Podcasts about eles

Share on
Share on Facebook
Share on Twitter
Share on Reddit
Share on LinkedIn
Copy link to clipboard

Place in Siliana Governorate, Tunisia

  • 3,033PODCASTS
  • 9,578EPISODES
  • 32mAVG DURATION
  • 2DAILY NEW EPISODES
  • Aug 9, 2022LATEST
eles

POPULARITY

20122013201420152016201720182019202020212022


Best podcasts about eles

Show all podcasts related to eles

Latest podcast episodes about eles

Cena Aberta
100 episódios de Cena Aberta! Descubra os bastidores do podcast

Cena Aberta

Play Episode Listen Later Aug 9, 2022 67:28


No centésimo programa, o podcast Cena Aberta traz um ep mais que especial. Max Valarezo, Mikannn e PH Santos respondem a diversas dúvidas dos fãs e abrem o jogo sobre curiosidades dos bastidores das gravações. Eles também relembram momentos marcantes, episódios difíceis e muito mais. Ouça na íntegra!

Minha Estante Colorida
Upstream: como resolver problemas antes que eles apareçam

Minha Estante Colorida

Play Episode Listen Later Aug 9, 2022 14:55


[Negócios] Resenha do livro “Upstream: how to solve problems before they happen” (tradução livre: “Rio Acima: como resolver problemas antes que eles aconteçam”), de Dan Heath. A resenha escrita está nesse link. Esse livro é sensacional, não só pelo conteúdo, mas também porque ele vem num momento importante na história do país e do mundo. E tem mais! A Alta Books, que também publicou meu mais recente livro, "Atitude Pró-Inovação", fez a versão brasileira e me convidou para escrever o prefácio! O texto foi submetido ao autor, Dan Heath e ele disse que gostou muito. Pensa numa pessoa feliz, feliz!!! Lembrando que você pode ouvir todos os episódios, comentar e fazer sugestões aqui: www.minhaestantecolorida.com Se quiser comprar o livro em português, é só clicar aqui.

Podcast irmaos.com
519: Brasileiros no Vietnã – Jetlag 039

Podcast irmaos.com

Play Episode Listen Later Aug 9, 2022 87:11


Eles foram parar na Ásia mas antes tiveram que passar por um processo muito interessante para entender a vontade de Deus.

Homilias - IVE
Homilia Padre Valdinei Santos, IVE: "Não à Tristeza" 08.08.2022

Homilias - IVE

Play Episode Listen Later Aug 8, 2022 4:09


Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 17,22-27 Naquele tempo: Quando Jesus e os seus discípulos estavam reunidos na Galiléia, ele lhes disse: 'O Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos homens. Eles o matarão, mas no terceiro dia ele ressuscitará.' E os discípulos ficaram muito tristes. Quando chegaram a Cafarnaum, os cobradores do imposto do Templo aproximaram-se de Pedro e perguntaram: 'O vosso mestre não paga o imposto do Templo?' Pedro respondeu: 'Sim, paga.' Ao entrar em casa, Jesus adiantou-se, e perguntou: 'Simão, que te parece: Os reis da terra cobram impostos ou taxas de quem: dos filhos ou dos estranhos?' Pedro respondeu: 'Dos estranhos!' Então Jesus disse: 'Logo os filhos são livres. Mas, para não escandalizar essa gente, vai ao mar, lança o anzol, e abre a boca do primeiro peixe que tu pescares. Ali tu encontrarás uma moeda; pega então a moeda e vai entregá-la a eles, por mim e por ti.' Palavra da Salvação.

Quem Ama Não Esquece
Quem Ama Não Esquece - Neide e Gilmar - EP - 08/08 Band FM

Quem Ama Não Esquece

Play Episode Listen Later Aug 8, 2022 13:19


Na história do "Quem Ama Não Esquece" de hoje o Murilo e a Tatá, contam a história da Karoline, que veio ao “Quem ama não esquece” contar a história dos pais: Neide e Gilmar. Eles eram primos e desde muito novos se apaixonaram. Os dois saíram da Bahia para São Paulo, em, busca de uma vida melhor, aqui construíra sua casa e tiveram duas filhas, porém, o destino os surpreenderam com uma notícia inesperada de uma das filhas.

Contra-Corrente
O que esconde o querido mês de Agosto?

Contra-Corrente

Play Episode Listen Later Aug 8, 2022 100:38


Emigrantes, contam-se aos milhões. Para o país mandavam as poupanças. No país construíam a casa dos seus sonhos. Eles celebram “o seu” Portugal mas Portugal considera-os também seus?See omnystudio.com/listener for privacy information.

SNICAST - Podcast da SEICHO-NO-IE DO BRASIL
SNICAST #111 - Não consigo perdoar meu pai. E Agora?

SNICAST - Podcast da SEICHO-NO-IE DO BRASIL

Play Episode Listen Later Aug 8, 2022 22:57


A gratidão aos pais é a base fundamental de nossa vida. Por isso, ame, agradeça e se for necessário reconcilie-se com seus pais. Eles são responsáveis por lhe dar a sua vida. Mas e quando existe mágoa e ressentimento? O que devemos fazer? Aprenderemos hoje em nosso SNICast com a Preletora Débora Terumi Tamura Kubo! Vem ouvir! Livro texto: Buscando o Amor dos Pais, acesse: www.livrariasni.org.br Comerciais: Seja um mantenedor das mídias da Seicho-No-Ie: https://sni.org.br/midias-sni/mantenedor/ Acompanhe também as nossas redes sociais para mais conteúdos e novidades: http://bit.ly/FaceSNI (Facebook) e https://bit.ly/instaSNI (Instagram)

Fundação FHC - Debates
Fura Bolha - Carlos Mesa e Tarso Genro

Fundação FHC - Debates

Play Episode Listen Later Aug 8, 2022 32:23


"A democracia na América Latina" é o tema da quarta temporada do Fura Bolha, que começa hoje! Neste primeiro episódio, nossos convidados foram Carlos Mesa, historiador e ex-presidente da Bolívia, e o ex-ministro da Justiça Tarso Genro, que também ocupou os cargos de deputado federal, prefeito e governador. Eles toparam falar sobre os desafios da governabilidade democrática, o presente e o futuro da região, além das oportunidades para a América Latina superar as atuais dificuldades e retomar o rumo da democracia e do desenvolvimento econômico e social. O Fura Bolha é uma série de conversas entre pessoas conhecidas por pensarem diferente. Um diálogo produtivo e essencial para a democracia. A iniciativa é da Plataforma Democrática, uma parceria entre a Fundação FHC e o Centro Edelstein de Pesquisas Sociais.

TalkNejo Conversas Sertanejas
Como eles alcançaram o sucesso? Segredos revelados aqui! |PAULO E NATHAN |3ªTemporada Episódio #21

TalkNejo Conversas Sertanejas

Play Episode Listen Later Aug 8, 2022 53:02


Paulo e Nathan Paulo e Nathan nasceram em Uberaba, Minas Gerais e formaram a dupla em 2014. Eles, além do sertanejo gostam muito de Rock e misturam os dois estilos. Em 2013 Paulo participou do programa The Voice Brasil e também sempre se destacou como instrumentista. Ele então um dia foi convidado para tocar violão acompanhando a apresentação de Nathan com seu primo. Em algumas músicas Paulo acabou cantando junto dos dois e o dono do bar percebeu a química entre eles. Surgiu daí a dupla. @Paulo e Nathan @PauloeNathan @pauloenathan Link Instagram: https://www.instagram.com/pauloenathan/ ....................... Colabore com o projeto! Seja um apoiador cultural, entre em contato no telefone: 62-98143-9469 ou mande e-mail: talknejo@gmail.com Para mandar um pix: 01139280171 Siga nos em nossas plataformas digitais e compartilhe nosso conteúdo: ASSISTA|CONTATO| MÍDIAS⤵️ https://linktr.ee/TalkNejo ............................ #talknejo #sertanejomodão #sómodão #talkshow #sertanejo #PagoDobrado #Envolva-me #Proposta #DeusadoAraguaia #fredmonteiro #zicoezeca #ziloezalo #vieiraevieirinha #country #talknejo --- This episode is sponsored by · Anchor: The easiest way to make a podcast. https://anchor.fm/app --- Send in a voice message: https://anchor.fm/talknejoconversasertaneja/message

Liturgia Diária
O Filho do Homem será entregue nas mãos dos homens.Eles o matarão mas no terceiro dia, ressuscitará.

Liturgia Diária

Play Episode Listen Later Aug 7, 2022 4:37


08AGO2022 COR LITÚRGICA: BRANCO 19ª Semana do Tempo Comum | São Domingos | Segunda-feira Evangelho (Mt 17,22-27) — O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus. — Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, 22quando Jesus e os seus discípulos estavam reunidos na Galileia, ele lhes disse: “O Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos homens. 23Eles o matarão, mas no terceiro dia ele ressuscitará”. E os discípulos ficaram muito tristes. 24Quando chegaram a Cafarnaum, os cobradores do imposto do Templo aproximaram-se de Pedro e perguntaram: “O vosso mestre não paga o imposto do Templo?” 25Pedro respondeu; “Sim, paga”. Ao entrar em casa, Jesus adiantou-se, e perguntou: “Simão, que te parece: Os reis da terra cobram impostos ou taxas de quem: dos filhos ou dos estranhos?” 26Pedro respondeu: “Dos estranhos!” Então Jesus disse: “Logo os filhos são livres. 27Mas, para não escandalizar essa gente, vai ao mar, lança o anzol, e abre a boca do primeiro peixe que pescares. Ali encontrarás uma moeda; pega então a moeda e vai entregá-la a eles, por mim e por ti”. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/pe-jose-vicente/message

Esportes
Brasil sai com medalha do campeonato mundial Sub-20 de atletismo na Colômbia

Esportes

Play Episode Listen Later Aug 7, 2022 5:15


Eles são o futuro do atletismo brasileiro e já mostraram do que são capazes no campeonato Mundial Sub-20, em Cali, na Colômbia. A competição terminou neste sábado (6) e reuniu mais de 1.500 esportistas de todos os continentes. A delegação brasileira contou com 37 atletas, 19 mulheres e 18 homens.  Entre eles, Gabriel Luiz Boza. Na última terça-feira (2), o paranaense conquistou a medalha de bronze no salto em distância. O atleta repetiu o seu melhor salto da temporada, 7,90 metros, na sua sexta e última tentativa de subir ao pódio na principal competição do ano na sua categoria, realizada no Estádio Olímpico Pascual Guerrero. “Desde o início da prova, as primeiras duas corridas que eu fiz foram fantásticas e eu estava me sentindo muito bem, com o coração pegando fogo, sabendo que já ia sair uma medalha. Só foi questão de ajuste”, diz. “A gente precisa de um salto para ganhar. Eu coloquei isso na minha cabeça e antes de começar a corrida na marca senti de verdade que eu seria medalhista mundial e foi isso que aconteceu. Eu vim como se fosse o último salto da minha vida e veio medalha, graças a Deus”, comemora. Treinado por Cremílson Julião Rodrigues, o Montanha, Gabriel diz ter tido muito controle emocional e que em nenhum momento se sentiu pressionado. “Apesar de estar sentindo algumas dores no tornozelo e de não estar treinando em pista, porque ela está em reforma desde o troféu Brasil, isso não era desculpa. Então, foi isso que eu coloquei na minha cabeça e muita fé também, e veio. Eu estava muito frio, muito controlado e veio medalha”, completa. Gabriel começou no atletismo nos Jogos Escolares, em sua cidade natal, São José dos Pinhais, no Paraná. Até agora, a sua melhor marca foi de 8,04 metros, recorde brasileiro e sul-americano Sub-20. “Eu tenho certeza de que sou um garoto que ainda tem muitas coisas para aprender, tecnicamente, mentalmente e psicologicamente. Então, é isso que eu quero levar para a minha vida”, afirma o atleta. “Com todos esses defeitos, com todas as adversidades, eu sou um medalhista mundial e tenho certeza que ainda vou melhorar. A minha técnica vai melhorar e isso me deixa com a confiança lá em cima de estar levando uma medalha de um mundial para casa. Não só para a minha cidade e para o meu clube, mas para o Brasil inteiro. Então tenho certeza de que voos maiores virão”, acredita. Inspiração O medalhista diz se inspirar em Alison dos Santos, o Piu, campeão mundial pelo Brasil nos 400 m com barreiras no fim de julho no Oregon, nos Estados Unidos. “No atletismo, eu me inspiro muito no Piu. Porque cada competição que ele vai, faz história. Ganhou um mundial agora, ficou em terceiro na Olimpíada [de Tóquio]... A gente vê que ele está tranquilo e, ao mesmo tempo, focado. Então, no atletismo ele é a minha inspiração,” conclui. Paris 2024 A expectativa é de que muitos desses atletas que disputaram as provas em Cali possam estar no Mundial adulto de 2023, em Budapeste, na Hungria. Eles ainda vão enfrentar uma sequência de grandes competições até os Jogos Olímpicos de Paris, em 2024. E com muitas chances de vitória, acredita Margit Weise, uma das treinadoras da equipe brasileira. “Eu estou achando essa geração muito forte. Eu vou citar as provas de velocidade, em que tivemos um atleta que não fez o seu máximo até a linha de chegada, mas mesmo assim fez um tempo excepcional e provavelmente vai ser um medalhista olímpico nos Jogos de 2024”. A treinadora também menciona as provas de lançamentos e arremessos. “Nós temos jovens muito fortes e que logo também estarão ocupando as melhores posições no campeonato mundial adulto e nos Jogos Olímpicos. É uma geração forte, uma geração saudável, que devido à pandemia ficou restrita a participações e agora, quando teve acesso a elas, veio muito bem preparada e muito forte. Então, eu vejo com bons olhos e o atletismo mundial vai ter grandes surpresas com essa geração que está aqui nesse campeonato mundial”, analisa Weise, que aposta no bom desempenho futuro dos jovens atletas brasileiros. “Nós temos atletas bem jovens na nossa delegação, mas a gente vê que eles têm potencial. O investimento da Confederação está em cima desses jovens, que nas futuras competições internacionais também poderão ocupar postos melhores, indo para as finais e procurando pódio para representar bem o país. Eles também têm muitas condições de evoluir e chegarem bem na Olimpíada de 2024. E muitos de nossos jovens, hoje com 17 anos, podem chegar bem na Olimpíada de 2028”, conclui.

Brasil-África
Brasileiro ensina capoeira a crianças salvas de grupos armados no Congo

Brasil-África

Play Episode Listen Later Aug 7, 2022 19:25


Há seis anos o brasileiro Flávio Saudade vive na cidade congolesa de Goma, onde ensina capoeira a crianças salvas de milícias armadas. Recentemente, ele acompanhou os protestos ruas contra a Monusco, a maior missão de paz que a ONU realiza atualmente.  Vinícius Assis, correspondente da RFI no continente africano As manifestações na República Democrática do Congo, aterrorizado por dezenas de grupos armados, já deixaram mais de 30 mortos e 170 feridos. A mobilização deixa claro o descontentamento de moradores com a missão da ONU que, para parte da população, não tem garantido a tão desejada paz. O general brasileiro Marcos de Sá Affonso da Costa é quem comanda a tropa da Monusco, de cerca de 15 mil militares de diferentes partes do mundo. Nascido em São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro, Flávio Saudade já morou no Haiti, que também recebeu uma missão de paz da ONU com o objetivo de colocar ordem no país, depois de um conturbado período e a deposição do presidente Jean-Bertrand Aristide. O capoeirista ouve hoje o clamor de congoleses pedindo a saída da Monusco e lembra do que aconteceu no Haiti. “Quando existia toda aquela manifestação no Haiti, a gente ouvia muitos haitianos amigos nossos falando que quando a missão deixasse o país, tudo iria ficar pior do que em 2004 [ano do golpe de Estado]. E eu vejo hoje que o Haiti se afundou realmente numa situação ainda pior, que acabou levando várias pessoas queridas”, diz.  Flávio Saudade lamenta ao falar dos jovens haitianos a quem ensinava capoeira e que morreram no conflito. Ele teme que a mesma situação se repita na República Democrática do Congo. O capoeirista fala também de recentes ataques à casas de integrantes e bases da Monusco. “A gente soube que foi uma ação articulada. Eles tinham equipamentos. Então não foi uma coisa somente do povo”, disse. O brasileiro acredita que, assim como na nação caribenha, manifestantes congoleses podem também estar sendo influenciados politicamente: “Eu, particularmente, acredito que houve, sim, uma uma influência de forças políticas, mas eu não falo políticas partidárias. E forças exteriores que influenciaram grupos de pessoas para realizar esses ataques”, suspeita. A capoeira o levou a viver nesses dois países, que ele considera "ricos em calor humano", porém com populações ameaçadas pelas realidades enfrentadas, como em várias regiões do Brasil. Flávio faz paralelos entre os três países e vê semelhanças com a própria infância. A capoeira na infância precária Flávio é o segundo mais velho de quatro filhos. Perdeu o pai aos 8 anos, fato que o marcou psicologicamente e desestruturou a família, inclusive financeiramente. A casa da avó passou a ser o novo endereço. Faltava dinheiro, mas não o apoio afetuoso de parentes e vizinhos e fé.  “Eu me lembro da minha avó fazendo o sinal da cruz na boca e dizendo: não tem o que comer, então, a gente tem que agradecer e aguardar que amanhã Deus dará”, lembrou. Foi na infância que conheceu a capoeira, através de um tio, de quem Flávio fala com muita admiração. As mesmas lições que aprendeu com ele o brasileiro usa para se enturmar nas áreas periféricas onde atua hoje. Os primeiros movimentos da capoeira lhes foram ensinados para que pudesse se defender, assim como faziam africanos escravizados. As lições de combate foram aperfeiçoadas com estudo e dedicação ao longo do tempo, o que o permitiu levantar hoje a bandeira da capoeira social como um instrumento transformador. Mestiço, o brasileiro revelou ter descendência italiana e espanhola, mas a melanina na pele não esconde as raízes africanas. Flávio contou como teve as primeiras percepções sobre cidadania e negritude. “A capoeira me deu essa noção, do reencontro com minha raiz, com a África, com meus ancestrais. Ela me trouxe essa questão identitária que me permitiu me posicionar e, sobretudo, conhecer a minha história, a história dos meus ancestrais e, a partir dai, a cidadania, que deve nascer do conhecimento das nossas origens”, explica. Saudade que virou sobrenome Com o falecimento do pai e a situação financeira da família cada vez mais difícil, a mãe de Flávio não conseguiu mais pagar a escola particular que ele frequentava. Como o desligamento da escola não foi oficializado, as cobranças continuaram. Sem quitar a dívida, foi impossível conseguir o documento necessário para fazer a transferência para outro colégio. Assim, Flávio cresceu com saudades da escola, mas não de braços cruzados. Aos 21 anos, ganhando a vida como ajudante de pedreiro, conseguiu terminar o então "primeiro grau" (hoje ensino fundamental) graças ao extinto Telecurso 2000, quando teve contato com um computador pela primeira vez. Projetos sociais transformaram a vida dele, que conseguiu entrar para uma universidade particular e estudar Publicidade. Adulto, ele passou a trabalhar em uma ONG no Rio de Janeiro. A atividade na capital o distanciou de muitas pessoas queridas em São Gonçalo, inclusive da turma da capoeira. Nos reencontros com algumas dessas pessoas ele sempre expressava sua saudade, ao lembrar dos encontros que já não eram tão frequentes. Foi desta forma que o sentimento virou seu sobrenome. Hoje Flávio é coordenador de uma programa da ONG Gingando pela Paz, criada em 2005 e que o levou a ser convidado para ir ao Haiti, em 2008. Por conta disso, abandonou a faculdade. “A missão no Haiti seria para um ano, mas fiquei lá oito anos”, lembra. A mudança para o Congo Em 2016, Flávio se mudou para o Congo, mesmo ainda sem dominar o francês, idioma oficial na ex-colônia da Bélgica. Hoje ele vê semelhanças entre as crianças do Congo, as do Haiti e as brasileiras, de São Gonçalo. "São crianças em situação de rua, que foram mobilizadas para grupos armados e estão em processo de desmobilização”, diz. Segundo ele, a maioria é menino, mas há também meninas, sobreviventes de violência sexual. “Os tipos de violência, de problemas que essas crianças carregam são enormes, mas são todas crianças”, ressalta. “São crianças que são 'ricas', que tem todo potencial para realizar muitas coisas boas na vida. Porém, são crianças que estão em um contexto de ameaças muito grande como eu estava em São Gonçalo, sobretudo a violência armada”, compara, lembrando das memórias da infância. A dificuldade de acesso à alimentação das crianças congolesas o remetem à vida na região metropolitana do Rio de Janeiro. Mas o brasileiro também se lembra de uma época em que se podia brincar na rua até tarde da noite, o que não é mais possível em várias regiões dos países onde ele morou. Se de um lado há o tráfico de drogas, que - como em áreas do Rio de Janeiro - se apresenta como uma arriscada opção para jovens ganharem muito dinheiro ilegalmente, do outro estão as milícias armadas, que não costumam dar às crianças o direito de escolha. “O agravante é que elas são ameaçadas pelo sequestro para integrar grupos armados. Na minha época não havia esse perigo, sendo forçado. O tráfico de drogas sempre esteve lá e entra quem quer, como até hoje é. Mas aqui existe essa problemática do recrutamento forçado de crianças para ingressar em grupos armados”, contou. Capoeira como instrumento transformador Ele concorda que a capoeira, apesar de reconhecida pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, não é muito difundida no Brasil, onde nasceu. Mas, no exterior, a manifestação afro-brasileira vem se popularizando e, graças a trabalhos como o desenvolvido por ele, transforma realidades. O brasileiro considera a capoeira uma “tecnologia social que permite a reconstrução dos laços de confiança e afetivos”. Vínculos que, no caso dessas crianças, muitas vezes foram cortados com o recrutamento dos grupos armados. “A capoeira nos permite ter a consciência de coletividade. Muito mais do que uma prática esportiva, uma modalidade marcial, na origem dela tem a coletividade, cooperação, tudo o que é necessário para que a comunidade consiga se manter, se reestabelecer enfrentar seus desafios”, explicou. A imagem positiva do Brasil entre os congoleses o permite circular em áreas onde estrangeiros normalmente não vão. “Acho que o Brasil carrega essa responsabilidade do país que agrega pessoas, que recebe, acolhe. Infelizmente hoje nós vemos o Brasil transmitindo uma imagem de violência, armamento, intolerância com os mais humildes, os mais vulnerabilizados”, lamenta ao se referir ao assassinato do congolês Moïse Kabagambe, de 24 anos, no Rio de Janeiro. “Para os congoleses, isso é difícil de entender, como um país que eles olham como um local de paz e segurança, acolhedor, pode tratar um irmão dessa forma”, contou. A violência armada, de certa forma, não permite ao brasileiro viajar mais pelo país famoso pelas belezas naturais, onde fica a segunda maior floresta tropical do planeta, atrás apenas da Amazônia. Mas o capoeirista sabe exatamente o que responder quando alguém pergunta, sem entender, o que ele ainda faz no Congo. “Muito embora existam tantos problemas aqui no Congo, eu estou aprendendo, na verdade, e eu estou ganhando, crescendo enquanto ser humano, pessoa e profissional. Acredito que a África tem muito a ensinar, sobretudo a brasileiros e toda a diáspora que acabou se afastando de coisas simples”, conclui. 

Horoscopo Arcanos Podcast
♌️#LEO♌️ CRÉELES CUANDO DIGAN QUE TODO CAMBIARÁ

Horoscopo Arcanos Podcast

Play Episode Listen Later Aug 7, 2022 7:48


Amorosidade Estrela da Manhã
BOBO JULGADOR (CONTINUAÇÃO 1): CABEÇA OCA TEM LUGAR PARA INFINITOS PENSAMENTOS, DE TUDO QUE É TIPO, JÁ QUE ELES NÃO TOMAM ESPAÇO.

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Aug 6, 2022 3:48


HEATWAVE!
Heatwave! 311

HEATWAVE!

Play Episode Listen Later Aug 6, 2022 119:14


O programa dessa semana tem uma entrevista com a banda Médicos Cubanos. Eles falam sobre o disco que acabaram de lançar, "Meu Próprio Clube da Luta", sobre a trajetória do grupo, e indicam músicas para ouvirmos. Na segunda parte ouvimos Céu, Magic Numbers, Sérgio Dias, Prink Floyd, Primal Scream, Caetano Veloso.

Homilias - IVE
Homilia Padre Fábio Vanderlei, IVE: "Transfiguração do Senhor e Nosso Carisma" 06.08.2022

Homilias - IVE

Play Episode Listen Later Aug 6, 2022 4:10


Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 9,28b-36 Naquele tempo: Jesus levou consigo Pedro, João e Tiago, e subiu à montanha para rezar. Enquanto rezava, seu rosto mudou de aparência e sua roupa ficou muito branca e brilhante. Eis que dois homens estavam conversando com Jesus: eram Moisés e Elias. Eles apareceram revestidos de glória e conversavam sobre a morte, que Jesus iria sofrer em Jerusalém. Pedro e os companheiros estavam com muito sono. Ao despertarem, viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com ele. E quando estes homens se iam afastando, Pedro disse a Jesus: 'Mestre, é bom estarmos aqui. Vamos fazer três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias.' Pedro não sabia o que estava dizendo. Ele estava ainda falando, quando apareceu uma nuvem que os cobriu com sua sombra. Os discípulos ficaram com medo ao entrarem dentro da nuvem. Da nuvem, porém, saiu uma voz que dizia: 'Este é o meu Filho, o Escolhido. Escutai o que ele diz!' Enquanto a voz ressoava, Jesus encontrou-se sozinho. Os discípulos ficaram calados e naqueles dias não contaram a ninguém nada do que tinham visto. Palavra da Salvação.

Devocional Florescer
Atos 19:1-10 Paulo em Éfeso - Devocional 545

Devocional Florescer

Play Episode Listen Later Aug 5, 2022 4:43


Bom dia Irmãos, a Paz seja com todos! Sejam bem-vindos a mais um devocional edificai, meu nome é Camila e vamos meditar no texto de *Atos 19:1-10* que fala sobre Paulo em Éfeso. Enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo, atravessando as regiões altas, chegou a Éfeso. Ali encontrou alguns discípulos e lhes perguntou: *"Vocês receberam o Espírito Santo quando creram?" Eles responderam: "Não, nem sequer ouvimos que existe o Espírito Santo".* *"Então, que batismo vocês receberam? ", perguntou Paulo.* *"O batismo de João", responderam eles.* *Disse Paulo: "O batismo de João foi um batismo de arrependimento. Ele dizia ao povo que cresse naquele que viria depois dele, isto é, em Jesus".* *Ouvindo isso, eles foram batizados no nome do Senhor Jesus.* *Quando Paulo lhes impôs as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo, e começaram a falar em línguas e a profetizar.* Eram ao todo uns doze homens. Paulo entrou na sinagoga e ali falou com liberdade durante três meses, argumentando convincentemente acerca do Reino de Deus. Mas alguns deles se endureceram e se recusaram a crer, e começaram a falar mal do Caminho diante da multidão. Paulo, então, afastou-se deles. Tomando consigo os discípulos, passou a ensinar diariamente na escola de Tirano. Isso continuou por dois anos, de forma que todos os judeus e os gregos que viviam na província da Ásia ouviram a palavra do Senhor. ___ Ao retornar a Éfeso Paulo encontra ali doze homens que diziam ser discípulos, porém com sua sabedoria ele faz uma pergunta chave e muito importante para os Cristãos, ele pergunta à esses homens se eles receberam o Espírito Santo e, na verdade, eles nem sequer sabiam que ele era concedido, percebe-se aí a falta de clareza que eles tinham, pois eram discípulos de João, foram batizados nas águas, mas não sabiam a importância do Batismo com o Espírito Santo. *Paulo mais uma vez com sua sabedoria e também poder, lhes explica a diferença, e logo em seguida quando Paulo lhes impõe as mãos eles são Batizados no Espírito e recebem também o Dom de Línguas (ver 1Co 14:1-2), ou seja, falar em línguas é um dom e não somente uma evidência do Batismo no Espírito Santo, uma coisa não está condicionada a outra, porém devemos buscá-las com a mesma intensidade.* Paulo esteve na Sinagoga por aproximadamente 3 meses, mas ao ter conhecimento de que estavam falando mal dos Cristãos ele preferiu retirar-se e focar em ensinar os discípulos na Escola de Tirano. Seu objetivo era criar líderes, pastores, evangelizadores e discipuladores para que assim pudessem propagar a palavra de Deus. ____ Irmãos aqui podemos perceber a importância de buscarmos pelo batismo do Espírito Santos, existem muitas pessoas na igreja, aceitam Jesus, foram batizadas nas águas, mas não buscam pelo Espírito, são mornos e a palavra de Deus é clara, que sejamos frios ou quentes, porque os mornos são vomitados da boca do Senhor e se por acaso você se encontra nessa condição nesse momento, quero lhe encorajar a voltar-se ao Senhor novamente, volte a buscar pelo Espírito, ore por isso, busque-o intensamente

Linhas Cruzadas
O sobrenatural existe? | 04/08/2022

Linhas Cruzadas

Play Episode Listen Later Aug 5, 2022 52:40


No Linhas Cruzadas desta semana, Thaís Oyama e Luiz Felipe Pondé falam de algo que dá arrepios em muita gente, o sobrenatural. Numa primeira definição, o sobrenatural não seria nada assustador, mas simplesmente algo que está além do mundo natural. Eles discutem desde quando a humanidade passou a atribuir poderes e habilidades a quem faz parte do sobrenatural, e de que forma isso criou a ideia de seres e espíritos que podem fazer o mal. Os dois conversam sobre como todas as religiões tentam se apropriar do sobrenatural como uma forma de controle sobre os devotos, e como a crença no sobrenatural está invadindo as redes sociais e a internet. Não tenha medo, e saiba disso tudo no Linhas Cruzadas!

Homilias - Padre Anderson Gomes
ESCANDALIZAR - 8 De Agosto (Mateus 17,22-27) Homilias Pe. Anderson Gomes

Homilias - Padre Anderson Gomes

Play Episode Listen Later Aug 5, 2022 6:48


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 17,22-27 Naquele tempo, quando Jesus e os seus discípulos estavam reunidos na Galileia, ele lhes disse: "O Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos homens. Eles o matarão, mas no terceiro dia ele ressuscitará". E os discípulos ficaram muito tristes. Quando chegaram a Cafarnaum, os cobradores do imposto do Templo aproximaram-se de Pedro e perguntaram: "O vosso mestre não paga o imposto do Templo?" Pedro respondeu: "Sim, paga". Ao entrar em casa, Jesus adiantou-se, e perguntou: "Simão, que te parece: Os reis da terra cobram impostos ou taxas de quem: dos filhos ou dos estranhos?" Pedro respondeu: "Dos estranhos!" Então Jesus disse: "Logo os filhos são livres. Mas, para não escandalizar essa gente, vai ao mar, lança o anzol, e abre a boca do primeiro peixe que tu pescares. Ali tu encontrarás uma moeda; pega então a moeda e vai entregá-la a eles, por mim e por ti". Palavra da Salvação.

Devocional Florescer
Atos 18:12-23 O fim da segunda viagem missionária de Paulo - Devocional 543

Devocional Florescer

Play Episode Listen Later Aug 5, 2022 4:39


A PREGAÇÃO DE PAULO ESTAVA FAZENDO GRANDE EFEITO POR ALI (AT. 18-8). DEIXANDO OS RELIGIOSOS FURIOSOS A PONTO DE O AGARRAREM E BUSCAREM PARA ELE JULGAMENTO, ALEGANDO QUE PAULO ESTAVA DISTORCENDO O MODO COMO ELES ADORAVAM A DEUS. AQUI É INTERESSANTE NOTARMOS HAVER UMA GRANDE IDEIA DE QUE A ADORAÇÃO "PROGRAMADA" QUE FAZIAM ERA A ÚNICA FORMA DE ADORAR. AS ATITUDES DELES PODEM NOS SUGERIR QUE TIRARAM O FOCO DO ADORAR EM SI E COLOCARAM NOS COSTUMES DE ADORAÇÃO, VISTO QUE PAULO NADA PREGAVA CONTRA A PALAVRA DE DEUS, MAS MUITAS VEZES CONTRA ALGUNS COSTUMES E ERROS CAUSADOS PELA RELIGIOSIDADE DOS FIEIS. É INTERESSANTE TAMBÉM QUE PAULO NEM PODE FALAR UMA PALAVRA, MOSTRANDO TAMBÉM O QUANTO ELE DEPENDIA DE DEUS PARA SUA PROTEÇÃO. 14-17 14 Quando Paulo ia falar, Gálio disse aos judeus: —Judeus, se isso fosse alguma falta grave ou um grande crime, seria justo que eu tivesse paciência para escutá-los. 15, Mas, como é só uma questão de palavras, de nomes e da própria lei de vocês, resolvam vocês mesmos. Eu não vou ser juiz nesses assuntos. 16 Em seguida os expulsou do tribunal. 17 Então eles agarraram Sóstenes, o chefe da sinagoga, e o surraram diante do tribunal. Porém, Gálio não se importou com isso. GÁLIO QUE ERA COMO UM DEPUTADO. GÁLIO NÃO COMPROU A IDEIA DE ACUSAÇÃO DOS JUDEUS E OS EXPULSOU DO TRIBUNAL, DEIXANDO ESSES HOMENS AINDA MAIS FURIOSOS. ENTÃO ELES SURRARAM O CHEFE DA SINAGOGA DIANTE DO TRIBUNAL. MAS GÁLIO NÃO SE IMPORTOU COM ISSO. ASSIM PAULO PODE CONTINUAR SUA JORNADA. É INTERESSANTE NOTAR QUE PAULO ESTAVA ANDANDO FOCADO NAQUILO QUE DEUS HAVIA DADO. MESMO COM TODO ESSE TORMENTO ELE CONTINUOU FIRME NA JORNADA. 18 -23 18 Paulo ficou muitos dias com os cristãos em Corinto. Depois se despediu deles e embarcou num navio para a província da Síria, junto com Priscila e o seu marido Áquila. Antes de embarcar em Cencreia, ele rapou a cabeça como sinal de que havia cumprido uma promessa que tinha feito a Deus. 19 Eles chegaram à cidade de Éfeso, e Priscila e Áquila ficaram ali. Paulo entrou na sinagoga e falou com os judeus. 20 Então lhe pediram que ficasse com eles mais tempo, porém ele não quis. 21 E, quando foi embora, disse: —Eu voltarei, se Deus quiser. Então Paulo embarcou e partiu de Éfeso. 22 Quando desembarcou em Cesareia, foi logo para Jerusalém. Ali ele fez uma curta visita à igreja e depois seguiu para Antioquia da Síria. 23 Depois de ficar algum tempo em Antioquia, ele foi embora. Atravessou a província da Galácia e o distrito da Frígia, indo de um lugar para outro e animando todos os cristãos. PAULO PASSOU TEMPO COM A IGREJA DALI, DEPOIS DEU CONTINUIDADE EM SUA JORNADA. NO VERSO 20, É INTERESSANTE QUE AS PESSOAS DA SINAGOGA DE ÉFESO PEDIRAM QUE ELE FICASSE ALI COM PESSOAS DA MESMA FÉ, PAULO ESTAVA NUM AMBIENTE CONFORTÁVEL E ALEGRE, DIFERENTE DE QUANDO ESTAVA SENDO ARRASTADO PELOS JUDEUS PARA O TRIBUNAL DE GÁLIO. PORÉM, PAULO, SABENDO PARA O QUE FOI CHAMADO, NEGA O CONVITE E PARTE PARA MUITOS OUTROS LUGARES. O FINAL DO VERSO 23 DIZ QUE, PAULO, INDO DE UM LUGAR PARA O OUTRO, ANIMAVA TODOS OS CRISTÃOS. É MUITO INTERESSANTE ACOMPANHARMOS ESSA JORNADA DE PAULO. NO VERSO, 12 ELE ESTA SENDO PERSEGUIDO JÁ NO 23, ESTA PREGANDO FEROZMENTE O EVANGELHO E ANIMANDO OS IRMÃOS NA FÉ. PAULO TINHA GRANDE CONVICÇÃO DO QUE ESTAVA FAZENDO. SABIA O QUE TINHA QUE FAZER, E NÃO SE DEIXAVA PARAR PELAS PERSEGUIÇÕES. ELE SE AGARRAVA EM SUA FÉ, E CONTINUAVA SE MOVENDO ATRAVÉS DE DEUS. CONCLUSÃO. ASSIM COMO PAULO, DEVEMOS TER CONVICÇÃO DO QUE CREMOS, E ANDAR NUM PROPÓSITO, SEM NOS DESVIAR OU ATRASAR (MESMO QUE POR ALGO BOM) ENTENDER QUE MESMO QUE TENTEM NOS CALAR, É DEUS QUEM NOS LIVRARÁ DAS MÃOS DAQUELES QUE QUEREM PARAR A BOA OBRA. ASSIM, PODEREMOS TRILHAR UMA JORNADA PODEROSA COMO A DE PAULO, ANIMANDO UNS AOS OUTROS E PROSSEGUINDO PARA JESUS.

Reavivados por Sua Palavra
Siga o Líder - Vamos terminar o que começamos? A herança de Manassés e Efraim (Josué 16-17) #rpsp

Reavivados por Sua Palavra

Play Episode Listen Later Aug 5, 2022 21:50


Quando temos uma tarefa para fazer devemos ir até o fim. No entanto, podemos deixá-la incompleta. Os efraimitas tinham uma missão e a fizeram pela metade. Precisamos persistir, começando e levando até o fim. Um episódio de um conflito entre a Espanha e os Estados Unidos, no século 19, pode servir de motivação para quem tem uma tarefa a completar. Precisaram de um homem que levasse uma carta a um líder chamado Garcia, que se encontrava no interior. Localizado, o mensageiro pegou a correspondência num envelope, amarrou-o no peito e a entregou a Garcia três semanas depois. Ele começou. Para terminar, superou perigos diversos e venceu obstáculos sem conta. Para realizarmos nossa tarefa, precisamos da consciência de que temos uma tarefa. Os efraimitas não levaram a sério a tarefa, mesmo tendo sido dada por Deus. Eles escolheram desobedecer. Para irmos até o fim, precisamos começar o que temos para fazer. Muitas vezes não terminamos um dever simplesmente porque não o começamos. Para continuarmos, precisamos ter a certeza em nosso coração que Deus nos capacitará e vencerá conosco os nossos obstáculos. Se deixamos algo pela metade (um curso, um livro, um projeto, uma casa), voltemos e terminemos. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

Culto Doméstico 93FM
Culto Doméstico #516

Culto Doméstico 93FM

Play Episode Listen Later Aug 5, 2022


Neste programa o Bispo Luiz Fernando Hammes da Igreja Metodista Wesleyana na 8ª Região Eclesiástica traz uma meditação baseada no texto de Deuteronômio 7:7-11. O povo de Israel estava se preparando para uma jornada militar na terra prometida. Eles passaram por muitas batalhas, mas ao fim da vida Moisés se preocupa em repetir toda a lei e os mandamentos. Era tempo de instrução para uma nova etapa. Há também a reafirmação da fidelidade de Deus e não é nada baseado em méritos… Ouça este programa, é muita bênção para tão pouco tempo de podcast. Curta e multiplique a bênção compartilhando.

Autores e Livros
Edição Extra - Jô Soares - 1ª parte

Autores e Livros

Play Episode Listen Later Aug 5, 2022 23:15


Jô Soares morreu nesta sexta-feira (5) em São Paulo, aos 84 anos, e, além de longa carreira na tv, cinema e no teatro, deixou ao menos nove livros. Nesta edição extra do Autores e Livros, Anderson Mendanha e Ana Beatriz Santos comentam a carreira de Jô Soares e falam também de alguns de seus livros: "O xangô de Baker Street", de 1995, que virou filme, "O homem que matou Getúlio Vargas", de 1998, "Assassinatos na Academia Brasileira de Letras", de 2005, e "As esganadas" , de 2011. Eles comentam também sobre os dois volumes da sua autobiografia, • O livro de Jô - uma autobiografia desautorizada.

Cultura
Livro de premiado fotógrafo britânico mostra como El Salvador se tornou distópico

Cultura

Play Episode Listen Later Aug 5, 2022 8:17


Um mergulho no inferno das prisões e nas complexas relações de organizações criminosas que transformaram El Salvador em um dos países mais violentos do mundo. Esse é o panorama proposto pelo livro “Sin Salida” do fotógrafo britânico Tariq Zaidi. Durante dois anos, entre 2018 e 2020, o fotógrafo britânico Tariq Zaidi percorreu o submundo do crime registrando em imagens o retrato de uma sociedade dominada pelo medo e refém de uma disputa sangrenta e cruel entre gangues que espalham o terror por meio de ações de extrema brutalidade. As principais organizações criminosas do país, chamadas de “maras”, são Mara Salvatrucha (ou MS-13) et Barrio 18. Lançado em 2021 pela editora britânica Gost Books, o livro Sin Salida (Sem Saída) expõe as 69 fotos captadas nas várias viagens que Tariq Zaidi fez a El Salvador e traz textos com relatos e análises do que viu. O premiado fotógrafo, que já percorreu todas as regiões do planeta, Tariq Zaidi comenta nessa entrevista à RFI os motivos que o levaram a penetrar nesse universo e a denunciar a violência que, segundo ele, não tem equivalente em outros países, como Brasil e Venezuela.      A seguir, trechos da entrevista de Tariq Zaidi à RFI: RFI: Que razões o levaram a trabalhar e fotografar o tema da violência das gangs e seu impacto na sociedade de El Salvador? Tariq Zaidi: Tendo vivido na Venezuela, Brasil e Argentina por cerca de 4 anos e tendo viajado por quase em toda a América do Norte, Central e do Sul por quase 2 anos e meio, essas experiências tiveram um impacto visceral sobre mim. Quando o então presidente (Donald) Trump chamou as caravanas de migrantes da América Central de "criminosas", eu quis entender que tipo de vida essas pessoas estavam deixando para trás ... Eu queria mostrar ao mundo como El Salvador se tornou distópico, e como a extensão, escala e selvageria da violência é diferente de qualquer coisa que a maioria de nós já conheceu. Esta quebra das normas sociais exacerba a situação. Os jovens crescem em condições de guerra e são frequentemente socializados pelas gangues. Na MS-13, (a socialização) começa com uma surra de 13 segundos. Cito um exemplo particularmente horrível: um vídeo amplamente compartilhado mostrava um grupo de integrantes da gangue arrancando as mãos de uma vítima e depois brincando com os dedos, tudo isso enquanto riam histericamente. A onipresença da violência é devastadora para o desenvolvimento psicológico normal. Quando você fala com famílias que sofreram essa violência - assassinatos, desaparecimentos, extorsão, ameaças de morte – você entende que a maioria das pessoas vive seus dias com medo. Pode ser difícil para as pessoas que nunca visitaram o país entender o quanto as normas sociais se desintegraram. Em muitas cidades é impossível atravessar a rua devido às diferenças pelo controle do território das gangues, isolando totalmente bairros e ruas. Ao entrar em um novo bairro, os visitantes muitas vezes têm de sinalizar com faróis do carro ou baixar as janelas para indicar fidelidade à quadrilha que controla o local, ou para mostrar que teme a violência.     No livro você diz que “as falhas do Estado e a violência das gangues geraram uma situação em El Salvador que é única no mundo”. Por quê? Não há paralelo com outros países onde também há muita violência de gangues, como por exemplo o Brasil do PCC e outras organizações criminosas? Tariq Zaidi: O que faz a violência em El Salvador ser diferente de outros países como o Brasil, e o Haiti, entre outros países, por exemplo, é que o tipo de violência é mais brutal. As “maras” não matam apenas civis ou outros membros de gangues, elas mutilam, aleijam, para apavorar a sociedade. Elas também fazem parte da vida cotidiana de uma forma que as organizações terroristas muitas vezes não fazem. Elas extorquem e controlam bairros, e se escondem da vista de todos. Por isso, é tão difícil de combatê-las. Frequentemente, é difícil de saber quem é e quem não é membro de uma gangue. As estimativas do número de integrantes das maras em El Salvador variam, mas de acordo dados de 2015 do ministério da Defesa do país, sugerem que até 600.000 salvadorenhos, ou seja, quase 10% do total dos 6,4 milhões de habitantes do país, estão envolvidos com gangues, seja através da participação direta ou através da coerção e extorsão por parentes. A escala da violência também é excepcional. Em 13 dos 22 anos entre 1995 e 2017, El Salvador teve a maior taxa de assassinatos para um país que não estava em uma zona de guerra. Em 2015, a taxa de homicídios subiu de 6 para mais de 100 homicídios por 100.000 habitantes, bem acima dos países em segundo e terceiro lugar com índices altos, Honduras e Venezuela, ambos com taxas de homicídios de 56 homicídios por 100.000 residentes. O impacto desta violência, na minha opinião, paralisou a economia do país, a sociedade e o estado.     Suas imagens e o texto que acompanha o trabalho não deixam dúvidas de que se trata de um universo de violência extrema. Conte como você conseguiu entrar nas prisões e nas áreas perigosas dominadas pelas maras? Tariq Zaidi: Normalmente, eu trabalho sozinho ou com um fixer. Mas em El Salvador, porém, tive de trabalhar intensamente com inúmeras autoridades para ter acesso às prisões, à polícia, a centros e locais dos crimes. Tive muitas reuniões com funcionários do governo, e trabalhei com o Instituto de Medicina Legal. Também fiz contato com a força policial, FOCA (Joint Anti-Criminal Operation Force), STO (Tactical Operational Section) e serviços de emergência para atender ocorrências e ataques noturnos por ser um dos primeiros a chegar ao local do assassinato. Também trabalhei com a FGR (Procuradoria Geral da República). No terreno, em El Salvador, trabalhei com uma equipe administrativa totalmente equipada. A equipe me ajudou a conseguir acesso a muitos dos órgãos governamentais, funcionários e locais que mencionei. Você conseguiu visitar todas as 25 prisões de El Salvador? Tariq Zaidi: Foi difícil o acesso e levei quase 8 meses para obter permissão para entrar nas prisões. Eu pedi para visitar todas as gangues possíveis nas penitenciárias para homens e mulheres no país. Mas em 2018, só tive acesso a seis. Voltei em 2019, mas a permissão foi negada pois havia um bloqueio total à imprensa pelo gabinete da presidência. Em 2020, a permissão foi negada novamente, pois o bloqueio para a imprensa continuou e também por causa da Covid-19.     Para completar o panorama, você buscou o testemunho de pessoas que perderam familiares, vítimas das gangues salvadorenhas? Tariq Zaidi: Muitas vezes, esperei fora dos Institutos Médicos Legais para encontrar familiares que estavam de luto, como Suzy (nome fictício), que tinha acabado de identificar o corpo de seu filho Brian (nome fictício), de 25 anos. Ela me disse que seu filho tinha sido estrangulado por membros do Barrio 18 por não cumprir as missões que lhe haviam pedido. Ela estava, compreensivelmente muito perturbada, conversamos por um tempo e mantivemos contato. Alguns dias depois, ela me convidou para o velório. Outras vezes, acompanhei a polícia até a cena do crime e encontrei lá membros da família. Eu também fui a muitas cenas de crime, IMLs, velórios e funerais durante esse período que estive lá. Em algum momento você correu algum risco? Você foi ameaçado? Tariq Zaidi: Sim, a maior parte do tempo eu estava trabalhando lá. Por exemplo, fui convidado por Paul (nome alterado), o prefeito de um pequeno município fora de San Salvador, para ver o que ele estava fazendo para proteger sua comunidade contra as quadrilhas. A área onde ele vive é muito mais segura do que o resto do país. Ele tem uma equipe de pessoas que se armam, usam coletes à prova de balas e dirigem em áreas que sabem serem perigosas, procurando por membros de gangues para capturar ou matar. Quando cheguei na casa dele, ele me deu um colete à prova de balas e tentou me dar algum tipo de arma automática, um rifle, mas eu recusei. Entramos no carro e fizemos inspeções de segurança, perguntando às pessoas se elas tiveram algum problema com gangues. O prefeito então recebeu uma ligação de outro carro (de sua equipe) dizendo que tinham detectado atividade de gangues e para nos prepararmos para a ação. Estava muito escuro e nós estávamos em alta velocidade pelas estradas montanhosas, por volta das 2h da manhã. Os outros ocupantes no carro estavam armados. Paul tentou novamente que eu pegasse um revólver. Ele disse: "se nós entrarmos em um confronto, eles cortarão seus braços e pernas. Abaixe sua câmera e pegue esta arma". Eu lhe disse para colocar a pistola carregada nos meus pés e começamos a perseguir um suspeito. Mas depois, um carro na frente nos informou que os membros da quadrilha haviam fugido e que não conseguiríamos encontrá-los. “Isto é o que temos de fazer para manter nossa comunidade livre", disse Paul. Ele recebe com frequência ameaças de morte.   Por que escolheu o título “Sin Salida”? Tariq Zaidi: Acho que “Sin Salida” (Sem Saída) resume a situação em todo o país quando este trabalho foi feito, entre 2018 e 2020. Talvez o título também possa ser respondido olhando para a história da guerra de gangues de El Salvador. Para entender, temos que voltar à guerra civil que durou de 1979 a 1992. A guerra foi notória por sua violência brutal e violações dos direitos humanos. Ela deixou pelo menos 75.000 mortos, e milhares de desaparecidos. A guerra também deslocou até 20 por cento da população do país, e pelo menos 500.000 salvadorenhos fugiram para os Estados Unidos. É entre estes refugiados salvadorenhos que podemos rastrear as origens das duas principais gangues do país, MS-13 e Bairro 18. Ambas foram formadas em Los Angeles por adolescentes salvadorenhos que tentavam se proteger de outras gangues estabelecidas na cidade, mas muitos desses jovens foram parar na cadeia por crimes não violentos e se tornaram violentos na prisão. Ao sair das prisões, muitos destes salvadorenhos recorreram à violência, acabando por estabelecer os métodos e redes agora associados com a MS-13. Eles também aprenderam várias técnicas de extorsão, iniciando a "economia criminosa" do bando. Em contraste, o Barrio 18, foi formado nos anos 60 como a primeira gangue multirracial e multiétnica em Los Angeles. No entanto, durante a década de 1980 foi preenchida em sua maioria por refugiados salvadorenhos. As duas “maras” estavam em grande parte limitadas a Los Angeles até o final da guerra civil em El Salvador em 1992, mas isto mudou após um endurecimento das políticas de migração americanas em 1997. Muitos refugiados salvadorenhos foram enviados de volta a El Salvador, e estabeleceram filiais das gangues no país. O que Sin Salida representa para você e que impacto você espera que esse livro provoque nos leitores?  Tariq Zaidi: Minha esperança com este trabalho é amplificar as vozes dos salvadorenhos que lutam por direitos básicos, como segurança e uma vida mais segura para seus filhos e famílias. E para que as pessoas vejam com os próprios olhos e entendam que tipo de vida essas pessoas estão deixando para trás e por que tantas são forçadas a fugir e a juntar-se às caravanas em direção ao norte para o México ou para a fronteira com os Estados Unidos.  

Empiricus Puro Malte
#102 - É proibido proibir: ghosting, Marx e fintechs quebradas

Empiricus Puro Malte

Play Episode Listen Later Aug 5, 2022 65:21


O papo do quarteto começou com uma reflexão sobre qual é a responsabilidade do Venture Capital quando a investida dá errado. Nas últimas semanas, duas fintechs validadas por grandes placas do VC quebraram -- a Hash e a Virtus. Eles saíram deste tema para outro: em alguma hipótese o ghosting é válido? A pergunta do ouvinte foi sobre FII de tijolo. No quadro Tudo Nosso X Nada deles: telemedicina X ir no consultório; MAC X PC; whey x creatina. Pra encerrar, dicas culturais.- Filme Eduardo e Mônica, no GloboPlay - Disco Dois, do Legião Urbana- Série The Office, episódio sobre budget- Podcast De Carona na Carreira, episódio com Leila Velez- Filme Taxi Driver, na Netlix- Jogo entre Corinthians e Flamengo pela Libertadores, de terça-feira (02/08)- Filme Lightyear, no Disney Plus- Livro Sabor, de Stanley Tucci- Podcast Café com tri, episódio com João Paulo Diniz- Instagram @victorpontes.photoart

Primeiro Café
#378 Emergência da fome: menino liga para o 190 para pedir comida | Vozes Progressistas: Lua Santis conta bastidores do Spaces

Primeiro Café

Play Episode Listen Later Aug 4, 2022 60:02


QUINTA, 04/08/2022: Foi de destruir o coração ouvir a gravação divulgada pela Polícia Militar de Minas Gerais de um menino de 11 anos que, ao ver a mãe chorando desesperada por não ter o que comer, ligou para o 190 para pedir ajuda. A fome é sim uma questão de emergência seis anos após o golpe e a eleição de Bolsonaro.A atitude desesperada do menino comoveu os policiais. Eles mesmos compraram cestas básicas e levaram para a família, que, enfim, pode fazer uma refeição. Eles também divulgaram o caso, o que gerou uma onda de solidariedade. Um PM, em entrevista à Globo, disse que em 24 anos de serviço nunca tinha visto uma situação assim. Ou esse PM vivia em Marte ou estava fazendo discurso para tentar suavizar a imagem da Polícia Militar, que é, em grande parte, bolsonarista e, portanto, tem parcela de culpa por essa triste situação.Durante o governo Bolsonaro, o Brasil voltou ao Mapa da Fome, segundo a Organização das Nações Unidas. O percentual de brasileiros que não têm certeza de quando vão fazer a próxima refeição está acima da média mundial. São 61 milhões de brasileiros que enfrentaram dificuldades para se alimentar entre 2019 e 2021; 15 milhões deles passaram fome.Tomara que boa parte desses 15 milhões liguem para o 190 para tentar comover os policiais brasileiros e, quem sabe assim, eles entendam o tamanho da bobagem que fizeram ao apoiar um presidente golpista, criminoso e incompetente. A triste situação da família do menino mineiro me comove e me revolta. Já a ação de marketing da PM ao tentar melhorar sua imagem com o caso me causa outros sentimentos.SAIBA MAIS: https://primeiro.cafe/APOIE: https://apoia.se/primeirocafe

O Antagonista
No Nordeste, Lula volta a defender "surra" eleitoral em Bolsonaro

O Antagonista

Play Episode Listen Later Aug 3, 2022 1:13


Em ato político com aliados em Campina Grande (PB) na noite desta terça-feira (2), Lula (foto) voltou a defender que Jair Bolsonaro receba uma "surra" eleitoral no pleito do dia 2 de outubro. O ex-presidente também atacou o atual presidente na disputa pela paternidade da transposição do rio São Francisco —o petista chamou de "desfaçatez" o discurso do governo federal sobre a obra. "Eles, que nunca mexeram um palito, resolveram dizer que foram eles que fizeram a transposição. Essa gente tem tanta desfaçatez, é tão mentirosa, que eles são obrigados a mentir mesmo por coisas que sabem que o povo sabe", discursou Lula, conforme o relato da Folha. "A paternidade de transposição vem sendo disputada por Jair Bolsonaro, que finalizou alguns trechos que estavam incompletos da obra e visitou o canal diversas vezes durante o seu mandato. O atual presidente, contudo, assumiu o mandato com mais de 90% das obras do projeto concluídas pelos governos Lula, Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB)", escreve o jornal paulistano. Em outro trecho do discurso aos apoiadores na Paraíba, o petista afirmou: "Não sou eu que vou ganhar essas eleições. Vocês vão ganhar essas eleições. Vocês que vão dar uma surra no atual presidente". Cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

ChinaCast
593_O Que Eu Penso de Quem Sonega Imposto - É Possível Concorrer Com Eles? - China Gate Importação

ChinaCast

Play Episode Listen Later Aug 3, 2022 15:48


593_O Que Eu Penso de Quem Sonega Imposto - É Possível Concorrer Com Eles? - China Gate Importação Curtiu esse episódio? Quer saber mais sobre Importação Empresarial? Siga-nos no Instagram @chinagatebrasil

Perdidos na Estante
PnE 202 – Filme Persuasão (Netflix)

Perdidos na Estante

Play Episode Listen Later Aug 2, 2022 48:15


O filme Persuasão (Netflix) é a quarta adaptação desse livro para a telona - ou nesse caso telinha da sua casa mesmo. Lançado em 2002, desde o trailer só se falava nisso pelos fãs do livro e uma das coisas que mais se destacavam era a quebra de quarta parede pela protagonista. Mas, será que funcionou? Esse filme tá mais para ame-o ou odeie-o e muitas pessoas já o consideram o pior filme de adaptação do ano (mas calma gente, tem muita coisa ainda pra competir). Há quem diga, inclusive, que o filme será um ótimo concorrente ao Framboesa do ano. Veremos. Enquanto isso, o filme Persuasão (Netflix) continua gerando amores e dissabores e é quase unanimidade que leitores odiaram o filme. Para entender o porquê, Amanda se reúne novamente com Thiago e Aline Bergamo para uma conversa sobre isso. Eles também fazem indicações de outras obras de Jane Austen que já foram adaptadas e discutem se ainda há necessidade de novas adaptações de clássico para o audiovisual. Se quiser saber as opiniões sobre o livro, volte uma casinha e ouça o episódio da semana passada. Bom episódio! Assista ao trailer do filme Persuasão (Netflix) https://youtu.be/x7HKCo1OrrE   Mais um beijo pra gente! Quer receber um beijo nosso no próximo quadro "Momento do beijo"? É só nos deixar um salve em qualquer rede social ou um comentário no post. Estamos loucas para te beijar! ;) Ficha técnica Apresentação: Amanda Barreiro, Thiago Augusto e Aline Bergamo. Pauta: Amanda Barreiro Produção: Domenica Mendes Assistente e Edição: Leonardo Tremeschin Agradecimentos Especiais Esse episódio foi produzido graças a Airechu, Aline Bergamo, Amauri Silva Lima Filho, Caio Amaro, Carolina Soares Mendes, Carolina Vidal, Cláudia Rodrigues, Clecius Alexandre Duran, Daiane Silva Souza, Dayse Cristhina, Fernanda Cortez, Igor Bajo, Lucas Roberto Arrais Domingos, Lu Bento, Luciano Terra das Neves Neto, Luiz Henrique Soares, Marina Barbosa Kondratovich, Marina Jardim, Melisa de Sá, Nilda, Priscilla Rubia, Ricardo Brunoro, Rodrigo Leite. Segue a gente, a gente é legal!  

EmpreendaCast Brasil
Ela largou a carreira, se libertou das amarras sociais e decidiu empreender no mercado securitário Com Denise Oliveira | #239

EmpreendaCast Brasil

Play Episode Listen Later Aug 1, 2022 109:28


Com certeza você já ouviu falar de um mercado centenário: o mundo dos seguros. O que está por trás da figura do corretor? O que não sabemos sobre o securitário? Como empreender nesse mundo? Uma empresa que mistura o velho e o novo, que trabalha pela diversidade e com uma pegada muito ágil de fazer soluções, chegou para integrar e cuidar desse universo. No episódio #239 do “EmpreendaCast”, Gustavo Passi recebe Denise Oliveira, CEO da Fitinsur, a primeira empresa da América Latina que recebeu a classificação de “insurtech as a service”. Com experiência em tecnologia e plataforma digitais, conecta empresas e seguradoras para facilitar o acesso e a venda de seguros. Eles nasceram com um objetivo: acelerar o ecossistema de seguros. Siga o nosso Instagram: @empreendacast Participe do nosso grupo no Telegram: https://t.me/empreendacast Produção: Voz e Conteúdo – www.vozeconteudo.com.br - @vozeconteudo --- Send in a voice message: https://anchor.fm/empreendacast/message Support this podcast: https://anchor.fm/empreendacast/support

Meditação Diária com o Pe. João Carlos
1º de agosto - Meditação da Palavra do Senhor

Meditação Diária com o Pe. João Carlos

Play Episode Listen Later Aug 1, 2022 11:35


01 de agosto, Dia de Santo Afonso Maria de Ligório -

Brasil-Mundo
Dupla catalã que fez viagem de bicicleta pelo Brasil carrega a identidade musical do país em suas canções

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Jul 31, 2022 7:09


Marcel e Júlia, que hoje vivem em Manlleu, na Espanha, têm dupla nacionalidade e acreditam que sempre levarão o Brasil junto com eles. Filha de mãe brasileira e pai catalão, a artista Jùlia Arrey carrega, além da dupla nacionalidade, uma bagagem repleta de Brasil e Espanha. Ela, que nasceu num município espanhol chamado Vic, na região da Catalunha, tinha três anos de idade quando foi viver em Juazeiro da Bahia,  lugar de “calor brabo”, como define com um sorriso no rosto.  Por Ana Beatriz Farias de Oliveira A estada ali durou quatro anos e, aos sete, a menina já estava fazendo as malas para mudar de cenário pela segunda vez. Era hora de voltar à Espanha.  Tempos depois, em 2016, a artista fez o caminho de volta ao sertão brasileiro. Desta vez, foi junto seu companheiro, o músico Marcel Lázara. A expedição feita pelo casal foi à base de muita improvisação. Primeiro, foram ao Juazeiro de Júlia, no interior da Bahia. Logo, de bicicleta e na companhia dos seus dois cachorros, Anouk e Rua, estiveram por vários outros lugares até chegar à foz do Rio São Francisco. Enquanto isso, passavam uns dias aqui, outros ali. Amizades e histórias iam se acumulando ao longo do percurso. “Nós nos deixávamos guiar pelas pessoas que diziam ‘não vai embora, fique aqui' e ficávamos uma semana na casa de alguém. Eles nos viam, dois europeus, no meio do sertão, de bicicleta, com dois cachorros e um carrinho atrás e todo mundo pensava: ‘o que eles estão fazendo aqui?'”, conta Júlia. Mudança de planos Antes de ser acolhida e abraçada pela natureza afetuosa do Brasil profundo, a dupla, que acabou se deixando levar pelo ritmo das trocas que fazia com as comunidades das cidades nordestinas que visitava, tinha um objetivo definido. Os dois, a princípio, queriam montar um Centro Cultural à beira do Rio São Francisco. Chegando à região, Júlia e Marcel perceberam que a teoria não se aplicava à prática e que as necessidades locais não eram exatamente as imaginadas por eles. Foi então que recalcularam a rota do caminho em direção a um destino musical. A vida itinerante durou cerca de 2 anos e proporcionou a Júlia, que até então não vivia de música, um encontro cara a cara com a arte, a partir do toque da zabumba. “Quando chegamos lá, que Marcel tava todo dia com o violão embaixo do umbuzeiro, e eu tinha a necessidade de acompanhá-lo nesse caminho. E ao longo do caminho, eu comecei a introduzir o instrumento, porque conhecemos uma galera que utilizava o instrumento e foi quando eu vi que fazia melhor do que eu pensava”, explica. Neste momento, Marcel a interrompe carinhosamente para dizer: “Ela pegou a zabumba e era como se tivesse tocado…” e Júlia completa dizendo “a vida inteira”. Ele concorda. “A vida inteira. Isso mesmo”. Sons vividos Para Marcel, o som que o Brasil faz se tornou marcante. A identidade musical encontrada por ele e por Júlia no país virou pano de fundo para um ponto de inflexão importante da história dos dois.“Eu fiquei enamorado do nordeste, do sertão, do forró, do xaxado, do maracatu, de tudo isso. Da zabumba… Acontece que nos encontramos também musicalmente, que era um aspecto da nossa vida que não tínhamos explorado (juntos) ainda. Foi tudo”, comenta o músico. Durante a viagem, a proposta do casal não era somente observar e absorver o que se via e escutava. A interação com a população local permitia o nascimento de criações artísticas produzidas a várias mãos. Um dos momentos mais intensos de troca entre os dois e os moradores dos locais visitados durou meses. Aconteceu em Piaçabuçu, quando Marcel e Júlia conheceram uma associação que atua na preservação do Rio São Francisco, a “Olha o Chico”. Marcel lembra com bastante carinho deste momento. “É uma associação que trabalha com a música para conscientizar. Com eles, moramos três meses, que foi quando fizemos uma música juntos, gravamos com eles. Lá foi o lugar mais especial, eu acho”. Todas as vivências e percepções renderam ao casal um disco, “Pedalant Endins”, que é o retrato sonoro do que experimentaram pelo caminho de incertezas e descobertas feito no nordeste brasileiro. Além disso, Marcel e Júlia, que oficializaram seu projeto musical quando retornaram do Brasil para a Espanha, fizeram um documentário seriado sobre o que viveram na viagem. Uma porção do Brasil na Espanha De acordo com eles, a recepção do álbum, gravado de forma simples - para transmitir a pureza da experiência, segundo os artistas - foi muito boa e aproximou a dupla da comunidade brasileira que vive na Catalunha. Ainda mais porque, nos shows feitos para divulgar o trabalho, o clima era de intimismo e proximidade com o público. Hoje, o projeto “Marcel e Júlia” cresceu e os artistas sobem ao palco acompanhados de uma banda, com uma sonoridade mais potente, que vem como um grito de reivindicação relacionado aos efeitos das mudanças climáticas, tema que tem sido recorrente na obra do casal, que, no ano passado, lançou o disco “En òrbita” e que, há pouco tempo, deu à luz a faixa musical “Que no s'acabi mai”. Apesar de os trabalhos atuais não levarem diretamente consigo referências brasileiras, os músicos, que têm dupla nacionalidade e carregam o Brasil “pra sempre”, enxergam no que fazem atualmente os rastros do que viveram lá atrás. Para exemplificar, falam da zabumba, que acompanha Júlia nos palcos até hoje, e das mesclas presentes no seu som. “Tem muitas músicas com sonoridade daqui, europeia, mas que têm um ritmo, um maracatu… Os ritmos ficam pra sempre, eu acho”, pontua Marcel. E Júlia completa: “o que você aprende você não esquece”.