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Aos 12 anos de idade, ele correu 43 quilômetros. Pouco depois completou sua primeira maratona e, em 1998, fez o primeiro Ironman de Porto Seguro. Depois de mais de uma década dedicada ao triathlon, passou a buscar desafios em ambientes extremos ao redor do mundo. A estreia nas ultramaratonas aconteceu na Antártica. Venceu a Ice Marathon e, no dia seguinte, também ganhou a prova de 100 quilômetros, estabelecendo um recorde. Mais tarde encarou os 250 quilômetros da Marathon des Sables, no deserto do Saara, além de uma ultra no Nepal. Parte dessas experiências acabou registrada em episódios do Planeta Extremo, exibido pela TV Globo. Alguns anos depois ele decidiu se aventurar em expedições de montanha. Subiu o Kilimanjaro, o Aconcágua, o Elbrus, além do Huascarán e do Quitaraju, no Peru e a Pirâmide Cartenz na Indonésia. Em 2018, encarou o Manaslu, no Himalaia. Em 2023 realizou a façanha de escalar o Monte Everest. A expedição aconteceu em uma temporada histórica no Everest, marcada pela letalidade, superlotação e pelas longas filas na chamada zona da morte. A experiência deu origem ao documentário Um Passo a Mais, lançado em 2025, que acompanha uma expedição sustentável ao Everest e propõe uma reflexão sobre o impacto ambiental causado pelo excesso de pessoas na montanha. Em paralelo ao esporte e às aventuras, trabalhou durante alguns anos no mercado financeiro até decidir empreender. Criou então a X3M para organizar o primeiro XTERRA no Brasil, projeto que mais tarde se transformaria em um circuito e incorporaria provas de corrida e mountain bike. De volta conosco hoje, o administrador de empresas que saiu do mercado financeiro para criar a X3M, agência especializada em experiências e eventos esportivos. O atleta aventureiro e inquieto com 13 Ironman no currículo, faixa azul de jiu-jitsu, piloto de moto, paraquedista e montanhista que se tornou o 35. brasileiro a alcançar o topo do Everest, o carioca Bernardo Pereira Mascarenhas da Fonseca. Inspire-se! Race Smart - check your heart Este episódio é oferecido pela @z2perfomance e pela @2peaksbikes A Z2 agora está com nova embalagem dos géis: abre fácil, com melhor fluxo de sucção e bordas arredondadas pra não te machucar durante o treino ou prova. E tem mais novidade: Barz, a nova barra de energia da Z2! Disponível em Berries & Limão Siciliano e Chocolate & Amendoim, feita com ingredientes naturais para um lanche prático e nutritivo a qualquer hora. Outra novidade é o gel de 75g de carboidratos, ideal pra estratégias de alto consumo. Siga @z2performance e fique por dentro do universo da Z2. A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Pouco mais de um ano após lançar seu primeiro EP, Camille Yembe retorna à cena musical com seu álbum de estreia. "Jeune & laide" é um trabalho intimista e poderoso, no qual a artista belgo‑congolesa aborda as dificuldades e o racismo vividos pela juventude periférica ao ritmo de um cativante techno‑pop. Daniella Franco, da RFI "Jeune et laide" — jovem e feia, em português — traduz um sentimento que Camille Yembé desenvolveu ainda na infância, em Molenbeek, na periferia de Bruxelas, onde nasceu e cresceu. Filha de mãe belga e pai congolês, a artista tinha dificuldade em valorizar seus traços e se reconhecer em uma sociedade em que a branquitude dita os padrões de beleza. Mas as composições de Camille Yembé não se limitam aos traumas físicos: elas se expandem para o coletivo e abordam também o lado mais sombrio da juventude periférica. As dificuldades financeiras, a falta de perspectiva e a estigmatização dos jovens dos bairros populares também estão no centro de seu trabalho — tudo isso embalado por sua voz aveludada e por um envolvente pop eletrônico. A Programação Musical da RFI escolheu para sua playlist a canção "Rien à Fêter" (Nada a festejar). A faixa, que pode ser ouvida nesta edição do Balada Musical, é um manifesto poderoso que traz à tona injustiças silenciadas e a necessidade urgente de soluções. Aumente o som! *** O Balada Musical vai ao ar todos os sábados nos programas da RFI Brasil e também pode ser ouvido no Spotify e no Deezer.
Arthur Marchetto, Anna Raissa e Gustavo Magnani se reúnem pra comentar sobre como organizar as leituras dentro da correria do dia a dia.O trio comenta sobre as dificuldades de organizar o tempo livre da leitura frente a tantas outras produções e outras linguagens de entretenimento, a pesada rotina de trabalho e com outras questões do nosso tempo. Eles também comentam sobre quais tipos de leitura eles priorizam para adiantar sua lista.---LinksApoie o 30:MINConfira nossa vitrine na Amazon!Siga a gente nas redesJá apoia? Acesse suas recompensasConfira todos os títulos do clube!
Trabalhar mais nem sempre significa produzir mais. E Portugal é um dos exemplos disso mesmo. Os dados mais recentes mostram que o país continua a ficar para trás quando se compara a produtividade com a dos parceiros europeus. O que explica esta diferença?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros.
Queda do petróleo e falta da demanda chinesa nos EUA ainda limitam movimento na CBOT. Já no Brasil, demanda permanece intensa e como um suporte fundamental às cotações, mesmo que elas permaneçam lateralizadas.
Neste episódio, recebo o Henrique Krigner, um irmão e líder que tem caminhado com seriedade no Reino. Conversamos sobre um princípio fundamental do Evangelho: a nossa fidelidade no "pouco". Muitas vezes, estamos tão focados na escala do que queremos alcançar que negligenciamos a profundidade do que já temos em mãos. A autoridade espiritual é construída na constância das pequenas decisões, e é ali que Deus forja o caráter necessário para os desafios maiores.Além disso, trouxemos para a mesa um tema que pulsa no coração de muitos: a nossa esperança pelo Brasil. Em tempos de incertezas políticas e sociais, como manter o olhar fixo no que é eterno enquanto exercemos o nosso papel como cidadãos? Henrique, que hoje coloca seu chamado à disposição de São Paulo, compartilha como a nossa fé não é um refúgio para nos omitirmos, mas o combustível para servirmos com excelência e integridade.Este é um convite para realinharmos nossas prioridades e lembrarmos que, não importa o cenário, a nossa esperança tem nome e endereço: ela está fundamentada na soberania de Deus sobre a nossa nação e um povo posicionado e comprometido em expandir o Reino de Deus nessa terra.
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No Provoca desta semana, Marcelo Tas recebe Yohansson Nascimento, ex-atleta paralímpico, multicampeão e atual vice-presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro.Nascido em Maceió (AL), Yohansson nasceu sem as duas mãos em decorrência da rubéola contraída por sua mãe durante a gestação. Sua trajetória no esporte começou de forma inesperada, aos 17 anos, quando foi convidado por uma treinadora a conhecer o atletismo paralímpico. Pouco tempo depois, já representava o Brasil em competições internacionais.Ao longo da carreira, conquistou 6 medalhas paralímpicas, 11 medalhas em Campeonatos Mundiais e 8 medalhas em Jogos Parapan-Americanos, tornando-se um dos maiores velocistas da história do esporte paralímpico brasileiro.Na conversa, Yohansson relembra sua infância, os desafios enfrentados dentro e fora das pistas, a histórica medalha de ouro nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012, o emocionante pedido de casamento após a vitória e sua atuação atual à frente do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Quando perdeu o pai de forma repentina, a Bruna entendeu que o amor deixa marcas que permanecem vivas, mesmo quando a voz de quem amamos já não pode mais ser ouvida.Pouco tempo antes da perda, Bruna havia passado um feriado ao lado do pai. Voltaram para casa no sábado. No domingo de manhã, ele saiu de moto e não voltou mais. Um acidente interrompeu uma história que ela imaginava ter muito mais capítulos pela frente.15 depois, ainda mergulhada no luto, ela tinha um show marcado. Subir naquele palco parecia impossível, mas foi justamente ali, tão perto da despedida, que encontrou forças para seguir. Cantar a fez lembrar por que havia escolhido a música. Desde o início, cada nota carregava um desejo silencioso: orgulhar o pai.A música sempre foi uma herança de família e seu avô era um de seus maiores mestres. Já muito doente, ele passava os dias entre a cama e as lembranças. Foi durante uma visita despretensiosa que Bruna comentou ter experimentado uma sanfona na casa de um amigo, e seu avô respondeu apontando para um instrumento esquecido na sala.A partir daquele dia, ela começou a aprender sozinha. Assistia a vídeos, ensaiava algumas notas e levava a novidade para compartilhar com ele. A sanfona virou uma desculpa bonita para estar presente com ele.Foi então que o pai percebeu algo especial naquele encontro entre neta e avô. Incentivou Bruna a pedir o instrumento para ela. Antes mesmo que ela terminasse a frase, o avô já havia dado sua resposta: para ele, aquela sanfona pertencia a quem a tocava.Um mês depois, ele partiu.Hoje, o pai já não está aqui. O avô também não. Outros amigos se foram pelo caminho, alguns de forma tão inesperada quanto o pai. Mas, quando Bruna canta, nenhuma dessas presenças parece distante.Porque a música se tornou o lugar onde as memórias permanecem vivas, o espaço onde o amor continua encontrando voz e onde ela pode reverenciar aqueles que ajudaram a construir quem ela é.Bruna acaba de lançar a música “Quase de Dançar”. O clipe reúne relatos de pessoas que já passaram pelo @historiasdeterapia e que ajudam a comprovar o poder transformador da música. Como diz a própria letra: toda canção nasce do que é bom de ouvir por dentro.
Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros.
Como ficará o tempo nos meses de junho, julho e agosto? Esse é o tema da entrevista com a meteorologista da Epagri/Ciram Gilsânia Cruz.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maurício FrighettoApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
Um menino de apenas três anos acompanhava o pai na oficina, observando a fabricação de arreios e selas.Ele admirava tanto o trabalho do pai que sonhava ser igual a ele quando crescesse.Certo dia, tentando imitá-lo, pegou uma ferramenta pontuda e começou a trabalhar um pedaço de couro. A ferramenta escapou de sua mão e atingiu seu olho esquerdo.Pouco tempo depois, uma infecção afetou também o outro olho.O menino ficou completamente cego.Com o passar dos anos, as lembranças das imagens foram desaparecendo. Ele já não conseguia recordar as cores.Mesmo assim, continuou ajudando o pai e frequentando a escola.Todos admiravam sua inteligência e sua memória.Mas havia algo que o incomodava profundamente.Enquanto os colegas liam livros e escreviam cartas, ele não podia fazer o mesmo.Até que ouviu falar de uma escola para cegos, em Paris.Aos dez anos, chegou ao instituto onde estudavam crianças com deficiência visual.Lá existiam livros com letras em relevo.Era possível ler com os dedos.Mas havia um problema.Os livros eram enormes, caros e difíceis de produzir.Uma história pequena ocupava muitas páginas.Em pouco tempo, ele já havia lido tudo o que a biblioteca tinha para oferecer.E queria mais.Muito mais.Apaixonado por música, também queria ler partituras e aprender cada vez mais.Foi então que conheceu um sistema criado para que soldados pudessem ler mensagens no escuro, apenas tocando pontos em relevo.O menino enxergou uma oportunidade.Se funcionava para soldados, poderia funcionar para cegos.E começou a trabalhar.Noite após noite.Dia após dia.Com paciência, dedicação e perseverança.Muitos duvidaram.Muitos resistiram.Mas ele não desistiu.Até que, aos vinte anos, criou um sistema simples e revolucionário: combinações de seis pontos capazes de formar letras, palavras, números e até notas musicais.Seu nome era Louis Braille.E o método que leva seu sobrenome transformou a vida de milhões de pessoas em todo o mundo.Curiosamente, a ferramenta que o cegou na infância foi parecida com a que ele utilizou para criar o sistema que iluminaria a vida de tantos outros.Que lição extraordinária.Aquilo que parecia ser o fim da sua história tornou-se o começo de uma missão.Louis Braille não permitiu que sua limitação definisse seu destino.Pelo contrário.Transformou sua maior dificuldade em uma das maiores contribuições que alguém poderia oferecer à humanidade.E talvez seja essa a reflexão que vale para todos nós.Nem sempre escolhemos as circunstâncias que a vida nos apresenta.Mas sempre podemos escolher o que faremos com elas.Porque os obstáculos não precisam ser o ponto final da nossa caminhada.Muitas vezes, são exatamente eles que nos mostram o caminho para deixar nossa marca no mundo.
Um menino de apenas três anos acompanhava o pai na oficina, observando a fabricação de arreios e selas.Ele admirava tanto o trabalho do pai que sonhava ser igual a ele quando crescesse.Certo dia, tentando imitá-lo, pegou uma ferramenta pontuda e começou a trabalhar um pedaço de couro. A ferramenta escapou de sua mão e atingiu seu olho esquerdo.Pouco tempo depois, uma infecção afetou também o outro olho.O menino ficou completamente cego.Com o passar dos anos, as lembranças das imagens foram desaparecendo. Ele já não conseguia recordar as cores.Mesmo assim, continuou ajudando o pai e frequentando a escola.Todos admiravam sua inteligência e sua memória.Mas havia algo que o incomodava profundamente.Enquanto os colegas liam livros e escreviam cartas, ele não podia fazer o mesmo.Até que ouviu falar de uma escola para cegos, em Paris.Aos dez anos, chegou ao instituto onde estudavam crianças com deficiência visual.Lá existiam livros com letras em relevo.Era possível ler com os dedos.Mas havia um problema.Os livros eram enormes, caros e difíceis de produzir.Uma história pequena ocupava muitas páginas.Em pouco tempo, ele já havia lido tudo o que a biblioteca tinha para oferecer.E queria mais.Muito mais.Apaixonado por música, também queria ler partituras e aprender cada vez mais.Foi então que conheceu um sistema criado para que soldados pudessem ler mensagens no escuro, apenas tocando pontos em relevo.O menino enxergou uma oportunidade.Se funcionava para soldados, poderia funcionar para cegos.E começou a trabalhar.Noite após noite.Dia após dia.Com paciência, dedicação e perseverança.Muitos duvidaram.Muitos resistiram.Mas ele não desistiu.Até que, aos vinte anos, criou um sistema simples e revolucionário: combinações de seis pontos capazes de formar letras, palavras, números e até notas musicais.Seu nome era Louis Braille.E o método que leva seu sobrenome transformou a vida de milhões de pessoas em todo o mundo.Curiosamente, a ferramenta que o cegou na infância foi parecida com a que ele utilizou para criar o sistema que iluminaria a vida de tantos outros.Que lição extraordinária.Aquilo que parecia ser o fim da sua história tornou-se o começo de uma missão.Louis Braille não permitiu que sua limitação definisse seu destino.Pelo contrário.Transformou sua maior dificuldade em uma das maiores contribuições que alguém poderia oferecer à humanidade.E talvez seja essa a reflexão que vale para todos nós.Nem sempre escolhemos as circunstâncias que a vida nos apresenta.Mas sempre podemos escolher o que faremos com elas.Porque os obstáculos não precisam ser o ponto final da nossa caminhada.Muitas vezes, são exatamente eles que nos mostram o caminho para deixar nossa marca no mundo.
Se as perdêssemos de vista por umas horas, não saberíamos reencontrar as nossas vidas pelo cheiro, nem pelo gemido que fazem, nem daríamos com esses corpos tão abatidos que só de um certo ângulo, a poucos palmos do espelho, nos parece que sim, serão os nossos, porque repetem vagamente os mesmos gestos ou expressões. Mas mesmo nisso parece instalar-se um certo desfasamento, algum atraso, e são poucos aqueles que nalgum dos seus rastros se mostram firmemente fiéis à sua juventude. Reserva-se esse elogio hoje a tão poucos: “Pouco antes de morrer, o que ele escrevia, o modo como continuava a viver, conservavam a virulência, a agressividade e a independência dos seus 25 anos.” Em certa medida a poesia era uma resistência da juventude pela vida fora, o doloroso alarme mantido na relação com o mundo, a impossibilidade de se saciar com aquele pão com que os demais empurram seja o que for. Chega uma altura em que o abandono parece a nossa melhor arma. Quem ama não faz contas, mas hoje tudo se guia por esses sinais: soma: multiplicação… “O mundo moderno”, escrevia Péguy, “não é universalmente prostituível por luxúria. É totalmente incapaz disso. Ele é universalmente prostituível porque é universalmente intercambiável”. Queremos dizer-nos alguma coisa, mas até as nossas palavras parece que tilintam mais do que soam, estão cheias da frieza do cálculo, não passam de fracções. Ora, o dinheiro não exprime outra coisa senão a desolação do infinitamente reconvertível. Assim, cada palavra vale tanto ou tão pouco como outra qualquer. “Quando o dinheiro vale alguma coisa, a palavra não vale nada. Quando a palavra vale, o dinheiro não vale nada” (comité invisível). Por estes dias, olhando à volta, até isso a que chamam luta já pouco se distingue do conformismo, da resignação. “Quando a História for escrita como deve ser, os homens ficarão admirados do comedimento e da grande paciência das massas e não da sua ferocidade”, assevera o autor de Os Jacobinos Negros. Chega-se a uma altura em que se percebe que o tempo está decididamente contra nós, mas em vez de isso reverter a favor dessa doença mortal, dessa razão desesperada, todos ainda aguardam que a sua situação se resolva. E vamos sair mais algumas vezes e reivindicar esses salários de fome, gratos pela nossa miséria, dando por nós tão longe de qualquer ambição existencial, a qual teria de passar por “repelir para o mais longe possível as relações hostis urdidas na esfera do dinheiro, da contabilidade, da medida, da avaliação”. Os do comité invisível adiantam que, por esta altura, a economia já não é somente aquilo de que devemos sair para deixarmos de ser esfomeados, mas é aquilo de que é necessário sair para viver, para simplesmente estar presente no mundo. O mais grave, assim, é que a cada dia que passa se colhem cada vez mais provas da impossibilidade de dois ou mais se encontrarem num lugar e num tempo, pois mesmo os nossos ímpetos aventurosos estão distribuídos por frequências de onda que só por um acaso milagroso se combinam e enredam. “Após uma ausência de que ninguém teve a culpa/ ficamos acanhados um ao pé do outro/ e as nossas palavras parecem mais recentes do que nós,/ como se tivéssemos de voltar ao momento em que nos conhecemos/ e recuperar-nos até ao presente”, lê-se nuns versos de Linda Pastan, num poema em que ela reconhece como o maior perigo que enfrentam os amantes é “toda essa ressaca/ da vida quotidiana, oculta mas perigosa,/ que tão depressa nos puxa a ambos para o fundo”. De resto, quem ainda se sujeita aos destratos de andar sem rumo, aprender com dificuldade os idiomas do acaso pela hipótese de provar o néctar da beira da estrada, dos fins de mundo, dessas zonas limite? “A economia, é este o seu princípio, faz-nos correr como ratos, para que não estejamos nunca lá, a descobrir o segredo da sua usurpação: a presença./ Sair da economia é fazer emergir o plano da realidade que ela esconde. A troca mercantil e tudo o que ela comporta de dura negociação, de desconfiança, de engano”… Aquele brilhante judeu que se matou por receio de ser entregue à Gestapo, quando tentava escapar pelos Pirenéus, notou que articular o passado historicamente não significa conhecê-lo “como ele de facto foi”, mas apoderar-se de uma recordação, tal como ela relampeja no instante de perigo. O pior do nosso tempo é que os perigos se multiplicam, e se tantos fazem questão de os registar, diagnosticar, se passamos boa parte do nosso tempo comovidos com a nossa infindável capacidade de sofrermos com as dores mais distantes, depois ninguém faz nada em relação àquilo que está mais próximo. Falta aquela capacidade própria dos poetas que, no entender de Cortázar, se reconheciam menos pelo que os trancava em si mesmos e mais naquilo que lhes era próximo, que os fazia sentir implicados no que tinham ao seu redor. “Falo da responsabilidade do poeta, esse irresponsável por direito próprio, esse anarquista enamorado de uma ordem solar e nunca da nova ordem ou do slogan que faz marchar ao mesmo passo cinco ou setecentos milhões de homens numa paródia de ordem. Falo de algo que desagradará profundamente aos comissários, aos jovens turcos ou aos guardas vermelhos; falo de uma condição que ninguém descreveu melhor do que John Keats numa carta a que, há muitos anos, chamei a carta do camaleão e que mereceria ser tão célebre como a ‘Lettre du voyant'. O seu prelúdio deixa-se perceber numa frase escrita um ano antes e quase de passagem. Keats diz ao seu amigo Bayley que nunca esperou outra felicidade além da do puro presente e acrescenta, como quem não quer a coisa: ‘Se um pardal pousa junto da minha janela, tomo parte na sua existência e debico no chão…'” Por estas bandas, ninguém merece um reflexo na carne dos outros, um eco seu que floresça a tempo de lhe dar algum sinal, e tudo o que de mais verdadeiro e sensível acontece, perde-se como se não tivesse acontecido. Vamos fazendo a crónica de “uma pequena nação de pequenos assassinos caseiros” (Luiz Pacheco), por incapacidade de nos sujeitarmos às exigências da admiração, que implicam desde logo deixar de lado o cálculo. É a típica condenação a que nos sujeita um tempo medíocre. Envelheces tão cedo, por essa impossibilidade de escolher, por nos sairmos sempre pior num registo impetuoso, quando toda a eloquência é sentida como uma ofensa. Alheios ao seu próprio sonho, decalca o Pacheco no António Sérgio, para falar de nós, seres caídos nesta espiral vagabunda, num país aos bocados, que se reconhece por este cheiro a despegado, que se mantém colado apenas para favorecer algum esquema. E o Pacheco foi vendo, com o acumular dos anos, este desamparo de “tantos de nós ludibriando os próprios sonhos da sua juventude, anquilosando ambições mais do que legítimas, minguando-se, limitando-se (…) sem horizontes já para inventar algo melhor. Pendurados na fezada de um futuro, que já não vai ser para eles, isto é, que já os apanha disformes: gordos, apatetados, com cirroses… envelhecidos prematuramente por dentro, e muito sono nas almas, leia-se consciências.” E talvez porque não há luta em comum que nos arranque desse casulo, dessa clausura, desse castigo de se ver a definhar para fazer carreira como “eu”, e nos devolva uns aos outros. “Há qualquer coisa de prostituível em todo o lado em que domina o nosso ‘valor social', em todo o lado onde se troca uma parte de nós pela mínima retribuição, seja ela, financeira, simbólica, política, afectiva ou sexual” (comité invisível). E, neste ponto, vale a pena retomar a correspondência de Keats, que, numa carta a Richard Woodhouse, trocou o pardal pelo camaleão: “Quanto ao carácter poético em si... não tem um eu; é tudo e é nada: não tem carácter; deleita-se tanto com a luz como com a sombra; vive naquilo de que gosta, seja horrível ou belo, excelso ou humilde, rico ou pobre, mesquinho ou elevado. Sente tanto prazer em conceber um Iago como uma Imogena. Aquilo que choca o filósofo virtuoso deleita o poeta-camaleão... Um poeta é a coisa menos poética que existe; como não tem identidade, tende continuamente a encarnar-se noutros corpos... O poeta não possui nenhum atributo invariável; é, certamente, a menos poética de todas as criaturas de Deus.” Neste episódio, o David voltou para nos dar uma hipótese de tirarmos a barriga de misérias e saltarmos da greve geral para umas luxuriantes patuscadas, conseguidas na base de todo um arsenal de poções e fórmulas científicas aplicadas à exploração gastronómica, sem abdicar, no entanto, daquela elementar dose de porrada e humilhações sem as quais nunca se faz nada, além dos gerais iscos que convencem os lorpas de que têm muita sorte em ter um chulo a ocupar-se deles. Vamos também dar um passeio pela feira do livro de Lisboa pela mão do Pacheco e ouvir as últimas quanto a editores a quem, por maior que seja a crise, nunca há-de faltar um tremendo jeito para o negócio.
Adepto do humor e das “power naps”, o filósofo e professor David Erlich fala do triplo milagre da vida: o facto de existir, ser auto-consciente e ser uma auto-consciência que se ri de si própria. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Eu perdi o encontro do controle na época, e meu computador, eu tinha o controle que eu peguei de graça na Epic, mas meu computador não rodava, e nem sei se hoje roda ainda, eu troquei de computador, mas eu não sei se ele é suficiente. Enfim, vamos ver. Acabei de checar aqui, o Alan Wake 2 não tem nem para Switch 1, nem para Switch 2, ou seja, não tem.Então não vou jogar tão cedo assim.Diálogo infinito sobre games via WhatsApp. Com João Varella, Alexandre Sato, Thomas Kehl, Marcos Kiyoto, João R e Marina AndreoliDois Analógicos - Listen on Spotify - Linktree
Uma cientista envolvida com pesquisas de antigravidade.Mensagens desesperadas dizendo que estava sendo atacada por armas experimentais. E uma morte cercada de dúvidas.Neste episódio do Bunker X, Affonso Solano, Afonso 3D e Bruno “Rolandinho” Marchese mergulhamo no caso perturbador de Amy Eskridge — uma pesquisadora que afirmava estar sendo perseguida por tecnologias secretas do governo e que alegava que os Aliens do tipo “Greys” poderiam ser, na verdade, humanos do futuro.Ela dizia que estavam tentando silenciá-la.Pouco tempo depois… ela morreu.Coincidência? Paranoia? Ou mais um caso de alguém que chegou perto demais da verdade?Neste episódio:* A trajetória de Amy Eskridge e suas pesquisas em antigravidade* O Institute for Exotic Science e os bastidores da ciência “proibida”* As mensagens e relatos sobre ataques com armas de energia* A teoria de que aliens são viajantes do tempo* As circunstâncias controversas de sua mortePrepare-se para mais um mergulho no desconhecido.COMPRE O LIVRO DO ROLANDINHO: https://www.amazon.com.br/dp/8542241738/ref=cm_sw_r_as_gl_api_gl_i_DANP970TRFHGWYNSHV1N?linkCode=ml1&tag=rolandinho-20&linkId=866629fa2c6aeedf3fcbdc176167836e------------------Este programa foi um oferecimento de:INSIDER. Garanta descontos incríveis usando o cupom BUNKERX em: https://www.insiderstore.com.br/BunkerX#InsiderStore------------------
Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros.
Bom dia!A pílula de hoje mostra como posicionamento, comunicação e clareza comercial ainda separam profissionais técnicos de profissionais valorizados pelo mercado.
Bruno Cardoso Reis considera as ameaças de Trump pouco credíveis. O historiador alerta para o risco de ataques russos indiscriminados a Kiev e nota que as defesas ucranianas estão sob pressão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Pronaf completou 30 anos e mudou muito. Exceto numa coisa: boa parte do dinheiro vai para commodities, e não alimentos. No terceiro episódio da série “Agronegocinho”, adentramos o labirinto do crédito rural para entender como mais uma política pensada para o pequeno agricultor acaba por beneficiar o agronegócio. E nos deparamos com a história de uma visita inusitada à Esplanada dos Ministérios. A ficha técnica completa, com todas as fontes de informação está disponível em nosso site. O Joio e o Prato Cheio são mantidos com o apoio de organizações da sociedade que atuam na promoção da alimentação adequada e saudável. ACT Promoção da Saúde, Porticus, Oak Foundation, Fundação Ford, Instituto Ibirapitanga e Fundação Heinrich Boll são apoiadores regulares dos nossos projetos. Entre em nosso canal do WhatsApp e fique mais perto da nossa comunidade. Contamos com a colaboração de leitores e ouvintes para continuar produzindo conteúdo independente e de qualidade. Se puder nos apoiar financeiramente, todos os caminhos estão aqui. Se não puder, divulgue o Prato Cheio pra família e amigos, isso nos ajuda muito!
Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros
O “BOM DIA, JESUS” é um devocional diário do Inteligência LTDA. para você começar o dia com a benção de Deus.LUIZ SAYÃO, pastor, mestre em Hebraico, teólogo e iluminado, traz palavras de sabedoria e reflexão para que o dia se inicie de uma maneira positiva e cheio de esperança, preparando você para enfrentar todos os obstáculos que cruzam o seu caminho.Todos os dias, às 6 da manhã.
Uma breve conversa sobre esse assunto que infelizmente acontece cada vez mais.Matéria:
Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros.
Devocional 2026: Passeio na Vinha. Para compra acesse o link: https://amzn.to/4pGMuRrAdquira um exemplar: https://amzn.to/4pGMuRr O Ministério Permanecer nasce com um propósito claro: conduzir pessoas a uma vida cristã profunda, bíblica e frutífera, firmada em um relacionamento real e diário com Jesus Cristo.Pouco antes de ir para a cruz, Jesus poderia ter levado Seus discípulos a muitos lugares. No entanto, Ele escolheu uma vinha. Nesse cenário simples, porém carregado de significado espiritual, o Mestre revelou um dos ensinamentos mais profundos da fé cristã: Ele é a Videira Verdadeira, e nós somos os ramos.A vida cristã não se sustenta em esforço humano, religiosidade ou emoção momentânea, mas em permanecer em Cristo, conectados à única fonte capaz de satisfazer plenamente a alma humana.O devocional “Passeio na Vinha”, que guiará nosso ano de 2026, é um convite diário para caminhar com Jesus, aprender com Ele e viver uma fé que produz fruto. Mais do que reflexões, este canal propõe uma disciplina espiritual prática, bíblica e acessível, para que você desenvolva intimidade com Deus no cotidiano — no silêncio, na Palavra, na oração e na obediência.
Devocional 2026: Passeio na Vinha. Para compra acesse o link: https://amzn.to/4pGMuRrAdquira um exemplar: https://amzn.to/4pGMuRr O Ministério Permanecer nasce com um propósito claro: conduzir pessoas a uma vida cristã profunda, bíblica e frutífera, firmada em um relacionamento real e diário com Jesus Cristo.Pouco antes de ir para a cruz, Jesus poderia ter levado Seus discípulos a muitos lugares. No entanto, Ele escolheu uma vinha. Nesse cenário simples, porém carregado de significado espiritual, o Mestre revelou um dos ensinamentos mais profundos da fé cristã: Ele é a Videira Verdadeira, e nós somos os ramos.A vida cristã não se sustenta em esforço humano, religiosidade ou emoção momentânea, mas em permanecer em Cristo, conectados à única fonte capaz de satisfazer plenamente a alma humana.O devocional “Passeio na Vinha”, que guiará nosso ano de 2026, é um convite diário para caminhar com Jesus, aprender com Ele e viver uma fé que produz fruto. Mais do que reflexões, este canal propõe uma disciplina espiritual prática, bíblica e acessível, para que você desenvolva intimidade com Deus no cotidiano — no silêncio, na Palavra, na oração e na obediência.Aqui, você encontrará: • Devocionais diários profundos e aplicáveis • Estudos bíblicos centrados em Cristo • Reflexões sobre vida cristã, perseverança e maturidade espiritual • Conteúdos para quem deseja permanecer firme em tempos difíceis • Encorajamento para uma fé viva, constante e frutíferaO Ministério Permanecer é para quem:✔️ Deseja crescer espiritualmente de forma consistente. ✔️ Busca intimidade real com Deus, além da religiosidade✔️ Quer aprender a ouvir, obedecer e permanecer em Cristo✔️ Anseia por uma vida cristã que gere fruto permanenteEste canal é um espaço de edificação, confrontação amorosa e encorajamento espiritual. Cada vídeo é um passo nesse passeio pela vinha, onde tesouros espirituais foram deixados por Cristo para aqueles que decidem permanecer n'Ele.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: 2 CRÔNICAS 18:9-16 PLANO DE LEITURA ANUAL: 2 REIS 17–18; JOÃO 3:19-36 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Em Paris, a Conferência de Paz encerrou a Primeira Guerra Mundial, mas o marechal francês Ferdinand Foch observou amargamente: “Isso não é paz. É um armistício de uns 20 anos”. A visão de Foch contradizia a opinião popular de que era a “guerra que acabaria com todas as guerras”. Pouco mais de 20 anos depois, estourou a Segunda Guerra Mundial. Foch estava certo. Centenas de anos antes, Micaías, profeta de Deus em sua época, profetizou muitos perdas terríveis para Israel (2 CRÔNICAS 18:7). Em contraste, 400 dos falsos profetas do rei Acabe profetizavam vitória: “Veja, todos os profetas prometem vitória para o rei”, disseram a Micaías. “Concorde com eles e também prometa sucesso” (v.12). Ele respondeu: “direi apenas o que meu Deus ordenar” (v.13). Micaías profetizou que Israel seria “espalhado pelos montes, como ovelhas sem pastor” (v.16). E ele estava certo. Os arameus mataram Acabe e o exército fugiu (vv.33-34; 1 Reis 22:35-36). Como Micaías, os cristãos compartilham uma mensagem que contradiz a opinião popular. Jesus disse: “Ninguém pode vir ao Pai senão por mim” (JOÃO 14:6). Muitos não gostam dessa mensagem porque ela parece excludente. No entanto, a mensagem reconfortante que Cristo traz é inclusiva. Ele acolhe todos os que se voltam para Ele. Por: TIM GUSTAFSON
Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros.
Em entrevista ao Observador, Pedro Silva Martins, antigo secretário de Estado do Emprego de Passos, lamenta a forma como o então candidato presidencial condicionou a discussão sobre a reforma laboral.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sua vida teve um início marcado por um episódio decisivo. Durante o parto, uma complicação grave colocou em risco a vida dele e da mãe. Em meio à situação, o pai foi chamado a decidir e indicou que a prioridade fosse salvar a mãe. Ao final, os dois sobreviveram. Sua infância foi marcada pela vida ao ar livre e, desde cedo, teve contato com o esporte, influenciado especialmente pelo pai, que participou das primeiras maratonas e provas de triathlon realizadas no Brasil. Dos 7 aos 14 anos, nadou pelo Fluminense, onde teve destaque nas categorias de base. Com o passar do tempo, o aumento da cobrança o fez perder o interesse na natação. No início da década de 90, mudou-se para a Barra da Tijuca e passou a viver mais próximo ao ambiente de praia. Praticou surfe e jiu-jitsu. Mais tarde, retomou a natação e iniciou a participação em provas de biathlon. Em 1994, estreou no triathlon. Apenas dois anos depois, decidiu competir profissionalmente. Nos anos seguintes, investiu em temporadas de treinamento em Boulder, nos Estados Unidos. A partir daí, foi construindo uma carreira com resultados consistentes. O auge veio em 2007, com o título de campeão brasileiro, o campeonato sul-americano e a medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos. Quatro anos depois, durante o ciclo para os Jogos de Pequim, uma lesão interrompeu a tentativa de classificação olímpica. No mesmo período, nasceu seu filho, marcando uma nova fase de vida. Já em 2008, fez sua estreia em uma prova de Ironman, em Florianópolis e no ano seguinte, conquistou a nona colocação. Paralelamente à carreira como atleta, já vinha se envolvendo na organização de eventos esportivos. Entre 2004 e 2007, colaborou com o Fast Triathlon. Em seguida, participou da criação do Run for Water e do Rei do Mar. Pouco depois, decidiu abrir sua própria empresa de eventos para organizar o Circuito Rio Antigo de corridas de rua. Anos mais tarde, retornou ao Ironman Brasil como atleta amador. Conquistou a classificação para o Mundial do Havaí naquele mesmo ano. Na temporada seguinte, alcançou o terceiro lugar no Ironman da Flórida. A partir de 2017, assumiu a missão de se tornar diretor-geral da Confederação Brasileira de Triathlon. Ao longo dos ciclos olímpicos de Tóquio e Paris, atuou na estruturação de governança, processos institucionais e no relacionamento com entidades do esporte. Nesse período, o Brasil conquistou resultados inéditos na modalidade. Mais recentemente, passou a integrar a área de relações institucionais do Comitê Olímpico do Brasil. Também esteve à frente da coordenação da candidatura conjunta Rio–Niterói para os Jogos Pan-Americanos de 2031. Conosco aqui, o educador físico e futuro advogado, ex-triatleta profissional que se tornou o cartola dos cartolas da modalidade, um dedicado homem de família, o carioca Virgílio de Castilho Barbosa Filho. Inspire-se! Race Smart - check your heart Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Novas imagens mostram o momento da decolagem do avião que caiu na última segunda-feira (4), em Belo Horizonte (MG), e matou três pessoas. A aeronave levantou voo em Teófilo Otoni. Nas imagens, é possível ver o piloto, Wellington Oliveira, se dirigindo para a aeronave. Outro vídeo mostra o avião decolando para a capital mineira. Pouco depois das 12h, ele perde altitude e bate contra um prédio residencial. Wellington Oliveira, Fernando Moreira e Leonardo Berganholi morreram no acidente; duas pessoas estão internadas. E ainda: Chuva na região metropolitana de Recife (PE) alaga ruas e suspende aulas.
Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros.
Orlando Samões explica que o impasse entre os EUA e o Irão é grave, com Teerão a não parecer disposto a fazer concessões diplomáticas. O especialista vê ainda com ceticismo a trégua na Ucrânia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Crônicas da Cidade - 04/05/2016
O sandumonense Igor teve seu primeiro contato com computadores logo na infância, quando se interessou pelo TK 85 do vizinho que, após uma troca por uma caixa de som, acabou virando dele. Isso também lhe ofereceu o primeiro contato com programação, o que foi interrompido quando o computador quebrou, e retomado nos pequenos cursos de informática no final dos anos 90.Dali em diante, Igor nutriu o interesse pelo assunto à medida que foi alternando entre o foco nos estudos e no trabalho, o que o levou até Juiz de Fora e, em seguida, para Belo Horizonte, em uma dinâmica que envolvia muita estrada. Pouco tempo depois, graças a uma feira de faculdades oferecida pelo Canadá, Québec entrou no seu radar, e nunca mais saiu.Neste episódio, o Igor conta como foi seu surpreendentemente rápido processo seletivo, e como sua carreira tem evoluído na terra onde ainda faz frio no final de abril.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaIgor Vieira, Engenheiro de Software em Québec, CanadáLinks:Global Stream TalentTechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts
Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros.
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Tuani Almeida, conhecida como @mamy_de_tres, para uma conversa sobre como construir um negócio digital do zero, mesmo sem aparecer.Depois de 10 anos com um salão de beleza, Tuani tomou uma decisão difícil: vendeu tudo para viver a maternidade. Pouco tempo depois, grávida do terceiro filho, morando em um espaço pequeno com a família e enfrentando dificuldadesfinanceiras, ela precisou recomeçar.Foi nesse cenário que ela entrou no digital.Com três filhos pequenos e estudando apenas depois que eles dormiam, no primeiro mês ela já faturou R$10 mil.Hoje, são mais de R$3 milhões faturados e mais de 6 mil alunas, tudo construído com um modelo que não exige exposição.No Kiwicast, ela mostrou que vender sem aparecer não é promessa, é estratégia.Ela falou sobre:• Como começou do zero em meio à maternidade• Como fez as primeiras vendas sem audiência• Por que vender sem aparecer é possível hoje• Os erros de quem tenta copiar quem aparece• como construir um negócio mesmo sem exposição• o que fez ela sair de R$0 a milhões no digitalAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
Estamos #NOAR! Pouco inspirado, Santa Cruz perde para o líder Amazonas na Arena de Pernambuco. Vem acompanhar!
Garcia Pereira é advogado e um histórico combatente do fascismo. Há décadas que surge na frente de combate aos despedimentos, à precariedade, aos salários baixos, ao abuso patronal e à erosão dos direitos para quem trabalha. Há dois anos foi distinguido com o Prémio Nelson Mandela 2024, atribuído pela ProPública, pelo trabalho em prol dos mais vulneráveis. Recentemente, apresentou uma queixa crime ao Ministério Público a pedir a extinção do Chega por violação da Constituição, nomeadamente por alegar ser um partido neofascista. Voz crítica da proposta do Governo para a reforma laboral, Garcia Pereira alerta: “As medidas baseiam-se no trabalho precário, salários baixos e facilitação dos despedimentos. O país perderá com isto”. Ouçam-no nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas” de Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No dia em que Milton Hatoum assume uma cadeira na Academia Brasileira de Letras, tornando-se o primeiro escritor da Amazônia a fazê-lo , a Amazônia Latitude retoma uma palestra realizada em 2016, na Universidade do Estado do Amazonas. Nesta fala, ele revisita sua formação como leitor em Manaus, reflete sobre o papel da escola pública, a desigualdade como marca estrutural do país, e a literatura como forma de compreender o outro. Entre memórias pessoais e posicionamentos críticos, Hatoum articula uma visão de mundo em que o acesso ao conhecimento é também um gesto de autonomia, e de resistência. Um registro que atravessa tempo, território e experiência. Uma voz que, hoje, ganha novo peso.
Aos 16 anos e iniciou no atletismo correndo provas de velocidade, meio-fundo e fundo. Ingressou na faculdade de Direito em 1984, continuou correndo e teve o primeiro filho. Já trabalhava como advogada quando veio o segundo filho. Pouco tempo depois, ingressou na marcha atlética. Em poucos anos, alcançou destaque nacional e internacional. Foi sete vezes campeã brasileira no Troféu Brasil de Atletismo e conquistou também diversos títulos da Copa Brasil de Marcha Atlética, com vitórias nas provas de 10 e 20 km. Em 1996, foi campeã ibero-americana e estabeleceu o recorde sul-americano dos 10.000 metros na pista. Também somou pódios em campeonatos sul-americanos e representou o Brasil em Copas do Mundo. O seu envolvimento no projeto social de atletismo criado pelo treinador e depois marido foi gradual, e aos poucos ela iniciou uma transição para a função de treinadora. Com o tempo, passou a atuar diretamente na formação de atletas e integrou delegações brasileiras em campeonatos mundiais, Jogos Pan-Americanos e Jogos Olímpicos. Conosco aqui, a marchadora, advogada, educadora física e treinadora, uma das principais responsáveis pelo desenvolvimento da marcha atlética no Brasil, mãe e treinadora do também marchador Caio Bonfim, medalhista olímpico e vice-campeão mundial nos 35 km e campeão mundial na prova dos 20 km, foi eleita pelo COB em 2025 a melhor treinadora do Brasil, uma vencedora sobradinhense, Gianetti Oliveira de Sena Bonfim. Inspire-se! Race Smart - check your heart Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Each year Australians gather on ANZAC Day to remember those who served in wars, conflicts and peacekeeping missions. But whose stories are we remembering? Are there stories we don't always hear? In this episode we explore an important part of Australia's history that has often been overlooked—the service of Aboriginal and Torres Strait Islander peoples. - Todos os anos, pessoas se reúnem para lembrar aqueles que participaram de guerras, conflitos e missões de paz. Mas, de quem são as histórias que estamos lembrando? E quais são aquelas que nem sempre ouvimos? Neste episódio do Australia Explained, vamos olhar para uma parte importante da história australiana que, por muito tempo, ficou em segundo plano: a participação dos povos aborígenes e dos ilhéus do Estreito de Torres.
Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros.
NESTA EDIÇÃO. Após sinal do Irã de reabertura para exportações de petróleo do Oriente Médio, EUA capturam navio e mantém bloqueio. Governo consegue suspender liminar contra imposto de exportação. Consumo industrial no mercado livre de gás ultrapassa mercado cativo. Brasil e Espanha assinam acordo sobre minerais críticos. ***Locução gerada por IA
O Sport ficou no 0 a 0 com o América MG, fora de casa, pela Série B. Em uma atuação pouco inspirada ofensivamente, o Leão criou pouco e acabou somando apenas um ponto, apesar de manter a invencibilidade na competição. No pós-jogo, Fred Figueiroa, Cassio Zirpoli e Lucas Liausu analisam o desempenho, as dificuldades no […]
Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros
Convidado: Marcelo Lins, apresentador e comentarista de política internacional da GloboNews. “Uma civilização inteira morrerá esta noite”. Foi com esta ameaça que Donald Trump reforçou o ultimato dado ao governo iraniano caso o Estreito de Ormuz não fosse reaberto até as 21h de terça-feira (7). Pouco antes do prazo se encerrar, o presidente dos Estados Unidos adiou o ultimato por mais duas semanas. O chanceler de Teerã disse que irá reabrir a passagem. Depois que Trump postou a ameaça em sua rede social, o Irã disse que abandonaria a mesa de negociações e o regime convocou manifestantes para um ato simbólico: iranianos e iranianas formaram um escudo humano para proteger as usinas termelétricas do país. Nos últimos dias, o Paquistão tentou intermediar um acordo entre EUA e Irã para um cessar-fogo, mas ambos recusaram. O governo de Teerã exige o fim do conflito, indenizações pelos danos sofridos e garantias de que não será atacado novamente. Agora, os dois países negociam uma proposta de dez pontos durante o cessar-fogo. Neste episódio, Natuza Nery recebe Marcelo Lins, apresentador e comentarista de política internacional da GloboNews, para analisar o peso do que disse Trump e o que ele pode, de fato, fazer no Oriente Médio. Lins também analisa as perspectivas de acordos entre EUA e Irã – e como fica Israel no meio disso.
Tacyo Chechinato era um dos gerentes de banco mais jovens da rede, mas percebeu que o sistema estava desenhado para manter as pessoas no automático. Ele saiu do front bancário para fundar o maior escritório de alavancagem patrimonial do país, estruturando bilhões em crédito.Neste episódio, Tacyo revela por que o brasileiro tem um medo paralisante de dívida, enquanto os verdadeiros milionários usam o dinheiro dos outros para construir fortuna.O cenário é assustador: a maioria dos brasileiros viverá na pobreza em alguns anos se depender apenas do Estado.Tacyo ensina como usar a alavancagem para adquirir ativos que se pagam sozinhos, geram renda passiva e aceleram a construção de patrimônio em tempo recorde. Se você quer parar de trabalhar para o banco e começar a fazer o banco trabalhar para você, este é o seu mapa de guerra.Disponível no Youtube:Link: https://open.spotify.com/episode/13SU4poHnQdQjmh1iV78Xe?si=8qaAi-5WT5S0EwFO-5iDCw00:00:00 - Os números assustadores da pobreza no Brasil.00:02:28 - O que é Alavancagem Patrimonial na prática.00:11:15 - O funil meritocrático e a inadimplência nacional.00:15:40 - Case 1: Como conquistar o primeiro imóvel com baixa renda.00:20:30 - Case 2: Construindo liberdade financeira com Estúdios e Short Stay.00:27:01 - Case 3: O jogo do Alta Renda (Dinheiro faz Dinheiro).00:40:50 - Por que não olhar para o prazo, mas para o processo.00:41:50 - Trocando dívida cara (financiamento) por dívida barata.01:04:34 - Riscos reais: O método API (Aquisição, Previdência, Investimento).01:23:47 - Presente exclusivo: Planejamento gratuito e bônus na parcela.Siga o Tacyo no Instagram:https://www.instagram.com/tacyo/Nos Siga:Marcelo Toledo: https://www.instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://www.instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://www.tiktok.com/@excepcionaispodcast