Podcasts about trabalhar

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Latest podcast episodes about trabalhar

Porque Sim Não é Resposta
Como lidar com pessoas muito ambiciosas no trabalho?

Porque Sim Não é Resposta

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 10:34


Trabalhar com pessoas muito ambiciosas pode ser inspirador, mas também cansativo. Quando a ambição deixa de ser motor e passa a ser atropelo, como é que nos protegemos?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Papo Social Media
Como é trabalhar com social media? Com Ana Carvalho RP e Hec da Koko

Papo Social Media

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 91:42


Como está o mercado de mídias sociais no Brasil? Quais são os desafios enfrentados por agências e profissionais hoje?  Neste episódio do Papo Social Media, Rafael Kiso e Márcio Silva recebe Ana Carvalho RP (Social Media Thinking) e Hector Muniz, o Hec (Agência Koko), para um papo sobre o mercado de social media no Brasil. A conversa traz dados do estudo Panorama das Agências e Profissionais de Mídias Sociais 2025 e debates sobre amadurecimento do setor, valorização do trabalho e novas exigências para o futuro. Descubra os desafios mais comuns, entenda o momento atual do mercado, os níveis de maturidade e saiba o que esperar dos próximos anos. Tudo com base em dados, experiências reais e visões estratégicas sobre o presente e o futuro das redes sociais. 00:00:00 Introdução 00:03:44 Panorama das Agências e Profissionais de Mídias Sociais 2025: https://mla.bs/e4f6c7a700:04:00 O perfil atual do mercado de mídias sociais no Brasil 00:05:07 O mercado cresceu, mas amadureceu? 00:11:20 Níveis de maturidade nas redes sociais ( https://mla.bs/4e06225c ) 00:17:03 Maturidade dos clientes e a educação do mercado 00:23:11 Alinhamento de expectativas: marketing ou comunicação? 00:25:25 Regulamentação da profissão e a lei dos profissionais multimídia 00:28:20 Sobrecarga, burnout e a importância de impor limites 00:34:03 Agências e dores do mercado: equipe, gestão e estrutura 00:39:57 O que faz, de fato, um social media? Área de atuação e responsabilidades 00:51:21 Gestão e funções operacionais no dia a dia das redes sociais 00:54:40 O mercado precisa entender mais sobre marketing? Ser mais estrategista e não fazer “só post” 01:01:37 A evolução da profissão e o papel da educação contínua 01:05:27 Quanto cobrar? Precificação e valorização do social media 01:09:44 Como escalar uma agência de mídias sociais 01:17:36 Carreira e aprendizados: experiência e comparação profissional 01:21:45 Tendências e previsões para o mercado em 2026 01:30:34 Encerramento  Acompanhe no Instagram Ana Carvalho RP (Social Media Thinking): https://www.instagram.com/anacarvalhorp/  Hector Muniz: https://www.instagram.com/hecdakoko/  Agência Koko: https://www.instagram.com/agenciakoko/  Potencialize sua gestão de mídias sociais com a plataforma mais usada por agências e profissionais no Brasil! Teste grátis a mLabs agora mesmo:

Comentário Final com Ricardo Spinosa
COMENTÁRIO FINAL RS: EXPO Londrina já está contratando gente para trabalhar!

Comentário Final com Ricardo Spinosa

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 2:03


No Comentário Final de hoje, Ricardo Spinosa reforça a oportunidade para quem busca trabalho: a Expo Londrina 2026 abriu 350 vagas temporárias, com cadastro presencial no Parque Ney Braga — mas atenção às exigências, principalmente o comprovante de residência em Londrina.#ComentarioFinal #RicardoSpinosa #ExpoLondrina #emprego #Londrina

Mentes Brilhantes
Ciência. “Trabalhar com gerações diferentes é fabuloso"

Mentes Brilhantes

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 35:47


A incerteza permanente é uma das belezas das descobertas científicas. Henrique Veiga-Fernandes e João Braun falam dos projetos em mãos e do trabalho em equipa com investigadores de várias idades.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Bispa Cléo Rossafa
Confie no trabalhar de Deus em meio a dor! | Mudança de Vida Hoje | 30 anos

Bispa Cléo Rossafa

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 29:59


11 DE FEVEREIRO DE 2026 - QUARTARef.: Habacuque 3.17-19, Isaías 40.1-5

Mulheres de Produto
#164 Carreira Internacional - Ainda vale a pena?

Mulheres de Produto

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 67:13


Trabalhar fora do país continua sendo um objetivo para muitos profissionais, mas o mercado mudou — especialmente nos Estados Unidos. Neste episódio do Podcast Mulheres de Produto, discutimos se ainda faz sentido perseguir uma carreira internacional e o que realmente é necessário para se manter lá.A host Silvana Dias recebe Paula Melo, consultora de carreira internacional, headhunter e CEO da USA Talentos, com mais de 20 anos de experiência em RH e Talent Acquisition no Brasil e nos EUA.Neste episódio, você vai ouvir sobre:O cenário atual do mercado de trabalho nos EUA e em outros paísesÁreas que ainda têm demanda real por talentos internacionaisCaminhos possíveis para conquistar uma vaga no exteriorO que muda de verdade em currículo, LinkedIn e entrevistasCases reais de sucesso e fracasso na busca por trabalho foraOs principais desafios para se sustentar profissional e emocionalmente no exterior

Dicas Apple by Micro Import
Automação residencial que faz a casa trabalhar para você

Dicas Apple by Micro Import

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 6:22


No segundo bloco, o assunto foi a praticidade que a automação traz para o dia a dia. Quando a casa é automatizada de forma correta, ela passa a funcionar para o morador. As rotinas deixam de depender de ações manuais e acontecem de forma automática, liberando tempo para outras atividades. Um exemplo claro é a irrigação do jardim. Em muitos imóveis, esse cuidado pode tomar horas da rotina semanal e ainda precisa ser feito em horários específicos, de acordo com ... Saiba Mais > The post Automação residencial que faz a casa trabalhar para você appeared first on Micro Import.

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas
Claude Cowork: Quando a IA Para de Ajudar e Começa a Trabalhar

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 3:17


Neste episódio, Ricardo apresenta o Cloud Cowork, um modelo de agente de IA da Anthropic que vai muito além dos assistentes conversacionais tradicionais. Ele foi projetado para executar tarefas completas em contextos reais, como arquivos, pastas, documentos, relatórios e fluxos de trabalho. Ricardo destaca sua forte aplicabilidade ao gerenciamento de projetos e outras formas de trabalho intelectual estruturado, em que grande parte do tempo é gasta em atividades operacionais como organizar documentos, consolidar dados, revisar informações e preparar relatórios. Ao delegar essas tarefas a um agente de IA que planeja e executa o trabalho de forma estruturada, os profissionais podem mudar o foco da execução para a orquestração, a tomada de decisões e a estratégia. Falando como um usuário satisfeito, sem qualquer vínculo com a Anthropic, Ricardo recomenda fortemente testar o Cloud Cowork para entender o impacto real dos agentes de IA em projetos, PMOs e organizações. Ouça o episódio e confira todos os detalhes!

Podcast Ultimato
Apreciação

Podcast Ultimato

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 2:52


Trabalhar – criando arte ou não – revela em nós a imagem e a semelhança do Eterno.

Podcast Ultimato
Os anjos de Jesus

Podcast Ultimato

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 2:05


Trabalhar – criando arte ou não – revela em nós a imagem e a semelhança do Eterno.

Portugalex
Trabalhar em contexto de invisibilidade

Portugalex

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 3:06


Leitão Amaro promete novo vídeo.

Rabino Avraham Stiefelmann
1330 Parshat Beshalach - O mapa da parnassá segundo o maná: trabalhar para viver, não viver para trabalhar

Rabino Avraham Stiefelmann

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 31:48


Se esta aula lhe tocou e você deseja contribuir para que mais pessoas tenham acesso, faça uma doação.Chave Pix: 43.154.897/0001-10 (CNPJ)Cada contribuição ajuda a manter as aulas gratuitas e expandir o alcance.

Convidado
José Maria Neves: "Há muitas forças a trabalhar para que haja regras no Mundo"

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 1, 2026 17:34


O Presidente de Cabo Verde, José Maria Neves, está em França e após um encontro com o Presidente Emmanuel Macron disse estar "optimista e confiante" em relação ao futuro já que vê a mobilização de forças positivas para criar um Mundo melhor, numa altura marcada pela instabilidade internacional. Quanto à situação na Guiné-Bissau, o Presidente cabo-verdiano defende a sua actuação afirmando que o seu país tem trabalhado  José Maria Neves, Presidente de Cabo Verde, está a cumprir uma visita de Estado a França, passando por Paris, Lyon e Marselha. O Presidente tem passado tempo com a diáspora cabo-verdiana, mas também com altas figuras do Estado na capital francesa, incluindo um almoço de trabalho com o Presidente Emmanuel Macron na sexta-feira. Após este encontro no Palácio do Eliseu, em entrevista à RFI, o chefe de Estado cabo-verdiano disse estar optimista quanto ao multilateralismo. RFI: Sai de Paris mais confiante no futuro da humanidade, tendo em conta a actual situação ao nível internacional? José Maria Neves: É preciso ser optimista e confiante. Há muitas forças contrárias e uma ruptura na ordem internacional, mas há muitas forças também que estão quotidianamente a trabalhar para que haja um mundo com regras. Para que o multilateralismo funcione, que a Carta das Nações Unidas seja respeitada e que o direito internacional também seja considerado em tudo o que nós fazemos no plano internacional. Estou optimista no sentido de que é possível mobilizar essas forças positivas para que tenhamos no futuro uma humanidade melhor. Nada se herda. Tudo é conquistado com trabalho árduo de todos os dias. E é esse trabalho que tem de se fazer. E saio de Paris muito mais optimista. No seu encontro com Emmanuel Macron foi exactamente sobre isso que falaram? Sobre essa construção de pontes num mundo muito dividido. Uma parte importante da nossa conversa foi sobre como trabalhar para termos o mundo onde o diálogo, a cooperação, a paz se imponham, onde haja parcerias solidárias para o desenvolvimento, onde o multilateralismo passe a ser o Valor que oriente o trabalho dos governos e dos diferentes Estados. Há uma vontade nesse sentido. Aliás, a intervenção do presidente Macron em Davos e a intervenção do primeiro ministro do Canadá mostram muito isto. A necessidade das pequenas e das médias potências, dos outros Estados trabalharem em comum para uma ordem internacional que beneficie a todos, para um mundo onde haja respeito pelas regras e onde haja mais humanidade. Esteve na UNESCO com o projecto que para Cabo Verde é muito importante a questão do Campo de Concentração do Tarrafal. Mas também temos de lembrar que a UNESCO é uma das organizações internacionais que faz um trabalho muito importante no âmbito da educação e da cultura, que foi abalada por este novo mandato de Donald Trump e que viu novamente retirado os Estados Unidos. Como é que foi essa troca com o novo director da UNESCO? Cabo Verde tem sempre em conta a sua história, a sua memória, o seu património natural e cultural. E o que nós podemos valorizar a memória e a história de todos os países. O trabalho conjunto que nós estamos a fazer com a UNESCO, enquanto patrono para a preservação do património natural e cultural da África, é precisamente no sentido de preservarmos toda a riqueza natural e cultural do continente africano e a partir desse cuidado construir uma África mais sustentável, com mais progresso e mais bem-estar para todos os africanos, independentemente das limitações e dos problemas existentes. A maioria dos membros da UNESCO tem neste momento a disponibilidade de trabalhar para preservar a UNESCO e permitir que ela cumpra a sua missão. E teremos o Tarrafal elevado a património da Humanidade até ao fim da década? Sim, temos um grande entusiasmo relativamente a este projecto. Na verdade, o campo de concentração do Tarrafal não é só de Cabo Verde, é também de Portugal e das outras ex-colónias. Já é um património da Humanidade que deve ser agora reconhecido pela UNESCO. E também os escritos de Amílcar Cabral que estão em curso no quadro de toda essa dinâmica, para conhecermos a nossa história e preservarmos a memória da luta de libertação. E da história política contemporânea de Cabo Verde. Já esteve aqui com os jovens da diáspora, estará com a comunidade nas várias cidades que vai visitar. Esteve também nos Estados Unidos, imagino também com a comunidade dos Estados Unidos. Esta questão dos vistos e esta questão da forma como os Estados Unidos estão a tratar Cabo Verde está a preocupar os cabo verdianos em Cabo Verde, mas tambem os cabo verdianos fora de Cabo Verde? Sim, muito. Cabo Verde é um Estado transnacional. Nós somos desterritorializados. Os cabo-verdianos estão em todo o Mundo. Há mais cabo verdianos fora do que dentro. Portanto, nós, tudo o que tem a ver com restrições à mobilidade, tudo o que tem a ver com a discriminação de imigrantes afecta enormemente Cabo Verde. Então temos é de trabalhar para defender os interesses dos cabo-verdianos. De um lado, ouvir os cabo-verdianos, ouvir os desafios ou ver os problemas, ter uma mensagem pedagógica e, do outro lado, também dialogar com as autoridades e procurar defender os interesses dos cabo-verdianos. Nós não queremos uma imigração ilegal, uma imigração clandestina. Nós queremos que a imigração se faça com base em regras de forma regulada. Que os cabo-verdianos que quiserem sair saiam, mas de forma legal. E nós temos que cooperar nesse sentido e defender os interesses dos cabo-verdianos. É nessa linha que nós estamos a trabalhar com preocupação em relação às medidas mais restritivas. Mas vamos falando com a diáspora, vamos falando com as autoridades dos países de acolhimento, mesmo lá onde haja medidas mais restritivas. Mostrar-lhes que Cabo Verde tem tido uma diáspora desde há muitos séculos e que tem contribuído grandemente para o crescimento dos países de acolhimento. É um povo pacífico, trabalhador e que respeita as regras dos países de acolhimento. E é nessa linha que vamos continuar a trabalhar. E o tom como se fala atualmente das comunidades lusófonas em Portugal preocupa-o? Estamos a falar já da segunda volta das eleições presidenciais, que acontece já para a semana. Esta eleição está a preocupá-lo? Não, não necessariamente. Acho que os portugueses farão a sua escolha no dia 8 de Fevereiro e, qualquer que ela seja, a escolha deve ser respeitada. E nós iremos é continuar a trabalhar, como já disse, para defender os interesses dos cabo-verdianos. Mas em Portugal, a nossa diáspora globalmente é bem integrada e espero continuar a contar com toda a disponibilidade das autoridades portuguesas e da sociedade portuguesa no sentido de maior integração da diáspora cabo-verdiana. Quando falamos de instabilidade não podemos deixar de falar da África e da instabilidade dentro dos países lusófonos, nomeadamente na Guiné-Bissau. Esteve para integrar uma missão da CEDEAO. A Guiné-Bissau preferiu não fazê-lo exactamente pela proximidade com a Guiné-Bissau. Arrepende-se ter feito isso ou acha que naquela altura era o que era necessário fazer para o problema da Guiné-Bissau se resolver o mais rápido possível? Nessas questões temos que ser muito pragmáticos e realistas e ver qual é a melhor maneira de ajudar. E achei que a melhor maneira de ajudar era trabalhar mais nos bastidores e de forma mais discreta. E é o que temos feito. Temos tido contactos, temos participado nas acções da CEDEAO, temos falado com os chefes de Estado, temos falado com as duas partes na Guiné-Bissau e temos ajudado muito dentro das nossas possibilidades. Temos aconselhado, temos sugerido, isso é o mais importante. Aqui é preciso muita paciência. Os fenómenos não são fáceis, são complexos, os contextos são muito difíceis, mas, gradualmente, as peças do puzzle estão a ser colocadas no sentido da realização do roteiro que foi fixado em Abuja, na última cimeira dos Chefes de Estado e Governo da CEDEAO. E, portanto, os presos políticos já foram libertos, já há um passo em relação a Domingos Simões Pereira, que passou a estar em prisão domiciliária. Mas já é um passo positivo. E vamos ver se o governo inclusivo será formado e depois, gradualmente, ir tomando outras medidas no sentido da concretização dos objectivos da CEDEAO. E do meu ponto de vista, é isto que é o mais importante. Se considerarmos toda a história da Guiné-Bissau, dos golpes, dos conflitos, dos problemas anteriores, percebemos que a complexidade da situação exige um trabalho diplomático muito inteligente e muito sereno para podermos atingir os resultados esperados. A ideia é então de realizar eleições em dezembro, mas antes disso, pensa que seria importante um esclarecimento cabal do que se passou no dia 26 de novembro de 2025, em Bissau? O importante neste momento é considerar a realidade existente. Houve o golpe, independentemente da sua natureza. Os resultados eleitorais não foram divulgados e houve prisões e já há a instalação de um regime militar. Agora temos de trabalhar no sentido da criação de um governo inclusivo com o envolvimento de todas as sensibilidades políticas e sociais na linha das decisões da CEDEAO e depois criar as condições para a realização de eleições livres, justas e transparentes. Tendo em conta toda a história da Guiné-Bissau, não podemos estar permanentemente em busca de uma reconciliação com o passado, mas temos de estar preocupados na realização de uma reconciliação no presente, para que o futuro seja um futuro de maior estabilidade e de maior tranquilidade e que permita a restauração do Estado e permita também a realização dos objectivos preconizados. Quando faz estas viagens, a ideia é a escuta. Ouvir cabo-verdianos na diáspora, quais são as principais queixas? O que é que acha que ainda poderia ser feito e que não foi? Por tudo o que eu já ouvi, se eu fosse um membro da diáspora, o que eu diria é que precisamos efectivamente resolver o problema dos transportes marítimos e aéreos inter-ilhas. Resolver o problema da mobilidade e da inserção de todas as ilhas na dinâmica nacional de desenvolvimento. Prioridade das prioridades. E teremos de mobilizar as tecnologias informacionais para conseguir, de forma muito mais rápida, resolver um conjunto de pequenas questões que são obstáculos ao investimento. São obstáculos à resolução imediata de um conjunto de pequenos problemas no relacionamento entre o cidadão ou entre uma empresa ou entre a sociedade civil e a administração. Eu acho que nós, nos 50 anos da nossa independência, Cabo Verde cresceu, deu um salto enorme. Agora, 50 anos depois, temos de sofisticar-nos um pouco, melhorar a qualidade da prestação dos serviços e sermos muito mais eficientes, muito mais eficazes nos resultados e para podermos andar mais depressa. As eleições presidenciais estão marcadas para Novembro. Senhor Presidente é recandidato a Presidente de Cabo Verde? Bom, ainda vamos ter às legislativas em Maio. É preciso aguardar a evolução das coisas. Espero que as legislativas corram bem e só depois das legislativas, da posse do novo Governo, é que irei decidir sobre esta matéria.

LowOpsCast
#43 De Pomerode a Budapeste: a jornada internacional de um SRE DevOps

LowOpsCast

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 97:13


O próximo papo vai ser com Ramon Silveira Borges (https://www.linkedin.com/in/ramon-silveira-borges-342979a2/), Senior SRE na Deutsche Telekom IT Solutions, atuando direto de Budapeste, na Hungria.O Ramon tem uma trajetória bem completa: começou com desenvolvimento, passou por Linux, SAP, DevOps, Platform Engineering e hoje atua como SRE em um ambiente global, lidando com operação, confiabilidade e automação em escala.A conversa vai passar por:- SRE no dia a dia de uma empresa global- Trabalhar com times internacionais- Evolução de carreira em infraestrutura- AWS, observabilidade e cloud native- O que muda quando você sai do Brasil pra trabalhar foraSem buzzword vazia, sem frase de efeito e com bastante vivência prática.Se você trabalha com DevOps, SRE, cloud ou tem curiosidade sobre carreira internacional, esse episódio vai valer o play.

Foodness Talks
Rodrigo Malfitani - 5x2 e os novos regimes de escala - #280

Foodness Talks

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 65:48


A escala 6x1 e as jornadas estendidas foram o padrão por décadas no nosso mercado, mas as empresas que desejam escalar com qualidade entenderam que esse formato não sustenta mais um time engajado. O mercado mudou, e a busca por equilíbrio entre vida pessoal e profissional deixou de ser um luxo para virar um diferencial competitivo.Neste episódio, discutimos a implementação de um modelo disruptivo para o setor: a escala 6x2, com Rodrigo Malfitani, Diretor de Hospitalidade do restaurante Leila (Tania Bulhões).Trabalhar seis dias e folgar dois — garantindo folgas seguidas e finais de semana frequentes — foi o caminho encontrado para quebrar a inércia de um modelo antigo que drena a energia do time.O ponto aqui não é pregar uma fórmula mágica, mas sim abrir o questionamento! Não se trata de demagogia, mas de olhar para a gestão de pessoas com a mesma lupa estratégica que olhamos para processos e para o financeiro.Essa mudança vem como resposta à exaustão dos times, à dificuldade de contratação e à busca por mais previsibilidade na operação. Mas, na prática, ela só funciona quando vem acompanhada de:Processo;Planejamento;Liderança ativa.Mudar a escala não é sobre trabalhar menos — é sobre organizar melhor, proteger o time e sustentar o negócio no longo prazo. Não temos todas as respostas, mas temos gente disposta a pensar junto.

Alvorada Social
Alvorada Social - PBH abre cadastramento para interessados em trabalhar no Carnaval; Conheça o projeto Ecofolia 2026

Alvorada Social

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 1:37


A Prefeitura de Belo Horizonte abriu o cadastramento para o público geral interessado em trabalhar como ambulante no Carnaval; O Parque Estadual do Limoeiro, na Serra do Espinhaço, está com inscrições abertas para o projeto Ecofolia 2026. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Notícias Agrícolas - Podcasts
Firmado acordo, UE e Mercosul deverão agora trabalhar na eliminação gradual das barreiras entre os dois blocos

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 18:16


Articulações políticas também serão importantes daqui em diante, inclusive dos blocos frente a outras frentes econômicas importantes como EUA e China, por exemplo. Protestos continuam na França.

MoneyBar
Finanças Pessoais para Freelancers: Como Gerir Melhor o Seu Dinheiro

MoneyBar

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 17:44


Trabalhar como freelancer é, para muitas pessoas, sinónimo de liberdade. Liberdade de horários, de escolha de projetos, de trabalhar com quem quer e de alinhar o trabalho com o estilo de vida desejado. Mas há um lado dessa liberdade de que se fala pouco: o impacto que ela tem na forma como lidamos com o dinheiro. É precisamente por isso que a gestão financeira é um dos pilares mais importantes da vida de um freelancer — e também uma das maiores fontes de stress quando não é bem feita. No mais recente episódio do podcast MoneyBar, falamos de finanças pessoais para freelancers e de como gerir melhor o seu dinheiro, mesmo quando os rendimentos são irregulares. Inscreva-se na lista de Espera do Curso “Do Zero à Liberdade Financeira”: https://bit.ly/Lista-de-Espera-Curso  Subscreva a Newsletter: Newsletter MoneyLab – https://bit.ly/NewsletterMoneyLab  Junte-se ao grupo de Telegram: https://bit.ly/moneylab-telegram  Redes Sociais Instagram: https://www.instagram.com/barbarabarroso  Facebook: https://www.facebook.com/barbarabarrosoblog/  Subscreva os canais de Youtube: https://www.youtube.com/barbarabarroso  https://www.youtube.com/moneylabpt  Para falar sobre eventos, programas e formação: https://www.moneylab.pt/  Disclaimer: Todo o conteúdo presente neste podcast tem apenas fins informativos e educacionais e não constitui uma recomendação ou qualquer tipo de aconselhamento financeiro.

RobCast
Quanto dinheiro você precisa para viver de renda e NUNCA mais trabalhar?

RobCast

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 11:15


00:00 A conta que ninguém faz00:37 O que é Viver de Renda: Ativa vs Passiva 01:41 O Cálculo do Número Mágico (Passo a Passo) 03:58 Tabela Prática: Renda x Patrimônio 05:12 Onde Investir: FIIs e Renda Fixa 06:55 O Vilão Invisível (Cuidado com a Inflação) 08:22 O Segredo da Geo-arbitragem 09:32 Próximos Passos (RC Wealth e RC Club)

Caos Corporativo
Ep. 01 - Chega de exaustão: Trabalhar menos vale mais do que ganhar mais?

Caos Corporativo

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 23:38


2026 já começou e a nova temporada do podcast Caos Corporativo também!

Teo Hayashi
O ERRO QUE PODE ARRUINAR SEU ANO

Teo Hayashi

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 16:09


Eu não quero que você comece 2026 errado.Usei Provérbios 21:5 como base: quem planeja bem e trabalha com dedicação prospera; quem se apressa e toma atalhos fica pobre. Isso não é só sobre dinheiro, é sobre sua mente, suas emoções, seus relacionamentos e a sua vida com Deus.Para mim, planejar bem significa pensar profundo e voltar do objetivo final para os passos diários. Trabalhar com dedicação é viver “coram Deo” — tudo feito sob o olhar de Deus, com excelência e fidelidade, mesmo nas tarefas pequenas e repetitivas. A pressa produz atalhos; atalhos produzem pobreza espiritual, emocional e relacional.

Dicas Apple by Micro Import
Automação fazendo a casa trabalhar para você

Dicas Apple by Micro Import

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 5:46


No quarto bloco do programa, falamos sobre um dos grandes objetivos da automação: fazer a casa trabalhar para você, sem que seja necessário pensar em cada detalhe no dia a dia. Demos exemplos simples, mas muito eficientes, como desligar automaticamente as luzes no momento certo quando não estão sendo utilizadas ou evitar que as lâmpadas do jardim acendam durante o dia. São ajustes inteligentes que evitam desperdício, trazem economia e tornam a rotina muito mais prática. Falamos também sobre sistemas ... Saiba Mais > The post Automação fazendo a casa trabalhar para você appeared first on Micro Import.

ESCS FM
Carta Aberta - Edição Especial: Entre Dançar, Estudar e Trabalhar - Irina Dores, feat. Bee Tavares

ESCS FM

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 5:12


Ser trabalhador-estudante e um pseudo estudante-atleta ao mesmo tempo, não é fácil. Nesta edição especial do Carta Aberta, a Irina convida a sua amiga Bee, estudante na ESTHE, bailarina profissional e professora de dança, para nos mostrar o modo como equilibra estas duas dimensões da sua vida. Logo: Carolina LinoGenérico: Beatriz Monteiro e Beatriz Koque (Mentoria: Beatriz Melo)Sonoplastia: Pedro Silva

Carlos McCord
#353 - 20/Dez | O MODO CORETO DE TRABALHAR | Tudo Para Ele (Oswald Chambers) | Permanecer

Carlos McCord

Play Episode Listen Later Dec 20, 2025 8:29


Ministério Permanecer e Instituto Jesus Cristo

#RhemaCast
Como Trabalhar as Habilidades Sociemocionais em Sala de Aula

#RhemaCast

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 10:01


As habilidades socioemocionais fazem parte da BNCC e devem ser trabalhadas de forma contínua dentro da escola, em todas as etapas da educação básica.Neste episódio do RhemaCast, você vai entender quais são essas competências, como elas se relacionam com o desenvolvimento integral dos alunos e, principalmente, como o professor pode aplicá-las na prática, com atividades acessíveis, rodas de conversa, projetos interativos, música, artes e ações sociais.Um conteúdo indispensável para educadores que desejam transformar a convivência em sala de aula e promover uma formação mais humana, consciente e colaborativa.

Convidado
Secretário-geral do ANAMOLA: "é tempo de o Presidente procurar trabalhar mais e falar menos"

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 23:25


A Rádio França Internacional recebeu nesta quinta-feira nos seus estúdios Messias Uarreno, secretário-geral do ANAMOLA, Aliança Nacional para um Moçambique Livre e Autónomo, partido de oposição moçambicano fundado este ano e liderado por Venâncio Mondlane, responsável político que reclama a vitória nas presidenciais do ano passado e que liderou os protestos pós-eleitorais que marcaram os últimos meses de 2024 e o começo deste ano. De passagem por Paris onde efectuou uma série de contactos em nome do ANAMOLA, Messias Uarreno evocou com a RFI os desafios enfrentados por esta nova formação que se reivindica como um partido "jovem", a sua ideologia e seus projectos, o processo de diálogo inclusivo encaminhado pelo Presidente da República e algumas das problemáticas que afligem o país, nomeadamente o terrorismo no norte. RFI: O que é que veio cá fazer a Paris? Messias Uarreno: O ANAMOLA vem a Paris numa missão muito específica que é a busca da abertura e alargamento das suas parcerias, em particular diplomáticas, porque trata-se de um partido que tem uma visão bastante clara para o futuro de Moçambique e achamos que não podemos fazer um Moçambique sem os nossos grandes parceiros. E a França, como país, é a uma referência bastante importante. RFI: Esteve em contacto com que entidades ou pessoas aqui em França? Messias Uarreno: Algumas entidades tiveram contactos connosco e obviamente ainda há um certo receio de partilhar assim publicamente, mas a nível institucional nós estivemos já na Embaixada (de Moçambique em Paris), podemos ter uma conversa com o embaixador e a sua equipa, mas também algumas instituições ligadas aos Direitos Humanos ou outras ligadas à questão da democracia, que têm interesses específicos que, na sua maioria, são instituições que na verdade já trabalham connosco quando ainda nem partido éramos. E para nós interessa continuar a estreitar as nossas relações. RFI: O ANAMOLA é um partido jovem, um partido que apareceu recentemente durante este ano de 2025 e também o partido que se assume como um partido de jovens, formado essencialmente por jovens. Quais são os desafios que enfrenta um partido que está em plena formação? Messias Uarreno: Uma das questões que eu enquadro como um problema primário é a questão mesmo da formação de quadros. Nós temos jovens bastante motivados e, como sabe, o ANAMOLA é um partido de massas. É um partido em que não é só numa questão da acessibilidade na zona urbana, mas também na zona rural. Nós temos um grande apoio das nossas bases e, a cada dia, nós vamos conseguindo implantar mais o partido. No contexto em que o ANAMOLA surge, durante as manifestações pós-eleitorais, aquela crise vivenciada, o receio que nós temos é que esse ambiente possa se tornar cíclico. Então é necessário formar os nossos quadros do partido a compreenderem que o ANAMOLA é um partido democrático, é um partido que vem implantar mais paz, mais concordância entre os actores políticos no país e para membros que, por sua natureza, não têm um contacto, um conhecimento claro sobre essas matérias, é preciso nos focarmos numa formação, num acompanhamento, em capacitação contínua. Mas isto está relacionado também com recursos. Um partido tão jovem, tão novo, precisaria de muitos recursos para conseguir formar, do topo à base, os seus quadros a assumirem essa política com uma postura democrática no verdadeiro sentido da palavra, e não ser confundido com o que nós temos chamado aqui, entre aspas, de vândalos. Porque nós somos realmente aquilo que é a esperança do povo moçambicano. E isto tem que se revelar de dentro para fora. Então eu classificaria a questão da formação um grande desafio para nós. Agora, temos também outro desafio, não menos importante, que é a questão daquilo que é o espaço político, que é muita das vezes manipulado sob o ponto de vista de captura das instituições em Moçambique. E eu acredito nessa nossa luta, a luta que o Presidente Venâncio Mondlane muita das vezes tem levado nestes últimos tempos, a despartidarização das instituições do Estado, porque enquanto as instituições forem partidarizadas, a acção política torna-se fragilizada, não só para o ANAMOLA, mas para qualquer outro partido dentro de um determinado território. E em Moçambique, infelizmente, até hoje nós sentimos que há partidarização. Ela atingiu dimensões inaceitáveis e o Presidente Venâncio tem lutado para este desafio. RFI: Também falou dos desafios de um partido que acaba de aparecer. Um deles, lá está, mencionou-o, é a questão dos recursos. Como é que são financiados? Messias Uarreno: Até agora, a base de apoio do partido ANAMOLA é identificada em dois prismas. O primeiro é aquilo que nós chamamos de contribuição, outros chamariam de quotização. Mas os nossos membros, ao se filiar ao partido, eles contribuem com valores simbólicos e estes valores têm suportado até agora aquilo que são parte das nossas actividades, mas é preciso compreender que também nós temos simpatizantes. Temos pessoas que acreditam na causa e que vão fazendo algumas doações. E essas doações têm apoiado aquilo que é o grande número das nossas despesas. E, como sabe, tem muitas instituições que financiam partidos políticos. RFI: Quais são os vossos objectivos em termos concretos e imediatos? Messias Uarreno: São vários. Eu vou citar aqui assim alguns rapidamente. A primeira prioridade, para nós, está ligada neste exacto momento, após a criação do partido, à questão da nossa Constituição da República. Como sabe, o ANAMOLA submeteu um grande dossier de propostas de reformas de leis de Estado que visam eliminar a grande porta de entrada dos problemas que Moçambique vive. Porque já é costume as nossas eleições serem caracterizadas com aspectos que indicam claramente fraudes e nós podemos eliminar essas fragilidades a partir da lei. O ANAMOLA tem trabalhado neste aspecto. Agora, é preciso compreender que, como partido, nós temos um foco de organização a nível territorial para que possamos nos preparar para as eleições 2028 que são as autárquicas, e em 2029, que são as gerais e legislativas. Estas eleições são muito importantes para nós, como um partido recentemente criado, porque precisamos ocupar este espaço político e assumir o nosso projecto de governação. RFI: Outro dos objectivos tem a ver com o diálogo inclusivo que foi encaminhado este ano. O que é que pretendem fazer relativamente a este diálogo inclusivo? Messias Uarreno: Quando falamos de diálogo inclusivo em Moçambique, pessoalmente, como secretário-geral, eu tenho trazido aqui dois aspectos claros. Primeiro é que o ANAMOLA foi excluído do diálogo. E isto nós repudiamos desde o princípio. Fizemos o nosso TPC (Trabalho de Casa), que foi uma acção popular onde fomos recolher a real intenção das famílias moçambicanas para o nosso país, compilamos e fizemos a entrega recentemente à liderança da COTE (Comissão para o Diálogo Nacional Inclusivo). Eu acho que ainda temos tempo para que tanto os grandes parceiros que financiam a COTE e também os próprios membros da COTE, a nível nacional, possam reflectir sobre esta questão, sobre esta voz que não pára de ecoar sobre a inclusão da ANAMOLA. Porque nós somos o grande motivo para que fosse criado este diálogo. RFI: Relativamente ao estado do país, o Presidente Daniel Chapo fez uma comunicação sobre o estado da Nação. Ele disse que não foi possível fazer tanto quanto gostaria de ter feito, designadamente, por causa dos incidentes pós-eleitorais que marcaram não só o final do ano passado, como também o começo deste ano. O que é que tem a dizer quanto a isso? Messias Uarreno: Dificilmente confronto aquilo que são os posicionamentos do Presidente da República por uma questão mesmo de desgaste, desgaste como político, desgaste como académico, desgaste como jovem moçambicano. Porque ao avaliar só aquilo que é a actuação do Presidente da República Daniel neste período, vai constatar gastos excessivos em viagens com membros que seriam, na minha óptica e na nossa óptica, como partido, dispensáveis, e converter estes recursos em acções concretas para o país. Estes recursos poderiam ser utilizados neste período ainda para coisas como a melhoria da qualidade das nossas escolas, a colocação de medicamentos nos hospitais e materiais. Fiz recentemente uma visita a um hospital para ver as mães parturientes e vi uma situação deplorável, em que as parteiras até têm problemas de luvas. Coisas básicas. Portanto, custa-me acreditar que saiu da boca do Presidente da República uma abordagem semelhante de que teve dificuldades por causa desse aspecto. Mas eu acho que é tempo de o Presidente mudar de narrativa e procurar trabalhar mais e falar menos. RFI: Relativamente às problemáticas que existem em Moçambique, uma delas é a questão do terrorismo em Cabo Delgado. Como é que vê o tratamento dessa problemática? Já há mais de oito anos que estamos nesta situação em Cabo Delgado. Messias Uarreno: A primeira coisa que eu queria dizer sobre o terrorismo é que, como partido, nós lamentamos as grandes perdas humanas que nós temos e, mais do que isso, lamentamos também aquilo que é a interferência do terrorismo nos grandes investimentos que muitas instituições, ao exemplo da Total Energies, têm feito e eu acho que deveria também continuar a fazer é não recuar. Relativamente à questão do terrorismo em Moçambique, é uma questão que, a nível doméstico, nós poderíamos ter tratado, porque eu acredito que a nossa interferência interna, ela fala mais alto do que a interferência externa. Esta é a primeira opção que eu tenho sobre este aspecto, mas, no entanto, é de lamentar que o Governo do dia, nos discursos que podemos encontrar, diga que a situação está calma, que a situação está boa, que já não há terrorismo. São as últimas manchetes que nós vimos. Mas, em contrapartida, nós continuamos a receber, obviamente, evidências de que o terrorismo continua a assolar não só a Cabo Delgado, mas a tendência é para alastrar para a província de Nampula. E isto deixa realmente a desejar. Quando reparo para os grandes parceiros na área, por exemplo, de extracção em Cabo Delgado e eu acho que, como partido ANAMOLA, na nossa perspectiva, uma das grandes vontades seria manter uma abertura clara para os que já estão a trabalhar, mas também com a abordagem um pouco mais para o desenvolvimento local e devolver a estabilidade àquela região. RFI: Estas últimas semanas evocou-se a hipótese da Total retomar efectivamente as suas actividades em Cabo Delgado. Como é que vê esta perspectiva? Julga que não será prematuro, até porque a Total reclama uma série de novas condições para retomar as suas actividades. Messias Uarreno: Penso que, como investidor, é justo que reclame que hajam melhores condições para a sua actuação. Pessoalmente, eu acredito que numa visão política, um país precisa que os seus investimentos avancem e não que sejam interrompidos. E o retorno da Total poderia constituir a continuidade de um projecto importante para o país. As actividades não podem parar e nós temos que gerar alguma coisa para resolver problemas concretos que o país tem. Simplesmente impedir isso, seria adiar aquilo que são respostas que nós queremos com esses investimentos. RFI: Voltando agora à vida interna do partido, um dos desafios que têm enfrentado ultimamente é a saída já de alguns dos seus membros, em particular em Cabo Delgado. Como é que explica esta situação? O que eles alegam é que há falta de consideração pelos quadros dentro do partido. Messias Uarreno: Pessoalmente, recebi também no meu gabinete várias cartas. Não são assim tantas como a media também tem tentado propalar, mas eu acredito que para um partido em construção, para um partido bastante novo, são fenómenos a considerar como normais do ponto de vista de vida de um partido político. Qualquer partido político já teve dissidência, já teve renúncias e o ANAMOLA não pode ser uma excepção. É preciso também perceber que um partido que está a começar com uma força como a nossa é vítima, obviamente, de ataques de outras organizações políticas que têm interesse em ver reduzir do nosso esforço a nada. E, obviamente, maior parte dos membros que conseguiram fazer-se identificar como membros do ANAMOLA podem utilizar este caminho para desacreditar aquilo que é a coesão interna do nosso partido. Este é um dado. Outro dado muito importante é que, como humanos, algumas pessoas vêem o partido como uma forma ou um caminho para atingir objectivos pessoais. E eu vou lhe recordar uma coisa: o presidente Venâncio Mondlane é um indivíduo, um cidadão moçambicano que largou a maior parte dos seus benefícios como actor político moçambicano para abraçar uma causa que tem como foco responder aqui às necessidades do povo moçambicano, o que quer dizer que a disciplina interna, ela está caracterizada por indivíduos que vão trabalhar em prol do crescimento de um partido que vai responder às necessidades das famílias moçambicanas. Então, todo aquele que não está preparado para esta abordagem e pensa que o partido é um local onde vai resolver os seus problemas, como por exemplo, um cargo de chefia imediato, porque estamos agora em eleições internas a nível do distrito, obviamente encontra como uma forma de manifestação a saída do partido. E eu posso-lhe confirmar de que a maior parte dessas narrativas em Cabo Delgado e um pouco espalhadas pelo país estão relacionadas com esse aspecto. Não temos uma dissidência por um motivo diferente deste. O que justifica que nós continuámos ainda mais coesos e vamos ficar realmente com qualidade e não com quantidade. RFI: Relativamente ainda à vossa vida interna, o vosso líder, Venâncio Mondlane, tem sido acusado, a nível judicial, de incitar a desordem no país. Pode haver algum tipo de condenação. O partido ANAMOLA está preparado para a eventualidade de ficar sem o seu líder? Messias Uarreno: O presidente Venâncio Mondlane não fez nada mais nada menos do que sua obrigação em todo o processo. E, aliás, estas acusações que pesam sobre o presidente Venâncio Mondlane são acusações que, a nível da Justiça, vai ser comprovado num futuro breve, que são infundadas porque aquelas famílias que estavam na rua no período das manifestações, elas estavam, por consciência própria e plena de que Moçambique precisa de mudança. Foi um recado claro, dado num momento específico, num contexto bem localizado, que eram depois das fraudes eleitorais, de que 'Olha, nós estamos cansados e basta'. A soberania reside no povo moçambicano. E se esse recado for mal recebido pela justiça moçambicana que é de continuar a levar este caminho de tentar sacrificar o líder Venâncio Mondlane, isto vai dar a uma situação de grande risco para o actual governo, por uma razão muito simples: porque o povo só está à espera de que eles façam isso. Agora, se estamos preparados ou não, eu acho que, como partido, ficaria com receio de responder. Eu acho que gostaria de colocar esta questão ao povo moçambicano: se está preparado para prender o presidente Venâncio Mondlane. Eu não sei se há alguma barreira física que pode parar o povo quando isso acontecer. Agora, a nível de liderança interna, o presidente Venâncio Mondlane tem trabalhado para capacitar os membros, tem trabalhado para recrutar pessoas qualificadas, competentes, que podem sim, dar continuidade ao projecto político, mas não porque teme uma prisão, mas porque nós, os humanos, somos finitos. Amanhã podemos não estar aqui. E o líder Venâncio é um homem com uma visão a longo termo sobre Moçambique e ele sabe muito bem preparar e está a fazer esse trabalho muito bem. RFI: No começo da nossa conversa, nós evocamos os contactos que têm feito, designadamente aqui em França. Ainda antes da fundação oficial do ANAMOLA, o vosso presidente, Venâncio Mondlane, esteve em Portugal e esteve em contacto com o partido Chega (na extrema-direita). Qual é a relação que existe entre o ANAMOLA e o Chega? Messias Uarreno: O presidente Venâncio Mondlane esteve em Portugal, Sim. E teve contacto com Chega, teve contacto com a Iniciativa Liberal, tivemos com o PSD e a abordagem foi a mesma. Não existe um contacto exclusivo com o Chega. Existiu contacto com partidos políticos na diáspora e maioritariamente da oposição. E o partido Chega, assim com o partido Iniciativa Liberal e os outros, foram parceiros e continuarão sendo parceiros para aquilo que constituir um aprendizado para um líder político visionário que pretende fazer uma grande revolução num país que, por sinal, é um país que foi colonizado por Portugal. Então temos alguma coisa, sim, a aprender. E até então o Chega tem conseguido olhar para aquilo que são os objectivos do ANAMOLA e dar o devido apoio, tanto a nível do Parlamento português, assim como Parlamento Europeu. E as nossas relações baseiam-se neste apoio mútuo para garantir a democracia em Portugal e a democracia em Moçambique por via de canais legais. RFI: Como é que se traduz esse apoio, concretamente do Chega relativamente ao ANAMOLA? Messias Uarreno: O grande suporte é no domínio da justiça, nos processos em que nós estamos. Como sabe, o Presidente Venâncio Mondlane reivindicou a sua vitória e até hoje o Conselho Constitucional não se pronunciou claramente, apenas fez o anúncio dos resultados. Nós estamos à espera de uma resposta clara sobre os 300 quilos de documentos que nós deixamos no Conselho Constitucional, que foram praticamente marginalizados. E o Chega, assim como outros partidos, tem sido uma voz que continua a gritar em prol da devolução da Justiça Eleitoral em Moçambique. RFI: Como é que se assumem no xadrez político moçambicano? Diriam que estão mais à esquerda, no centro, à direita? Estava a dizer que esteve em contacto com uma série de partidos que se situam mais no centro-direita ou até na extrema-direita, no caso do Chega em Portugal. Messias Uarreno: Nós temos discutido internamente esta questão da ideologia do nosso partido e, brevemente, nós teremos posicionamentos muito claros sobre a nossa ideologia. O que eu posso-lhe dizer é que há um esforço interno em mobilizarmos posicionamentos políticos que venham responder às reais necessidades das famílias moçambicanas. E, como sabe, se reparar um pouco por todos os partidos políticos em África, de uma forma muito rápida, vai compreender que nós não nos movemos muito com a questão de esquerda ou direita. Movemo-nos por outros valores, mas precisamos de evoluir. Precisamos dar um passo à frente. E eu acho que temos encontrado similaridades em alguns pontos de agenda que vão nortear aquilo que é a nossa posição final, que obviamente, como pode perceber, nós não temos aqui uma apresentação oficial de se nós pertencemos à esquerda, à direita, centro-esquerda, centro-direita actualmente. Mas estamos a trabalhar para fazer esse alinhamento e, quando for oportuno, obviamente o mundo saberá qual é, afinal, a grande linha ideológica que nos dirige. RFI: Estamos prestes a terminar este ano 2025. Quais são os seus votos Messias Uarreno para 2026? Messias Uarreno: Tem aqui três esferas dos meus votos. A esfera global é que eu espero que o mundo esteja mais equilibrado. Temos várias guerras, vários desafios, conflitos políticos um pouco por toda a parte. Eu espero que os líderes mundiais possam procurar em 2026 reduzir esta intensidade de conflitos e procurar mais diálogo, um diálogo mais sereno e realístico sobre os grandes projectos das grandes nações, que muita das vezes está por detrás dos grandes conflitos também. Segundo, há uma dimensão dos meus votos que se dirige aos grandes parceiros internacionais um pouco espalhados pelo mundo. Como um partido, nós estamos abertos a continuar a trabalhar com grandes parceiros que já actuam em Moçambique. E a única coisa que vamos fazer é procurar melhorar o ambiente desta parceria. E esta abertura é uma abertura legítima e uma abertura real. É por isso que temos viajado. Eu, pessoalmente vou continuar a viajar para, com estas grandes organizações, procurar estreitar esses laços e manter a sua actuação no nosso país, mas com um paradigma diferente. E por fim, é uma questão doméstica. A todas as famílias moçambicanas, nós desejamos muita força. Devem continuar a acreditar que um processo de libertação leva tempo. Vamos continuar a defender a verdade até ao fim e, acima de tudo, procurar ser um partido que, quando chegar ao poder, vai responder realmente às necessidades das famílias moçambicanas. Que 2026 seja realmente próspero e seja tão próspero como as grandes nações têm experimentado aquilo que é a sua evolução.

Amorosidade Estrela da Manhã
Vídeo - Lucidez.religare vai trabalhar: espírito, mente e emoção

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 0:29


Vídeos curtos sobre espiritualidade (Lucidez.Religare)

Amorosidade Estrela da Manhã
Áudio - Lucidez.religare vai trabalhar: espírito, mente e emoção

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 0:30


Vídeos curtos sobre espiritualidade (Lucidez.Religare)

Jorge Borges
10 planos de aula para trabalhar o antirracismo na sala de aula

Jorge Borges

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 7:10


"ESCOLA PARA TODOS: PROMOVENDO UMA EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA", é um programa da Fundação Telefônica Vivo que oferece planos de aula comentados para a formação de professores. O documento, escrito pelas irmãs Carolina e Fernanda Chagas Schneider, aborda a importância da educação antirracista no contexto brasileiro, citando eventos recentes de violência racial para ilustrar o racismo estrutural no país. O objetivo central é fornecer aos educadores ferramentas para promover a mudança social nas escolas, integrando de forma contínua a história e cultura afro-brasileira e africana no currículo, conforme exigido pela Lei nº 10.639/03. A obra categoriza planos de aula em temas como Literatura, Representatividade, Estética, Ludicidade, Corporeidade, Religiosidade e Antirracismo, adaptando abordagens para a Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio. O material enfatiza a necessidade de criar uma ambiência racial na escola que valorize a diversidade e contribua para a formação identitária positiva de alunos não-brancos.

Calvicie and Hobbies
268 | Todo o dia a trabalhar, todo o dia sem cantar, onde está o meu petroil?

Calvicie and Hobbies

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 44:07


Fazer greve ou não, eis a questão; ser influencer de causas sociais; 11 participantes do Festival da Canção recusam ir à Eurovisão; Iberdrola quase me estragou a vida.

Noticiário Nacional
1h Maioria escolheu trabalhar diz o ministro da presidência

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 10:07


Noticiário Nacional
5h Maioria escolheu trabalhar diz o ministro da presidência

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 8:07


Actualidade - Renascença V+ - Videocast
"O país escolheu trabalhar". Governo diz que greve geral teve "adesão inexpressiva"

Actualidade - Renascença V+ - Videocast

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 1:35


"O país escolheu trabalhar". Governo diz que greve geral teve "adesão inexpressiva"18a7b8

SEXLOG
CONTO | FUI TRABALHAR COM O CUZINHO PREENCHIDO

SEXLOG

Play Episode Listen Later Nov 28, 2025 9:58


Tem um entregador muito safado no restaurante perto do meu trabalho, toda vez que eu agradecia quando ele chegava com o meu almoço, ele sempre respondia que o prazer era todo dele, mas hoje o prazer ia ser nosso! Eu avisei que eu tinha uma entrega para ele e subi na garupa da moto, o safado disse que morava ali perto e me levou pra conhecer a casa dele, ele não tinha ideia que eu estava usando uma surpresinha, mas eu tinha certeza que nos dois iamos voltar satisfeitos daquele almoço. Quer ouvir todos os detalhes picantes dessa história? Não seja tímido, aperte o play!Conto erótico narrado. Locução: @ouveamalu.

O Antagonista
Cortes do Papo - “Vamos trabalhar a redução dos danos”, diz deputado Alberto Neto sobre anistia

O Antagonista

Play Episode Listen Later Nov 27, 2025 16:10


Em entrevista ao Papo Antagonista, o deputado federal Capitão Alberto Neto (PL-AM) analisou o cenário das discussões no Congresso Nacional sobre o PL da Dosimetria ou anistia aos condenados por golpe de Estado e participação no 8 de janeiro.Alberto Neto admitiu que a dosimetria “desagrada boa parte da direita”, mas que os críticos dessa alternativa precisam ouvir quem está preso.Madeleine Lacsko, Rodolfo Borges e Ricardo Kertzman participam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do   dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.     Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.     Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.     Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h.    Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista  https://bit.ly/papoantagonista  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

Exposições Bíblicas - Palavra da Vida
Orar, Trabalhar e Estudar - Helder Cardin

Exposições Bíblicas - Palavra da Vida

Play Episode Listen Later Nov 27, 2025 29:17


Neste episódio, Helder fala sobre o valor do trabalho, da oração e do estudo da doutrina.

PODCAFÉ DA TI
MicTalks | Como estudar, trabalhar e criar conteúdo em Tech

PODCAFÉ DA TI

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 68:43 Transcription Available


Send us a textNeste episódio, a gente mergulha no “como fazer” da carreira em dados e no backstage da produção de conteúdo tech: rotina, consistência, ferramentas (de Excel/Power BI ao básico de Python/SQL), e como usar as redes a favor da sua trajetória.PodCafé Tech é um podcast onde Mr Anderson, Guilherme Gomes e Dyogo Junqueira, recebem convidados para falar de uma forma descontraída sobre Tecnologia, Segurança e muito mais. YouTube: youtube.com/@podcafetech Instagram: instagram.com/podcafetech Linkedin: linkedin.com/company/podcafe

Rádio Comercial - Já se faz Tarde
Aqui não fingimos que gostamos de trabalhar

Rádio Comercial - Já se faz Tarde

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025 18:54


Com Joana Azevedo e Diogo Beja

Ainda Bem que Faz Essa Pergunta
Basta um emprego para escapar à pobreza?

Ainda Bem que Faz Essa Pergunta

Play Episode Listen Later Nov 4, 2025 6:08


Trabalhar já não chega para fugir da pobreza em Portugal e na Europa. Dados do Eurostat indicam que 8,2% trabalhadores da UE estão em risco de pobreza. E ainda há responsabilidade política no país?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Bunker X
Demônio no divã: psicologia e espiritualidade podem trabalhar juntas?

Bunker X

Play Episode Listen Later Nov 3, 2025 78:17


Neste episódio do Bunker X, Affonso Solano e Afonso 3D recebem o psicólogo e terapeuta Guga Ferrari para uma conversa profunda (e às vezes assustadora) sobre as forças invisíveis que agem sobre nossas vidas.Afinal, o que são essas forças negativas que nos puxam para baixo?São apenas desequilíbrios psicológicos como ansiedade, depressão e traumas… ou há algo mais?Entre casos clínicos, relatos espirituais e reflexões sobre o papel da fé e da ciência, exploramos como psicologia e espiritualidade podem – e talvez devam – caminhar juntas no enfrentamento do sofrimento humano.Prepare-se para uma conversa que mistura ciência, misticismo, religião, neurociência e experiências paranormais, com aquele tempero clássico de humor e seriedade do Bunker X.Atenção: depois deste papo, você nunca mais vai encarar seus “pensamentos negativos” da mesma forma...Este programa foi um oferecimento de:NORDVPN. Aproveite a promoção de aniversário e use nosso link para ganhar 4 meses de uso:

Arquivo Misterio
Desmembrou os pais porque não queria trabalhar | Chandler Halderson

Arquivo Misterio

Play Episode Listen Later Oct 13, 2025 26:12


Fono também Fala
FTP Episódio 02: "Você mora aqui?"e outras pérolas

Fono também Fala

Play Episode Listen Later Oct 11, 2025 20:32


Trabalhar com crianças nos permite alguns privilégios, entre eles ouvir pérolas e mais pérolas! Por ai é assim também? Manda sua história no @fonotambemfala Somos a Sá e a Mô, fonos que atendem pequenos e compartilham o dia a dia dessa aventura de sermos fonoaudiólogas

CARROSSEL
CARROSSEL #306 DiCaprio, trabalhar com calma, encomendas na alfândega

CARROSSEL

Play Episode Listen Later Oct 10, 2025 32:38


Leopardo Di Caprio, trabalhar com calma, encomendas na alfândega

watch.tm
ZORLAK | #113

watch.tm

Play Episode Listen Later Sep 14, 2025 143:10


Esta semana, reunião de dois grandes gamers no estúdio. Pedro, profissional de Drop Jelly, Farmville e Sims, conversa com Zorlak, especialista de Counter Strike, relações amorosas e vida no geral. Uma conversa essencialmente sobre tudo - a amizade com Olívia Ortiz, a polémica com André Ventura, a saída de Gyokeres, não saber estacionar, admiração pela cidade de Tomar e ainda outras temáticas.(00:00) Intro (00:23) Paralelismo entre comediantes e streamers (02:23) Trabalhar com a mulher (04:38) Clips de Zorlak (07:38) De onde surge hate associado a Zorlak (09:07) Zorlak esclarece polémica com Ventura (16:06) O que são as streams de Zorlak (22:24) Estar farto de Counter Strike (23:41) PTM tenta descodificar expressões do mundo do gaming (32:15) Zorlak não se identifica com cultura desportiva do futebol (37:09) Viver amor à primeira vista (45:03) Tirar carta de mota em adulto (47:32) Mundo tóxico no futebol (51:31) Pessoas que estão magoadas com Gyökeres (57:29) PTM desiste de jogar PS por não conseguir entrar na PS Network (1:01:10) Amizade com Olivia Ortiz (1:06:00) Experiência académica em Castelo Branco (1:15:37) Ligação especial com avô (1:19:44) Ter ótima relação com a mulher (1:23:48) Pressão de ficar um dia sem streamar (1:31:13) Clips deturpam a realidade? (1:32:44) Opinião de Zorlak sobre comédia (1:42:29) Ameaças de morte (1:44:22) Zorlak recusou-se a entrevistar Ventura (1:52:33) Zorlak é altamente jovem (1:53:48) PTM tem finalmente carro de volta (2:00:48) Querer viver em Tomar (2:04:05) Falar de futebol na internet (2:09:06) Ter rugas, querer rapar o cabelo e não ter barba (2:13:16) Ter filhos muda toda a vida (2:16:21) Brincadeira de filho espoleta memória de infância (2:18:06) Ser pai torna-nos “imbecis”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Ricardo Pais (parte 2): “Aos 80 anos vou-me despindo das pretensões inúteis e dessas sobras. Estou a trabalhar a minha cabeça como nunca fiz”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Sep 13, 2025 42:17


Nesta segunda parte da conversa do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, o encenador e ex-diretor artístico Ricardo Pais reflete sobre como é que o teatro pode e deve resistir à máquina devoradora da estupidificação e desumanização generalizadas no país e no mundo. E o que pode fazer a arte, e o teatro em particular, nestes dias que correm à velocidade da luz contra o tempo que ele precisa para se iluminar. E ainda fala de como gere este novo capítulo da vida, aos 80 anos, fora dos palcos, noutro tempo, despido de “pretensões inúteis”. Depois partilha as músicas que o acompanham, lê textos que traduzem a sua vida e revela como gere a solidão e se dedica aos novos prazeres e ao autoconhecimento, depois das perdas e das sobras. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Antagonista
Que tal trabalhar? | Papo Antagonista com Felipe Moura Brasil - 06/08/25

O Antagonista

Play Episode Listen Later Aug 6, 2025 88:17


O Papo Antagonista desta quarta-feira, 6, comenta os desdobramentos da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.Além disso, estão na pauta o escândalo do INSS e o parecer técnico do TCU que desmontou as fake news contra a Transparência Internacional, confirmando reportagem de CrusoéPapo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do   dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.     Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.     Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.     Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h.    Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista  https://bit.ly/papoantagonista  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

Canaltech Podcast
Como a IA está mudando o jeito de trabalhar nas empresas brasileiras

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Jul 29, 2025 22:41


A inteligência artificial já faz parte da rotina das empresas, mas muitos projetos ainda esbarram em desafios práticos. Neste episódio do Podcast Canaltech, Jaqueline Ariane, especialista em IA na IBM, comenta os principais achados de um estudo global sobre a tecnologia e traz a perspectiva do mercado brasileiro. Na conversa, ela explica como as empresas estão usando IA para ganhar produtividade, por que o código aberto virou peça-chave nas estratégias e o que pode impedir um projeto de dar certo, desde a falta de dados organizados até a ausência de metas claras. Jaqueline também fala sobre o impacto da IA nos profissionais, as novas funções que estão surgindo e como o Brasil pode se destacar no cenário global com criatividade e soluções adaptadas à nossa realidade. Você também vai conferir: Tesla fecha acordo bilionário com Samsung para fabricar chips nos EUA Gov.br vai sugerir verificação em duas etapas para aumentar segurança App de namoro Tea vaza 72 mil imagens e expõe dados de usuários São Luís lidera ranking de roubos de celular; São Paulo fica em 3º Cortes na NASA preocupam funcionários e afetam missões espaciais Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Viviane França, Vinicius Moschen e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Data Hackers
Como trabalhar de Freelance na área de Dados - Data Hackers Podcast #109

Data Hackers

Play Episode Listen Later Jul 25, 2025 54:23


Se você está começando na área de dados ou pensando em mudar sua forma de atuar já deve ter se perguntado: e se eu fizesse “freelas”?Neste episódio, Leon Solon, Host e instrutor no Let's Data com mais de 20 anos de experiência em dados, veio compartilhar sua experiência como freelancer e dar dicas para você que tem interesse em saber mais sobre. Falamos sobre como o trabalho freelance pode ser uma porta de entrada poderosa para ganhar experiência, aplicar o que você aprende nos cursos e, até mesmo, atuar com projetos internacionais.Você vai ouvir dicas valiosas sobre como se destacar nas plataformas, quais são os erros mais comuns de quem está começando e por que o freelancing pode ser uma oportunidade de crescimento real mesmo para quem ainda está nos primeiros passos na área.Um episódio para abrir a cabeça e já dar o próximo passo.Lembrando que você pode encontrar todos os podcasts da comunidade Data Hackers no Spotify, iTunes, Google Podcast, Castbox e muitas outras plataformas.Nossa Bancada Data Hackers:Paulo Vasconcellos — Co-founder da Data Hackers e Principal Data Scientist na Hotmart.Monique Femme — Head of Community Management na Data HackersReferências:Curso Let's Data: https://youtube.com/playlist?list=PLn_z5E4dh_LgWmEGn2lcdOp5TDKw6nkde&si=i3ZdtqDqcL83X8jaParticipe do Challenge: https://forms.gle/z27YnZe2KWai8Uup6Plataforma Workana: https://www.workana.com/pt

Passaporte Orlando
Passaporte Orlando Ep. 251 - Trabalhar na Disney e Criação de Conteúdo (com Luiza Netto e Mahnery)

Passaporte Orlando

Play Episode Listen Later Jul 20, 2025 132:31


Olá amigos! Nesse delicioso episódio recebemos nossas amigas Luiza Netto e Marcela Nery para uma conversa divertida sobre muitas coisas, incluindo o tempo delas trabalhando como Cast Members nos parques e hotéis da Disney em Orlando, e falamos sobre suas carreiras de influencers e criadoras de conteúdo e muito mais! Tem muita história boa, ouça […]