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No quarto bloco do programa, falamos sobre um dos grandes objetivos da automação: fazer a casa trabalhar para você, sem que seja necessário pensar em cada detalhe no dia a dia. Demos exemplos simples, mas muito eficientes, como desligar automaticamente as luzes no momento certo quando não estão sendo utilizadas ou evitar que as lâmpadas do jardim acendam durante o dia. São ajustes inteligentes que evitam desperdício, trazem economia e tornam a rotina muito mais prática. Falamos também sobre sistemas ... Saiba Mais > The post Automação fazendo a casa trabalhar para você appeared first on Micro Import.
Ser trabalhador-estudante e um pseudo estudante-atleta ao mesmo tempo, não é fácil. Nesta edição especial do Carta Aberta, a Irina convida a sua amiga Bee, estudante na ESTHE, bailarina profissional e professora de dança, para nos mostrar o modo como equilibra estas duas dimensões da sua vida. Logo: Carolina LinoGenérico: Beatriz Monteiro e Beatriz Koque (Mentoria: Beatriz Melo)Sonoplastia: Pedro Silva
Ministério Permanecer e Instituto Jesus Cristo
As habilidades socioemocionais fazem parte da BNCC e devem ser trabalhadas de forma contínua dentro da escola, em todas as etapas da educação básica.Neste episódio do RhemaCast, você vai entender quais são essas competências, como elas se relacionam com o desenvolvimento integral dos alunos e, principalmente, como o professor pode aplicá-las na prática, com atividades acessíveis, rodas de conversa, projetos interativos, música, artes e ações sociais.Um conteúdo indispensável para educadores que desejam transformar a convivência em sala de aula e promover uma formação mais humana, consciente e colaborativa.
A Rádio França Internacional recebeu nesta quinta-feira nos seus estúdios Messias Uarreno, secretário-geral do ANAMOLA, Aliança Nacional para um Moçambique Livre e Autónomo, partido de oposição moçambicano fundado este ano e liderado por Venâncio Mondlane, responsável político que reclama a vitória nas presidenciais do ano passado e que liderou os protestos pós-eleitorais que marcaram os últimos meses de 2024 e o começo deste ano. De passagem por Paris onde efectuou uma série de contactos em nome do ANAMOLA, Messias Uarreno evocou com a RFI os desafios enfrentados por esta nova formação que se reivindica como um partido "jovem", a sua ideologia e seus projectos, o processo de diálogo inclusivo encaminhado pelo Presidente da República e algumas das problemáticas que afligem o país, nomeadamente o terrorismo no norte. RFI: O que é que veio cá fazer a Paris? Messias Uarreno: O ANAMOLA vem a Paris numa missão muito específica que é a busca da abertura e alargamento das suas parcerias, em particular diplomáticas, porque trata-se de um partido que tem uma visão bastante clara para o futuro de Moçambique e achamos que não podemos fazer um Moçambique sem os nossos grandes parceiros. E a França, como país, é a uma referência bastante importante. RFI: Esteve em contacto com que entidades ou pessoas aqui em França? Messias Uarreno: Algumas entidades tiveram contactos connosco e obviamente ainda há um certo receio de partilhar assim publicamente, mas a nível institucional nós estivemos já na Embaixada (de Moçambique em Paris), podemos ter uma conversa com o embaixador e a sua equipa, mas também algumas instituições ligadas aos Direitos Humanos ou outras ligadas à questão da democracia, que têm interesses específicos que, na sua maioria, são instituições que na verdade já trabalham connosco quando ainda nem partido éramos. E para nós interessa continuar a estreitar as nossas relações. RFI: O ANAMOLA é um partido jovem, um partido que apareceu recentemente durante este ano de 2025 e também o partido que se assume como um partido de jovens, formado essencialmente por jovens. Quais são os desafios que enfrenta um partido que está em plena formação? Messias Uarreno: Uma das questões que eu enquadro como um problema primário é a questão mesmo da formação de quadros. Nós temos jovens bastante motivados e, como sabe, o ANAMOLA é um partido de massas. É um partido em que não é só numa questão da acessibilidade na zona urbana, mas também na zona rural. Nós temos um grande apoio das nossas bases e, a cada dia, nós vamos conseguindo implantar mais o partido. No contexto em que o ANAMOLA surge, durante as manifestações pós-eleitorais, aquela crise vivenciada, o receio que nós temos é que esse ambiente possa se tornar cíclico. Então é necessário formar os nossos quadros do partido a compreenderem que o ANAMOLA é um partido democrático, é um partido que vem implantar mais paz, mais concordância entre os actores políticos no país e para membros que, por sua natureza, não têm um contacto, um conhecimento claro sobre essas matérias, é preciso nos focarmos numa formação, num acompanhamento, em capacitação contínua. Mas isto está relacionado também com recursos. Um partido tão jovem, tão novo, precisaria de muitos recursos para conseguir formar, do topo à base, os seus quadros a assumirem essa política com uma postura democrática no verdadeiro sentido da palavra, e não ser confundido com o que nós temos chamado aqui, entre aspas, de vândalos. Porque nós somos realmente aquilo que é a esperança do povo moçambicano. E isto tem que se revelar de dentro para fora. Então eu classificaria a questão da formação um grande desafio para nós. Agora, temos também outro desafio, não menos importante, que é a questão daquilo que é o espaço político, que é muita das vezes manipulado sob o ponto de vista de captura das instituições em Moçambique. E eu acredito nessa nossa luta, a luta que o Presidente Venâncio Mondlane muita das vezes tem levado nestes últimos tempos, a despartidarização das instituições do Estado, porque enquanto as instituições forem partidarizadas, a acção política torna-se fragilizada, não só para o ANAMOLA, mas para qualquer outro partido dentro de um determinado território. E em Moçambique, infelizmente, até hoje nós sentimos que há partidarização. Ela atingiu dimensões inaceitáveis e o Presidente Venâncio tem lutado para este desafio. RFI: Também falou dos desafios de um partido que acaba de aparecer. Um deles, lá está, mencionou-o, é a questão dos recursos. Como é que são financiados? Messias Uarreno: Até agora, a base de apoio do partido ANAMOLA é identificada em dois prismas. O primeiro é aquilo que nós chamamos de contribuição, outros chamariam de quotização. Mas os nossos membros, ao se filiar ao partido, eles contribuem com valores simbólicos e estes valores têm suportado até agora aquilo que são parte das nossas actividades, mas é preciso compreender que também nós temos simpatizantes. Temos pessoas que acreditam na causa e que vão fazendo algumas doações. E essas doações têm apoiado aquilo que é o grande número das nossas despesas. E, como sabe, tem muitas instituições que financiam partidos políticos. RFI: Quais são os vossos objectivos em termos concretos e imediatos? Messias Uarreno: São vários. Eu vou citar aqui assim alguns rapidamente. A primeira prioridade, para nós, está ligada neste exacto momento, após a criação do partido, à questão da nossa Constituição da República. Como sabe, o ANAMOLA submeteu um grande dossier de propostas de reformas de leis de Estado que visam eliminar a grande porta de entrada dos problemas que Moçambique vive. Porque já é costume as nossas eleições serem caracterizadas com aspectos que indicam claramente fraudes e nós podemos eliminar essas fragilidades a partir da lei. O ANAMOLA tem trabalhado neste aspecto. Agora, é preciso compreender que, como partido, nós temos um foco de organização a nível territorial para que possamos nos preparar para as eleições 2028 que são as autárquicas, e em 2029, que são as gerais e legislativas. Estas eleições são muito importantes para nós, como um partido recentemente criado, porque precisamos ocupar este espaço político e assumir o nosso projecto de governação. RFI: Outro dos objectivos tem a ver com o diálogo inclusivo que foi encaminhado este ano. O que é que pretendem fazer relativamente a este diálogo inclusivo? Messias Uarreno: Quando falamos de diálogo inclusivo em Moçambique, pessoalmente, como secretário-geral, eu tenho trazido aqui dois aspectos claros. Primeiro é que o ANAMOLA foi excluído do diálogo. E isto nós repudiamos desde o princípio. Fizemos o nosso TPC (Trabalho de Casa), que foi uma acção popular onde fomos recolher a real intenção das famílias moçambicanas para o nosso país, compilamos e fizemos a entrega recentemente à liderança da COTE (Comissão para o Diálogo Nacional Inclusivo). Eu acho que ainda temos tempo para que tanto os grandes parceiros que financiam a COTE e também os próprios membros da COTE, a nível nacional, possam reflectir sobre esta questão, sobre esta voz que não pára de ecoar sobre a inclusão da ANAMOLA. Porque nós somos o grande motivo para que fosse criado este diálogo. RFI: Relativamente ao estado do país, o Presidente Daniel Chapo fez uma comunicação sobre o estado da Nação. Ele disse que não foi possível fazer tanto quanto gostaria de ter feito, designadamente, por causa dos incidentes pós-eleitorais que marcaram não só o final do ano passado, como também o começo deste ano. O que é que tem a dizer quanto a isso? Messias Uarreno: Dificilmente confronto aquilo que são os posicionamentos do Presidente da República por uma questão mesmo de desgaste, desgaste como político, desgaste como académico, desgaste como jovem moçambicano. Porque ao avaliar só aquilo que é a actuação do Presidente da República Daniel neste período, vai constatar gastos excessivos em viagens com membros que seriam, na minha óptica e na nossa óptica, como partido, dispensáveis, e converter estes recursos em acções concretas para o país. Estes recursos poderiam ser utilizados neste período ainda para coisas como a melhoria da qualidade das nossas escolas, a colocação de medicamentos nos hospitais e materiais. Fiz recentemente uma visita a um hospital para ver as mães parturientes e vi uma situação deplorável, em que as parteiras até têm problemas de luvas. Coisas básicas. Portanto, custa-me acreditar que saiu da boca do Presidente da República uma abordagem semelhante de que teve dificuldades por causa desse aspecto. Mas eu acho que é tempo de o Presidente mudar de narrativa e procurar trabalhar mais e falar menos. RFI: Relativamente às problemáticas que existem em Moçambique, uma delas é a questão do terrorismo em Cabo Delgado. Como é que vê o tratamento dessa problemática? Já há mais de oito anos que estamos nesta situação em Cabo Delgado. Messias Uarreno: A primeira coisa que eu queria dizer sobre o terrorismo é que, como partido, nós lamentamos as grandes perdas humanas que nós temos e, mais do que isso, lamentamos também aquilo que é a interferência do terrorismo nos grandes investimentos que muitas instituições, ao exemplo da Total Energies, têm feito e eu acho que deveria também continuar a fazer é não recuar. Relativamente à questão do terrorismo em Moçambique, é uma questão que, a nível doméstico, nós poderíamos ter tratado, porque eu acredito que a nossa interferência interna, ela fala mais alto do que a interferência externa. Esta é a primeira opção que eu tenho sobre este aspecto, mas, no entanto, é de lamentar que o Governo do dia, nos discursos que podemos encontrar, diga que a situação está calma, que a situação está boa, que já não há terrorismo. São as últimas manchetes que nós vimos. Mas, em contrapartida, nós continuamos a receber, obviamente, evidências de que o terrorismo continua a assolar não só a Cabo Delgado, mas a tendência é para alastrar para a província de Nampula. E isto deixa realmente a desejar. Quando reparo para os grandes parceiros na área, por exemplo, de extracção em Cabo Delgado e eu acho que, como partido ANAMOLA, na nossa perspectiva, uma das grandes vontades seria manter uma abertura clara para os que já estão a trabalhar, mas também com a abordagem um pouco mais para o desenvolvimento local e devolver a estabilidade àquela região. RFI: Estas últimas semanas evocou-se a hipótese da Total retomar efectivamente as suas actividades em Cabo Delgado. Como é que vê esta perspectiva? Julga que não será prematuro, até porque a Total reclama uma série de novas condições para retomar as suas actividades. Messias Uarreno: Penso que, como investidor, é justo que reclame que hajam melhores condições para a sua actuação. Pessoalmente, eu acredito que numa visão política, um país precisa que os seus investimentos avancem e não que sejam interrompidos. E o retorno da Total poderia constituir a continuidade de um projecto importante para o país. As actividades não podem parar e nós temos que gerar alguma coisa para resolver problemas concretos que o país tem. Simplesmente impedir isso, seria adiar aquilo que são respostas que nós queremos com esses investimentos. RFI: Voltando agora à vida interna do partido, um dos desafios que têm enfrentado ultimamente é a saída já de alguns dos seus membros, em particular em Cabo Delgado. Como é que explica esta situação? O que eles alegam é que há falta de consideração pelos quadros dentro do partido. Messias Uarreno: Pessoalmente, recebi também no meu gabinete várias cartas. Não são assim tantas como a media também tem tentado propalar, mas eu acredito que para um partido em construção, para um partido bastante novo, são fenómenos a considerar como normais do ponto de vista de vida de um partido político. Qualquer partido político já teve dissidência, já teve renúncias e o ANAMOLA não pode ser uma excepção. É preciso também perceber que um partido que está a começar com uma força como a nossa é vítima, obviamente, de ataques de outras organizações políticas que têm interesse em ver reduzir do nosso esforço a nada. E, obviamente, maior parte dos membros que conseguiram fazer-se identificar como membros do ANAMOLA podem utilizar este caminho para desacreditar aquilo que é a coesão interna do nosso partido. Este é um dado. Outro dado muito importante é que, como humanos, algumas pessoas vêem o partido como uma forma ou um caminho para atingir objectivos pessoais. E eu vou lhe recordar uma coisa: o presidente Venâncio Mondlane é um indivíduo, um cidadão moçambicano que largou a maior parte dos seus benefícios como actor político moçambicano para abraçar uma causa que tem como foco responder aqui às necessidades do povo moçambicano, o que quer dizer que a disciplina interna, ela está caracterizada por indivíduos que vão trabalhar em prol do crescimento de um partido que vai responder às necessidades das famílias moçambicanas. Então, todo aquele que não está preparado para esta abordagem e pensa que o partido é um local onde vai resolver os seus problemas, como por exemplo, um cargo de chefia imediato, porque estamos agora em eleições internas a nível do distrito, obviamente encontra como uma forma de manifestação a saída do partido. E eu posso-lhe confirmar de que a maior parte dessas narrativas em Cabo Delgado e um pouco espalhadas pelo país estão relacionadas com esse aspecto. Não temos uma dissidência por um motivo diferente deste. O que justifica que nós continuámos ainda mais coesos e vamos ficar realmente com qualidade e não com quantidade. RFI: Relativamente ainda à vossa vida interna, o vosso líder, Venâncio Mondlane, tem sido acusado, a nível judicial, de incitar a desordem no país. Pode haver algum tipo de condenação. O partido ANAMOLA está preparado para a eventualidade de ficar sem o seu líder? Messias Uarreno: O presidente Venâncio Mondlane não fez nada mais nada menos do que sua obrigação em todo o processo. E, aliás, estas acusações que pesam sobre o presidente Venâncio Mondlane são acusações que, a nível da Justiça, vai ser comprovado num futuro breve, que são infundadas porque aquelas famílias que estavam na rua no período das manifestações, elas estavam, por consciência própria e plena de que Moçambique precisa de mudança. Foi um recado claro, dado num momento específico, num contexto bem localizado, que eram depois das fraudes eleitorais, de que 'Olha, nós estamos cansados e basta'. A soberania reside no povo moçambicano. E se esse recado for mal recebido pela justiça moçambicana que é de continuar a levar este caminho de tentar sacrificar o líder Venâncio Mondlane, isto vai dar a uma situação de grande risco para o actual governo, por uma razão muito simples: porque o povo só está à espera de que eles façam isso. Agora, se estamos preparados ou não, eu acho que, como partido, ficaria com receio de responder. Eu acho que gostaria de colocar esta questão ao povo moçambicano: se está preparado para prender o presidente Venâncio Mondlane. Eu não sei se há alguma barreira física que pode parar o povo quando isso acontecer. Agora, a nível de liderança interna, o presidente Venâncio Mondlane tem trabalhado para capacitar os membros, tem trabalhado para recrutar pessoas qualificadas, competentes, que podem sim, dar continuidade ao projecto político, mas não porque teme uma prisão, mas porque nós, os humanos, somos finitos. Amanhã podemos não estar aqui. E o líder Venâncio é um homem com uma visão a longo termo sobre Moçambique e ele sabe muito bem preparar e está a fazer esse trabalho muito bem. RFI: No começo da nossa conversa, nós evocamos os contactos que têm feito, designadamente aqui em França. Ainda antes da fundação oficial do ANAMOLA, o vosso presidente, Venâncio Mondlane, esteve em Portugal e esteve em contacto com o partido Chega (na extrema-direita). Qual é a relação que existe entre o ANAMOLA e o Chega? Messias Uarreno: O presidente Venâncio Mondlane esteve em Portugal, Sim. E teve contacto com Chega, teve contacto com a Iniciativa Liberal, tivemos com o PSD e a abordagem foi a mesma. Não existe um contacto exclusivo com o Chega. Existiu contacto com partidos políticos na diáspora e maioritariamente da oposição. E o partido Chega, assim com o partido Iniciativa Liberal e os outros, foram parceiros e continuarão sendo parceiros para aquilo que constituir um aprendizado para um líder político visionário que pretende fazer uma grande revolução num país que, por sinal, é um país que foi colonizado por Portugal. Então temos alguma coisa, sim, a aprender. E até então o Chega tem conseguido olhar para aquilo que são os objectivos do ANAMOLA e dar o devido apoio, tanto a nível do Parlamento português, assim como Parlamento Europeu. E as nossas relações baseiam-se neste apoio mútuo para garantir a democracia em Portugal e a democracia em Moçambique por via de canais legais. RFI: Como é que se traduz esse apoio, concretamente do Chega relativamente ao ANAMOLA? Messias Uarreno: O grande suporte é no domínio da justiça, nos processos em que nós estamos. Como sabe, o Presidente Venâncio Mondlane reivindicou a sua vitória e até hoje o Conselho Constitucional não se pronunciou claramente, apenas fez o anúncio dos resultados. Nós estamos à espera de uma resposta clara sobre os 300 quilos de documentos que nós deixamos no Conselho Constitucional, que foram praticamente marginalizados. E o Chega, assim como outros partidos, tem sido uma voz que continua a gritar em prol da devolução da Justiça Eleitoral em Moçambique. RFI: Como é que se assumem no xadrez político moçambicano? Diriam que estão mais à esquerda, no centro, à direita? Estava a dizer que esteve em contacto com uma série de partidos que se situam mais no centro-direita ou até na extrema-direita, no caso do Chega em Portugal. Messias Uarreno: Nós temos discutido internamente esta questão da ideologia do nosso partido e, brevemente, nós teremos posicionamentos muito claros sobre a nossa ideologia. O que eu posso-lhe dizer é que há um esforço interno em mobilizarmos posicionamentos políticos que venham responder às reais necessidades das famílias moçambicanas. E, como sabe, se reparar um pouco por todos os partidos políticos em África, de uma forma muito rápida, vai compreender que nós não nos movemos muito com a questão de esquerda ou direita. Movemo-nos por outros valores, mas precisamos de evoluir. Precisamos dar um passo à frente. E eu acho que temos encontrado similaridades em alguns pontos de agenda que vão nortear aquilo que é a nossa posição final, que obviamente, como pode perceber, nós não temos aqui uma apresentação oficial de se nós pertencemos à esquerda, à direita, centro-esquerda, centro-direita actualmente. Mas estamos a trabalhar para fazer esse alinhamento e, quando for oportuno, obviamente o mundo saberá qual é, afinal, a grande linha ideológica que nos dirige. RFI: Estamos prestes a terminar este ano 2025. Quais são os seus votos Messias Uarreno para 2026? Messias Uarreno: Tem aqui três esferas dos meus votos. A esfera global é que eu espero que o mundo esteja mais equilibrado. Temos várias guerras, vários desafios, conflitos políticos um pouco por toda a parte. Eu espero que os líderes mundiais possam procurar em 2026 reduzir esta intensidade de conflitos e procurar mais diálogo, um diálogo mais sereno e realístico sobre os grandes projectos das grandes nações, que muita das vezes está por detrás dos grandes conflitos também. Segundo, há uma dimensão dos meus votos que se dirige aos grandes parceiros internacionais um pouco espalhados pelo mundo. Como um partido, nós estamos abertos a continuar a trabalhar com grandes parceiros que já actuam em Moçambique. E a única coisa que vamos fazer é procurar melhorar o ambiente desta parceria. E esta abertura é uma abertura legítima e uma abertura real. É por isso que temos viajado. Eu, pessoalmente vou continuar a viajar para, com estas grandes organizações, procurar estreitar esses laços e manter a sua actuação no nosso país, mas com um paradigma diferente. E por fim, é uma questão doméstica. A todas as famílias moçambicanas, nós desejamos muita força. Devem continuar a acreditar que um processo de libertação leva tempo. Vamos continuar a defender a verdade até ao fim e, acima de tudo, procurar ser um partido que, quando chegar ao poder, vai responder realmente às necessidades das famílias moçambicanas. Que 2026 seja realmente próspero e seja tão próspero como as grandes nações têm experimentado aquilo que é a sua evolução.
Vídeos curtos sobre espiritualidade (Lucidez.Religare)
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"ESCOLA PARA TODOS: PROMOVENDO UMA EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA", é um programa da Fundação Telefônica Vivo que oferece planos de aula comentados para a formação de professores. O documento, escrito pelas irmãs Carolina e Fernanda Chagas Schneider, aborda a importância da educação antirracista no contexto brasileiro, citando eventos recentes de violência racial para ilustrar o racismo estrutural no país. O objetivo central é fornecer aos educadores ferramentas para promover a mudança social nas escolas, integrando de forma contínua a história e cultura afro-brasileira e africana no currículo, conforme exigido pela Lei nº 10.639/03. A obra categoriza planos de aula em temas como Literatura, Representatividade, Estética, Ludicidade, Corporeidade, Religiosidade e Antirracismo, adaptando abordagens para a Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio. O material enfatiza a necessidade de criar uma ambiência racial na escola que valorize a diversidade e contribua para a formação identitária positiva de alunos não-brancos.
Fazer greve ou não, eis a questão; ser influencer de causas sociais; 11 participantes do Festival da Canção recusam ir à Eurovisão; Iberdrola quase me estragou a vida.
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Dedicado à refuá shlemá de Zaave bat Guitel
"O país escolheu trabalhar". Governo diz que greve geral teve "adesão inexpressiva"18a7b8
Trabalhar em home office se tornou rotina para muitos brasileiros e, com isso, surgiram novas necessidades, hábitos e até desejos de consumo. Se você quer acertar no presente de Natal de alguém que passa o dia em videoconferências, alternando entre tarefas e tentando manter concentração no ambiente doméstico fique ligado no "CBN e a Tecnologia", com o comentarista Gilberto Sudré. Ouça a conversa completa!
Podcast Terça Nobre - Oitava Temporada - Episódio 04 - Essa semana conversei sobre como a vida entra no modo automatico e a gente não percebe mais os detalhes, falei também como estamos presos e ansiosos ao uso do celular e como isso afeta nosso dia a dia.Tio Chicória continua de férias.
Na graça de Deus o trabalho expressa favor.A fé não anula o trabalho, mas traz acesso ao favor de Deus eliminando a maldição do trabalho.Trabalhar e desfrutar é uma benção de Deus.
As gripes andam por aí, portanto não se esqueçam: rir é o melhor remédio. Junta-te a nós e vem ver o 4ºepisódio desta temporada do SHOWCASE. Hoje, temos como convidado o humorista Pedro Sousa! 00:00-03:15 - Intro03:15-06:25 - Escrever para o 5 Para a Meia Noite06:25-14:54 - Projetos na carreira de Pedro Sousa14:54-19:02 - Contar segredos em anónimo19:02-21:11 - Notícias a Sério 21:11-22:54 - Trabalhar em grupo22:54-26:48 - Ser vegetariano26:48-32:18 - Pedro Sousa não tem carta de condução32:18-36:07 - Fazer dobragens36:07-55:36 - Dinâmica: Epá, Por Mim Não55:36-56:37 - FinalFicha Técnica:Moderação: Alexandre Victor e José JunceiroCoordenação/Realização: Henrique FerreiraProdução: ESCS FM (Ângela Salgueiro, Bernardo Santos, Gonçalo Martinho e Matilde Ricardo)Captação: Ângela Salgueiro, Henrique Ferreira e Vasco CotrimSom: Matilde RicardoEdição: António EstevesDesign: Vasco FonsecaGenérico: Pryde
Tem um entregador muito safado no restaurante perto do meu trabalho, toda vez que eu agradecia quando ele chegava com o meu almoço, ele sempre respondia que o prazer era todo dele, mas hoje o prazer ia ser nosso! Eu avisei que eu tinha uma entrega para ele e subi na garupa da moto, o safado disse que morava ali perto e me levou pra conhecer a casa dele, ele não tinha ideia que eu estava usando uma surpresinha, mas eu tinha certeza que nos dois iamos voltar satisfeitos daquele almoço. Quer ouvir todos os detalhes picantes dessa história? Não seja tímido, aperte o play!Conto erótico narrado. Locução: @ouveamalu.
Em entrevista ao Papo Antagonista, o deputado federal Capitão Alberto Neto (PL-AM) analisou o cenário das discussões no Congresso Nacional sobre o PL da Dosimetria ou anistia aos condenados por golpe de Estado e participação no 8 de janeiro.Alberto Neto admitiu que a dosimetria “desagrada boa parte da direita”, mas que os críticos dessa alternativa precisam ouvir quem está preso.Madeleine Lacsko, Rodolfo Borges e Ricardo Kertzman participam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Neste episódio, Helder fala sobre o valor do trabalho, da oração e do estudo da doutrina.
A idade da reforma vai voltar a subir e os cortes para quem sai mais cedo ficam ainda mais pesados. Mas o que está a empurrar Portugal para carreiras tão longas? Oiça o novo episódio do Economia dia a dia, podcast diário do ExpressoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
ASSISTA AO VIDEOCAST! Neste episódio do Arco43 Podcast, vamos conversar com Gil Sales, gerente editorial de Literatura, e Não ficção da Editora do Brasil, sobre como a literatura pode ser uma aliada na construção de uma escola mais equitativa. Arco43 Podcast Apresentação: Marcos Keller Convidado: Regiane Taveira e Gil Sales Produção e execução: Agência Bowie Coordenação do Projeto: Livia Garcia *** Produzido pelo Departamento de Marketing da Editora do Brasil S/A www.editoradobrasil.com.br Atendimento: atendimento@editoradobrasil.com.br Siga-nos nas redes sociais: facebook.com/EditoraDoBrasil twitter.com/editoradobrasil www.instagram.com/editoradobrasil_oficial O Arco43 Podcast é uma publicação da Editora do Brasil S/A. As opiniões expressas no programa são de responsabilidade dos respectivos convidados e não expressam necessariamente a opinião da empresa ou de seus colaboradores.
Send us a textNeste episódio, a gente mergulha no “como fazer” da carreira em dados e no backstage da produção de conteúdo tech: rotina, consistência, ferramentas (de Excel/Power BI ao básico de Python/SQL), e como usar as redes a favor da sua trajetória.PodCafé Tech é um podcast onde Mr Anderson, Guilherme Gomes e Dyogo Junqueira, recebem convidados para falar de uma forma descontraída sobre Tecnologia, Segurança e muito mais. YouTube: youtube.com/@podcafetech Instagram: instagram.com/podcafetech Linkedin: linkedin.com/company/podcafe
Trabalhar em conjunto com produtores para salvar alimentos que não correspondem aos padrões necessários para venda e, assim, combater o desperdício alimentar? Yap, é a Equal Food! E Alberto Mortar explica-nos tudo.
O gestor garante que a banca portuguesa está hoje muito mais sólida e não vê riscos na rápida subida do crédito. Mantém atividade permanente, em vários países, mas com muito menos stress do que quando era CEO. E avisa que França pode ser um problema. Este episódio teve moderação de João Silvestre e João Vieira Pereira e contou com a participação de António Horta Osório. A edição esteve a cargo de João Martins.See omnystudio.com/listener for privacy information.
“Personne n'est Pessoa” é um espectáculo que parte do amor pelas palavras e pela poesia de Fernando Pessoa para contar a importância das raízes e da sua transmissão pela arte. A peça tem, esta terça-feira, a última representação no Studio Hebertot, em Paris, onde subiu ao palco durante cerca de dois meses. Entre teatro, circo, poesia, dança e música, o espectáculo de Nico Pires é uma homenagem a Fernando Pessoa e à dupla cultura franco-portuguesa. É com o poema “Autopsicografia” que começa a peça “Personne n'est Pessoa”, uma viagem pelo imaginário de quatro pessoas em palco, quatro poetas. A poesia deles é feita de palavras, de malabarismos, de acrobacias, de melodias... O fio condutor é literalmente um fio, o de um diábolo que chegou à vida de Nico Pires aos nove anos, que o mantém ligado ao mundo mágico da infância e que o ajuda a contar a sua história. Um objecto com duas semi-esferas opostas que se complementam, tal como a sua dupla cultura, a francesa e a portuguesa. “Personne n'est Pessoa” é um espectáculo que parte do amor pelas palavras e pela poesia de Fernando Pessoa para contar a importância das raízes e a sua transmissao pela arte. O texto é do artista franco-português Nico Pires e a peça esteve no Festival Off de Avignon, em 2024, tendo circulado desde então por França, nomeadamente em Paris, no Studio Hebertot, onde esteve de 22 de Setembro a 18 de Novembro. Foi aí que conversámos com Leo Calvino, Solène Martins, Bruno Sousa e Nico Pires. RFI: Como descrevem “Personne n'est Pessoa”? Nico Pires, actor, co-encenador e actor em “Personne n'est Pessoa”: “Personne n'est Pessoa é uma mistura de vários universos artísticos do circo. Todos os artistas que fazem parte desta peça têm um background de artista circense, mas não só. Circo e poesia. É uma homenagem a Fernando Pessoa, à pluralidade da identidade, à sua relação com os heterónimos, à variedade de personalidades que ele sentia e que realmente fazia sentido para nós explorarmos. Como artistas, gostamos realmente de nos reinventarmos, de explorar novas coisas. Então, esta peça era uma forma de falar, como artista luso-francês, da minha relação com Portugal, com as palavras, com a arte e desse caminho que eu tentei fazer para reaproximar essa parte da minha cultura porque aprendi português mais tarde, tenho família lá, mas foi assim, um processo nessa direcção.” Como surgiu a paixão por Fernando Pessoa e a ideia de o levar para palco? Conta que estudava Comércio quando foi fazer Erasmus para Lisboa... “Sim. Na verdade já faz tempo, já são mais de 15 anos que decidi ir pelo caminho artístico. A descoberta da obra de Pessoa é muito mais recente, como digo no espectáculo. Quando comecei a trabalhar nesta peça era um solo inicialmente, onde eu queria falar sobre a minha relação com as palavras e com o circo. E tinha colocado só esse primeiro texto de Pessoa, “Autopsicografia”, e daí fui convidado por um director artístico a mergulhar mais nessa relação. É assim que realmente comecei a descobrir tudo isso e esse mundo gigante da obra dele, dessa relação com a identidade muito particular. Para mim, inscreve-se na continuação da minha relação que estou a estabelecer com a língua portuguesa, com a minha família... É mais um passo nessa direção da minha própria identidade, da minha própria dupla cultura.” Trazer Fernando Pessoa para o mundo do circo não é muito comum. Como é que foi essa tradução ou reapropriação? “Foi muito interessante porque neste caminho de descobrir a obra de Pessoa, às vezes tinha frases ou textos inteiros que me chamavam muito a atenção e havia muita vontade de pôr em movimento palavras que são de um livro. Às vezes, nós que usamos o corpo como linguagem, parecia natural tentar pôr gestos, acrobacias, movimentos com o diábolo, em relação com alguns dos textos e das questões existenciais de Pessoa. Então, na verdade, não foi assim tão difícil encontrar alguns textos que faziam muito sentido.” Como foi, então, dançar com as palavras de Fernando Pessoa, fazer esse malabarismo com os poemas de Fernando Pessoa? “Eu gosto do exemplo do momento do Bruno [Sousa] de acrobacia no final, que é um momento muito pesado, onde dá para sentir toda a solidão de Pessoa, a raiva dele. São coisas que realmente podem muito passar pelo corpo. Às vezes, tentamos realmente combinar os dois, que os gestos sejam muito ligados e também de forma mais abstracta. Não ser sempre um comentário super óbvio...” Não é uma tradução. “Exacto, não é uma tradução literal, é também uma reapropriação dessas palavras em nossas linguagens.” E para si Bruno, como foi o processo criativo? Bruno Sousa, Artista: “Foi uma experiência completamente nova. O diábolo é uma coisa em que o Nico me meteu há muito pouco tempo. Então, isto tem sido basicamente uma estreia no mundo do diábolo, no mundo do malabarismo e tudo. Já tenho um background de capoeira de muitos anos, de ginástica, eventualmente de escola de circo, onde aprendi dança contemporânea, ballet e tudo, o que ajudou com os textos de Fernando Pessoa que foram proporcionados pelo Nico. Deu para explorar um bocadinho todas as fases desta borracheira nos bares da faculdade, de que ele fala no espectáculo, e chegou-se a um conjunto completo que espero que agrade a toda a gente.” E como foi musicar Fernando Pessoa? Solène Martins, Artista: “Uma experiência, também acho que a melhor palavra é mesmo experiência. Não foi uma coisa que, para mim, apareceu de repente. Eu acho que nós fomos construindo musicalmente o espectáculo. Vamos melhorando a cada apresentação e cada vez vou encontrando mais a minha voz do Fernando Pessoa interior. Isso tem sido um processo muito interessante porque não tenho a mesma relação com Fernando Pessoa que tinha quando começámos a peça, nem com a minha maneira de o apresentar em palco, seja com a voz ou com a corporalidade. Acho que é um caminho que cada vez vai melhorando. Vamos encontrando o que vai funcionando, o que não vai funcionando e, aos poucos, encontrando a nossa voz do Fernando Pessoa.” Trabalhar com artistas que são lusófonos foi de propósito ou aconteceu? Nico Pires: “De propósito, sim, mas na verdade, entre 2020 e 2024 eu morava em Portugal. O Leo foi o primeiro que conheci lá, o Bruno e a Solene, nós os quatro conhecemo-nos lá. No ano passado, tivemos uma oportunidade de apresentar em Avignon, no Festival Off, e fazia sentido realmente construir este colectivo para ir para a frente com este projecto e também para dar mais profundeza nessa relação com a língua.” É também um espectáculo cheio de poesia. Poesia com palavras, mas também no que vemos, seja através dos movimentos do diábolo que desenham no ar todas aquelas pinturas, seja através das bolinhas de sabão que se transformam em berlindes, que se transformam numa esfera de cristal com que o Leo Calvino brinca... Como foi criar essa parte tão poética do espectáculo? Leo Calvino, Artista: “Também para mim é muito especial trazer isso porque é algo que eu pratiquei durante muito tempo. Foi um convite do Nico de trazer essa parte que eu acho que combina bastante com toda a poesia que ele está trazendo, toda a história do Fernando Pessoa, aquela bola representando - cada um consegue criar a sua interpretação - mas as diferentes almas que o Fernando Pessoa tem e como é que uma pessoa joga com isso, com um objecto que, quem olha, não sabe se é leve, se é pesado, se é uma bolha, se é uma pedra. O que é? Isso, para mim, já remete para uma coisa bastante poética.” “Personne n'est Pessoa”, em português “Ninguém é Pessoa”, é um título cheio de camadas. O que significa este título?a Nico Pires: “Na verdade, é mesmo uma oportunidade incrível que o nome dele, Pessoa, em francês queira dizer 'personne', mas 'personne' também quer dizer 'ninguém' em português. Há essa relação enigmática com a personalidade, não é? Então, tentámos também trazer essa definição para o palco. Eu acho que Fernando Pessoa, ele mesmo, sentia que não era ninguém ou todo o mundo ao mesmo tempo. É um título que representa bem o que queremos trazer para o palco.” No espectáculo, diz que em Lisboa começou a acreditar na arte. Como é que foi essa sua relação com Portugal, com Lisboa, com a arte? “Em 2007, quando fui lá estudar Erasmus, eu tinha bastante tempo. Nessa época, comecei a treinar muito mais em circo e a escrever. São realmente essas duas coisas que comecei a fazer nessa época e estabeleci uma relação com Lisboa nesse sentido. Para mim, é uma cidade de criatividade, uma cidade para andar nas ruas e ter tempo para pensar o que realmente queremos fazer da vida. É mesmo nessa época que começou.” Leo Calvino: “E é uma cidade que traz muita inspiração. Eu vivo no Porto, ou seja, sou suspeito porque eu gosto também muito do Porto, mas Lisboa é uma cidade que realmente tem um ar muito inspirador.” O fio condutor do espectáculo é o diábolo, que o acompanha desde criança. Quer-me falar sobre a simbologia do diábolo? Nico Pires: “Sim. Com este espectáculo, comecei a treinar muito mais e a estabelecer uma relação mais profunda. É um objecto chinês que tem quase mil anos e é um símbolo de equilíbrio e de yin-yang na cultura chinesa. É um objecto que sempre me chamou muito a atenção, desde criança, desde os nove anos, e que me ajudou na vida em termos de confiança, de vínculo com o mundo, com os outros, comigo mesmo. É um objecto incrível na minha vida e, mesmo que de vez em quando precisemos de distância - é quase um casal - faz parte de mim mesmo e continuamos assim neste caminho juntos.”
Um resuminho da minha happiness tuesday :) Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Tantos entraves e falta de confiança com o TC, mas afinal era só deixar o Tribunal Constitucional trabalhar? E ainda, a operação influencer que parece não terminar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
João Cília, candidato a vice-presidente para a área de Marketing e Marca da lista de Noronha Lopes, aguarda os resultados com a confiança de quem fez “um grande trabalho” nos últimos meses.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estamos de volta para mais um episódio do SHOWCASE! Hoje temos connosco o artista luso-sueco Filipe Karlsson. Com um novo single acabadinho de sair, o Filipe contou-nos tudo sobre a preparação para o concerto no Coliseu dos Recreios e revelou alguns detalhes sobre o processo de criação do seu primeiro álbum. 00:00 - Intro00:45 - Início de carreira a solo de Filipe Karlsson01:20 - Querer fazer música desde miúdo02:21 - Lá Vem o Sol, primeiro álbum de Filipe Karlsson05:13 - Trabalhar com outros artistas na produção do álbum06:17 - Colaboração com Mishlawi 06:50 - Lançar um álbum em três partes07:41 - Impacto da música na nossa personalidade08:23 - Novo single de Filipe Karlsson09:53 - Processo criativo de Filipe Karlsson12:04 - Concerto no Coliseu dos Recreios15:57 - Perguntas Rápidas17:32 - FinalFicha Técnica:Moderação: João Almeida e Maria RochaCoordenação/Realização: Henrique FerreiraProdução: ESCS FM (Ângela Salgueiro, Bernardo Santos, Gonçalo Martinho e Matilde Ricardo)Captação: Ângela Salgueiro e Henrique FerreiraSom: António Arnaut e Tomás LourençoEdição: Henrique FerreiraDesign: Mafalda TrindadeGenérico: Pryde
Com Joana Azevedo e Diogo Beja
O SHOWCASE está de volta e muito mais doce! Neste episódio, a Maria Morango, diretora artística e criativa portuguesa, esteve à conversa com a ESCS FM sobre os seus projetos e a sua primeira vez na televisão, com direito a uma aula de espanhol. 00:00 - Intro00:45 - Rosalía segue a Maria Morango no TikTok01:45 - Expectativas para o novo álbum da Rosalía04:11 - Direção artística da "Calor" do Lucy Val07:40 - Trabalhar na Mega Hits09:38 - Conselhos para quem quer seguir a área da Comunicação15:56 - Estreia no Curto Circuito19:04 - Como lidar com comentários negativos22:05 - Ter uma personalidade furacão24:38 - Expandir a "marca" Maria Morango27:55 - Projetos na vida da Maria Morango31:01 - Quantos concertos viu a Maria Morango este ano?33:39 - Perguntas Rápidas 36:42 - FinalFicha Técnica:Moderação: Ângela Salgueiro e Carolina CaleiraCoordenação/Realização: Henrique FerreiraProdução: ESCS FM (Ângela Salgueiro, Bernardo Santos, Gonçalo Martinho e Matilde Ricardo)Captação: Henrique Ferreira, Margarida Pereira, Sofia Carvalho e Vasco CotrimSom: António Arnaut e Tomás LourençoEdição: Henrique FerreiraDesign: Mafalda TrindadeGenérico: Pryde
Trabalhar já não chega para fugir da pobreza em Portugal e na Europa. Dados do Eurostat indicam que 8,2% trabalhadores da UE estão em risco de pobreza. E ainda há responsabilidade política no país?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Bunker X, Affonso Solano e Afonso 3D recebem o psicólogo e terapeuta Guga Ferrari para uma conversa profunda (e às vezes assustadora) sobre as forças invisíveis que agem sobre nossas vidas.Afinal, o que são essas forças negativas que nos puxam para baixo?São apenas desequilíbrios psicológicos como ansiedade, depressão e traumas… ou há algo mais?Entre casos clínicos, relatos espirituais e reflexões sobre o papel da fé e da ciência, exploramos como psicologia e espiritualidade podem – e talvez devam – caminhar juntas no enfrentamento do sofrimento humano.Prepare-se para uma conversa que mistura ciência, misticismo, religião, neurociência e experiências paranormais, com aquele tempero clássico de humor e seriedade do Bunker X.Atenção: depois deste papo, você nunca mais vai encarar seus “pensamentos negativos” da mesma forma...Este programa foi um oferecimento de:NORDVPN. Aproveite a promoção de aniversário e use nosso link para ganhar 4 meses de uso:
Trabalhar com crianças nos permite alguns privilégios, entre eles ouvir pérolas e mais pérolas! Por ai é assim também? Manda sua história no @fonotambemfala Somos a Sá e a Mô, fonos que atendem pequenos e compartilham o dia a dia dessa aventura de sermos fonoaudiólogas
Leopardo Di Caprio, trabalhar com calma, encomendas na alfândega
Trabalhar com depilação, às vezes, pode ser muito surpreendente. Aquele dia eu caprichei no look, saí de casa me sentindo uma gostosa e fui até o endereço do cliente e cheguei em um prédio muito chique. Vesti o meu jaleco e fiquei só de sutiã e calcinha por baixo, até que ele entrou, enrolado em uma toalha branca, com seus cabelos grisalhos, alto, forte e o volume marcado na toalha. Enquanto eu depilava a sua virilha com cera quente, cada gemido de dor me deixava mais excitada, até que eu não resisti.Quer ouvir todos os detalhes picantes dessa história? Não seja tímido, aperte o play!Conto erótico narrado. Locução: @ouveamalu.
Esta semana, reunião de dois grandes gamers no estúdio. Pedro, profissional de Drop Jelly, Farmville e Sims, conversa com Zorlak, especialista de Counter Strike, relações amorosas e vida no geral. Uma conversa essencialmente sobre tudo - a amizade com Olívia Ortiz, a polémica com André Ventura, a saída de Gyokeres, não saber estacionar, admiração pela cidade de Tomar e ainda outras temáticas.(00:00) Intro (00:23) Paralelismo entre comediantes e streamers (02:23) Trabalhar com a mulher (04:38) Clips de Zorlak (07:38) De onde surge hate associado a Zorlak (09:07) Zorlak esclarece polémica com Ventura (16:06) O que são as streams de Zorlak (22:24) Estar farto de Counter Strike (23:41) PTM tenta descodificar expressões do mundo do gaming (32:15) Zorlak não se identifica com cultura desportiva do futebol (37:09) Viver amor à primeira vista (45:03) Tirar carta de mota em adulto (47:32) Mundo tóxico no futebol (51:31) Pessoas que estão magoadas com Gyökeres (57:29) PTM desiste de jogar PS por não conseguir entrar na PS Network (1:01:10) Amizade com Olivia Ortiz (1:06:00) Experiência académica em Castelo Branco (1:15:37) Ligação especial com avô (1:19:44) Ter ótima relação com a mulher (1:23:48) Pressão de ficar um dia sem streamar (1:31:13) Clips deturpam a realidade? (1:32:44) Opinião de Zorlak sobre comédia (1:42:29) Ameaças de morte (1:44:22) Zorlak recusou-se a entrevistar Ventura (1:52:33) Zorlak é altamente jovem (1:53:48) PTM tem finalmente carro de volta (2:00:48) Querer viver em Tomar (2:04:05) Falar de futebol na internet (2:09:06) Ter rugas, querer rapar o cabelo e não ter barba (2:13:16) Ter filhos muda toda a vida (2:16:21) Brincadeira de filho espoleta memória de infância (2:18:06) Ser pai torna-nos “imbecis”
Nesta segunda parte da conversa do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, o encenador e ex-diretor artístico Ricardo Pais reflete sobre como é que o teatro pode e deve resistir à máquina devoradora da estupidificação e desumanização generalizadas no país e no mundo. E o que pode fazer a arte, e o teatro em particular, nestes dias que correm à velocidade da luz contra o tempo que ele precisa para se iluminar. E ainda fala de como gere este novo capítulo da vida, aos 80 anos, fora dos palcos, noutro tempo, despido de “pretensões inúteis”. Depois partilha as músicas que o acompanham, lê textos que traduzem a sua vida e revela como gere a solidão e se dedica aos novos prazeres e ao autoconhecimento, depois das perdas e das sobras. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
PS e PSD/Setúbal defendem que se Lina Lopes não tem condições para ser candidata autárquica também não tem para trabalhar no gabinete do vice da AR. E André Ventura "continua sem dar a cara".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Vivendo e Empreendendo, vamos tratr de um tema importante e necessário. Trabalhar com sentido: como valorizar pessoas nas empresas. Como é possível criar ambientes mais humanos, onde o bem-estar e a produtividade caminham juntos? Essa é uma pergunta que muitas lideranças e empreendedores vêm se fazendo — especialmente diante de um cenário em que os modelos tradicionais de gestão já não dão conta das demandas humanas e emocionais que surgem dentro das empresas. Humanizar o ambiente de trabalho não significa abrir mão de resultados. Pelo contrário: significa entender que pessoas saudáveis, respeitadas e com senso de pertencimento produzem mais, criam melhor e se conectam com o propósito da empresa de forma muito mais potente. E os empreendedores têm um papel fundamental nessa virada de chave, criando culturas organizacionais mais conscientes, com escuta, confiança e cuidado nas práticas reais no dia a dia. Vamos mergulhar nessa conversa com duas mulheres que vêm abrindo caminhos nesse assunto, ajudando empresas a valorizar pessoas sem perder o foco no resultado — e, mais do que isso, mostrando que é justamente essa valorização que faz os resultados aumentarem. Com a gente neste episódio, estão a Fernanda Lisbôa – Escritora e criadora do @autosaber, um laboratório de pesquisa e produção de conteúdo sobre consciência emocional. Atua com desenvolvimento humano e práticas que ampliam a percepção e o cuidado nas relações de trabalho. E Cris Lisbôa – também escritora, professora e pesquisadora de comunicação, com foco em escrita e expressão autêntica. Já desenvolveu projetos de educação corporativa para empresas como Rede Globo, YouTube, RBS, Sesc, Natura, entre outras. Fernanda e a Cris são sócias na Go,writers, escola de criação em escrita.
O Papo Antagonista desta quarta-feira, 6, comenta os desdobramentos da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.Além disso, estão na pauta o escândalo do INSS e o parecer técnico do TCU que desmontou as fake news contra a Transparência Internacional, confirmando reportagem de CrusoéPapo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Apesar de este ser o número de registrados, admite-se a possibilidade de que seja quase o dobro na prática. O perfil mudou: se antes se aventuravam ao Brasil, Estados Unidos e Austrália, o foco agora é por países integrantes da União Europeia.
A inteligência artificial já faz parte da rotina das empresas, mas muitos projetos ainda esbarram em desafios práticos. Neste episódio do Podcast Canaltech, Jaqueline Ariane, especialista em IA na IBM, comenta os principais achados de um estudo global sobre a tecnologia e traz a perspectiva do mercado brasileiro. Na conversa, ela explica como as empresas estão usando IA para ganhar produtividade, por que o código aberto virou peça-chave nas estratégias e o que pode impedir um projeto de dar certo, desde a falta de dados organizados até a ausência de metas claras. Jaqueline também fala sobre o impacto da IA nos profissionais, as novas funções que estão surgindo e como o Brasil pode se destacar no cenário global com criatividade e soluções adaptadas à nossa realidade. Você também vai conferir: Tesla fecha acordo bilionário com Samsung para fabricar chips nos EUA Gov.br vai sugerir verificação em duas etapas para aumentar segurança App de namoro Tea vaza 72 mil imagens e expõe dados de usuários São Luís lidera ranking de roubos de celular; São Paulo fica em 3º Cortes na NASA preocupam funcionários e afetam missões espaciais Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Viviane França, Vinicius Moschen e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Se você está começando na área de dados ou pensando em mudar sua forma de atuar já deve ter se perguntado: e se eu fizesse “freelas”?Neste episódio, Leon Solon, Host e instrutor no Let's Data com mais de 20 anos de experiência em dados, veio compartilhar sua experiência como freelancer e dar dicas para você que tem interesse em saber mais sobre. Falamos sobre como o trabalho freelance pode ser uma porta de entrada poderosa para ganhar experiência, aplicar o que você aprende nos cursos e, até mesmo, atuar com projetos internacionais.Você vai ouvir dicas valiosas sobre como se destacar nas plataformas, quais são os erros mais comuns de quem está começando e por que o freelancing pode ser uma oportunidade de crescimento real mesmo para quem ainda está nos primeiros passos na área.Um episódio para abrir a cabeça e já dar o próximo passo.Lembrando que você pode encontrar todos os podcasts da comunidade Data Hackers no Spotify, iTunes, Google Podcast, Castbox e muitas outras plataformas.Nossa Bancada Data Hackers:Paulo Vasconcellos — Co-founder da Data Hackers e Principal Data Scientist na Hotmart.Monique Femme — Head of Community Management na Data HackersReferências:Curso Let's Data: https://youtube.com/playlist?list=PLn_z5E4dh_LgWmEGn2lcdOp5TDKw6nkde&si=i3ZdtqDqcL83X8jaParticipe do Challenge: https://forms.gle/z27YnZe2KWai8Uup6Plataforma Workana: https://www.workana.com/pt
Olá amigos! Nesse delicioso episódio recebemos nossas amigas Luiza Netto e Marcela Nery para uma conversa divertida sobre muitas coisas, incluindo o tempo delas trabalhando como Cast Members nos parques e hotéis da Disney em Orlando, e falamos sobre suas carreiras de influencers e criadoras de conteúdo e muito mais! Tem muita história boa, ouça […]
Como escolhemos nossas carreiras? Sua personalidade ou temperamento influenciam?e se voce for uma Pessoa Altamente Sensível?Sua carreira pode estar no Extremistão ou no Mediocristão. entenda estes conceitos.CIto um artigo sobre a escolha da carreira Vs personalidade.Pessoas Altamente sensíveis, tendem a escolher a carreira que combinam com sua sensibilidade artistica, super estimulaçao ou empatia. Caso vc tenha escolhido errado o que fazer?Existem 2 jeitos. Assista o video ate o final e deixe seu comentário.
O que significa “trabalhar” hoje em dia? No Cafezinho 671, mergulhamos no embate entre gerações sobre trabalho, propósito e remuneração. De um lado, os que aguentaram tudo calados. Do outro, os que não aceitam mais viver só pra pagar boleto. O mundo mudou — e o jeito de trabalhar também. Está na hora de parar de brigar e começar a conversar. Porque, no fim das contas, todo mundo quer a mesma coisa: viver melhor.See omnystudio.com/listener for privacy information.