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CONCURSO POLÍCIA CIENTÍFICA SP: SERÁ REGIONALIZADO? DÁ PRA TRABALHAR PERTO DE CASA?Essa é uma das maiores dúvidas de quem vai prestar o concurso da Polícia Científica SP: as vagas serão regionalizadas? Dá pra escolher onde trabalhar? Como funciona a lotação depois da posse?Neste vídeo, a gente explica tudo o que você precisa saber sobre esse assunto:✅ O que significa um concurso regionalizado e como isso pode funcionar na Polícia Científica SP✅ Como funcionou a lotação em concursos anteriores da PCSP✅ É possível trabalhar próximo de casa? O que esperar na prática✅ Como funciona a escolha de unidade e o que influencia na sua lotação✅ O que fazer AGORA pra não ser pego de surpresa quando o edital sairSão 397 vagas autorizadas pelo Governador Tarcísio para Fotógrafo Técnico-Pericial, Auxiliar de Necropsia, Atendente de Necrotério Policial e Desenhista Técnico-Pericial. Todos os cargos exigem apenas nível médio.⚠️ IMPORTANTE: enquanto o edital não for publicado, algumas informações ainda dependem de confirmação oficial. Aqui no QG a gente te mantém atualizado com o que é FATO, sem achismo.
Esse episódio trás não somente afirmações mas muitas perguntas também sobre o que entendemos como reatividade e como trabalhnar esse problema.As maneiras que explicamos e a influência das outras ciências dentro do adestramento.Espero que gostem!
O espectáculo “Silence”, da compositora e percussionista Lucie Antunes e da coreógrafa Mathilde Monnier, transformou um espaço icónico do Festival de Avignon, a histórica Pedreira de Boulbon, numa pista de dança com a forma de um disco de vinil, onde tudo é pulsação, ritmo, escuta e movimento. Entre concerto, transe coreográfico e ritual colectivo, a peça é uma experiência sensorial e percussiva, protagonizada por três músicos e sete bailarinos que são as notas dessa energia hipnótica em plena natureza. Entre os intérpretes, está a portuguesa Carolina Passos Sousa com quem falámos sobre o espectáculo. RFI: Como é que nos descreve o espectáculo “Silence” e o que se vive em palco? Carolina Passos Sousa, Bailarina e actriz: “Este espectáculo, para nós, é mesmo uma viagem. É uma tentativa de transmitir este transe e estes estados alterados de consciência que nós tentámos durante o processo procurar, sejam eles através de movimentos, de estados, de olhares. É dançar com música ao vivo. É realmente uma coisa completamente diferente e aqui, neste espaço, parece uma espécie de ritual. Portanto, é, sim, uma viagem que começa e é este movimento que nós fazemos, sempre muito circular, que também nos dá esta sensação de 'loop' e de transe. É uma experiência super boa e é mesmo fixe fazer. O processo foi muito especial." Porquê? “Porque eu nunca tinha trabalhado com músicos assim e esta co-criação entre a Mathilde [Monnier] e a Lucie [Antunes] foi uma coisa que nós tivemos que dosear e perceber como é que poderíamos trabalhar, porque trabalhar dança é uma coisa e trabalhar a música é outro ritmo. Trabalhar os dois ao mesmo tempo, sem ser um concerto, sem ser um espectáculo de dança, é outra coisa. Então, tivemos que tentar perceber como é que nós podíamos encaixar e dialogar entre estes dois universos que muito têm a ver, mas que nem sempre estão directamente ligados no palco.” Aqui os bailarinos também são músicos, também cantam, também tocam. “Tentamos. Isto foi também um trabalho muito com a Lucie, que é incrível, super aberta à improvisação. Ela até prefere, muitas vezes, trabalhar com músicos não tão experientes e, portanto, havia toda uma abertura dos músicos. É inacreditável. Ela tinha uma base já feita e convidava-nos através desta poesia, porque há um livro de poesia feito pela Laura Vazquez, que foi a Lucie que pediu para ela fazer uns poemas sobre o silêncio. Através disto, numa forma super livre, no estúdio dela, ela convidava pessoas e amigos para lerem textos, os que quiséssemos, através das músicas que ela já tinha mais ou menos composto e assim surgiu todo o álbum. Foi assim que ela trabalhou.” Também há um álbum de Lucie Antunes, chamado “Silence”, que acaba de ser lançado. Tal como no espectáculo, a Carolina está no álbum? “Estou. Estou. Estamos todos, entre vozes, há um texto que eu digo também. Foi mesmo um trabalho muito, muito mágico no estúdio com ela, em que tudo vale, nada é um erro.” Aqui na Pedreira de Boulbon, com esta acústica, também é mágico… “Claro e é mesmo um privilégio poder estar aqui. Este espaço é mesmo incrível, até para o som. E o facto de também de ser assim uma espécie de disco de vinil e ter público trifrontal muda completamente a perspectiva que nós temos e é mesmo incrível! O espaço e Avignon e todo o festival, toda esta febre, esta vila que se transforma em coração do teatro.” A Carolina lê dois textos. Que textos são? “São esses tais textos do livro da Laura Vasquez, que foi uma encomenda que fizeram para o projecto, para o disco.” Num deles diz que “não há demasiado silêncio”. “Sim.” Chamar “silêncio” a este espectáculo parece um paradoxo. É um silêncio que é um estrondo, não é? “Sim. Na peça nunca há ou raramente há silêncio. Mas nós também não sabemos o que é. Pode ser a morte depois do transe, o silêncio pode ser muita coisa, mas nós nunca, em momento algum, estamos completamente em silêncio. Ou estamos a respirar, ou o nosso corpo está a funcionar, o coração está a bater. Nunca há silêncio verdadeiramente. Portanto, a ideia de silêncio também não sabemos ao certo o que é, mas claramente aqui é uma abertura a pensar nisso e no ritmo que também que levamos hoje em dia. No segundo texto que eu digo também se fala muito disso, nós não temos tempo para sequer ouvir os pássaros. Estamos sempre conectados.” Durante o processo criativo, foi a música que compôs a coreografia ou foi a coreografia que ajudou a criar a música? “As duas coisas. A Mathilde veio com uma ideia muito concreta de várias qualidades do movimento nestes estados alterados de consciência. O que é que poderá ser? Pode ser uma coisa repetitiva, pode ser uma coisa a ondular, uma coisa de ‘loop', da repetição. E através destas palavras, nós começámos a trabalhar e depois a Lucie criava as músicas, enviava à Mathilde e nós ouvíamos. E foi sempre assim. Um trabalho de partilha através da música e a dança, portanto, os dois estavam sempre juntos. Elas estavam sempre em comunicação e quando íamos para os ensaios tínhamos o material da Mathilde e o material da Lucie.” Como foi trabalhar novamente com a Mathilde Monnier, com quem já trabalhou, nomeadamente, em “Black Lights”, uma peça que também esteve no Festival de Avignon? “É muito especial. Eu comecei a dançar com a Mathilde. Eu sou actriz, fiz um estágio com a Mathilde e a meio do estágio ela pediu-me para dançar e para fazer as improvisações e acabei por trabalhar com ela já lá vão cinco anos. É sempre muito especial porque em todos os projectos há sempre abertura também para haver um lado teatral. No ‘Black Lights' havia muito isso. Aqui também penso que há. E este tipo de trabalho também me interessa muito. Um trabalho que não é só dança, não é só teatro. Eu sempre gostei muito de dançar e quis sempre explorar esta parte do movimento e trabalhar com ela. É fantástico a liberdade total. Tudo é possível. Ela ouve, é um processo de muita escuta. E ela tem sempre assim, umas ideias super diferentes a cada projecto. É uma coisa que não tem nada a ver com o projecto anterior. O anterior era a violência que as mulheres sofrem, seja ela assédio, seja ela coisas mínimas que estão intrínsecas na sociedade. E do nada estamos a fazer esta peça ‘Silence', que no início, quando ela me convidou, eu achei super interessante. Ela disse-me que ia fazer um ponto entre a primeira peça que fez, que é ‘Extasis', há 40 anos, que falava sobre drogas. O mote foi esse, sobre estados alterados de consciência, e queria fazer outra vez uma reflexão sobre esses estados alterados de consciência. No início, a peça chamava-se ‘Mushrooms' e era sempre assim, esta ponte com a primeira peça que ela fez, que acho que foi apresentada aqui em Avignon. Depois é sempre assim, uma criação vai sempre evoluindo e vai sempre mudando e agora chama-se ‘Silence'. Mas achei muito interessante trazer esta esta primeira peça dela 40 anos depois.” A Carolina já esteve em Avignon, conhece bem o director do Festival de Avignon, Tiago Rodrigues, com quem trabalhou em “Catarina e a beleza de matar fascistas”. Sente-se em casa, em Avignon? “Sim, sim. Sinto-me em casa aqui, é verdade. Acho que é um sítio em que todas as pessoas podem sentir-se em casa, apesar do calor! É mesmo o sítio onde toda a gente é convidada, toda a gente é bem-vinda e não há qualquer julgamento. E os espectáculos, a programação é incrível e há conversas, há todo um movimento de colectivo que me faz sentir super em casa aqui.” [O espectáculo "Silence" pode ser visto até dia 8 de Julho no Festival de Avignon.]
Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch traz como destaque a notícia que dados de uma pesquisa feita pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) em parceria com o Datafolha mostram que 47% dos brasileiros têm estresse financeiro alto. O levantamento foi feito em 2025 e faz parte do "raio-X" do investidor. A preocupação com a vida financeira atrapalha o sono de 37% dos entrevistados. Questões financeiras são motivo de discórdia na casa de 29%. E 49% dizem trabalhar em excesso para conseguir pagar as contas. O comentarista analisa os dados.
A consciência fonológica é uma das bases mais importantes para a alfabetização. Desenvolver habilidades relacionadas às sílabas, rimas e aliterações ajuda a criança a compreender a estrutura da linguagem e facilita a aprendizagem da leitura e da escrita.Neste conteúdo, você vai conhecer atividades práticas, brincadeiras e estratégias que tornam esse processo mais lúdico, significativo e eficaz.Um conteúdo indispensável para educadores que desejam fortalecer a alfabetização desde os seus fundamentos.
Confira a dica da Isabela Lapa e aproveite os melhores cafés de Belo Horizonte para trabalhar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Descrição do Episódio Neste episódio de A Voz do Reiki, Walter Mick nos convida a refletirsobre o primeiro princípio do Reiki: “Só por hoje, trabalho honestamente.”Mas afinal, o que significa ser honesto consigo mesmo? Entre humor leve esabedoria prática, descubra como a verdadeira transformação começa dentro denós e como isso pode mudar sua vida, suas relações e até seu trabalho.Um convite para meditar, se equilibrar e sentir que cada diapode ser melhor que o anterior.
Você trabalha demais e acha que isso é virtude. Mas e se for fuga? Nesse episódio eu te digo a verdade que ninguém fala sobre a compulsão pelo trabalho , e o que ela está escondendo na sua história.
O FIRE Flamingo e o trabalho por conta própria troxeram-me muitas coisas boas, mas também novos desafios "bons" para ultrapassar
Os condutores, uns mais do que outros, esperam largos minutos dentro dos carros com o motor em funcionamento. E a maioria pensará que isto não influencia os consumos. Mas será mesmo assim?See omnystudio.com/listener for privacy information.
A linguagem corporal é uma das primeiras formas de comunicação da criança e desempenha um papel fundamental no desenvolvimento motor, emocional, social e cognitivo.Neste conteúdo, você vai compreender como a neuropsicomotricidade contribui para esse processo e conhecer atividades práticas que favorecem o desenvolvimento da expressão corporal na infância.Um episódio indispensável para educadores que desejam enriquecer suas práticas pedagógicas e estimular o desenvolvimento infantil de forma integral.
A análise ao GP de Espanha, com a participação do Guilherme Nunes, Pedro Filipe e Vasco Pinheiro. Onde falamos apaixonadamente de F1! Podcast: https://linktr.ee/VFF1 Patreon: https://www.patreon.com/vff1 Bola: https://www.abola.pt/search?q=Vamos%20Falar%20de%20FUm Twitter: https://twitter.com/VamosFalardeFum Instagram: https://www.instagram.com/vamosfalardefum Canal de WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaDuq7KId7nTEUhbWq3R Grupo de WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/J3HKVX5qXYBILlQCtdjTDo #F1
Conheça a Minimal Club usando o Cupom: BRUNEThttps://lp.minimalclub.com.br/cortes-brunetcastMétodo Destiny: https://metododestiny.com.br/Júlia Vieira tem 22 anos, é palestrante, fundadora do Grupo Pro e já impactou mais de 30 mil pessoas. Filha de Paulo Vieira e Camila Vieira, ela cresceu sendo treinada para executar sua missão desde cedo e hoje ensina o que aprendeu.Neste episódio ela explica por que você não procrastina por preguiça, como o seu cérebro te sabota todos os dias e o que fazer para parar.Você vai ver:→ Por que procrastinar cansa mais do que trabalhar (a explicação neurológica)→ Como o piloto automático sequestra suas decisões sem você perceber→ O ciclo dos hábitos: gatilho, execução e recompensa→ A diferença entre hábito e vício — e por que os cassinos e o TikTok usam a mesma lógica→ O que a dopamina tem a ver com paixão, traição e vício em apostas→ Produtividade real: Princípio de Pareto, Matriz de Eisenhower e Essencialismo na prática→ Como criar filhos para SER e não para FAZER→ A criação que Paulo Vieira aplicou na Júlia desde os 14 anos#BrunetCast #JúliaVieira #PauloVieira #Procrastinação #Produtividade #Dopamina #Hábitos #DesenvolvimentoPessoal #Podcast
Com a produtividade no fundo, Portugal continua a ter poucos resultados. Entre tachos e reformas no banco, o país imita a seleção: muito passe lateral, mas o golo nunca chega.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Trabalhar mais nem sempre significa produzir mais. E Portugal é um dos exemplos disso mesmo. Os dados mais recentes mostram que o país continua a ficar para trás quando se compara a produtividade com a dos parceiros europeus. O que explica esta diferença?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Trabalhar, trabalhar, trabalhar... Contribuir para a vida em sociedade via trabalho é importante, mas não a forma como o capitalismo se desenvolveu nos obriga a passar do ponto.É possível gostar do trabalho, mas a manutenção de uma desigualdade abissal exige que a vida gire em torno disso. E para naturalizar, nada melhor que tornar o trabalho uma virtude.Como esse processo aconteceu? E qual o futuro desse modelo - e da nossa saúde mental - com a chegada de "inteligências artificiais" e plataformas que precarizam cada vez mais o trabalhador?Nossa conversa é com a Mônica Gurjão, mestre e doutora em psicologia social pela PUC-S{, pós-doutoranda na Faculdade de Saúde Pública da USP, professora da pós-graduação em Psicologia Social do Mackenzie.Ela acabou de lançar o livro "O Trabalho na Era da Plataformização: O Algoritmo da Desigualdade no Brasil", pela editora Diálogo Freiriano.Siga a Mônica no Instagram: @psicologa.monicagurjao Indicações- Colonialismo Digital: Por uma Crítica Hacker-Fanoniana (livro)- As Big Techs e a Guerra Total: O Complexo Militar-Industrial-Dataficado (livro)- Backrooms (filme)- Tênebra: Narrativas Brasileiras de Horror (1839-1899) (livro)- A Ficção como Cesta (texto)Produção: Baioque ConteúdoRoteiro e apresentação: Luiz Fujita Jr e André LombardiCoordenação geral: Tainã DamiãoRedes: Tainah MedeirosEdição: Pedro OliveiraTrilha sonora: Paulo GarfunkelInstagram: @entrementespodcastYouTube: @entrementespodcastSupport the showClique aqui para contribuir com a manutenção do Entrementes!Support the showClique aqui para contribuir com a manutenção do Entrementes!
O maior choque de realidade para quem quer trabalhar nos Estados Unidos talvez não seja o mercado, o salário ou a concorrência.É entender que, para crescer profissionalmente em outro país, você precisa saber se comunicar, se posicionar e provar valor dentro de uma lógica completamente diferente da brasileira.Neste episódio, falamos sobre empregabilidade nos Estados Unidos e os principais desafios que um profissional qualificado enfrenta ao tentar se recolocar no mercado americano. A conversa passa pela importância da língua, não apenas como inglês básico, mas como ferramenta de liderança, influência, apresentação e construção de oportunidades.Também abordamos a diferença entre o modelo brasileiro e o americano, a ausência de muitas proteções trabalhistas comuns no Brasil, a força da meritocracia, a necessidade de adaptação do currículo, a importância de estratégia na busca por trabalho e o cuidado de não tentar repetir exatamente a mesma carreira em um mercado que funciona de outro jeito.Você vai entender por que experiência no Brasil conta, mas precisa ser traduzida para o interesse do mercado americano. Não basta dizer o que você fez no passado, é preciso mostrar como essa trajetória pode gerar valor no futuro.Esse episódio é para você que sonha em trabalhar nos Estados Unidos, está planejando sua mudança ou já chegou autorizado a trabalhar, mas ainda não sabe como transformar sua experiência em oportunidade real.Dê o play e entenda o que realmente pode definir sua empregabilidade nos Estados Unidos: preparo, comunicação, estratégia e capacidade de adaptação.
"O que acontece é que a diferença entre o salário mínimo e o salário mediano é muito fraca. E isso não diz bem do elevador social em Portugal". O comentário de Paulo Portas arrancou este domingo com um alerta sobre a compressão salarial em Portugal. Para o comentador, a reduzida distância entre o salário mínimo e o salário mediano constitui um sinal preocupante para a mobilidade social e para a produtividade da economia, ainda que reconheça que os portugueses têm beneficiado de ganhos de rendimento em termos reais nos últimos anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
José Manuel Bolieiro (que tem as ideias arrumadas), a guerra dos números (que já não faz sentido) e a troika do Estado (que vai sempre atrás da Seleção) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Enquanto o PS falta a votos cruciais, discute-se se a PSU é escravatura ou inserção. Sobrou tempo para o Presidente vetar bandeiras e Ventura brincar aos cruzados com Photoshop e muita luz.See omnystudio.com/listener for privacy information.
José Manuel Bolieiro (que tem as ideias arrumadas), a guerra dos números (que já não faz sentido) e a troika do Estado (que vai sempre atrás da Seleção) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A ansiedade infantil pode se manifestar de diferentes formas dentro da escola e, muitas vezes, passa despercebida por pais e professores.Neste conteúdo, você vai entender os principais sinais de ansiedade, conhecer os diferentes transtornos relacionados e aprender estratégias práticas para acolher e auxiliar crianças ansiosas no ambiente escolar.Um conteúdo indispensável para educadores e famílias que desejam promover mais segurança emocional e desenvolvimento saudável na infância.
Bom dia!A pílula de hoje mostra como fé, ação e disciplina precisam caminhar juntas para transformar propósito em direção real.
O Palmeiras venceu a Chapecoense por 1 a 0 no último domingo, em São Paulo, e confirmou a vantagem de sete pontos na liderança para a parada da Copa do Mundo. Nesta edição, Guilherme Xavier e Leandro Bocca, o Voz da Torcida, debatem sobre a paz do Verdão no período, o esvaziamento no departamento médico, as opções de mercado do clube e fazem um balanço geral do primeiro semestre. Dá o play!
"Trabalhar respeitando os ciclos hormonais e energéticos.".....Marcar atendimento: https://linktr.ee/gisipaz.ayurvedaInstagram: @gisipaz_ayurveda
Bom dia!A pílula de hoje mostra como organização, processo e decisões melhores geram mais resultado do que viver em uma rotina constante de sobrecarga.
TREs vão criar unidades para tratar do uso da Inteligência Artificial nas Eleições 2026.
A idade da reforma vai subir para 66 anos e 11 meses em 2027, mais dois meses do que este ano, acompanhando o aumento da esperança média de vida dos portugueses.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Aprenda a Trabalhar Com Calma
Alexandre Garcia comenta sobre manifestação da AGU de que as pessoas têm direito a não trabalhar, os parlamentares que preferem serem ministros e os dramas pessoais de Flávia Arruda.
Nesta segunda parte da conversa, o ator e autor de comédia Eduardo Madeira revela a personagem que mais gostava de representar no cinema, fala das inquietações que o assolam enquanto criativo e diz preferir trabalhar com boas pessoas, embora tenha atuado com artistas brilhantes, que pessoalmente, a seu ver, eram 'execráveis'. E ainda conta como é a sua relação com a fé e a religião, e como considera que o amor pode ser a revolução. No final, lê poemas de Sophia e Pessoa, deixa sugestões culturais e algumas das músicas que o acompanham. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Descanso é fundamental pra todo mundo! Foi quando entendeu isso que Letícia mudou não só a própria vida, mas a forma como outras mulheres trabalhavam no seu salão de cabelereiro, assumindo uma jornada 4x3 de trabalho, num momento em que discutimos o fim da escala 6x1.Antes disso, a história da Letycia começa em escassez. De família pobre e criada na periferia da Baixada Santista, ela cresceu rápido, aprendendo a transformar necessidade em possibilidade. Brincava de salão de beleza antes mesmo de saber que aquilo seria seu caminho. Aos 13, com uma prancha e um secador dados pela mãe e pela avó, começou a atender vizinhas. Ia de bicicleta, enfrentava chuva, desconfiança e até abordagem policial. Era uma menina com uma mala, insistindo em ser levada a sério.O primeiro salão nasceu improvisado, no meio da garagem de casa, que inundava quando o canal enchia. Lá tinha um lavatório com balde, um espelho simples, toalhas penduradas em um varão adaptado pelo pai.Com o tempo, as conquistas que pareciam impossíveis começaram a surgir. Até que ela realizou o grande sonho de abrir um salão no centro de Santos, e foi ali que tudo perdeu o sentido também.A sobrecarga chegou silenciosa. Um dia, mesmo com o salão cheio, Letycia se sentia vazia por conta do cansaço extremo. Ali, ela entendeu que nenhum sonho justificava perder a si mesma.Fechou o salão e recomeçou do zero, mas agora com um pensamento diferente.Foi nesse recomeço que veio a virada. Se ela se sentia sobrecarregada, outras mulheres também deveriam estar, e decidiu que suas funcionárias trabalhariam na jornada 4x3. Todo mundo tiraria folha aos domingos, segundas e sextas. Ela sabia que era importante ter tempo para os filhos, para o lazer, para seus relacionamentos. Era importante estar presente na vida. E o resultado não poderia ter sido melhor: no sábado, todas chegavam com mais energia, mais alegria, simpatia e cuidado com as clientes.Porque, para a Letycia, o diferencial nunca foi o café de cortesia, mas o tempo dedicado a escutar cada cliente.Hoje, ao olhar para trás, Letícia reconhece cada etapa: da menina que sonhava mudar de vida à mulher que construiu um negócio com propósito. Porque a vida, sua e de suas funcionárias, não se negocia! Compre o livro do ter.a.pia "A história do outro muda a gente" e se emocione com as histórias : https://amzn.to/3CGZkc5Tenha acesso a histórias e conteúdos exclusivos do canal, seja um apoiador http://apoia.se/historiasdeterapia
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Introdução00:47 O que você vai aprender hoje01:08 Erro 1: Com quem você anda define quem você vai ser03:10 Erro 2: O parceiro errado é o investimento mais caro da sua vida06:48 Erro 3: Filho na hora errada não é benção — é âncora09:03 Erro 4: Ficar parado também tem preço11:37 Erro 5: Trabalhar mais não é a solução — é a armadilha12:39 Conclusão13:16 RC Club e RC Wealth
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 A crise silenciosa nas obras00:20 Mercado imobiliário está bombando00:31 Construtoras não encontram trabalhadores01:32 O “leilão de pedreiros” nas obras02:31 Custo da mão de obra disparou02:59 Por que as construtoras aceitam participar do leilão03:35 Por que os jovens estão fugindo da construção civil05:48 O envelhecimento da mão de obra07:42 A oportunidade escondida no setor08:43 Conclusão10:35 RC Club e RC Wealth
Repórter da BBC investigou por sete semanas instituição da Escócia que cobra R$ 13 mil por semana dos moradores e descobriu rotina de sobrecarga, negligência e sofrimento.
"Trabalhar com intensidade não é trabalhar mais, é trabalhar melhor". Muitas vezes, o representante comercial confunde intensidade com excesso de horas no relógio. No entanto, o mercado não remunera apenas o esforço braçal, ele remunera resultados estratégicos.
Os Macaquinhos de hoje quase não existiram.
Trabalhar com quem você ama pode dar muito certo… ou muito errado.Nesse episódio, a gente mostra o que ninguém fala sobre empreender em casal, desde brigas, ego e desalinhamento até os ajustes que fizeram nosso negócio destravar de verdade.Talvez esse seja o episódio que faltava pra salvar (ou escalar) sua relação e seu negócio.Preencha aqui seu formulário de aplicação para o sparkz (mentoria empresarial focada em conteúdo e vendas): https://sparkzclub.com/podcastFaça o diagnóstico do seu negócio aqui (pra gente te ajudar da melhor forma): https://form.imatize.com.br/diagnostico
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Situações que Jesus pode trabalhar - Pr. Renaud Rodrigues by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Caxias Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Pedro Henrique Cardoso, o Pedrão do Cat Dealers, viveu o que 99% dos jovens sonham: saiu do quarto de casa para os maiores palcos do mundo em apenas seis meses. Mas o que ninguém te conta é que o sucesso meteórico cobra um pedágio brutal na identidade. Quando o aplauso termina e a luz do palco apaga, sobra apenas o vazio de um quarto de hotel e a confusão mental de quem não sabe mais se é o artista ou a pessoa física.Nesta conversa sem filtros, Pedrão revela como o dinheiro e o poder corromperam seu ego, o momento exato em que percebeu que estava enlouquecendo e como a pandemia foi a sua "eleição de Uber" para recuperar a sanidade. Ele detalha o uso do Jiu-Jitsu e da terapia como ferramentas de sobrevivência em uma indústria desenhada para moer quem não sabe quem é. Um episódio obrigatório para quem busca o topo, mas não quer se perder no caminho.Disponível no YoutubeLink: https://youtu.be/WImivpX2DbI00:00:00 - O choque da fama precoce 00:15:20 - Trabalhar com irmão: ambiente hostil e lealdade 00:34:43 - O desenvolvimento (e a queda) do Ego 00:41:03 - O vazio existencial e o vício em álcool nos shows 01:07:00 - Tomorrowland Brasil: o caos e a redenção 01:31:35 - Conselhos brutais para quem quer ser DJ Siga o Pedro no Instagram:https://www.instagram.com/itsmepedrao/Nos Siga:Marcelo Toledo: https://www.instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://www.instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://www.tiktok.com/@excepcionaispodcast
Edu Oliveira e Thiago Theodoro comentam fofocas da internet, dos famosos e da audiência.No ar, toda segunda, quarta (apoiadores) e sexta.Seja um apoiador do podcast: https://orelo.cc/meconteumafofoca https://apoia.se/meconteumafofocapodcast Em caso de dúvidas, ou se precisar de ajuda do suporte, escreva para alo@orelo.ccConte sua fofoca pra gente: meconteumafofocapodcast@gmail.comEi, fofoqueira, conheça nossa lojinha: https://umapenca.com/meconteumafofoca/
Confira as atividades do Instituto italiano de cultura: https://iicsanpaolo.esteri.it/it/A história de Andrea no Brasil começa em Belo Horizonte, nas fábricas da Fiat, e continua com a TIM, Zucchetti e Italia Servizi, entre o Rio de Janeiro e São Paulo. Andrea é florentino e vivenciou praticamente toda a evolução do ambiente de trabalho brasileiro contemporâneo por meio de empresas italianas.Cultura, modo de pensar, atitudes e filosofias: como é trabalhar no Brasil com italianos e como se adaptar ao novo país?Atualmente, Andrea é professor de italiano e gastronomia e organiza eventos de vinho na cidade de São Paulo.
Edison sempre trabalhou com serviço braçal na empresa: cavava buraco, instalava postes nas ruas…Trabalhar com material pesado sempre foi algo normal até o dia em que tentou erguer um vergalhão de ferro para jogar no caminhão e simplesmente não conseguiu.Um colega menor e mais franzino que ele levantou o material. Edison ficou parado, com a sensação clara de que havia algo errado com o seu corpo.Num primeiro momento, a desconfiança era de uma fraqueza qualquer, mas ele foi investigar.Vieram consultas, exames, ele começou a passar de um médico para o outro, e ninguém conseguia dizer o que ele tinha.A fraqueza, que começou no início de 2025, foi avançando, chegando aos dedos, até que ele perdeu totalmente o movimento dos dois braços.Sem diagnóstico, o dia a dia dele começou a ficar difícil. Coisas banais como coçar o nariz, segurar o celular, comer, tomar banho se tornaram tarefas que ele precisava de ajuda.Até que uma médica, com certa suspeita do que o Edison teria, decide buscar uma resposta para ele e sua família e fecha o diagnóstico: Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA).O diagnóstico chegou quase um ano depois, em dezembro de 2025, com um misto de medo e alívio. Medo porque o prognóstico é difícil, mas o alívio de nomear aquela fraqueza e iniciar o tratamento correto ajuda Edison e a família a encarar o futuro.Hoje, Edison segue firme no tratamento, com muita fé e apoio da família e amigos. Às vezes o choro vem por ver todos se esforçarem para auxiliá-lo, mas a felicidade de tê-los em sua vida é insuperável.Mesmo com o diagnóstico, Edison escolheu o agora. Quando a cabeça corre para o futuro, ele puxa de volta: vive hoje. Um dia de cada vez.A ELA é uma doença rara que leva à paralisia de forma irreversível devido à degeneração e morte dos neurônios que controlam os músculos responsáveis por atividades diárias1,2.Se perceber sintomas persistentes, procure orientação médica, nem que seja para tirar dúvidas.A história do Edison foi contada em parceria com a @daiichisankyobrasil para a campanha @falesobreela. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e institucional, sem finalidade promocional ou comercial. Material destinado ao público geral.#FaleSobreELA #EscleroseLateralAmiotrófica #ELAAo clicar no link, você será direcionado para um site de terceiros, fora da gestão da Daiichi Sankyo Brasil.1. R. H. Brown e A. Al-Chalabi, “Amyotrophic Lateral Sclerosis,” N Engl J Med, 2017 2. Ministério da Saúde. Esclerose Lateral Amiotrófica. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt- br/assuntos/saude-de-a-a- z/e/ela. Acesso em: Fevereiro/2026
Neste episódio, Ricardo apresenta o Cloud Cowork, um modelo de agente de IA da Anthropic que vai muito além dos assistentes conversacionais tradicionais. Ele foi projetado para executar tarefas completas em contextos reais, como arquivos, pastas, documentos, relatórios e fluxos de trabalho. Ricardo destaca sua forte aplicabilidade ao gerenciamento de projetos e outras formas de trabalho intelectual estruturado, em que grande parte do tempo é gasta em atividades operacionais como organizar documentos, consolidar dados, revisar informações e preparar relatórios. Ao delegar essas tarefas a um agente de IA que planeja e executa o trabalho de forma estruturada, os profissionais podem mudar o foco da execução para a orquestração, a tomada de decisões e a estratégia. Falando como um usuário satisfeito, sem qualquer vínculo com a Anthropic, Ricardo recomenda fortemente testar o Cloud Cowork para entender o impacto real dos agentes de IA em projetos, PMOs e organizações. Ouça o episódio e confira todos os detalhes!
Leitão Amaro promete novo vídeo.