Podcasts about pouco

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E o Resto é História
Os mais ouvidos de 2025. O dia em que Adolf Hitler se suicidou

E o Resto é História

Play Episode Listen Later Dec 27, 2025 46:32


[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 30 de abril de 2025.] Há 80 anos, a 30 de Abril de 1945, Adolf Hitler suicidou-se com um tiro na cabeça no seu bunker em Berlim. Pouco antes tinha-se casado com a sua companheira, Eva Braun. Esta é a história desse dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Desabafo
Caí no GOLPE do AMOR de um HOMEM que ESCONDIA um SEGREDO!

Desabafo

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 100:09


Ela conheceu ele por um aplicativo de relacionamento e, no início, tudo parecia normal. Com o tempo, ele foi se aproximando, acabou indo morar na casa dela e deixou de contribuir com qualquer conta. Pouco depois, pediu demissão do emprego e passou a viver completamente às custas dela. Ela acreditava que estava ajudando alguém que amava e tentava justificar atitudes que, no fundo, já incomodavam. Tudo muda quando ele decide fazer uma viagem. A partir desse momento, ela começa a perceber que havia algo muito errado naquela história e que ele não era exatamente quem dizia ser. Um relato real, contado em primeirapessoa no vídeo, que fala sobre confiança, dependência emocional e os sinais que muitas vezes são ignorados dentro de um relacionamento. #HistoriaReal#GolpeDoAmor#Relacionamento#Desabafo#VidaReal#RelatoReal#Relacionamentos

RADAR 97.8fm podcasts
A VIDA POUCO SECRETA DAS MARCAS - #127 (ALIANÇA NATAL)

RADAR 97.8fm podcasts

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 1:33


Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros

Convidado
2025, o ano em que Moçambique assinalou os 50 anos da sua independência

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 33:37


Moçambique asinalou este ano, a 25 de Junho, os 50 anos da sua independência. Por esta ocasião, a RFI propôs-vos um percurso pela história do país e a sua luta pela liberdade. Quando 2025 está prestes a chegar ao fim, tornamos a debruçar-nos sobre este cinquentenário, com alguns momentos marcantes dessa digressão. A luta armada pela independência em Moçambique encontra as suas raízes imediatas em vários acontecimentos. Um deles será o encontro organizado a 16 de Junho de 1960 em Mueda, no extremo norte do país, entre a administração colonial e a população local que reclamava um preço justo pela sua produção agricola. Só que no final dessa reunião, deu-se a detenção de alguns dos representantes do povo e em seguida a execução a tiro de um número até agora indeterminado de pessoas. Dois anos depois do massacre de Mueda, três organizações nacionalistas, a UDENAMO, União Democrática Nacional de Moçambique, a MANU, Mozambique African National Union e a UNAMI, União Nacional Africana de Moçambique Independente, reúnem-se em Dar-es-Salaam, na Tanzânia, a 25 de Junho de 1962 e fundem-se numa só entidade, a Frelimo, Frente de Libertação de Moçambique. Sob a direcção do seu primeiro presidente, o universitário Eduardo Mondlane, e a vice-presidência do reverendo Uria Simango, a Frelimo tenta negociar a independência com o poder colonial -em vão- o que desemboca na acção armada a partir de 1964. O antigo Presidente moçambicano, Joaquim Chissano, recorda essa época. “Nessa altura, nós, já estudantes, que tínhamos deixado Portugal, que estávamos na França, tomamos conhecimento disso juntamente com o Dr. Eduardo Mondlane, que trabalhava nas Nações Unidas. No nosso encontro em Paris decidimos que devíamos trabalhar, a partir daquele momento, para a unificação dos movimentos de libertação, para que houvesse uma luta mais forte. Mesmo a luta diplomática, que foi a coisa que começou, havia de ser mais forte se houvesse um movimento unificado. É assim que surge uma frente. (...) Foram três movimentos que formaram uma frente unida que se chamou a Frente de Libertação de Moçambique. E essa Frente de Libertação de Moçambique continuou a procurar meios para ver se os portugueses haviam de acatar a Resolução das Nações Unidas de 1960 sobre a descolonização. E, finalmente, quando se viu que, de facto, os portugueses não iriam fazer isso, particularmente depois do massacre da Mueda, decidiu-se começar a preparação para uma insurreição armada. E assim houve treinos militares na Argélia, onde foram formados 250 homens, porque também a luta dos argelinos nos inspirou. Então, eles próprios, depois da criação da Organização da Unidade Africana e da criação do Comité de Coordenação das Lutas de Libertação em África, fomos a esses treinos na Argélia e a Argélia é que nos forneceu os primeiros armamentos para desencadear a luta de libertação nacional”, recorda o antigo Chefe de Estado. Ao referir que a causa recebeu apoio nomeadamente da Rússia e da China, Joaquim Chissano sublinha que “a luta foi desencadeada com a ajuda principalmente africana. E mais tarde vieram esses países. A Rússia deu um apoio substancial em termos de armamento. (...)Depois também mandamos pessoas para serem treinadas na China e mais tarde, já em 1965, quando a China fica proeminente na formação político-militar na Tanzânia, mandaram vir instrutores a nosso pedido e a pedido da Tanzânia.” Sobre o arranque da luta em si, o antigo Presidente moçambicano refere que os ataques comeram em quatro frentes em simultâneo. “Nós, em 1964, criámos grupos que enviamos para a Zambézia, enviamos para Niassa, enviamos para Cabo Delgado e enviamos para Tete. Portanto, em quatro províncias simultaneamente. No dia 25 de Setembro (de 1964) desencadeamos a luta armada de libertação nacional. Porque também a ‘insurreição geral armada', como o Presidente Mondlane denominou, começou em quatro províncias em simultâneo”, recorda Joaquim Chissano. Óscar Monteiro, membro sénior da Frelimo integrou as fileiras do partido em 1963, quando era jovem líder estudantil em Portugal. Depois de um período de clandestinidade, ele torna-se representante do partido em Argel, epicentro das lutas independentistas do continente. Ao evocar a missão que lhe incumbia em Argel, Óscar Monteiro refere que o seu trabalho consistia em “fazer a propaganda do movimento de libertação em francês. Nós já tínhamos representações no Cairo, tínhamos um departamento de informação que produzia documentos, o ‘Mozambique Revolution', que era uma revista muito apreciada, que depois era impressa mesmo em offset. Mas não tínhamos publicações em francês. Então, coube-nos a nós, na Argélia, já desde o tempo do Pascoal Mocumbi, produzir boletins em francês, traduzir os comunicados de guerra e alimentar a imprensa argelina que nos dava muito acolhimento sobre o desenvolvimento da luta, a abertura da nova frente em Tete, etc e ganhar o apoio também dos diplomatas de vários países, incluindo de países ocidentais que estavam acreditados na Argélia. Falávamos com todos os diplomatas. Prosseguimos esses contactos. O grande trabalho ali era dirigido sobre a França e sobre os países de expressão francesa. Era um tempo de grande actividade política, é preciso dizer. Eram os tempos que precederam o Maio de 68. Enfim, veio um bocado de toda esta mudança. E tínhamos bastante audiência”. Durante esta luta que durou dez anos, o conflito foi-se alastrando no terreno mas igualmente no campo diplomático. Poucos meses depois de uma deslocação a Londres em que a sua voz foi amplamente ouvida, a 3 de Fevereiro de 1969, em Dar-es-Salam onde estava sediada a Frelimo, o líder do partido, Eduardo Mondlane, abre uma encomenda contendo uma bomba. A explosão do engenho é-lhe fatal. Até agora, pouco se sabe acerca desse assassínio sobre o qual Joaquim Chissano, então responsável do pelouro da segurança da Frelimo, acredita que haverá a mão da PIDE, a polícia política do regime fascista de Portugal. “Havia já alguns indícios de que havia movimentos de pessoas enviadas pelo colonialismo, mesmo para a Tanzânia, como foi o caso do Orlando Cristina, que chegou a entrar em Dar-es-Salaam e fazer espionagem. Disse que trabalhou com os sul-africanos em 1964 e continuou. Depois houve o recrutamento, isso já em 1967-68, de pessoas da Frelimo que tentaram criar uma divisão nas linhas tribais, mas que na realidade não eram representativos das tribos que eles representavam, porque a maioria eram ex-combatentes que estavam solidamente a representar a unidade nacional. Foi assim que tivemos uns traidores que depois foram levados pelos portugueses de avião e de helicópteros e entraram a fazer campanha aberta, propaganda e até houve um grupo que chegou a reivindicar a expulsão do nosso presidente, dizendo que ele devia receber uma bolsa de estudos. Quer dizer, a ignorância deles era tal que eles não viram, não souberam que ele era um doutor -duas vezes doutor- e que não era para pensar em bolsa de estudo. Mas pronto, havia um movimento de agitação. Mas a frente era tão sólida que não se quebrou. Por isso, então, foi se fortalecendo à medida que íamos andando para a frente”, conclui Joaquim Chissano. Outro episódio marcante do inicio do declínio do controlo do regime colonial em Moçambique será o Massacre de Wiriyamu ou "Operação Marosca" . A partir de 16 de Dezembro de 1972 e durante mais de três dias, depois de dois capitães portugueses morrerem quando o seu veiculo pisou numa mina, as tropas coloniais massacraram pelo menos 385 habitantes da aldeia de Wiriyamu e das localidades vizinhas de Djemusse, Riachu, Juawu e Chaworha, na província de Tete, acusados de colaborarem com os independentistas. A ordem foi de "matar todos", sem  fazer a distinção entre civis, mulheres e crianças. Algumas pessoas foram pura e simplesmente fuziladas, outras mortas queimadas dentro das suas habitações incendiadas. Mustafah Dhada, historiador moçambicano e professor catedrático na Universidade de Califórnia, dedicou uma parte importante da sua vida a investigar este massacre que foi denunciado pelo mundo fora nos meses seguintes, constituindo segundo o estudioso um acontecimento "tectónico". “O massacre, tem que ser contextualizado no espaço do sistema colonial português em África. E nesse sentido, o massacre era um dos vários massacres que aconteceram em Moçambique, em Angola, na Guiné-Bissau, em São Tomé e Príncipe e também o massacre estrutural do meio ambiente em Cabo Verde. Devemos notar uma coisa: a guerra colonial portuguesa, a baixa era de 110.000 pessoas, aproximadamente civis na nossa parte dos libertadores e dos colonizados e o massacre é somente 385 pessoas que têm um nome e outros que desapareceram sem nome. E neste sentido o massacre é, do ponto de vista quantitativo, um massacre que tem uma significação menor. Mas o que foi importantíssimo é que o massacre não iria ser reconhecido como um evento tectónico se não tivesse havido uma presença da Igreja -não portuguesa- em Tete”, sublinha o historiador aludindo às denúncias que foram feitas por missionários a seguir ao massacre. Após vários anos em diversas frentes de guerra, capitães das forças armadas portuguesas derrubam a ditatura a 25 de Abril de 1974. A revolução dos cravos levanta ondas de esperança em Portugal mas também nos países africanos. A independência pode estar por perto, mas é ainda preciso ver em que modalidades. Pouco depois do 25 de Abril, as novas autoridades portuguesas e a Frelimo começaram a negociar os termos da independência de Moçambique. O partido de Samora Machel foi reconhecido como interlocutor legítimo por Portugal e instituiu-se um período de transição num ambiente de incerteza, recorda o antigo Presidente Joaquim Chissano. “A nossa delegação veio com a posição de exigir uma independência total, completa e imediata. Mas pronto, tivemos que dar um conteúdo a esse ‘imediato'. Enquanto a delegação portuguesa falava de 20 anos, falávamos de um ano e negociamos datas. Deram então um consenso para uma data que não feria ninguém. Então, escolhemos o 25 de Junho. Daí que, em vez de um ano, foram nove meses. E o que tínhamos que fazer era muito simples Era, primeiro, acompanhar todos os preparativos para a retirada das tropas portuguesas com o material que eles tinham que levar e também em algumas partes, a parte portuguesa aceitou preparar as nossas forças, por exemplo, para se ocupar das questões da polícia que nós não tínhamos. Houve um treino rápido. Depois, na administração, nós tínhamos que substituir os administradores coloniais para os administradores indicados pela Frelimo. Falo dos administradores nos distritos e dos governadores nas sedes das províncias. Nas capitais provinciais, portanto, havia governadores de província e administradores de distritos e até chefes de posto administrativo, que era a subdivisão dos distritos. E então, fizemos isso ao mesmo tempo que nos íamos ocupando da administração do território. Nesses nove meses já tivemos que tomar conta de várias coisas: a criação do Banco de Moçambique e outras organizações afins, seguros e outros. Então houve uma acção dos poderes nesses organismos. Ainda houve negociações que foram efectuadas em Maputo durante o governo de transição, aonde tínhamos uma comissão mista militar e tínhamos uma comissão para se ocupar dos Assuntos económicos. Vinham representantes portugueses em Portugal e trabalhavam connosco sobre as questões das finanças, etc. E foi todo um trabalho feito com muita confiança, porque durante o diálogo acabamos criando a confiança uns dos outros”, lembra-se o antigo chefe de Estado moçambicano. Joaquim Chissano não deixa, contudo, de dar conta de algumas apreensões que existiam naquela altura no seio da Frelimo relativamente a movimentos contra a independência por parte não só de certos sectores em Portugal, mas também dos próprios países vizinhos, como a África do Sul, que viam com maus olhos a instauração de um novo regime em Moçambique. “Evidentemente que nós víamos com muita inquietação essa questão, porque primeiro houve tentativas de dividir as forças de Moçambique e dar falsas informações à população. E no dia mesmo em que nós assinamos o acordo em Lusaka, no dia 7 de Setembro, à noite, houve o assalto à Rádio Moçambique por um grupo que tinha antigos oficiais militares já reformados, juntamente com pessoas daquele grupo que tinha sido recrutado para fazer uma campanha para ver se desestabilizava a Frelimo”, diz o antigo líder politico. A 7 de Setembro de 1974, é assinado o Acordo de Lusaka instituindo os termos da futura independência de Moçambique. Certos sectores politicos congregados no autoproclamado ‘Movimento Moçambique Livre' tomam o controlo do Rádio Clube de Moçambique em Maputo. Até serem desalojados da emissora no dia 10 de Junho, os membros do grupo adoptam palavras de ordem contra a Frelimo. Na rua, edificios são vandalizados, o aeroporto é tomado de assalto, um grupo armado denominado os ‘Dragões da Morte' mata de forma indiscriminada os habitantes dos bairros do caniço. Vira-se uma página aos solavancos em Moçambique. Evita-se por pouco chacinas maiores. Antigos colonos decidem ficar, outros partem. Depois de nove meses de transição em que a governação é assegurada por um executivo hibrido entre portugueses e moçambicanos, o país torna-se oficialmente independente a 25 de Junho de 1975. Doravante, Moçambique é representado por um único partido. Ainda antes da independência e nos primeiros anos depois de Moçambique se libertar do regime colonial, foram instituidos campos de reeducação, essencialmente na distante província do Niassa. O objectivo declarado desses campos era formar o homem novo, reabilitar pelo trabalho, as franjas da sociedade que eram consideradas mais marginais ou dissidentes. Foi neste âmbito que pessoas consideradas adversárias políticas foram detidas e mortas. Isto sucedeu nomeadamente com Uria Simango, Joana Simeão e Adelino Guambe, figuras que tinham sido activas no seio da Frelimo e que foram acusadas de traição por não concordarem com a linha seguida pelo partido. Omar Ribeiro Thomaz antropólogo ligado à Universidade de Campinas, no Brasil, que se debruçou de forma detalhada sobre os campos de reeducação, evoca este aspecto pouco falado da História recente de Moçambique. "Os campos de reeducação são pensados ainda no período de transição. Então, isso é algo que ainda deve ser discutido dentro da própria história portuguesa, porque no período de transição, o Primeiro-ministro era Joaquim Chissano, mas o governador-geral era português. Então, nesse momento, começam expedientes que são os campos de reeducação. Você começa a definir pessoas que deveriam ser objecto de reeducação, ao mesmo tempo em que você começa a ter uma grande discussão em Moçambique sobre quem são os inimigos e esses inimigos, eles têm nome. Então essas são pessoas que de alguma maneira não tiveram a protecção do Estado português. Isso é muito importante. Não conseguiram fugir. São caçadas literalmente, e são enviadas para um julgamento num tribunal popular. Eu estou a falar de personagens como a Joana Simeão, o Padre Mateus, Uria Simango, que são condenados como inimigos, como traidores. Esses são enviados para campos de presos políticos. A Frelimo vai usar uma retórica de que esses indivíduos seriam objecto de um processo de reeducação. Mas o que nós sabemos a partir de relatos orais e de alguns documentos que nós conseguimos encontrar ao longo do tempo, é que essas pessoas foram confinadas em campos de trabalho forçado, de tortura, de imenso sofrimento e que chega num determinado momento que não sabemos exactamente qual é, mas que nós podemos situar mais ou menos ali, por 1977, elas são assassinadas de forma vil", diz o antropólogo. Lutero Simango, líder do partido de oposição Movimento Democrático de Moçambique, perdeu o pai, Uria Simango, um dos membros-fundadores da Frelimo, mas igualmente a mãe. Ambos foram detidos e em seguida executados. "O meu pai foi uma das peças-chaves na criação da Frente de Libertação de Moçambique. Ele nunca foi imposto. Os cargos que ele assumiu dentro da organização foram na base da eleição. Ele e tantos outros foram acusados de serem neocolonialistas. Foram acusados de defender o capitalismo. Foram acusados de defenderem a burguesia nacional. Toda aquela teoria, aqueles rótulos que os comunistas davam a todos aqueles que não concordassem com eles. Mas se olharmos para o Moçambique de hoje, se perguntarmos quem são os donos dos nossos recursos, vai verificar que são os mesmos aqueles que ontem acusavam os nossos pais", diz o responsável político de oposição. Questionado sobre as informações que tem acerca das circunstâncias em que os pais foram mortos, Lutero Simango refere continuar sem saber. "Até hoje ninguém nos disse. E as famílias, o que pedem é que se indique o local em que foram enterrados para que todas as famílias possam prestar a última homenagem. O governo da Frelimo tem a responsabilidade de indicar às famílias e também assumir a culpa, pedindo perdão ao povo moçambicano, porque estas pessoas e tantas outras foram injustamente mortas neste processo", reclama Lutero Simango. A obtenção da independência não significou a paz para Moçambique. No interior do país, várias vozes se insurgiram contra o caminho que estava a ser tomado pelo país, designadamente no que tange ao monopartidarismo. Além disso, países segregacionistas como a África do Sul e a antiga Rodésia viram com maus olhos as instauração de um sistema político socialista em Moçambique, Foi neste contexto que surgiu em 1975, a Resistência Nacional de Moçambique, Renamo, um movimento inicialmente dirigido por um dissidente da Frelimo, André Matsangaíssa e em seguida, após a morte deste último em 1979, por Afonso Dhlakama, já dois anos depois de começar a guerra civil. António Muchanga, antigo deputado da Renamo, recorda em que circunstâncias surgiu o partido. "A Renamo nasce da revolta do povo moçambicano quando viu que as suas aspirações estavam adiadas. Segundo os historiadores, na altura em que o objectivo era que depois da frente voltariam se definir o que é que queriam. Só que durante a luta armada de libertação nacional, começou o abate de prováveis pessoas que poderiam 'ameaçar' o regime.(...) E depois tivemos a situação das nacionalizações. Quando a Frelimo chega logo em 1976, começa com as nacionalizações.(...) Então isto criou problemas que obrigaram que jovens na altura Afonso Dhlakama, sentiram se obrigados a abandonar a Frelimo e eram militares da Frelimo e foram criar a Resistência Nacional Moçambicana", recorda o repsonsável político. Apesar de ter sido assinado um acordo de paz entre a Renamo e a Frelimo em 1992, após 15 anos de conflito, o país continua hoje em dia a debater-se com a violência. Grupos armados disseminam o terror no extremo norte do território, em Cabo Delgado, há mais de oito anos, o que tem condicionado o próprio processo político do país, constata João Feijó, Investigador do Observatório do Meio Rural. "Esse conflito não tem fim à vista. Já passou por várias fases. Houve aquela fase inicial de expansão que terminou depois no ataque a Palma, numa altura em que a insurgência controlava distritos inteiros de Mocímboa da Praia. (...) Depois, a entrada dos ruandeses significou uma mudança de ciclo. Passaram a empurrar a insurgência de volta para as matas. Conseguiram circunscrevê-los mais ou menos em Macomia, mas não conseguiram derrotá-los. A insurgência consegue-se desdobrar e fazer ataques isolados, obrigando à tropa a dispersar. (...) Aquele conflito armado não terá uma solução militar. Ali é preciso reformas políticas, mas que o governo insiste em negar. E então continuamos a oito, quase oito anos neste conflito, neste impasse", lamenta o estudioso. Embora o país já não esteja em regime de partido único desde os acordos de paz de 1992, as eleições têm sido um momento de crescente tensão. No ano passado, depois das eleições gerais de Outubro de 2024, o país vivenciou largas semanas de incidentes entre populares e forças de ordem que resultaram em mais de 500 mortos, segundo a sociedade civil. Após a tomada de posse do Presidente Daniel Chapo no começo deste ano, encetou-se o chamado « diálogo inclusivo » entre o partido no poder e a oposição. Em paralelo, tem havido contudo, denúncias de perseguições contra quem participou nos protestos pós-eleitorais. Mais recentemente, foram igualmente noticiados casos, denunciados pela sociedade civil, do desaparecimento de activistas ou jornalistas. Questionada há alguns meses sobre a situação do seu país, a activista social Quitéria Guirengane considerou que o país "dorme sobre uma bomba-relógio". "Assusta-me o facto de nós dormirmos por cima de uma bomba relógio, ainda que seja louvável que as partes todas estejam num esforço de diálogo. Também me preocupa que ainda não se sinta esforço para a reconciliação e para a reparação. Nós precisamos de uma justiça restauradora. E quando eu olho, eu sinto um pouco de vergonha e embaraço em relação a todas as famílias que dia e noite ligavam desde Outubro à procura de socorro", considera a militante feminista que ao evocar o processo de diálogo, diz que "criou algum alento sob o ponto de vista de que sairiam das celas os jovens presos políticos. No entanto, continuaram a prender mais. Continua a caça às bruxas nocturna". "Não é este Moçambique que nós sonhamos. Por muito divididos que a gente esteja, precisamos de pensar em construir mais pontes do que fronteiras. Precisamos pensar como nós nos habilitamos, porque nos últimos meses nos tornamos uma cidade excessivamente violenta", conclui a activista que esteve muito presente nestes últimos meses, prestando apoio aos manifestantes presos e seus familiares.

Os Comentadores
Os Comentadores #133 - Chefe de Estado? Mas pouco...

Os Comentadores

Play Episode Listen Later Dec 20, 2025 50:51


Daniel Oliveira defende que Luís Marques Mendes está tão “preso” ao Governo, que até aceita normas inconstitucionais. António Costa diz que as críticas do primeiro-ministro ao sistema judicial responsabilizam-no, e questiona o papel do Procurador-geral da República no processo Spinumviva. Luís Mira antecipa o aumento do preço dos produtos agrícolas, se as novas políticas de Bruxelas avançarem.No Papel Selado trazemos o anunciado “grande retrocesso” na Estratégia Nacional de Combate à Pobreza. São os Comentadores com Nuno Ramos de Almeida, Paula Cardoso e Pedro Tadeu.Já podes ver e ouvir nestas plataformas. Segue-nos!

Um dia no Mundo
Guerras para as quais pouco ou nada olhamos

Um dia no Mundo

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 4:19


Uma crónica de Francisco Sena Santos.

uma quais pouco guerras olhamos francisco sena santos
Crie Sua Realidade
R$100.000 por mês é pouco - o mito da alta renda.

Crie Sua Realidade

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 23:26


Você já ganhou mais dinheiro do que antes…E mesmo assim não se sentiu rico?Neste vídeo, eu falo sobre um desconforto silencioso que quase ninguém comenta:a sensação de que nunca é suficiente, independentemente de quanto você ganha.A verdade é simples e incômoda:quanto mais você ganha, mais você se compara.E quanto mais você sobe, mais caros ficam os ambientes, os círculos sociais e o padrão de vida ao seu redor.O resultado?Você quase sempre acaba sendo “o mais pobre da mesa”.Aqui eu explico por que:Não existe limite natural para luxo e confortoA sensação de riqueza é sempre relativaVocê nunca chega a um ponto em que pensa: “pronto, agora está resolvido”Se você não define conscientemente quanto vai gastar e quanto vai investir, o dinheiro sempre escorreEsse vídeo não é sobre ganhar menos.É sobre parar de acreditar no mito de que existe um número mágico que vai te fazer sentir rico.Porque esse número não existe.Se você quer construir tranquilidade financeira de verdade, precisa tomar uma decisão consciente sobre como o dinheiro entra, como ele sai e qual jogo você está jogando.Assista com calma.E depois me conta nos comentários se isso já fez sentido pra você em algum momento da sua vida.Se fizer sentido, deixa o like e se inscreve no canal.Isso ajuda muito o canal a continuar crescendo.

Miguel Sousa Tavares de Viva Voz
“O (aborrecido!) negócio da F1 que tem pouco a ver com o desporto” e a vitória de Montenegro que deixa coisas por esclarecer

Miguel Sousa Tavares de Viva Voz

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 16:46


Sousa Tavares contesta a decisão de investir no regresso da F1 a Portugal. Considera que a ideia de "pôr o país no mapa" já "não faz sentido" e diz que vários países utilizam a competição como "detergente de nódoas" dos regimes. Sobre o caso Spinumviva, entende que "está resolvido no plano político" mas que, do ponto de vista ético e mediático, há questões por responder.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A Arte da Guerra
“A paz dos cemitérios é possível em Gaza”

A Arte da Guerra

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 33:48


Se o cessar-fogo em Gaza era um assunto que não induz nenhum otimismo, tudo ficou ainda mais difícil com o massacre na Austrália e com a resposta do governo israelita, para o qual a explicação da tragédia reside no facto de o governo australiano ter reconhecido o Estado da Palestina.Pouco otimismo merece também a ronda de negociações de um cessar-fogo para a Ucrânia, desta vez concentradas em Berlim – o que por certo pouco terá agradado a Paris.Entretanto, na América do Sul, o Chile é mais um país a abraçar proposta de extrema-direita, o que coloca mais pressão sobre as eleições presidenciais que hão de decorrer no Brasil em outubro do próximo ano.

Meio & Mensagem
A Ideia entrevista Gláucia Montanha

Meio & Mensagem

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 45:15


Muito antes de sequer pensar em se tornar publicitária, Gláucia, CEO da Artplan São Paulo, começou a trabalhar aos nove anos de idade, em uma distribuidora de gás. Ainda na adolescência, teve empregos como o de recepcionista e vendedora em loja de roupa. Descobriu o tino empreendedor quando resolveu vender coco para pagar o colégio técnico. Pouco mais tarde, descobriu que desejava ter uma carreira como profissional de mídia em agências.

RADAR 97.8fm podcasts
A VIDA POUCO SECRETA DAS MARCAS - #126 (PANTONE)

RADAR 97.8fm podcasts

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 1:38


Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros

Podcast Ultimato
Um coração agradecido

Podcast Ultimato

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 2:57


Pouco pensamos sobre a gratidão como um tratamento para a alma. Corremos tanto que mal nos sobra tempo para nos voltarmos a Deus em gratidão.

Amorosidade Estrela da Manhã
DESLIGANDO UM POUCO O EGO PARA O ESPÍRITO SE MANIFESTAR MELHOR

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Dec 14, 2025 2:51


Abertura dos trabalhos na Amorosidade

Corvo Seco
#471 - Huang Po - Há Apenas Uma Mente

Corvo Seco

Play Episode Listen Later Dec 14, 2025 13:30


Trechos do livro “The Zen Teaching of Huang-Po”.Huang Po Xiyun (?-850) foi um renomado mestre do budismo Chan (Zen na tradição japonesa) na China durante a dinastia Tang. Pouco se sabe sobre sua vida pessoal, mas acredita-se que nasceu na província de Fujian e entrou para a vida monástica ainda jovem. Ele estudou sob a orientação do mestre Baizhang Huaihai, um dos grandes nomes do Chan, e mais tarde se destacou como um dos mais influentes mestres de sua época. Huang Po liderou teve discípulos notáveis, como Linji Yixuan, que fundaria a escola Rinzai do Zen.Huang Po Xiyun é uma figura central no desenvolvimento do budismo Chan, contribuindo significativamente para a formação do pensamento que enfatiza a prática direta e a iluminação súbita. Seu trabalho consolidou a ênfase no "corte das ilusões" e no retorno à essência da mente, princípios que seriam fundamentais no desenvolvimento do Zen na Ásia e no Ocidente.Os ensinamentos de Huang Po destacam a natureza unificada da mente, que ele descrevia como o "Grande Caminho". Ele defendia que todas as distinções e conceitos são ilusórios e que a verdadeira sabedoria está na experiência direta, livre de apegos e raciocínios. Huang Po rejeitava práticas ritualísticas complexas, incentivando a compreensão da própria mente como o caminho para a iluminação. Suas lições enfatizavam a simplicidade e a introspecção, tendo impacto duradouro em muitas gerações de praticantes. O livro Ensinamentos de Huang Po sobre a Mente-Única, compilado por seus discípulos, permanece como um clássico do Zen.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | VENCER AS PROVAÇÕES

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Dec 13, 2025 3:11


LEITURA BÍBLICA DO DIA: GÊNESIS 50:15-21 PLANO DE LEITURA ANUAL: OSEIAS 12–14; APOCALIPSE 4   Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Anne cresceu na pobreza e na dor. Dois dos seus irmãos morreram na infância. Aos 5 anos, uma doença a deixou quase cega, sem poder ler ou escrever. Quando ela tinha 8 anos, sua mãe morreu de tuberculose. Pouco depois, seu pai abusivo abandonou os seus três filhos sobreviventes. Seu irmão mais novo foi morar com parentes, mas Anne e seu irmão Jaime, foram para um orfanato malcuidado e superlotado onde Jaime morreu meses depois. As circunstâncias melhoraram quando ela tinha 14 anos e foi para uma escola de cegos, onde fez uma cirurgia. Sua visão melhorou e ela aprendeu a ler e a escrever. Lutou para se enturmar, destacou-se academicamente e formou-se como oradora da turma. Hoje a conhecemos como Anne Sullivan, a professora e amiga de Helen Keller. Com esforço, paciência e amor, Anne ensinou Helen, que era cega e surda, a falar, ler Braille e a formar-se na faculdade. José aos 17 anos também teve que superar provações extremas. Ele foi vendido como escravo por seus irmãos invejosos e mais tarde preso injustamente (GÊNESIS 37;39–41). No entanto, Deus o usou para salvar o Egito e sua família da fome (50:20). Todos nós enfrentamos provações e problemas. Mas, assim como Deus ajudou José e Anne a superarem e impactarem profundamente a vida de outros, Ele pode nos ajudar e nos capacitar para praticar o bem. Busque-o para ajuda e orientação. O Senhor o vê e ouve.  Por: ALYSON KIEDA 

Descobri depois de adulta
#230: Por que você aceita tão pouco? Como parar de se contentar com migalhas.

Descobri depois de adulta

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 17:50


Você já percebeu como a gente tem o hábito de deixar o melhor sempre para o outro? A roupa bonita, o prato especial, o cuidado, a atenção — tudo vai para fora. E quando chega a nossa vez, aceitamos o mínimo. Esse episódio é sobre esse comportamento silencioso que afeta autoestima, escolhas, relacionamentos e até a forma como nos mostramos ao mundo.Vamos falar sobre por que tanta gente acredita que não merece o melhor, como padrões aprendidos na infância moldam nosso senso de valor e como isso aparece em pequenas atitudes do dia a dia.Se você vive se colocando em último lugar, sente dificuldade em receber coisas boas ou sempre acha que está “pedindo demais”, esse vídeo vai te ajudar a entender e começar a mudar esse ciclo.Aqui você vai aprender:• por que aceitamos tão pouco, mesmo querendo mais• como reconhecer comportamentos de autodesvalorização• como começar a se escolher de verdade• como mudar sua relação com merecimento e cuidado próprioAssista até o final porque essa reflexão pode transformar a forma como você se trata — e isso muda tudo

RADAR 97.8fm podcasts
A VIDA POUCO SECRETA DAS MARCAS - #125 (KODAK)

RADAR 97.8fm podcasts

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 1:42


Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros

Bom dia, Obvious
foi por pouco, e ainda bem, com Duda Beat

Bom dia, Obvious

Play Episode Listen Later Dec 8, 2025 53:52


Ser fiel a si mesma, se perceber nas imperfeições, no que não é linear e no depois do "quase algo". Neste episódio, Duda Beat conversa com Marcela Ceribelli, a convite de Dove Desodorantes, sobre carreira, fases da vida, transformações que acontecem no cotidiano e o poder do exercício físico para se reencontrar.Para conteúdo exclusivo deste episódio, assine a newsletter da Obvious⁠⁠⁠Nos acompanhe também: Instagram da Obvious: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠@obvious.cc⁠⁠⁠⁠⁠TikTok da Obvious: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠@obvious.cc⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Chapadinhas de Endorfina: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠@chapadinhasdeendorfina⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Marcela Ceribelli no Instagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠@marcelaceribelli⁠⁠⁠⁠⁠Duda Beat no Instagram: @dudabeatOuça outros podcasts da Obvious:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Podcast Chapadinhas de Endorfina.doc⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Podcast Academia do Prazer⁠⁠⁠⁠⁠Livros da Marcela Ceribelli:⁠⁠⁠⁠⁠⁠Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Aurora: O despertar da mulher exausta⁠⁠⁠Marcela veste:Camisa: @nvnativozzaTop: @bobonewsSaia: @fig.coolSandália: @arezzoBrinco: @bettybrand_

O Mundo Agora
Como 'A América para os americanos' voltou ao centro da política externa dos EUA

O Mundo Agora

Play Episode Listen Later Dec 8, 2025 4:52


Ao mesmo tempo que deixa a Europa entregue a si própria, a nova Estratégia de Segurança Nacional da Casa Branca ressuscita, sem pudor, a Doutrina Monroe e reafirma a intenção dos Estados Unidos de manter a América Latina sob sua esfera de controle. Thomás Zicman de Barros, analista político Na última sexta-feira (5), a Casa Branca publicou a nova Estratégia de Segurança Nacional, o documento que define os objetivos e prioridades globais dos Estados Unidos. A mídia francesa destacou sobretudo o tom corrosivo em relação à Europa, apresentada como um continente em crise, em perda de identidade, e a ser deixado à própria sorte. No Brasil, porém, o documento recebeu pouca atenção, embora coloque a América Latina como prioridade da diplomacia americana, quase como um espaço vital, um quintal sobre o qual os EUA reivindicariam soberania. Trump sempre buscou se vender como um isolacionista em política externa. Proclama ser contrário à ideia de que os EUA devam atuar como polícia do mundo, critica intervenções americanas no exterior e afirma concentrar-se nos problemas internos do país. Ocorre que esse isolacionismo parece não valer para a América Latina, tratada não como um conjunto de países soberanos, mas como uma extensão da fronteira estratégica dos EUA, zona alargada de sua própria segurança interna. A postura de Trump parte da premissa de que o mundo está dividido em esferas de influência das grandes potências. A Europa, marcada pela guerra na Ucrânia, é apresentada como condenada à decadência e, por isso, deixada para se virar sozinha. A administração americana sinaliza que não pretende mais se imiscuir no espaço pós-soviético, para não melindrar a Rússia. No máximo, promete dar algum apoio a governos de extrema direita, nada além disso. Também pretende reduzir o foco no Oriente Médio, palco de três décadas de esforços militares malsucedidos. Para os vizinhos latino-americanos, entretanto, a lógica é distinta. A nova estratégia declara explicitamente um “Corolário Trump à Doutrina Monroe”, ressuscitando o antigo lema “A América para os americanos”. Mas permanece a pergunta que acompanha essa fórmula desde o século XIX: quais americanos? O lema sempre carregou uma ambiguidade e pode soar como defesa da soberania continental. Na prática, historicamente significou “a América – isto é, todas as Américas, do Alasca à Terra do Fogo – para os Estados Unidos”, que se reservam o direito de ditar as regras aos demais povos da região. América Latina A estratégia de 2025 não deixa dúvidas quanto a essa leitura. O documento afirma sem rodeios que, como contrapartida ao recuo em outras partes do mundo, Washington negará a qualquer potência externa a possibilidade de influenciar, investir ou adquirir ativos estratégicos na região, reafirmando que a América Latina é área de “preeminência” americana. Embora não a mencione nominalmente, o alvo evidente é a China, já principal parceira comercial de muitos países do continente. Esse enquadramento também ajuda a explicar o discurso belicoso contra o que chamam de “narco-terroristas” e, sobretudo, contra a Venezuela, cujo espaço aéreo Trump declarou fechado na semana passada. Pouco importa o que cada um pense sobre o governo venezuelano – Maduro perdeu inclusive a boa vontade do governo brasileiro após descumprir acordos costurados com apoio do Itamaraty, realizando eleições contestadas. Tampouco se pode ignorar que parte da oposição venezuelana flerta com práticas antidemocráticas. Nada, porém, justifica que uma potência externa se arrogue o direito de intervir militarmente, de olho nas vastas reservas petrolíferas venezuelanas. Qualquer intervenção desse tipo desestabilizaria a região, agravaria o sofrimento da população e criaria precedentes perigosos para todo o continente. Há, sem dúvida, tensões entre o que afirma o documento e a prática da diplomacia americana. Trata-se das contradições entre, de um lado, a visão do chanceler Marco Rubio, político oriundo dos grupos latinos ultraconservadores da Flórida e defensor de uma linha dura na América Latina, e, de outro, os rompantes erráticos de Trump, que frequentemente atropela as diretrizes de sua própria equipe diante de líderes que admira. Como se viu nos últimos meses, Trump cultivou uma relação cordial com Lula. O documento publicado na sexta-feira, porém, não oferece perspectivas animadoras para a região. Ele tende a criar dificuldades justamente para países que, como o Brasil, historicamente prosperaram quando conseguiram escapar da tutela exclusiva de Washington e ampliar de forma soberana suas parcerias – seja com a União Europeia, com a China, ou por meio de cooperações Sul-Sul. Diante das preocupantes repercussões da nova estratégia para a América Latina, causa estranhamento que a imprensa brasileira não tenha dado ao documento o mesmo destaque que ele recebeu na Europa — justamente quando, no caso latino-americano, o perigo é o oposto e potencialmente mais grave. Se os europeus temem ser deixados sozinhos, a América Latina tem razões para temer que os Estados Unidos simplesmente não a deixem em paz.

O Antagonista
Alexandre de Moraes, do STF, reclama que juízes ganham pouco

O Antagonista

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 14:24


O Ministro do STF Alexandre de Moraes causou polêmica ao defender o aumento salarial para juízes em um encontro do CNJ em Florianópolis, sendo calorosamente aplaudido pelos presentes.A declaração foi criticada como um sinal de "desprendimento da realidade" e hipocrisia, dado que o salário atual de um ministro do STF é de R$ 46.366,19.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.   Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h.   Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília   https://bit.ly/meiodiaoa   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

Pílulas de Autoconhecimento
O segredo de ser feliz no "pouco"

Pílulas de Autoconhecimento

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 13:03


Hoje vamos fazer um exercício que vai te mostrar como você pode praticar a gratidão e se sentir bem no aqui agora - e como isso amplifica seu bem estar e expande os potenciais de uma realidade mais gostosa e abundante Aperte o play e boa viagem interior! Curta e compartilhe com quem merece se lembrar disso com você Poucos aguentam ouvir até o fim Se você foi um deles, me mande um oi lá no instagram ;-) Gratidão por você estar aqui

E o Resto é História
Independência e invasão de Timor-Leste em 1975

E o Resto é História

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025 50:34


No dia 28 de Novembro de 1975, fez agora 50 anos, a Fretilin declarou a independência de Timor-Leste. Pouco mais de uma semana depois, a 7 de Dezembro de 1975, a Indonésia invadiu o territórioSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast do Ladeira
Ep. 389 - Esse nicho é pouco explorado e vende milhões

Podcast do Ladeira

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025 23:15


O mercado de infoprodutos, por ser muito amplo, te abre um leque de possibilidades. Por isso, é importante que você tenha um olhar estratégico de onde você está pisando. No episódio de hoje, você vai entender que dentro do mundo dos investimentos, mesmo sendo algo bem concorrido, pode vender milhões. Basta ter um nicho bem direcionado e uma boa estratégia. Ouça até o final. Vai te surpreender. Conheça o VTSD: http://vtsd.com.br/ep389-ladeira-pv-vtsd Me siga no Instagram:https://bit.ly/Insta-Leandro-LadeiraConheça o canal principal:https://bit.ly/Canal-Metodo-VTSDOuça nosso podcast:https://bit.ly/Podcast-do-Ladeira-no-Spotify

RADAR 97.8fm podcasts
A VIDA POUCO SECRETA DAS MARCAS - #124 (CUECAS)

RADAR 97.8fm podcasts

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025 2:10


Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros

RADAR 97.8fm podcasts
A VIDA POUCO SECRETA DAS MARCAS - #123 (CONTINENTE)

RADAR 97.8fm podcasts

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 2:24


Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros

Frei Gilson Podcast - Oficial
O pouco com amor é grande para Deus | (Lucas 21, 1-4) #2539 | Meditação da Palavra

Frei Gilson Podcast - Oficial

Play Episode Listen Later Nov 24, 2025 6:57


Passagens Complementares:Mateus 25,34-40

Contra-Corrente
COP30 pouco adiantou. Ok: "Keep Calm and Carry On"

Contra-Corrente

Play Episode Listen Later Nov 24, 2025 9:37


Acabou mais uma cimeira do clima com as queixas habituais sobre a falta de novos compromissos. Mas talvez não nos devêssemos preocupar tanto, pois as alterações climáticas não são o fim da HumanidadeSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Notícia no Seu Tempo
Lula confirma indicação de Messias e Alcolumbre desengaveta ‘pauta-bomba'

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Nov 21, 2025 9:10


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta sexta-feira (21/11/2025): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou ontem o advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga de Luís Roberto Barroso no STF. Lula sustentou a escolha do aliado diante da pressão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que defendia o nome de Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Pouco mais de duas horas após a indicação de Messias, Alcolumbre anunciou que mandará para votação na Casa uma “pauta-bomba” com impacto bilionário para os cofres públicos. Messias ainda terá de passar por sabatina no Senado, onde precisa dos votos de 41 dos 81 parlamentares. E mais: Economia: Trump retira tarifa extra sobre café, carne e outros itens do Brasi Metrópole: Incêndio destrói pavilhões e COP-30 fica com as negociações paralisadas Cultura: Mostra no MIS conduz visitante pelas teorias de Carl Jung See omnystudio.com/listener for privacy information.

JORNAL DA RECORD
20/11/2025 | 3ª Edição: RJ: policial militar é baleado após sofrer uma tentativa de assalto.

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Nov 20, 2025 3:55


Confira nesta edição do JR 24 Horas: Um policial militar foi baleado durante uma tentativa de assalto. Ele estava com sua esposa em uma moto quando foi abordado por dois homens armados na Linha Vermelha, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A mulher desembarcou da moto e o policial reagiu. Na troca de tiros, ele foi atingido na barriga e, mesmo ferido, conseguiu dirigir até um quartel dos bombeiros. De lá, foi levado para um hospital. Pouco depois, um criminoso que tinha fugido deu entrada na mesma unidade. O outro foi para um hospital próximo. Os dois foram presos em flagrante por tentativa de latrocínio.

RADAR 97.8fm podcasts
A VIDA POUCO SECRETA DAS MARCAS - #122 (ABELHAS)

RADAR 97.8fm podcasts

Play Episode Listen Later Nov 18, 2025 1:40


Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | A CARTA E O JOGADOR

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Nov 13, 2025 3:27


LEITURA BÍBLICA DO DIA: 2 REIS 20:1-7 PLANO DE LEITURA ANUAL: LAMENTAÇÕES 1–2; HEBREUS 10:1-18  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  A recém-viúva ficou preocupada. Para receber uma apólice de seguros, ela precisava de informações sobre o acidente que tirara a vida de seu marido. Ela havia falado com um policial que disse que a ajudaria, mas ela perdera o cartão de visita dele. Então, ela orou, implorando a ajuda de Deus. Pouco depois, em sua igreja, passando por uma janela, viu um cartão no parapeito. Era o mesmo que havia perdido. Ela não entendeu como isso acontecera, mas sabia o porquê. Ela levava a oração a sério. E por que não? As Escrituras dizem que Deus ouve os nossos pedidos. “Os olhos do Senhor estão sobre os justos, e seus ouvidos, abertos para suas orações” (1 PEDRO 3:12). A Bíblia nos dá exemplos de como Deus respondeu à oração. Um deles é Ezequias, o rei de Judá, que adoeceu e até mesmo recebeu uma mensagem do profeta Isaías, dizendo que ele morreria. O rei sabia o que fazer: “orou ao Senhor” (2 REIS 20:2). Imediatamente, Deus disse a Isaías para dar ao rei a Sua mensagem: “Ouvi sua oração” (v.5). Ezequias recebeu mais 15 anos de vida. Deus nem sempre responde às orações com coisas como um cartão no peitoril da janela, mas Ele nos assegura de que, quando surgem situações difíceis, não as enfrentamos sozinhos. Deus nos vê e está conosco, atento às nossas orações.  Por: DAVE BRANON 

Quem Ama Não Esquece
A PROFECIA E O MILAGRE DA VIDA - HISTÓRIA DA MARCELA | QUEM AMA NÃO ESQUECE 10/11/25

Quem Ama Não Esquece

Play Episode Listen Later Nov 11, 2025 17:56


A Marcela e o Gilberto eram melhores amigos, até perceberem que havia algo a mais entre eles. Eles se casaram, mas ela não queria ter filhos por conta dos problemas de saúde. Um ano depois, a Marcela sentiu uma dor forte e descobriu que tinha sofrido um aborto sem saber que estava grávida. Depois vieram outros dois abortos, e ela começou a achar que talvez nunca fosse mãe. Um dia, um missionário disse que Deus lhe daria um filho, e que ela choraria pedindo por ele. A promessa tocou seu coração e ela começou a orar. Pouco tempo depois, veio o POSITIVO. A gravidez era de risco e com 6 meses, o médico disse que o bebê não tinha batimentos. Desesperada, ela pediu a Deus e sentiu um chute, o milagre aconteceu. Em 23 de junho de 2011 nasceu o Davi, saudável, o presente de Deus. Hoje ele tem 14 anos e é uma bênção viva, prova de que milagres acontecem!

Explicador
"Linhas vermelhas ao nível autárquico fazem pouco sentido"

Explicador

Play Episode Listen Later Nov 11, 2025 18:15


Eunice Baeta, vereadora que perdeu a confiança política da IL após integrar o executivo com o Chega em Sintra, diz querer provar que a decisão do partido foi errada. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Genial Podcast
Mendonça de Barros, na Conversa com Zé Márcio: "Ajuste fiscal é 'muito pouco provável' c/ reeleição"

Genial Podcast

Play Episode Listen Later Nov 10, 2025 38:50


Na Conversa com Zé Márcio, o economista-chefe da Genial Investimentos, José Márcio Camargo, recebe José Roberto Mendonça de Barros, da MB Associados, para uma análise afiada dos impasses econômicos que desafiam Brasil e mundo. A escalada tarifária nos EUA, o risco de bolha nas gigantes de tecnologia e os dilemas do FED se cruzam com a queda da inflação brasileira, puxada pela supersafra, e o alerta fiscal em ano pré-eleitoral. Um episódio para quem quer entender o que está por trás dos números.DIRETO AO PONTO0:00 — Cartão Black Genial Investimentos0:44 — Apresentação e boas-vindas1:03 — Revisão da política comercial de Trump e do cenário internacional2:49 — Reação do mercado e risco de reajuste dos ativos (Magníficas Sete)4:11 — O impacto do aumento de tarifas na inflação americana6:02 — Contradições na economia dos EUA e o dilema do Fed8:15 — Risco de bolha financeira e ciclos tecnológicos10:22 — Inflação e crescimento: o efeito contraintuitivo das tarifas12:26 — O impulso do setor de tecnologia e o repasse tardio da inflação13:45 — Inflação estrutural e a dificuldade do Banco Central americano15:51 — Sustentabilidade dos valuations do setor de tecnologia (Asset Heavy Status)17:41 — Consequências da desvalorização do dólar para o Brasil19:43 — Fatores de queda da inflação brasileira (externos e internos)21:41 — O efeito da supersafra agrícola na desinflação24:40 — Decisão do Copom e o debate: queda de juros em janeiro ou março?26:42 — Aperto financeiro nas empresas e a crise de RJs no agronegócio28:17 — A grande preocupação com a política fiscal expansionista31:31 — Programas fiscais para 2024 e antecipação da sucessão presidencial33:36 — Cenário pós-eleitoral: dívida elevada e o improvável ajuste fiscal38:04 — Encerramento e agradecimentos

Podcast TenisBrasil

Pouco depois da excelente campanha de Luisa Stefani no WTA Finals de Riad, o tênis feminino brasileiro terá missão difícil para encerrar a temporada 2025: neste sábado e domingo, enfrenta Portugal e Austrália na tentativa de vaga no qualificatório mundial da Billie Jean King Cup.Direto de Hobart, o capitão Luiz Peniza conversa com o editor José Nilton Dalcim e fala de suas expectativas, num grupo em que a experiência de Beatriz Haddad Maia foi substituída pela juventude de Naná Silva. Peniza também conta como anda o Programa de Desenvolvimento do tênis brasileiro e da necessidade de formar tenistas dentro de um jogo cada vez mais impositivo, sem esquecer a saúde mental.

RADAR 97.8fm podcasts
A VIDA POUCO SECRETA DAS MARCAS - #121 (DAN BROWN)

RADAR 97.8fm podcasts

Play Episode Listen Later Nov 10, 2025 2:03


Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros

dAdA RAdiO
Toca o Disco | de tudo um pouco

dAdA RAdiO

Play Episode Listen Later Nov 9, 2025 75:28


Neste retorno do programa Toca o disco ouviremos Bronze Benim e Negruzz, depois Clarena e seu novo single Manto; O lançamento do EP De ponta a ponta do Funmilayo Afrobeat Orchestra. Seguimos com o projeto em trio Tranca e suas curtas dinâmicas de impro livre depois a banda  punk rock… Source

DIÁRIO DE BORDO
#1505 - Um pouco de Lady, um pouco de Gaga (it's not possible bro)

DIÁRIO DE BORDO

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025 29:07


Siga a gente emhttp://youtube.com/@diariodebordopod

GE Internacional
GE Inter #405 - Pouco futebol e negação

GE Internacional

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025 40:54


Esther Fischborn, Tomás Hammes e Luka Pumes, do projeto Voz da Torcida, comentam mais uma derrota e desempenho ruim, mas o discurso de que não há briga contra o rebaixamento. Aperte o play e ouça!

RADAR 97.8fm podcasts
A VIDA POUCO SECRETA DAS MARCAS - #120 (MAGRITTE)

RADAR 97.8fm podcasts

Play Episode Listen Later Nov 4, 2025 1:50


Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros

Portuguese For Listening With Eli And Friends
Episode 265: A "lovable" crook

Portuguese For Listening With Eli And Friends

Play Episode Listen Later Nov 2, 2025 51:35


To book your conversation with Eli this very week, go to ⁠https://portuguesewitheli.com/get-your-roadmap/⁠To support this podcast, consider leaving a review or making a donation (only if you can, and if you feel this podcast’s helped you

ECO Insider
Somos o país que poupa muito e ganha muito pouco

ECO Insider

Play Episode Listen Later Oct 31, 2025 39:13


No dia mundial da poupança, há uma grande conclusão a tirar: a taxa de poupança já é elevada, mas a rentabilidade é baixíssima. Afinal, porque é que vivemos o grande engano da poupança. O caos aterrou no aeroporto de Lisboa e o malparado no Banco de Fomento quer dizer alguma coisa ?

RADAR 97.8fm podcasts
A VIDA POUCO SECRETA DAS MARCAS - #119 (WRIGLEY)

RADAR 97.8fm podcasts

Play Episode Listen Later Oct 30, 2025 2:09


Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros

Bispos Lucas e Priscila Rodovalho Cunha
O POUCO É SUFICIENTE - THALES MARTINS

Bispos Lucas e Priscila Rodovalho Cunha

Play Episode Listen Later Oct 27, 2025 52:01


O POUCO É SUFICIENTE - THALES MARTINS by Sara Sede Brasília

RADAR 97.8fm podcasts
A VIDA POUCO SECRETA DAS MARCAS - #118 (CONTRACEPTIVO EGÍPCIO)

RADAR 97.8fm podcasts

Play Episode Listen Later Oct 27, 2025 2:05


Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros

Endörfina com Michel Bögli
#435 Marco Antônio La Porta

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 122:42


O esporte esteve presente desde cedo em sua vida. Corredor ainda na juventude, completou três edições da Maratona do Rio de Janeiro antes dos 20 anos e, na Academia Militar das Agulhas Negras, jogou futebol. Já como oficial praticou o pentatlo militar e o triathlon entrou em sua história apenas em 1995, quando, começou a treinar um companheiro de farda. A partir daí, passou a se dedicar mais ao papel de treinador do que ao de atleta. Formado em Educação Física, pós-graduado em Treinamento Desportivo e mestre em Ciências do Esporte e Ciência da Motricidade Humana, construiu no Exército uma base sólida, liderando a equipe de triathlon das Forças Armadas, capacitando técnicos e organizando eventos esportivos. A experiência acumulada o levou a posições de destaque no cenário nacional: foi diretor técnico da CBTri por quase uma década e presidente da entidade em 2017. Pouco depois, assumiu a vice-presidência do Comitê Olímpico do Brasil, onde esteve à frente do Time Brasil em competições como os Jogos Pan-Americanos de Lima e os Jogos Olímpicos de Tóquio. Em 2025, chegou ao cargo máximo do COB, defendendo uma gestão mais enxuta e estratégica, capaz de transformar investimento em desempenho e conquistas. Com a convicção de que o fortalecimento da base é o caminho para futuros campeões, acredita na união entre atletas, técnicos e dirigentes como alicerce do Movimento Olímpico no país. Conosco aqui, o coronel da reserva, calção preto que se tornou liderança máxima do esporte olímpico brasileiro, o carioca de Realengo, Marco Antônio de Mattos La Porta Júnior. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr  e @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.        

PodAcelerar - Empreendedorismo e Negócios
Por que TODO EMPREENDEDOR é um pouco NEURÓTICO | DR. LUIS FERNANDO | PodAcelerar #EP182

PodAcelerar - Empreendedorismo e Negócios

Play Episode Listen Later Oct 15, 2025 73:02


Podcast : Escola do Amor Responde
3175# Escola do Amor Responde (no ar 06.10.2025)

Podcast : Escola do Amor Responde

Play Episode Listen Later Oct 6, 2025 29:50


No programa de hoje, o professor Renato Cardoso recebeu no estúdio o casal Juliana e Ednei, para contar um pouco das lições que eles aprenderam — acertos e desacertos — navida amorosa. Os dois estão juntos há um ano e meio.Juliana já foi casada duas vezes; este é o seu terceiro casamento. O primeiro relacionamento durou cerca de cinco anos, e o término ocorreu principalmente por conta dabebida. Contudo, ela disse que não sabia o que procurar em um relacionamento, pois não havia princípios. Além disso, era movida pela emoção.Pouco tempo depois, cerca de um ano, ela iniciou outro relacionamento. Nesse ínterim, participou da Terapia do Amor e, em uma das palestras, entendeu o que Deus poderia fazer em sua vida. Ela explicou ao companheiro a decisão, e ele tomou a iniciativa de se casarem rapidamente. Assim, em apenas cinco meses, ela entrou em outro casamento. Juliana disse que não queria mais errar. Tentando acertar, fez tudoerrado. O relacionamento durou apenas um ano.Mas ela não desistiu das palestras da Terapia do Amor. Inclusive, passou a pedir a Deus sabedoria para que pudesse ser uma boa esposa. Chegou ao ponto de escolher aDeus acima de tudo.Ednei, por sua vez, viveu um relacionamento de sete anos. Ele não tinha valores morais, disciplina, nem princípios; vivia de acordo com o que achava certo.Inclusive, acreditava que não precisava ser fiel à companheira para ser valorizado. Apenas quando o casamento estava no fim, percebeu que precisava de ajuda e, por isso, buscou a Terapia do Amor. Nesse período, entendeu que, antes de tudo, precisava resolver os problemas interiores que carregava. Após confessar à esposa que havia mentido e sido infiel, o relacionamento chegou ao fim definitivamente.Como eles se encontraramJuliana e Ednei se conheceram pelo aplicativo Quero Te Conhecer, exclusivo para os participantes solteiros da Terapia do Amor. A primeira conversa entre eles aconteceria durante uma das edições da Caminhada do Amor, mas, por conta do trabalho de Ednei, o encontro precisou ser adiado para a semana seguinte.Pautados nas perguntas da Caminhada do Amor, eles se identificaram um com o outro. Após dois meses, começaram a namorar e, em um ano, se casaram.Conheça essa história por completo.Caminhada do Amor 2025Ainda hoje, saiba mais sobre a Caminhada do Amor 2025, que acontecerá no dia 11 de outubro, em todo o Brasil e emmais de 50 países. Em São Paulo, a edição ocorrerá no Parque Villa-Lobos, a partir das 9h. Este ano, o evento estará diferente de tudo o que você já viu. O kit será diferenciado e contará com um baralho exclusivo com perguntas interativas para os casais. Já para os solteiros, as perguntas servirão como reflexão sobre o que esperam de um relacionamento. Para mais informações, acesse: caminhadadoamor.com Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado,tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes

MotherChip - Overloadr
MotherChip #544 - Silent Hill f, Marvel Cosmic Invasion e Silksong

MotherChip - Overloadr

Play Episode Listen Later Oct 3, 2025 185:36


Pouco antes de começarmos a gravação estourou a notícia do aumento do Game Pass, um aumento especialmente agressivo no Brasil. A gente comentou esse fato no começo da gravação antes de entrarmos nos jogos em si, começando por uma prévia de Marvel Cosmic Invasion e Silent Hill f. No bloco final, agora que Jeje e Heitor ambos terminaram, falamos de Silksong, conversa que deslizou um pouco para alguns spoilers (mas está avisado na gravação).Participantes:Jeje PinheiroHeitor De PaolaAssuntos abordados:00:00 - Game Pass aumentará de preço, o Ultimate dobrará09:00 - Prévia de Marvel Cosmic Invasion31:00 - Silent Hill f1:36:00 - Hollow Knight: SilksongVai comprar jogos na Nuuvem? Use o link de afiliado do Overloadr!Use nosso link de filiado ao fazer compras na Amazon Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Endörfina com Michel Bögli
#430 Fábio Silvestri

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Sep 18, 2025 161:15


Desde a infância, o esporte sempre esteve presente. No voleibol, chegou a disputar campeonatos paulistas nas categorias de base até os 17 anos, experiências competitivas que o colocaram em contato com os valores do esporte. Pouco depois, escolheu o caminho da Educação Física, profissão que abraçou de maneira integral. Tornou-se personal trainer em 1997, professor de ciclismo indoor em 1999 e, em 2004, fundou em Uberlândia a Academia Personal & Cia. O contato com o ciclismo de estrada veio apenas em 2011 e, no ano seguinte, sua primeira competição já foi o Race Across America, em uma equipe de 8 ciclistas. A experiência despertou nele a curiosidade e o fascínio pelas provas de ultradistância. Ao retornar ao Brasil, estava decidido a se dedicar à essa disciplina, iniciando uma trajetória de estudos, treinos e busca pela evolução. Nesse caminho conheceu Cláudio Clarindo, o maior expoente brasileiro da modalidade, que se tornou um mentor e inspiração. Desde então foram dezenas de competições, vitórias expressivas e muitos desafios. Entre seus principais resultados estão dois títulos em provas de 24 horas nos Estados Unidos, dois campeonatos mundiais por faixa etária no World Time Trial Championships, além do campeonato americano de 24h, em 2018. Participou de quatro edições do Race Across The West, conquistando o segundo lugar em duas ocasiões e vencendo em 2023 com o recorde do percurso. Em 2024, venceu outra prova emblemática da ultradistância, a Silver State 508. Este ano, finalmente debutou na prova dos seus sonhos, o RAAM, onde pedalou os 4.937 km em 11 dias, 8 horas e 55 minutos. Conosco aqui o empresário, educador físico, treinador e ultraciclista que se divide entre a família, o trabalho e os desafios de pedalar milhares de quilômetros em busca de provar para si mesmo que o impossível é apenas uma questão de perspectiva: o ribeirão-pretano Fábio Cavalheiro Silvestri. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr e @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Eu convido você a conhecer a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor e Santa Cruz Bikes no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.