Podcasts about SEM

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Stock Pickers
#BÔNUS HETTY GREEN: A “BRUXA DE WALL STREET” QUE LUCRAVA COM CRISES

Stock Pickers

Play Episode Listen Later Dec 30, 2025 6:42


Conhecida pela imprensa do século XIX como a “Bruxa de Wall Street”, Hetty Green foi uma das investidoras mais bem-sucedidas da história, e também uma das mais incompreendidas.Neste episódio bônus do Stock Pickers, Lucas Collazo conta a história da mulher que atravessou algumas das maiores crises financeiras dos Estados Unidos e saiu de todas mais rica. Sem bancos, sem fundos e sem alavancagem, Hetty construiu um império baseado em liquidez, disciplina e paciência.O episódio mostra como Hetty Green operava como um verdadeiro “banco privado” em tempos de colapso financeiro, antecipando funções que só seriam institucionalizadas anos depois com a criação do Federal Reserve.Um episódio sobre crises, liquidez, value investing e o poder de quem sabe esperar.

WGospel.com
Planos de Deus para você!

WGospel.com

Play Episode Listen Later Dec 28, 2025 4:46


TEMPO DE REFLETIR 01627 – 28 de dezembro de 2025 Provérbios 19:21 – Muitos propósitos existem no coração do homem, mas o desígnio do Senhor permanecerá. Saulo de Tarso, educado aos pés dos mais extraordinários mestres de seu tempo, cavalgava naquela noite a caminho de Damasco, perseguindo pessoas cujo único delito era acreditar em Jesus. Jovem ainda, se integrara às forças armadas de seu país e pensava que se conseguisse exterminar os “rebeldes” acrescentaria essa vitória à sua folha de serviço. O que ele ignorava é que “muitos são os propósitos dos homens”, mas o desígnio do Senhor é soberano. A escuridão daquela noite foi rasgada por um brilho estranho. Ninguém sabia definir de onde provinha aquela luz. O terror apoderou-se do batalhão, soldados caíram por todo lado; entre eles, o capitão Saulo, que beijou o chão, comeu pó e em meio ao susto ouviu uma voz doce: “Saulo, Saulo, por que Me persegues?” “Quem és, Tu, Senhor”, perguntou o atônito perseguidor. E a voz respondeu: “Eu sou Jesus, a quem tu persegues” (At 9:4 e 5). Naquela noite, Saulo morreu. Seus planos humanos, seus projetos, suas aspirações na carreira militar, tudo foi enterrado nas areias do deserto. Naquela noite nasceu Paulo, o servo humilde, o missionário incansável, o pioneiro, o mártir, o homem que, deixando a glória deste mundo, escolheu fazer parte da história do cristianismo. O verso de hoje descreve esse fato que se repete cotidianamente na vida do ser humano. O homem faz planos. Do seu ponto de vista, esses projetos têm tudo para dar certo. Sonha, imagina o futuro, começa até a viver antecipadamente as glórias de um futuro que não chegou. De repente, tudo dá um giro inesperado. E as coisas não acontecem como esperava. Salomão não está afirmando que a criatura não deva viver sem planos. Muitas vezes ele enfatiza a necessidade de planejar. Fazer planos é saber para onde ir. Sem isso, ninguém chega a lugar algum. O que o verso de hoje enfatiza é a fragilidade dos planos humanos. Tudo precisa ser depositado nas mãos de Deus porque Ele, inspirando ou permitindo, está no controle do Universo e da vida de cada homem e mulher. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, quero fazer meus planos de acordo com a Tua vontade. Dirija meus pensamentos, meus propósitos, para que tudo aconteça do Teu jeito. Por favor, em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Salt Peanuts
Salt Peanuts - Episódio 173

Salt Peanuts

Play Episode Listen Later Dec 28, 2025 36:42


Terminamos 2025 sem listas dos melhores, mas não conseguimos evitar o destaque merecido ao concerto do incrível Kae Tempest. Sem tempo a perder, avançamos por canções e artistas que nos têm chamado a atenção e que deixam a sua marca neste ano que passou a voar. O brinde é sempre a vocês que nos acompanham e partilham connosco todo este universo, ano após ano. Venha 2026!Playlist:"Better Way To Live", KNEECAP feat. Grian Chatten"Freedom '25", Kae Tempest"Tempo na Mão", Inês Marques Lucas"Deep House", Barry White Gone Wrong

Granum Sinapis
O Natal e o poder conquistador da mansidão

Granum Sinapis

Play Episode Listen Later Dec 28, 2025 31:43


Há histórias em que a força não vence pela espada, mas pela entrega. Histórias em que alguém poderia impor, dominar, esmagar… e escolhe outro caminho. Um caminho mais lento. Mais silencioso. Mais verdadeiro.Uma princesa governa pelo medo. Cabeças rolam. Enigmas se transformam em sentenças de morte. Tudo está organizado segundo a lógica do poder. Quem manda vence. Quem falha desaparece. Até que surge alguém disposto a vencer sem ferir. Ele poderia exigir. Poderia cobrar. Poderia triunfar pela lei. Mas decide se expor. Revela o próprio nome. Coloca-se nas mãos daquela que poderia destruí-lo. E, nesse gesto desarmado, algo se rompe por dentro dela. Pela primeira vez, o amor entra onde antes só havia controle.Essa cena antiga, cantada em uma ópera, ecoa algo profundamente cristão. Deus nunca conquistou o mundo pelo medo. Nunca entrou na história pela violência. Quando decidiu vir, escolheu a forma mais frágil possível. Um bebê. Sem exércitos. Sem discursos. Sem proteção. Apenas presença.Belém não foi acidente. Foi método. O Filho de Deus nasce fora dos centros de poder. Não escolhe Roma. Não escolhe Jerusalém imperial. Escolhe o silêncio. Escolhe a periferia. Escolhe depender. A força que salva não vem do alto para baixo, mas de dentro para fora. O coração se rende quando percebe que é amado, não quando é ameaçado.Essa lógica atravessa toda a vida cristã. Quem vive sempre armado, sempre defensivo, sempre pronto para reagir, acaba exausto. A agressividade muitas vezes não nasce da força, mas do medo. Jesus, ao contrário, sabe exatamente de onde vem e para onde vai. Por isso pode se ajoelhar. Pode lavar pés. Pode amar até quem vai traí-lo. A mansidão que Ele vive não é fraqueza. É domínio interior. É força sob controle.Existe um momento em que a vida ensina isso com delicadeza. Pais que envelhecem. Pessoas que já poderiam brigar, responder, exigir… e escolhem não fazê-lo. Não por covardia, mas por sabedoria. Descobrem que nem toda batalha merece ser travada. Que a paz vale mais do que ter razão. Que o amor conquista onde a dureza só afasta.O Natal nos coloca diante dessa escolha. Continuar vivendo na lógica da força, do medo, da defesa constante… ou permitir que o despojamento de Deus nos transforme por dentro. O Menino no presépio não nos pede heroísmos espetaculares. Pede algo mais difícil. Abrir mão. Confiar. Tornar-se manso sem deixar de ser forte.Bem-aventurados os mansos. Porque não conquistam territórios. Conquistam corações._______________________

Uma palavra no seu caminho
Festa da Sagrada Família - Homilia

Uma palavra no seu caminho

Play Episode Listen Later Dec 28, 2025 11:12


Há realidades da vida religiosa e da vida crente que facilmente se deixam olhar de modo idealizado, perfeccionista e até idílico, como se vivessem num plano sem rugosidades nem chão. A família é um desses lugares onde a tentação do ideal é forte: imagina-se uma “família cristã” como molde rígido ao qual todas as famílias e todas as histórias deveriam caber. Não é esse o caminho. Quando se contempla a família de Nazaré, não se recebe um modelo estreito para reproduzir, mas uma forma de viver: uma familiaridade que pode existir na família nuclear, na família alargada, nas famílias recompostas, e também em comunidades como a “família hospitaleira”, onde homens e mulheres se encontram e, por diversas circunstâncias, constroem uma casa comum.O que se entende, então, por “família” e por “familiaridade” em sentido cristão? Antes de mais, a consciência de que todos derivam do mesmo Pai, Deus, e que, por serem filhos, se devem tratar como irmãos. As primeiras comunidades cristãs diziam-no com naturalidade; hoje, por vezes, reserva-se a palavra “irmão” para contextos religiosos, esquecendo que o estilo cristão é, todo ele, um modo de viver como família de Deus. É nesse horizonte que ganha relevo o apelo paulino: suportai-vos uns aos outros e perdoai-vos mutuamente, se alguém tiver razão de queixa contra outro; como o Senhor perdoou, assim também vós. A consequência concreta de vestir o “traje” da misericórdia é um perdão real, praticado, que não fica em teoria. E, acima de tudo, como toque final, revesti-vos de caridade, vínculo da perfeição: a caridade é o elo que une de forma plena e madura.Há, porém, uma tensão que se sente no quotidiano: também se escolhe roupa para “estar na moda”, para não destoar, para se sentir integrado. Revestir-se de misericórdia e caridade pode não ser a “moda” de muitos ambientes; pode até parecer um fato antigo, como algo ultrapassado. Por isso é importante a comunidade cristã, onde, pelo menos ao domingo, se volta a ver que esse traje não está fora de tempo: há outros homens e mulheres que o vestem, e nele encontram alegria e vida plena. Ainda assim, isto exige aprendizagem; pede tempo, pede que estas atitudes se entranhem, que se tornem “carne” em quem crê.Aqui se percebe a importância insubstituível da família biológica. É nela, com o pai e a mãe, com irmãos, tios, avós, primos, que surgem as primeiras relações significativas; é aí que, idealmente, se aprende a experiência fundamental de ser amado de forma incondicional. Sem essa base, educar na fé torna-se mais difícil: se, lá atrás, não houve a experiência de amor recebido e oferecido sem cálculo, a relação com Deus pode ficar mais árdua e inquieta. Quando essa experiência existe, a receção de Deus tende a fazer-se com maior serenidade e confiança. E, a partir daí, a família cristã e a comunidade tornam-se lugar onde se exercitam, de modo continuado, laços de misericórdia, humildade, mansidão, paciência e caridade. “Suportar” uns aos outros, no sentido pleno da palavra, aprende-se também em situações concretas: quando alguém adoece, quando a fragilidade cresce, quando a mente enfraquece e o ritmo abranda, nasce o respeito e a delicadeza que permitem a paz, sustentadas pelo perdão.A Escritura, aliás, ajuda a purificar equívocos: não é legítimo invocar a religião para privilegiar homens ou mulheres. Há uma beleza particular naquela afirmação: Deus quis honrar os pais nos filhos e firmou sobre eles a autoridade, incluindo a autoridade da mãe. A complementaridade, o lugar próprio e a imprescindibilidade de cada um não se opõem; sustentam-se. Assim se aprende a viver em família com alegria, presença inteira e confiança.

Podcast Conversa
2025: Quem Ganhou Poder e Quem o Perdeu? | Galardões Podcast Conversa Fim de Ano 2025

Podcast Conversa

Play Episode Listen Later Dec 27, 2025 119:17


O episódio especial de fim de ano do Podcast Conversa já está no ar.Uma conversa longa e sem filtros entre Cláudio Fonseca e Rafael Vieira, com a participação de Fernando Cabral, para analisar o que realmente marcou 2025 — na política, na sociedade, nos media e na educação — e o que podemos esperar de 2026.Este episódio cruza política nacional e internacional, análise mediática, economia, educação e dinâmicas sociais, sem slogans nem narrativas fáceis.Em Portugal, Luís Montenegro é identificado como a figura política mais relevante do ano, após sobreviver a um contexto de grande instabilidade política e conseguir avançar com o Orçamento com reduzida oposição.No plano internacional, Donald Trump surge como a figura política dominante de 2025, pelo impacto global das suas decisões e pela polarização que continua a gerar.Outras figuras analisadas incluem:Vladimir Putin, Xi Jinping, Volodymyr Zelensky, Lula da Silva, António Guterres, Emmanuel Macron, Giorgia Meloni, Javier Milei, Papa Leão XIV, entre outros.O episódio desmonta também o lado mais teatral da política portuguesa, a relação entre poder, media e opinião pública, e o papel das eleições autárquicas no equilíbrio político.Um dos eixos centrais do episódio é a crise do jornalismo:Falhas éticasPreguiça editorialManipulação e desinformaçãoDependência dos algoritmos das redes sociaisSão analisados casos concretos, incluindo polémicas mediáticas internacionais, e discutido o impacto da concentração dos media e dos problemas de distribuição da imprensa em Portugal.O episódio dedica um bloco extenso à educação, enquanto campo político:Polémicas no Ministério da EducaçãoFalhas de comunicação políticaAumento das propinasAção social escolar e residências universitáriasBolsas de estudo: atrasos, imprevisibilidade e falta de transparênciaRedução de exames de acesso ao ensino superiorA politização do movimento estudantil é analisada de forma crítica, distinguindo reivindicação legítima de instrumentalização partidária.Apesar de sinais positivos nas contas públicas, o episódio sublinha a distância crescente entre indicadores macroeconómicos e a vida quotidiana:Crise da habitaçãoAumentos de rendas na ordem dos 17–18%Impacto da compra de imóveis por estrangeirosEndividamento das famíliasCrédito e risco económico em 2026São analisados movimentos de protesto recentes em vários países e o papel da Geração Z, entre politização excessiva e maior consciência cívica.É destacado um estudo do Conselho Nacional da Juventude como ferramenta essencial para compreender preocupações reais dos jovens, para lá da retórica política.

MIGG - Evangelho da Graça
113 - A BÍBLIA AINDA SERVE PARA NÓS?

MIGG - Evangelho da Graça

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 52:45


Sem dúvida alguma, o espalhamento do conhecimento das Doutrinas da Graça e da Escatologia Consumada é algo maravilhoso. Quanto mais pessoas conhecerem a verdade, melhor será. Porém, a chegada desses entendimentos a mais pessoas traz também alguns “efeitos colaterais” ― como o surgimento de raciocínios não fundamentados na Palavra (heresias). E uma dessas ideias estapafúrdias é a que afirma que “nada na Bíblia serve para nós”. (Gravação do Estudo da Graça de Deus transmitido ao vivo no domingo, dia 04/06/2023)---------------------------------------­­­­­­­­----------SEJA UM SEMEADOR!CLIQUE AQUI ➜ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://bit.ly/2srbORG⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ajude-nos a manter (e a crescer) o nosso trabalho de divulgação do Evangelho da Graça de Deus. Desde já o nosso MUITO OBRIGADO pelo seu apoio.----------------------------------------­­­­­­­­----------Leia GRATUITAMENTE os livros de nosso Ministério:LIVRARIA ➜ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠http://www.loja.abencoados.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠----------------------------------------­­­­­­­­----------Instagram - Cristiano França ➜  ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://instagram.com/cfeleito⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Aplicativo (Android, iPhone, Windows e Mac) com Rádio 24h e muito + ➜ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠http://app.abencoados.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Página do MIGG no Facebook ➜ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.facebook.com/evangelhogenuino/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Página do MIGG no Twitter ➜ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠http://www.twitter.com/infomigg⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠----------------------------------------­­­­­­­­-Participe de nosso Canal Oficial no Telegram e receba estudos em Graça, links, folhetos digitais de evangelização, conteúdos exclusivos e todas as demais informações de nosso Ministério.ACESSE O LINK ABAIXO através de seu telefone ou pesquise no Telegram: MIGG Canal Oficial.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://t.me/canalmigg⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠----------------------------------------­­­­­­­­--

Arauto Repórter UNISC
Você pode subir mais alto

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 1:43


Um velhinho subia uma montanha muito alta quando, no meio do caminho, cruzou com um rapaz jovem e forte que lhe perguntou:- Aonde vais, meu bom velhinho?- Vou para o topo da montanha, respondeu o ancião.- Não faça isso. O senhor está muito velho, não tem como chegar ao topo da montanha, provocou o jovem.Sem pensar duas vezes o velho lhe respondeu:- Vou chegar, sim, porque o meu coração já está lá em cima.Onde está o teu coração, ali está o teu tesouro.Tudo o que você sonha pode se realizar se você tiver fé.O primeiro passo para não chegarmos onde sonhamos é dizermos para nós mesmos que não conseguiremos. Nunca imagine chegar ao topo da montanha se você não acreditar ser possível escalá-la. Por não acreditarem em suas potencialidades, muitas pessoas perderam já muito tempo e viram seus sonhos ficarem distantes.Não deixe mais o medo ou as vozes das pessoas de fora roubarem o que de mais belo existe em seu coração: os sonhos e a vontade de ir além!

Assunto Nosso
Você pode subir mais alto

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 1:43


Um velhinho subia uma montanha muito alta quando, no meio do caminho, cruzou com um rapaz jovem e forte que lhe perguntou:- Aonde vais, meu bom velhinho?- Vou para o topo da montanha, respondeu o ancião.- Não faça isso. O senhor está muito velho, não tem como chegar ao topo da montanha, provocou o jovem.Sem pensar duas vezes o velho lhe respondeu:- Vou chegar, sim, porque o meu coração já está lá em cima.Onde está o teu coração, ali está o teu tesouro.Tudo o que você sonha pode se realizar se você tiver fé.O primeiro passo para não chegarmos onde sonhamos é dizermos para nós mesmos que não conseguiremos. Nunca imagine chegar ao topo da montanha se você não acreditar ser possível escalá-la. Por não acreditarem em suas potencialidades, muitas pessoas perderam já muito tempo e viram seus sonhos ficarem distantes.Não deixe mais o medo ou as vozes das pessoas de fora roubarem o que de mais belo existe em seu coração: os sonhos e a vontade de ir além!

Convidado
A distância entre a promessa da independência e a vida dos angolanos

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 25, 2025 19:00


Cinquenta anos depois do 11 de Novembro de 1975, Angola entra na segunda metade do seu primeiro século de independência com mais perguntas do que certezas. As celebrações ficaram para trás. Permanece uma interrogação sobre a liberdade, a justiça e o dia-a-dia de um país onde a promessa da independência continua distante da vida de muitos angolanos. A data redonda trouxe celebrações, discursos e retrospectivas, mas ficou uma inquietação nova, mais crítica, que atravessa gerações. É nesse silêncio que se mede hoje a distância entre a promessa da independência e a vida concreta dos angolanos. Uma distância que, para a jornalista Diana Andringa, continua marcada por memórias de afecto, de choque e de pertença: “A mais forte é certamente o sítio onde eu nasci… o Dundo, que eu costumo dizer que é a minha pátria.” Diana Andringa nunca esqueceu que a liberdade angolana começou também no seu próprio confronto com o Estado Novo. “Ter sido julgada no Tribunal Plenário por apoiar a independência de Angola… poder dizer à frente daqueles juízes que sim, eu apoio a independência, a luta armada”, recorda. Por isso, mesmo longe de Luanda, o 11 de Novembro foi vivido como ruptura íntima: “Foi sobretudo o arrear da bandeira portuguesa e subir a bandeira angolana. Uma pessoa, em princípio, não se esquece.” Essa primeira sensação de emancipação ainda a acompanha. “De repente, a liberdade. O ser livre… mesmo quando as coisas não correm muito bem.” Mas depressa a ideia se torna mais áspera: “Ser livre hoje em Angola é… não ser uma colónia de um determinado país”, diz, antes de reconhecer outras dependências, mais difusas e contemporâneas: “Ficas colonizado pelas grandes companhias, pelos grandes interesses económicos, tal como noutros países.” Ainda assim, insiste numa conquista irredutível: “És angolano. Isto quer dizer alguma coisa.” Mas é também aqui que surge a sua frase mais amarga, repetida como síntese de desilusão histórica: “Não foi isto que nós combinámos.” O que estava prometido, afirma, era “uma Angola igual para todos, com justiça social, sem corrupção”. Hoje, a sua inquietação desloca-se para formas mais subtis de controlo. “A censura que mete mais medo é aquela que vem de dentro de nós”, afirma. E identifica na precariedade o maior inimigo do jornalismo: “Um jornalista precário não é livre… no dia seguinte está na rua. Isso limita a liberdade dele e a de toda a sociedade.” No balanço destes 50 anos, permanece uma ferida difícil de aceitar: “Custa-me… por aceitar”, confessa, perante um país onde convivem “elites muito ricas e gente a passar fome”. Ainda assim, mantém o desejo íntimo de pertença: “Gostava que me dessem os papéis… era para morrer angolana também, que é o que eu sou.” E reivindica uma identidade dupla que muitos continuam a estranhar: “As pessoas têm duas pátrias.” No plano político, o historiador Eugénio Costa Almeida lembra que Angola chega ao meio século com “instituições frágeis, desigualdade persistente” e uma juventude “muito mais consciente e crítica”, que já não aceita explicações históricas para problemas presentes. A ausência de um “contrato social” e o desgaste das promessas repetidas tornam-se evidentes num país onde a informalidade domina e a confiança é escassa. Sem ignorar o peso da história, recorda que Angola viveu “problemas políticos muito graves” e uma longa guerra civil, factores que marcaram profundamente o Estado e a sociedade. Ainda assim, considera que isso não explica tudo. Nota, por exemplo, que o país “felizmente nunca passou por um golpe de Estado”, ao contrário de outros contextos africanos, o que torna mais evidente a frustração perante o ritmo lento das transformações. O passado colonial surge frequentemente no debate político, mas de forma selectiva. “Quando convém, sim, o passado é usado para justificar o presente”, afirma, sublinhando que essa prática não é exclusiva de Angola, apontando que muitas vezes a população “come e cala”, seja por cansaço, seja por uma memória curta convenientemente explorada. Da análise política de Justino Pinto de Andrade surge o diagnóstico mais severo: Angola vive “um sistema multipartidário”, mas não uma democracia plena. A ausência de alternância, a confusão estrutural entre Estado e partido e as “restrições e constrangimentos” à oposição revelam, na sua leitura, um regime onde a pluralidade existe, mas não é garantida. “Alguém tem que lutar”, afirma, para que a liberdade deixe de ser apenas um princípio constitucional e passe a ser experiência do dia-a-dia. Para o político e analista angolano Justino Pinto de Andrade, o ponto de partida do debate político em Angola está viciado. “É exagerado falar-se em democracia angolana”, afirma. Na sua leitura, a democracia pressupõe condições que continuam ausentes. “Há um conjunto de condimentos que faltam muito”, observa, referindo a inexistência plena de “liberdade de escolha, de opinião, de expressão” e de circulação das forças políticas. O quadro actual é, assim, o de um processo incompleto, que “não me parece que esteja concluído em Angola”. A inexistência de alternância no poder é, para Justino Pinto de Andrade, o sinal mais evidente dessa falha estrutural. “As democracias caracterizam-se por haver alternância. Aqui nunca houve”, recorda, sublinhando que o país vive “há 50 anos com a mesma força política”, determinada a manter-se no poder “por todos os meios”. Cinquenta anos depois, Angola parece viver entre duas forças: a da memória fundadora e a da urgência presente. A da liberdade proclamada e a da liberdade por conquistar. A da identidade afirmada e a do país que talvez ainda esteja por inventar. No fim, permanece uma pergunta que, como disse Diana Andringa,“por que é que eles quiseram ser independentes?” A resposta, talvez, continua por cumprir: “Acho que o sonho de todos nós é sermos independentes.”

Schlereth and Evans
Stokley and Evans with Mark Schlereth | Hour 1 | 12.24.25

Schlereth and Evans

Play Episode Listen Later Dec 24, 2025 39:33


Chad Andrus and John Davis are in for SEM on Christmas Eve! A look at the six Broncos Pro Bowlers. On a short week, the Broncos will be out a couple guys tomorrow night in Kansas City. Dre Greenlaw and Pat Bryant will likely be out. The guys ask the textline what unique Christmas Eve or Christmas traditions they have. Recap of the Nuggets loss in Dallas last night in which Peyton Watson missed a open 3-pointer at the buzzer. Recap of the Avs 1-0 win over the Utah Mammoth. Did karma come around early for the Chiefs? 

Podcast Conversa
VOTA NOS GALARDÕES - EPISÓDIO DIA 26 DE DEZEMBRO - 21H NO YOUTUBE

Podcast Conversa

Play Episode Listen Later Dec 24, 2025 0:57


2025 não foi um ano qualquer.Foi um ano de decisões.De ruturas.De consequências.Na política nacional.E na política internacional.Alguns lideraram.Outros falharam.E houve quem deixasse marcas que ainda estamos a tentar compreender.No Podcast Conversa, não celebramos cargos.Analisamos impacto.Responsabilidade.Poder real.Estão lançados os Galardões Podcast Conversa.Figura Política Nacional.Figura Política Internacional.Os nomeados já estão definidos.Agora, a escolha é tua.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | COMUNHÃO EM CRISTO

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 2:41


Leitura Bíblica Do Dia: 1 TESSALONICENSES 5:11-15 Plano De Leitura Anual: NAUM 1–3; APOCALIPSE 14  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Não sei quem é o responsável por apagar as luzes e trancar o prédio da igreja após o culto de domingo, mas sei de algo sobre essa pessoa: a refeição de domingo dela atrasará. Acontece isso porque muitas pessoas gostam de permanecer, após o culto, para conversar sobre as decisões da vida, seus problemas, lutas diárias e outros assuntos. É uma alegria olhar ao redor e ver que, mesmo 20 minutos depois do culto, ainda há tantas pessoas desfrutando da companhia umas das outras. A comunhão é componente-chave da vida cristã. Sem a ligação que surge no ato de investir tempo com outros irmãos na fé, perderíamos alguns benefícios por ser cristãos. Por exemplo, Paulo diz que podemos “[animar] e [edificar] uns aos outros” (1 TESSALONICENSES 5:11). O autor de Hebreus concorda, dizendo-nos para não deixarmos de nos reunir, porque precisamos “[nos encorajar] mutuamente” (10:25). Diz também que, quando estamos juntos, motivamos “uns aos outros na prática do amor e das boas obras” (v.24). Como pessoas dedicadas a viver para Cristo, preparamo-nos para sermos fiéis e para servirmos à medida que encorajamos “os desanimados” e somos “pacientes com todos” (1 TESSALONICENSES 5:14). Viver dessa maneira, à medida que Ele nos auxilia, permite-nos desfrutar da verdadeira comunhão e “fazer o bem uns aos outros e a todos” (v.15).  Por: DAVE BRANON 

The Paid Search Podcast | A Weekly Podcast About Google Ads and Online Marketing
My 3 Favorite Google Ads POWER TOOLS (Episode 493)

The Paid Search Podcast | A Weekly Podcast About Google Ads and Online Marketing

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 25:15


Want to get things done faster in Google Ads? Check out these three power tools that can help you become more effective in Google Ads. Also, MERRY CHRISTMAS! I'll be back in 2026 with more Google Ads podcasts.Try Opteo for free for 28 days - https://opteo.com/pspChris Schaeffer - http://www.chrisschaeffer.comSubmit a Question - https://www.paidsearchpodcast.com

#DNACAST
SEM RECLAMAR ESSA SEMANA | Ponto de Vista 22/dez

#DNACAST

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 1:24


Essa semana é um teste de maturidade.Porque tem gente que reclama antes de tentar.Critica antes de construir.E quer “ter certeza” antes de fazer.Só que o caminho não aparece pra quem fica avaliando.O caminho revela pra quem entra em movimento.Faz. Sem drama. Sem desculpa.E presta atenção no que muda dentro de você.

Juanribe
O Presente em Troca da Pedrada

Juanribe

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 9:41


O pastor sentiu falta de um menino de apenas 11 anos que frequentava fielmente a igreja.

Ultimate Guide to Partnering™
281 – Why SHI's Audacious Transformation is Mastering Agentic AI

Ultimate Guide to Partnering™

Play Episode Listen Later Dec 21, 2025 22:33


Welcome back to the Ultimate Guide to Partnering® Podcast. AI agents are your next customers. Subscribe to our Newsletter: https://theultimatepartner.com/ebook-subscribe/ Check Out UPX:https://theultimatepartner.com/experience/ In this episode, Vince Menzione sits down with SHI leaders Joseph Bellian and Stefanie Dunn, alongside Microsoft's Marcus Jewett, to dissect SHI's massive evolution from a traditional Large Account Reseller (LAR) to a strategic Global Systems Integrator (GSI). They explore the cultural and operational shifts required to move from a transaction-heavy model to a services-led approach, highlighting their alignment with Microsoft's MSEM methodology, the implementation of the Entrepreneurial Operating System (EOS), and their cutting-edge work with AI Labs and Agentic AI. Key Takeaways SHI has evolved from a transactional powerhouse into a Global Systems Integrator (GSI) focused on services and outcomes. The organization implemented the Entrepreneurial Operating System (EOS) to align vision, people, and data across sales and delivery. SHI serves as “Customer Zero” for Microsoft AI, implementing Copilot internally to better guide customers. The partnership mirrors Microsoft's MSEM methodology to ensure seamless co-selling and customer success lifecycles. SHI's AI Labs in New Jersey provides a secure environment for clients to build and test custom AI solutions. The shift requires moving from a “Hulk” (strength/sales) mindset to a “Tony Stark” (brainpower/strategy) mindset. Key Tags: SHI International, global systems integrator, Microsoft services, Joseph Bellian, Stefanie Dunn, Marcus Jewett, AI labs, agentic AI, MSEM methodology, entrepreneurial operating system, digital transformation, customer zero, copilot implementation, solution provider, cloud migration, data governance, services led growth. Ultimate Partner is the independent community for technology leaders navigating the tectonic shifts in cloud, AI, marketplaces, and co-selling. Through live events, UPX membership, advisory, and the Ultimate Guide to Partnering® podcast, we help organizations align with hyperscalers, accelerate growth, and achieve their greatest results through successful partnering. Transcript:Transcript: Joseph Bellian – Stefanie Dunn – Marcus Jewett WORKFILE AUDIO [00:00:00] Vince Menzione: We’ve got it. So it is interesting how these sessions kind of follow each other. Hopefully you’re seeing kind of a flow from marketplaces and the conversation about how to be a really great ISV to how an ISV took and built a channel strategy and how they integrated alliances and channels together. [00:00:16] Vince Menzione: Well, we have an, we have another really great example here to talk through. I have this, uh, incredible like background. Like I’m a hundred years old, basically. I don’t even want to tell anybody that. But, uh, I got to work with this organization way back in my days at Microsoft. They are, they were and are one of the top, I’ll call them, they were classically a reseller company. [00:00:40] Vince Menzione: They one of the largest, we call ’em large account resellers back in the day. Uh, their leader built a multi-billion dollar organization. I’m gonna let them talk through who they are today, but we have an opportunity to talk about transformation. From that lens now too, like how does an organization that’s really good at doing one thing evolve, transform and take advantage of these tectonic shifts we’re seeing? [00:01:03] Vince Menzione: So, uh, we’ve got some incredible leaders. I’m gonna have them come up on stage. And everybody introduced themselves from SHI and also from Microsoft. And we’re gonna have a really great conversation today. Great to have you. [00:01:26] Vince Menzione: So I’m gonna let, I’m gonna let you guys introduce yourselves because, uh, everybody knows you as DJ Marco Polo. So we’re gonna, we’ll start with you over in the far end, Marcus. Okay. Vince, I, [00:01:36] Marcus Jewett: I’ll try to be shy. [00:01:37] Vince Menzione: No, [00:01:37] Marcus Jewett: uh, hi everyone, my name is Marcus Jut, I am the Global Partner Development Manager for the SHI partnership. [00:01:43] Marcus Jewett: Uh, I have been overseeing this partnership for just under 12 years. Wow. So I have seen the evolutional journey of this partner and really proud of where they, uh, have matured their business and the partnership with Microsoft. [00:01:57] Stefanie Dunn: Thank you. Oh. [00:01:58] Marcus Jewett: Is there, is yours on? Oh, [00:02:00] Vince Menzione: mines [00:02:00] Stefanie Dunn: on. Hi, I am Stephanie Dunn, a director of Microsoft Services at SHI. [00:02:07] Stefanie Dunn: And it is an, it’s a pleasure to be here. It’s a pleasure to have Marcus as our PDM and, uh, Joe and Vince, uh, very, very happy to be here. Um, and I lead our Microsoft Services sales, uh, area. So across, uh, cloud AI business transformation and, uh. And, uh, data and ai. [00:02:28] Joseph Bellian: Great, great to have you, Stephanie. Thank you. [00:02:30] Joseph Bellian: Joe. Joe Bellion. I’m the VP of Microsoft Alliances and programs. Uh, I’ve been here at SHI for about eight months now, but been in and around the partner ecosystem for about a decade. Uh, I think of my organization of like kind of two aspects. So leading the charge around alliances, aligning our field sellers and specialists with Microsoft, as well as the, the programs backend incentives and operations. [00:02:51] Joseph Bellian: But, um, the real focus is driving the go to market strategy here at SHI. [00:02:55] Vince Menzione: Yeah. So great. So I started to allude to this earlier about like traditional, one of the top three or four companies actually. And we used to use the term, uh, LSP back in the day, or lar, we’ve got several iterations. Microsoft’s gone through several iterations of that name. [00:03:11] Vince Menzione: Marcus knows all of them probably by heart. Tell us what was the impetus to change the organization? Become more like a ser, a services led company as opposed to a transaction led organization? [00:03:21] Joseph Bellian: Yeah, absolutely. Throw one more acronym. SSP. SSP, that was another one. So, uh, solution provider. Um, but, uh, yeah, I, I’d say probably a couple things. [00:03:29] Joseph Bellian: Um, one, the big one, no news to anybody in the room and online as well. The shift with EAs, director of Microsoft, as well as, uh, the whole CSP hero motion. So we do recognize that opportunity, uh, to have services attached, to engage with our clients as well as our joint partnerships with Microsoft, uh, with services out in the field. [00:03:48] Joseph Bellian: Uh, the second one, probably the biggest one is our clients. Hearing out our clients that shift. Um, we’re talking about ai, ai, everything, AI services. Uh, we’re now in the whole era of agentic ai. What does that mean? How do you take advantage of those offerings? And so we recognize that, that our clients are spending millions of dollars with the Microsoft products, but how do you take advantage of that investment and maximize it in their environment? [00:04:13] Joseph Bellian: And so having services to help navigate those complex solutions, that’s where we’re, we’re leaning in. [00:04:18] Vince Menzione: So what did it take to change? Transformation doesn’t come easy. There’s mindset. There’s all these cultural changes that need to happen. From your perspective, both of your perspectives, what did it take internally for this change to happen? [00:04:31] Joseph Bellian: Yeah. Um, so if you, if you heard of the entrepreneurial operating system EOS Yes. And we’ve adopted that internally. Um, if you’re not familiar, it kind of comprises of six components. So vision, people, data, um, process. Issues and, um, uh, traction. So I apologize, that’s, uh, but take, take that model and put it into our business of what we did. [00:04:57] Joseph Bellian: Um, so two kind of twofold. One, moving our entire services practice organization under one, one operating rhythm, um, under Jordan Ello, our CTO. So pre-sales and delivery. So looking at that, the how we go to market with our services, single vision. Uh, single process. So it’s consistent as we’re engaging not only through our partners, but through our clients, but then also on the other side of the house, our Microsoft practice, having all of our resources under one roof so that it’s a single way we go to market. [00:05:28] Joseph Bellian: Aligning our go to market strategy, one-to-one with Microsoft. Why it, it does two things. One, it allows us to be very clear of how we are going to market to our clients, but it allows us to partner even better with our Microsoft counterparts. Yeah, when, when Microsoft, it’s always ever changing. You’re familiar, every six months to a year solution plays and the go-to-market strategy changes, uh, we’re there at the forefront in ensuring that we have our solutions mapped a hundred percent so that we can just co-sell together. [00:05:58] Joseph Bellian: Break down those walls. Let’s do more together. [00:06:00] Vince Menzione: And, uh, geographically you were sep, your teams were separated. You have a big operation in Texas. You also have a big New Jersey operation, which was where the company was founded, in fact. So I’d love to get the perspective on this, Marcus. From your perspective, like what did it do, what was it like before and what did it become? [00:06:17] Marcus Jewett: Oh yeah, let’s go back in the way back machine to 12 years ago. Um, it was a different partner, a different operating model, uh, in those early days. And this is really when we started to move customers from on-premises to more cloud-based subscription technologies. Uh, SHI was always just an incredible selling machine. [00:06:36] Marcus Jewett: If they could not do anything, they could always sell. And for any of you who are familiar with the Marvel movies, um. I, I, I, I use a reference internally with them. SHI was always like the Hulk root for strength. You know, you tell ’em to go sell something, Hulk Smash, they can knock that out. Well, as we really needed these partners to evolve and really help our customers with their technologies, whether it’s driving adoption, monthly active usage, consumption. [00:07:02] Marcus Jewett: We needed them to be more like Tony Stark, right? We needed the brain power, and so over the last, let’s call it five or six years, SHI has continued to invest in their Microsoft practice. They went from an organization that was really focused on management of EA acquisition of new Microsoft logo. To continuing to develop that muscle, but also investing in ways to help customers through their managed services, through their professional services. [00:07:28] Marcus Jewett: And it’s been a, a journey. Right? SHI is a large organization. For a long time they were Microsoft’s largest partner. And from a transactional build revenue perspective, and they still are in many ways, but we really needed them to demonstrate that they could help our, their customers, our shared customers take full advantage of all of the entitlements and the technology they, that they’ve purchased from us. [00:07:50] Marcus Jewett: And that’s really where the evolution has been with SHI when I first started, uh, this is like, God, 12 years ago, there were 20 people that were Microsoft centric resources that really were focused on. Customer acquisition and net new logos. And today that organization from a sales perspective is over 150 sellers. [00:08:09] Marcus Jewett: Wow. That are just focused on Microsoft. So that CSP, they, they fill the top of the funnel for services to help drive program utilization. And that’s not even talking about the dedicated services resources that works under Stephanie. So it’s been. An incredible journey. Microsoft has invested in SHI and in turn, SHI has invested into Microsoft. [00:08:31] Marcus Jewett: They’ve basically taken their approach in terms of how they go to market with Microsoft, and they’ve mirrored that almost like how Joe and I are wearing the same jacket. That’s really how they’ve aligned their, their go to market strategy, really making it a mirror where they take it. They’ve taken our Microsoft M methodology. [00:08:50] Marcus Jewett: And they’ve essentially adopted it and made it their own. So now when our sellers are talking with SHI sellers, they’re speaking the same language. [00:08:58] Vince Menzione: You’re teeing it up beautifully for your conversation with Stephanie here. Stephanie, I want to hear like how you’ve done all those things. ’cause it’s really your organization that’s focused on this, right? [00:09:06] Stefanie Dunn: Yeah, absolutely. So for us it’s all about shared outcomes. It we’re listening to the. Customer. We’re listening to Microsoft and we’ve really taken that to heart. Uh, the customer is at the center of every single thing that we do. I know all of us as partners. That’s really our vision, likely, and the reason why we’re here is our customers. [00:09:26] Stefanie Dunn: But really understanding how to take advantage of that partnership and build something incredible. And it is transformative. Uh, you know, we started as a licensing powerhouse, as Marcus alluded to, and now we’re going deep into services. So we’re aligning to co-sell motions. We’re aligning to the, the industries. [00:09:46] Stefanie Dunn: Uh, we’re creating marketplace offers. We’ve got our programs, uh, tied to all of our services offerings. And so when we look at the broader ecosystem, we see the vision of Microsoft. Uh, we’ve hired the right people, we’ve put the right processes into place, and we have the technology expertise in-house to really share. [00:10:08] Stefanie Dunn: In the journey with our customers and leading them. [00:10:11] Vince Menzione: And you know, you talk about like solution plays. You talked about industry. People don’t always recognize this when you talk to Microsoft sellers. They’re very focused on the industry they’re in, and you have to have those conversations that, this came up earlier, but we never got into this. [00:10:25] Vince Menzione: But you’re aligning your solution plays, you’re aligning your conversations to be very like healthcare and education, all those different markets, right? [00:10:32] Stefanie Dunn: We are. We are, which is very new for SHI in the services industry, and so you know, we’re taking our CSP plays. Um, our licensing plays and really saying, well, what can you do with that? [00:10:43] Stefanie Dunn: Right. You know, how can we advise you? And then we, we dig into the actual industry verticals to, to get tactical with them. You know, it’s, it’s about providing the strategy. It’s about providing the extra hands. They all need extra hands. They, you know, our, our customers need us. As an extension of their team. [00:11:01] Stefanie Dunn: And so for us it’s really important to dig into that and, and be, and be that, that listening ear and you know, that expert in the room for them, uh, from advisory standpoint. And so all of our se services sellers are advisors as well. They’re not selling a product, they’re not selling, uh, something individual. [00:11:19] Stefanie Dunn: We are selling to. Fill and fulfill their goals and business outcomes, which is extremely unique, I will say, because we do have that end to end. So it does start with the licensing. It starts with assessing what you really have, meeting with those advisors, and then putting together a roadmap to help them. [00:11:37] Stefanie Dunn: Understand. Okay, well this is what it’s gonna take to get you here. Here’s our, uh, we love reverse timelines at SHI and so, um, it’s d minus din and so this is where you wanna go and this is when you wanna get there. So this is how we’re gonna help you, uh, along that roadmap. [00:11:53] Vince Menzione: I am gonna put you on the spot here with m Sem. [00:11:55] Vince Menzione: ’cause I think Microsoft finally laid out a process a couple years ago for you to like line up to, ’cause you were doing one piece of it before. Do you want to talk about m how em plays in here and how SHI is leveraging it? [00:12:07] Marcus Jewett: Right. So, uh, across our SEM stages, there are five different stages, and this is the customer journey from these, you know, pre-sales, scoping, uh, engagements with customers all the way through delivery. [00:12:19] Marcus Jewett: And then of course, like that customer success lifecycle and managed services. Again, this was not a language or a way that SHI really approached their business. Again, it was very much like, let’s. Get the customer to purchase on an EA or let’s renew the customer. And then once that cycle was complete, then it, it was almost like adding fries. [00:12:38] Marcus Jewett: Would you like some services with your ea? Right. And, uh, it took a, it took a while, right? Some very, uh, difficult conversations, but we were able to find, finally get the right people in the room to make the right investments. And now when you think about how SHI goes to market, they don’t necessarily leverage the term SEM internally, but. [00:12:59] Marcus Jewett: All of their customer methodologies or their sales methodologies in terms of how they service their customers aligns perfectly. Even when we get into the descriptive part of building out our, uh, partner business plan, we did that across every stage of the M SEM methodology. So that we can ensure that the teams at SHI are in perfect alignment with the teams at Microsoft. [00:13:20] Marcus Jewett: So, uh, I’m, I’m really excited about how we’ve been able to mature the practice and how SHI is now 100% aligned with Microsoft across all of our solution areas, whether it’s. Security, you know, cloud and infrastructure or AI business solutions. There’s a very mirrored approach to how we support customers. [00:13:39] Marcus Jewett: Yeah. I want [00:13:40] Vince Menzione: to double click on the AI component. You know, we were up here earlier, Irwin and I were up here talking about being a frontier firm, and I’ll open it up to all, all of you to individually answer this. I know, Marcus, you have some insights here about the ai. You mentioned AI already. But also to Stephanie and Joe about how you’re taking AI and modern work and workplace and, and, and, and addressing this market specifically. [00:14:07] Vince Menzione: Where, where, where do we wanna start there? [00:14:09] Joseph Bellian: Yeah. One big one. Um, if you’re not familiar, we have ai, an AI labs, um, onsite, uh, lab, and based out of Jersey, one of our headquarters. So on the forefront of the AI technology, but the real focus there is being able to meet with our clients and obviously joint partnerships, um, to build and develop solutions safe, um, offline in a safe, secure environment. [00:14:33] Joseph Bellian: Because let’s be honest, I mean, ai, it’s moving fast and, and we, we, we need to ensure that our data’s secure. Um, and there’s a lot of risk out there. And so we are partnering, um, um, out there with Nvidia and other other providers, um, but specifically with Microsoft in the cloud, um, and securing that environment. [00:14:51] Joseph Bellian: So AI Labs, bringing our clients in, building custom solutions, the area of a jet AI’s here. It’s [00:14:57] Vince Menzione: there. It is here. Yeah, it is here, Stephanie. [00:15:00] Stefanie Dunn: Thank you. Yes, and I’ll just add, uh, for, for our customers, they need to make sure that their foundation is right. You know, they’re coming from maybe all different other clouds. [00:15:09] Stefanie Dunn: They’ve, you know, got multi-tenant really understanding what their structure looks like, and then. Creating that secure foundation. So we’ve got a lot, you know, we do a lot around, uh, just full M 365 migrations and then into understanding the identity and the security baseline under that, making sure that that’s correct. [00:15:29] Stefanie Dunn: And then we can start journeying into some of these other conversations. Data governance, data engineering, uh, all that is extremely important. We have an entire dedicated team, uh, within services sales. Pre-sales with essays or solution architects and delivery, uh, as well as just the project management. [00:15:48] Stefanie Dunn: And, and it’s just this full life cycle to understand where are you and we need to make sure that, that your structure’s built correctly or else it’s never gonna succeed. So a little bit, we take it back to the foundation level, I’ll just say from a customer, uh, engagement perspective to make sure that what they wanna do, they can do securely. [00:16:06] Marcus Jewett: Very cool. I, I’d like to add one other piece there. Um, you know, obviously to Joe’s point earlier, like if anyone says they know exactly what the AI journey will look like for most customers in six months, they’re probably not telling you the truth. Right? This is, we’re, we’re building the plane in the air. [00:16:22] Marcus Jewett: But, uh, one thing Microsoft has really built a foundation on is looking at our partners. And the ones who have adopted AI internally, especially Microsoft Technologies, and we call it Customer zero, right? Ensuring working with partners who have invested in their internal usage of Microsoft AI technology. [00:16:41] Marcus Jewett: So it’s all the various flavors of copilot. Rolling it out and implementing it across their organizations and building their own internal use cases, which they can go in turn and use to go help drive successful engagements with their end customers. So SHI has also been one of our, uh, brightest partners when it comes to that customer Zero journey. [00:17:01] Marcus Jewett: Uh, and it’s something I’m very, very proud of to see. Uh, we’re leveraging the, the use cases and the learnings our SHI is to really go out there and help customers navigate through their own. Uh, complexities of their AI journey as well. So, uh, my kudos to SHI as customer. Zero. Very proud of you and opera feels great. [00:17:20] Marcus Jewett: And you’re [00:17:20] Vince Menzione: providing support engineering, organ organization that supports this function? [00:17:24] Marcus Jewett: Oh, absolutely. As a globally managed partner, I mean, we’re, we’re gonna always be there to help our partners through the journey, right? So whether they need internal readiness or technical support, uh, whether it’s workshops, however we can help the partners best. [00:17:38] Marcus Jewett: Uh, position and posture themselves to go help customers with these, uh, AI engagements. Uh, we’re, we’re there to invest. Uh, we’ve invested in SHI for the last several years across, uh, ai, and we will continue to do so. [00:17:52] Vince Menzione: So what’s the message for the partner community, Joe, that, that, like, how should they perceive you? [00:17:57] Vince Menzione: How should they think about you? Should they, how should they think about engaging with you? Okay. [00:18:02] Joseph Bellian: Yeah, so I mean, obviously we’re an SSP, we’re never gonna, we’re never gonna, um, lose that, that accreditation with Microsoft. But the, the real focus of what we wanna be recognized as A-G-S-I-A global systems integrator, um, being able to engage our clients jointly, co-selling together and meeting them where they’re at across their digital journey. [00:18:21] Joseph Bellian: Uh, we have the capabilities to handle their licensing and understanding the complex matrix in their environment, their IT infrastructure. But being able to have a solution for every part of the journey of where they’re at, because every client’s in a different situation. Yeah. So, so in reality, it’s A-G-S-I-A global systems integrator, being able to engage across their journey. [00:18:42] Vince Menzione: So that’s a, did everybody hear that? ’cause I, I heard that for the first time. That’s a very different perception of the, of the previous organization and getting there. Uh, and you also, I remember this from the transactional side of the business. You were at the very type, at the top of the pyramid, right? [00:18:56] Vince Menzione: Yeah. You handled some of the largest corporations in the, in the world. Yeah. And you know companies as well as organizations like government, governmental organizations across different markets as well. [00:19:07] Joseph Bellian: Yep. A hundred percent. [00:19:08] Vince Menzione: Yeah. So GS. Yeah. [00:19:11] Marcus Jewett: And it’s really important to, for SHI to, to develop that GSI muscle. [00:19:15] Marcus Jewett: Uh, you mentioned at the beginning, Joe, that Microsoft, uh, we have various routes to market. Uh, one of those routes to market, uh, especially in the enterprise space or in our strategic space, is for customers to procure direct. Uh, SHI has longstanding relationships with those customers, and as these customers renew their agreements into a direct model with Microsoft, the way they stay engaged and add value to these prop, uh, to these customers is through their services, their professional services, their managed services. [00:19:42] Marcus Jewett: So going back to Joe’s Point around really defining themselves as a, uh, A GSI, that is also an SSP has been paramount to their overall transformational journey and their overall success. [00:19:55] Vince Menzione: And you also work, so I would assume you work with some of the ISVs in the room too. Yeah, I would think there’s some really great relationships or synergies. [00:20:01] Vince Menzione: Is that, is that an area of muscle you’ve been building out or, yeah, it’s battle, it’s an opportunity. [00:20:06] Joseph Bellian: I mean, I, I believe you have a segment coming up as well on it, um, around NPO. Um, and so there’s a, there’s a play in every motion from services, play services attached through ISVs, your SaaS offers. Um, we do recognize that that’s an opportunity. [00:20:18] Joseph Bellian: Uh, we’re having great success when you look at the marketplace, um, through the multi private party offers. Um, it allows us to expand our footprint and take, uh, take advantage of those relationships and co-sell together. So, absolutely. Wow. [00:20:30] Vince Menzione: Very cool. So you’re gonna be around most of the day today? Yes. I hope. [00:20:34] Vince Menzione: Mm-hmm. So for the partners that are in the room, I think that great conversations with both of you, Stephanie and Joe, and, uh, great conversation. Is there anything else we wanna share with everyone? [00:20:46] Marcus Jewett: Uh, no. It’s just, I would, I would leave you all with the fact that, again, uh, for every partner. Uh, make certain that you, you’re finding a way to differentiate yourself and tell your story. [00:20:57] Marcus Jewett: Uh, you may be doing some amazing work, uh, but if you’re not finding ways to, to tell that story and make certain your customers, and for me, Microsoft, make certain that, that the Microsoft teams you’re working with have very clear understanding of what your capabilities are today, then you may be missing the mark. [00:21:13] Marcus Jewett: I, I, I use this analogy all the time. Uh, the largest retailer on the planet. Who is it? Come on, help me out. I’m sorry. Largest retailer. Box Box. Walmart. Walmart, that’s right. You can turn on a television on any given day and you will still see a Walmart commercial. So yes, tell your story. Yes, very [00:21:34] Joseph Bellian: smart move. [00:21:34] Joseph Bellian: And one more, um, I just wanna make sure I land out there, is the success and where we go from here. Um, it’s this right here in the room. Um, us partnering together, bringing the partner ecosystem together. Um, in reality, we’re not competing together. We should be collaborating together and working together, um, in our client’s joint environments. [00:21:52] Joseph Bellian: Microsoft says it well, it’s that one Microsoft story. It’s that better together story and the more we can work together, the more success we’ll have together. [00:22:00] Vince Menzione: Awesome. I want to thank you so much for your sponsorship and for being here. Uh, big news here, I think it should be like on the front page of the partner ecosystem journal that you’re now, you’re now GSII think that that says quite, that says volumes to, to the community out there. [00:22:15] Joseph Bellian: Yeah. [00:22:15] Vince Menzione: Thank you. [00:22:15] Joseph Bellian: Absolutely. [00:22:16] Vince Menzione: Yeah. Thank you. Thank you both for joining us. So great to have you both. Thank you. Thank you, Marcus, to have you as well. Thank you. Thank you, Jeff. Thank you very much Stephanie. So great. So great to spend time with you. Thank you. And this.

Alta Definição
Rodrigo Costa: “As pessoas dizem que os meus olhos falam, mas, neste momento, acho que estão felizes e contentes por estar aqui”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Dec 20, 2025 42:36


Representar ou brincar? Entre novelas e a escola, como é ser um ator de sucesso aos nove anos? Neste Alta Definição em podcast, Rodrigo Costa partilha de forma descontraída com Daniel Oliveira a sua experiência no mundo das novelas, anúncios e teatro. O jovem ator fala sobre os desafios de conciliar a carreira com a escola e a infância, revela curiosidades dos bastidores, a importância da família e amigos, e reflete sobre o que é ser criança e crescer também no mundo da televisão. Rodrigo mostra-se sensível, determinado e apaixonado pela arte de representar, inspirando outras crianças a seguirem os seus sonhos com dedicação, alegria e equilíbrio entre trabalho e diversão. Sem nunca esquecer os estudos, claro. O Alta Definição foi emitido a 20 de dezembro na SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Café Brasil Podcast
Cafezinho 707 - Made in Paraguay

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 8:48


Imagine um produtor fazendo contas. Sem ideologia, sem militância. Só matemática. Quando os números não fecham, o capital vai embora. Neste episódio, falamos do Brasil que dificulta, muda regra no meio do jogo e trata quem produz como suspeito — enquanto o Paraguai faz o básico e colhe resultados. O caso da tilápia é didático: produzir aqui virou castigo, importar virou virtude. Uma conversa sobre previsibilidade, sobrevivência e o preço de empurrar quem trabalha para fora. MUNDO CAFÉ BRASIL: https://mundocafebrasil.com Curso Merdades e Ventiras - Como se proteger da mídia que faz sua cabeça? https://merdadeseventiras.com.br/curso/ Conheça o Podcast Café com Leite: https://portalcafebrasil.com.br/todos/cafe-com-leite/ Instagram: https://www.instagram.com/lucianopires/ Para conhecer minhas palestras: https://lucianopires.com.br Vem dar uma olhada na nossa loja: https://lucianopires.com.br/loja Edição e animação: Daniel Pires ....................................................................................................................................................................

Marketing Over Coffee Marketing Podcast
Getting Beyond the Lies with Craig Jackson

Marketing Over Coffee Marketing Podcast

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025


In this Marketing Over Coffee: Craig talks about his new book that helps the loved ones of addicts understand their behavior Direct Link to File The book is now available to order – buy Getting Beyond the Lies here Going clean, and then becoming the decoder ring for the addict’s behavior Addiction as family disease […] The post Getting Beyond the Lies with Craig Jackson appeared first on Marketing Over Coffee Marketing Podcast.

Cafezinho Café Brasil
Cafezinho 707 - Made in Paraguay

Cafezinho Café Brasil

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 8:48


Imagine um produtor fazendo contas. Sem ideologia, sem militância. Só matemática. Quando os números não fecham, o capital vai embora. Neste episódio, falamos do Brasil que dificulta, muda regra no meio do jogo e trata quem produz como suspeito — enquanto o Paraguai faz o básico e colhe resultados. O caso da tilápia é didático: produzir aqui virou castigo, importar virou virtude. Uma conversa sobre previsibilidade, sobrevivência e o preço de empurrar quem trabalha para fora. MUNDO CAFÉ BRASIL: https://mundocafebrasil.com Curso Merdades e Ventiras - Como se proteger da mídia que faz sua cabeça? https://merdadeseventiras.com.br/curso/ Conheça o Podcast Café com Leite: https://portalcafebrasil.com.br/todos/cafe-com-leite/ Instagram: https://www.instagram.com/lucianopires/ Para conhecer minhas palestras: https://lucianopires.com.br Vem dar uma olhada na nossa loja: https://lucianopires.com.br/loja Edição e animação: Daniel Pires ....................................................................................................................................................................

RdMCast
RdMCast #533 – Bem-Vindos a Derry: o palhaço Pennywise voltou (no tempo)!

RdMCast

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 71:13


Já pensou se pudéssemos voltar no tempo e ver o palhaço Pennywise em outras décadas? Andy e Barbara Muschietti já! It: Bem-Vindos a Derry nos coloca em uma tour pelo inferno que foi o ciclo de 1962. Em meio a casos de bullying, violência, racismo e até mesmo conspirações militares, surge um novo “clube dos perdedores” que fará de tudo para impedir o terrível Pennywise de consumir mais crianças. Sem economizar na violência, a série da HBO ainda nos mostra relances de 1935 e alguns dos eventos ocorridos em 1908, praticamente antecipações das próximas temporadas – isso se tudo der certo. Em meio a disputas e comparações com outras produções e conjecturas sobre o futuro da série que, possivelmente, cairá nas mãos da vermelhinha, junte-se a nós nessa viagem maluca cheia de criaturas terríveis e cenas para chorar. Sempre lembraremos de você, Richie!O RdMCast é produzido e apresentado por: Gabriel Braga, Gabi Larocca e Thiago Natário.Apoie o RdM e receba recompensas exclusivas: https://apoia.se/rdmCITADOS NO PROGRAMA:It: Bem-Vindos a Derry (2025 – )It: A Coisa (2017)It – Capítulo Dois (2019)Citações off topic:Lovecraft Country (2020)Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros (2015)EPISÓDIOS CITADOS:RdMCast #453 – A franquia A Profecia: é tudo para você, Damien!RdMCast #273 – Lovecraft CountryRdMCast #464 – Especial Godzilla parte 2 ou: como os EUA estragam tudoRdMCast #358 – Franquia Jurassic Park: quando os dinossauros dominaram o cinemaSiga o RdMYoutube: https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedoInstagram: @republicadomedoTwitter: @RdmcastEntre em contato através do: contato@republicadomedo.com.brLoja do RdMConheça nossos produtos: https://lojaflutuante.com.br/?produto=RdmPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram: @estudiogrimContato: contato@estudiogrim.com.br

Oxigênio
#209 – Sinais de vida num planeta fora do sistema solar?

Oxigênio

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 38:18


Em abril deste ano foi anunciada a detecção de possíveis sinais de vida extraterrestre num planeta fora do sistema solar com o telescópio espacial James Webb, mas a descoberta não foi confirmada. Afinal, tem ou não tem vida nesse outro planeta? Que planeta é esse? Como é possível saber alguma coisa sobre um planeta distante? Este episódio do Oxigênio vai encarar essas questões com a ajuda de dois astrônomos especialistas no assunto: o Luan Ghezzi, da UFRJ, e a Aline Novais, da Universidade de Lund, na Suécia. Vamos saber um pouco mais sobre como é feita a busca por sinais de vida nas atmosferas de exoplanetas.  __________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO Danilo: Você se lembra de quando uma possível detecção de sinais de vida extraterrestre virou notícia de destaque em abril deste ano, 2025? Se não, deixa eu refrescar a sua memória: usando o telescópio espacial James Webb, pesquisadores teriam captado sinais da atmosfera de um exoplaneta que indicariam a presença de um composto químico que aqui na Terra é produzido pela vida, algo que no jargão científico é chamado de bioassinatura.  A notícia bombou no mundo todo. Aqui no Brasil, o caso teve tanta repercussão que a Folha de São Paulo dedicou um editorial só para isso – os jornais costumam comentar política e economia nos editoriais, e raramente dão espaço para assuntos científicos. Nos dois meses seguintes, outros times de pesquisadores publicaram pelo menos quatro estudos analisando os mesmos dados coletados pelo James Webb e concluíram que as possíveis bioassinaturas desaparecem quando outros modelos são usados para interpretar os dados. Sem o mesmo entusiasmo, os jornais noticiaram essas refutações e logo o assunto sumiu da mídia. Afinal, o que aconteceu de fato? Tem ou não tem vida nesse outro planeta? Aliás, que planeta é esse? Como é possível saber alguma coisa sobre um planeta distante? Eu sou Danilo Albergaria, jornalista, historiador, e atualmente pesquiso justamente a comunicação da astrobiologia, essa área que estuda a origem, a evolução e a possível distribuição da vida no universo. Nesse episódio, com a ajuda de dois astrofísicos, o Luan Ghezzi e a Aline Novais, vou explicar como os astrofísicos fazem as suas descobertas e entender porque a busca por sinais de vida fora da Terra é tão complicada e cheia de incertezas. Esse é o primeiro episódio de uma série que vai tratar de temas relacionados à astrobiologia. [Vinheta] Danilo: Eu lembro que li a notícia quentinha, assim que ela saiu no New York Times, perto das dez da noite daquela quarta-feira, dia 16 de abril de 2025. No dia seguinte, acordei e fui checar meu Whatsapp, já imaginando a repercussão. Os grupos de amigos estavam pegando fogo com mensagens entusiasmadas, perguntas, piadas e memes. Os grupos de colegas pesquisadores, astrônomos e comunicadores de ciência, jornalistas de ciência, também tinham um monte de mensagens, mas o tom era diferente. Em vez de entusiasmo, o clima era de preocupação e um certo mau-humor: “de novo DMS no K2-18b fazendo muito barulho”, disse uma cientista. Outra desabafou: “eu tenho coisa melhor pra fazer do que ter que baixar a fervura disso com a imprensa”. Por que o mal-estar geral entre os cientistas? Já chego lá. Os cientistas eram colegas que eu tinha conhecido na Holanda, no tempo em que trabalhei como pesquisador na Universidade de Leiden. Lá eu pesquisei a comunicação da astrobiologia. Bem no comecinho do projeto – logo que eu cheguei lá, em setembro de 2023 – saiu a notícia de que um possível sinal de vida, um composto chamado sulfeto de dimetila, mais conhecido pela sigla DMS, havia sido detectado num planeta a 124 anos-luz de distância da Terra, o exoplaneta K2-18b. Eu vi a repercussão se desenrolando em tempo real: as primeiras notícias, os primeiros comentários críticos de outros cientistas, a discussão nas redes sociais e blogs. Como eu estava no departamento de astronomia de Leiden, vi também como isso aconteceu por dentro da comunidade científica: os astrônomos com quem conversei na época estavam perplexos com a forma espalhafatosa com que o resultado foi comunicado. O principal era: eles não estavam nem um pouco animados, otimistas mesmo de que se tratava, de verdade, da primeira detecção de vida extraterrestre. Por que isso estava acontecendo? Vamos começar a entender o porquê sabendo um pouco mais sobre o exoplaneta K2-18b, em que os possíveis sinais de vida teriam sido detectados. Primeiro: um exoplaneta é um planeta que não orbita o Sol, ou seja, é um planeta que está fora do sistema solar (por isso também são chamados de extrassolares). Existem planetas órfãos, que estão vagando sozinhos pelo espaço interestelar, e planetas girando em torno de objetos exóticos, como os pulsares, que são estrelas de nêutrons girando muito rápido, mas quando os astrônomos falam em exoplaneta, quase sempre estão falando sobre um planeta que gira em torno de outra estrela que não Sol. O Sol é uma estrela, obviamente, mas o contrário da frase geralmente a gente não ouve, mas que é verdade… as estrelas são como se fossem sóis, elas são sóis. As estrelas podem ser maiores, mais quentes e mais brilhantes do que o Sol – muitas das estrelas que vemos no céu noturno são assim. Mas as estrelas também podem ser menores, mais frias e menos brilhantes do que o Sol – as menores são chamadas de anãs vermelhas. Elas brilham tão pouco que não dá para vê-las no céu noturno a olho nu. O K2-18b é um planeta que gira em torno de uma dessas anãs vermelhas, a K2-18, uma estrela que tem menos da metade do tamanho do Sol. Só que o planeta é relativamente grande. Luan Ghezzi: Ele é um planeta que tem algo entre 8 e 9 vezes a massa da Terra, ou seja, é um planeta bem maior do que a Terra. E ele tem um raio ali aproximado de 2.6 vezes o raio da Terra. Então, com essa massa e com esse raio há uma dúvida se ele seria uma super-Terra, ou se ele seria o que a gente chama de Mini-Netuno, ou seja, super-Terra, são planetas terrestres, mas, porém, maiores do que a Terra. Mini-Netunos são planetas parecidos com o Netuno. Só que menores. Mas com essa junção de massa e raio, a gente consegue calcular a densidade. E aí essa densidade indicaria um valor entre a densidade da Terra e de Netuno. Então tudo indica que esse K2-18b estaria aí nesse regime dos mini-Netunos, que é uma classe de planetas que a gente não tem no sistema solar. Danilo: Netuno é um gigante gelado e ele tem uma estrutura muito diferente da Terra, uma estrutura que (junto com o fato de estar muito distante do Sol) o torna inabitável, inabitável à vida como a gente a conhece. Mini-Netunos e Super-Terras, de tamanho e massa intermediários entre a Terra e Netuno, não existem no sistema solar, mas são a maioria entre os mais de 6 mil exoplanetas descobertos até agora.  A estrela-mãe do K2-18b é bem mais fria, ou menos quente do que o Sol: enquanto o Sol tem uma temperatura média de 5500 graus Celsius, a temperatura da K2-18 não chega a 3200 graus. Então, se a gente imaginasse que o Sol fosse “frio” assim (frio entre aspas), a temperatura aqui na superfície da Terra seria muito, mas muito abaixo de zero, o que provavelmente tornaria nosso planeta inabitável. Só que o K2-18b gira muito mais perto de sua estrela-mãe. A distância média da Terra para o Sol é de aproximadamente 150 milhões de quilômetros, enquanto a distância média que separa o K2-18b e sua estrela é de 24 milhões de quilômetros. Outra medida ajuda a entender melhor como a órbita desse planeta é menor do que a da Terra: a cada 33 dias, ele completa uma volta ao redor da estrela. E comparado com a estrela, o planeta é tão pequeno, tão obscuro, que não pode ser observado diretamente. Nenhum telescópio atual é capaz de fazer imagens desse exoplaneta, assim como acontece com quase todos os exoplanetas descobertos até agora. São muito pequenos e facilmente ofuscados pelas estrelas que orbitam. Como, então, os astrônomos sabem que eles existem? O Luan Ghezzi explica. Luan Ghezzi: a detecção de exoplanetas é um processo que não é simples, porque os planetas são ofuscados pelas estrelas deles. Então é muito difícil a gente conseguir observar planetas diretamente,  você ver o planeta com uma imagem… cerca de um por cento dos mais de seis mil planetas que a gente conhece hoje foram detectados através do método de imageamento direto, que é realmente você apontar o telescópio, e você obtém uma imagem da estrela e do planeta ali, pertinho dela. Todos os outros planetas, ou seja, noventa e nove porcento dos que a gente conhece hoje foram detectados através de métodos indiretos, ou seja, a gente detecta o planeta a partir de alguma influência na estrela ou em alguma propriedade da estrela. Então, por exemplo, falando sobre o método de trânsito, que é com que mais se descobriu planetas até hoje, mais de setenta e cinco dos planetas que a gente conhece. Ele é um método em que o planeta passa na frente da estrela. E aí, quando esse planeta passa na frente da estrela, ele tampa uma parte dela. Então isso faz com que o brilho dela diminua um pouquinho e a gente consegue medir essa variação no brilho da estrela. A gente vai monitorando o brilho dela. E aí, de repente, a gente percebe uma queda e a gente fala. Bom, de repente passou alguma coisa ali na frente. Vamos continuar monitorando essa estrela. E aí, daqui a pouco, depois de um tempo, tem uma nova queda. A diminuição do brilho e a gente vai monitorando. E a gente percebe que isso é um fenômeno periódico. Ou seja, a cada x dias, dez dias, vinte dias ou alguma coisa do tipo, a gente tem aquela mesma diminuição do brilho ali na estrela. Então a gente infere a presença de um planeta ali ao redor dela. E aí, como são o planeta e a estrela um, o planeta passando na frente da estrela, tem uma relação entre os tamanhos. Quanto maior o planeta for, ele vai bloquear mais luz da estrela. Então, a partir disso, a gente consegue medir o raio do planeta. Então esse método do trânsito não só permite que a gente descubra os exoplanetas, como a gente também pode ter uma informação a respeito dos raios deles. Esse é o método que está sendo bastante usado e que produziu mais descobertas até hoje. Danilo: e foi por esse método que o K2-18b foi descoberto em 2015 com o telescópio espacial Kepler. Esse telescópio foi lançado em 2009 e revolucionou a área – com o Kepler, mais de 2700 exoplanetas foram detectados. Com ele, os astrônomos puderam estimar que existem mais planetas do que estrelas na nossa galáxia.  A órbita do K2-18b é menor do que a do planeta Mercúrio, que completa uma volta ao redor do Sol a cada 88 dias terrestres. Mas como sua estrela-mãe é mais fria do que o Sol, isso coloca o K2-18b dentro do que os astrônomos chamam de zona habitável: nem tão longe da estrela para que a superfície esfrie a ponto de congelar a água, nem tão perto para que o calor a evapore; é a distância ideal para que a água permaneça em estado líquido na superfície de um planeta parecido com a Terra. Só que o estado da água depende de outros parâmetros, como a pressão atmosférica, por exemplo. E é por isso que a tal da zona habitável é um conceito muito limitado, que pode se tornar até mesmo enganoso: um planeta estar na zona habitável não significa que ele seja de fato habitável. Claro, estar na zona habitável é uma das condições necessárias para que a superfície de um planeta tenha água líquida, o que é fundamental para que essa superfície seja habitável. Ter uma atmosfera é outra condição necessária. Além de estar na zona habitável, o K2-18b tem atmosfera e o Luan também explica como os astrônomos fazem para saber se um exoplaneta como o K2-18b tem uma atmosfera. Luan: a gente estava falando sobre o método de trânsito. E a gente falou que o planeta passa na frente da estrela e bloqueia uma parte da luz dela. Beleza, isso aí a gente já deixou estabelecido. Mas se esse planeta tem uma atmosfera, a luz da estrela que vai atingir essa parte da atmosfera não vai ser completamente bloqueada. A luz da estrela vai atravessar a atmosfera e vai ser transmitida através dela. A gente tem essa parte bloqueada da luz que a gente não recebe, a gente percebe a diminuição de brilho da estrela, com o método de trânsito, mas tem essa luz que atravessa a atmosfera e chega até a gente depois de interagir com os componentes da atmosfera daquele planeta. Então a gente pode analisar essa luz, que é transmitida através da atmosfera do planeta para obter informações sobre a composição dela. Danilo: e como é possível saber a composição química dessa atmosfera? A Aline Novais é uma astrofísica brasileira fazendo pós-doutorado na Universidade de Lund, na Suécia. A tese de doutorado dela, orientada pelo Luan, foi exatamente sobre esse tema: a coleta e a análise dos dados de espectroscopia de atmosferas de exoplanetas. Aline: No início, a gente não está olhando uma foto, uma imagem dos planetas e das estrelas. A gente está vendo eles através de uma coisa que a gente chama de espectro, que é a luz da estrela ou do planeta em diferentes comprimentos de onda. O que é o comprimento de onda? É literalmente o tamanho da onda. Você pode ver também como se fossem cores diferentes. Então a gente vai estar vendo vários detalhes em diferentes comprimentos de onda. O que acontece? A gente já sabe, não da astronomia, mas da química de estudos bem antigos que determinados compostos, vou usar aqui, por exemplo, a água, ela vai ter linhas muito específicas em determinados comprimentos de onda que a gente já conhece, que a gente já sabe. Então já é estabelecido que no cumprimento de onda X, Y, Z, vai ter linha de água. Então, quando a gente está observando novamente o brilho da estrela que passou ali pela atmosfera do planeta. Interagiu com o que tem lá, que a gente não sabe. Quando a gente vê o espectro dessa estrela que passou pela atmosfera, a gente vai poder comparar com o que a gente já sabe. Então, por exemplo, o que a gente já sabe da água, a gente vai ver que vai bater. É como se fosse um código de barras. Bate certinho o que tem na estrela, no planeta e o que tem aqui na Terra. E aí, a partir disso, a gente consegue dizer: “Ah, provavelmente tem água naquele planeta.” Claro que não é tão simples, tão preto no branco, porque tem muitas moléculas, muitos átomos, a quantidade de moléculas que tem ali também interferem nessas linhas. Mas, de forma mais geral, é isso. A gente compara um com o outro. E a gente fala: essa assinatura aqui tem que ser de água. Danilo: Em setembro de 2023, o time de pesquisadores liderado pelo Nikku Madhusudhan, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, anunciou a caracterização atmosférica do K2-18b feita com o telescópio espacial James Webb. Alguns anos antes, a atmosfera do exoplaneta tinha sido observada com o telescópio espacial Hubble, que havia indicado a presença de vapor de água. Com o James Webb, esses cientistas concluíram que a atmosfera não tinha vapor de água, mas fortes indícios de metano e dióxido de carbono, o gás carbônico. Não só isso: no mesmo estudo, eles também alegaram ter detectado, com menor grau de confiança, o sulfeto de dimetila, também chamado de DMS, uma molécula orgânica que aqui na Terra é produzida pela vida marinha, principalmente pelos fitoplânctons e microalgas. O DMS pode ser produzido em laboratório mas não existe um processo natural em que o nosso planeta, sozinho, consiga fazer essa molécula sem envolver a vida. Ou seja, o DMS seria uma possível bioassinatura, um sinal indireto da existência de vida. Por isso, esses cientistas alegaram ter encontrado uma possível evidência de vida na atmosfera do K2-18b. O fato é que a suposta evidência de vida, a detecção de DMS lá de 2023, tinha um grau de confiança estatística muito baixo para contar seriamente como evidência de vida. O time liderado pelo Madhusudhan continuou observando o K2-18b e voltou a publicar resultados apontando a presença de DMS usando outros instrumentos do James Webb. Foram esses resultados que fizeram tanto barulho em abril de 2025. E por que tanto barulho? Porque esse novo estudo apresenta um grau de confiança estatística mais alto para a detecção de DMS. Ele também alega ter detectado outra possível bioassinatura, uma molécula aparentada ao DMS, o DMDS, ou dissulfeto de dimetila. O resultado pareceu reforçar muito a hipótese da presença dessas possíveis bioassinaturas no K2-18b e, por isso, os grandes meios de comunicação deram ainda mais atenção ao resultado do que há dois anos atrás. O problema é que é muito complicado analisar os resultados do James Webb sobre essas atmosferas, e ainda mais difícil cravar a presença desse ou daquele composto químico ali. Aline Novais: Acho que a primeira etapa mais difícil de todas é como você tinha falado, Danilo, é separar o que é a luz do planeta e o que é a luz da estrela. Quer dizer, da atmosfera do planeta e o que é luz da estrela. E isso a gente faz como quando a gente está observando o trânsito. A gente não só observa o planeta passando na frente da estrela. Mas a gente também observa a estrela sem o planeta, e a gente compara esses dois. É literalmente subtrair um do outro. Então, assim, supondo que a gente já tem aqui o espectro pronto na nossa frente. O que a gente vai fazer para entender o que está naquele espectro? Aquilo ali é uma observação. Só que a gente tem da teoria da física, a gente sabe mais ou menos quais são as equações que vão reger a atmosfera de um planeta. Então a gente sabe o que acontece de formas gerais, que é parecida com o que acontece aqui na Terra e com o planeta do sistema solar. Então a gente sabe mais ou menos como deve ser a pressão, a temperatura. A gente sabe mais ou menos quais compostos químicos vão ter em cada camada da atmosfera, que depende de várias coisas. A gente sabe que se um planeta está muito próximo da estrela, ele vai ter determinados compostos químicos que ele não teria se ele estivesse muito mais longe da estrela dele. Então tudo isso interfere. E aí, o que a gente faz? A gente tem os dados, a gente tem o que a gente observou no telescópio. E a gente vai comparar com a teoria, com modelos que a gente faz no computador, programando, parará, parará, que vão reger aquela atmosfera. E aí, a partir disso, a gente vai comparar e ver o que faz sentido, o que não faz, o que bate e o que não bate. Danilo: Notaram que a Aline ressalta o papel dos modelos teóricos na interpretação dos dados? Os astrônomos comparam os dados coletados pelo telescópio com o que esperam observar, orientados pelas teorias e modelos considerados promissores para representar o que de fato está lá na atmosfera do planeta. E é nessa comparação que entra a estatística, a probabilidade de que as observações correspondem a este ou aquele modelo teórico. Aline Novais: Na estatística, a gente sempre vai estar quando a gente tiver probabilidade de alguma coisa, a gente sempre vai estar comparando uma coisa X com uma coisa Y. A gente nunca vai ter uma estatística falando que sim ou que não, vai ser sempre uma comparação de uma coisa ou de outra. Então, quando a gente, por exemplo, a gente tem o espectro lá de um planeta, a gente tem assinaturas que provavelmente podem ser de água, mas vamos supor que essa assinatura também é muito parecida com algum outro elemento. Com algum outro composto químico. O que a gente vai fazer? A gente vai comparar os dois e a resposta não vai ser nem que sim nem que não. A resposta vai ser: “Ah, o modelo que tem água é mais favorável.” Ou então, ele ajusta melhor os dados, do que o modelo com aquele outro composto químico.  Danilo: O time do Nikku Madhusudhan, que fala em possível detecção de DMS, tem um modelo predileto que eles mesmos desenvolveram para explicar planetas como o K2-18b: os mundos hiceanos, planetas inteiramente cobertos por um oceano de água líquida debaixo de uma espessa atmosfera de hidrogênio molecular – por isso o nome, que é uma junção do “hi” de hidrogênio e “ceano” de oceano. É esse modelo que orienta a interpretação de que os dados do K2-18b podem conter as bioassinaturas.  Aline: Todo o resultado final, que é: possivelmente detectamos assinaturas, não dependem dos dados em si, mas dependem de como eles analisaram os dados e que modelos foram utilizados para analisar esses dados. […] Os resultados vão sempre depender de como a gente analisou esses dados. […] Então a questão da detecção, ou possível detecção de bioassinatura depende principalmente de como foram colocados os modelos, do que foi inserido nos modelos e como esses modelos foram comparados. Nesse caso, os modelos utilizados foram modelos que estavam supondo que o planeta era hiceano. Que o planeta tinha um oceano e tinha uma atmosfera de hidrogênio, majoritariamente de hidrogênio. Porém, outros estudos levantaram também a possibilidade de esse planeta não ser desse tipo, ser um planeta, por exemplo, coberto de lava e não de oceano, ou com uma atmosfera, com compostos diferentes, onde a maioria não seria hidrogênio, por exemplo. E esses modelos não foram utilizados para testar essas bioassinaturas. Então o que acontece: no modelo deles, com o oceano, com a atmosfera X, Y e Z, é compatível com a existência de bioassinaturas. Porém, é completamente dependente do modelo.  Danilo: Então, a escolha de modelos teóricos diferentes afetam a interpretação dos resultados e das conclusões sobre a composição química da atmosfera de exoplanetas.  Aline: Esse grupo acredita que o planeta tenha majoritariamente hidrogênio na sua composição. O que eles vão fazer no modelo deles? Eles vão colocar sei lá quantos por cento de hidrogênio na composição, no modelo deles. Então eles estão construindo um modelo que seja semelhante ao que eles acreditam que o planeta tem. Eu não vou colocar nitrogênio se eu acho que não tem nitrogênio. Então, aí que entra a controvérsia, que é justamente o modelo ser feito para encontrar o que eles tentam encontrar. Então, assim, se você pegasse um modelo completamente diferente, se você pegasse um modelo, por exemplo, de um planeta feito de lava, que tem metano, que tem isso, que tem aquilo, será que você encontraria a mesma coisa? Danilo: Saber qual modelo teórico de atmosferas de exoplanetas corresponde melhor à realidade é algo muito difícil. O que dá pra fazer é comparar os modelos entre si: qual deles representa melhor a atmosfera do exoplaneta em comparação com outro modelo. Aline: A gente nunca vai estar falando que o modelo é perfeito. A gente nunca vai estar falando que a atmosfera é assim. A gente sempre vai estar falando que esse modelo representa melhor a atmosfera do que um outro modelo. E se você pegar uma coisa muito ruim que não tem nada a ver e comparar com uma coisa que funciona, vai ser muito fácil você falar que aquele modelo funciona melhor, certo? Então, por exemplo, no caso do K2-18b: eles fizeram um modelo que tinha lá as moléculas, o DMS, o DMDS e tal, e compararam aquilo com um modelo que não tem DMS e DMDS. O modelo que tem falou “pô, esse modelo aqui se ajusta melhor aos dados do telescópio do que esse outro que não tem”. Mas isso não significa que tenha aquelas moléculas. Isso significa que aquele modelo, naquelas circunstâncias, foi melhor estatisticamente do que um modelo que não tinha aquelas moléculas.  Danilo: O Luan tem uma analogia interessante pra explicar isso que a Aline falou. Luan: É como se você, por exemplo, vai em uma loja e vai experimentar uma roupa. Aí você pega lá uma mesma blusa igualzinha, P, M ou G. Você experimenta as três e você vê qual que você acha que se ajusta melhor ao seu corpo, né? Qual ficou com um caimento melhor? Enfim, então você vai fazendo essas comparações, não é que a blusa talvez M não tenha ficado boa, mas talvez a P ou a G tenha ficado melhor. Então os modelos são agitados dessa forma, mas também como a Aline falou depois que você descobriu o tamanho, por exemplo, você chegou à conclusão que o tamanho da blusa é M, você pode pegar e escolher diferentes variações de cores. Você pode pegar essa mesma blusa M, azul, verde, amarela, vermelha, né? E aí elas podem fornecer igualmente o mesmo bom ajuste no seu corpo. Só que a questão é que tem cores diferentes. […] A gente obviamente usa os modelos mais completos que a gente tem hoje em dia, mas não necessariamente, eles são hoje mais completos, mas não necessariamente eles são cem por cento completos. De repente está faltando alguma coisa ali que a gente não sabe.  [Música] Danilo: Eu conversei pessoalmente com o líder do time de cientistas que alegou ter descoberto as possíveis bioassinaturas no K2-18b, o Nikku Madhusudhan, quando ele estava na Holanda para participar de uma conferência em junho de 2024. Ele pareceu entusiasmado com a possibilidade de vir a confirmar possíveis bioassinaturas em exoplanetas e ao mesmo tempo cuidadoso, aparentemente consciente do risco de se comunicar a descoberta de vida extraterrestre prematuramente. A questão é que ele já cometeu alguns deslizes na comunicação com o público: por exemplo, em abril de 2024, num programa de rádio na Inglaterra, ele disse que a chance de ter descoberto vida no K2-18b era de 50% – o próprio apresentador do programa ficou surpreso com a estimativa. Naquela mesma conferência da Holanda, o Madhusudhan também pareceu muito confiante ao falar do assunto com o público de especialistas em exoplanetas – ele sabia que enfrentava muitos céticos na plateia. Ele disse que os planetas hiceanos eram “a melhor aposta” que temos com a tecnologia atual para descobrir vida extraterrestre.   Na palestra em que apresentou os novos resultados esse ano, o Madhusudhan contou que essa hipótese de mundos hiceanos foi desenvolvida com a ajuda de alunos de pós-graduação dele quando ele os desafiou a criar um modelo teórico de Mini-Netuno que oferecesse condições habitáveis, amenas para a vida. Mas a questão é que a gente não sabe se os mundos hiceanos sequer existem. É uma alternativa, uma hipótese para explicar o pouco que sabemos sobre esses exoplanetas. Há outras hipóteses, tão promissoras quanto essa, e muito menos amigáveis à existência da vida como a conhecemos. Enfim, a gente ainda sabe muito pouco sobre esses exoplanetas. Ainda não dá para decidir qual hipótese é a que melhor descreve a estrutura deles. Mas o que vai acontecer se algum dia os cientistas conseguirem resultados que apontem para uma detecção de possível bioassinatura que seja num alto grau de confiança, a tal ponto que seria insensato duvidar de sua existência? Estaríamos diante de uma incontroversa descoberta de vida extraterrestre? Digamos que os cientistas publiquem, daqui a algum tempo, novos resultados que apontam, com um grau de confiança altíssimo, para a presença de DMS no K2-18b. Mesmo que a gente tivesse certeza de que tem DMS naquela atmosfera, não seria possível cravar que a presença de DMS é causada pela vida. Como a gente tem ainda muito pouca informação sobre os ambientes que os Mini-Netunos podem apresentar, e como o nosso conhecimento sobre a própria vida ainda é muito limitado, vai ser muito difícil – para não dizer praticamente impossível – ter certeza de que a presença de uma possível bioassinatura é de fato uma bioassinatura.  Luan: A gente sabe que aqui na Terra, o DMS e o DMDS estão associados a processos biológicos. Mas a gente está falando de um planeta que é um Mini-Netuno, talvez um planeta hiceano. Será que esse planeta não tem processos químicos diferentes que podem gerar essas moléculas sem a presença da vida?  Danilo: Como disse o Luan, pode ser que processos naturais desconhecidos, sem o envolvimento da vida, sejam os responsáveis pela presença de DMS no K2-18b. A gente sabe que o DMS pode ser gerado fora da Terra por processos naturais, sem relação com a presença de vida. Para que seja gerado assim, são necessárias condições muito diferentes das que temos aqui na Terra. O interior de planetas gigantes como Júpiter, por exemplo, dá essas condições. DMS também foi detectado recentemente na superfície de um cometa, em condições muito hostis para a vida como a gente a conhece. Mais hostis ainda são as condições do meio interestelar, o espaço abissal e incrivelmente frio que existe entre as estrelas. Mesmo assim, DMS já foi detectado no meio interestelar.  É por isso que detectar uma possível bioassinatura num exoplaneta não necessariamente responde à pergunta sobre vida fora da Terra. É mais útil pensar nesses dados como peças de um quebra-cabeças: uma possível bioassinatura em um exoplaneta é uma peça que pode vir a ajudar a montar o quebra-cabeças em que a grande questão é se existe ou não existe vida fora da Terra, mas dificilmente será, sozinha, a resposta definitiva. Luan: Será que as bioassinaturas efetivamente foram produzidas por vida? Então, primeiro, estudos para entender diversos processos químicos ou físicos que poderiam gerar essas moléculas, que a gente considera como bioassinaturas, pra tentar entender em outros contextos, se elas seriam produzidas sem a presença de vida. Mas fora isso, nós astrônomos, nós também tentamos procurar conjuntos de bioassinaturas. Porque se você acha só o DMS ou o DMDS é uma coisa. Agora, se você acha isso e mais o oxigênio ou mais outra coisa, aí as evidências começam a ficar mais fortes. Um par muito comum que o pessoal comenta é você achar metano e oxigênio numa atmosfera de exoplaneta. Por quê? Porque esses dois compostos, se você deixar eles lá na atmosfera do planeta sem nenhum tipo de processo biológico, eles vão reagir. Vão formar água e gás carbônico. Então, se você detecta quantidades apreciáveis de metano e oxigênio numa atmosfera, isso indica que você tem algum processo biológico ali, repondo constantemente esses componentes na atmosfera. Então, a gente vai tentando buscar por pares ou conjuntos de bioassinaturas, porque isso vai construindo um cenário mais forte. Você olha, esse planeta está na zona habitável. Ele tem uma massa parecida com a da Terra. Ele tem uma temperatura parecida com a da Terra. Ele tem conjuntos de bioassinaturas que poderiam indicar a presença de vida. Então você vai construindo um quebra-cabeça ali, tentando chegar num conjunto de evidências.  Danilo: Talvez só vamos conseguir ter certeza quando tivermos condições de viajar os 124 anos-luz que nos separam do K2-18b, por exemplo, para examinar o planeta “in situ”, ou seja, lá no local – só que isso ainda é assunto para a ficção científica, não para a ciência atual. Não quer dizer que, dada a dificuldade, a gente deva desistir de fazer ciência nesse sentido, de detectar bioassinaturas nos exoplanetas. Luan: É claro que é super interessante aplicar esses modelos e sugerir a possível existência dessas moléculas. Isso ajuda a avançar o conhecimento, porque isso gera um interesse, gera um debate, um monte de gente vai testar, e outras pessoas já testaram e mostraram que, ou não tem a molécula nos modelos deles, ou eles não detectam ou detectam uma quantidade muito baixa. Enfim, então isso gera um debate que vai avançar o conhecimento. Então isso, no meio científico, é muito interessante esse debate, que gera outras pesquisas, e todo mundo tentando olhar por diferentes ângulos, para a gente tentar entender de uma maneira mais completa. Mas o cuidado… E aí, o grande serviço que o seu podcast está fazendo é como a gente faz chegar essa informação no público, que é o que você falou, uma coisa é: utilizamos um modelo super específico, e esse modelo indica a possível presença dessas moléculas que, na Terra, são associadas à vida. Outra coisa é dizer, na imprensa, achamos os sinais mais fortes de vida até agora. É uma distância muito grande entre essas duas coisas. Aline: Se eu analisei o meu dado e eu vi que tem aquela molécula de bioassinatura, uma coisa é eu falar: “Tem!” Outra coisa é falar: “Ó, eu analisei com esse modelo aqui e esse modelo aqui faz sentido. Ele representa melhor os meus dados do que o outro modelo”. São maneiras diferentes de falar. Mas qual que é a que vende mais? Danilo: Foi no final do nosso papo que o Luan e a Aline tocaram nessa questão que tem se tornado central nos últimos anos: como comunicar os resultados da astrobiologia da forma mais responsável? É possível que com o James Webb vamos continuar vendo potenciais detecções de bioassinaturas num futuro próximo. Por isso, a comunidade científica está preocupada com a forma como comunicamos os resultados da busca por vida fora da Terra e está se movimentando para contornar os problemas que provavelmente teremos no futuro. Eu venho participando desses esforços, pesquisando como a astrobiologia está sendo comunicada, e até ajudei a organizar um evento no ano passado para discutir isso com cientistas e jornalistas de ciência, mas conto essa história em outra hora. No próximo episódio, vamos falar sobre uma possível detecção de bioassinatura sem o James Webb e muito mais próxima da gente. A notícia veio em setembro de 2025. O planeta em que a bioassinatura pode ter sido encontrada? O vizinho cósmico que mais alimentou a imaginação humana sobre extraterrestres: Marte. Roteiro, produção, pesquisa e narração: Danilo Albergaria Revisão: Mayra Trinca, Livia Mendes e Simone Pallone Entrevistados: Luan Ghezzi e Aline Novais Edição: Carolaine Cabral Músicas: Blue Dot Sessions – Creative Commons Podcast produzido com apoio da Fapesp, por meio da bolsa Mídiaciência, com o projeto Pontes interdisciplinares para a compreensão da vida no Universo: o Núcleo de Apoio à Pesquisa e Inovação em Astrobiologia e o Laboratório de Astrobiologia da USP [VINHETA DE ENCERRAMENTO]

Quem Ama Não Esquece
UM MILAGRE QUE ME TRANSFORMOU - HISTÓRIA DO MARCOS | QUEM AMA NÃO ESQUECE 16/12/25

Quem Ama Não Esquece

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 17:17


O Marcos dizia que fé era: “desculpa pra gente fraca”. Até que, ele se apaixonou pela Luíza, que via Deus em tudo e quando eles tiveram um filho, tudo mudou. A criança teve uma crise respiratória e desabou nos braços do pai. Sem saber o que fazer, ele caiu de joelhos e orou pela primeira vez, pedindo: “Devolve o meu filho pra mim”. Logo depois, Miguel voltou a respirar, em um diagnóstico que os médicos chamaram de milagre. Ali, ele entendeu que algo maior tinha acontecido. Desde aquele dia, Marcos sabe que Deus não precisou da crença dele pra existir… só que ele pedisse ajuda. Hoje ele é um novo homem e sabe que a Fé é crença mais poderosa de todas.

Pódcast IMR
Cápsula IMR - El concurso de ingreso al Servicio Exterior Mexicano 2025

Pódcast IMR

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 7:23


El Servicio Exterior Mexicano (SEM) es el cuerpo permanente de funcionarios del Estado, encargado de representarlo en el extranjero, responsable de ejecutar la política exterior de México, de conformidad con los principios que establece la Constitución, y el proceso para ingresar al Servicio Exterior de carrera se realiza por oposición, mediante concursos públicos que son organizados en etapas eliminatorias.Sergio Estrada Rojas, encargado del proceso de Ingreso al SEM, nos platica cómo se realizó el concurso de ingreso 2025.

SantoFlow Podcast
CÉSAR FRANCO E O CACHORRO PEREGRINO | (que andou 160km) I SANTOFLOW PODCAST #383

SantoFlow Podcast

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 84:15


No episódio de hoje, o SantoFlow recebe César Franco e o cachorro peregrino Aparecido, protagonistas de um encontro que só a fé é capaz de explicar.Durante a romaria rumo ao Santuário Nacional de Aparecida, César encontrou um vira-lata na Rodovia Presidente Dutra. Sem dono, sem rumo definido, o cão passou a caminhar ao lado dos romeiros e seguiu firme por cerca de 160 km, até o destino final.

NBL Podcasts
NBL NOW | Here We Go: Sydney vs Adelaide Ready to Ignite tonight!

NBL Podcasts

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 14:41


NBL NOW | Everything NBL DJ Vasiljevic & Pete Hooley Adelaide are in in incredible form Bryce seems to be in a really good spot Humphries a different player and Zylan in career best form The Melbourne United OT Game Whats happened to MU - 4 losses in a row DJ is getting back to his best Last time you met they kept Bryce to single figures - how do you help him and stop KD Kauai Noi social post of Bul Kuol pushing Goulding and Doolittle in a pram Thursday night is SEM and PER how you seeing this? See omnystudio.com/listener for privacy information.

The Paid Search Podcast | A Weekly Podcast About Google Ads and Online Marketing
5 Things You Need to Know About a CLICK in Google Ads (Episode 492)

The Paid Search Podcast | A Weekly Podcast About Google Ads and Online Marketing

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 26:43


What is a click in Google Ads? Today we talk about what you need to know about how Google defines a click in paid search. Five important facts you need to know about a click on google ads search campaigns!Try Opteo for free for 28 days - https://opteo.com/pspChris Schaeffer - http://www.chrisschaeffer.comSubmit a Question - https://www.paidsearchpodcast.com

Naruhodo
Naruhodo #457 - Ficamos mais reflexivos e tristes no final do ano?

Naruhodo

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 61:01


De repente surge a voz da Simone cantando "Então é Natal", ou a da Mariah Carey dizendo que "All I Want for Christmas Is You", e bate aquela bad... Afinal, por que o fim do ano deixa a gente mais triste ou reflexivo ou ambos? A ciência explica?Confira o papo entre o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.>> OUÇA (61min 01s)* Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*APOIO: INSIDERIlustríssima ouvinte, ilustríssimo ouvinte do Naruhodo, O Natal está aí e o que a gente mais precisa nessa época é de um jeito prático e inteligente de fazer as compras de fim de ano.Por isso, minha dica não podia ser outra: presenteie com INSIDER.Afinal, só INSIDER garante:- presentes inteligentes- compra sem sair de casa- troca simplificada- e o mais importante: não tem erro, é certeza de que vai agradar.Em dezembro, seu desconto total pode chegar a 30%, combinando o cupom NARUHODO com os descontos do site.É isso mesmo: até 30% de desconto total.E mais: você ainda ganha 20% de cashback pra usar na próxima compra.Então use o endereço a seguir pra já ter o cupom NARUHODO aplicado ao seu carrinho de compras:>>> creators.insiderstore.com.br/NARUHODOE feliz Natal!INSIDER: inteligência em cada escolha.#InsiderStore*REFERÊNCIASSelf-Validation Theory: An Integrative Framework for Understanding When Thoughts Become Consequentialhttps://psycnet.apa.org/fulltext/2022-16687-001.htmlFalse polarization: Cognitive mechanisms and potential solutionshttps://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S2352250X21000749?casa_token=SO99hoSW2t8AAAAA:_o1EyNxsHhvk2PzZhTce9W1bBWcqnA6QmxEPH-WgEfW5E0p_NBQYDg7f-TG2ClAPRPq6ZrhVKgHow Stress, Trauma, and Emotion May Shape Post-Conflict Environments – with Implications for International Peacekeeping https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/13533312.2024.2321434?casa_token=odhn7Wk-AqQAAAAA:9RNPgIsU24U_C40DoxVw70YdzxdJfRI5vOaobgWCR8G_fA7P2U9DdRzwzFURrbSZq9F0zntwTwQCEmotional Processes in Intractable Conflicts https://academic.oup.com/edited-volume/51639/chapter-abstract/418868699?redirectedFrom=fulltextCan Sadness Be Good for You? https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1111/ap.12232Knowledge of Sadness: Emotion-related behavioral words differently encode loss and failure sadnesshttps://link.springer.com/article/10.1007/s12144-018-0010-9?fromPaywallRec=trueThe bright side of being blue: Depression as an adaptation for analyzing complex problems.https://psycnet.apa.org/record/2009-10379-009Major Depression and Its Recurrences: Life Course Matters https://www.annualreviews.org/content/journals/10.1146/annurev-clinpsy-072220-021440Success, Happiness, and the Value of Sadnesshttps://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-031-99782-2_4Positive potential of a sad experiencehttps://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(05)75258-2/fulltextSadness, the Architect of Cognitive Changehttps://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-319-77619-4_4The Good, the Bad, and the Rare: Memory for Partners in Social Interactionshttps://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0018945The Temporal Dynamics of Opportunity Costs: A Normative Account of Cognitive Fatigue and Boredomhttps://psycnet.apa.org/fulltext/2021-74505-001.html?casa_token=hM1BXaRnrLkAAAAA:PbkY0NuOyCVrvxv62KHlF8F0Bs7nRVoqm1eenoukmnU1vljzG5bffcMv_h-uAAM6wcD5g_o7YNZGxHGQ5GbqzXUThe Other Side of Sadnesshttps://books.google.com.br/books?hl=en&lr=&id=AEiRDwAAQBAJ&oi=fnd&pg=PT8&dq=a+bright+side+of+sadness&ots=TyvGk7OTyw&sig=YMMWntIBZHmNuPjjiUWvuejGzD0&redir_esc=y#v=onepage&q=a%20bright%20side%20of%20sadness&f=falseNaruhodo #411 - Por que traímos? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=kVruX3MhxigNaruhodo #412 - Por que traímos? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=Towh8afX65YNaruhodo #206 - Por que choramos?https://www.youtube.com/watch?v=zWorZ-zK-c4Naruhodo #261 - O que a solidão pode causar nas pessoas?https://www.youtube.com/watch?v=02dPRPGcqVsNaruhodo #363 - Jejum de dopamina funciona?https://www.youtube.com/watch?v=908qoFZG8rYNaruhodo #238 - O distancionamento social impacta a nossa saúde mental? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=SHKiDA21UvcNaruhodo #441 - Existe crise da meia idade?https://www.youtube.com/watch?v=jiY76AnQ4E8Naruhodo #39 - A ignorância é uma benção?https://www.youtube.com/watch?v=MIKhzU6VNy8Naruhodo #357 - Existe possibilidade de consenso na polarização?https://www.youtube.com/watch?v=KhyKRnhjnbwNaruhodo #430 - Por que é tão difícil deixar o rancor de lado?https://www.youtube.com/watch?v=u0IesoD4A9ANaruhodo #446 - O que é transfuga de classe?https://www.youtube.com/watch?v=HQQyT1sawZoNaruhodo #424 - O que é competitividade? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=noPHBDvkDUcNaruhodo #425 - O que é competitividade? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=bMkLimosW0ENaruhodo #454 - O que é burnout e como lidar com ele?https://www.youtube.com/watch?v=YHMFWZQ2ak4Naruhodo #239 - O distancionamento social impacta a nossa saúde mental? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=1Ya1lx7sueQNaruhodo #235 - Por que suspiramos?https://www.youtube.com/watch?v=Obh8T90AefANaruhodo #275 - Por que sorrimos?https://www.youtube.com/watch?v=DhyeVD1gtjINaruhodo #259 - Por que as coisas parecem óbvias depois que passamos por elas? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=fsgAdq_iu-ANaruhodo #260 - Por que as coisas parecem óbvias depois que passamos por elas? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=jWTaLWjT-ZUNaruhodo #378 - Por que avisos de perigo não são seguidos?https://www.youtube.com/watch?v=lKabJ3lQOHUNaruhodo #155 - Tomar decisões cansa o nosso cérebro?https://www.youtube.com/watch?v=tqEfVCT4dGoNaruhodo #379 - Como nós nos tornamos nós?https://www.youtube.com/watch?v=fI9rqAJfcUUNaruhodo #246 - O que os outros esperam de nós nos torna melhores?https://www.youtube.com/watch?v=q_AK3hUlJVwNaruhodo #450 - A inteligência artificial afeta nossa capacidade cognitiva?https://www.youtube.com/watch?v=YjMTEGrgHDwNaruhodo #443 - Quais os impactos dos robôs em nossas vidas? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=tCUsvZ9hQ60Naruhodo #444 - Quais os impactos dos robôs em nossas vidas? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=yLVhdONlrugNaruhodo #442 - Qual o efeito da arte sobre nós?https://www.youtube.com/watch?v=9pgyTDtRbeoNaruhodo #342 - O que é e de onde vem a inspiração?https://www.youtube.com/watch?v=Xg0vGC-uPwMNaruhodo #395 - O que é força de vontade?https://www.youtube.com/watch?v=5bR1RNVo7kMNaruhodo #396 - O que fazer frente ao aquecimento global?https://www.youtube.com/watch?v=RchVGabxOdoNaruhodo #407 - Existe razão sem emoção?https://www.youtube.com/watch?v=qUxluRrHV3ENaruhodo #340 - Como se constrói a auto-estima?https://www.youtube.com/watch?v=0ULx-CXmh7wNaruhodo #220 - Existe causa para a depressão? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=cFo8GFwyuR0Naruhodo #221 - Existe causa para a depressão? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=5peXBmG43lUNaruhodo #165 - Quando tomo antidepressivos continuo sendo eu mesmo?https://www.youtube.com/watch?v=dWyfUyHUiA4Naruhodo #404 - Por que algumas pessoas gostam de terminar as coisas e outras não?https://www.youtube.com/watch?v=pTSZ--4TKMkNaruhodo #393 - A psicologia positiva tem validade científica? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=LnSZCHHfoWINaruhodo #394 - A psicologia positiva tem validade científica? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=n8h3zC7YLNNaruhodo #406 - As fases do luto têm validade científica?https://www.youtube.com/watch?v=VltGGsSfNsI*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas
Marcos, Linhas de Base e o Poder do 31 de Dezembro nos Projetos

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 3:10


Neste episódio, Ricardo explica a importância dos marcos, das linhas de base e dos pontos de controle na gestão de projetos, usando o dia 31 de dezembro como exemplo de um marco poderoso, tanto pessoal quanto organizacional. Assim como as pessoas reavaliam decisões e planejam o futuro no fim do ano, projetos e empresas utilizam marcos para revisar orçamentos, metas e resultados. Embora o calendário seja uma convenção humana, os marcos são essenciais porque permitem comparação e controle. Sem uma linha de base clara, não é possível saber se há progresso real. Projetos sem marcos vivem de percepção; com marcos, vivem de fatos. Marcos não são burocracia, mas momentos de reflexão, decisão e ajuste, fundamentais para evitar desvios graduais e silenciosos nos projetos. Escute o podcast para saber mais!

BEN-YUR Podcast
TURMA DO YUR, TV CHURRASCO 3D, BEN-YUR... É o fim de tudo?

BEN-YUR Podcast

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 116:30


Depois de meses off-line, Yuri Moraes reaparece para uma conversa franca. Ele explica os motivos reais por trás do fim de seus três grandes projetos: Ben-Yur, Turma e TV Churrasco. Sem filtros, ele fala sobre as mágoas, os processos e a gratidão pelo que passou. Mas o episódio vai além das polêmicas. Yuri traz sua curadoria de cinema, dissecando filmes como 'Agente Secreto', a animação 'Pluto' e as surpresas de 'Edgington'. Entre relatos sobre meditação, uma visão mística no Japão e a incerteza do futuro, este é um registro definitivo sobre encerrar ciclos e recomeçar. Ouça agora.

Marketing Over Coffee Marketing Podcast
Erik Deckers' Books on Personal Branding, and Satire

Marketing Over Coffee Marketing Podcast

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025


In this Marketing Over Coffee: Erik talks about two of his books that came out this year delivering great advice on managing your personal brand, and serving up laughs in his latest novel! Direct Link to File Check out the past interview with Erik on The Owned Media Doctrine and co-Author of No BS Social […] The post Erik Deckers’ Books on Personal Branding, and Satire appeared first on Marketing Over Coffee Marketing Podcast.

Histórias para ouvir lavando louça
O vício quase me matou, mas encontrei um novo caminho para felicidade

Histórias para ouvir lavando louça

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 10:03


Desde muito cedo, o Mateo viveu como se o próprio corpo anunciasse que algo estava errado. Ataques de pânico aos cinco anos, dores que ninguém explicava, uma inquietação que cresceu junto com ele. Tentou sobreviver do jeito que conseguia: bebendo, fumando, usando para anestesiar o que não sabia nomear. Anos depois, entenderia que não era falta de força. Era doença. E precisava de cuidado.Na pré-adolescência, escondia garrafas e a tristeza. Aos 17, mergulhou em outras drogas. Quase sempre sozinho. Quase sempre querendo se ferir. A música foi o fio que o manteve aqui. Para que ele desejasse viver o amanhã, o irmão passou a chamá-lo todos os dias para tocar. Dessa rotina nasceu a banda Francisco, el Hombre, que se tornou abrigo, propósito e respiro no meio do caos. Mas mesmo ali, entre palcos e trabalho intenso, o vício seguia ocupando todos os espaços.Durante a pandemia, o álcool tomou um tamanho impossível de esconder. Mateo trabalhava, sorria e funcionava para o mundo, mas bebia todos os dias. Até perceber que não conseguia mais socializar sem entrar em pânico. A psiquiatra foi seu primeiro porto seguro. A banda, a família e a companheira, os braços que seguraram sua queda. Vieram duas internações. Uma recaída grave. E, pela primeira vez, um diagnóstico que fez sentido: transtorno bipolar tipo 1, ansiedade, fibromialgia e traços borderline. Nomear a dor abriu caminho para tratá-la.Entre as internações, Mateo transformou sofrimento em criação. No estúdio de casa, produziu músicas que registravam seu processo de cura. Dali nasceu o disco “Neurodivergente”, um retrato honesto das batalhas que carregava por dentro e da esperança que começava a renascer. Publicar essas canções foi também um gesto de abertura: dividir vulnerabilidades para que outros não se sentissem tão sozinhos.O dia em que acordou feliz sem ter bebido, sem ter usado, foi como renascer. A alegria vinha dele. Sem atalhos. A música voltou como cura, não como fuga. E ele entendeu que vulnerabilidade não quebra. Sustenta.Hoje ele sabe que recaídas não apagam o que já foi construído. São parte do caminho. O que importa é o passo seguinte. Um dia de cada vez. Uma decisão de cada vez. E a certeza de que, mesmo depois de ter desistido, a felicidade ainda podia existir. E existiu. Porque ele buscou ajuda. Porque ele não caminhou sozinho.

Millionaire Car Salesman Podcast
EP 11:14 When Vendor Advice Goes Wrong: Why Your Marketing Team Needs Car Sales Experience

Millionaire Car Salesman Podcast

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 60:00


In this episode of the Millionaire Car Salesman Podcast, Sean V. Bradley sits down with longtime industry strategist Troy Spring to discuss the evolving state of automotive advertising. With nearly four decades in the business, Troy brings a perspective shaped by experience, data, and a deep understanding of what truly moves the needle for dealerships! "I've never seen anything work better than direct mail ever." - Troy Spring From traditional marketing channels to modern digital ecosystems, the conversation explores how dealers think about their market, their budget, and the strategies that shape their advertising decisions. Sean and Troy examine the realities dealerships face today, from vendor relationships to the role of in-house marketing leadership, and why understanding your market is more important now than ever! "It's a chess match. It's not just advertising. It's about looking at everything holistically." - Troy Spring This episode challenges assumptions, reframes how dealers view their advertising spend, and offers a candid look at the mindset needed to succeed in a competitive landscape. If you're a Dealer, General Manager, marketing manager, or anyone responsible for driving traffic and generating opportunities… this is a conversation you'll want to hear firsthand! Tune in to learn how top operators are rethinking their advertising journey, and why the next evolution of automotive marketing starts with clarity, strategy, and control!   Key Takeaways: ✅ Direct mail remains one of the most effective traditional advertising methods for car dealerships, often outperforming digital strategies. ✅ To optimize marketing spend, dealers need to focus on their immediate market area before expanding efforts to broader markets. ✅ Understanding and calculating the true cost-per-sale involves more than just the simple division of ad spend by cars sold. ✅ Dealerships should ensure their marketing managers have both automotive sales experience and technical knowledge in digital marketing certifications. ✅ Successful dealer strategies often include a mix of both traditional and digital marketing methods, customized to their specific market needs.   About Troy Spring Troy Spring, Co-founder of Dealer World, is an automotive industry veteran with nearly 40 years of experience! He sold his first car at the age of 18 and rose quickly within the ranks to manage dealerships, including leading a four-store group as a platform manager. In 2009, Troy founded Dealer World, a boutique advertising agency specializing in driving traffic and sales strategy for car dealerships. He later co-founded Dealer Funnel, focusing on nurturing leads for better conversion rates. Known for his innovative approach and in-depth understanding of both traditional and digital automotive marketing, Troy is highly respected in the industry!   Disrupting Auto Dealership Strategies: Insights from Industry Experts Key Takeaways Dealers must focus on securing their local market before venturing into new territories to maximize profitability. A holistically-managed marketing plan, customizable per dealership's needs, outperforms cookie-cutter OEM vendor solutions. Successful dealership marketing relies on understanding both traditional and digital advertising fundamentals. The Importance of Protecting Your Primary Market Area (PMA) In the fast-paced world of automotive dealerships, focusing on expansion without reinforcing the existing customer base can be a recipe for inefficiency. Sean V. Bradley, president of Dealer Synergy, suggests a foundational strategy: focus on protecting your primary market area first. Bradley asserts that many dealers overlook the rich opportunities available locally. "It's interesting," Bradley remarks, "we'll sit with a dealer, and they'll say, 'I got to go after XYZ down the street,' when they should be protecting their backyard first." This discussion highlights that the inclination to conquest rather than consolidate can lead to a dilute marketing focus. The result? Dealers potentially miss out on higher return-on-investment (ROI) opportunities domestically. Bradley's recommendation to analyze the pump-in, pump-out report is a strategic reminder to first solidify one's standing locally. This approach not only optimizes ROI but also reduces advertising costs associated with pursuing less familiar, distant markets. Taking Bradley's advice to heart, a dealership can enjoy the double benefit of deepening customer loyalty while also enhancing word-of-mouth marketing locally. Through focusing efforts on holding on to current clientele before aggressively targeting competitors', dealerships can achieve a more sustainable, profitable growth model. Crafting a Custom Marketing Strategy: Beyond OEM and Vendor Scripts Both Bradley and Troy Spring, founder of Dealer World, make compelling cases against the dependency on prescribed OEM and vendor-driven tactics. Amid the rising challenges facing automotive dealerships, they argue for a bespoke marketing strategy that's adaptable to each dealership's unique environment. Spring states, "You have to be with someone who can think holistically because if you're on with linear OEM vendors, you're just gonna get told why you should continue to do more and more of what it is that they sell." Such insights underscore the limitations of formulaic marketing solutions. While OEMs often push for uniformity—to simplify their nationwide branding and operations—dealerships must vigilantly evaluate these suggestions. Bradley underscores a critical point, proposing that dealers risk spending thousands unnecessarily on ineffective lead generation strategies because they blindly follow OEM guidance. The conversation dives into the economics of advertising. Bradley shared, "I've got a dealer group spending $70,000 on a splash page generating just a few hundred leads each month." This statistic serves as a caution against the pitfalls of not closely scrutinizing advertising expenditures versus results. It's essential for dealerships to cultivate an advertising strategy where each segment, from pay-per-click (PPC) to SEO and database marketing, functions as an integrated system rather than disparate efforts. This avoids the trap of bloated expenses disguised within bundled packages, which can negate perceived savings with reduced effectiveness. Bridging Traditional and Digital Advertising for Maximum Impact The discussion also delves into appreciating the coexistence of traditional and digital advertising within dealership marketing, which offers a nuanced approach to driving traffic. One standout revelation from Troy Spring? The effectiveness of direct mail. Although often regarded as an antiquated medium, Spring asserts, "Nothing has ever worked better than direct mail." It's a thought-provoking declaration in an era rich with digital solutions. Contrary to perceived obsolescence, traditional methods such as direct mail remain relevant, especially when optimized with the latest data analytics techniques. Properly targeted, a traditional medium can reach high potential customers directly and personally. Given the inundation of digital ads, a physical piece of mail stands out, often carrying more weight. Spring further suggests that while digital tools, like social media and search engine marketing (SEM), play critical roles in modern strategies, their effectiveness hinges heavily on their synergy with traditional advertising channels. These multifaceted campaigns leverage the strengths of both domains—ability to track and personalize digital ads with the tangible and trust-building potential of offline methods. Emphasizing on integrative approaches that couple interactive digital platforms with traditional media allows dealerships to engage in comprehensive advertising strategies personalized to consumer behavior trends. Through harmonizing these forces, a dealership's presence is effectively cemented in the market, leveraging the best aspects of each medium. A Synthesis of Strategy and Practice The insights shared by Sean V. Bradley and Troy Spring showcase a wealth of expertise in crafting dealership marketing strategies that balance innovative thinking with foundational business tenets. As dealerships navigate the complexities of an ever-evolving industry landscape, these professionals emphasize the necessity for both strategic foresight and a command over advertising mechanics. Essentially, the most adept dealerships will be those that recognize the imperative to protect their primary markets while scaling responsibly. They explore bespoke advertising solutions beyond OEM packages, integrating digital dexterity with traditional marketing. Each dollar spent should be scrutinized for its ROI, as the measure of an effective advertisement goes beyond impressions or clicks to the tangible growth it champions for the dealership. In an industry as competitive as automotive sales, this layered, integrated approach becomes the solutions beacon through transformative, modern advertising challenges.   Resources + Our Proud Sponsors: ➼ The Millionaire Car Salesman Facebook Group: Join the #1 Mastermind Group in the Automotive Industry with over 29,000 members worldwide. Collaborate with automotive professionals, learn the best industry practices, and connect with top mentors, managers, and sales leaders. Join The Millionaire Car Salesman Facebook Group today! ➼ Dealer Synergy: The automotive industry's #1 Sales Training, Consulting, and Accountability Firm. With over 20 years of proven success, Dealer Synergy has helped dealerships nationwide build high-performing Internet Departments and BDCs from the ground up. Our expertise includes phone scripts, rebuttals, CRM action plans, lead handling strategies, and management processes; all designed to maximize your people, processes, and technology! ➼ Bradley On Demand: The automotive industry's most powerful Interactive Training, Tracking, Testing, and Certification Platform. With LIVE virtual classes and access to a library of over 9,000 on-demand training modules, Bradley On Demand gives your dealership the tools to dominate every department: Sales, Internet, BDC, CRM, Phone, and Leadership. From sharpening individual skills to elevating entire teams, this platform ensures your people are trained, tested, and certified for maximum success. Equip your dealership to sell more cars, more often, and more profitably with Bradley On Demand!  

HistoTalks: NSH Podcasts
NSH Poster Podcast (2025): High-resolution histological preparation of Araneomorphae and Mygalomorphae chelicerae using a modified petrographic technique

HistoTalks: NSH Podcasts

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 9:00


Title: High-resolution histological preparation of Araneomorphae and Mygalomorphae chelicerae using a modified petrographic technique Authors: Damien Laudier, HTL(ASCP)QIHC, Laudier Histology Abstract: Producing quality histological preparations of spider chelicerae with articulated fangs and cheliceral teeth is exceptionally challenging, if not impossible, using conventional histology techniques. Typically, these structures are examined with topographic or radiographic imaging methods, such as scanning electron microcopy (SEM) and micro computed tomography (mIcro-CT). While both are very useful tools for morphological analysis, they're not capable of revealing the fine tissue structure and cellular details, that a histological section viewed under light microscopy can provide. This study describes a modified petrographic/hard tissue histology technique to prepare high-resolution histology sections, for qualitative and quantitative assessment of both cheliceral soft tissue and fang microstructure.

Quem Ama Não Esquece
ELA ME MACHUCOU, MAS NÃO MERECE ISSO - HISTÓRIA DO PAULO | QUEM AMA NÃO ESQUECE 09/12/25

Quem Ama Não Esquece

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 17:57


O Paulo vivia um amor seguro com a Ludmila e se entregou completamente ao casamento, que era cheio de planos e sonhos. Tudo desabou no dia em que ele chegou mais cedo do trabalho, e encontrou ela com outro na cama. Sem reação, ele sentiu o seu coração quebrando. Ele se afundou e se perguntava onde tinha errado, mas oito meses depois, ele a encontrou na rua com o olho roxo e cheia de hematomas. Mesmo após a traição, aquela imagem dela machucada, não saia da sua cabeça. Paulo descobriu que ela vivia com medo e dias depois, Ludmila ligou chorando, dizendo que precisava dele para sair daquela relação e que se arrependia de tudo. Agora, ele está dividido entre ajudar, mas tem medo de que essa volta, quebre o seu coração ainda mais.

The Paid Search Podcast | A Weekly Podcast About Google Ads and Online Marketing
Let's Audit an Account with 29.6% Optimization Score (Episode 491)

The Paid Search Podcast | A Weekly Podcast About Google Ads and Online Marketing

Play Episode Listen Later Dec 8, 2025 31:30


This week we audit an account with a 29% optimization score in Google Ads. Does a low optimization score mean the account is failing? What do all of these recommendations in Google Ads really mean? Let's talk about the reality of the optimization score system and how it affects the performance of your search campaigns on Google.Try Opteo for free for 28 days - https://opteo.com/pspChris Schaeffer - http://www.chrisschaeffer.comSubmit a Question - https://www.paidsearchpodcast.com

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #57: Raphael Nishimura

Naruhodo

Play Episode Listen Later Dec 8, 2025 142:37


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Estatístico, Doutor em Metodologia de Pesquisa pela Universidade de Michigan, Raphael Nishimura.Só vem!>> OUÇA (142min 38s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*APOIO: INSIDERIlustríssima ouvinte, ilustríssimo ouvinte do Naruhodo, O Natal está aí e o que a gente mais precisa nessa época é de um jeito prático e inteligente de fazer as compras de fim de ano.Por isso, minha dica não podia ser outra: presenteie com INSIDER.Afinal, só INSIDER garante:- presentes inteligentes- compra sem sair de casa- troca simplificada- e o mais importante: não tem erro, é certeza de que vai agradar.Em dezembro, seu desconto total pode chegar a 30%, combinando o cupom NARUHODO com os descontos do site.É isso mesmo: até 30% de desconto total.E mais: você ainda ganha 20% de cashback pra usar na próxima compra.Então use o endereço a seguir pra já ter o cupom NARUHODO aplicado ao seu carrinho de compras:>>> creators.insiderstore.com.br/NARUHODOE feliz Natal!INSIDER: inteligência em cada escolha.#InsiderStore*Raphael Nishimura é diretor de amostragem no Survey Research Center do Institute of Social Research da Universidade de Michigan. Trabalha com amostragem, estatística e metodologia de pesquisas há vinte anos.Possui doutorado em metodologia de pesquisa pela Universidade de Michigan, orientado pelo Dr. James Lepkowski, e bacharelado em estatística pela Universidade de São Paulo.Trabalhou com pesquisas de opinião pública durante 5 anos no Brasil antes de se mudar para os EUA, onde, depois de completar seu doutorado, continuou trabalhando na área no meio privado e acadêmico.Seus principais interesses de pesquisa incluem métodos de amostragem, não resposta a pesquisas e delineamentos adaptativos/responsivos.Nishimura também é diretor do Sampling Program for Survey Statisticians do  Summer Institute for Survey Research Techniques do Survey Research Center.Website: https://websites.umich.edu/~raphaeln/*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo

Boomer & Gio
Will the Yankees cook or get caught sleeping at the Winter Meetings | 'NYYST'

Boomer & Gio

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 86:42


From 'NYYST' (subscribe here): MLB's Winter Meetings are set to begin on Sunday and Christian and Sem take a look at what the Yankees should be and ultimately will be doing in Orlando. To learn more about listener data and our privacy practices visit: https://www.audacyinc.com/privacy-policy Learn more about your ad choices. Visit https://podcastchoices.com/adchoices

NYYST - Yankees Podcast
Ep. 504 | Will the Yankees cook or get caught sleeping at the Winter Meetings

NYYST - Yankees Podcast

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 86:16


MLB's Winter Meetings are set to begin on Sunday and Christian and Sem take a look at what the Yankees should be and ultimately will be doing in Orlando. To learn more about listener data and our privacy practices visit: https://www.audacyinc.com/privacy-policy Learn more about your ad choices. Visit https://podcastchoices.com/adchoices

Marketing Over Coffee Marketing Podcast
Green Energy Update with Josh Dorfman

Marketing Over Coffee Marketing Podcast

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025


In this Marketing Over Coffee: Learn about electric vehicles, solar energy, carbon harvesting and more from the man behind SuperCool! Direct Link to File Starting with the plan of being a spy in the CIA! Teaching at Nanjing University and working for Kryptonite Watching China ramp up and wondering what a billion cars on the […] The post Green Energy Update with Josh Dorfman appeared first on Marketing Over Coffee Marketing Podcast.

Hipsters Ponto Tech
Tecnologia precisa ENTREGAR VALOR pro negócio: da dev aos 13 anos à CTO | Anaterra – Dasa – Hipsters.Talks #15

Hipsters Ponto Tech

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 40:00


“Tecnologia pela tecnologia tem que morrer. Área de tecnologia que não pensa em entregar valor pro negócio ou pro usuário final, ela tende a morrer. Você não deveria gastar dinheiro por gastar dinheiro” No décimo quinto episódio do Hipsters.Talks, PAULO SILVEIRA, CVO do Grupo Alun, conversa com ANATERRA OLIVEIRA, CTO da DASA, sobre inovação aberta, parcerias com startups e por que experiência do usuário é mais importante que tecnologia sofisticada. Uma conversa sobre o dia a dia de quem lidera tecnologia em uma das maiores empresas de saúde do Brasil. Prepare-se para um episódio cheio de conhecimento e inspiração!

Renascença - Extremamente Desagradável
Tiago Paiva e a 'Midade

Renascença - Extremamente Desagradável

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025 17:11


Joana Marques tenta moderar debate entre Tiago Paiva e Checka. Sem sucesso.

The Paid Search Podcast | A Weekly Podcast About Google Ads and Online Marketing
How to Build a Successful Search Campaign + Easy to Follow Instructions (Episode 490)

The Paid Search Podcast | A Weekly Podcast About Google Ads and Online Marketing

Play Episode Listen Later Dec 1, 2025 32:14


Have you tried and failed at Google Ads? This week Chris Schaeffer discusses a simple way to ensure you are getting the right traffic from your Google Ads campaigns. Using this simple bidding method and traffic management strategy you can be sure you are paying the right price for the right traffic. It's called Pay Per Value bidding. Let's talk about that!Try Opteo for free for 28 days - https://opteo.com/pspChris Schaeffer - http://www.chrisschaeffer.comSubmit a Question - https://www.paidsearchpodcast.com

Naruhodo
Naruhodo #456 - Como entender e lidar com a pedofilia na sociedade? - Parte 2 de 2

Naruhodo

Play Episode Listen Later Dec 1, 2025 44:42


A pedofilia tem sido considerada, pelos discursos sociais, como a ‘mais abjeta' entre as perversões. No discurso médico, é uma patologia e refere-se ao fato de um adulto tomar crianças como objeto sexual. Será a pedofilia um pecado, um crime, uma doença? E como lidar com ela? Esta é a segunda de duas partes.Confira o papo entre o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.>> OUÇA (44min 42s)*PARTICIPAÇÕES ESPECIAISSvetlanna, ou Lanna, é trabalhadora sexual há 8 anos, voluntária no NEP (Núcleo de Estudos da Рrostituição em Porto Alegre), "putativista". No Twitter: @sv3tlannaJuliana Molina Constantino, psicóloga clínica, forense, escritora e educadora. Na clínica trabalha com adultos vítimas de abuso sexual infantil; na justiça atua conduzindo Depoimentos Especiais e realizando Perícias Psicológicas de crianças e adolescentes em processos de apuração de violência de todos os tipos, mas, principalmente a sexual. No Instagram: @psijuconstantino* Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*REFERÊNCIASPedofilia: revisão médica e repercussões penais https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2136/tde-10042024-121635/en.phpOs árbitros do desejo e os enteados da natureza: controvérsias e ontologias sobre a categoria pedofilia em torno do DSM - 5 https://www.bdtd.uerj.br:8443/handle/1/19240Aspectos Psicológicos dos Protagonistas de Incestohttps://bdtd.ucb.br:8443/jspui/bitstream/123456789/1884/1/Texto%20Completo.pdfParafilias: uma classificação fenomenológicahttps://actaspsiquiatria.es/index.php/actas/article/download/564/821A Review of Academic Use of the Term “Minor Attracted Persons”https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/15248380241270028Sexual interest in children among an online sample of men and women: prevalence and correlateshttps://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24215791/Correlates and moderators of child pornography consumption in a community samplehttps://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24088812/PSIQUIATRIA E PEDOFILIA: A ORGANIZAÇÃO B4U-ACT E O DIREITO À SAÚDE MENTAL DAS PESSOAS ATRAÍDAS POR MENORES (MAPS)https://proceedings.science/abrascao-2022/trabalhos/psiquiatria-e-pedofilia-a-organizacao-b4u-act-e-o-direito-a-saude-mental-das-pesThe DSM and the Stigmatization of People who Are Attracted to Minorshttps://www.researchgate.net/profile/Richard-Kramer-10/publication/365993590_The_DSM_and_the_Stigmatization_of_People_who_Are_Attracted_to_Minors/links/638bd5d7ca2e4b239c8896e1/The-DSM-and-the-Stigmatization-of-People-who-Are-Attracted-to-Minors.pdfChanging public attitudes toward minor attracted persons: an evaluation of an anti-stigma intervention https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/13552600.2020.1863486?casa_token=iK-wFTzYUbYAAAAA:UmI5w_4dc4d4C9FU9Z1OCpTp5oVb1CkeC1ygV8rg94GSUCUVG886jSpFi6sD_c8uDJQm4gQudZBIQualitative Analysis of Minor Attracted Persons' Subjective Experience: Implications for Treatment https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/0092623X.2022.2126808?casa_token=uNwM4nBfx9UAAAAA:Jo75nZFTKEtnYsLlbO2k0hBMaSc5iUC2a2hrGyWF_C5kRNI-ghibqhF01eZPhAv8ygWg-OHWAPyfBeing Sexually Attracted to Minors: Sexual Development, Coping With Forbidden Feelings, and Relieving Sexual Arousal in Self-Identified Pedophiles https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/0092623X.2015.1061077?src=recsysA Long, Dark Shadow: Minor-Attracted People and Their Pursuit of Dignityhttps://books.google.com.br/books?hl=en&lr=&id=SksqEAAAQBAJ&oi=fnd&pg=PP9&dq=(MAPS)+attracted+by+minors&ots=h0RKV2g6vr&sig=39-uleVMpIgO4bkjPKShVScmfh0&redir_esc=y#v=onepage&q=(MAPS)%20attracted%20by%20minors&f=falseMisrepresenting the “MAP” Literature Does Little to Advance Child Abuse Prevention: A Critical Commentary and Response to Farmer, Salter, and Woodlockhttps://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/15248380251332197Outpatient Therapists' Perspectives on Working With Persons Who Are Sexually Interested in Minorshttps://link.springer.com/article/10.1007/s10508-022-02377-6The Terminology of “Minor Attracted People” and the Campaign to De-stigmatize Paedophilia Originated in Pro-pedophile Advocacyhttps://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/15248380251332198A Profile of Pedophilia: Definition, Characteristics of Offenders, Recidivism, Treatment Outcomes, and Forensic Issueshttps://www.mayoclinicproceedings.org/article/S0025-6196(11)61074-4/abstracthttps://linkinghub.elsevier.com/retrieve/pii/S0025619611610744Pedophilia and Sexual Offending Against Childrenhttps://www.apa.org/pubs/books/4317491Intervention Needs in Prison With Pedophile Inmateshttps://www.papelesdelpsicologo.es/pii?pii=3027Child molester or paedophile? Sociolegal versus psychopathological classification of sexual offenders against children https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/13552600802133860School sex education, a process for evaluation: methodology and results https://academic.oup.com/her/article-abstract/11/2/205/628476Teachers' Attitudes and Opinions Toward Sexuality Education in School: A Systematic Review of Secondary and High School Teachers https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/15546128.2024.2353708‘Chronophilia': Entries of Erotic Age Preference into Descriptive Psychopathologyhttps://www.cambridge.org/core/journals/medical-history/article/chronophilia-entries-of-erotic-age-preference-into-descriptive-psychopathology/1896C08F07CB5F1A428CEEF3E1104586Biological Factors in the Development of Sexual Deviance and Aggression in Males.https://psycnet.apa.org/record/2006-12464-004Mamilos 123 - Pedofilia (2017)https://open.spotify.com/episode/3RxgeS0ZovQue7lK61TLkiNaruhodo #403 - Por que temos fetiches sexuais?https://www.youtube.com/watch?v=C-ET1nIP6WMNaruhodo #433 - Existe amizade entre homens e mulheres? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=EFVaBfGaowgNaruhodo #434 - Existe amizade entre homens e mulheres? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=H6D1yCni0rcNaruhodo #437 - O termo "macho alfa" faz sentido? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=Qx1z1R_He_cNaruhodo #438 - O termo "macho alfa" faz sentido? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=UNKh0Zd3h_kNaruhodo #399 - Assistir à pornografia vicia?https://www.youtube.com/watch?v=vByA0QVSOb8Naruhodo #150 - O que é o "No Fap September"?https://www.youtube.com/watch?v=8yWTngyTq1gNaruhodo #325 - Por que nos apaixonamos por vilões? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=o9F4Q_jjF88Naruhodo #326 - Por que nos apaixonamos por vilões? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=4gtkstkqpUwNaruhodo #320 - Por que nos identificamos com vilões?https://www.youtube.com/watch?v=ZH5aTG0xeLwNaruhodo #419 - Maconha faz mal? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=cvLTh2bKPiQNaruhodo #420 - Maconha faz mal? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=F7wVcGvpoGA*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo

The Paid Search Podcast | A Weekly Podcast About Google Ads and Online Marketing
Answering PPC Questions from Subscribers (Episode 489)

The Paid Search Podcast | A Weekly Podcast About Google Ads and Online Marketing

Play Episode Listen Later Nov 24, 2025 34:07


Chris answers 5 burning questions about Google Ads from listeners this week. We discuss how to deal with a campaign that has crashed and burned, manual bidding, finding traffic when it appears to not exist, and a question about how freelancers can better sell their google ads services.Try Opteo for free for 28 days - https://opteo.com/pspChris Schaeffer - http://www.chrisschaeffer.comSubmit a Question - https://www.paidsearchpodcast.com