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“Veio-me à cabeça a imagem do general Garibaldi quando, ao partirem de Roma, disse aos soldados que lhes oferecia sede e calor durante o dia, fome durante a noite e perigo a toda a hora…” Isto serve como impulso se nos viramos para aquele outro lado do qual só recebemos notícias quando algo da ordem da catástrofe nos faz sentir como a realidade é hoje outro nome para o esquecimento. Esses lugares por onde anda a monte, sem prece que o alcance, e a coçar-se contra tudo o deus dos secretos, senhor de vidas inesperadas, que não quadram, não encontram rima neste mundo, mas são contíguos a desertos, serras floridas, e mato agreste, afiados instintos de tanta dar caça a bichos difíceis de explicar, enumerar, armar ciladas aos pássaros, naças aos peixes no mais fundo rio, pescarias ali onde o rio faz d'água uma mansa colheita, e às vezes distraído num gesto mais largo, molhava n'água amara, e compelia/ a recolher a roxa tarde e breve”, depois servia-se da capela abandonada como despensa, usava os santos quebrados para esfacelar a carne. Chamam casa a estes lugares que começam onde se chama campo ao que mais ninguém quis. Tudo saqueado, vendido, traído, tudo roído por uma angústia esfomeada. “Vês o tempo como foge/ que parece que não toca?” Como querem então fazer deste tempo qualquer coisa que se sinta, que de si possa fazer exemplo, deixar algo em conserva, penetrar com um perfume apenas seu esses esforços de memória? “Correm os nossos tempos de maneira,/ Antes no mal parece que estão quedos,/ por mais que mude o sol sua carreira,/ Tantos os males são, tantos os medos,/ Que não há vale cá, não há ribeira,/ Por onde soem já cantares ledos;/ Dos tristes ouvi esses, entretanto/ Dará o céu matéria a melhor canto.”… Há tanto tempo já que não cantamos, e parece até que grão mal adivinhamos. Parece que erram buscando saber o que vão por aí inda dizendo os poetas, mas estes, pior que as silvas, têm só esta estratégia de viverem virados para si mesmos, fazendo o seu, como quem oferece caução, sem levantar ondas, e depois esperar que se insista nesse triste enredo que foi o da eternidade, como se eles disso tivessem notícias mais do que as enfermidades de retardo que nos servem de quotidiano. “O vosso Tejo vai de sangue tinto./ Tal vai o nosso Douro, tal o Lima,/ E vão ainda pior do que te pinto./ Aquele que mais pode não estima/ Entrar por onde quer, saqueia tudo,/ O fogo traz na mão, a maça e a lima./ O dono do curral há-de ser mudo,/ Se não quer, em soltando uma só fala,/ Provar com dano seu, seu aço agudo.” Só vagos ventos sem origem nem nenhuma espécie de sentido andam pelos fundos da língua, a fazer que vivam antigas imagens, muito repetidas, muito usadas para ajudar a despertar fantasmas um pouco mais doces, como o dessa Leanor descalça, que vai pela verdura até à fonte e… “A talha leva pedrada,/ pucarinho de feição,/ sai de cor de limão,/ beatilha soqueixada; cantando de madrugada,/ pisa as flores na verdura:/ Vai fermosa e não segura.” O campo hoje é mais um enredo que o ouvido capta escutando os ecos na sua intimidade ajeitados a modos bravios fazendo por se reproduzirem. “O maravilhoso move-se tão próximo/ das casas sujas e decrépitas…” E o que temos nós ainda de ligação com isto, ainda somos capazes com o nosso peso de assentá-lo em qualquer pegada que faça florescer a verdura? Somos vistos lá onde o tempo se faz outro de tão longe, e temos alguma semelhança muito lavada com esses de olhos castanhos, a tez soleada, a fala cantada de só saber das coisas o recorte emprestado pelo ar. Outros ouvirão falar de um país esquecido, entregue à sua bárbara implosão, num mundo entregue ao desaire de envelhecer, enrijar, ossificar-se sem mais distracção que a própria destruição… Essa é a sua musa, e desperta nele uma intenção terrível, a de um mundo que deita um olhar envilecido a tudo o que de fora só vem para roubar-lhe a paz, incomodá-lo. Eram mentira os idílios, e mesmo desses lendas cheias do unto verboso foi tendo outra impressão… “Um dia vi o amor – era medonho:/ tinha olhos convulsos de anjo bêbado/ e a máscara do ódio.” Os que eram daqui, de tanto se desfazerem contra os trabalhos ordinários que aos demais serviam de ilustração, impulsos para que a lira se entregasse às suas perras entoações, tão fartos de terra, de séculos sentindo os ossos lentamente esmagados contra ela, com vergões e cicatrizes herdadas na pele, e nenhum entusiasmo por esses nomes que a nós nos sabem a mel e cheiram a madressilva. Mal se puderam ver livres de tudo isto, deram cabo dela e de tudo o que lhes lembrasse, nesse crime passional de que fala o Rui Lage. Preferem-lhe tudo o que sirva para enforcar a vista, essas grandes casas, edifícios que fecham a vista, escondem o horizonte, empurram o olhar para longe de todo o céu, fartos-fartos da terra, das infinitas extensões que lhes causavam vertigem pois só viam o imenso trabalho que tudo isso lhes dava. Se nós vamos ao campo em passeio, gozar do prazer de ver a terra presa aos astros, alguns vêm a ígnea tela bárbara de espanto, conhecem os infinitos cansaços de “um povo que vivia a suicidar-se, arando a terra, abrindo a derradeira cama”. Esse povo que hoje nos custa reconhecer como a nossa mais funda tradição, povo para quem o trigo é pão em flor, povo para quem a verdadeira flor era o pão. E é deles sobre nós que sentimos assentarem como uma esparsa maldição esses olhos rasos de um espanto podre, vozes misturadas ao silêncio, um engolir a seco nas serras onde irá a enterrar por estes dias o último pastor, lugares à morte entregues todo-ouvidos. Esta a corografia que se apropriará dos nossos restos, o país das “cabras e carrascos”… “É no teu chão dorido/ Que gasto, em paz, os cascos/ Deu fauno envelhecido…” Escreva-se o requiem, então, sendo certo que de nós nada irá notar-se que não comece ali, que se esboce entre aquela névoa: “A morte/ em flor/ dos camponeses/ tão chegados à terra/ que são folhas/ e ervas de nada/ passa no vento/ e eu julgo ouvir/ ao longe/ nos recessos da névoa/ os animais feridos/ do Início.” Tão poucas páginas daquilo que se resolve antologias fazem ferida como esta. Um pó que soa, um brilho que nos chama para a infinidade dessas noites em que não havia mais que acumular o resíduo de estrelas, vê-lo pairar, como uma essência estranha àquela terra que se fazia sentir com a sua imensidão nos corpos, o peso deles também a decompor-se, sem dar notícia, nesse pouco som enfrentando os currais sem gado que ruíram de pobreza. O sofrimento é a única história, mas desta talvez só o musgo dê, “em seu discurso esquivo de água e indiferença alguma ideia disto”. E, por isso, neste tempo que é sempre depois, só nos resta passar por lá em prosa, para não nos entregarmos a essa inane torpeza de quem canta seja o que for, e se põe a soprar aos pés de um enforcado a ver se o faz balouçar… O enforcado de quem ainda alguns têm muita vergonha… “No gesto suspensivo de um sobreiro,/ o enforcado.// Badalo que ninguém ouve,/ espantalho que ninguém vê,/ suas botas recusam o chão que o rejeitou.// Dele sobra o cajado.” É uma forma de dizer mal disto tudo, outra é lançar um fósforo e rir-se ao vê-los naquela dança dos noticiários, estes que só sabem soletrar o desastre quando o campo, a paisagem deles, surge carbonizado. Quando já não é possível trocar coisa nenhuma por nada que valha. Um fim muito claro, muito fácil de entender, traduzindo em cinzas aquilo que de outro modo não era senão “um pó que nem se palpa/ na peneira do mundo”. E de toda aquela história resta o quê? Além da dúvida de um tempo incerto, sem ciclos, sem estações sequer, os campos tão sós… “Tão longe/ dos homens, as largas plantações, ermos/ sem lar, sem fumos, sequer sem espectros/ dos antigos habitantes vivos.” Aos poucos o bucolismo já não aguenta canto seja de que espécie for, morrem as espécies e só se gera já “crias das bestas e dos homens”, um hálito desolador e “oposto ao antigo sopro do Génesis; que gera/ criaturas como se meramente simulasse/ a vida. E a paisagem torna-se aparência,/ semente simulacro e armadilha”. Teremos, então, de nos contar não tanto com os resíduos de estrelas, que já quase não se vêem, mas com os resíduos do campo: “É o oco interior de alguns/ quintais. O bailado surdo/ e brusco das asas/ da galinha./ A caleira podre aonde/ chora um pingo/ – o derradeiro.// É o mundo minúsculo/ dos canteiros; a vida/ nos degraus da planta; a sesta/ de uma gata que por acaso/ insiste em ser novelo.// É este chão cinzento./ A carne entumescida das paredes./ As espinhas reunidas/ do que foi um peixe.// E as armas toscas de matar/ o tempo: colheres, comida, insectos que tentam/ (ao menos) um mundo/ irrequieto./ É a noite que tem as mãos/ suspensas sobre um alguidar/aonde bóia o dia/ pequeno/ de todas as crianças.// Em certas casas constroem-se/ filhos: a música suave/ que se ouve nas camas./ Resíduos da canção/ a única/ que este povo/ ainda sabe/ e canta.” E com este balanço todo que levamos, colhido na mais recente antologia da poesia portuguesa que nos ofereceu Rui Lage, aquela que reza sobre os campos afinal tão infelizes que foram mantidos até meados do século passado num epílogo do Neolítico, parece que deste lado já estamos safos. Mas, entretanto, se a natureza só é vista em trânsito, cada vez mais embaraçada, a vida cedeu toda ela a um comércio passageiro, e se antes Deus se pagava com o seu próprio dinheiro (lombarda, vinho, feijão-verde e batata nova entre outras espécies), agora parece que a própria vida lírica está inteiramente nos velhos, os que tendo memória de outro mundo, estão invadidos de um infinita suspeita, e tossem, conspiram contra este com uma militância certamente desencantada, mas talvez já só haja algum encanto em ser contra. “Sempre se busca alguma espécie de/ mortal eternidade e a escolha/ da terra é a melhor// forma de amar um tempo destinado/ a mostrar que a linguagem por mais/ ninguém usada// como poesia/ o mortal corpo de quem/ a usou há-de por fim dilacerar”. De resto, que resta? Talvez já só esse resíduo de alvoroço, andar para trás e recompor com toda a dificuldade uma pequena porção de toda aquela dor, emocionar-se diante de algo como um arado, que hoje adquire as feições de um passado remoto, mais parecendo o seu esqueleto. Contra a tecnologia toda que se alimenta de nós, espantar-se diante desse ser já sem mundo… “A mecânica do arado é rudimentar,/ clarividente e sóbria. Nada tem/ em demasia: o que a função requer/ e nada mais.// No perfil eficiente do arado/ há qualquer coisa de navalha, qualquer coisa/ de falo em riste, em transe de fecundar.// de facto, noutros tempos,/ era o arado que rasgava a terra,/ fazia dela um ventre aconchegado –/ cenário certo para o deflagrar da vida/ que vai dentro das sementes.// isto foi no tempo em que havia agricultura/ nos gestos quotidianos dos homens/ e das mulheres.” Agora, o campo na linguagem parece também ele algo que se trafica na sua versão transgénica. Vemos aquele talento para combinar os termos e favorecer um apelo rústico, na poesia como na gastronomia ou nos empreendimentos de turismo-rural… Os poemas dos nossos neo-bucólicos, estão cheios de tojo, restolho e urze, giestas, estalidos, de folhas secas, água a correr, das vozes distantes que chamam dos quintais, e das “casinhas/ com papás, vovós e manos, talvez/ com uma sentida perda/ de um talher à mesa e uma/ horta, couves, alfaces, a doméstica/ economia dos quintalórios/ com um cão cativo a ladrar/ à sina e à honestidade das batatas/ que as mães ou avós ainda esmagam/ na sopa com uns pingos de azeite e/ enfado. Pequeno país do/ gasóleo e futebol, memórias/ de mercados e feiras buliçosas,/ de escolinhas rústicas, agora desertas,/ com a cruz e os presidentes na parede,/ pequeno país de bravia/ palavra, sofrida crueza/ de mato ardido e estrumes, sucatas,/ detritos, o hábito endurecido dos/ pequenos holocaustos/ diários.” E para que mais queremos o espaço, a terra, o país propriamente, esse que serve de luxo de passagem, com todas essas aldeias com abismos e alguma ribeira ao fundo. Carbonizadas aldeias que parece que se deitaram para sempre, e estão por aí como ruínas de embalar, “como se nenhum de nós conseguisse entrar nesse obscuro mundo de leis e direcções invisíveis”. E olhamos para tudo isso e aqueles que lhe escaparam de algum modo talvez se sintam como se reconfortados, como se não pudesse mesmo haver volta, e não quisessem daquele mundo outra coisa além desse “mecanismo triste/ movendo a boca breve”. E o fogo talvez seja a última honestidade de que somos capazes. Talvez, de algum modo, nós sejamos toda a destruição que sonharam e convocaram essas tantas gerações que ali no campo “nasciam, penavam e pereciam no anonimato e no isolamento mais cru”, como nos diz Rui Lage. “A luta pelo pão de cada dia exauria a força vital, conduzida para o braço que fazia descer a enxada e o mangual, que pilotava o arado, que cegava as espigas no braseiro do estio e tocava o gado pelos montes. Do berço à cova, a existência do camponês compunha-se de agruras e privações inumeráveis. Ninguém disse tal condição em verso tão cortante quanto Gil Vicente, pela voz do lavrador da Barca do Purgatório (1518): ‘Sempre é morto quem do arado/ há-de viver'. Afinal, nesse auto medial da trilogia das barcas, o Lavrador anuncia-se ao Anjo não como debutante da morte, mas como seu veterano: ‘Da morte venho eu cansado'. Séculos a fio, o adeus aos campos infelizes foi um gesto vedado. A aldeia fazia as vezes de um cativeiro sem grades.”
Ep. #243 - As Cartas de Ninguém - 243 | Capítulo 3 Corujas Express MANDE SUA CORUJA PARA: mundopottercast@gmail.comRedes: @mpottercast @ithasant e @rodriguesphPIX: mundopottercast@gmail.comEdição: Itamar SantosRoteiro: Paulo RodriguesDesign de Capa: Pedro SantosApresentado por Itamar Santos e Paulo Rodrigues#harrypotter #AsCartasdeNinguém
Guess who's back, back again! xtinto is back, tell a friend! O rapper de Ourém passou pelas Manhãs para falar sobre o novo disco "Em sonhos, é sabido, ninguém morre".
Paris homenageia o legado do fotógrafo Sebastião Salgado com uma grande exposição na Prefeitura de Paris, aberta ao público a partir deste sábado (21). Com curadoria e cenografia de sua companheira de vida, Lélia Wanick Salgado, a mostra reúne cerca de 200 obras, a maioria vinda do acervo da Maison Européenne de la Photographie (MEP), de Paris. Patrícia Moribe, em Paris O casal se instalou em Paris em 1969, fugindo da ditadura militar brasileira. Economista de formação, a fotografia surgiu no percurso de Sebastião Salgado por acaso através de Lélia, que comprou uma câmera em Paris para seus estudos de arquitetura. "Ele inclusive nunca tinha feito fotografia. Fui eu que comprei a máquina aqui, porque eu estudava arquitetura e precisava fazer fotos. E então foi aí que ele pegou uma câmera pela primeira vez e gostou tanto que roubou minha câmera! Aí, quando eu queria sair para fazer foto, ele dizia: 'Não, eu saio com você, eu faço com você'", conta, rindo. A trajetória profissional de Salgado se consolidou na sua passagem por agências de renome mundial, como Sygma, Gamma e Magnum Photos. O fotojornalista viajava o mundo em coberturas e flagrou, inclusive, a tentativa de assassinato do então presidente americano Ronald Reagan, em 1981. Trajetória Lélia lembra que os primeiros anos exigiram muito esforço e auxílio mútuo, numa época em que ela percorria as redações de Paris em uma mobilete para entregar os filmes do marido. “A vida de um fotógrafo é muito difícil antes de ele se afirmar como profissional”, explica. Em 1994, o casal fundou sua própria agência, a Amazonas Images, que se tornou o quartel-general do trabalho do artista. A exposição também destaca o compromisso ético e ambiental que marca a obra de Salgado. Lélia ressalta que o objetivo do marido era sempre desenvolver temas com um propósito claro, como no caso dos fluxos migratórios: "Ninguém sai de sua casa porque quer. Todo mundo sai porque tem um objetivo, tem uma dificuldade... Então, essa é a mensagem." Da mesma forma, projetos como Gênesis e Amazônia foram criados como alertas para a preservação, relata a curadora. Instituto Terra O legado pela defesa do meio ambiente do casal se materializa de forma prática no Instituto Terra, um projeto de reflorestamento na Mata Atlântica, atualmente administrado pelo filho mais velho, Juliano. A iniciativa começou com uma área desmatada herdada por Salgado, que foi totalmente resgatada e segue se expandindo. Lélia comemora o crescimento impressionante do projeto, de 3.500 árvores plantadas inicialmente para 30 milhões em breve. A exposição em Paris encerra esse percurso de forma íntima, apresentando as obras do filho caçula, Rodrigo, que tem síndrome de Down, e um vídeo com as últimas imagens capturadas por Sebastião no Instituto Terra, em dezembro de 2023. A visita à homenagem de Paris a Sebastião Salgado é gratuita, mas a reserva é obrigatória pelo site oficial. A exposição fica em cartaz até 30 de maio de 2026.
O Festival Olá Paris regressa à capital francesa com cinco ante-estreias em sete longas metragens apresentadas ao púlico francês, assim como uma grande tónica dada ao cinema de animação. Nesta edição, que decorre em parceria com o IndieLisboa, vai mostrar-se uma nova geração de realizadores portugueses que não têm medo de abordar temas que fazem tremer a sociedade portuguesa como as drogas, a sexualidade ou o racismo. Nos dias 6, 7 e 8 de Março, o Festival "Olá Paris!" volta à capital francesa com cinco filmes em ante-estreia das sete longas-metragens que vai apresentar, assim como várias curtas metragens de animação. é um momento de partilha do cinema português em França, mas também de promoção dos realizadores, actores e cultura portugueses. Uma primeira edição bem-sucedida no final de 2024, com uma grande troca entre o público e os artistas, fez com que os fundadores e organizadores do festival, Fernando e Wilson Ladeiro, voltassem a organizar uma nova edição do festival. "Um dos pontos importantes do Olá Paris! é não só trazer artistas e realizadores e actores, mas também de permitir, depois do filme, fazer uma conversa entre os artistas e o público. E nós ficámos muito surpreendidos na primeira edição de ver que no final do filme, a sala toda ficava. Ninguém saía. E a conversa continuava. Éramos obrigados a parar porque as pessoas estavam mesmo interessadas. E foi também para os actores e realizadores uma inspiração grande de ver esse público interessado, a fazer perguntas, a analisar o filme e os próprios artistas diziam-nos que para eles foi muito interessante ver a reacção do público. É por isso que vamos continuar também este ano a ter sempre depois do filme encontros com o público", explicou Fernando Ladeiro em entrevista à RFI. Entre os filmes apresentados está "18 buracos para o paraíso", de João Nuno Pinto, "Entroncamento", de Pedro Cabeleira ou ainda "O vento assobiando nas gruas", de Jeanne Waltz, mostrando como os realizadores portugueses abordam actualmente temas como a diferença de classes, o racismo ou o tráfico de droga e as suas consequências. Uma forma "crua" de mostrar a realidade e que interessa aos espectadores franceses. "O cinema, e a cultura em geral, é também político. E o que é interessante no cinema português hoje é que aqui há uns anos não se falava muito de certos assuntos. Tudo o que tinha a ver com a sexualidade, com a droga, com a homossexualidade, não se falava. Eram tabus. E esta nova geração de cineastas portugueses não tem medo de falar ou de apresentar este tipo de tema. E é realmente um ponto interessante do cinema português de hoje. Há uma maneira, às vezes, até brutal de apresentar isto tudo. Mas que é crua, não é. Mas que existe e que é para nós. Aliás, a programação deste ano, comparado ao ano passado, foi uma programação mais clássica, com filmes que já tinham se visto, os realizadores conhecidos confirmados. Este ano também temos, mas aliás, temos mais. Esta nova geração que vem com filmes fortes, com temas assim que não se via muito há uns anos", indicou Fernando Ladeiro. Este ano o festival aposta no cinema de animação, com uma curta-metragem a ser mostrada antes de cada longa-metragem e o público parisiense vai poder ver "Ice Merchants" de João Gonazalez, "Percebes" de Alexandra Ramires e Laura Gonçalves ou ainda "Entre sombras" de Alice Guimarães e Monica Santos. Haverá também uma masterclass, orientada por Regina Pessoa, em que a realizadora vai explicar o sue processo de criação nos filmes de animação. O "Olá Paris!" decorre este ano em parceria com o Indie Lisboa, festival lisboeta fundado em 2004, e que traz até Paris o filme "A vida luminosa" de João Rosas. Esta é uma parceria que se alinha em termos cinematográficos, mas também de valores, com a intenção de dar maior visibilidade aos dois festivais. "Queremos realmente fazer de Paris uma plataforma dos dois cinemas, dos dois mundos e permitir que eles se conheçam e que possam colaborar. E o facto de estarmos a trabalhar com o Indie Lisboa, para já, em termos de ideologia política corresponde à nossa arena e claro dá maior visibilidade a este evento que não é muito conhecido em França, mas que tem uma boa reputação em Portugal. Para nós foi interessante também lá ir ao Indie Lisboa. O ano passado vimos muitos filmes, escolhemos com eles o filme que vai ser apresentado agora no festival e é uma parceria que vai com certeza desenvolver nos anos que vêm", concluiu Fernando Ladeiro.
Letícia Vaz construiu sua carreira empreendedora com uma lógica rara: nada foi por acaso. Neste episódio, conversamos sobre como estruturar um negócio do zero, começar nas redes sociais hoje, vender online com estratégia e evitar erros comuns que atrasam o crescimento de uma empresa. Da criação da LV Store aos bastidores do app Leticia Vaz Educação, ela compartilha decisões práticas, aprendizados reais e a importância de processos, comunidade e visão de longo prazo para quem quer empreender de forma consistente — sem pular etapas e sem romantizar o começo.Vambora entender como esse sucesso aconteceu?Toda semana tem novo episódio no ar, pra não perder nenhum, siga: Minha aceleradora de negócios: https://trcircle.com/Instagram Thais: https://www.instagram.com/thaisroque/ Thaís vesteLook – LV StoreSapatos – Manolo BlahnikBracelete – TiffanyStyling – André PuertasBeleza – Cris DalléLink da Leticia:Insta - https://www.instagram.com/leticiavaz/Mala de viagem:Tribos - https://amzn.to/4kORtOCSuperfãs - https://amzn.to/4kH8zOlTudo isso é marketing - https://amzn.to/4kM7XafVaca roxa - https://amzn.to/4kLwtIjMarketing 6.0 - https://amzn.to/4aGm1x8Gossip GirlSex and the CityEquipe que faz acontecer:Criação, roteiro e apresentação: Thais RoqueConsultoria de conteúdo: Beatriz FiorottoProdução: José Newton FonsecaSonorização e edição: Felipe DantasIdentidade Visual: João Magagnin
Para celebrar o episódio 300 do Ninguém Pod Comigo, a Pipoca Mais Doce decidiu fazer um apanhado de tudo o que se passou por lá nos últimos tempos!
Fabrício Camões, o Morango, faixa-preta da Academia Gracie Tijuca e veterano do UFC, conta a história real do Jiu-Jitsu brasileiro nos anos 90. Da luta épica de 27 minutos contra Anderson Silva (sem luvas) até a construção de um legado ao lado de Letícia Ribeiro em San Diego, Fabrício revela os bastidores do Vale Tudo, a essência da defesa pessoal e o que significa ser professor de Jiu-Jitsu após décadas no tatame. Uma aula de resiliência, humildade e paixão pelo esporte.
O líder do Partido Socialista enviou cinco cartas a Luís Montenegro, com “propostas concretas” para as áreas da Saúde, Habitação, Defesa, Justiça e estragos causados pela tempestade. No entanto, como o primeiro-ministro não devolveu uma resposta José Luís Carneiro veio alertar que “a paciência tem limites”. Daniel Oliveira critica a “arrogância permanente” do primeiro-ministro, Francisco Mendes da Silva afirma que, com a reconstrução de parte do país, o Governo tem a oportunidade de mostrar que está a funcionar. Com os estragos causados pelas tempestades, regressou ainda o debate sobre a regionalização. Será que estaríamos melhor preparados para lidar com uma situação de calamidade? Ouça a análise no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 17 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Aqui você encontra mensagens edificantes, reflexões profundas e ensinamentos bíblicos para fortalecer sua caminhada com Deus. Nosso propósito é compartilhar a Palavra de maneira clara e transformadora, trazendo esperança para sua vida.Acompanhe também nosso canal no YouTube! Lá você encontra cultos completos, séries de mensagens e muito mais. Inscreva-se e ative as notificações para não perder nada! ?? https://bit.ly/inscritoesperancaJunte-se a nós nessa jornada de fé!
Bom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDia (https://open.spotify.com/show/29PiZmu44AHH8f93syYSqH)A escritura de hoje está em Gênesis 6:8, NVI:"Noé, porém, encontrou favor aos olhos do Senhor."Você está SubindoAs pessoas na época de Noé viviam de forma desenfreada, ignorando os princípios de Deus e voltando-se para o que era errado. Deus estava tão entristecido que estava prestes a enviar um grande dilúvio, mas a Bíblia diz que Noé encontrou favor diante de Deus.Por que ele encontrou favor e todas as outras pessoas ao seu redor não? O versículo seguinte nos dá a chave: ele andava fielmente com Deus. Noé poderia ter cedido à pressão e agido como todo mundo, mas ele fez a escolha de honrar a Deus e mantê-Lo em primeiro lugar. Saiba que existe uma bênção sobre a sua vida que vai te impulsionar para cima, mesmo quando os outros estiverem descendo.Deus disse a Noé para construir uma arca de quase 140 metros de comprimento. Ninguém nunca tinha ouvido falar de algo assim; parecia impossível! Mas entenda: Deus nunca pedirá que você faça algo sem te dar o favor necessário para realizar.Você já tem o favor. A pergunta é: você tem a fé ou está tentando se convencer de que não consegue? Lembre-se que apenas um toque do favor de Deus pode catapultar você para um nível que você nunca imaginou.Vamos fazer uma oraçãoPai, obrigado porque Tu és o Deus verdadeiro e vivo, e Tu recompensas aqueles que Te honram.Obrigado porque, embora a minha obediência não possa "comprar" o Teu favor, ela abre caminho para que eu o experimente. Ajuda-me a ser ousado, a ousar acreditar e a dar novos passos de fé hoje.Em nome de Jesus, Amém.
Neste episódio, eu falo sobre o intervalo invisível entre quem você foi e quem você está se tornando, e por que o desconforto pós-decisão é apenas um sinal de transição.Você vai entender:Por que decisões reais criam desencaixe temporário de identidadeComo o seu sistema tenta te puxar de volta para o familiarA diferença entre dúvida e reorganização internaE como sustentar uma escolha mesmo quando ela ainda não parece “casa”Se você já sentiu vontade de recuar não por arrependimento, mas por estranhamento… este episódio é para você.
Às vésperas das eleições municipais, a esquerda francesa já trava a batalha pelas presidenciais de 2027. Dividida entre o radical Mélenchon, o centrista Glucksmann e defensores de uma primária “unitária” que pode aprofundar a fragmentação, o campo progressista corre o risco de, mais uma vez, ficar fora do segundo turno. Thomás Zicman de Barros, analista político Em apenas um mês, as eleições municipais abrirão oficialmente o calendário político francês de 2026. Ninguém no campo progressista ignora, porém, que elas já funcionam como ensaio geral para 2027. A esquerda entra nesse ciclo dividida. A disputa principal parece concentrar-se em dois polos, hoje personificados por Jean-Luc Mélenchon e Raphaël Glucksmann, mas há outras forças que, em nome da unidade, podem acabar fragmentando ainda mais o cenário eleitoral. Mélenchon é o fundador da França Insubmissa e uma das figuras mais experientes da política francesa. Vindo das alas radicais do socialismo, é um orador talentoso, populista, capaz de mobilizar amplos setores populares, mas também amplamente rejeitado por parte do eleitorado centrista e por antigos aliados. Glucksmann é um rosto novo que parece ocupar o extremo oposto desse espectro. Filho de um intelectual simpático à direita, teve uma trajetória internacional controversa, assessorando líderes liberais na Geórgia e na Ucrânia, antes de retornar à França, se converter à esquerda e fundar o micro-partido Praça Pública, na órbita do Partido Socialista (PS). Hoje, encarna uma esquerda mais do que moderada, liberal, europeísta e institucionalista. A candidatura de Glucksmann responde sobretudo a um desejo antigo de setores do PS de se emanciparem de Mélenchon e da proposta de ruptura que ele representa. Desde 2017, e de forma ainda mais clara a partir de 2022, Mélenchon conseguiu se impor como figura central da esquerda francesa. Nas duas eleições presidenciais, reuniu a maior parte do eleitorado progressista e ficou a poucos votos do segundo turno. Caso tivesse conseguido unificar o campo, os votos somados de socialistas, verdes e comunistas teriam sido suficientes para levá-lo ao segundo turno. União frágil Apesar da derrota, Mélenchon saiu fortalecido. Hegemonizou a esquerda e, diante do risco de desaparecimento eleitoral dos demais partidos, impulsionou a criação da Nova União Popular Ecológica e Social, a NUPES. Impôs o programa da França Insubmissa ao conjunto da esquerda e se colocou como candidato natural a primeiro-ministro nas legislativas seguintes. Ocorria algo raro: poucas vezes no mundo a esquerda foi reorganizada a partir de sua ala mais radical. A força desse bloco, somada à fragilidade de Emmanuel Macron, impediu o presidente de obter maioria absoluta. Ao acolher o PS e outras agremiações em crise, Mélenchon também lhes garantiu sobrevivência institucional. A unidade, porém, revelou-se frágil. Tensões antigas ressurgiram, sobretudo no PS, onde nunca houve aceitação plena da centralidade da França Insubmissa. Os ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023 foram um catalisador de uma desunião latente. A recusa da LFI em participar de uma marcha de solidariedade a Israel, por considerar inaceitável a presença da extrema direita e por temer a legitimação da resposta militar israelense, foi usada como pretexto para consumar o racha. É nesse contexto que Glucksmann começa a ganhar visibilidade. Candidato apoiado pelo PS nas eleições europeias de 2024, concentrou seus ataques nos mélenchonistas, sobretudo em temas de política externa. Sua lista foi a mais votada à esquerda, mas o triunfo durou pouco. Ao dissolver a Assembleia Nacional na noite das eleições europeias, Macron apostava que as rusgas do campo progressista lhe garantiriam enfim uma maioria parlamentar. O tiro, porém, saiu pela culatra: Macron empurrou a esquerda a reconstruir rapidamente uma coalizão ampla. Constituída, a Nova Frente Popular desmentiu os prognósticos e tornou-se a força mais votada do país. Limites O pós-eleição revelou mais uma vez, porém, os limites dessa recomposição. A estratégia da França Insubmissa era provocar a queda sucessiva dos governos para pressionar Macron, constitucionalmente impedido de convocar novas legislativas. O PS recusou, preferindo ganhar tempo e evitar a imagem de subordinação a Mélenchon, buscando se apresentar como força responsável disposta a governar. Em 2025, essa clivagem se aprofundou. A França Insubmissa intensificou uma estratégia que articula a luta contra o custo de vida e a desigualdade social com o combate ao racismo e a outras opressões. Essa linha permitiu mobilizar eleitores não-brancos das periferias, tradicionalmente afastados das urnas. Ao mesmo tempo, o partido passou a ser acusado de conivência com grupos islamistas, de ataque à República e à laicidade. A rejeição cresceu, alimentada por uma cobertura midiática hostil e por práticas internas autoritárias, como expulsões sucessivas. Ainda assim, Mélenchon manteve forte popularidade no campo progressista, também devido à fragilidade de seu principal adversário. Glucksmann, pouco experiente e protegido por um ambiente midiático favorável, tem tido dificuldades em intervenções públicas. Apesar de ser casado com a apresentadora do maior telejornal francês, lhe faltam carisma, retórica e, sobretudo, um programa de governo. O contraste com Mélenchon é evidente. Camaleônico, ele alterna entre discursos de ruptura e uma postura mais serena quando lhe convém. Isso ficou claro no início de dezembro passado, quando foi convocado por uma comissão parlamentar que acusava dirigentes da França Insubmissa de complacência com o islamismo político. Durante quase duas horas, Mélenchon falou com tranquilidade sobre a história da laicidade na França, expondo a fragilidade das acusações. Desde então, parte da imprensa tem destacado sua mudança de postura. O incendiário indignado dá lugar ao tribuno republicano, numa virada performativa que já mira em 2027. Os riscos da desunião Diante dessa divisão, muitos se perguntam se a esquerda francesa não estaria novamente condenada a ficar fora do segundo turno. Setores minoritários, como os Verdes de Marine Tondelier, e dissidentes do partido de Mélenchon, como Clementine Autain e François Ruffin, defendem uma primária para que a esquerda escolha seu representante – todos, é claro, buscando também emplacar seus próprios nomes na disputa. O problema é que Mélenchon e Glucksmann já disseram que não participarão. O secretário-geral do PS, Olivier Faure, anunciou sua disposição de concorrer, mas as alas à direita do partido já torpedeiam a ideia. Paradoxalmente, aquilo que se apresenta como instrumento de unidade pode terminar produzindo apenas um nome adicional na disputa e aprofundar, em vez de conter, a fragmentação da esquerda. A preocupação com a unidade da esquerda e o medo de ficar fora do segundo turno são legítimos. No entanto, é preciso lembrar que não é apenas a esquerda que está fragmentada. Todo o sistema político francês caminha para uma dispersão sem precedentes. Nesse contexto, torna-se perfeitamente plausível que um candidato com menos de 20 por cento dos votos chegue à segunda volta, seja Mélenchon, seja Glucksmann. O verdadeiro problema começa depois. Se a esquerda enfrentar a extrema direita na segunda volta, a velha frente republicana deixa de ser uma evidência. Durante décadas, esse cordão sanitário funcionou como um mecanismo unindo direita e esquerda no segundo turno para barrar a extrema direita em nome da defesa das instituições democráticas. Hoje, no entanto, o cenário mudou: vemos uma esquerda crescentemente diabolizada e uma extrema direita cada vez mais normalizada, apresentada como palatável. Nesse cenário, o risco de uma vitória de setores reacionários não pode ser descartado.
A resposta simples e direta é: Não! Ninguém é alegre e transbordante todos os dias. Poderia dizer que é normal, porque essa é uma realidade da vida, mas me preocupa muito essa conformação que podemos desenvolver com algumas coisas.Veja o que diz o Salmo 45 no verso 1: "O meu coração transborda de belas palavras. Ao rei consagro o que compus; a minha língua é como a pena de um hábil escritor."Percebo que a maior dificuldade das pessoas está na regularidade e na constância. Você está muito bem em alguns poucos momentos e segue abaixo da média em tantos outros. Isso não é bom, não é prudente, não é sábio.Manter a constância não significa dizer que você não terá dias tristes e difíceis, mas que se esforçará para que todos os dias sejam bons. A grande questão aqui é quanto a passividade que você pode assumir diante de seus sentimentos.Ser constante significa entender que seu dia a dia não precisa ser marcado pelas circunstâncias, mas sim pelas certezas e aqui destaco algumas: Deus é bom, Ele não nos abandona, Seu amor nos guarda, etc.Que seu coração seja transbordante todos os dias, e não apenas em alguns dias...
O oncologista Dr. Igor Morbeck, com ampla experiência no tratamento de câncer de pulmão, compartilha sobre o uso de cigarros eletrônicos, vapes e como isso afeta os jovens. Além das diferenças entre o sistema privado e o sistema público. Aperte o play! ----------------------Para mais informações sobre saúde acesse o portal do Instituto Lado a Lado pela Vida: ladoaladopelavida.org.br #saúde #imunização #câncer #cardiovascular Fale com a Lia - nossa assistente virtual: (11)95690-1541 Você encontra acolhimento e orientação com nosso canal do paciente: 0800 222 2224 REDES SOCIAIS - INSTITUTO LADO A LADO PELA VIDAInstagram: instagram.com/instituto.ladoaladopelavida
“Voltei a falar com um ex, manda-me ficar quieta se faz favor”, “Deixem que seja só a Carolina Deslandes a cantar o jingle” estes pedidos e muitos mais no Ninguém Pod Comigo de hoje.
O Autores e Livros, da Rádio Senado, apresenta uma edição que percorre o Brasil por meio da literatura, do futebol e da poesia contemporânea. O destaque da semana é a entrevista com Marco Brito Mioni, autor de “Os amadores do Brasil”. No livro, ele reúne 23 contos que atravessam séculos da história brasileira, do período colonial ao ano 2200. Com humor, ironia e olhar crítico, as histórias exploram desigualdade, burocracia, fé, improviso e identidade nacional, convidando o leitor a rir e refletir sobre as contradições do país. Entre as dicas da semana está “Smartland: do outro lado da tela”, de Gabriel Grecco, aventura juvenil que mistura ficção científica e crítica social ao imaginar adolescentes presos dentro do próprio celular, em um universo dominado por algoritmos. O programa traz também dicas de leitura do mundo do futebol. Rodrigo Resende apresenta duas leituras que ajudam a entender o Brasil pela bola: “Rei”, de Paulo Vinícius Coelho (PVC), biografia que revisita a trajetória de Pelé, e o romance “Várzea”, de Valdo Resende, que retrata o futebol no interior e suas relações com política e poder. A poesia também ganha espaço no Entrelinhas. Hermes Coelho destaca a força da escrita de Bruna Mitrano e seu livro “Ninguém Quis Ver”, obra marcada por linguagem direta e pela representação de vivências femininas e periféricas.
O multiplayer de Horizon finalmente foi anunciado, só que aparentemente ninguém gostou dele. Sendo um típico Live Service (incluindo gráficos estilizados tipo Fortnite), todo mundo se pergunta quem pediu esse jogo (ainda mais de Horizon). Será o Concord 2 e que a Sony não aprende? Entenda tudo sobre o assunto na nossa Treta da Semana!
“— Ao anjo da igreja de Filadélfia escreva o seguinte: “Esta é a mensagem daquele que é santo e verdadeiro. Ele tem a chave que pertencia ao rei Davi; quando ele abre, ninguém fecha, e quando ele fecha, ninguém abre.” Apocalipse 3:7 NTLH Qual é a sua reação diante de portas que se abrem ou fecham em sua vida?Ao longo da vida, todos nós estamos sujeitos a ciclos que a todo momento se encerram ou se iniciam, as vezes só é possível começar um a partir do momento que se fecha o outro.Quando estamos debaixo da vontade de Deus podemos ter portas abertas ou fechadas, que somente Ele é capaz de mudar o veredito, ainda que existam adversidades, ninguém é capaz de intervir na sua vontade.O que nos cabe é acreditar que o cuidado de Deus, passa por fechar portas da nossa vida e abrir outras, pois somente dessa forma Ele pode nos poupar de situações ruins, para nos colocar em outras melhores.Se existem portas na sua vida de amizades, trabalho e oportunidades se fechando é porque Deus tem algo ainda melhor. Pensamento do dia:Quais são as portas que Deus tem fechado e aberto em sua vida?Oração: Senhor, tu conheces e sabes exatamente o que precisamos, nos ajude a não se lamentar pela porta que se fecha, mas sim agradecer por aquela que se abre, pois sabemos que em ti tudo coopera para o nosso bem.Que você tenha um dia abençoado !Por Ubiratan Paggio#devocionaisdiarios#deusfalacomigo #asportasdedeus #haumproposito #tudocoopera #ubiratanpaggio@ubiratanpaggio@ubiratan.paggio
O amor parece trazer muitas vantagens. Quando se ama, tudo fica mais leve, mais bonito, mais alegre. Mas essa é só uma parte. Todo amor tem um preço, e às vezes é um preço alto.Amar o cônjuge, por exemplo, exige fidelidade, exclusividade. Esse é o preço!O amor a Deus tem um preço mais alto. Precisa ser o maior amor em nosso coração. Nem pai, nem mãe, nem filhos podem ocupar um lugar maior que o lugar de Deus em nosso coração.Mas o amor a Deus também traz um outro preço. Veja o que diz o Salmo 44 no verso 22: "Mas, por amor de ti, somos entregues à morte continuamente, somos considerados como ovelhas para o matadouro."No contexto do salmista, ele fala de uma perseguição física. As guerras que ele tinha que enfrentar eram por conta do nome de Deus. Um alvo lhe foi colocado nas costas por conta de seu temor a Deus.Em nosso contexto talvez você tenha que perder algumas por conta de sua declaração de fé. Pode ser que um dia você tenha a mesma experiência do salmista. Quem sabe?De qualquer forma, isso é só uma demonstração de que o amor a Deus é exigente e tem um preço alto a ser pago. Não entender isso é ingenuidade. Ninguém pode amar a Deus e outras coisas ao mesmo tempo. O amor a Deus precisa ser superior a tudo. E aí, você está pronto para amar a Deus desse jeito?
No episódio do Hipsters.Talks, PAULO SILVEIRA, CVO do Grupo Alura, conversa com KUNTUALA ZELI, diretora de vendas na Oracle, sobre como funciona toda a jornada de vendas em empresas de software, cloud e SaaS. Vamos explorar o papel do pré-vendas/arquitetos, que fazem a ponte entre as demandas do cliente e a tecnologia, e dos engenheiros, que mergulham na profundidade técnica e conduzem as POCs. Uma conversa que mostra como vendas em tecnologia deixaram de ser apenas comerciais e passaram a exigir profundo entendimento técnico, visão de negócio e colaboração entre times. além de revelar como carreiras híbridas entre tech e vendas estão se tornando cada vez mais comuns.
Você sente que está fazendo força, mas não sai do lugar? Mauro Santos (Medical SAN) revela como mudou sua realidade questionando o "não" e transformando uma garagem em uma indústria milionária. Descubra a lógica do caos para atingir o próximo nível.☕ *Caffeine Army e Como Você Fez Isso?*- Cupom de desconto: COMOVOCEFEZISSO
Ezequiel capítulo 30 (Comentado) - A Verdade Sobre o Egito que Ninguém Conta!
Ezequiel Capítulo 02 (Comentado) - Coragem para obedecer: "A verdade que ninguém queria ouvir ."
Ezequiel capítulo 17 (Comentado) - Quando Deus planta, ninguém pode arrancar: "Estudo poderoso de esperança."
Ezequiel capítulo 22 (Explicado) - Quando ninguém se importa, Deus ainda procura!
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Conheça a maior comunidade de criminalistas do Brasil: https://link.fullfunnel.app/widget/form/uLxDlwChrrmjn5GbdVDb?utm_source=Youtube&utm_medium=Comunidade&utm_content=Neste episódio, o criminalista Lúcio Adolfo compartilha as lições de quase quatro décadas dedicadas ao Tribunal do Júri e mais de dois mil julgamentos realizados. Referência nacional, ele revela que vencer no júri não depende de discursos rebuscados, mas de estratégia, simplicidade e conexão humana com os jurados.
O bitcoin perdeu metade do valor desde as máximas mesmo em um ambiente em tese favorável, com o avanço da regulação do interesse dos investidores institucionais. Afinal, o que está acontecendo com o mercado? Estamos diante de um novo “inverno cripto” ou de uma oportunidade rara? Convidados desta edição do podcast Touros e Ursos, Gabriel Bearlz (Mercurius Crypto) e Valter Rebelo (Empiricus), explicam o que está por trás dessa queda histórica. Os analistas também contam o que esperar daqui para frente e como o investidor deve se posicionar. Neste episódio você vai entender: Por que o bitcoin caiu tanto e tão rápido; Semelhanças e diferenças entre essa queda e crashes anteriores;Se vale a pena vender, segurar ou comprar mais bitcoin agora;Projeções para o preço do BTC até o fim do ano;Quais gatilhos podem destravar uma alta; Como convencer um investidor cético a entrar em cripto; Criptomoedas além do Bitcoin que podem surpreender. Entre os Touros e Ursos da edição, o novo revés da Raízen, o “apocalipse do software” que fez as ações do setor desabarem, a vitória de Sanae Takaishi no Japão e o Grammy dos veteranos do The Cure.
00:00 A dura verdade sobre os Fiagros00:46 Número de Fiagros01:11 Dinheiro aplicado nos Fiagros01:48 Número de Investidores em Fiagros02:26 As 4 Fases do Mercado de Fiagros03:26 Evolução por Fases do Mercado de Fiagros05:40 GCRA11 | Mudanças no Cálculo dos Rendimentos08:11 AGRX11 | Atraso no Pagamento09:49 RURA11 | Assembleia Sem Cotistas11:27 RZAG11 | Recuperação Judicial Grupo Uniggel12:35 AGRX11 | Inadimplência da Agrosepac13:00 AGRX11 | Créditos em Atraso da Agrogalaxy13:29 FGAA11 | Falta de Liquidez do Café Brasil14:09 RURA11 | Novo Caso de Atraso de Pagamento15:16 GCRA11 | CRA Castilhos, Três Irmãos e Mitre16:07 VCRA11 | Grupo APR, North Agro, Safras Agroindustrial, Serpasa16:50 CPTR11 | CRA Patense, CRAS Brasil e Agrogalaxy17:34 Conclusão sobre a Situação Atual dos Fiagros18:31 RC Club18:51 RC Wealth
Se você admira alguém de sucesso — seja empreendedor, atleta ou artista — existe um padrão que quase ninguém gosta de contar: antes das conquistas, vieram as quedas. Muitas. O jogo da vida não premia quem nunca perde. Ele testa quem está disposto a continuar jogando mesmo quando o placar está contra.Eu aprendi isso cedo. Muito cedo.Meu nome é Diego Maia, sou palestrante de vendas, autor de 8 livros, criador e fundador da CDPV Companhia de Palestras, uma agência de palestrantes que vive o mercado real, e sou frequentemente apontado pelo Google como o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Mas nada disso veio sem derrota.Vendas são uma escola brutal.Perder clientes, ouvir “não”, ver negócios desmoronarem depois de semanas de esforço… tudo isso machuca. No começo, cada rejeição parecia pessoal. Cada cliente perdido soava como um atestado de incompetência. Até que eu entendi algo que mudou tudo: o “não” quase nunca é sobre você. É sobre tempo, contexto, prioridade, medo ou falta de maturidade do cliente.Quando você entende isso, a derrota deixa de ser um muro e vira um degrau.Existe uma frase que eu carrego comigo há anos: ou você ganha, ou você aprende. Não existe derrota vazia — existe derrota mal interpretada. Todo tropeço carrega uma lição escondida, mas só aprende quem está disposto a encarar o erro sem terceirizar a culpa.Lembro claramente do dia em que perdi meu primeiro grande cliente. Fiquei arrasado. Mas, ao revisitar a reunião, percebi que não tinha estudado o cliente como deveria. Aquela dor virou método. Nunca mais entrei em uma negociação sem entender profundamente quem estava do outro lado. Aquela derrota me transformou em um vendedor melhor.Aceitar que nem sempre vamos ganhar não é desistir.É amadurecer.Resiliência não é dom. É decisão.É olhar para o problema e dizer: isso não me define. Eu sigo jogando.Algumas práticas ajudam nesse processo: • Tenha visão de longo prazo. Isso ainda vai importar daqui a um ano? • Separe identidade de resultado. Você não é o erro. • Valorize o esforço. Tentar, muitas vezes, já é vitória.Se você quer transformar derrota em crescimento, faça este exercício simples: Anote uma derrota recente. Escreva o que ela te ensinou. Liste três atitudes diferentes para a próxima vez.Você vai perceber algo poderoso: a dor diminui quando vira aprendizado.A vida não é sobre ganhar sempre. É sobre aprender, evoluir e continuar no jogo.Ninguém chega ao topo sem cair. O que separa quem vence de quem desiste não é o número de quedas — é a capacidade de levantar e seguir.Onde tem venda, tem vida. E onde tem vida, o jogo continua.Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Siga Diego Maia no Instagram clicando aqui.
A decepção acontece quando a gente entrega mais do que o outro tem para devolver.Quando insiste.Quando espera.Quando acredita sozinho.Tem pessoas que gostam de você.Mas não sabem cuidar.E isso dói mais do que rejeição.Porque a rejeição é clara.A decepção é confusa.Ela vem de quem fica.Mas não se envolve.De quem promete sem intenção.De quem está perto… longe demais.E chega um momento em que a vida cobra uma escolha:ou você continua se quebrando para caber no limite do outro,ou aceita que nem todo mundo consegue ir onde você vai.Jesus não foi abandonado por inimigos.Foi por quem jurou fidelidade.E mesmo assim, Ele seguiu.Sem amargura.Sem vingança.Sem desistir do propósito.Talvez a maturidade não seja confiar menos.Mas saber em quem confiar.E hoje, mais do que pessoas,talvez seja dia de descansar em Deus.
A decepção acontece quando a gente entrega mais do que o outro tem para devolver.Quando insiste.Quando espera.Quando acredita sozinho.Tem pessoas que gostam de você.Mas não sabem cuidar.E isso dói mais do que rejeição.Porque a rejeição é clara.A decepção é confusa.Ela vem de quem fica.Mas não se envolve.De quem promete sem intenção.De quem está perto… longe demais.E chega um momento em que a vida cobra uma escolha:ou você continua se quebrando para caber no limite do outro,ou aceita que nem todo mundo consegue ir onde você vai.Jesus não foi abandonado por inimigos.Foi por quem jurou fidelidade.E mesmo assim, Ele seguiu.Sem amargura.Sem vingança.Sem desistir do propósito.Talvez a maturidade não seja confiar menos.Mas saber em quem confiar.E hoje, mais do que pessoas,talvez seja dia de descansar em Deus.
Com 3238 de 3259 freguesias apuradas, Clara Ferreira Alves analisa os desafios do PS com António José Seguro em Belém e o que se pode esperar do novo Presidente da República. Para entender tudo o que está a acontecer na derradeira noite das eleições presidenciais, acompanhe a segunda volta em direto no Expresso, na SIC e na SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje a bancada do DerivadoCast está diferente e pesada! Sem o Xexéu, convocamos um reforço de luxo: Beto, o Dono da Verdade, está na área para colocar ordem na casa (ou causar ainda mais discórdia)!
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 04, Carlos Andreazza fala como o caso Master ter vindo para ficar pode condicionar o debate público, suas entranhas mostradas como capítulos de um folhetim, hipótese em que o fato novo e imprevisível se tornaria agente gerador de instabilidades no chão sobre o qual se desenrolará a disputa eleitoral. Há motivos para considerar razoáveis as chances de o vulcão permanecer ativo, se, analisadas as informações, analisarmos também suas possíveis origens. A quem interessaria vazar que ministro do STF fumava charutos na casa de Vorcaro? A quem interessaria dar ciência a Brasília de que sabe gerir o tempo da distribuição das informações? A semana passada foi dedicada a lembrar que Lula recebeu o banqueiro fora da agenda, quando a pirâmide do banco já derretia, lembrado também que a história de construção desse castelo de cera passa pelos governos petistas na Bahia. Tudo verdade. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
"Nenhuma das partes têm interesse no conflito, mas querem projetar poder", explica Daniela Nunes que identifica os "sinais ambíguos" dos dois lados. Parece um "sismógrafo instável".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Participe da minha Masterclass ao vivo sobre como vender serviços no LinkedIn. Dia 05/03, às 20h30. Masterclass gratuita. https://lp.marciomiranda.com.br/servicos Quer uma análise gratuita do seu perfil no LinkedIn? Clique no link abaixo e agende seu horário. https://wa.me/5511991097186?text=Quero%20análise%20perfil%20LinkedIn Cansado de postar no LinkedIn e ouvir só o barulho dos grilos? Se você é arquiteto, advogado, consultor ou qualquer profissional que vende conhecimento, este episódio é um choque de realidade e pode mudar a forma como o mercado te enxerga. Aqui eu explico por que profissionais competentes continuam invisíveis no LinkedIn, enquanto outros, nem tão bons assim, vivem com a agenda cheia. Neste episódio, você vai entender: • Por que o problema não é o algoritmo, e sim o jeito como você se apresenta para quem decide comprar. • O erro do perfil que parece currículo e como ajustar seu LinkedIn para ser percebido como solução. • Como fazer networking no Direct sem parecer vendedor de telemarketing. • As desculpas mais comuns que impedem resultados reais no LinkedIn e custam caro no final do mês. Se você quer sair do vácuo e transformar visibilidade em conversas, conversas em reuniões e reuniões em contratos, este episódio é pra você. Sem dancinhas. Sem perder a elegância profissional. E com método. Dica final: Envie este episódio para aquele amigo excelente no que faz, mas que ainda não entendeu como o LinkedIn realmente funciona. Conecte-se comigo no LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/marciomiranda10
Quando Jesus encontra alguém promove transformação profunda. Foi Jesus quem mudou a vida de seus dos discípulos de maneira incomparável. Aquelas transformações que o Senhor fez continuam reverberando até hoje. Ninguém, portanto, pode declarar tem sido encontrado ou seguir Jesus, se continua sendo a mesma pessoa que sempre foi. A vida que Jesus encontra para apor uma transformação radical.
O diagnóstico e o medo do diagnóstico. No primeiro ato: a vida antes e depois do câncer. Por Natália Silva. No segundo ato: o que aproxima uma mãe e uma filha. Por Carolina Moraes. Membros do Clube da Novelo podem ouvir os episódios do Rádio Novelo Apresenta antecipadamente, além de ter acesso a uma newsletter especial e a eventos com a nossa equipe. Quem assinar o plano anual ganha de brinde uma bolsa da Novelo. Assine em radionovelo.com.br/clube Acompanhe a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo/ Siga a Rádio Novelo no TikTok: https://www.tiktok.com/ Palavras-chave: câncer de mama, mamografia, outubro rosa, literatura; esquizofrenia; transtornos mentais. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
E tudo a Kristin levou. Árvores, telhados, carros, casas, estruturas, foi tudo à frente. Ninguém estava preparado para o dia em que o inferno desceu à terra. Este é o tema do Crime e Castigo desta semana, um podcast com Paulo João Santos, apresentado por Rita Fernandes Batista e editado por Cláudio Martins.
Palestra realizada no dia 08/02/2025, no Centro Espírita Operários da Verdade, em Jundiaí/SP.
Aos 6 anos a Jaqueline foi abandonada e entregue para adoção em uma igreja. Sem casa e sem amor, ela foi adotada, mas sofria agressões e vivia com medo. Ela foi devolvida e chegou a passar por várias casas durante a sua vida, mas nunca encontrou o seu lar. Morar na rua e abandonar tudo era um pensamento constante, mas uma coisa nunca sumiu do seu rosto, o sorriso. Mais velha ela reencontrou o seu pai biológico e ressignifico a sua vida através do amor. Jaqueline superou tudo e lançou um livro defendendo a adoção com responsabilidade, opreparo das famílias e o amorverdadeiro como compromisso.
Ninguém gosta de ser corrigido, mas, muitas vezes a correção é inevitável. Quando somos corrigidos temos a oportunidade de melhor e, por isso, Deus que é um pai cuidadoso, nos corrige. Ainda que ser corrigido cause desconforto, precisamos de um olhar mais positivo para aprender, mudar é crescer através da correção. Deus aplica a sua bendita correção para nos aperfeiçoar e conduzir por caminhos melhores.
Primeiro do ano é delícia demais!Voltamossssss
"Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom." Mateus 6:24"E, indo, pregai, dizendo: É chegado o Reino dos Céus." Mateus 10:7"Mas, se Eu expulso os demônios pelo Espírito de Deus, logo é chegado a vós o Reino de Deus." Mateus 12:28