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Você não tem problema de autoestima.Você tem um problema de referência de valor.Se o seu valor depende da opinião de alguém…basta essa opinião mudarpara você se sentir desvalorizado.Isso é alto risco emocional.Neste vídeo, você vai descobrir onde não colocar a sua expectativa —e principalmente, de onde vem o único valor que não muda, não oscila e não depende de aprovação humana.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.
Como vencer o medo e deixar de ser controlado pela mente? Neste episódio do "Como Você Fez Isso?", Caio Carneiro recebe Jacob Petry, filósofo e pesquisador especializado em filosofia da mente, para uma conversa profunda sobre consciência, propósito e vida no agora. Você vai entender a diferença entre medo instintivo e medo psicológico, descobrir o que é o falso eu e aprender como o autoconhecimento pode libertar você da ansiedade, da escassez e da insegurança. ☕ *Caffeine Army e Como Você Fez Isso?*- Cupom de desconto: COMOVOCEFEZISSO
Você compra mais livros do que consegue ler? Tem pilha na estante, no Kindle, no carrinho da Amazon? Relaxe. Isso tem nome: Tsundoku. É um termo japonês para o hábito de acumular livros ainda não lidos. E, ao contrário do que dizem os culpados profissionais, isso não é defeito. Pode ser sinal de curiosidade, consciência e vontade de aprender. Talvez sua estante não esteja atrasada. Talvez ela esteja te esperando.See omnystudio.com/listener for privacy information.
De acordo com o Censo de 2022, um a cada quatro brasileiros é evangélico. Durante os anos 1980, porém, essa situação era bem diferente. Só 6% da população se dizia evangélica, e poucas coisas eram consideradas mais caretas pela geração jovem e roqueira do que “ser crente”. Isso começou a mudar em 1989, quando uma igreja decidiu apostar no rock como uma estratégia inovadora de evangelização. Sob forte influência da cultura evangélica norte-americana, a Igreja Renascer em Cristo revolucionou a música religiosa brasileira e introduziu uma nova palavra no vocabulário fonográfico: gospel. Levantamentos especializados apontam que a música gospel representa 20% do mercado fonográfico nacional. E esse mercado consumidor, de mais de 47 milhões de pessoas, começou a ser construído quando um jovem músico baiano e um ex-figurão da publicidade da TV Globo ajudaram a emplacar uma banda de rock gospel.O episódio 154 de Escafandro mergulha na história da música gospel, conta como esse gênero musical dominou o Brasil, e como isso ajudou a religião evangélica a se espalhar por todo o país. Mergulhe mais fundoDiscípulos, o novo podcast da Rádio Guarda-ChuvaDiscoteca BásicaEpisódios relacionados#124: Os falsos gringosEntrevistados do episódioAntonio AbbudPublicitário e bispo da Igreja Apostólica Renascer em Cristo.Paulinho MakukoMúsico. Baterista e vocalista da banda Katsbarnea. Ricardo AlexandreJornalista, escritor, documentarista, e roteirista do programa Conversa com Bial, da TV Globo. Autor de “Os 500 maiores álbuns brasileiros de todos os tempos”. Apresentador do podcast Discoteca Básica. Ficha técnicaProdução, reportagem e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 24, Carlos Andreazza fala sobre 'Xandão Orloff' que observa Dias Toffoli e pensa: eu sou você amanhã. E se antecipa. O juiz “com sangue nos olhos”. Houvesse República entre nós, estando ele também no celular de Vorcaro, o País esperaria relatório da Polícia Federal sobre as relações do delegadão com a turma do Master. Documento da mesma natureza daquele que a PF entregou a Fachin relativamente a Dias Toffoli – peça que reúne indícios de crimes. Eu não serei você amanhã – reage. E então a operação policial contra servidores da Receita Federal; Alexandre de Moraes de repente relator paralelo do caso Master, para o qual escreve novela concorrente e da qual dispara capítulos intimidatórios em que a trama central se tornou a atividade ilícita do fisco. Contra a revelação de relações econômicas cruzadas de “altas autoridades”, a intimidação cruzada também à Polícia Federal e à imprensa. A Receita não vaza a ocorrência de charutadas de juiz com empresário interessado no tribunal que tem como advogada a esposa do juiz. As divulgações do contrato multimilionário da mulher de Moraes com o Master e da sociedade de Dias Toffoli com os fundos operadores do banco não são produtos de quebra-vazamento de dados fiscais. Isso é o que se quer intimidar. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Ainda tirando os últimos resquícios de glitter e purpurina, estamos de volta com seus filmes e séries amados em 30 minutos (ou um pouquinho mais). Se atraque com seu sofá, aumente o volume e Senta que lá vem Imperdíveis do Mês!
A partir de Kiev, Helena Krajewska, da Polish Humanitarian Action descreve uma população "cansada" e com cada vez menos "esperança". Pede que não se esqueça a Ucrânia, no aniversário da guerra.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDia (https://open.spotify.com/show/29PiZmu44AHH8f93syYSqH)A escritura de hoje está em Lucas 1:37–38 "Pois para Deus nada é impossível. Respondeu Maria: 'Sou serva do Senhor; que aconteça comigo conforme a tua palavra'."Palavras Cheias de FéAs palavras têm um poder extraordinário. Uma jovem chamada Maria ficou grávida, não por um homem, mas por uma palavra vinda de Deus.Quando o anjo Gabriel apareceu a ela e disse: "Maria, você é muito favorecida! Você conceberá e terá um bebê sem conhecer homem algum", ela estava diante de algo humanamente impossível. Mas entenda: quando Deus quer criar algo novo, Ele não usa coisas materiais; Ele usa palavras.Maria poderia ter focado na lógica e dito: "Isso é impossível, nunca aconteceu antes". Em vez disso, ela disse: "Que aconteça comigo conforme a tua palavra". Ela entrou em concordância com Deus. Ela usou suas palavras para confirmar o que ouviu, e não para debater o que ouviu.Quando Deus coloca uma promessa no seu coração, o seu papel é simplesmente concordar com Ele. A Escritura diz: "Pelas Suas feridas você foi curado". Não debata isso dizendo: "Mas eu não me sinto curado".Crie o hábito de falar palavras cheias de fé. Diga: "Senhor, obrigado porque eu já fui curado. Que se cumpra em mim o que a Tua Palavra diz". Pare de analisar o impossível e comece a declarar a promessa!Vamos fazer uma oraçãoPai, obrigado porque nenhuma das Tuas palavras jamais falhou ou falhará.Assim como Maria, eu declaro que sou altamente favorecido e que as Tuas promessas para a minha vida se cumprirão. Eu escolho alinhar as minhas palavras com as Tuas, acreditando que o Senhor fará o impossível acontecer.Em nome de Jesus, Amém.
Vai começar no YouTube e não sabe por onde começar? Neste episódio do Hotmart Cast, o criador de conteúdo Joba compartilha os princípios essenciais para crescer no YouTube, criar conteúdo relevante e entender como o algoritmo realmente funciona. A conversa passa por temas como criação de conteúdo para YouTube, títulos e miniaturas que geram cliques, retenção, monetização, marketing digital e como construir audiência mesmo no início do zero, sem depender de equipamentos caros ou de produção complexa. Ao longo do episódio, você vai entender como superar o medo de começar no YouTube, como encontrar um nicho, criar vídeos que entreguem valor real e desenvolver consistência na criação de conteúdo. Se você quer crescer no YouTube, melhorar seus vídeos, aprender a estruturar roteiros, entender o que o público realmente procura e transformar conteúdo em oportunidade de negócio, este episódio mostra o caminho prático para sair da teoria e começar a executar. Visite o canal da Hotmart no Youtube: https://www.youtube.com/@hotmart
Nem tudo foi feito para confortar.Algumas verdades existem para ajustar rota, quebrar ilusões e colocar responsabilidade onde ela sempre esteve.Este espaço não entrega respostas prontas nem valida desculpas. Aqui, a proposta é provocar reflexão real — daquelas que incomodam, exigem maturidade e levam a decisões mais conscientes.Se você procura algo leve, talvez não seja pra você.Mas se busca clareza, critério e evolução de verdade, ouvir pode mudar mais do que parece.Porque crescer quase nunca é confortável.Mas continuar igual custa muito mais.
Como explicar que alguns cânceres são mais difíceis de tratar do que outros? O que determina o prognóstico e as chances de sobrevida? A oncologista francesa Laurence Albigès, chefe do setor no Instituto Gustave Roussy, em Villejuif, nos arredores de Paris, fala sobre os avanços na prevenção, diagnóstico e tratamento da doença. Em 2022, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), foram registrados 20 milhões de novos casos de câncer e 9,7 milhões de mortes. As estimativas do Observatório Global do Câncer (GCO, na sigla em inglês) englobam 185 países e 36 tipos de câncer. Segundo os dados, coletados em 2022, dois terços de todos os novos casos e mortes pela doença no mundo concentram dez tipos de tumores malignos. O câncer de pulmão é o mais comum, com 2,5 milhões de novos diagnósticos, e representa 12,4% do total. O câncer de mama chega em segundo lugar, com 2,3 milhões de casos (11,6%) e o colorretal ocupa a terceira posição, com 1,9 milhão de casos (9,6%), seguido pelo câncer de próstata, que registra 1,5 milhão de diagnósticos (7,3%). Na quinta posição está o câncer de estômago, responsável por 970 mil casos e equivalente a 4,9% do total mundial. “O câncer é uma palavra que gera medo, e os pacientes e suas famílias se questionam muito quando têm o diagnóstico. Na realidade, quando os pacientes são atendidos e o tratamento começa, essas dúvidas são menos recorrentes, mas é importante continuar falando sobre elas e deixar a porta do consultório sempre aberta para respondê‑las”, explica a oncologista francesa Laurence Albigès. Em função do órgão afetado e do tipo de câncer, a abordagem médica será diferente, mas há outros fatores que influenciam as decisões das equipes. “O prognóstico está relacionado à extensão da doença. O tumor é localizado e pode ser curado? Ou a doença já se disseminou, está se propagando e existem metástases? Nesse caso, mesmo que uma remissão não seja impossível, com frequência o câncer vai evoluir no organismo.” A taxa de mortalidade de um determinado tipo de câncer está baseada em dados científicos e epidemiológicos, e com frequência está diretamente relacionada às chances de melhora do paciente. Mas essas estatísticas dão apenas uma dimensão global da situação. Cada caso traz suas especificidades no manejo, reitera a oncologista francesa, lembrando que o atendimento é cada vez mais personalizado. “Essas estatísticas não se aplicam a um indivíduo. O paciente será acompanhado, e teremos ao longo de sua trajetória cada vez mais acesso a diferentes tipos de tratamentos, mais inovadores. No Instituto Gustave Roussy, por exemplo, temos novos medicamentos sendo testados. Por isso é sempre importante explicar que essas estatísticas não se aplicam a uma pessoa.” Outros critérios, independentemente da gravidade da doença, devem ser levados em conta. Entre eles estão o sistema de saúde, o acesso a tratamentos inovadores, a formação dos profissionais e o financiamento das diferentes formas de atendimento, que têm impacto direto na remissão, cura e sobrevida. Estágios do câncer O que significam os quatro estágios do câncer, que vão vão de um a quatro e indicam o nível de evolução da doença? Nos dois primeiros estágios, as células cancerígenas estão restritas ao órgão afetado, e a remissão e a cura são, com frequência, possíveis. No estágio 3, o tumor está começando a se espalhar, e no 4 atingiu outros órgãos, ou seja, há metástase. Outra questão frequente envolve a diferença existente entre cânceres líquidos e sólidos, que são tumores malignos que aparecem em diferentes órgãos, como pulmão, mama e próstata. Os cânceres hematológicos, que se localizam nas células sanguíneas ou da medula óssea, são chamados de "líquidos", com alterações visíveis em um hemograma, por exemplo. De acordo com a oncologista francesa, a morfologia do órgão atingido pelo tumor maligno é um fator essencial. No cérebro, por exemplo, os cânceres às vezes se infiltram nos sulcos. Isso faz com que, cirurgicamente, a retirada completa do tumor seja complexa. Outro problema é a ausência de sintomas que caracteriza alguns cânceres, como o de pâncreas, por exemplo, impedindo a detecção precoce. Mas a prevenção personalizada, que está cada vez mais difundida na França e em outros países, deve ajudar a amenizar esse problema. O objetivo é antecipar o aparecimento do câncer e agir em função dos dados preditivos. O Instituto Gustave Roussy, por exemplo, criou um programa individual de diagnóstico da doença, disponível em cerca de 700 centros de combate ao câncer na França. O centro propõe a biópsia líquida — a detecção do DNA tumoral no sangue. Essa nova técnica permite às equipes isolar anomalias biológicas dentro de uma célula. Essas células que ainda não se transformaram em tumores malignos poderão ser alvos terapêuticos de futuros tratamentos, que também evoluem cada vez mais rapidamente. Os mais conhecidos, como a quimioterapia, a radioterapia e, mais recentemente, a imunoterapia, ainda são referência, mas novas terapias, ainda em fase de estudos, vêm sendo testadas nos pacientes com resultados cada vez mais promissores. Os avanços possibilitam que a doença que deixou de ser uma sentença de morte em vários casos, se torne cada vez mais uma patologia crônica, com a qual muitos pacientes deverão conviver por vários anos.
É fato, a patente do Ozempic cai pro chão agora em março e abre as portas para versões nacionais e genéricas do medicamento e também de uma corrida bilionária para as farmacêuticas e a promessa é muito simples: Tome o remedinho e veja sua gordura ir embora sem que você precise fazer mais nada. Uma verdadeira maravilha, um milagre da ciência prestes a estar acessível a todo mundo. Finalmente nós vamos ter uma solução fácil e barata para o sobrepeso que já atinge 68% dos brasileiros. Por isso, não tem mais porque eu fazer vídeos aqui, então, foi bom enquanto durou, eu vou fechar o canal e um grande abraço, tchau! Hmmm.... mas calma lá, calma lá... tem muito mais minhoca neste buraco do que a maioria sequer tem idéia... vem comigo
Você sente que nunca descansa de verdade? Que faz mil coisas mas não avança? Isso tem nome — e a filosofia explica por quê.Nesta live, a professora Carla apresenta as ideias do filósofo contemporâneo Byung-Chul Han no livro Sociedade do Cansaço — e conecta essas reflexões com ensinamentos de Platão e a mitologia grega para oferecer chaves práticas de transformação.Você vai entender:— A diferença entre a sociedade da disciplina e a sociedade do desempenho — e por que as duas esgotam da mesma forma— Por que "ser empresário de si mesmo" pode ser mais opressivo do que ter um chefe— Como o burnout e a depressão são patologias do nosso tempo — e o que fazer— O mito da caverna de Platão aplicado à vida digital de hoje— O mito de Cronos e Zeus: como sair da dimensão do tempo que devora para o tempo da consciência— Por que a vida contemplativa não é escapismo — é resistênciaUma reflexão essencial para quem está exausto e quer entender — e mudar — a raiz do problema.
Se você tivesse 15 minutos por dia, o que mudaria na sua vida?
É POR ISSO QUE VOCÊ NÃO VIVE EM PLENITUDE COM O PROPÓSITO! | BISPA SONIA HERNANDES by Igreja Renascer Em Cristo
O que destrói a MOTIVAÇÃO não é o mês ruim. É LIDERANÇA despreparada.Dois meses sem bater meta já derrubam a confiança, e a gestão começa a pisar em ovos:⚠️ Muda tudo ao mesmo tempo.⚠️ Dobra atividade sem ajustar qualidade.⚠️ Cobra mais, ensina menos.⚠️ Pressiona em vez de desenvolver.Um time de vendas motivado não corre mais. Ele executa melhor.Se o processo não está convertendo, fazer o dobro da mesma coisa não resolve.Neste episódio você vai entender:– Como evitar cultura de lamúria – Como ajustar sem baixar a régua – Como usar rituais, one-on-ones e role plays para reconstruir confiança – Como proteger a moral do time mesmo em meses difíceisPensando em todos esses pontos, no episódio de hoje, Leandro Munhoz (@le_munhoz) e Daniel Mestre (@danielrmestre) conversam sobre COMO MANTER O TIME DE VENDAS MOTIVADO (MESMO EM MESES RUINS).
Bom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDia (https://open.spotify.com/show/29PiZmu44AHH8f93syYSqH)A escritura de hoje está em 2 Coríntios 5:17, "Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação; as coisas antigas já passaram, eis que surgiram coisas novas!"A Batalha dos Dois "Eu"Você já sentiu como se existissem duas pessoas diferentes vivendo dentro de você?De um lado, existe aquele "você" gentil, disciplinado e confiante. Mas, do outro, existe aquele "você" crítico, inseguro e propenso a ceder a impulsos. Na maioria das vezes, você consegue ser paciente, mas basta alguém "apertar o botão certo" para que aquela versão impaciente e rude tente assumir o controle.Essa é uma batalha constante entre a carne e o espírito; entre a sua velha natureza carnal e a sua nova natureza redimida em Cristo.Quando você entregou sua vida a Jesus, você se tornou uma nova criação. Mas a "velha natureza", embora tenha sido vencida, muitas vezes tenta se levantar. Romanos 8:13 nos dá um alerta sério: "Se vocês viverem de acordo com a carne, morrerão". Isso significa que, se você sempre agir e falar baseado apenas no que sente no momento, os seus sonhos, o seu potencial e os seus relacionamentos começarão a definhar.Mas o versículo continua: "...mas se, pelo Espírito, vocês mortificarem as obras do corpo, viverão"."Mortificar" significa manter morto. Você precisa decidir, todos os dias, dizer "não" para os impulsos da carne. Quando você escolhe fazer a coisa certa, mesmo sob tentação ou estresse, você mantém o "velho homem" no lugar dele. Escolha alimentar o seu espírito, e você verá a sua melhor versão florescer!Vamos fazer uma oraçãoPai, obrigado porque eu tenho o poder de escolher ser disciplinado e gentil, dizendo "não" aos desejos da minha carne.Obrigado porque, a cada novo dia, eu posso tirar os meus sentimentos do trono e permitir que o Teu Espírito controle a minha vida. Ajuda-me a viver pelo Espírito e a fazer o que é certo, honrando a nova criação que o Senhor fez em mim.Em nome de Jesus, Amém.
O profeta faz essa pergunta no livro de Livro de Habacuque em um momento de dor, confusão e aparente ausência de Deus. Esse versículo revela algo profundo: até os homens de Deus enfrentam momentos em que o céu parece estar em silêncio.1. O silêncio de Deus não significa ausênciaHabacuque não estava distante de Deus. Pelo contrário, ele estava orando, clamando, buscando. O silêncio não era falta de fé, era parte do processo.Há momentos em que:Você ora… e nada acontece.Você clama… e não vê resposta.Você espera… e Deus parece calado.Mas o silêncio de Deus não é abandono. Muitas vezes, é preparação.Deus nunca deixou de trabalhar, mesmo quando Habacuque não conseguia perceber.O silêncio de Deus é o lugar onde nossa fé é provada.2. O silêncio de Deus revela o que há no nosso coraçãoÉ fácil confiar quando Deus responde rápido. Difícil é confiar quando Ele permanece em silêncio.O silêncio revela:Se nossa fé está na resposta ou em DeusSe buscamos a bênção ou o Deus da bênçãoSe permanecemos firmes mesmo sem entenderO silêncio de Deus amadurece nossa fé.3. O silêncio de Deus sempre tem um propósitoMais à frente, Deus responde Habacuque. A resposta não era no tempo do profeta, mas no tempo perfeito de Deus.Isso nos ensina:Deus não responde sempre rápido, mas responde sempre certo.O silêncio de hoje está preparando o testemunho de amanhã.4. O silêncio de Deus não é o final da históriaO mesmo profeta que começou perguntando “Até quando?” terminou declarando fé.Habacuque 3:17-18 mostra ele dizendo que, mesmo sem ver nada, ele ainda se alegraria em Deus.Ele aprendeu que:Deus é digno de confiança, mesmo em silêncio.Conclusão: Se você está vivendo um tempo de silêncio, lembre-se:Deus está ouvindoDeus está trabalhandoDeus está preparando algoO silêncio de Deus não é rejeição..É construção.Porque quando Deus parece em silêncio, Ele está escrevendo algo profundo dentro de você.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça decidiu que o limite de 20 salários mínimos previsto na Lei 6.950/1981 não se aplica à base de cálculo das contribuições parafiscais destinadas a terceiros, como os serviços sociais autônomos.Essa decisão foi tomada em julgamento realizado sob o rito dos recursos repetitivos, Tema 1.390. Isso significa que ela vai servir de base para os demais tribunais do país, quando julgarem casos semelhantes. A tese firmada alcança o salário-educação e contribuições destinadas a entidades como Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Serviço Social do Transporte (Sest), Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat), Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Fundo Aeroviário (Faer), Diretoria de Portos e Costas (DPC) e Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).O colegiado destacou que, em 2024, no julgamento do Tema 1.079, já havia definido que o teto não incide sobre as contribuições ao Senai, Sesi, Sesc e Senac, após a entrada em vigor do Decreto-Lei 2.318/1986.A relatora, ministra Maria Thereza de Assis Moura, explicou que, no caso do salário-educação, do Senar e do Sescoop, a própria legislação específica e a Constituição já estabelecem a base de cálculo, afastando a aplicação do limite.Quanto às demais entidades, a ministra afirmou que algumas contribuições possuem a mesma base de cálculo das destinadas ao Sesi, Senai e Sesc, seja por destinação diversa, seja por incidirem como adicional sobre essa base, o que igualmente afasta o teto.A Primeira Seção também decidiu não modular os efeitos da decisão. Segundo a relatora, não havia jurisprudência consolidada favorável aos contribuintes que justificasse a medida excepcional.
A decisão da Suprema Corte dos EUA ao invalidar o uso do IEEPA – acrônimo, em inglês, da Lei dos Poderes Econômicos de Emergência Internacional – para tarifas redefine não apenas a arquitetura jurídica da política comercial norte‑americana, mas também o ambiente estratégico em que o Brasil se relaciona com Washington e com o presidente Donald Trump em seu segundo mandato. Thiago de Aragão, analista político Ao retirar do Executivo a ferramenta emergencial que permitiu, em 2025, a criação de um regime tarifário agressivo e altamente discricionário, a Corte reduz a assimetria de poder na mesa de negociação e abre espaço para que Brasília trate tarifas menos como armas de surpresa e mais como variáveis negociáveis dentro de um marco institucional mais estável. No caso brasileiro, o impacto é tanto imediato quanto estrutural. Imediato porque a decisão atinge em cheio o fundamento jurídico das sobretaxas emergenciais aplicadas contra o Brasil, incluindo o adicional de 40% que, combinado com outras medidas, levou a alíquotas efetivas próximas de 50% sobre uma cesta relevante de produtos, como aço, carnes, café e manufaturados selecionados. A determinação de encerrar “tão logo seja praticável” a cobrança de tarifas baseadas em IEEPA implica, em princípio, a eliminação desse prêmio punitivo aplicado especificamente ao Brasil, mesmo que outros instrumentos, como as seções 232, 301 ou 122, continuem ativos ou sejam recalibrados. Estrutural porque o sinal enviado ao mercado é que a política tarifária dos EUA volta a estar mais ancorada em estatutos tradicionais, com procedimentos, consultas e limites mais claros, reduzindo o espaço para escaladas unilaterais justificadas por emergências de definição elástica. Essa mudança ocorre depois de um ano em que o Brasil, apesar do choque tarifário, conseguiu registrar exportações recordes, ao custo de uma realocação significativa de fluxos em direção à China e outros mercados, e de uma queda expressiva das vendas para os Estados Unidos. Engenharia jurídica A eliminação das tarifas com base no IEEPA tende a aliviar a pressão sobre setores exportadores que estavam na linha de frente da disputa com Trump, mas isso não significa uma volta automática ao status quo pré‑2025. Em primeiro lugar, porque permanecem em vigor tarifas impostas sob outras bases legais; em segundo, porque o próprio presidente já anunciou e vem ajustando um novo arcabouço de tarifas globais, como a alíquota de 10% (e a discussão sobre elevação a 15%) via seção 122, com exclusões e exceções calibradas em função de setores e parceiros. Em outras palavras, o Brasil deixa de ser alvo de um diferencial de 40% ligado a uma emergência sob IEEPA, mas continua inserido em um cenário de protecionismo elevado, apenas com outra engenharia jurídica. Do ponto de vista da estratégia de Trump, a decisão da Suprema Corte não encerra a agenda tarifária; ela força um redesenho. Ao perder a base emergencial ampla proporcionada pelo IEEPA, a Casa Branca tende a concentrar sua política em três frentes: uso mais intensivo da seção 122 para tarifas globais com alíquota uniforme; manutenção e eventual expansão de tarifas setoriais sob a seção 232, com foco em segurança nacional, em áreas como aço, alumínio e possivelmente novos insumos industriais; e aprofundamento do contencioso sob a seção 301, com investigações dirigidas contra práticas consideradas desleais, inclusive em temas sensíveis como agricultura, subsídios, deforestação e tratamento a empresas americanas de tecnologia. Isso significa que o eixo da política comercial de Trump migra de uma lógica punitiva personalizada, amparada em emergência, para um desenho em que o Brasil passa a ser enquadrado, principalmente, como caso de risco setorial (n° 232) e de conduta desleal (n° 301), com efeitos possivelmente menos abruptos, porém mais duradouros e difíceis de reverter. Para o Brasil, essa reconfiguração tem implicações claras. Em primeiro lugar, a eliminação das sobretaxas IEEPA melhora a competitividade relativa de produtos hoje duramente atingidos e abre espaço para recuperação gradual da participação no mercado americano, especialmente em segmentos onde a concorrência com fornecedores de outros países também estava sendo distorcida pelo diferencial de 40%. Segundo, a experiência de 2025 mostrou que o país foi capaz de desviar parte relevante de suas exportações para outros destinos, em particular a China, mas ao custo de maior dependência desse mercado e de uma relação bilateral mais assimétrica. Maior previsibilidade regulatória A retirada do componente emergencial da política tarifária norte‑americana permite, ao menos em teoria, uma estratégia brasileira menos defensiva e mais ofensiva: em vez de apenas reagir a surtos tarifários, Brasília pode tentar negociar previsibilidade regulatória, coordenação de agendas climáticas e digitais e, em paralelo, consolidar os ganhos de diversificação obtidos em 2025, sem abandonar a posição dos EUA como mercado de alto valor agregado. Por fim, a decisão da Suprema Corte coloca o Congresso norte‑americano de volta no centro do jogo e cria uma janela de oportunidade para o Brasil trabalhar de forma mais estruturada com o Legislativo dos EUA, inclusive por meio de diplomacia parlamentar e de coalizões empresariais binacionais. Se a estratégia tarifária de Trump passa a depender menos de decretos de emergência e mais de instrumentos sujeitos a escrutínio político e judicial, aumenta a importância de o Brasil investir em advocacy técnico, na construção de narrativas sobre complementariedade produtiva e alinhamento em temas de interesse mútuo, como transição energética, agronegócio de baixo carbono e segurança de cadeias de suprimento. Em um cenário em que o protecionismo veio para ficar, a decisão sobre o IEEPA não é uma solução, mas um rearranjo das peças: ela reduz a imprevisibilidade extrema, reforça a necessidade de estratégia de longo prazo e obriga o Brasil a tratar a política tarifária de Trump menos como um choque episódico e mais como um elemento estrutural a ser gerido com método, informação e presença política constante em Washington.
Chaty, faça uma descrição para um episódio de podcast, sem parecer uma LLM (sem musica com direitos autorais)
00:00 40 anos e zero investido?00:48 O jogo muda depois dos 4002:28 Plano de Emergência 40+05:27 Os 4 pilares da carteira blindada07:57 Como comprimir 20 anos em 710:06 Conclusão 10:22 RC Club e RC Wealth
Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana
Leitura Bíblica Do Dia: APOCALIPSE 3:7-11 Plano De Leitura Anual: NÚMEROS 1–3; MARCOS 3 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Na minha nova escola numa cidade grande, o coordenador olhou-me de cima para baixo e colocou-me na pior turma de redação. Minha escola anterior era periférica. Tive notas e resultados excelentes nas provas e recebi um prêmio de redação do diretor. No entanto, a porta para a “melhor” classe de redação fechou-se quando aquele educador julgou que eu não estava preparada ou que não era boa o bastante. A igreja da Filadélfia entenderia tais contratempos e arbitrariedades, pois era pequena e humilde, numa cidade que sofreu terremotos, danos duradouros e enfrentou oposição satânica (APOCALIPSE 3:9). Aquela igreja tão desconsiderada tinha “pouca força, mas”, como Jesus destacou, “obedeceu à [Sua] palavra e não negou [Seu] nome” (v.8). Portanto, Deus abriu diante dela “uma porta […] que ninguém pode fechar” (v.8). E realmente, “O que ele abre ninguém pode fechar, e o que ele fecha ninguém pode abrir” (v.7). Isso é verdade para nossos esforços ministeriais. Algumas portas se fecham. Mas Deus abriu portas para minha escrita devotada à Ele, permitindo que ela alcançasse uma audiência global, apesar da porta fechada por um orientador escolar anos atrás. Portas fechadas também não o impedirão, pois Jesus disse: “eu sou a porta”(JOÃO 10:9). Entremos pelas portas que Ele abrir e o sigamos! Por: PATRICIA RAYBON
O programa Meio-Dia em Brasília desta sexta-feira, 20, fala sobre a nova decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de ouvir em depoimento o presidente da União Nacional dos Auditores Fiscais (Unafisco) após ele fazer uma série de críticas à conduta do magistrado.Além disso, o jornal também fala sobre as consequências políticas do desfile da Acadêmicos de Niterói e sobre a petição apresentada pelo PL contra o governo Lula por crime eleitoral.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
ENTENDA ISSO E SUPERE CRISES | APÓSTOLO ESTEVAM HERNANDES by Igreja Renascer Em Cristo
00:00 Em 2016 quem comprou ganhou 200%01:24 Por Que O Brasil Está Pagando IPCA+7%05:33 IPCA+7% vs. CDI vs. Ibovespa07:19 IPCA+7% vs. S&P 50009:20 O Grande Segredo: Marcação A Mercado10:22 Como lucrar 200% com títulos longos11:28 Duration: Por Que Títulos Longos Reagem Mais12:17 O Risco De Curto Prazo12:59 Conclusão Estratégica13:47 RC Club E RC Wealth
LEITURA BÍBLICA DO DIA: 1 TESSALONICENSES 5:12-18 PLANO DE LEITURA ANUAL: LEVÍTICO 25; MARCOS 1:23-45 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Uma colega de trabalho contou-me que sua vida de oração tinha amadurecido devido ao nosso gerente. Impressionei-me, pensando que nosso líder difícil compartilhara algum grão de sabedoria espiritual com ela, influenciando sua maneira de orar. Não foi bem assim. Ela me explicou: “Toda vez que ele se aproxima, começo a orar”. Seu tempo em oração aumentara, pois ela sempre orava antes de conversar com ele. Ela sabia que precisava do auxílio divino em seu relacionamento de trabalho com esse chefe, e clamava a Deus. Aderi a essa prática de orar perante momentos e interações difíceis. É também uma prática bíblica que Paulo lembra aos cristãos: “Nunca deixem de orar. Sejam gratos…” (1 TESSALONICENSES 5:17-18). Não importa o que enfrentemos, a oração é sempre a melhor prática. Ela nos mantém na presença de Deus e convida o Seu Espírito a nos dirigir (GÁLATAS 5:16) em vez de confiarmos em nossas inclinações humanas. Isso nos ajuda a viver “em paz uns com os outros” (1 TESSALONICENSES 5:13), mesmo ao enfrentar conflitos. À medida que Deus nos ajuda, podemos nos regozijar nele, orar por tudo e agradecer a Ele frequentemente. Essas coisas nos ajudarão a viver em maior harmonia com nossos irmãos e irmãs em Cristo. Por: KATARA PATTON
Neste episódio do Diocast a gente mergulhou nas distros imutáveis, aquelas que adotam raiz somente leitura para evitar os problemas clássicos durante atualizações mal-sucedidas ou configurações arriscadas. Nessas distros, como Fedora Silverblue ou Vanilla OS, você não edita diretamente os arquivos do sistema operacional; em vez disso, tudo é gerenciado por camadas seguras, como Flatpaks para aplicativos ou toolboxes para ambientes de desenvolvimento, garantindo que o core permaneça intacto e sempre consistente após cada ciclo de uso.O "pulo do gato" dessa abordagem está na atomicidade das atualizações, onde cada mudança é tratada como uma transação indivisível, tudo ou nada mesmo. Tecnologias como OSTree, usadas no Fedora Silverblue, baixam uma imagem completa do sistema (ou deltas otimizados para eficiência), que só é ativada no próximo reboot.E há diversas formas de implementar essa imutabilidade em sistemas operacionais: desde rpm-ostree e transactional-update em desktops Linux, passando por modelos em smartphones com Android, que usa partições A/B para updates atômicos, até smart TVs como o WebOS da LG, otimizado para atualizações seguras sem interromper o uso diário.---https://diolinux.com.br/podcast/distros-imutaveis-pros-e-contras.html
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O índice de ruim/péssimo de Lula no Lulômetro chegou a 45% nesta quarta-feira, 18.Isso não ocorria desde 22 de julho do ano passado.Duda Teixeira, Madeleine Lacsko e Josias Teófilo comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
TEMPO DE REFLETIR 01678 – 17 de fevereiro de 2026 Gênesis 17:4 – Quanto a Mim, será contigo a Minha aliança; serás pai de numerosas nações. Algo marcante da experiência de Abraão foi sua fé inabalável na vontade de Deus. Isso não implica que jamais tenha duvidado ou fracassado. O Antigo Testamento revela sua falta de confiança. Às vezes, era impaciente. Em outras ocasiões, agiu como enganador; mas sua fé estava em ascensão. Durante a vida, ele desenvolveu uma firme confiança em Deus. O Senhor chamou Abraão, de Ur dos Caldeus, escolhendo-o como um recipiente especial de Suas bênçãos. Sua primeira grande prova de fé veio quando ele tinha 75 anos. O Senhor garantiu-lhe que se tornaria o pai de uma grande nação, caso fosse aprovado no teste, dirigindo-se à desconhecida terra de Canaã, 600 quilômetros, ao sul. Deus disse: “Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da Terra” (Gn 12:3). Abraão creu e obedeceu, pela fé. Reuniu os pertences da família, e partiu. Sua fé devia ser muito forte, mas não era completa. Quando a fome varreu Canaã, ao invés de esperar a providência divina, foi para o Egito em busca de comida. Lá, forjou uma mentira, alegando que Sara, sua esposa, era sua irmã. E nem objetou quando a levaram para o palácio. Não fosse a intervenção de Deus, Sara se tornaria uma das esposas do faraó egípcio. A fé de Abraão foi testada outra vez enquanto ele esperava um filho. E novamente fracassou, ao ter um filho com Hagar, sua serva. Sentindo-se culpado, arrependeu-se e, finalmente, Sara concebeu Isaque. Mas o teste supremo aconteceu foi quando Deus lhe pediu Isaque em sacrifício. O patriarca obedeceu. Acordou o filho, cortou a lenha, subiu o Monte Moriá e erigiu um altar. Chegou a erguer o cutelo; mas quando estava prestes a matar Isaque, Deus clamou: “Não estendas a mão sobre o rapaz e nada lhe faças; pois agora sei que temes a Deus, porquanto não Me negaste o filho, o teu único filho” (Gn 22:12). A fé venceu! Hoje, nossa fé também é provada. Se fracassamos, Deus nos fortalece. Será assim até quando, aprovados no teste final, formos com Ele para o lar. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Deus e Pai: fica ao meu lado e ao lado de cada um que me ouve quando somos provados ou testados. Assim como Abraão venceu, que sejamos todos vencedores, também. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
E aí, tudo bem por aqui?Profa Ju chegando. Sejam todos bem-vindos.Quero desejar uma ótima semana para você que ouve semanalmente o nosso conteúdo!Um abraço forte e bem brasileiro! Hoje, nós vamos falar sobre cultura brasileira e que, na minha opinião, apesar de ser muito vendido para o exterior não é a maior festa do Brasil. A conversa de hoje é sobre o Carnaval. Isso mesmo! Este episódio será um basta para a sua falta de conhecimento sobre o Carnaval. Gente! Desculpe pela expressão que vou usar, mas é importante!Preciso que dizer que carnaval não é somente putaria. A festa de Carnaval está muito além do que você pode imaginar. Prepare-se e recomendo ouvir esse conteúdo mais de uma vez!No episódio 54 – Antes do samba: Chiquinha Gonzaga, falei sobre o pioneirismo e coragem da musicista ao romper com as tradições da época e apresentar o primeiro samba-enredo que representa hodiernamente o carnaval. Falei também sobre Noel Rosa, episódio 55 e sobre Cartola e a Estação Primeira de Mangueira, episódio 56. Você já teve algum momento em que quis subverter a ordem? Algum momento que pudesse deixar de ver as coisas como são e, temporariamente, assumir o inverso? Se existisse um momento do ano no seu país que isso fosse possível, como seria para você?
TEMPO DE REFLETIR 01675 – 14 de fevereiro de 2026 Mateus 4:17 (The Message) – O sermão profetizado por Isaías ganhou vida na Galileia no momento em que Jesus começou a pregar. Ele começou onde João parou: Mudem de vida. O reino de Deus está aqui. Algumas pessoas desejam que Deus apresente um mostruário de opções para os Seus seguidores. Selecionamos o que queremos e rejeitamos o resto. Mas Jesus declarou que havia chegado um reino, não um mostruário. Algumas pessoas querem que Deus siga a vontade da maioria. Um modelo democrático lhes serviria muito bem. Mas Jesus falou de um reino, não de democracia. Algumas pessoas querem que Deus governe baseado no consenso. Todos nós nos reunimos com Ele, discutimos as questões e decidimos o que fazer. Mas Jesus disse: “Não tentem mudar Deus. Mudem a sua vida. O reino de Deus está aqui.” De acordo com os Evangelhos, Jesus falou sobre “o reino” não menos do que 50 vezes. Em metade de Suas referências ao “reino” utilizou a expressão “reino do Céu” e no restante, “reino de Deus”. Parece impossível traçar qualquer diferença significativa entre as duas expressões; são praticamente a mesma. A questão que realmente importa é a frequência com que o assunto sobre “o reino” caiu-Lhe dos lábios. A maioria das pessoas hoje, inclusive os cristãos, não se importa com a ideia de reino. Após alguns séculos de democracia, acham essa ideia arcaica e até mesmo desagradável. Mesmo nas nações em que reis e rainhas ainda governam, não possuem poder real. São monarcas sem reino, meramente figurativos. Algumas das afirmações mais impressionantes de Jesus começam com a expressão: “O reino do Céu é como…” Com essa introdução, contou histórias maravilhosas, histórias que colocam a ordem social de ponta cabeça, histórias que terminam de maneira surpreendente. Trabalhadores que trabalham por apenas uma hora, mas recebem o salário de um dia inteiro. Uma grande festa para receber o filho errante. O mendigo que foi para o Céu em vez do homem rico. Isso não é democracia, muito menos um mostruário ou um governo baseado no consenso. Isso é algo além da realidade deste mundo. Esse é o reino de Deus, em que Ele, unicamente Ele, governa. Em vez de força, política, esquemas e tramoias, a graça impera aqui. A graça é um reino! Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, obrigado por ter a oportunidade de pertencer ao Teu reino! Faça de mim e de cada um que me ouve agora, cidadãos dignos da vida eterna. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Rafael Arinelli, Fabiana Lima, Carissa Vieira e Gustavo Reinecken mergulham na dor shakespeariana de Hamnet, o novo filme de Chloé Zhao que finalmente faz justiça à mulher por trás do bardo mais famoso da história – e não, não estamos falando de Anne Hathaway, a atriz (mas quase).O filme faz uma engenharia reversa emocional: tira Agnes (a verdadeira Anne Hathaway) da sombra do marido e a transforma em protagonista absoluta através da arrebatadora Jessie Buckley. Enquanto isso, Paul Mescal interpreta um Shakespeare curiosamente estático, preso em enquadramentos que sugerem que até fora do palco ele continuava atuando.A grande sacada de Zhao? Fugir das firulas técnicas e deixar que a emoção crua conduza a narrativa. É cinema contemplativo, quase teatral, onde a câmera parada obriga os atores a entregarem tudo. E quando Agnes finalmente assiste à peça Hamlet e compreende que aquilo é o luto materializado do marido... bem, preparem os lenços.Hamnet não é só um filme sobre perda, é sobre como a arte transforma sofrimento em catarse, dor em imortalidade. Shakespeare enterrou o filho e criou uma obra-prima. Isso é cinema, meus caros.• 05m27: Pauta Principal• 1h27m37: Plano Detalhe• 1h47m21: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Fabi): Série: Pluribus• (Fabi): Filme: O Testamento de Ann Lee• (Carissa): Filme: A Natureza das Coisas Invisíveis• (Reinecken): Livro: Shakespeare: A Invenção do Humano• (Reinecken): Podcast: Art of the Cut - Hamnet• (Reinecken): Live: Na ilha - Nomadland• (Rafa): Instagram: Danilo CarneiroEdição: ISSOaí
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 13, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Dias Toffoli que decidiu deixar a relatoria das investigações sobre fraudes no Banco Master. A decisão foi anunciada pelo Supremo Tribunal Federal após reunião dos dez ministros da Corte. Em nota assinada por todos os magistrados do tribunal, o STF informou que não há suspeição ou impedimento de Toffoli, e que ele atendeu a todos os pedidos formulados pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Como não houve declaração de impedimento ou suspeição, Toffoli continua apto a votar no processo em caso de julgamento. Isso se o próximo relator sorteado pertencer à Segunda Turma também, o colegiado que Toffoli integra. Se o próximo relator integrar a Primeira Turma, o caso será deslocado para o colegiado vizinho e Toffoli não participará de julgamentos. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A pelotense Luiza cresceu com pais bastante técnicos, e com tias professoras. Por isso, não é surpresa que ela tenha se formado em engenharia mecânica, e tenha trabalhado como professora substituta no Instituto Federal de Pelotas.Isso, porém, veio depois de uma passagem por Campinas, onde ela vendia bolos na rua, e também por Dublin, onde ela teve contato com múltiplas culturas. De volta ao Brasil e, por influência do namorado, ela topou a ideia de se mudar para a Tailândia, mas sob uma dinâmica curiosa, de trabalhar remotamente para o Brasil como coordenadora de inovação em uma startup.Neste episódio, a Luiza detalha os percalços, as burocracias, e as particularidades de se morar em um lugar onde, via de regra, todo mundo está de bem com a vida.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaLuiza Dias, Coordenadora de Inovação em Bangkok, TailândiaLinks:LinkedIn da LuizaCarreiras Alura: Explore as carreiras por meio de um caminho estruturado, com prática, profundidade e orientação para você sair do zero e conquistar domínio real em uma habilidade.TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts
É oficial: a Apple TV finalmente conseguiu se consolidar como um dos maiores (e melhores) streamings da atualidade. Depois de emplacar grandes sucessos como Ted Lasso, The Studio e nossa queridinha Ruptura, o estúdio decidiu apelar. Costurando uma parceria com o criador de séries como Breaking Bad, Better Call Saul e, surpreendentemente, vários episódios de Arquivo X, a Apple lançou aquela que é sem dúvidas uma das melhores séries de 2025: Pluribus. A nova criação de Vince Gilligan parte de premissas clássicas de alienígenas invasores de corpos (e mentes) para explorar o que aconteceria no dia seguinte a todos termos virado outros seres. Ou quase todos. Prepare-se então para um RdMCast recheado de discussões sobre a série, mas também de análises sobre o estado atual da TV e cutucadas (des)necessárias na 5ª temporada de Stranger Things. O que você faria se fosse apenas um entre 12 indivíduos não “unidos”? Que tipo de sobrevivente seria você? Dê play no episódio e vamos falar sobre Pluribus. O RdMCast é produzido e apresentado por: Thiago Natário, Gabriel Braga e Gabi Larocca.Apoie o RdM e receba recompensas exclusivas: https://apoia.se/rdmCITADOS NO PROGRAMA:Pluribus (2025)Citações off topic:Fallout (2024 – )Heroes (2006 – 2010)Servant (2019 – 2023)Ted Lasso (2020 – )Ruptura (2022 – )Arquivo X (1995 – 2002)Vampiros de Almas (1956)A Experiência (1995)EPISÓDIOS CITADOS:RdMCast #535 – Stranger Things 5: dando adeus ao Mundo InvertidoRdMCast #533 – Bem-Vindos a Derry: o palhaço Pennywise voltou (no tempo)!RdMCast #352 – Ruptura: humanos do capitalismo tardioRdMCast #496 – Ruptura 2: quem está realmente no comando?RdMCast #441 – Terra Noturna: True Detective está de voltaRdMCast #215 – CoringaRdMCast #335 – Os 10 melhores filmes de invasão alienígenaRdMCast #516 – Isso deu um Remake: Eu Sou a LendaRdMCast #420 – Franquia Cloverfield: o universo que nunca foi(teaser) Cabana RdM #85 – 30 anos de A ExperiênciaCabana RdM #15 – 5 motivos para assistir Arquivo XSiga o RdMYoutube: https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedoInstagram: @republicadomedoTwitter: @RdmcastEntre em contato através do: contato@republicadomedo.com.brLoja do RdMConheça nossos produtos: https://lojaflutuante.com.br/?produto=RdmPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram: @estudiogrimContato: contato@estudiogrim.com.br
Uma segunda Graça, um segundo benefício. Quarta – Feira 11/02/2026 Pregador : Ap. Miguel Ângelo Você foi salvo pela graça. Mas você está vivendo a segunda graça? Neste sermão profundo e revelador, o Ap. Miguel Ângelo ensina sobre o “segundo benefício” mencionado pelo apóstolo Paulo — a graça sobre graça. Muitos cristãos conhecem a salvação, mas ainda vivem presos à mentalidade da lei, carregando culpa, medo do pecado e insegurança espiritual. A Bíblia declara que, por um único sacrifício, Jesus Cristo aperfeiçoou para sempre os que são santificados (Hebreus 10). Isso significa que não vivemos mais debaixo de ritos, sacrifícios, jejuns como meio de justificação ou condenação religiosa. 📖 Neste estudo você vai entender: A diferença entre primeira graça e segunda graça Por que o pecado não tem domínio sobre quem está na graça O perigo de tentar se justificar pela lei O que significa estar desligado de Cristo Como viver segurança, paz e liberdade espiritual Esta é uma mensagem sobre: Graça de Deus, obra consumada, salvação pela fé, justificação, liberdade cristã, evangelho da graça, consciência da justiça, vida espiritual madura.
O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Mas para os povos da floresta ele é muito mais que um mito. Você vai descobrir curiosidades sobre esse personagem nesse episódio que foi idealizado e produzido por Juliana Vicentini, revisado por Mayra Trinca e editado por Yama Chiodi. ____________________ Roteiro Juliana: Se você entrar na floresta e ouvir um assobio, fique atento, você não está sozinho. É o Curupira, o guardião da natureza. Ele defende a mata e os animais daqueles que invadem, desmatam, caçam ou exploram o meio ambiente sem necessidade. O Curupira nasceu na cultura dos povos indígenas e continua vivo por meio da oralidade e da memória que se perpetua de geração em geração. Para os indígenas, ele é uma entidade, um espírito protetor da floresta e dos seres vivos. Mas durante o processo de colonização, o Curupira foi distorcido e sofreu tentativas de apagamento. Ele resistiu a isso e saiu do seu habitat natural para ganhar o Brasil e o mundo. O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Juliana: Nesse episódio, nós faremos uma viagem para entendermos o Curupira. Nossa trilha começa pela perspectiva de quem cresceu ouvindo sobre ele não como uma lenda, mas como uma presença viva e protetora da natureza. Ao longo do nosso caminho, pesquisadores e jornalistas nos conduzem nessa jornada, nos revelando camadas que passam pela linguística, história e colonialidade, apresentando a trajetória do Curupira desde uma figura ancestral até a sua chegada como símbolo da COP30. Essa viagem nos ajuda a compreender o Curupira como um símbolo potente de resistência cultural, de decolonialidade e de sustentabilidade. Juliana: Eu sou a Juliana Vicentini, esse é o podcast Oxigênio e o episódio de hoje é o “Curupira: da floresta à COP30”. [vinheta] Juliana: Algumas histórias não são ensinadas em aulas, não são vistas em livros, vídeos e fotografias. Elas são compartilhadas na convivência entre as pessoas, no chão da floresta, em meio ao som das águas e pássaros, e até mesmo ao redor de uma fogueira. Tem histórias que não são apenas lúdicas, mas que fazem parte da vida, da memória e do território e que pulsam no coração das pessoas com um significado especial. Juliana: No Brasil, há 391 etnias indígenas, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2022. E cada povo indígena tem suas próprias entidades que protegem a natureza. O Curupira é um desses seres e ainda assim, suas características nem sempre são contadas da mesma maneira por todos os povos. Juliana: Hoje nós vamos ouvir alguém que cresceu entre a aldeia e a escola e que carrega histórias que quase não se contam no povo Suruí atualmente — histórias guardadas, íntimas, que vêm do vínculo com o pai e com o território. Maribgasotor Suruí: Não é um ser mitológico, não é um ser assim, de livro de história, né? Mas é verdadeiro. Nós acreditamos no Curupira. Juliana: Maribgasotor Suruí é estudante de Direito na Universidade Federal de Rondônia. Ele pertence a etnia Suruí, da terra indígena Sete de Setembro, localizada nos estados de Rondônia e Mato Grosso. Maribgasotor Suruí: Eu cresci no meio disso, alguém falando disso, já faz parte do meu convívio, da minha cultura, do meu sangue, inclusive eu tenho curiosidades, tem isso também, um dia a ver, né? Mas como meu pai mesmo fala que não é qualquer pessoa que vê, e é um privilégio um dia, né? Hoje em dia, no Suruí, ninguém conta muito, ninguém pergunta muito, ninguém tem essa história que nós estamos falando. Eu e meu pai somos muito íntimos, né e desde pequenos, somos uma pessoa muito curioso. Eu saí muito cedo de casa, eu estudei com a escola internato, escola agrícola, eu estudei em São Paulo, né? Eu tenho esse conhecimento, essa mistura de duas culturas diferentes. Eu sempre tive curiosidade com meu pai contar isso para mim, não é todos que querem saber, né? Porque hoje em dia, como eu falo, a evangelização chegou né, junto com os contatos e isso tirou a sensibilidade, a tradição, é como a gente descreve no direito indígena, como se fosse etnocídio. Juliana: A própria palavra Curupira carrega em si muito da história desse ser com os povos indígenas. Quem explica para a gente é o Thomas Finbow da Universidade de São Paulo, onde é professor de linguística histórica, área que investiga como as línguas evoluem. Thomas: Curupira é uma palavra que vem do tupi, especificamente a fase que a gente conhece como tupi antigo, que seria aproximadamente do período entre 1500 e o final do século 17. E tupi é uma língua que era falada no litoral do que é o atual Brasil e é falada por várias nações indígenas. Esse é uma língua tupi guarani, que é um ramo de uma grande família linguística, família tupi, que tem 10 ramos e essas línguas estão localizadas desde Rondônia, dentro do Brasil, e atravessando a Amazônia, historicamente também no litoral e também existem na Guiana Francesa, no Peru, na Colômbia, na Venezuela, na Argentina, também na Bolívia, então é uma família muito muito dispersa geograficamente. Atualmente não tem mais falantes nativos dessa língua tupi, mas existem vários projetos entre os grupos descendentes das nações falantes de tupi, então os potiguara, na Paraíba, no Rio Grande do Norte, os tupinambás na Bahia, os tupiniquins no Espírito Santo que estão trabalhando para revitalizar essa língua. Juliana: Quando a gente tenta entender a origem de uma palavra indígena, nem sempre encontra uma resposta única e Curupira é um exemplo de ambiguidades. O Thomas explicou que a palavra pode ter alguns significados, mas que nem sempre eles batem com as histórias que conhecemos. Thomas: Curupira parece ter um item coru e pira como se comenta, então, mas o problema exatamente é de interpretar o que que seriam essa parte de coru. Coru significa uma pele com bolhas, como uma pele de sapo, com uma pele irregular, então isso é uma possibilidade para esta raiz e pira é uma raiz. Pira significa pele. Que é curioso porque isso não é uma característica que se comenta do Curupira. Tradicionalmente hoje, se fala de pele vermelho, de ter os pés virados para trás, de ter o corpo pequeno etc. Então é curioso, talvez isso pode levantar hipótese de que isso não seja exatamente o significado desses raízes e tem alguma coisa que se perdeu em termos da construção da palavra, na transição entre o tupi e o português. Juliana: Temos outras explicações possíveis pra essa palavra então? Thomas: Eu também vi tentativas de explicar essa palavra Curupira usando a palavra kurumin, ou seja, menino, em tupi é kunumin. Esse raiz piir poderia ser uma interpretação da palavra para corpo. Isso também é algo que se vê na língua geral amazônica, no Yengatu, que pira hoje não tem o significado de pele. E aí seria uma tentativa de dizer que é um homemzinho, uma estatura pequena, baixa do Curupira. Então, poderia ser corpo de menino, em tupi, o possuidor vem primeiro como em inglês e a coisa possuída vem depois. A gente sabe que é um conceito antigo, parece que é algo pré-colonial, pré-europeu, porque os primeiros registros já no século XVI mencionam esse nome, Curupira. Então, não parece ser alguma coisa que tenha saído da cabeça dos europeus. E as pessoas que registravam os termos eram pessoas que conheciam o tupi antigo muito bem. É pouco provável que eles tenham errado muito no registro do nome também. Mas eles não explicam o que significa. Juliana: Assim como é difícil estabelecer um consenso sobre o significado da palavra Curupira, também não há unanimidade quanto à sua descrição. O Curupira é representado de diversas maneiras e suas características físicas ilustram o seu papel como o guardião da floresta e dos animais. A Januária Cristina Alves, que é jornalista, escritora, pesquisadora da cultura popular e apaixonada pelo folclore brasileiro nos dá detalhes sobre isso. Januária: Ele é um menino, dizem que ele raramente anda sozinho, né, ele anda sempre ao lado de uma companheira, tem hora que ele aparece com um só olho no meio da testa, né, com um nariz bem pontudo. Em outras descrições, ele não tem nem nariz, ele não tem nenhum buraco, nenhum orifício no corpo. Ele tem dentes verdes, em algumas regiões, em outras, os dentes são azuis. Ele muitas vezes aparece careca, outras vezes bastante cabeludo. Em algumas ocasiões descrevem com orelhas enormes, sem articulações nas pernas. Mas de qualquer maneira, ele é sempre visto como uma entidade muito forte, que anda virado, com os pés virados para trás, exatamente para confundir as pessoas que tentam persegui-lo, que vão seguir a pista errada. Juliana: Afinal de contas, por que a gente se depara com tantas descrições físicas diferentes do Curupira, Januária? Januária: Na verdade, não é exclusivo do Curupira, não, a Caipora também é assim. Por serem parte da tradição oral, suas histórias correm de boca em boca, quem conta um conto, aumenta um ponto, é assim que diz o ditado popular. Então, de fato, essa narrativa oral vai permitindo com que as pessoas muitas vezes esqueçam um ponto ou acrescentem alguma outra característica e com isso a gente vai reunindo diferentes versões, muitas vezes o nome do personagem muda também, mas as suas características principais, a sua essência, ela é mantida. Então, no caso do Curupira, é verdade, ele aparece em diferentes versões, dependendo da região, da época, né? Mas, no geral, a gente sabe que ele é aquele menino que tem basicamente os pés virados para trás. Juliana: Independentemente das características físicas do Curupira, o que é unânime nas cosmologias indígenas é que ele ensina que a convivência entre os seres humanos e a natureza deve ser respeitosa e quando isso não acontece, o Curupira desaprova, não é mesmo Maribgasotor? Maribgasotor Suruí: Normalmente os caçadores, mata o bicho por hobby, deixa o animal padecendo no mato, ele não gosta. Até com nós que é índio que faz essas coisas, que nasceu dentro do mato, ele já não gosta, imagina com as pessoas que faz destruição com o habitat dele. Ele não tem limite, ele está em todo lugar e inclusive não pode falar muito o nome dele, né? Porque ele é um ser que devemos respeitar. Juliana: Luís da Câmara Cascudo, em seu livro intitulado Geografia dos Mitos Brasileiros, detalha que a personalidade do Curupira varia segundo as circunstâncias e o comportamento dos frequentadores da floresta. Basicamente, o Curupira não gosta de quem desrespeita o meio ambiente e acaba punindo essas pessoas, por isso, nem sempre ele visto com bons olhos. A Januária conta mais sobre isso Januária: Ele é o protetor da floresta, né, e muitas vezes, de fato, ele não é politicamente correto. Ele tem lá as leis dele. Por exemplo, um caçador que mate uma fêmea grávida, ele não vai perdoar. Ele vai matar. Muitas vezes, até por isso, ele foi tido como demônio da floresta, principalmente com a chegada dos jesuítas, que tentaram catequisar os índios e tal. A figura do Curupira foi bastante associada ao mal, ao demônio. Ele costuma fazer acordos, né, em troca de bebida, comida, presente. E ele gosta de confundir, né, as pessoas. Então ele passa informações erradas. Ele indica o caminho confuso, faz as pessoas buscarem coisas que ele oferece lá e não tem nada, né. Enfim, mas de qualquer jeito, ele não aceita que ninguém mate por gosto, sem necessidade. Ele se torna mesmo um inimigo implacável. Então, essa é a personalidade do Curupira. Ele é implacável na defesa da natureza. Juliana: O Curupira utiliza algumas estratégias para proteger a floresta e os animais. Ele é um ser muito ágil, o que faz com que ele ande de um lugar para o outro na mata muito rapidamente. Também é conhecido pelos assobios, gritos e outros barulhos que usa para desorientar invasores e pelos rastros deixados por seus pés virados, que é considerado um artifício poderoso para confundir sua direção. Mas afinal de contas, Januária, o que mais o Curupira é capaz de fazer? Ele tem poderes? Januária: Ele mesmo consegue se disfarçar em caça, por exemplo, num bicho, para fugir dos caçadores. Mas o caçador nunca consegue pegá-lo, né. Ele é bom de se disfarçar, ele é bom de disfarçar os caminhos. O pé virado para trás facilita, mas ele de qualquer maneira faz com que o caçador se perca na floresta, no meio dos labirintos. Então, muitas vezes o caçador fica perdido sem nunca conseguir sair de lá, porque o Curupira faz esses caminhos muito confusos. Então, na verdade, não é um super-poder, mas é, sobretudo, uma convicção de que para proteger a floresta, os animais, ele é capaz de tudo. Dizem que ele tem um assobio muito alto e muito estridente. E ele anda em muitas regiões montado num porco do mato. E aí atrás dele sempre vem uma manada também dos porcos do mato. E muitas vezes também vem cachorro selvagem. Ele gosta dos cachorros. Ele é um ente muito ligado à questão da caça. E muitas vezes dizem também que ele consegue saber se vai ter tempestades, se vai ter essas intempéries grandes na natureza, porque ele bate no tronco da árvore dependendo do barulho que faz ele consegue saber se vai chover ou não, por exemplo. E ele também faz vários barulhos. E os caçadores que tentam segui-lo por meio dos barulhos acabam se confundindo. Porque são barulhos que os caçadores não têm condição de identificar. Enfim, mas ele não é um super-herói. Juliana: Dá pra perceber que o Curupira é ardiloso e tem uma série de truques pra proteger a floresta e quem vive nela, mas afinal de contas, qual é a origem do Curupira e qual foi o primeiro registro que descreveu esse ser, Januária? Januária: A figura do Curupira tá mais ligada mesmo aos indígenas, inclusive o primeiro registro é uma descrição que o padre José de Anchieta faz na carta, onde ele descreve as coisas naturais da Capitania de São Vicente, ele já fala do Curupira. Então ele é fortemente ligado à mitologia indígena. Então, a gente não tem muita dúvida e ele é encontrado, suas histórias, suas tradições no Brasil inteiro. Juliana: A Carta de São Vicente foi escrita em 1560 pelo jesuíta José de Anchieta. Esse tipo de registro era uma mistura de relatório e observação do território brasileiro pelo olhar europeu e cristão. O objetivo dessa carta em específico era descrever a natureza, os habitantes e a cultura indígena. Quem conta para gente como o Curupira foi interpretado e materializado nesses escritos é a Gracinéia dos Santos Araújo. Ela é tradutora, escritora, professora universitária e docente de Espanhol na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Pará. Ela atua sob uma perspectiva decolonial piracêmica-emancipatória que reivindica o protagonismo dos mitos e lendas de maneira geral. Gracinéia: A gente precisa retroceder no espaço, no tempo, e lembrar que com a chegada da empresa colonizadora, ao que se chamou Novo Mundo, entre aspas, né, a história dos nossos mitos, mitos autóctones, foi marcada pela demonização. Seres encantados como Curupira e muitos outros foram relegados à condição de demônio, isso foi o que registrou, por exemplo, o Jesuíta Espanhol, Jesuíta de Anchieta. Evidentemente não foi apenas a Anchieta quem o demonizou, porque outros letrados, cronistas da época, ou não, também o fizeram, bem como nos lembra o folclorista Luís da Câmara Cascudo. Juliana: A maneira de os jesuítas explicarem o que viam onde hoje é o Brasil, é marcada pela oposição entre o divino e o demoníaco. Na ausência de um meio-termo e na tentativa de afastar os indígenas de suas crenças, toda figura que não fosse divina, na percepção dos europeus, era demoníaca e, consequentemente, maligna. O Curupira foi o primeiro, mas não o único, a passar por esse processo. Gracinéia: Cascudo destaca, que Curupira foi o primeiro duende selvagem que a mão branca do colonizador europeu fixou em papel e deu a conhecer além das nossas fronteiras e o fez precisamente por meio de uma espécie de certidão de batismo que escreveu na referida carta de São Vicente. Para o colonizador europeu, nesse caso, o José de Anchieta, o Curupira foi visto como um ser temível, um ser meramente do mal, totalmente a contracorrente da perspectiva nativa em relação a este ser encantado. Juliana: O Thomas detalha como o José de Anchieta usou as características de defensor da mata do Curupira pra transformar ele nesse ser que engana as pessoas de um jeito puramente maldoso no lugar do personagem complexo que ele é. Thomas Finbow: Na segunda metade do século 16, ele menciona a existência de tipos, vou lhe descrever como demônios na visão cristã dele, para que maltratavam indígenas em certas situações, quando ele podia levar eles a se perder nas matas, até acidentes, a sofrer lesões corporais que açoitavam as pessoas, aí as pessoas deixavam oferendas em determinados lugares na floresta para esses demônios. Juliana: Mais pra frente na história, nos registros dos naturalistas e viajantes do século XIX, o Curupira não era descrito como o protetor das florestas. Nos contos escritos a partir do olhar estrangeiro nesse período, ele retoma a figura ambígua: ora ajuda as pessoas, ora as persegue. O Thomas fala mais sobre isso. Thomas: Por exemplo, Barbosa Rodrigues, um botânico importante, ele tem toda uma série de contos sobre o Curupira, de aventuras nas florestas, que às vezes ajuda, às vezes atrapalha as pessoas, muitas vezes é o caçador que precisa escapar do Curupira. Ele simplesmente é o Curupira que conversa com os seres humanos, mas pode ajudar dando flechas mágicas, por exemplo, que sempre acertam a caça, ou pode querer comer as pessoas também. Então, assim, ele oscila, ele não tem uma característica apenas boa ou ruim. São entidades, seres, habitantes das matas que são um aspecto dos perigos da mata, que as pessoas que circulam precisam lidar e precisam se prevenir contra esses seres. Então, assim, teve essas versões que mostram certos atributos dos Curupiras e essa visão que temos hoje é muito adaptada pelos contos transmitidos pelo século XIX. A nossa imagem do Curupira atualmente é uma coisa composta, que é feita de várias tradições que existiam desde tempos muito antigos em diversos lugares do Brasil, mas todos relacionados mais ou menos com essas figuras da cosmovisão dos povos tupi-guarani principalmente. Juliana: O significado do Curupira depende de quem conta a sua história, por isso, um dia ele já foi demônio, mas continua sendo o protetor da floresta. Essas interpretações diferentes nos revelam mais sobre as pessoas do que o próprio Curupira. Quem nos ajuda a entender isso é a Gracinéia. Gracinéia: Com o contato linguístico e cultural, resultante do processo de colonização, estendeu-se a ideia do Curupira como um demônio, porque a ideologia predominante dogmática foi a ideologia eurocêntrica dogmática que viu o mito apenas como um demônio, mas para os povos nativos da floresta, o Curupira não é e nunca foi um demônio, mas o pai ou mãe da mata, um ser encantado, que se tem muito respeito, se obedece, porque sabe que como pai da mata, ele a protege, e evidentemente vai defendê-la dos possíveis invasores e dos perigos que põem em jogo a vida dos seus habitantes. Daí que aplique inclusive castigos exemplares, mas mesmo assim, quem padece desses castigos exemplares, não considera como demônio, e reconhece muitas vezes que foi pela sua atitude inapropriada para com a mãe natureza. Juliana: Parte da transformação do Curupira em demônio também passa pelo projeto de exploração de recursos naturais que se baseava a colonização portuguesa por aqui. Destruir a imagem do protetor da floresta facilitava isso. Gracinéia: Não podemos esquecer que o principal objetivo da empresa colonizadora foi explorar nossas matérias primas e por outro lado, impor ao colonizado, o seu modo de vida e tudo o que isso implicou, a língua, a religião, a guerra etc. os seus mitos, né? Mas, tamanha é a valia de Curupira, que ele ou ela, porque é um ser multifacetário, o Curupira ou a Curupira, sobrevive até os nossos dias e continua igualmente mencionado, dosando o seu valor real. Para o nativo não houve um antes e depois do mito Curupira. Os estudos mais atuais têm nos revelados que para os habitantes da Amazônia, nativos ou forâneos, Curupira é pai ou mãe da mata e isso não resta dúvida. Juliana: Quando o Curupira é compreendido a partir de versões diferentes, a gente começa a refletir que não se trata apenas de leituras distintas, mas que há disputas sobre memória, cultura e poder. Podemos pensar que esse processo de demonização do Curupira foi uma tentativa de apagamento cultural. A visão eurocêntrica estava se sobrepondo ao simbolismo indígena, como disse a Gracinéia. Gracinéia: Eu acredito, sem dúvidas, né, que com a chegada do colonizador europeu, não apenas mitos como Curupira sofreram uma tentativa de apagamento, mas muitos povos e culturas milenárias, culturas originárias em uma dimensão ampla, foram apagadas, muitas delas exterminadas. Cabe destacar que muitos povos foram, inclusive, dizimados, e com eles desapareceram línguas, desapareceram culturas, e tudo o que isso implica, né, como seus mitos e as suas lendas. Foram sim seus mitos, porque os mitos também morrem, precisa a gente destacar isso. Então, é importante destacar, por outro lado, que muitos povos ainda resistem também, mas vivem sufocados e condenados a desaparecer, agonizando, junto com os seus mitos, com os mitos que ainda restam, e essa é uma das consequências funestas do processo de colonização, que ainda perdura até os nossos dias. Juliana: A tentativa de apagamento do Curupira, e consequentemente, da cultura dos povos indígenas, é uma herança colonial, mas que não ficou no passado. No presente, há outros elementos que contribuem para silenciar o Curupira? Gracinéia: Há outros fatores igualmente impactantes, como podem ser os avanços tecnológicos, a televisão, a internet, entre outros, que exercem uma evidente influência, uma vez que sem pedir licença acabam impondo novas formas de vida, novos mitos também. O Ailton Krenak no seu livro “Futuro Ancestral”, destaca e denuncia que querem silenciar, inclusive, nossos seres encantados, de que forma isso ocorre? Acredito eu, que uma vez que nós destruímos as matas, estamos silenciando os nossos encantados, porque estamos destruindo o seu habitat, então, uma vez que não há floresta, evidentemente os mitos desaparecem. Então, isso vem ocorrendo desde a chegada do colonizador europeu. Criaturas fantásticas como Curupira, que é parte da floresta como é o sol, as águas, a terra etc., se funde, se confunde com a realidade, assumindo um papel de guardião da floresta, tudo que ela habita, sendo uma espécie de protetor da própria vida no planeta. Juliana: A fala da Gracinéia mostra como o processo de apagamento da cultura indígena segue em curso. Ainda assim, o Curupira ainda tem forças e permanece como guardião da floresta. Gracinéia: Apesar de tudo, muitos seres encantados da floresta conseguem sobreviver, como é o caso do Curupira, e outros mitos né, que sobrevivem, embora a duras penas, sem que a civilização entre aspas e progresso, tenham conseguido acabar com eles. Isso é o fato de um progresso científico e tecnológico não conseguirem tranquilizarem os nossos medos, ou seja, os frutos desse progresso ainda estão longe de acalmar os medos ancestrais de homens e mulheres. Curupira é um ser que faz parte da idiossincrasia dos povos originários e se manteve vivo pelo papel que representa como pai ou mãe da mata, né, do mato. Juliana: Manter o Curupira vivo no século XXI é uma forma de honrar e valorizar a cultura indígena e a importância desses povos na preservação da natureza e no enfrentamento à crise climática. Então, faz sentido que essas histórias se mantenham por outro elemento muito importante da cultura originária: a oralidade e as histórias contadas de geração em geração. Quem compartilha conosco a sua perspectiva sobre isso é o Maribgasotor: Maribgasotor Suruí: A melhor estratégia para manter essa história, é falar para as crianças que é verdade, não é conto de história, que esse ser existe. Outro dia eu estava pensando sobre isso, que poderia ser mais pesquisado, mais na área acadêmica, na base da cultura, dar mais valor, reconhecer mais, não visto como um mito, uma história, mas como uma coisa verdadeira. Juliana: O Curupira tem circulado para além das florestas e ganhou o Brasil. Ele está presente em livros, poemas, filmes e séries. Isso se deve em parte a ele ser um dos integrantes do nosso folclore. Quem nos conta quando foi isso é a Januária. Januária: É muito difícil a gente demarcar quando foi que isso aconteceu. Os indígenas foram preservando as suas tradições também oralmente. Então, a gente entende que é uma coisa natural, né? Que essas histórias que os indígenas foram contando, os seus cultos, as suas tradições, foram também se imbricando com a nossa cultura, a ponto de integrarem nosso folclore, serem quase que uma coisa só. Mas, de qualquer maneira, é muito importante deixar claro que mesmo sendo uma figura folclórica, não existe desrespeito, né, à figura do Curupira. Muito pelo contrário, né? Ele é muito respeitado exatamente por ser um protetor da natureza. Juliana: Januária, a essência indígena do Curupira se manteve no folclore brasileiro? Januária: Basicamente ele se manteve tal como os indígenas o descreviam, né, tanto fisicamente como de personalidade, o que prova exatamente isso, que houve uma mistura. As histórias se amalgamaram do culto religioso para as tradições populares. Como é muito comum de acontecer com diversos personagens do folclore brasileiro. Juliana: O Curupira que já é conhecido no Brasil – seja como um ente da cultura indígena, integrante do folclore brasileiro ou personagem infantil – ganhou projeção internacional. Ele foi escolhido para ser o mascote da COP30. Segundo o comunicado oficial, disponível no site cop30.br Simone: o “Curupira reforça a relação da identidade brasileira com a natureza”. Juliana: Maribgasotor Suruí fala sobre as suas impressões a respeito de quem escolheu o uso do Curupira como símbolo da conferência sobre clima. Maribgasotor Suruí: Espero que essa pessoa tenha mesmo compreensão, tenha o mesmo respeito que eu tenho por ele, não por brincadeira, não por marketing, não por nada. Espero que essa pessoa esteja pedindo a permissão dele, dos seres espirituais. Um evento desse daí, desse nível, né, é um apelo, um grito, e espero que as pessoas compreendam isso, que para falar de Curupira, não é qualquer um, e como se fosse falar de uma religião, que você fala de uma ideia e uma filosofia de vida, não é só apenas um Curupira, uma filosofia de vida que a pessoa vai levar. Por isso, é uma honra falar isso para você, o que é tão significado que esse ser tem para nós, e eu estou muito orgulhoso por falar do meu irmão. Juliana: O Curupira como mascote da COP30 é uma maneira de fortalecer a cultura indígena e de reforçar a necessidade de respeito à natureza. Quem detalha isso pra gente é a Gracinéia. Gracinéia: Depois de muitos anos, de muitos séculos de invisibilização do modo de vida dos povos originários, considerados primitivos, muitos séculos de apagamento das suas tradições, das suas crenças, de chamá-los de gente sem Deus e sem alma, selvagens indígenas de tutela do colonizador europeu, dar protagonismo para um ser mítico ancestral e próprio das culturas nativas, como é o caso do Curupira em um evento com uma COP30 é sem dúvida, uma forma muito acertada de reconhecimento também, e de certa reparação histórica, uma reparação histórica e cultural, para com os nossos antepassados indígenas e as suas crenças, as suas tradições. Os povos indígenas, é bem sabido, mantém uma relação estrutural com a natureza. Juliana: A realização da COP30 acontece para que a sociedade como um todo e em todo o mundo discutam ações para o enfrentamento do aquecimento global. Isso significa que vivemos um cenário de crise climática e que entes como o Curupira se tornam ainda mais relevantes nesse contexto, não é mesmo, Gracinéia? Gracinéia: Insisto que dar protagonismo a seres encantados como Curupira é mais do que importante, é muito necessário. É um compromisso moral e ético que todos deveríamos assumir se queremos continuar sobrevivendo no planeta. Aqui eu falo desde o lugar que eu ocupo como docentes do contexto amazônico e do contexto amazônico, especialmente pelo papel que representa o mito como o protetor da floresta. Juliana: Isso não significa se ver preso a um modo de vida do passado ou pensar na mata como uma espécie de paraíso perdido… Gracinéia: Mas de olhar e agir para um futuro de maneira circular, ter de encontro nosso passado para entender o nosso presente, e conviver com a natureza de maneira mais respeitosa sem degradação. É precisamente isso que nos ensina o mito Curupira, com o uso responsável dos recursos naturais que significa claramente extrair da natureza apenas o que precisamos para sobreviver, sem avareza, sem devorá-la. Nesse sentido, colocar de releio figuras tão relevantes como Curupira, é sem dúvidas o anúncio de um recomeço, de respeito de ressignificar a nossa relação com a natureza e tudo o que ela nos aporta. Juliana: O combate à crise climática deve ir além da ciência e da tecnologia. É preciso integrar as culturas originárias e tradicionais que são detentoras de saberes profundos sobre a natureza. O Curupira, como o guardião da floresta, é um ser capaz de conectar esses conhecimentos diversos rumo a sustentabilidade planetária, Gracinéia? Gracinéia: Curupira, sem dúvida, pode ajudar a conectar a cultura, ciência e espiritualidade na luta climática, né. Porque temos em conta que o Curupira não é um simples adorno da floresta. O Curupira é uma lei reguladora da própria vida no planeta, em uma dimensão ampla, porque permite, de certo modo, que siga havendo vida na Terra. O Curupira é essa lei que nos exige que redimensionemos a nossa forma de viver e nos relacionar com a natureza. Juliana: O modo de vida trazido pelos europeus durante a colonização nos afastou dessa conexão com a terra e com a natureza. Mas os muitos povos indígenas que resistem no Brasil ainda protegem essa herança e podem nos ensinar a ter uma outra relação com o ambiente que nos cerca. Gracinéia: No mundo amazônico, ao longo de séculos e séculos, a relação do ser humano com a Terra era de estreita sintonia, de evidência e dependência, uma dependência harmoniosa. Nessa relação, surge a ciência ancestral como geradora de cultura, geradora de vida abundante, fecunda. No entanto, hoje em dia não é assim. Estamos atordoados. O grande problema da ruptura da relação com a Terra é evidente. Não existe uma espiritualidade com a Terra, com o rio, com a floresta. Porque essa relação com a natureza está se tornando cada vez mais distante. Está havendo uma total ruptura do contato com a Terra, porque a Terra é vista como algo sujo, nos lembra Krenak. Algo que as crianças não podem pisar descalça porque a Terra suja o pé. Essa é uma espécie de mantra que tem se repetido especialmente no contexto das cidades, no contexto dos mais urbanizados ou mais urbanos. Daí que reivindicamos a espiritualidade indígena no contato com a Terra, com a água, com a natureza, em uma dimensão ampla de respeito e de cuidado, mas também de desfrute, de deleite. Isso demonstra que a espiritualidade mantém uma relação estreita com a ciência e vice-versa, porque a ciência é parte da cotidianidade da vida. Juliana: O Curupira com seus pés virado para trás nos ensina que é preciso olharmos para o passado e para a relação de nossos ancestrais com a natureza, para que possamos seguir para o futuro na construção de um mundo mais justo, ético e sustentável. Juliana: Nossa viagem pelo universo do Curupira chega ao fim. Registramos nossos agradecimentos à Maribgasotor Suruí, Thomas Finbow, Januária Cristina Alves e Gracinéia dos Santos Araújo pelas contribuições valiosas e gentis. Pesquisas, entrevistas e roteiro foram feitas por mim, Juliana Vicentini, e narração do podcast é minha e da Simone Pallone, a revisão do roteiro foi realizada por Mayra Trinca e a edição foi de Yama Chiodi. A trilha sonora é do Pixabay. A imagem é do acervo do Freepik. O Oxigênio é um podcast vinculado ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (LABJOR) da UNICAMP. Segue a gente nas redes sociais, curte, comenta e compartilha. Até a próxima! Tchau.
Na continuidade da nossa jornada pela primeira carta de Coríntios, refletimos sobre o fato de estarmos no mundo, mas de não vivermos de forma mundana. Isso significa compreender que vivemos no mundo, mas não devemos adotar a mentalidade da presente era. Somos chamados a desenvolver uma verdadeira exegese cultural: estar inseridos na sociedade sem absorver padrões contrários ao evangelho. Jesus não orou para que fôssemos retirados do mundo, mas para que fôssemos guardados do mal, santificados e enviados por Deus. Uma pergunta precisa sempre nos acompanhar: Há muito da presente era em nós e pouco de Cristo? Devemos refletir sobre nosso relacionamento com Deus avaliando nosso desejo de fazer a Sua vontade e buscando formas de expressar nosso apreço por Ele. Isso é pertencer a Deus — ser santo. Fomos salvos pela graça e é essa mesma graça que nos transforma, nos sustenta e produz em nós a paz que o mundo não pode dar. __ #FAMÍLIADOSQUECREEM #SÉRIEEMCRISTONOMUNDO Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
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