Place in Siliana Governorate, Tunisia
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Eles vivem uma história de amor acompanhada por milhões de pessoas e por isso é o casal perfeito para um episódio especial. Tata e Viih recebem Luísa Alvarenga e Guilherme Gonella para uma conversa sobre amor, fama, inseguranças, redes sociais e carreira.Eles contam sobre o início da história deles, os desafios de viver um relacionamento público, a pressão da internet sobre os casais, as inseguranças que quase ninguém conhece e o que aprenderam construindo uma relação tão forte.Prepare-se para rir, se identificar e talvez até mandar esse episódio para alguém que você ama.Feliz Dia dos Namorados!#PodDelas #LuisaAlvarenga #GuilhermeGonella #DiaDosNamorados #Podcast #Casal #Relacionamento #TataEstaniecki #Amor #PodDelasPodcast #LuisaEGonella #Internet #CasalDaInternet______________________________________________________Todo dia é dia de Mercado Livre. Só no app você encontra as melhores marcas, frete grátis nas compras acima de R$19 e a entrega mais rápida do Brasil. Corre pro app: https://bit.ly/3SdRIIzE aproveita que tem cupom: CUPOMMELI e aproveite até 40 reais de desconto.Válido de 11/06/26, a partir de do momento de sua divulgação, até às 23h59 de 15/07/26, ou até atingir o limite de 1.000 cupons. Desconto de até 12% em compra a partir de R$59, com desconto máximo de R$40, válido para itens elegíveis. Consulte as condições em https://www.mercadolivre.com.br/l/promocoes. Confira as condições em www.mercadolivre.com.br/l/fretegratis. Análise comparativa independente, baseada em cálculo da média dos prazos de entrega ofertados durante o período 19/03/2026 e 24/03/2026.______________________________________________________A xícara vermelha de Pilão agora pode ser sua. Ela já faz parte dos nossos momentos por aqui. A mesma xícara que carrega nossa força por aqui pode ser sua também. Garanta agora: https://bit.ly/3R1PKdS
Rambo e Bunn falam sobre o que mais gostaram dos anúncios para desenvolvedores na WWDC 2026.
A Jhessica cresceu em uma família protetora e quando se apaixonou pelo João, enfrentou uma briga com os pais. Eles eram contra o relacionamento e ao tentar sair de casa, ela viveu momentos delicados. Discussões, puxão de cabelo e em um momento de raiva, ela acabou batendo o carro por acidente. Nisso tudo, João estava protegendo o seu amor e mesmo diante de tantos conflitos, cobranças e sofrimento, os dois permaneceram unidos, se casaram em 2024 e provaram que o amor verdadeiro não controla nem prende, mas permanece firme lado a lado. Hoje, no dia dos namorados, ela vem se declarar: “Eu não celebro apenas o homem com quem eu me casei. Eu celebro o amigo que me ouviu quando eu me sentia sozinha, a pessoa que acreditou em nós quando quase ninguém acreditava e o companheiro que nunca soltou a minha mão”.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: SALMO 139:13-18 PLANO DE LEITURA ANUAL: ESDRAS 3–5; JOÃO 20 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Embora a neurociência tenha avançado na compreensão de como o cérebro funciona, os cientistas admitem que esse conhecimento ainda é inicial. Eles compreendem a arquitetura do cérebro, alguns aspectos de sua função e regiões que reagem ao ambiente, ativam os sentidos, geram movimentos e contêm emoções. Mas ainda não descobriram como essas interações contribuem para o comportamento, a percepção e a memória. A obra-prima criada por Deus, a incrivelmente complexa humanidade, ainda é misteriosa. Davi reconheceu as maravilhas do corpo humano. Usando linguagem figurada, celebrou o poder de Deus, evidenciado pelo Seu controle soberano sobre o processo natural de ser “[tecido] no ventre [da] mãe” (SALMO 139:13). Ele escreveu que foi feito de “modo tão extraordinário” e que as obras de Deus “são maravilhosas” (v.14). Os antigos viam o desenvolvimento de uma criança dentro do ventre da mãe como um grande mistério (ECLESIASTES 11:5). Mesmo com o conhecimento limitado das complexidades maravilhosas do corpo humano, Davi ainda maravilhava-se com a incrível obra e presença de Deus (SALMO 139:17-18). A incrível e admirável complexidade do corpo humano reflete o poder e a soberania do nosso grande Deus. A resposta apropriada é louvor, temor e admiração! Por: MARVIN WILLIAMS
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A Delegada Raquel Gallinati vai comentar tudo sobre segurança pública e sobre o Caso Deolane Bezerra, MC Ryan SP e Mc Poze do Rodo. Além disso, a delegada comenta as polêmicas com Felipeh Campos, que teve discussão ao vivo no SBT e muito mais casos, como o da audácia do PCC e crime organizado.
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A estranha habilidade das esponjas marinhas que intriga cientistas e filósofos. Qual é o animal com maior capacidade de regeneração? É a esponja do mar, um ser colorido e de formas exóticas que vive no fundo dos oceanos. Sua capacidade de regeneração é tão impressionante que, mesmo se for triturada num liquidificador, ela consegue renascer. Em condições ideais, um indivíduo completo pode se reconstituir a partir de conjuntos celulares mínimos. A esponja do mar consegue renascer a partir das próprias “cinzas”. Mesmo se for esmigalhada, a esponja do mar vai se regenerar. Isso se deve, em parte, à estrutura simples de seu organismo: sem órgãos bem desenvolvidos, é formada por apenas uns 20 tipos de células polivalentes, capazes de desempenhar funções variadas (alimentação, secreção etc.). Por um mecanismo ainda não totalmente compreendido pela ciência, as células isoladas lançam projeções de seu citoplasma em busca de outras células para se agregar. Em questão de meia hora, elas conseguem se reagrupar em pequenos aglomerados celulares. Nesses agregados iniciais, as células estão simplesmente “coladas” umas às outras, sem nenhum tipo de arranjo funcional. São os coanócitos os responsáveis por retirar da água o alimento necessário para a esponja, fazendo, posteriormente, a digestão intracelular. Eles podem também transferir os alimentos aos amebócitos, que levam as substâncias para outras células. A célula especializada por capturar o alimento e fazer a digestão é chamada de coanócito, uma célula flagelada presente no corpo desses animais. Outras células envolvidas nesse processo são os amebócitos, que recebem o alimento dos coanócitos e o transportam para outras células. À medida que o número de canais e câmaras aumenta, começa a surgir o esqueleto, que pode ser constituído de colágeno, sílica ou carbonato de cálcio. Em uma semana, a esponja, ainda um “brotinho”, está novinha em folha! [...] O experimento clássico é feito com uma esponja azul e outra vermelha que, depois de passar pela malha, se tornam uma nuvem roxa de células que, nas condições adequadas e com tempo suficiente (de uma semana a 10 dias), se transformam em uma esponja azul e... outra vermelha. Assim, elas têm a capacidade de determinar o eu do não eu. As esponjas têm alguma forma de autoconsciência codificada diretamente em suas células individuais. Mas a pergunta de um milhão de dólares é se a esponja que se regenerou é a mesma esponja ou se durante esses 10 dias foi gerado um novo animal, um clone criado a partir de um que deixou de existir. É difícil saber. Depende de quanto de suas recordações e personalidade e outras coisas que pensamos que compõem o "eu" vão da esponja original para a reconstituída. Mas se acabamos de estabelecer que as esponjas não têm cérebro... então elas não devem ter personalidade ou recordações, certo? [...] E elas se lembram do que aprenderam depois de se desintegrar e reintegrar? "Boa pergunta! As populações com que os pesquisadores trabalharam aprenderam algumas coisas. Passando por processos de regeneração, por exemplo, elas se adaptaram à água doce. A questão é quantas vezes você pode pegar uma esponja, reduzi-la a células, deixá-las reagrupar, sem que deixem de ser o que eram. Fontes (textos/créditos): https://www.bbc.com/portuguese/curiosidades-63126056 https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/filo-porifera.htm https://super.abril.com.br/mundo-estranho/qual-e-o-animal-com-maior-capacidade-de-regeneracao/ Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=pblCSOzzGhM Tomaso Albinoni Oboe & Violin Concerto. Classical Tunes | Música Clássica Para Todos. Imagem (créditos): https://www.bbc.com/portuguese/curiosidades-63126056
Se sim, não deveria e quero lhe mostrar porquê.Pode ser que você não veja problema algum em lidar com a incredulidade, mas tenha certeza de que ela tem um preço alto.Sincero foi o pai do jovem que sofreu pela ação maligna (Mc 9.24). Ele carregava dúvidas quanto à cura de seu filho e pediu ajuda por suas dúvidas. Isso foi verdadeiro!Veja o que diz o Salmo 78 nos versos 20 e 21: "É verdade que ele feriu a rocha, e dela manaram águas, transbordaram as torrentes. Mas será que ele pode dar-nos pão também? Ou fornecer carne para o seu povo? Ouvindo isto, o Senhor ficou indignado; acendeu-se fogo contra Jacó, e também se levantou o seu furor contra Israel".O povo de Israel é curioso. Eles viram de tudo, e isso não mudou a incredulidade no coração. Eles duvidaram. E a cada dúvida receberam mais um milagre, e ainda assim continuaram duvidando. Ao final, o que atraíram para si foi a ira de Deus. Toda incredulidade tem um preço.Você pode dizer em voz alta que não acredita em Jesus e em nada do que Ele fez, mas a Bíblia mostra que tal ato de incredulidade leva à condenação eterna.Não deixe que a dúvida faça parte do seu coração, lute contra ela. A fé não permite dúvidas. Estude, questione, faça perguntas, mas acima de tudo, confie.
No nosso novo episódio, reunimos dois dos maiores nomes da infectologia brasileira para discutir os avanços reais e os desafios científicos rumo à cura do HIV. Recebemos o Dr. Mauro Schechter, professor titular da UFRJ e referência internacional em pesquisas sobre HIV/AIDS, e o Dr. Ricardo Diaz, professor titular da UNIFESP e líder de estudos clínicos promissores voltados à cura e erradicação do vírus.Nesta conversa, os dois médicos infectologistas desconstroem o mito de que a cura estaria sendo retardada por interesses comerciais, demonstrando que as principais barreiras atuais permanecem estritamente biológicas. Eles detalham o complexo desafio dos reservatórios virais latentes e dos santuários anatômicos, compartimentos onde o vírus permanece integrado às células e fora do alcance dos antirretrovirais convencionais.O episódio explora por que a inflamação crônica persiste mesmo em pacientes indetectáveis, abordando mecanismos como a translocação microbiana intestinal e a atividade de provírus defectivos. Além disso, os especialistas analisam o que podemos aprender com os controladores de elite e o fenômeno dos "cemitérios genéticos", onde o DNA viral fica restrito a regiões inativas do genoma. Com a autoridade de quem molda as próximas gerações de pesquisa, Schechter e Diaz revelam como a ciência está redefinindo os rumos da investigação sobre a cura definitiva.
DR. ÍTALO VENTURELLI é médico neurologista, RUBER CÉSAR é morador de Varginha, MARCO AURÉLIO LEAL, RONY VERNET e EDISON BOAVENTURA são ufólogos. Eles vão bater um papo sobre a série “O Mistério de Varginha”, da Globoplay. O Vilela comprou uma casa em Varginha, em caso de seus parentes voltarem.
TEMPO DE REFLETIR 01792 – 11 de junho de 2026 I Coríntios 12:4 – Os dons são diversos, mas o Espírito é o mesmo. O chamado dos doze apóstolos é na realidade o chamado de pessoas de enormes diferenças. O Novo Testamento inclui quatro listas dos doze: Mateus 10:2-4; Marcos 3:13-16 e Atos 1:13. Nessas listas, os mesmos doze aparecem. A ordem na qual eles são reunidos também é muito similar. O primeiro nome nas quatro relações é sempre o de Pedro. Ao que parece, o líder natural de todo o grupo. Os doze apóstolos são arranjados em três grupos de quatro: O grupo um é composto de Pedro, André, Tiago e João. O grupo dois é sempre formado de Filipe, Bartolomeu, Tomé e Mateus. O grupo três inclui Tiago, filho de Alfeu; Tadeu; Simão, zelote; e Judas Iscariotes. O primeiro grupo é formado por dois pares de irmãos (Pedro e André, João e Tiago, filhos de Zebedeu). Curiosamente, os grupos parecem relacionados em ordem decrescente, com base no nível de intimidade com Cristo. Os membros do grupo um provavelmente foram os primeiros chamados (Jo 1:35-42). Possivelmente eles haviam estado com o Senhor por um período mais longo. Esses pertenciam ao círculo íntimo de Jesus. Eles são encontrados com Cristo em momentos-chave. Desse grupo, Pedro, Tiago e João aparecem ainda mais próximo a Jesus. O grupo dois, embora formado de vultos importantes nas narrativas dos evangelhos, não inclui ninguém de perfil destacado. O grupo três aparece ainda mais distante. Eles são raramente mencionados nos registros do ministério de Jesus. O único que melhor conhecemos desse grupo é Judas Iscariotes, mas isso em função de seu ato de traição. Judas Iscariotes é sempre o último nas listas dos evangelhos e qualificado como traidor. Na lista do livro de Atos, é omitido. Isso tudo sugere que, mesmo dentro de um grupo pequeno, a variedade é muito grande. As personalidades e interesses eram também diversos. Pedro é agressivo e verbal. João é mais tímido. Nos 12 primeiros capítulos de Atos, ele dificilmente fala. Alguns eram pescadores, outros não sabemos claramente. As preferências políticas variavam. Simão, o zelote, era um revolucionário. Mateus, um servidor de Roma. A diversidade é quase infindável, mas aqui nós encontramos o fôlego do apelo de Cristo a pessoas tão diferentes. O que podemos aprender? Há lugar para todos. Ninguém é excluído, a não ser, como Judas, os que decidem se excluir. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Senhor, obrigado porque no Teu Reino nenhum de nós é excluído. Tu nos aceitas como somos, como estamos. E transforma completamente a nossa vida. Por favor, faça isso comigo mais uma vez e com cada um de meus ouvintes. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
FERNANDA COMORA é jornalista e RICARDO MARCÍLIO é especialista em geopolítica. Eles são os âncoras do Notícia I-LTDA, o programa de notícias do Inteligência Ltda. Eles vão comentar, junto do Vilela, as notícias recentes do Brasil e do mundo com os convidados CARLOS BEZERRA JR., THIAGO LIMA, GORGONOID, LUANA DAVICO, SÁVIO DI MAIO, DR. DANIEL BECKER, ENGENHEIRO LÉO e VIVIANE HENRIQUES. O Vilela já foi babá do Cid Moreira.
TEMPO DE REFLETIR 01791 – 10 de junho de 2026 Salmo 27:1 – O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei medo? Ao bater o ponto para o turno da noite, um funcionário da expedição de uma fábrica foi alertado sobre uma pequena caixa que fora deixada na plataforma de embarque de mercadorias. Nela estavam escritas as palavras “Perigo! Não toque!” Todos foram instruídos para ficar distantes do pacote até que a gerência pudesse verificar a situação. Quando um funcionário da equipe de segurança abriu a caixa, descobriu que dentro dela havia 25 pequenos cartazes que diziam: “Perigo! Não toque!” Imagine todo o estresse que aquela misteriosa caixa causou àqueles funcionários. Eles perderam tempo imaginando que terríveis componentes tóxicos ela podia conter. Ela se tornou um fardo de ansiedade. Muitas vezes, ao analisar nossos problemas, percebemos que são muito parecidos com ela. Parecem ameaçadores, mas não são. Há muitas coisas que podem desencadear nosso mecanismo do medo. Podemos senti-lo, por exemplo, quando descobrimos um nódulo na axila, quando enfrentamos alturas não costumeiras, fortes tormentas, turbulência ou velocidade excessiva. Embora todos fiquemos atemorizados em algum momento, a vida de algumas pessoas é dominada pelo medo. Certamente, Deus não é o autor do medo. Paulo deixa isso claro: “Porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação” (2Tm 1:7). O medo excessivo ou constante não é saudável. Deus planeja o melhor para nós. Ele é capaz de tomar cada experiência da nossa vida e transformá-la para nosso bem. Sozinho no deserto, fugitivo e temeroso de morrer nas mãos de Saul, Davi escreveu: “Busquei o Senhor, e Ele me acolheu; livrou-me de todos os meus temores” (Sl 34:4). Entregue a Deus seus temores. Leve ao Senhor tudo aquilo que o perturba. Ele vai substituir seu medo pela fé; sua ansiedade pela segurança; suas preocupações pela sabedoria. Sim, Ele vai substituir seus pesares pelo Seu suave toque. Você vai se sentir mais feliz. Faça isso agora. Ore comigo: Por favor, Pai, tome conta dos meus medos; tome conta de todas as coisas em minha vida. Eu Te entrego o meu coração. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Ediney Giordani e Geison mergulham fundo (ou quase isso) no universo dos OVNIs. Partindo do frenesi causado por um influenciador de Campo Largo, discutimos por que o ser humano tem tanta necessidade de olhar para o céu e encontrar respostas — ou seguidores.Entre relatos de "homens de preto", casos históricos da Força Aérea Brasileira e o papel da tecnologia na disseminação de desinformação, refletimos sobre o que a nossa obsessão pelos ETs revela, na verdade, sobre o comportamento humano.
Imagina a cena: milhares de soldados enfileirados, prontos para a batalha. De repente, eles começam a fugir, correndo desesperadamente, abandonando o campo de batalha. Responda: por que algo assim aconteceria? Viram um gigante? Uma arma super poderosa?Veja o que diz o Salmo 78 nos versos 9 a 11: "Os filhos de Efraim, embora armados com arcos, bateram em retirada no dia do combate. Não guardaram a aliança de Deus, não quiseram andar na sua lei; esqueceram-se das suas obras e das maravilhas que lhes havia mostrado."O texto diz que os filhos de Efraim fugiram no dia do combate. É possível imaginar que eles estivessem vestidos como soldados e prontos para a batalha.O salmista destaca a causa que os levou a fugir: o esquecimento. Eles haviam esquecido daquilo que Deus fez e por isso agiram daquela forma. Significa que se a memória estivesse viva em suas mentes, eles teriam agido de outra forma.Eles esqueceram. Significa que já tinham visto e ouvido, mas permitiram que o conhecimento fosse apagado do coração.Você esquece por vários motivos e uma das razões é a falta de prática. Se não não busco o Senhor e não leio a sua Palavra, naturalmente esqueço. E quando isso acontece a vida é impactada.As lutas da vida estão diante de você. Só há um jeito de encará-las com coragem: guardando no coração a Palavra de Deus.
Nesta semana em que se comemora o "Dia Mundial dos Oceanos", celebrado em 8 de junho, somos convidados a olhar com mais atenção para esse imenso ambiente azul que cobre grande parte do planeta e sustenta a vida na Terra. Este é o assunto em destaque nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", com o comentarista Marco Bravo. Muitas vezes, quando falamos em meio ambiente, pensamos nas florestas, nas árvores, nos rios e nos animais terrestres. Mas os oceanos são fundamentais para o equilíbrio do planeta. Eles regulam o clima, influenciam as chuvas, armazenam calor, abrigam uma imensa biodiversidade e garantem alimento, renda e qualidade de vida para milhões de pessoas.
Foi apresentado em finais de Maio em Paris, o terceiro e último volume do livro "Memórias em tempo de amnésia" de Álvaro Vasconcelos, especialista de relações internacionais e voz bem conhecida das nossas antenas. Nesta obra em três partes, o autor relata as épocas que atravessou, o salazarismo, o colonialismo português em África, nomeadamente em Moçambique onde viveu, os anos de militância política na África do Sul, em França e em seguida em Portugal, onde regressou na altura do 25 de Abril. No terceiro volume das suas memórias intitulado "O futuro para além do apocalipse", Álvaro Vasconcelos recorda a conquista da independência das ex-colónias, assim como os primórdios da democratização de Portugal e a sua adesão à União Europeia. O antigo director do Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia e fundador em Portugal do Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais também evoca a viragem autoritária a que se assiste actualmente em várias partes do mundo, a que ele chama de «brutalismo» e que tem a ver com a corrente 'tecno-totalitarista', encabeçada nomeadamente por alguns magnatas da Silicon Valley. Álvaro Vasconcelos fala também da urgência ambiental, da urgência de não nos esquecermos que somos humanos, numa época em que tendemos a colocar tudo nas mãos da Inteligência Artificial. No fundo, ele fala da urgência de pensarmos. Neste livro denso que é uma chamada de atenção, ele começa cada capítulo com uma espécie de guião de filme e fala com um gosto não dissimulado de todas as fitas que o fizeram reflectir de outra forma sobre o mundo, porque este texto, ainda mais do que os anteriores, é uma declaração de amor à sétima arte. E evidentemente não podíamos deixar de falar -antes de mais- da importância que o cinema tem para Álvaro Vasconcelos. "O cinema é algo que me formou porque eu vivia na África colonial, na Beira, em Moçambique. E como era lá no fundo do Império, a ditadura era certamente muito mais suave para os brancos, para os negros era mais brutal do que em Portugal era para os portugueses. E os brancos da cidade da Beira, onde eu vivia, tinham acesso ao Cineclube da Beira, às grandes obras do cinema mundial, por exemplo, nós vimos o ‘Couraçado Potemkin', que em Portugal era absolutamente proibido. (…) E como o cinema, começamos a vê-lo mesmo muito, desde muitos miúdos, não só nos cineclubes, os cinemas eram a maravilha da época, era aquilo que nos educava, nos abria novos horizontes, que nos fazia rir com Charlot, com os irmãos Marx, que nos ensinava os problemas graves do mundo, como ‘Hiroshima mon amour', o neo-realismo italiano, ‘Os ladrões de bicicletas', etc. Evidentemente que o cinema teve para a minha geração e em particular para aquela que viveu no Império, mas não só, também também em Portugal, um impacto enorme, portanto, foi formativo. E ao escrever o último livro da minha trilogia, senti a necessidade de fazer um livro que fosse mais de reflexão que apenas descritivo da minha vida e de reflexão. Não sou filósofo, portanto, não podia ser uma reflexão filosófica. Mas era uma reflexão à volta das ideias que são veiculadas pelo cinema, que foram veiculadas pela grande literatura que eu li desde miúdo, que sempre me apaixonou e continuo a ler e que me ensinou imenso sobre o mundo. Eu descobri muitas coisas no cinema e na literatura que não era capaz de descobrir com o mesmo grau de profundidade dos ensaios", explica o autor. Nas suas memórias, Álvaro Vasconcelos fala da época colonial e também de uma descolonização das mentes que ainda não foi totalmente feita. "Em África, descobri a violência colonial e que a palmatória é um símbolo absoluto dessa violência. Palmatória com que iam castigar os empregados negros por coisas, não importa o quê. Mas mesmo que fossem coisas graves, era a mesma palmatória que era usada contra os escravos, como eu vi no Museu Afro-Brasileiro, em São Paulo. Infelizmente não temos em Portugal, nenhum museu sobre a escravatura. Temos um pequeno museu em Lagos, mas não temos um grande museu, como têm os brasileiros. E essa palmatória era usada também pelo professor primário para nos manter. Identifico a violência brutal de que era vítima pelo professor primário, que tinha um poder absoluto sobre mim, com a violência, de que eram vítimas os negros, que não tinham direitos nenhuns, nem direito à vida. E para que isso pudesse ter acontecido, foi preciso criar uma narrativa de que eles não eram gente civilizada. E essa narrativa perdurou no pós 25 de Abril, porque nunca se fez um trabalho verdadeiro de descolonização das mentalidades. E hoje, quando os imigrantes são tratados como são tratados com desumanidade, é porque não são considerados humanos iguais a nós. E como não são considerados humanos iguais a nós, podem ser vítimas da arbitrariedade. Não têm os direitos iguais. Isso é uma questão fundamental", considera o estudioso. "Quando se deu o 25 de Abril, podia-se ter feito uma coisa extraordinária e teria ficado para a história. Era considerar que toda a gente que reside em Portugal tem os mesmos direitos. Há um país no mundo em que isso, pelo menos já acontece, que é na Nova Zelândia. E, portanto, se os imigrantes tivessem o direito do voto, seriam tratados de forma completamente diferente ", diz ao referir que, em vez disso, "são vítimas da desigualdade mais absurda da escravatura às vezes da violência da morte no Mediterrâneo. Em vez de irem socorrer, acham que é uma forma dissuasiva que eles morram no Mediterrâneo. Isso, evidentemente, é feito posto em prática por políticos democráticos, mas evidentemente que estão a abrir o caminho à extrema-direita que fará disso uma doutrina de poder." No capítulo que reserva a estes aspectos, o autor escreve que “o silêncio sobre a verdadeira natureza do colonialismo é um dos grandes fracassos da democracia portuguesa” e que “a Europa assumir que o colonialismo foi um crime contra a humanidade tornaria o seu discurso sobre a democracia muito mais legítimo.” "O 25 de Abril foi uma revolução extraordinária. Libertou os portugueses da ditadura e criou um sistema de liberdades públicas, de Estado de Direito. Isso deve ser sublinhado e eu sublinho no livro, porque é único no século XX, uma revolução que não foi só uma libertação, mas trouxe a liberdade. Podemos pensar, por exemplo, que a Revolução de Outubro libertou os russos do Czarismo, que era um regime terrível. Mas não construiu um regime de liberdade. Isso aconteceu em Portugal. Simplesmente, Portugal era ao mesmo tempo uma ditadura e um império. E quando se construiu a democracia, fez-se um trabalho mais ou menos profundo sobre o que era a ditadura, o que é que era o fascismo. Existem vários museus, o Museu do Aljube, um museu em Peniche, existe um trabalho de memória. Existem nos livros de História. Conta-se o 25 de Abril, todo esse passado ditatorial. As pessoas sabem que houve a tortura, que havia a PIDE, que as pessoas não tinham direito à palavra. Tudo isso faz parte da memória colectiva dos portugueses", constata Álvaro Vasconcelos. "O que não se fez nenhum trabalho. O que é que era o colonialismo? Não se explicou o que é que era a tortura em África, o que era o trabalho forçado. Qual era a origem que isso tinha na escravatura? Manteve-se um mito do lusotropicalismo, ou seja, que Portugal tinha contribuído para criar um mundo diferente, um mundo não racista, um mundo multiétnico. Até se dizia isso : ‘Deus criou os homens e os portugueses criaram as mulatas' escondendo que as mulatas nasciam muitas vezes de actos de violação absoluta, porque as mulheres negras não tinham direitos e, portanto, o senhor tinha um direito de pernada sobre a mulher negra. Isso acontecia frequentemente. Eu, aliás, entrevistei para um dos meus livros uma senhora africana que conta exactamente a história de uma mulher que, depois do 25 de Abril, andava à procura do homem branco, que tinha sido o pai dos seus filhos e que o homem branco tinha desaparecido. Tinha regressado a Portugal e que nunca mais soube dele. E as crianças queriam conhecer o pai. Mas isto é um caso de uma pessoa que se movimentou. A maior parte das vezes ficaram e são vítimas de toda a discriminação. Isso é o aspecto em que o 25 de Abril não fez esse trabalho", diz o politólogo. "Quando em Portugal surge um movimento de sociedade civil poderoso, hoje formado por intelectuais afro-descendentes que defendem o direito à igualdade, que tem voz no espaço público, quando nos lembramos, por exemplo, da Joacine Katar Moreira que foi deputada na Assembleia da República, a campanha racista contra ela. No Parlamento, a extrema-direita dizia ‘Volta para o teu país'. Estou a falar numa deputada, membro do Parlamento. Mas depois as intelectuais todas que são superactivas na sociedade portuguesa, que é aquilo que há hoje de mais vibrante na sociedade portuguesa, mais criativo. Publicam, fazem filmes como a Pocas Pascoal e outros. Ainda recentemente a Kitty Furtado organizou na Gulbenkian um ciclo sobre o cinema africano produzido em Portugal, com numerosos filmes, numerosos realizadores. Portanto, na Bienal de Veneza, há dois anos, a representação de Portugal foram artistas negros. Portanto, temos um movimento extraordinário. Esse movimento choca com esta mentalidade dominante. E então são acusados de serem ‘wokistas'. ‘Wokistas, quer dizer que são pessoas com consciência", sublinha o universitário. Relativamente às lições que se podem tirar do pós 25 de Abril, Álvaro Vasconcelos faz um balanço agridoce : apesar de considerar que “os seus objectivos essenciais foram atingidos: liberdade, fim do colonialismo e um estado inspirado nos modelos sociais europeus”, ele constara que “o que triunfou não foram os mecanismos que permitiriam compatibilizar a democracia liberal com o desejo de participação dos cidadãos (...) com o tempo, os partidos tornaram-se organizações fechadas (...) foram-se impondo como actores únicos do sistema politico”. "Portugal fez uma revolução que permitiu a existência de partidos políticos que não existiam antes. Mas a revolução, no momento em que ela aconteceu, despertou uma vontade de participação enorme na sociedade portuguesa. Todos os portugueses queriam participar na vida política pública. Eu próprio participei na criação de um jornal que era a voz do trabalhador e aquilo vendia-se como pãezinhos quentes. Quer dizer, toda a gente cria jornais. Toda a gente queria ler. Toda a gente fazia um pequeno comício. Enchiam-se de pessoas. Criaram-se cooperativas, associações de bairro, associações, moradores, associações agrícolas, movimentos cooperativos por todo o lado. Ao mesmo tempo, os partidos políticos foram-se consolidando como forças dominantes da sociedade portuguesa. E esses movimentos participativos foram vistos pelos partidos que acabaram por triunfar como movimentos que eram contrários à consolidação da democracia representativa liberal, como havia no resto da Europa. E foram desaparecendo. E o sistema político português ficou concentrado nos partidos políticos. Esses anos todos passaram e as pessoas hoje, como têm acesso às redes sociais, já têm outra forma de expressão, sem passar pelos partidos políticos. Exprimem-se nas redes sociais. Muitas vezes, o que dizem alguns? Nós não gostamos nada. Mas outras coisas dizem coisas correctas. Estes movimentos que eu referi, ecológicos, anti-racistas, de solidariedade social, também usam as redes sociais. Mas há muita gente que usa as redes sociais e que diz coisas horríveis. Mas não interessa, diz. Acha que tem direito à palavra. E acha que os partidos não dão direito à palavra. Então vão atrás de um demagogo que diz ‘Eu dou vos a palavra. Eles não vos dão a palavra'. Os partidos políticos são organizações fechadas. Em Portugal nunca se fez a regionalização, porque os partidos acharam que aquilo era fugir ao controlo central dos partidos de Lisboa. Era abrir o controlo da sociedade a nível regional. E tudo isso foi enfraquecendo a democracia portuguesa", comenta. “Foi nas redes sociais, espaço sem regras, que descobri que estávamos perante um brutalismo neofascista. O significado das palavras e a verdade deixaram de ser facilmente reconhecíveis. O algoritmo privilegia a violência verbal, exponencia o número de visões e partilhas. Acreditei – e escrevi –, depois das revoluções árabes de 2011, que as redes sociais tinham potencial de empoderamento dos cidadãos e poderiam ser um factor de emancipação democrática, mas hoje sou obrigado a constatar que não tive em conta a capacidade de manipulação, seja pelos algoritmos ou ainda mais pela IA, dos Estados e grupos que controlam as empresas da indústria do mundo virtual", escreve Álvaro Vasconcelos no capítulo que dedica ao regresso do que chama de 'brutalismo'. "A nível europeu, nós não podemos separar de um fenómeno mundial, que é aquilo que atravessa bastante o meu livro, que é a ideia do colapso do pensamento. E esse colapso do pensamento. O que significa que quando os homens deixam de pensar, diz Hannah Arendt, são capazes dos piores crimes. E esses homens são capazes dos piores crimes. E o homem banal, o homem comum que pode seguir um líder que vai destruir as suas liberdades e a liberdade dos outros. E isso pode se chamar ‘tecno-totalitarismo'. Porquê tecno-totalitarismo? Porque grande parte da economia mundial hoje está a ser dominada pelas grandes empresas tecnológicas. Estamos numa nova revolução tecnológica. E as grandes empresas tecnológicas que dominam a inteligência artificial, que dominam as redes sociais, como o Musk, é o exemplo mais claro, defendem aquilo que eu chamei de ‘tecno-totalitarismo'», explica o autor das "Memórias em tempo de amnésia". "Há uma politóloga francesa, Asma Mhalla que diz que ‘este século não vos proíbe de pensar. Ele ocupa-vos até que já não se saiba como fazer. Isto vem, como eu digo aqui no livro, do desenvolvimento da Inteligência artificial. O desenvolvimento da inteligência artificial cria um mundo onde os humanos deixam de pensar. A banalidade do mal passa a ser a norma. Isso acontece em muitos actos quotidianos. Quando recorremos à inteligência artificial para tomarmos decisões. Quando manipulados por algoritmos, ficamos de tal forma hipnotizados que somos levados a acreditar nos líderes populistas como Trump, como Bardella em França como em Portugal, o André Ventura, como Bolsonaro no Brasil", diz Álvaro Vasconcelos. "Há um aspecto deste ‘tecno-totalitarismo' que também nos deve inquietar, que é menos presente em França, mas está presente em muitos países, que é a relação dele com uma determinada corrente religiosa. Ele é religioso na sua essência, porque ao mesmo tempo, fala de Apocalipse, destruição do mundo pelo aquecimento global, pela guerra nuclear e está a propor uma solução tecnológica para estes problemas. Ora, isto é típico da crença religiosa. A ideia do Apocalipse, se pensarmos no apoio dos evangélicos americanos a Trump e em cenas em que Trump se reúne com os evangélicos e os evangélicos rezam na Casa Branca a volta do Trump ou quando o Bolsonaro tomou posse rodeado pelos evangélicos, a primeira coisa que fizeram, foi um ato religioso. (…) Vemos que o ‘tecno-totalitarismo' muitas vezes é também uma ‘tecno-teocracia'. E, portanto, esse problema, que é um problema mundial, que é da criação do mundo em que os homens deixam de pensar, a inteligência artificial substitui o pensamento humano. É um mundo em que o brutalismo, que é o tema do meu livro, se torna possível. É possível que o Trump decida destruir o Irão, que o Netanyahu faça o genocídio de Gaza e agora esteja a fazer no Líbano o que fez em Gaza, no sul do Líbano. É exactamente a mesma coisa. Vai destruir o sul do Líbano completamente", diz o especialista em relações internacionais. No capítulo em que aborda o que chama de dever de hospitalidade, Álvaro Vasconcelos considera que é neste aspecto que a Europa pode fazer a diferença "para superar o brutalismo contemporâneo, porque, por um lado, é uma das regiões do mundo onde as democracias ainda resistem ao assalto da extrema‑direita neofascista, e por outro porque a hospitalidade é a essência da sua sobrevivência". "Estamos a falar da União Europeia, a que se podem juntar alguns Estados, como a Noruega, como hoje o Brasil do Lula. Têm a mesma ambição de escapar ao brutalismo de Putin, Trump, Netanyahu, ao ‘tecno-totalitarismo' que domina a China. Verdadeiramente o único sítio do mundo em que ainda há um grupo de Estados que pode e quer resistir é na União Europeia, mas que tem estes aliados muito importantes que tem que procurar no Canadá, já procura no Brasil. Por isso, o acordo com o Mercosul é tão importante, apesar de a Argentina do Milei estar completamente na mesma linha de brutalismo. Mas o Brasil é um país importantíssimo. Na Ásia, o Japão, a Coreia do Sul. (…) Portanto, a Europa é a nossa esperança. Mas para que essa esperança não passe de uma utopia não realizada, para ser uma utopia realizada, é preciso que a Europa integre toda a sua vitalidade num projecto comum, (…) é preciso uma mudança radical de política. Ou seja, é preciso uma política que seja alternativa à política da extrema-direita. Claramente. E o que é que se deve fazer? Os imigrantes que são grande parte da população europeia ou originários na imigração devem ser cidadãos plenos, activos, integrados nas nossas sociedades, dando-lhes o voto. Aqueles que ainda não têm, damos-lhe a palavra, ouvindo-os e tornando as nossas democracias muito mais participativas", preconiza o autor. No seu livro, Álvaro Vasconcelos estabelece um elo directo entre o ‘tecno-totalitarismo', a negação dos direitos de boa parte da humanidade e a destruição do meio ambiente. "Um dos temas que eu acho que é muito importante é a questão do ambiente. Eu, aliás, começo o meu livro com uma citação do Camus que diz ‘A minha geração quis mudar o mundo. Não o mudou, mas pelo menos lutou para preservar o que de melhor tinha sido conquistado'. (…) O aquecimento global está a ser um problema gravíssimo que pode pôr em causa a vida na terra. E aí é lembrarmo-nos de Edgar Morin, um grande pensador. Eu cito Edgar Morin dez ou 15 vezes no meu livro. Ele diz que nós não estamos só perante um mundo que destrói a vida humana. Estamos num mundo em que a globalização foi extremamente destrutiva do ponto de vista económico e social. Criou também a consciência de um destino comum da humanidade a consciência de que estamos todos no mesmo barco. Ou seja, no barco da vida. Nós sabemos que a vida não é eterna. Mas enquanto estamos no barco da vida, não vamos cair no niilismo. Nem vamos cair na melancolia de esquerda. Isto é uma conclusão que alguém tirou do meu livro que eu sou contra a melancolia de esquerda. A melancolia de esquerda é nós pensarmos em tudo aquilo por que a gente lutou está a desaparecer e já não podemos fazer nada. Vai tudo acabar. Vai acabar a democracia, a liberdade. Vai voltar o racismo como política de Estado. Vai desaparecer a ordem internacional. Vai desaparecer o multilateralismo", diz o universitário. "Estamos perante uma guerra cultural. É um tema central, porque a guerra cultural é algo que acompanha a civilização europeia desde o Iluminismo e desde a Revolução Francesa. Houve sempre uma corrente que se opôs às conquistas de liberdade, igualdade, fraternidade da Revolução Francesa. Considerou sempre que a compaixão pelo outro não fazia nenhum sentido, que o homem era um animal fundamentalmente egoísta e violento E que tinha que ser treinado desde criancinha para a competição. E por isso, a cooperação não é uma questão fundamental da aprendizagem. As pessoas não aprendem a cooperar, aprendem a competir. Já vimos no sistema escolar como é terrível a competição. A infância nas grandes escolas. O que é que é difícil chegar lá acima. Portanto, formam-se elites que foram treinadas para a competição e não foram treinadas para a cooperação. E se nós não cooperarmos neste barco da vida, se não percebermos que o clima não tem fronteiras, que o aquecimento é global, que os calores do Norte de África chegam à Europa, que as transformações da Amazónia transformam as correntes do Atlântico e nos atingem também como europeus. Então não perceberemos que estamos todos no mesmo mundo. Mundo, terra, pátria, como diz o Edgar Morin. E que neste mundo, terra pátria, nós somos todos cidadãos, mesmo quando não somos considerados cidadãos", conclui Álvaro Vasconcelos.
Quanto vale aquele “sim” eternizado na memória – e nas redes sociais? Em Paris, os pedidos de casamento excepcionais se consolidaram como um nicho lucrativo do setor de turismo e eventos. Um pedido diante da emblemática Torre Eiffel, com arranjos de rosas e tapete vermelho, sai a partir de € 600, mas as cifras podem rapidamente ultrapassar os seis dígitos. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Um dos momentos mais procurados do ano é o Dia dos Namorados. Patrícia Lima organiza eventos na cidade desde 2011 e, depois da famosa série Emily in Paris, viu a demanda por pedidos de casamento subir a cada ano, impulsionada pelo efeito nas redes sociais. Hoje, 30% dos contratos que ela fecha são de casais em busca de um “sim” especial em Paris. “Como tudo é personalizado, o valor tem a ver com os pedidos que o cliente faz. Se quer acrescentar balões em forma de coração, quantidade, tamanho. Se quer acrescentar um champanhe de uma marca especial, afinal tem garrafa que custa € 450”, explica. Patrícia afirma ser a única a oferecer um cenário em português, o que lhe permite atrair a clientela lusófona. O goiano Ronivaldo da Costa Meireles decidiu contratar o serviço depois de perceber os olhos brilhando da namorada na primeira vez que o casal foi a Paris e presenciou pedidos românticos nas margens do rio Sena. “Acho que é o sonho de toda mulher e ela merecia passar por essa experiência”, comentou, instantes depois de se ajoelhar diante de Pâmela Costa dos Santos, 29 anos. “Eu não estava suspeitando de nada. Foi uma surpresa muito emocionante”, disse ela, há oito anos em um relacionamento com o agora noivo. Violinista, carruagem e castelo O momento em si costuma ser curto, de apenas alguns minutos. Mas, nos bastidores, a preparação é complexa: decoração com flores, fotógrafo, violinista, carruagem e até o anel de noivado podem fazer parte do pacote, sem falar das autorizações exigidas pela prefeitura de Paris, conforme o local escolhido, e que encarecem o serviço. No setor do luxo, o céu é o limite, podendo atingir dezenas de milhares de euros se o “quer casar comigo?” for pronunciado em um iate no Sena, em uma suíte 5 estrelas com vista privilegiada da Cidade Luz ou até em um castelo. A agência Kiss Me in Paris se especializou nesse nicho, em pleno crescimento, e já realizou mais de 1,2 mil pedidos de casamento. “Estamos atraindo clientes cada vez mais exigentes do mundo todo, e as pessoas gastam muito mais dinheiro. Eu diria que a média fica entre US$ 5 mil e US$ 15 mil, mas tem gente que gasta bem mais”, revela o CEO Cengiz Ozelsel. Só para privatizar um castelo, o valor já sobe para US$ 4 mil. “Eles podem querer o transporte de helicóptero, para ter uma chegada com toda a pompa. Eles querem artistas, ou um dia inteiro repleto de experiências divertidas, que atinjam o ápice no momento do pedido de casamento”, relata, sem esquecer do “primeiro jantar romântico e a primeira noite em um hotel como recém-noivos”. A maioria dos clientes de Ozelsel vem de países anglo-saxões, e principalmente da costa leste dos Estados Unidos. Na América Latina, os mexicanos são os que mais investem em um pedido de casamento “cinematográfico”, conta o empresário, que também já atendeu influenciadores brasileiros. “Os mexicanos visam grande”, resume. “Um dos maiores eventos que fizemos foi um barco enorme, que ancoramos do outro lado da Torre Eiffel. Toda a família do México veio e se escondeu embaixo do barco, e a noiva não fazia ideia de nada. Nunca vou me esquecer.” Concorrência de amadores O sucesso do setor motiva a concorrência, inclusive de amadores. Pacotes pela metade do preço são oferecidos nas redes sociais, porém o risco é acabar em decepção. “Sempre existiu, mas tem se intensificado: pessoas que não são registradas, não têm empresa, e muitas vezes até sem capacitação para isso”, aponta Patrícia Lima. “Elas não pagam impostos, não pagam contador nem aluguel, então obviamente os custos delas serão totalmente diferentes dos de uma empresa.” A utilização das margens do Sena, por exemplo, é regulamentada pela prefeitura. A gestora do local exige o pagamento de uma taxa e de um seguro para cada participante do evento, inclusive os organizadores. Os infratores podem ser multados e o evento ser desmontado às vésperas do momento tão sonhado pelo casal. Leia também‘Parece a Disney': moradores do bairro Montmartre estão preocupados com excesso de turistas em Paris
No programa de hoje, Renato Cardoso iniciou compartilhando com os alunos um relatório na Austrália que determinou que divorciados podem levar até cinco anos para se recuperar financeiramente, sem mencionar o dano emocional que o divórcio pode trazer. Na oportunidade, o professor comentou sobre isso e, sobretudo, o que os casais precisam fazer para salvar o casamento.Quer a família de voltaNa sequência, Vanilda, de 58 anos, está separada há 17 anos. Eles não se divorciaram no papel. Acontece que ela não seguiu em frente e ficou estagnada. Inclusive, Vanilda comentou que o ex-marido a detesta.Não houve traição de nenhuma das partes, até onde ela saiba, mas eles sempre brigaram demais e ela disse coisas nas discussões que o magoaram. A aluna pediu ajuda para resolver isso, pois sente muita solidão. Ela comentou até que queria a família de volta, mas não sabe se é possível.Ainda hoje, outra aluna, chamada Marilene, disse que confessou ao marido que o traiu. Com isso, ele foi embora de casa. Ela pediu perdão e disse que está arrependida, mas o companheiro disse que estava com muita raiva. Ela comentou que quer reconstruir o casamento. O casal tem dois filhos, de 5 e 10 anos. Além desses, ela tem outros dois filhos de outro relacionamento. Ao final, Marilene disse que não sabe se fez certo em contar, mas isso a estava sufocando.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 09, Carlos Andreazza fala sobre a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, de suspender a pesquisa da AtlasIntel que apontou uma queda de seis pontos percentuais na intenção de voto do senador Flávio Bolsonaro (PL). O ministro do STF atendeu a um pedido dos advogados do Partido Liberal e determinou a suspensão da pesquisa da AtlasIntel que aponta queda na intenção de voto do filho de Bolsonaro em segundo turno contra o presidente Lula (PT) nas eleições presidenciais de outubro. Nunes Marques entendeu que há “suspeitas de indução ao eleitor” nas perguntas formuladas pelo instituto. A decisão monocrática tem validade imediata e foi colocada na pauta do TSE desta terça-feira, 9, para referendo dos demais integrantes da Corte, a pedido do ministro. Eles poderão mantê-la ou derrubá-la. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.
GABRIEL CATUNDA é especialista em perfumes, JOHN ESPERANDINO é especialista em alfaiataria e KADU é especialista em relógios. Eles vão bater um papo sobre as nuances e dicas de como encontrar produtos de alta qualidade. O Vilela se viciou em comprar perfumes, mas já avisamos que não é pra beber.
SÉRGIO SACANI é geofísico, DANIEL LOPEZ é jornalista, LUCIANO TIGRE é apresentador, RONY VERNET é engenheiro e HENRIQUE PEREIRA é YouTuber. Eles vão bater um papo sobre as recentes visitas de OVNIs ao Brasil. O Vilela acende uma vela toda vez que alguma nave é avistada, torcendo pra ser alguém da sua família.Regularize seu trabalho. Abra seu CNPJ com a Contabilizei
LENIEL BOREL é pai do Henry Borel e ANA CAROLINA OLIVEIRA é mãe de Isabella Nardoni. Eles vão bater um papo sobre os recentes desdobramentos jurídicos no caso da morte do Henry.
No episódio do Podcast do PublishNews ouvimos uma das mesas do 5º Encontro de Editores, Livreiros, Distribuidores e Gráficos, organizado pela CBL, que aconteceu em maio no Guarujá no litoral de São Paulo. Escolhemos a conversa: “Tendências que já estão moldando o futuro do livro”, com Daniel Lameira, fundador da Editora Seiva; Rejane Dias, fundadora e gestora do Grupo Autêntica com a mediação de Talita Facchini. Eles conversam sobre as tendências emergentes no mercado editorial, destacando a importância de identificar sinais de mudança, adaptar estratégias de publicação e envolver comunidades de leitores na era digital. O podcast é oferecimento da: MVB América Latina Um livro, Câmara Brasileira do Livro e Nielsen BookData — referência mundial em dados que impulsionam estratégias e fortalecem o mercado do livro e também mais um novo apoiador: Gráfica Viena.Este podcast é um oferecimento da MVB América Latina! Onde a inovação e tecnologia impulsionam o mercado do livro. Com a Pubnet, você ganha eficiência, agilidade e segurança em cada pedido.E quando o assunto é metadados… metadados é com Metabooks! Porque, no fim das contas, o propósito da MVB é um só: levar os livros até os leitores! https://pt.mvb-online.com/Já ouviu falar em POD, impressão sob demanda? Nossos parceiros da UmLivro são referência dessa tecnologia no Brasil, que permite vender primeiro e imprimir depois; reduzindo custos com estoque, armazenamento e distribuição. Com o POD da UmLivro, você disponibiliza 100% do seu catálogo sem perder nenhuma venda. http://umlivro.com.brA Câmara Brasileira do Livro representa editores, livreiros, distribuidores e demais profissionais do setor e atua para promover o acesso ao livro e a democratização da leitura no Brasil. É a Agência Brasileira do ISBN e possui uma plataforma digital que oferece serviços como: ISBN, Código de Barras, Ficha Catalográfica, Registro de Direito Autoral e Carta de Exclusividade. https://cbl.org.br
Um trabalho de camareira em um hotel super exclusivo pode parecer uma boa ideia, mas Asia vai logo entender que as coisas são muito mais complicadas - e macabras - do que ela imaginava.Com o plano de salvar a irmã, a protagonista se vê em meio a um culto satânico centenário e tem que lutar pela sua vida, com muito sangue jorrando pra tudo que é lado - e com direito a um olho que anda.Eles Vão te Matar parece misturar Jogo da Morte e Casamento Sangrento, com bons toques de exagero a la Sam Raimi. Mas será que essa bagunça toda faz a gente querer assinar o nome na cabeça do porco? O Cabana RdM começa agora.O RdMCast é produzido e apresentado por: Gabriel Braga, Thiago Natário e Gabi Larocca.ARTE DA VITRINE: Estúdio GrimESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram @estudiogrimcontato@estudiogrim.com.brPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoSEJA UM(A) APOIADOR(A)Apoie o RdM a produzir mais conteúdo e ganhe recompensas exclusivas!Acesse: https://apoia.se/rdmConheça a Sala dos Apoiadores: https://republicadomedo.com.br/sala-dos-apoiadores/CITADOS NO PROGRAMAEles Vão te Matar (2026)Citações off topicJogo da Morte (1978)Casamento Sangrento (2019)Kill Bill - Volume 1 (2003)Lindas e Letais (2026)Morra! (2018)EpisódiosRdMCast #330 – American Horror Story (Temporadas 4-6)RdMCast #512 – Embate famílias disfuncionais: Você é o Próximo X Casamento SangrentoRdMCast #533 – Bem-Vindos a Derry: o palhaço Pennywise voltou (no tempo)!Tem algo para nos contar? Envie um e-mail!contato@republicadomedo.com.brTwitter: @RdMCastInstagram: Republica do Medo
Sua empresa tem a informação, mas o problema é que ninguém consegue achar? Neste episódio, recebemos Clésio Leonardo Belo, AI Product Manager, Henrique Machado, Lead Developer, e Anna Souza, Product Design Leader, todos da dti digital. Eles contam como nasceu o Crafty, o agente de IA interno da dti que começou com um MVP manual, foi testado com receita de bolo e acabou triplicando o uso em menos de um mês ao migrar para o Teams. Dê o play e ouça agora!Assuntos abordados:Informação descentralizada;Discovery com usuários;MVP manual;Build vs buy;Arquitetura RAG;Evolução para MCP;Integração com Teams;Ações em linguagem natural;Segurança e autenticação;Métricas de adoção.Links importantes:Vagas disponíveisNewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: entrechaves@dtidigital.com.brO Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #inteligenciaartificial #cases
DR. ALEX ALVES é psicólogo, pastor e neurocientista, e Felipe Folgosi é ator e roteirista e manja muito de bíblia. Eles vão bater um papo sobre a possível existência de ovnis e aliens e o que a bíblia diz sobre tudo o que isso envolve.~~~~~~Investidor 10Tudo que o investidor precisa em um só lugar:https://investidor10.com.br/click/1000386/~~~~~~ANFITRIÕES:André Dias CONVIDADOSFelipe FolgosiDR. Alex Alves---------------------DR. ALEX ALVES é psicólogo, pastor e neurocientista, e Felipe Folgosi é ator e roteirista e manja muito de bíblia. Eles vão bater um papo sobre a possível existência de ovnis e aliens e o que a bíblia diz sobre tudo o que isso envolve.~~~~~~Investidor 10Tudo que o investidor precisa em um só lugar:https://investidor10.com.br/click/1000386/~~~~~~ANFITRIÕES:André Dias CONVIDADOSFelipe FolgosiDR. Alex Alves---------------------
Hoje vou ler relatos de seguidores que viram OVNIS e aliens e juram que tiveram uma experiência extraterrestre.
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 O que está acontecendo no Brasil02:01 A queda histórica do Ibovespa04:33 Por que os gringos estão saindo do Brasil06:15 O que o IPCA+8% realmente significa09:17 O que o investidor inteligente está fazendo11:30 Conclusão: crises transferem riqueza11:53 RC Wealth e RC Club
Você pode apoiar o podcast a continuar! Clique em SEJA MEMBRO e confira as opções e benefícios que estiu deixando em agradecimento! Agradeço aos apoiadores do Podcast Sherlocka Holmes (até o momento da publicação deste episódio): Isabella Vidal, Lucia Silveira, Deinha Gomes, Jadna V2i, Raquel Monteiro, Anna Mts, Dayelle Alxdr, Lais Oliveira, Maria Isabel Brayner, Ester Chagas, Gabriela BC, Jhulyana Queiroz, Melissa 19, Isabella Maravalha, Belly Batalv, Isabele Martini, Gabriela Bezerra, Hena Soares, Samara Vilela, Esther Morais, Natalia Rios, Gonnellias, Natalia Monção, Patricia Gualandi, Lorena Dias, Thatha Lorraine, Larissa Bollella, Anay Bernardes, Joyce Goncalves, Cibele Alvarenga, Alicia Wittmer, Luana Oliveira, Tamires Sampaio, Naiara Vivia, Audiobookdalu, Sinara Caboculino, Rainani Silva, ana Karine, Oliveira Silva, Luiz H souza, Lei Borges, Thayane Couto, Andressa Vieira, Isabela Ramos.
Você está cobrando o uso de IA do seu time, mas tem certeza de que eles estão aprendendo com isso, ou só acelerando a entrega? Neste episódio, recebemos André Luis Guimarães Santos e Ângela Cláudia Martin Duarte, Heads de Operações, e Hammer Lage, Head de Tecnologia, todos da dti digtal. Eles debatem o que realmente muda na gestão quando a IA entra nos times, por que tratar a ferramenta apenas como ganho de performance é um erro, e como cultivar senso crítico em profissionais que já chegam ao mercado com IA na veia. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Liderança jardineira;Inteligência aumentada;Resistência à IA;Relatório DORA;Senso crítico;Dev júnior e IA;Agentes de IA;Cultura de aprendizado.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #liderança
Vinícius Francis - Metafísica, Autoconhecimento & Espiritualidade
Nesta palestra, refletimos sobre uma das grandes perguntas da humanidade: de onde vieram os extraterrestres?00:00 Abertura e boas-vindas08:44 Início da palestra: Os Extraterrestres: De Onde Eles Vieram?Abordamos temas como alienígenas, vida extraterrestre, OVNIs, possíveis origens desses seres e hipóteses sobre outras civilizações no universo. Será que os extraterrestres vieram de outros planetas? De outras dimensões? De civilizações antigas? Ou de realidades que ainda não compreendemos?Uma conversa aberta sobre mistérios, espiritualidade, ciência, ufologia e possibilidades que despertam a curiosidade humana há muito tempo.Deixe seu comentário: você acredita que os extraterrestres vieram de onde?---------------------------------------------------
Como criar estruturas que realmente aceleram a entrega de valor? Neste episódio do Love the Problem, Rafaela Fonseca recebe Lucas Freitas e Raphael Montenegro para continuar a conversa sobre organizações orientadas a valor e explorar um tema que gera muitas dúvidas nas empresas: a diferença entre estrutura organizacional, estrutura operacional e topologia. Ao longo da conversa, eles discutem por que mudar apenas o organograma raramente resolve os desafios de execução, como identificar gargalos relacionados a dependências, comunicação e tomada de decisão, e quais mecanismos ajudam a melhorar o fluxo de trabalho sem criar mudanças desnecessárias. O episódio também aborda modelos como Flight Levels, Unfix, Org Topologies e Team Topologies. Eles exploram, além da diferença entre modelos, o papel da governança e da coordenação entre times e as diferentes estratégias para evoluir modelos operacionais de forma sustentável. Se você quer destravar a burocracia e evoluir estruturas de gestão para que elas potencializam os resultados, solta o play e vem com a gente!
O projecto hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa, previsto para o rio Zambeze, na província de Tete, no centro-norte de Moçambique, voltou a ganhar impulso depois de mais de duas décadas marcadas por adiamentos, mudanças de investidores e forte contestação social. Um relatório publicado pelas organizações Justiça Ambiental e CCFD-Terre Solidaire levanta sérias preocupações quanto aos impactos sociais, ambientais e culturais do projecto, alertando para o risco de deslocação de milhares de pessoas. Apresentado pelo Governo moçambicano e pelos promotores como uma peça fundamental para a transição energética da África Austral, o empreendimento prevê a construção de uma barragem com capacidade para produzir 1.500 megawatts de electricidade e um investimento estimado em 6,4 mil milhões de dólares. Contudo, um relatório publicado em 2025 pelas organizações Justiça Ambiental (JA!) e CCFD-Terre Solidaire levanta sérias preocupações quanto aos impactos sociais, ambientais e culturais do projecto, alertando para o risco de deslocação de milhares de pessoas e para a degradação de um dos mais importantes ecossistemas da região. A barragem seria construída cerca de 60 quilómetros a jusante de Cahora Bassa e desenvolvida por um consórcio privado que detém 70% da propriedade - liderado pelas empresas francesas EDF-Electricité de France (40%) e TotalEnergies (30%), juntamente com a japonesa Sumitomo Corporation (30%) - em parceria com a Electricidade de Moçambique (EDM) e a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), que mantêm 30% do projecto. Para os promotores, o projecto representa uma oportunidade para aumentar a produção de energia renovável e reforçar o papel de Moçambique como exportador de electricidade. No entanto, para muitos habitantes das comunidades afectadas, Mphanda Nkuwa é visto como mais um capítulo de uma história marcada por promessas de desenvolvimento que raramente se traduzem em benefícios para quem vive no terreno. Daniel Ribeiro, coordenador técnico da ong moçambicana Justiça Ambiental, recorda que o projecto não é novo e que o seu percurso tem sido marcado por sucessivos fracassos. “O projecto implantado desde 2000, já teve várias tentativas para o fazer avançar. Já teve o Banco Mundial envolvido, já teve investimento brasileiro, até chinês, e muitos deles acabaram por sair devido à complexidade do projecto”. “É um projecto que tem grandes impactos ambientais e sociais e agora voltou à mesa, desta vez com investimento francês. Já é um projecto com um historial muito complicado e problemático”, afirma. Nas aldeias que poderão vir a ser inundadas pela futura albufeira, a perspectiva de uma nova barragem desperta memórias dolorosas da experiência de Cahora Bassa. O relatório refere que praticamente todas as comunidades consultadas associam Mphanda Nkuwa ao trauma dos deslocamentos forçados ocorridos durante a construção da grande barragem colonial nos anos 1970. Muitas famílias foram reassentadas em terras menos férteis, perderam o acesso ao rio e viram os seus modos de vida profundamente alterados. Décadas depois, os impactos continuam presentes na memória colectiva das populações. Daniel Ribeiro sublinha que a incerteza prolongada gerou um desgaste profundo entre os habitantes locais. “O povo local já teve vários ciclos de ‘vão ter que sair das vossas terras', depois ‘não vão ter que sair'. Eles já estão cansados, não querem o projecto”, “temos uma comunidade que está a dizer não ao projecto”. De acordo com o relatório publicado em 2025 pelas organizações Justiça Ambiental (JA!) e CCFD-Terre Solidaire, a criação da albufeira poderá inundar cerca de 100 quilómetros quadrados de território e obrigar à deslocação directa de mais de 1.400 famílias, num total estimado superior a 8.000 pessoas. Contudo, os autores consideram estes números conservadores e alertam para impactos muito mais vastos. Uma avaliação preliminar aponta para quase 39 mil pessoas em risco de deslocação económica ou física e para cerca de 350 mil habitantes potencialmente afectados a jusante pelas alterações ambientais e socioeconómicas provocadas pela barragem. Grande parte destas populações vive da agricultura familiar, da pesca artesanal, da criação de gado e, em algumas comunidades, da extracção artesanal de ouro. As margens do Zambeze constituem a base da sua sobrevivência económica e alimentar. “As barragens são o sector industrial que deslocou o maior número de pessoas no mundo”, afirma Daniel Ribeiro. “Os rios são zonas muito produtivas, muito importantes para a soberania alimentar da zona. Então, [as populações] vão perder o seu acesso ao rio. Grande parte das ‘machambas' ou terrenos agrícolas mais produtivos está ao lado do rio.” Para o ambientalista, os efeitos não se limitam às populações directamente deslocadas. Uma das principais críticas feitas ao projecto diz respeito precisamente à ideia de que a energia hidroeléctrica constitui uma solução simples para a crise climática. Daniel Ribeiro considera que essa narrativa ignora riscos crescentes associados às alterações climáticas. A produção hidroeléctrica depende da estabilidade dos regimes de precipitação e dos caudais dos rios, algo que poderá ser cada vez mais difícil de garantir num contexto de aquecimento global: “As barragens são sensíveis às mudanças climáticas, mudanças na precipitação. Podes ter menos água, mais água, menos cheias, mais cheias. E as projecções climáticas para a zona fazem com que vá haver mais variabilidade, que não é boa para a produção de energia.” Outra das críticas prende-se com o destino da electricidade produzida. Embora o projecto seja frequentemente apresentado como um instrumento para combater a pobreza energética no país, uma parte significativa da energia será exportada para os mercados regionais. “A electricidade não é para nós, é para exportação”, garante Daniel Ribeiro.
JOSÉ KOBORI é economista e KENJI é historiador e do canal Normose. Eles vão bater um papo sobre os países que foram afetados por guerras envolvendo os EUA na história. O Vilela reza todos os dias pra nunca bombardearem os outlets de Orlando.
Os artistas conquistaram o júri da competição que reuniu trabalhos de 66 países, como Brasil, Moçambique, Dinamarca, Canadá, Chile e Austrália Fábia Belém, correspondente da RFI em Lisboa A sardinha está para os Santos Populares em Portugal assim como o milho para as festas juninas no Brasil. E, neste ano, há dois talentos luso-brasileiros ajudando a dar cara nova ao peixe: o carioca Eduardo Ferrão e Letícia Amaral de Araújo, natural de Belo Horizonte. Eles são dois dos cinco vencedores da 16ª edição do “Concurso Sardinhas” de Lisboa, que neste ano recebeu 3.128 desenhos, enviados por 1.762 autores de 66 países. O resultado surpreendeu Letícia e Eduardo. “Quando chegou o e-mail [com o resultado], eu até tive que conferir algumas vezes. Eu não sabia se era golpe ou coisa do tipo, né? Para ver se era sério mesmo. E eu fiquei super satisfeito, porque é um concurso que acho muito bonito”, conta o designer gráfico. A notícia, que chegou por meio de uma ligação telefônica, foi recebida por Letícia com surpresa e felicidade. Ela também explica que, por retratar na sardinha uma cena tipicamente portuguesa, havia o receio de cometer algum equívoco. No entanto, a aprovação do júri português afastou qualquer dúvida. “Achei que [o resultado] validou a minha ideia”, afirma a designer. O concurso foi criado em 2011 pela EGEAC, empresa pública que promove ações culturais em Lisboa. O objetivo dos organizadores é estimular a participação e a criação artística, desafiando amadores e profissionais das artes a criar novas roupagens para a sardinha. As propostas vencedoras são utilizadas como imagem da campanha visual das tradicionais festas dos santos populares, equivalentes às festas juninas no Brasil. 'Bolo de arroz' Para participar da competição, Eduardo Ferrão se inspirou no projeto “O Último Bolo de Arroz de Lisboa”, lançado por uma associação de moradores que busca proteger, valorizar e dar visibilidade a cafés e pastelarias que fazem parte da história dos bairros. Chamou a atenção do designer gráfico a notícia de que muitos desses estabelecimentos tradicionais estão fechando as portas devido ao aumento do preço dos aluguéis e das matérias-primas, além de estarem sendo substituídos por comércios voltados a turistas e moradores estrangeiros com alto poder aquisitivo. Quando leu sobre o assunto, ele não teve dúvidas. “Foi como uma revelação, sabe? E aí a ideia estava ali”, relembra. A “Bolo de Arroz”, assinada pelo luso-brasileiro, molda o famoso doce português no formato de sardinha. A ilustração destaca a textura fofa da massa, a icônica crosta de açúcar no topo e a base envolta na clássica cinta de papel vegetal. “Fico realmente esperando que [a minha ilustração] abra o apetite das pessoas, sabe? Assim que passarem por uma pastelaria, peçam um bolo de arroz”, pede o carioca, que espera que sua criação também possa ajudar a manter o bolo de arroz e sua receita tradicional nas pastelarias portuguesas. “O Telefone das Coscusvilheiras” Na sardinha, a que deu o nome de "O Telefone das Coscuvilheiras”, Letícia Amaral de Araújo recorreu ao bom humor ao fazer uma leitura de uma cena cotidiana: a coscuvilhice de quem fica à janela ou na sacada dos apartamentos a fofocar e até a monitorar a vida alheia. “Este exagero visual não busca realismo, mas sim evidenciar um comportamento social reconhecível: o prazer na conversa e na construção coletiva de histórias”, destaca a EGEAC na descrição oficial do projeto. A ilustração da mineira destaca duas varandas tradicionais com uma senhora em cada lado a estender roupa na espinha dorsal da sardinha, que ganha nova vida como um varal e um "telefone de lata” ao mesmo tempo. Uma cena que resgata os conhecidos telefones de copinho ou de barbante das brincadeiras infantis. “E essas duas senhoras estão a se comunicar por meio de um telefone de lata, que eu fiz essa analogia com o varal”, explica Letícia. Sardinhas de Lisboa Além das sardinhas “Bolo de Arroz” e “O Telefone das Coscuvilheiras”, também conquistaram o júri da competição as ilustrações portuguesas “Sardinha Guitarrista” e “Patrimônio Fragmentado” e a “Tomatazo”, do Uruguai. O autor de cada uma delas ganhou um prêmio em dinheiro no valor de 1.500 euros (quase R$ 9 mil na cotação atual). A maior recompensa para os vencedores, contudo, é ter as sardinhas exibidas nos ônibus e no metrô da capital, nos painéis publicitários e nas decorações dos arraiais. Eduardo Ferrão, que vive na cidade do Rio de Janeiro, pensa até em ir a Lisboa para não perder a festa. “Eu ainda estou considerando isso, se pego semana que vem um voo. Enfim, vamos ver. É um evento muito relevante para a cidade, e eu gostaria muito de fazer parte desse momento”, confessa. Letícia, que mora há seis anos em Lisboa, já teve a chance de ver o resultado de seu trabalho e testemunhar a reação das pessoas. “Foi muito interessante. Eu fiquei mais como espectadora, vendo as pessoas com a sardinha na mão, conversando nesse contexto popular das festas, e senti uma sensação de orgulho”, disse. Ícone pop O Concurso Sardinha celebra um dos mais populares símbolos da identidade do país. Alimento básico das comunidades pesqueiras e de quem vivia e trabalhava no campo, a sardinha se tornou uma das marcas da capital portuguesa, uma espécie de ícone pop, estampada em roupas, acessórios e peças de decoração. E é no pico do verão deste lado do atlântico, que ela chega ao ponto para ser consumida. O preparo é nas grelhas ao ar livre às portas das casas e tascas. Para a designer mineira Letícia, que assim como Eduardo, gosta de sardinha, a partir de agora, a iguaria vai ter “esse gostinho especial, essa memória afetiva que vai ficar pra sempre”.
Essa semana Jurandir Filho, Felipe Mesquita, Evandro de Freitas e Bruno Carvalho revisitam um episódio de 15 anos atrás para discutir como o hobby dos videogames é visto nos dias de hoje. "Eles" ainda nos julgam por jogar? Por que maratonar séries e doramas é aceito, mas passar horas no videogame gera estranhamento? Jogar é visto como coisa de criança? Falamos sobre experiências pessoais, mudanças culturais e refletimos sobre como a percepção dos games evoluiu ao longo dos anos e o que ainda não mudou tanto assim.Esse é mais um podcast da nossa série Remakes!⭐ Quer mais 99Vidas? Apoie e escute + de 400 episódios exclusivos. Assine agora em 99vidas.com.br/bonusAcompanhe o 99Vidas:➡️ Site | Instagram | Twitter | Youtube
Neste programa da Escola do Amor Responde, um aluno compartilhou que esteve em um relacionamento por sete anos. Eles não se casaram, mas resolveram morar juntos. Durante esse tempo, o aluno disse que errou muito e cometeu muitas traições. Após algum tempo, ele até achou que não amava mais a parceira, mas estava enganado. Além disso, ele a incentivava a abrir um novo negócio e a deixar de trabalhar para outras pessoas, porém ela nunca quis. Isso o afetou, pois ele tem muita vontade de crescer na vida e conquistar uma vida financeira estável.O tempo passou, e ele pediu a separação, conheceu outra pessoa e se envolveu com ela por sete meses. Foi então que percebeu que ainda amava a ex. Segundo o aluno, ele não sabia como sair dessa situação. Nesse meio tempo, ela conheceu outra pessoa. Atualmente, o aluno saiu do relacionamento em que vivia, mas a ex disse que não o quer mais. Ele sabe que tem que seguir os direcionamentos de Deus, mas pediu um aconselhamento ao casal blindado.Terapia do AmorNa sequência, conheça histórias de quem se curou dos traumas do passado e se preparou para viver o amor inteligente após praticar os ensinamentos adquiridos durante as palestras da Terapia do Amor. Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
A Clarissa conheceu o Murilo em 2011, quando uma amizade na internet se transformou em uma história de amor. Juntos, eles enfrentaram 6 anos de distância, enquanto ele realizava o sonho de estudar fora do país. Em 2019 ficaram noivos e, pouco depois, descobriram a gravidez de Gustavo em meio a despedidas, pandemia e muitos desafios. Anos mais tarde, enquanto sonhava com um segundo filho, Clarissa percebeu nódulos na mama e iniciou uma busca por respostas. No mesmo período, descobriu uma nova gravidez, mas viveu a dor devastadora de perder a filha e, poucos dias depois, recebeu o diagnóstico de um linfoma agressivo. Vieram meses de quimioterapia, internações e uma batalha que parecia não ter fim, mas sempre com o Murilo ao seu lado. Eles resistiram e hoje, mesmo carregando marcas dessa caminhada, seguem reconstruindo a vida, planejando o futuro, sonhando com novos filhos e celebrando cada conquista. Depois de quase perder tudo, aprenderam que recomeçar também é uma forma de vencer e que a esperança pode florescer até nos capítulos mais difíceis da vida.
AFFONSO SOLANO é escritor de fantasia e TIAGO REX um super-herói da vida real. Eles são os âncoras do programa de cultura pop do Inteligência Ltda., e vão comentar, junto do Vilela, do GUSTAVO CUNHA, do PABLO PEIXOTO, RONY VERNET, do MICHEL AROUCA e do MIGUEL LOKIA, as notícias recentes do cinema e da cultura pop. O Vilela é o tipo de nerd que colecionou álbum de figurinhas dos gladiadores.
SARGENTO BATATA e SARGENTO NANTES são policiais militares. Eles vão bater um papo sobre as facções criminosas e se elas realmente são organizações terroristas. Já o Vilela não acredita em organização.
ARIEL LAZARI é arqueólogo, GUTO AZEVEDO é apresentador e PE. JOSÉ EDUARDO é sacerdote. Eles vão bater um papo sobre a celebração de Corpus Christi e os mistérios do corpo de Jesus. O Vilela foi um dos primeiros a visitar a tumba vazia.
Young, Wild & Freelance | Le podcast pour ta vie d'indépendant
Vous avez une newsletter, mais vous sentez qu'elle pourrait vraiment faire décoller votre activité freelance ? Dans cet épisode, Thomas partage sans filtre sa méthode concrète pour segmenter sa base mail, personnaliser ses envois et créer un vrai lien avec ses lecteurs. Un déclic essentiel pour ne plus dépendre des réseaux sociaux et bâtir un marketing authentique, aligné avec vos valeurs.La conversation plonge au cœur des coulisses de l'écosystème freelance : Thomas détaille ses propres processus, ses outils, ses prises de tête et ses apprentissages sur la segmentation. L'objectif ? Que vous repartiez avec une vision claire et actionnable pour structurer votre newsletter, toucher votre audience là où elle en a vraiment besoin, et avancer vers plus d'impact sans y laisser votre énergie.
FERNANDA COMORA é jornalista e RICARDO MARCÍLIO é especialista em geopolítica. Eles são os âncoras do Notícia I-LTDA, o programa de notícias do Inteligência Ltda. Eles vão comentar, junto do Vilela, as notícias recentes do Brasil e do mundo com os convidados CARLOS BEZERRA JR., THIAGO LIMA, MADELEINE LACSKO RAUL SENA, JOEL PAVIOTTI, LUANA ARAÚJO, MARIA CAROLINA GONTIJO, EDISON BOAVENTURA e REGIS TADEU. O Vilela fez o primeiro logotipo do Jornal Nacional.
ARTHUR DO VAL é político, DEL. HUGGO LEONARDO é delegado de polícia e CEL. BUSNELLO é coronel da PM. Eles vão bater um papo sobre a classificação do PCC e do CV como organizações terroristas. Já o Vilela ficou mais preocupado com a classificação do Corinthians na Libertadores.
No programa da Escola do Amor Responde de hoje, os professores responderam à pergunta de uma aluna do estado de Minas Gerais. Na oportunidade, ela disse que está casada há 10 anos e que nunca foi fácil. Eles têm duas filhas e, há um ano, acabaram se separando, mas reataram o relacionamento.Segundo ela, o maior problema entre eles é a desconfiança que ele tem em relação a ela. Ela não pode ter amizades nem se arrumar, que já é motivo de brigas. Ele liga e manda mensagem o tempo todo e, se ela não responder prontamente, já é um problema. A aluna já pediu orientação a Deus, mas não está aguentando mais essa situação e perguntou o que fazer.Terapia do AmorAdemais, acompanhe neste programa o que diversas pessoas disseram sobre o que aprenderam durante as palestras da Terapia do Amor. Inclusive, participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
O mundo está pegando fogo e a banca mais afiada da internet veio passar o Brasil e o planeta a limpo! Recebemos Danuzio Neto, o maior especialista em inteligência OSINT e geopolítica do país, e Diogo Forjaz, analista político e jornalista, para o clássico Resumão do Mês. Eles abriram a caixa preta dos conflitos globais e do cenário nacional. Assista à íntegra e entenda o caos agora!
Os membros da AGU (Advocacia-Geral da União) ganharam um extra no auxílio-saúde: o valor subiu para cerca de R$ 7 mil mensais e a cobertura foi ampliada para incluir despesas de sogros, genros, noras e cunhados. As mudanças ocorreram após o STF limitar os chamados "penduricalhos"."Eles ampliaram não só o valor, mas também a cobertura. Passaram a incluir sogra, cunhado, nora e genro, que nem precisam estar no imposto de renda como dependentes", afirmou a repórter Amanda Rossi, no novo episódio do podcast do UOL Prime.O auxílio-saúde também passou a permitir gastos com academia, personal trainer, pilates, yoga e fertilização in vitro. Após reportagem do UOL, parte das regras foi revista.Amanda explica ao apresentador José Roberto de Toledo que o auxílio-saúde está inserido no âmbito de um bônus pago aos membros da AGU, desde 2016. É um penduricalho exclusivo da categoria. O bônus complementa o salário até o teto, hoje em R$ 46 mil. Além do teto, são feitos outros pagamentos, como o auxílio-saúde.
No Frango Fino dessa semana, Doug Bezerra, Doug Lira e Rafa Louzada debatem James Gunn no DCU e o fim de The Boys com seus derivados. Eles ainda analisam os games mais aguardados do semestre, liderados por GTA 6.ROTINA SEM ATRITO: CLIQUE AQUI E USE O CUPOM FRANGOFINOArte do episódio por Rafa Louzada.Apoie o Frango!! NOVO PIX: pixdofrangofino@gmail.com Apoia.se: https://apoia.se/frangofinoOrelo: https://orelo.cc/frangofinoPatreon: https://patreon.com/frangofino Comentado durante o programa:Doug Lira no podcast Sala 1604INSCREVA-SE NO CANAL DO FRANGO NO YOUTUBEReddit do Frango FinoLoja do FrangoNão perca mais nossas lives! Siga o Bezerra em twitch.tv/dougbezerraTIKTOK DO FRANGO!Instagram dos Frangos:Doug Bezerra (@dougbezerra), Doug Lira (@liradoug) e Rafa Louzada (@rafaelouzada)Para falar com a gente:E-mail:frangofinopodcast@gmail.comInstagram:@frangofinopodcastWhatsapp: 11 94547-3377