POPULARITY
Categories
Onde se detalham doze dimensões fundamentais para cultivar a autonomia e a autorregulação nos estudantes, integrando teoria académica com estratégias práticas de sala de aula. O autor explora competências essenciais como o autoconhecimento metacognitivo, a definição de metas realistas e a gestão eficiente do tempo para melhorar o rendimento escolar. É dada uma ênfase especial à importância da retroalimentação constante, da resiliência perante o erro e da transição para uma motivação intrínseca duradoura. Através de exemplos detalhados, o texto demonstra como a tomada de decisões e a responsabilidade partilhada transformam os alunos em aprendizes mais conscientes. O guia serve como um roteiro pedagógico para que docentes promovam a independência intelectual e a persistência nos seus alunos.
Falar de autonomia na aprendizagem é falar de uma das competências mais exigentes — e mais valiosas — que podemos desenvolver nos nossos alunos. Não se trata de os “deixar sozinhos” para que se virem, mas de lhes dar ferramentas para que progressivamente se tornem aprendentes conscientes, responsáveis e motivados. Um trabalho recente de Tolo Berrocal reuniu doze fatores-chave com base na investigação que nos orientam nesse caminho. Aqui está uma síntese dos mais relevantes, com implicações práticas para a sala de aula.
Luís Montenegro lançou o desafio e Pedro Passos Coelho respondeu nesta sexta-feira: não está “candidato a coisíssima nenhuma”. O antigo primeiro-ministro afastou uma candidatura à liderança do PSD, mas avisou que continuará a intervir no debate político sem se deixar “condicionar por reptos de espécie nenhuma de natureza partidária”. Aconselhou Montenegro a concentrar-se no exercício das suas funções governativas e recordou que também já esteve na chefia de um Governo e ouviu coisas de que não gostou, mas não se “brinca com o país por causa disso”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O PÚBLICO faz 36 anos e, num episódio especial, Ana Sá Lopes e Helena Pereira recordam as histórias mais engraçadas do jornal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Durante praticamente uma semana, Pedro Passos Coelho marcou a agenda política com sucessivas intervenções que, ao contrário do que acontecia até agora, levaram a resposta direta da direção do PSD. Passos enervou o PSD e agradou ao resto da direita. As declarações do ex-primeiro-ministro e os seus efeitos são o tema da Comissão Política desta semana onde também falamos de mais um foco de guerra no Médio Oriente. Os comentários são de Vítor Matos, Liliana Coelho e João Vieira Pereira, numa edição com sonoplastia de Salomé Rita e ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Podcast de Vendas do Diego Maia, você vai ouvir uma verdade que pode incomodar, mas pode transformar completamente sua performance comercial:Trabalhar muito não é mérito. Resultado é.Vivemos em uma cultura que romantiza o cansaço. Aplaude quem trabalha 14 horas por dia. Exalta quem vive ocupado. Mas o mercado não paga esforço. O mercado paga entrega. Não paga horas. Paga impacto.Neste episódio provocativo e direto ao ponto, Diego Maia, considerado pelo Google o palestrante de vendas mais contratado do Brasil, autor de 8 livros sobre vendas e liderança e CEO da CDPV, Companhia de Palestras (uma das principais agências de palestrantes do país), desmonta o mito de que esforço excessivo é sinônimo de sucesso.Você vai entender por que estar ocupado não significa ser produtivo. Vai aprender técnicas práticas para aumentar sua performance comercial e transformar trabalho em resultado real.Entre os temas abordados neste podcast para vendedores:• A diferença entre esforço e performance• Como substituir lista de tarefas por metas de impacto• A regra dos 3 movimentos comerciais diários• Como medir sua taxa de conversão e profissionalizar suas vendas• Agenda blindada de receita• Como parar de romantizar o cansaço e começar a bater metaSe você é vendedor, líder comercial, empreendedor ou profissional que vive de metas, este episódio do Podcast de Vendas é obrigatório.O palestrante de vendas Diego Maia traz reflexões profundas sobre produtividade, foco, disciplina e mentalidade de crescimento. Ele mostra que trabalhar demais pode, muitas vezes, ser sinal de falta de estratégia. E que resultado não é consequência do volume de esforço, mas da qualidade da execução.Você vai ouvir frases impactantes como:“Esforço é obrigação. Resultado é diferencial.” “O cliente não compra o quanto você tentou. Ele compra o quanto você resolveu.” “Venda é matemática com atitude.”O Podcast de Vendas do Diego Maia está no ar desde 2009, sendo um dos podcasts mais tradicionais do Brasil, com 17 anos de história. Durante muitos anos foi veiculado em diversas emissoras de rádio e hoje pode ser ouvido diariamente, às 7h da manhã, em todos os principais tocadores de áudio como Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts, Amazon Music e Deezer.É conteúdo diário, direto, aplicável e estratégico para quem quer vender mais, liderar melhor e crescer de forma consistente.Se você busca técnicas de vendas, estratégias comerciais, mentalidade vencedora e performance em vendas, este podcast para vendedores é uma ferramenta prática de crescimento profissional.Diego Maia é referência nacional em vendas, empreendedorismo e liderança. Como fundador da CDPV, Companhia de Palestras, conecta especialistas aos maiores eventos corporativos do Brasil e do mundo. Sua experiência prática no mercado real transforma teoria em aplicação.Aqui não tem romantização.Aqui não tem fantasia corporativa.Aqui tem venda na vida real.Se este conteúdo fez sentido para você, siga o Podcast de Vendas do Diego Maia, ative as notificações e compartilhe com sua equipe comercial.Porque no final das contas…Trabalhar muito pode cansar.Mas é o resultado que constrói reputação.E onde tem venda, tem vida.Nos encontramos amanhã, às 7h.Siga Diego Maia no Instagram clicando aqui.
Anunciamos o nosso convidado do Episódio 04 da Temporada 07 do Papo Condominial Cast SP: o especialista em implantação de condomínios Roberto Viegas @robertoviegasnascimento, com o tema: pré-lançamento do livro Viver e Trabalhar em Condomínios._Como Host teremos o nosso Diretor Executivo Daniel Lima @danielrslima e como Co-Host a a Sindica Profissional Jailma Brito @sindicaforadacaixa._Um projeto gigante como este só é possível graças ao oferecimento da Superlógica (@superlogicatec) e aos nossos patrocinadores, Eletromidia no Seu Predio @eletromidia.noseupredio, É Seguro @esegurocorretora.oficial, Arsenal Consultoria em Elevadores @arsenalelevadores, BBZ Administradora @bbzadministradora, VR Bebeficios @issoevr, Teg Monitor @tegmonitor, Condomob @condomob, Carboroil @carboroil, Yellow Imoveis @yellowimoveis.oficial, Impersolid Engenharia @Impersolid, CondoHuby @condohuby e Condofaz._Data: 23/02/26._Início: 17:30hs._Vocês não podem perder!#papocondominial #podcast #síndico #Sindica #sindicatura #sindicoprofissional #podcastsindico #superlogica #ppa #ppabrasil #eletromidianoseupredio #eseguro #bbzadministradora #tegmonitor #arsenalelevadores #yellowimoveis #condohuby #condofaz #carboroil #superlogica #jailmabrito #sindicaforadacaixa #robertoviegas #viveretrabalharemcondominios #viveremcondominio #trabalharemcondominio
Trabalhar com pessoas muito ambiciosas pode ser inspirador, mas também cansativo. Quando a ambição deixa de ser motor e passa a ser atropelo, como é que nos protegemos?See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Comentário Final de hoje, Ricardo Spinosa reforça a oportunidade para quem busca trabalho: a Expo Londrina 2026 abriu 350 vagas temporárias, com cadastro presencial no Parque Ney Braga — mas atenção às exigências, principalmente o comprovante de residência em Londrina.#ComentarioFinal #RicardoSpinosa #ExpoLondrina #emprego #Londrina
Como está o mercado de mídias sociais no Brasil? Quais são os desafios enfrentados por agências e profissionais hoje? Neste episódio do Papo Social Media, Rafael Kiso e Márcio Silva recebe Ana Carvalho RP (Social Media Thinking) e Hector Muniz, o Hec (Agência Koko), para um papo sobre o mercado de social media no Brasil. A conversa traz dados do estudo Panorama das Agências e Profissionais de Mídias Sociais 2025 e debates sobre amadurecimento do setor, valorização do trabalho e novas exigências para o futuro. Descubra os desafios mais comuns, entenda o momento atual do mercado, os níveis de maturidade e saiba o que esperar dos próximos anos. Tudo com base em dados, experiências reais e visões estratégicas sobre o presente e o futuro das redes sociais. 00:00:00 Introdução 00:03:44 Panorama das Agências e Profissionais de Mídias Sociais 2025: https://mla.bs/e4f6c7a700:04:00 O perfil atual do mercado de mídias sociais no Brasil 00:05:07 O mercado cresceu, mas amadureceu? 00:11:20 Níveis de maturidade nas redes sociais ( https://mla.bs/4e06225c ) 00:17:03 Maturidade dos clientes e a educação do mercado 00:23:11 Alinhamento de expectativas: marketing ou comunicação? 00:25:25 Regulamentação da profissão e a lei dos profissionais multimídia 00:28:20 Sobrecarga, burnout e a importância de impor limites 00:34:03 Agências e dores do mercado: equipe, gestão e estrutura 00:39:57 O que faz, de fato, um social media? Área de atuação e responsabilidades 00:51:21 Gestão e funções operacionais no dia a dia das redes sociais 00:54:40 O mercado precisa entender mais sobre marketing? Ser mais estrategista e não fazer “só post” 01:01:37 A evolução da profissão e o papel da educação contínua 01:05:27 Quanto cobrar? Precificação e valorização do social media 01:09:44 Como escalar uma agência de mídias sociais 01:17:36 Carreira e aprendizados: experiência e comparação profissional 01:21:45 Tendências e previsões para o mercado em 2026 01:30:34 Encerramento Acompanhe no Instagram Ana Carvalho RP (Social Media Thinking): https://www.instagram.com/anacarvalhorp/ Hector Muniz: https://www.instagram.com/hecdakoko/ Agência Koko: https://www.instagram.com/agenciakoko/ Potencialize sua gestão de mídias sociais com a plataforma mais usada por agências e profissionais no Brasil! Teste grátis a mLabs agora mesmo:
A incerteza permanente é uma das belezas das descobertas científicas. Henrique Veiga-Fernandes e João Braun falam dos projetos em mãos e do trabalho em equipa com investigadores de várias idades.See omnystudio.com/listener for privacy information.
11 DE FEVEREIRO DE 2026 - QUARTARef.: Habacuque 3.17-19, Isaías 40.1-5
Trabalhar fora do país continua sendo um objetivo para muitos profissionais, mas o mercado mudou — especialmente nos Estados Unidos. Neste episódio do Podcast Mulheres de Produto, discutimos se ainda faz sentido perseguir uma carreira internacional e o que realmente é necessário para se manter lá.A host Silvana Dias recebe Paula Melo, consultora de carreira internacional, headhunter e CEO da USA Talentos, com mais de 20 anos de experiência em RH e Talent Acquisition no Brasil e nos EUA.Neste episódio, você vai ouvir sobre:O cenário atual do mercado de trabalho nos EUA e em outros paísesÁreas que ainda têm demanda real por talentos internacionaisCaminhos possíveis para conquistar uma vaga no exteriorO que muda de verdade em currículo, LinkedIn e entrevistasCases reais de sucesso e fracasso na busca por trabalho foraOs principais desafios para se sustentar profissional e emocionalmente no exterior
No segundo bloco, o assunto foi a praticidade que a automação traz para o dia a dia. Quando a casa é automatizada de forma correta, ela passa a funcionar para o morador. As rotinas deixam de depender de ações manuais e acontecem de forma automática, liberando tempo para outras atividades. Um exemplo claro é a irrigação do jardim. Em muitos imóveis, esse cuidado pode tomar horas da rotina semanal e ainda precisa ser feito em horários específicos, de acordo com ... Saiba Mais > The post Automação residencial que faz a casa trabalhar para você appeared first on Micro Import.
Neste episódio, Ricardo apresenta o Cloud Cowork, um modelo de agente de IA da Anthropic que vai muito além dos assistentes conversacionais tradicionais. Ele foi projetado para executar tarefas completas em contextos reais, como arquivos, pastas, documentos, relatórios e fluxos de trabalho. Ricardo destaca sua forte aplicabilidade ao gerenciamento de projetos e outras formas de trabalho intelectual estruturado, em que grande parte do tempo é gasta em atividades operacionais como organizar documentos, consolidar dados, revisar informações e preparar relatórios. Ao delegar essas tarefas a um agente de IA que planeja e executa o trabalho de forma estruturada, os profissionais podem mudar o foco da execução para a orquestração, a tomada de decisões e a estratégia. Falando como um usuário satisfeito, sem qualquer vínculo com a Anthropic, Ricardo recomenda fortemente testar o Cloud Cowork para entender o impacto real dos agentes de IA em projetos, PMOs e organizações. Ouça o episódio e confira todos os detalhes!
Trabalhar – criando arte ou não – revela em nós a imagem e a semelhança do Eterno.
Trabalhar – criando arte ou não – revela em nós a imagem e a semelhança do Eterno.
Leitão Amaro promete novo vídeo.
Se esta aula lhe tocou e você deseja contribuir para que mais pessoas tenham acesso, faça uma doação.Chave Pix: 43.154.897/0001-10 (CNPJ)Cada contribuição ajuda a manter as aulas gratuitas e expandir o alcance.
O Presidente de Cabo Verde, José Maria Neves, está em França e após um encontro com o Presidente Emmanuel Macron disse estar "optimista e confiante" em relação ao futuro já que vê a mobilização de forças positivas para criar um Mundo melhor, numa altura marcada pela instabilidade internacional. Quanto à situação na Guiné-Bissau, o Presidente cabo-verdiano defende a sua actuação afirmando que o seu país tem trabalhado José Maria Neves, Presidente de Cabo Verde, está a cumprir uma visita de Estado a França, passando por Paris, Lyon e Marselha. O Presidente tem passado tempo com a diáspora cabo-verdiana, mas também com altas figuras do Estado na capital francesa, incluindo um almoço de trabalho com o Presidente Emmanuel Macron na sexta-feira. Após este encontro no Palácio do Eliseu, em entrevista à RFI, o chefe de Estado cabo-verdiano disse estar optimista quanto ao multilateralismo. RFI: Sai de Paris mais confiante no futuro da humanidade, tendo em conta a actual situação ao nível internacional? José Maria Neves: É preciso ser optimista e confiante. Há muitas forças contrárias e uma ruptura na ordem internacional, mas há muitas forças também que estão quotidianamente a trabalhar para que haja um mundo com regras. Para que o multilateralismo funcione, que a Carta das Nações Unidas seja respeitada e que o direito internacional também seja considerado em tudo o que nós fazemos no plano internacional. Estou optimista no sentido de que é possível mobilizar essas forças positivas para que tenhamos no futuro uma humanidade melhor. Nada se herda. Tudo é conquistado com trabalho árduo de todos os dias. E é esse trabalho que tem de se fazer. E saio de Paris muito mais optimista. No seu encontro com Emmanuel Macron foi exactamente sobre isso que falaram? Sobre essa construção de pontes num mundo muito dividido. Uma parte importante da nossa conversa foi sobre como trabalhar para termos o mundo onde o diálogo, a cooperação, a paz se imponham, onde haja parcerias solidárias para o desenvolvimento, onde o multilateralismo passe a ser o Valor que oriente o trabalho dos governos e dos diferentes Estados. Há uma vontade nesse sentido. Aliás, a intervenção do presidente Macron em Davos e a intervenção do primeiro ministro do Canadá mostram muito isto. A necessidade das pequenas e das médias potências, dos outros Estados trabalharem em comum para uma ordem internacional que beneficie a todos, para um mundo onde haja respeito pelas regras e onde haja mais humanidade. Esteve na UNESCO com o projecto que para Cabo Verde é muito importante a questão do Campo de Concentração do Tarrafal. Mas também temos de lembrar que a UNESCO é uma das organizações internacionais que faz um trabalho muito importante no âmbito da educação e da cultura, que foi abalada por este novo mandato de Donald Trump e que viu novamente retirado os Estados Unidos. Como é que foi essa troca com o novo director da UNESCO? Cabo Verde tem sempre em conta a sua história, a sua memória, o seu património natural e cultural. E o que nós podemos valorizar a memória e a história de todos os países. O trabalho conjunto que nós estamos a fazer com a UNESCO, enquanto patrono para a preservação do património natural e cultural da África, é precisamente no sentido de preservarmos toda a riqueza natural e cultural do continente africano e a partir desse cuidado construir uma África mais sustentável, com mais progresso e mais bem-estar para todos os africanos, independentemente das limitações e dos problemas existentes. A maioria dos membros da UNESCO tem neste momento a disponibilidade de trabalhar para preservar a UNESCO e permitir que ela cumpra a sua missão. E teremos o Tarrafal elevado a património da Humanidade até ao fim da década? Sim, temos um grande entusiasmo relativamente a este projecto. Na verdade, o campo de concentração do Tarrafal não é só de Cabo Verde, é também de Portugal e das outras ex-colónias. Já é um património da Humanidade que deve ser agora reconhecido pela UNESCO. E também os escritos de Amílcar Cabral que estão em curso no quadro de toda essa dinâmica, para conhecermos a nossa história e preservarmos a memória da luta de libertação. E da história política contemporânea de Cabo Verde. Já esteve aqui com os jovens da diáspora, estará com a comunidade nas várias cidades que vai visitar. Esteve também nos Estados Unidos, imagino também com a comunidade dos Estados Unidos. Esta questão dos vistos e esta questão da forma como os Estados Unidos estão a tratar Cabo Verde está a preocupar os cabo verdianos em Cabo Verde, mas tambem os cabo verdianos fora de Cabo Verde? Sim, muito. Cabo Verde é um Estado transnacional. Nós somos desterritorializados. Os cabo-verdianos estão em todo o Mundo. Há mais cabo verdianos fora do que dentro. Portanto, nós, tudo o que tem a ver com restrições à mobilidade, tudo o que tem a ver com a discriminação de imigrantes afecta enormemente Cabo Verde. Então temos é de trabalhar para defender os interesses dos cabo-verdianos. De um lado, ouvir os cabo-verdianos, ouvir os desafios ou ver os problemas, ter uma mensagem pedagógica e, do outro lado, também dialogar com as autoridades e procurar defender os interesses dos cabo-verdianos. Nós não queremos uma imigração ilegal, uma imigração clandestina. Nós queremos que a imigração se faça com base em regras de forma regulada. Que os cabo-verdianos que quiserem sair saiam, mas de forma legal. E nós temos que cooperar nesse sentido e defender os interesses dos cabo-verdianos. É nessa linha que nós estamos a trabalhar com preocupação em relação às medidas mais restritivas. Mas vamos falando com a diáspora, vamos falando com as autoridades dos países de acolhimento, mesmo lá onde haja medidas mais restritivas. Mostrar-lhes que Cabo Verde tem tido uma diáspora desde há muitos séculos e que tem contribuído grandemente para o crescimento dos países de acolhimento. É um povo pacífico, trabalhador e que respeita as regras dos países de acolhimento. E é nessa linha que vamos continuar a trabalhar. E o tom como se fala atualmente das comunidades lusófonas em Portugal preocupa-o? Estamos a falar já da segunda volta das eleições presidenciais, que acontece já para a semana. Esta eleição está a preocupá-lo? Não, não necessariamente. Acho que os portugueses farão a sua escolha no dia 8 de Fevereiro e, qualquer que ela seja, a escolha deve ser respeitada. E nós iremos é continuar a trabalhar, como já disse, para defender os interesses dos cabo-verdianos. Mas em Portugal, a nossa diáspora globalmente é bem integrada e espero continuar a contar com toda a disponibilidade das autoridades portuguesas e da sociedade portuguesa no sentido de maior integração da diáspora cabo-verdiana. Quando falamos de instabilidade não podemos deixar de falar da África e da instabilidade dentro dos países lusófonos, nomeadamente na Guiné-Bissau. Esteve para integrar uma missão da CEDEAO. A Guiné-Bissau preferiu não fazê-lo exactamente pela proximidade com a Guiné-Bissau. Arrepende-se ter feito isso ou acha que naquela altura era o que era necessário fazer para o problema da Guiné-Bissau se resolver o mais rápido possível? Nessas questões temos que ser muito pragmáticos e realistas e ver qual é a melhor maneira de ajudar. E achei que a melhor maneira de ajudar era trabalhar mais nos bastidores e de forma mais discreta. E é o que temos feito. Temos tido contactos, temos participado nas acções da CEDEAO, temos falado com os chefes de Estado, temos falado com as duas partes na Guiné-Bissau e temos ajudado muito dentro das nossas possibilidades. Temos aconselhado, temos sugerido, isso é o mais importante. Aqui é preciso muita paciência. Os fenómenos não são fáceis, são complexos, os contextos são muito difíceis, mas, gradualmente, as peças do puzzle estão a ser colocadas no sentido da realização do roteiro que foi fixado em Abuja, na última cimeira dos Chefes de Estado e Governo da CEDEAO. E, portanto, os presos políticos já foram libertos, já há um passo em relação a Domingos Simões Pereira, que passou a estar em prisão domiciliária. Mas já é um passo positivo. E vamos ver se o governo inclusivo será formado e depois, gradualmente, ir tomando outras medidas no sentido da concretização dos objectivos da CEDEAO. E do meu ponto de vista, é isto que é o mais importante. Se considerarmos toda a história da Guiné-Bissau, dos golpes, dos conflitos, dos problemas anteriores, percebemos que a complexidade da situação exige um trabalho diplomático muito inteligente e muito sereno para podermos atingir os resultados esperados. A ideia é então de realizar eleições em dezembro, mas antes disso, pensa que seria importante um esclarecimento cabal do que se passou no dia 26 de novembro de 2025, em Bissau? O importante neste momento é considerar a realidade existente. Houve o golpe, independentemente da sua natureza. Os resultados eleitorais não foram divulgados e houve prisões e já há a instalação de um regime militar. Agora temos de trabalhar no sentido da criação de um governo inclusivo com o envolvimento de todas as sensibilidades políticas e sociais na linha das decisões da CEDEAO e depois criar as condições para a realização de eleições livres, justas e transparentes. Tendo em conta toda a história da Guiné-Bissau, não podemos estar permanentemente em busca de uma reconciliação com o passado, mas temos de estar preocupados na realização de uma reconciliação no presente, para que o futuro seja um futuro de maior estabilidade e de maior tranquilidade e que permita a restauração do Estado e permita também a realização dos objectivos preconizados. Quando faz estas viagens, a ideia é a escuta. Ouvir cabo-verdianos na diáspora, quais são as principais queixas? O que é que acha que ainda poderia ser feito e que não foi? Por tudo o que eu já ouvi, se eu fosse um membro da diáspora, o que eu diria é que precisamos efectivamente resolver o problema dos transportes marítimos e aéreos inter-ilhas. Resolver o problema da mobilidade e da inserção de todas as ilhas na dinâmica nacional de desenvolvimento. Prioridade das prioridades. E teremos de mobilizar as tecnologias informacionais para conseguir, de forma muito mais rápida, resolver um conjunto de pequenas questões que são obstáculos ao investimento. São obstáculos à resolução imediata de um conjunto de pequenos problemas no relacionamento entre o cidadão ou entre uma empresa ou entre a sociedade civil e a administração. Eu acho que nós, nos 50 anos da nossa independência, Cabo Verde cresceu, deu um salto enorme. Agora, 50 anos depois, temos de sofisticar-nos um pouco, melhorar a qualidade da prestação dos serviços e sermos muito mais eficientes, muito mais eficazes nos resultados e para podermos andar mais depressa. As eleições presidenciais estão marcadas para Novembro. Senhor Presidente é recandidato a Presidente de Cabo Verde? Bom, ainda vamos ter às legislativas em Maio. É preciso aguardar a evolução das coisas. Espero que as legislativas corram bem e só depois das legislativas, da posse do novo Governo, é que irei decidir sobre esta matéria.
O próximo papo vai ser com Ramon Silveira Borges (https://www.linkedin.com/in/ramon-silveira-borges-342979a2/), Senior SRE na Deutsche Telekom IT Solutions, atuando direto de Budapeste, na Hungria.O Ramon tem uma trajetória bem completa: começou com desenvolvimento, passou por Linux, SAP, DevOps, Platform Engineering e hoje atua como SRE em um ambiente global, lidando com operação, confiabilidade e automação em escala.A conversa vai passar por:- SRE no dia a dia de uma empresa global- Trabalhar com times internacionais- Evolução de carreira em infraestrutura- AWS, observabilidade e cloud native- O que muda quando você sai do Brasil pra trabalhar foraSem buzzword vazia, sem frase de efeito e com bastante vivência prática.Se você trabalha com DevOps, SRE, cloud ou tem curiosidade sobre carreira internacional, esse episódio vai valer o play.
A escala 6x1 e as jornadas estendidas foram o padrão por décadas no nosso mercado, mas as empresas que desejam escalar com qualidade entenderam que esse formato não sustenta mais um time engajado. O mercado mudou, e a busca por equilíbrio entre vida pessoal e profissional deixou de ser um luxo para virar um diferencial competitivo.Neste episódio, discutimos a implementação de um modelo disruptivo para o setor: a escala 6x2, com Rodrigo Malfitani, Diretor de Hospitalidade do restaurante Leila (Tania Bulhões).Trabalhar seis dias e folgar dois — garantindo folgas seguidas e finais de semana frequentes — foi o caminho encontrado para quebrar a inércia de um modelo antigo que drena a energia do time.O ponto aqui não é pregar uma fórmula mágica, mas sim abrir o questionamento! Não se trata de demagogia, mas de olhar para a gestão de pessoas com a mesma lupa estratégica que olhamos para processos e para o financeiro.Essa mudança vem como resposta à exaustão dos times, à dificuldade de contratação e à busca por mais previsibilidade na operação. Mas, na prática, ela só funciona quando vem acompanhada de:Processo;Planejamento;Liderança ativa.Mudar a escala não é sobre trabalhar menos — é sobre organizar melhor, proteger o time e sustentar o negócio no longo prazo. Não temos todas as respostas, mas temos gente disposta a pensar junto.
A Prefeitura de Belo Horizonte abriu o cadastramento para o público geral interessado em trabalhar como ambulante no Carnaval; O Parque Estadual do Limoeiro, na Serra do Espinhaço, está com inscrições abertas para o projeto Ecofolia 2026. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Articulações políticas também serão importantes daqui em diante, inclusive dos blocos frente a outras frentes econômicas importantes como EUA e China, por exemplo. Protestos continuam na França.
Trabalhar como freelancer é, para muitas pessoas, sinónimo de liberdade. Liberdade de horários, de escolha de projetos, de trabalhar com quem quer e de alinhar o trabalho com o estilo de vida desejado. Mas há um lado dessa liberdade de que se fala pouco: o impacto que ela tem na forma como lidamos com o dinheiro. É precisamente por isso que a gestão financeira é um dos pilares mais importantes da vida de um freelancer — e também uma das maiores fontes de stress quando não é bem feita. No mais recente episódio do podcast MoneyBar, falamos de finanças pessoais para freelancers e de como gerir melhor o seu dinheiro, mesmo quando os rendimentos são irregulares. Inscreva-se na lista de Espera do Curso “Do Zero à Liberdade Financeira”: https://bit.ly/Lista-de-Espera-Curso Subscreva a Newsletter: Newsletter MoneyLab – https://bit.ly/NewsletterMoneyLab Junte-se ao grupo de Telegram: https://bit.ly/moneylab-telegram Redes Sociais Instagram: https://www.instagram.com/barbarabarroso Facebook: https://www.facebook.com/barbarabarrosoblog/ Subscreva os canais de Youtube: https://www.youtube.com/barbarabarroso https://www.youtube.com/moneylabpt Para falar sobre eventos, programas e formação: https://www.moneylab.pt/ Disclaimer: Todo o conteúdo presente neste podcast tem apenas fins informativos e educacionais e não constitui uma recomendação ou qualquer tipo de aconselhamento financeiro.
00:00 A conta que ninguém faz00:37 O que é Viver de Renda: Ativa vs Passiva 01:41 O Cálculo do Número Mágico (Passo a Passo) 03:58 Tabela Prática: Renda x Patrimônio 05:12 Onde Investir: FIIs e Renda Fixa 06:55 O Vilão Invisível (Cuidado com a Inflação) 08:22 O Segredo da Geo-arbitragem 09:32 Próximos Passos (RC Wealth e RC Club)
2026 já começou e a nova temporada do podcast Caos Corporativo também!
Eu não quero que você comece 2026 errado.Usei Provérbios 21:5 como base: quem planeja bem e trabalha com dedicação prospera; quem se apressa e toma atalhos fica pobre. Isso não é só sobre dinheiro, é sobre sua mente, suas emoções, seus relacionamentos e a sua vida com Deus.Para mim, planejar bem significa pensar profundo e voltar do objetivo final para os passos diários. Trabalhar com dedicação é viver “coram Deo” — tudo feito sob o olhar de Deus, com excelência e fidelidade, mesmo nas tarefas pequenas e repetitivas. A pressa produz atalhos; atalhos produzem pobreza espiritual, emocional e relacional.
No quarto bloco do programa, falamos sobre um dos grandes objetivos da automação: fazer a casa trabalhar para você, sem que seja necessário pensar em cada detalhe no dia a dia. Demos exemplos simples, mas muito eficientes, como desligar automaticamente as luzes no momento certo quando não estão sendo utilizadas ou evitar que as lâmpadas do jardim acendam durante o dia. São ajustes inteligentes que evitam desperdício, trazem economia e tornam a rotina muito mais prática. Falamos também sobre sistemas ... Saiba Mais > The post Automação fazendo a casa trabalhar para você appeared first on Micro Import.
Ser trabalhador-estudante e um pseudo estudante-atleta ao mesmo tempo, não é fácil. Nesta edição especial do Carta Aberta, a Irina convida a sua amiga Bee, estudante na ESTHE, bailarina profissional e professora de dança, para nos mostrar o modo como equilibra estas duas dimensões da sua vida. Logo: Carolina LinoGenérico: Beatriz Monteiro e Beatriz Koque (Mentoria: Beatriz Melo)Sonoplastia: Pedro Silva
Ministério Permanecer e Instituto Jesus Cristo
"O país escolheu trabalhar". Governo diz que greve geral teve "adesão inexpressiva"18a7b8
Tem um entregador muito safado no restaurante perto do meu trabalho, toda vez que eu agradecia quando ele chegava com o meu almoço, ele sempre respondia que o prazer era todo dele, mas hoje o prazer ia ser nosso! Eu avisei que eu tinha uma entrega para ele e subi na garupa da moto, o safado disse que morava ali perto e me levou pra conhecer a casa dele, ele não tinha ideia que eu estava usando uma surpresinha, mas eu tinha certeza que nos dois iamos voltar satisfeitos daquele almoço. Quer ouvir todos os detalhes picantes dessa história? Não seja tímido, aperte o play!Conto erótico narrado. Locução: @ouveamalu.
Em entrevista ao Papo Antagonista, o deputado federal Capitão Alberto Neto (PL-AM) analisou o cenário das discussões no Congresso Nacional sobre o PL da Dosimetria ou anistia aos condenados por golpe de Estado e participação no 8 de janeiro.Alberto Neto admitiu que a dosimetria “desagrada boa parte da direita”, mas que os críticos dessa alternativa precisam ouvir quem está preso.Madeleine Lacsko, Rodolfo Borges e Ricardo Kertzman participam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Neste episódio, Helder fala sobre o valor do trabalho, da oração e do estudo da doutrina.
Send us a textNeste episódio, a gente mergulha no “como fazer” da carreira em dados e no backstage da produção de conteúdo tech: rotina, consistência, ferramentas (de Excel/Power BI ao básico de Python/SQL), e como usar as redes a favor da sua trajetória.PodCafé Tech é um podcast onde Mr Anderson, Guilherme Gomes e Dyogo Junqueira, recebem convidados para falar de uma forma descontraída sobre Tecnologia, Segurança e muito mais. YouTube: youtube.com/@podcafetech Instagram: instagram.com/podcafetech Linkedin: linkedin.com/company/podcafe
Com Joana Azevedo e Diogo Beja
Trabalhar já não chega para fugir da pobreza em Portugal e na Europa. Dados do Eurostat indicam que 8,2% trabalhadores da UE estão em risco de pobreza. E ainda há responsabilidade política no país?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Bunker X, Affonso Solano e Afonso 3D recebem o psicólogo e terapeuta Guga Ferrari para uma conversa profunda (e às vezes assustadora) sobre as forças invisíveis que agem sobre nossas vidas.Afinal, o que são essas forças negativas que nos puxam para baixo?São apenas desequilíbrios psicológicos como ansiedade, depressão e traumas… ou há algo mais?Entre casos clínicos, relatos espirituais e reflexões sobre o papel da fé e da ciência, exploramos como psicologia e espiritualidade podem – e talvez devam – caminhar juntas no enfrentamento do sofrimento humano.Prepare-se para uma conversa que mistura ciência, misticismo, religião, neurociência e experiências paranormais, com aquele tempero clássico de humor e seriedade do Bunker X.Atenção: depois deste papo, você nunca mais vai encarar seus “pensamentos negativos” da mesma forma...Este programa foi um oferecimento de:NORDVPN. Aproveite a promoção de aniversário e use nosso link para ganhar 4 meses de uso:
Trabalhar com crianças nos permite alguns privilégios, entre eles ouvir pérolas e mais pérolas! Por ai é assim também? Manda sua história no @fonotambemfala Somos a Sá e a Mô, fonos que atendem pequenos e compartilham o dia a dia dessa aventura de sermos fonoaudiólogas
Leopardo Di Caprio, trabalhar com calma, encomendas na alfândega
Nesta segunda parte da conversa do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, o encenador e ex-diretor artístico Ricardo Pais reflete sobre como é que o teatro pode e deve resistir à máquina devoradora da estupidificação e desumanização generalizadas no país e no mundo. E o que pode fazer a arte, e o teatro em particular, nestes dias que correm à velocidade da luz contra o tempo que ele precisa para se iluminar. E ainda fala de como gere este novo capítulo da vida, aos 80 anos, fora dos palcos, noutro tempo, despido de “pretensões inúteis”. Depois partilha as músicas que o acompanham, lê textos que traduzem a sua vida e revela como gere a solidão e se dedica aos novos prazeres e ao autoconhecimento, depois das perdas e das sobras. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Papo Antagonista desta quarta-feira, 6, comenta os desdobramentos da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.Além disso, estão na pauta o escândalo do INSS e o parecer técnico do TCU que desmontou as fake news contra a Transparência Internacional, confirmando reportagem de CrusoéPapo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
A inteligência artificial já faz parte da rotina das empresas, mas muitos projetos ainda esbarram em desafios práticos. Neste episódio do Podcast Canaltech, Jaqueline Ariane, especialista em IA na IBM, comenta os principais achados de um estudo global sobre a tecnologia e traz a perspectiva do mercado brasileiro. Na conversa, ela explica como as empresas estão usando IA para ganhar produtividade, por que o código aberto virou peça-chave nas estratégias e o que pode impedir um projeto de dar certo, desde a falta de dados organizados até a ausência de metas claras. Jaqueline também fala sobre o impacto da IA nos profissionais, as novas funções que estão surgindo e como o Brasil pode se destacar no cenário global com criatividade e soluções adaptadas à nossa realidade. Você também vai conferir: Tesla fecha acordo bilionário com Samsung para fabricar chips nos EUA Gov.br vai sugerir verificação em duas etapas para aumentar segurança App de namoro Tea vaza 72 mil imagens e expõe dados de usuários São Luís lidera ranking de roubos de celular; São Paulo fica em 3º Cortes na NASA preocupam funcionários e afetam missões espaciais Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Viviane França, Vinicius Moschen e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Se você está começando na área de dados ou pensando em mudar sua forma de atuar já deve ter se perguntado: e se eu fizesse “freelas”?Neste episódio, Leon Solon, Host e instrutor no Let's Data com mais de 20 anos de experiência em dados, veio compartilhar sua experiência como freelancer e dar dicas para você que tem interesse em saber mais sobre. Falamos sobre como o trabalho freelance pode ser uma porta de entrada poderosa para ganhar experiência, aplicar o que você aprende nos cursos e, até mesmo, atuar com projetos internacionais.Você vai ouvir dicas valiosas sobre como se destacar nas plataformas, quais são os erros mais comuns de quem está começando e por que o freelancing pode ser uma oportunidade de crescimento real mesmo para quem ainda está nos primeiros passos na área.Um episódio para abrir a cabeça e já dar o próximo passo.Lembrando que você pode encontrar todos os podcasts da comunidade Data Hackers no Spotify, iTunes, Google Podcast, Castbox e muitas outras plataformas.Nossa Bancada Data Hackers:Paulo Vasconcellos — Co-founder da Data Hackers e Principal Data Scientist na Hotmart.Monique Femme — Head of Community Management na Data HackersReferências:Curso Let's Data: https://youtube.com/playlist?list=PLn_z5E4dh_LgWmEGn2lcdOp5TDKw6nkde&si=i3ZdtqDqcL83X8jaParticipe do Challenge: https://forms.gle/z27YnZe2KWai8Uup6Plataforma Workana: https://www.workana.com/pt
Olá amigos! Nesse delicioso episódio recebemos nossas amigas Luiza Netto e Marcela Nery para uma conversa divertida sobre muitas coisas, incluindo o tempo delas trabalhando como Cast Members nos parques e hotéis da Disney em Orlando, e falamos sobre suas carreiras de influencers e criadoras de conteúdo e muito mais! Tem muita história boa, ouça […]