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A tecnologia deixou de ser apenas um apoio no esporte de alto rendimento e passou a ser parte essencial da preparação dos atletas. Sensores, câmeras, softwares, análise de dados e até inteligência artificial ajudam a corrigir movimentos, prevenir lesões e melhorar a performance. No novo episódio do Podcast Canaltech, Fernanda Santos conversa com Franklin Camargo, especialista em biomecânica, e Paula Avakian, coordenadora de tecnologia esportiva do Comitê Olímpico do Brasil, sobre os bastidores da inovação nos esportes, incluindo as modalidades de inverno. Eles explicam como funcionam as análises biomecânicas, o uso de dados em tempo real, o papel da inteligência artificial nas decisões técnicas e os desafios para tornar essas tecnologias mais acessíveis. A conversa também mostra como o Brasil usa ciência e inovação para competir em alto nível, mesmo em esportes pouco tradicionais no país. Você também vai conferir: milhões acordaram sem acesso aos principais apps, plataforma de delivery expõe dados de milhões de usuários e Google Docs ganha resumo em áudio com IA. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernada Santos e contou com reportagens de João Melo e Lilian Sibila, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick TeixeiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: 2 CORÍNTIOS 12:6-10 PLANO DE LEITURA ANUAL: LEVÍTICO 21–22; MATEUS 28 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Quando criança, eu via os adultos como sábios e incapazes de fracassar. Eles sempre sabem o que fazem, pensava. Um dia também saberei tudo sempre. Bem, “um dia” chegou há muitos anos, e tudo o que aprendi é que nem sempre sei o que fazer. Seja uma doença na família, problemas no trabalho ou con flito num relacionamento, minhas ilusões de controle e força pessoal foram destruídas. Resta-me uma opção, fechar os olhos e sussurrar: “Senhor, ajuda-me. Não sei o que fazer”. Paulo entendeu esse sentimento de impotência. O “espinho” em sua vida, que pode ter sido uma doença, causou-lhe frustra ção e dor. Mas foi por meio desse espinho que Paulo vivenciou o amor, as promessas e as bênçãos de Deus, suficientes para ele suportar e superar dificuldades (2 CORÍNTIOS 12:9). Ele aprendeu que a fraqueza pessoal e o desamparo não significam derrota. Ao entregá-las a Deus com confiança, elas viraram ferramentas para o Senhor agir nas circunstâncias (vv.9-10). Ser adulto não significa sermos oniscientes. Sim, tornamo-nos mais sábios com a idade, mas nossas fraquezas revelam o quão frágeis somos. Nosso verdadeiro poder está em Cristo: “quando sou fraco, então é que sou forte” (v.10). “Crescer” de verdade sig nifica conhecer, confiar e obedecer ao poder que vem de Deus ao perceber que precisamos da Sua ajuda. Por: KAREN HUANG
Naquele tempo, 14 Os discípulos tinham se esquecido de levar pães. Tinham consigo na barca apenas um pão. 15 Então Jesus os advertiu: "Prestai atenção e tomai cuidado com o fermento dos fariseus e com o fermento de Herodes". 16 Os discípulos diziam entre si: "É porque não temos pão". 17 Mas Jesus percebeu e perguntou-lhes: "Por que discutis sobre a falta de pão? Ainda não entendeis e nem compreendeis? Vós tendes o coração endurecido? 18 Tendo olhos, vós não vedes, e tendo ouvidos, não ouvis? Não vos lembrais 19 de quando reparti cinco pães para cinco mil pessoas? Quantos cestos vós recolhestes cheios de pedaços?" Eles responderam: "Doze". 20 Jesus perguntou: E quando reparti sete pães com quatro mil pessoas, quantos cestos vós recolhestes cheios de pedaços? Eles responderam: "Sete". 21 Jesus disse: "E vós ainda não compreendeis?"
Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#323 – Embraer: inovação na tecnologia para indústrias reguladas”. Nele, Vitor Garcia, CIO, e César Ortolani Marcondes de Castro, Head of Digital Services & Solutions, ambos da Embraer, revelam como transformaram um modelo de negócio transacional em uma plataforma digital que atende mais de 200 companhias aéreas com hiperpersonalização em escala. Eles compartilham como dados de operações se tornaram a chave para antecipar necessidades específicas de cada cliente sem explodir custos. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos importantes: Transição de modelo transacional para plataforma digital; Hiperpersonalização em escala operacional; Redução de 30% nas interrupções operacionais; Gestão preditiva de manutenção; Otimização de performance e combustível; Análise de dados em grande volume. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do podcast, os hosts discutem os avanços na tecnologia de sensoriamento remoto, com foco especial no Deep Resolution 3.0 do Sentinel 2. Eles exploram as implicações da super resolução, a importância da espectroscopia e as considerações éticas em torno do uso da IA e do aprendizado de máquina na interpretação de dados. A conversa enfatiza a necessidade de uma análise crítica dos dados de sensoriamento remoto e os possíveis desafios em sua aplicação.Vale a pena conferir o episódio!Um grande abraço!
En este episodio, Juan Manuel Torreblanca conversa con Sixto Paz Wells sobre 52 años de contacto y los métodos para sostener una experiencia verificable: vencer el temor, fortalecer la voluntad y entrenar la mente mediante respiración, relajación, concentración y meditación para estimular la glándula pineal y afinar la telepatía. Se revisan casos de encuentros con prensa, la experiencia del cendra como portal dimensional y un avistamiento en Aguascalientes descrito como esferas metálicas tipo mercurio. El diálogo conecta el contactismo con la liberación de información y el encubrimiento institucional, tocando filtraciones, audiencias públicas y la tensión entre ciencia, presupuesto y narrativa, además de referencias a hallazgos arqueológicos como Göbekli Tepe y a ciclos cósmicos vinculados a cambios planetarios. Finalmente, Sixto enmarca los fenómenos paranormales como facultades humanas entrenables (clarividencia, psicometría, precognición, sueños lúcidos) y reflexiona sobre ética, coherencia personal y el riesgo de la desinformación en redes.Juan Manuel Torreblanca sits down with Sixto Paz Wells to explore 52 years of claimed contact and the practical framework behind it: consistent self-control practices, structured meditation, and intentional coordination rather than random skywatching. They revisit press-attended encounters, the cendra described as a dimensional portal, and an Aguascalientes case featuring shifting metallic spheres that behaved like liquid mercury. The conversation expands into 2026-era disclosure dynamics, discussing information release, institutional reluctance, and the social impact of leaks, media coverage, and public hearings around UAP/UFO narratives. Sixto also outlines a model of psi development in a seven-dimensional material universe, emphasizing telepathy, clairvoyance, psychometry, precognition, and lucid dreams as skills that can be cultivated, while warning about misinformation, cult-like distortions, and the importance of personal coherence and ethics.Nesta conversa, Juan Manuel Torreblanca entrevista Sixto Paz Wells sobre 52 anos de contato e o método por trás de experiências consideradas verificáveis: superar o medo, fortalecer a vontade e manter práticas de respiração, relaxamento, concentração e meditação para estimular a glândula pineal e ampliar a telepatia. Eles revisitam encontros com presença de imprensa, a cendra descrita como um portal dimensional e um caso em Aguascalientes no qual objetos se comportaram como esferas metálicas de mercúrio que se juntavam e se separavam. O tema se expande para a liberação de informação e disputas de narrativa sobre OVNIs/UAP, incluindo vazamentos, cobertura midiática e resistência institucional. Sixto ainda apresenta um panorama de desenvolvimento psíquico com clarividência, psicometria, precognição e sonhos lúcidos, reforçando a importância de ética, coerência pessoal e discernimento diante de desinformação e distorções em grupos e redes.CHAPTERS / TIMESTAMPS00:10 Aviso de contenido sensible00:29 Presentación de Sixto Paz y el tema del contacto01:20 52 años de contacto y encuentros con prensa03:31 Avistamiento en Aguascalientes: esferas metálicas tipo mercurio05:58 Cómo prepararse para el contacto: vencer el miedo y disciplina de meditación08:11 Liberación de información, “quinta columna” y contexto social09:12 Reinserción y filtraciones: información oficial, medios y encubrimiento19:51 NASA, material clasificado y la controversia del alunizaje20:49 Extracto 2009: desinformación, miedo y verificación personal27:01 Intervención “adecuada a la época” y el contacto como experiencia colectiva29:41 Fenómenos paranormales: facultades psíquicas, glándulas y entrenamiento33:41 ¿Existen “fantasmas” y seres de luz en otros mundos?35:34 Dinámica de palabras: ovni, humanidad, esperanza, Epstein, Jesús36:31 Redes y proyectos de Sixto Paz; “martes ufológicos”40:14 Caso Asturias y disolución de Rama como organización43:48 Coherencia personal, familia y ética del mensaje46:12 Próxima visita a España y salida en Almería46:19 Cierre del episodio Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
NATY e ISA são Youtubers, e ÁLVARO MACHADO DIAS é neurocientista. Eles vão bater um papo sobre o caso Epstein e a quantidade enorme de famosos supostamente envolvidos. O nome do Vilela não está na lista.
Acompanhe a saga de Lloyd: a primeira IA com soberania financeira!
Naqueles dias, havia de novo uma grande multidão e não tinha o que comer. Jesus chamou os discípulos e disse: 2 "Tenho compaixão dessa multidão, porque já faz três dias que está comigo e não têm nada para comer. 3 Se eu os mandar para casa sem comer, vão desmaiar pelo caminho, porque muitos deles vieram de longe". 4 Os discípulos disseram: "Como poderia alguém saciá-los de pão aqui no deserto?" 5 Jesus perguntou-lhes: "Quantos pães tendes?" Eles responderam: "Sete". 6 Jesus mandou que a multidão se sentasse no chão. Depois, pegou os sete pães, e deu graças, partiu-os e ia dando aos seus discípulos, para que os distribuíssem. E eles os distribuíam ao povo. 7 Tinham também alguns peixinhos. Depois de pronunciar a bênção sobre eles, mandou que os distribuíssem também. 8 Comeram e ficaram satisfeitos, e recolheram sete cestos com os pedaços que sobraram. 9 Eram quatro mil, mais ou menos. E Jesus os despediu. 10 Subindo logo na barca com seus discípulos, Jesus foi para a região de Dalmanuta.
Homilia Padre Antônio Gonzalez, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 8,1-10Naqueles dias, havia de novo uma grande multidãoe não tinha o que comer.Jesus chamou os discípulos e disse:"Tenho compaixão dessa multidão,porque já faz três dias que está comigoe não têm nada para comer.Se eu os mandar para casa sem comer,vão desmaiar pelo caminho,porque muitos deles vieram de longe".Os discípulos disseram:"Como poderia alguém saciá-los de pão aqui no deserto?"Jesus perguntou-lhes: "Quantos pães tendes?"Eles responderam: "Sete".Jesus mandou que a multidão se sentasse no chão.Depois, pegou os sete pães, e deu graças,partiu-os e ia dando aos seus discípulos,para que os distribuíssem.E eles os distribuíam ao povo.Tinham também alguns peixinhos.Depois de pronunciar a bênção sobre eles,mandou que os distribuíssem também.Comeram e ficaram satisfeitos,e recolheram sete cestos com os pedaços que sobraram.Eram quatro mil, mais ou menos.E Jesus os despediu.Subindo logo na barca com seus discípulos,Jesus foi para a região de Dalmanuta.Palavra da Salvação.
O Davi contou a sua história aqui no Quem Ama Não Esquece e hoje a Evelyn vem falar o seu lado! Ela o conheceu aos 15 anos, eles se casaram e enfrentaram a perda de um bebê na gravidez. Eles tiveram bons momentos e dois filhos, Victor Hugo e Guilherme, mas o casamento perfeito era só por fora. No mesmo quintal, a Evelyn sofreu com a privacidade e momentos invasivos com o Pai dele. E desde que o filho mais velho tinha 4 meses, ela já sabia que ele tinha casos fora do casamento, mas nunca contou por medo. Cansada de viver com ansiedade, traições, humilhações, ela se divorciou e hoje busca a verdadeira Evelyn, focando na criação dos filhos e em apagar esse exemplo que eles tiveram dentro de casa.
GIGA e BITELO são fisiculturistas. Eles vão bater um papo sobre como ficar grande e forte. O Vilela tenta ficar grande faz tempo, mas ele faz isso comendo pizza.
A Família Misquita entregou entretenimento no Ilhados com a Sogra 3 da Netflix Brasil. Os conflitos entre a família foram poucos perto das tretas com o elenco do reality. A família é formada por Leonardo Misquita, que é coordenador de vendas, Juliano, que é confeiteiro, e a mãe de Leo, Evangelina, que é cuidadora. Para Evangelina, a chegada do genro e a mudança do casal para a própria casa dificultou sua convivência na rotina do filho. Tudo isso e muito mais nesta conversa com o Eles que Lutem, conduzida por Gabs. #ilhadoscomasogra #ilhadoscomasogra3 #netflixbrasil
RICARDO MARCÍLIO é professor de Geografia e FERNANDA COMORA é jornalista. Eles são os âncoras do Notícia I-LTDA, o programa de notícias do Inteligência Ltda. Eles vão comentar as notícias recentes do Brasil e do mundo com os convidados DR. CARLOS BEZERRA JR., RICARDO SALADA, DR. SÉRGIO FRANCISCO, CARLA ALBUQUERQUE, CHARLES MENDLOWICZ, RUBINHO NUNES, EMÍDIO SOUZA e THIAGO LIMA. O prêmio favorito do Vilela é o Troféu Imprensa.
No episódio de hoje, recebemos Daniel Antunes e AndréFroedo, que uniram experiência em posicionamento + saúde e já somam múltiplos 7 dígitos faturados no digital. Eles vieram até Balneário pra contar como transformaramconhecimento em um negócio que só cresce e por que o mercado está mudando rápido: as pessoas não querem mais produto genérico. Elas querem algo personalizado (e pagam mais por isso).Neste papo, eles abrem os bastidores da operação, falamsobre sociedade no digital e mostram como tomam decisões pra validar, escalar e manter performance no longo prazo.O que você vai aprender:● Como usar uma narrativa convincente para vender seus produtos● As estratégias que mais funcionam no mercado de emagrecimento hoje● Como validar e escalar ofertas com previsibilidade e consistência● Por que personalização virou um diferencial competitivo no mercado Dê o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insightque você tirou do episódio.Aprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
Tema: Não Esconda a Sua LuzVersículo:“Por acaso alguém acende uma lamparina para colocá-la debaixo de um cesto ou de uma cama? Claro que não. Para iluminar bem, ela deve ser colocada no lugar próprio.”Marcos 4:21Reflexão:O que você tem feito com o talento que Deus lhe deu?Você tem iluminado ou escondido a sua luz?Texto:Jesus nos ensina que a luz não foi feita para ser escondida. Quando uma lamparina é acesa, ela tem um propósito: iluminar. Da mesma forma, os dons, talentos e habilidades que Deus colocou em você não são por acaso. Eles não foram entregues para ficarem guardados por medo, insegurança ou vergonha.Cada pessoa recebeu algo único. Não existe talento maior ou menor; existem talentos exercidos e talentos escondidos. Quando você decide esconder o que Deus te deu, não apenas impede que outros sejam abençoados, mas também deixa de viver plenamente o propósito que dá sentido à sua própria vida.Grandes obras começam com pequenos passos. Não espere o momento perfeito. Não espere a aprovação de todos. Apenas comece. Coloque a sua luz no lugar certo e permita que ela ilumine o ambiente ao seu redor.O mundo precisa do que Deus colocou dentro de você. Há pessoas que só serão alcançadas através da sua vida, da sua história e do seu talento. Portanto, não se esconda. Seja a diferença. Seja instrumento de Deus onde você estiver.Pensamento do dia:O que você pode fazer hoje para iluminar a vida de alguém?Oração:Pai, em nome de Jesus, Te agradecemos pelos talentos que o Senhor nos deu. Ajuda-nos a não esconder aquilo que o Senhor colocou dentro de nós. Tira todo medo, toda vergonha e toda insegurança. Que o Espírito Santo nos conduza para exercer nossos dons com humildade e propósito, não para engrandecimento próprio, mas para abençoar vidas e glorificar o Teu nome. Em nome de Jesus, nós oramos. Amém.Por Ubiratan Paggio#SejaLuz #Propósito #Talentos #Marcos421 #Devocional@ubiratanpaggio @ubiratan.paggio
Neste vídeo, trago uma reflexão psicológica sobre o filme 27 NOITES, conectando a história com temas como relacionamentos, autoestima,emoções, escolhas, padrões afetivos e saúde mental.Mais do que analisar o filme, a proposta aqui é provocarreflexão:
Neste vídeo, trago uma reflexão psicológica sobre o filme 27 NOITES, conectando a história com temas como relacionamentos, autoestima,emoções, escolhas, padrões afetivos e saúde mental.Mais do que analisar o filme, a proposta aqui é provocarreflexão:
SARDINHAS AO ESCABECHECulinária Falada Com Naluzica®O sabor que a gente ouve! Ingredientes2 dentes de alho bem picados nafaca ou socados70 ml de vinho branco seco de boaqualidade1 colher (sopa) de flor de salPimenta do Reino e noz-moscadaralada na hora1 kg de sardinhas frescas limpase bem lavadas, de preferência sem cabeça, cauda e vísceras, será feita aberta.3 tomates italianos grandess/pele e sementes picados (220 g)1 cebola grande bem picada nafaca (170 g)1/3 xícara (chá) de azeitonasverdes picadas (50 g)4 galhinhos de orégano ou tomilhofresco “debulhado”2 colheres (sopa) cheias de salsae/ou cebolinhas frescas picadas4 dentes grandes de alho bempicados na faca1 colher (chá) de pimenta dedo deMoça s/sementes bem picadas2 folhas de louro frescas oudesidratadas200 ml de vinagre branco de maçãsou outro1 taça de vinho branco seco200 ml de azeite de ou óleo demilho250 ml de Coca-Cola tradicionalem temperatura ambiente (opcional) Modo de Preparo Limpe as sardinhas retirando-lhesa cabeça, as escamas e as vísceras. Se você quiser também pode tirar asespinhas com a ajuda de uma pinça de cozinha. Lave muito bem as sardinhas comágua corrente quando terminar de limpar.Ou peça para limparem em suapeixaria de preferência! Eles fazem isso.Pique os legumes do escabeche desardinha. As cebolas, os tomates, os pimentões (opcional) e os alhos. Misture num bowl junto com asalsinha. Outra opção é cortar os legumes em rodelas para dispor em camadas napanela.Retire as sementes dos tomates edos pimentões antes de picar.Numa panela comum ou de barrocoloque um fio generoso de azeite e monte as camadas do escabeche: primeirocoloque uma camada dos legumes picados e tempere com um pouco de sal e pimenta,depois coloque uma camada de sardinhas abertas ao meio, e regue com um pouco deazeite.Dica: Modere a quantidade de salentre cada camada, para que esta receita de sardinha escabeche não fiquesalgada.Tempere as sardinhas com sal,pimenta e colorau. Cubra com uma camada de legumes e volte a temperar com sal epimenta. Faça desse jeito até terminar os ingredientes, sendo que a últimacamada deve ser de legumes. Adicione o vinho branco e por último a Coca-Cola(opcional) leve ao fogo médio com tampa por 20 minutos ou até a sardinha ficarmacia e o caldo ficar apurado. Me encontre como
Em março de 2025, pais de crianças com síndrome de Down ajuizaram uma ação no Supremo Tribunal Federal contra duas leis do estado do Paraná.Eles diziam que as leis estaduais criavam um ambiente segregado na educação das pessoas com deficiência, que isso batia de frente com o que está escrito na Constituição. E que iam na contramão do que estava sendo feito no restante do mundo em termos de educação de pessoas com deficiência.No alvo da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) movida pela Federação Nacional das Associações de Síndrome de Down estava uma das entidades mais conhecidas e respeitadas quando se fala em pessoas com deficiência. A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae).A associação foi beneficiada pelas leis do Paraná, que davam a ela e a instituições semelhantes o mesmo status de escola, e facilitava a transferência de recursos federais. No embate entre segregação e inclusão gerado pela ADI 7796, as Apaes se posicionaram pela segregação. Elas inclusive atuaram em prol de um decreto do governo Bolsonaro que possibilitaria replicar, no restante do país, o modelo do Paraná.O episódio 153 de Escafandro mergulha fundo nesse embate jurídico e tenta entender que interesses estão por trás das leis paranaenses que vão contra o consenso mundial quando se fala em educação de pessoas com deficiência.Mergulhe mais fundoA nova velha Política Nacional de Educação Especial de 2020: distorcer para retrocederEpisódios relacionados#68: Lindinês e a década das cotas#94: O professor, a fanfarra e o pé de mangaEntrevistados do episódioMeire CavalcanteJornalista, pedagoga, mestra e doutora em Educação Inclusiva pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).Caio SilvaAdvogado, professor, membro do comitê jurídico da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD) e coordenador da diretoria da pessoa com deficiência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Rio de Janeiro.Liana Lopes BassiDoutora em Serviço Social e Políticas Sociais pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Presidente da Federação Paranaense das Associações de Síndrome de Down (FEPASD).Jarbas Feldner de BarrosProfessor e presidente da Federação Nacional das Apaes (Fenapaes).Flávio ArnsSenador da República. Ex-secretário de educação do estado do Paraná.Cléo BohnPresidente da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD).Ficha técnicaProdução, reportagem e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
O Davi conheceu a Evelyn na igreja e eles viveram um amor intenso marcado pela fé e os desafios da vida juntos. Eles chegaram a terminar durante o noivado por causa de ciúmes, mas voltaram mais fortes, certos de que Deus os havia unido. Eles se casaram e enfrentaram juntos a perda de um bebê, mas depois veio a benção com dois filhos, Victor Hugo e Guilherme. Anos depois, o Davi fez escolhas erradas e caiu na tentação e traiu a Evelyn. Mesmo após várias tentativas de recomeço, o casamento não se sustentou e terminou em divórcio. Hoje, ele reconhece seus erros, mantém o vínculo apenas pelos filhos e entende que amar também é desejar a felicidade do outro, mesmo à distância.
SARGENTO CASTRO e SARGENTO NANTES são policiais militares. Eles vão bater um papo sobre o PCC e o seu envolvimento em diversas áreas da sociedade. O Vilela disse que não tem mestrado, por isso nunca fez PCC.
A Polícia Federal realiza, hoje, uma operação de combate a crimes contra a dignidade sexual no ambiente digital e disseminação de vídeos de abuso. Até a última apuração, sete brasileiros foram presos por suspeita de integrar uma rede internacional Eles são acusados de difusão e trocas de vídeos de abusos sexuais cometidos contra mulheres em estado de sedação.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
Eles temiam por esse momento, mas ele chegou! Neste vídeo, Babi Bitencourt e Vini Moura competem com Teteu Severo e Kelly Kavinski num desafio para saber qual dos dois casais se conhece mais. Prepare-se para respostas polêmicas e uma disputa cheia de bom humor até o último segundo. Dá o play e confere que tá demais!
As canetas emagrecedoras causam queda de cabelo?A resposta não é simplista.Os agonistas de GLP-1 e GLP-1/GIP não “atacam” diretamente o folículo. Eles reduzem apetite e podem induzir perda rápida de peso. O que pode ocorrer, se não houver estratégia nutricional adequada, é a instalação de um ambiente metabólico menos anabólico.O folículo piloso é um dos tecidos mais metabolicamente ativos do corpo humano. Ele depende de sinalização via IGF-1 e da via mTOR para manter proliferação da matriz e espessura do fio. Redução de ingestão proteica, perda de massa magra e balanço nitrogenado negativo podem diminuir essa sinalização e favorecer encurtamento da fase anágena e afinamento progressivo — especialmente em quem já apresenta alopecia androgenética.Isso não é novo.Estudos das décadas de 60 e 70 já demonstravam que restrição proteico-calórica alterava rapidamente a morfologia do bulbo capilar, reduzindo seu diâmetro e sua atividade proliferativa — muitas vezes antes de alterações laboratoriais clássicas.O passado não é ultrapassado.É bússola.Se você está utilizando agonistas de GLP-1, conduza o emagrecimento com estratégia metabólica.Se você trata alopecia androgenética, entenda que o terreno anabólico influencia diretamente o resultado terapêutico.O folículo responde à biologia.Agende sua avaliação no link da descrição.SEU TRATAMENTO É O SEU MELHOR PARCEIRO PARA O SUCESSO CAPILAR.
Diretamente da 32ª edição da Matercon, o [varejocast] convida reuniu três nomes que estão levando o uso da inteligência artificial no varejo a outro nível.Fred Alecrim bate um papo com Fábio Rosa Nunes, da Santri Sistemas, Nathan Bampi, da Hidronorth e Vitor Souza, da BahiaTech sobre como a IA vem transformando processos logísticos, vendas, marketing e gestão, e o que ainda está por vir.Eles mostram na prática como dados, automação e inteligência preditiva estão ajudando o setor a vender mais, errar menos e entender melhor o cliente.E claro, com o bom humor e o som de fundo da piscina da Matercon.Um episódio que mostra que o futuro já começou e que quem não começar agora vai ficar para trás.----varejocast #varejo #inteligenciaartificial #matercon #inovacao #tecnologia #varejodaconstrucao #ia #varejistas #fredalecrim #caiocamargo----
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Naquele tempo, 1 os fariseus e alguns mestres da Lei vieram de Jerusalém e se reuniram em torno de Jesus. 2 Eles viam que alguns dos seus discípulos comiam o pão com as mãos impuras, isto é, sem as terem lavado. 3 Com efeito, os fariseus e todos os judeus só comem depois de lavar bem as mãos, seguindo a tradição recebida dos antigos. 4 Ao voltar da praça, eles não comem sem tomar banho. E seguem muitos outros costumes que receberam por tradição: a maneira certa de lavar copos, jarras e vasilhas de cobre. 5 Os fariseus e os mestres da Lei perguntaram então a Jesus: "Por que os teus discípulos não seguem a tradição dos antigos, mas comem o pão sem lavar as mãos?" 6 Jesus respondeu: "Bem profetizou Isaías a vosso respeito, hipócritas, como está escrito: 'Este povo me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim. 7 De nada adianta o culto que me prestam, pois as doutrinas que ensinam são preceitos humanos'. 8 Vós abandonais o mandamento de Deus para seguir a tradição dos homens". 9 E dizia-lhes: "Vós sabeis muito bem como anular o mandamento de Deus, a fim de guardar as vossas tradições. 10 Com efeito, Moisés ordenou: 'Honra teu pai e tua mãe'. E ainda: 'Quem amaldiçoa o pai ou a mãe, deve morrer'. 11 Mas vós ensinais que é lícito alguém dizer a seu pai e à sua mãe: 'O sustento que vós poderíeis receber de mim é Corban, isto é, Consagrado a Deus'. 12 E essa pessoa fica dispensada de ajudar seu pai ou sua mãe. 13 Assim vós esvaziais a Palavra de Deus com a tradição que vós transmitis. E vós fazeis muitas outras coisas como estas".
O chefe de Estado de Angola e Presidente em exercício da União Africana, João Lourenço, esteve reunido nesta segunda-feira em Luanda com o seu homólogo da RDC, Félix Tshisekedi, com o Presidente do Conselho da República do Togo e mediador da União Africana, juntamente com outros mediadores, para evocar o conflito que continua vigente no leste da RDC, apesar da recente assinatura de acordos para pôr fim às hostilidades. Segundo um comunicado da presidência angolana emitido no final do encontro, Luanda foi mandatada para encetar consultas "com todas as partes congolesas interessadas", para a criação de condições e a realização de um diálogo inter-congolês. Os participantes no encontro lançaram um apelo para que os beligerantes declarem um cessar-fogo, “a entrar em vigor na data e hora a serem acordadas”, incitando-os acelerar a aplicação dos Mecanismos de Verificação do Cessar-fogo, acordados em Doha a 14 de Outubro de 2025. Neste comunicado, Luanda refere que os participantes recordam a necessidade de se cumprirem “as decisões tomadas ao abrigo do Acordo de Washington de 4 de Dezembro de 2025" e "as Resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre a retirada das tropas ruandesas do território congolês e a neutralização das FDLR”. Estes apelos surgem numa altura em que se constata que os acordos assinados pelas partes em conflito não estão a ser seguidos de efeitos, dado que o cessar-fogo tem sido tão repetidamente violado no terreno, que os Estados Unidos ameaçaram aplicar sanções contra quem desrespeita o acordo de paz que mediaram no ano passado. Esta reunião em Luanda que marca o regresso de Angola no processo negocial da RDC quase um ano depois de se afastar da mediação em Março de 2025, na ausência de entendimentos, acontece igualmente numa altura em que Luanda está prestes a deixar a presidência em exercício da União Africana. Nos próximos dias 14 e 15 de Fevereiro, decorre a cimeira de Chefes de Estado e de governo da União Africana durante a qual Angola vai passar o testemunho ao Burundi na liderança rotativa do bloco continental. Em entrevista concedida à RFI, Osvaldo Mboco, professor de Relações Internacionais ligado à Universidade Técnica de Angola, considera que a reunião desta segunda-feira traduz o reconhecimento de que Luanda tem um papel a desempenhar relativamente à RDC. RFI: Como se pode interpretar a reunião que decorreu nesta segunda-feira em Luanda? Osvaldo Mboco: Este encontro enquadra-se nos esforços para a pacificação no leste da República Democrática do Congo, por via de uma iniciativa africana e penso que o Presidente Félix Tshisekedi percebeu que a solução para os problemas no seu país não deve ser encontrada em outras geografias, quer a nível do Catar e quer a nível dos Estados Unidos, porque esses dois mecanismos não produziram efeitos factíveis, não reduziram ao máximo aquilo que são as tensões que se registam no Leste da República Democrática do Congo. O acordo de Washington continua a ser violado ciclicamente. O entendimento de Doha não avança e penso que este recuo por parte do presidente Félix Tshisekedi, por um lado, procura uma solução africana e, por outro lado, também é o reconhecimento pelo Presidente Félix Tshisekedi das acções que foram levadas a cabo por Angola, que esteve muito mais próxima da pacificação do Leste da República Democrática do Congo comparativamente ao cenário actual, e o reconhecimento que Angola é uma peça central para aquilo que pode ser a estabilidade no leste da República Democrática do Congo. Se fizermos um recuo histórico, vamos perceber que Angola, em determinado momento e contexto da história política congolesa, esteve sempre no meio deste processo de pacificação no leste da República Democrática do Congo. Primeiro, pela via daquilo que foi o derrube de Mobutu na RDC, depois pelas estratégias de protecção do Presidente Kabila pai e também pelos processos que Angola foi encabeçando a nível da RDC. Então, eu tenho estado a defender que Angola é um mediador nato do conflito da República Democrática do Congo. Agora, é importante também aqui sublinhar o seguinte: este encontro visa essencialmente um diálogo inter-congolês e esse diálogo inter-congolês procura, na sua essência, congregar quer a sociedade civil, quer os grupos de pressão, quer também as religiões, principalmente a Igreja Católica e os grupos insurgentes que gravitam na RDC. Mesmo também as vozes dissonantes e aqui, de vozes dissonantes, podemos citar o Presidente Joseph Kabila, podem ser chamados para este diálogo. Pode funcionar porque a RDC tem um elemento histórico que foi o diálogo inter-congolês em Sun City, na África do Sul, penso que em 2002-2003, onde também houve uma espécie de diálogo inter-congolês. E aqui a grande questão é observar que se o M23 não participa desse diálogo inter-congolês, que é hoje o grupo beligerante com maior capacidade combativa no terreno, esse diálogo pode não produzir os efeitos factíveis. E daí é que olhamos para a nota de imprensa da República de Angola quanto a este encontro. Eles chamam a atenção sobre a necessidade de se acelerar o mecanismo de Doha do ponto de vista do entendimento entre o M23 e a República Democrática do Congo. Primeiro, é uma pressão a Doha que deve dinamizar aquilo que foi o acordo encontrado entre o governo e o M23. Mas também é uma crítica porque percebe-se que Doha, independentemente de ter aquele encontro que foi muito mediatizado, a fotografia que circulou o mundo, mas não produziu o resultado factível do ponto de vista do entendimento entre o M23 e o governo. Claramente que é importante que as questões estruturais fracturantes possam estar por cima da mesa. Podemos ver que o M23 pode ser extinto pela via política, desde que determinados elementos que eles defendem estejam aí salvaguardados. Do ponto de vista do entendimento, eu acho um pouco difícil, porque hoje o M23 não quer simplesmente ter uma pressão ao fazer política, mas quer também controlar território. E o controlo desses territórios, muitas vezes são territórios ricos em termos de minérios. E aqui começa a abordagem de uma questão de cessão de território da RDC. RFI: E, lá está, relativamente, às pretensões do M23. O que se nota nestes últimos meses, depois da conclusão de diversos acordos, tanto no processo de Doha como também em Washington, é que, de facto, as partes envolvidas não estão confortáveis com os acordos que foram alcançados. Tanto o M23 como o Ruanda, sente-se que querem mais. O que é que eles querem? Osvaldo Mboco: Fica muito difícil trazer isto na análise, porque em muitos casos há elementos que não transpiram para fora. Mas o que nós podemos fazer é aqui algumas conjunções em função daquilo que a nossa observação e também de informações que vamos tentando cruzar. E uma delas é o Ruanda ter acesso a determinados minérios da RDC. Há quem já fale também que o Ruanda pretende alargar o seu território, porque reclama que a Conferência de Berlim (em 1884-1885) amputou território do Ruanda e há uma parte do Ruanda que está na RDC. Pode ser que o Ruanda pretenda reconfigurar esta questão para a estabilidade. E, como deve calcular, o Ruanda é um país pequeno que tem estado a crescer do ponto de vista demográfico também. Logo, há essa pretensão. Os grupos erráticos que surgem, normalmente eles procuram usar o sentimento étnico, mas na verdade são senhores de guerra. São senhores do contrabando, do tráfico, que usam a sua posição para o enriquecimento ilícito de uma determinada elite daquele grupo. E tanto é assim que nós conseguimos observar que os grupos erráticos que residem na RDC, muitos deles digladiam-se entre si na procura e no controlo de terras ou de espaços geográficos onde existem de facto minérios para poderem contrabandear esses minérios. RFI: Voltando à visita de Tshisekedi a Luanda, esta visita também se insere numa digressão que efectuou com o objectivo de obter sanções contra os M23. Julga que as sanções são uma alavanca útil neste processo? Osvaldo Mboco: Claramente que sim. Claramente que sim, porque os beligerantes só continuam com as acções de desestabilização e com a força militar que se encontra, o poder militar que têm no teatro das operações, porque eles continuam -primeiro- a contrabandear minérios e há é alguém que compra esses minérios, por um lado. E nesse contrabando de minérios, eu tenho estado a defender que existem figuras do Estado da RDC que facilitam a saída desses minérios. As sanções também podem ser para os países que têm estado a dar guarida aos M23, porque se aquele material bélico sofisticado chega até ao M23 que tem capacidade de desbaratar uma força regular que é o Exército da República Democrática do Congo, dentro de um quadro da conflitualidade, é porque vem de algum sítio. Tem país de trânsito. Qual é o país de trânsito? E é fundamental que todos os envolventes para a instabilidade no leste da República Democrática do Congo, a comunidade internacional, tenha uma posição muito mais clara, muito mais firme e não a ficar simplesmente do ponto de vista daquilo que são as condenações, mas do ponto de vista das sanções, porque se assim não fizer, a comunidade internacional acaba sendo cúmplice. Porque os próprios Estados Unidos entendem que o Ruanda tem estado a violar o cessar-fogo e a apoiar o M23. A presença de tropas ruandesas em solo da RDC é uma violação à soberania do Estado da RDC. Então como é que não se obriga o Ruanda a retirar os militares que lá estão? RFI: Os Estados Unidos anunciaram recentemente que estavam a ponderar a hipótese de sanções. Julga que este é o passo a seguir por Washington? Osvaldo Mboco: Uma coisa é o discurso político, outra coisa é a acção política. E nós vimos que os Estados Unidos, quando têm interesse, eles agem com a tenacidade que é exigida para o contexto. Se os Estados Unidos só ponderam sanções numa altura em que os Estados Unidos têm a força para impor que o Ruanda cumpra os acordos de paz, porque até o Ruanda não cumpriu os acordos de paz assinados em Washington, fragiliza a imagem dos Estados Unidos enquanto 'Estado gendarme' do sistema internacional, porque os Estados Unidos têm uma responsabilidade acrescida como guardião da paz e da estabilidade mundial. Então, quando um acordo é assinado em seu solo, onde há comprometimento, uma das partes, que é um país periférico como a RDC, Ruanda e grande parte dos países africanos que são países periféricos e a superpotência não consegue impor, isto descredibiliza até a capacidade dos EUA em mediar e negociar determinados assuntos. RFI: Não podemos também esquecer-nos que este encontro em Luanda decorre apenas alguns dias antes da cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana. O que é que se pode esperar para a RDC nesta cimeira? Osvaldo Mboco: Eu penso que a questão da paz, estabilidade e segurança no continente africano é um tema que é transversal às várias presidências que vão surgir. Com certeza, a RDC estará em cima da mesa. E podemos aqui perceber que este encontro preliminar, ainda no âmbito da sua Presidência, Angola, talvez percebeu que era fundamental ter dado um passo mais consistente nas vestes de Presidente da União Africana sobre a matéria de paz e estabilidade na República Democrática do Congo. Porque em abono da verdade, a forma como Angola foi tratada aquando da sua saída do processo de mediação foi uma forma que embaraçou a diplomacia angolana. Expôs até certo ponto, o Estado angolano numa posição não confortável. E penso que esses acontecimentos foram determinantes para que Angola entendesse se afastar temporariamente. E também os pronunciamentos do Presidente Kagame que fizeram com que Angola se afastasse temporariamente e reconfigurar-se a sua abordagem. Mas, conforme eu disse inicialmente, Angola é o mediador natural da República Democrática do Congo por vários factores e pelo factor também da aproximação geográfica. Nós partilhamos uma fronteira de 2511 km de extensão. Ou seja, a RDC é extremamente importante para Angola e toda e qualquer alteração securitária e política que decorre na RDC acaba tendo implicações para o Estado angolano devido à fronteira. Logo, Angola tem uma preocupação redobrada daquilo que acontece na República Democrática do Congo. E penso que, observando esses elementos e também a vinda do Presidente Félix Tshisekedi a Luanda no mês passado -foram aproximadamente três vezes- penso que deve ter dado garantias ao Presidente João Lourenço, que estaria disposto em observar e cumprir alguns dos conselhos saídos de Luanda. Porque, o Presidente Félix também é parte da culpa desse clima de deterioração em que se encontra hoje o leste da RDC. Por uma razão muito simples: o M23 no passado já havia aceitado acantonar. Houve um processo de acantonamento em como o M23 havia aceitado, que estava a ser conduzido por Angola, mas que por intransigência do Presidente Félix Tshisekedi, quer pela falta do comprometimento do Presidente Tshisekedi em aceitar que esses indivíduos pudessem ser enquadrados, houvesse processo de acantonamento e, posteriormente, uma abordagem interna para que esses indivíduos pudessem integrar o exército. E não só. Houve por parte do Presidente Tshisekedi uma acção que não foi nesta direcção, porque talvez na altura estava num período eleitoral e não queria, de facto, desagradar a um segmento do eleitorado que é muito anti-M23. E a perda deste processo de acantonamento, que estava acertado nos moldes que estavam convencionados, fez com que o M23 depois conquistasse e alargasse o seu controlo a outras cidades.
Homilia Padre Kennedy da Silva, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 7,1-13Naquele tempo,os fariseus e alguns mestres da Leivieram de Jerusalém e se reuniram em torno de Jesus.Eles viam que alguns dos seus discípuloscomiam o pão com as mãos impuras,isto é, sem as terem lavado.Com efeito, os fariseus e todos os judeussó comem depois de lavar bem as mãos,seguindo a tradição recebida dos antigos.Ao voltar da praça,eles não comem sem tomar banho.E seguem muitos outros costumes que receberam por tradição:a maneira certa de lavar copos, jarras e vasilhas de cobre.Os fariseus e os mestres da Leiperguntaram então a Jesus:"Por que os teus discípulosnão seguem a tradição dos antigos,mas comem o pão sem lavar as mãos?"Jesus respondeu:"Bem profetizou Isaías a vosso respeito, hipócritas,como está escrito:'Este povo me honra com os lábios,mas seu coração está longe de mim.De nada adianta o culto que me prestam,pois as doutrinas que ensinam são preceitos humanos'.Vós abandonais o mandamento de Deuspara seguir a tradição dos homens".E dizia-lhes:"Vós sabeis muito bem como anular o mandamento de Deus,a fim de guardar as vossas tradições.Com efeito, Moisés ordenou:'Honra teu pai e tua mãe'.E ainda: 'Quem amaldiçoa o pai ou a mãe, deve morrer'.Mas vós ensinais que é lícitoalguém dizer a seu pai e à sua mãe:'O sustento que vós poderíeis receber de mimé Corban, isto é, Consagrado a Deus'.E essa pessoa fica dispensadade ajudar seu pai ou sua mãe.Assim vós esvaziais a Palavra de Deuscom a tradição que vós transmitis.E vós fazeis muitas outras coisas como estas".Palavra da Salvação.
Na Golegã, a última semana deixou marcas visíveis e outras, menos óbvias, mas igualmente pesadas: estradas cortadas, serviços condicionados, equipamentos municipais danificados e o dia-a-dia mudou. Ao mesmo tempo, o concelho viu adiada a votação da segunda volta das eleições presidenciais, para dia 15 de Fevereiro. Rui Xavier, membro da Assembleia Municipal da Golegã, vive na região há cerca de um ano e meio. Não é natural do concelho, mas fala já com a atenção de quem aprendeu a ler o terreno, os ritmos do rio e os sinais que circulam entre vizinhos. “Aqui é um sítio que tradicionalmente teve e tem muitas cheias”, começa por explicar. E, no entanto, sublinha que desta vez houve um elemento novo: “Em relação à tempestade de vento, chuva, as pessoas mais velhas dizem que não têm memória de uma tempestade deste género.” Apesar do impacto, Rui Xavier faz questão de relativizar a gravidade local face ao resto do país. “Aqui, embora tenha sido razoável em algumas empresas e com a destruição de parte de árvores, ainda assim não tem comparação com o que aconteceu, por exemplo, no epicentro, ali em Leiria e noutras zonas do país.” O prejuízo mais evidente, diz, está na sede do concelho. E aponta casos concretos: “As piscinas municipais têm uma área muito grande envidraçada. Uma parede toda em vidro foi completamente destruída.” O problema, explica, vai além do custo. “Vamos ver o tempo que agora vai demorar a recuperar-se aquele equipamento que é um dos centros da comunidade.” E enumera, com precisão, o que está em causa: “É um sítio onde têm aulas os miúdos das escolas. Há, para além da unidade escolar para pessoas idosas, natação livre.” Ele próprio usa o espaço: “Eu faço muito regularmente lá.” Para Rui Xavier, a dimensão do dano não é apenas material: é logística, social e comunitária. “A recuperação não é só uma questão de dinheiro, é mesmo uma questão agora logística.” Luz intermitente e água a subir Nas freguesias do Pombalinho e da Azinhaga, onde vive, o impacto foi mais contido. “Houve falta de luz durante as primeiras 48 horas na sede do concelho, portanto na vila da Golegã.” Já ali, diz, o cenário foi diferente: “Aqui onde nós estamos, que é o Pombalinho e a Azinhaga, ela foi sendo intermitente. Mas nunca houve um período, creio que mais do que algumas 6 horas, em que tivéssemos estado sem energia.” O concelho vive encostado à água e isso molda tudo. “Nós estamos muito próximos do rio Tejo e aqui, no caso de Pombalinho e Azinhaga, do rio Almonda.” Quando chove a sério, o que acontece é quase previsível: “Sempre que há chuvas mais intensas, o caudal do rio aumenta.” A estrada cortada que muda a vida: 8kms passam a 30kms A consequência mais pesada, sublinha, não foi a destruição de casas, foi a interrupção do movimento. “A estrada que liga a Golegã, a Azinhaga e vice-versa (…) é muito comum ficar cortada.” Mas desta vez, insiste, a duração surpreendeu: “Desta vez ficou cortada e ainda está cortada durante muito mais dias.” E é aqui que o dia-a-dia se encarece. “O caminho entre a Azinhaga e a Golegã são à volta de 8 km.” Agora, diz, a realidade é outra: “Tenho vizinhos, amigos, que estão a fazer 20, 25, 30kms.” Rui Xavier chama-lhe pelo nome certo: impacto económico. “O impacto económico na vida das pessoas é muito grande.” Mesmo sem “um grande impacto no edificado”, a factura chega de outra forma: “A possibilidade de deslocação ou haver uma deslocação que de repente passa a ser três vezes maior.” E remata: “Os valores que as pessoas dispendem nessas deslocações têm um impacto muito grande nas contas do fim do mês.” A forma como estas comunidades vivem a cheia é, para quem chega de fora, quase desconcertante. Rui Xavier reconhece-o: “Eu estou cá há pouco tempo e vou aprendendo.” Mudou-se de Lisboa com a mulher, por gosto e por escolha. Mas, diz, uma preocupação esteve sempre presente: “Sabendo que há cheias regulares nesta zona, estávamos num sítio em que a água facilmente cá chegasse.” A surpresa veio depois: “Percebemos a forma como as pessoas lidam com o caudal a aumentar e a transbordar.” Porque aqui, ao contrário do que se vê na televisão, a água não é apenas medo: é também fertilidade e continuidade. “Tudo aqui à volta, a grande fertilidade dos solos depende em muito de ciclicamente serem alagados.” E aponta a paisagem por trás da sua casa como exemplo. “A água, como nós vemos aqui na parte de trás da minha casa, desde que mantenha estes níveis, é quase uma coisa óptima e uma bênção.” Cita, sem romantizar, o que ouve dos mais velhos: “As pessoas mais velhas dizem mesmo isto: ‘Assim tá óptimo.'” E a condição é clara: “Desde que não tenha impacto na casa das pessoas e que não suba muito mais.” A memória agrícola é antiga. “Uma das pessoas mais velhas disse-me (…) que isto era fantástico, porque aqui há umas décadas (…) se o ano fosse mais ou menos seco (…) alagavam os campos através de valas.” Um saber acumulado, transmitido e adaptado: “Todo esse conhecimento acumulado mantém-se.” Para Rui Xavier, a palavra-chave é relação: “Há uma relação muito mais simbiótica com a natureza e até com a proximidade da água.” “A lei da gravidade cumpre-se" Hoje existem réguas hidrométricas, alertas, Protecção Civil e medições em tempo real. Rui Xavier reconhece: “A informação flui de uma maneira que não tem comparação com há décadas atrás.” E elogia o papel local: “As juntas de freguesia tiveram um trabalho muito importante em manter a população informada.” Mas há outra camada, mais antiga, mais humana, mais exacta do que parece: a leitura do território. “As pessoas aqui têm um conhecimento empírico disso, de observação, muitas vezes baseadas em marcos de construção.” Conta um episódio que vale por um tratado de geografia local. A estrada que liga o Pombalinho a Mate Miranda foi cortada por precaução. Rui Xavier falava com o vizinho Manuel, 90 anos, que viveu todas as grandes cheias do século passado e deste século, em 2013. A resposta do homem foi imediata: “Eles cortaram a estrada por precaução, mas ainda se passa lá.” E como é que se sabe? Rui Xavier explica o critério: “Para as pessoas da idade dele, é ter água acima do joelho ou na cintura.” A razão é simples: “Porque já não dá para passar de bicicleta, porque é assim que as pessoas se deslocavam aqui durante décadas.” E continua, “O Manel ainda hoje, com 90 anos, todos os dias anda de bicicleta.” O momento culmina numa frase que Rui Xavier repete com admiração: “Para não passar na estrada de Mate Miranda, a água tem que chegar aqui a este poste.” E depois a conclusão perfeita: “A lei da gravidade cumpre-se. E a água é autonivelante.” O conhecimento do terreno, diz, é tão profundo que dispensa deslocações. “Sabem que quando isto acontece aqui tem implicações ali e não precisam de ir lá sequer ver. Têm a certeza.” Voto adiado para domingo, 15 de Fevereiro No meio deste cenário, o adiamento da votação na segunda volta das presidenciais deixou frustração e um debate inevitável. Rui Xavier não esconde a sua posição: “Eu preferia ter podido votar este domingo” E acrescenta: “As condições climatéricas estão razoáveis e acho que seria possível votarmos.” Ainda assim, não aponta o dedo. “Compreendo que as autoridades tenham avaliado com antecedência e tenham avaliado o risco.” E lembra que a sucessão de tempestades foi imprevisível: “Estavam anunciadas estas outras, embora não me agrade não poder votar, eu compreendo essa precaução.” A frase que usa é rara na política portuguesa, como ele próprio nota: “Parece uma coisa nada portuguesa, mas vale prevenir.” A garantia que o tranquiliza é simples: “Eu sei que vou votar no próximo domingo (…) e que o meu voto também conta.” E deixa um apelo directo à participação: “Acho que é uma obrigação a nossa voz também ser ouvida.” Rui Xavier admite o incómodo, mas recusa dramatismos: “Não é o ideal, mas é o possível.” E insiste na ideia central: segurança primeiro. “Pôs-se em prioridade a possibilidade das pessoas poderem votar em segurança e o processo ser mais razoável.” O concelho, lembra, está em situação de calamidade. E faz um exercício concreto: “Imaginemos que estas últimas 24 horas tinham sido realmente muito fustigadoras.” Estradas cortadas, comboios interrompidos, pessoas a deslocarem-se de fora para votar: “Isso não era muito razoável.” No fim, regressa à mesma lógica que viu nos cortes de estrada e nos avisos de cheia: precaução. “Compreendo que uma estrada seja cortada quando há pouca água a passar por cima, mas que ainda assim é um risco para a população.” A Golegã, como tantas vezes, volta a ser um território entre dois movimentos: o da água que sobe e o do país que tenta avançar. Aqui, as cheias são antigas — e a democracia, por uma semana, ficou à espera.
O ministério com pré-adolescentes é uma das fases mais estratégicas, e desafiadoras da igreja local. Eles não são mais crianças, mas ainda estão formando sua fé, identidade e visão de mundo.Neste episódio, conversamos com Euler sobre como discipular, ensinar a Bíblia e se comunicar com juniores de forma clara, intencional e pastoral. Falamos sobre os desafios dessa faixa etária, erros comuns no ministério, a importância do relacionamento, o papel dos pais e como apresentar o evangelho sem infantilizar a mensagem. Um episódio prático para líderes, coordenadores e pastores que desejam servir melhor quem está nessa fase de transição, plantando sementes profundas de fé que podem marcar uma vida inteira.Recursos citados no episódio:Construindo Pontes: Aconselhamento Bíblico para Crianças e Adolescentes – Conselho BíblicoInstrumentos nas Mãos do Redentor – Paul David TrippIdade da Oportunidade – Paul David Tripp
Desenvolver como se memória fosse infinita ainda é seguro? Neste episódio, recebemos Pedro Magno Pereira da Silva, Líder de TI, e Victor Alcântara, Engenheiro de Cibersegurança, ambos da dti digital. Eles alertam sobre a crise da memória RAM e como ela já está impactando o desenvolvimento de soluções digitais. A conversa passa pelos efeitos da inteligência artificial, pelo aumento do consumo de recursos e pela necessidade de repensar práticas técnicas antes tratadas como padrão. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Crise da memória RAM; Consumo de memória em software moderno; Inteligência artificial e uso de RAM; Escassez de RAM e GPUs; Memória RAM e custos em cloud; Arquitetura e consumo de memória; Otimização de software. Dê o play e ouça agora! Links importantes: Vagas disponíveis Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: entrechaves@dtidigital.com.br O Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP
LEITURA BÍBLICA DO DIA: NEEMIAS 4:6-9 PLANO DE LEITURA ANUAL: LEVÍTICO 1–3; MATEUS 24:1-28 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: A família Brown mudou-se para uma parte empobrecida da Inglaterra para pastorear uma igreja em vias de fechar. Mal sabiam que uma gangue de malfeitores havia tomado sua igreja e casa pastoral como sua base. Eles jogaram tijolos nas janelas, incendiaram as cercas e ameaçaram os filhos do casal. A violência continuou por meses, e a polícia não conseguia impedi-los. O livro de Neemias relata como os israelitas reconstruíram os muros de Jerusalém. Quando os moradores começaram a “causar confusão”, ameaçando-os com violência (4:8), os israelitas oraram a Deus, colocando “guardas na cidade de dia e de noite” (v.9). Sentindo-se orientados por Ele com essa passagem, a família pastoral e alguns outros andaram ao redor de sua igreja, orando para que o Senhor colocasse anjos como guardas para protegê-los. A gangue zombou deles, mas no dia seguinte, só a metade deles apareceu. No outro dia, apenas 5 e, no terceiro dia, ninguém apareceu. Mais tarde, eles souberam que a gangue desistira de aterrorizá-los. Essa resposta milagrosa à oração não é uma fórmula para nossa proteção, mas é um lembrete de que a oposição à obra de Deus virá, e que deve ser combatida com oração. “Lembrem-se do Senhor, que é grande e temível”, disse Neemias aos israelitas (v.14). Ele pode libertar até um coração violento. Por: SHERIDAN VOYSEY
HUMBERTO MATOS e GUSTAVO GAIOFATO são historiadores e FREDERICO KREPE é filósofo. Eles vão bater um papo sobre a esquerda na era digital, a Geração Z e o Cibercomunismo. Já o Vilela é da Geração A.
WILLIANS MEZZACAPA, MAURÍCIO DE BARROS e MARCELO LAHAM são atores e humoristas. Eles vão bater um papo sobre comédia e o canal “Embrulha pra Viagem”. O Vilela sempre leva uma quentinha de volta pra casa.
Não muito tempo atrás, comer salmão era um privilégio de ocasiões raras no ano. O preço alto de um produto nobre, pescado em águas distantes e geladas, não permitia que fosse de outra forma. Mas hoje, nas grandes cidades ocidentais, há quem se dê este luxo várias vezes por semana, apesar do alto custo social e ambiental de uma indústria que parece fora de controle. O salmão encontrado nos supermercados em 2026 tem pouco a ver com as espécies selvagens que eram degustadas até os anos 1980. Nos últimos 40 anos, o consumo mundial do peixe triplicou graças à expansão da criação em cativeiro nos principais países produtores, Chile, Escócia e Noruega. Na maioria das fazendas marinhas, os salmões vivem confinados aos milhares em espaços limitados por gaiolas. Privados de seus hábitos naturais, podem se atacar uns aos outros e são presas fáceis para parasitas, explica Maxime Carsel, autor de um livro que acaba de ser publicado na França: Un poisson nommé saumon : enquête sur une industrie dévastatrice (Um peixe chamado salmão: investigação sobre uma indústria devastadora, em tradução livre). A obra traz imagens impressionantes sobre as condições dos cativeiros e é publicada no momento em que a multinacional Pure Salmon planeja expandir sua produção para oito países, entre eles a França. O projeto, contestado por organizações ambientalistas, visa construir a maior fazenda do peixe do planeta, na região de Gironda. “Há fazendas de salmão onde os peixes se comem uns aos outros, morrem e ou são devorados vivos pelos piolhos-do-mar, que são pequenos crustáceos encontrados nos oceanos que se alimentam do muco dos peixes”, disse ao autor, em entrevista à RFI. “Os salmões ficam então como zumbis – tem peixes que perderam a mandíbula, os olhos, as nadadeiras, mas ainda estão vivos. Esses são os peixes que, no final da cadeia alimentar, podem acabar no seu prato.” Coquetel de agrotóxicos Para enfrentar a proliferação dos parasitas, os produtores utilizam um coquetel de agrotóxicos como deltametrina, azametifos e benzoato de emamectina, que as correntes marítimas espalham para outros lugares. O salmão em si também é fonte de contaminação, ao levar consigo os resíduos químicos até o prato do consumidor. Não à toa, as autoridades sanitárias da Noruega emitiram uma recomendação para as famílias limitarem a ingestão do peixe, apesar de o país ser o líder mundial da produção. Os maiores consumidores são potências desenvolvidas: Japão, Rússia, Estados Unidos e França. Mas para dar conta do apetite europeu, americano e asiático, as empresas recorrem aos países do sul, e até à África. O salmão é um peixe carnívoro que, em cativeiro, costuma ser alimentado com um composto de farinha animal e soja. Em média, são necessários de 1 a 2 quilos de outros peixe para cada quilo de salmão produzido em cativeiro. Peixe para alimentar salmão, e não populações Foi assim que, na costa africana, multiplicaram-se nos últimos anos as usinas de fabricação do alimento, com pescados da região – e em detrimento da população local, denuncia Aliou Ba, diretor de campanhas de pesca do Greenpeace África. “Eles usam, a cada ano, 500 mil toneladas de peixe para produzir farinha e óleo de peixe. Meio milhão de toneladas de peixe poderia alimentar aproximadamente 40 milhões de pessoas na África”, salienta. “Portanto, isso representa um problema sério e constitui o lado obscuro, a outra face dessa indústria de criação de salmão, que prejudica profundamente comunidades e países. Tem um impacto realmente negativo na África Ocidental.” Em países como Mauritânia, Senegal e Gambia, pescadores artesanais não conseguem mais encontrar cardumes de sardinhas como antes. O impacto no setor levou os governos locais a restringirem o uso dos peixes para a produção de farinha – mas os navios pesqueiros agora se deslocam mais ao sul. “Alguns estão se estabelecendo na Guiné-Bissau. Uma coisa é certa: enquanto eles não pararem de explorar excessivamente nossos recursos, deixando nossas mulheres e pescadores desempregados e destruindo nossos ecossistemas marinhos, nós também não vamos parar de lutar contra eles”, garante Aliou Ba. Mortes de trabalhadores no Chile Em seu livro, o jornalista francês Maxime Carsel também aborda o aspecto social da exploração excessiva do salmão. No Chile, catapultado a segundo maior produtor graças aos cativeiros, as condições de trabalho nestas fazendas são bem diferentes da Europa, constata ele. “Pessoas perderam dedos e mãos. Há também aqueles mergulhadores cujo trabalho é limpar as gaiolas de salmão e que morrem porque os cabos caem sobre eles”, aponta. “Perto de cem mergulhadores morreram no Chile nos últimos anos.” Maxime Carsel avalia que um dos poucos freios para reverter este cenário seria a tomada de consciência dos consumidores. No que depender da indústria, a tendência é de crescimento ainda maior do setor. A norueguesa Mowi, líder mundial da produção de salmão, planeja passar dos atuais 520 mil toneladas ao ano para 600 mil toneladas até 2029. A China, onde a demanda é exponencial, está se lançando na produção e até Dubai amplia as duas fazendas de salmão, em pleno deserto.
OTAVIANO COSTA é apresentador, ator e radialista, e LUÍS FERNANDO CÂMARA é empresário. Eles vão bater um papo sobre oratória, comunicação e desenvoltura para falar em público, O Vilela era uma pessoa envergonhada até presenciar Jesus fazendo o Sermão da Montanha.
RICARDO MARCÍLIO é professor de Geografia e FERNANDA COMORA é jornalista. Eles são os âncoras do Notícia I-LTDA, o programa de notícias do Inteligência Ltda. Eles vão comentar as notícias recentes do Brasil e do mundo com os convidados GORGONOID, DEL. BRUNO LIMA, DANIEL LOPEZ, RICARDO BATTISTA, JU CASSINI, THAÍS CREMASCO e BRUNO FERRUGEM. Já o Vilela ilustrou o primeiro jornal impresso do mundo.
Muito bem Galera! Mais um ano começa e além da esperança de começar uma academia ou ler um livro, Léo Agrelos e Nito Xavier também sonham com bons filmes. Eles fazem suas apostas nesse podcast. Continue fazendo o Pupilas em Brasas crescer. Seu compartilhamento e seu like são muito importantes! Nos avalie nas redes sociais...
O Danilo nunca se prendeu a ninguém, ainda mais com a sua profissão de caminhoneiro e depois de um divórcio. Mas quando ele conheceu a Laura, foi paixão à primeira vista. Eles se casaram e estavam vivendo felizes, até ele voltar a fazer viagens longas, para sustentar a casa. Só que, ele se envolveu com outra mulher, em outro estado. Desconfiada, a Laura viajou com ele e acabou descobrindo tudo. Com o casamento em crise e sem dinheiro em casa, ele mudou de estado para colocar a vida nos eixos. Depois de um ano, ele achava que a Laura estava esperando por ele, mas ela queria o divórcio. Hoje, O Danilo sabe que errou e machucou o coração de quem ele amava, mas a estrada o ensinou a seguir em frente, mesmo ainda namorando, ele nunca esqueceu a Laura.
DR. FERNANDO LEMOS é médico especializado em coloproctologia e PR. VINÍCIUS IRACET é pastor, escritor e apresentador. Eles vão conversar sobre as razões pelas quais muitos médicos não creem em Deus. O Vilela acredita tanto que não quis ser médico.
No programa de hoje, os professores Renato e Cristiane Cardoso destacaram o tema da palestra especial da Terapia do Amor: "Os Desafios das Mulheres Fortes".Muitas mulheres são admiradas e respeitadas por sua competência. Elas resolvem problemas, seja em casa ou no trabalho, tomam importantes decisões e lideram. No entanto, quando o assunto é amor, algo parece não fluir e, muitas vezes, o resultado não acompanha a força. Para saber mais, acesse o site terapiadoamor.tvDesconfia do namorado e quer acesso ao celular deleEm seguida, eles responderam a pergunta da aluna Geisy, de 23 anos. Ela contou que há um ano e três meses namora com um homem de 40 anos. Eles quase não brigam e ela afirma que o casal se dão bem. Mas há algo que a incomoda muito em relação à privacidade. O namorado não deixa ela mexer no celular dele, mas também não insiste.No entanto, Geisy já flagrou algumas mensagens e também percebeu que quando estão juntos, o namorado evita mexer no celular ou tenta esconder a tela. Ela nunca teve prova de nenhuma traição, mas queria que ele fosse honesto, pois desconfia, sim, que já foi traída.Geisy perguntou como pode ter acesso ao celular do namorado sem que ele fique ciente da desconfiança dela. Os professores analisaram a situação e aconselharam a aluna.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escolado Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo siteEscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
O Palmeiras estreou no Brasileirão com um empate em 2 a 2 com o Atlético-MG, e a grande questão que ficou do confronto foi a vulnerabilidade do setor defensivo. Neste episódio, João Pedro Brandão, Eduardo Rodrigues e Leandro Bocca analisam o confronto e os problemas enfrentados pela defesa neste início de temporada. Eles também comentam a iminente saída de Veiga por empréstimo para o América, do México.
Eles existem e praticamos TODOS. Não curtir o casal porque odeia o namorado, não postar o amigo no dump, fingir que não viu o story...Junto com FlaviaVerso e Bia Nogueira, analisamos as vinganças mais passivo-agressivas e o poder simbólico de simplesmente fingir que não se importa (mesmo que esteja te afetando MUITO!)
JOSÉ KOBORI é economista e MIGUEL NICOLELIS é neurocientista. Eles vão bater um papo sobre a Inteligência Artificial e a possibilidade da bolha estourar. O Vilela estourou muita bolha e, toda vez que fazia isso, apanhava da mãe.
RICARDO MARCÍLIO é professor de Geografia e FERNANDA COMORA é jornalista. Eles são os âncoras do Notícia I-LTDA, o programa de notícias do Inteligência Ltda. Eles vão comentar as notícias recentes do Brasil e do mundo com os convidados RODRIGO FERNANDES, JOEL PAVIOTTI, DELEGADO BRUNO LIMA, FERNANDO HOLIDAY, PEDRO ROUSSEFF, LUCAS PAVANATO e BIÓLOGO HENRIQUE. O Vilela só lia jornal por causa dos quadrinhos.
LUCAS BORBAS é empresário e marido de Isabel, e DR. BRUNO BEREZA é médico. Eles vão bater um papo sobre a vida de Isabel Veloso e sua luta corajosa contra o câncer.
Jan Val Ellam é o pseudônimo de Rogério de Almeida Freitas, um ex-executivo da Caixa Econômica Federal que viveu uma vida comum até que algo inexplicável aconteceu. No auge de sua carreira, ele começou a ter contatos espirituais forçados que resultaram em três infartos e na obrigação de psicografar dezenas de livros contra a sua vontade.Neste episódio, Jan Val Ellam traz uma visão cósmica e perturbadora sobre a realidade. Ele defende a tese de que a humanidade é fruto de um experimento biológico, critica a ideia de Deus como um "transtorno cognitivo" criado pela carência humana e revela detalhes sobre a agenda oculta que controla a Terra.Uma conversa que mistura ufologia, filosofia, espiritualidade e uma crítica ácida às religiões, desafiando tudo o que você aprendeu sobre a origem do homem e o Criador.Disponível no Youtube:Link: https://youtu.be/YUXeUEyNVQwPatrocinador:Espaço Volpi - Saúde, bem-estar e superação Mencione o Excepcionais para ter uma condição especial. https://bit.ly/excepcionais-espacovolpi00:00:00 - Introdução: Quem é Jan Val Ellam e o "aquário" da humanidade00:02:30 - De executivo cético a contatado: A história dos 3 infartos00:15:00 - "Eles me obrigaram": A pressão dos seres extrafísicos para escrever00:35:40 - A Profecia: O encontro bizarro na loja de peixes em Niterói00:55:20 - "Crer em Deus é um transtorno": A polêmica visão sobre religião01:10:00 - Somos a "podridão organizada"? A tese sobre a origem biológica do homem01:25:30 - Jardim do Éden: Laboratório genético ou paraíso?01:40:00 - Mentalma: O método para dominar a mente e o espírito01:50:15 - A lenda do Rio Ganges: O poder do "Ato de Verdade"01:58:00 - Encerramento e reflexão finalSiga o Jan no Instagram:https://www.instagram.com/janvalellam/Nos Siga:Marcelo Toledo: https://www.instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://www.instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://www.tiktok.com/@excepcionaispodcast
Resiliência nem sempre é qualidade. Às vezes, ela pode ser um limitador de crescimento.Nesse episódio, eu te conto o que eu penso sobre os conceitos de resiliência e a diferença do termo “antifragilidade”. Porque, não. Eles não são a mesma coisa. Se você está cansado de só “aguentar firme” e não crescer, isso vai te ajudar a usar o caos como combustível pro próximo nivel da sua carreira.