Podcasts about SEM

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    Música y Letra
    Música y Letra: Celebidache II

    Música y Letra

    Play Episode Listen Later Aug 13, 2022 59:55


    Andrés Amorós continúa el ciclo dedicado a Sergio Celibidache, comentando las oberturas de Rossini como la Urraca ladrona y Semíramis.

    Podcast Cinem(ação)
    #472: Batgirl cancelada e o fim da farra dos streamings

    Podcast Cinem(ação)

    Play Episode Listen Later Aug 13, 2022 112:33


    Nos últimos dias, Batgirl foi cancelado repentinamente, causando rebuliço entre os fãs. O que aconteceu para a Warner (agora chamada de WBD - Warner Bros Discovery) cancelar um filme que custou 90 milhões? Sem contar inúmeros filmes e séries também cancelados ou retirados do catálogo. Por isso, decidimos conversar sobre essas decisões que o novo conglomerado de mídia tomou. Rafael Arinelli e Daniel Cury, Marina Rodrigues (Simplificando Cinema) e Guilherme Ravache (Splash Uol, Notícias da TV) conversam sobre as decisões do CEO Logan Roy… quer dizer: David Zaslav, desdobrando e desconstruindo as questões do streaming para a realidade do Brasil e do mundo. Do impacto da bilheteria de Top Gun à necessidade de abrir espaço para publicidade, os convidados explicam com bastante clareza sobre regulamentação, tendências futuras do streaming (e do que pode acontecer), a força do cinema e a situação nada otimista do mercado atual, permitindo que tenhamos um panorama dos serviços de streaming. É pra entender muito mais do que só a situação da Warner: é pra sair entendendo mais sobre as empresas que recebem o nosso dinheiro todo mês! Vem dar o play! Participe do nosso grupo no Telegram: https://t.me/cinemacao 11m17: Panorama 17m54: Pauta Principal 1h32m57: Plano Detalhe 1h45m47 Encerramento Ouça nosso Podcast também no: Feed: http://bit.ly/feed-cinemacao Apple Podcast: http://bit.ly/itunes-cinemacao Android: http://bit.ly/android-cinemacao Deezer: http://bit.ly/deezer-cinemacao Spotify: http://bit.ly/spotify-cinemacao Google Podcast: http://bit.ly/cinemacao-google Amazon Music: https://bit.ly/amazoncinemacao Ficha técnica: Apresentação: Rafael Arinelli e Daniel Cury Convidado: Marina Rodrigues (Simplificando Cinema) e Guilherme Ravache (Splash Uol, Notícias da TV) Vinheta: Gustavo Boralli Agradecimentos aos patrões e padrinhos: André Marinho Anna Foltran Bruna Mercer Charles Calisto Souza Daniel Barbosa da Silva Feijó Diego Lima Felipe Braga Flavia Sanches Gabriela Angerami Gabriela Pastori Guilherme S. Arinelli Gustavo Reinecken Katia Barga Leila Pereira Minetto Luiz Villela Mateus de Sá Queiroga Tatiane Fonseca William Saito Fale Conosco: Email: contato@cinemacao.com Facebook: https://bit.ly/facebookcinemacao Twitter: https://bit.ly/twittercinemacao Instagram: https://bit.ly/instagramcinemacao Tiktok: https://bit.ly/tiktokcinemacao Contribua com o Cinem(ação) Com um valor a partir de R$1,00, você pode contribuir com o Cinem(ação)! Nós acreditamos que, para manter a produção de conteúdo de qualidade independente na internet, é preciso contar com a colaboração dos fãs e seguidores assíduos! Quanto mais dinheiro conseguirmos arrecadar, maior será nossa dedicação para melhorar os podcasts, tanto em quantidade quanto em qualidade! Venha fazer parte desse clube também! Apoia.se: http://bit.ly/apoia-cine Patreon: http://bit.ly/patreon-cinemacao Padrim: http://bit.ly/padrim-cinemacao PicPay: https://bit.ly/picpaycinemacao Pix: contato@cinemacao.com Plano Detalhe: (Rafa): Série: Bom dia, Verônica (Marina): Podcast: Simplificando Cinema (Marina): Série: Succession (Guilherme): Livro: The Metaverse: And How it Will Revolutionize Everything (Guilherme): Newsletter: Mauricio Stycer (Dani): Álbum: Portas (Marisa Monte) Apoia.se: https://apoia.se/cinemacao

    Marketing Over Coffee Marketing Podcast

    In this Marketing Over Coffee: In this episode learn about Gladwell on Virtual Work, Multimodal AI, Yacht Rock, and more! Direct Link to File Brought to you by our sponsors: LinkedIn and Superside! Chris at MAICON Multi-Modal – Type in text, get a photo. SEC in on Rally, crackdown on digital currencies might be illegal […] The post More than Meets the Eye appeared first on Marketing Over Coffee Marketing Podcast.

    O Antagonista
    Cortes do Papo - Mario Sabino explica saída de Diogo Mainardi de O Antagonista

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Aug 10, 2022 7:07


    De tempos em tempos, desisto do Brasil. Estou desistindo novamente agora. Além de renunciar às urnas, resolvi renunciar também ao nosso site. A partir de hoje, vou parar de escrever para a imprensa. No caso, O Antagonista e a Crusoé. O plano é me dedicar a atividades mais gratificantes do ponto de vista intelectual e espiritual. De fato, pretendo passar meus dias deitado no sofá, tirando meleca do nariz. Quanto tempo isso vai durar? O trato é permanecer um ano de folga. Pode ser mais, pode ser menos. A única certeza é que vou me abster de comentar a campanha eleitoral, os debates na TV, o resultado do primeiro turno, a festa do vencedor, os nomes dos ministros, as tentativas de golpe, a compra dos parlamentares. Sinto-me revigorado só de ver essa lista. É claro que há reciprocidade nisso. Eu desisti do Brasil, o Brasil desistiu de mim. Ninguém está disposto a ler pela trigésima-oitava vez os mesmos comentários sobre os mesmos assuntos. Eu já disse o que tinha a dizer. O afastamento, portanto, é consensual. O Brasil e eu enjoamos um do outro. Vou sair de mansinho e o leitor nem vai notar. Estupidamente, eu havia prometido me atirar do campanário de São Marcos em caso de segundo turno entre Lula e Jair Bolsonaro. A aposentadoria precoce foi o jeitinho acovardado que arrumei para descumprir a promessa. É uma espécie de terceira via particular. Minha vida vai virar uma Simone Tebet: estreita, tediosa, supérflua e sem brilho, mas longe daquela gentalha fedorenta que há vinte anos embosteia meu dia a dia. A última vez que desisti do jornalismo - e do Brasil - foi em meados de 2010, antes do estelionato eleitoral de Dilma Rousseff. Fiz as malas, voltei para Veneza, escrevi um livro. Foi a melhor fase da minha vida. Vou tentar replicá-la agora. Sim, tem tudo para dar errado, mas estou pronto para o fracasso: sou Simone Tebet. Quatro anos depois de desistir do jornalismo - e do Brasil -, desisti de desistir e, juntamente com Mario Sabino, meu amigo fraterno, lancei O Antagonista e a Crusoé. Foi uma aventura e tanto. Fizemos o impeachment e trancamos Lula na cadeia. Denunciamos o bunker de Michel Temer e a sociopatia assassina de Jair Bolsonaro. Chega. É preciso renovar o site. Sem mim. Estou gagá. Já fiz o que podia. Ou mais do que podia. Quanto ao meu futuro, ele é inexistente: só tenho um presente, cada vez mais curto. Vou cuidar do meu jardim. E da minha sepultura. O epitáfio, esculpido no granito, é dedicado aos leitores que me aturaram até aqui. Cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

    Nativa FM Campinas
    Karina Bacchi revela vitória na Justiça e diz que tenta proteger filho

    Nativa FM Campinas

    Play Episode Listen Later Aug 8, 2022 4:21


    Após comentário apagado em vídeo publicado por Amaury Nunes sobre a distância do filho nesta segunda-feira (8/8), Karina Bacchi se posicionou de forma mais incisiva por meio de suas redes sociais. Além de revelar vitória em processo judicial sobre o ex-marido, a atriz também alega que atitudes de Nunes incentivaram o distanciamento do filho. “Jamais faria algo, mentiria. Principalmente com algo envolvendo a vida do meu filho” (…) coisas foram reveladas, não só comigo, mas coisas envolvendo a vida do meu filho. Coisas que a Justiça divina arcará mas que a Justiça do homem já decidiu”, explicou. Sem dar muitos detalhes sobre quais atitudes seriam, Karina Bacchi também afirmou que perdoou Amaury Nunes por questões do passado, mas afirmou ser burrice insistir em erros: “Perdão é Deus, todos já foram perdoados mas é burrice insistirmos nos mesmos erros, é burrice conviver com pessoas que um dia nos fizeram mal, que permanecem mentindo, é complicado perdoar alguém que não se arrependeu a completude, a complexidade de seus atos e continua a mentir. Quem ama não permanece fazendo os mesmos erros, jogando pra platéia uma imagem que não é real”. --- Support this podcast: https://anchor.fm/nativa-fm-campinas/support

    Toma Aí um Poema: Podcast Poesias Declamadas | Literatura Lusófona
    385 | Géssica Menino — Deusas... | Poesia Contemporânea

    Toma Aí um Poema: Podcast Poesias Declamadas | Literatura Lusófona

    Play Episode Listen Later Aug 8, 2022 1:02


    A autora é mãe do Christopher, uma das vencedoras do concurso literário nacional “Novas Contistas da Literatura Brasileira”, pela Editora Zouk, com o conto “As curvas do tempo”, publicado em 2018 e uma dos ganhadores do Concurso Literário Internacional da Academia Fluminense de Letras 2018, na modalidade conto, com o texto intitulado: “A vida de um casal de professores”. Autora do conto “Sem perder o ritmo”, publicado em 2020 na antologia “O lado poético da vida”. ►► Apoie pequenas editoras. Compre livros de autores independentes! https://loja.tomaaiumpoema.com.br/ _________________________________ Géssica Menino — Deusas... O símbolo da sabedoria em Atena, Deusa da Guerra, guerreira e astuta, adornada em sua armadura. O amor, a beleza, a fertilidade e o desejo, Modulados entre Afrodite e o espelho, Refletindo Vênus na concha dos segredos. Indiferente ao Amor temos a deusa Diana, Deusa da caça e da lua, refletindo sob o tépido luar, Ártemis, também sua figura. Gaia e sua potencialidade geradora, representando A Mãe -Terra. Deusa do nosso Planeta. Dentre muitas deusas, Histórias, raízes e decisões a figura feminina vai se modulando, Se alterando, se renovando, a cada época e a cada estação. Aqui, jaz, a figura feminina mesclada com todos os Atributos de suas ancestrais. Mas a carne é humana! _________________________________ Use #tomaaiumpoema Siga @tomaaiumpoema Poema: Deusas... Poeta: Géssica Menino https://tomaaiumpoema.com.br ATENÇÃO Somos um projeto social. Todo valor arrecadado é investido na literatura. FAÇA UM PIX DE QUALQUER VALOR CNPJ 33.066.546/0001-02 ou tomaaiumpoema@gmail.com Até mesmo um real ajuda a poesia a se manter viva! #poesia | #poemas | #podcast

    PPC Marketing | Estrategias y Técnicas de Posicionamiento Web, Publicidad Online y Analitica Digital [SEM - AdWords]

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    Norma Melhorança
    TAO (Taoismo) - Converso com Jerusha Chang

    Norma Melhorança

    Play Episode Listen Later Aug 8, 2022 71:02


    Jerusha Chang, discipula assistente do Mestre Liu Pai Lin durante 23 anos. Sucedeu o Mestre na presidência da Associação Tai Chi Pai Lin, dando continuidade a sua obra no Brasil. Ministra cursos de Formação Tai Chi Pai Lin no Espaço Luz desde o ano 2000, formando centenas de instrutores que ajudam a manter acesa a chama do legado do Mestre LiuPaiLin. Associação Taichi Pailin Espaço Luz Rua Fradique Coutinho,1434 Pinheiros SP info@taichipailin.com.br https://www.taichipailin.com.br . Livro de Vida do Tao de Lao Zi. 1• poema: o vislumbre do mistério maravilhoso. O Tao descrito como o Tao não é o verdadeiro Tao O inominável nenhum nome pode nomear Vazio início do céu e da Terra. Existência a mãe da infinidade de seres A permanência no vazio leva ao vislumbre da maravilha A permanência na existência leva ao vislumbre do centro Na dualidade a mesma raiz uma origem com dois nomes Mistério do vazio e da existência Mistério do Mistério Porta que leva à origem do mistério maravilhoso. Poema primeiro do livro Tao Te Ching de Lao Zi: O vislumbre do mistério maravilhoso Interpretação taoista do Mestre Liu Pai Lin , traduzido por Jerusha Chang. Extraído do Caderno 1 Saude Longevidade, material didático do Espaço Luz Escola de Artes Taoistas Ltda. Se (Hermógenes) Se, ao final desta existência, Alguma ansiedade me restar E conseguir me perturbar; Se eu me debater aflito No conflito, na discórdia…Se ainda ocultar verdades Para ocultar-me, Para ofuscar-me com fantasias por mim criadas…Se restar abatimento e revolta Pelo que não consegui Possuir, fazer, dizer e mesmo ser…Se eu retiver um pouco mais Do pouco que é necessário E persistir indiferente ao grande pranto do mundo… Se algum ressentimento,Algum ferimento Impedir-me do imenso alívio Que é o irrestritamente perdoar,E, mais ainda, Se ainda não souber sinceramente orar Por quem me agrediu e injustiçou… Se continuar a mediocremente Denunciar o cisco no olho do outro Sem conseguir vencer a treva e a trave Em meu próprio… Se seguir protestando Reclamando, contestando, Exigindo que o mundo mude Sem qualquer esforço para mudar eu… Se, indigente da incondicional alegria interior, Em queixas, ais e lamúrias, Persistir e buscar consolo, conforto, simpatia Para a minha ainda imperiosa angústia… Se, ainda incapaz para a beatitude das almas santas, precisar dos prazeres medíocres que o mundo vende… Se insistir ainda que o mundo silencie Para que possa embeber-me de silêncio, Sem saber realizá-lo em mim… Se minha fortaleza e segurança São ainda construídas com os materiais Grosseiros e frágeis Que o mundo empresta, E eu neles ainda acredito… Se, imprudente e cegamente, Continuar desejando Adquirir, Multiplicar, E reter Valores, coisas, pessoas, posições, ideologias, Na ânsia de ser feliz… Se, ainda presa do grande embuste, Insistir e persistir iludido Com a importância que me dou… Se, ao fim de meus dias, Continuar Sem escutar, sem entender, sem atender, Sem realizar o Cristo, que, Dentro de mim, Eu Sou, Terei me perdido na multidão abortada Dos perdulários dos divinos talentos, Os talentos que a Vida A todos confia, E serei um fraco a mais, Um traidor da própria vida, Da Vida que investe em mim, Que de mim espera E que se vê frustrada Diante de meu fim. Se tudo isto acontecer Terei parasitado a Vida E inutilmente ocupado O tempo E o espaço De Deus. Terei meramente sido vencido Pelo fim, Sem ter atingido a Meta.

    Projeto Energia Crônica: Medicina Integrativa Quântica⚡- Saúde - Longevidade -Bem estar- VIBRE +⚡
    [ENTREVISTA] Será que seu TRABALHO está DESTRUINDO sua saúde? - Com Ian Borges

    Projeto Energia Crônica: Medicina Integrativa Quântica⚡- Saúde - Longevidade -Bem estar- VIBRE +⚡

    Play Episode Listen Later Aug 8, 2022 64:32


    Fala, Fala minha Amiga, meu Amigo BIOENERGÉTICO! Você já parou para pensar sobre a influência do seu TRABALHO na sua saúde?! Infelizmente a maioria das pessoas hoje em dia não fazem ideia sobre este assunto tão importante. Foi justamente por isso que convidamos o querido IAN BORGES @ianpborges para te ensinar a criar uma vida com mais propósito. Para saber mais sobre o trabalho do Ian, visite: https://www.ianborges.com.br Depois de escutar este episódio do Projeto Energia Crônica, visite nosso site http://www.projetoenergiacronica.com para saber mais sobre a Revolucionária Biomodulação Energética Integrada que é capaz de te energizar e transformar sua saúde de uma vez por todas! ❌SEM tomar medicamentos perigosos e contínuos. ❌SEM dietas milagrosas. ❌SEM privar-se das coisas boas da vida. (mesmo que você tenha apenas 15 minutos durante seu dia) Tenha um ótimo dia!!! Até a próxima! Vanessa e Bruno Fundadores do Projeto Energia Crônica

    Toma Aí um Poema: Podcast Poesias Declamadas | Literatura Lusófona
    385 | Géssica Menino — Mulher | Poesia Contemporânea

    Toma Aí um Poema: Podcast Poesias Declamadas | Literatura Lusófona

    Play Episode Listen Later Aug 8, 2022 1:44


    A autora é mãe do Christopher, uma das vencedoras do concurso literário nacional “Novas Contistas da Literatura Brasileira”, pela Editora Zouk, com o conto “As curvas do tempo”, publicado em 2018 e uma dos ganhadores do Concurso Literário Internacional da Academia Fluminense de Letras 2018, na modalidade conto, com o texto intitulado: “A vida de um casal de professores”. Autora do conto “Sem perder o ritmo”, publicado em 2020 na antologia “O lado poético da vida”. ►► Apoie pequenas editoras. Compre livros de autores independentes! https://loja.tomaaiumpoema.com.br/ _________________________________ Géssica Menino — Mulher Desde menina, lembro-me de minha avó, Dona Maria, que interrogava minha mãe: – Já sangrou a menina, ainda assim, tão pequenina? – Nessa família, o sangue vem cedo! Minha mãe retrucava fortemente. Mas a inocência de criança, ainda balançava entre Os atributos e os anseios. Sendo as responsabilidades Já desde cedo. Por quê? Porque você é menina! Diziam. E agora já é "Mulher". De agora em diante o corpo vai evoluir mais depressa. Enquanto, meu pai, homem truculento e arrogante, Já com suas palavras maçantes jogava em mim toda a Responsabilidade do corpo de menina que agora já era de “Mulher”. –“Não me aparece com filho aqui não!”. Sou apenas a máquina da reprodução? Dentro de mim tantos anseios, tantos desejos, tantos sonhos. Queria ser como o tio Pedro andar a cavalo e de rodeio. Mas a louça espera, o irmão chora, está sujo, com fome e precisa de banho. Com a passagem do tempo, entendi porque tia Andreia, Cuidou dos seus três filhos pequenos, sozinha ou sem companhia. Tia Andreia também sangrou cedo, pariu ainda jovem e hoje em dia, Cumpre seus diversos papeis sozinha, sem ajuda de nenhum homem. Ela é mãe solteira, ou mãe sola, cozinheira, dona de casa, Faxineira e costureira. Um dia quero ser que nem tia Andreia, Mulher independente, guerreira, astuta e inteligente. Sendo chefe de família, Carinhosa e exigente exerce também a figura masculina que fora sempre ausente. _________________________________ Use #tomaaiumpoema Siga @tomaaiumpoema Poema: Mulher Poeta: Géssica Menino Voz: Jéssica Iancoski https://tomaaiumpoema.com.br ATENÇÃO Somos um projeto social. Todo valor arrecadado é investido na literatura. FAÇA UM PIX DE QUALQUER VALOR CNPJ 33.066.546/0001-02 ou tomaaiumpoema@gmail.com Até mesmo um real ajuda a poesia a se manter viva! #poesia | #poemas | #podcast

    Nossa Poesia
    Há metafísica bastante em não pensar em nada - Alberto Caeiro

    Nossa Poesia

    Play Episode Listen Later Aug 8, 2022 4:00


    Há metafísica bastante em não pensar em nada de Alberto Caeiro por Gilles Há metafísica bastante em não pensar em nada. O que penso eu do mundo? Sei lá o que penso do mundo! Se eu adoecesse pensaria nisso. Que ideia tenho eu das cousas? Que opinião tenho sobre as causas e os efeitos? Que tenho eu meditado sobre Deus e a alma E sobre a criação do Mundo? Não sei. Para mim pensar nisso é fechar os olhos E não pensar. É correr as cortinas Da minha janela (mas ela não tem cortinas). O mistério das cousas? Sei lá o que é mistério! O único mistério é haver quem pense no mistério. Quem está ao sol e fecha os olhos, Começa a não saber o que é o sol E a pensar muitas cousas cheias de calor. Mas abre os olhos e vê o sol, E já não pode pensar em nada, Porque a luz do sol vale mais que os pensamentos De todos os filósofos e de todos os poetas. A luz do sol não sabe o que faz E por isso não erra e é comum e boa. Metafísica? Que metafísica têm aquelas árvores? A de serem verdes e copadas e de terem ramos E a de dar fruto na sua hora, o que não nos faz pensar, A nós, que não sabemos dar por elas. Mas que melhor metafísica que a delas, Que é a de não saber para que vivem Nem saber que o não sabem? "Constituição íntima das cousas"... "Sentido íntimo do Universo"... Tudo isto é falso, tudo isto não quer dizer nada. É incrível que se possa pensar em cousas dessas. É como pensar em razões e fins Quando o começo da manhã está raiando, e pelos lados das árvores Um vago ouro lustroso vai perdendo a escuridão. Pensar no sentido íntimo das cousas É acrescentado, como pensar na saúde Ou levar um copo à água das fontes. O único sentido íntimo das cousas É elas não terem sentido íntimo nenhum. Não acredito em Deus porque nunca o vi. Se ele quisesse que eu acreditasse nele, Sem dúvida que viria falar comigo E entraria pela minha porta dentro Dizendo-me, Aqui estou! (Isto é talvez ridículo aos ouvidos De quem, por não saber o que é olhar para as cousas, Não compreende quem fala delas Com o modo de falar que reparar para elas ensina.) Mas se Deus é as flores e as árvores E os montes e sol e o luar, Então acredito nele, Então acredito nele a toda a hora, E a minha vida é toda uma oração e uma missa, E uma comunhão com os olhos e pelos ouvidos. Mas se Deus é as árvores e as flores E os montes e o luar e o sol, Para que lhe chamo eu Deus? Chamo-lhe flores e árvores e montes e sol e luar; Porque, se ele se fez, para eu o ver, Sol e luar e flores e árvores e montes, Se ele me aparece como sendo árvores e montes E luar e sol e flores, É que ele quer que eu o conheça Como árvores e montes e flores e luar e sol. E por isso eu obedeço-lhe, (Que mais sei eu de Deus que Deus de si próprio?). Obedeço-lhe a viver, espontaneamente, Como quem abre os olhos e vê, E chamo-lhe luar e sol e flores e árvores e montes, E amo-o sem pensar nele, E penso-o vendo e ouvindo, E ando com ele a toda a hora. Edição por Felipe Xavier

    Pathmonk Presents Podcast
    Optimizing for a Modern and Self-Service Buying Journey | Interview with Nicholas Teddy from Goody

    Pathmonk Presents Podcast

    Play Episode Listen Later Aug 8, 2022 17:04


    Do you know what's better than receiving a gift? Is giving a gift. Helping you to feel the joy of gift-giving and simplifying the corporate gift-giving experience is Goody. Goody is a new way to send effortless, unforgettable, and curated gifts for any occasion with only an email or phone number. We welcome The Head of Growth, Nicholas Teddy, to help us understand how they serve both independent consumers and the B2B market. With an optimized website and a focus on a self-service buying journey, Goody can support their users towards easier conversions. Still growing and expanding, Nick dives into their SEM efforts and the critical role of advocacy and their website.

    Brasil-África
    Brasileiro ensina capoeira a crianças salvas de grupos armados no Congo

    Brasil-África

    Play Episode Listen Later Aug 7, 2022 19:25


    Há seis anos o brasileiro Flávio Saudade vive na cidade congolesa de Goma, onde ensina capoeira a crianças salvas de milícias armadas. Recentemente, ele acompanhou os protestos ruas contra a Monusco, a maior missão de paz que a ONU realiza atualmente.  Vinícius Assis, correspondente da RFI no continente africano As manifestações na República Democrática do Congo, aterrorizado por dezenas de grupos armados, já deixaram mais de 30 mortos e 170 feridos. A mobilização deixa claro o descontentamento de moradores com a missão da ONU que, para parte da população, não tem garantido a tão desejada paz. O general brasileiro Marcos de Sá Affonso da Costa é quem comanda a tropa da Monusco, de cerca de 15 mil militares de diferentes partes do mundo. Nascido em São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro, Flávio Saudade já morou no Haiti, que também recebeu uma missão de paz da ONU com o objetivo de colocar ordem no país, depois de um conturbado período e a deposição do presidente Jean-Bertrand Aristide. O capoeirista ouve hoje o clamor de congoleses pedindo a saída da Monusco e lembra do que aconteceu no Haiti. “Quando existia toda aquela manifestação no Haiti, a gente ouvia muitos haitianos amigos nossos falando que quando a missão deixasse o país, tudo iria ficar pior do que em 2004 [ano do golpe de Estado]. E eu vejo hoje que o Haiti se afundou realmente numa situação ainda pior, que acabou levando várias pessoas queridas”, diz.  Flávio Saudade lamenta ao falar dos jovens haitianos a quem ensinava capoeira e que morreram no conflito. Ele teme que a mesma situação se repita na República Democrática do Congo. O capoeirista fala também de recentes ataques à casas de integrantes e bases da Monusco. “A gente soube que foi uma ação articulada. Eles tinham equipamentos. Então não foi uma coisa somente do povo”, disse. O brasileiro acredita que, assim como na nação caribenha, manifestantes congoleses podem também estar sendo influenciados politicamente: “Eu, particularmente, acredito que houve, sim, uma uma influência de forças políticas, mas eu não falo políticas partidárias. E forças exteriores que influenciaram grupos de pessoas para realizar esses ataques”, suspeita. A capoeira o levou a viver nesses dois países, que ele considera "ricos em calor humano", porém com populações ameaçadas pelas realidades enfrentadas, como em várias regiões do Brasil. Flávio faz paralelos entre os três países e vê semelhanças com a própria infância. A capoeira na infância precária Flávio é o segundo mais velho de quatro filhos. Perdeu o pai aos 8 anos, fato que o marcou psicologicamente e desestruturou a família, inclusive financeiramente. A casa da avó passou a ser o novo endereço. Faltava dinheiro, mas não o apoio afetuoso de parentes e vizinhos e fé.  “Eu me lembro da minha avó fazendo o sinal da cruz na boca e dizendo: não tem o que comer, então, a gente tem que agradecer e aguardar que amanhã Deus dará”, lembrou. Foi na infância que conheceu a capoeira, através de um tio, de quem Flávio fala com muita admiração. As mesmas lições que aprendeu com ele o brasileiro usa para se enturmar nas áreas periféricas onde atua hoje. Os primeiros movimentos da capoeira lhes foram ensinados para que pudesse se defender, assim como faziam africanos escravizados. As lições de combate foram aperfeiçoadas com estudo e dedicação ao longo do tempo, o que o permitiu levantar hoje a bandeira da capoeira social como um instrumento transformador. Mestiço, o brasileiro revelou ter descendência italiana e espanhola, mas a melanina na pele não esconde as raízes africanas. Flávio contou como teve as primeiras percepções sobre cidadania e negritude. “A capoeira me deu essa noção, do reencontro com minha raiz, com a África, com meus ancestrais. Ela me trouxe essa questão identitária que me permitiu me posicionar e, sobretudo, conhecer a minha história, a história dos meus ancestrais e, a partir dai, a cidadania, que deve nascer do conhecimento das nossas origens”, explica. Saudade que virou sobrenome Com o falecimento do pai e a situação financeira da família cada vez mais difícil, a mãe de Flávio não conseguiu mais pagar a escola particular que ele frequentava. Como o desligamento da escola não foi oficializado, as cobranças continuaram. Sem quitar a dívida, foi impossível conseguir o documento necessário para fazer a transferência para outro colégio. Assim, Flávio cresceu com saudades da escola, mas não de braços cruzados. Aos 21 anos, ganhando a vida como ajudante de pedreiro, conseguiu terminar o então "primeiro grau" (hoje ensino fundamental) graças ao extinto Telecurso 2000, quando teve contato com um computador pela primeira vez. Projetos sociais transformaram a vida dele, que conseguiu entrar para uma universidade particular e estudar Publicidade. Adulto, ele passou a trabalhar em uma ONG no Rio de Janeiro. A atividade na capital o distanciou de muitas pessoas queridas em São Gonçalo, inclusive da turma da capoeira. Nos reencontros com algumas dessas pessoas ele sempre expressava sua saudade, ao lembrar dos encontros que já não eram tão frequentes. Foi desta forma que o sentimento virou seu sobrenome. Hoje Flávio é coordenador de uma programa da ONG Gingando pela Paz, criada em 2005 e que o levou a ser convidado para ir ao Haiti, em 2008. Por conta disso, abandonou a faculdade. “A missão no Haiti seria para um ano, mas fiquei lá oito anos”, lembra. A mudança para o Congo Em 2016, Flávio se mudou para o Congo, mesmo ainda sem dominar o francês, idioma oficial na ex-colônia da Bélgica. Hoje ele vê semelhanças entre as crianças do Congo, as do Haiti e as brasileiras, de São Gonçalo. "São crianças em situação de rua, que foram mobilizadas para grupos armados e estão em processo de desmobilização”, diz. Segundo ele, a maioria é menino, mas há também meninas, sobreviventes de violência sexual. “Os tipos de violência, de problemas que essas crianças carregam são enormes, mas são todas crianças”, ressalta. “São crianças que são 'ricas', que tem todo potencial para realizar muitas coisas boas na vida. Porém, são crianças que estão em um contexto de ameaças muito grande como eu estava em São Gonçalo, sobretudo a violência armada”, compara, lembrando das memórias da infância. A dificuldade de acesso à alimentação das crianças congolesas o remetem à vida na região metropolitana do Rio de Janeiro. Mas o brasileiro também se lembra de uma época em que se podia brincar na rua até tarde da noite, o que não é mais possível em várias regiões dos países onde ele morou. Se de um lado há o tráfico de drogas, que - como em áreas do Rio de Janeiro - se apresenta como uma arriscada opção para jovens ganharem muito dinheiro ilegalmente, do outro estão as milícias armadas, que não costumam dar às crianças o direito de escolha. “O agravante é que elas são ameaçadas pelo sequestro para integrar grupos armados. Na minha época não havia esse perigo, sendo forçado. O tráfico de drogas sempre esteve lá e entra quem quer, como até hoje é. Mas aqui existe essa problemática do recrutamento forçado de crianças para ingressar em grupos armados”, contou. Capoeira como instrumento transformador Ele concorda que a capoeira, apesar de reconhecida pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, não é muito difundida no Brasil, onde nasceu. Mas, no exterior, a manifestação afro-brasileira vem se popularizando e, graças a trabalhos como o desenvolvido por ele, transforma realidades. O brasileiro considera a capoeira uma “tecnologia social que permite a reconstrução dos laços de confiança e afetivos”. Vínculos que, no caso dessas crianças, muitas vezes foram cortados com o recrutamento dos grupos armados. “A capoeira nos permite ter a consciência de coletividade. Muito mais do que uma prática esportiva, uma modalidade marcial, na origem dela tem a coletividade, cooperação, tudo o que é necessário para que a comunidade consiga se manter, se reestabelecer enfrentar seus desafios”, explicou. A imagem positiva do Brasil entre os congoleses o permite circular em áreas onde estrangeiros normalmente não vão. “Acho que o Brasil carrega essa responsabilidade do país que agrega pessoas, que recebe, acolhe. Infelizmente hoje nós vemos o Brasil transmitindo uma imagem de violência, armamento, intolerância com os mais humildes, os mais vulnerabilizados”, lamenta ao se referir ao assassinato do congolês Moïse Kabagambe, de 24 anos, no Rio de Janeiro. “Para os congoleses, isso é difícil de entender, como um país que eles olham como um local de paz e segurança, acolhedor, pode tratar um irmão dessa forma”, contou. A violência armada, de certa forma, não permite ao brasileiro viajar mais pelo país famoso pelas belezas naturais, onde fica a segunda maior floresta tropical do planeta, atrás apenas da Amazônia. Mas o capoeirista sabe exatamente o que responder quando alguém pergunta, sem entender, o que ele ainda faz no Congo. “Muito embora existam tantos problemas aqui no Congo, eu estou aprendendo, na verdade, e eu estou ganhando, crescendo enquanto ser humano, pessoa e profissional. Acredito que a África tem muito a ensinar, sobretudo a brasileiros e toda a diáspora que acabou se afastando de coisas simples”, conclui. 

    Papo na Encruza
    Papo na Encruza 130 - Como Surgiu a Umbanda?

    Papo na Encruza

    Play Episode Listen Later Aug 6, 2022 214:35


    Como uma religião é revelada aos mortais? Como as divindades começam a se manifestar? Será que a Umbanda é uma religião advinda de solos africanos? Será ela originária de Lemúria ou Atlântida? Seria Zélio Fernandino de Morais o seu criador? Vamos falar sobre isso e muito mais nesse episódio que vai ser polêmico! Então prepara aí o seu calmante... [caption id="attachment_13498" align="aligncenter" width="1080"] Inscreva-se em nosso curso de Firmezas de Umbanda[/caption] Conheça nossos cursos em www.perdidoead.com Este episódio foi transmitido no dia 22 de Julho de 2022, às 21 horas. Siga nossa página no Facebook. Ouça o episódio gravado aqui: Download Link Alternativo Assine nosso Feed RSS Apoie o Papo na Encruza: Sendo um apoiador você nos ajuda a manter a estrutura do blog e do podcast em alto nível. Também irá concorrer a diversos prêmios conforme a sua categoria de apoio. Quer ganhar descontos em nossos cursos, concorrer a sorteios de livros e de Macumboxs? Clica abaixo e nos apoie! =) Seja um apoiador do Papo na Encruza no Catarse e concorra a diversos prêmios Livros Recomendados: Conhecendo a Umbanda: Dentro do Terreiro, o livro de Umbanda escrito pelo Douglas Rainho e lançado pela Editora Nova Senda. E-Book: O Espiritismo, a Magia e as Sete Linhas de Umbanda - Leal de Souza E-Book: Guia do Praticante da Umbanda - Douglas Rainho  Confira TODA nossa Bibliografia Recomendada. Citado no Episódio: Cursos no PerdidoEAD: Um local para conhecer e praticar. Instagram Cova de Tiriri. Oráculo de Exu com Douglas Rainho. Redes Sociais: Grupo do Facebook: Papo na Encruza - PODCAST Facebook do Papo na Encruza Instagram Papo na Encruza (@paponaencruza) Instagram Douglas Rainho (@douglasrainho7) Instagram Luiz Guenca (@guenca) Instagram Macumbox (@macumbox_) Instagram Cova de Tiriri (@covadetiriri) Fale com a gente Caso queira entrar em contato conosco, para enviar dúvidas, comentários e sugestões, nosso e-mail é contato@perdido.co. Muito obrigado todos os nossos apoiadores! Sem vocês esse programa não poderia acontecer!

    Projeto Energia Crônica: Medicina Integrativa Quântica⚡- Saúde - Longevidade -Bem estar- VIBRE +⚡

    Fala, Fala minha Amiga, meu Amigo BIOENERGÉTICO! Muita gente quer emagrecer. Muita gente consegue emagrecer… Mas são poucos os que conseguem manter! Por que isso acontece com mais de 90% das pessoas que a gente fala? Existem 3 erros principais que as pessoas cometem ao tentar emagrecer (ou até mesmo ao tentar ganhar peso) Revelamos nesta aula gratuita! Depois de escutar este episódio do Projeto Energia Crônica, visite nosso site http://www.projetoenergiacronica.com para saber mais sobre a Revolucionária Biomodulação Energética Integrada que é capaz de te energizar e transformar sua saúde de uma vez por todas! ❌SEM tomar medicamentos perigosos e contínuos. ❌SEM dietas milagrosas. ❌SEM privar-se das coisas boas da vida. (mesmo que você tenha apenas 15 minutos durante seu dia) Tenha um ótimo dia!!! Até a próxima! Vanessa e Bruno Fundadores do Projeto Energia Crônica

    Connected Social Media
    We Can Make Strides in Preventing Suicide

    Connected Social Media

    Play Episode Listen Later Aug 5, 2022


    The latest data show that suicide is the twelfth leading cause of death in the U.S. and among those with the highest rates are younger, working age adults (ages 25-34). While there are a multitude of factors that contribute to suicidal behavior, there are also several evidence-based things that employers – and society at large […]

    Marketing Over Coffee Marketing Podcast
    Brooke Sellas on Conversations That Connect

    Marketing Over Coffee Marketing Podcast

    Play Episode Listen Later Aug 5, 2022


    In this Marketing Over Coffee: In this episode Brooke talks about her new book on how to connect, converse and covert! Direct Link to File Brought to you by our sponsors: Zapier and LinkedIn Conversations that Connect on Amazon or grab the first chapter for free at bit.ly/B2book Starting with her work for the Cystic […] The post Brooke Sellas on Conversations That Connect appeared first on Marketing Over Coffee Marketing Podcast.

    Endörfina com Michel Bögli
    #261 Emília Bugarin

    Endörfina com Michel Bögli

    Play Episode Listen Later Aug 4, 2022 172:44


    Segundo ela, a mãe não ligava para a obesidade, sempre dizia que estava bem, que seus exames de sangue estavam ok, coração ok, etc., mas minha convidada aprendeu na marra que a obesidade esconde armadilhas e quando sua mãe tinha pouco mais de 60 anos teve um AVC que lhe tirou a liberdade de se expressar e sua independência. Não queria isso para ela e aos 39 anos de idade, pesando mais de 100kg, decidiu dar uma guinada na vida que levava. O ano era 2014 e acompanhando o sobrepeso, ela ainda desenvolveu uma lesão no pé e no cotovelo. Por iniciativa própria buscou o apoio de uma nutricionista, um fisioterapeuta e profissionais de educação física para lhe ajudarem a recuperar o corpo que um dia teve e principalmente voltar a ter saúde, física e mental. Os dez meses seguintes foram de uma radical transformação física, quando ela conseguiu eliminar 40kg. Aos poucos ela se transformou em uma pessoa ativa e praticante de corrida. O novo visual, porém, não refletia o seu estado psicológico e a depressão insistia em atormenta-la. Alguns anos se passaram até ela migrar para o ciclismo para fugir das lesões. Sem ao menos um sinal, a modalidade viria a se tornar o instrumento responsável pela sua segunda grande transformação pessoal.  Conosco aqui a ex-obesa, baiana de Salvador mas carioca há 20 anos, arquiteta, a ciclista de ultras distâncias e candidata à se tornar a segunda brasileira a competir a Race Across America na categoria solo, Maria Emília Bugarin Guedes. Inspire-se! SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se. Um oferecimento da SIGMA.   A Sigma Sport representa a tecnologia alemã em seu mais alto nível, combinando design inovador com engenharia de precisão. Todos os produtos são testados em laboratórios internos para suportar as condições mais adversas, garantindo um excelente padrão de qualidade em toda a linha de produtos.   A Sigma possui produtos de iluminação, ferramentas de bolso, ciclo computadores com e sem GPS, e também relógios com monitor cardíaco com e sem GPS.   Conheça toda linha de produtos Sigma disponíveis no Brasil no www.ultracicle.com.br.   Siga @ultracicle.    

    PPC Ponderings Podcast
    Bonus: A Deeper Conversation about Digital Privacy & Security - Simon Poulton Interview

    PPC Ponderings Podcast

    Play Episode Listen Later Aug 4, 2022 51:03


    In this bonus interview with Simon Poulton of WPromote, we go deeper into the concept of digital privacy, digital security, user permission, GDPR, and how this all impacted Simon's wedding day.  Simon is Vice President of Digital Intelligence at Wpromote and oversees the Data Strategy & Marketing Science teams. He has worked with an array of global brands to guide their approaches to data-driven marketing including Forever 21, NBC Peacock & Whirlpool.If you missed it, go listen to our Core episode on Privacy where Simon is one of the guests we interview as we ponder the deeper concepts of digital privacy, and how that specifically impacts digital advertising. 

    RPG Next Podcast
    32º Guerreiros do Bem | Ação Social do RPG Next

    RPG Next Podcast

    Play Episode Listen Later Aug 3, 2022 2:09


    Em Agosto de 2022 o RPG Next realizou seu 32º Guerreiros do Bem, doação da Ação Social da Campanha do Picpay e Padrim. Nós conseguimos fazer mais uma doação de produtos de limpeza para o PRECAVVIDA, graças aos padrinhos e madrinhas do RPG Next! Veja todos os detalhes em: https://www.padrim.com.br/rpgnext e https://picpay.me/rpgnext. Toda doação arrecadada pela Campanha do Padrim e Picpay que não puder ser utilizada para melhorias do material produzido pelo RPG Next, será acumulada todo mês e revertida em doação (através da compra de produtos ou serviços, mas nunca dinheiro vivo) às Instituições Sociais necessitadas. AJUDE a PRECAVVIDA Curitiba - PR (41) 3262-0143 (Falar com Felomena). Obrigado a todos os Padrinhos e assinantes do RPG Next. Sem vocês isso não seria possível! APOIE NOSSA CAUSA! Nossa Campanha do PADRIM está no AR! Acesse e veja nossas Metas e Recompensas para os patronos. padrim.com.br/rpgnext   Se você preferir nos apoiar pelo PICPAY, acesse e veja nossas recompensas: picpay.me/rpgnext https://rpgnext.com.br/doadores/   COMPARTILHE! Se você gostou desse Podcast de RPG, então não se esqueça de compartilhar! Facebook RpgNextPage, Grupo do Facebook RPGNext Group, Twitter @RPG_Next,  Canal do YouTube,  Instagram @rpgnext, Vote no iTunes do Tarrasque na Bota e no iTunes do RPG Next Podcast com 5 estrelas para também ajudar na divulgação! Contato Facebook / Twitter / Google+ / YouTube

    Rádio PT
    Lula Lá Pagodão - Sem Medo de Ser Feliz 2022

    Rádio PT

    Play Episode Listen Later Aug 2, 2022 2:56


    Versão pagodão da música "Sem medo de ser feliz", baseada na versão original de Hilton Acioli. Participação: TromPetista . Autoria: Leonardo Leone Remix: DJ Fábio ACM . Clipe original

    Connected Social Media
    IT@Intel: Scaling Intel’s Data Centers with Software-Defined Networking and Automation

    Connected Social Media

    Play Episode Listen Later Aug 1, 2022


    IT Best Practices: As Intel’s business grows, demand for data center network capacity has increased by more than 25% annually. Additionally, business pressures require new capacity to be brought into production within 24 hours. As far back as 2014, we recognized the potential of software-defined networking (SDN) to help meet these challenges. After evaluating SN […]

    Comida sem Filtro
    Comida Sem Filtro #63 - Resultados impossíveis.

    Comida sem Filtro

    Play Episode Listen Later Aug 1, 2022 21:16


    Um estudo feito na USP sugeriu que uma dieta com MAIS carboidrato e MENOS proteína, SEM restrição calórica, emagrece e melhora diabetes. Está na hora de questionar TUDO o que sabemos sobre o assunto? Para ser avisado sobre cada novo episódio e receber os links das matérias mencionadas e as referências bibliográficas por e-mail, cadastre-se gratuitamente em https://drsouto.com.br/podcast Conheça também o Podcurso Low-Carb da Teoria à Prática em https://drsouto.com.br/podcurso/

    Projeto Energia Crônica: Medicina Integrativa Quântica⚡- Saúde - Longevidade -Bem estar- VIBRE +⚡

    Fala, Fala minha Amiga, meu Amigo BIOENERGÉTICO! Uma das frases que a gente escuta com frequência é: “Ser saudável é caro!” Mas será que é mesmo??? Neste episódio você vai descobrir a pura verdade sobre este tema. Confira se você quer aprender a ter saúde SEM ter que ser um milionário ;) Depois de escutar este episódio do Projeto Energia Crônica, visite nosso site http://www.projetoenergiacronica.com para saber mais sobre a Revolucionária Biomodulação Energética Integrada que é capaz de te energizar e transformar sua saúde de uma vez por todas! ❌SEM tomar medicamentos perigosos e contínuos. ❌SEM dietas milagrosas. ❌SEM privar-se das coisas boas da vida. (mesmo que você tenha apenas 15 minutos durante seu dia) Tenha um ótimo dia!!! Até a próxima! Vanessa e Bruno Fundadores do Projeto Energia Crônica

    Marketing Over Coffee Marketing Podcast
    Now with More Accessibility and Less Like The Gas Guys

    Marketing Over Coffee Marketing Podcast

    Play Episode Listen Later Jul 29, 2022


    In this Marketing Over Coffee: In this episode learn about Accessibility, Disinformation, Skimpflation and more! Direct Link to File Brought to you by our sponsors: Superside and LinkedIn Now in streaming video! Accessibility – Search Console, W3C, A11y, IBM’s Able 7:20 You need a video or design ad for your next campaign, and you need […] The post Now with More Accessibility and Less Like The Gas Guys appeared first on Marketing Over Coffee Marketing Podcast.

    LaGrave CRC
    The Live-Giving River | 07/24/22 PM

    LaGrave CRC

    Play Episode Listen Later Jul 29, 2022 24:17


    Sem. Chad Boorsma preaches on Psalm 46.

    Trip FM
    Barbara Gancia: A verdade está insuportável

    Trip FM

    Play Episode Listen Later Jul 29, 2022


    Sem desviar de qualquer polêmica, a jornalista fala sobre a elite brasileira, maconha e o livro que relata seus 30 anos de alcoolismo Com uma carreira extensa como jornalista – foram 36 anos no jornal Folha de S. Paulo, sem contar o trabalho em outras publicações importantes –, Barbara Gancia talvez tenha dado uma de suas maiores contribuições para a sociedade com a lançamento em 2018 do livro “A Saideira”, uma descrição sincera de sua relação de 30 anos com o álcool e como conseguiu se livrar da dependência. “Quando eu parei de beber, comecei a viver uma vida tão prazerosa e frutífera que tudo começou a acontecer no trabalho, na minha vida amorosa e na relação com os amigos. As pessoas não param de beber porque acreditam que vai ser uma angústia, mas eu continuo dando risada pra caramba”, conta. Uma espécie de tanque desgovernado com as palavras, essa escritora fez história também como apresentadora do programa “Saia Justa”, da GNT. Mas hoje, aos 64 anos, ela se diz aposentada, ao menos até que a verdade volte a ter a sua importância: “A verdade está insuportável. A gente tem muito conforto, muito tudo, e os caras estão sem emprego. Tem muita gente com muito dinheiro, muita gente com pouco dinheiro e as coisas não estão mais se resolvendo. Virou mais conveniente ter a sua própria verdade”.  Em um bate papo com o Trip FM, Barbara não desviou de uma polêmica ao comentar assuntos como maconha e os rumos da elite no país. “É preciso uma disposição de alma e humildade para conhecer o Brasil. Eu tenho tanto amigo que dá aula de política para empregado porque acha que é burro. Se fosse burro, não vivia com mil reais por mês. Eu quero ver se eles conseguem viver com tão pouco”. Leia um trecho abaixo ou confira o programa completo no Spotify. [IMAGE=https://revistatrip.uol.com.br/upload/2022/07/62e3e97b01c98/barbara-gancia-jornalista-tripfm-mh.jpg; CREDITS=Eduardo Knapp ; LEGEND=Barbara Gancia; ALT_TEXT=Barbara Gancia] Trip. Da sua observação como jornalista e tendo sofrido com dependência de álcool, acha que há solução para o problema das drogas no Brasil? Barbara Gancia. Eu sou especialista apenas na minha triste história. Tive uma dependência cruzada, mas somente porque a cocaína ajudava a baixar a minha bebedeira. A minha droga de escolha sempre foi o álcool. Gosto de maconha até hoje, em pequeníssimas doses. Mas acho que é uma droga que também precisa ser controlada, ao contrário do que muitas pessoas acham. É muito mais fácil causar um acidente de carro se você está sob o efeito de maconha, além de ser um gatilho muito grande para esquizofrenia. Mas é claro que não dá pra entender porque a maconha medicinal não foi liberada até hoje e como a gente ainda cultiva essa fábrica de criminosos em função dessa merda aí. A gente tinha que resolver isso de uma forma um pouco mais inteligente. E em relação especificamente à Cracolândia? Eu acho que não é aceitável a gente deixar um bando de gente se matando em praça pública: tem pessoas ali se prostituindo, grávidas, se degradando, roubando. Não é aceitável que uma sociedade deixe isso acontecer. Se você tira o cara daquele meio e cuida, ele vai sair da fissura e pode se recuperar. Ele é absolutamente tratável e de uma forma ambulatorial. É uma questão médica, não tem nada a ver com ideologia. É claro que não pode chegar, dar porrada e levar para cadeia. É outra questão, é preciso ter um sistema. Não é possível que a cidade de São Paulo não saiba lidar com isso e que quem cuide da região seja a polícia. Quem precisa tomar conta é a Unifesp, a Secretaria Municipal de Saúde. Mas é preciso ter coragem. E você acha que tem como educar a elite brasileira? Eles nem pegam ônibus. Mas quando vão para Holanda, pegam e se sentem o máximo. Aqui, acham que pobre é bandido, que não se esforçou. Todo mundo passando fome e você achando que é vagabundo. Eles não são maus de caráter, são apenas burros pra caramba. São tão alienados do que acontece que vão te falar com toda a propriedade que o Paulo Guedes é um cara legal. O Paulo Guedes não tem ideia do que é o Brasil. É preciso uma disposição de alma e humildade para conhecer o Brasil. Eu tenho tanto amigo que dá aula de política para empregado porque acha que é burro. Se fosse burro não vivia com mil reais por mês. Eu quero ver se eles conseguem viver com tão pouco.

    Connected Social Media
    Episode 4 | Building Disaster Resilience

    Connected Social Media

    Play Episode Listen Later Jul 28, 2022


    Disaster recovery needs to be rethought. It needs to shift to the concept of disaster resilience. Daniel Kaniewski, former acting deputy administrator at FEMA, says far too many people only realize the value of resilience, which is taking action before disaster happens, after it happens and they have lost everything. In Episode 4 of our […]

    Screaming in the Cloud
    Generating Demand and Building Trust with Anadelia Fadeev

    Screaming in the Cloud

    Play Episode Listen Later Jul 28, 2022 36:25


    About Anadelia Anadelia is a B2B marketing leader passionate about building tech brands and growing revenue. She is currently the Sr. Director of Demand Generation at Teleport. In her spare time she enjoys live music and craft beer.Links Referenced: Teleport: https://goteleport.com/ @anadeliafadeev: https://twitter.com/anadeliafadeev LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/anadeliafadeev/ TranscriptAnnouncer: Hello, and welcome to Screaming in the Cloud with your host, Chief Cloud Economist at The Duckbill Group, Corey Quinn. This weekly show features conversations with people doing interesting work in the world of cloud, thoughtful commentary on the state of the technical world, and ridiculous titles for which Corey refuses to apologize. This is Screaming in the Cloud.Corey: DoorDash had a problem. As their cloud-native environment scaled and developers delivered new features, their monitoring system kept breaking down. In an organization where data is used to make better decisions about technology and about the business, losing observability means the entire company loses their competitive edge. With Chronosphere, DoorDash is no longer losing visibility into their applications suite. The key? Chronosphere is an open-source compatible, scalable, and reliable observability solution that gives the observability lead at DoorDash business, confidence, and peace of mind. Read the full success story at snark.cloud/chronosphere. That's snark.cloud slash C-H-R-O-N-O-S-P-H-E-R-E.Corey: Let's face it, on-call firefighting at 2am is stressful! So there's good news and there's bad news. The bad news is that you probably can't prevent incidents from happening, but the good news is that incident.io makes incidents less stressful and a lot more valuable. incident.io is a Slack-native incident management platform that allows you to automate incident processes, focus on fixing the issues and learn from incident insights to improve site reliability and fix your vulnerabilities. Try incident.io, recover faster and sleep more.Corey: Welcome to Screaming in the Cloud. I'm Corey Quinn. This may surprise some of you to realize, but every once in a while, I mention how these episodes are sponsored by different companies. Well, to peel back a little bit of the mystery behind that curtain, I should probably inform some of you that when I say that, that means that companies have paid me to talk about them. I know, shocking.This is a revelation that will topple the podcast industry if it gets out. That's why it's just between us. My guest today knows this better than most. Anadelia Fadeev is the Senior Director of Demand Generation at Teleport, who does in fact sponsor a number of different things that I do, but this is not a sponsored episode in that context. Anadelia, thank you for joining me today.Anadelia: Thank you for having me.Corey: It's interesting. I always have to double-check where it is that you happen to be working because when we first met you were a Senior Marketing Manager, also in Demand Gen, at InfluxData, then you were a Director of Demand Generation at LightStep, and then you became a Director of Demand Gen and Growth and then a Senior Director of Demand Gen, where you are now at Teleport. And the couple of things that I've noticed are, one, you seem to more or less be not only doing the same role, but advancing within it, and also—selfishly—it turns out that every time you wind up working somewhere, that company winds up sponsoring some of my nonsense. So first, thank you for your business. It's always appreciated. Now, what is demand gen exactly? Because I have to say, when I started podcasting and newslettering and shooting my mouth off on the internet, I had no clue.Anadelia: [laugh]. Well, to put it very simply, demand generation, our goal is to drive awareness and interest in your products or services. It's as simple as that. Now, how we do that, we could definitely dive into the specifics, but it's all about generating awareness and interest. Especially when you work for an early-stage startup, it's all about awareness, right? Just getting your name out there.Corey: Marketing is one of those things that I suspect in some ways is kind of like engineering, where you take a look at, “Oh, what do you do? I'm a software engineer.” Okay, great. For someone who is in that space, does that mean front-end? Does that mean back-end? Does that mean security? Oh, wait, you're crying and awake at weird hours and you're angry all the time. You're a DevOps, aren't you?And you start to realize that there are these breakdowns within engineering. And we realize this and we get offended when people in some cases miscategorize us as, “I am not that kind of engineer. How dare you?” Which I think is unwarranted and ridiculous, but it also sort of slips under our notice in the engineering space that marketing is every bit as divided into different functions, different roles, and the rest. For those of us who think of marketing in the naive approach, like I did when I started this place—“Oh, marketing. So basically, you do Super Bowl ads, right?” And it turns out, there might be more than one or two facets to marketing. What's your journey been like in the wide world of marketing? Where did you start? Where does it stop?Anadelia: Yeah. I have not gotten to the Super Bowl ads phase yet but on my way there. No, but when you think about the different core areas within marketing, right, you have your product marketing team, and this is the team that sets the positioning, the messaging, and the information about who your ideal audience is, what pain points are they having, and how is your product solving those pain points? Right, so they sort of set the direction for the rest of the team, you have another core function, which is the content team, right? So, with the direction from Product Marketing, now that we know what the pain points are and what our value prop for our product is, how do we tell that to the world in a compelling way, right? So, this is where content marketing really comes into play.And then you have your demand generation teams. And some companies might call it growth or revenue or… I guess those two are the ones that come to mind. But this team is taking the direction from Product Marketing, taking the content produced by the content team, and then just making sure that people actually see it, right? And across all those teams, you have a lot of support from operations making sure that there's processes and systems in place to support all of those marketing efforts, you have teams that help support web development and design, and brand.Corey: One of the challenges that I think people have when they don't really understand what marketing is they think back on what they know—maybe they've seen Mad Men, which to my understanding does not much resemble modern all workplaces, but then again, I've been on my own for five years, so one wonders—and they also see things in the context of companies that are targeting more mass-market, in some respects. If you're trying to advertise Coca-Cola, every person on the planet—give or take—knows what Coca-Cola is. And the job is just to resurface it, on some level, in people's awareness, so the correct marketing answer there apparently, is to slap the logo on a bunch of things, be it a stadium, be it a billboard, be it almost anything, whereas when we're talking about earlier stage companies—oh, I don't know Teleport, for example—if you were to slap the Teleport logo on a stadium somewhere for some sports game, I have the impression that most people looking at that, if they notice it at all, would instead respond to some level of confusion of, “Teleport, what is that exactly? Have scientists cracked the way of getting me to Miami from San Francisco in less than ten seconds? Because I feel like I would have heard about that.”There's a matter of targeting beyond just the general public or human beings walking around and starting to target people who might have a problem that you know how to solve. And then, of course, figuring out where those people are gathering and how to get in front of them in a way that resonates instead of being annoying. At least that has been my lived experience of watching the challenges that marketing people have talked to me about over the years. Is that directionally correct or are they all just shining me on and, like, “Oh, Corey, you're adorable, you almost understand how this stuff works. Now, go insult some more things on Twitter. It'll be fine.”Anadelia: [laugh]. The reality is that advertising is a big part of a demand generation program, but it's not all, right? So, good demand generation is meeting people where they are. So, the right channels, the right mediums, the right physical places. So, when you look at it from an inbound and outbound approach, inbound, you have a sign outside of your door inviting people to your house, right, and this is in the form of your website. And outbound is you go out to where people are and you knock on their door to introduce yourself.So, when we look at it from that approach, so on the inbound side, right, the goal is to get people to come to your website because that is where you are telling them what you do and giving them the option to start using your product. So, what reason are you giving people to come to you, right? How are you helping them become better at something or achieve certain results, right? So, understanding the motivations behind it is extremely important.And how are you driving people to you? Well, that's where SEO comes in, right? Search engine optimization.So, what content are you producing that is driving the right search results to get your website to show up and get people to come to you, right? There's also SEM or Search Engine Marketing. So, when people are searching for certain keywords that are relevant to you, are you showing up in those search results?And on the outbound side of things is, what do you do to contribute to existing communities, right? So, this is where things like advertising comes into play. So, I know you have a huge following and I want to be where you are. So, of course, I'm going to sponsor your podcast and your newsletters. And similarly, I'm looking for what events are out there where I know that our potential customers are spending their time and what can we do to join that conversation in a way that adds value?So, that can be in the form of supporting community events and meetups, giving community members a platform to share their experiences, and even supporting local businesses, right, it's all about adding value, and by doing so, you are building trust that will allow you to then talk about how your product can help these communities solve their problems.Corey: It's interesting because when we look at the places that you have been, you were at InfluxData, they are a time-series database company; you were at LightStep, which was effectively an observability company, and now you're at Teleport where you are an authentication and access company. And forgive me, none of these are your terms. These are my understandings of having talked to these folks. And on the one hand, from a product perspective, it sounds like you're hopping between this and that and doing all those other things, and yet, we had conversations about all three of those products and how the companies around them are structured and built, and you've advertised all three of those on this show and others and all three of those companies and products speak specifically to problems that I have dealt with personally in the way I go through my engineering existence as well. So, instead of specializing on a particular product or on a particular niche, it almost feels like you're specializing on a particular audience. Is that how you think about it, or is that just one of those happy accident, or in retrospect, we're just going to retcon everything, and, “Yeah, that's exactly why I did it.” And you're like, “Let we jot that down. That belongs on my resume somewhere.”Anadelia: [laugh]. No, so prior to me joining InfluxData, I was at other companies that were marketing to sales, HR, finance, different audiences, right? And the moment I joined Influx, it was really eye-opening for me to be part of a product that has an open-source community, and between that and marketing to a highly technical audience that probably very likely doesn't want to hear from marketers, I found that to be a really good challenge for myself because it challenged me to elevate my own technical knowledge. And also personally, I just want to be surrounded by people that are smarter than me, and so I know that by being part of a community that markets to a developer audience, I am putting myself in a position where I'm having to constantly continue to learn. So, it's a good challenge for a marketer in our industry. Just like in any others, there's always the latest buzzword or the latest trend, and so it's really easy to get caught up in those things. And I think that being a marketer whose audience is developers really forces you to kind of look at what you're doing and sort of remove the fluff. This happens everywhere.Corey: Well, I have to be careful about selling yourself too short on this because I've talked to a lot of different people who want to wind up promoting what it is that their companies do, and people come from all kinds of different places, and some of the less likely to be successful—in many cases, I turn the business down—are, “Well, this is our first real experience with marketing.” And the reason for that is people expect unrealistic things. I describe what I do as top-of-funnel where we get people's attention and we give them a glimpse and a hook of what it is the product does. And I do that by talking about the painful problem that the product solves. So, when people hear their pain reflected in what we talk about, then that gives them the little bit of a push to go and take a look and see if this solves it.And that's great, but there has to be a process on the other side, where oh, a prospect comes in and starts looking at what it is we do. Do we have a sales funnel that moves them from someone just idly browsing to someone who might sign up for a trial, or try this in their own time, or start to understand how the community views it and the rest because just dropping a bunch of traffic on someone's website doesn't, in isolation, achieve anything without a means to convert that traffic into something that's a bit more meaningful and material to the business? I've talked to other folks who are big on oh, well, we want to wind up just instrument in the living crap out of everything we put out there, so I want to know, when someone clicks on the ad, who they are, what they do for a living, what their signing authority is, et cetera, et cetera, et cetera. And my answer, that's super easy, “Cool. We don't do any of that.”Part of the reason that people like hearing from me, is because I generally tend to respect their time, I'm not supporting invasive tracking of what they do, they don't see my dumb face smiling with a open mouth grin as they travel across the internet on every property. Although one of these days I will see myself on the side of a bus; I'm just waiting for it. And it's really nice to be able to talk to people who get the nuances and the peculiarities of the audience that I tend to speak to the most. You've always had that unlocked, even since our first conversation.Anadelia: Yeah, well, first of all, thank you. And yeah, the reality is that, especially within my world, right—and demand generation, we are very metrics-driven because our goal [tends 00:13:00] to be pipeline, right? Pipeline for the sales team, so we want to generate sales opportunities, and in order to do that, we need to be able to measure what's working and what is not working. But the reality is that good marketing is all about building trust, right? So, that's why I stress the importance of providing something of value to your prospect so that you're not wasting their time, right? The message that you have for them is something that can help them in the future.And if building trust sometimes means I'm not able to measure the direct results of the activity that you're doing, then that is okay, right? Because when you're driving people to your website, there are things that you can measure, like, you have some web visits, and you know that percentage of those visitors might be interested in continue further, right? So, when you look at the journey across the buyer stages, you have to have a compelling offer for a person on each of the possible stages, right? So, if they are just learning about you today because this is the first time that heard your ad, it's probably not expected that they would immediately go to your website and fill out your form, right? They've just heard about you, and now you start building that recognition.Now, if all the stars align, and I actually have a need for a solution that's like yours today, then, of course, you can expect a conversion to happen in that time point. But the reality is that having offers that are aimed at every stage of the buyer's journey is important.Corey: I'm glad to hear you say this. And the reason is that I often feel like when I say it, it sounds incredibly self-serving. But if you imagine the ideal buyer and their journey, they have the exact problem that your product does and there's an ad on my podcast that mentions it. Well, I imagine—and maybe this isn't accurate, but it's how I engage with podcasts myself—I'm probably not sitting in front of a computer ready to type in whatever it is that gets talked about.I'm probably doing dishes or outside harassing a dog or something. And if it resonates is, “Oh, I should look into that.” In an ideal world. I'll remember the short URL that I can go to, but in practice, I might just Google the company name. And oh, this does solve the problem.If it's not just me and there's a team I have to have a buy-in on, I might very well mention it in our next group meeting. And, “Okay, we're going to go ahead and try it out with an open-source version or whatnot.” And, “Oh, this seems to be working. We'll have procurement reach out and see what it takes to wind up generating a longer-term deal.” And the original attribution of the engineer who heard it on a podcast, or the DevOps director who read it in my newsletter, or whatever it is, is long since lost. I've commiserated with marketing people over this, and the adage that I picked up that I love quoting is half your marketing budget is wasted, but you can spend an entire career trying to figure out which half and get nowhere by the end of it.Anadelia: And this sort of touches on the buyer's journey is not linear. On the other side of that ad, or that marketing offer is a human, right? So, of course, as marketers, we're going to try to build this path of once you landed on our website, we want to guide you through all the steps until you do the thing that we want you to do, but the reality is, that does not happen in your example, right? You see something, you come back to it later through another channel, there's no way for us to measure those. And that's okay because that's just the reality of how humans behave.And also, I think it's worth noting that it takes multiple touch points until a person is ready to even hear what you have to say, right? And it sort of goes back to that point of building trust, right? It takes many times until you've gained that person's trust enough for them to listen to what you have to say.Corey: Building trust is important.Anadelia: SIt is very important. And that's why I think that running brand awareness programs are an extremely important part of a marketing mix. And sometimes there's not going to be any direct attribution, and we just have to be okay with it.Corey: I come bearing ill tidings. Developers are responsible for more than ever these days. Not just the code that they write, but also the containers and the cloud infrastructure that their apps run on. Because serverless means it's still somebody's problem. And a big part of that responsibility is app security from code to cloud. And that's where our friend Snyk comes in. Snyk is a frictionless security platform that meets developers where they are - Finding and fixing vulnerabilities right from the CLI, IDEs, Repos, and Pipelines. Snyk integrates seamlessly with AWS offerings like code pipeline, EKS, ECR, and more! As well as things you're actually likely to be using. Deploy on AWS, secure with Snyk. Learn more at Snyk.co/scream That's S-N-Y-K.co/screamCorey: I tend to take a perspective that trust is paramount, on some level, where we have our standard rules of, you know, don't break the law, et cetera, et cetera, that we do require our sponsors to conform to, but there are really two rules that I have that I care about. The first is you're not allowed to lie to the audience. Because if I wind up saying something is true in an ad or whatnot, and it's not, that damages my credibility. And I take this old world approach of, well, I believe trust is built over time, and you continually demonstrate a pattern of doing the right thing, and people eventually are willing to extend a little bit of credulousness when you say something that sounds that might be a little bit beyond their experience.The other is, and this is very nebulous, and difficult to define so I don't think we even have this in writing, but you have to be able to convince me if you're going to advertise something in one of my shows, that it will not, when used as directed, leave the user worse off than they were when they started. And that is a very strange thing. Like, a security product that has a bunch of typos on its page and is rolling its own crypto, for example—if you want an easy example—is one of those things that I will very gracefully decline not to wind up engaging with, just because I have the sneaking suspicion that if you trust that thing, you might very well live to regret it. In other cases, though—and this is almost never a problem because most companies that you have heard of and have established themselves as brands in this space already instinctively get that you're not able to build a lasting business by lying to people and then ripping them off.So, it's a relatively straightforward approach, but every once in a while, I see something that makes me raise an eyebrow. And it's not always bad. Sometimes I think that's a little odd. Teleport is a good example of this because, “Oh, really? You wound up doing access and authentication? That sounds exactly like the kind of thing I want something old and boring, not new and exciting, around, so let's dig into this and figure out whether this might be the one company you work at that doesn't get to sponsor stuff that I do.”But of course you do. You're absolutely focusing on an area that is relevant, useful, and having talked to people on your side of the world, you're doing the right thing. And okay, I would absolutely not be opposed to deploying this in the right production environment. But having that credulousness, having that exploratory conversation, makes it clear that I'm talking to people who know what they're doing and not effectively shilling for the highest bidder, which is not really a position I ever want to find myself in.Anadelia: And look, you have only one opportunity to make a first impression, right? So, being clear about what it is that you can do, and also being clear about what it is that you cannot do is extremely important, right? It kind of goes back to the point of just be a good human, don't waste people's time. You want to provide something of value to your audience. And so, setting those expectations early on is extremely important.And I don't know anyone that does this, but if your goal is only to drive people to your website, you can do that, probably very easily, but nothing will come out of it unless you have the right message.Corey: Oh, all you do is write something incendiary and offensive, and you'll have a lot of traffic. They won't buy anything and they'll hate you, but you'll get traffic, so maybe you want to be a little bit more intentional. It's the same reason that the companies that advertise on what I do pick me to advertise with as opposed to other things. It is more expensive than the mass-market podcasts and whatnot that speak to everyone. But you take a look at those podcasts and the things that they're advertising are things that actually apply to an awful lot more people, things like mattresses, and click-and-design website services, and the baseline stuff that a lot of people would be interested in, whereas the things that advertise on what I do tend to look a lot more like B2B SaaS companies where they're talking to folks who spend a lot of time working in cloud computing.And one of the weird things to think about from that perspective, at least for me, is if one person is listening to a show that I'm putting out and they go through the journey and become a customer, well, at the size of some of these B2B contracts between large companies, that one customer has basically paid for everything I can sell for advertising for the next decade and change, just because the long-term value of some of these customers is enormous. But it's why, for example—and I kept expecting it to happen, but it didn't—I've never been subjected to outreach from the mattress companies of, “Hey, you want to go talk about that to your guests?” No, because for those folks, it is pure raw numbers: how many millions of subscribers do you have? Here, it's—the newsletter is the easy one to get numbers on because lies, damned lies, and podcast statistics. I have 31,000 people that receive emails. Great, that's not the biggest newsletter in the world by a longshot, but the people who are the type of person to sign up for cloud computing-style newsletters, that alone says something very specific about them and it doesn't require anyone do anything creepy to wind up reaching out from that perspective.It doesn't require spying on customers to intuit that, hmm, maybe people who care about what AWS is up to and have big AWS-sized problems might sign up to a newsletter called Last Week in AWS. That's the sort of easy thinking about advertising that I tend to go for, which yeah, admittedly sounds a lot like something out of that Mad Men era. But I think that we got a lot right back then, and everything's new all the time.Anadelia: [laugh]. And actually, that's exactly what demand generation is, right? We want to find the right channels to reach our audience. And so, for a consumer company that sells mattresses, right, anyone might be on the market for a mattress, right? You want to go as broad as possible. But for something that's more specific, you want to find what are the right channels to reach that audience where you know that there's—it might be a smaller audience size, but it's the right people.And we've talked about the other core areas of marketing. So, with demand generation, it's all about finding people where they are, right, and providing them their message to you and attracting them to come to you, right? It kind of goes back to that inbound and outbound motion that I mentioned earlier. But at the end of the day also, if you don't have the right messaging to keep them engaged, once you got them to your website, then that's a different problem, right? So, demand gen alone cannot be successful without really strong product marketing and without really strong content, and everything else that's needed to support that, right? I mentioned the—if your website is not loading fast enough, then you're losing people if your form is not working. So, there's so many, so many different factors that come into play.Corey: Oh, God, the forms. Don't get me started on the forms. Hey, we have a great report that's super useful. Okay, cool. I'll click the link and I'll follow that. I talk to sponsors about this all the time. And it's, you have 30 mandatory fields on that website that I need to fill out. I am never going to do that.What is the absolute bare minimum that you need in an ideal world? Don't put any sort of gateway in front of it and just make it that good that I will reach out to thank you for it or something, but just make it an email address or something and that's it. You don't need to know the size of my company, the industry we're in, the level of my signing authority, et cetera, et cetera, et cetera. Because if this is good, I might very well be in touch. And if it's not, all you're going to do is harass me forever with pointless calls and emails and whatnot, and I don't want to deal with that. There's something to be said for adding value early in the conversation and letting other people sometimes make the first move. But this is also, to be clear, a very inbound type of approach.Anadelia: It's a never-ending debate, to gate or not to gate. And I don't know if there is a right answer. My approach is that if your content is good, people will come back to you. They'll keep coming back, and they'll want to take the next step with you. And so, I have some gated assets, and I have some that are not, and—but—Corey: But your gates have also never been annoying of the type that I'm talking about where it's the, “Oh, great. You need to, like, put in, like, how big is your company? What's the budget?” It feels like I'm answering a survey at some point. AWS is notorious for this.I counted once; there are 19 mandatory fields I had to fill out in order to watch a webinar that AWS was putting on.Anadelia: [laugh].Corey: And the worst part is they asked me the same questions every time I want to watch a different webinar. It's like, for a company that says the data is so valuable, you'd really think they'd be better at managing it.Anadelia: You know, like, some of the questions keep getting stranger. Like, I would not be surprised if people start asking what's your favorite color, or what's the answer to your—Corey: The one they always ask now for, like, big data seminars and whatnot, is where this really gets me, is this in relation to your professional interests or your personal interests? It's… “What do you think my hobbies are over there? Oh, yeah, I like big enterprise software. That's my hobby.” “Okay, I guess.” But I really do wonder what happens if someone checks the personal interest [vibe 00:25:33]. Do they wind up just with various AWS employees showing up want to hang out on the weekends and go surfing or something? I don't know.Anadelia: As somebody who has been on the receiving end of lists like this—for example, we sponsor a conference and we get people stop by to talk to us, and now we get the list of those people. And there's 25 columns. Like, honestly, that data does not come in helpful because at the end of the day, whatever you've marked on the required question is not going to change how I am going to communicate to you after, right, because we just had a conversation in person at this event.Corey: My budget is not material to the reason I let you scan my badge. The reason I let you scan my badge because I really wanted one of those fun plastic toy things, so I waited in line for 45 minutes to get it. But that doesn't mean that I'm going to be a buyer; it just means that now I'm in your funnel, although I could not possibly care less about what you do. One thing I do at re:Invent and a couple other conferences, for example, is I will have swag at a booth—because I don't tend to get booths myself, I don't have the staff to man it and I'm bad at that type of thing. But when people come up to get a sticker for Last Week in AWS or when of our data transfer diagram things or whatnot, the rule that we've always put in place is, you're not going to mandate a badge scan for that.And the kind of company I like doing that with gets it because the people who walk by and are interested will say, “Hey, can you scan my badge as well?” But they don't want to pollute their own lead lists with a bunch of people who are only there to get a sticker featuring a sarcastic platypus, as opposed to getting them confused with people actually care about what it is that they're solving for. And that's a delicate balance to strike sometimes, but the nice thing about being me is I have customers who come back again and again and again. Although I will argue that I probably got better at being a service provider when I started also being a customer at the same time, where I hired out a marketing department here because it turns out that fixing the AWS bill is something that does a fair bit of marketing work. It's not something people talk about at large scale in public, so you have to be noisy enough so that inbound finds its path to you a bunch of times. That's always tricky.And learning about how no matter what it is you do, in the case of my consulting work, we are quite honestly selling money, bring us in for an engagement, you will turn a profit on that engagement and we don't come back with a whole bunch of extra add-ons after the fact to basically claw back more things. It's one of the easiest sales in the world. And it's still nuanced, and challenging, and finding the right way to talk about it to the right people at the right time explains why marketing is the industry that it is. It's hard. None of this is easy.Anadelia: It is. And you know, in your example, you're not scanning that badge, but giving the person the sticker, right? Like, it's all about making a good first impression, and if the person's not ready to talk to you, that is okay. But there are ways that you can stay top-of-mind so that the moment that they have a need, they'll come to you. It kind of goes back again to my earlier points of adding value in supporting existing communities, right? So, what are you doing to stay top-of-mind with that person that wasn't quite ready back then, but the moment they have a need, they'll think of you first because you made a good first impression.Corey: And that's really what it comes down to. It's nice to talk to people who actually work in marketing because a lot of what I do in the marketing space, I've got to be honest, is terrible. Because I've done the old engineering thing of, well, I'm no marketer, but I know how to write code, so how hard could marketing really be and I invent this theory of marketing from first principles, which not only is mostly wrong, but also has a way of being incredibly insulting to people who have actually made this their profession and excel at it. But it's an evolutionary process and trying to figure out the right way to do things and how to think about things from particular point of view has been transformative. Really easy example of this: when I first started selling sponsorships, I was constantly worried that a sponsor was going to reach out and say, “Well, hang on a second. We didn't get the number of clicks that we expected to on this campaign. What do you have to say about that?”Because I'm a consultant. I am used to clients not getting results that they expected having some harsh words for me. In practice, I don't believe I've ever had a deep conversation about that with a marketing person. I've talked to them and they've said, “Well, some of these things worked. Some of these things didn't. Here's what works; here's what didn't, and for our next round, here's what we want to try instead.” Those are the great constructive conversations.The ones that I was fearing somehow would assume that I held this iron grip of control over exactly how many people would be clicking on a thing in a newsletter, and I'm not. We barely provide click-tracking at this point in the aggregate, let alone anything more specific, just because it's so hard to actually tell and get value out of it. You talk as well, about there being brand awareness. Even if someone doesn't click an ad, they're potentially reading it, they're starting to associate your company with the problem space. That's one of those things that are effectively impossible to track, but it does pay dividends.When you suddenly have a problem in a particular area. And there's one or two companies off the top of your mind that you know work in that space. Well, what do you think marketing is? There has been huge money put into making that association in your mind. It's not just about click the link; it's not just about buy the thing; it's about shaping the way that we think about different things.Anadelia: And I spend a lot of time thinking about how people think we talk about what are the things that motivate you. When you have a problem, where do you go to look for a solution, or who do you go to, right? So, just understanding what the thought process is when someone is trying to solve a problem or making a purchasing decision, I think that a lot of demand generation is what are the different ways by which someone is trying to solve a problem that they're having? And I had an interest in psychology growing up; both my parents are psychologists, and I think that marketing tends to bring some aspects of that in business and creativity, which is what led me to a career in marketing.And you ended up being sort of a connector, right? Like your job was to connect to people who would benefit from meeting each other. Just one of them happens to be a product, or you know, it depends on your company, right, but you're just introducing people and making sure they know about each other because there's going to be a mutually beneficial relationship between them.Corey: That seems to be what so many jobs ultimately distilled down to in the final analysis of things. I really want to thank you for being so generous with your time and talking about how you view the world slash industry in which we live. If people want to learn more about what you're up to and how you think about these things, where's the best place to find you?Anadelia: You can follow me on Twitter at @anadeliafadeev, or connect with me on LinkedIn.Corey: Oh, you're one of the LinkedIn peoples. I used to do that a bit, and then I just started getting deluged with all kinds of nonsense, and let me adjust my notification settings, and there are 600 of them. And no, no, no, no, no. And I basically have quit the field, by and large, on LinkedIn. But power to you for not having done that. Links to that will of course be in the [show notes 00:32:38]. Thank you so much for being so generous with your time.Anadelia: Thank you for having me. I appreciate it.Corey: Anadelia Fadeev, Senior Director of Demand Generation at Teleport. I'm Cloud Economist Corey Quinn and this is Screaming in the Cloud. If you've enjoyed this podcast, please leave a five-star review on your podcast platform of choice, whereas if you've hated this podcast, please leave a five-star review on your podcast platform of choice along with an angry ranting comment about how we got it completely wrong and that marketing does not work on you in the least. And by the way, when you close out that ranting comment, tell me what kind of brand of shoes you're wearing today.Corey: If your AWS bill keeps rising and your blood pressure is doing the same, then you need The Duckbill Group. We help companies fix their AWS bill by making it smaller and less horrifying. The Duckbill Group works for you, not AWS. We tailor recommendations to your business and we get to the point. Visit duckbillgroup.com to get started.Announcer: This has been a HumblePod production. Stay humble.

    Rádio Gaúcha
    Sem movimento de braços e pernas, artista da Serra Gaúcha pinta quadros com pincel entre os dentes

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    Play Episode Listen Later Jul 28, 2022 6:37


    Sem movimento de braços e pernas, artista da Serra Gaúcha pinta quadros com pincel entre os dentes by Rádio Gaúcha