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Place in Siliana Governorate, Tunisia

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eles

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Arauto Repórter UNISC
Como era um fim de semana quando a gente não tinha Instagram?

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Aug 25, 2026 8:14


Era sábado à noite, nos anos 2000.Mais cedo, no MSN:“10h na porta?”“Fechou.”Você se arrumava, encontrava os amigos e ia para a balada. Sem stories, sem localização em tempo real, sem saber antes quem estaria lá. Você simplesmente descobria quando chegava.Na pista, tocava Summer Eletrohits. No refrão, ninguém levantava o celular.Levantava os braços.O momento ficava na memória de quem estava vivendo. Não virava Reels no dia seguinte.Se quisesse uma foto do rolê, precisava ter um amigo com câmera digital ou encontrar o fotógrafo da balada. No dia seguinte, todo mundo procurava as fotos na internet. Flash estourado, olho vermelho, alguém cortado, foto tremida.E todo mundo achava incrível.Uma delas ainda podia virar sua foto do Orkut pelos próximos seis meses.E se você fizesse alguma besteira durante a noite e ninguém tivesse fotografado, acabava ali. No máximo, virava história entre os amigos. Você não acordava no domingo viralizado.Até para encontrar alguém que sumiu no rolê era diferente:“kd vc?”E localização em tempo real? Kkkkk. Sonha.Ficar em casa também tinha seu ritual. Pizzaria pelo telefone fixo, Zorra Total, depois Supercine. No domingo, Fórmula 1, Globo Rural, almoço em família, Turma do Didi e Domingo Legal.Lasanha ou frango no forno. Coca-Cola de 2 litros. Todo mundo à mesa.Ninguém dizia:“Peraí, deixa eu tirar uma foto.”A comida não precisava esperar por um story.Mais tarde, alguém chamava:“Bora dar uma volta?”E “dar uma volta” podia significar praça, calçadão, sorveteria ou casa de alguém.Ninguém escolhia o lugar pensando em qual foto ia render.À noite, o Fantástico anunciava que o fim de semana estava acabando.E você não passava o domingo comparando sua vida com a de outras 300 pessoas nos stories. Não sabia quem tinha viajado, saído mais ou almoçado melhor.Você tinha vivido o seu.Na segunda-feira, a pergunta era simples:“E aí, fez o quê no fim de semana?”E você contava tudo.Porque ninguém tinha acompanhado sua vida pela internet antes de você contar.Era real time de verdade.Talvez alguns dos melhores fins de semana da nossa vida não tenham virado conteúdo porque não precisavam.Eles simplesmente aconteceram.Talvez a gente tivesse menos conteúdo, mas mais presença.Menos comparação e mais experiência.Menos necessidade de mostrar e mais liberdade para viver.Bons tempos.Ou talvez tenham sido tão bons porque a gente estava inteiro dentro deles.

Assunto Nosso
Como era um fim de semana quando a gente não tinha Instagram?

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Aug 25, 2026 8:14


Era sábado à noite, nos anos 2000.Mais cedo, no MSN:“10h na porta?”“Fechou.”Você se arrumava, encontrava os amigos e ia para a balada. Sem stories, sem localização em tempo real, sem saber antes quem estaria lá. Você simplesmente descobria quando chegava.Na pista, tocava Summer Eletrohits. No refrão, ninguém levantava o celular.Levantava os braços.O momento ficava na memória de quem estava vivendo. Não virava Reels no dia seguinte.Se quisesse uma foto do rolê, precisava ter um amigo com câmera digital ou encontrar o fotógrafo da balada. No dia seguinte, todo mundo procurava as fotos na internet. Flash estourado, olho vermelho, alguém cortado, foto tremida.E todo mundo achava incrível.Uma delas ainda podia virar sua foto do Orkut pelos próximos seis meses.E se você fizesse alguma besteira durante a noite e ninguém tivesse fotografado, acabava ali. No máximo, virava história entre os amigos. Você não acordava no domingo viralizado.Até para encontrar alguém que sumiu no rolê era diferente:“kd vc?”E localização em tempo real? Kkkkk. Sonha.Ficar em casa também tinha seu ritual. Pizzaria pelo telefone fixo, Zorra Total, depois Supercine. No domingo, Fórmula 1, Globo Rural, almoço em família, Turma do Didi e Domingo Legal.Lasanha ou frango no forno. Coca-Cola de 2 litros. Todo mundo à mesa.Ninguém dizia:“Peraí, deixa eu tirar uma foto.”A comida não precisava esperar por um story.Mais tarde, alguém chamava:“Bora dar uma volta?”E “dar uma volta” podia significar praça, calçadão, sorveteria ou casa de alguém.Ninguém escolhia o lugar pensando em qual foto ia render.À noite, o Fantástico anunciava que o fim de semana estava acabando.E você não passava o domingo comparando sua vida com a de outras 300 pessoas nos stories. Não sabia quem tinha viajado, saído mais ou almoçado melhor.Você tinha vivido o seu.Na segunda-feira, a pergunta era simples:“E aí, fez o quê no fim de semana?”E você contava tudo.Porque ninguém tinha acompanhado sua vida pela internet antes de você contar.Era real time de verdade.Talvez alguns dos melhores fins de semana da nossa vida não tenham virado conteúdo porque não precisavam.Eles simplesmente aconteceram.Talvez a gente tivesse menos conteúdo, mas mais presença.Menos comparação e mais experiência.Menos necessidade de mostrar e mais liberdade para viver.Bons tempos.Ou talvez tenham sido tão bons porque a gente estava inteiro dentro deles.

Des Paillettes sur ton Tapis
123. Best of Summer 2026 (3/4) : Booste ton mindset de Yogipreneure (REDIFF)

Des Paillettes sur ton Tapis

Play Episode Listen Later Aug 17, 2026 24:14


Rediff de l'épisode 35: comment cultiver un mindset positif quand on est Yogipreneur.eLes bonus de la semaine :Profite d'un code rabais pour la formation InstaVibes de Tina Valentina. Code COCOLOVE.Rejoins moi pour un accompagnement personnalisé selon tes objectifs et TON budget :A la semaine prochaine !CoralieMerci de liker, partager et laisser ⭐⭐⭐⭐⭐ à cet épisode s'il t'a plu !Retrouve moi sur Instagram, mon site Web et sur ma newsletter.Hébergé par Ausha. Visitez ausha.co/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

Reportagem
Ultrarricos avançam sobre o litoral de Portugal apesar de lei garantir praias públicas

Reportagem

Play Episode Listen Later Aug 15, 2026 7:36


Neste verão europeu de calor extremo e incêndios, Portugal volta a enfrentar a polêmica das praias privadas e da falta de acesso ao mar. Um dos casos com maior repercussão midiática envolve os donos da Herdade da Comenda, uma área com 600 hectares no Parque Natural da Arrábida, no município de Setúbal. Eles contestam na Justiça a posse de cinco praias: Rasca, Comenda, Rainha, Maria Esguelha e Albarquel. Letícia Fonseca-Sourander, correspondente da RFI em Portugal A ação movida contra o Estado português e a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) foi refutada por ambos no tribunal de Setúbal, mas o processo continua. A família Mirpuri, que detém a Herdade da Comenda desde 2019, reclama a posse das praias por meio de um antigo documento de venda da propriedade em leilão público. No século XIX, D. Luís I, rei de Portugal e Algarves, assinou um decreto declarando domínio público hídrico, as águas do mar e seus leitos e margens, os portos, as praias, os rios, canais e docas. São bens que não se vendem nem se compram. No entanto, quem conseguir provar que já era dono de uma parcela de leito ou margem do mar antes de 1864 pode ter seus direitos reconhecidos. O presidente do Conselho Diretivo da APA, José Pimenta Machado, reafirma este princípio. “Em Portugal as praias são públicas. É verdade que há um processo em curso, mas as praias são públicas e, presume-se que são públicas, mesmo que haja alguém contestando que são privadas, como é o caso da Herdade da Comenda”, ressalta. Recentemente, centenas de manifestantes protestaram em defesa do usufruto público destas praias e contra a falta de acesso ao mar por caminhos que foram usados desde sempre pela população. João Cruz, da iniciativa “Deslarrrguem a Arrábida”, acusa a Câmara Municipal de Setúbal de passividade. “O que a Herdade da Comenda fez foi cercar com arame farpado, com grades e com redes ao longo da estrada de um lado e de outro, impedindo a circulação da população para dentro do que eles acreditam ser o direito exclusivo deles de propriedade”, denuncia.   No mês passado, a Associação dos Cidadãos pela Arrábida e Estuário do Sado entregou mais uma petição pedindo a intervenção do Estado e da Câmara Municipal de Setúbal para que mobilizem todos os esforços para remover as vedações ilegais e repor os acessos indevidamente cortados pelos proprietários da Herdade da Comenda. Uma cancela no meio do caminho Na imensidão do azul do mar, bem em frente à Serra da Arrábida, se encontra um dos trechos mais bonitos do litoral português, que começa na península de Tróia e se estende até a praia de Melides, no município de Grândola. Porém, estes 40km de areias brancas e praias paradisíacas têm cerca de 80% dos acessos limitados ou inexistentes. Com a explosão da especulação imobiliária de alto luxo na região, a passagem pública até o mar é uma verdadeira odisseia. São inúmeras cancelas e muros que impedem o acesso livre às praias. Além disso, falta sinalização adequada e há poucos estacionamentos disponíveis. O luxo tornou a área inacessível a quem não é famoso nem poderoso. Em recente entrevista ao jornal Expresso, o filósofo Viriato Soromenho-Marques fez um alerta. “Vivemos uma situação em que o poder do dinheiro tenta sobrepor-se aos direitos constitucionais dos cidadãos.” Segundo a ativista Diana V. Almeida, do movimento “Reabrir a Galé”, é impossível chegar à praia da Galé-Fontainhas por causa da construção do resort residencial Costa Terra, da empresa americana Discovery Land Company. O empreendimento imobiliário é considerado o mais exclusivo de Melides. “Os seguranças impedem as pessoas de avançar pelas estradas públicas, já não estamos falando no acesso à própria propriedade”, diz Diana. Segundo ela, isso acontece também em outras áreas, como por exemplo na Comporta e na zona dos Brejos, onde as estradas públicas tem cancelas e as pessoas não podem passar e mesmo quando chamam a GNR – força de segurança pública de Portugal. “É impossível esta cancela ser levantada”, protesta a ativista. No mês passado, a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, foi a seis praias de Grândola para conferir se as irregularidades encontradas pela APA foram corrigidas. De acordo com a ministra, os trabalhos de remoção de cancelas, colocação de sinalização e construção de estacionamento estão sendo feitos, mas o cenário ainda está longe do ideal. A Quercus, uma das faces mais visíveis do ativismo ambiental em Portugal, aguarda há dois meses uma resposta do governo sobre quando as obras serão concluídas. Litoral VIP Ao se firmar como destino de luxo e refúgio de milionários, este trecho da costa alentejana tem atraído nos últimos anos celebridades como Madonna, Angelina Jolie, Nicole Kidman e mais uma fila de ultrarricos dispostos a investir milhões de euros e dólares em fortalezas de luxo com pouca ética ambiental, como denunciam com frequência ONGs portuguesas de defesa da natureza. Com grande parte de Portugal sob seca severa, os campos de golfe atraem atenções por ainda usar pouca água residual para regar os espaços verdes. Em entrevista à RFI, a presidente da Quercus, Alexandra Azevedo, critica esse descaso. “Muitas vezes os campos de golfe destes empreendimentos de luxo são regados com água potável dos aquíferos em uma região que sofre uma crise de abastecimento de água”, condenou. Uma das mulheres mais ricas da Espanha, Sandra Ortega, herdeira do império Zara, inaugurou recentemente o seu resort de luxo, o Na Praia, em Tróia, com diárias que podem chegar a € 5.700. O projeto teve as obras suspensas por causa de uma medida cautelar movida por associações ambientalistas, que apontaram irregularidades, como a eliminação total da vegetação e a terraplanagem das dunas. Apesar disso, a Justiça portuguesa considerou a paralisação improcedente e liberou a conclusão das obras.

Inteligência Ltda.
1906 - DESVENDANDO OS SEGREDOS DO MUNDO: THIAGO LIMA, SESTARO E XANDÃO

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Aug 13, 2026 210:08


THIAGO LIMA é expert em conspirações, FELIPE SESTARO é médico, pastor e fisiculturista, e SUPER é fisiculturista e streamer. Eles vão bater um papo sobre conspirações, o que faz o povo coçar a cabeça e o que é simplesmente enganação. O Vilela ainda acredita que o Silvio Santos usava peruca.Cadeira é Elements, e o desconto pra vocês tá liberado. Acesse e garanta a sua: https://loja.elements.com.br/?utm_source=youtube&utm_medium=legenda&utm_campaign=inteligencia

ABIOSE - VIDA LATENTE

ABIOSE - VIDA LATENTEPODCASTHistórias de Humor, Ficção, Romance, Drama, Terror e muito maisSEGUE A GENTE e AVALIE com 5 ESTRELAS. NÃO CUSTA NADA, É RÁPIDO.Criação / Designs: Jorge BarretoTodos os direitos reservados: "JB Studio"E-mail para: abiose.vidalatente@gmail.comInstagram: @abiosevidalatentehttps://podcasters.spotify.com/pod/show/abiosevidalatentehttps://twitter.com/Abiose_V_L***RECOMENDADO PARA MAIORES DE 18 ANOS***Ajude o nosso canal a crescer.COLABORE FAZENDO UM PIX DE QUALQUER QUANTIA PARA O PODCAST:CHAVE: abiose.vidalatente@gmail.comObrigado por nos ouvir.

Eles que Lutem
KAKÁ NOVELAS: "Traria o José Mayer de volta pra Globo" | ELES QUE LUTEM

Eles que Lutem

Play Episode Listen Later Aug 13, 2026 62:14


Kaká Meyer ou Kaká Novelas chega no Eles que Lutem para analisar por que os diretores de TV estão perdidos tentando agradar a internet, além de opinar sobre a polêmica dos remakes como Vale Tudo, defender a genialidade de Walcyr Carrasco e dispara sobre o cancelamento de grandes atores como José Mayer. Além disso, ela participa dos quadros "Piores Novelas" e "Tá em Alta ou Tá em Baixa", comentando sobre Vini Jr, Virgínia, Ratinho, Arlindinho e muito mais! #novelas #novela #podcast

Podcast : Escola do Amor Responde
3393# Escola do Amor Responde (no ar 12.08.2026)

Podcast : Escola do Amor Responde

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 17:13


Lena, de 50 anos, disse que, durante 16 anos, viveu com o pai do filho dela. Eles resolveram morar juntos ainda muito novos. Com o passar do tempo, ele passou a se envolver com drogas e bebidas, chegando ao ponto de agredi-la fisicamente e traí-la. Fora isso, a amante também a agrediu. Após a separação, Lena não conseguiu se envolver com mais ninguém. Há 10 anos, eles não estão mais juntos e, durante esse período, só aparecem pessoas comprometidas e enroladas.Lena fica na dúvida se essa seria uma praga de mãe, pois, por várias vezes, ela diz que elas não nasceram para serem casadas, ter casa e família. Após assistir aos programas do Casal Blindado, Lena passou a enxergar os próprios erros e tem procurado mudar. A aluna pontuou outras coisas, inclusive que se sente sozinha.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes

BrunetCast
APRENDA COM A VIDA DO APÓSTOLO PAULO | Hernandes Dias Lopes no BrunetCast

BrunetCast

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 96:15


Conheça a Minimal Club usando o Cupom: BRUNEThttps://lp.minimalclub.com.br/cortes-brunetcastNeste episódio do BrunetCast, Tiago Brunet recebe o teólogo, pastor e autor de mais de 200 livros, reverendo Hernandes Dias Lopes, para uma conversa profunda sobre a vida e as cartas do apóstolo Paulo.Eles discutem por qual carta começar a estudar Paulo, o real significado do "espinho na carne", a diferença entre arrependimento e remorso, por que tantos cristãos ainda vivem uma fé imatura, e como a graça deve governar tanto a salvação quanto os relacionamentos. Uma aula completa de teologia aplicada à vida prática.Sobre o convidado:Hernandes Dias Lopes é pastor da Igreja Presbiteriana de Vitória e de Pinheiros, diretor executivo da LPC, apresentador do programa Verdade e Vida e autor de mais de 200 livros.Sobre o BrunetCast:Um podcast do Grupo Destiny com Tiago Brunet, trazendo conversas sobre fé, comportamento, negócios e propósito.Inscreva-se no canal e ative o sininho para não perder os próximos episódios.Capítulos (timestamps)00:00 Introdução e boas-vindas a Hernandes Dias Lopes01:24 Por que o comportamento cristão nasce da teologia05:19 A carta aos Gálatas e o perigo do legalismo08:13 Por qual carta começar a estudar o apóstolo Paulo11:58 Romanos: o evangelho segundo Paulo19:08 Vulnerabilidade sem exposição: a lição de Paulo23:29 Para que serve a graça na prática30:32 O mistério do espinho na carne42:18 Como lidar com o pecador arrependido48:06 Por que a igreja ainda é tão imatura55:06 O perigo da fofoca e do julgamento entre irmãos01:03:17 O final de vida do apóstolo Paulo01:21:30 Como começar a estudar a Bíblia sozinho01:26:20 Encerramento

Para dar nome às coisas
S08EP338 - Para voltar a sentir

Para dar nome às coisas

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 51:16


O último lugar que tinha sinal de celular, antes de pegar a estrada de terra, era num mercado. Por meia hora, eu ia ter de dirigir confiando nas placas e no mapa que eles tinham mandado. Uma prévia do que me esperava. Entrei no mercado para comprar uma água e enquanto eu procurava a estante do biscoito de polvilho e da pipoca doce, tentei dar conta das mensagens de celular no whatsapp, enquanto pensava: meu deus do céu, como eu vou ficar dois dias sem sinal e sem internet?Quarenta minutos depois, eu mandei a última mensagem para Amanda e pro meu pai dizendo que eu tinha chegado e mandei o telefone da recepção do hotel. Eles sabiam que eu ia ficar incomunicável. Então, eu disse, se eles tivessem qualquer urgência, eles podiam ligar na recepção para me avisarem.  Quando eu saí do único espaço que tinha rede de wifi ali,  eu desapertei o botão de conexão, sabendo que eu só ligaria dois dias depois. Seja o que Deus quiser. O que aconteceu depois, eu te conto nesse episódio.É por aí que vai o episódio dessa semana, você vem?identidade visual: @‌amandafogacatexto: @‌natyopsPUBLICIDADE: MERCADO LIVREVem fazer compritta! Com o envio mais rápido do Brasil, melhores marcas e Frete Grátis a partir de R$19. Corre pro app: https://bit.ly/3RX5sYmConfira as condições em http://mercadolivre.com.br/l/fretegratis . Análise comparativa independente, baseada em cálculo da média dos prazos de entrega ofertados durante o período de 19/03/2026 e 24/03/2026.MEU LIVRO: Medo de dar certo: Como o receio de não conseguir sustentar uma posição de sucesso pode paralisar você | Amazon.com.brApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisasPALESTRAS:SP: https://www.almatickets.com.br/events/natlia-sousa-em-so-paulo-palestra-para-a-vida-no-virar-um-borro-11092026-saopaulo?promo=PARADAR5OFFRJ: https://www.almatickets.com.br/events/natlia-sousa-no-rio-de-janeiro-palestra-para-a-vida-no-virar-um-borro-12112026-riodejaneiro?promo=PARADAR5OFFBH:https://www.almatickets.com.br/events/natlia-sousa-em-belo-horizonte-palestra-para-a-vida-no-virar-um-borro-17102026-belohorizonte?promo=PARADAR5OFFHotel Ponto de Luzhttps://pontodeluz.com/

Inteligência Ltda.
033 - BLOQUEIO DO DISCORD + ALIADO DO TRUMP AMEAÇA LULA + NOVOS ARQUIVOS DE OVNIS

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 165:13


FERNANDA COMORA e MADELEINE LACSKO são jornalistas e RICARDO MARCÍLIO é especialista em geopolítica. Eles são os âncoras do Notícia I-LTDA, o programa de notícias do Inteligência Ltda. Eles vão comentar, junto do Vilela, as notícias recentes do Brasil e do mundo com os convidados CARLOS BEZERRA JR., THIAGO LIMA, CARLA ALBUQUERQUE, RONY VERNET, RAFAEL PAIVA e ANDRÉ MARSIGLIA. O Vilela viajou pra Espanha e ainda não deu notícias.O Estratégia Concursos disponibilizou um mapa interativo, com todos os concursos abertos, previstos e autorizados em todo o país. Acesse o link para conhecer o Mapa dos Concursos e encontrar o concurso mais próximo de você. https://estr.at/4vWKPcS

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | TAPETE DE BOAS-VINDAS

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 4:04


LEITURA BÍBLICA DO DIA: MARCOS 9:30-37 PLANO DE LEITURA ANUAL: SALMOS 84–86; ROMANOS 12 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Ao examinar alguns tapetes, observei as mensagens deles. “Olá!”, “Lar doce lar” com um coração no lugar da letra “o”. Comprei o mais comum: “Bem-vindo”. Em casa, analisei o meu coração. Será que meu lar era acolhedor como Deus deseja? Era acolhedor para uma criança batendo à porta? Um vizinho em necessidade? Ou um familiar que mora longe e, num imprevisto, precisa de mim? Quando “a aparência de Jesus foi transformada”, Pedro, Tiago e João ficaram admirados com Sua santa presença (MARCOS 9:1-13), com a cura de um menino possuído por demônios e um pai desesperançoso (vv.14-29). Em seguida, Jesus falou aos discípulos sobre Sua morte iminente (vv.30-32). Eles não entenderam o que Ele dizia (vv.33-34). A reação de Jesus foi segurar uma criança no colo, dizendo: “Quem recebe uma criança pequena como esta em meu nome recebe a mim, e quem me recebe não recebe apenas a mim, mas também ao Pai, que me enviou” (v.37). A palavra receber neste contexto significa acolher e tratar como um convidado. Jesus quer que recebamos a todos, inclusive os menosprezados e marginalizados, como se o recebêssemos. Pensei nos meus tapetes de boas-vindas e questionei-me sobre como eu estendo Seu amor aos outros. Jesus é um hóspede precioso. Permitirei que Ele me guie, acolhendo os outros conforme Ele deseja?  Por: ELISA MORGAN 

Relatos do Além
ELES ESCOLHERAM A MINHA FAMÍLIA: O Caso de Abdução (Relato REAL de Abdução)

Relatos do Além

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 20:04


Reportagem
Proibição de redes sociais a menores de 15 anos gera diálogo saudável entre pais e filhos na França

Reportagem

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 6:20


Em 1º de setembro, no início do ano letivo na França, entra em vigor a lei que proíbe redes sociais a menores de 15 anos. Pais e filhos ouvidos pela RFI opinaram sobre a medida. É consensual que o modo de funcionamento dos algoritmos das plataformas causa impactos negativos para os jovens. Vitória Barreto, para a RFI em Paris A França se tornou o primeiro país na União Europeia a estabelecer uma lei de idade mínima para o acesso às redes sociais em âmbito nacional. A iniciativa faz parte de um movimento crescente de governos que buscam limitar a exposição de crianças e adolescentes às plataformas digitais diante de preocupações com saúde mental, privacidade e segurança online. O texto, aprovado em julho pela Assembleia e pelo Senado, ainda requer um detalhamento sobre o método de verificação de idade dos usuários. Mas já está definido que, para as contas existentes, o prazo de verificação da idade mínima termina em dezembro. Alain Bleu, supervisor técnico de transmissão de rádio e TV, pai de um adolescente de 14 anos, vê a nova legislação com reservas. Embora reconheça os riscos associados ao uso das redes sociais por jovens, ele questiona a eficácia de uma proibição implementada abruptamente. “Já existe um sistema em que as pessoas vivem com as redes sociais. Impor um controle de repente, acho que surpreende, e não sei se é a resposta certa fazer desse jeito", disse Alain. “Acho que os políticos não tiveram a reflexão necessária quando essas redes sociais começaram, porque já havia evidências, os psicólogos já falavam dos perigos, dos problemas”, acrescentou. Saúde mental em jogo Uma das principais justificativas para a implementação da lei é a proteção da saúde mental dos jovens. Segundo a agência de saúde francesa, um em cada dois adolescentes passa entre duas e cinco horas por dia conectado a um smartphone.     Um relatório mostrou que o uso de redes sociais traz uma série de efeitos negativos: a queda da autoestima dos adolescentes e o aumento da exposição a conteúdos ligados a comportamentos de risco. Inès Legendre, assessora jurídica da e-Enfance, organização francesa de proteção de menores no ambiente digital, afirma que a associação recebe frequentemente ligações de pais que se sentem desamparados diante do tempo que os filhos passam em frente às telas e nas redes sociais. Segundo ela, os jovens ficam expostos muitas vezes a “conteúdo que promove a magreza extrema, ou posts ligados ao suicídio”. Críticos apontam que a lei pode ser utópica, já que os próprios jovens podem encontrar formas de contorná-la. Na Austrália, por exemplo, mais de 80% dos adolescentes com menos de 16 anos continuaram nas redes sociais três meses após a proibição nacional entrar em vigor, segundo pesquisa do órgão regulatório do país. Ainda assim, para a jurista francesa, a lei é um passo importante para a regulamentação das redes no bloco europeu. “Como os próprios parlamentares que votaram o texto final da lei já disseram, ela é, na verdade, simbólica. Serve, antes de tudo, para pressionar a União Europeia a agir. O bloco até já fez bastante coisa nessa área, mas, no momento, quem tomou a frente mesmo foi a França,” enfatizou. Leia tambémFrança aprova veto às redes sociais para menores de 15 anos e lidera movimento inédito na UE As redes como espaço de refúgio O filho de Alain, de 14 anos, cuja identidade foi preservada por ser menor de idade, afirma que passa bastante tempo nas redes sociais, onde acompanha principalmente conteúdos relacionados a temas de seu interesse, como política. Apesar do hábito de usar essas plataformas com frequência, ele diz ser favorável à nova lei. Na sua avaliação, diferentemente dele, muitos de seus amigos enxergam as redes sociais como um espaço de refúgio, mas nem sempre seguro. “Eles pensam que a rede social é uma forma de escapar da vida real e que agora estão tirando essa válvula de escape de pessoas que vivem, por exemplo, em um ambiente familiar difícil ou cercadas de relações tóxicas”, afirma. O adolescente reconhece, no entanto, que os benefícios das redes convivem com riscos importantes. “Quando você percebe que o mesmo algoritmo que pode ajudar alguém a encontrar apoio também pode expô-lo a conteúdos ligados ao suicídio, por exemplo, os efeitos negativos acabam sendo ainda maiores. É por isso que considero essa lei uma boa medida”, acrescenta. Leia tambémUE exige que Meta mude 'design viciante' do Facebook e do Instagram para evitar multa A importância da educação em casa Para o empreendedor Jonathan Kiloso, pai de uma menina de 11 anos, a lei é um passo importante, mas acredita que a verdadeira solução está na comunicação entre pais e filhos. “O verdadeiro caminho seria ensinar as crianças a cuidar dos próprios dados, pensar na imagem que deixam na internet e entender que certas atitudes têm consequências tanto para os outros quanto para elas mesmas. E também ajudá-las a entender como os algoritmos funcionam,” disse o pai. “Quando esses pontos já estiverem bem trabalhados, dentro de um diálogo aberto e transparente entre pais e filhos, aí sim dá para pensar em limitar o acesso delas”, acrescentou. A filha pré-adolescente de Jonathan é a favor da lei, porque sente que não teria a mesma infância se usasse as redes sociais. “Quando você tem menos de 15 anos e não tem redes sociais, pode ficar mais aberto ao que está ao seu redor. Já a maioria dos jovens de 15 anos vive grudada no celular e não se abre para o mundo. Não estou dizendo que isso vai acontecer comigo, mas, se tivesse redes sociais, talvez passasse meu tempo nelas, e não é isso que eu quero." Um dos principais críticos da lei é o partido de esquerda radical França Insubmissa. Apesar de concordar com a necessidade da proteção de menores, defende que as redes sociais são um espaço importante de socialização, acesso à informação e na introdução dos jovens ao debate público. Até setembro, o governo francês deve detalhar os possíveis métodos de verificação da idade dos adolescentes. Entre as opções em estudo estão a estimativa de idade por selfie, analisada por algoritmo, ou por apresentação de um documento de identidade.  Na volta às aulas, a França também amplia as restrições ao uso de smartphones no ensino médio, oito anos depois da adoção da medida no ensino fundamental. Segundo o governo francês, pesquisas realizadas em escolas que restringiram os aparelhos mostraram efeitos positivos sobre a concentração dos estudantes, o clima escolar e a redução de episódios de bullying nas redes.

Podcast do PublishNews
434 - Democracia sob Vigília: Os livros como saída - Marcelo Freixo e Jamil Chade

Podcast do PublishNews

Play Episode Listen Later Aug 11, 2026 64:19


Neste episódio do Podcast, uma das mesas mais concorridas da Casa PublishNews com Marcelo Freixo e Jamil Chade na 24a Flip na mesa Democracia sob Vigília: Os livros como saída: onde falam sobre seus livros, o estado atual da democracia, os desafios enfrentados pelo Brasil e o mundo, e as estratégias para fortalecer as instituições democráticas em meio a uma guerra cultural global. Marcelo Freixo é professor, ex-deputado federal (2019-2023) e ex-deputado estadual e Jamil Chade é jornalista e colunista baseado em Genebra. Eles se entrevistam em temas como como segurança pública, comunicação, guerra cultural e o papel das periferias na cultura brasileira.A Casa PublishNews na Flip 2026 celebrou os 10 anos de programação paralela do canal na Festa em Paraty, com nova identidade visual, distribuição da Revista PublishNews #3, 24 painéis com 71 profissionais do mercado editorial, escritores e especialistas, e um público atento que preencheu todos os espaços da Casa entre a quarta-feira (22) e o sábado (25) Patrocínio Master de Câmara Brasileira do Livro (CBL), MVB América Latina e Transpo Express; Patrocínio Ouro de Bookwire Brasil, Carreira Literária, UmLivro e Via Lúdica; Patrocínio Prata de Alta Books, Intrínseca, Labrador Editora, Sextante e Skeelo; e Apoio de Abrelivros, Edições Sesc, Gráfica Viena, Great People Books, Nielsen BookData, Sindicato Nacional de Editores de Livros (SNEL), Suzano e Wave Studios. E a programação foi coordenada pela equipe do PublishNews, em conjunto com Fabio Uehara e Maria Carolina Borin.O podcast é oferecimento da: MVB América Latina Um livro, Câmara Brasileira do Livro, Gráfica Viena e Nielsen BookData — referência mundial em dados que impulsionam estratégias.Este podcast é um oferecimento da MVB América Latina! Onde a inovação e tecnologia impulsionam o mercado do livro. Com a Pubnet, você ganha eficiência, agilidade e segurança em cada pedido.E quando o assunto é metadados… metadados é com Metabooks! Porque, no fim das contas, o propósito da MVB é um só: levar os livros até os leitores! https://pt.mvb-online.com/Já ouviu falar em POD, impressão sob demanda? Nossos parceiros da UmLivro são referência dessa tecnologia no Brasil, que permite vender primeiro e imprimir depois; reduzindo custos com estoque, armazenamento e distribuição. Com o POD da UmLivro, você disponibiliza 100% do seu catálogo sem perder nenhuma venda. http://umlivro.com.brA Câmara Brasileira do Livro representa editores, livreiros, distribuidores e demais profissionais do setor e atua para promover o acesso ao livro e a democratização da leitura no Brasil. É a Agência Brasileira do ISBN e possui uma plataforma digital que oferece serviços como: ISBN, Código de Barras, Ficha Catalográfica, Registro de Direito Autoral e Carta de Exclusividade. https://cbl.org.br

#DNACAST
O Trabalho Devolve - 09 de Agosto

#DNACAST

Play Episode Listen Later Aug 9, 2026 4:36


Chame a Laila e descubra como eu posso te ajudar: https://bit.ly/laila-otrabalhodevolveSe você tivesse 15 minutos por dia, o que mudaria na sua vida?

Os Pingos nos Is
Janja pede suspensão do Discord no Brasil

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Aug 8, 2026 119:14


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (07):No editorial desta sexta-feira (07), André Marsiglia comentou sobre a primeira-dama Janja da Silva, que pediu o bloqueio imediato do Discord no Brasil. A declaração foi feita em cerimônia no Palácio do Planalto. Marsiglia afirma que punir a plataforma não fará com que os criminosos paguem pelos seus atos e vai acabar punindo também aquelas que utilizam a rede social de forma lícita. “Eles punirão todos os outros que estão agindo adequadamente dentro da plataforma, mas deixarão de punir aqueles que cometeram o crime”, disse. A Advocacia-Geral da União (AGU) acionará a Justiça para suspender o Discord no Brasil. A ação foi tomada após a primeira-dama Janja Lula da Silva afirmar, em reunião no Congresso Nacional, para bloquear a plataforma. “A gente precisa bloquear o Discord no Brasil de qualquer forma”, disse. Representantes do Discord devem apresentar à Advocacia-Geral da União (AGU), um plano com medidas para ampliar a proteção na plataforma digital até segunda-feira (10). A plataforma digital se comprometeu a assumir uma série de obrigações e responsabilidades na linha de dever de cuidado e proteção. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) criou o Conselho Consultivo para monitorar desinformação e uso indevido de Inteligência Artificial (IA) durante o período eleitoral, tema que ganhou notoriedade no debate. Os membros não serão remunerados e serão escolhidos pelo Presidente da Corte Nunes Marques. O Supremo Tribunal Federal (STF) reduziu a pena de uma das condenadas pelos atos de 8 de Janeiro. Por maioria de 6 a 4, a Suprema Corte reverteu uma decisão do ministro Alexandre de Moraes. Simone Macedo foi condenada a um ano de reclusão em regime aberto, além de multa, por associação criminosa e por incitar publicamente a animosidade das Forças Armadas contra os poderes instituídos. O ator Wagner Moura criticou o avanço da política identitária , que organiza reivindicações com base na identidade de determinados grupos, e classificou-a como “fascismo de esquerda”. A polêmica declaração foi dada em entrevista ao jornalista Pedro Bial, no programa “Conversa com Bial” da TV Globo. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

30:MIN - Literatura - Ano 7
596: Te dei olhos e olhaste as trevas, de Irene Solà

30:MIN - Literatura - Ano 7

Play Episode Listen Later Aug 8, 2026 71:36


Arthur Marchetto, Anna Raissa e Igor Oliveira Neves se reúnem em mais um episódio do Clube de Leitura 30:MIN e, desta vez, discutem ⁠"Te dei olhos e olhaste as trevas", de Irene Solá. Eles comentam sobre o estranhamento, sobre o sagrado e o profano, de uma casa povoada por fantasmas e compartilham alguns dos trechos preferidos.O episódio anuncia a próxima leitura do clube: ⁠"Kim Jiyoung, Nascida em 1982", de Cho Nam-Joo.---Links⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Apoie o 30:MIN⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Confira nossa vitrine na Amazon!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga a gente nas redes⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Já apoia? Acesse suas recompensas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Confira todos os títulos do clube!

Hoje Tem Podcast
TEM QUE ACABAR O JOVEM | Fofoca Na Calçada

Hoje Tem Podcast

Play Episode Listen Later Aug 8, 2026 123:40


Eles têm colágeno. Eles têm a vida toda pela frente para cometer as mais diversas burrices e escolhas imbecis. Mas excepcionalmente neste episódio eles não têm o povo. Vem no play pra se lamentar e se divertir com causos de gente jovem fazendo jovisse!E APOIE ESTE PODCAST E ENTRE NO GRUPO DO TELEGRAM PORQUE ELE DEPENDE DE VOCÊS PRA CONTINUAR! apoia.se/hojetempodcastPra quem mora na gringa, o apoio vem pelo patreon.com/hojetem

Pânico
Gilberto Barros e Marcio Atalla

Pânico

Play Episode Listen Later Aug 7, 2026 124:24


A bancada do Pânico recebe o educador físico Marcio Atalla e o lendário apresentador Gilberto Barros, o Leão! Eles abrem o jogo sobre o quadro "Idade Real", os exames genéticos que analisam o desgaste do DNA e como focar em longevidade em vez de apenas perder peso. Um papo direto sobre saúde, rotina e disposição aos 60+! Assista à íntegra agora antes que a censura derrube o vídeo!

dna eles assista marcio gilberto barros
Inteligência Ltda.
1901 - ELIZE MATSUNAGA: O QUE O FILME NÃO MOSTROU? SALADA E LORDELLO

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Aug 7, 2026 135:16


RICARDO SALADA é perito criminal e JORGE LORDELLO é delegado e especialista em segurança. Eles vão bater um papo sobre o caso Elize Matsunaga e a repercussão do público agora que ela saiu da cadeia. O Vilela se lembrou de que adora os doces do Amor aos Pedaços.

Inteligência Ltda.
012 - HOLLYWOOD DEPENDE DAS FRANQUIAS ANTIGAS? + NOVO BLADE + WARHAMMER

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Aug 7, 2026 127:12


AFFONSO SOLANO é escritor de fantasia e TIAGO REX um super-herói da vida real. Eles são os âncoras do programa de cultura pop do Inteligência Ltda., e vão comentar, junto do Vilela, do AFONSO TRESDÊ e do ANDRÉ GORDIRRO, as notícias recentes do cinema e da cultura pop. Já o Vilela é um nerd tão preguiçoso que só tem os Pokémon Go que aparecem na sua casa

Porque Sim Não é Resposta
Ser feliz é não ter problemas ou saber lidar com eles?

Porque Sim Não é Resposta

Play Episode Listen Later Aug 7, 2026 9:39


Vende-se a ideia de que ser feliz é fácil e sem esforço. Eduardo Sá defende que a felicidade é um estado de lucidez que não ignora os problemas, mas sim dá a sua real e devida dimensão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Histórias para ouvir lavando louça
Casal gay adota menina devolvida ao abrigo pela família adotiva e também sua irmã

Histórias para ouvir lavando louça

Play Episode Listen Later Aug 6, 2026 12:23


Rodrigo passou boa parte da vida acreditando que precisava escolher entre a própria fé e quem ele era. Criado na igreja, ouviu desde cedo que amar outro homem significava viver longe de Deus. Até encontrar uma comunidade que lhe mostrou um Deus diferente: um que não fazia acepção de pessoas, mas de amor.Foi ali que também encontrou Willian. A amizade virou companheirismo, a oração virou namoro e, depois, casamento. Os dois tinham um sonho em comum desde o início: serem pais.Quando entraram na fila da adoção, recusaram qualquer preferência. Cor, idade ou gênero nunca importou para os dois. Queriam apenas um filho. Um ano e meio depois, o telefone tocou, mas havia uma surpresa: não era uma criança. Eram duas irmãs.A mais velha, Daniela, tinha apenas quatro anos e carregava uma história que ninguém deveria viver. Ela já havia sido adotada por outra família e, por motivos que Rodrigo e Willian nunca souberam, tinha sido devolvida ao abrigo. Foi justamente quando ela voltou que sua irmã caçula, Maria Vitória, chegou bebê ao mesmo lugar.Diante de uma simples foto 3x4 das duas, eles tiveram certeza. Aquelas meninas eram suas filhas.Quando Daniela entrou na sala, segurou a mão dos dois e fez uma descoberta que mudaria a vida de todos: agora ela tinha dois pais. E, pela primeira vez, também tinha uma irmã.Naquele instante, Rodrigo entendeu que ninguém havia salvado ninguém. Eles também estavam sendo adotados. As meninas deram um novo sentido à sua fé, ao seu casamento e à própria ideia de família.Os desafios de uma paternidade dupla surgiram: escolas que só escreviam "querida mamãe" nos bilhetes, banheiros sem espaço para um pai acompanhar a filha, olhares curiosos e preconceitos silenciosos. Em vez de responder com revolta, eles decidiram ensinar. Com paciência, abriram caminhos para que outras famílias também encontrassem acolhimento.Hoje, Rodrigo costuma dizer que sua família não é diferente de nenhuma outra. Tem contas para pagar, dificuldades, aprendizados e muito amor. A maior prova disso talvez seja Daniela: uma menina que um dia foi devolvida como se pudesse ser descartada, mas que encontrou um lar onde nunca mais precisaria perguntar se era suficiente.Porque família não nasce da forma como ela começa. Nasce da decisão de permanecer.Compre o livro do ter.a.pia "A história do outro muda a gente" e se emocione com as histórias : https://amzn.to/3CGZkc5Tenha acesso a histórias e conteúdos exclusivos do canal, seja um apoiador http://apoia.se/historiasdeterapia

Podcast : Escola do Amor Responde
3390# Escola do Amor Responde (no ar 05.08.2026)

Podcast : Escola do Amor Responde

Play Episode Listen Later Aug 5, 2026 19:14


No programa de hoje, Priscila, de 21 anos, disse que, há quase quatro meses, seu último relacionamento terminou. Ela namorou uma pessoa 11 anos mais velha do que ela, portanto, ele tinha 32 anos de idade. A vida a dois deles sempre foi conturbada e repleta de muitas brigas. Eles não se entendiam por causa de ideias e pensamentos diferentes. Inclusive, há dois anos, Priscila se tornou uma pessoa muito ciumenta devido a mensagens que ela encontrou enviadas por ele e que não a agradaram nada.Ademais, a aluna confessou que ainda gosta dele, mas ele só a vê como amiga. Eles saíram e, no dia seguinte, ele nem a procurou. Ela se sentiu usada. Priscila pontuou outras questões e disse que, apesar da pouca idade, sempre foi muito responsável.Quer reconstruir a famíliaOutra aluna pediu orientações aos professores para resolver uma situação. Ela viveu em um relacionamento por cinco anos e, até então, os dois viveram bem, felizes e com tudo organizado. Porém, após o nascimento dos filhos, a vida a dois acabou. Ela disse que isso ocorreu muito por influência da família do companheiro. Eles foram morar perto da mãe dele e, com isso, havia muita intromissão na vida deles.As coisas se complicaram a ponto de ele colocar as coisas dela em um caminhão e mandar tudo para a casa dos pais dela. Ela está se sentindo humilhada. A aluna perguntou se ainda há chance de reconstruir a família. Os dois estão separados há dois anos e não tiveram ninguém durante esse período.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes

Inteligência Ltda.
032 - COVID CRIADA EM LABORATÓRIO? FALAS DO RENAN SANTOS - CASO FAUCI e MAIS

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Aug 5, 2026 143:29


FERNANDA COMORA e MADELEINE LACSKO são jornalistas e RICARDO MARCÍLIO é especialista em geopolítica. Eles são os âncoras do Notícia I-LTDA, o programa de notícias do Inteligência Ltda. Eles vão comentar, junto do Vilela, as notícias recentes do Brasil e do mundo com os convidados CARLOS BEZERRA JR., THIAGO LIMA, DR. ROBERTO ZEBALLOS, MELLANIE FONTES-DUTRA, EMÍLIO GARCIA, BIÓLOGO HENRIQUE e DANUZIO NETO. O Vilela ainda compra jornal mas é pra amadurecer bananas.Operação Lucro 2x: Acompanhe a live no dia 11/08, às 20h, e acompanhe o plano por trás do crescimento do G4 e Grupo Primo. https://on.g40.co/inteligencia_marcilio_fernandaO Estratégia Concursos disponibilizou um mapa interativo, com todos os concursos abertos, previstos e autorizados em todo o país. Acesse o link para conhecer o Mapa dos Concursos e encontrar o concurso mais próximo de você. https://estr.at/4vWKPcS

GE Corinthians
GE Corinthians #533 - Tudo sobre a renovação com Memphis

GE Corinthians

Play Episode Listen Later Aug 4, 2026 58:13


Atacante holandês desembarca em São Paulo e faz exames para renovar contrato com o Corinthians, com informações do repórter Gabriel Oliveira e comentários do Voz da Torcida, Careca Bertaglia. Eles também analisam a derrota por 2 a 0 para o Internacional na Copa do Brasil, as chances de reverter a desvantagem no jogo da volta e as críticas ao gramado da Neo Química Arena. Dá o play!

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 04/08/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: Greve dos ferroviários da CPTM / Eleições 2026

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Aug 4, 2026 302:40


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (04): O partido Avante oficializou nesta segunda-feira (3) a candidatura do escritor e psiquiatra Augusto Cury à Presidência da República. Conhecido pelos livros no segmento de autoajuda, Cury afirmou, durante discurso aos filiados e na presença do governador Tarcísio de Freitas, que, se for eleito, pretende propor a mudança do regime presidencialista para o semipresidencialista. Segundo ele, o presidente ficaria responsável pelas questões estratégicas, Forças Armadas e política externa, enquanto um primeiro-ministro administraria o dia a dia do país. Cury afirmou ainda que Tarcísio de Freitas está em seu radar para ocupar esse cargo. Reportagem: Beatriz Manfredini. A Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo impugnou o pedido de registro da candidatura do ex-ministro Ricardo Salles (Novo) ao Senado por falta de documentos e pediu ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) que negue o registro. Segundo o órgão, Salles não apresentou certidões de objeto e pé com informações completas sobre os processos judiciais mencionados em suas certidões. Esses documentos detalham o objeto de cada ação, as decisões já tomadas e a situação atual dos processos. O caso ainda será analisado pelo TRE-SP. Reportagem: Matheus Dias. O presidente da Argentina, Javier Milei, voltou a atacar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao chamá-lo de “ladrão” e “corrupto” durante entrevista à emissora argentina LN+. Milei afirmou que Lula “não é inocente” e disse que as condenações relacionadas à Operação Lava Jato foram anuladas por uma falha no processo jurídico. O argentino também rejeitou as críticas do governo brasileiro ao discurso feito na convenção do Partido Liberal que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República, afirmando que sua fala foi espontânea e que “chamar um ladrão de ladrão é infinitamente menos grave do que o próprio roubo”. Reportagem: André Anelli. A greve dos ferroviários das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da CPTM começou na madrugada desta terça-feira (04) em São Paulo. Apesar da paralisação, apenas a Linha 13-Jade está totalmente interrompida nesta manhã, enquanto as linhas 11-Coral e 12-Safira operam parcialmente. Segundo o Governo de São Paulo, as linhas concedidas 7-Rubi, 8-Diamante e 9-Esmeralda, além da Linha 10-Turquesa, funcionam normalmente. Reportagem: Danúbia Braga. O Republicanos decidiu adotar uma posição de neutralidade na disputa presidencial. Dos diretórios estaduais da sigla, 19 se posicionaram pela neutralidade, sete defenderam apoio a Flávio Bolsonaro (PL) e apenas um manifestou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em nota, o partido afirmou que a independência na eleição presidencial não representa ausência de princípios ou posicionamento político, mas sim maturidade institucional, respeito ao pacto federativo e compromisso com a unidade partidária, preservando a autonomia das lideranças estaduais dentro das diretrizes estabelecidas pela legenda. Reportagem: Beatriz Manfredini. Seis homens presos nos Estados Unidos admitiram participação em uma sofisticada rede internacional de lavagem de dinheiro ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo as autoridades americanas, a organização teria movimentado e ocultado mais de US$ 30 milhões provenientes do tráfico de drogas. Cinco dos acusados são brasileiros e um é cidadão americano, todos residentes na região de Orlando, na Flórida. Eles foram presos em uma operação conduzida pelo FBI em janeiro deste ano. O processo tramita na Justiça Federal dos Estados Unidos, no Tribunal Distrital do Sul da Flórida, e os réus respondem ao caso em território americano. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Inteligência Ltda.
1899 - A ESQUERDA AINDA NOS REPRESENTA? SAVIO DI MAIO E BEATRIZ BUENO

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Aug 4, 2026 102:30


SÁVIO DI MAIO é cientista político e cantor, e BEATRIZ BUENO é pesquisadora e escritora. Eles vão analisar se a esquerda ainda representa o povo. Já o Vilela não escreve com esquerda e nem chuta com a direita.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | FINALIZANDO O TRABALHO EM CRISTO

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Aug 3, 2026 3:59


LEITURA BÍBLICA DO DIA: 1 REIS 19:14-21 PLANO DE LEITURA ANUAL: SALMOS 63–65; ROMANOS 6  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira 

Ministério de Música Católica Crux Sacra
01 de Agosto de 2026 - 18h - 18. Domingo Comum

Ministério de Música Católica Crux Sacra

Play Episode Listen Later Aug 2, 2026 68:06


✝️ “DAI-LHES VÓS MESMOS DE COMER”18º Domingo do Tempo Comum | Mês VocacionalNeste primeiro domingo do mês de agosto, dedicado às vocações, a Palavra de Deus nos recorda que o Senhor jamais permanece indiferente diante da dor e das necessidades humanas.No Evangelho, Jesus contempla a multidão, enche-se de compaixão e diz aos discípulos:“Eles não precisam ir embora. Dai-lhes vós mesmos de comer.”

WGospel.com
Milagres nos casamentos de hoje!

WGospel.com

Play Episode Listen Later Aug 1, 2026 6:25


TEMPO DE REFLETIR 01843 – 01 de agosto de 2026 I Pedro 3:7 – Do mesmo modo vocês, maridos, sejam sábios no convívio com suas mulheres […], como parte mais frágil e co-herdeiras do dom da graça da vida. O pastor José Maria Barbosa Silva, conta em uma de suas meditações, que um dia recebeu em seu escritório uma jovem senhora, com rosto choroso, numa segunda-feira cedo. “Pastor, briguei com meu marido ontem à noite. Mandei-o embora de casa e ele foi mesmo!” Na conversa, ela comentou que o marido não a ajudava em casa, mas reconheceu que o tinha xingado. No dia seguinte, conversei com ele, que lamentava a interferência da sogra e o fato de a esposa não ter colocado o sobrenome dele junto ao nome dela. Marquei um encontro com os dois na segunda-feira seguinte. Às seis horas da tarde, desci ao hall de entrada do escritório, onde só estavam os dois, sentados, olhando cada um para um lado, sem se conversar. Quando perguntei o que estava acontecendo, pareceu que eu havia passado um bisturi na ferida. Acusações mútuas surgiram em voz alta. Não havia clima de conciliação. A conversa ia e vinha, e ele dizia: “Ela não colocou o meu sobrenome no nome dela.” Enquanto falavam, eu orava silenciosamente pedindo que Deus me orientasse no que fazer e dizer, porque não via solução. Já eram quase nove horas da noite, quando finalmente perguntei para os dois: “O que vamos fazer com as meninas?” (Eles têm duas filhas, de dois e quatro anos.) Houve silêncio total. Longo. Intencionalmente deixei que esse silêncio se tornasse incômodo. “Bem, pastor”, disse a esposa, “eu resolvi. Vou colocar o sobrenome dele no meu nome.” Foi uma meia-volta da noite para o dia na entrevista, e conversamos sobre os ajustes de responsabilidade por parte de cada um. Ao sair da minha sala, havia apenas uma lâmpada acesa na escada. Ela disse: “Não estou enxergando.” Ele perguntou: “Posso lhe dar a mão?” Não acreditei no que estava vendo. Em silêncio, agradeci a Deus o milagre. Amigo ouvinte, o conselho de Pedro é para que o homem trate sua mulher com honra, tendo em vista suas necessidades e maneira de ver as coisas. O esposo tem que conhecer os medos, ambições e expectativas da esposa e o que a faz feliz. Deve ter cuidado ao falar com a esposa e com as crianças, para que o tom da voz, e a escolha das palavras, a atenção, tudo possa estar dentro de uma moldura de graça que contribua para a atmosfera de felicidade. Mais do que qualquer outro relacionamento, o casamento é feito de renúncias. Naquela noite, ao voltar para casa, agradeci a Deus pelo que é o amor, e pelo milagre que a graça pode realizar em cada casal. Esse milagre, amigo ouvinte, pode acontecer no seu casamento também! O que você precisa mudar? O que você precisa abrir mão? Reflita sobre isso e ore comigo agora: Pai, nesse momento, eu quero orar por esse casal que me ouve, por essa esposa, por esse marido, que não estão encontrando solução humana para o seu relacionamento. Tu podes fazer todas as coisas! Mas é preciso que cada um faça a sua parte. Aquele que precisa abrir mão, aquele que precisa ser mais humilde, confessar, admitir… Por favor, Pai, trabalhe na mente e no coração de cada um deles, agora. Torne esse lar, um lar feliz, pela Tua graça e pelo Teu poder. E em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Inteligência Ltda.
1895 - A FILOSOFIA DE A ODISSEIA: LÚCIA HELENA GALVÃO E CLÓVIS DE BARROS

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 110:50


CLÓVIS DE BARROS é jornalista, escritor, filósofo e professor, e LÚCIA HELENA GALVÃO é professora e filósofa. Eles vão bater um papo sobre o livro “A Odisseia” e também sobre o filme de Christopher Nolan. O Vilela disse que é fã de Homero, mas prefere o Bart.

Inteligência Ltda.
011 - HOMEM-ARANHA UM NOVO DIA + TUDO QUE ROLOU NA COMIC CON SAN DIEGO

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 115:55


AFFONSO SOLANO é escritor de fantasia e TIAGO REX um super-herói da vida real. Eles são os âncoras do programa de cultura pop do Inteligência Ltda., e vão comentar, junto do Vilela, do ED CASTRO, do GABRIEL BERNARDO, do GUSTAVO CUNHA e do GUGA FERRARI, as notícias recentes do cinema e da cultura pop. Já o Vilela nunca conseguiu pular no Pogobol.

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FAMÍLIA DOS QUE CREEM
Um clamor satisfeito - Fabiano Krehnke (Salmos 17 - Série: Orando e Vivendo Salmos)

FAMÍLIA DOS QUE CREEM

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 56:08


O Salmo 17 é um clamor angustiado, de alguém que se sente completamente desamparado, mas que sabe que há alguém que o ouve. É uma oração que retrata a vida de Davi como um todo, e não apenas um momento isolado. Davi era um mestre na arte dos clamores, das orações de súplica. E podemos dividir este salmo em três partes. Primeiro clamor: examina-me. Davi deixa clara sua posição diante de Deus, a sinceridade do seu coração, e clama para que o Senhor o sonde. Ele não se considerava impecável; pelo contrário, não era hipócrita nem vivia uma vida dupla. Deus conhecia o seu coração e o sondava continuamente. Segundo clamor: protege-me. Os versos 7 a 9 revelam mais um exemplo da fragilidade de Davi. Eles mostram que ele não buscava teorias, mas refúgio. Davi reconhecia que necessitava de um Salvador. Terceiro clamor: levanta-te. A oração que começa com “ouve-me” termina com “levanta-te”. É um clamor que amadurece, que reconhece onde está o verdadeiro deleite e a verdadeira riqueza. Davi fixa o olhar naquilo que sabe que o satisfará por toda a eternidade. Sua satisfação final não está na ausência de batalhas, mas em contemplar a face do Deus Eterno. “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é.” – 1 João 3:2 __ #SÉRIESALMOS #FAMÍLIADOSQUECREEM Visite nosso site: https://fdqc.org Contribua financeiramente: https://fdqc.org/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc

Inteligência Ltda.
031 - TRUMP E AS URNAS NO BRASIL + FLÁVIO PEDE DESCULPAS + SHOW DA XUXA e MAIS

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 183:35


FERNANDA COMORA e MADELEINE LACSKO são jornalistas e RICARDO MARCÍLIO é especialista em geopolítica. Eles são os âncoras do Notícia I-LTDA, o programa de notícias do Inteligência Ltda. Eles vão comentar, junto do Vilela, as notícias recentes do Brasil e do mundo com os convidados CARLOS BEZERRA JR., THIAGO LIMA, DEL. RAWUEL GALLINATI, HELOÍSA RODRIGUES, WILL O PERITO, FIRMINO CORTADA e MARCELO RENNÓ. Já o Vilela foi babá da Ana Maria Braga.

Inteligência Ltda.
1892 - XAXÁ, FELIPE MOSK, AMENDOIM, TOURETTE, MINI BROWN E AILTON

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 156:51


REPÓRTER TOURETTE, FELIPE MOSK, XAXÁ e PALHAÇO AMENDOIM são humoristas. Eles vão bater um papo sobre humor e falar várias atrocidades permitidas por lei. O Vilela já chamou uma viatura pra ficar de alerta.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | REALMENTE VIVO

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Jul 25, 2026 3:23


Leitura Bíblica Do Dia: HEBREUS 13:5-8 Plano De Leitura Anual: SALMOS 37–39; ATOS 26  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Milhares oraram pelo pastor Ed Dobson quando ele foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ELA), em 2000. Muitos creram que ao orar com fé pela cura, Deus responderia imediatamente. Após 12 anos lutando contra a doença que atrofiou os músculos dele pouco a pouco (três anos antes de morrer), alguém lhe perguntou por que ele achava que Deus ainda não o curara. Ele respondeu: “Não há uma resposta certa, então não pergunto”. Sua esposa acrescentou: “Se você estiver obcecado em obter respostas, não consegue viver”. Você percebe o respeito por Deus nas palavras do casal? Eles sabiam que Sua sabedoria estava acima da deles. Mesmo assim, ele admitiu: “Acho quase impossível não me preocupar com o amanhã”. Ele entendia que a doença o incapacitaria mais e mais, e não sabia que problemas o dia seguinte traria. Para concentrar-se no presente, Dobson postou versículos no carro, no espelho do banheiro e ao lado da cama: “Deus disse: ‘Não o deixarei; jamais o abandonarei'. Por isso dizemos com confiança: ‘O Senhor é o meu ajudador; portanto não temerei'” (HEBREUS 13:5-6). Sempre que ele se preocupava, repetia os versículos, focando-se na verdade. Não sabemos sobre o amanhã. Talvez o exemplo de Ed possa nos ajudar a transformar as preocupações em oportunidades para confiar.  Por: ANNE CETAS 

Inteligência Ltda.
010 - TRAILER DE VINGADORES + SONY SEM MÍDIA FÍSICA + WIDOW'S BAY - Plantão Nerd

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Jul 24, 2026 140:41


AFFONSO SOLANO é escritor de fantasia e TIAGO REX um super-herói da vida real. Eles são os âncoras do programa de cultura pop do Inteligência Ltda., e vão comentar, junto do Vilela, do PHOENIXBR do GUGA FERRARI, da PAULA FEBBE e da DANE TARANHA, as notícias recentes do cinema e da cultura pop. Já o Vilela adorou o filme “A Odisseia” e disse que é exatamente como ele presenciou.

Inteligência Ltda.
1890 - O PRÓXIMO PRESIDENTE DO BRASIL - KIM, ARTHUR DO VAL E MINATOGAWA

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Jul 24, 2026 148:48


KIM KATAGUIRI é deputado federal, ARTHUR DO VAL é político e RAFAEL MINATOGAWA é pré-candidato a deputado estadual. Eles vão bater um papo sobre os desafios que o próximo presidente do Brasil vai enfrentar. O Vilela diz que o desafio mais legal da sua vida foi no Passa ou RepassaOperação Lucro 2x: Acompanhe a live no dia 11/08, às 20h, e acompanhe o plano por trás do crescimento do G4 e Grupo Primo. https://on.g40.co/Inteligencia_Kim-Kataguiri_Arthur-do-Val

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 23/07/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: PT aciona TSE contra Flávio / Fala sobre urnas repercute

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 302:22


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (23): O presidente do Republicanos, Marcos Pereira, afirmou que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, poderia vencer o presidente Lula em uma disputa pela Presidência. Pereira aponta estudos para justificar a avaliação e indica que Tarcísio seria sua preferência para a disputa à Presidência. Reportagem: Caio César. O PT protocolou no Tribunal Superior Eleitoral uma representação contra o senador Flávio Bolsonaro por declarações que colocam em dúvida a segurança das urnas eletrônicas. A ação também cita Eduardo Bolsonaro e o deputado Gustavo Gayer, acusando-os de disseminar desinformação sobre o sistema eleitoral. O partido fundamenta o pedido em um documento da CIA sobre o sistema de votação venezuelano, que, segundo o PT, foi utilizado de forma indevida pelos parlamentares. Reportagem: Beatriz Souza. As tarifas de 25% recentemente anunciadas pelos Estados Unidos contra o Brasil têm levado empresas brasileiras a buscar alternativas ao mercado americano. Uma estimativa recente do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) indicou que cerca de 18% das exportações brasileiras para os EUA devem ser afetadas pelo novo tarifaço, o equivalente a US$ 7,4 bilhões (R$ 37,7 bilhões). Para representantes de diferentes setores da economia, porém, diversificar mercados leva tempo, exige investimentos e não evita os impactos imediatos sobre exportações, empregos e faturamento. Thulio Nassa comentou. Reportagem: Pedro Tritto. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, defendeu que o Brasil mantenha as negociações com os Estados Unidos para reduzir os impactos do tarifaço, descartando medidas de reciprocidade. Segundo ele, o governo paulista estuda repetir ações adotadas no ano passado, como a liberação antecipada de crédito emergencial, enquanto acompanha as medidas que serão anunciadas pelo governo federal. Reportagem: João Vitor Revedilho. O escritório de advocacia do senador Flávio Bolsonaro emitiu duas notas fiscais de R$ 500 mil para a Copenhagen Assessoria e Consultoria, mas ambas foram canceladas no mesmo dia. Flávio afirmou que não prestou serviços à empresa nem recebeu qualquer pagamento, dizendo que apenas negociou uma possível contratação. Segundo o senador, os serviços efetivamente realizados foram para outra empresa e ocorreram de forma legal. Reportagem: Bruno Pinheiro. Pesquisa do PoderData mostra que 45% dos entrevistados consideram correta a decisão do ministro Alexandre de Moraes de suspender temporariamente as visitas de Flávio Bolsonaro ao ex-presidente Jair Bolsonaro, enquanto 42% a classificam como errada. Entre os eleitores que aprovam o governo Lula, predomina o apoio à medida. Já entre os que desaprovam o presidente, a maioria considera a decisão do STF equivocada. As declarações do pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, sobre urnas eletrônicas foram criticadas por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Eles classificaram as falas do senador do PL de “graves” e “absurdas” ao levantar suspeitas de que as urnas eletrônicas do Brasil têm a mesma origem das usadas na Venezuela e citadas em relatório da CIA num esquema de fraudes. Reportagem: Bruno Pinheiro. A Câmara dos EUA aprovou nesta quarta-feira (22) uma proposta orçamentária de US$ 480 bilhões apoiada apenas pelos republicanos, o partido do presidente Donald Trump. O texto vai agora para o Senado, onde não há garantia de que vá passar. A manobra é uma tentativa, com pouca probabilidade de sucesso, para financiar a guerra contra o Irã e outras prioridades da Casa Branca, apesar das objeções de democratas e de alguns republicanos dissidentes. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Inteligência Ltda.
1889 - BATALHA ESPIRITUAL: THIAGO LIMA E DR. ALEX ALVES

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 276:54


DR. ALEX ALVES é psicólogo, pastor e neurocientista, e THIAGO LIMA é especialista em conspirações. Eles vão bater um papo sobre as batalhas espirituais que enfrentamos constantemente. O Vilela já tem medo de guerras, e se for com fantasmas, pior ainda

Podcast : Escola do Amor Responde
3380# Escola do Amor Responde (no ar 22.07.2026)

Podcast : Escola do Amor Responde

Play Episode Listen Later Jul 22, 2026 22:42


No programa de hoje, Renato Cardoso começou respondendo à pergunta de uma aluna, ressaltando o que ele e a esposa, Cristiane Cardoso, querem dizer quando afirmam que um relacionamento pode se tornar uma "perda de tempo".Luciana contou que, há um ano, perdoou uma traição do namorado. No entanto, cerca de dois meses atrás, ele voltou a traí-la. Apesar da dor, os dois conversaram e ela decidiu perdoá-lo novamente. Ainda assim, a aluna revelou que não consegue superar o ocorrido: sempre que se lembra da situação, sente-se muito triste. Por isso, decidiu terminar o relacionamento, mas o rapaz continua insistindo. Eles ficaram juntos por três anos e, segundo Luciana, ele sempre esteve presente em sua vida.Perdendo tempoEm seguida, Amanda compartilhou que namora há três anos e que os dois estão construindo uma vida com o objetivo de se casar. Entretanto, uma atitude do namorado a incomoda: ele nunca permite que ela mexa em seu celular.Além disso, frequentemente aparecem mulheres afirmando que estão se relacionando com ele, mas o namorado nunca lhe dá explicações sobre essas situações. Amanda também contou que, em alguns momentos, ele desaparece e deixa de manter contato. Mãe de uma menina de 11 anos, fruto de um relacionamento anterior, ela sonha em formar uma família e deseja ser um bom exemplo para a filha.Terapia do AmorAo final do programa, confira os depoimentos de pessoas que participam da Terapia do Amor e compartilharam como as palestras impactam em suas vidas. Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes

Inteligência Ltda.
1888 - A ODISSEIA: HENRIQUE CALDEIRA, JURANDIR GOLVEIA E REINALDO LOPES

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Jul 22, 2026 164:52


JURANDIR GOUVEIA é teólogo e escritor, HENRIQUE CALDEIRA é historiador e REINALDO JOSÉ LOPES é jornalista. Eles vão bater um papo sobre o filme “A Odisseia”, o novo lançamento do diretor Christopher Nolan. O Vilela já assistiu ao filme duas vezes, mas jura que já tinha entendido tudo da primeira vez.Operação Lucro 2x: Acompanhe a live no dia 11/08, às 20h, e acompanhe o plano por trás do crescimento do G4 e Grupo Primo. https://on.g40.co/inteligencia_A_OdisseiaRegularize seu trabalho. Abra seu CNPJ com a Contabilizei

Canaltech Podcast
Os novos golpes nas bets e como eles podem atingir você

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 23:44


Fraudes em plataformas de apostas mais do que dobraram no Brasil em apenas um ano, mesmo após a regulamentação do setor. O país já ocupa a terceira posição entre os mercados de maior risco na América Latina, impulsionado por golpes que usam inteligência artificial, deepfakes e documentos falsificados. Neste episódio do Podcast Canaltech, Marcelo Fischer conversa com Kris Galloway, Evangelista de Produtos de iGaming da Sumsub, para entender por que essas fraudes cresceram tanto, como elas funcionam na prática e quais cuidados os usuários devem tomar para proteger seus dados e seu dinheiro. Você também vai conferir: YouTube tem aumento surreal de anúncios; “Nokia Lumia” pode voltar ao mercado de celulares; GTA 6 tem a maior pré-venda já registrada. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer, e contou com reportagens de Viviane França, Bruno Bertonzin e Diego Corumba. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Boa Noite Internet
O Império da IA — com Karen Hao

Boa Noite Internet

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 63:50


O Império da IA, com Karen HaoEm 2019 — tempos mais simples! — a jornalista Karen Hao foi fazer o primeiro “perfil” jornalístico da sua carreira, aquelas reportagens em que um jornalista passa dias acompanhando uma pessoa ou empresa, uma coisa meio biografia, meio retrato congelado no tempo.A tal empresa era uma startup do Vale do Silício, ainda pequena e desconhecida dos meros mortais como eu e você, mas que hoje é a mais valiosa da história: a OpenAI, também conhecida como “a criadora do ChatGPT”.A Karen Hao vendeu o projeto do perfil para o MIT Technology Review porque a OpenAI parecia, naquela época, uma startup diferente. O “open” no nome nasceu da visão de que inteligência artificial é um assunto tão importante para o futuro da humanidade que precisava ser explorado de um jeito aberto, compartilhando conhecimento com todo mundo, e mais preocupado em proteger esse tal futuro do que em só gerar lucro.Hoje, aqui direto de 2026, a gente já sabe que não foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a OpenAI se transformou numa empresa oficialmente voltada para o lucro como qualquer outra e chegou a ser processada por Elon Musk — um dos apoiadores iniciais do projeto — por quebrar essa promessa de ser ‘open'. Em maio, o Elno perdeu a causa, e a OpenAI agora se prepara para lançar as ações na bolsa e, pelos números atuais, já largar valendo mais de 1 trilhão de dólares.Mesmo em 2019, a Karen Hao sentiu que todo esse papo de “open” não era bem assim: segredos e competitividade em todas as conversas que ela ouvia na empresa. Publicou o tal perfil contando isso e o pessoal da OpenAI… não gostou muito. Achou que ela ia só falar bem deles, e a empresa cortou contato com ela por três anos.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.Até que, em maio do ano passado, ela lançou nos EUA o livro O império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total, que segue contando a história da OpenAI — e abre com a bizarra saída do Sam Altman, demitido do cargo de CEO por “nem sempre falar a verdade” ao conselho da empresa, para voltar quatro dias depois nos braços dos funcionários.Mas esse livro não é exatamente uma biografia da OpenAI. Para mim, é mais um retrato de todo o sistema empresarial em que vivemos hoje — inteligência artificial ou não. O importante é que ele acabou de sair no Brasil pela Editora Rocco, que me procurou para saber se eu queria entrevistá-la aqui no programa, aproveitando que ela veio participar do Esquenta do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. O congresso, aliás, acontece dia 30 de julho — vai lá no site da Abraji saber mais, quem sabe comprar seu ingresso.Mas enfim, claro que eu queria conversar com ela. Obrigado, Abraji, obrigado, pessoal da Rocco, pelo presente. Quem me conhece sabe que IA agora é um assunto muuuito importante no meu trabalho. Eu fico aqui tentando navegar o meio do caminho entre o fim do mundo exterminador do futuro e a utopia vendida por muita gente. Não acredito em nenhum dos dois cenários, falei disso com a Karen antes e durante a conversa. Mas no final da entrevista a gente volta para falar não só disso, como também de como o IA em Curso, minha comunidade de letramento contínuo em IA, se conecta com tudo. Com promoção? Pode ser. Quem ficar até o fim, verá.A entrevista foi gravada em inglês — a Karen também fala mandarim, mas não fala brazilian —, então vai funcionar assim. Se ouvir no áudio, vai ser a versão original, do mesmo jeito que foi com o Ted Chiang ano passado, para você botar o seu cursinho para trabalhar. Aqui no site boanoiteinternet.com.br você está acompanhando a transcrição completa traduzida, se quiser ler enquanto ouve. E no YouTube tem uma versão legendada. Assim, você entra na conversa do jeito que preferir.Combinado? Então, bora lá entender O Império da IA com Karen Hao, no Boa Noite Internet.Cris: Karen Hao, bem-vinda ao Boa Noite Internet.Karen Hao: Obrigada pelo convite.Cris: Que bom ter você aqui. Espero que o Brasil esteja te tratando bem durante a Copa do Mundo — a gente veio falar sobre isso. Hoje é dia de falar de futebol, de Copa do Mundo, quais são as chances de cada país. Mas a primeira coisa que você precisa saber sobre essa conversa é que eu não sou jornalista. Não sei fazer isso. Peço desculpas antecipadas à sua profissão e ao seu ofício.Além disso, você foi enganada. Eu não estou aqui pra te entrevistar. Isso aqui é uma sessão de terapia. Você vai me ajudar a superar meus traumas.Porque eu sou da… do que eu chamo de “geração esquecida” — sou geração X, nasci nos anos 70. Esquecida porque, nessa guerra de gerações, as pessoas esquecem que a gente existe, e isso é incrível, porque a gente causou muito estrago no planeta. O Elon Musk é geração X, então é só isso que você precisa saber sobre a minha turma. Gente como ele, ou como Marc Andreessen… eu cresci lendo e assistindo à ficção científica que dizia que tecnologia é a melhor coisa do mundo, que ciência e engenheiros são incríveis e vão nos levar pra um lugar incrível.Sou uma daquelas pessoas que, quando a internet surgiu, falou: a paz mundial está logo ali. O conhecimento a um clique de distância, o futuro vai ser incrível. E aqui estamos nós. Então, quando usei o GPT pela primeira vez, e depois o ChatGPT, fiquei super empolgado. Foi a primeira vez, desde a internet, que eu fiquei realmente empolgado.Tenho até uma certa fama de ser mal-humorado com tecnologia: Bitcoin é lavagem de dinheiro, Clubhouse não presta — e as pessoas, ah, Clubhouse é a próxima grande coisa. Mas quando a IA chegou, eu falei: isso é importante. Só que eu já não era mais aquela criança dos anos 70. Tinha crescido, tinha visto o que aconteceu com a internet, tinha trabalhado numa big tech. E estava em desespero com o sistema em que a IA estava sendo construída.Dito tudo isso, o seu livro, aqui, já nas livrarias, recebe provavelmente o melhor elogio que eu posso dar: é otimista. Não é uma lista de reclamações e gente má fazendo coisas más. Claro, você fala muito sobre a OpenAI — ela é o fio condutor da história, especialmente aqueles quatro dias em que o Sam Altman saiu e voltou. E é muito divertido de ler. Mas você toma o cuidado de ser otimista.E uma das coisas que você menciona é como as pessoas na OpenAI, e em todas essas empresas, dizem: “isso é inevitável, a gente tem que fazer”. Quero falar sobre isso. Mas a gente tem que começar pela pergunta que você provavelmente ouve em todo podcast, a do título — Império da IA. Por que império?E acho que essa pergunta é ainda mais relevante no Brasil, país do sul global, colonizado. Por que império da IA?Karen Hao: Antes de mais nada, obrigada por dizer que o livro é otimista. Muita gente não reconhece isso, mas é verdade. Eu escrevo com um profundo otimismo de que os danos que a gente vê podem mudar. Não faria o trabalho que faço se não achasse que as coisas vão mudar.Sobre por que eu uso a expressão império, ou império da IA: a forma como empresas como a OpenAI operam é impressionantemente parecida com a dos impérios antigos. Eu traço quatro paralelos no livro. O primeiro é que elas reivindicam recursos que não são delas — os dados das pessoas, a propriedade intelectual de artistas, criadores como você, jornalistas.Segundo, elas exploram uma quantidade extraordinária de mão de obra. Isso vale tanto para os trabalhadores da cadeia de produção de IA, mal pagos e maltratados, que ainda assim geram uma riqueza extraordinária para essas empresas, quanto para os trabalhadores cujos empregos são automatizados e cujos direitos são corroídos pela implantação dessas tecnologias em diferentes setores.A terceira característica é que impérios controlam os fluxos de informação na sociedade. Essas empresas censuram a pesquisa fundamental sobre essas tecnologias, o que limita nossa capacidade de entender as verdadeiras limitações e capacidades dos modelos que desenvolvem. E estão criando uma tecnologia de informação que tentam transformar no portal único pelo qual qualquer pessoa se relaciona com o mundo.Esse portal impregna as ideologias do Vale do Silício, seus sistemas de valores, sua língua, e projeta a hegemonia do inglês. Isso influencia boa parte do conhecimento que a gente vai produzir daqui pra frente, porque cientistas e educadores usam essas plataformas e acabam perpetuando essas mesmas ideologias e valores.E o quarto e último paralelo é que impérios sempre se agarram a uma narrativa existencial ou moral sobre por que precisam existir. Essas empresas fazem a mesma coisa. Dizem que são o “império do bem”, numa missão civilizatória de trazer progresso e modernidade pra toda a humanidade, competindo contra um “império do mal” que ameaça mandar a humanidade pro inferno.Quando você conversa com algumas pessoas dentro dessas empresas, ou que as lideram, elas dizem: se você nos deixar construir uma inteligência artificial geral, que elas de alguma forma moldam como um deus, a gente vai acabar numa espécie de utopia, um paraíso onde a mudança climática é resolvida, o câncer é curado, a pobreza é aliviada.Mas, se os caras maus conseguirem isso antes, a gente pode acabar com todos os humanos mortos — um risco de extinção pra todos nós.Cris: E eles vêm dizendo isso há quase dez anos, e ainda usam como ferramenta. A gente está num país que foi influenciado por três impérios ao longo da história: Portugal, Inglaterra e agora os Estados Unidos. Então a gente olha pra essas empresas de um jeito meio cínico: sim, sim, já conhecemos essa história.Mas, ao mesmo tempo, ano passado, o Pew Research Center fez uma pesquisa sobre como o mundo enxerga a IA, e o sul global é bem mais otimista do que o norte. Uma das razões é a ideia de democratizar — não só informação, mas: ah, finalmente eu posso montar uma startup, sair desse lugar de exploração e criar o unicórnio de um bilhão de dólares. Os números são grandes na China. Países em desenvolvimento veem muito mais benefício do que risco na IA.China, 83%. Tailândia, 77%. Holanda, 36%. Canadá, 40%. Será que a gente está deixando passar alguma coisa? A gente está certo? Isso está democratizando mesmo? Até que ponto?Karen Hao: Provavelmente tem duas razões. Uma é que muitos dos danos que a indústria de IA causa à maioria global são bem escondidos. Ela se esforça muito pra esconder como polui o ambiente dessas comunidades, como explora e devasta a mão de obra, deixando traumas psicológicos — como documento no livro.E, recentemente, li um artigo de opinião no New York Times que trazia um bom ponto: muitas economias desenvolvidas estão especialmente atentas ao potencial da IA de desmontar oportunidades de emprego de tempo integral. A gente começa a ver isso cada vez mais. Já na maioria global, muito mais gente vive em economias informais, e aí a ideia de que a IA vai tomar um emprego de tempo integral não pesa tanto.Então os danos mais visíveis — a erosão do emprego formal de tempo integral — pesam mais no norte global, ou pelo menos é lá que as pessoas se sentem mais ansiosas. E os danos invisíveis, que atingem o sul global, ninguém percebe tanto, justamente porque são invisíveis. É meio por isso que tanta gente sente essa divisão que aparece na pesquisa do Pew.Cris: Eu tenho acompanhado as notícias sobre IA no Brasil, e toda semana tem um novo data center sendo construído em alguma cidade. Isso é vendido como uma coisa boa: que ótimo investimento, gera emprego. E me fez pensar de novo — a gente passou por três impérios, mas algumas famílias no Brasil, e aposto que em outros lugares também, estão no poder há 500 anos ao longo da história do país.Então, ao mesmo tempo, a gente pensa: é, estamos sendo explorados, é a mesma coisa. Eu já não tenho emprego, então deixa eu usar essa tecnologia pra melhorar minha vida. Mas as pessoas que realmente tomam as decisões, de novo, nos últimos 500 anos, se perguntaram: como a gente ajuda esse pessoal a explorar nosso país de um jeito que nos mantenha no poder e nos dê muito dinheiro?Mas também foi verdade que, sei lá, a Volkswagen abre uma fábrica no Brasil e aquilo gera emprego, contrata gente pro chão de fábrica e pros escritórios. Como é que isso é diferente com a IA?Karen Hao: De certa forma, não é diferente. Existe um fenômeno parecido: a indústria de IA terceiriza muitos dos trabalhos que ela não quer dentro dos centros de poder, e joga isso pra comunidades empobrecidas, do mesmo jeito que outras multinacionais fizeram por décadas.Mas também é diferente, porque a escala dos impactos trabalhistas e ambientais da IA é completamente outra, muito maior que a da indústria automobilística ou da moda. E a velocidade é outra, porque são tecnologias digitais que atravessam fronteiras muito rápido.E é diferente porque a maioria das pessoas não percebe que a IA, mesmo sendo tecnologia digital, tem uma cadeia de suprimentos muito física e intensiva em mão de obra manual.Quando você compra roupa, café, um carro, é mais óbvio que existem materiais que precisam ser extraídos e depois manuseados por pessoas pra criar aquele produto. Já com a IA, a maioria aceita a narrativa que o Vale do Silício projeta: a de que isso vem da “nuvem”, desses espaços etéreos que parecem nem existir no planeta. E a verdade é exatamente o oposto.Ela depende de uma quantidade extraordinária de extração mineral. Depende da construção de infraestruturas enormes — data centers, instalações de supercomputação espalhadas pelo mundo. E depende de muita, muita mão de obra manual: trabalhadores de dados que limpam, preparam e moderam o conteúdo dos sistemas de IA que chegam até você quando usa o ChatGPT.É isso que a torna tão diferente. E há também uma ideologia completamente diferente sustentando a expansão da IA. Quando você conversa com executivos da moda, eles não vão dizer: se você não comprar nossa roupa, vai pro inferno.Já a indústria de IA diz: se você não nos deixar capturar cada vez mais terra, mais recursos e mais mão de obra pra produzir essas tecnologias, vamos ter uma destruição civilizacional. Isso é, ao mesmo tempo, retórica política usada como arma pra moldar o debate público e a cabeça de quem formula políticas, e também está enraizado num sistema de crenças — algumas pessoas dentro dessas empresas realmente acreditam que, se uma AGI fosse construída, e construída nas mãos erradas, isso levaria mesmo a esse tipo de destruição.E é isso que move a sede cada vez maior da indústria por mais capital, mais recursos e mais terra.Cris: Eu quero falar sobre AGI, mas antes: ano passado, a OpenAI estava sendo processada no Reino Unido por violação de direitos autorais, basicamente todos os livros do mundo digitalizados e usados pra treinar modelos. E um dos executivos disse ao júri: bem, se a gente não puder fazer isso, fecha as portas. Me chocou que muita gente reagiu com um “ah, tá, o que a gente pode fazer? Eles vão fechar as portas”.Em parte porque a gente já está acostumado com essa narrativa. Outro dia, numa conferência, um ex-CEO dizia: a gente teve que usar embalagem de plástico porque é mais barata que papel, senão prejudicaria nosso resultado. E a plateia reagia: ah, então é só fechar as portas — a sociedade não pode arcar com isso.Mas isso também, como você disse, se conecta à ideia de uma grande missão, uma missão de salvar o mundo, que a gente precisa cumprir antes que seja tarde, senão estamos condenados. OpenAI está literalmente no nome — só que em português não é tão direto: é “inteligência artificial aberta”.Foi criada a partir de um sonho, um projeto que era pra ser uma coisa pro bem comum. Em 2019, num tempo bem distante, antes da pandemia, você cobriu a OpenAI, foi até o escritório deles, ficou lá dentro. O que você viu? E, mais importante, como essa missão mudou? O Elon Musk os processou outro dia justamente por mudarem a missão. Isso alguma vez foi verdade? Em algum momento eles pensaram mesmo “ah, a gente vai salvar o mundo”?Como essa narrativa de ser aberta funciona com a OpenAI?Karen Hao: Quando comecei a cobrir a OpenAI, levei a sério o que eles diziam — que tinham sido recrutados com a missão de beneficiar toda a humanidade. E aí, quando me infiltrei na empresa, fui ficando bem mais cética, porque via como eles operavam de um jeito completamente diferente, portas adentro, do que diziam em público.Diziam que iam publicar todas as pesquisas e abrir o código de tudo, e na prática eram uma das organizações mais secretas que já cobri. Eram muitas discrepâncias, e, na época, presumi que tinha havido algum tipo de corrupção que os levou a abandonar a missão original. Depois de cobrir a empresa por mais alguns anos e de trabalhar neste livro, mudei de ideia até sobre a missão original.Não acho mais que ela era um esforço sincero e generoso de beneficiar a humanidade. A missão foi criada pra dar à empresa — na época, uma organização sem fins lucrativos — uma margem de manobra extraordinária pra depois levantar muito capital, acumular muito talento e perseguir a força motriz de verdade por trás de tudo aquilo: se tornar a força dominante no desenvolvimento de IA.E penso assim agora porque, quando você olha pras narrativas de cada nova empresa de IA no começo — a Anthropic, a xAI, a Safe Superintelligence do Ilya Sutskever, a Thinking Machines Lab da Mira Murati —, todas usam a mesma narrativa da OpenAI: nós somos os mocinhos, eles são os bandidos.É por isso que precisamos criar uma nova empresa que avance a IA do nosso jeito, não do deles. E você começa a perceber, por esse padrão, que eles repetem a mesma coisa em parte porque acreditam nela até certo ponto, mas também porque ela funciona muito bem com a imprensa, com o público, com quem formula políticas.No livro, eu reproduzo os e-mails internos que Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman trocavam nos primeiros dias da OpenAI. Eles tinham plena consciência de que estavam criando uma missão que soasse bem para o público. E o propósito de verdade, que também deixaram registrado nesses e-mails, era vencer o Google. Viam o Google como a força dominante em IA e queriam ser eles essa força.Não gostavam de ver o Google na frente, então inventaram justificativas: o Google é uma empresa com fins lucrativos, então nós vamos ser sem fins lucrativos. Mas, no fundo, acho que era puro ego: tem que ser a gente, não eles, a gente quer ser quem lidera isso.E aí passaram um tempão moldando essa missão pública, que acabou sendo super útil pra recrutar o primeiro grupo de pesquisadores e turbinar o avanço deles.Cris: Então agora é um bom momento pra falar de AGI, a inteligência artificial geral. Muita gente pergunta: o que é AGI? O que “geral” quer dizer? E a impressão que peguei lendo seu livro é que, por design, isso nunca fica claro de verdade, porque é um alvo móvel. Essas empresas um dia vão dizer “chegamos, alcançamos a AGI”? Ou o plano é sempre “não, não, ainda não chegamos, me dá mais dinheiro, me dá mais poder”?Qual é o papel da AGI na narrativa dessas empresas?Karen Hao: Já que a gente está falando de ficção científica, eu costumo usar a analogia de que o mundo da IA é meio como Duna. Em Duna, o personagem principal, Paul Atreides, entende, ao chegar no planeta Arrakis, que o povo de lá foi semeado com um mito: o de que um dia viria um Messias pra libertá-los. Ele sabe que é um mito, mas decide entrar nele e agir como se fosse o Messias pra controlar melhor aquele povo.E, vivendo, respirando e encarnando esse mito dia após dia, ele começa a perder a noção de que é um mito. Passa a se perguntar se o mito era mesmo verdadeiro ou se foi ele quem o tornou verdadeiro. É essa confusão entre mito e realidade — ele vive num espaço intermediário, sem ter mais certeza do que é verdade e do que é ficção.E trago isso pra responder sobre a AGI porque a AGI é, ao mesmo tempo, um mito e algo que os líderes e os trabalhadores dessas empresas vivem, respiram e encarnam dia após dia, a ponto de perderem a noção do que é mito e do que é realidade. É a ideia de um sistema de IA teórico que um dia igualaria as capacidades humanas. Só que a gente nem tem consenso científico sobre o que é inteligência humana.Por isso, de certa forma, por design, é um termo bem maleável, que deixa essas empresas fazerem o que quiserem. Elas definem e redefinem a AGI conforme a necessidade, movem a trave pra onde quiserem. E, ao mesmo tempo, isso é sustentado por uma crença genuína de certas pessoas lá dentro, por causa dessa confusão entre mito e realidade. Pelas minhas contas, a OpenAI já usou pelo menos quatro definições diferentes de AGI.A primeira está no site deles: “sistemas altamente autônomos que superam humanos na maioria dos trabalhos economicamente valiosos”. É uma definição de automação do trabalho — eles dizem, de forma explícita, que estão atrás dos empregos mais bem pagos. A segunda apareceu no contrato com a Microsoft, por um tempo a maior investidora deles: ali, a AGI virou um sistema que geraria 100 bilhões de dólares em receita.Ou seja, uma definição feita pra incentivar a Microsoft a investir. Já o Sam Altman disse ao Congresso que AGI é um sistema que cura o câncer e resolve a mudança climática — uma definição de benefício social, muito útil quando você quer que os reguladores não te regulem.E, por fim, quando falam com o consumidor, dizem que vai ser o melhor assistente digital que você já teve — porque, claro, estão tentando vender o produto.E aí você percebe duas coisas. Primeiro, que é um conjunto de definições completamente incoerente. Segundo, que eles trocam de definição conforme o público que querem convencer. Mas também tem gente nessas empresas que acredita de verdade que está construindo uma tecnologia capaz de dar conta das quatro coisas.Então é uma realidade bem confusa e complicada: o que a AGI de fato é, e pra que ela serve, para essas empresas, para a agenda delas e também para as crenças delas.Cris: Como ex-funcionário da Meta — entrei em 2013 —, a missão era unir o mundo e torná-lo mais aberto e conectado. É uma missão incrível. E tem uma coisa que eu sempre digo, porque muito amigo meu vem falar comigo, “ah, esse cara da OpenAI, ou a própria Meta, são maus”. Eu conheci muita gente na empresa. Nunca conheci uma pessoa mal-intencionada.Todo mundo, independente da missão, era gente boa tentando entregar o melhor produto possível, pra dar poder a quem tem um pequeno negócio, por exemplo. Tenho amigos pessoais que construíram a empresa deles em cima da publicidade do Facebook e do Instagram. E esse é justamente o problema, porque ainda assim é uma corporação muito má, pelo que ela causa ao mundo pra bater as metas de negócio.Ou seja, você não precisa de um vilão tipo Lex Luthor pra causar um estrago desse tamanho no mundo. E adorei a referência a Duna. Duna é engraçado: é o livro que eu mais reli na vida que não foi escrito pelo Tolkien. Li o primeiro Duna umas três vezes, e toda vez é como se fosse um livro diferente. Na primeira, eu era adolescente, e era só o Paul Atreides, o cara durão.Na segunda, eu morava no Canadá e li com olhos de estrangeiro, pensando em colonização. E na terceira vez foi quando os filmes do Denis Villeneuve saíram, e aí era: ah, o Bene Gesserit criou esse mito, isso é meio pós-moderno. Narrativamente, fico me perguntando o que vai significar pra mim se eu ler uma quarta vez.Karen Hao: Eu ia te perguntar isso. Quando você disse que cresceu numa época cheia de ficção científica falando das maravilhas da tecnologia, fiquei curiosa: que histórias você estava lendo? Porque muita coisa que saiu nos anos 70 e 80 dizia exatamente o oposto. E muita gente já apontou que os executivos de tecnologia de hoje, que vivem citando essas histórias, interpretam elas justamente ao contrário da intenção original.Cris: Concordo plenamente. Mas, respondendo: foi basicamente Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. E é por isso mesmo — os executivos de tecnologia, e o Elon Musk mais que todos, leem esses livros como receita, não como aviso. O livro de que eu mais me lembro, nem lembro o título, era um do Asimov em que ele descreve o elevador espacial que aparece na série da Apple TV, Fundação.E o enredo é: eu sou esse engenheiro brilhante, quero construir essa coisa no Sri Lanka, mas o governo trava tudo com regulação — eu sou um gênio e a regulação é a vilã. Hoje eu leio e penso: ah, sei. Mas, quando garoto, era só “olha, um elevador espacial, que genial, a gente nem precisa de foguete”. E aí você começa a entender. E aí eu parei de ler esses caras.E passei a ler gente com uma visão completamente diferente: o Ted Chiang, que entrevistei ano passado, a N.K. Jemisin, o Cory Doctorow, de quem sou muito fã. E talvez eles sejam mais explícitos, pra gente burra como eu entender: “não, bobo, a analogia é essa”. Mas Duna era incrível — vermes gigantes de areia, o tal garoto durão, e aquela coisa do “eu não aceito o meu destino”.Tenho esse grande destino, mas não quero ele. Do resto da série eu já não gosto tanto. Mas o mais importante de tudo: Duna gerou o melhor GIF de filme de todos os tempos, o “Lisan al Gaib” do Javier Bardem — que eu devia ter colocado durante a sua explicação, aquele “uau, ele está cumprindo a profecia, agindo como o profeta”.Mas, de novo, falando de vilões: você mencionou que essas empresas se colocam como o bem contra o mal, feito impérios antigos. Só que elas também jogam a carta da China, né? “Se a gente não fizer, a Rússia faz primeiro.” Só que a Rússia começou uma guerra e está ocupada demais. “Mas a China chega lá, e é por isso que a gente tem que ser fechado.” É por isso que Mythos e Fable e agora o GPT-5.6 foram proibidos pelo governo. Isso tem fundamento?Quero saber se é possível a China competir — quero mesmo essa resposta — mas também porque, desde toda essa conversa do Fable-Mythos, países como Índia e Brasil vêm dizendo que precisam de um modelo soberano. Dá pra fazer, ou a OpenAI, a Anthropic e o Google estão tão à frente que já não dá?Karen Hao: Sobre a China: você está certíssimo, o Vale do Silício usou por anos a carta do “e a China?” pra escapar de qualquer responsabilização de verdade. Fizeram muito isso na era das redes sociais.A Meta fez muito isso, com o Mark Zuckerberg dizendo ao governo dos EUA: vocês não podem nos regular, senão a gente perde. Mas, se a gente ganhar, vai ter um efeito liberalizante no mundo e nas democracias em todo lugar. E, infelizmente, o que a gente viu foi que jogar essa carta repetidamente produziu exatamente o efeito contrário do que o Vale do Silício prometeu.Uma das empresas de rede social dominantes dessa era é a ByteDance. Ou seja, mesmo sem regulação das redes sociais nos EUA, existe uma empresa chinesa de rede social bem dominante. E as redes sociais estadunidenses acabaram tendo um efeito antiliberal no mundo — é bastante consensual que enfraqueceram democracias em todo lugar. E aí, na era da IA, elas seguiram jogando a mesma carta.Mas o que eu sempre aponto é que a gente definitivamente não devia acreditar nelas. Já existe evidência significativa de que tudo o que elas dizem está, de novo, se provando o oposto. Elas disseram: não regulem a gente como empresas de IA, regulem a China, via controles de exportação — um mecanismo do governo dos EUA com alcance extraterritorial.Só que as empresas chinesas agora estão produzindo modelos de IA de código aberto extremamente eficientes, que viraram super populares no próprio Vale do Silício. Existe um monte de startup de lá que prefere usar modelo chinês a OpenAI, Anthropic ou Google.Então, nesse sentido, é um conjunto de evidências bem decisivo, acho, pra mostrar que a gente devia simplesmente responsabilizar essas empresas, não importa o que digam sobre “ah, vamos perder pra China”. No fim das contas, é só retórica política. Não é um argumento real que elas consigam sustentar pra escapar da responsabilização.Responsabilizá-las vai fortalecer a democracia pelo mundo, vai trazer mais direitos humanos, trabalhistas e de privacidade de dados pras pessoas — é sempre o contrário do que elas dizem que aconteceria. E, sobre a sua pergunta em torno da IA soberana: acho a ideia realmente importante, mas acho também que muitos países estão meio confusos sobre o que querem dizer com isso.Muitos governos, hoje, pensam a IA soberana pela pergunta: a gente consegue construir o nosso próprio ChatGPT? O nosso próprio grande modelo de linguagem, o nosso sistema de IA generativa? Estão olhando só pro modelo que o Vale do Silício já definiu e tentando descobrir como recriar aquilo.E o que eu digo pra quem formula políticas é: defina pra que a IA serve no seu país, no seu contexto. Quais são, no fim das contas, os objetivos do seu país? Os objetivos do seu povo? E também os nossos objetivos coletivos, entre países?Porque a gente tem, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Já definimos coletivamente que há coisas que precisamos resolver juntos: superar a crise climática, reduzir a pobreza, melhorar a educação.E, enquanto o Vale do Silício adora dizer que está fazendo tudo isso, na prática não está. Mas a gente poderia — poderia desenvolver, de forma colaborativa, sistemas de IA que realmente avançassem em cada um desses objetivos coletivos que já acordamos.E cada país também devia fazer o exercício: quais objetivos você quer alcançar, e que tipos de sistema de IA você poderia desenhar pra chegar lá — sistemas que talvez não se pareçam em nada com um grande modelo de linguagem. Se os países fizessem isso, acho que descobririam que a maioria dos sistemas de que precisam exigiria muito menos recursos.Ou seja, contextos como o Brasil, a Índia e outros, quando não precisam competir construindo essas infraestruturas de computação gigantescas e gastando centenas de bilhões de dólares, na verdade já têm, localmente, todos os recursos necessários pra desenvolver um sistema de IA soberano.Cris: Quando ouvi falar do seu livro pela primeira vez, uma amiga me disse que você não poupa ninguém — fala mal do Sam Altman, mas também do Dario Amodei. E as pessoas costumam escolher um lado. Eu sou time Claude, odeio o ChatGPT, essas coisas. Então cheguei no livro pensando: ah, é mais um livro dizendo que a IA é terrível, que a gente não devia usar IA.Mas, conforme fui lendo, e ouvindo outras entrevistas suas, me pareceu que o seu problema é justamente o que você acabou de descrever: a forma como essa tecnologia é feita. E, em especial, a palavra escala — a ideia de que a solução é a escala. O que você quer dizer com isso?Karen Hao: Eu costumo usar a analogia de que “IA” é como a palavra “transporte”: na verdade se refere a uma coleção de tecnologias que vão da bicicleta ao foguete. São tipos bem, bem diferentes de tecnologia, que exigem insumos diferentes pra se desenvolver e depois têm impactos diferentes na sociedade.E você está certo: sou especificamente crítica ao que chamo de “foguetes da IA”, os sistemas que os impérios da IA estão desenvolvendo, aqueles que exigem uma quantidade enorme de exploração de mão de obra e extração ambiental.E sou bem otimista com o que chamo de “bicicletas da IA”: sistemas especializados, eficientes, com bom custo-benefício, governáveis pelas pessoas, cujo desenvolvimento pode ser participativo. Países como o Brasil, o Chile, a Índia, qualquer contexto, têm recursos pra desenvolver e se autodefinir, em vez de simplesmente herdar um sistema criado pelos dois únicos centros do mundo capazes de gastar uma quantidade extraordinária de capital: o Vale do Silício e o ecossistema tecnológico chinês.E o motivo pelo qual eu acho tão corrosivo o que os impérios da IA estão desenvolvendo é exatamente o que você disse: a forma como eles fazem isso, por um mecanismo de força bruta pra avançar as capacidades da IA em escala. Eles vão simplesmente empurrando cada vez mais dados de treinamento nesses modelos, e isso exige corroer a privacidade das pessoas, tomar a propriedade intelectual delas e, ainda por cima, baixa a qualidade dos dados que entram nos modelos — o que leva aos danos de exploração de mão de obra, porque aí você tem que dar conta da moderação de conteúdo.E aí você tem pessoas psicologicamente traumatizadas por serem expostas a todo aquele conteúdo horrível que se tenta “lavar” através desses modelos.E aí vem o problema dessas infraestruturas de computação enormes, com impactos ambientais que aumentam a conta de luz das comunidades que as hospedam e agravam a crise de custo de vida. Elas precisam ser alimentadas por fontes fósseis, que jogam mais carbono na atmosfera e mais poluição no ar dessas comunidades.Então todos os problemas que eu identifico, no que têm de corrosivo, derivam inteiramente da abordagem deles pro desenvolvimento de IA. Por que não descartar a abordagem, em vez de descartar a tecnologia? Redefinir e redesenhar de que tipos de sistema de IA a gente precisa de verdade, com uma cadeia de suprimentos fundamentalmente diferente. E isso não é exclusivo da IA.A gente já viu muitas outras indústrias que começaram com uma cadeia de suprimentos bem ruim. A moda, por exemplo: muita degradação ambiental, muita exploração de mão de obra.Com muita organização, protesto, ação de consumidores, regulação governamental e cooperação entre governos, a gente conseguiu criar mercados novos pra moda sustentável e ética, cadeias de suprimentos novas e inovações pra fazer roupa mais saudável pras pessoas e pro planeta.E é basicamente isso que eu defendo: transformar a indústria de IA do mesmo jeito que transformamos a moda, e as cadeias de suprimento de alimentos. Assim a gente fica com os benefícios da tecnologia, ajuda ela a avançar os objetivos que importam pra gente, sem jogar uma fração enorme da população mundial numa condição atrasada e numa qualidade de vida pior.Cris: O Brasil está agora, no Congresso, discutindo a escala de seis dias por semana. A regra atual é: você trabalha seis dias e descansa um. E muitas empresas, o comércio principalmente, dizem “vamos fechar as portas”, e os trabalhadores respondem “isso é problema seu, não meu”. É mais ou menos a mesma narrativa dessas empresas de IA: se eu não usar a sua água, a Idade das Trevas está chegando.Falando em Idade das Trevas, e falando em bicicleta: a sua analogia me lembrou uma coisa. Eu gosto de jogo de zumbi, de mundo aberto, e em nenhum deles tem bicicleta. Num desses jogos, instalei um plugin que deixava andar de bicicleta — você acha uma e sai pedalando. E aí entendi por que não tem bicicleta: desbalanceia tudo. Parte da graça do jogo é você precisar achar um carro, e daí pneu, gasolina, comida pra carregar. De bicicleta, você vai a qualquer lugar.E eu pensei: ah, é. Meio que estraguei o jogo pra mim, porque agora tenho uma bicicleta, é incrível. Enfim, em termos práticos: no fim do ano passado, uns meses atrás, a revista Wired publicou um artigo pedindo pra jornalistas de tecnologia contarem como usam IA no trabalho. E cada um usava de um jeito. Você usa IA no seu trabalho? Como?Karen Hao: Eu não uso nenhum sistema de IA generativa no trabalho — nem ChatGPT, nem Gemini, nem Claude. Por três motivos. O primeiro é uma postura ética, depois de tanto investigar essas empresas. O segundo é privacidade de dados: eu investigo essas empresas.Não quero que elas conheçam todo o meu raciocínio enquanto eu apuro o livro, literalmente investigando elas. E o terceiro é que, no meu caso específico, a força do meu trabalho está na capacidade de construir relações fortes com as fontes, pela empatia, e de contar histórias envolventes, pela narrativa. E os grandes modelos de linguagem simplesmente não são a ferramenta certa pra nenhuma das duas coisas.Não vão melhorar a minha empatia nem a minha escrita. Então eu não perco nada com essa postura ética: simplesmente corto essas ferramentas e sigo fazendo o meu trabalho muito bem. Pra outros jornalistas pode ser diferente, e pra quem está em outras áreas o cálculo pode ser outro.Mas eu incentivo as pessoas a pensarem primeiro: quais são as suas forças no trabalho? Quais são os seus objetivos? E aí ir de trás pra frente pra descobrir se a IA é a ferramenta certa, qual tipo de IA é a ferramenta certa, e qual fornecedor você quer de fato usar, apoiar, votar com os pés. Agora, eu uso, sim, IA preditiva.Aquelas ferramentas de IA especializadas, as “bicicletas da IA”, digamos. No livro, tinha um detalhe que eu queria muito ilustrar: como a OpenAI deu um salto quando passou de organização sem fins lucrativos a um empreendimento bancado pela Microsoft. Percebi que as cadeiras do escritório ficaram bem mais caras. Então fotografei as cadeiras de um escritório e as do outro.E joguei tudo na busca reversa de imagens do Google, que é um sistema de IA especializado — não é baseado em grandes modelos de linguagem, não é IA generativa. Assim descobri quanto essas cadeiras costumam custar. No primeiro escritório, cerca de 2 mil dólares por cadeira. No segundo, eram cadeiras de um designer brasileiro famoso, uns 10 mil dólares cada.Coloquei esse detalhe no livro pra ilustrar o tipo de riqueza e de concentração de recursos de que a gente está falando. Esses são alguns dos jeitos como eu uso IA, ainda que de forma bem limitada, sempre pontual, quando acho que vai ajudar. E, claro, uso ferramentas de transcrição por IA — outra IA especializada — em todas as minhas entrevistas.Cris: Essa foi uma das partes em que a minha cabeça explodiu, eu nunca tinha percebido: a OpenAI criou o Whisper. Deixa eu dizer de outro jeito, do meu ponto de vista. A OpenAI liberou abertamente essa ferramenta incrível de transcrição, o Whisper, em que eu jogo o áudio e ela me devolve as palavras que as pessoas disseram. E eu pensei: ah, que generoso da parte deles.Mas o motivo real de terem criado a ferramenta foi pegar todos os vídeos do YouTube, transcrever e alimentar a máquina. E aí é: ah, claro. Enfim, falando de ferramentas e de otimismo — a gente está chegando ao fim da conversa. Eu tenho uma regra desde o episódio dois deste programa, há oito anos: de novo, como eu disse do seu livro, não pode ser só uma lista de reclamações e coisa ruim. E a gente tem se saído bem até aqui.Você falou de caminhos e de bicicletas, mas eu quero ser mais específico. Se isso aqui fosse uma reunião de negócios: qual é o plano de ação, quais são os próximos passos? Só que uma das coisas que eu repito bastante, na vida e neste programa, é que problema sistêmico não se resolve com ação individual. Se eu tomar banhos mais curtos, isso nunca vai salvar o planeta do aquecimento global.E muitos amigos meus simplesmente: não quero falar de IA, não quero usar IA. Voltando aos videogames: leram que tal jogo usa IA e pronto, não vão jogar. E a minha primeira pergunta pra você é: como a gente ocupa esses espaços da IA generativa — ChatGPT, Gemini e por aí vai? Porque o que a gente viu com as redes sociais foi: ah, o Facebook é do mal, vou sair do Facebook. Ah, vou sair do Twitter.E, na esperança de quê, sei lá, talvez alguém diga: ah, sinto falta do Cris, cadê ele? Ah, está no Bluesky. Mas isso deixa o espaço aberto pra os radicais entrarem e postarem o que quiserem, sem ninguém contrapor ou tornar aquilo um lugar melhor. Então como a gente ocupa o espaço da IA — seja qual for a definição de “espaço da IA” que você preferir — com todos esses problemas que a gente vem discutindo?Karen Hao: Acho que tem duas categorias de ação pra gente pensar. Uma é desmantelar o império. A outra é investir e construir novos tipos de sistema de IA, que se tornem alternativas às tecnologias do império. Quando eu digo desmantelar o império, não estou dizendo que quero que a OpenAI, o Google, a Anthropic, seja quem for, simplesmente deixem de existir.É que eu não quero que elas sejam imperiais. Não quero que fiquem extraindo uma quantidade extraordinária de valor sem redistribuir nada em troca. Se elas voltassem a ser negócios que praticam uma troca justa de valor com o mundo, eu ficaria perfeitamente feliz com qualquer tecnologia que estivessem desenvolvendo.E a forma de desmantelar o império, acho, se resume a muita organização de base, que vai pressionar os governos a regular e responsabilizar essa indústria. No último ano, a gente viu uma quantidade incrível dessa organização de base florescendo pelo mundo.Recentemente, lancei com um grupo de jornalistas, pesquisadores de IA e acadêmicos críticos um projeto chamado AI Resist List, que busca documentar parte dessa organização de base pelo mundo. A gente encontrou cerca de 30 exemplos, de todas as regiões, de ações individuais, institucionais e movidas pela comunidade.Tinha ação artística, ação política. E isso mostra bem o seu ponto: não dá pra contar só com a ação individual, mas o indivíduo pode, sim, ter impacto. Até uma ação pequena pode gerar um grande efeito cascata. Claro que se juntar com os vizinhos pra protestar contra o data center é ainda mais eficaz. Se juntar dentro da sua escola ou universidade pra protestar contra a parceria dela com uma empresa de IA também é mais eficaz.Se juntar com os colegas de trabalho de um setor pra barrar a adoção de uma IA que corrói os direitos trabalhistas é mais um jeito eficaz. A gente tem um monte desses exemplos. Um dos meus favoritos é o de uma comunidade sobre a qual escrevi no livro, Quilicura, no Chile, na periferia de Santiago. É uma comunidade da classe trabalhadora, bem pobre, que vem sendo alvo incessante da expansão de data centers.E por isso protestaram de forma bem aguerrida contra essa expansão, porque não acharam bom negócio hospedar essas instalações sem tirar nenhum benefício, enquanto elas consomem uma parte significativa dos recursos naturais da região.E, logo depois que escrevi sobre eles, foram além na resistência e criaram uma plataforma chamada Quili.ai. É um site em que você entra e que parece um chatbot, parece o ChatGPT: tem uma interface de chat pra você digitar. Só que, quando você faz uma pergunta, em vez de um modelo de IA responder, a mensagem é encaminhada pra alguém que mora em Quilicura, no Chile. Aí, se você pede “quero a imagem de um cachorro”, aquilo vai pro artista local deles, o Benji. Ele pega um pedaço de papel, desenha um cachorro, tira uma foto e te manda de volta.Eles fizeram isso essencialmente como um projeto de arte performática, pra fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de usar IA generativa pra bobagem. A mensagem era: ei, quando você fica brincando com essas ferramentas em pedido besta, isso afeta comunidades como a nossa, drena os recursos de que a gente precisa pra viver bem.E também queriam levar as pessoas a pensar: por que não perguntar pra alguém da sua própria comunidade aquela receita que você procurava, ou pedir aquela imagem? Porque aí você reconstrói as conexões que estão tão em falta na sociedade — a falta delas é o que nos deixa mais vulneráveis a esse tipo de colonização do império.Eles deixaram o projeto aberto por 24 horas, e qualquer pessoa no mundo podia mandar um pedido. Receberam uma quantidade extraordinária deles. Viralizou de vez. E essa cidadezinha conseguiu uma virada enorme de narrativa sobre a suposta inevitabilidade e necessidade dessa tecnologia, sobre tudo o que o Vale do Silício diz — que, se você não usar, vai ficar pra trás de quem usa.E esse é só um exemplo, entre muitos, de como pessoas comuns, não importa a sua posição na sociedade, podem ter impacto real no debate, na consciência pública e até na regulação. A gente está vendo isso agora com os protestos contra data centers. Nos EUA, em 2025, cerca de 150 bilhões de dólares em projetos de data center foram travados.Isso virou uma das questões políticas mais quentes nos EUA para as próximas eleições de meio de mandato. Tem gente eleita sendo literalmente tirada do cargo por ter aprovado data centers, contrariando a vontade do povo. E isso já está tendo efeito real sobre as empresas e sobre a trajetória do desenvolvimento de IA.A OpenAI teve que encerrar recentemente a sua ferramenta de geração de vídeo, o Sora. Quando lançaram, apresentaram como o segundo produto mais importante desde o ChatGPT. O que aconteceu entre o lançamento e o fim? Uma reportagem do Wall Street Journal apontou três motivos, todos moldados por ação de base. Um: um gargalo enorme de capacidade de computação.Muitos dos data centers travados ou parados eram da OpenAI. Dois: um cenário financeiro bem mais incerto. A OpenAI está se preparando pro IPO, o que significa ficar mais exposta a Wall Street — e Wall Street está cada vez mais nervoso com a capacidade dessas empresas de cumprir o que prometem.E aí a OpenAI teve que reforçar alguns projetos paralelos pra fazer o balanço parecer um pouco melhor aos olhos de Wall Street. E, terceiro: os consumidores simplesmente não estavam usando o produto — o que também é ação coletiva de consumidores. Então, por todo esse tipo de resistência, de várias formas, de baixo pra cima, as pessoas estão de fato tendo impacto real na indústria e responsabilizando ela.Essa é a primeira categoria de ação. A segunda é: ok, que tecnologias de IA a gente usaria como alternativa? E aí a gente precisa investir mais nelas. Muitas vezes, quando converso sobre o livro, a pessoa diz: ok, me convenci de que não quero usar ChatGPT, não quero usar Claude — mas então uso o quê no lugar?E o problema é que eu não tenho muitas respostas pra essa lista de alternativas. Tem umas poucas aqui e ali, uma plataforma, uma empresa.Cris: Dá pra rodar o modelo no seu próprio computador, como o Cory Doctorow faz, mas aí é limitado e…Karen Hao: Exatamente, exige mais habilidade técnica. Mas, pra quem consegue instalar modelos de código aberto no próprio computador, eu incentivo 100%. Só que a gente também precisa de mais gente desenvolvendo interfaces bem fáceis pra esses modelos de código aberto, pra que qualquer pessoa consiga usar.A gente também precisa de mais gente desenvolvendo “bicicletas da IA”, de investidores e governos investindo mais nesse tipo de solução, e de talento — pesquisadores de IA, desenvolvedores e outras pessoas dispostas a sacrificar um pouco e abrir mão dos pacotes de remuneração enormes.Cris: Eu estava começando a achar que agora as empresas precisam ter menos lucro — e isso nunca vai acontecer.Karen Hao: Não, não é a empresa ter menos lucro. É o trabalhador topar abrir mão do pacote de milhões de dólares pra levar o talento dele pra outro lugar. Mais fácil, bem mais fácil. Eu converso com muito pesquisador de IA cansado da abordagem da indústria, porque ela é completamente sem criatividade intelectual.Eu conversei com pesquisadores que não passaram seis anos num doutorado em IA só pra ficar empurrando mais dados na máquina — pra eles, é o trabalho mais chato do mundo. E depois automatizar a programação, que era justamente o que eles gostavam de fazer. Converso com tanta gente que já não acha graça nenhuma nisso. Estão meio presos por “algemas de ouro”.E estão tentando descobrir, dentro de si, que carreira alternativa poderiam ter. Eu costumo incentivar esses pesquisadores a gastar o talento deles construindo um tipo diferente de empresa, que trabalhe com “bicicletas da IA”. E a gente já começa a ver cada vez mais desse talento indo por aí.E a gente precisa que todas as facetas da sociedade invistam num ecossistema muito mais robusto e rico de tecnologias de IA, capaz de substituir as que hoje dominam. Eu ainda tenho as cicatrizes das minhas próprias “algemas de ouro”, mas concordo plenamente.Cris: E as redes sociais são o exemplo — veja o que aconteceu com elas. Tem aquela frase famosa: as mentes mais brilhantes da minha geração passam o tempo fazendo as pessoas clicarem em anúncios. E ainda dizem: ah, isso pode ser o futuro. Pois é.Você contou a história do Quili.ai e isso me lembrou um dos primeiros criadores de conteúdo do Brasil, o Cid Não Salvo. Uns 10, 15 anos atrás, ele tuitou o seguinte: “Gente, eu disse pro meu pai que, sempre que ele precisar pesquisar alguma coisa na internet, é pra ir no Twitter.com e digitar a pergunta na caixa”. E olha que ele tinha milhões de seguidores.E, por uns bons dias, quase um mês, você entrava no Twitter do pai dele e via perguntas tipo “onde eu compro pizza?”. Era engraçadíssimo. No fim, ele contou pro pai — ou talvez não. Mas eu adoro essa ideia. Antes de a gente terminar: você já deve ter respondido isso mil vezes, mas vai continuar cobrindo IA? O que está na sua cabeça, o que vem por aí? Turnê mundial? O que vem pela frente?Karen Hao: Com certeza estou pensando em como continuar responsabilizando essas empresas. Estou envolvida em várias colaborações, com gente incrível, em diferentes projetos ligados a isso. O AI Resist List foi um deles. Também co-criei um programa chamado AI Spotlight Series, com o Pulitzer Center, uma organização jornalística sem fins lucrativos que financia jornalismo investigativo pelo mundo.É um programa que treina jornalistas do mundo inteiro a cobrir IA por uma lente de responsabilização. Até agora, já treinamos mais de 3 mil. E eu sigo pensando em como construir mais capacidade dentro do jornalismo, da sociedade civil, de outros contextos, pra mobilizar ainda mais essa organização de base — pra conter de verdade os impérios da IA e ajudar a desmantelá-los.Cris: Adorei o seu exemplo da moda. É possível, já foi feito. Ou até a indústria automotiva. Ou o grande exemplo que a gente não mencionou, e que o pessoal da OpenAI vive citando: o Projeto Manhattan, a energia nuclear.O mundo não acabou. Quando eu era criança lendo Asimov, achava que ia tudo acabar num fogo nuclear. Enfim — alguma última palavra, alguma mensagem, algum palpite pros jogos do Brasil na Copa, alguma coisa que você queira dizer antes da gente encerrar?Karen Hao: No fim das contas, o que eu espero que fique desta conversa e do livro é o seguinte: neste momento, o Vale do Silício está concebendo a IA como um projeto político. E a característica central desse projeto é tirar a autonomia de todo mundo — a autonomia de moldar de verdade o próprio futuro e o nosso futuro coletivo. Mas, no instante em que você reconhece que já tem uma autonomia significativa pra resistir, o império começa a desmoronar.Então espero que as pessoas encontrem a própria voz, a afirmem, conquistem o seu lugar à mesa e se conectem com os vizinhos, com a comunidade, com os colegas de trabalho, pra criar mais movimentos juntos.Cris: Que ótimo. Karen Hao, o seu livro é O Império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total. Obrigado por vir ao Brasil conversar com a gente. Foi um prazer.Karen Hao: Muito obrigada.Uma das primeiras perguntas que anotei quando comecei a pensar nessa conversa foi justamente a do final, a da ocupação de espaços. Porque, como eu disse, quando as redes sociais chegaram para ficar, muita gente falou “ah, não vou usar, é do mal” — e aí as pessoas ruins, vamos chamar assim, acabam ocupando esse espaço e falando o que bem entendem. A gente precisa aprender essa lição agora, no mundo da IA.Fora que vejo muita gente falando de IA sem nunca ter usado — ou que usou, sei lá, dois anos atrás, acha que continua tudo igual e já diz que não quer chegar perto.E por quê? Porque essa abordagem de ocupar espaços é o que eu e a Ana Freitas buscamos fazer no IA em Curso, nossa comunidade de letramento contínuo em IA. Foi, aliás, uma conversa que tive com a Karen antes da entrevista: ao mesmo tempo que a gente fala do impacto da IA no mundo, também precisa focar no que é prático, no que dá para fazer hoje com IA, sem vender sonho nem desastre. A analogia que usei foi a de que é que nem quando a gente fazia curso de Word e Excel — é o que eu faço agora que vai facilitar minha vida, me fazer ganhar tempo, botar a IA para me ajudar. Quem viu minha conversa com a Ana aqui no Boa Noite Internet, no fim de 2025, sabe do que estou falando. Se não viu, volta lá e confere.Desde que a gente lançou este episódio, o IA em Curso já passou de 400 pessoas. Tem muita gente colocando projetos pessoais incríveis na rua, tirando do papel aquela ideia que rondava a cabeça há um tempão. E a comunidade tem mentoria ao vivo, aula gravada, newsletter, banco de agentes, grupo de Telegram… que mais? O que não falta é jeito de passar para você o conhecimento sobre IA de que você precisa hoje, agora. Quero te dar a bússola para navegar nesse universo.Se esse é o tipo de abordagem que você quer ter com a IA, passa lá no iaemcurso.com.br e usa o cupom BNI2026 para ganhar 20% de desconto no plano anual. Mas corre, porque daqui a duas semanas vou apagar esse cupom — não é todo dia que a gente dá um desconto desses.É isso. Boa Noite Internet, temporada 2026 começando — como todo ano, com mudança, ideia, projeto. Ou, como diz minha citação preferida de todos os tempos: “vivemos uma fase de transição, como sempre”. Espero ver você por aqui e lá no IA em Curso.Obrigado pelo seu tempo e pela sua atenção. Até o próximo episódio. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe

Pânico
Ro e Léo

Pânico

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 125:38


O estúdio do Pânico virou uma grande roda de samba nesta quinta-feira (16)! Os irmãos Rodrigo e Leonardo Serra, da dupla Ro e Léo, chegam com seus instrumentos para contar como conquistaram milhões de visualizações tocando samba e choro raiz. Eles cantam Cartola e Adoniran Barbosa ao vivo, revelam bastidores e dão um show de cultura nacional. Assista à íntegra e curta essa energia!