultime settimane si fa un gran parlare di "lockdown energetico" a causa dell'instabilità nello Stretto di Hormuz dovuta alla guerra in Iran e oggi facciamo chiarezza in merito. Anche se al momento non è in programma alcuna soluzione di questo tipo, nel caso in cui la situazione dovesse peggiorare potrebbero scattare misure di emergenza coordinate a livello europeo, incluse limitazioni dei consumi, riduzione dei voli di linea e un aumento del prezzo dei carburanti. In questo video vi spiegheremo cosa comporterebbe il lockdown energetico in Italia, di cosa si tratta e quando potrebbe scattare a seconda di regolamenti e direttive sulle scorte di petrolio e gas naturale. Prendi parte alla nostra Membership per supportare il nostro progetto Missione Cultura e diventare mecenate di Geopop: https://geopop.it/ngCbN 00:00 Intro 00:48 Cos'è il lockdown energetico 01:56 Italia e importazioni estere 04:36 Chiusura dello Stretto di Hormuz: le conseguenze 06:00 Cosa comporterebbe il lockdown energetico in Italia 06:30 DaD per le scuole, smart working e circolazione a targhe alterne 08:02 Illuminazione pubblica e condizionatori 09:00 Quando potrebbe esserci il lockdown 09:19 I regolamenti sul petrolio 12:00 Le direttive sul gas naturale 14:00 Quali paesi sono già in lockdown energetico 15:39 La crisi energetica in UE e il piano d'azione Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Bitcoin Italia Podcast
S08E20 - La legge della conservazione

Bitcoin Italia Podcast

Play Episode Listen Later May 21, 2026 79:30


Una nuova ricerca mette in discussione il concetto di uscita unilaterale quando si parla di Lightning Network. È davvero la caratteristica fondamentale di un layer 2? Quanto è importante la determinazione del rischio nella scelta del design di un protocollo?Inoltre: elegantissima implementazione di Bitcoin in Kenya, Saifedean Ammous definisce Milei dannoso per Bitcoin, un nuovo documentario dimostra come El Salvador non sia il bitcoin country, e Loupe è una prima difesa contro gli attacchi con gli LLM, It's showtime!

Market Mover
L'industria dell'auto è molto più resiliente di quanto si pensi

Market Mover

Play Episode Listen Later May 21, 2026 15:38


Il settore è alle prese con sfide epocali eppure è forse prematuro darlo per spacciato Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Obiettivo Salute - Risveglio
Il cervello ai tempi delle notifiche

Obiettivo Salute - Risveglio

Play Episode Listen Later May 21, 2026


Quanto la tecnologia sta cambiando il nostro modo di pensare, emozionarci e stare con gli altri? In questa puntata Nicoletta Carbone ne parla con Marco Locatelli, direttore della Neurochirurgia alla Fondazione IRCCS Ca’ Granda Ospedale Maggiore Policlinico di Milano e autore, insieme a Edoardo Rosati, del libro La danza dei neuroni. Dalle notifiche che catturano continuamente la nostra attenzione ai social network, fino agli effetti sulle relazioni e sulla concentrazione: un viaggio nel cervello sociale per capire rischi, opportunità e perché il nostro cervello può ancora imparare a ritrovare equilibrio

24 Mattino - Le interviste
Tragedie (in)evitabili?

24 Mattino - Le interviste

Play Episode Listen Later May 19, 2026


Quanto successo a Modena è un richiamo, se mai ce ne fosse bisogno, all'importanza della cura del disagio mentale.Nella sanità, per fondi, personale e strutture, la psichiatria è la meno considerata con circa il 3% del totale della spesa medica.Ne parliamo con Fabrizio Starace, direttore del Dipartimento di Salute Mentale dell'ASL Torino 5 e Maria Gorlani, vicepresidente di Famiglie in Rete e madre di un paziente psichiatrico di 24 anni.

Scientificast
Amari antibiotico resistenti

Scientificast

Play Episode Listen Later May 18, 2026 48:17


Quanto può essere “scientifico” un amaro digestivo? Cosa succede agli ecosistemi agricoli quando scompaiono gli impollinatori? E in che modo il cambiamento climatico potrebbe favorire la diffusione di batteri resistenti agli antibiotici?Nell'episodio 615 Luca e Ilaria ci accompagnano tra biologia molecolare, microbiologia ambientale e agroecologia, con un'esterna di Francesca che intervista Marianna Florio.Ilaria ci porta nel mondo degli amari digestivi e dei recettori del gusto… nello stomaco. Un nuovo studio mostra come alcuni estratti vegetali ricchi di polifenoli possano stimolare la secrezione gastrica attivando specifici recettori TAS2R. In pratica: forse dietro ai “digestivi della nonna” c'è molta più biologia molecolare di quanto pensassimo.Francesca parla con Marianna Florio di agroecologia, biodiversità degli impollinatori, equilibrio negli ecosistemi agricoli, fitofarmaci e strategie di lotta biologica. Perché proteggere gli impollinatori significa proteggere molto più del miele.Luca invece affronta un tema inquietante ma importantissimo: il cambiamento climatico potrebbe favorire la resistenza agli antibiotici. Due studi pubblicati su Nature e Nature Microbiology mostrano come calore e siccità possano alterare i microbi del suolo selezionando batteri sempre più resistenti.Una puntata che intreccia fisiologia, ambiente e microbiologia.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/scientificast-la-scienza-come-non-l-hai-mai-sentita--1762253/support.

Obiettivo Salute - Risveglio
Geni e stile di vita: chi guida la nostra longevità?

Obiettivo Salute - Risveglio

Play Episode Listen Later May 18, 2026


Quanto contano davvero i geni nella nostra longevità? E quanto, invece, dipende dalle scelte quotidiane? In questa puntata di Obiettivo Salute Risveglio partiamo da uno studio che riaccende il dibattito sul rapporto tra predisposizione genetica e stile di vita. Con Filippo Ongaro, medico e coach, approfondiamo il significato di vivere più a lungo ma anche meglio, riflettendo su alimentazione, movimento, stress, sonno e prevenzione. Un confronto per capire quanto del nostro futuro biologico sia scritto nel DNA e quanto possiamo ancora influenzare attraverso i nostri comportamenti quotidiani.

Braincast
Bro Tax: quanto custa parecer homem?

Braincast

Play Episode Listen Later May 16, 2026 99:50


No Braincast 633, Carlos Merigo, Cris Dias, Hiago Vinícius, Ken Fujioka e Bia Fiorotto discutem a Bro Tax: o pedágio simbólico que transforma produtos comuns em objetos aceitáveis para homens inseguros com cuidado, higiene, saúde ou prazer. O papo passa por Liquid Death, a água com estética de caveira e atitude; pela brasileira Dane-se; pelos lenços umedecidos “de homem” da Dude Wipes; pelo Man Cereal, cereal com proteína, creatina e slogan sobre “recuperar as bolas”; e por marcas que transformam sabonete, maquiagem, protetor solar, barba, skincare e até café da manhã em performance de masculinidade. A pergunta é: isso é branding brilhante, diferenciação em categorias sem graça ou só mais um jeito de vender insegurança masculina em embalagem preta fosca? Também tem Qual é a Boa com documentários sobre Paul McCartney e Martin Scorsese, podcast sobre Palmares, ciência, Cinemático, Love Cabaré, Liderança Subversiva e Momento Faustão. 04:58 PAUTA 07:59 Água com atitude 12:46 Da Pink Tax à Bro Tax 14:23 Exemplos Dude Wipes e Man Cereal 16:29 Challenger brands e exageros 19:37 Protetor solar Slather 22:04 Masculinidade frágil e consumo 26:23 Produtos masculinos na prática 32:24 Economia da atenção 33:04 Marca desafiante vira líder 34:54 Warpaint e maquiagem masculina 37:16 Insegurança como negócio 37:56 Pressão estética nos homens 39:53 Água premium e luxo 41:34 Identidade e códigos de gênero 42:53 Axe Click e propaganda datada 46:41 Campanhas masculinas que funcionam 48:10 Restaurantes com atitude 49:38 Barbearias e experiência forçada 52:10 Ritual de loja e constrangimento 54:16 Storytelling demais nas marcas 56:08 Masculinidade simples e básica 01:03:13 QUAL É A BOA 01:03:55 Documentário Paul McCartney 01:06:15 Mr Scorsese na Apple 01:09:15 Cupom IA em Curso 01:12:14 Podcast Vida Palmarina 01:17:08 Bluey e Paternidade 01:18:24 Naruhodo com Paleontóloga 01:22:17 Rooster na HBO 01:25:31 Magic Love Cabaré 01:29:32 Podcast Liderança Subversiva 01:32:00 Momento Faustão 01:33:57 Confundindo Cris Dias 01:38:42 Despedida e Beijos -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios!

MELOG Il piacere del dubbio

Elon Musk lo annuncia da tempo: presto potremo non solo inviare sonde su Marte ma anche colonizzarlo, abitarlo. Quanto è verosimile questo progetto? Risponde dal Salone del Libro di Torino l'astrofisico e astronauta Umberto Guidoni, autore su un libro "Ascensore per Marte".

Ci vuole una scienza
L'hantavirus e una lezione mancata

Ci vuole una scienza

Play Episode Listen Later May 15, 2026 9:15


Il focolaio da hantavirus originato sulla nave da crociera Hondius è l'occasione per riflettere non solo su come oggi vengono gestite le epidemie, ma soprattutto su come vengono raccontate. Media e opinione pubblica hanno diffuso le notizie sui contagi con molti dei meccanismi comunicativi della pandemia da coronavirus, che pensavamo di avere superato. Tra quarantene, allarmismi, informazioni parziali e ritorno del linguaggio dell'emergenza, il caso Hondius mostra quanto c'è ancora da lavorare sul piano comunicativo. Ci spostiamo poi nell'Artico per un'epica traversata in dirigibile, cent'anni fa. ⁠⁠⁠⁠⁠Il link per abbonarti al Post e ascoltare la puntata per intero. ⁠⁠⁠ Leggi anche– Che ne sai tu di un campo di grano? Il nuovo numero di “Cose spiegate bene” dedicato all'agricoltura, all'allevamento e a noi nel mezzo – Piano pandemico. Ad oltre due anni dalla scadenza arriva il via libera dalla Conferenza Stato Regioni. Fondi a chi dimostra di aver recepito le regole – Hantavirus: la prima sequenza rassicura – Focolaio di hantavirus collegato ai viaggi in nave da crociera – L'epidemia di hantavirus mette in luce le incertezze sulle modalità di diffusione della malattia – Quanto ci deve preoccupare il virus sulla nave? Roberta Villa Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

media piano quanto che tra cose leggi lezione fondi hantavirus conferenza stato regioni
RobCast
Quanto Dinheiro Você Deveria Ter Hoje Com a Sua Idade

RobCast

Play Episode Listen Later May 14, 2026 18:41


⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Introdução01:00 A Fórmula do Patrimônio Ideal03:22 A Régua da Idade07:01 A Regra 136909:10 Liberdade Financeira de Verdade11:45 Plano de Ação15:50 Conclusão16:59 RC Wealth e RC Club

Oxigênio
#219 – Sinais de vida (passada) em Marte?

Oxigênio

Play Episode Listen Later May 14, 2026 38:08


O jipe Perseverance encontra possíveis bioassinaturas na superfície de uma rocha e dá mais um motivo para que a missão de retorno de amostras de Marte não seja cancelada. As análises sobre a habitabilidade marciana é uma vertente dos estudos na área, que buscam responder: quais são as condições encontradas no planeta hoje e como ele já deve ter sido no passado? O episódio faz parte de um conjunto de reportagens sobre A busca por vida extraterrestre e se essa estaria esquentando. A série é desenvolvida por Danilo Albergaria, bolsista do Programa Mídia Ciência, da FAPESP. Este episódio contou com a participação de Gabriel Gonçalves Silva (pós-doutorando na UNISINOS), Fernanda Jamel (doutoranda – USP e MIT), Roberta Vincenzi (pós-doutoranda no IO-USP) e Isabella Gaião (doutoranda – USP). [Introdução] Danilo: No primeiro episódio da série que trata da astrobiologia, aqui no podcast Oxigênio, a gente falou da alegação de detecção de uma possível bioassinatura num planeta fora do sistema solar. Uma bioassinatura é um sinal produzido por seres vivos – um possível vestígio de atividade biológica. Mas essa notícia de um potencial sinal de vida num exoplaneta não foi a única ocasião em que uma possível bioassinatura em um ambiente extraterrestre gerou manchetes no ano passado. Em setembro de 2025, a NASA anunciou um resultado que foi descrito pela agência aeroespacial americana como: “pode bem ser o sinal mais claro de vida que já encontramos em Marte”. A novidade foi um estudo publicado na revista Nature que apontou a existência de uma “potencial bioassinatura” numa rocha marciana – sim, uma pedra em Marte, coletada e analisada pelo jipe Perseverance, da NASA. A rocha marciana tem algumas características que aqui na Terra são encontradas em rochas que exibem rastros deixados por micróbios. Mas ainda não dá para saber se essas características encontradas na pedra marciana tiveram origem em atividade biológica ou se foram formadas por processos naturais sem o envolvimento de seres vivos. Os equipamentos do jipe, por melhores que sejam, não conseguem produzir resultados claros o suficiente para que os cientistas tirem essa dúvida. Para distinguir se os sinais encontrados são biogênicos (ou seja, foram originados por atividade biológica) ou se são abióticos (ou seja, sem o envolvimento de seres vivos), é preciso trazer as amostras para a Terra.  Eu sou Danilo Albergaria, jornalista e historiador pesquisando a comunicação da astrobiologia, essa área que estuda a origem, a evolução e a distribuição da vida no universo. Neste episódio, vou conversar com quatro cientistas associados ao Laboratório de Astrobiologia da Universidade de São Paulo para entender um pouco melhor de quê se trata essa possível bioassinatura e o que sabemos sobre se Marte pode ou não pode oferecer condições para a existência de vida, ou se já pode em algum momento do passado distante.  [Vinheta] Danilo: Vamos começar pelo que a gente sabe sobre esses resultados anunciados com grande entusiasmo pela NASA no ano passado. O jipe Perseverance está em Marte desde 2021 explorando a região de uma cratera chamada Jezero. A gente sabe que Marte teve água líquida em sua superfície há mais de 3,5 bilhões de anos, e essa cratera já foi um lago nesse passado remoto. Só para vocês terem uma ideia dessa região marciana, para atravessar essa cratera, de borda a borda, é preciso percorrer 45 quilômetros, pouco mais do que a distância entre Campinas e Jundiaí ou de Jundiaí a São Paulo. Em uma parte da borda da cratera existem marcas características de um delta de um rio que desaguava ali. Foi nas margens do leito desse rio, medindo 400 metros de margem a margem, que o jipe encontrou algumas rochas interessantes em julho de 2024. Em uma delas, o Perseverance identificou compostos orgânicos, moléculas compostas de carbono, e o mais importante: marcas que foram apelidadas de “pintas de leopardo”, que são manchas mais claras do que o restante da rocha, circundadas por linhas bem mais escuras. A rocha é formada principalmente de argila e lodo, materiais que costumam preservar rastros de vida microbiana, e fazem da rocha algo tipicamente encontrado no fundo de rios. Essas marcas, as “pintas de leopardo”, são compostas de fosfato de ferro e sulfeto de ferro. Aqui na Terra, esses compostos são associados a rastros químicos causados por reações produzidas por microrganismos em rochas. Essas foram as pistas analisadas para ver se as manchas poderiam ter sido geradas por micróbios há bilhões de anos. O Gabriel Gonçalves Silva é pós-doutorando na UNISINOS, químico associado ao Laboratório de Astrobiologia da USP, e estuda geobiologia. Eu pedi para ele me explicar por que esses sinais foram considerados possíveis vestígios de vida microbiana passada em Marte neste último estudo feito pelos pesquisadores da NASA. Gabriel: Eles analisaram uma amostra que se chama de mudstone, que seria algo como uma rocha formada de uma antiga lama. Marte é muito rico em ferro e foi observado principalmente nessa rocha pequenos pontinhos que eles observaram com mais detalhes e nele foi encontrado o ferro que a gente chama de ferro mais reduzido, que é o ferro 2+, que é interessante porque contrapõe ao ferro que a gente encontra mais em Marte, que é o ferro 3+, que é aquele que tem a cor de ferrugem. E não só essas manchinhas apresentavam principalmente um mineral, que é a vivianita, que é um fosfato de ferro II e a greigita, que é um sulfeto de ferro II. O ferro II na Terra, por exemplo, pode ser formado por processos na ausência de vida ou na presença de microrganismos. Eles conseguiram observar que não havia nessas rochas nenhum indício de grandes mudanças de pH nem de temperatura, mas junto da vivianita e da greigita tinha matéria orgânica. Na Terra, a gente sabe que a matéria orgânica pode acoplar reações onde a oxidação da matéria orgânica resulta na redução do ferro e aí, pela presença de sulfeto e do fosfato, a formação desses minerais. Porém, eles observaram que, por mais que a vivianita possa se formar em condições de temperatura, pressão e pH próximos do que nós consideramos normais, geralmente a formação de sulfeto de ferro dependeria de uma temperatura mais alta, então não só a oxidação da matéria orgânica, levando à redução do ferro, necessitaria de outros elementos para a formação desse mineral, desse sulfeto de ferro II. E graças a observações da composição ali da rocha, ausência de fosfato de alumínio, ausência de outros componentes, eles perceberam que não houve nem aquecimento, nem uma mudança drástica de pH durante esse processo de formação desses minerais. Isso faz com que a causa mais provável para a formação desses minerais, pelo menos se a gente pensasse na Terra, seria a ação da vida como nós conhecemos. Danilo: Vamos entender um pouco mais da química envolvida na produção das “pintas de leopardo”. Algumas bactérias formam minerais usando e transformando compostos químicos, como diferentes tipos de óxidos de ferro, formados por ligações entre ferro e oxigênio. O chamado ferro II (um íon de ferro) é muito importante para atividade biológica porque se liga facilmente ao oxigênio – por exemplo, ele é fundamental para o transporte do oxigênio no nosso sangue por meio da hemoglobina. A Fernanda Jamel, doutoranda no AstroLab da USP e que fez parte de suas pesquisas atuais no MIT (o Massachusetts Institute of Technology, nos EUA), explica a química da formação dos minerais encontrados na rocha marciana como possível explicação biológica, comparando com o que acontece na Terra. Fernanda: Aqui a gente tem formação de vivianita com bactérias que usam o ferro III, o óxido de ferro III, e transforma em ferro II. Por isso que a gente fala que é a redução de ferro. Então, quando as bactérias fazem isso, ela libera o ferro II no ambiente ao redor e aquilo ali vai formando camadas, vai se ligando com o que tem ali, e vai formando camadas que vão se mineralizando. A greigita também, da mesma forma, só que seria bactérias redutoras de sulfato, elas usam o sulfato como receptor de elétrons, o SO4, e elas produzem H2S, que é sulfeto de hidrogênio. E aí esse sulfeto reage com o ferro II disponível no sedimento. Depois vão formando essa combinação de sulfeto de ferro que vai se formando em greigita também dessa mesma forma, no sentido de que isso vai se expandindo: vem de um núcleo e vai se expandindo ao redor.” “É difícil dizer que existe um padrão exatamente igual a esse que a gente encontrou em Marte, mas esses nódulos que se formaram são condizentes com formações que a gente encontra aqui.” Danilo: Além dos compostos orgânicos, os instrumentos do Perseverance também identificaram, na região em que a rocha foi encontrada, alguns compostos químicos ricos em enxofre, ferro oxidado ou ferrugem, e fósforo. Se micróbios existiram ali, esses compostos podem ter fornecido fontes de energia para o metabolismo desses microrganismos, reforçando a hipótese de origem biológica para os vestígios. Porém, o fato de que esses vestígios podem ter sido formados por vida microbiana não quer dizer que dê para descartar outros processos que não envolvam seres vivos – também chamados de processos abióticos. Os próprios autores do artigo que avalia a possível origem biológica das “pintas de leopardo” propõem alguns processos abióticos como explicações alternativas. Até agora, as alternativas abióticas, sem o envolvimento da vida, não parecem muito promissoras para explicar as marcas nas rochas, mas ainda não dá para descartá-las. Talvez estejam faltando algumas peças do quebra-cabeças para uma explicação abiótica convincente. O Gabriel de novo vai nos ajudar a entender isso. Gabriel:  Eles tentaram investigar o máximo possível de reações na ausência de vida, e nenhuma que nós conhecemos hoje poderia sustentar esse tipo de reação. Isso não quer dizer que a vida é sempre necessária para que essas reações aconteçam. A gente pode estar ignorando alguma coisa. Pode não estar percebendo alguma coisa. Podem existir reações que a gente não estudou hoje e que poderia estar fomentando essa formação desses minerais na ausência de vida, ou até mesmo as grandes escalas – a gente está falando aí de bilhões de anos – poderiam permitir que houvesse a formação desses minerais na ausência de vida. Mas de tudo que a gente conhece hoje, essa condição de formação de fosfato de ferro II, formação de sulfeto de ferro II acoplado à presença de matéria orgânica, como nós conhecemos, seria mais bem explicado pela ação da vida. Então eles fizeram um estudo muito minucioso de várias hipóteses. E a que melhor responde hoje é a ação da vida, em contrapartida a reações abióticas, sem a presença de vida.  Danilo: É justamente pela possibilidade de que as “pintas de leopardo” tenham sido formadas por mecanismos abióticos, sem o envolvimento de seres vivos, que os sinais são classificados de “potenciais bioassinaturas”. Ou seja, podem ter sido, como podem não ter sido causados por seres vivos. Para que uma potencial bioassinatura seja considerada um sinal de vida inequívoco, é preciso estabelecer com segurança a sua origem biológica e descartar os mecanismos plausíveis que não envolvam processos biológicos em sua formação – ou seja, é preciso eliminar essas hipóteses abióticas alternativas. É uma barra bem alta, difícil de ser alcançada. Para complicar, os instrumentos a bordo do Perseverance são versões miniaturizadas, simplificadas, de ferramentas que se usa em laboratórios terrestres para buscar bioassinaturas de vida do passado remoto da Terra, como o espectroscópio Raman. Gabriel: Para quem tem um olho um pouco mais treinado nessas questões científicas, quando a gente observa, por exemplo, no próprio artigo, os espectros Raman que foram publicados, a gente leva um pouco de susto, porque a gente vê que são dados muito ruidosos, que isso tem a ver com a forma com que a amostra é tratada lá no espaço. O laser não é tão preciso. O aumento não é tão grande. Você tem a grande influência da iluminação natural. Isso faz com que o espectro fique extremamente ruidoso e dificulta a análise daquilo que se espera estar sendo estudado. Se esse material pudesse ser trazido para a Terra num ambiente muito mais controlado, a gente poderia trabalhar com lasers com focos muito menores, ou seja, na escala de micrômetros, com uma precisão muito grande do que está sendo selecionado para ser estudado. E aí a gente tem alternativas: trocar lasers, trocar aparatos para garantir que o ruído seja minimizado e outros efeitos que atrapalham possam ser minimizados. [música]  Danilo: Da forma como eu e o Gabriel falamos, pode parecer que o Perseverance é um aparelho meio limitado, mas a verdade é que o jipe é uma grande realização da engenharia. O Gabriel me explicou que os engenheiros e cientistas da NASA bolaram soluções muito criativas para poder, por exemplo, em um único espectro separar a fluorescência de raio-X, que permite saber a composição elementar do material analisado, da difração de raio-X, que dá uma informação da estrutura cristalográfica dos minerais – ou seja, permite ver a organização interna dos átomos nas amostras. Apesar da criatividade, esses mini-aparelhos que o jipe carrega nem de longe se comparam com os dos laboratórios aqui na Terra. Por exemplo, o espectroscópio Raman que o Gabriel mencionou e que tem lá no AstroLab, ocupa boa parte de uma sala ao lado do laboratório, enquanto que as dimensões do SHERLOC, o instrumento que inclui o Raman no Perseverance, tem 26cm de comprimento por 20cm de largura (isso porque o SHERLOC carrega ainda outros instrumentos, como a câmera WATSON… sim, os cientistas são bons em dar nomes para os aparelhos… Elementar). Se der para trazer essas amostras para o nosso planeta, daria para trabalhar com radiação síncrotron, por exemplo, que consegue focar e fazer esse tipo de análise em escalas nanométricas. E também fazer a observação de microscopia eletrônica, onde a gente vai ver a estrutura daquela amostra com aumentos entre mil e dez mil vezes. Por isso, o jipe vem colhendo amostras que poderão, no futuro, ser trazidas para cá e analisadas em laboratório. É a única maneira de eliminar algumas incertezas e filtrar as hipóteses da origem das possíveis bioassinaturas. A missão de retorno dessas amostras estava em desenvolvimento pela NASA, mas extrapolou as estimativas de custo iniciais, chegando a 11 bilhões de dólares, e agora está cancelada devido aos cortes profundos no orçamento da NASA propostos pelo governo de Donald Trump. Mas um detalhe mostra que o caro, em ciência, é quase sempre barato quando comparado com gastos militares. Os 11 bilhões previstos para o desenvolvimento de toda a missão de retorno de amostra são os mesmos 11 bilhões que os Estados Unidos gastaram só nos primeiros seis dias de ataques ao Irã entre fevereiro e março deste ano.  [música] Danilo: Com os cortes no orçamento, a situação atual da NASA é complicada, para dizer o mínimo, por isso ainda não dá para saber quando e se vamos um dia analisar as tais “pintas de leopardo” em laboratório e distinguir se elas são biogênicas ou se foram formadas por processos abióticos. Mas dá para saber muita coisa sobre as condições que Marte oferece – e não oferece – para a existência da vida, além das condições que o planeta enferrujado já deve ter oferecido a possíveis seres vivos num passado muito distante. A Isabella Gaião e a Roberta Vincenzi, pesquisadoras associadas ao Laboratório de Astrobiologia da USP, vão me ajudar a entender melhor se Marte é ou já foi habitável um dia. Elas estudam um mesmo microrganismo, a bactéria Staphylococcus nepalensis. O micróbio é adaptado a ambientes hipersalinos, repletos de sal, como as lagoas de Araruama, no estado do Rio de Janeiro, onde elas encontraram essa espécie de bactéria em meio a outros microrganismos que sobrevivem a concentrações de sal nocivas à maior parte dos seres vivos. A superfície de Marte está cheia de sais que são nocivos à vida, como sulfato de magnésio e o perclorato de magnésio. Esses sais são muito mais nocivos do que o cloreto de sódio que predomina nos oceanos terrestres. A Roberta explicou porque esses sais são tão prejudiciais à vida. Roberta: Os principais danos dos percloratos, na verdade, são dois. Eles são muito oxidantes, mas hoje, e essa era uma das principais preocupações na época da descoberta desses sais lá, mas hoje, do que a gente entende, aparentemente, se você pega a parte termodinâmica do negócio, não é tão relevante o fato de eles serem oxidantes, mas eles são extremamente caotrópicos. E esse vai ser um conceito bastante importante para a gente entender os problemas da vida nessas soluções, porque um agente caotrópico é aquele agente que tem o potencial de desestabilizar macromoléculas. Macromoléculas são basicamente tudo que a vida precisa para existir, como proteínas, lipídios, material genético. Então, se você tem agentes caotrópicos em uma solução, essas moléculas que precisam se manter em determinada forma vão ter dificuldade de permanecer assim. E a gente sabe que a forma dessas macromoléculas hoje estão intimamente ligadas à função que elas exercem. Então, quando a gente tem esses agentes caotrópicos, é basicamente uma função de desestabilizar a vida como a gente conhece ali. E esses sais são extremamente caotrópicos. Danilo: A Isabella também me ajudou a entender como a caotropicidade desses sais pode desestruturar o arranjo de grandes moléculas orgânicas, como as proteínas. Isabella: Basicamente um agente caotrópico é qualquer coisa química que desestruture macromoléculas. Aí o que seriam macromoléculas? Qualquer molécula importante para a vida. Então a vida é baseada em células. Células têm principalmente proteínas, que é o arranjado de várias moléculas orgânicas ali e que elas se rearranjam de uma forma 3D. Então, a forma 3D de uma proteína é muito importante para ela executar a função. E função de proteína é tudo. Tudo que envolve uma célula funcionar, você precisa de uma proteína ali trabalhando para ela funcionar. E para essa proteína funcionar, ela tem que estar na forminha dela 3D, ela não pode ser uma linha, ela tem que ter três dimensões. E agentes caotrópicos vão quebrar esse 3D. E se você quebra esse 3D e ela fica, por exemplo, linear, uma proteína, aí ela não tem mais função. Se ela não tem função, a célula não funciona. Se uma célula não funciona, a vida por si não funciona.  Danilo: Como a Roberta já tinha mencionado, os percloratos da superfície marciana desestruturam a química da vida não só por serem caotrópicos, mas também por serem oxidantes. Roberta: Porque quando a gente fala que um composto ele é muito oxidante ou muito oxidativo, significa que ele reage muito fácil com outras coisas ao redor. Então, aquela estrutura que a Isabela falou, que precisa ser mantida, dessas proteínas, para que elas funcionem, quando você tem algo que é muito reativo ao redor… Isso também, ela vai reagir com esse agente oxidativo, que no caso é esse sal, e quando ela reage assim, todas as outras ligações que ela tem para manter essa estrutura específica, para ela funcionar, podem se desorganizar também, e isso vai prejudicar a função, seja das proteínas, como também dos lipídios, por exemplo, que são aquelas gorduras que constroem a membrana biológica das células, que é muito importante para manter um ambiente interno, mas também os próprios materiais genéticos, o DNA e o RNA, que são essenciais pra manter e passar a informação da vida como a gente a conhece. Danilo: a bactéria que a Roberta e a Isabella estudam gosta de alta concentração de sal. É, por isso, considerada um extremófilo, uma espécie adaptada a condições extremas em que a maioria dos seres vivos terrestres não teria condição de sobreviver. Extremófilos que se dão bem com alta concentração de sal são chamados de halófilos. Os halófilos são importantes para entender a possibilidade da existência de vida hoje em Marte. Caso a vida tenha um dia existido no planeta vermelho, ela poderia, talvez, ter se adaptado para sobreviver em bolsões de água debaixo da superfície, algo que provavelmente existe segundo os modelos mais aceitos da estrutura de Marte. Isabella: Mas existem locais na Terra em que de alguma forma a água evaporou demais e concentrou muito sal, então a gente tem um aumento dessa concentração comparado com o mar. E existem principalmente microrganismos nesses ambientes que se adaptaram e desenvolveram para esse tipo de ambiente. Então eles têm uma resposta ao sal, NaCl, cloreto de sódio, diferente dos que vivem no mar, por exemplo. Então eles resistem a concentrações maiores. Roberta: E isso seria interessante porque, como a gente falou, qualquer tipo de água líquida presente em Marte seria o que a gente chamaria de uma salmoura. Então, teria uma concentração alta de sal dissolvida nesses ambientes. Portanto, qualquer tipo de vida presente ali deveria ser capaz de lidar com isso, ou seja, a gente poderia chamar de halófilo. Danilo: esses bolsões subterrâneos de água têm a vantagem de estarem protegidos da alta radiação ultravioleta que castiga a superfície marciana. O nó é que deve haver outras barreiras para a sobrevivência de microrganismos nesses bolsões. A Roberta começa explicando isso e a Isabella depois completa a explicação. Roberta: Porque é possível. Se a gente tem água líquida, as reações são possíveis. Mas a gente vai ter diversas outras características. …desses ambientes que continuam sendo problemáticos. Um deles é, por exemplo, a própria disponibilidade de água que você vai ter numa solução aquosa com muita concentração de sal. Quando você tem uma solução com muita concentração de sal, as moléculas de água estão ligadas ao íon. Então, ela não está disponível para reação. Apesar da água estar líquida, você tem muito mais dificuldade de a reação acontecer. E a gente precisa de reação para que a vida aconteça. Isabella: Ela acabou de introduzir um termo extremamente importante, que ela só não deu o nome, mas é extremamente importante para esse tipo de pesquisa, que é a atividade da água. É o quanto de água está disponível para a vida reagir, para as reações acontecerem e a vida conseguir acontecer. Hoje, é meio arbitrário, esse número vai de zero a um, é um número, enfim, mas a gente sabe que a vida consegue sobreviver até 0,6 de atividade da água. Abaixo disso, não. E aí, quanto maior a atividade da água, ou seja, mais próximo de um, mais água disponível tem. Quanto menor, mais água está retida. Ela está ali, mas ela está se fazendo ligação com outro grupo químico, no caso, o que ela falou, são os sais. Então, os sais estão ligando com aquela água, ela não está disponível para a reação. Então, quanto mais sal, mais você tem a diminuição da atividade da água e menor chance de ter água disponível ali para a vida poder fazer reações químicas. Danilo: Então, no índice de 0 a 1 de atividade da água, a vida consegue existir se este índice estiver acima de 0.6, aproximadamente. O índice estimado de atividade da água nos aquíferos subterrâneos em Marte é 0.57 – ou seja, a bola bate na trave, mas não entra. [música de transição] Danilo: A atividade da água no passado remoto de Marte era, provavelmente, muito acima do mínimo requerido para a existência de vida. Se a superfície de Marte parece hoje inabitável, há mais de 3,5 bilhões de anos o planeta pode ter oferecido condições mais amenas à vida, especialmente a microbiana. O Gabriel publicou recentemente, como primeiro autor e junto com outra pesquisadora do AstroLab – a Ana Paula Schiavo, uma especialista em microrganismos halófilos – um estudo na conceituada revista internacional Astrobiology. Eles exploraram como o lago que existia na cratera Jezero há mais de 3,5 bilhões de anos pode ter sido habitável, pois deve ter sido rico em um íon de ferro capaz de proteger microrganismos da radiação ultravioleta. Ele mesmo explicou esse trabalho interessantíssimo para este podcast. Gabriel: Cada vez mais a gente descobre que Marte é muito mais heterogêneo do que a gente pensa como uma coisa uniforme. Existiam lagos onde você tinha pH muito baixo, que a gente tem uma ideia disso, principalmente por esses depósitos, como sulfatos de magnésio ou sulfatos de ferro, como mineral jarosita, detectado por satélites que orbitam Marte. A presença de jarosita demonstra que essa água, em algum momento, era extremamente abundante de ferro III e extremamente ácida, condições onde a gente possui vida aqui na Terra. Então a gente queria demonstrar que Marte tinha semelhanças com a Terra mas tinha algumas características também que eram um pouco diferentes. E poxa, Marte também estava recebendo uma grande quantidade de radiação do Sol, e eu falo principalmente da radiação ultravioleta, que é aquela que a camada de ozônio protege hoje em dia. Mas ainda assim, a gente tem um pouco de ultravioleta que chega por isso que a gente precisa passar protetor solar. E a gente pensou no ferro como também um protetor solar. Já havia estudos que demonstravam que o próprio solo marciano, por ser muito rico em ferro (por isso, aquela cor de ferrugem) ele já é capaz de proteger fisicamente organismos que eventualmente poderiam estar presentes ali no planeta. A gente queria poder quantificar essa proteção, principalmente nesses lagos.  Danilo: Usando algumas leis químicas que já são bem conhecidas, os pesquisadores do AstroLab desenvolveram um modelo matemático para tentar estimar qual seria o efeito protetivo do ferro em solução nos lagos que existiam no passado remoto de Marte. Pela composição das rochas encontradas no que era o fundo, o assoalho desses lagos, já sabia que eles poderiam ser ricos em ferro. Os pesquisadores do AstroLab fizeram experimentos em laboratório testando o quanto microrganismos poderiam sobreviver com diferentes taxas de radiação ultravioleta e soluções com mais e menos íons de ferro. Eles compararam os resultados dos experimentos com o modelo matemático e viram que o modelo era capaz de prever com uma boa precisão qual seria o efeito protetivo do ferro contra o ultravioleta.  Gabriel: E aí, com isso, a gente pôde modelar como esses lagos poderiam proteger a vida, pelo menos a vida como nós a conhecemos. Aí, claro, a gente tem que assumir várias questões. Por exemplo, a gente não sabe quais eram as concentrações de ferro nesse ambiente. Se existia vida ou não, qual seria a resistência dessa vida naturalmente ao ultravioleta, mas usando exemplos da Terra, a gente conseguiu demonstrar que lagos com pouco ferro, em algumas profundidades relativamente rasas na casa de alguns centímetros, até alguns poucos metros, esse ferro já seria capaz de proteger a vida como nós conhecemos. Então esses lagos marcianos poderiam estar protegidos dessa ação do ultravioleta do Sol. Mesmo não tendo uma camada de proteção de camada de ozônio, ainda assim a vida como nós conhecemos poderia se desenvolver nesse tipo de ambiente que a gente sabe que existiu no passado marciano. Danilo: Se o ouvinte quiser saber um pouco mais sobre esse estudo, pode dar uma olhada na matéria que eu publiquei na Folha de S. Paulo no final do ano passado, com o título “Novo modelo simula condições de habitabilidade de antigos lagos de Marte”. Vamos deixar o link da matéria e do artigo do Gabriel na descrição do episódio. [música de transição] Danilo: A gente viu que a superfície de Marte é inóspita para a vida como a gente a conhece, mas resta alguma esperança de que os aquíferos subterrâneos marcianos sejam habitáveis. Agora, para encontrar água embaixo da superfície, em grande quantidade e com potencial para ser habitável, a gente vai ter que ir para bem mais longe, lá na vizinhança dos planetas gigantes gasosos. No próximo episódio o assunto vai ser as luas de Júpiter e Saturno que têm grandes oceanos debaixo de uma espessa camada de gelo. Essas luas geladas têm se tornado o assunto mais quente da astrobiologia quando se trata da procura por condições e ingredientes para a vida no sistema solar. O roteiro, pesquisa, produção e narração foram feitos por mim, Danilo Albergaria; a revisão do roteiro foi feita pela Simone Pallone. Os entrevistados foram o Gabriel Gonçalves Silva, a Fernanda Jamel, a Roberta Vincenzi e a Isabella Gaião. A edição do episódio foi da Carolaine Cabral. As músicas são do Blue Dot Sessions,  são Creative Commons. E esse podcast foi produzido com o apoio da Fapesp, por meio da bolsa Mídia Ciência, com o projeto Pontes interdisciplinares para a compreensão da vida no universo, o Núcleo de Apoio à Pesquisa e Inovação em Astrobiologia e o Laboratório de Astrobiologia da USP.

Alô, Ciência?
#156 Magreza: Por quê? E pra quem?

Alô, Ciência?

Play Episode Listen Later May 13, 2026 61:06


Alô, alô! O desenvolvimento e popularização das canetas emagrecedoras como Ozempic e Mounjaro balançaram as redes sociais, mídias e tantos outros espaços públicos. Facilmente a gente encontra pessoas perguntando: Quanto custa? Precisa de receita? Faz mal? Qual é o preço popular? Tem genérico? E tantos outros termos. Aqui no Brasil, a importação das canetas emagrecedoras aumentou 88% em 2025, superando até mesmo o mercado de celulares! Isso sem contar o crescimento de um mercado ilegal, com casos de contrabando e falsificação desse tipo de medicamento. Mas será que tem tantas pessoas que precisam de canetas emagrecedoras assim?  E para além de pensar se “tal uso faz bem” ou se “tal uso faz mal”, será que não é preciso pensar no que leva as pessoas a essa busca excessiva pelos padrões de magreza? Quais são as consequências desse uso? O quanto as pessoas estão dispostas a sofrer para entrarem nesse padrão?  Para essa conversa, Caramelo, Marx e Jefferson chamaram a Prof.ª Fernanda Scagliusi e o Prof. Bruno Gualano que, juntos, respondem: Afinal, pra que ficar magro? E mais importante: quem tem o direito de ficar e permanecer magro? Assuntos abordados: 00:00 – Apresentação dos convidados03:30 – O que são as canetas emagrecedoras?11:24 – Quem usa canetas emagrecedoras?22:15 – Economia Moral: estigma de pessoas gordas.28:43 – Sem tempo pra emagrecer.39:22 – Medo de engordar.48:34 – Mundo Fitness: industria trilionária. Referências e links:Centro de Medicina e Estilo de Vida ARTIGOS JORNALÍSTICOS: https://jornal.usp.br/ciencias/estetica-cultura-e-classe-o-que-esta-por-tras-do-uso-de-canetas-emagrecedoras-sem-indicacao/ https://www1.folha.uol.com.br/colunas/bruno-gualano/2026/01/ozempics-acabarao-com-a-fome-do-mundo.shtml https://www1.folha.uol.com.br/colunas/bruno-gualano/2026/01/vem-a-caneta-vai-se-o-peso-vai-se-a-caneta-vem-o-peso.shtml  https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/01/21/anvisa-proibe-canetas-emagrecedoras-do-paraguai-de-tirzepatida-e-retatrutida-vendidas-sem-registro.ghtml ARTIGOS CIENTÍFICOS: Scagliusi, F. B., Gualano, B., Andreassen, P., SturtzSreetharan, C., Jensen, S. D., & Brewis, A. (2025). The Uncharted Territory of the New Obesity Drugs in Users Without Obesity: A Sociomedical Perspective. Obesity. https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/oby.70069  Scagliusi, F. B., Ulian, M. D., de Oliveira, L. C., Torres, T. H., Unsain, R. A. F., SturtzSreetharan, C., … & Brewis, A. (2025). What is the felt experience of weight stigma in Latin America and the Caribbean? A systematic narrative review. The Lancet Regional Health–Americas. https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2667193X25003643  Jensen, S. D., Gualano, B., Andreassen, P., Scagliusi, F. B., SturtzSreetharan, C., & Brewis, A. (2025). Beyond the prescription: Global observations on the social implications of GLP-1 receptor agonists for weight loss. PLOS Global Public Health, 5(12), e0005516. https://journals.plos.org/globalpublichealth/article?id=10.1371/journal.pgph.0005516  VÍDEOS, LIVROS E ETC: PPG-ANS: Ciência, Café e Prosa – Aula “Estigma relacionado ao peso corporal e o cuidado em saúde” – Professora Fernanda Scagliusi https://www.youtube.com/watch?v=1HkzyrwXPDk  Bruno Gualano: “O mundo fitness é individualizante e egoísta”, Podcast da Semana – Revista Gama https://gamarevista.uol.com.br/podcast/podcast-da-semana/bruno-gualano/  Giro Saúde Especial | Indústria do Bem Estar https://www.canalsaude.fiocruz.br/audios/479 Assine pelo Apoia.se Assine pelo Patreon ➡️ Siga o Alô nas Redes:Instagram | Facebook | TikTok | Youtube | Bluesky

Som a Pino Entrevista
Lenine: 'Eu tenho a sorte de ter outras paixões tão fulminantes quanto a música'

Som a Pino Entrevista

Play Episode Listen Later May 13, 2026 40:55


Roberta Martinelli conversa com Lenine sobre criação, caminhos e escolhas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Segurança Legal
#417 – Condomínios e biometria, novos crimes digitais e o mito do Mythos

Segurança Legal

Play Episode Listen Later May 12, 2026 72:30


Neste episódio, Guilherme Goulart e Vinícius Serafim analisam casos reais e tendências que colocam em xeque a segurança digital e física no Brasil. Você vai descobrir como criminosos burlaram um sistema de reconhecimento facial em condomínios de Porto Alegre usando engenharia social, expondo os riscos do teatro da segurança, do solucionismo tecnológico e da hipossuficiência técnica dos consumidores. Em seguida, você vai entender o que está por trás do lançamento do modelo Mitos da Anthropic — classificado como perigoso demais para uso público —, e por que os resultados práticos com o Firefox e o cURL geraram ceticismo no meio da cibersegurança, levantando questões sobre propaganda de IA, governança, regulação e concorrência no mercado de inteligência artificial. Neste episódio, você também acompanha a análise da lei 15.397, que atualizou crimes digitais no Brasil com penas mais severas para furto qualificado digital, cessão de conta laranja e fraude eletrônica — e por que, sem investimento em capacidade investigativa, isso pode ser apenas populismo penal. Além disso, são discutidas duas vulnerabilidades críticas no Linux (CVE Copyfile e Dirty Frag) com exploits já circulando antes da correção, e como a IA pode acabar com o anonimato na internet ao identificar autores por fingerprint de texto com apenas 125 palavras. Os temas de privacidade, proteção de dados, LGPD, segurança ofensiva, pentest e infraestrutura em nuvem permeiam toda a conversa. Assine o Segurança Legal na sua plataforma favorita, siga o perfil nas redes sociais e avalie o podcast para ajudar a ampliar o alcance deste projeto independente de conteúdo sobre segurança da informação. Você também pode apoiar diretamente pelo Apoia.se (apoia.se/segurancalegal) ou simplesmente indicar o podcast para colegas e amigos — cada compartilhamento faz diferença. Entre em contato pelo e-mail podcast@segurancalegal.com ou pelo Mastodon, Instagram, Bluesky, YouTube e TikTok. Esta descrição foi realizada a partir do áudio do podcast com o uso de IA, com revisão humana.  Visite nossa campanha de financiamento coletivo e nos apoie!  Conheça o Blog da BrownPipe Consultoria e se inscreva no nosso mailing Shownotes Polícia prende suspeitos de invadir e furtar apartamentos de alto padrão em Porto Alegre; grupo usava fraude em reconhecimento facial Polícia desarticula grupo de criminosos que furtava apartamentos de luxo via redes sociais Atualização do Código Penal para alguns crimes digitais Will AI end anonymity? I tested it I can never talk to an AI anonymously again Anthropic's most dangerous AI model just fell into the wrong hands Unauthorized group has gained access to Anthropic's exclusive cyber tool Mythos, report claims It’s a myth that you need Mythos to find bugs: Open source models can do it just as well Filme: Quebra de Sigilo (Sneakers) BC Protege Livro – Sob a sombra da suástica: a França ocupada Filme – Viagem ao mundo dos sonhos Artigo – Em louvor ao Teatro da Segurança Imagem do episódio: The Ancient Days, Willia, Blanke

Laser
Farmaci: il costo di curarsi

Laser

Play Episode Listen Later May 12, 2026 27:45


Quanto vale una vita? È una domanda che nel mondo della farmaceutica ha una risposta precisa, espressa in franchi, euro o dollari. Una scatola di Keytruda, il farmaco oncologico più venduto al mondo, costa in Svizzera oltre quattromila franchi. Ma qual è il costo reale di produzione? Perché, in linea generale, non c'è trasparenza nella definizione dei prezzi dei farmaci? E quale ruolo giocano le lobby del settore? È il tema che affrontiamo in questa puntata di “Laser”, in cui cerchiamo di capire perché non è rispettato il principio di accesso universale alle cure e ai farmaci nel mondo e quali sono le conseguenze per chi resta escluso.Ne parliamo con Patrick Durisch di Public Eye, organizzazione non governativa (ONG) svizzera che si impegna per la giustizia globale e il rispetto dei diritti umani, che ha condotto una stima indipendente dei costi di ricerca e sviluppo del farmaco Keytruda, e con Catherine Moury, professoressa di Scienze Politiche presso la NOVA Università di Lisbona, che ha guidato progetti di ricerca internazionali sulla determinazione dei prezzi dei farmaci.

Effetto Mondo
Quanto sul serio va preso Trump?

Effetto Mondo

Play Episode Listen Later May 11, 2026


Quanto sul serio va preso Trump?

Genial Podcast
O PROBLEMA DA POUPANÇA, DÓLAR ABAIXO DE R$ 5 E COMO VIAJAR PAGANDO MENOS | Conversa que Rende #6

Genial Podcast

Play Episode Listen Later May 11, 2026 23:17


Neste episódio, Denise Barbosa, Bruna Amalcaburio e Cláudia Carvalho explicam por que o dólar deu uma trégua e operou abaixo dos R$ 5,00, analisando desde o impacto de Donald Trump até a força das exportações brasileiras. Mas o grande choque vem dos dados da Anbima: o brasileiro ainda mantém quase R$ 1 trilhão na poupança, perdendo dinheiro para a inflação e deixando de ganhar com a Selic a 14,75%. As especialistas desmistificam o medo de sair da inércia e mostram como o Tesouro Selic e os CDBs de liquidez diária podem render o dobro com a mesma segurança. Se você quer planejar sua viagem com a Conta Global ou fazer seu patrimônio render de verdade, este bate-papo é para você!Destaques do Episódio:A Queda do Dólar: Entenda os motivos técnicos e geopolíticos que levaram a moeda americana a operar abaixo dos R$ 5,00, desde as decisões de Donald Trump até o apetite estrangeiro pelos juros brasileiros.O "Adeus" à Poupança: Com dados recentes da Anbima e do Banco Central, discutimos por que a caderneta de poupança ainda retém quase R$ 1 trilhão, apesar de render metade do que ativos conservadores de Renda Fixa.Onde Investir Agora: Saiba quais são as melhores alternativas para quem busca liquidez e segurança, como o Tesouro Selic e o CDB de liquidez diária da Genial.Dica Extra: Descubra como aproveitar a baixa do dólar com a Conta Global da Genial para garantir sua próxima viagem com economia.DIRETO AO PONTO0:00 - Início: Boas-vindas com Denise Barbosa, Bruna Malcaburio e Cláudia Carvalho.1:22 - Resumo dos temas: Queda do dólar e o fim da paixão pela poupança.1:46 - Por que o dólar está caindo? Donald Trump e juros no Brasil.2:49 - Lei da oferta e demanda: O impacto das exportações no câmbio.4:56 - Geopolítica: Brasil como "fazenda do mundo" e a volatilidade nos EUA.6:56 - O fluxo de capital estrangeiro e a atratividade da Bolsa brasileira.8:25 - Brasil: O país da Renda Fixa e a Selic a 14,75%.8:55 - Proteção de carteira: Hedge cambial e exposição internacional.10:30 - Brasil como porto seguro? Investidores estrangeiros buscando a Genial.11:45 - Movimento global: O enfraquecimento do dólar no cenário mundial.12:24 - Como usar a Conta Global da Genial para viajar e economizar.13:49 - Raio X do Investidor: Por que 40 milhões de brasileiros ainda usam a poupança?.15:28 - A migração para CDB, LCI e LCA: O investidor está mais informado.16:34 - A regra de rendimento da poupança explicada: Por que ela sempre rende menos?.18:40 - O cálculo do prejuízo: Quanto você deixa de ganhar ao não investir em Renda Fixa.20:58 - Melhores alternativas: Tesouro Selic, CDB de liquidez diária e Fundos DI.22:48 - Encerramento: Próximo encontro no mês que vem!

Don Chisciotte
Il governo decide quanto costa casa tua

Don Chisciotte

Play Episode Listen Later May 8, 2026 75:31


Capitoli (00:00) Introduzione (03:17) Stato Edile: quando il Governo decide quanto deve costare casa tua, il mercato è morto. (46:36) Made in Italy 0.0: come la burocrazia e l'incompetenza uccidono le startup innovative Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Terraço Econômico
COMO SABER QUE EMPRESAS IRÃO INOVAR MENOS? OLHE OS DIVIDENDOS! - CURADORIA #033

Terraço Econômico

Play Episode Listen Later May 8, 2026 13:03


Quanto mais inovadora é uma empresa, mais ela reinveste os ganhos para seguir crescendo. Mas o que acontece quando esse ganho passa a ficar cada vez mais marginal?FONTES QUE EMBASAM O EPISÓDIO:X, Unusual Whales: Tim Cook has said Apple plans to continue the annual increase of its dividend - https://x.com/unusual_whales/status/2026350843964895411 Bloomberg: Dividend payouts are latest sign of Big Tech's financial muscle - https://www.bloomberg.com/news/articles/2024-05-12/dividend-payouts-are-latest-sign-of-big-tech-s-financial-muscle M&G Investments: The new dividend playbook: How tech giants and asian markets are redefining the payout play - https://www.mandg.com/investments/private-investor/en-gb/in-the-spotlight/m-g-insights/2025/06/the-new-dividend-playbook YahooFinance / Bloomberg: Global chaos, AI fears help tech's dividend stocks - https://finance.yahoo.com/news/high-dividends-turn-telecom-stocks-110326291.html Bloomberg Línea: Do delivery ao salão do restaurante: iFood adquire 100% da startup de reservas Get In - https://www.bloomberglinea.com.br/tech/do-delivery-ao-salao-do-restaurante-ifood-adquire-100-da-startup-de-reservas-get-in/ Veja: iFood diz ao Cade que 99 faz práticas de espionagem e ataques publicitários ilícitos - https://veja.abril.com.br/economia/ifood-vai-ao-cade-contra-99-por-praticas-de-espionagem-e-ataques-publicitarios-ilicitos/ Reuters: BYD posts steepest profit drop in six years as China sales falter - https://www.reuters.com/world/asia-pacific/byds-quarterly-profit-slide-fastest-six-years-2026-04-28/ InsideEVs: 'Unless Things Change, We Will Not Survive': Even Toyota Doesn't Feel Safe Right Now - https://insideevs.com/news/791250/toyota-safety-supplier-warning-china/ Medium, NickyVerd: Nokia — The Rise, Fall & Transformation of a Cell Phone King - https://medium.com/@nickyverd/nokia-the-rise-fall-transformation-of-a-cell-phone-king-98483cca4346 

Psicologia con Luca Mazzucchelli
Le tue idee ti stanno facendo perdere soldi: il vero costo di un'idea sbagliata

Psicologia con Luca Mazzucchelli

Play Episode Listen Later May 7, 2026 15:21


Acquista qui il mio nuovo libro "Basta un'idea: tutto cambia quando cambi come pensi": https://amzn.to/40s69tl Quanto vale secondo te una buona idea? E hai mai pensato a quanto ti costa, invece, cambiarne una sbagliata?In questo episodio ti parlo di idee che ti cambiano la vita e ti racconto di 3 modi in cui le idee sbagliate ti stanno svuotando il conto corrente piano piano. Buon ascolto, Luca Introduzione (00:00:00)PRIMA IDEA (00:02:49)SECONDA IDEA (00:05:52)TERZA IDEA (00:08:37)Il costo composto (00:11:16)Se il video ti è piaciuto, metti like, iscriviti al canale e clicca la campanella per rimanere aggiornato/a sulle nuove uscite ;)Seguimi anche qui sugli altri social:IG: https://www.instagram.com/luca.mazzucchelli/ FB: https://www.facebook.com/lucamazzucchellipsi Substack: https://substack.com/@lucamazzucchelli 

Smart City
Gli idrocarburi nel giardino di casa

Smart City

Play Episode Listen Later May 4, 2026


Quanto gas e quanto petrolio abbiamo in Italia? Nelle ultime settimane abbiamo dedicato numerose puntate di Smart City alle varie fonti rinnovabili e a come accelerarne l’installazione a favore di un’energia più economica e più sicura. Ma la situazione geopolitica deve farci guardare anche alle riserve di idrocarburi di casa. Oggi la produzione nazionale è ridotta ai minimi termini, come risultato di precise scelte di non concedere ulteriori permessi di esplorazione e di estrazione. Scelte che lasciano dubbi anche sul piano ambientale. In effetti, localmente si evita l’impatto diretto delle attività estrattive. Ma questo ci sarà comunque altrove, con l’aggravio di ulteriori emissioni dovute al trasporto, a eventuali perdite e a processi energivori come la liquefazione nel caso del GNL. È dunque opportuno porsi la domanda: cosa abbiamo nel giardino di casa? Che ruolo può svolgere nell’accompagnarci nei prossimi anni, mentre facciamo avanzare la transizione energetica? Ne parliamo con Davide Tabarelli, Presidente di Nomisma Energia.

Monologato Podcast
QUANTO, A VOLTE, HA SENSO ANDARE A FONDO?

Monologato Podcast

Play Episode Listen Later May 3, 2026 20:43


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Il podcast del disagio
"Connessioni a doppio taglio" con Sarah Barberis

Il podcast del disagio

Play Episode Listen Later May 2, 2026 67:21


E' stato proprio immergendosi nell'incontaminata natura toscana che la nostra Vee si è resa conto di quanto disperatamente stesse cercando un pò di segnale e quanto poco stesse respirando l'aria che la circondava. Mettici poi una lezione di Yoga tra gli ulivi e la spingente sensazione di non sapersi più veramente staccare ed ecco che abbiamo la puntata perfetta per questa settimana che doveva essere di vacanza. Quanto e quanto siamo connesse e perchè? Come possiamo esistere in un tempo già totalmente digitalizzato rimanendo fedeli al nostro tempo interiore? Ne parliamo con Sarah Barberis aka ⁠Etimofuggente⁠ che, guarda caso, passava da queste parti. **Seguici su IG :⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Il Podcast del Disagio⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e sul ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Tubo del Disagio⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Il podcast del disagio è condotto e ideato da ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Vee Tridente ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Co-host e editing ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Francesca Faralli ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Sigla di ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Mattia Ceci⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Geopop - Le Scienze nella vita di tutti i giorni
364 - Cucino la pasta con acido cloridrico e soda caustica

Geopop - Le Scienze nella vita di tutti i giorni

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 19:44


È possibile cuocere la pasta in acido cloridrico e soda caustica? Sì, ce lo mostra il DeNa con questo esperimento. Partiamo da due sostanze potenzialmente pericolose: da un lato l'acido cloridrico (lo stesso tipo di acido presente nei succhi gastrici), dall'altro la soda caustica, una base fortissima capace di bruciare i tessuti. Due composti da maneggiare con estrema cautela… ma cosa succede quando li mettiamo insieme? Teoricamente si formano due prodotti innocui: acqua e sale. Vediamo in questo video cosa accade e se questa idea funziona anche nella realtà. Prendi parte alla nostra Membership per supportare il nostro progetto Missione Cultura e diventare mecenate di Geopop: https://geopop.it/ngCbN 00:00 Pasta “chimica”: l'esperimento 01:00 Acido cloridrico e soda caustica: cosa sono 04:22 Cosa succede quando reagiscono: si forma acqua e sale 06:48 I calcoli chimici: come ottenere le giuste proporzioni 09:57 Cuociamo la pasta: funziona davvero? 13:56 Sale iodato o normale: quali differenze 14:48 Quanto sale si ottiene dalla reazione Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Hoje no TecMundo Podcast
JOGOS DE PS5 SÃO SEUS MESMO? SONY EXPLICA! YOUTUBE LIBERA JANELA FLUTUANTE! GTA6 VAI CUSTAR QUANTO?

Hoje no TecMundo Podcast

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 13:55


Quanto vai custar GTA 6? CEO fala sobre preço e promete valor justo, justo pra quem? Brasil é campeão e recebe mais de 1 bilhão de ligações abusivas por mês. RTX 5070 ganha versão de 12 GB: é o fim do sofrimento nos notebooks? Aleluia! YouTube libera Picture-in-Picture de graça para todos os usuários. Sony finalmente explica DRM de 30 dias do PlayStation: 'verificação temporária'. Visa testa IA agêntica que paga suas contas 'sozinha'. Google investe bilhões na Anthropic, Cade e União Europeia pressionam Google, OpenAI pede desculpas, China barra venda de startup de IA, Intel cresce com IA. E ainda as novidades com nossos apresentadores direto da Gamescom 2026.

Oxigênio
#218 Rodrigo Alves: Bastidores e Futuro do Podcast

Oxigênio

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 44:35


No dia 25 de fevereiro de 2026, o Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) teve a honra de receber a visita do jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, Rodrigo Alves, que ministrou uma oficina de podcast para os alunos da pós-graduação. Nesse episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina, em que ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva na produção jornalística em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e o futuro do gênero na produção jornalística. A entrevista foi comandada por dois integrantes da nossa equipe, a Lívia Mendes e o Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante para quem se interessa ou deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. [áudio Rodrigo Alves] Livia: Esse aí é o Rodrigo Alves, jornalista, apresentador e roteirista de podcasts narrativos, como o Vida de Jornalista. Você talvez já tenha ouvido a voz dele no episódio #202 aqui do Oxigênio ou em algum dos podcasts que ele apresenta. Em fevereiro, a gente teve o prazer de conhecer o Rodrigo pessoalmente, já que ele esteve aqui no Labjor pra ministrar uma oficina de podcast pros alunos da pós-graduação. Marcos: Neste episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina. Ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva a produtos em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e sobre o futuro do gênero na produção jornalística. Livia: A entrevista foi conduzida por mim, Lívia Mendes, Marcos: e por mim, Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante pra quem já conhece e pra quem deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. Então, continua com a gente e vem ouvir nosso bate-papo com o Rodrigo Alves. [Vinheta Oxigênio][música] Marcos: Bom, vou apresentar um pouco do Rodrigo. Como a gente já falou, ele é jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, que conta histórias e bastidores da profissão. É coordenador e roteirista dos podcasts Tramas Coloniais, Rio Memórias, Senado 200, Como Cobrir, e muitos outros. Editor da série No Rastro da Notícia, do podcast Jornalismo Sem Trégua, da Abraji. Desde 2021, ele se dedica exclusivamente à produção de jornalismo em áudio e a oferecer Oficinas de Podcasts. Antes de tudo isso, ele também foi comentarista de basquete no SporTV, repórter e editor em veículos como Globo Esporte e Jornal do Brasil. Cobriu desde eleições a Olimpíadas, até o Rock in Rio, e a gente vai falar um pouco sobre tudo isso com ele. Ah, também não podemos deixar de dizer que ele é fã de punk rock e torcedor do Fluminense. [música] Lívia: Eu queria destacar que ele participou de uma das nossas parcerias comemorativas de dez anos do podcast, lá no episódio #202, quem não ouviu pode procurar, que foi entrevista com a Sonia Bridi, um perfil lindíssimo, que ele comandou junto com a nossa coordenadora Simone Pallone. E, bom, a gente queria começar perguntando pro Rodrigo sobre a sua trajetória no áudio. A sua trajetória no jornalismo já é bastante sólida, né? Engraçado que várias pessoas, quando a gente compartilhou no Instagram que você viria aqui, visitar a gente no Labjor, lembraram de você como comentarista de basquete e disseram que adoraram. Além das coberturas de esporte, né? Como você conta lá na história do famigerado 7 a 1, Brasil e Alemanha, no segundo episódio do novo projeto, mas em que momento o áudio deixou de ser um projeto paralelo e se tornou uma dedicação exclusiva? Rodrigo: Ah, gente, primeiro obrigado pelo convite. Eu amo o Oxigênio, mas agora é diferente porque eu tô aqui presencialmente pra gente gravar. Então, foi um prazer fazer esse projeto em parceria, né, do episódio da Sônia Bridi, mas a gente fez no Rio de Janeiro e agora eu tô tendo a oportunidade de estar aqui pela primeira vez, conhecendo e tô amando. Então, poxa, obrigado demais. Eu gosto muito do Oxigênio que já tá nessa estrada aí há tanto tempo e acho que é super essencial. Então, obrigado demais. Rodrigo: E o áudio, assim, virou uma paixão desde não desde o início, né, quando eu comecei no jornalismo, porque eu trabalhei primeiro com o jornal impresso durante 8 anos e depois fui trabalhar na internet, trabalhei no site de esporte da Globo durante muito tempo. E aí no fim dessa trajetória na Globo eu trabalhei, como você falou, como comentarista de basquete. E isso é meio surreal mesmo porque de vez em quando alguém lembra assim, me vê assim,fala. Porque a televisão é impressionante, né? Tem um, mesmo sendo uma TV fechada, né? Eu trabalhei no SporTV, mas tem essa coisa meio, sei lá, um fascínio, né? Que eu acho super esquisito. Mas, enfim, é, foi super legal, foi uma experiência muito legal. E, e aí quando eu tava trabalhando como comentarista, eu já tava fazendo podcast. Então, o Vida de Jornalista, que é o meu primeiro projeto autoral em áudio, eu lancei em 2018. E nessa época eu ainda trabalhava no esporte da Globo, não era nem comentarista ainda, ainda tava trabalhando no site. Mas o áudio já era uma coisa que tava me fascinando, sabe? Eu queria começar a fazer jornalismo em áudio, mas era uma coisa ainda paralela com o meu trabalho. E eu fazia o Dois Pontos, que era um podcast de basquete também na Globo, que saiu 2 meses antes do Vida de Jornalista, quase ao mesmo tempo, que eu fazia com Rafael Roque, meu grande amigo que ainda trabalha lá. E aí ficava essa coisa meio paralela. E eu sempre ficava alimentando isso. Será que um dia vale a pena eu me dedicar só a isso, né? Sair do emprego, mas assim, é um emprego, né? Era um emprego na Globo, então tem toda aquela coisa de estabilidade, um salário, plano de saúde, você fica pensando essas coisas, mas o áudio estava muito e na época da pandemia eu tomei essa decisão de sair do emprego, ali na virada de 2020 para 2021, para me dedicar só à produção de áudio, não só ao Vida de Jornalista, mas fazer podcasts jornalísticos, narrativos. Então abri uma produtora, a Escuta Aqui e aí fui pegando assim um ou outro projeto que eu acreditava muito, que eu achava muito legal. E eu fiz o Rio Memórias, que é um podcast que eu fiz durante cinco temporadas e eu coordenava a produção e fazia os roteiros, não sou eu que apresento, é a Gabriela Montoni, historiadora. E fui fazendo outros, o Tramas Coloniais, enfim, foram aparecendo outros projetos. E em paralelo eu mantinha o Vida de Jornalista, como meu projeto pessoal, e agora em 2026 o Onde eu tava quando aquilo aconteceu, que é um projeto mais pessoal ainda, de histórias minhas pessoais e jeito de contar histórias, narrativa. Então, essa paixão pelo áudio, ela é antiga, mas eu passei a me dedicar mais a ela ali nessa virada de 2020 para 2021. Marcos: É, eu acho que uma próxima pergunta seria, então, para você comentar um pouquinho como foi essa transição pra você de sair de um espaço normalmente escrito, do jornalismo, para um em áudio. O que que muda na narrativa? Imagino que talvez o que você comentou agora de você poder contar uma coisa que é mais pessoal. Rodrigo: Eu acho que tem muito a ver com isso. Acho que podcast narrativo permite isso de você se colocar um pouco mais nas histórias, sabe? O jornalismo, às vezes, ele pede um rigor um pouco maior de, enfim, eu nem acho que o jornalismo necessariamente você tem que se afastar do assunto, acho que tem uma coisa de subjetividade que é interessante também e queajuda a gente a contar as histórias, mas, no podcast, você tem uma relação que eu acho que é mais um a um, sabe? É você e quem tá ouvindo. Eu, pelo menos, quando eu faço os roteiros, quando eu gravo as locuções, eu imagino que tem uma pessoa do outro lado me ouvindo e não falar assim para um público, sabe? Eu sei que tem um público ali, mas a narrativa é direta pra uma pessoa. Então, acho que ajuda você a pensar e se colocar um pouco mais, acho que cria uma interação ali melhor com a pessoa. Rodrigo: O que mudou pra mim foi talvez o jeito de escrever. Porque eu acho muito engraçado, às vezes as pessoas falam assim, você tem saudade de escrever? E na real, assim, eu nunca escrevi tanto na vida como eu escrevo hoje. Eu escrevo roteiros, podcasts são roteiros enormes e é texto, né? O Onde eu tava quando aquilo aconteceu é um exercício de roteiro pra parecer improvisado, mas eu tô lendo cada vírgula, assim, cada palavra, cada coisinha, então é tudo escrito, é tudo um trabalho de texto, que eu já tinha desde o início, né, como você falou, de trabalhar com o jornal impresso, no próprio site da Globo, trabalhava muito com texto também. Mas é um pouco diferente, sabe? Eu acho que o podcast dá um pouco mais de liberdade que no jornalismo tradicional você até consegue de vez em quando fazer, principalmente nesses projetos autorais, né? Porque aí não tem um chefe assim para falar: “Rodrigo, faz assim, faz assado”. Eu vou fazendo do meu jeito e a minha resposta é na minha cabeça mesmo. Isso tem um lado ruim, que é você não poder virar pro lado e falar: “Pô, dá uma olhada aqui no texto que eu fiz, vê o que que você acha, né? Dá uma olhada”. Quem vai ouvir é o público quando sair, né? Eu faço tudo sozinho. Mas, também tem um lado bom que é uma liberdade criativa que acho que não tem preço. Então, acho que nesse caso é isso. Mas, eu escrevo muito e gosto muito de escrever. Eu amo texto. Acho que são textos com características diferentes, mas que me dão o mesmo prazer, sabe? Marcos: Sim, sim, com certeza. Imagino que o saber também produzir um texto, um roteiro muito bom, seja um primeiro passo essencial pra você realmente ter um podcast legal. Rodrigo: É, claro que assim, a produção de podcast passa por várias etapas. Então, sei lá, às vezes a pessoa pode não ser do texto, mas vai fazer a locução ou vai fazer uma entrevista, vai fazer produção, vai editar. Tem várias etapas ali que eu acho que são importantes. A que eu mais gosto é o texto, é o roteiro, é o que me dá mais prazer de fazer, é o que me deixa mais, sei lá, mergulhado ali na coisa, sabe? É uma hora em que você pega a sua apuração ou a sua entrevista ou o que quer que seja que você fez e agora eu vou fazer o roteiro. Então, como que eu vou contar essa história que eu já tenho aqui. Como é que eu vou embalar? Como é que vai ser a embalagem dela pra entregar para quem vai ouvir? E aí eu posso fazer do jeito que eu achar melhor. Então é um momento de botar a criatividade pra jogo ali. Então, pra mim funciona muito bem. É o momento que eu mais gosto de fazer. Mas, não é o único, claro, né? No caso do Vida, do Onde eu tava eu faço todas as etapas. Então, também gosto de editar, de entrevistar, mas a hora de sentar o bumbum na cadeira ali para escrever o texto é uma hora que eu gosto muito assim. Lívia: E eu acho impressionante que os roteiros que você escreve ficam muito na linguagem falada, né? Isso acho que é a maior dificuldade. A gente aqui do Oxigênio, que trabalha também com podcast roteirizado, né? Essa dificuldade em fazer com que o roteiro seja palatável ali na linguagem. Você teria alguma dica? Rodrigo: É, tem uma dificuldade mesmo assim, eu acho que isso é prática, eu levei um tempo assim para conseguir ficar mais confortável nisso, sabe? Porque quando você pega um roteiro que eu faço de podcast narrativo, ele como texto escrito, ele não faz sentido assim. Se você publicar como uma reportagem, né? Ou sei lá, uma newsletter, ele não vai fazer muito sentido, ele tem que ter uma adaptação, porque ele é feito para funcionar na voz, para funcionar falado. E, aí assim, tem alguns truques, né, que a gente vai aprendendo. Por exemplo, eu faço muito o truque de escrever falando. Então eu tô escrevendo e tô falando a frase em voz alta, do que eu tô escrevendo, para ver se aquilo vai soar bem e ah, não soa bem, então eu volto no texto, dou uma mexida e dou uma ajeitada ali. Então, isso é uma coisa. E algumas coisas, no jornalismo que a gente tem muito cuidado, como regra gramatical, né, de escrever tudo na linguagem corretinha. No áudio, a gente pode abandonar um pouco isso, sabe? Então, até o jeito de falar as palavras, né? No áudio, quando a gente tá conversando, tipo, como a gente tá aqui agora, a gente não fala “para fazer”, a gente fala “pra fazer”, né? Eu não falo “eu estou aqui no Labjor”, falo “eu tô aqui, eu tava aqui”. Então, tudo isso você pode transferir pro texto, né, e deixar o seu texto desse jeito mais falado, assim, mais conversado. E uma coisa que eu acho que funciona bem também para o texto ficar com essa cara de falado, é você ter uma liberdade pra bagunçar o roteiro no sentido de marcar coisas. Então, por exemplo, bota uma palavra grifada quando você quer dar mais ênfase, quebra a linha, bota os parágrafos separados para você dar uma parada e dar uma respirada. Então, você pode mexer o texto de roteiro de podcast ou de qualquer roteiro não é um território sagrado, sabe? Que tem que ficar ali pra depois você botar num quadro, na parede. Não, ele é pra funcionar pra voz. Então, ele tem que ficar confortável pra quem vai ler e quem vai fazer a locução. Rodrigo: Acontece muito também de eu escrever pra outras pessoas, né? Tipo, o Rio Memórias, o Tramas Coloniais são podcasts que não sou eu que apresento. E eu faço o roteiro, então, eu tenho que escrever para uma outra pessoa gravar. E aí é mais difícil ainda, porque você tem que pegar o jeito da outra pessoa falar. E aí como é que você faz isso? Isso tem que ter uma prática ali, né? Até você entender como é que aquele texto vai caber na voz daquela pessoa. Não é simples, mas é um trabalho que eu acho muito gostoso de fazer, de tentar chegar nesse nível. E o Onde eu tava quando aquilo aconteceu é o projeto em que eu mais estiquei essa corda até hoje, cada roteiro, o primeiro episódio, por exemplo, o roteiro teve 10 versões, exatamente 10 versões. Eu escrevia e depois voltava nele, deixava mais falado, mais falado, mais falado, mais falado. Aí eu fui gravar, aí gravei o primeiro, editei, montei com a música e tal, joguei fora. Achei que não ficou falado o suficiente, conversado o suficiente. Aí ele teve três versões até ir para o ar do episódio inteiro. Então, eu vou puxando mesmo para ficar como se eu tivesse de fato contando uma história pra alguém, como eu estou conversando aqui com vocês. Aqui eu não tô lendo nada, né? A gente tá trocando uma ideia. Eu quero que esse projeto seja assim. E o maior elogio é quando alguém vem falar: “Nossa, mas é escrito, nem parece que você tá lendo”. E aí eu amo quando alguém fala isso, porque a ideia é exatamente essa. Lívia: É, isso que você falou do texto sacralizado, né? Eu que venho da área acadêmica, foi a minha maior dificuldade, assim, né? Porque você fica ali presa, de você quebrar parágrafo e deixar as palavras enfatizadas, né? Então tem essa diferença. Rodrigo: Dá um medinho de ficar mexendo no texto, né? Vou bagunçar esse texto todo, mas é isso, pode bagunçar, não tem problema. Marcos: Eu acho que isso é uma questão até para o podcast Oxigênio, porque em grande parte ele também é feito por cientistas da academia, que não tiveram tantas experiências. Então para a gente isso é riquíssimo. Rodrigo: Mas é um exercício, né? A gente vai pegando com o tempo e vai, enfim, ajustando coisas e, também, assim, cada um tem o seu estilo, sabe? Acho que tem podcasts até jornalísticos, narrativos, que tem uma pegada um pouco mais formal e que tem uma fala um pouco mais jornalística, que não é necessariamente cem por cento conversada e que funciona bem também. Então, acho que tem espaço pra todo mundo. Os que eu faço vão mais para essa linha da conversa, mas tem podcasts, você pega, por exemplo, um Projeto Humanos, né, que é um podcast muito conhecido, muito famoso, de muita audiência, do Ivan Misanzuki. Ele fala todos os “s”, todas as “vírgulas”, todas as “palavras”, tudo bonitinho, tudo ali muito formal e funciona, é um sucesso absoluto, né? Então, não tem muito certo e errado, é o estilo que você quer implementar ali, né? [música][áudio Perfis de bolso – Antonieta de Barros] Lívia: E agora falando sobre a produção mesmo, né? Queria saber como que vem a ideia da pauta, se é a partir dos personagens. Você já falou das suas experiências pessoais. Porque, pensando no Vida, né? Que é a forma carinhosa que você chama o Vida de jornalista, O Vida tem vários tipos de episódios. Tem os perfis, que foi um dos que a gente produziu junto, o da Sonia Bridi, tem os mais direcionados ao fazer jornalístico, teve a série Escolha que o ouvinte poderia escolher os caminhos que queria seguir. Como que você começa as ideias da pauta? Rodrigo: É, o Vida tem essa coisa também, como é um projeto meu pessoal e que sou eu que decido as coisas ali, não tem uma chefia para me guiar, não tem uma pauta para eu seguir. Eu também tenho essa liberdade de ir testando formatos, né? Então, acho que essa é a coisa que mais me fascina no jornalismo em áudio, é poder fazer formatos diferentes. Então, o Vida ele começa lá em 2018 com uma temporada de, sei lá, cinquenta e poucos episódios, de temas diversos, falando com jornalistas e sobre temas do jornalismo, mas depois eu começo a fazer temporadas temáticas. Então, tem séries que são específicas sobre alguma coisa, como algumas que você citou aí. E isso é bom porque eu não enjoo de fazer, sabe? Assim, cada série é uma coisa completamente diferente. Então, a série de perfis é completamente diferente da série Escolha, que é uma série interativa, que é uma outra linguagem, que não tem nada a ver com a série de perfis. E aí depois eu volto para fazer perfil e depois eu volto para fazer o episódio, que é discutindo algum tema do jornalismo. O Vida é muito sobre bastidores de jornalismo. Então, foco muito nisso também. E aí dá pra fazer de maneiras diferentes. Eu acho que isso é o que vai me fascinando. Então, é assim, quando eu termino uma temporada, eu já tenho lá o meu documento, lá no computador, que eu já vou jogando as ideias pra a próxima. E essas ideias envolvem não só temas e pessoas, mas envolve formatos também. Então, como que eu vou contar tal história? [áudio série Escolha] Rodrigo: A série Escolha, a ideia surgiu primeiro do formato pra depois pensar no tema. Geralmente, o certo é a gente pensar primeiro no tema, né, que a gente quer fazer e depois como que eu vou contar. No caso, a série Escolha, assim, eu queria fazer um podcast interativo, porque não tinha no Brasil, não tinha nem lá fora desse jeito assim jornalístico. E aí depois eu pensei, como que eu posso fazer dentro do Vida de Jornalista uma coisa interativa? Aí que eu fui pensar no tema, das escolhas éticas, das escolhas de carreira que a gente tem que fazer e acabei moldando ali. Esse foi um caso raro em que o formato veio antes, mas geralmente caminham juntos ali, sabe? De pensar quais vão ser os temas. Aí, claro que eu tenho que ter uma visão também de o que que tá rolando no jornalismo, né, quais são os temas mais necessários nesse momento. Então, essa última temporada tem um episódio sobre inteligência artificial, enfim, tem uma série de coisas ali que são meio urgentes da pauta factual, mas dá para escapar bastante dela também, né? Então, acho que no fim das contas fica mais gostoso de fazer, eu acho, desse jeito. Marcos: Sim. Ah, eu tenho uma pergunta um pouquinho derivada do que você acabou de comentar da produção do podcast Escolhas. Eu sei que vocês gravaram todos os episódios, que são mais de 20 episódios, né? E que provavelmente demorou um tempo bem grande e foram publicados ao mesmo tempo para que as pessoas pudessem fazer esse percurso. Como que você enxerga a funcionalidade desse tipo de podcast? Porque eu pessoalmente adorei, eu acho que é uma coisa incrível. Pensando até na comunicação, quando a gente estuda as propostas de comunicação pública da ciência, por exemplo, a gente tenta valorizar uma comunicação que seja participativa, democrática e não só de cima pra baixo, que acha que o ouvinte não sabe nada, enfim, que o que ele pensa não importa. Então acho que é um exemplo super interessante, mas aí eu fico pensando se você acha que funcionou, se você faria de novo esse modelo de produção de podcast. Como que foi, assim, essa experiência de produzir o Escolhas? Rodrigo: É, foi um risco, né? Porque as plataformas de podcast não tem essa função interativa, né? Então, assim, para quem não ouviu, o Escolha é uma série que tem vinte e cinco episódios publicados de uma vez, você escuta o primeiro e quando chega no fim do primeiro você tem uma pergunta e você tem que responder. Dependendo da sua resposta, você vai para o episódio 2 ou para o 3. Quando chega no fim do 2 ou do 3, você vai para o 4 ou para o 5 e por aí vai, né? O ouvinte é que vai definindo o caminho que ele vai seguir. No fim das contas, são 25 episódios no ar, mas a história, ela consome nove episódios. Então, o caminho até o fim, a pessoa passa por nove episódios. Quais são esses nove? Aí vai depender da pessoa, né? De quem vai escolhendo ali. Então, o Spotify, o YouTube, as plataformas em que a gente ouve podcast, a Apple, não tem essa função de você apertar um botão e ir para um episódio ou outro. Então, eu sei que eu tô dando um trabalhinho pra quem tá ouvindo, sabe? Quando chega no fim do episódio, a própria pessoa tem que ir lá e dar um play no episódio seguinte. Tem que ir lá no feed. Então, eu sei que eu tô exigindo um pouco do ouvinte, de quem tá ali escutando. Isso foi uma coisa que eu pensei bastante pra fazer, mas OK, já que é o jeito de fazer, vamos fazer dessa maneira. Acho que é colocar o ouvinte na cadeira de protagonista, sabe? De tentar fazer com que a história siga desse jeito. Foi uma primeira experiência, eu acho que assim, o Vida não é um podcast de grande audiência, né? Comparando aí com os grandes podcasts, ele tá muito longe disso. Ele é muito de um nicho do jornalismo. Essa série, ela não foi uma série de grande audiência, mas as respostas foram assim muito entusiasmadas, sabe? De quem ouviu e quem gostou do formato. E a gente quer fazer uma segunda temporada. Eu e a Flávia, né? A Flávia Santos que apresenta comigo, que é uma jornalista de Petrolina, de Pernambuco. A gente já está conversando sobre uma segunda temporada. Só que isso dá um trabalho que, assim, são 25 episódios, além dos episódios tem o roteiro, tem que criar um mapa da história, pra onde vai cada episódio. Então, é muito complicado de fazer e como tudo no Vida de Jornalista, eu fiz sem patrocínio, sem financiamento, sem nada, né? O Vida é feito no amor e no amor de alguns ouvintes também porque tem ouvintes assinantes, mas são poucos também, enfim, não dá pra, por exemplo, remunerar a Flávia, eu parto do princípio de que todo o trabalho de jornalismo tem que ser remunerado. Então, a Flávia, a gente até fala isso na série, né? A Flávia falou: “Não, não precisa me pagar”. Eu falei: “Precisa pagar, ué. É um trabalho, você tá apresentando uma série”. E aí eu tive que fazer isso assim meio do meu bolso, sabe? Porque não tinha um patrocínio ali. Então, o que eu gostaria era de conseguir um financiamento para uma segunda temporada mais robusta. E aí eu não quero vinte e cinco episódios, aí eu quero, tipo, cem episódios no feed, com uma história que realmente seja uma coisa toda intrincada, que você vai pulando de um pro outro e uma história mais longa, mas vamos ver, vamos ver se vai dar pra fazer. Não sei se em 2026 vai dar, mas quem sabe aí pra 2027. Eu ia gostar muito de fazer mais uma temporada dessa série. Marcos: Nossa, eu ia gostar também. Rodrigo: Então, quem tá ouvindo aí, ó, quem quiser patrocinar o Vida de Jornalista, vamos nessa. Lívia: É, eu fiquei lembrando, quem tem mais idade, tem aquela edição Vagalume, que tinha os livros assim, né, que você escolhia a página. Rodrigo: É, a inspiração foi meio essa. E é engraçado porque a Flávia é muito mais jovem que eu, né? E aí a gente tem referências muito diferentes. Então, a referência da Flávia é a série da Netflix, que é interativa e tal. A minha são os livrinhos de RPG antigos, que você ia pra página. A gente tem inclusive muitos embates geracionais durante a série. A gente se divertiu muito fazendo, porque as referências dela eu não pego, as minhas referências ela não pega e a gente ficava nesse embate ali o tempo inteiro. Foi engraçado também nesse sentido. [música] Lívia: E você falou sobre o financiamento, né? O modelo de financiamento de podcasts e de jornalismo em áudio tem modificado, a partir de assinaturas, apoio institucional. Eu vi que você tem utilizado essa coisa de somarplataformas, como o Substack, a Newsletter, o Apoia-se. Você podia falar um pouco pra gente quais são essas alternativas? Rodrigo: É, eu acho que pra quem faz podcast ou quem faz jornalismo independente, né, de forma geral, ou você dá sorte de conseguir uma cartada ali de um financiamento. Sorte que eu digo, obviamente ela vem de um esforço também de você tentar aquilo ali e conseguir, né? E saber os lugares certos pra procurar, um edital, um patrocínio de alguém. Mas, no geral, eu acho que geralmente funciona você jogar uma rede pra ver o que que vem. Então, é você abrir o leque e tentar esse financiamento de algumas formas diferentes, pra ver o que vai funcionar. Então, financiamento coletivo de ouvintes é uma coisa que muitos podcasts fazem e pra alguns funciona muito bem. Você pega um podcast como Rádio Escafandro, por exemplo, que é um dos melhores do país e o Tomás Chiaverini, ele hoje vive de financiamento dos ouvintes. Ele só tem esse financiamento, ele só tem esse emprego, ele não trabalha em outras coisas, ele consegue se dedicar só pra Rádio Escafandro, pra fazer da melhor forma ali os episódios e ele é realmente bancado, não só ele, mas ele contrata pessoas, enfim, só com o financiamento dos ouvintes. Então, eu acho que não precisa ser um fenômeno tipo a Déia Freitas do Não Inviabilize, que, aí assim, ela saiu do nada, um podcast totalmente independente e ela construiu quase um império. Hoje ela tá com muitos financiamentos, muitas marcas. Eu acho que é o maior fenômeno dos podcasts de contação de história, mas é um exemplo muito lá no alto, né? Então, você fala: “Pô, não vou conseguir o que a Déa conseguiu”. Mas às vezes dá para conseguir o que o Tomás conseguiu que não é a mesma coisa, mas ele já tá se financiando muito bem. E aí é isso, é você ficar de olho nos editais. Às vezes abre um edital, você escreve ali pra fazer uma temporada, né? E você não vai ter aquele financiamento pra sempre. Então, você tem Instituto Serapilheira, né? Tem um monte de podcasts, ligados aqui a Campinas, enfim, que passam também pelo Serrapilheira, desde o 37 graus, enfim, outros podcasts que são muito legais e que passam por esses editais, que vão abrindo ali, e você vai conseguindo. É muito chato de fazer, você ficar procurando coisas o tempo inteiro ali pra escrever, escrever em edital, não é uma coisa muito agradável, eu pelo menos não acho, mas é necessário, né? Você tem que tentar se remunerar, porque dá trabalho, exige tempo, exige custo, de fazer mesmo. Então acho que como tudo no jornalismo, acho que é necessário, é o mal necessário para a gente tentar se remunerar. Marcos: Voltando no tema de pensar um pouco na estrutura da produção dos podcasts, é a questão de quais são as etapas da produção completa de um podcast, e como as novas ferramentas que a gente tem disponíveis hoje, como as que são usam inteligência artificial, ah como elas têm impactado isso, se você tem utilizado ou não, o que que você pensa sobre?Rodrigo: É, eu acho que assim, se eu tivesse que resumir as etapas de produção de um podcast narrativo, você tem um planejamento, que quando você vai estudar ali qual vai ser a sua pauta, qual vai ser o tema, o formato, quem é o seu ouvinte, né? Aí você parte pra produção, que aí você vai atrás do material que você vai ter. Você vai gravar entrevista, você vai pra rua captar, enfim, dependendo de qual for o seu formato. A partir dali você tem a etapa de roteiro, que é como você vai pegar esse material e transformar aquilo numa história. Aí você tem uma gravação de locução, né, que geralmente também é bem comum em podcast narrativo, você tem uma narração e por fim uma parte de edição, que é você pegar tudo isso, botar no programa lá de edição. A gente, enquanto a gente tá gravando, a gente tá vendo aqui na nossa frente um programa de edição. É você pegar aquilo ali, juntar as partes, brincar de Lego, né, juntando as pecinhas ali e transformar aquilo de fato num conteúdo de áudio. É, falando assim, bem rápido, parece que não dá trabalho nenhum, mas dá muito trabalho e eu acho que a gente tem que ficar muito ligado em ferramentas que tão aparecendo, não só de inteligência artificial, mas de tudo. É, eu já tenho usado algumas coisas de IA e, assim, o que eu uso de IA é, basicamente, o Chat GPT, pra me ajudar a organizar a informação de pesquisa. Então, eu jogo pesquisa lá e peço para transformar em tópicos, sabe, esse tipo de coisa. Não uso o Chat GPT pra ajudar na escrita, nem nada desse tipo, mas pra ajudar na pesquisa eu uso, pra ajudar na formatação da pesquisa que eu já fiz, né? E tem uma ferramenta do próprio site da Adobe, a gente estava conversando aqui antes, que eu uso o software da Adobe, o Premiere pra fazer as edições e tem o de áudio também, que é o Audition, mas, a Adobe tem um site, Adobe Podcast, que você entra lá, que é tipo um estudiozinho, né, de podcast, que é gratuito. Você tem que ter uma conta, mas é uma conta gratuita e tem uma parte de melhorar o áudio que é inacreditável, assim, inacreditável. Mudou o meu jeito de trabalhar, porque antes eu ficava muito mais preocupado em como eu ia captar uma entrevista, por exemplo. Aí eu ficava usando aquelas ferramentas que gravam o som físico, mas aí às vezes pra pessoa é um pouco mais complicado. Eu não queria usar um Zoom, Google Meet, né, pra captar, que aí não fica naquela qualidade perfeita. Hoje eu gravo tudo no Zoom. Porque eu sei que depois é só jogar nesse site, que ele vai dar um filtro ali, parece que a pessoa tá dentro de um estúdio. É inacreditável, assim. É muito impressionante. É, inclusive, nas oficinas que eu faço, eu tô aqui porque eu também vou fazer uma oficina, né? Eu vou mostrar algumas coisas que esse site faz. Porque, sei lá, ele tira o barulho do vento. O vento até outro dia era o maior inimigo do áudio, bateu o vento, esquece. Aí estragou o teu áudio. Hoje até o vento você consegue resolver. Então, o que eu tô falando assim, pelo amor de Deus, gente, o que eu tô dizendo não é pra ninguém não cuidar da hora da gravação. Tem que cuidar da hora da gravação. Quanto mais você cuidar, menos dor de cabeça você vai ter na pós, na edição. Mas, se tem umacoisinha pra resolver ali, essas ferramentas ajudam. Então, como é que a gente vai abrir mão disso? A gente pode usar isso, vai poupar tempo, vai facilitar, vai aumentar a qualidade. Então, acho que tudo isso funciona bem. A gente tem que ficar bem ligado mesmo nessas ferramentas. Com todos os cuidados éticos que elas exigem, né, de inteligência artificial hoje, você consegue clonar uma voz e fazer um podcast. Não é o que eu faço, mas dá pra fazer. Então, tem que ter todas as implicações éticas aí pra gente também não se atropelar, né? Lívia: Sim. É, e eu venho da área de humanas, né? O pessoal tem um preconceito enorme com a tecnologia, eu sempre indico o episódio “Tem um robô me ajudando”, ficou muito legal, do Vida. [áudio – episódio “Tem um robô me ajudando”] Rodrigo: E eu e o Léo a gente conversa muito sobre tudo de jornalismo e tal. E uma das coisas que a gente conversava muito era sobre IA, de ficar testando coisas, até onde a gente pode ir, qual é o limite, o que que dá pra ajudar, o que não. Aí eu falei: “Pô, vamos fazer um episódio a gente levantando essas perguntas. Então, esse episódio, ele vai se construindo durante o episódio. A gente começa cheio de dúvidas e termina cheio de dúvidas também, mas a gente vai encontrando algumas respostas ali. A gente não é especialista em inteligência artificial nem nada, esses são só dois curiosos ali pra explorar o que que está acontecendo, né? Lívia: É, eu acho que a gente tem que explorar e aí você falou, com a ética, mas explorar porque são as ferramentas que a gente tem hoje em dia. Rodrigo: E esse episódio daqui a seis meses tem que fazer outro, porque as coisas vão mudando muito, né? Muito rápido. [música] Lívia: Acho que agora já caminhando pro final, a gente queria falar um pouco sobre a oficina que o Rodrigo veio aqui pra dar oficina pra gente, aqui no Labjor. Então, a gente queria saber o que que te motivou a criar essas oficinas de podcast. Eu sei que você tem feito bastante. E qual é o público que te procura hoje pra formação? Estudantes, jornalistas que já tem carreira ou comunicadores independentes? Rodrigo: É, quando eu tomei essa decisão de sair do meu trabalho na Globo, né? Ali no fim de 2020, pra me dedicar a isso, é claro que eu fiquei pensando em coisas assim, como é que eu vou me remunerar, como é que eu vou conseguir me manter e tal. E aí algumas pessoas já me falavam isso, né? “Pô, você podia dar aula de podcast, você tá fazendo e tal”. E eu nunca pensei muito nessa ideia, sabe? Porque assim, eu não sou professor, né? Eu sou jornalista, mas o Vida de jornalista acabou me dando uma condição de fazer todas as etapas. Então, eu faço tudo, planejamento, as entrevistas, o roteiro, a locução, a edição. E aí com o tempo, na prática, eu acabei, não sendo um especialista em tudo, mas entendendo como é que funciona. Então, me deu um certo conhecimento que eu queria compartilhar. E aí, a partir de 2021, comecei a fazer, finzinho de 2020, comecei a fazer a oficina de podcast narrativo em áudio, que é uma oficina online e que eu já fiz vinte e poucas turmas e já passaram uns 800 alunos pela oficina. É muita gente e gente de todos os estados do Brasil. Acho que essa é a vantagem de fazer online também, né? Você consegue chegar em muita gente e tem esse curso que é o curso que passa por todas as etapas, que é a oficina de narrativa em áudio e eu fui fazendo algumas outras específicas. Então, tem uma que é focada só em roteiro, outra que é focada só em entrevista e esse ano eu tô querendo fazer umas novas, eu tô querendo fazer uma que, eu vou jogar aqui para perguntar o que que vocês acham, que como eu trabalho sozinho, eu não tenho pra quem perguntar as coisas. Então, eu vou encontrando as pessoas e vou perguntando. Eu queria fazer uma oficina, vocês acham que funcionaria, de react de podcast, de botar cinco encontros pra gente ouvir episódios e destrinchar o que que tem naquele episódio, como é que é o roteiro, como é que é a entrevista, como é que foi feita a produção, é uma das minhas ideias pra esse ano e ir fazendo outras, de locução, enfim, eu acho que tem uma demanda ainda de gente querendo aprender a fazer e tem muita gente fazendo, né, o que eu acho ótimo, mas a oficina é o que me deixa mais assim, eu fico muito feliz de fazer, eu adoro fazer. Eu não queria no início e eu me arrependo de ter tido essa dúvida, porque hoje eu amo fazer, é uma das minhas principais fontes de renda hoje. Então, eu tô sempre abrindo turma nova. Então, já fazendo a propaganda aqui, quem quiser entra lá em oficinadepodcasts.com e lá tá sempre explicadinho quais são as turmas que vão abrir, enfim. É uma coisa que eu gosto muito de fazer. Agora é online essa oficina, o que eu acho ótimo, como eu falei, porque dá para todo mundo fazer do Brasil. Agora, quando eu estou fazendo uma presencial, que é o que vai acontecer aqui, o que quando vocês estiverem ouvindo já terá acontecido, mas é muito legal, né? Porque aí você está junto com as pessoas ali, entendeu? Trocando ideia na hora, é muito diferente. Então, eu adoro fazer oficina presencial também. Marcos: Sim, eu espero que venha aí a oficina de react de podcast. Rodrigo: Você acha que vai dar certo? Lívia: Eu acho que super funciona. Na disciplina, eu estava conversando antes da gente começar aqui com o Rodrigo, né? Que eu cursei uma disciplina de podcast aqui no IFCH, na Unicamp, e a gente fazia muito isso, de ouvir podcasts e pensar diferentes formatos. Rodrigo: É uma engenharia reversa, né, que chama isso. Na oficina de roteiro, tem uma das aulas que é assim, a gente ouve um episódio com a turma, a turma escolhe um episódio e a gente vai destrinchando o roteiro ali, mas aí é só sobre roteiro. Eu queria ampliar pra fazer, sei lá, cinco encontros, a gente ouvindo cinco episódios diferentes que a própria turma vai escolher, né? Então, às vezes é episódio que eu nem conheço, não sei. E acho que é sempre um aprendizado, eu gosto muito de ouvir coisas dos outros, só que quando você começa a fazer muito, você fica com esse vício, né? De sempre ouvir, mas pensando: “Pô, mas por que que essa música entrou aqui? Por que que ele abriu desse jeito? Por que que ela fez aquela pergunta? Por que, entendeu? E é legal, né? Mas é um pouco angustiante também. Às vezes eu gostaria de ouvir podcast assim tranquilo, sabe? Sem pensar em nada, mas é difícil. Marcos: E você comentou agora há pouco que tem várias pessoas hoje em dia produzindo podcast. Você acha que ainda tem espaço pra novos produtores, novas propostas? Você enxerga que vai ter um crescimento? Como que você avalia, assim, o futuro dessa área? Rodrigo: É difícil prever o futuro nisso, né, porque muda muito rápido. E eu acho que tem uma produção muito extensa desde os últimos anos, quando explodiu essa onda dos podcasts. Eu acho que o mercado já mudou muito nesse período. Então, por exemplo, os podcasts em vídeo meio que tomaram de assalto o mercado, né? Hoje, se você sair na rua aqui e perguntar, pegar qualquer pessoa: “Que que é podcast?”. A pessoa provavelmente vai responder: “Ah, é uma conversa em vídeo no YouTube, duas pessoas ali num estúdio conversando e tal”. Então, tem gente que acha que é só isso, que nem sabe que tem só em áudio, sabe? Eu, sinceramente, eu desisti dessa briga aí já. De se podcast em vídeo é podcast. Pra mim, não interessa. Cada um faz o seu, não tem problema nenhum. É aquele famoso “tem até amigos que são”. Então, assim, não tem problema, eu gosto de vários e beleza, não quero mais brigar. Mas, o que eu quero é tentar que as pessoas saibam o que eu faço, sabe? Conseguir explicar o que eu faço. Porque se eu só falo assim: “Ah, Lívia, vai escutar lá o meu podcast”. Você pode achar que é uma conversa sobre algum tema, né? Que é legal pra caramba, mas no meu caso não é isso, é uma outra coisa. Então, explicar é cada vez mais difícil, mas eu sempre acho que tem espaço pra quem quer fazer em todos os formatos. Quem tem uma coisa boa pra fazer, eu vou dar um exemplo aqui. Eu vim pra Campinas e no voo eu escutei um podcast novo que acabou de sair, que se chama Discípulos, que é do Mateus Marcolino, que é inclusive produtor da Rádio Escafandro. Que é sobre evangélico no esporte, porque que tantas pessoas no esporte seguem O Evangelho e falam muito de Deus e tal. Eu achei super legal o primeiro episódio que ele lançou e já tô ansioso pra ouvir os próximos. Um podcast tranquilo de ouvir, uma narração boa, uma investigação legal, entrevistas boas, sabe? Você sente que tem uma qualidade ali. É um podcast da Rádio Guarda-Chuva também, que é o grupo onde o Vida de Jornalista também tá, né? Que é um grupo de podcasts jornalísticos. E, então, assim, acabou de sair esse podcast e eu adorei. E beleza, acho que é isso, tem espaço pra quem quer fazer coisa nova. Eu acho que na universidade tem muita gente fazendo coisa muito boa, muito boa. Vira e mexe, eu pego um podcast assim de TCC que alguém manda: “Ah, você pode ouvir”. E eu vou ouvir, eu fico: caramba, assim, sabe? Coisas bem feitas, tecnicamente inclusive, não só na ideia. As ideias são geralmente muito boas, mas até tecnicamente assim muito bom. Então é isso. Eu acho que o mercado ele, claro vai ter a bolha, vai aumentar, vai diminuir, né? Isso é normal, as idas e vindas do mercado são normais, mas sempre tem espaço, eu acho pra quem quer produzir coisa boa em qualquer formato. [música] Lívia: Essa foi a nossa conversa com o Rodrigo. Eu espero que todo mundo tenha gostado e aprendido muito sobre a produção de podcasts narrativos e o formato de jornalismo em áudio. Mas, antes de terminar, a gente pediu pro Rodrigo dar alguns conselhos úteis pra quem está começando a trabalhar nessa área. Vamos ouvir quais foram os conselhos do Rodrigo. Rodrigo: Olha, eu acho que o primeiro conselho é fazer, porque às vezes a gente fica planejando muito. Olha eu aqui indo contra o planejamento, não é isso não. Eu acho que o planejamento é muito importante. Mas, às vezes a gente fica pensando muito em vez de começar a botar a mão na massa e é importante fazer, né? Hoje a gente tem ferramenta gratuita pra fazer. Você não precisa fazer investimento, comprar microfones. Dá pra começar com muito pouco. Então, colocar na praça pra você mesmo saber se tá legal, se não tá, acho que é importante. E, uma coisa que eu acho fundamental, que é uma dica talvez um pouco óbvia, né? Que é ouvir. Pra quem quer fazer podcast, assim, você tem que ouvir podcast e não necessariamente de assuntos que você gosta. Às vezes você vai ouvir um podcast só porque alguém comentou: “Você ouviu esse podcast aqui sobre esse tema? É legal”. Pô, mas eu não gosto muito desse tema. Mas vai lá, dá uma escutadinha, dez minutinhos. Não precisa ouvir o episódio inteiro. né? Ouve lá para ver como é que a pessoa faz. E ouvir com esse ouvido mais cuidadoso, de tentar prestar atenção no que que tá sendo feito ali e se você pode pegar referências, enfim. E pra tudo, né? Para como é que faz o roteiro, pra como é que é a fala da pessoa, como é que é a locução, se tá bem editado. Como é que é o uso da música? Como é que esse podcast aí tá usando música? Tá legal? Gostei? Ficou muito longo? No meu vai ser diferente. Pensar essas coisas, sabe? Então, fazer esse exercício de escuta, eu acho que é muito legal e botar a mão na massa e ir embora. Acho que tem muita coisa boa pra fazer. Não é ficar com esse medo de que no começo vai ser ruim. É, vai ser ruim. Vai ser ruim. Eu olho lá pros primeiros episódios do Vida de Jornalista, meu Deus do céu. Eu gostaria de tirar todos do ar. Eu não tiro porque eu amo as pessoas que estão lá, mas tecnicamente eu acho muito ruim. E é isso, gente. É isso. Depois a gente vai melhorando aos pouquinhos. Assim como daqui a cinco anos eu vou olhar pros episódios de hoje e talvez eu ache ruim também, sabe? Pô, faria diferente. Então, é normal, às vezes a gente fica muito inseguro. E por fim, um conselho que eu acho que vale pro jornalismo no geral, que é a gente não se cobrar tanto, sabe? Acho que a gente às vezes fica achando que a gente tem que trabalhar no nível máximo e fazer tudo perfeito e que tem que dar certo sempre e não vai dar certo sempre, vai ser frustrante de vez em quando e às vezes a gente vai ter que dar uma pisada no freio. Ó, vou dar uma parada aqui. Ah, mas eu tenho podcast, então tenho que produzir um episódio por semana. Calma, assim, se não der, dá uma freada de leve assim, dá uma respirada e daqui a pouco volta, porque a gente é meio que treinado a se cobrar demais. E aí a saúde mental vai pro espaço, aí a gente não cuida da gente. Então, é ir botar a mão na massa, mas devagar. Vamos ali com calma, que a coisa vai saindo, vai ser legal. Lívia: Legal. Bom, a gente queria agradecer imensamente a presença do Rodrigo aqui com a gente. Foi muito bom. Marcos: Foi uma aula particular. Super especial que a gente teve essa oportunidade de estar com o Rodrigo hoje. Rodrigo: Adorei, obrigado demais, gente, e parabéns pelo programa. Lívia: Obrigada, você. Marcos: Obrigado. [música] Lívia: Esse episódio foi gravado e editado por mim, Lívia Mendes e pelo Marcos Ferreira. A edição final foi feita pelo Daniel Rangel. A trilha sonora é da Biblioteca de Áudio do Youtube e a vinheta do  Oxigênio foi produzida pelo Elias Mendez. O Oxigênio conta com apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast.Lívia: Pra quem chegou até aqui, tomara que você tenha curtido ouvir nossa conversa com o Rodrigo Alves! Agora você pode ir lá na sua plataforma de áudio preferida e procurar pelos novos episódios dos programas Vida de Jornalista e Onde eu tava quando aquilo aconteceu. Deixa também um comentário pra gente, contando o que achou. Vamos adorar te ver por lá! Até mais e nos encontramos no próximo episódio. [vinheta de encerramento]

SBS Italian - SBS in Italiano
Conflitto in Medio Oriente e voli Australia-Italia: quanto sono sicure le rotte aeree?

SBS Italian - SBS in Italiano

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 17:48


Con i conflitti in corso in Medio Oriente, molte rotte aeree tra Australia ed Europa sono cambiate. Vincenzo Ruggiero, dell'Ambasciata italiana a Canberra, spiega quali controlli internazionali sono in vigore e se le rotte alternative siano sicure o rappresentino un compromesso.

bitcoinheiros
35% da rede Bitcoin está vulnerável a um Computador Quântico! E agora?

bitcoinheiros

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 56:05


No último vídeo do canal sobre a possível ameaça de um computador quântico à criptografia do Bitcoin, vimos como o tema já vem sendo tratado por desenvolvedores e pesquisadores desde o início da rede, e como o risco é limitado. Hoje vamos ver qual é a porcentagem da rede Bitcoin exposta a um eventual risco quântico e o que pode ser feito hoje mesmo para reduzir essa exposição, sem nenhuma mudança no protocolo. Proteção quântica já!Vídeo sobre a Ameaça Quânticahttps://youtu.be/cBJM6kq6FiIWicked Smart Bitcoinhttps://x.com/w_s_bitcoinhttps://wickedsmartbitcoin.com/Painel de Exposição Quântica do Bitcoinhttps://wickedsmartbitcoin.com/quantum_exposurehttps://github.com/w-s-bitcoin/webapps-quantum-exposurePlaylist Privacidade no Bitcoinhttps://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmhS94ynhdPIK6quG_OcprXfGravado no bloco 944868________________APOIE O CANALhttps://bitcoinheiros.com/apoie/⚡ln@pay.bitcoinheiros.comPara agendar uma CONSULTA PRIVADA com o Dov: https://consultorio.bitcoinheiros.com/Consulta pública: https://ask.arata.se/bitdov00:00 Introdução00:27 Guia para autocustódia segura de Bitcoin07:12 A computação quântica pode quebrar o Bitcoin?09:25 Como os bitcoins estão protegidos na rede 15:11 Quantos endereços estão expostos?22:45 O que torna uma carteira vulnerável a ataques quânticos23:42 A origem do problema: Os endereços mais inseguras da rede27:28 O canário na mina para a segurança do Bitcoin30:37 Histórico de vulnerabilidades e exposição de chaves33:45 Quanto tempo levaria para transacionar os Bitcoins em risco?37:40 O perigo nas corretoras e o risco quântico44:37 Baleias anônimas de Bitcoin sob risco quântico50:47 Por que você JAMAIS deve reutilizar endereçosEscute no Fountain Podcasts (https://fountain.fm/join-fountain)para receber e enviar satoshinhos no modelo Value4ValueSIGA OS BITCOINHEIROS:Site: https://www.bitcoinheiros.comTwitter: https://www.x.com/bitcoinheirosAllan - https://www.x.com/allanraicherDov - https://x.com/bitdovBecas - https://x.com/bksbk6Instagram: https://www.instagram.com/bitcoinheirosFacebook: https://www.fb.com/bitcoinheirosPodcast: https://anchor.fm/bitcoinheirosMedium: https://medium.com/@bitcoinheirosCOMO GUARDAR SEUS BITCOINS?Bitcoinheiros recomendam o uso de carteiras Multisig com Hardware Wallets de diferentes fabricantes ou próprias.Para ver as carteiras de hardware que recomendamos, acesse https://www.bitcoinheiros.com/carteirasVeja os descontos e clique nos links de afiliados para ajudar o canalPor exemplo, para a COLDCARD - https://store.coinkite.com/promo/bitcoinheirosCom o código "bitcoinheiros" você ganha 5% de desconto na ColdCardPlaylist "Canivete Suíço Bitcoinheiro"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmg-KH5bwzMU4sdyMbVMPqwbPlaylist "Carteiras Multisig de Bitcoin"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmi74PiIUSnGieNIPqmtmdjWISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE:Este conteúdo foi preparado para fins meramente informativos.NÃO é uma recomendação financeira nem de investimento.As opiniões apresentadas são apenas opiniões.Faça sua própria pesquisa.Não nos responsabilizamos por qualquer decisão de investimento que você tomar ou ação que você executar inspirada em nossos vídeos.P.S. para os buscadoresSomos bitcoinheiros, não bitconheiros, nem bitconheros, bitcoinheros, biticonheiros, biticonheros ou biticoinheros.O Dov é bitcoinheiro, não bitconheiro, nem bitconhero, bitcoinhero, biticonheiro, biticonhero ou biticoinhero.É Bitcoin, não Bitcon e nem Biticoin :)

The Bull - Il tuo podcast di finanza personale
313. Perché investire nei Mercati Emergenti

The Bull - Il tuo podcast di finanza personale

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 36:02


Investi con ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Fineco⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ https://finecobank.sjv.io/LKoB9a, 60 trade gratis nei primi sei mesi #adv Dopo anni di promesse mai mantenute, i mercati emergenti potrebbero tornare protagonisti nei portafogli degli investitori. In questo episodio di The Bull analizziamo se siamo davvero davanti a una nuova fase di crescita strutturale per economie come Cina, India, Brasile, Taiwan, Corea del Sud e altri Paesi emergenti. Parliamo di valutazioni, dollaro debole, demografia favorevole, tecnologia, tassi reali elevati, rischi geopolitici e opportunità di lungo periodo. Ha senso investire oggi nei mercati emergenti? Quanto inserirli in portafoglio? Meglio ETF globali, Emerging Markets classici o ex-China?

Si può fare
Chernobyl: 40 anni dopo

Si può fare

Play Episode Listen Later Apr 26, 2026


Un viaggio attraverso epoche diverse, fino ai giorni nostri. Il 26 aprile 1986, a Chernobyl, accadde qualcosa che il mondo non aveva mai visto: l'esplosione del reattore della centrale nucleare, in quella che allora era l'Ucraina sovietica. Un disastro umano e ambientale che sconvolse l'Europa e lasciò un segno indelebile nella storia contemporanea. A quarant'anni di distanza, cosa resta di quella tragedia? Quanto ha influenzato l'identità dell'Ucraina moderna? E quali riflessi si colgono oggi, mentre il Paese affronta la guerra con la Russia? Un racconto che intreccia memoria, conseguenze e presente energetico.Gli ospiti di oggi:Katiuscia Eroe - Responsabile energia di LegambienteAlessandro Giannì - Responsabile delle Relazioni Istituzionali e Scientifiche di Greenpeace ItaliaSergio Olivero - Head of Business & Finance Innovation all’Energy Center del Politecnico di Torino

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Dos canciones de Lucas Filmes - 24/04/26

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Apr 24, 2026 58:24


El brasileño Lucas Filmes publica un sencillo con las canciones 'Quanto amor' y 'Pai' que hablan del dolor de la pérdida y del paso del tiempo y nuestra incapacidad para controlarlo. Airto Moreira firma con Ricardo Bacelar 'Maracanós' disco que contiene temas como 'Pé no chão' o 'Mestre novo da Guiné' en unas sesiones de grabación de las que salió también 'Aqui oh' de nuestro Toninho Horta con la voz de Flora Purim. Del recopilatorio de la cantante brasileño-japonesa Lisa Ono 'And I love you so' sus versiones de 'Raindrops keep falling on my head', 'Sa marina' y 'Una lacrima sul viso'. Del joven cantante y compositor, también de São Paulo y también con apellido japonés, Pedro Mizutani, 'Melhor você se acostumar y 'Chuva de verão' -de su EP de 2023- y 'Eu pensei' y 'Chorar na beira do mar' -de un segundo EP-. Cierra el saxofonista y clarinetista Paquito D´Rivera con 'Cinema Paradiso' y 'La fleur de Cayenne'. Escuchar audio

Notizie a colazione
Mar. 21 Apr | Quanto poco guadagniamo , Guerra in Iran e le tensioni tra India e Pakistan, L'insegnamento di Papa Francesco a un anno dalla morte

Notizie a colazione

Play Episode Listen Later Apr 21, 2026 13:44


Quanto poco guadagniamo Guerra in Iran e le tensioni tra India e Pakistan L'insegnamento di Papa Francesco a un anno dalla morte Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Saúde Digital
SD355 - Impotência Aprendida: fuja dela o quanto antes

Saúde Digital

Play Episode Listen Later Apr 21, 2026 36:50


SD355 - Impotência Aprendida: fuja dela o quanto antes. Você sabe quantas vezes diz: "eu tenho que fazer"? Neste episódio, Dr. Lorenzo Tomé mostra que a sua resposta pode estar revelando algo mais profundo: um padrão invisível que tira sua capacidade de escolha. A partir do conceito de "impotência aprendida", a ideia é discutir por que médicos brilhantes continuam presos em rotinas que não fazem sentido e como isso impacta não só a carreira, mas, também, a qualidade do cuidado entregue ao paciente. Mais do que discutir o conceito, este episódio lhe propõe reconhecer padrões, questionar decisões e retomar o controle da sua trajetória profissional. Entre na Comunidade SD no WhatsApp e tenha conteúdo gratuito todos os dias sobre negócios médicos. ACESSE O Background do Lorenzo Casado com a Natália e pai de 3 filhos, Lorenzo é médico, Cofundador e CEO da SD Conecta e SD Escola de Negócios Médicos, host do 1º podcast do Brasil a apresentar tecnologias para médicos e que está no ar desde maio de 2018. Ele é Professor de Medicina Digital na Faculdade de Medicina São Leopoldo Mandic, fez Mestrado e MBA em negócios nas melhores escolas de negócios do país, é Internship no Hospital Center University de Rouen - França, entre várias outras atividades.  Assista este episódio também em vídeo no YouTube no nosso canal Saúde Digital Podcast! Acesse os Episódios Anteriores! SD354 - A prova que pode redefinir quem é médico no Brasil SD353 - O médico que perde a guerra sem perceber SD352 - O erro de buscar faturamento a qualquer custo Music: Friendship | Declan DP "Music © Copyright Declan DP 2018 - Present. https://license.declandp.info | License ID: DDP1590665"

Geopop - Le Scienze nella vita di tutti i giorni
359 - Un giorno dentro lo studio dei The Kolors: tra scienza e musica

Geopop - Le Scienze nella vita di tutti i giorni

Play Episode Listen Later Apr 20, 2026 35:21


Come si registra una canzone? Siamo andati nello studio dei The Kolors per scoprire come prendono forma le loro hit, come Italodisco. La creazione di un pezzo, come l'ultimo brano "Rolling Stones", parte spesso da un loop ritmico e una base di batteria, a cui vengono aggiunte percussioni per conferire un'impronta reggae o afro. C'è però un dettaglio tecnico che contraddistingue le canzoni dei The Kolors: l'imperfezione del “groove” umano. Stash, infatti, preferisce usare sintetizzatori in audio invece del formato MIDI per ottenere un risultato più naturale. In questo video vedremo come nascono le canzoni dei The Kolors e cosa succede prima che un pezzo diventi un tormentone dell'estate. Prendi parte alla nostra Membership per supportare il nostro progetto Missione Cultura e diventare mecenate di Geopop: https://geopop.it/ngCbN00:00 Come nasce una canzone dei The Kolors 01:33 La base di un pezzo: il loop ritmico 06:23 La registrazione dei sintetizzatori in audio 07:31 L'ingrediente chiave di Italodisco: l'imperfezione 14:52 La registrazione delle voci 16:51 Sanremo, Italodisco e Bob Sinclar 21:10 Le voci nel brano Rolling Stones 22:19 Quanto tempo ci vuole per creare una canzone 24:00 Il Moog Prodigy, il sintetizzatore analogico 27:27 Il Talk Box per modulare il suono con la bocca Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Corriere Daily
Generosi quanto basta: «Radio Italians», Beppe Severgnini risponde ai vostri vocali

Corriere Daily

Play Episode Listen Later Apr 18, 2026 22:13


Nuova puntata dell'appuntamento domenicale di «Giorno per giorno»: le repliche dell'editorialista alle domande e osservazioni che avete mandato via WhatsApp al 345 6125226Massa si mobilita nel ricordo di Giacomo Bongiorni: in 20 mila alla fiaccolata. Il vescovo: «Siamo qui perché non accada mai più»Spagna, perché è l'economia che cresce di più in Europa? I fondi Ue, la spinta degli immigrati, la bolla immobiliare, cosa succederàDifesa dell'oratorio, vero laboratorio

Learn Italian with LearnAmo - Impariamo l'italiano insieme!
Quiz di Grammatica Italiana: Scopri il Tuo LIVELLO in 10 Domande

Learn Italian with LearnAmo - Impariamo l'italiano insieme!

Play Episode Listen Later Apr 6, 2026 37:33


Quanto conosci davvero la grammatica italiana? Con questo quiz potrai mettere alla prova il tuo livello reale su alcuni dei punti più insidiosi della lingua — nomi collettivi, pronomi, congiuntivo, condizionale e molto altro. 10 domande, una sola risposta corretta per ciascuna: scopri quante ne conosci. Quanto Conosci la Grammatica Italiana? 10 Regole da Non Sbagliare Le Regole del Quiz Prima di iniziare, tieni a mente queste semplici indicazioni. Non consultare dizionari o traduttori — affidati solo alle tue conoscenze. Rispondi a ogni domanda nella tua testa, prima di leggere la soluzione. Sii onesto con te stesso: il risultato sarà tanto più utile quanto più è sincero. Per ogni risposta corretta guadagni un punto. Alla fine scoprirai cosa significa il tuo punteggio. Le 10 Domande del Quiz Domanda 1 — Grammatica: I Nomi Collettivi Scegli la forma corretta per completare la frase: «La gente... entusiasta del concerto.» A) sono     B) è [...] Risposta Corretta: B) è «La gente» in italiano è un nome collettivo: si riferisce a più persone, ma è grammaticalmente sempre singolare. Il verbo va quindi sempre alla terza persona singolare: «la gente dice», «la gente fa», «la gente è». Lo stesso vale per parole simili come «il gruppo» e «la classe». Se si preferisce il plurale, si può sostituire con «le persone»: «le persone sono entusiaste del concerto». Domanda 2 — Grammatica: Il Futuro nel Passato Scegli la forma corretta per completare la frase: «Mi aveva promesso che... a trovarmi.» A) verrebbe     B) sarebbe venuto [...] Risposta Corretta: B) sarebbe venuto Si tratta del cosiddetto futuro nel passato: descrive un'azione futura rispetto a un momento passato, ma che è già passata rispetto al momento in cui se ne parla. In italiano questo si esprime con il condizionale passato — a differenza di inglese, spagnolo e francese, dove si usano soluzioni diverse. Domanda 3 — Grammatica: I Pronomi "Li" e "Gli" Scegli la forma corretta per completare la frase: «Ho visto Marco e Luca e... ho dato il libro.» A) li     B) gli [...] Risposta Corretta: B) gli Il verbo «dare» richiede un oggetto diretto (la cosa donata) e un oggetto indiretto (il destinatario). Marco e Luca sono i destinatari, quindi serve il pronome indiretto di terza persona plurale: «a loro» → «gli». «Li» è invece il pronome diretto — si usa quando si sostituisce l'oggetto diretto: «vedo Marco e Luca → li vedo». PronomeTipoEsempiolidiretto (3ª plurale maschile)«Vedo Marco e Luca → li vedo»gliindiretto (3ª plurale)«Do il libro a Marco e Luca → gli do il libro» Domanda 4 — Grammatica: Il Condizionale Dopo "Se" Scegli la forma corretta per completare la frase: «Sinceramente non so se io... sembra rischioso.» A) l'avrei fatto     B) l'avessi fatto [...] Risposta Corretta: A) l'avrei fatto La regola generale dice di non usare il condizionale dopo «se» — ma esiste un'eccezione importante. Quando «se» introduce un'interrogativa indiretta, cioè una frase che esprime un dubbio o una domanda in forma indiretta, il condizionale è corretto. Queste frasi dipendono da verbi come «chiedersi», «non sapere», «domandarsi»: «Mi domando se le cose potrebbero cambiare.» «Non so se mi piacerebbe vivere all'estero.» «Non so se avrei fatto quello che tu hai fatto.» In questi casi il condizionale sottolinea che quanto espresso è soggetto a una condizione, anche sottintesa. Domanda 5 — Grammatica: I Verbi Pronominali Scegli la forma corretta per completare la frase: «Quando gli hanno detto che non era stato selezionato,... tantissimo.» A) se l'è presa     B) se l'è preso [...] Risposta Corretta: A) se l'è presa Il verbo usato è prendersela — un verbo pronominale che significa arrabbiarsi o offendersi. Al passato prossimo si usa l'ausiliare «essere» e il participio passato concorda con il pronome «la» — non con il soggetto. Il risultato è sempre «presa», indipendentemente dal genere o dal numero del soggetto: «Io me la sono presa.» «Marco se l'è presa.» «Noi ce la siamo presa.» «Voi ve la siete presa.» Domanda 6 — Grammatica: Il Pronome Relativo "Cui" Scegli la forma corretta per completare la frase: «È un quartiere... strade sono piene di negozi di souvenir.» A) che le     B) le cui     C) del cui     D) le [...] Risposta Corretta: B) le cui Il pronome relativo «cui» preceduto da un articolo determinativo indica possesso. L'articolo va concordato in genere e numero con l'elemento posseduto — non con il possessore: «Marta, il cui cane è un barboncino» → «il» concorda con «cane» (maschile singolare) «Mio cugino, la cui moglie l'ha tradito» → «la» concorda con «moglie» (femminile singolare) «Un quartiere le cui strade sono piene di negozi» → «le» concorda con «strade» (femminile plurale) Domanda 7 — Grammatica: Il "Si" Impersonale con i Verbi Riflessivi Scegli la forma corretta per completare la frase: «La domenica... sempre tardi.» A) si si sveglia     B) ci si sveglia     C) se si sveglia     D) ci si svegliano [...] Risposta Corretta: B) ci si sveglia Il si impersonale si forma con «si» + verbo alla terza persona singolare. Con i verbi riflessivi, però, la forma verbale contiene già il proprio «si». La ripetizione «si si» non è ammessa, quindi il primo «si» impersonale diventa «ci»: «ci si sveglia», «ci si alza», «ci si vergogna». Domanda 8 — Grammatica: "Volerci" e la Concordanza Scegli la forma corretta per completare la frase: «Per finire il progetto... 3 mesi.» A) ci è voluto     B) ci sono voluti     C) ci hanno voluto [...] Risposta Corretta: B) ci sono voluti Volerci significa «essere necessario», richiede sempre l'ausiliare «essere» e concorda in genere e numero con la cosa necessaria: «Ci sono voluti 3 mesi» → «mesi» è maschile plurale → «voluti» «Ci è voluta un'ora» → «un'ora» è femminile singolare → «voluta» «Ci sono volute 3 ore» → «le ore» è femminile plurale → «volute» Domanda 9 — Grammatica: Il Pronome "Chi" Scegli la forma corretta per completare la frase: «Chi... un accento straniero spesso viene considerato affascinante.» A) hanno     B) ha [...] Risposta Corretta: B) ha Anche se «chi» significa «tutte le persone che», come pronome è grammaticalmente singolare e richiede sempre il verbo alla terza persona singolare. Lo si vede chiaramente nei proverbi: «chi dorme non piglia pesci», «chi va con lo zoppo impara a zoppicare». Se si preferisce il plurale, si può usare «quelli che» o «coloro che». Domanda 10 — Grammatica: Il Congiuntivo Indipendente Scegli la forma corretta per completare la frase: «Che codardo!... almeno il coraggio di dirmelo in faccia!» A) avesse     B) avrebbe [...] Risposta Corretta: A) avesse Di norma il congiuntivo dipende da un altro verbo principale. Esistono però casi in cui può comparire da solo: si chiama congiuntivo indipendente. In questo caso specifico ha valore esclamativo-desiderativo — esprime un desiderio frustrato, qualcosa che il parlante vorrebbe ma che non si sta verificando: «Se solo avesse il coraggio di dirmelo in faccia!» I Risultati del Quiz Conta i tuoi punti e scopri il tuo livello. PunteggioLivelloDescrizione0–3 puntiA2 — ElementareStai ancora costruendo le basi. Concentrati sui punti grammaticali fondamentali come i pronomi e i tempi verbali principali.4–6 puntiB1/B2 — IntermedioBuona conoscenza delle strutture di base. Alcune regole più sottili ti sfuggono ancora — ma ci sei quasi.7–9 puntiC1 — AvanzatoIl tuo italiano è solido. Conosci anche le eccezioni e i meccanismi più complessi della grammatica italiana.10 puntiC2 — PadronanzaRisultato perfetto. La tua grammatica italiana è al livello di un madrelingua colto. Complimenti! Tieni presente che questo è un test orientativo, utile per avere un'idea generale del tuo livello. Per una valutazione ufficiale è possibile fare riferimento alle certificazioni CILS, CELI o PLIDA. Domande Frequenti "La Gente" Può Mai Essere Usata con un Verbo Plurale? No. In italiano standard «la gente» richiede sempre il verbo alla terza persona singolare. Se si vuole usare il plurale, è necessario sostituirla con «le persone». Il Condizionale Dopo "Se" È Sempre Sbagliato? Non sempre. È sbagliato nei periodi ipotetici, dove dopo «se» va il congiuntivo. È invece corretto quando «se» introduce un'interrogativa indiretta — come in «non so se l'avrei fatto» o «mi domando se potrebbe cambiare». Come Si Distingue "Li" da "Gli"? «Li» è un pronome diretto: si usa con verbi come «vedere» o «chiamare». «Gli» è un pronome indiretto: si usa con verbi che richiedono la preposizione «a», come «dare», «dire», «scrivere». Con "Volerci" Si Usa Sempre "Essere"? Sì, «volerci» richiede sempre l'ausiliare «essere» al passato, e il participio concorda con il soggetto: «ci è voluta un'ora», «ci sono voluti tre giorni», «ci sono volute due settimane». Cos'è il Congiuntivo Indipendente? È un uso del congiuntivo in cui il verbo non dipende da nessun altro verbo principale. Ricorre in alcune strutture fisse della lingua parlata: valore desiderativo («avesse almeno il coraggio!»), valore concessivo («che venga pure») e valore dubitativo («che sia già arrivato?»). Se qualche domanda del quiz ti ha messo in difficoltà, l'articolo dedicato al congiuntivo indipendente ti aiuterà a fare ordine! I verbi pronominali ti creano confusione e tanti dubbi? Trasforma i dubbi in sicurezza con il nostro corso esclusivo:“Da «Non ce la faccio più» a «Ora me la cavo»: i verbi pronominali in 30 giorni.” In modo divertente, con lezioni brevi ed esercizi mirati, in un mese imparerai a usarli con naturalezza. { "@context": "https://schema.org", "@type": "Quiz", "name": "Quiz di Grammatica Italiana", ...

Corriere Daily
Quanto pesa il caso Piantedosi? Che succede dopo il no su Sigonella?

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Play Episode Listen Later Apr 3, 2026 8:58


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