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Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora, Pesquisadora, graduada em Arquitetura e Urbanismo, com Mestrado em Engenharia e Doutorado em Engenharia Civil e Ambiental, e atual Vice Presidente de Pesquisa da Universidade do Texas em Austin, Fernanda Leite. Só vem! >> OUÇA (79min 32s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Fernanda Leite é Professora, Pesquisadora, graduada em Arquitetura e Urbanismo, com Mestrado em Engenharia e Doutorado em Engenharia Civil e Ambiental, e atual Vice Presidente de Pesquisa da Universidade do Texas em Austin, Estados Unidos. Especialista em modelagem de informação da construção (BIM), engenharia de construção e engenharia de sistemas resilientes, sua pesquisa explora a integração de modelagem 3D e inteligência artificial (IA) para criar infraestruturas sustentáveis e adaptáveis. Como decana associada de pesquisa da Cockrell School of Engineering, Leite ajudou a lançar grandes iniciativas interdisciplinares em semicondutores, ciência quântica, robótica e IA. Também liderou esforços em todo o campus, incluindo o grande desafio Planet Texas 2050. Leite possui doutorado pela Carnegie Mellon University e é engenheira profissional licenciada. Fernanda traz uma abordagem colaborativa e voltada para o futuro à liderança em pesquisa – avançando a missão da UT Austin de se tornar a universidade pública de pesquisa de maior impacto do mundo. Qualificações Acadêmicas Ph.D., Carnegie Mellon University, 2009 M.S., Federal University of Rio Grande do Sul, 2005 B.S., Federal University of Ceara, 2002 Prêmios e Honrarias Selecionados Daniel W. Halpin Award – American Society of Civil Engineers (2019) IAspire Leadership Academy fellow (2019) Ervin S. Perry Student Appreciation Award – Fariborz Maseeh Department of Civil, Architectural and Environmental Engineering (2018) Dean's Award for Outstanding Engineering Teaching by an Assistant Professor – The University of Texas at Austin (2013-14) Outstanding Early Career Researcher Award – FIATECH (2013) Áreas de Pesquisa Construction Engineering and Project Management Sustainable Systems Interesses de Pesquisa Building information modeling (BIM); Scan-to-BIM; Circular economy in the built environment; Sustainable systems engineering; Visualization and collaboration technologies Publicações Selecionadas https://scholar.google.com/citations?user=MGRRt2YAAAAJ * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Sem alternativas capazes de rivalizar com o carisma de Lula no Brasil, a esquerda aposta no "cromo repetido". Já do outro lado do Atlântico, a Europa racha ao meio com o caos migratório.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio173 do Ansiedade Cast, eu, Thalita, te convido pra uma conversa leve e honesta sobre autocontrole. Sem cobrança, sem fórmula mágica. É um convite pra observar aquele espacinho entre sentir e agir, e como pequenos respiros podem abrir caminho pra vida que você quer viver. Um episódio pra te acolher e te lembrar que sempre dá pra tentar de novo, um passo de cada vez.
TEMPO DE REFLETIR 01844 – 2 de agosto de 2026 Isaías 30:15 – Na quietude e na confiança está o seu vigor, mas vocês não quiseram. Publicações especializadas na área do estresse trazem a notícia de que os holandeses estão inventando um aparelho eletrônico, uma espécie de bracelete, que muda de cor passando do amarelo para o vermelho quando a tensão sobe a níveis não recomendados. O aparelho manda um aviso: “Tire um tempo”, ou “Deixe esfriar”, ou ainda “Reconsidere o que ia fazer”. A expectativa é que traga benefício aos consumidores e fabricantes. Enfrentamos o estresse todos os dias, desde o momento em que nos sentamos para tomar o desjejum, quando tomamos o ônibus e quando entramos no carro na expectativa de enfrentar trânsito carregado para ir à escola ou ao trabalho. Quando fazemos aquela pergunta rotineira: “Como vai?” A resposta é: “Correndo como sempre!” Chegamos até mesmo a colocar o estresse dentro de várias categorias: estresse escolar, político, financeiro, pastoral, familiar, esportivo, etc. Sem querer, o médico também faz aumentar esse nível de estresse, ao dizer que nossa asma, pressão alta, úlcera e mais uma quantidade de doenças podem estar relacionadas ao estresse. Quanta gente consegue tirar seus momentos de lazer sem ficar com senso de culpa, e outros que se orgulham de não tirar férias? E os remédios? São inúmeros. Alguns cientificamente comprovados, e outros repetitivos: diminua o ritmo, faça mais exercícios, chore mais, equilibre sua dieta, fique fora das situações que causam estresse, você não é insubstituível, etc. Milhares de anos atrás, o Criador do ser humano, prevendo essa corrida doida, mandou um recado por meio do profeta: “Na quietude e na confiança está o seu vigor” (Is 30:15). Ou, como diz outra tradução: “Na tranquilidade, na completa dependência de Mim, está a sua força.” Quando nos sentimos desorientados e rabiscamos numa folha de papel, tentando procurar soluções, nos esquecemos de pedir calma e do recado de Deus segundo o qual a tranquilidade e a confiança fazem bem. Precisamos receber paz e iluminação dAquele que pode e sabe o que é melhor para nós. Alguém fez a seguinte oração, e com ela quero encerrar a mensagem de hoje: “Senhor, se a tensão pode criar alguma coisa boa na corda do violão, então não é demais pedir que Tu possas usar minha vida para criar alguma coisa boa. Por favor! Em nome de Jesus, amém!” Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Sem cedências ou meias-palavras, Manuel Moura dos Santos passa em revista a sua carreira e o país. O jurado, manager e produtor explica como a televisão mudou face às exigências da inclusão, analisa o estado da indústria musical e aborda o luto no meio artístico. Numa conversa que vai da paixão pragmática pelo futebol às arbitragens e que culmina com alertas sobre o "chico-espertismo" na política portuguesa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
On this episode of the AMSSM Sports Medcast, Dr. Jeremy Schroder hosts Dr. Kim Harmon and Dr. Ken Mautner to discuss the 2026 AMSSM Collaborative Research Network (CRN) Summit. The summit focused on “Orthobiologics for Sports Medicine Physicians: Bridging the Gaps”, and explored the current evidence and gaps in knowledge in orthobiologics and identified research priorities for future orthobiologics research in sports and exercise medicine (SEM). Dr. Harmon and Dr. Mautner, the Co-Chairs of the conference, share some of the focus areas of the summit, talk about the current research gaps for orthobiologics and suggest ways to get involved in this field of research.
TEMPO DE REFLETIR 01842 – 31 de julho de 2026 Habacuque 3:18 – Todavia, eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação. Quando Habacuque escreveu essas palavras, o povo de Judá estava em profunda apostasia. O profeta lamentava os pecados de seus compatriotas e, ao mesmo tempo, estava convicto de que mereciam o castigo que Deus havia anunciado. Ele também lamentava a prosperidade dos orgulhosos caldeus, cujos exércitos seriam usados para punir o povo que deveria ser a cabeça e não a cauda. Deus, contudo, não permitiu que Habacuque se fragmentasse emocionalmente. O profeta entendeu o plano divino, humilhou-se diante do Senhor e recebeu a gloriosa revelação de que Deus estava no controle de tudo, com o propósito de salvar Seus filhos fiéis. A confiança do profeta foi restaurada, e ele afirmou: “Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, todavia, eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação” (Hc 3:17 e 18). Nestes dias de insegurança, dúvida e perplexidade, a experiência de Habacuque serve de estímulo e exemplo para o povo de Deus. Como sabemos, os governantes, tanto dos países ricos quanto dos países pobres, estão preocupados com a instabilidade da economia, com o coronavirus e tantas outras coisas mais. Hoje em dia, qualquer pessoa sabe que as bolsas de valores determinam o ritmo da vida. Enquanto isso, as reservas ecológicas estão em rápido processo de extinção. A violência grassa nas cidades e nos campos. O materialismo leva o homem moderno a zombar de toda e qualquer ideia sobre a necessidade de Deus no Universo e na vida. Nesse ambiente sem rumo, aumenta o número de pessoas angustiadas e perplexas, vítimas do vazio existencial de nosso tempo. Quem não tem a palavra de Deus como escudo, é condicionado a esperar o caos. E, mesmo entre o povo de Deus, algumas pessoas se inclinam a duvidar de que o barco da igreja esteja viajando na rota certa. São os profetas do caos, os anunciadores de pragas e flagelos. Qual deve ser a nossa atitude em meio a tudo isso? Sem dúvida alguma, a mesma do profeta Habacuque. Ainda que as nações se desentendam; ainda que o materialismo aumente; ainda que os céticos zombem dos que constroem a arca da salvação; ainda que muitos entrem em apostasia, nós, todavia, continuamos estribados na Rocha dos séculos, Jesus Cristo. Nosso coração exulta de alegria, pois a nossa salvação está próxima. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Mesmo em meio a dor, ó Pai; mesmo em meio ao medo e a preocupação; mesmo quando todas as coisas parecem se acabar; eu quero continuar crendo, confiando e louvando o Teu nome. Por Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
A forint nem mozog sokat, de maradt az elmúlt háromhavi sávjának a gyenge oldalán. Sem az Egyesült Államoknak, sem Iránnak nincs sok ideje már erre a konfliktusra, de a félidős választások miatt a Trump adminisztráción van a nagyobb nyomás. Bő egy hónappal az élete csúcsa után a koreai tőzsdén 40 százalékkal lejjebb a Netflix sikersorozatot megidézően zajlik a Squid Game. Leszámítva a Fed ülés napját hónapok óta rendkívül unalmas az S&P 500 index mozgása. A felszín alatt viszont történelmi mozgások borzolják a befektetői kedélyeket. A FIFA nem hazudtolja meg önmagát.Olvass minden nap a világ történéseiről egy Concorde-os szemüvegén keresztül: https://www.con.hu/concordeblog/Kövess bennünket minden csatornánkon:https://www.linkedin.com/company/concordecsoport/https://www.instagram.com/concordecsoport/https://www.facebook.com/concorde/https://www.youtube.com/@concorde_csoportBármi, ami a műsorban elhangzik az az abban résztvevők magánvéleményét tükrözi. A műsor szórakoztató jelleggel készült, annak tartalma nem minősül befektetési tanácsadásnak és befektetési döntések alapjául sem kíván szolgálni. A Concorde munkatársai a műsorban elhangzó értékpapírokban és befektetési eszközökben pozíciókkal rendelkezhetnek. A műsorban elhangzott adatok, előrejelzések és információk pontosságával és teljességével kapcsolatban a Concorde, illetve a műsor készítői felelősséget nem vállalnak. A Concorde Podcast a Concorde Értékpapír Zrt. szellemi tulajdona.
Sem saber acessar serviços essenciais na internet, pessoas na terceira idade correm risco também de ficar fora do mercado de trabalho; aprendizagem entre gerações pode ajudar a diminuir a divisão digital.
O rei do stand-up ácido está de volta para botar fogo no parquinho! O humorista Leo Lins invade o Pânico desta terça-feira (28) para lançar o seu novo "Livro do Humor Negro" e comentar os bastidores da vitória na Justiça contra a censura. Sem medo do cancelamento, ele analisa o cenário do humor, a reação de outros artistas e o limite do palco. Assista à íntegra desse papo necessário para a liberdade!
Dr. Lorenzo Tomé encerra a série dos pilares do negócio médico com o tema que sustenta todos os outros: a margem. O episódio parte de um retrato incômodo do presente, o que ele chama de modo sobrevivência, o nome que dá à ausência de margem, e mostra como a famosa correria deixou de ser um detalhe da rotina para se tornar uma ameaça à entrega de valor e à sustentabilidade da carreira médica. Ancorado no livro Margem, de Richard Swenson, Lorenzo apresenta uma definição simples e poderosa: margem é a sua capacidade menos a demanda. Quando você opera no limite, capacidade e demanda se igualam e não sobra nada. Quando ultrapassa esse limite, entra no terreno do estresse crônico e do burnout. Ele traduz isso com imagens concretas, do engenheiro que dimensiona uma ponte para muito além do peso previsto ao avião que não decola com o combustível exato, e explica por que médicos e donos de negócio, duas condições que se somam na mesma pessoa, estão entre os mais expostos a essa falta de margem. O núcleo do episódio são as quatro margens: a emocional, que protege do burnout e se cultiva com descanso, contemplação e conexões; a de agenda, o espaço para o imprevisto e para pensar estrategicamente; a física, o autocuidado que o paciente enxerga; e a financeira, sobrar mais no fim do mês do que se gastou. Lorenzo também enfrenta um ponto desconfortável: para o sistema, é conveniente que o médico continue no modo sobrevivência, porque quem está esgotado é mais fácil de conduzir. Por isso, criar margem é uma decisão que só o próprio médico pode tomar. O episódio fecha com três movimentos honestos para a semana e um convite à reflexão: você está disposto a olhar para o seu negócio com a mesma seriedade com que olha para o seu paciente? Sem atalhos, sem promessas de faturamento rápido, o caminho apresentado é o mais árduo, mas é o único sustentável e o único que combina com a profissão médica. O background do Dr. Lorenzo Tomé Lorenzo Tomé é médico, fundador e CEO da SD Escola de Negócios Médicos — escola especializada em estruturação de modelos de negócio para médicos com ética, método e previsibilidade. Com mais de 500 médicos capacitados, desenvolveu uma metodologia própria baseada em receita recorrente por acompanhamento longitudinal, que combina gestão, marketing, vendas, finanças e tecnologia aplicados à prática clínica. Atua como mentor direto de médicos em diferentes especialidades, ajudando-os a construir negócios sustentáveis, escaláveis e alinhados com o propósito de cuidar. Aplique para a sessão estratégica! Entre na Comunidade SD no WhatsApp e tenha conteúdo gratuito todos os dias sobre negócios médicos. Assista esse episódio também em vídeo no Youtube no nosso canal Saúde Digital Podcast! Acesse os episódios anteriores! SD368 - Produtividade sem burnout: estruturando a agenda do médico com margem SD367 - Usando a tecnologia para escalar seu atendimento sem virar uma commodity SD366 - Como precificar sua consulta por método, e não por comparação ou por medo Música: Declan DP & KODOMOi - Jellyfish Music © Copyright Declan DP 2018 - Present. https://license.declandp.info | License ID: DDP1590665
Leitura Bíblica Do Dia: SALMO 30 Plano De Leitura Anual: SALMOS 46–48; ATOS 28 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Susana estava chorando na parte externa da unidade de terapia intensiva do hospital. Um medo paralisante tomou conta dela. Os pequenos pulmões de seu bebê de dois meses estavam cheios de líquido e os médicos tentavam salvá-lo, sem darem garantias. Naquele momento, ela “sentiu o toque doce e gentil do Espírito Santo, um lembrete para adorar a Deus”. Sem forças para cantar, ouviu canções de louvor nos três dias que esteve no hospital. Ao louvar ao Senhor, ela encontrou esperança e paz. Hoje, Susana diz que aprendeu que “a adoração não muda quem Deus é, mas transforma quem o louva”. Em circunstâncias desesperadoras, Davi clamou a Deus em oração e louvor (SALMO 30:8). Um comentarista observa que o salmista orou “pela graça expressa em louvor e transformação”. Deus transformou o “pranto em dança”, e Davi declarou que louvaria a Deus “para sempre” na alegria ou tristeza (vv.11-12). Embora possa ser difícil louvar a Deus em momentos difíceis, isso pode gerar transformação: do desespero à esperança, do medo à fé. E Deus pode usar o nosso exemplo para encorajar e transformar os outros (vv.4-5). Pela graça divina, o bebê dessa mãe se recuperou. Embora nem todos os desafios terminem como esperamos, Deus pode nos transformar e nos revestir de alegria (v.11) à medida que o adoramos, mesmo na dor. Por: TOM FELTEN
Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral: Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio. Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso… Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo. No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração. Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo. Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor. Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período. Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas. Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais. Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade. Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto neoliberal tem como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política. Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU. Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU. Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar. Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas: Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista. Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos: Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional. Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando: Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo. Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado. A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação: Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano. Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”. Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet. Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021. Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China. Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas. Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai. Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis. Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos. Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube. Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!
O KANSHOW ESTÁ AQUI! E a décima temporada é um grande marco, trazendo JoJo's Bizarre Adventure - Diamond is Unbreakable!Sem esperanças para ganhar o coração de Koichi, Yukako se vê mudando de rosto para atrair o amor perfeito, graças a clínica mais bizarra de Morioh.A capa da temporada foi feita por AnaluNossa convidada é Nath Misaki
Tem gente que não tá nem aí sobre decorar suas casas - ou mesmo sobre "enfeitar" seus corpos com roupas. Outras pessoas não só adoram como investem tempo e dinheiro nessas coisas. Por que isso acontece? A ciência pode explicar? Confira o papo entre o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. >> OUÇA (53min 46s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * APOIO: INSIDER Tem uma coisa que eu aprendi viajando que ninguém te ensina: a roupa errada custa mais que peso na mala. É isso mesmo que você ouviu: tem peças que nem adianta você levar na viagem, porque não vai sair da mala. Por isso, eu criei uma regra para mim mesmo é: só levar na viagem se não pega cheiro ruim, se não precisa passar e se aguenta firme na durabilidade. E sabe quem é que cumpre tudo isso? 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INSIDER: inteligência em cada escolha. #InsiderStore * REFERÊNCIAS Eavesdropping on Happiness: Well-being is Related to Having Less Small Talk and More Substantive Conversations https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC2861779/ The Literary Animal: Evolution and the Nature of Narrative https://books.google.com.br/books?hl=en&lr=&id=LSkCL0r_DLoC&oi=fnd&pg=PA147&dq=Why+we+embellish+things&ots=pX7gxJyuvk&sig=CM166Uj1m4WLee1pBtLM3wulwmM&redir_esc=y#v=onepage&q&f=false The Aesthetic Animal https://books.google.com.br/books?hl=en&lr=&id=qB5pDwAAQBAJ&oi=fnd&pg=PP1&dq=Why+we+embellish+things&ots=K9z3vncA9K&sig=FrtPoFzO2uMp4mOGcH9Ma0npj4g&redir_esc=y#v=onepage&q=Why%20we%20embellish%20things&f=false The Decoration of Houses https://books.google.com.br/books?hl=en&lr=&id=RFMrEQAAQBAJ&oi=fnd&pg=PP6&dq=decorate+houses+and+personality&ots=9M1eU2CkHt&sig=ev2uLzSDHUFs6WFAilWjt_49K2I&redir_esc=y#v=onepage&q&f=false Social Resources and Disordered Living Conditions: Evidence from a National Sample of Community-Residing Older Adults https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC4507516/ You are what you can access: Sharing and collaborative consumption online https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0148296313003366 When We Don't Own the Things We Use, Will We Still Love Them? https://www.proquest.com/openview/7678ea26d1a547ee826d8c593236a33e/1?pq-origsite=gscholar&cbl=26142 THINGING BEAUTY ANTHROPOLOGICAL REFLECTIONS ON THE MAKING OF BEAUTY AND THE BEAUTY OF MAKING https://ora.ox.ac.uk/objects/uuid:f7cbc10e-b91c-4887-a575-4303c6a5154b/files/s9c67wn26z Creating Illusions of Past Encounter Through Brief Exposure https://journals.sagepub.com/doi/10.1111/j.1467-9280.2009.02337.x SOCIAL ATTRIBUTIONS BASED ON DOMESTIC INTERIORS https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0272494400901816 Temporal Aspects of Homes https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-1-4899-2266-3_1 Home decoration and the expression of identity https://open.library.ubc.ca/soa/cIRcle/collections/ubctheses/831/items/1.0094861 The People, Place, and Space Reader https://books.google.com.br/books?hl=en&lr=&id=b9WWAwAAQBAJ&oi=fnd&pg=PA168&dq=decorate+houses+and+personality&ots=KX2uuHqoy6&sig=Fcjvhq6Yj_a3ZTN90FicMqVpu9Y&redir_esc=y#v=onepage&q&f=false Home decoration and the expression of identity https://open.library.ubc.ca/soa/cIRcle/collections/ubctheses/831/items/1.0094861 Geographies of Comfort https://api.taylorfrancis.com/content/books/mono/download?identifierName=doi&identifierValue=10.4324/9781315557762&type=googlepdf “Your house looks like that show…”: exploring consumers' perceptions towards media-inspired home décor https://www.frontiersin.org/journals/computer-science/articles/10.3389/fcomp.2025.1610053/full The Meaning of Things: Domestic Symbols and the Self https://books.google.com.br/books?hl=en&lr=&id=8bcLAQAAQBAJ&oi=fnd&pg=PR9&dq=Why+we+embellish+things&ots=AQ-e20wsGR&sig=MXuGs9qK7gixsod09Qwi_vFH2cg&redir_esc=y#v=onepage&q&f=false Neuroaesthetics https://www.cell.com/article/S1364-6613(14)00075-8/abstract Neuroaesthetics: The Cognitive Neuroscience of Aesthetic Experience https://journals.sagepub.com/doi/abs/10.1177/1745691615621274 Joining Forces: Neuroaesthetics, Contemporary Visual art and Archaeological Interpretation of the Past https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-1-4614-8990-0_4 EVOLUTIONARY AESTHETICS AND SEXUAL SELECTION IN THE EVOLUTION OF ROCK ART AESTHETICS https://rockartresearch.com/index.php/rock/article/view/88 The sweet spot of seeing: A categorization-based account of visual aesthetic pleasure https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2352250X26000898 Evaluation of the Residential Facades in Tehran from the Neuro-Aesthetics Approach https://www.sid.ir/paper/1003449/en Perception of personal identity at home https://www.redalyc.org/pdf/727/72715515051.pdf Thinging beauty: anthropological reflections on the making of beauty and the beauty of making https://ora.ox.ac.uk/objects/uuid:f7cbc10e-b91c-4887-a575-4303c6a5154b The Pragmatic Dimension of Knowledge https://www.jstor.org/stable/4319495 Como a arquitetura pode ser agente de transformação? 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O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Turn your operations AI Native: https://www.8figureagency.co/get-aiagency-opsGet the free playbook how to build a claude code SEO Machine:https://t.co/NgZUewr4iiJordan Ross (8 Figure Agency) delivers a short, urgent solo episode for established agency owners. Two true stories from this week — a 16-year agency veteran stuck in "agency prison," and a retired SaaS founder who taught himself agentic SEO in 8 weeks — reveal how the barrier to entry for agency services is collapsing from skill to time. If you're doing $3M or less, have been in business 5+ years, and have 8+ employees, this one's for you.Key TakeawaysThe incumbent's trap ("agency prison"): A prospect 16 years into her agency, doing ~$1M with thin margins, loathes the business she built. She manages the biggest accounts herself, her team is slow to adopt AI, and she has neither the time nor the discretionary profit to fix it.The new entrant's playbook: A twice-exited SaaS founder picked up Claude with zero SEO experience and, in 8 weeks, learned SEO and GEO (ranking on Google, ChatGPT, Claude, and Reddit), then built a mostly-agentic SEM agency around it — blogs, backlinks, on-page/off-page, subreddits, all systematized.The math that should scare you: With that system, one person can run 20–30 client accounts with one or two calls a month. Hire one more person and they can dominate an entire funnel — and if they pick your niche, they're taking your TAM.The playing field has shifted: The barrier to entering the agency space used to be skill. Now it's time — a few hundred hours of learning plus an AI stack. Expect these entrants to look like 20-somethings with time to burn, not exited founders.What's left as the moat: When the service itself commoditizes, the differentiators are strategy, the person, and above all the brand.
In this Marketing Over Coffee: Learn about Forward Deployed Engineers, Headless Salesforce, AI in the Loop, and more!! Direct Link to File Garry is CEO of Red Argyle, Tom is the founder and Garry was the First Follower Starting from a degree in sculpture to an inaugural class of Salesforce MVPs and now in the […] The post Talking About AI in the Loop with Garry Polmateer of Red Argyle! appeared first on Marketing Over Coffee Marketing Podcast.
O pianista mais polêmico do Brasil voltou para casa! Lord Vinheteiro invade o Pânico nesta sexta-feira (24) para contar os bastidores de seu novo quadro no SBT e abre o jogo sobre o susto de perder uma fortuna em Bitcoins. Sem papas na língua, o músico massacra o funk atual, analisa a cena política e rebate quem o chama de elitista. Assista à íntegra desse papo afiado antes que o vídeo caia!
Muzikant Sem Jansen stond jarenlang op het podium als Britt, maar uiteindelijk besloot hij verder te gaan als Sem. Een keuze die niet alleen betekende dat hij zichzelf opnieuw moest leren kennen, maar ook dat hij misschien iets heel dierbaars zou verliezen: zijn stem. Want hoe ga je verder als muzikant wanneer juist datgene waarmee je je verhaal vertelt ineens onzeker wordt?
'A estrada' es el título del disco póstumo de Lô Borges, uno de los componentes del seminal 'Clube da esquina', y contiene canciones escritas con su hermano mayor Márcio como 'Sem saída', 'Marcha lenta' o 'Última parada'. La cantante Elsa Johanna Mohr y el guitarrista Flávio Nunes han publicado su segundo disco, 'Em julho', con una antigua canción de Lô y Márcio, 'Tudo que você podia ser', además de 'Água de coco' de los hermanos Valle, 'Joãzinho boa pinta' de los sambistas Haroldo Barbosa y Geraldo Jaques, 'Nem um dia' de Djavan o 'Madalena' de Ivan Lins. 'Madalena' se incluye también en el disco de New York Voices, grabado en el Barclay Theater de Irvine el 9 de julio de 2022, junto a otras canciones brasileñas como 'Retrato em branco e preto' de Jobim y Chico Buarque, 'The gentle rain' de Luiz Bonfá o 'Aqui oh!' de Toninho Horta. Para la despedida, Pat Metheny tocando 'Our old street'. Escuchar audio
Cruzeiro volta aos gramados depois da pausa da Copa do Mundo com vitória, dando um salto na tabela do Brasileiro. Mas o destaque ficou para lesão de Gabriel Pec. Sem ele, a Raposa tem que contratar? Dá pra sonhar com título? Com Danny Paiva, Cabral Neto e Fernanda Hermsdorff. Dá o play!
Existe um experimento de 1968 que provoualgo perturbador: só de acreditar que uma criança era "especial",professores mudaram o próprio comportamento sem perceber — e essa criançarealmente melhorou. Sem nenhuma mudança real de talento. Só a crença.Neste episódio, você vai entender o EfeitoRosenthal (ou efeito Pygmalion) e por que ele não fica só na sala de aula: eleexplica por que dormir mal "na cabeça" prejudica seu desempenho tantoquanto dormir mal de verdade, por que o mesmo esforço físico pode emagrecer umapessoa e não emagrecer outra dependendo da crença sobre esse esforço, e por quea barreira dos quatro minutos na milha nunca foi física — era mental.Você vai conhecer a história de Renata (nomefictício, caso real), que passou a vida inteira acreditando que era "adesorganizada da família" até descobrir que aquilo nunca foi um traço fixo— era só uma frase repetida. E vai sair daqui com um exercício prático de 7dias para reescrever o rótulo que mais te sabota hoje.Um episódio sobre profecia autorrealizável,mentalidade de crescimento e o poder (e o perigo) da expectativa — sua e dosoutros — sobre quem você se torna.
A matemática do reino - Sem. Saint Clair Guedes by Igreja Missionária Evangélica Maranata da Tijuca Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Como a ideia de perfeição evoluiu até os dias de hoje? Por que pesquisadores acreditam que vivemos uma epidemia de perfeccionismo? Como as redes sociais entram nessa equação? E quais as relações entre perfeccionismo e transtornos mentais como ansiedade e depressão?Mergulhe mais fundoA armadilha da perfeição: O poder de ser bom o suficiente em um mundo que sempre quer mais (link para compra)Ninguém é perfeito (link para compra)Episódios relacionados99: A entropia das horas110: Você é livre para ser livre?114: Por que você continua nas redes?Entrevistados do episódioMarcela Mansur AlvesPsicóloga, professora e pesquisadora no Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Também é coordenadora do Laboratório de Avaliação e Intervenção na Saúde (Lavis-UFMG).Luis Mauro Sá MartinoJornalista, escritor, cientista social, professor da Faculdade Cásper Líbero, Fapcom e Fecap, e autor dos livros "Sem tempo para nada" (Editora Vozes, 2022) e "Ninguém é perfeito" (Editora BestSeller, 2025).Ficha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Locução adicional: Priscila Pastre.Edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Hoje, 'No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essa e outras notícias: Sem apresentar provas, senador questionou a segurança das urnas eletrônicas a diplomatas, enquanto enfrenta isolamento político e atritos familiares às vésperas da convenção do PL. EUA devem aplicar tarifa adicional de 12,5% sobre produtos brasileiros. E o longa brasileiro ‘Vicentina Pede Desculpas’, de Gabriel Martins, disputará o Festival de Toronto.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O tarifaço americano sobre produtos brasileiros começou a valer. O governo anunciou R$ 18,5 bilhões e meio em crédito para os setores afetados. Estados Unidos e Arábia Saudita assinaram um acordo de cooperação de energia nuclear. Sem negociação à vista na guerra do Irã, o barril do petróleo ultrapassou os US$ 95. O pré-candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, levantou suspeitas sobre as urnas eletrônicas, com informações já desmentidas pela Justiça Eleitoral. Temporais causaram danos em mais de 140 cidades do Rio Grande do Sul. Morreu, no Rio, Luiz Carlos Barreto, produtor, diretor e fotógrafo de cinema.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (21): O governo dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (20) uma tarifa adicional de 50% sobre uma ampla variedade de produtos importados do Canadá. A medida foi apresentada como resposta ao que o governo americano considera um tratamento discriminatório contra produtos dos Estados Unidos, especialmente nos setores de veículos automotores, bebidas alcoólicas e laticínios. O presidente Donald Trump assinou três proclamações que autorizam a aplicação das tarifas com base na Seção 338 da Lei Tarifária de 1930, que permite a imposição de taxas de até 50% sobre importações de países específicos. Reportagem: Paulo Édson Fiore. Durante um evento no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva elogiou a atuação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e destacou a aprovação de projetos no Congresso. O principal destaque do discurso, porém, foram as críticas à gestão de Jair Bolsonaro. Ao exaltar as ações de seu atual mandato, Lula atacou a administração anterior e classificou os ex-ministros do governo passado como “mequetrefes”, afirmando que o Brasil vive agora uma “verdadeira revolução”. Reportagem: Thaís Sprovieri. Uma nova frente de tensão foi aberta no Oriente Médio após rebeldes do Iêmen, aliados do Irã, ameaçarem bloquear uma importante rota marítima usada para o transporte de petróleo. A medida elevou o preço do barril e aumentou as preocupações com o abastecimento global. Um eventual bloqueio obrigaria navios a contornar a África, ampliando o tempo e o custo das viagens. Reportagem: Luca Bassani. A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recorreu nesta segunda-feira (20) da decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu por 90 dias a autorização para que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) visite o pai. Os advogados pedem que Moraes reconsidere a decisão e, caso a proibição seja mantida, querem que o recurso seja analisado pela Primeira Turma do STF. No agravo, a defesa afirma que a suspensão integral das visitas é “desproporcional” à conduta atribuída ao ex-presidente. A decisão de Moraes ocorreu após Flávio Bolsonaro tornar pública uma carta escrita por Jair Bolsonaro, na qual o ex-presidente dava ao filho a condição de porta-voz na disputa eleitoral deste ano. Reportagem: Bruno Pinheiro. Pesquisa Genial/Quaest mostra que 55% dos entrevistados acreditam na reeleição do presidente Lula, enquanto 25% apostam na vitória do senador Flávio Bolsonaro. Em relação ao levantamento de abril, cresceu a percepção de vitória de Lula e diminuiu a expectativa de triunfo de Flávio. A mudança foi observada em diferentes segmentos do eleitorado, incluindo independentes e eleitores de direita não bolsonaristas. As Forças Armadas dos Estados Unidos realizaram o décimo dia consecutivo de ataques contra o Irã, segundo o CENTCOM. A ofensiva teve como alvo centros de comando, instalações militares, lançadores de mísseis e drones, com o objetivo de reduzir a capacidade iraniana de atacar embarcações no Estreito de Ormuz. Os EUA afirmaram que o tráfego comercial na região segue normal. Reportagem: Eliseu Caetano. As negociações comerciais entre Brasil e Estados Unidos seguem travadas, segundo integrantes do governo e representantes do setor privado. Sem uma mesa bilateral ativa, temas como etanol, desmatamento e combate à corrupção não avançaram. Diante do impasse, o governo brasileiro intensificou ações de lobby junto ao setor privado americano para pressionar a administração Trump sobre os impactos das tarifas. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, Estatístico, Mestre e Doutor em Estatística, Coordenador do Núcleo Intedisciplinar de Neurociência Aplicada da Universidade Federal do ABC, João Ricardo Sato. Só vem! >> OUÇA (82min 13s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * João Ricardo Sato é Professor Titular da Universidade Federal do ABC. Por cinco anos, foi coordenador do Núcleo de Cognição e Sistemas Complexos, unidade estratégica vinculada diretamente à reitoria da UFABC que tem como objetivo a realização de atividades em equipes interdisciplinares voltadas para a pesquisa, ensino e extensão na área de neurociências e cognição. Linha de pesquisa atual é interação entre neurociências e ciências exatas, com principal foco no neurodesenvolvimento, bases neurais de transtornos psiquiátricos, conectividade cerebral, inteligência artificial e processamento de sinais neurais. Formou-se no Bacharelado em Estatística pela USP em 2002, tendo concluído três iniciações científicas como bolsista PIBIC/CNPQ na área de séries temporais financeiras, com o intuito de atuar no mercado financeiro. No doutorado que se iniciou em 2004, decidiu focar sua pesquisa no desenvolvimento de novos métodos estatísticos para modelar a conectividade cerebral por meio de sinais de ressonância magnética funcional. Este trabalho interdisciplinar realizou-se sob a orientação de um docente do Departamento de Estatística um docente da Faculdade de Medicina da USP. Em 2006, realizou estágio de pesquisa (doutorado-sanduíche) no Instituto de Psiquiatria do Kings College London, onde integrou técnicas computacionais de aprendizado de máquina à sua linha de pesquisa. Após a conclusão do doutorado em 2007, atuou como consultor estatístico e pesquisador do Hospital das Clínicas de São Paulo. Além disso, também atuou como professor no curso de pós-graduação lato sensu da Universidade Metodista em São Bernardo do Campo. Em janeiro de 2009, foi contratado pela UFABC para o cargo de professor adjunto do Centro de Matemática, Computação e Cognição. Em julho de 2009 tornou-se o coordenador do Núcleo de Cognição e Sistemas Complexos (NCSC). Os docentes associados ao NCSC foram a equipe idealizadora do Bacharelado em Neurociências (pioneiro no Brasil) e do programa de pós-graduação em Neurociências e Cognição da UFABC. Esta equipe também foi responsável por todo o planejamento da infra-estrutura para pesquisa científica em neurociências, hoje disponível no primeiro andar do Bloco Delta no Campus de São Bernardo do Campo. Atualmente é coordenador do Núcleo Intedisciplinar de Neurociência Aplicada da Universidade Federal do ABC. Lattes: http://lattes.cnpq.br/7913813209624175 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
TEMPO DE REFLETIR 01831 – 20 de julho de 2026 II Crônicas 20:12 – Não sabemos o que fazer, mas os nossos olhos se voltam para Ti. Como seres humanos, cremos muitas vezes no pior. No poema Torneira Seca, o poeta José Paulo Paes escreve: “A torneira seca (mas o pior: a falta de sede) / A luz apagada (mas o pior: o gosto do escuro) / A porta fechada (mas o pior: a chave por dentro).” Era uma situação de emergência nacional. Três nações se encaminhavam para atacar Israel. Um senso de pequenez e incapacidade tomou conta do rei e dos líderes da nação. Seus recursos eram insuficientes. Humanamente, não conseguiriam enfrentar os inimigos. O último recurso era orar. E a oração transformou a crise; o desespero em conquista. Sem dúvida, o rei Josafá esperava que Deus indicasse em detalhes todas as estratégias para a guerra: “Faça uma reunião com o alto comando. Convoque de volta os reservistas. Faça a checagem das armas. Disponha o exército em alas e pelotões.” Entretanto, Deus pediu que na vanguarda do exército fosse um coral. O profeta trouxe para o rei a mensagem de Deus: “Não tenham medo nem fiquem desanimados por causa desse exército enorme. Pois a batalha não é de vocês, mas de Deus” (v. 15). A palavra jihad, que depois do atentado de 11 de setembro foi traduzida no mundo ocidental como “guerra santa”, passou a ocupar o noticiário desde então. Do ponto de vista bíblico, “guerra santa” é o conflito em que Deus luta por Seu povo. E a vitória não depende de armas, mas da obediência a Deus. Gostaríamos que as promessas de Deus estivessem sob os ditames de nossos sonhos e expectativas e que, ao darmos o comando certo, saíssem do arsenal do Céu mísseis para varrer do caminho tudo aquilo que estivesse impedindo nossos planos, ou da organização que dirigimos, de serem realizados. Essa imagem de um coral como “pelotão de elite” era incomum e no mínimo engraçada, porque o campo de batalha não é lugar de louvor. O mais surpreendente é que esse pessoal não parecia um exército indo para a batalha, mas voltando de uma. O que eles cantavam? “Deem graças ao Senhor, pois o Seu amor dura para sempre” (2Cr 20:21). “Em qualquer emergência devemos sentir que a batalha é [de Deus]. Seus recursos são ilimitados, e as aparentes impossibilidades farão que a vitória seja ainda maior” (Profetas e Reis, p. 202). Em momentos de crise pessoal e institucional, o Deus que interveio em favor de Seu povo no passado também intervirá hoje. Creia nisso e ore comigo: Pai, muitas vezes não sabemos o que fazer. Mas os nossos olhos se voltam para Ti. Porque a batalha não é nossa, mas é Tua! Por favor, segura na nossa mão! Nos ajude! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Welcome back to Crawlspace. In this new episode, Tim Pilleri & Lance Reenstierna are joined by new friend of the show, the Emmy Award winning documentary filmmaker, Alex Jablonski. Alex returns to Fox Hollow, the scene of the crime where 10,000 human bone fragments were discovered. Check out ABC Studio's Return to Fox Hollow on Hulu: https://www.hulu.com/series/cf13eda2-9742-4e74-be2e-cbb66b5caf15?cmp=11932&utm_source=google&utm_medium=SEM&utm_campaign=CM_SEM_Various+Niche+Originals&utm_term=&gclsrc=aw.ds&gad_source=1&gad_campaignid=6466278418&gbraid=0AAAAADoVW83ulU1tL77UmQVJioWzIX-x0&gclid=CjwKCAjwpefSBhBvEiwAzyEtZ3ieNMFI7vAQuCjBJTxFppBv0id9zrkF1zrLI_ebeGQTBxM3Byc7CRoCq7kQAvD_BwE Check out Alex Jablonski's work: https://www.alexjablonski.com/ Follow Alex: http://instagram.com/_alexjablonski The music for Crawlspace was produced by David Flajnik. Listen to his music here: https://www.pond5.com/artist/bigdsound. Follow Crawlspace: IG: https://www.instagram.com/Crawlspacepodcast. TT: https://www.tiktok.com/@crawlspacepodcast. FB: https://www.facebook.com/Crawlspacepodcast. X: https://twitter.com/crawlspacepod. Spotify: https://open.spotify.com/show/7iSnqnCf27NODdz0pJ1GvJ. Youtube: https://www.youtube.com/crawlspace. Apple: https://podcasts.apple.com/us/podcast/crawlspace-true-crime-mysteries/id1187326340. Follow Missing: IG: https://www.instagram.com/MissingCSM/. TT: https://www.tiktok.com/@missingcsm. FB: https://www.facebook.com/MissingCSM. X: https://twitter.com/MissingCSM. Spotify: https://open.spotify.com/show/0yRXkJrZC85otfT7oXMcri. Youtube: https://www.youtube.com/missingcsm. Apple: https://podcasts.apple.com/us/podcast/missing/id1006974447. Follow Private Investigations For the Missing Please donate if you can: https://investigationsforthemissing.org/. http://piftm.org/donate. https://twitter.com/PIFortheMissing. https://www.facebook.com/PIFortheMissing/. https://www.instagram.com/investigationsforthemissing/. Check out our entire network at http://crawlspace-media.com/. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Sumarið hefur líklega farið í áhorf á heimsmeistaramótið í fótbolta hjá mörgum og því fannst okkur við hæfi að helga þennan þátt íþróttum. Úrslitaleikurinn er á morgun og þá er hægt að stytta sér stundir með því til dæmis að velta því fyrir sér af hverju Kínverjar eru ekki betri í fótbolta en raun ber vitni. Það er áhugavert að fjögur af fimm fjölmennustu ríkjum heims taka ekki þátt í HM, Indland, Indónesía, Pakistan og jú Kína. Þrátt fyrir að hinn annálaði fótboltaáhugamaður og forseti landsins, Xi Jinping, hafi sett ævintýralegar fjárhæðir í að byggja fótboltaskóla, fótboltavelli, að þjálfa upp stjórstjörnur heima við og flytja þær inn sömuleiðis til að spila í ört stækkandi efstu deild kínverska boltans, þá er Kína hvergi nærri háleitum markmiðum sínum. Sem eru að komast á HM karla í fótbolta, halda mótið og vinna það – allt fyrir árið 2050. Eða það eru yfirlýstu markmiðin. Vafalaust vakir sömuleiðis fyrir forsetanum að gera Kína meira gildandi í allri pólitíkinni í kringum fótboltann. Eins og Sádar og Katarar hafa gert með glimrandi árangri. En hvers vegna er þessi fjölmenna þjóð ekki betri í einni vinsælu íþrótt heims. Oddur Þórðarson reynir að svara því. Það hafa fleiri stórmót sett svip sinn á árið, vetrarólympíuleikarnir fóru fram fyrr á árinu og þar gekk á ýmsu. Játningar um framhjáhald, fótbrot og ásakanir um svindl og typpastækkanir er meðal þess sem var í umræðunni. Bjarni Pétur Jónsson fjallar um mál Sydney Milani sem var meinuð þátttaka á leikunum eftir að sterar mældust í henni. Hún þvertekur fyrir að hafa tekið stera og segir efnin hafa mælst í henni vegna kærasta hennar, hann hafi tekið stera og hún hafi annað hvort fengið efnin í sig eftir sopa af drykk sem hann blandaði eða með sæði úr kærastanum.
Foi uma semana cheia de suspense. Sem sabermos se as notas dos exames seriam publicadas ou não. A discutir se o ministro da administração interna mandou construir uma piscina ou um tanque. A perguntarmo-nos se Trump quer mesmo que haja liberdade de circulação no estreito de Ormuz. Tudo isto a coincidir com o debate do estado da nação, onde governo e oposição tornaram evidente que não vivem no mesmo país. E quando se pensava que o prémio do burlesco já não escaparia à “revolta do papel” (com o ministério da educação mobilizado para encontrar as folhas desaparecidas dos exames à antiga destinados à desmaterializarização), eis que surge a história do atrelado da droga que desapareceu do Seixal e viria a ser encontrado em Barcelos. É aqui que entra a interrogação: telenovelas para quê?! See omnystudio.com/listener for privacy information.
Álvaro Mongil y Francis Fernández analizan la actualidad del mundo de los coches: las novedades, las ventas, las noticias... Y además el consultorio. Nos puedes preguntar lo que quieras en marcacoches@radiomarca.com. Todos los sábados, de 8:00 a 9:00 de la mañana en Radio MARCA y en todas las aplicaciones de podcast. En este programa trataremos los siguiente temas: Correos electrónicos Semáforos inteligentes Dacia Striker BYD Shark See omnystudio.com/listener for privacy information.
In this Marketing Over Coffee: Learn about Feature Engineering, Hubspot Gaffes, Pervert Glasses and more!! Direct Link to File Under the yellow glow of Canadian fires Feature Engineering Leica Camera App Context Bombing 9:17 – 11:16 Use Framer to get websites up and running effortlessly and leave the design tool paywall behind. Ready to design, iterate, and […] The post Now with More Bionics and Context Bombing! appeared first on Marketing Over Coffee Marketing Podcast.
Brasileño de São Paulo, residente en la ciudad inglesa de Brighton, el artista no binario Lau Ro acaba de publicar su segundo disco, 'Lau', con canciones como 'Mito do fim', 'Feel', 'O nó', 'Simplesmente' o 'Tecelagem'. Además, la cantante Elsa Johanna Mohr y el guitarrista Flávio Nunes con 'Água de coco', 'Que bandeira', 'Colo de Rio' y 'Tudo que você podia ser' de su nuevo disco 'Em Julho' editado hoy mismo. Y del disco póstumo de Lô Borges, 'A estrada', sus canciones 'Pousada', 'Sem saída' y 'Travessia do deserto'. Despide Pat Metheny con 'So far so good' y 'Don´t look down' de su disco 'Side eye III +'.Escuchar audio
Olá Amigos e Amigas Gamers! Sejam bem-vindos a mais um podcast do Gamer Como a Gente! A Sony anunciou o fim da mídia física no PlayStation a partir de 2028. Sem disco, sem revenda, sem empréstimo pro amigo. Só licença digital e o preço que a Sony decidir cobrar. Discutimos o que essa mudança significa para a indústria, para os concorrentes. para o PC que já virou isso faz tempo, e principalmente para o consumidor brasileiro, que ainda depende do disco usado, da internet que trava e do bolso que não estica. Apertem logo o play e vamos lá! Para os ouvintes que querem maratonar o GCG: o nosso feed tem um limite de 500 episódios por vez, então quando a gente sobe 1 hoje outro do passado fica de fora e já passamos dos 500 faz tempo. Então fica aqui a dica da playlist do GCG que vocês tem acesso a todos os episódios sem exceção e organizados por tipo: https://gamercomoagente.com/podcasts/ Dúvidas, sugestões, xingamentos, desafios ao mestre platinador é só chamar a gente no email: gamercomoagente@gmail.com Podem também deixar seus comentários nas postagens e não se esqueçam de acessar o nosso Instagram e Blue Sky. Arte da vitrine: Rodrigo Estevão Edição: Rodrigo Estevão
Quanto do que acontece com seus clientes fica só na memória? Na representação comercial, a rotina é cheia: visitas, pedidos, negociações em aberto, produtos parados e clientes esperando retorno. Sem registro, boa parte dessa informação se perde antes de virar venda. No Mercoscast 182, Laís Mezzari conversa com Afonso Tonelli e Douglas Venturin sobre como organizar a carteira, registrar o que acontece em cada visita, usar histórico de compra antes de chegar no cliente e transformar dados em estratégias de negociação. Você vai entender também qual é o papel da IA na rotina comercial, como usar os dados da carteira para conquistar novas representadas e o que as empresas ainda erram quando o assunto é time de vendas.
A dor existe, mas não é o fim - Sem. Juliana Brito by Igreja Missionária Evangélica Maranata da Tijuca Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Nosso cérebro toma decisões antes mesmo de termos consciência delas? Se sim, seriam nossas decisões deterministas e o livre-arbítrio uma ilusão? O que a ciência tem a dizer sobre isso? Parte 2 de 2. Confira o papo entre o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. >> OUÇA (54min 23s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * APOIO: INSIDER Tem uma coisa que eu aprendi viajando que ninguém te ensina: a roupa errada custa mais que peso na mala. É isso mesmo que você ouviu: tem peças que nem adianta você levar na viagem, porque não vai sair da mala. Por isso, eu criei uma regra para mim mesmo é: só levar na viagem se não pega cheiro ruim, se não precisa passar e se aguenta firme na durabilidade. E sabe quem é que cumpre tudo isso? Claro, as peças da INSIDER. É qualidade garantida e tecnologia que te deixa confortável e seguro. Já é julho e você não experimentou INSIDER? Então use o endereço a seguir pra ter o cupom NARUHODO já aplicado ao seu carrinho de compras: >>> creators.insiderstore.com.br/NARUHODO Ou clique no link que está na descrição deste episódio. INSIDER: inteligência em cada escolha. #InsiderStore * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Sem panela de inox, sem caldeira, sem controle de temperatura. Só uma tina de madeira, uma fogueira e pedras incandescentes carregadas com pinças até dentro do mosto. Esse é o sistema de produção por trás da Carinthian Steinbier, cerveja que sobreviveu na Áustria até o início do século 20.Neste episódio da série Caçador de Estilos Perdidos, Henrique Boaventura reconstrói a lógica técnica da Steinbier: como o calor viajava do fogo para a pedra e da pedra para o mosto, por que o zimbro funcionava como filtro e não só como aromático, e como a fermentação rápida e a baixa estabilidade definiam uma cerveja feita para ser bebida jovem.O que você vai aprender:— Por que aquecer mosto em tina de madeira exigia pedras em vez de fogo direto— Como o defumado e o caramelizado nasciam do processo, não de ingredientes específicos— O papel do zimbro como equipamento de filtragem, não só de aroma— Por que a fermentação de 7 a 10 horas resultava em uma cerveja instável e de consumo rápido— Uma receita moderna e segura para recriar o estilo em casa, sem lidar com pedras incandescentes
Neste episódio, fizemos um giro sem pauta pelos principais assuntos da semana, entre eles, o gesto tido como “obsceno” feito por Lula durante uma fala em evento oficial, mais pataquadas de Tariflávio e o assunto mais importante deste ano: Eleições presidenciais. APOIE financeiramente a continuidade do MIDCast: - Apoia.se : https://apoia.se/midcast - Chave PIX : podcastmid@gmail.com # COMPRE produtos na lojinha do MIDCast: colab55.com/@midcast # CANAL do MIDCast Política no WhatsApp: bit.ly/midcast-zap # GRUPO dos ouvintes no Telegram: bit.ly/midcastgrupo # LISTA de paródias do MIDCast: bit.ly/parodiasmidcast PARTICIPANTES: ------------------ Anna Raissa - https://bsky.app/profile/annarraissa.bsky.social Rodrigo Hipólito - https://bsky.app/profile/rodrigohipolito.bsky.social Thais Kisuki - https://bsky.app/profile/thaiskisuki.bsky.social COMENTADO NO EPISÓDIO ------------------ Senado aprova proposta que cria 'PIX Pensão Alimentícia' Lula faz gesto obsceno durante evento oficial do governo Grupo de mulheres de direita ameaça acionar justiça dos EUA Trump admite que pediu para Fifa revisar cartão vermelho Justiça determina a penhora de pagamentos da CazéTV a Romário Em audiência nos EUA, Flávio Bolsonaro diz que este momento é o 'pior possível' Governo acusa Flávio Bolsonaro de legitimar argumentos dos EUA contra Brasil em audiência Deputada Erika Hilton aciona Senacon contra a Sony após anúncio do fim dos jogos físicos no PlayStation Dark Horse: Filme sobre Jair Bolsonaro dá primeiro passo para ser lançado nos cinemas Sem regulamentação, mercados preditivos crescem no Brasil e viram desafio para o governo Prefeitura sanciona lei permitindo que empresas deem nomes a espaços públicos de João Pessoa Quaquá muda de ideia e declara apoio à Benedita para o Senado: ‘não é hora de pensar com o fígado' Quaquá é aprovado pelo diretório do PT, por unanimidade, e vai coordenar a campanha de Lula no Rio Unha e Carne: ex-prefeito de Belford Roxo e ex-secretário da Polícia Civil são alvo da PF Márcio Canella é preso após PF achar fuzil no carro do pré-candidato ao Senado, apontado como braço político de quadrilha Bolsonaro é alvo de operação da PF por ordem de Moraes para verificar se há armas e munições em casa PF apreende espingarda registrada em nome de Bolsonaro que estava no Rio Grande do Sul Bolsonaro desestabilizou economia e foi insensível na pandemia, diz Caiado em podcast Meio/Ideia: disputa entre Lula e Flávio se cristaliza às vésperas das convenções
Desde pequena, Sabrina carregava a sensação de não pertencer a lugar algum. Na escola, era a criança que ficava sem recreio porque não conseguia acompanhar a aula, sofria bullying e acabou encontrando abrigo justamente entre os “desasjusados”. Sem entender o que acontecia dentro de si, cresceu tentando anestesiar uma dor. Aos 13 anos, encontrou no álcool uma fuga, que só a fez afundar. Na vida adulta, suas crises emocionais passaram a afetar o trabalho, os relacionamentos e a própria vontade de continuar vivendo.Durante muito tempo, todos enxergavam apenas uma mulher emocionalmente descontrolada. Até que vieram os laudos. Autismo, TDAH, ansiedade, depressão e síndrome de Tourette. O diagnóstico trouxe respostas, mas também o peso de aceitar que aquela diferença tinha alguns nomes.Nessa época, o Glück já fazia parte da sua vida. Ele chegou filhote e, logo nos primeiros meses, Sabrina descobriu que ele era surdo. Em vez de desistir, aprendeu uma nova forma de se comunicar com seu cãozinho. Adaptou comandos, treinou cada gesto e construiu uma linguagem com ele..Anos depois, aquele cachorro que já era companhia se tornou seu cão de assistência, que auxilia a Sabrina em momentos de crise.Hoje, antes mesmo que Sabrina perceba uma crise chegando, o Glück percebe. Ele encosta a cabeça na sua perna, cutuca suas mãos e tenta chamar sua atenção. Quando ela começa a se machucar, batendo a cabeça ou arranhando o próprio rosto, ele salta sobre seu corpo e faz o que os especialistas chamam de terapia de pressão. O peso do seu corpo interrompe o caos. Sabrina respira, acaricia seu pelo e, aos poucos, volta para a realidade.Ela costuma dizer que existe uma diferença enorme entre sair sozinha e sair ao lado dele. Antes, uma crise no meio da rua podia fazê-la ficar totalmente perdida. Hoje, ela sabe que não está sozinha.Porque, às vezes, o que salva uma vida não é apenas encontrar um diagnóstico, mas um ser vivo que, mesmo sem ouvir uma única palavra, aprende exatamente como cuidar de você.
Proving the Advantage that Marketing Creates In this Marketing Over Coffee: Talking with PWC’s Ian Kahn and Samrat Sharma at Salesforce Connections! Direct Link to File Samrat Sharma (Strategy, PwC) and Ian Kahn (Principal, Customer & Commercial Excellence Platform Leader, PwC) at Connections Samrat has over 20 years as a strategist – now working at […] The post Proving the Advantage that Marketing Creates appeared first on Marketing Over Coffee Marketing Podcast.
Um episódio num oferecimento da Belo, a carteira digital feita pra viajar pela América Latina.Baixe o app Belo e viaje pela américa latina com quem entende de latinidade!Dizem que, na Patagônia, é o vento quem dita as regras.Mas nenhuma foto prepara você para a força dos glaciares, o silêncio das montanhas e a sensação de estar no fim do mundo. Algumas viagens mudam o lugar onde você está. Outras mudam a forma como você enxerga o caminho.Neste episódio, embarque em uma jornada pela Patagônia argentina e chilena. Sem roteiro engessado, apenas histórias, descobertas e paisagens que desafiam qualquer descrição.Coloque os fones, aperte o play e deixe o vento mostrar o resto.Host: Cainã ItoBancada: Eduardo Bitencourt, Laura Sette,Guilherme Verdiani, Kami Queiroz ➡️ Assine o podcast, e faça parte da comunidade!Seguro viagem Assist 365 com desconto! Ou use o cupom:VSP
Um relacionamento de apenas 3 meses virou um pesadelo: cárcere privado, agressões e uma tentativa brutal de controle: ele obrigou a vítima Mariana Velhos a tatuar o nome dele 10 vezes pelo corpo. Sem celular, sem saída e sob ameaça constante, ela viveu meses de terror até conseguir fugir. Como ninguém percebeu antes?#crimesreais #investigacaocriminal #casosreaisAssista também: https://www.youtube.com/playlist?list=PLM8urkUnySVAN4HeD8Xh_QQV1QyDpBzJeSe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
Jovem Nerd Esporte Clube no ar. Sem clima pra bolar uma descrição. Você já sabe o que aconteceu ontem e é isso. Agora vamos só reclamar. ATENÇÃO: ASSISTA/OUÇA OS EPISÓDIOS DIÁRIOS NO FEED PRÓPRIO DO JNEC! Hasbro Conheça MONOPOLY Panini Prizm FIFA: https://nerdbunker.short.gy/jnec_hasbro8 Netshoes Garanta seu manto na Netshoes: https://jovemnerd.short.gy/jnec_netshoes Inscreva-se no JNEC no YouTube: https://www.youtube.com/@jnesporteclube Ouça também no Spotify e agregadores de podcast: https://open.spotify.com/show/2lFibvS3lasyNBqkYixJy6 Mande suas histórias, críticas, elogios e sugestões para: servicos@jovemnerd.com.br Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora, Biomédica, Mestra e Doutora em Psicobiologia, com pós-doutorado no NIH dos EUA, Karina Possa Abrahão. Só vem! >> OUÇA (95min 03s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Karina Possa Abrahão é formada em Biomedicina pela Universidade Federal de São Paulo (2005), possui mestrado (2008) e doutorado (2012) em Psicobiologia também UNIFESP. Entre 2010 e 2011, fez um doutorado sanduíche na Wake Forest University, EUA. Fez seu primeiro pós-doutoramento no Departamento de Farmacologia da USP e depois passou mais 5 anos como Pós-doutora no NIH (2013-2018), EUA. Essa formação propiciou uma vasta experiência no estudo de comportamentos impulsivos, formação de hábito e tomada de decisão, além do uso de animais transgênicos e técnicas de eletrofisiologia e fotometria para a compreenssão da função dos Núcleos da Base e dos efeitos neurobiológicos do álcool. Tem vasta experiência da área de Psicobiologia e Neurofisiologia. Atualmente é Professora Adjunta do Departamento de Fisiologia da UNIFESP e orienta pelo programa de pós-graduação em Psicobiologia da mesma instituição. Tem interesse na área de neurobiologia da tomada de decisão, sobretudo as escolhas arriscadas, e como o álcool pode afetar esses comportamentos. Utiliza técnicas de farmacologia, imunofluorescência, eletrofisiologia celular, optogenética, quimiogenética, fotometria e comportamento para desvendar a cascata de eventos neurais associadas às escolhas arriscadas. Sempre buscou integrar o desenvolvimento científico à comunicação científica, tendo fundado diferentes canais de divulgação como o Prisma Científico, o Eureka Brasil e, mais atualmente, o NeuroAthens. Site do laboratório: abrahaolab.com Bem recentemente, começou um trabalho dentro da FAPESP (FUndação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo), como assessora científica interna. Lattes: http://lattes.cnpq.br/1245502652994136 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Estamos #NOAR! Sem poder de reação, Ceará perde para o Goiás fora de casa e segue em queda livre na Série B. Vem acompanhar!
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