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Convidados: Álvaro Pereira Jr, repórter especial da TV Globo; e Leandro Piquet Carneiro, doutor em Ciência Política, professor do Instituto de Relações Internacionais e Coordenador da Escola de Segurança Multidimensional da USP. Um país pequeno, de território menor que o estado do Sergipe e com 6 milhões de habitantes, virou protagonista no discurso da direita na América Latina – e seu presidente ganhou status de herói neste campo político. Isso porque El Salvador, que em 2015 foi considerado o país mais perigoso do mundo, reduziu drasticamente seus índices de violência: a taxa de homicídio caiu mais de 90% desde 2019. Naquele ano eleito presidente Nayib Bukele, um jovem com forte apelo nas redes sociais, que assumiu com forte discurso de combate à criminalidade. No poder, ele virou a mesa: mudou a Constituição para permitir a reeleição, perseguiu opositores, colocou amigos na Suprema Corte e ignorou as garantias legais aos direitos humanos. Neste episódio, Natuza Nery entrevista dois convidados. Ela conversa com o repórter especial da TV Globo Álvaro Pereira Jr., que foi a El Salvador em 2024, onde produziu uma reportagem sobre o país – trabalho que foi indicado ao prêmio Emmy Internacional. Natuza entrevistou também o cientista político Leandro Piquet Carneiro, especialista em segurança pública na América Latina. Participa deste episódio também o professor da Universidade Federal Fluminense Thiago Rodrigues.
Se eu só tivesse 30 dias para eliminar gordura visceral do meu corpo, a gordura que é de longe a mais perigosa a saúde, eu botaria em prática rapidamente estas 3 coisas que eu vou mostrar para você hoje, então, vem comigo e deixa eu te mostrar…
Devocional da Manhã do dia 22/06/2026 | PASSOA PASSO COM DEUSGênesis5:24 (NVT):“Enoque andou fielmente com Deus…”A caminhadacom Deus não acontece apenas em momentos extraordinários. Ela aconteceprincipalmente no cotidiano da vida.Nospequenos passos. Nas decisões simples. Na constância de continuar caminhandomesmo quando nem tudo faz sentido.Muitaspessoas vivem ansiosas porque querem resolver toda a vida de uma vez. Queremrespostas completas, mudanças imediatas e garantias absolutas sobre o futuro.Mas Deusfrequentemente trabalha de maneira diferente. Ele conduz processos passo apasso.Enoque nãoficou conhecido por grandes discursos ou acontecimentos espetaculares. A Bíbliadestaca algo aparentemente simples, mas extremamente profundo: ele andou comDeus.Isso revelarelacionamento contínuo. Constância. Proximidade diária.A vidaespiritual não é construída apenas em eventos emocionantes. Ela é construída nafidelidade diária, muitas vezes silenciosa, de continuar próximo de Deus.Talvez hojevocê esteja tentando enxergar o final do caminho enquanto Deus está mostrandoapenas o próximo passo.E isso podegerar ansiedade. Porque gostamos de controle, previsibilidade e segurançacompleta. Mas a fé aprende a caminhar mesmo sem enxergar tudo.Deusraramente revela toda a estrada de uma vez. Ele normalmente ilumina osuficiente para o próximo passo.E issoexige confiança.Muitaspessoas perdem a paz tentando viver amanhã antes da hora. Mas Deus continuaensinando você a caminhar um dia de cada vez.Hoje, nãotente carregar toda a jornada de uma vez. Apenas continue caminhando com Deus.Passo a passo.
Workshop de Prospecção com IA - 27/06 - Não Perca! Clique e se inscreva: https://supervendedores.com.br/workshop-prospeccao-com-ia-podcast/ Você está usando IA para vender mais... ou para afastar clientes?Neste episódio do Papo de Vendedor, Leandro Munhoz e Daniel Mestre revelam os erros que estão fazendo muitos vendedores perderem oportunidades mesmo usando Inteligência Artificial.Você vai descobrir:• Por que mensagens geradas por IA estão sendo ignoradas.• O erro que transforma automação em spam.• Como usar IA para gerar conversas reais e não apenas volume.• O que os melhores vendedores estão fazendo diferente.• Como preparar reuniões e follow-ups em minutos usando IA.A verdade é simples: a IA não substitui relacionamento, contexto e julgamento comercial.Se você vende para empresas, prospecta clientes ou quer aumentar resultados sem parecer um robô, este episódio é obrigatório.
A Prefeitura de Orleans recebeu oficialmente as chaves do antigo prédio do INSS, que será utilizado como nova sede da Secretaria Municipal de Saúde. A cessão do imóvel, consolidada na última semana, representa uma antiga demanda da administração municipal e deve ampliar a estrutura de atendimento à população. Em entrevista à Rádio Cruz de Malta FM, o secretário de Saúde de Orleans, Paulo Conti, destacou que a mudança deve trazer melhorias tanto para os profissionais quanto para os usuários do sistema público de saúde. “Isso significa melhores condições de trabalho para todos os nossos colaboradores aqui da Secretaria da Saúde e também melhores condições de atendimento, mais conforto e mais segurança. Lá vai gerar um melhor atendimento, melhores condições de atendimento e até mais conforto ao nosso usuário”, afirmou. O novo espaço está localizado ao lado da Unidade de Saúde São Donato, em uma área considerada estratégica pela Secretaria. O prédio conta com uma estrutura mais ampla, estacionamento e ficará próximo de outros serviços de saúde do município. Segundo Conti, a localização deve facilitar o deslocamento dos pacientes e a integração entre os atendimentos. “Tudo o que gera de exames e de encaminhamentos fica próximo de três unidades de saúde: essa nova, com previsão de entrega para o final do ano ou início do ano, a São Donato e a São Lucas, onde fica o centro de especialidades. Isso vai facilitar muito o deslocamento”, explicou. O secretário informou que o imóvel não precisará passar por grandes obras. As intervenções serão voltadas principalmente para adequações internas, como divisórias, parte elétrica, informática e climatização. “As reformas são muito discretas. Não vai ter praticamente quebra-quebra nenhum. Apenas adequar as divisórias porque, no tempo do INSS, era de um jeito, e nós temos vários setores”, detalhou Paulo Conti. A previsão é que a Secretaria de Saúde passe a funcionar no novo endereço dentro de aproximadamente 90 dias. O prazo depende da conclusão das adequações e da instalação dos equipamentos necessários. “Eu penso que em 90 dias nós já estaremos lá. Já temos as licitações das divisórias encaminhadas, mas o que pode demorar um pouco é a parte de informática, climatização, a parte elétrica e alguns móveis também”, afirmou.
Send us Fan MailReanimação Neonatal 2026: as novas diretrizes da SBP, o NRP 9ª edição e o que o mundo faz na sala de partoAs Diretrizes 2026 do Programa Brasileiro de Reanimação Neonatal acabaram de ser publicadas — e neste episódio a gente vai do começo ao fim.Percorremos os dois documentos lançados pela SBP em 12 de junho de 2026: as diretrizes para recém-nascidos com 34 semanas ou mais e as diretrizes para prematuros com menos de 34 semanas. Discutimos o que mudou em relação a 2022, o que foi reforçado e o que é novidade estrutural — do briefing ao debriefing, do clampeamento tardio ao escalonamento de oxigênio por faixa gestacional, do CPAP na sala de parto à abordagem ética nos limites da viabilidade.E fazemos isso ao lado do NRP 9ª edição, as diretrizes americanas de 2025 da AHA e AAP — que você conheceu no episódio 66 — para entender onde Brasil e Estados Unidos convergem e onde, deliberadamente, divergem.Acesse os documentos em: Atualizaçãoes para < de 34 semanas:https://www.sbp.com.br/?acervo_download=1&post_id=62424&nonce=711e6f792cAtualizações para ≥ de 34 semanas: https://www.sbp.com.br/?acervo_download=1&post_id=62422&nonce=dc7617f0a8 Não esqueça: você pode ter acesso aos artigos do nosso Journal Club no nosso site: https://www.the-incubator.org/podcast-1Lembrando que o Podcast está no Instagram, @incubadora.podcast, onde a gente posta as figuras e tabelas de alguns artigos. Se estiver gostando do nosso Podcast, por favor dedique um pouquinho do seu tempo para deixar sua avaliação no seu aplicativo favorito e compartilhe com seus colegas. Isso é importante para a gente poder continuar produzindo os episódios. O nosso objetivo é democratizar a informação.Se quiser entrar em contato, nos mandar sugestões, comentários, críticas e elogios, manda um e-mail pra gente: incubadora@the-incubator.orgEvidência, cuidado e contexto brasileiro - esse é o nosso roteiro.
Pare de estudar Psicanálise de forma solta. Na Confraria Analítica, você encontra aulas semanais, seminários teóricos, estudos de casos e um acervo completo para aprofundar sua formação. Seja meu aluno - https://confrariaanalitica.com/Lucas Nápoli é psicólogo, psicanalista, professor, escritor e palestrante. Tem os títulos de Doutor em Psicologia Clínica pela PUC-RJ e Mestre em Saúde Coletiva pela UFRJ.➤ Adquira o pacote com os 3 e-books - https://bit.ly/packebookslucasnapoli➤ Adquira o meu ebook "Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental" - https://hotmart.com/pt-br/marketplace/produtos/e-book-entenda-se-50-licoes-de-um-psicanalista-sobre-saude-mental/I89387385X➤ Adquira a versão física do livro “Entenda-se: 50 lições de um psicanalista sobre saúde mental” - https://lucasnapolipsicanalista.kpages.online/livro-fisico-entenda-se-2d20dc88-3c99-494b-bd41-3c376cae3108➤ Adquira o meu ebook "Psicanálise em Humanês: 16 conceitos psicanalíticos cruciais explicados de maneira fácil, clara e didática" - https://hotmart.com/pt-br/marketplace/produtos/ebook-psicanalise-em-humanes-lucas-napoli/P42041012E➤ Adquira o meu ebook "O que um psicanalista faz?" - https://hotmart.com/pt-br/marketplace/produtos/o-que-um-psicanalista-faz-dr-lucas-napoli/X28810791USiga-me nas redes sociais:Instagram: https://www.instagram.com/lucasnapolipsicanalista/Facebook: https://www.facebook.com/lucasnapolipsicanalistaTelegram: https://t.me/lucasnapoliSite: https://lucasnapoli.com/
No episódio desta semana, o Observatório Feminino debate dois assuntos bastante comentados nos últimos dias. O primeiro deles é sobre a Ozivy, a primeira caneta de semaglutida brasileira aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). O medicamento já está disponível nas farmácias das capitais e deve chegar a todo o país até julho.A Ozivy já apresenta uma faixa de preços mais em conta em comparação com as outras canetas disponíveis no mercado. De acordo com a empresa, cada caneta vai custar R$ 452.No entanto, há um plano de tratamento em que, para os primeiros três meses, as canetas com doses suficientes para o tratamento de 90 dias vão custar R$ 863,23. Isso faz com que, na média, o paciente tenha um custo mensal de R$ 287 com as doses iniciais.Outro tema debatido pela bancada é o caso da adolescente de 17 anos que denunciou ter sido vítima de estupro coletivo no bairro Arvoredo, em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte.Segundo o boletim de ocorrência da Polícia Militar, a adolescente aproveitou a ausência da mãe e convidou um grupo de amigos para um churrasco. Nove pessoas participavam da confraternização, todas com cerca de 17 anos.Por volta das onze da noite, as amigas foram embora, restando na residência apenas a vítima e quatro adolescentes. Neste momento, ela acredita que algum deles colocou alguma substância na bebida dela, já que ela perdeu a consciência.De acordo com a jovem, ela acordou sem roupas e flagrou três dos quatro adolescentes abusando dela. Ainda segundo a jovem, apesar de o quarto adolescente — um amigo de infância — não estar presente no momento do abuso, ele admitiu por mensagens que teria participado do ato, mas se arrependeu e saiu do quarto antes que ela acordasse.A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) investiga o caso, que está sob sigilo.Para debater os assuntos, participam do podcast a cirurgiã bariátrica especializada em cirurgia do aparelho digestivo, Carolina Trancoso, e a delegada Carolina Máximo, titular da Delegacia Especializada em Apuração de Ato Infracional de Belo Horizonte.
Link para participar: https://forms.gle/hDHUfhJZAQTikGyy9 Quando nosso marido acha que toda ideia contrária é confronto, como agir? Meu livro “Forte, Independente e Decepcionada”: https://amzn.to/4fIA35H
Viajar é se fuder. E por isso mesmo nós valorizamos os perrengues dos ouvintes que viveram experiências de quase vida no exterior, ao custo de trazerem a este humilde podcast os relatos maravilhosos que vocês vão ouvir quando derem o play. BORA? E VOCÊ PODE NOS APOIAR FINANCEIRAMENTE COM UMA PEQUENA QUANTIA E SE TORNAR OUVINTE PAGÃO, MEMBRO DO NOSSO GRUPO DE TELEGRAM ONDE ROLA AMIZADE E FOFOCA 24/7. Vem pelo apoia.se/hojetempodcastOu pelo patreon.com/hojetem caso você queira nos ajudar na sua moeda local
Paris celebra neste domingo (21) a Festa da Música, evento gratuito que ocupa ruas, praças e espaços culturais com programação diversa e descentralizada, marcada nesta edição 2026 pela presença de culturas urbanas, cenas afro‑europeias e a já tradicional participação brasileira. Criada em 1982, a iniciativa mantém a proposta de transformar a cidade em palco aberto no início do verão europeu, sem concentração em um único espetáculo e com ampla circulação de público entre bairros. Neste domingo (21), Paris volta a organizar a Festa da Música, com uma programação que se espalha por toda a cidade e transforma o espaço urbano em um circuito contínuo de apresentações. O evento ocorre simultaneamente em diversos bairros, sem centralização, com acesso gratuito e livre circulação do público ao longo do dia e da noite. Criado em 1982, o evento ocorre sempre no início do verão no hemisfério norte e se baseia na ocupação simultânea de diferentes espaços urbanos. Ruas, praças, museus, igrejas e edifícios históricos recebem concertos e intervenções musicais ao longo do dia e da noite. Desde então, a festa se consolidou como uma das maiores manifestações culturais do país. Democratizar o acesso à música Mais de quatro décadas depois, o modelo permanece praticamente inalterado, sustentado pela ideia de democratizar o acesso à música ao vivo e integrar diferentes práticas culturais no espaço urbano. Concertos ocorrem em ambientes diversos, incluindo museus, igrejas e edifícios institucionais. A edição de 2026 confirma essa escala abrangente, com centenas de apresentações distribuídas entre ruas, parques, centros culturais e margens do Sena. A cidade se transforma em um grande palco aberto, com programação contínua ao longo do dia. A lógica do evento difere da adotada em grandes festivais comerciais. Não há hierarquia rígida entre atrações, nem um palco principal que concentre o público. Artistas emergentes e nomes mais conhecidos coexistem em condições semelhantes. A proposta segue centrada na democratização do acesso à música ao vivo. Artistas amadores e profissionais compartilham a programação espalhada pela capital francesa, em um formato que privilegia a circulação do público e a descoberta de apresentações fora dos circuitos tradicionais. Leia tambémParis vira “Coachella urbano” por uma noite na Festa da Música de 2025 Culturas urbanas e diásporas africanas A edição de 2026 se destaca pela presença ampliada de expressões ligadas às culturas urbanas e às diásporas africanas na Europa. No centro cultural La Place, em Châtelet, no coração de Paris, um encontro entre o coletivo parisiense AFRO LIVE e o londrino ADA Collective reúne artistas associados às cenas afro‑europeias contemporâneas. A programação evita a lógica de um espetáculo central. Em vez disso, privilegia a diversidade de formatos, com apresentações que vão da música eletrônica e afro a concertos em espaços históricos, além de festas de bairro e performances espontâneas. Projetos internacionais também integram a programação, aproximando artistas de diferentes regiões. Parcerias conectam cenas mediterrâneas e latino‑americanas, ampliando o intercâmbio cultural presente na festa. Leia tambémMais de 120 países comemoram Festa da Música nesta sexta-feira Funk brasileiro no Louvre? Um dos exemplos dessa convivência entre linguagens ocorre na igreja Saint‑Germain‑l'Auxerrois, em frente ao Louvre. Das 16h às 23h59, hora local, o espaço recebe o Baile da Euro, com apresentações de DJs e presença marcante do funk brasileiro. A utilização de um edifício histórico para música urbana contemporânea sintetiza a proposta de ressignificação dos espaços. A festa busca transformar temporariamente o uso dos locais, sem romper com seu valor patrimonial. A programação de 2026 também destaca iniciativas ligadas à cena independente e a projetos multidisciplinares. No bairro do Marais, o novíssimo espaço Sabiá Arte & Cultura reúne música, artes visuais e intervenções urbanas. Para Anderson Vital, também conhecido como DJ Sabiá, a iniciativa exigiu um set list caprichado. “Preparei um set com música brasileira, de São Paulo, de Adoniran Barbosa, até o carimbó do Pará, na voz de Eliana Pittman. Então vai ter samba, vai ter groove, vai ter tropicália, forró, carimbó, e algumas surpresas da variedade francesa”, disse à RFI. O espaço também recebe o coletivo Casa Moyo, voltado à promoção de artistas emergentes e à criação de projetos colaborativos. A organização define sua atuação como a construção de uma comunidade criativa baseada em encontros e experimentação artística. Segundo Julia Vital, cofundadora do centro cultural, os organizadores decidiram “[se] aproximar da Casa Moyo, que é um coletivo de artistas, uma casa criativa que gera uma comunidade artística. Esse coletivo defende a ativação dos espaços, a conexão entre culturas e a criação de experiências”. Ela conta ainda que “há pintores, grafiteiros, músicos, DJs, criadores de moda, fotógrafos e designers. A ideia é que nada seja fixo e que as culturas dialoguem, e as estéticas se misturem”. Vital reforçou que o coletivo reúne artistas de áreas diversas e propõe ativar espaços, conectar culturas e criar experiências. "Vamos apresentar várias disciplinas nesta edição do evento. Haverá exposição de imagens com fotógrafos, há designers gráficos, e há também produção de eventos. Para eles, a ideia é de que nada é fixo e que as culturas dialogam, e as estéticas se misturam. Isso fez muito sentido para nós quando os encontramos, e, como acabamos de abrir a loja, quisemos fazer algo juntos", conclui. Circulação Em parques como o Parc des Buttes‑Chaumont, a expectativa é de grande circulação ao longo do dia. A dinâmica da festa incentiva deslocamentos sem roteiro definido, permitindo ao público alternar entre apresentações. A prática de percorrer diferentes bairros é parte central da experiência. Sem programação centralizada, o evento valoriza a descoberta e o contato direto com manifestações variadas. Embora inspiradora para iniciativas internacionais, a Festa da Música não tem equivalente nacional com a mesma abrangência no Brasil. Ainda assim, cidades brasileiras realizam programações gratuitas e eventos que se aproximam da proposta original. A principal diferença está na escala e na ocupação simultânea do espaço urbano, mais estruturada na França. Ao fim da jornada musical, a cidade reafirma a capacidade de se transformar em palco aberto, reunindo estilos, origens e formatos diversos em uma mesma celebração.
É mais fácil querermos as coisas prontas do que participarmos no processo de construção.Claro que, quando lemos esse breve relatório que Lucas – o autor do livro de Atos – faz acerca daquela comunidade seguidora de Jesus, que estava emergindo e se destacando da religião judaica, ficamos encantados com os resultados ou os efeitos que são apontados:• Estavam unidos de coração e alma/mente• Sobre todos eles havia abundante graça• Não havia necessitados entre elesQuem não quer conviver com um povo assim?!• Unido• Cheio da graça de Deus• Que supre as necessidades de todosMas é importante observar que Lucas está mostrando uma comunidade onde o evangelho alcançou o coração das pessoas, e isso levou aquele grupo de pessoas a prezar pelo relacionamento com Deus e a investir por valorizar no relacionamento com o próximo. Isso faz dessa passagem uma das mais completas descrições da vida da igreja no Novo Testamento.O texto apresenta uma espécie de relação causa e efeito, uma sequência em que determinadas atitudes da igreja estão associadas a determinados frutos colhidos por ela.Por isso, não podemos desejar os frutos sem a disposição de esboçarmos as mesmas atitudes ou nos empenharmos nas mesmas práticas.Para Lucas, a Igreja era (e deve ser) uma comunidade em movimento e, por conta disso, mostra que certas práticas produziam determinados frutos visíveis na vida da igreja.Se queremos os mesmos efeitos notados na Igreja primitiva, precisamos focar e nos esforçar por praticar aquilo que causa tais efeitos.#igrejabatista #igrejanaoelugar #reflexão # #pregação #juntossomosmaisfortes
Um modelo de IA foi tirado do ar cinco dias depois do lançamento — invadia sistemas, quebrava senhas, acessava documentos sensíveis. Ao mesmo tempo, uma pesquisa mostrou que 54% dos americanos já sentem fadiga de IA, e as marcas estão voltando para o humano. Nesse episódio eu analiso essas notícias, falo sobre como usar IA sem parecer robô e por que a Copa do Mundo é uma oportunidade real de crescimento para qualquer negócio que souber dançar conforme a música.
Com cerca de 450 peças entre roupas, acessórios, desenhos, fotografias, vídeos e documentos, o Museu Maillol, em Paris, apresenta uma retrospectiva dedicada ao estilista italiano Gianni Versace. A mostra reúne criações produzidas entre as décadas de 1970 e 1990 e traça um panorama da trajetória de um dos estilistas que ajudaram a definir a moda das décadas de 1980 e 1990. Patrícia Moribe, da RFI em Paris Nascido na Calábria, no sul da Itália, em 1946, Versace incorporou referências da cultura greco-romana à sua obra. A Medusa, transformada em símbolo da marca, é um dos exemplos mais conhecidos. Suas coleções também dialogaram com o barroco, a arte clássica e a cultura pop. Ao longo da carreira, o estilista manteve relações próximas com artistas como Elton John, Prince, Madonna e Sting, além de vestir personalidades como a princesa Diana. A mostra em Paris tem um significado particular. Foi na capital francesa que Versace passou a exibir regularmente suas coleções de alta-costura, fazendo da cidade um dos principais palcos de seu trabalho. A mostra também recupera a relação do estilista com a cena cultural parisiense, reunindo fotografias, documentos e peças associadas aos desfiles e eventos que marcaram sua passagem pela cidade. Pensada como uma grande passarela, a exposição percorre duas décadas da produção de Versace por meio de um acervo reunido por colecionadores privados. Distribuída em 11 núcleos temáticos, a mostra aborda temas como a influência da cultura greco-romana, o barroco, a cultura das celebridades, o fenômeno das supermodelos, as estampas de seda que se tornaram uma de suas marcas registradas e suas incursões pelo teatro e pela dança. A retrospectiva foi concebida pelos curadores Saskia Lubnow e Karl von der Ahé, que desenvolvem o projeto desde 2017. Segundo Von der Ahé, a importância de Versace está na combinação entre a criatividade do estilista e as condições oferecidas pela indústria italiana naquele período. "Ele tinha acesso a um conhecimento extraordinário em áreas como tecelagem, estamparia, joalheria e produção têxtil. Conseguiu reunir esses recursos com uma compreensão muito clara das transformações sociais e culturais de seu tempo", afirmou à RFI. "Foi a era de ouro da moda italiana. Havia designers ambiciosos e uma infraestrutura muito forte, especialmente no norte da Itália." Para o curador, Versace soube traduzir mudanças sociais em linguagem visual. "Ele combinou as vantagens tecnológicas que existiam na Itália com sua capacidade de compreender a sociedade e as transformações no design." Mostra independente Diferentemente de mostras institucionais ligadas a grandes marcas, com o objetivo de autopromoção, a mostra em Paris foi construída sem participação da empresa Versace ou da família do estilista. Von der Ahé conta que procurou a companhia ainda em 2016, quando o projeto começou a ser desenvolvido. "A resposta foi que eles não interfeririam em atividades privadas envolvendo peças de coleções particulares", afirma. Para o curador, a independência é um elemento central da proposta. "Não temos nada a ver com o mercado da moda e não dependemos de estratégias de marketing ou da imagem da empresa", explica. "Falamos de Gianni Versace como uma figura histórica. Nunca tratamos do período posterior à sua morte, em 1997." O acervo foi reunido a partir de uma rede internacional de colecionadores, ex-clientes e antigos colaboradores do estilista. "Temos centenas de peças completamente independentes do arquivo Versace", diz Von der Ahé. "Isso nos permite construir cada exposição com novos recortes, novas peças e narrativas atualizadas." Entre os empréstimos estão roupas adquiridas por antigos clientes, peças compradas diretamente dos desfiles e arquivos preservados por profissionais que trabalharam com o estilista em Milão. Nos últimos anos, os próprios organizadores também passaram a adquirir peças para ampliar o acervo. "Há um ou dois anos começamos a comprar peças importantes em diferentes partes do mundo", acrescenta o curador. O estilista calabrês morreu assassinado diante de sua mansão em Miami, em 1997. A retrospectiva Gianni Versace está em cartaz no Museu Maillol, em Paris, durante todo o verão europeu.
A ilha de Santo Antão destaca-se pela beleza natural e crescente relevância turística, sendo considerada uma das ilhas mais preservadas e autênticas de Cabo Verde. O desenvolvimento do turismo tem trazido impactos positivos para a economia local, reconhece o presidente da câmara da Ribeira Grande, Armindo Luz, que defende a necessidade de reforçar essas condições com a construção de um aeroporto, infra-estrutura essencial para o futuro da ilha. A Ponta do Sol é um dos principais cartões-de-visita de Santo Antão. O que torna esta localidade tão especial para quem visita a ilha? A Ponta do Sol é, na verdade, a localidade mais a norte de Cabo Verde. É uma cidade voltada para o mar, com uma forte tradição piscatória. Foi também a primeira porta de entrada e saída da ilha de Santo Antão, o que lhe confere uma enorme importância histórica. Há aqui uma particularidade muito apreciada por quem nos visita: é possível contemplar tanto o nascer como o pôr-do-sol. Muitas pessoas passam o dia a percorrer os trilhos da ilha e regressam à Ponta do Sol ao final da tarde para pernoitar. É uma cidade histórica, com uma beleza própria e um património muito interessante. O próprio edifício dos Paços do Concelho tem uma história curiosa. Inicialmente, estava destinado a ser construído na cidade da Ribeira Grande, mas, devido à interpretação de um despacho régio da época, acabou por ser edificado na Ponta do Sol. Com ele foi também transferida a sede administrativa, numa altura em que esta localidade assumia um papel central na administração de Santo Antão. As infra-estruturas actuais - hotéis, transportes e rede viária - conseguem responder ao aumento da procura turística? Estamos a crescer, e isso é positivo. Ano após ano, temos registado um aumento do número de turistas. Ainda estamos longe da situação ideal, mas já se sente uma pressão significativa ao nível do alojamento. Há uma necessidade clara de diversificar a oferta turística e de aumentar a capacidade de resposta. Temos ainda um longo caminho a percorrer, mas estamos conscientes desse desafio e a trabalhar para lhe dar resposta. Tem-se falado da possibilidade de construir um aeroporto em Santo Antão. A ilha precisa dessa infra-estrutura ou as ligações marítimas são suficientes? Sem um aeroporto, Santo Antão terá muitas dificuldades em alcançar o desenvolvimento que ambiciona. Acredito que esta é a infra-estrutura capaz de devolver novas perspectivas de crescimento à ilha. Santo Antão é uma ilha ainda muito preservada. É a segunda maior ilha de Cabo Verde em área e a terceira em população. Nunca teremos turismo de massas, nem esse é o nosso objectivo. Falo particularmente do concelho da Ribeira Grande: não temos condições nem interesse em apostar nesse modelo. O que vemos surgir são pequenas unidades de alojamento espalhadas por toda a ilha. Mesmo na cidade da Ponta do Sol, a maior unidade turística tem uma dimensão relativamente reduzida. Encontramos sobretudo alojamentos com dois, três, quatro, dez ou doze quartos. É raro encontrar estabelecimentos com mais de vinte quartos. Este modelo permite oferecer uma experiência mais personalizada e, ao mesmo tempo, impulsionar outros sectores da economia. O turismo é hoje o principal motor do desenvolvimento de Santo Antão e um dos mais importantes de Cabo Verde. É através dele que valorizamos os produtos agrícolas e os recursos do mar. Há quem tema que um aeroporto possa afectar a paisagem natural e o equilíbrio ambiental da ilha. Como responde a essas preocupações? O desenvolvimento traz sempre desafios. A nossa responsabilidade é garantir que esses desafios sejam enfrentados de forma sustentável. Estamos numa fase em que ainda é possível planear bem e integrar todas as preocupações ambientais desde o início. Temos procurado fazer esse trabalho e consideramos que isso é fundamental. Ao mesmo tempo, um aeroporto criaria novas oportunidades para os jovens. Seriam necessários gestores, engenheiros, técnicos especializados, economistas, informáticos e profissionais de várias áreas. Se permanecermos exactamente como estamos, muitos jovens continuarão a abandonar a ilha por falta de perspectivas de emprego. De que forma o turismo tem contribuído para a criação de emprego e para o desenvolvimento económico local? O impacto é visível em vários sectores. Na pesca, por exemplo, a procura aumentou significativamente. Isso valorizou o produto e incentivou novos investimentos. Na agricultura, temos assistido a melhorias importantes, nomeadamente através da introdução de sistemas de rega gota-a-gota e de técnicas de irrigação mais eficientes. Também na pesca se nota uma evolução. Cada vez mais pescadores investem em novas embarcações. A Câmara Municipal inaugurou recentemente um posto de abastecimento de combustível destinado exclusivamente aos pescadores e concluiu a primeira fase do complexo de pesca da Ponta do Sol, junto ao cais. Nesse espaço, os profissionais têm acesso a gelo a preços acessíveis, produzido com recurso à energia fotovoltaica. Além disso, temos apostado na motorização das embarcações através de linhas de financiamento em que 50% do investimento é concedido a fundo perdido e os restantes 50% através de microcrédito. Existe um período de carência de seis meses, sem encargos, antes do início da amortização. Estamos igualmente a incentivar a substituição gradual das embarcações mais pequenas por outras de maior dimensão, permitindo aumentar os rendimentos dos pescadores e melhorar o abastecimento da indústria conserveira de São Vicente. Apesar destes progressos, Santo Antão continua a perder população. Como inverter essa tendência e criar oportunidades para os mais jovens? A palavra-chave é conectividade. O aeroporto não é uma obra de luxo; é uma necessidade estratégica. Hoje, o turista que sai de Paris, Frankfurt, Lisboa ou Bruxelas quer chegar ao destino da forma mais rápida e cómoda possível. Nem todos estão disponíveis para efectuar uma travessia marítima. Há muitos visitantes que passam férias no Sal ou na Boa Vista e que gostariam de conhecer Santo Antão, mas não conseguem fazê-lo de forma simples devido à ausência de uma ligação aérea. O aeroporto permitiria ligar Santo Antão aos principais mercados emissores de turistas e reforçar a ligação às ilhas do Sal e da Boa Vista, que concentram mais de 80% das entradas turísticas em Cabo Verde. Acreditar que Santo Antão pode desenvolver-se apenas com as ligações marítimas é um erro. Basta olhar para o exemplo das Canárias, onde todas as ilhas possuem aeroporto e algumas têm mais do que um. Além disso, durante os meses de Novembro, Dezembro, Janeiro e Fevereiro, quando coincide a época alta do turismo com períodos de mar mais agitado, muitos visitantes sentem dificuldades na travessia marítima. O que defendemos é simples: quem quiser fazer a viagem de barco deve continuar a poder fazê-lo. Mas quem preferir chegar directamente à ilha também deve ter essa possibilidade.
Em entrevista ao Observador, Miguel Relvas lamenta o imobilismo do atual Governo, sugere que os atuais dirigentes do partido estão deslumbrados com o poder e defende a legitimidade de Passos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alô, alô! Errar é humano, se justificar também! Um dos motivos da existência dos métodos científicos é driblar nossos erros, mas quando erramos, tendemos a nos justificar (ou seria inventar desculpas?). Se quisermos entender e desvendar o mundo real (que é o que a ciência tenta fazer), precisamos entender algumas tendências do comportamento humano. Mas quais são essas tendências? Que tipos de erros estamos cometendo sem mesmo perceber? Quando erramos, na maioria das vezes, nosso cérebro faz alguns malabarismos para acharmos que estamos fazendo a coisa certa. Pra, no fim do dia, a gente deitar a cabeça no travesseiro e pensar “ufa! Estou tendo atitudes coerentes com o que eu penso!”. Isso nos ajuda a entender, por exemplo, porque a temos hábitos que vão contra a nossa vida (Ex: fumar). Ou por que é tão difícil pedir desculpas quando cometemos um grande erro? Ou por que existem pessoas que não acreditam em vacinas ou que apoiam políticos tiranos? Nesse episódio, Lucas Andrade convida Os Mentalistas Beto Parro e Rafa Moritz, que leram o livro “O Animal Social” (de Elliot Aronson) para entender a autojustificativa, ou seja, como a gente justifica as idiotices que a gente faz. Teoria da Dissonância Cognitiva: “Estado de tensão que acontece quando um indivíduo reúne simultaneamente duas cognições (ideias, atitudes, crenças, opiniões) psicologicamente inconsistentes”. CUPOM DE DESCONTO para o show dOs Mentalistas: MENTE30 (para 30% de desconto) Assuntos abordados:00:00 – Intro e apresentando convidados05:40 – Opiniões sobre o livro “O Animal Social“09:40 – Dissonância cognitiva: tensão entre duas cognições contrárias11:50 – Experimento dos eletrodomésticos de Jack Brehm18:28 – Seita apocalíptica, o estudo de Leon Festinger23:03 – Intensificando uma escolha: SUVs ou carro esporte?30:11 – Método “pé na porta”: mudança aos poucos34:47 – Persuasão39:19 – Novidade do Alô: sorteio!40:45 – Compromissos crescentes44:00 – Punição: justificativa externa e interna48:55 – Autojustificativa na escola Referências e linksEstudo de Jack Brehm (eletrodomésticos)The Push: um reality show da Netflix sobre persuadir alguém a empurrar uma pessoa do último andar Apoie o Alô! Assine pelo Apoia.se Assine pelo Patreon ➡️ Siga o Alô nas Redes:Instagram | Facebook | TikTok | Youtube | Bluesky
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Inteligência Artificial é uma Bolha?00:21 A Bolha da Internet vs. A IA de Hoje02:31 Como Funciona O Esquema na Prática04:34 O Que Os Ricos Estão Fazendo06:13 O Problema que Ninguém Vê07:35 Buraco Negro da IA08:33 Conclusão09:29 RC Wealth e RC Club
Chegamos ao episódio 200 do Pelas Pistas! Isso só foi possível porque vocês continuam curtindo, compartilhando e assistindo ao nosso podcast. Muito obrigado a todos os nossos fãs! Vocês são incríveis.E nesse episódio especial, teve análise completa sobre o GP de Barcelona, marcado pela primeira vitória de Lewis Hamilton com a Ferrari. Também discutimos a situação complicada de George Russell: será que ele consegue se recuperar? Passamos pelos boatos de Alonso na Alpine, além das últimas novidades sobre a Audi e o Gabriel Bortoleto.Já na Fórmula 2, destacamos a belíssima vitória do Rafa Câmara, e trouxemos todos os detalhes das 24 Horas de Le Mans, com direito a Dudu Barrichello conquistando um grande terceiro lugar na GT3!Para fechar, no momento Pitstop e na segunda parte do programa, preparamos um momento muito especial para os hosts e para a história do Pelas Pistas. Gostou? Deixe a sua mensagem comemorando esses 200 episódios aqui nos comentários!Patrocínio:Estrella Galicia A GRANDEZA DE SER QUEM VOCÊ É https://estrellagalicia.com/br/ PITSTOP Faça seu pedido na loja, whats ou site! https://www.pitstop.com.br/PATROCINE O PELAS PISTASEntre em contato com nosso time comercial:pelaspistas@pod360.com.brApresentadores: Thiago Alves, Christian Fittipaldi e Nelsinho Piquet Direção Executiva: Marcos Chehab e Tiago Bianco Direção de Conteúdo: Felipe Lobão Produção: Kal ChimentiCaptação de áudio: Victor DantasEdição de áudio: Doriva Rozek Captação de vídeo e Redes sociais: Guilherme Diaz
O Papa Leão XIV publicou sua primeira encíclica - Magnifica Humanitas (ou "Humanidade Magnífica") - que, como sabemos (ou, não, como você aprenderá nesse episódio) é a forma de um Papa anunciar o tom, a cara, a proposta e a era do seu papado.O primeiro papa estadunidense da história veio forte trabalhando com temas de atualidade inegável, e fez barulho ao tecer reflexão crítica bastante contundente, posicionando a Igreja de forma crítica sobre coisas como a noção atual da tecnologia, do trabalho e das inteligências artificiais e suas limitações que alguns ganham dinheiro em não reconhecer. Fabrício Pontin retorna ao Vira para comentários profundos, certeiros e emocionantes sobre o tema, sobre a vida, em si, e sobre o fato de que, sendo pop ou não, esse novo rapaz que ocupa o trono no Vaticano chegou chegando e comprando as brigas que assim o merecem! ****De calças que servem para ocasiões absolutamente distintas entre si, passando por camisetas que são curinga e têm estilo ao mesmo tempo, até chegar na - necessária nessa época do ano - Tech T-Shirt de manga longa (e com conforto térmico!), quem tem as peças que você precisa é a INSIDER, e quem tem os descontos que você quer somos nós! Descontos incríveis para você em peças que aliam tudo o que você precisa e te acompanham em diversos momentos, atividades e ocasiões, sem perder a elegância. Utilize o cupom VIRACASACAS e veja a magia dos descontos acontecer. 15% off na primeira compra, 10% off no geral, e cumulativos aos descontos do site: Clica aí: https://www.insiderstore.com.br/ Instagram: https://www.instagram.com/insiderstore/ #insiderstore Expediente:Pai-Fundador e apresentador: Felipe AbalOutro apresentador: Gabriel Divan Apresentador que está em missão secreta: CarapanãEdição de Áudio que nunca falha: Ingrid DutraA Garota da Capa: Dani BoscattoMúsica de abertura: Dog Fast by mobigratis
⏱️ Capítulos do vídeo0:00 A oportunidade que voltou depois de 10 anos01:00 O que é o IPCA+ e por que 8% é absurdo03:18 Como funciona a marcação a mercado06:13 O case de 2016: quem comprou, quanto ganhou08:08 Como aproveitar hoje09:00 O risco da mola: o que pode dar errado11:34 Conclusão12:24 RC Wealth e RC Club
Você não sabe que raios está acontecendo, mas sente que simplesmente não tem aquela energia, disposição e vitalidade que tinha há anos atrás... Você se sente mais fadigado, menos disposto e com a bateria sempre pela metade ou baixa mais seguido do que deveria até quando dorme bastante e não tem nem ideia do porque... Enquanto várias coisas podem contribuir para esse tipo de coisa, talvez a principal delas seja alguma deficiência em 2 nutrientes que abastecem a real fundação dos sistemas de geração de energia no corpo, então vamos ver se este é seu caso e a boa notícia é que se for, isso é facilmente corrigido e a diferença em como se sente pode ser como a noite e o dia Vou te mostrar agora quais são estes 2 nutrientes e porque podem ser responsáveis por como se sente e ainda te mostrar 2 nutrientes adicionais que podem turbinar essa energia naturalmente e por fim mais pro final te passar um protocolo pra botar tudo em prática o quanto antes, combinado?
TEMPO DE REFLETIR 01796 – 15 de junho de 2026 Mateus 5:29 – Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno. O nervo ótico é uma das avenidas através das quais o pecado penetra na mente humana. Cristo disse que o adultério, por exemplo, começa com um olhar impuro (Mt 5:28). Então a solução proposta seria arrancar o olho direito, que, no conceito popular antigo, enxergava melhor. Mas, será que o problema ficaria resolvido? E o olho esquerdo não pode fazer alguém tropeçar? Obviamente, esse conselho de Cristo não deve ser interpretado literalmente, pois nesse caso teríamos um mundo de caolhos. No versículo seguinte Cristo dá o mesmo conselho caso a mão direita fizer você tropeçar: Corte-a fora! Assim, além de caolhos, você teria também uma multidão de manetas. E se você continuar cortando tudo o que o faz pecar, o que sobraria? Orígenes, um dos maiores eruditos da igreja, no século III, combinou esses textos com a declaração de Cristo de que há alguns homens “que a si mesmos se fizeram eunucos, por causa do reino dos céus” (Mt 19:12), e se castrou. Isso mostra que a interpretação literal de um simbolismo pode afetar a a vida física. “Cristo usa aqui uma figura de linguagem. Ele não requer a mutilação do corpo [que é o templo do Espírito Santo], mas o controle dos pensamentos. O recusar-se a contemplar o mal é tão eficaz como o fazer-se cego, e tem a vantagem adicional de reter a visão e utilizá-la para aquilo que é bom. Uma raposa às vezes rói a própria pata, presa numa armadilha, a fim de escapar. De igual modo um lagarto sacrifica sua cauda, ou uma lagosta suas tesouras. “Cristo aconselha simbolicamente arrancar o olho ou amputar a mão para salientar que se deve tomar uma decisão resoluta para resguardar-se do mal. O cristão faria bem em seguir o exemplo de Jó, o qual disse: ‘Fiz aliança com meus olhos; como, pois, os fixaria eu numa donzela?'” (Jó 31:1) (SDA Bible Commentary, v. 5, p. 337). Como podemos evitar maus pensamentos? Veja o conselho inspirado: “Os que não querem cair presa dos enganos de Satanás, devem guardar bem as vias de acesso à alma; devem-se esquivar de ler, ver ou ouvir tudo quanto sugira pensamentos impuros” (Atos dos Apóstolos, p. 518). Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Grande Deus e a Pai: coloco os meus olhos, a minha boca, a minha mente, o meu coração, em Tuas mãos. Por favor. Toma conta de tudo isso. Toma conta de minha vida. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Mas quem teve a ideia de trazer o patrão Alexandre Ottoni para o jogo de estreia do Brasil na copa? A gente! (risos nervosos). Isso mesmo, o Jovem Nerd e seu famoso pé frio estão conosco para comentar mais um dia de jogos do mundial, com uma estreia morna para o Brasa... Hasbro Conheça MONOPOLY Panini Prizm FIFA: https://nerdbunker.short.gy/jnec_hasbro10 ATENÇÃO: ASSISTA/OUÇA OS EPISÓDIOS DIÁRIOS NO FEED PRÓPRIO DO JNEC! Inscreva-se no JNEC no YouTube: https://www.youtube.com/@jnesporteclube Ouça também no Spotify e agregadores de podcast: https://open.spotify.com/show/2lFibvS3lasyNBqkYixJy6 Mande suas histórias, críticas, elogios e sugestões para: servicos@jovemnerd.com.br Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
SETE FRASES QUE MATAM A CRIATIVIDADE – SETE 005 1. Isso não faz parte do meu trabalho 2. É impossível. 3. É uma mudança muito radical. 4. Isso nunca foi tentado antes. 5. Custa Muito. Não vai ser lucrativo. 6. Deixe de sonhar! 7. “Não se ensina novos truques a um cachorro velho”.
Com a guerra no Oriente Médio e o bloqueio do Estreito de Ormuz, a energia nuclear voltou a ser um assunto discutido a nível global.Isso porque o mundo ficou exposto a uma vulnerabilidade: sua grande dependência dos insumos de energia gerados na região da guerra, cujas exportações foram comprometidas.Enquanto isso, a demanda global por eletricidade não para de crescer... e para atender a essa alta demanda em um mundo conflituoso, a energia nuclear pode ser uma alternativa viável.Mas por que energia nuclear, especificamente? E o mais importante: o que isso significa para o investidor brasileiro, que já está mais acostumado com outras teses de energia, como o petróleo?Nesse episódio do Empiricus PodCa$t, Giovana Leal recebe Jean Miranda, analista de commodities do BTG Pactual, e Matheus Spiess, estrategista da Empiricus Research, para conversar sobre: - O retorno da relevância da energia nuclear; - Por que essa é uma temática da qual o mundo não poderá mais fugir; - O que isso significa para o investidor brasileiro, e como expor sua carteira ao tema.Assista até o final para conferir o quadro “Trade em 1 minuto”, que traz recomendações de investimento dos analistas dentro dessa nova temática.
Um dos mais importantes economistas brasileiros. Marxista, que teve uma carreira brilhante na academia, como professor da USP e da PUC em São Paulo. Houve um período em que teve que ficar afastado, por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual. Uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Este foi Paul Singer, personagem do documentário que faz parte de uma série de documentários de não ficção realizados pelo diretor Ugo Giorgetti. Este terceiro episódio sobre a série teve a colaboração por meio de entrevistas com o ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, a jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. Roteiro Liniane Brum: Paul Singer, uma utopia militante: esse episódio é o terceiro de uma série sobre os documentários e as peças de não ficção do diretor de cinema Ugo Giorgetti. Meu nome é Liniane Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. [Trilha musical] Liniane: A partir do ano de 2020, Ugo Giorgetti assina três documentários biográficos. São produções realizadas sob encomenda, que têm em comum a apresentação de homens que se destacaram em suas áreas de atuação e como pessoas também. São filmes que não partem de uma inquietação artística ou de uma necessidade intelectual. Ainda assim, são autorais. Estou falando dos filmes Paul Singer, uma utopia militante, produção de 2021, A invenção de Conrado Wessel, de 2024, e Alberto Dines – vínculos de liberdade, que saiu em 2026. Neste episódio vamos tratar de Paul Singer, uma utopia militante. Eu conversei com três pessoas sobre esse documentário. O economista, produtor do filme e ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, que me ajudou a entender os bastidores da produção. A jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. [Vinheta Oxigênio] Liniane: Antes de mais nada, pedi a eles que apresentassem quem foi Paul Singer. Paula Quental: Ele era de uma família judia, assimilada, como se diz, não era religiosa. Ele vinha da Áustria, a mãe percebeu para onde caminhava a coisa do nazismo. Ele conta, inclusive tá na dissertação, que ele descobriu que era judeu, aos seis anos de idade, quando a Áustria foi anexada por Hitler. Aí, chegaram os amiguinhos dele do colégio, com aquelas bandeirinhas nazistas, com a suástica, e ele queria sair junto (com os meninos) com aquela bandeirinha. Aí, a mãe dele vira para ele e diz: “mas, Paul, você é judeu”. Marcos Barreto: É um dos mais importantes economistas brasileiros, marxista e veio com sete anos fugindo do nazismo, com a mãe, o pai já havia falecido, ele veio com a mãe para São Paulo, e ele faz um curso técnico primeiro, ele começa a trabalhar como metalúrgico, só depois ele vai fazer faculdade. E vai fazer faculdade por conta de uma militância política dele, porque o sindicato, o movimento, achava, o mesmo movimento operário, que eles deveriam se qualificar as lideranças, e sugerem que ele vai fazer economia, e ele faz economia, ele se forma já com quase 30 anos, e ele depois tem uma carreira brilhante na academia, professor da USP, foi professor da PUC em São Paulo também, no período que teve que ficar afastado por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual, uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Paula Quental: Quando ele entrou na USP, ele já tinha lido o Capital, Trotsky, Lenin, Rosa Luxemburgo, que é muito da tradição dele, ele se considerava um luxemburguista. Então, é uma história de alguém que foi mergulhando nos clássicos e foi desenvolvendo um trabalho muito original, porque ele acabou indo para uma vertente, digamos, herética do marxismo, não convencional, heterodoxa, porque ele criticava, por exemplo, a União Soviética, ele criticava o centralismo da economia, ele defendia que deveria vir da base, da economia solidária, das cooperativas. Então, ele era um crítico da Revolução de 17 de outubro, da Revolução Bolchevique. Marcos Barreto: Depois, já mais nos últimos 20 anos da vida dele, ele se dedica a um tema muito importante, que é a economia solidária, então ali ele encontra talvez o assunto dos quais ele estudou, que mais ele pôde misturar uma militância política com um saber acadêmico, e colocou em prática, ele foi secretário de economia solidária no governo Lula e Dilma, até o impeachment da Dilma, praticamente ele ficou em Brasília coordenando essa Secretaria. Liniane: Esta apresentação foi feita pela Paula e pelo Marcos. E por aí a gente já consegue ver uma trajetória bem particular, que mistura prática militante e teoria, o que já o difere de muitos intelectuais. Faltou o destaque que o Marcelo Justo fez do nosso protagonista, que trago agora. Marcelo Justo: Tem um marco na vida do Singer, tanto pessoal quanto como militante, que é trabalhar em grupo. Ele se destaca como intelectual e parece que o intelectual é uma figura sozinha, isolada, mas ele só tem essa força que ele tem pela capacidade de estar em grupo e de se conectar o Singer é o que a gente chama mais contemporaneamente de um articulador de redes, ele está sempre mantendo redes de amigos e de militantes juntos, que caminham juntos. Liniane: Marcos, como surge a ideia de um filme sobre ele, ou seja, quem fala: “olha, agora tem que ser feito um documentário sobre o Paul Singer”. Marcos Barreto: Quando ele falece, um grupo de amigos, de pessoas que gostavam muito do professor, dizem, bom, a gente precisa fazer alguma coisa pra contar essa história dele, precisamos registrar isso de alguma forma, fazemos um livro, fazemos o que? Não, vamos fazer um filme e aí a gente faz então uma campanha de crowdfunding, pra conseguir o recurso pra fazer o filme. O primeiro passo foi esse: nós não tínhamos diretor, nós não sabíamos exatamente que filme seria, mas a gente resolve fazer algo que tem muito a ver com a economia solidária, uma grande vaquinha, em todos os 27 estados do Brasil, no Distrito Federal, há pessoas que contribuíram pra que o filme fosse feito. E aí ficamos, então, pensando que diretor pode fazer esse filme, ou diretora? Quebramos a cabeça até que eu sugeri que fosse o Ugo Giorgetti. Liniane: Por que Ugo Giorgetti? Marcos Barreto: Porque, entre várias coisas, o Paul Singer escolheu a cidade de São Paulo, quer dizer, ele veio criança, ele não escolheu propriamente, foi a mãe dele que veio, porque já haviam familiares em São Paulo. Mas ele acaba vindo pra São Paulo e adota a cidade como a cidade dele. Ele era um apaixonado por São Paulo, falava isso várias vezes, ele voltava às vezes pra Europa, ia fazer palestra, dizendo que não tem nada como São Paulo. Liniane: Assistindo o documentário, a gente percebe que Ugo Giorgetti traduz o Singer múltiplo. Os entrevistados comentam o olhar do diretor sobre suas conexões com figuras importantes da política, do campo da educação e mesmo e seu papel na difusão de O Capital, de Marx no Brasil. Foi ele quem primeiro traduziu o livro para o português. Paula Quental: Teve uma passagem no documentário do Ugo Giorgetti, em que ele entrevista o Paul Singer, porque ele fez ainda várias entrevistas com o Paul Singer, em que o Singer lembra da época que ele dividiu o secretariado da Erundina com Paulo Freire. E ele fala que aprendeu muito com o Freire, que se sente extremamente influenciado pelo Freire. E isso até me estimulou a escrever uma sessão na minha dissertação, chamada Dois Paulos, em que eu analiso justamente o aspecto pedagógico da obra do Paul Singer, que ele próprio se coloca como muito influenciado pelo Freire. Marcos Barreto: Com essa amplitude que tem a vida do professor, as pessoas podiam conhecer um lado, mas pouca gente conhecia o todo, e o filme permite esse registro. E do ponto de vista acadêmico, é um registro interessante também, mais uma vez, sem ser algo cansativo, extenuante, chato, ou mais maçante, vamos dizer assim, porque ele está ali, o registro da vida intelectual, de uma forma leve, de uma forma que você compreende e fala nossa, ele fez tudo isso, nossa, foi ele então que traduziu o Capital. Liniane: No final dos anos 1950, professores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, dentre os quais José Arthur Gianotti, Fernando Henrique Cardoso e Ruth Cardoso, organizaram um grupo para fazer a leitura de O Capital. Paul Singer integra esse grupo com a missão de traduzir o livro diretamente do alemão. Não custa lembrar que se trata de uma obra canônica no campo das ciências humanas. E que naquele momento Paul Singer ainda não era o economista, intelectual destacado e homem público da alta burocracia governamental. Aqui, as falas de Marcelo, Marcos e depois a Paula. Marcelo Justo: Isso é um marco né? é um marco, acho que para o Singer, é um marco na esquerda brasileira também, porque é um primeiro momento falando pelos relatos deles, que vão se debruçar sobre a obra do Marx de uma forma sistemática, durante muitos anos, – que é interrompido com o golpe de 64, mas começa, se eu não me engano, em 58, 59 e aí vão para outros autores, não só Karl Marx, que aí vão pegar o Singer como um leitor, desde criança, do alemão. Então ele integra o grupo como quem vai ler, trazer a versão original do alemão, mas é que eles vão comparando também a tradução. Então tem a leitura em alemão, tem a leitura em francês, a leitura do que existia em português. Isso depois vai servir também como base para o Singer depois fazer a tradução, a primeira tradução original em alemão do Capital, aí já nos anos 80. A partir desse grupo sai a tese de doutorado do Fernando Henrique Cardoso, então acho que tem todos esses marcos. O professor Roberto Schwarz até hoje também se refere a esse momento, o professor Michael Löwy, que é conselheiro do nosso instituto, que foi muito amigo do Singer, também se refere até hoje como um marco na vida dele, esse momento de leitura do Capital. Marcos Barreto: E depois tem um segundo momento, que é muito rico também, quando ele é convidado por um grupo de jovens que diz assim: “poxa, a gente queria fazer uma leitura do Capital”. E aí veio a ideia de fazer uma leitura no Teatro de Arena. Então já pensou o que era isso? Você reunia no Teatro de Arena, já na ditadura militar – aí nós estamos falando de um Brasil já fechado do ponto de vista político – e esse grupo se reunia sábado de manhã para fazer a leitura do Capital com a coordenação do professor Paul Singer. Então isso é um marco também, e desta leitura ele também aproveitou, como bom acadêmico, e fez um livro sobre essa experiência. Paula Quental: Eu ouvi do Lincoln Seco, professor de História da USP, que ouviu do Florestan Fernandes, que ele é a pessoa que mais conheceu O Capital no Brasil. Ele editou uma edição da Abril Cultural do Capital, uma edição famosa do início dos anos 1980, que a editora Ubu agora reeditou. E ele lia no original, ele mergulhou, e desde uma externa idade. Liniane: Eu selecionei um trecho do documentário em que o próprio Paul Singer fala sobre Marx. Ele integra o segmento intitulado por Ugo Giorgetti “Um autodidata na USP”. Ouve só: [Trecho do documentário] Paul Singer: Marx, em primeiro lugar, deu uma visão do capitalismo que ninguém havia dado antes, e que agora se mostra inteiramente verdadeira. Marx está sendo ressuscitado por não marxistas, exatamente como coincide, eu diria, de uma forma ultra surpreendente com este capitalismo extremamente em crises, crises que se repetem etc. porque ele entendeu, uma das coisas que tem Marx, a contribuição dele, é só dele, não é de outros, é que os economistas clássicos, tipo Ricardo, Adam Smith e tantos outros, que não eram reacionários, não, eles não eram de direita, mas eles jamais lembrariam em analisar a economia através de lutas de classes, isso é Marx. [Efeito Sonoro] (Voz de Paul Singer bem baixinha) [Silêncio prolongado] [Trilha incidental] Liniane: Marcelo, o Instituto Paul Singer e o documentário nascem praticamente ao mesmo tempo e se dedicam à difusão do legado do professor. Em que medida essa coincidência influencia o trabalho da entidade? Marcelo Justo: O Instituto, ele começa em 2021, a organização dele. No final do ano é que ele se formaliza com o CNPJ, e em 2022 é lançado, tornado público o Instituto. Ele é uma iniciativa dos familiares do Paul Singer, basicamente eu e a Helena Singer, que é a minha esposa, filha dele. É uma associação sem fins lucrativos que tem como missão preservar e reinventar esse legado. Um legado que tem esse histórico de uma luta pela democracia, pela solidariedade, a luta contra todas as formas de injustiça e desigualdade. Marcelo Justo: O nosso principal desafio é a difusão, é a divulgação das ideias e obras do Singer. Então, um documentário como esse é muito importante, ajuda muito nisso em 50, 40 e poucos minutos, assim, você tem a trajetória inteira dele, da história de vida, as principais ideias e algumas das polêmicas enfrentadas na trajetória, na vida dele. Então, para a gente, é um material muito importante, muito rico para divulgar. Liniane: É fato: documentário e Instituto convergem em objetivo e se fortalecem mutuamente. Porém, Marcos Barreto me explicou que o filme foi feito a partir de entrevistas realizadas em momentos diferentes. Na primeira, de 2015, Paul Singer é entrevistado pelo grupo que viria a produzir o documentário. A segunda é feita por Giorgetti, em 2018, antes do falecimento do professor. Já o Instituto, como Marcelo me contou, e formalizado em 2022. Marcos Barreto: O professor, no final da vida, já nos últimos anos, tinha alguns fatores de memória, algumas coisas que estavam começando a falhar. E a gente identificou isso, e a família, e a gente falou, bom, vamos gravar, vamos colocar o Paul Singer falando sobre a vida dele, sobre coisas que ele fez na vida que são marcantes, sobre passagens importantes, vamos quase que fazer uma entrevista com ele. E a gente fez duas sessões grandes com o professor, foi o Fernando Kleyman quem organizou isso, em Brasília. E ele então, por duas sessões de quase três, quatro horas, falou um monte, o que foi ótimo, porque quando a gente conseguiu resolver o dinheiro para fazer o filme, escolher o Ugo, etc, o professor havia já avançado na doença, já tinha dificuldade, o Ugo chegou a conversar com ele ainda em vida, o filme é lançado depois que o professor já faleceu. Liniane: O documentário foi divulgado na imprensa como uma produção que praticou a Economia Solidária. O que significaria essa afirmação, Marcelo? Marcelo Justo: Então, na economia solidária, democracia e autogestão são sinônimos, praticamente, nos escritos dele. Então, o que é isso? As pessoas se organizarem para produzir juntos, sem patrão e sem empregado. Todo mundo é cooperado. Não é à toa que o documentário tem o nome da utopia militante, que esse é o título do livro dele, que ele se coloca a isso, né? A questão da utopia como uma militância. A militância dele é por essa utopia, que é uma utopia de construir um socialismo que seja democrático, que não seja a experiência do chamado socialismo real, que é uma ditadura de esquerda. Liniane: Marcos também comentou sobre o termo utopia que está no título do documentário. E destacou, mais uma vez, a multiplicidade de papeis de Singer nos vários espaços em que atuou. Marcos Barreto: Esse título é tão forte e também resume tanto do que é o professor, porque justamente reúne essas duas facetas, que é uma pessoa que é um intelectual brilhante, professor titular da USP, com um militante que nunca deixou de ser militante. Ele foi estudar economia porque ele era um militante, e ele termina a vida como alguém que está pensando a economia solidária, que é algo prático, então ele não tava sendo um teórico da economia solidária, só que aí no meio desse percurso, já nessa última década da vida, nas últimas duas décadas, ele escreve esse livro, que é uma utopia militante, então ele assume ali o quê? Que ao mesmo tempo que ele está defendendo algo que é utópico, que é um desejo do que ele gostaria de ver acontecer, ele assume que aquilo só vai acontecer se tiver militância, ou seja, talvez aí, diferente do socialismo científico, que parte da ideia de que há uma evolução natural da história que vai ligar o socialismo, e que é algo que aliás o Singer não acreditava. Então o título, na verdade, quem escolheu foi o professor Paulo Singer, para o livro, e a gente quando viu, quando foi pensar no título do filme, a gente falou, putz, difícil achar um nome melhor do que Utopia Militante. Liniane: O documentário estreou no Festival Internacional É Tudo Verdade, em 2021, em um momento em que a letalidade do coronavírus alcançava um dos seus picos. Ele foi exibido de modo on-line, mediante a distribuição de duas mil senhas, que se esgotaram em poucos minutos. [Efeito sonoro] Liniane: “A trajetória política e intelectual de Paul Singer: da crítica marxista à Economia Solidária” é o título da dissertação de mestrado defendida por Paula Quental no Instituto de Estudos Brasileiros, o IEB, da USP, a Universidade de São Paulo, em 2024. Marcelo Justo, que é doutor em geografia pela mesma universidade, organizou o livro “Urbanização e Desenvolvimento”, uma coletânea de textos de Paul Singer. O volume foi editado pela Autêntica em parceria com a Fundação Perseu Abramo. Marcos Barreto é hoje Diretor Geral do Instituto Equipe Educação, Cultura e Cidadania e Vice-Diretor Geral da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), e segue engajado com a divulgação do legado de Singer. [Vinheta de encerramento Oxigênio] Esse trabalho de divulgação sobre a obra de não ficção do cineasta Ugo Giorgetti é realizado no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone. As entrevistas, o roteiro e a narração desse episódio foram feitos por mim, Liniane Brum. A revisão do roteiro é da Simone Pallone. A edição é do Guilherme Lopes, estagiário da Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares da Unicamp, a Cocen. A vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez. As trilhas usadas no podcast são de Blue Dot Sessions, tiradas do Free Music Archive. A gente vai deixar a ficha técnica do filme na descrição do episódio. As reportagens referentes à divulgação da obra de não ficção de Ugo Giorgetti foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência. Este episódio conta com o suporte da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas, e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast. Se você gostou do conteúdo, deixe seu like e compartilhe com seus amigos.
O MERCADO MUDOU RADICALMENTE EM 2026 - O QUE MAIS PODE VIR POR AÍ?Stock Pickers segue explorando o mercado de crédito privado, nesta edição com Eduardo Alhadeff, sócio e gestor da Ibiúna, que analisa a reviravolta do cenário macro até agora e seus impactos sobre crédito, juros, spreads, empresas e investidores.Ao longo da conversa, ele discute como a percepção sobre política e eleições passou a influenciar os preços dos ativos, os efeitos dos juros elevados sobre companhias endividadas, o aumento dos pedidos de recuperação judicial e os desafios enfrentados por nomes conhecidos do mercado, como Raízen e Braskem.Também falamos sobre o avanço das bets na economia brasileira, o comportamento do consumo das famílias e por que alguns dos "credissauros" mais experientes do mercado enxergam oportunidades justamente em um ambiente de maior incerteza.
Historiador relata época em que se valorizava demonstrar melancolia e como isso mudou drasticamente, criando 'obsessão' atual com felicidade.
O vencedor da Copa do Mundo de futebol será definido no campo, mas esta edição da competição já tem um título nada honroso a exibir: o de Mundial mais emissor de gases de efeito estufa da história do esporte. Disputada em três países, 16 cidades e com um recorde de 48 seleções, a Copa provocará um uso inédito de transporte aéreo pelas seleções e torcedores – sem falar do volume de dados para as transmissões dos jogos por streaming. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O alto volume de voos será inevitável não apenas para levar um recorde de 6 milhões de espectadores do mundo todo para os países-sede, Estados Unidos, México e Canadá, como para os deslocamentos internos até os locais das partidas. A distribuição dos jogos desconsiderou o balanço ambiental das distâncias – a maior delas é de mais de 4 mil quilômetros, entre o Estádio Azteca, na Cidade do México, e o BC Place, em Vancouver. O resultado é que as emissões geradas pela Copa serão no mínimo o dobro da última edição, no Catar: 7,8 milhões de toneladas de CO₂ equivalentes, avalia um estudo da plataforma internacional de contabilidade de carbono Greenly. Isso corresponde às emissões anuais de um país pobre como Serra Leoa ou de 1,7 milhão de carros a combustível. "O que nos impressionou nesta Copa do Mundo é que ninguém falou sobre essa questão. É uma completa negligência, como se as mudanças climáticas não existissem", observa o CEO da plataforma, Alexis Normand. Antes da Greenly, outros estudos já haviam alertado para um resultado ainda mais pesado, como o do New Weather Institute e a rede Sport for Climate Action, que antecipa um total de emissões de 9 milhões de toneladas de CO₂. Distâncias maiores, por mais gente e mais tempo A média da distância da viagem de ida e volta percorrida por cada torcedor nesta Copa será de 19,4 mil quilômetros, contra 13 mil no Catar em 2022. Para piorar, esta edição será 10 dias mais longa e terá nada menos do que o triplo de torcedores do que o último Mundial. As emissões dos transportes representarão, assim, 87% das emissões totais desta Copa, estima a Greenly. A maioria das partidas vai ocorrer nos Estados Unidos de Donald Trump, um presidente negacionista climático que, em momento algum da organização do evento, se preocupou em diminuir a sua pegada de carbono. O que chamou a atenção foi o silêncio da Federação Internacional de Futebol (Fifa) sobre o tema, apesar de a entidade ter um objetivo de redução de 50% das emissões de seus eventos até 2030 e de atingir a neutralidade de carbono até 2040. Papel da Fifa A decisão de aumentar de 32 para 48 equipes participantes, assim como a de estabelecer uma parceria com a gigante petroleira saudita Aramco, não avançam neste esse sentido. "Durante a Copa do Mundo do Catar, a Fifa fez algumas confusões porque, depois de prometer que o Mundial seria neutro em carbono, soubemos que ela 'esqueceu' de calcular as emissões indiretas relacionadas ao transporte de passageiros", lembra Normand. "Então, ela disse: 'Não é um problema, porque vamos comprar projetos de compensação de carbono, financiar florestas, etc.'. Só que os projetos em questão não foram verificados. Isso se tornou um problema de comunicação para eles, de modo que, agora, aparentemente, eles decidiram nem sequer tocar mais no assunto." Desta vez, a federação reconhece o peso dos transportes no balanço ambiental do evento. No entanto, a Fifa alega que a decisão de espalhar as competições por estádios tão distantes foi para privilegiar as instalações e infraestruturas existentes, outro eixo relevante na pegada de carbono de um grande evento esportivo. Nenhum novo estádio precisou ser construído para o Mundial de 2026. A entidade delega aos países organizadores a missão de reduzir as emissões relacionadas a transportes, energia, alimentação e gestão de resíduos, entre outros aspectos relevantes. "A Fifa precisa assumir a responsabilidade por seu papel crescente na crise climática", afirma Stuart Parkinson, autor principal do relatório do New Weather Institute. "A Copa do Mundo de 2026 está prevista para ser a mais poluente de todos os tempos, e espera-se que os torneios futuros continuem dependendo fortemente de viagens aéreas e outras atividades com alta emissão de carbono. À medida que a crise climática se agrava rapidamente, a única resposta sensata é a federação tomar medidas imediatas para reduzir significativamente as emissões dos torneios." Próximas Copas Daqui a quatro anos, o formato em que os jogos são divididos entre diferentes países voltará a acontecer, na Copa do Mundo em Portugal, Espanha e Marrocos. Alexis Normand assinala que será uma oportunidade de retomar o exemplo dos Jogos Olímpicos de Paris, que limitou o impacto ambiental a 2,08 milhões de toneladas de carbono, o mais baixo desde a Olimpíada de Londres de 2012. Ele defende que os recursos investidos nas infraestruturas, especialmente no Marrocos, país em desenvolvimento, sejam direcionados à sustentabilidade, e que os critérios ambientais sejam uma condição para as licitações de obras. "Estão previstos grandes investimentos, então por que não imaginar, como fez Paris, um Plano Marshall para investimento em infraestrutura de baixo carbono?", sugere o especialista francês. "Você pode aproveitar para renovar a rede ferroviária, modernizar as instalações esportivas e fazê-las consumir menos energia, conectá-las a fontes de energia renováveis e assim por diante. Dessa forma, minimiza-se o impacto de carbono do transporte e se constrói edifícios que serão menos poluentes."
TEMPO DE REFLETIR 01792 – 11 de junho de 2026 I Coríntios 12:4 – Os dons são diversos, mas o Espírito é o mesmo. O chamado dos doze apóstolos é na realidade o chamado de pessoas de enormes diferenças. O Novo Testamento inclui quatro listas dos doze: Mateus 10:2-4; Marcos 3:13-16 e Atos 1:13. Nessas listas, os mesmos doze aparecem. A ordem na qual eles são reunidos também é muito similar. O primeiro nome nas quatro relações é sempre o de Pedro. Ao que parece, o líder natural de todo o grupo. Os doze apóstolos são arranjados em três grupos de quatro: O grupo um é composto de Pedro, André, Tiago e João. O grupo dois é sempre formado de Filipe, Bartolomeu, Tomé e Mateus. O grupo três inclui Tiago, filho de Alfeu; Tadeu; Simão, zelote; e Judas Iscariotes. O primeiro grupo é formado por dois pares de irmãos (Pedro e André, João e Tiago, filhos de Zebedeu). Curiosamente, os grupos parecem relacionados em ordem decrescente, com base no nível de intimidade com Cristo. Os membros do grupo um provavelmente foram os primeiros chamados (Jo 1:35-42). Possivelmente eles haviam estado com o Senhor por um período mais longo. Esses pertenciam ao círculo íntimo de Jesus. Eles são encontrados com Cristo em momentos-chave. Desse grupo, Pedro, Tiago e João aparecem ainda mais próximo a Jesus. O grupo dois, embora formado de vultos importantes nas narrativas dos evangelhos, não inclui ninguém de perfil destacado. O grupo três aparece ainda mais distante. Eles são raramente mencionados nos registros do ministério de Jesus. O único que melhor conhecemos desse grupo é Judas Iscariotes, mas isso em função de seu ato de traição. Judas Iscariotes é sempre o último nas listas dos evangelhos e qualificado como traidor. Na lista do livro de Atos, é omitido. Isso tudo sugere que, mesmo dentro de um grupo pequeno, a variedade é muito grande. As personalidades e interesses eram também diversos. Pedro é agressivo e verbal. João é mais tímido. Nos 12 primeiros capítulos de Atos, ele dificilmente fala. Alguns eram pescadores, outros não sabemos claramente. As preferências políticas variavam. Simão, o zelote, era um revolucionário. Mateus, um servidor de Roma. A diversidade é quase infindável, mas aqui nós encontramos o fôlego do apelo de Cristo a pessoas tão diferentes. O que podemos aprender? Há lugar para todos. Ninguém é excluído, a não ser, como Judas, os que decidem se excluir. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Senhor, obrigado porque no Teu Reino nenhum de nós é excluído. Tu nos aceitas como somos, como estamos. E transforma completamente a nossa vida. Por favor, faça isso comigo mais uma vez e com cada um de meus ouvintes. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Você já usou uma frase da terapia para sairde uma situação difícil sem ter que lidar com ela de verdade? "Isso me dágatilho." "Estou respeitando meu processo." "Esse é meulimite." Essas frases podem ser poderosas — ou podem ser a forma maissofisticada de não mudar nada.Neste episódio, a gente mergulha fundo numtema que poucos têm coragem de tocar: o therapy speak — quando a linguagemterapêutica vira esconderijo, e não ferramenta de transformação. Porqueentender sua ferida não te autoriza a ferir. Nomear seu trauma não substituireparar suas atitudes. E ter consciência do padrão não é o mesmo que sair dele.A gente fala sobre: — O que diz a ciênciasobre insight sem ação (e por que saber não basta) — Por que a Terapia deAceitação e Compromisso (ACT) coloca o movimento como centro da cura — Adiferença entre usar o autoconhecimento para crescer e usá-lo para sejustificar — Uma pergunta prática que você pode fazer a si mesma toda vez queusar uma frase terapêutica numa situação difícilCom base em estudos do Journal of ContextualBehavioral Science, Behavior Research and Therapy e da Universidade deGroningen — e nas ideias de Steven C. Hayes, Carl Rogers e Irvin Yalom.Se você está em terapia, já foi, ouacompanha alguém que usa muito essa linguagem, esse episódio vai te provocar —do jeito certo.
O Direto do Paddock chega repercutindo a possível reviravolta dos resultados do GP de Mônaco. Isso porque a Alpine conseguiu que seu recurso fosse aceito pela FIA, o que pode levar Pierre Gasly ao pódio da corrida do Principado. Além disso, o programa traz as principais declarações dos protagonistas do GP de Barcelona.
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 A Regra dos 90 Dias01:26 A Mentalidade dos 90 Dias03:10 O Dia 43 — O Ponto de Inflexão04:37 Fase 1 (Dias 1 a 30) — Organize suas Finanças07:40 Fase 2 (Dias 31 a 60) — Reserva de Emergência + Estudo08:25 Reserva de Emergência: quanto você precisa ter09:27 Onde guardar sua reserva de emergência10:52 Fase 3 (Dias 61 a 90) — A Escada do Investidor11:52 Renda Fixa — O primeiro degrau13:34 FIIs — O segundo degrau14:34 Ações — O terceiro degrau15:08 Exterior — O quarto degrau15:40 Conclusão16:49 RC Wealth e RC Club
O setor de bares e restaurantes está mudando e quem entende isso antes sai na frente.No episódio #300 do Foodness Talks, Ricardo Garrido, da CiaTC, um dos nomes mais respeitados da cena de hospitalidade do Brasil, fala sobre o que está moldando o futuro do setor: novos perfis de consumo, operações mais inteligentes e uma relação diferente entre marca, gente e experiência.A conversa passa por pontos que todo gestor precisa ter no radar. As pessoas estão fazendo curadoria de como saem e quando saem, querem uma experiência que justifique cada decisão. Isso exige restaurantes mais atentos, mais flexíveis e mais leves na operação, capazes de se adaptar sem perder identidade. Simplificação e eficiência não são sobre fazer menos, são sobre fazer o que realmente importa, com menos ruído e mais resultado.E no centro de tudo isso, está gente. Investir em cultura e nas pessoas que fazem a experiência acontecer todos os dias continua sendo o movimento mais estratégico que um negócio de alimentação pode fazer, independente do quanto a tecnologia avance.Esse espisódio é um oferecimento da @searafoodsolutions, @rispostabr e @goomer_br
LEITURA BÍBLICA DO DIA: 2 CORÍNTIOS 9:6-11 PLANO DE LEITURA ANUAL: 2 CRÔNICAS 32–33; JOÃO 18:19-40 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: No grupo de estudo bíblico em que minha esposa serve semanalmente, as crianças foram convidadas a doar dinheiro para ajudar crianças na Ucrânia, devastada pela guerra. Ela contou sobre o projeto à nossa neta de 11 anos, que logo nos enviou sua oferta pelo correio. Recebemos dela um envelope contendo $6,40 e um singelo bilhete: “Isso é tudo o que tenho para as crianças na Ucrânia. Envio mais depois”. A avó não tinha sugerido a ela que doasse, mas talvez o Espírito Santo a tenha inspirado. E ela, por amar Jesus e buscar viver para Ele, agiu. Podemos aprender muito com essa pequena oferta vinda de um generoso coração. Em 2 Coríntios 9, Paulo traz algumas instruções sobre doações. Primeiro, o apóstolo sugeriu que devemos semear “com fartura” (v.6). A entrega de tudo o que tenho é certa mente generosa. Paulo também escreveu que nossas ofertas devem ser entregues com alegria, conforme Deus nos guia e conforme somos capazes, e não “por obrigação” (v.7). E ele mencionou o valor de compartilhar “com os pobres” citando Salmo 112:9. Ao surgir uma oportunidade de doar, perguntemos a Deus qual ação Ele deseja de nós. Quando seguimos a Sua orientação e somos generosos e alegres ao doar aos necessitados, nós o fazemos de modo que outros “darão graças a Deus” (2 CORÍNTIOS 9:11). Isso é doar com generosidade. Por: DAVID BRANON
Você já sentiu alívio quando uma pessoa terespondeu… e nem percebeu que estava com medo antes disso? Isso tem nome. Chamatrauma bonding — e a ciência explica por que o cérebro cria dependênciaemocional de quem nos machuca.Neste episódio você vai entender:— Por que intensidade não é amor — Como oreforço intermitente sequestra o seu sistema nervoso — O que a neurociência dizsobre relações que viciam — Por que pessoas inteligentes ficam presas emrelacionamentos que destroem — E como começar a se libertar sem precisar deforça de vontadeSe você já ficou em um relacionamento quesabia que fazia mal, mas não conseguia ir embora — esse episódio foi feito paravocê.Temas: trauma bonding, dependênciaemocional, relacionamento tóxico, neurociência emocional, cura emocional,autoconhecimento, apego ansioso, sistema nervoso, espiritualidade feminina.00:00:00O que é trauma bonding00:03:00Por que você sente falta de quem te machuca00:07:00Reforço intermitente: o vício dentro do amor00:11:00A história de Isabela00:17:00O que acontece no seu sistema nervoso00:22:00Apego ansioso e infância emocional00:27:00Exercício: a pergunta da paz00:31:00Você não precisa sobreviver a alguém para amar00:35:00Como começar a se libertar
Send us Fan MailBem-vindos ao Episódio 80! Neste Journal Club, percorremos quatro estudos recentes que ampliam nossa compreensão sobre o cuidado ao prematuro — da sala de parto à vida adulta jovem.1. Transition to Adulthood for Extremely Preterm Survivors - https://publications.aap.org/pediatrics/article/153/1/e2022060119/196245/Transition-to-Adulthood-for-Extremely-Preterm?autologincheck=redirected2. Growth and safety evaluation in very low birth weight infants receiving an exclusive human milk diet: a phase III randomized control trial in Japan - https://www.nature.com/articles/s41372-026-02695-w3. Cerebral Oximetry–Guided Treatment and Cerebral Oxygenation in Extremely Preterm Infants: A Randomized Clinical Trial - https://jamanetwork.com/journals/jamanetworkopen/fullarticle/2844666?utm_campaign=articlePDF&utm_medium=articlePDFlink&utm_source=articlePDF&utm_content=jamanetworkopen.2025.57620#google_vignette4. Apgar Score Plus Umbilical Artery pH and Adverse Neonatal Outcomes in Very Preterm Infants - https://jamanetwork.com/journals/jamanetworkopen/fullarticle/2844714?utm_campaign=articlePDF&utm_medium=articlePDFlink&utm_source=articlePDF&utm_content=jamanetworkopen.2025.57913Quatro perguntas diferentes, uma mesma direção: cuidar melhor, com mais precisão e mais evidência. Não esqueça: você pode ter acesso aos artigos do nosso Journal Club no nosso site: https://www.the-incubator.org/podcast-1Lembrando que o Podcast está no Instagram, @incubadora.podcast, onde a gente posta as figuras e tabelas de alguns artigos. Se estiver gostando do nosso Podcast, por favor dedique um pouquinho do seu tempo para deixar sua avaliação no seu aplicativo favorito e compartilhe com seus colegas. Isso é importante para a gente poder continuar produzindo os episódios. O nosso objetivo é democratizar a informação.Se quiser entrar em contato, nos mandar sugestões, comentários, críticas e elogios, manda um e-mail pra gente: incubadora@the-incubator.orgEvidência, cuidado e contexto brasileiro - esse é o nosso roteiro.
Trocaram o nome do ovário policístico (e isso muda tudo)
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Todos imóveis vão ter CPF02:05 O que é o CIB e o SINTER04:13 Mudança no valor de referência05:51 Por que o IPTU vai disparar08:45 O imposto de herança ficou mais caro11:13 O que fazer agora para se proteger11:59 RC Wealth e RC Club
Neste programa da Escola do Amor Responde, um aluno compartilhou que esteve em um relacionamento por sete anos. Eles não se casaram, mas resolveram morar juntos. Durante esse tempo, o aluno disse que errou muito e cometeu muitas traições. Após algum tempo, ele até achou que não amava mais a parceira, mas estava enganado. Além disso, ele a incentivava a abrir um novo negócio e a deixar de trabalhar para outras pessoas, porém ela nunca quis. Isso o afetou, pois ele tem muita vontade de crescer na vida e conquistar uma vida financeira estável.O tempo passou, e ele pediu a separação, conheceu outra pessoa e se envolveu com ela por sete meses. Foi então que percebeu que ainda amava a ex. Segundo o aluno, ele não sabia como sair dessa situação. Nesse meio tempo, ela conheceu outra pessoa. Atualmente, o aluno saiu do relacionamento em que vivia, mas a ex disse que não o quer mais. Ele sabe que tem que seguir os direcionamentos de Deus, mas pediu um aconselhamento ao casal blindado.Terapia do AmorNa sequência, conheça histórias de quem se curou dos traumas do passado e se preparou para viver o amor inteligente após praticar os ensinamentos adquiridos durante as palestras da Terapia do Amor. Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
vamos de grupo?http://orelo.cc/diariodebordo
A Ellen cresceu dentro da igreja e conheceu o Mateus aos 12 anos. O que começou como um namoro acabou se tornando um relacionamento abusivo, marcado por controle, manipulação e dependência emocional. Durante anos, ela viveu entre traições, términos e voltas, sempre presa ao medo e a sensação de que nunca conseguiria sair daquela relação. Mesmo sofrendo, aceitou o pedido de casamento, mas depois de quase 11 anos, ela descobriu a pior traição de todas: sua própria irmã, Ísis, era a amante dele. A descoberta destruiu sua família e, em vez de receber apoio, Ellen ainda foi julgada pelos pais, que não aceitavam a separação. Sozinha, ela saiu de casa e precisou reconstruir a própria vida do zero. Com o tempo, encontrou apoio em Thiago, um amigo que se tornou seu marido, e finalmente conheceu um relacionamento baseado em amor e respeito. Hoje, morando em Brasília e mãe de duas filhas, Ellen transformou toda a sua dor em um livro e conseguiu retomar sua felicidade.
O objetivo #1 de quem tenta eliminar peso seja com dietas, medicamentos ou essas canetinhas é suprimir o apetite. É achar uma forma, seja qual for, de sentir menos fome e de ter menos vontade de comer na esperança disso facilitar a perda de peso e resolver de uma vez a situação, porém, aqui está a verdade: Isso é basicamente o oposto do que a gente deveria fazer se nós quiséssemos de fato resolver o sobrepeso de forma definitiva. Nós fomos doutrinados a ver o apetite como inimigo e isso está tornando a vida de milhões de pessoas muito mais difícil e arriscada do que deveria ser, então, vem comigo que vamos corrigir isso de uma vez por todas…
Muita gente quer saber como sair da situação em que está, mas nunca parou para identificar o que realmente a colocou naquele problema.E entre a ansiedade pelo futuro e as distrações do presente, perde a oportunidade de mudar.Quem insiste em ignorar a causa continuará colecionando consequências.Assista ao vídeo e descubra por que algumas pessoas permanecem presas aos mesmos problemas — e qual é o primeiro passo para finalmente mudar de vida. Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.
103 homicídios a cada 100 mil habitantes. Era o recorde de El Salvador em 2015. Um país onde gangues cobravam imposto de famílias. Onde o Estado havia recuado. Isso era El Salvador. Até deixar de ser. Para entender esse cenário inteiro fomos até El Salvador para produzir nosso próximo documentário, El Salvador -O dia em que o medo mudou de lado. Entramos no CECOT, a prisão mais temida das Américas. Ouvimos relatos de quem afirma ter sido salvo pela nova ordem e as vozes dos críticos que afirmam que o preço da paz é alto demais. No dia 20 de maio, às 20h, você vai assistir de graça ao novo original da Brasil Paralelo.
A WWDC está chegando, For All Mankind acabou, e o Filipe fez um teste meio retrô.
Neste episódio, Ricardo apresenta a Lei de Brooks, criada há mais de 50 anos e ainda muito relevante. A lei afirma que adicionar pessoas a um projeto de software, que está atrasado, tende a atrasá-lo ainda mais. Isso ocorre porque os novos integrantes precisam ser treinados e orientados pelos membros mais experientes, reduzindo a produtividade da equipe. Além disso, o aumento do número de pessoas torna a comunicação, a coordenação e a integração das entregas mais complexas. Ricardo destaca que esse conceito continua válido na era da inteligência artificial, pois adicionar mais ferramentas, agentes ou automações não resolve problemas de prioridades, processos ou governança. Muitas vezes, a solução está em remover obstáculos, simplificar decisões e melhorar a coordenação do trabalho. Escute o podcast para saber mais!
Peguei uma revista na banca e hoje leio entrevista com a Gisele Bündchen. Isso me fez refletir sobre a vida que eu teria se eu fosse muito rico. Também falo sobre gírias da geração alpha e Z. -
Se você quisesse emagrecer o mais rápido humanamente possível em 30 dias pra ganhar um super prêmio, o que você acha que faria? Bom, provavelmente você tentaria jejuar o mês inteiro e não comer nada por 30 dias direto, certo? Esta seria bem provavelmente a forma mais rápida possível de perder peso neste tempo, PORÉM, e se a pergunta mudasse a agora fosse a seguinte: Se você quisesse atingir a melhor forma da sua vida em 6 meses e manter ela depois por mais 6 meses, 1 ano, 2 anos, 5 anos ou o resto da sua vida, o que você faria? Uma coisa eu te digo, você provavelmente não cometeria o erro de jejuar desta vez porque você logo veria que depois da perda rápida de peso, ao voltar a comer seu corpo reganharia peso numa velocidade relâmpago até comendo folha de alface levando você rapidamente a uma situação mais pesada do que quando começou. Então a pergunta final acho que é: O que você faria se quisesse eliminar peso o mais rápido possível até atingir seu peso ideal, sem rebotes no meio e nem depois, e de um jeito que você possa manter a forma depois pelo resto da vida sem fazer esforço pra isso? Isso jamais será possível com dietas extremas. A única solução aqui é uma abordagem pró-metabólica e é justamente sobre isso que quero te ensinar hoje, então, vem comigo.