Podcasts about eles

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eles

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Latest podcast episodes about eles

Relacionamentos e Psicologia
Atração fatal: quando carência vira dependência emocional

Relacionamentos e Psicologia

Play Episode Listen Later Mar 13, 2026 6:35


Neste vídeo, trago uma reflexão psicológica sobre o filme ATRAÇÃO FATAL, conectando a história com temas como relacionamentos, autoestima,emoções, escolhas, padrões afetivos e saúde mental.Mais do que analisar o filme, a proposta aqui é provocarreflexão:

Relacionamentos e Psicologia
Atração fatal: paixão sem limite

Relacionamentos e Psicologia

Play Episode Listen Later Mar 12, 2026 0:51


Neste vídeo, trago uma reflexão psicológica sobre o filme ATRAÇÃO FATAL, conectando a história com temas como relacionamentos, autoestima,emoções, escolhas, padrões afetivos e saúde mental.Mais do que analisar o filme, a proposta aqui é provocarreflexão:

Inteligência Ltda.
016 - MENSAGENS DE VORCARO | TRUMP VAI INVADIR A AMÉRICA | MAHSIMA X PEIXOTO e MAIS

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Mar 11, 2026 181:19


RICARDO MARCÍLIO é professor de Geografia e FERNANDA COMORA é jornalista. Eles são os âncoras do Notícia I-LTDA, o programa de notícias do Inteligência Ltda. Eles vão comentar as notícias recentes do Brasil e do mundo com os convidados CARLOS BEZERRA JR., THIAGO LIMA, ANDRÉ MARSIGLIA, MAJOR RAFAEL ROZENSZAJN, PEDRO DORIA, MARCELO RIOS, MAHSIMA NADIM e MANSUR PEIXOTO. O Vilela não gosta de fake news, mas vive espalhando mentiras sobre sua anatomia.Capítulos:00:00:00 - Abertura00:08:00 - Lançamento de mísseis em Israel e Irã00:18:00 - Irã nunca atacou Israel?00:28:00 - Atualizações Eua x Irã com Marcelo Rios00:40:00 - Estratégia para atrair milionários no Oriente médio00:47:30 - Como seria a queda do regime iraniano00:57:30 - Debate EUA x IRÃ: Mahsima x Mansur01:28:00 - Caso Banco Master e Vorcaro01:55:30 - Pedro Doria sobre Vorcaro e Banco Master02:25:00 - Batata sobre PCC e CV02:35:00 - Elon Musk sabe de algo?02:43:00 - Geopolítica com Marsílio

Inteligência Ltda.
1784 - DEBATE: O QUE É IDOLATRIA SEGUNDO A BÍBLIA?: ARIEL LAZARI X PASTOR ELIZEU RODRIGUES

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Mar 11, 2026 170:04


ARIEL LAZARI é arqueólogo e ELIZEU RODRIGUES é pastor. Eles vão debater sobre a idolatria segundo a Bíblia. Já o ídolo do Vilela é o Craque Neto.

debate segundo eles rodrigues vilela elizeu craque neto lazari
Kiwicast - O Podcast da Kiwify
Nós Viramos o Jogo com Produto e Posicionamento | Danilo Cavalcante e Elias Rosendo | Kiwicast #648

Kiwicast - O Podcast da Kiwify

Play Episode Listen Later Mar 11, 2026 74:38


No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Danilo Cavalcante, Elias Rosend e André Colombo. Eles provam queprojeto digital que dá certo não depende só de nicho depende de método.Com anos de mercado, os três construíram uma forma própriade pensar produto, posicionamento e comunidade, ajudando experts com perfis totalmente diferentes a estruturarem lançamentos e operações mais previsíveis.No Kiwicast, eles contaram:O ponto de partida real para pensar produto e posicionamentoComo adaptar estratégia para experts com perfis totalmente diferentesO passo inicial de um lançamento bem estruturadoO que diferencia audiência de comunidade de verdadeAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify

TUTAMÉIA TV
EUA e Israel cometeram grande erro; não há mais espaço para eles na região, afirma embaixador do Irã

TUTAMÉIA TV

Play Episode Listen Later Mar 11, 2026 65:10


"Eles estão recuando", diz Abdollah Nekounam Ghadiri, embaixador do Irã no Brasil, em entrevista exclusiva ao TUTAMÉIA. Para ele, já estão claros para o mundo os interesses econômicos por trás da agressão de Estados Unidos e Israel contra o Irã. Na entrevista, comenta a reação do governo brasileiro, fala sobre os aliados, discorre sobre o papel do novo líder supremo e trata da coesão da sociedade iraniana.Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...

Inteligência Ltda.
1783 - POLILAMININA E MÉTODO CIENTÍFICO: HIME, EMÍLIO GARCIA E SACANI

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 166:55


FELIPE HIME é astrônomo, SÉRGIO SACANI é geofísico e EMÍLIO GARCIA é professor. Eles vão bater um papo sobre métodos científicos e a descoberta da polilaminina. Já o Vilela achava que tinham encontrado uma menina mexicana chamada Poli.

Inteligência Ltda.
1782 - RAIO X DA GUERRA IRÃ X EUA: JULIO (SALA DE GUERRA) E ALINE SZEWKIES

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 217:02


ALINE SZEWKIES é YouTuber e guia turística em Israel, e JÚLIO CÉSAR GUEDES é historiador e do canal Sala de Guerra. Eles vão bater um papo sobre as minúcias da guerra entre EUA e Israel contra o Irã. O Vilela está confuso, e perguntou: “a guerra já começou ou irã acontecer ainda?”.

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado
Quando dá vontade de desistir| Bp Marcelo Toschi

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 69:34


QUANDO DÁ VONTADE DE DESISTIRSérie de Mensagens: EU JÁ PASSEI POR ISSO – Mensagem 02Faça algumas das seguintes perguntas no início da lição:• Como está sendo sua semana?• Você foi a alguma celebração no domingo?• Quais dos pontos da mensagem falaram mais contigo?• Você gostaria de compartilhar alguma bênção ou algo marcante nesta semana?• Você tomou alguma resolução depois da mensagem? Conseguiu colocar em prática?14 Portanto, visto que temos um grande sumo sacerdote que adentrou os céus, Jesus, o Filho de Deus, apeguemo-nos com toda a firmeza à fé que professamos, 15 pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado. 16 Assim, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade. (Hebreus 4:14-16 (NVI)Todos nós, em algum momento, já sentimos vontade de desistir. E hoje, esta segunda mensagem é para quem sente vontade de desistir.Talvez seja: um casamento que parece não ter solução; um sonho que parece impossível; um ministério que não avança; um filho que está longe de Deus; um vício que você tentou vencer várias vezes; ou simplesmente a vida que ficou pesada demais, e agora parece que não sobrou mais força!Mas a boa notícia é: Jesus sabe exatamente como isso é!1. TEMOS VONTADE DE DESISTIR PORQUE NOSSA PERSPECTIVA É LIMITADA.O povo só conseguia ver três coisas: fome, cerco, morte.Mas Deus deu uma palavra através de Eliseu! Era impossível, o oficial duvidou.A lógica humana diz: acabou. Mas Deus estava dizendo: a história ainda não terminou.Enquanto a cidade estava em desespero... Nada parecia mudar: nem sinal, nem melhora, nem esperança. Mas, naquela mesma noite, Deus fez algo invisível.Eles pensaram que um grande exército vinha contra eles. Entraram em pânico e fugiram. Sem batalha, sem estratégia, sem intervenção humana.Deus venceu a guerra sozinho. Enquanto o povo chorava dentro da cidade, Deus já estava trabalhando fora dela.3. PARA NÃO DESISTIR, SILENCIE AS VOZES ERRADAS.Quando Deus liberou a promessa de abundância, alguém respondeu com incredulidade.“Mesmo que Deus abrisse o céu isso não aconteceria.”(2 Reis 7:2b)Sempre que Deus libera uma promessa, uma voz de incredulidade aparece.Às vezes ela vem de fora. Às vezes ela nasce dentro da nossa própria mente. Pensamentos como: “não vai dar certo”, “já tentei demais”, “não adianta continuar.”“Amanhã, a estas horas, na porta de Samaria, uma medida de farinha será vendida por um siclo...”(2 Reis 7:1))Pergunte:Sua visão tem permitido visualizar o que Deus já começou a fazer?2. TEMOS VONTADE DE DESISTIR PORQUE O PROGRESSO NEM SEMPRE ÉVISÍVEL.“O Senhor fez o exército sírio ouvir ruído de carros, cavalos e um grande exército.” (2 Reis 7:6)Pergunte:Como você tem lidado com o agir invisível de Deus?LIÇÃO DE CÉLULA - PÁGINA 2 A batalha da perseverança não começa nas circunstâncias. Ela começa na narrativa quedomina a sua mente.4. NÃO DESISTA ATÉ TER TERMINADO!Quatro leprosos estavam sentados do lado de fora da cidade. Eles disseram:“Se ficarmos aqui morreremos.” (2 Reis 7:4)Eles tinham três opções: ficar parados, voltar para a cidade, avançar em direção ao inimigo. Eles decidiram avançar. Quando chegaram ao acampamento, não havia ninguém. O exército tinha fugido. O milagre muitas vezes começa quando alguém decide dar mais um passo. Muitas pessoas não desistem porque perderam a força. Elas desistem porque perderam a visão.Pergunte:Quais vozes você tem dado ouvidos?Pergunte:Você já teve a experiência de desistir, mas com a sensação de que poderia concluir com sucesso?

os agilistas
#337 - Petrobras: saindo do piloto para a escala real em operações críticas

os agilistas

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 42:18


Quantos projetos digitais da sua operação nunca saíram do projeto piloto? Neste episódio, recebemos Cassiano Ebert, CIO Global, e Lilian Melo, Gerente Executiva do CENPES, ambos da Petrobras. Eles detalham os bastidores do projeto “Ativo 360” e como transformaram operações complexas vencendo o desafio que mais atrasa a inovação: fazer a solução ser realmente adotada em escala. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Projeto Ativo 360; Digitalização de operações críticas; Escalonamento de pilotos para resultados reais; Gestão de mudança; Adoção organizacional de iniciativas inovadoras; Segurança operacional e redução de exposição humana. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Caça ao Voto
O Bom, o Mau e o Vilão. José Luís Carneiro e Ventura: tão parecidos que eles são

Caça ao Voto

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 7:52


O povo das Lajes (que sabe o valor dos EUA), o PAN (que idolatra Pintasilgo) e José Luís Carneiro e André Ventura (que acham que o Estado resolve tudo) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mensagem do dia!
20260309 Ep 1022 - Liberte o que está aí dentro

Mensagem do dia!

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 3:02


Bom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDia (https://open.spotify.com/show/29PiZmu44AHH8f93syYSqH)A escritura de hoje está em Miquéias 4:9, ESV:"Agora, por que você grita tão alto? Não há rei em você?"Liberte o que está aí dentroHouve um momento no Antigo Testamento em que um exército invadiu Jerusalém e matou o seu rei. Pela primeira vez, o povo de Israel se viu sem um líder. Eles ficaram profundamente desanimados, sem saber o que fazer ou para onde ir.Enquanto eles estavam sentados ali, lamentando e pensando que tudo tinha acabado, o profeta Miquéias se levantou e lançou um desafio que ecoa até hoje: "Por que vocês estão gritando de desespero? Por acaso não existe um rei dentro de vocês?"Eu acredito que Deus está dizendo a mesma coisa para cada um de nós hoje: "Existe um rei em você. Existe uma rainha em você."Você pode ter cometido erros, mas continua sendo um filho do Deus Altíssimo. Você pode ter passado por decepções amargas, mas o sangue real ainda flui em suas veias. Talvez você sinta que perdeu grandes oportunidades, mas deixe que estas palavras penetrem no seu espírito: O rei ainda está aí dentro.Você ainda está usando uma coroa de favor e está vestido com um manto de honra, mesmo que não consiga ver no espelho agora. O que você precisa fazer é parar de focar no que perdeu do lado de fora e começar a "chamar para fora" o rei e a rainha que Deus colocou no seu interior. É hora de liberar o potencial, a força e a autoridade que o Criador depositou em você.Vamos fazer uma oração "Pai, obrigado porque o Senhor enxerga a realeza em mim, mesmo quando eu falho. Obrigado porque, como Teu filho, o Senhor me coroou com favor e me vestiu com honra. Ajuda-me a liberar tudo o que o Senhor colocou no meu interior e a me tornar exatamente quem o Senhor diz que eu sou. Em nome de Jesus, Amém."

Love the Problem
Ep. 278 - IA + UDD: um novo jeito de construir produtos digitais

Love the Problem

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 41:07


Neste episódio do Love the Problem, Rafaela Fonseca e Marcos Garrido (Co-Founder da K21 e da Nower) conversam sobre como a inteligência artificial está mudando a forma de criar produtos, tomar decisões e trabalhar no dia a dia.Ao longo do papo, Garrido apresenta o conceito de UDD (Usage Driven Development) — uma abordagem em que o uso real define os próximos passos do produto, e que usa a IA como parceira criativa para acelerar experimentação, aprendizado e entrega de valor. Eles abordam o salto de produtividade que a IA traz para times e lideranças, os diferentes níveis de maturidade no uso dessa tecnologia, exemplos concretos de aplicação, riscos, anti-padrões e as habilidades que são ainda mais importantes nesse novo cenário.Se você quer ir além do uso básico da IA e entender como transformar curiosidade, visão de cliente e boas perguntas em produtos reais, com mais velocidade, foco e impacto no negócio, vem com a gente!

Podcast da Mineração
O Preço do Santuário

Podcast da Mineração

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 7:44


Minidoc Completo--> https://youtu.be/ZE94lu2_Z5MOlá pessoal! O MINIDOC do Podcast da Mineração está de volta com um episódio histórico e técnico. Em comemoração aos 40 anos de Os Cavaleiros do Zodíaco, deixamos a magia de lado para realizar uma verdadeira auditoria metalúrgica e geológica no Santuário de Athena.No minidoc "O Preço do Santuário: Uma Auditoria Geológica", respondemos às perguntas que intrigam gerações de fãs e profissionais:Se as 12 lendárias Armaduras de Ouro fossem feitas de ouro puro (24k) no mundo real, quanto elas pesariam? Derrubamos mitos baseados na densidade do ouro e na metalurgia medieval. Quanto custaria o total de 868 kg de ouro no mercado atual? Mas o subsolo brasileiro, com capacidade geológica para arcar com essa conta, é a verdadeira Fundação Graad. Este minidoc prova que a ciência e a história real mostram que carregar essas armaduras é um feito sobre-humano, mas fisicamente explicável dentro da nossa gravidade. Eles não precisam de magia para existir; precisam de força, técnica e muito ouro brasileiro.Roteiro e Narração: Jony PetersonNarração: Jony PetersonEdição de Video e Criação de Arte: Maryana BarbosaPatrocinadores Oficiais do Podcast da Mineração:ÍGNEA Geologia & Meio Ambiente - https://www.igneabr.com.br/ - @igneabrVP Transporte Logistica - http://www.vptransportes.com.br/ - @vptransportesltdSX Requerimento Mineral - https://requerimentomineral.com.br/ - @sx_mineralCorona Cadinhos - https://coronacadinhos.com.br/-  @coronacadinhos  Não deixe de curtir esse vídeo, qualquer dúvida deixe seu comentário e acessem todo nosso conteúdo que é gratuito e de qualidadeLembrem-se "Mineração pode não ser futuro mas não existe futuro sem a mineração"#mineração #mining #geologia #geology #pit #openpit #podcast #linkedin #cdz #cavaleirosdeouro #santuariodeathena #ouro #paracatumg

Mensagens do Meeting Point
17 A Caminho com Jesus

Mensagens do Meeting Point

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 2:22


Devocional Quaresma Os chefes dos sacerdotes pegaram nas moedas e disseram: «Como isto é preço de sangue, é contra a nossa lei deitá-lo na caixa das ofertas.» Tiveram pois uma reunião e resolveram comprar o Campo do Oleiro, a fim de servir de cemitério para estrangeiros. É por isso que esse campo se chama «Campo de Sangue», até ao dia de hoje. Assim se cumpriram aquelas palavras do profeta Jeremias: E pegaram nas trinta moedas de prata, o preço daquele que foi avaliado pelo povo de Israel, e deram-nas pelo Campo do Oleiro, conforme o Senhor me ordenou. Mateus 27:6-10 Sempre li a passagem sobre os sumos sacerdotes a comprarem o Campo do Oleiro de forma superficial. Recentemente, porém, o absurdo da situação chamou-me a atenção. É quase ridículo o quão equivocado e distorcido era o pensamento dos sumos sacerdotes. Eles não queriam colocar o dinheiro do sangue no tesouro, pois isso era «contra a lei». Em vez disso, usaram-no para um investimento imobiliário. Os sumos sacerdotes são exemplos clássicos do que significa seguir a letra da lei, mas continuar a vida com uma dureza implacável no coração. Eles estavam preocupados em parecer justos, mas não se importavam realmente em ser justos. Preferiam a distração ao arrependimento. Às vezes, só queremos marcar todas as caixas que nos fazem parecer de uma determinada maneira. Não permitimos que Deus trate a raiz do problema ou nos transforme de dentro para fora. O inimigo adora manter-nos nesta bolha de ilusão para que não nos ajoelhamos diante de Deus. A caminho de casa
 Em que áreas estou simplesmente a seguir os padrões do mundo e a viver numa auto-justiça equivocada? Estou mais preocupado com a forma como as minhas ações são vistas por fora ou com a forma como posso mudar por dentro? Oração
 Pai Celestial, ajuda-me a reservar tempo para estar na Tua presença e permitir que a Tua luz brilhe na minha vida. Revela-me as áreas em que posso mudar pelo poder do Teu Espírito Santo. Ajuda-me a nunca esconder o meu pecado sob camadas de distração, ocupação ou atos insensatos de hipocrisia. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?

Reportagem
Professora brasileira leva teatro paulistano à universidade em Paris e amplia repertório dos alunos

Reportagem

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 7:15


A autora, diretora e atriz brasileira Viviane Dias vem despertando o interesse dos estudantes da Universidade Paris 8 com um curso acadêmico dedicado ao teatro brasileiro. A partir de figuras do teatro nacional, das ressonâncias modernistas e de referenciais decoloniais, ela apresenta a inventividade da cena paulista a alunos que pouco conhecem da riqueza cultural do país. Em sua segunda edição, a formação voltou a lotar rapidamente as 40 vagas disponíveis e deve permanecer na grade universitária no próximo ano letivo, fortalecendo o intercâmbio artístico entre o Brasil e a Europa. O curso integra o Departamento de Artes, Filosofia e Estética da Universidade Paris 8 e reúne estudantes de teatro, cinema, artes plásticas e filosofia. Para Viviane Dias, a iniciativa surgiu do desejo de apresentar aos jovens franceses outras referências para além do repertório europeu tradicional.  “A gente fala das invenções do Teatro de São Paulo, das invenções de linguagem”, explica. “Fazemos um caminho que começa desde o modernismo, nesse primeiro momento em que se buscou uma arte emancipada da Europa. Em que foram formuladas questões mais próprias da cultura brasileira. Seguimos até o momento em que essas ideias acabaram se materializando na cena por meio do José Celso e do Teatro Oficina, que é uma grande referência, e que oferecem uma cena completamente diferente do que eles estão habituados a ver.”  Segundo a professora, muitos alunos buscam o curso justamente porque sentem “saturação” de referências tradicionais e precisam de novos estímulos. “Normalmente, eles vêm de formações muito logocêntricas. Tento deslocar um pouquinho essa percepção”, conta.  Perspectiva decolonial e o ensino do Sul Global  A professora ressalta que compreender melhor a produção do Sul Global é fundamental para jovens que, no futuro, atuarão em novas cenas culturais da Europa. Nesse sentido, autores como o contemporâneo Ailton Krenak, o modernista Oswald de Andrade e artistas como Tarsila do Amaral têm gerado grande interesse entre os estudantes. “Eles têm poucas referências sobre o Brasil, e quando têm, é muito raso, às vezes o clichê do Brasil, do carnaval”, afirma. “É importante falar do Brasil e mostrar que a gente é ótimo para fazer festa, mas a gente também é excelente em fazer teatro, cinema e artes visuais.  Além disso, a gente produz pensamento, que é muito interessante e pode nos ajudar a pensar melhor o século 21”, afirma Viviane Dias. Alunos veem o curso como abertura de horizontes  Entre os inscritos está Kayij Baku‑Carlos, de 18 anos, estudante de Cinema e francês de origem angolana. Ele considera essencial compreender outras tradições artísticas para construir sua identidade profissional. “Aqui na França, muitas vezes, quando aprendemos História na escola recebemos, inevitavelmente, um ponto de vista mais eurocêntrico e francocêntrico”, diz.  “Na universidade, somos expostos a diferentes percursos culturais ligados à arte de vários países. Preciso ampliar meu olhar e entender como esse trabalho é feito em outros lugares. Como sou angolano por parte de pai, pensei que o curso poderia me ajudar a compreender melhor uma parte da minha cultura e da minha herança lusófona, de um país PALOP”, conclui o jovem.  Para Ryod Caldas, de 19 anos, estudante de Teatro, o impacto é semelhante: “Quase nunca vemos o que acontece fora do nosso próprio país. Geralmente ouvimos falar de Shakespeare e dramaturgos europeus. Explorar outras referências amplia nossa visão e nossas inspirações”.  A única brasileira da turma, Mayara Marçal, de 25 anos, destaca a importância de mostrar à universidade que há interesse por temas ligados ao Brasil e a outros continentes.  “Aqui a gente costuma estudar muito autores franceses. Quando vi que tinha um curso na grade curricular ministrado por uma professora brasileira, um curso de descolonização do teatro, eu achei incrível! É uma forma de mostrar para a universidade que a gente se interessa por professores de outros países, por aulas que falem sobre arte de outros continentes, não só da França”. Um curso em Paris e São Paulo ao mesmo tempo  O alcance do trabalho fez com que a formação chamasse a atenção da pós-graduação em Artes Cênicas da USP. Com isso, o curso será oferecido simultaneamente na Universidade Paris 8 e na ECA‑USP, em parceria com o professor Ferdinando Martins – algo inédito, segundo Viviane.  “É a primeira vez que um curso dedicado às invenções cênicas brasileiras contemporâneas é oferecido ao mesmo tempo em uma universidade parisiense e na USP”, afirma.  Para ela, essa articulação reflete um espírito do século 21 de ampliação de caminhos possíveis e inovadores para a educação. “Vivemos entre mundos e espaços, mas ainda somos muito caretas na nossa maneira de pensar processos pedagógicos. Espero que eu possa fazer mais pontes entre as coisas do Brasil e daqui. Eu também faço uma pesquisa de criação. Eu sou uma artista e pesquisadora. As duas coisas são importantes e andam juntas na minha vida”, conclui Viviane Dias.

O Bom, o Mau e o Vilão
José Luís Carneiro e Ventura: tão parecidos que eles são

O Bom, o Mau e o Vilão

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 7:52


O povo das Lajes (que sabe o valor dos EUA), o PAN (que idolatra Pintasilgo) e José Luís Carneiro e André Ventura (que acham que o Estado resolve tudo) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

SBS Portuguese - SBS em Português
Programa ao vivo | Domingo, 8 de março

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Mar 8, 2026 49:05


O programa que foi ao ar neste domingo pela rádio SBS 2 da Austrália. Vamos conhecer os músicos brasileiros que moram em Queensland que atuam na série 'Monarch - Legado de Monstros', da Apple TV, com partes gravadas em Gold Coast. Eles tiveram tratamento de estrela na produção, e contam tudo. Também vamos ouvir o jornalista brasileiro e também professor doutor da Universidade de Nova Gales do Sul, Mathias Felipe de Lima Santos. Considerado um dos maiores talentos do mundo na pesquisa entre jornalismo e tecnologia, Mathias contextualiza as mudanças no consumo de informação das pessoas com a chegada da inteligência artificial - e de como isso impacta na noção do que é informação e desinformação. De Lisboa, nosso correspondente Francisco Sena Santos nos conta que há um número recorde de norte-americanos a irem viver no país.

Radio Diploweb
Désordres et manipulations de l'information : comment y voir plus clair ? Avec C. Debiève

Radio Diploweb

Play Episode Listen Later Mar 8, 2026 26:04


Nous vivons actuellement un nouvel épisode d'un grand classique : les manipulations de l'information. Mais, quelles sont leurs nouvelles formes ? Et comment caractériser l'espace informationnel aujourd'hui ? Et pour demain, est-il encore possible de rester optimiste et de mettre en place des solutions ? Pour dialoguer à propos des désordres et manipulations de l'information, Planisphère a le bonheur de recevoir Chloé Debiève. Après plusieurs années à se spécialiser sur les enjeux informationnels dans le secteur public, Chloé Debiève a créé en décembre 2025 sa structure dédiée. Son objectif : accompagner et sensibiliser, et ainsi mieux lutter contre les manipulations de l'information. Chloé Debiève est conférencière et consultante dédiée aux enjeux informationnels. Planisphère est une émission de RND et RCF, produite par Pierre Verluise, reprise en podcast sur Diploweb.com avec en bonus une synthèse rédigée . Cette émission a été enregistrée le 15/12/26 et diffusée le 24/02/26.Extrait de la synthèse rédigéeLes manipulations de l'information ne sont pas une nouveauté historique, mais elles prennent aujourd'hui une ampleur et des formes inédites. À l'ère des réseaux sociaux, de l'économie de l'attention et de l'intelligence artificielle, l'espace informationnel est marqué par une surcharge de contenus, une personnalisation extrême et une confusion croissante entre le vrai, le faux, l'opinion et le fait. Invitée de l'émission Planisphère, Chloé Debiève, conférencière et consultante spécialisée dans les enjeux informationnels, propose une grille de lecture de ce chaos informationnel, en analyse clairement les risques pour nos sociétés démocratiques et partage des pistes pour mieux s'y orienter.Chloé Debiève commence par déconstruire une idée reçue : la manipulation de l'information n'est ni nouvelle, ni simple. La désinformation, la guerre de l'information et l'usage stratégique des récits existent depuis longtemps. Ce qui change aujourd'hui, ce sont les échelles et les modalités.Elle rappelle que :. la désinformation correspond à une information fausse, diffusée en connaissance de cause,. il existe aussi des informations vraies sorties de leur contexte ou détournées pour induire en erreur et/ou nuire, qualifiables de malinformation,. et des informations fausses relayées sans intention de tromper ni malveillance, on parle alors de mésinformation.Réduire le problème aux seules « fake news » masque la diversité des mécanismes en jeu. Pour comprendre l'ampleur du phénomène, il faut saisir ces multiples visages de la manipulation informationnelle.L'espace informationnel contemporain se caractérise d'abord par une surcharge massive d'informations. Par le biais des smartphones, des réseaux sociaux et, désormais, de l'intelligence artificielle (IA), nous sommes exposés à un flux continu de contenus. Chloé Debiève reprend l'image d'un amas de « boue numérique » (aussi appelé « slop  ») : un mélange de contenus souvent futiles, redondants, de qualité très inégale, qui nous inonde en permanence. Cette saturation rend difficile la prise de recul, favorise l'épuisement cognitif et rend plus compliquée la hiérarchisation de ce qui est important. Nous avons du mal à nous extraire de ce flux continu, à couper, à reprendre la main sur notre temps et notre attention. (...)Chloé Debiève insiste sur un point qu'elle juge particulièrement inquiétant : la disparition progressive de plusieurs frontières essentielles.. La frontière entre vrai et faux se brouille : certains considèrent que la vérité n'est qu'une opinion parmi d'autres.. La frontière entre cible et acteur s'estompe : nous sommes à la fois exposés aux contenus et relais potentiels, par nos partages, commentaires, likes.. La frontière entre opinion et fait se dilue : la croyance et la perception peuvent prendre le pas sur la recherche de la vérité. (...)Voir la synthèse rédigée complète sur Diploweb.⁠ 

Dia a dia com a Palavra
Tem dias que as coisas estão mais difíceis.

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Mar 8, 2026 1:22


Tem dias que as coisas estão mais difíceis. Tem dias que o sorriso não acontece. Tem dias que o choro sai mais fácil. Tem dias que não dá vontade de fazer nada. Tem dias dia que a dúvida fica corroendo o coração.Dias assim acontecem com todo mundo e eles nos lembram que vivemos numa sociedade caída, afetada pelo pecado, distante de Deus.A escuridão de tais dias pode ser leve e passageira, mas também pode ser densa e contínua, sem qualquer perspectiva de fim. A dúvida pode chegar ao coração afetando as coisas mais básicas como: Deus me ama? Nesses dias, nem as coisas mais importantes da vida fazem sentido.Veja o que diz o Salmo 51 no verso 12: "Restitui-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito voluntário."O salmista estava passando por dias difíceis e sombrios. Parece que até mesmo a alegria de ser salvo tinha ido embora.Independente da causa, é importante observar a densidade dos dias tristes e sombrios. Eles podem nos afetar, de verdade. É por isso que você precisa se manter próximo ao Senhor.Lembre disso: não é apenas na dificuldade que você deve buscar ao Senhor. Essa é uma prática que deve ser feita todo dia, mas principalmente nos dias difíceis.

Os Traders Podcast
como FUGIR dos 95% que PERDEM no DAY TRADE operando CONTRA ELES

Os Traders Podcast

Play Episode Listen Later Mar 8, 2026 112:02


No mercado financeiro, a estatística é cruel: 95 por cento dos traders perdem dinheiro porque seguem comportamentos previsíveis e setups que já se tornaram liquidez para os grandes bancos. Neste episódio do Os Traders Podcast, Pako revela como fugir dessa estatística ao aprender a técnica de identificar o erro da manada para operar na direção oposta.OPERE NA ASSESSORIA DO MAMEDE! CORRETAGEM ZERO + CARTÃO BLACK + CASHBACK NA FATURA + SALA VIP EM AEROPORTO E MUITO MAIS: https://wa.me/5511971705139?text=Quero%20operar%20pela%20Assessoria%20Mamede%20e%20ter%20os%20benef%C3%ADcios30 DIAS DE SALA AO VIVO INTERNACIONAL GRATUITOS - OPERE COM UM TRADER PROFISSIONAL: https://qrco.de/bg2fTlVindo de uma realidade difícil e após superar um prejuízo acumulado de 440 mil reais entre 2012 e 2016, Pako decifrou o rastro do dinheiro institucional. Ele explica que o varejo é condicionado a servir de combustível para os tubarões e mostra como ele utiliza o scalping no dólar para realizar o clique reverso e lucrar no exato momento em que a maioria entra em pânico.Neste vídeo, você vai aprender:▪️ A Lógica Reversa: entenda como identificar onde o varejo serve de liquidez para os grandes players institucionais. ▪️ Beating the Odds: a jornada real de quem superou perdas massivas para dominar o mini dólar profissionalmente. ▪️ Clique Reverso: o racional técnico para entrar no mercado onde a maioria dos traders está sendo estopada. ▪️ O Fim da Manada: por que seguir o comportamento do rebanho é a garantia de ter o mesmo prejuízo que a maioria. ▪️ Sucesso Real: como a aplicação desse operacional leva mais de 50 por cento de seus alunos a fazerem dinheiro no mercado.Deixe seu Like e se inscreva no canal para acompanhar quem realmente vive de trade.#daytrade #leituradefluxo #analisetecnica #miniindice #minidolar #bookmap #analisedeplayers #trading #superação #pako #scalping #trader #viverdetrade #setup #estrategia #fluxo AnfitriãoVasco Mamede: Instagram: @vascomamede Youtube: @vascomamede Tik Tok: ostraderspodcastConvidado:Leandro "Pako" Moore: Instagram: @opakomoore Youtube: @PakoMoore ​

Mensagens do Meeting Point
16 A Caminho com Jesus

Mensagens do Meeting Point

Play Episode Listen Later Mar 7, 2026 2:21


Devocional Quaresma De manhã cedo, os chefes dos sacerdotes e os anciãos do povo reuniram-se em conselho para combinarem como haviam de dar a morte a Jesus. E levaram-no preso para o entregarem a Pilatos, governador romano. Quando Judas, o traidor, viu que Jesus tinha sido condenado, encheu-se de remorsos e foi entregar as trinta moedas de prata aos chefes dos sacerdotes e aos anciãos . E confessou: «Pequei ao entregar um inocente à morte.» Eles replicaram: «Que temos nós com isso? O problema é teu!» Então Judas atirou as moedas de prata para dentro do templo, depois afastou-se dali e foi-se enforcar. Mateus 27:1-5 Que passagem sombria. O veredicto é proferido. Jesus é amarrado e levado. E, de repente, Judas fica cheio de remorso pelo que fez. Ele tenta aliviar a sua culpa devolvendo as 30 moedas de prata. Ele tenta assumir o seu pecado, mas confessa-o às pessoas erradas. Ao tentar suprimir a sua culpa, ele comete um grande erro: não busca o perdão de um Deus misericordioso. Ele tenta "consertar" o seu pecado à sua maneira. Ele decide tomar as rédeas da situação. Incluindo a sua própria vida. O remorso e o arrependimento pelo pecado são apenas pontos de partida. O verdadeiro quebrantamento e confissão diante de Deus é onde reside o perdão – e a liberdade que se segue. A Bíblia diz que, quando confessamos o nosso pecado, Deus é fiel para nos purificar de toda a injustiça. Uma vida pecaminosa é apenas uma vida à espera de ser redimida. A caminho de casa
 Estou a tentar consertar os meus erros nos meus próprios termos? Estou a aproximar-me de Deus com um coração quebrantado pelo meu pecado? Lembro-me de que a depravação do meu pecado nunca pode superar a profundidade da graça de Deus? Oração
 Pai Celestial, ajuda-me a lembrar que nunca poderei reparar o meu problema com o pecado. Ajuda-me a lembrar que nunca poderei esgotar a Tua graça, por mais extensos que sejam os meus erros. No arrependimento e no descansar em Ti está a minha salvação. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?

Kiwicast - O Podcast da Kiwify
Nós Queimamos Dinheiro Até Entender o Jogo do Direct Response | Ale & Felipe Goularte | Kiwicast #645

Kiwicast - O Podcast da Kiwify

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 66:25


No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos AlessandraGoularte e Felipe Goularte. Eles transformaram validação rápida, criativos que performam e campanhas precisas em um negócio milionário no digital.Eles voltam ao Kiwicast para mostrar, na prática, o quefizeram para escalar a operação, validar produtos com velocidade e ultrapassar R$ 4 milhões faturados no mercado digital.No Kiwicast, eles contaram:O que mudou no último semestre e quais decisões foram determinantes para acelerar o crescimento.O processo completo por trás da criação de criativos que realmente vendem.O maior acerto desse ciclo e o que fez diferença para destravar novos patamares.O conselho que dariam hoje para quem quer iniciar no Direct Response.Aprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify

XP Econocast
#126 - Como a nova onda de risco global mexe com os ativos no Brasil

XP Econocast

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 27:58


No episódio de hoje, a economista Luíza Pinese conversa com Caio Megale, economista‑chefe da XP, e Victor Scalet, estrategista macro da XP, sobre os efeitos do conflito entre Estados Unidos, Irã e Israel nos mercados globais e brasileiros. Victor explica como a aversão ao risco interrompeu o movimento recente de entrada de fluxo estrangeiro e pressionou câmbio e juros, enquanto Caio analisam o impacto da disparada do petróleo sobre inflação, balança comercial e a próxima decisão do Copom. Eles também discutem até que ponto o Brasil deve seguir atraindo investimentos e por que a volatilidade deve permanecer elevada nas próximas semanas.

Eles que Lutem
FAMÍLIA CRUZ abre o jogo sobre TRETA PESADA no BANKER (Ilhados com a Sogra 3) - Eles que Lutem

Eles que Lutem

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 73:20


A Família Cruz do Ilhados com a Sogra da Netflix entregou treta no Banker. Heder Cruz e Giovanna Mari comentam no Eles que Lutem os desentendimentos com Nathalia Rocha e Diego Rocha, além de revelar como está hoje em dia a relação com a sogra Sarah. #ilhadoscomasogra #netflixbrasil

Relacionamentos e Psicologia
Adolescência: quando adulto falha, o jovem grita

Relacionamentos e Psicologia

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 0:22


Neste vídeo, trago uma reflexão psicológica sobre a série ADOLESCÊNCIA, conectando a história com temas como relacionamentos, autoestima,emoções, escolhas, padrões afetivos e saúde mental.Mais do que analisar o filme, a proposta aqui é provocarreflexão:

Relacionamentos e Psicologia
Adolescência: quando o comportamento é um pedido de ajuda

Relacionamentos e Psicologia

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 6:14


Neste vídeo, trago uma reflexão psicológica sobre a série ADOLESCÊNCIA, conectando a história com temas como relacionamentos, autoestima,emoções, escolhas, padrões afetivos e saúde mental.Mais do que analisar o filme, a proposta aqui é provocarreflexão:

Mensagem do dia!
20260306 Ep 1021 - Onde está a sua confiança?

Mensagem do dia!

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 3:06


Bom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDia (https://open.spotify.com/show/29PiZmu44AHH8f93syYSqH)A escritura de hoje está em Isaías 31:1, TLB:"Ai daqueles que correm para o Egito em busca de ajuda, confiando em sua poderosa cavalaria e em seus carros de guerra, em vez de olharem para o Santo de Israel e consultarem a Ele."Onde está a sua Confiança?É fascinante notar que, com toda a tecnologia incrível e os avanços médicos que temos hoje, um vírus — algo tão pequeno que nem conseguimos ver — foi capaz de paralisar o mundo inteiro em 2020. Isso serviu como um lembrete severo de quão pouco controle realmente temos sobre as coisas ao nosso redor.Se colocarmos nossa confiança apenas nas finanças, elas podem oscilar da noite para o dia. Se confiarmos apenas no nosso cargo ou carreira, tudo pode mudar por inúmeras razões fora do nosso alcance. É por isso que é tão vital colocar a sua confiança em Deus.Ele é o Único que não muda. Ele é a verdadeira Fonte da nossa força, das nossas ideias, da nossa criatividade e dos nossos recursos.Muitas vezes, confundimos as coisas: nós apreciamos a empresa onde trabalhamos e o salário que recebemos toda semana, mas precisamos entender que eles não são a nossa fonte. Eles são apenas um recurso que a Fonte está usando no momento. Se um recurso secar, a Fonte simplesmente abrirá outro.Deus está procurando por pessoas cujos corações estejam totalmente voltados para Ele. Mantenha-O em primeiro lugar. Você não precisa perseguir as bênçãos; apenas busque a Ele, e as bênçãos é que passarão a perseguir você.Vamos fazer uma oração "Pai, obrigado porque o Senhor está constantemente trabalhando e me mostrando a Tua bondade através de cada presente que recebo. Obrigado por ser a minha única e verdadeira Fonte. Hoje, eu decido Te manter em primeiro lugar e viver com uma atitude de profunda gratidão. Em nome de Jesus, Amém."

Observador Paranormal
La Sobrenaturalidad de la Música

Observador Paranormal

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 45:37


En este episodio de Observador Paranormal, Juan Manuel Torreblanca (compositor y pianista) conversa con Juan Manuel Torreblanca y Roberto Belmont sobre la sobrenaturalidad de lo creativo: cómo el arte puede sentirse como una fuente externa, cómo los sueños pueden traer letras completas y cómo la sensibilidad musical se relaciona con el trabajo emocional. Hablan de terapia a partir de una carta astral, de la técnica Meisner y del reto de “cerrar” procesos cuando se abren emociones intensas; también de muerte, duelo y música como memoria (incluida una canción pensada para un funeral y la idea de dejar una lista de reproducción para los hijos). El episodio recorre el vínculo entre belleza y verdad en la música, referencias como PJ Harvey, Björk, Tori Amos, Fiona Apple, Jeff Buckley y They Might Be Giants, y termina con una mirada realista a la industria musical, la inspiración como disciplina y el lanzamiento del proyecto Protocolo de Caídas como una obra en actos. CHAPTERS / TIMESTAMPS 00:10 Aviso de contenido sensible 00:29 Presentación del invitado: Juan Manuel Torreblanca 01:57 Encuentro entre tocayos y origen de la conversación 03:20 Componer con la idea de trascender después de la muerte 03:54 “Canción para mi funeral” y la crudeza del demo 05:44 Sensibilidad artística y el costo emocional de volver al pasado 06:13 Técnica Meisner y “cisterna” de emociones 07:26 Herramientas para cerrar procesos emocionales en la actuación 08:38 Miedo, escepticismo y apertura a lo paranormal 09:29 Carta astral, terapia y decisiones creativas 11:14 Mudanzas, vocación y el dilema de irse a otro país 13:46 El misterio como fuente creativa: musas, demonios y sueños 17:35 Letras que se vuelven espejo con el tiempo 18:20 Corte y regreso: identidad, nombres y coincidencias 19:09 Música, doble vida y lista de reproducción para los hijos 20:47 Muerte, duelo y señales: “La chica de Ipanema” 22:25 Trascendencia inmediata, conciertos y frustración en la carrera 24:39 Escuchas colectivas y percepción de la propia obra 26:31 Deseo de giras sin pensamiento mágico ni “manifestación” 27:07 Soundtrack personal: Björk, Tori Amos, Fiona Apple, Jeff Buckley 29:10 Cierre con dinámica de palabras: vida después de la muerte 30:04 Banda antigua y visión lúdica de la astrología 32:11 Virgo: ordenar el caos y perfeccionismo 33:19 Industria musical: corrupción, sistema y dificultad de jugar fuera 33:53 Música como camino espiritual: belleza, disciplina y conexión 35:51 Qué es la música: descubrir belleza, verdad y catarsis 39:09 Ritual, música y energía social 41:52 Canciones nuevas y juegos de coro: pedir una canción que salve 42:56 Redes y lanzamiento por actos de Protocolo de Caídas 44:22 Despedida y cierre del episodio FAQ P: ¿Qué significa “sobrenaturalidad” en este episodio? R: La sensación de que la creatividad toca un misterio real: sueños, intuición, emoción y presencia en el proceso artístico. P: ¿Cómo describe Juan Manuel Torreblanca la inspiración? R: Como algo que a veces viene de uno mismo y a veces parece llegar desde otra fuente, sin necesidad de explicarlo como religión. P: ¿Qué papel juegan los sueños en su composición? R: A veces trae frases o canciones completas que graba y desarrolla al despertar. P: ¿Qué experiencia se menciona sobre carta astral y terapia? R: Que una lectura lo empujó a iniciar terapia en un momento crítico de su vida. P: ¿Cómo se aborda la música como camino espiritual? R: Como una práctica que ordena el caos, conecta con emociones profundas y busca belleza y verdad. The supernatural side of music: Juan Manuel Torreblanca on dreams, astrology, and the creative mystery In this episode of Observador Paranormal, Juan Manuel Torreblanca joins hosts Juan Manuel Torreblanca and Roberto Belmont for a deep, human talk about the unseen mechanics of artistry. They unpack how songwriting can feel like channeling, how dreams can seed lyrics and melodies, and how emotional work (including Meisner repetition) can open powerful inner material that requires conscious “closing” tools afterward. The episode touches on grief, funeral rituals, and leaving music as a message for children, then pivots into the tension between beauty and truth in art, with references to PJ Harvey, Björk, Tori Amos, Fiona Apple, Jeff Buckley, and They Might Be Giants. It closes with a clear-eyed view of the music industry and an update on Torreblanca's release plan for Protocolo de Caídas, structured as acts. CHAPTERS / TIMESTAMPS 00:10 Sensitive-content notice 00:29 Introducing the guest: Juan Manuel Torreblanca 01:57 Two namesakes meet and set the tone 03:20 Writing with the idea of being heard after death 03:54 “Song for my funeral” and the raw phone demo 05:44 Artistic sensitivity and the cost of revisiting the past 06:13 Meisner technique and a “cistern” of emotions 07:26 Tools for closing emotional processes after acting work 08:38 Fear, skepticism, and opening up to the paranormal 09:29 Birth charts, therapy, and creative decisions 11:14 Moving countries, vocation, and the risk of starting over 13:46 The mystery as a creative source: muses, spirits, and dreams 17:35 Lyrics that later mirror real-life patterns 18:20 Break and return: identity, names, and coincidence 19:09 Music, parallel lives, and a playlist for children 20:47 Grief and signs: “The Girl from Ipanema” 22:25 Near-term legacy, live shows, and career frustration 24:39 Group listening sessions and self-perception of the work 26:31 Wanting to tour without “manifestation” narratives 27:07 Personal soundtrack: Björk, Tori Amos, Fiona Apple, Jeff Buckley 29:10 Closing game: life after death 30:04 An old band and a playful view of astrology 32:11 Virgo: ordering chaos and perfectionism 33:19 The music industry: corruption, systems, and constraints 33:53 Music as a spiritual path: beauty, discipline, connection 35:51 What music is: discovering beauty, truth, and catharsis 39:09 Ritual roots and music as social energy 41:52 New songs and the chorus concept: asking for a saving song 42:56 Social links and the act-based rollout of Protocolo de Caídas 44:22 Farewell and episode close A sobrenaturalidade da música: Juan Manuel Torreblanca, sonhos, astrologia e o mistério criativo Neste episódio de Observador Paranormal, Juan Manuel Torreblanca conversa com os apresentadores Juan Manuel Torreblanca e Roberto Belmont sobre o que há de invisível no fazer artístico. Eles exploram como compor pode parecer um tipo de canalização, como sonhos podem originar letras e melodias, e como o trabalho emocional na atuação (incluindo a repetição da técnica Meisner) pode exigir estratégias para “fechar” processos depois. O episódio aborda morte, memória e a ideia de deixar uma seleção de músicas para os filhos, além do contraste entre beleza e verdade na arte, com referências a PJ Harvey, Björk, Tori Amos, Fiona Apple, Jeff Buckley e They Might Be Giants. No final, há uma leitura direta sobre a indústria musical e uma atualização do projeto Protocolo de Caídas, lançado em atos. CHAPTERS / TIMESTAMPS 00:10 Aviso de conteúdo sensível 00:29 Apresentação do convidado: Juan Manuel Torreblanca 01:57 Encontro entre dois homônimos e início da conversa 03:20 Compor pensando em ser ouvido após a morte 03:54 “Canção para o meu funeral” e o demo cru no celular 05:44 Sensibilidade artística e o custo de revisitar o passado 06:13 Técnica Meisner e uma “cisterna” de emoções 07:26 Ferramentas para fechar processos emocionais após atuar 08:38 Medo, ceticismo e abertura ao paranormal 09:29 Mapa astral, terapia e decisões criativas 11:14 Mudar de país, vocação e recomeço 13:46 O mistério como fonte criativa: musas, entidades e sonhos 17:35 Letras que viram espelho de padrões pessoais 18:20 Pausa e retorno: identidade, nomes e coincidência 19:09 Música, vidas em paralelo e seleção para os filhos 20:47 Luto e sinais: “Garota de Ipanema” 22:25 Legado no imediato, shows e frustração na carreira 24:39 Escuta coletiva e percepção da própria obra 26:31 Vontade de fazer turnês sem narrativas de “manifestação” 27:07 Trilha sonora pessoal: Björk, Tori Amos, Fiona Apple, Jeff Buckley 29:10 Dinâmica final: vida após a morte 30:04 Banda antiga e visão lúdica da astrologia 32:11 Virgem: ordenar o caos e perfeccionismo 33:19 Indústria musical: corrupção, sistema e limitações 33:53 Música como caminho espiritual: beleza, disciplina, conexão 35:51 O que é música: descobrir beleza, verdade e catarse 39:09 Raízes rituais e música como energia social 41:52 Músicas novas e o coro: pedir uma canção que salve 42:56 Redes e lançamento em atos de Protocolo de Caídas 44:22 Despedida e encerramento   Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. 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Por Falar em Correr
Por Falar em Tênis 148 - Ultra Tênis

Por Falar em Correr

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 30:34


⁠⁠⁠Enio Augusto⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Marcos Buosi⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ falam sobre tudo que envolve o mundo dos tênis e também de outros acessórios relacionados à corrida.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO CANAL!!!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Aqui tem análises, reviews, dicas, palpites, perguntas, respostas, números, valores e opinião. Informação com bom humor, dúvidas com resposta e conteúdo de sobra. Envie sua pergunta. Escute, aprenda, ensine e divirta-se com a gente.-Os tênis dos atletas no pódio da Maratona de Tóquio 2026.O que são os ultra tênis?Eles são para todo mundo?Vale a pena ter um ultra tênis?-Cupom de Desconto:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CORRA BARATO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ - PFC⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠KEEP RUNNING BRASIL⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ - PFC

BEN-YUR Podcast
ELES ESTÃO DERRETENDO SEU CÉREBRO: Bad Bunny, BBB e o vício no scroll

BEN-YUR Podcast

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 78:53


Nessa LIVE analisamos a decadência estética do entretenimento moderno usando o show do Bad Bunny e a cultura do Big Brother Brasil como sintomas de um problema maior que é a fabricação intencional de um público dócil e exausto.Discutimos a farsa do elitismo cultural uma narrativa criada para que você aceite produtos medíocres sem questionar. Mergulhamos na hipocrisia de Hollywood sobre os Epstein Files e a manipulação da mídia em casos como o de Woody Allen e o filme Blonde. Também falamos sobre como a Inteligência Artificial está sendo usada para resgatar a história do cinema com Orson Welles.Além disso trago um review sincero de Bugonia o novo filme de Yorgos Lanthimos e uma crítica ao hype de Hamnet e Pecadores Sinners. Explico também por que abandonei os games e o álcool para focar na realidade.

Inteligência Ltda.
015 - SÓSIA DO JIM CARREY | GUERRA NO ORIENTE MÉDIO | JABBOUR X BATTISTA | e MAIS

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 169:51


RICARDO MARCÍLIO é professor de Geografia e FERNANDA COMORA é jornalista. Eles são os âncoras do Notícia I-LTDA, o programa de notícias do Inteligência Ltda. Eles vão comentar as notícias recentes do Brasil e do mundo com os convidados CARLOS BEZERRA JR., MASHIMA NADIM, ANDRÉ LAJST, COMANDANTE FARINAZZO, ELIAS JABBOUR, LITO SOUSA e THIAGO LIMA. O Vilela é tão fã do Cid Moreira que apresenta o programa de bermuda.

JORNAL DA RECORD
04/03/2026 | 2ª Edição: Dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, é preso por monitorar e ameaçar adversários

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 3:38


Confira nesta edição do JR 24 Horas: O ministro do STF, André Mendonça, autorizou a transferência do banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, para um presídio estadual em São Paulo. Ele e outros três investigados foram presos nesta quarta-feira (4). Vorcaro e o cunhado Fabiano Zettel passaram por audiência de custódia e saíram do Fórum Criminal Federal pela tarde. Eles seguiram para um presídio estadual, após o ministro André Mendonça aceitar o pedido da PF. Vorcaro foi preso na terceira fase da operação Compliance Zero, que investiga fraudes no Banco Master, além de crimes como ameaça, corrupção e lavagem de dinheiro. E ainda: Submarino americano afunda navio do Irã no Sri Lanka; ao menos 80 pessoas morreram.

Imagina Só - Um Podcast de Histórias para Crianças
Capitão Calafrio - O Tesouro da Ilha do Susto

Imagina Só - Um Podcast de Histórias para Crianças

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 10:11


-->LIVRO PROFESSOR CADU E O SISTEMA SOLARO aplicativo do Imagina Só tem mais historinhas GRÁTIS!Estamos também no Instagram!

Inteligência Ltda.
1777 - QUEM PROTEGE AS CRIANÇAS?: D'AMICO, SALADA, DAVICO E PIMENTEL

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 114:24


DRA. ANAHY D'AMICO é psicóloga, LUANA DAVICO é delegada, RICARDO SALADA é perito criminal e RODRIGO PIMENTEL é ex-capitão do BOPE. Eles vão bater um papo sobre os casos de abuso infantil e de quem é a responsabilidade de proteger as crianças.

WGospel.com
Maria e a missão recebida de Deus!

WGospel.com

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 4:34


TEMPO DE REFLETIR 01692 – 3 de março de 2026 Lucas 2:19 – Maria, porém, guardava todas estas palavras, meditando-as no coração. Deus escolheu Maria para uma missão especial. Ele chamou-a para carregar o Messias em seu ventre. Deus enviou o anjo Gabriel para lhe dar a maravilhosa notícia. A princípio, ela ficou confusa. Como podia tudo isto ser possível? Embora estivesse noiva de José, ela ainda era virgem – como poderia ter um filho? “Descerá sobre ti o Espírito Santo”, disse Gabriel, “e o poder do Altíssimo te envolverá com a Sua sombra” (Lc 1:35). A resposta sincera de Maria foi genuína. “Que se cumpra em mim conforme a tua palavra” (v. 38). Embora a narrativa do Evangelho não fale muito acerca de Maria, ela nos conta o suficiente para revelar sua incrível força de caráter. Ela era sincera, honesta, meiga, pura, obediente e cheia de compaixão. Embora ainda fosse provavelmente uma adolescente, ela entendeu a magnitude do chamado de Deus. Maria reconheceu a sua “humildade” e foi enaltecida pelas bênçãos que todas as gerações viriam a reconhecer. Picos e vales marcaram a vida de Maria. Eles começaram com José ameaçando deixá-la quando soube que ela estava grávida, e continuaram com uma cansativa viagem de Nazaré até Belém. Incluíram o uso de uma manjedoura como berço para o bebê. Suas emoções viraram medo das ameaças de Herodes de matar todos os meninos com menos de dois anos. Com José e o menino recém-nascido, ela fugiu, apressada, para o Egito. Foi nos joelhos de Maria que Jesus aprendeu os cânticos de Sião e as promessas dos profetas. Com ela, Ele aprendeu submissão e confiança, oração e obediência. Ela sorriu quando Ele deu Seus primeiros passos, e chorou quando pregaram Seus pés ao madeiro. Durante toda a vida de Jesus, ela creu nEle, e nunca se afastou. As missões dadas por Deus nem sempre são fáceis e populares. Existem altos e baixos, alegrias e tristezas. Assim como Ele chamou Maria, Deus nos chama para sermos fiéis também. Ele nos chama para ficarmos ao lado de Jesus, agora3 e para sempre, por toda a eternidade. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Senhor Deus: dá-nos forças e poder para cumprirmos as missões que colocas diante de cada um de nós. Dirija tudo e todas as coisas, por favor! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Podcast do PublishNews
411 - Para gostar de ler: MANGÁ

Podcast do PublishNews

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 60:23


No podcast do PublishNews desta semana, conversamos sobre Mangá com Junior Fonseca, fundador da editora NewPOP e com Bruno Zago, sócio-fundador, apresentador e editor do canal e editora Pipoca & Nanquim. Nesta conversa, falamos sobre a evolução do mangá no Brasil, sua importância como porta de entrada para novos leitores e as diferenças em relação a outros tipos de quadrinhos. Eles abordam a demografia e os gêneros de mangás, os desafios do mercado editorial, as mudanças no consumo, a fidelização do público, o processo de licenciamento e a pirataria. Indicações:Desenhando quadrinhos - Scott McCloud (M.Books) https://altabooks.com.br/produto/desenhando-quadrinhos/Hiroshima - A Cidade da Calmaria (Taverna do rei) https://editora.tavernadorei.com.br/product/a-cidade-da-calmaria-e-a-terra-das-cerejeiras/Esquadrão Secreto Gorenger - Shotaro ISHInoMORI (New Pop)https://www.lojanewpop.com.br/esquadrao-secreto-gorengerShigurui - Takayuki Yamaguchi (Pipoca e Nanquim)https://pipocaenanquim.com.br/colec-o/shigurui.htmlOkinawa - Susumu Higa (Conrad)https://editoraconrad.com.br/publicacoes/blog/okinawa-de-susumu-higa-e-o-novo-manga-da-conrad/GRAMA -  Keum Suk Gendry-Kim (Pipoca e Nanquim)https://pipocaenanquim.com.br/grama-reimpress-o.htmlO Horizonte - Jung Ji Hun (Newpop)https://www.newpop.com.br/o-horizonte-volume-1/Ashita no Joe – Em Busca do Amanhã Asao Takamori e Tetsuya Chiba (Newpop)https://www.newpop.com.br/ashita-no-joe-em-busca-do-amanha-volume-01/A Câmara Brasileira do Livro realizará, de 13 a 15 de maio de 2026, a 5ª edição do Encontro de Editores, Livreiros, Distribuidores e Gráficos — o EELDG.Serão três dias de conteúdo estratégico, networking qualificado e troca de experiências com os principais profissionais do setor editorial, no Casa Grande Hotel Resort & Spa, no Guarujá (SP).As inscrições para participação presencial ou on-line já estão abertas no Sympla, basta procurar pelo nome do evento ou acessar www.cbl.org.br. Garanta sua vaga e aproveite os descontos dos primeiros lotes.Este podcast é um oferecimento da MVB América Latina! Onde a inovação e tecnologia impulsionam o mercado do livro. Com a Pubnet, você ganha eficiência, agilidade e segurança em cada pedido.E quando o assunto é metadados… metadados é com Metabooks! Porque, no fim das contas, o propósito da MVB é um só: levar os livros até os leitores! https://pt.mvb-online.com/Já ouviu falar em POD, impressão sob demanda? Nossos parceiros da UmLivro são referência dessa tecnologia no Brasil, que permite vender primeiro e imprimir depois; reduzindo custos com estoque, armazenamento e distribuição. Com o POD da UmLivro, você disponibiliza 100% do seu catálogo sem perder nenhuma venda. http://umlivro.com.br

Sem Rastros
Ali Gilmore

Sem Rastros

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 30:36


FLÓRIDA, 2006 - Ali Gilmore ligou para o seu marido na noite de quinta-feira, o lembrando da sessão de terapia de casal que os dois tinham na manhã de sexta. Eles ainda estavam casados no papel, mas morando em casas separadas depois de uma fase turbulenta na relação. A terapia de casal era justamente para que eles pudessem se reconectar e tentar reatar o casamento. Porém, na manhã de sexta-feira, Ali não compareceu para a terapia, mesmo depois dela tendo ligado pro marido para lembrá-lo sobre. Onde está Ali?   --- Instagram | Grupo no Telegram | Youtube Apoie o podcast pela Orelo, Patreon, ou direto pelo Spotify! Para fontes de pesquisa, acesse o Website. Email: semrastrospodcast@gmail.com

Morning Show
Secretário de Defesa dos EUA fala sobre ataques ao Irã

Morning Show

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 119:58


Confira no Morning Show desta segunda-feira (02): O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, detalhou a ofensiva militar conjunta com Israel contra o Irã, chamada de operação Fúria Épica. Em pronunciamento no Pentágono, afirmou que o regime iraniano construiu, ao longo de décadas, um escudo de mísseis e drones. Segundo ele, a estratégia visava uma chantagem nuclear contra o Ocidente. Donald Trump, segundo Hegseth, não tolerará mais esse tipo de ameaça. A crise no Oriente Médio chegou a um nível que inviabiliza, no curto prazo, qualquer solução diplomática. O chefe de segurança da Guarda Revolucionária do Irã declarou que o país não negociará com os Estados Unidos. A fala ocorre após o assassinato do líder supremo iraniano. De acordo com o correspondente Luca Bassani, Donald Trump e o premiê israelense Benjamin Netanyahu indicam que a ofensiva seguirá até o cumprimento total dos objetivos militares. O Pentágono apresentou novos detalhes da Operação Fúria Épica. Pete Hegseth afirmou que a ofensiva não tem como objetivo implantar uma democracia no Irã. O foco, segundo ele, é a destruição definitiva da capacidade bélica do regime. A missão prioriza mísseis, drones e instalações nucleares construídas por Teerã. O chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, general Dan Caine, atualizou o cenário operacional da ofensiva. Segundo ele, a ação envolve forças cibernéticas, espaciais e navais. Caças F-15 e bombardeiros B-2 realizam missões de até 70 horas. O alvo são instalações subterrâneas, frotas navais e centros de comando da Guarda Revolucionária. Pete Hegseth voltou a reforçar o caráter implacável da operação contra o Irã. Questionado sobre prazos, afirmou que os Estados Unidos não divulgarão seus próximos passos. Garantiu, porém, que a missão é destrutiva e letal. O objetivo é aniquilar fábricas de mísseis e drones, além da capacidade naval e antiaérea iraniana. Em nova entrevista no Pentágono, Pete Hegseth comentou a morte do aiatolá Ali Khamenei. O secretário disse ter ficado orgulhoso da precisão da ação militar. Ele evitou confirmar a presença de tropas em solo iraniano. Também não indicou prazos para o fim do conflito, citando razões estratégicas. A crise no Oriente Médio segue em escalada e fecha as portas para a diplomacia. O chefe de segurança da Guarda Revolucionária do Irã reiterou que o país não negociará com os Estados Unidos. A declaração ocorreu após o início dos bombardeios. O Irã afirma que manterá postura bélica diante da ofensiva. O porta-voz das Forças de Defesa de Israel, major Rafael Rozenszajn, confirmou a convocação de 100 mil reservistas. Eles atuarão diretamente na linha de frente do conflito. O militar classificou o momento como histórico. Segundo ele, Israel enfrenta uma ameaça existencial. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu visitou a cidade de Beit Shemesh, atingida por bombardeios iranianos. Imagens ao vivo mostraram destruição causada por drones. Áreas residenciais e civis também foram afetadas. A visita ocorreu em meio à intensificação do conflito. O Morning Show recebeu o especialista em carreira Marcos Tonin para discutir a importância de um “plano B” profissional. Ele destacou a instabilidade global provocada por guerras e pelos efeitos da pandemia. Segundo Tonin, o modelo tradicional de carreira deixou de existir. A adaptação rápida tornou-se essencial. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

IB Atitude
Você é filho ou escravo do Senhor? | pr. Josué Valandro Jr.

IB Atitude

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 43:01


Paulo, na passagem de Gálatas 4, fica decepcionado com a atitude que a igreja estava tendo. Eles serviam na igreja por obrigação e não por amor, eles eram legalistas. Paulo estava preocupado com a forma errada de pensar da igreja, pois Deus quer o melhor de nós e Ele não merece o descaso com a obra dEle. Ele queria que a igreja entendesse que eram filhos e não escravos de Deus.

PODDELAS
NATHALIA VALENTE E YURI MEIRELLES - PODDELAS PODCAST #528

PODDELAS

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 80:33


Eles se conheceram diante das câmeras, viveram um romance sob julgamento público e transformaram um relacionamento de reality em família. No episódio de hoje, o PodDelas recebe Nathalia Valente e Yuri Meirelles para uma conversa sobre amor, amadurecimento, polêmicas e a chegada do primeiro filho, Thales.Juntos, relembram suas trajetórias dentro de "A Fazenda", o início de suas carreiras e os planos futuros. Entre polêmicas, aprendizados e crescimento pessoal, o casal de reality que evoluiu para a vida real dá um show de simpatia, num episódio leve, engraçado e com muito amor.Dá o play e vem curtir esse papo com a gente. Ah! Se inscreve no canal, ativa as notificações e conta pra gente nos comentários: você acredita em amor que nasce em reality?

Inteligência Ltda.
1772 - MENOS RELIGIÃO, MAIS ESPIRITUALIDADE: CARLOS BEZERRA E LUIZ SAYÃO

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 172:21


CARLOS BEZERRA JR. é pastor, médico e vereador, e LUIZ SAYÃO é mestre em hebraico e especialista bíblico. Eles vão bater um papo sobre sermos mais espirituais e menos religiosos. Já o Vilela reza muito porque tem medo de espíritos.

Meio Ambiente
Salinização dos solos obriga regiões costeiras a reinventarem a agricultura

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 7:26


A interação entre um clima mais quente e práticas agrícolas prejudiciais está tornando as regiões costeiras cada vez menos férteis. A salinização dos solos se expande nos cinco continentes e, nas zonas áridas e semiáridas, coloca em risco cultivos tradicionais.    Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), mais de 10% da superfície terrestre é afetada pelo fenômeno. A presença de sal é natural na terra e na água. No entanto, a crise climática e a má gestão humana têm levado a desequilíbrios que abalam a fertilidade destes solos. Um bilhão de hectares do planeta estão ameaçados nas próximas décadas. As zonas diretamente em contato com o mar são as mais vulneráveis – é onde a água dos lençóis freáticos costuma ser mais explorada para o consumo humano, abrindo espaço para a substituição pela água salgada. Em entrevista à RFI, o hidrologista Claude Hammecker, especialista no estudo dos solos do instituto francês de Pesquisas para o Desenvolvimento (IRD), afirma que as mudanças climáticas pioram este contexto. “Por um lado, o aumento dos períodos de seca, e consequentemente o aumento da evaporação, contribuirá para agravar a salinização em áreas onde o sal já está presente. Mas quando a evaporação é forçada, devido ao uso de água dos lençóis freáticos para a irrigação, a acumulação de sal aumenta”, sublinha. “Além disso, com a diminuição das chuvas, que naturalmente ‘lavam' o excesso de sal no solo, teremos um acúmulo ainda maior deste sal”, complementa. Litoral do Brasil e desmatamento Nas regiões mais áridas, os governos locais recorrem aos lençóis freáticos para compensar a falta de chuva. Mas mesmo onde as precipitações são abundantes, a prática é comum, observa o especialista. “Eu trabalhei no Brasil, e todas as grandes megalópoles localizadas no litoral brasileiro consomem quantidades enormes de água, bombeando-a diretamente dos aquíferos e contribuindo para o que se chama de ‘beijo de sal'. A água doce é extraída e gradualmente substituída pela do mar, tornando a água cada vez mais salgada”, aponta. Em seu relatório mais completo sobre o tema, publicado há pouco mais de um ano, a FAO alerta que 16% das águas subterrâneas já são afetadas pelo fenômeno, tornando uma área ainda maior em torno da costa pouco propensa à agricultura. Outros processos naturais de salinização também podem ocorrer, relacionados a antigos depósitos marinhos transformados em camadas geológicas. Conforme as movimentações da água ou escavações, essas camadas, formadas há milhares de anos, podem emergir à superfície. Entretanto, este processo pode se acelerar com a degradação do meio ambiente pela ação humana. “Na Tailândia, temos antigos depósitos de sal enterrados profundamente no subsolo e que, à primeira vista, não representavam uma ameaça para a agricultura. Mas eles ressurgiram devido ao desmatamento, que fez com que a água da chuva se infiltrasse muito mais profundamente, subisse à superfície e criasse um lençol freático salgado, que afeta as plantações”, salienta Hammecker. Reviravolta nas culturas tradicionais Entre os países que mais sofrem com a salinização, estão Argentina, China, Estados Unidos, Rússia e Irã. Nos países mediterrâneos, o problema tem se acentuado nos últimos anos, tanto no norte da África, quanto na Europa. No sul da França, a região de Camargue exemplifica os desafios. Tradicional produtora de sal e de culturas que se desenvolvem bem em solos arenosos e salinizados, como o arroz, Camargue agora sofre os efeitos dos excessos de calor e das secas, mas também da expansão do próprio sal, com o aumento do nível do mar. Os prejuízos dos viticultores se acumulam, e muitos produtores de arroz agora têm preferido se voltar para cereais menos dependentes de irrigação. A necessidade de mudança causa tensões, observou à RFI o ecólogo Raphaël Mathevet, ligado ao respeitado Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNRS) da França. O pesquisador tem tentado convencer os agricultores a experimentar culturas resilientes às novas condições, como o melão ou o tomate. “Temos um choque cultural. Estamos falando de agricultores que vêm desenvolvendo a Camargue há muito tempo graças à irrigação, às escavadeiras e à tecnologia, e que se consideram os próprios criadores desta Camargue que precisa ser protegida hoje”, detalha. “Eles se enxergam como um contraponto aos cientistas e ativistas que dizem que, ao contrário, devemos aproveitar esta crise para pensar em uma recomposição territorial, repensar o desenvolvimento econômico do delta, em outras culturas e em outras formas de atuação.” Especialistas da Parceria Global para o Solo estimam que, nos países mais afetados pela salinização, as perdas de produtividade podem chegar a 72% para o arroz, 68% para o feijão, 45% para a cana-de-açúcar e 37% para o milho. O impacto é maior nos países em desenvolvimento, menos preparados para lidar com o problema.

Oxigênio
#214 – Paisagens sonoras revelam mudanças climáticas

Oxigênio

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 34:22


  Neste episódio, Mayra Trinca fala sobre duas pesquisas que, ao seu modo, usam o som para estudar maneiras de enfrentamento à crise climática. Na conversa, Susana Dias, pesquisadora do Labjor e Natália Aranha, doutoranda em Ecologia pela Unicamp contam como os sons dos sapos fizeram parte das mesas de trabalho desenvolvidas pelo grupo de pesquisa para divulgação sobre esses anfíbios. Participa também Lucas Forti, professor na Universidade Federal Rural do Semi-Árido do Rio Grande do Norte. Ele conta como tem sido a experiência do projeto Escutadô, que estuda a qualidade do ambiente da caatinga através da paisagem sonora. ____________________________________________________________ ROTEIRO [música] Lucas: É incrível a capacidade que o som tem de despertar a memória afetiva. Mayra: Você aí, que é ouvinte de podcast, provavelmente vai concordar com isso. O som consegue meio que transportar a gente de volta pros lugares que a gente associa a ele. Se você já foi pra praia, com certeza tem essa sensação quando ouve um bom take do barulho das ondas quebrando na areia. [som de ondas] Mayra: O som pra mim tem um característica curiosa, na maior parte do tempo, ele passa…  despercebido. Ou pelo menos a gente acha isso, né? Porque o silêncio de verdade pode ser bem desconfortável. Quem aí nunca colocou um barulhinho de fundo pra estudar ou trabalhar? Mayra: Mas quando a gente bota reparo, ele tem um força muito grande. De nos engajar, de nos emocionar. [música de violino] Mayra: Também tem a capacidade de incomodar bastante… [sons de construção] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e você provavelmente já me conhece aqui do Oxigênio. Mayra: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre som. Mais especificamente, sobre projetos de pesquisa e comunicação que usam o som pra entender e pra falar sobre mudanças climáticas e seus impactos no meio ambiente. [música de fundo] Natália: E as paisagens sonoras não são apenas um conjunto de sons bonitos. Elas são a própria expressão da vida de um lugar. Então, quando a gente preserva uma paisagem sonora, estamos preservando a diversidade das espécies que vocalizam naquele lugar, os modos de vida e as relações que estão interagindo. E muitas vezes essas relações dependem desses sons, que só existem porque esses sons existem. Então, a bioacústica acaba mostrando como os sons, os sapos também os mostram, como que esses cantos carregam histórias, ritmos, horários, temperaturas, interações que não aparecem ali somente olhando o ambiente. [Vinheta] João Bovolon: Seria triste se músicos só tocassem para músicos. Pintores só expusessem para pintores. E a filosofia só se destinasse a filósofos. Por sorte, a capacidade de ser afetado por um som, uma imagem, uma ideia, não é exclusividade de especialistas. MAYRA: Essa frase é de Silvio Ferraz, autor do Livro das Sonoridades. O trecho abre o texto do artigo “A bioacústica dos sapos e os estudos multiespécies: experimentos comunicacionais em mesas de trabalho” da Natália. Natália: Olá, meu nome é Natália Aranha. Eu sou bióloga e mestra pelo Labjor, em Divulgação Científica e Cultural. Durante o meu mestrado, eu trabalhei com os anfíbios, realizando movimentos com mesas de trabalhos e com o público de diferentes faixas etárias. Atualmente, eu sou doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Ecologia pelo Instituto de Biologia da Unicamp. MAYRA: A Natália fez o mestrado aqui no Labjor na mesma época que eu. Enquanto eu estudava podcasts, ela tava pesquisando sobre divulgação científica de um grupo de animais muitas vezes menosprezado. [coaxares] Susana: Os sapos, por exemplo, não participam da vida da maioria de nós. Eles estão desaparecidos dos ecossistemas.  Eles estão em poucos lugares que restaram para eles. Os brejos são ecossistemas muito frágeis. São os lugares onde eles vivem. Poucos de nós se dedicam a pensar, a se relacionar, a apreciar, a cuidar dessa relação com os sapos. Mayra: Essa que você ouviu agora foi a Susana, orientadora do trabalho da Natália. Susana: Meu nome é Susana Dias, eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, o Labjor, professora da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural, do Labjor/IEL/Unicamp. E trabalho com comunicação, artes, ciências, desenvolvendo várias metodologias de experimentação coletiva com as pessoas. Mayra: Mas, o interesse da Natália pelos sapos não começou no mestrado. Ela já era apaixonada pela herpetologia antes disso. [som de ícone] Mayra: Herpetologia é a área da biologia que estuda répteis e anfíbios. E eu posso dizer que entendo a Natália. Pra quem não sabe, eu também sou bióloga. E durante a faculdade cheguei a fazer um estágio na mesma área, porque também era um tema que me interessava muito. Mayra: Só que eu trabalhei mais com répteis, que são as cobras e os lagartos. E eu acabei desistindo da área em pouco tempo, apesar de ainda achar esses bichinhos muito legais. Já a Natália descobriu o amor pelos sapos num congresso de herpetologia que foi durante a graduação e, diferente de mim, ela segue trabalhando com eles até hoje. Natália: E eu me apaixonei. Eu digo que me apaixonei a partir da abertura do congresso, porque foi uma experiência muito legal que fizeram a partir dos sons, a partir de fotos e vídeos de vários pesquisadores realizando trabalhos de campo com esses animais. E, a partir desse momento, eu falei que era isso que eu queria fazer na minha vida. Mayra: Ah, e é importante dizer, que antes mesmo disso tudo, a Natália já tinha um interesse artístico por esses animais. Natália: E, como eu amo desenvolver pinturas realistas, esses animais são maravilhosos, quando você pensa nas cores, nos detalhes, nas texturas que eles trazem. Mayra: Porque foi dessa experiência que surgiu a ideia de trabalhar com divulgação científica, que acabou levando a Natália  até a Susana. Mas como ela também tinha interesse de pesquisa com esses animais, ela acabou participando dos dois grupos ao longo do mestrado: o de divulgação e o de herpetologia, com o pessoal da biologia. Susana: Foi muito legal justamente pela possibilidade da Natália habitar esse laboratório durante um tempo, acompanhar o trabalho desses herpetólogos e a gente poder conversar junto com o grupo de pesquisa, que é o Multitão, aqui do Labjor da Unicamp, que é o nosso grupo, sobre possibilidades de conexão com as artes, e também com a antropologia, com a filosofia. A gente começou a tecer esses emaranhados lentamente, devagarzinho. Mayra: Quando a Natália chegou no mestrado, ela tinha uma visão muito comum da divulgação científica, que é a ideia de que os divulgadores ou os cientistas vão ensinar coisas que as pessoas não sabem. Mayra: É uma visão muito parecida com a que a gente ainda tem de escola mesmo, de que tem um grupo de pessoas que sabem mais e que vão passar esse conhecimento pra quem sabe menos. Natália: E daí a Susana nos mostrou que não era somente fazer uma divulgação sobre esses animais, mas mostrar a importância das atividades que acabam gerando afeto. Tentar desenvolver, fazer com que as pessoas criem movimentos afetivos com esses seres. Mayra: Se você tá no grupo de pessoas que tem uma certa aversão a esses animais, pode achar isso bem esquisito. Mas criar essas relações com espécies diferentes da nossa não significa necessariamente achar todas lindas e fofinhas. É aprender a reconhecer a importância que todas elas têm nesse emaranhado de relações que forma a vida na Terra. Mayra: Pra isso, a Natália e a Susana se apoiaram em uma série de conceitos. Um deles, que tem sido bem importante nas pesquisas do grupo da Susana, é o de espécies companheiras, da filósofa Donna Haraway. Natália: Descreve esses seres com os quais vivemos, com os quais aprendemos e com os quais transformam como seres em que a gente não habita ou fala sobre, mas a gente habita e escreve com eles. Eles nos mostram que todos nós fazemos parte de uma rede de interações e que nenhum ser nesse mundo faz algo ou vive só. Então, os sapos, para mim, são essas espécies companheiras. Mas não porque eles falam na nossa língua, mas porque nós escutamos seus cantos e somos levados a repensar a nossa própria forma de estar no mundo. Mayra: Uma coisa interessante que elas me explicaram sobre esse conceito, é que ele é muito mais amplo do que parece. Então, por exemplo, bactérias e vírus, com quem a gente divide nosso corpo e nosso mundo sem nem perceber são espécies companheiras. Ou, as plantas e os animais, que a gente usa pra se alimentar, também são espécies companheiras Susana: E uma das características do modo de viver dos últimos anos, dos últimos 50 anos dos humanos, são modos de vida pouco ricos de relações, com poucas relações com os outros seres mais que humanos. E a gente precisa ampliar isso. Trazer os sapos é muito rico porque justamente abre uma perspectiva para seres que estão esquecidos, que pertencem a um conjunto de relações de muito poucas pessoas. Mayra: Parte do problema tem a ver com o fato de que as espécies estão sumindo mesmo. As mudanças climáticas, o desmatamento e a urbanização vão afastando as espécies nativas das cidades, por exemplo, que passam a ser povoadas por muitos indivíduos de algumas poucas espécies. Pensa como as cidades estão cheias de cães e gatos, mas também de pombas, pardais, baratas. Ou em áreas de agropecuária, dominadas pelo gado, a soja e o capim onde antes tinha uma floresta super diversa. Susana: Eu acho que um aspecto fundamental para a gente entender esse processo das mudanças climáticas é olhar para as homogeneizações. Então, como o planeta está ficando mais homogêneo em termos de sons, de imagens, de cores, de modos de vida, de texturas. Uma das coisas que a gente está perdendo é a multiplicidade. A gente está perdendo a diversidade. Mayra: Pensa bem, quando foi a última vez que você interagiu com um sapo? (Herpetólogos de plantão, vocês não valem). Provavelmente, suas memórias com esses animais envolvem pouco contato direto e você deve lembrar mais deles justamente pelo… som que eles fazem. [coaxares, música] Lucas: Eu comecei a pensar na acústica como uma ferramenta de entender a saúde do ambiente, e queria aplicar isso para recifes de coral, enfim, a costa brasileira é super rica. Mayra: Calma, a gente já volta pra eu te explicar como a Natália e a Susana relacionaram ciências e artes na divulgação sobre os sapos. Antes, eu quero te contar um pouco sobre outro projeto que tem tudo a ver com o tema. Deixa o Lucas se apresentar. Lucas: Pronto, eu me chamo Lucas, eu sou biólogo de formação, mas tive uma vertente acadêmica na minha profissão, em que eu me dediquei sempre a questões relacionadas à ecologia, então fiz um mestrado, doutorado na área de ecologia. Mayra: Sim, o Lucas, assim como eu, a Natália e mesmo a Susana, também fez biologia. Lucas: Os biólogos sempre se encontram em algum lugar. Mayra: A gente ainda vai dominar o mundo…[risadas] Mayra: Tá, mas voltando aqui. O Lucas esteve nos últimos anos trabalhando no Nordeste. Eu conversei com ele durante um estágio de professor visitante aqui na Unicamp. Lucas: Então estou passando um estágio de volta aqui às minhas raízes, que eu sou daqui do interior de São Paulo, então vim passar frio um pouquinho de volta aqui em  Campinas. Mayra: Essa entrevista rolou já tem um tempinho, em agosto de 2025. E realmente tava fazendo um friozinho naquela semana. Mayra: Eu fui conversar com o Lucas sobre um projeto que ele faz parte junto com o Observatório do Semiárido, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, no Rio Grande do Norte. Mayra: A ideia dessa pesquisa é criar um banco de dados sonoros e construir um algoritmo. Lucas: testar algoritmos, né, conseguir ter uma ferramenta na mão que possa ajudar a gente a detectar níveis de degradação no Semiárido com base em informação acústica. Mayra: Esse projeto é o Escutadô. Lucas: O projeto Escutadô, ele nasceu… assim, tem a história longa e a história curta. Mayra: Óbvio que eu escolhi a longa. E ela começa escuta só, com os anfíbios. Mayra: Coincidência? Lucas: Não, não tem coincidência nenhuma. Lucas: Mas eu comecei sim estudando o comportamento de anfíbios, e uma característica muito peculiar dos anfíbios é a vocalização, né? Então, os anfíbios me levaram para a acústica, e aí a acústica entrou na minha vida também para tornar as abordagens da minha carreira, de como eu vou entender os fenômenos através desse ponto de vista sonoro, né? Mayra: Isso é uma coisa muito comum na biologia. Tem muitos animais que são complicados de enxergar, porque são noturnos, muito pequenos ou vivem em lugares de difícil acesso. Então uma estratégia muito usada é registrar os sons desses animais. Vale pra anfíbios, pra pássaros, pra baleias e por aí vai. [sons de fundo de mar] Mayra: Inclusive, lembra, a ideia original do projeto do Lucas era usar a bioacústica, essa área da biologia que estuda os sons, pra investigar recifes de corais. Ele tava contando que elaborou essa primeira proposta de pesquisa pra um edital. Lucas: Aí a gente não venceu essa chamada, mas a gente reuniu uma galera com colaboração, escrevemos um projeto super lindo, e aí por alguma razão lá não foi contemplado o financiamento. Mayra: Isso também é algo muito comum na biologia. E em várias outras áreas de pesquisa. Mas, vida que segue, novas oportunidades apareceram. Lucas: O projeto Escutadô começou no mar, mas a gente conseguiu ter sucesso com a ideia mesmo, a hora que eu cheguei em Mossoró, como professor visitante na Universidade Federal Rural do Semiárido, abriu um edital da FINEP, voltado para a cadeias produtivas, bioeconomia, e a gente identificou que a gente poderia utilizar essa ideia, né, e aplicar essa ideia, mas aí eu já propus que a gente fosse atuar no ecossistema terrestre. Mayra: FINEP é a Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O Lucas quis alterar a proposta inicial, primeiro, porque fazia mais sentido dentro do contexto que ele tava trabalhando. E, depois, porque a região tem uma forte dependência do ecossistema da caatinga pro sustento da população e pra preservação do seu modo de vida, a tal bioeconomia que ele citou. Mayra: Além disso, Lucas: a caatinga é o bioma que certamente tá sentindo mais os extremos, né, das mudanças climáticas, então isso trouxe uma contextualização muito interessante para o projeto, especialmente porque casava com a questão da bioeconomia, né, então a gente tentou embarcar nessa linha e transformamos essa tecnologia para pensar como ela poderia detectar níveis de degradação para a região do Semiárido, né, e aí deu certo. Mayra: Funciona mais ou menos assim, a equipe de pesquisa instalou uma série de gravadores espalhados, mais de 60 pontos no estado do Rio Grande do Norte e alguns pontos na Paraíba e no Ceará. Lucas: Então, quando a gente instala o gravador no ambiente, ele grava três minutos, dorme sete, grava três minutos, dorme sete e fica assim rodando, a gente tem duas rodadas de amostragem, uma que é feita durante a estação seca e outra que é feita durante a estação chuvosa, então o gravador fica em cada ponto por 20 dias e nesses 20 dias ele fica continuamente gravando três minutos e dormindo sete. Mayra: Essas gravações viram uma grande biblioteca sonora. O próximo passo é reconhecer quais sons representam áreas mais conservadas… [captação de área preservada] Mayra: E quais gravações foram feitas em áreas mais degradadas, principalmente com mais alterações antrópicas no ambiente. [captação de área antropizada] Mayra: Pra gente, até que é fácil reconhecer a diferença entre os sons. Agora, como a gente transforma isso, por exemplo, num aplicativo, capaz de identificar o nível de degradação do ambiente usando só o som daquele lugar? Lucas: Pois é, agora você tocou no ponto que eu acho que é o maior desafio do projeto e também o que torna o projeto, assim, inovador. A gente já tem hoje mais ou menos 16 mil horas de gravação, então a gente não tem como não usar uma ferramenta de aprendizado de máquina para ajudar no processamento desses dados. Mayra: A essa altura, você já deve saber o básico de como funcionam as inteligências artificiais. Elas comparam bases de dados gigantescas pra achar padrões. Mas, isso funciona bem pra texto ou pra imagens. Lucas: E a gente introduziu um conceito de aprendizado de escuta de máquina, ou seja, a gente não vai trabalhar sobre o ponto de vista da imagem, vai trabalhar sobre o ponto de vista da escuta, opa, pera aí, mas como é que a gente faz isso? Mayra: O Lucas explicou que o que eles tiveram que fazer foi, de certa forma, realmente transformar esses sons em imagens. Pra isso, eles usam os espectrogramas, que são aquelas representações visuais do som, eu vou deixar um exemplo lá no site e no nosso Instagram, depois você pode procurar pra ver. Mayra: Essa etapa do projeto, o treinamento da IA, tá sendo feita em parceria com o BIOS, o Centro de Pesquisa em Inteligência Artificial aqui da Unicamp. A gente já falou um pouco desse projeto no episódio 201 – Um bate-papo sobre café. Se você ainda não ouviu, tem mais essa lição de casa pra quando acabar esse episódio, vale a pena, porque tá bem legal. [divulgação podcast SabIA!] [música] Mayra: Os sons captados pelo Escutadô, projeto que o Lucas faz parte, ou as gravações dos anfíbios que a gente tava falando com a Natália, nunca são sons isolados. Mayra: Esse conjunto de sons de um ambiente forma o que a gente chama de paisagem sonora. Lucas: Esses sons podem ter origens geofísicas, então o som do vento, o som da chuva, o som dos fluxos de corrente, riachos, cachoeiras, você tem os sons da própria biodiversidade, né, que é baseado nos sistemas de comunicação acústica da fauna, por exemplo, quando as aves produzem as vocalizações, os anfíbios, os insetos, os mamíferos, você tem todo ali um contexto de produção de sinais acústicos que representam assinaturas da presença da biodiversidade no ambiente. E você ainda tem a assinatura da presença das tecnofonias ou antropofonias, né, que são os sons que são produzidos pelos seres humanos, né, seja os sons das rodovias, das construções, das obras, das edificações, ou seja, que tem toda uma contextualização. Mayra: A ideia de usar o som, ou a paisagem sonora, pra entender a saúde de um ambiente, não é nada nova. Um dos livros mais importantes, praticamente fundador do movimento ambientalista nos Estados Unidos, é o Primavera Silenciosa, da Rachel Carson, e ele foi publicado em 1962. Lucas: Então ela já estava alertando para a sociedade acadêmica, especialmente, que o uso de pesticidas, né, as mudanças que o ser humano está promovendo na paisagem estão causando extinções sonoras, né, porque está alterando a composição das espécies na natureza, então a gente está embarcando um pouco nessa ideia que influenciou o que hoje a gente chama de soundscape ecology, que é a ecologia da paisagem sonora, ou ecologia da paisagem acústica. Natália: As pessoas automaticamente imaginam que o silêncio seja algo bom. Mas, esse silêncio é um sinal de alerta, porque ele mostra que as espécies estão desaparecendo e como os seus ciclos e modos de interação estão mudando. E que o habitat, o lugar, já não está dando mais condições impostas pelo clima. Eu acredito que os sons funcionam como uma espécie de termômetro da vida. Quando eles diminuem, é porque a diversidade está ali diminuindo. Mayra: A gente vai ver que a Natália usou noções de paisagem sonora pra criar atividades imersivas de divulgação, onde as pessoas puderam experimentar com diferentes sons e ver como era possível criar novas relações com os sapos a partir deles. Mayra: No caso do Lucas, a paisagem sonora funciona bem como a Natália descreveu, é um termômetro que mede a qualidade de um ambiente da Caatinga. Talvez você imagine esse bioma como um lugar silencioso, um tanto desértico, mas isso tem mais a ver com a imagem comumente divulgada de que é uma região de escassez. Lucas: Do ponto de vista das pessoas interpretarem ela como um ambiente pobre, enquanto ela é muito rica, em termos de biodiversidade, em termos de recursos naturais, em termos de recursos culturais, ou seja, a cultura das populações que vivem lá é extremamente rica. Mayra: Pra complicar ainda mais a situação, a Caatinga está na área mais seca do nosso país. Lucas: Ou seja, a questão da escassez hídrica é extremamente importante. E torna ela, do ponto de vista das mudanças climáticas, ainda mais importante. Mayra: A importância de se falar de grupos menosprezados também aparece na pesquisa da Natália com os sapos. Vamos concordar que eles não tão exatamente dentro do que a gente chama de fofofauna, dos animais queridinhos pela maioria das pessoas, mas não por isso projetos de conservação são menos importantes. Pelo contrário. Mayra: Pra dar uma ideia, na semana que eu escrevia esse roteiro, estava circulando nas redes sociais um estudo que mostrou que, em cinquenta anos, as mudanças climáticas podem ser responsáveis pelo desaparecimento completo dos anfíbios na Mata Atlântica. Mayra: Daí a importância de envolver cada vez mais pessoas em ações de preservação e enfrentamento às mudanças climáticas. Susana: Que a gente pudesse trazer uma paisagem sonora da qual os humanos fazem parte e fazem parte não apenas produzindo problemas, produzindo destruição, mas produzindo interações, interações ecológicas. [música] Mayra: Voltamos então à pesquisa da Natália. Mayra: Ela usou uma metodologia de trabalho que tem sido muito utilizada pela Susana e seu grupo de pesquisa, que são as mesas de trabalho. Susana: E elas foram surgindo como uma maneira de fazer com que a revista ClimaCom, que é uma revista que está tentando ensaiar modos de pensar, de criar, de existir diante das catástrofes, a revista pudesse ter uma existência que não fosse só online, que fosse também nas ruas, nas praças, nas salas de aula, nos outros espaços, que ela tivesse uma existência fora das telas. E que, com isso, a gente se desafiasse não apenas a levar para fora das telas e para as outras pessoas algo que foi produzido na universidade, mas que a gente pudesse aprender com as outras pessoas. Mayra: A ideia das mesas é reunir pessoas diversas, de dentro e de fora da universidade, pra criarem juntas a partir de um tema. Susana: Então, quando chegou a proposta dos anfíbios, a gente resolveu criar uma mesa de trabalho com os sapos. E essa mesa de trabalho envolvia diversas atividades que aconteciam simultaneamente. Essas atividades envolviam desde fotografia, pintura, desenho, colagem, grafismo indígena, até estudo dos sons. Mayra: A Susana estava explicando que durante essas mesas, elas conseguem fazer com que as pessoas interajam com os sapos de uma forma diferente, mais criativa. Criativa aqui tanto no sentido de imaginar, quanto de criar e experimentar mesmo. Susana: A gente propôs a criação de um caderno de estudo dos sons junto com as pessoas. A gente disponibilizou vários materiais diferentes para que as pessoas pudessem experimentar as sonoridades. Disponibilizamos um conjunto de cantos da fonoteca aqui da Unicamp, de cantos dos sapos, para as pessoas escutarem. E pedimos que elas experimentassem com aqueles objetos, aqueles materiais, recriar esses sons dos sapos. E que elas pudessem depois transpor para um caderno essa experiência de estudo desses sons, de como esses sons se expressavam. Mayra: Esse é um exemplo de como a gente pode aproximar as pessoas do trabalho dos cientistas sem que isso coloque a pesquisa feita nas universidades como algo superior ou mais importante do que outros conhecimentos. Escuta só a experiência da Natália: Natália: Através de diferentes materiais, de diferentes meios, é possível criar um movimento afetivo que vai além daquele movimento do emissor-receptor que traz uma ideia mais generalista, mais direta, de que você só fala e não escuta. Então, uma das coisas que mais marcou o meu trabalho nessa trajetória foi a escuta. Onde a gente não apenas falava com os anfíbios, mas também a gente escutava as histórias que as pessoas traziam, os ensinamentos de outros povos, de outras culturas. Então, essa relação entre arte e ciências possibilitou todo esse movimento que foi muito enriquecedor (6:14) Susana: As mesas de trabalho foram um lugar também onde as pessoas acessaram um pouco do trabalho dos herpetólogos. Entraram em relação com a maneira como os herpetólogos estudam os sapos. Interessa para eles se o som do sapo é mais amadeirado, é mais vítreo, é mais metálico. O tipo de som, se ele tem uma pulsação diferente da outra, um ritmo diferente do outro. Eles fazem várias análises desses sons, estudam esses sons em muitos detalhes. Mayra: Trazer essa possibilidade de experimentação é um dos principais objetivos das ações e das pesquisas realizadas pelo grupo da Susana aqui no Labjor. E o encontro com as práticas artísticas tem sido um meio de trabalhar essas experimentações. [música de fundo] Susana: Eu acho que a gente tem pensado muito ciências e artes no plural, com minúsculas, justamente para trazer uma potência de multiplicidade, de possibilidades não só de pesquisa e produção artística, mas de pensamento, modos diferentes de viver no mundo e de praticar a possibilidade de pensar, de criar, de se relacionar com os outros seres. Mayra: Mas, segundo a Susana, tem um desafio grande nesse tipo de trabalho… Susana: Porque é muito comum as pessoas, sobretudo os cientistas, acharem que as artes são uma embalagem bonita para as ciências. Então, o que as artes vão fazer vai ser criar uma maneira das pessoas se seduzirem por um conteúdo científico, de se tornar mais belo, mais bonito. A gente não pensa que esse encontro entre artes e ciências pode tornar as ciências mais perturbadoras, pode questionar o que é ciência, pode gerar coisas que não são nem arte nem ciência, que a gente ainda não conhece, que são inesperadas, que são produções novas. Mayra: Quando a Natália fala da possibilidade de criar relações afetivas com os sapos, ela não quer dizer apenas relações carinhosas, mas também de sensibilidade, de se deixar afetar, no sentido de se permitir viver aquela experiência.  De entrar em contato com essas espécies companheiras e, realmente, sair desses encontros diferente do que a gente entrou. Susana: Então, a gente está tentando pensar atividades de divulgação científica e cultural que são modos de criar alianças com esses seres. São modos de prestar atenção nesses seres, de levar a sério suas possibilidades de existir, suas maneiras de comunicar, suas maneiras de produzir conhecimento. É uma ideia de que esses seres também produzem modos de ser e pensar. Também produzem ontopistemologias que a gente precisa aprender a se tornar digno de entrar em relação. Mayra: Em tempos de crise climática, isso se torna especialmente importante. Quando a gente fala de comunicação de risco, sempre existe a preocupação de falar com as pessoas de uma forma que a informação não seja paralisante, mas que crie mobilizações. Mayra: Eu aposto que você, assim como eu, de vez em quando se sente bem impotente quando pensa na catástrofe ambiental em curso. A gente se sente pequeno diante do problema. Só que é necessário fazer alguma coisa diferente do que a gente tem feito ou veremos cada vez mais eventos naturais extremos que têm destruído tantas formas de vida. [encerra música] Susana: Acho que a gente tem pensado nesses encontros justamente como aquilo que pode tirar a gente da zona do conforto e pode gerar uma divulgação científica e cultural nesses encontros entre artes e ciências, que experimentem algo que não seja massificado, algo que escape às abordagens mais capitalizadas da comunicação e mais massificadas, e que possam gerar outras sensibilidades nas pessoas, possam engajá-las na criação de alguma coisa que a gente ainda não sabe o que é, que está por vir. Mayra: A única forma de fazer isso é efetivamente trazendo as pessoas para participar dos projetos, aliando conhecimentos locais e tradicionais com as pesquisas acadêmicas. Isso cria um senso de pertencimento que fortalece os resultados dessas pesquisas. Mayra: O projeto Escutadô, que o Lucas faz parte, também trabalha com essa perspectiva de engajamento. Lucas: A gente usa uma abordagem chamada ciência cidadã, onde a gente se conecta com o público, e os locais onde a gente vai fazer as amostragens são propriedades rurais de colaboradores ou de voluntários do projeto. Então, a gente tem toda essa troca de experiências, de informação com esse público que vive o dia a dia ali no semiárido, ali na Caatinga. Tudo isso enriquece muito a nossa visão sobre o projeto, inclusive as decisões que a gente pode ter em relação a como que essa tecnologia vai ser empregada ou como que ela deveria ser empregada. Mayra: Lembra que o projeto foi financiado a partir de um edital que considerava a bioeconomia? Então, pro Lucas, a pesquisa só se torna inovadora e significativa de verdade se tiver efeitos práticos pra população que ajudou a construir esse conhecimento. Lucas: Senão é só uma ideia bacana, né? Ela precisa se transformar em inovação. Então, a gente tem toda essa preocupação de criar essa ferramenta e de que essa ferramenta seja realmente interessante para mudar a forma com que a gente vai entender ou tomar as decisões de forma mais eficiente, né? E que isso se torne um recurso que seja possível, né? Para que as pessoas utilizem. Mayra: A ideia do projeto é que, a partir de um aplicativo com aquele algoritmo treinado, as pessoas consigam por exemplo avaliar as condições ambientais da região em que vivem. Ou que esses dados possam ser usados pra ajudar a identificar áreas prioritárias de conservação e com isso, contribua diretamente pra qualidade do cuidado com a Caatinga. [música] Mayra: As mudanças climáticas estão aí faz tempo, infelizmente. Mas seus efeitos têm se tornado mais perceptíveis a cada ano. É urgente pensarmos em outras formas de estarmos no mundo, diminuindo os impactos ambientais, antes que esse planeta se torne inabitável, porque, como a gente também tem falado aqui no Oxigênio, não é tão simples assim achar outro planeta pra morar. Susana: Então, acho que isso tem sido fundamental para a gente criar uma comunicação científica em tempos de mudanças climáticas, que não apenas fica na denúncia dos problemas, mas que apresenta possibilidades de invenção de outros modos de habitar essa terra ferida, essa terra em ruínas. [encerra música] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e produzi e editei esse episódio. A revisão é da Lívia Mendes. A trilha sonora tem inserções do Freesound e de captações do projeto Escutadô e do João Bovolon, que também leu o trecho do Livro das Sonoridades. Mayra: Esse episódio é parte de uma bolsa Mídia Ciência e também conta com o apoio da FAPESP. Mayra: O Oxigênio é coordenado pela Simone Pallone e tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Estamos nas suas plataformas de áudio preferidas e nas redes sociais como Oxigênio Podcast. Te espero no próximo episódio! [Vinheta encerramento]

PQU Podcast
Episódio #342 - Exames complementares antes e durante tratamento medicamentoso em psiquiatria

PQU Podcast

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 19:10


É recomendável que se tenha valores basais de alguns parâmetros clínicos e laboratoriais antes da prescrição de alguns medicamentos psiquiátricos, dentre eles, os antipsicóticos, os antidepressivos e estabilizadores de humor. Eles serão úteis na identificação de contraindicações, na antecipação de efeitos colaterais previsíveis e na detecção de comorbidades que alteram a farmacocinética. Também durante o seguimento de paciente que toma esses medicamentos eles são mandatórios porque auxiliam na prevenção e controle de efeitos colaterais. Esses cuidados são descritos em detalhes no episódio 342 do PQU Podcast. Esse você não pode perder!

Inteligência Ltda.
014 - OBAMA E ALIENS | LULA NO BLOQUINHO | LÉO LINS ABSOLVIDO

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 165:05


RICARDO MARCÍLIO é professor de Geografia e FERNANDA COMORA é jornalista. Eles são os âncoras do Notícia I-LTDA, o programa de notícias do Inteligência Ltda. Eles vão comentar as notícias recentes do Brasil e do mundo com os convidados EDISON BOAVENTURA, DANIEL LOPEZ, CARLOS BEZERRA JR., ANDRÉ MARSIGLIA, ANDRÉ JANONES, SARGENTO BATATA, NINE BORGES e JOEL PAVIOTTI. O Vilela ainda tem glitter saindo por todas as partes do corpo.

JORNAL DA RECORD
25/02/2026 | Edição Exclusiva: Polícia prende suspeitos de roubar motos de alta cilindrada em São Paulo

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 3:44


Confira nesta edição do JR 24 Horas:  A Polícia Civil de São Paulo realizou, nesta quarta-feira (25), uma operação contra o roubo e furto de motos de alta cilindrada. Alguns dos presos são influenciadores nas redes sociais. Eles são suspeitos de pertencer a uma quadrilha de roubos e furtos de motos que chegam a custar mais de R$ 100 mil. A Justiça autorizou o cumprimento de 27 mandados de prisão e 36 de busca e apreensão. Entre as apreensões, estão acessórios usados por motociclistas, como jaquetas e capacetes, além de dinheiro em espécie. A operação se concentrou em endereços da zona leste da cidade de São Paulo e no ABC Paulista, na região metropolitana. E ainda: Trump volta a criticar Suprema Corte em discurso do Estado da União. 

Inteligência Ltda.
1770 - ANTISSEMITISMO: CAIO BLINDER, FELIPE MOURA BRASIL, SAMUEL FELDBERG

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 162:35


CAIO BLINDER e FELIPE MOURA BRASIL são jornalistas e SAMUEL FELDBERG é cientista político. Eles vão conversar sobre o aumento do antissemitismo no mundo. O Vilela não é judeu, mas parece que em sua circuncisão cortaram mais do que o necessário.

RPG Next Podcast
Componentes do Jogo | Game Design de RPG

RPG Next Podcast

Play Episode Listen Later Feb 21, 2026 83:11


⚔️ O que move o seu jogo? Descubra os Componentes do Game Design! Você já parou para pensar que o seu personagem, o ouro na mochila e até aquele dragão ancião são, tecnicamente, a mesma coisa? No novo episódio do Forja, exploramos o livro Games Without Frontiers, de Aki Järvinen, para entender como os Componentes funcionam como os recursos vitais de uma partida. Eles são a base da motivação dos jogadores e o coração dos desafios que enfrentamos na mesa. Quer elevar o nível do seu design de RPG ou entender melhor a mecânica por trás da diversão? Esse episódio é para você. Apoie nosso projeto em https://apoia.se/rpgnext e ajude o RPG Next a continuar criando conteúdo épico! Marque aquele amigo mestre ou jogadora que precisa ouvir isso. Com a participação de: Rafael 47; Vitor; Padrinho Bruno. Uma produção RPG Next. NOVIDADE!!! Para tornar a sua experiência ainda mais fácil e prática, agora disponibilizamos nossos conteúdos exclusivos do Apoia.se também no Spotify! Assim, você pode acessar tudo em um só lugar, sem precisar alternar entre plataformas. Quer saber como ativar essa opção e ouvir nossos episódios exclusivos diretamente no Spotify? Acesse este artigo com o passo a passo: https://suporte.apoia.se/hc/pt-br/articles/30944727495579-Ou%C3%A7a-%C3%A1udios-exclusivos-da-APOIA-se-no-Spotify Obrigado por apoiar nosso trabalho! Seu suporte faz toda a diferença. Boletim Informativo RPG Next https://bit.ly/boletim-informativo-rpg-next  O RPG Next agora tem um grupo oficial no Telegram! Venha trocar ideias, compartilhar suas aventuras e se conectar com outros jogadores apaixonados por RPG. Entre agora e faça parte dessa comunidade épica: https://t.me/RpgNextOficial . Acesse nossos conteúdos antecipados e exclusivos pelo APP do Apoia-se Disponível para Android e iOS! Google Play: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.apoiasemobile&pli=1 iOS: https://apps.apple.com/us/app/apoia-se/id1665747795 Quer jogar RPG sem precisar montar grupo ou preparar nada?   Agora você pode! Encontre todas as vagas on-line com Mestres de Aluguel no site do RPG Next e entre de cabeça em aventuras épicas conduzidas por narradores experientes! O serviço é pago e funciona por assinatura mensal, com cobrança exclusivamente via cartão de crédito. ‍♂️ O Mestre de Aluguel conduz toda a sessão — você só precisa escolher o sistema, montar seu personagem e se divertir! No site, você encontra um vídeo de apresentação e todas as informações sobre como participar, bem como link público para o grupo de WhatsApp de cada Mestre de RPG. Confira as mesas disponíveis agora em:https://www.rpgnext.com.br/categoria-produto/servico-de-mestre-de-aluguel/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-and-dragons-starter-set-heroes-of-the-borderlands/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-rpg-players-handbook-2024/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-rpg-dungeon-master-guide-2024/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-and-dragons-monster-manual-2024/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-rpg-dungeon-masters-screen-2024/ APOIE NOSSA CAUSA! Nosso Plano de Assinaturas do APOIA.SE! Acesse e veja nossas recompensas para os apoiadores.   https://rpgnext.com.br/doadores/ COMPARTILHE! Se você gostou desse Podcast de RPG, então não se esqueça de compartilhar! Nosso site é https://rpgnext.com.br, Nossa Campanha do APOIA.SE: https://apoia.se/rpgnext Facebook RpgNextPage, Grupo do Facebook RPGNext Group, Instagram RPG Next Oficial, Bluesky rpgnext.bsky.social,  Canal do YouTube,  Vote no iTunes do Tarrasque na Bota e no iTunes do RPG Next Podcast com 5 estrelas para também ajudar na divulgação! DEIXE SEU FEEDBACK! Se quiser deixar seu feedback, nos envie um e-mail em contato@rpgnext.com.br ou faça um comentário nesse post logo abaixo. Seu comentário é muito importante para a melhoria dos próximos episódios. Beleza? Muito obrigado pelo suporte, pessoal! Links para MÚSICAS e SFX sob a licença Creative Commons Freesounds.org – https://www.freesound.org/ Tabletop Audio – http://tabletopaudio.com/ Kevin MacLeod em Incompetech – http://incompetech.com/music/royalty-free Free PD - https://freepd.com/ Alexander Nakarada - https://alexandernakarada.bandcamp.com/ Free Stock Music - https://www.free-stock-music.com  Contato Instagram / Facebook / Bluesky / TikTok / YouTube

FAMÍLIA DOS QUE CREEM
A Teologia dos Salmos - Fabiano Krehnke (Salmos 150:6 - Série: Orando e Vivendo Salmos)

FAMÍLIA DOS QUE CREEM

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 63:03


Iniciamos nossa nova série, “Orando e Vivendo Salmos”, que não são apenas escritos antigos, mas são a "anatomia de todas as partes da alma". Eles funcionam como lentes que transformam nossa visão de mundo. N.T. Wright, diz que o saltério “não é aquilo para o qual olhamos, mas o meio através do qual enxergamos” a realidade sob a soberania de Deus. Ler os Salmos exige uma perspectiva específica: Jesus Cristo. Ele não é apenas uma "boa forma" de interpretar esses poemas, mas a única lente possível. O próprio Cristo orou os Salmos na cruz, revelando que Ele é o cumprimento final de cada clamor e celebração. Sem a perspectiva cristológica, perdemos o fôlego da resposta que acalma a alma. Enquanto lemos, encontramos um Deus que é transcendente e pessoal ao mesmo tempo. Ele governa a história e o cosmos, mas inclina o ouvido para o dilema individual do salmista. Essa dualidade nos convida a uma "mente que sente e um coração que pensa", unindo teologia e doxologia. Não se pode conhecer o Deus da Bíblia sem explodir em louvor. O convite final encontrado no Salmos 150.6, "Tudo o que respira louve ao Senhor", nos ensina que o louvor é a voz da saúde interior. Como disse C.S. Lewis, o prazer só é completo quando expresso. Por isso, devemos levar a Deus não apenas a alegria, mas a totalidade dos nossos sentimentos, sejam medos, lutos, inseguranças e até a indignação. Deus não se choca com nossa humanidade. Louvar em todas as situações é uma prática transformadora que molda nosso caráter e anuncia ao mundo que, em meio às dores da vida comum, somos "poemas de Deus" feitos para a Sua glória. __ #FAMÍLIADOSQUECREEM #SÉRIEORANDOEVIVENDOSALMOS Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc