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Falar Português Brasileiro
#214 - Carnaval no Brasil

Falar Português Brasileiro

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 12:06


E aí, tudo bem por aqui?Profa Ju chegando. Sejam todos bem-vindos.Quero desejar uma ótima semana para você que ouve semanalmente o nosso conteúdo!Um abraço forte e bem brasileiro!  Hoje, nós vamos falar sobre cultura brasileira e que, na minha opinião, apesar de ser muito vendido para o exterior não é a maior festa do Brasil. A conversa de hoje é sobre o Carnaval. Isso mesmo! Este episódio será um basta para a sua falta de conhecimento sobre o Carnaval. Gente! Desculpe pela expressão que vou usar, mas é importante!Preciso que dizer que carnaval não é somente putaria. A festa de Carnaval está muito além do que você pode imaginar. Prepare-se e recomendo ouvir esse conteúdo mais de uma vez!No episódio 54 – Antes do samba: Chiquinha Gonzaga, falei sobre o pioneirismo e coragem da musicista ao romper com as tradições da época e apresentar o primeiro samba-enredo que representa hodiernamente o carnaval. Falei também sobre Noel Rosa, episódio 55 e sobre Cartola e a Estação Primeira de Mangueira, episódio 56. Você já teve algum momento em que quis subverter a ordem? Algum momento que pudesse deixar de ver as coisas como são e, temporariamente, assumir o inverso? Se existisse um momento do ano no seu país que isso fosse possível, como seria para você?

CBN Vitória - Entrevistas
Os mitos e verdades sobre a infertilidade; médica esclarece

CBN Vitória - Entrevistas

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 20:11


Quando o assunto é infertilidade, mitos, tabus e verdades ainda persistem sobre o assunto. Um exemplo: a infertilidade é um problema apenas das mulheres? Isso não é verdade. Especialistas orientam que é essencial que tanto a mulher, quanto o homem, sejam avaliados duranteuma investigação de infertilidade junto ao profissional médico. Quem detalha o assunto é médica ginecologista, Cindy White, especialista em Reprodução Assistida pelo Hospital das Clínicas daUSP.

O Mundo Agora
Mélenchon, Glucksmann e a impossível união da esquerda francesa

O Mundo Agora

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 6:11


Às vésperas das eleições municipais, a esquerda francesa já trava a batalha pelas presidenciais de 2027. Dividida entre o radical Mélenchon, o centrista Glucksmann e defensores de uma primária “unitária” que pode aprofundar a fragmentação, o campo progressista corre o risco de, mais uma vez, ficar fora do segundo turno. Thomás Zicman de Barros, analista político Em apenas um mês, as eleições municipais abrirão oficialmente o calendário político francês de 2026. Ninguém no campo progressista ignora, porém, que elas já funcionam como ensaio geral para 2027. A esquerda entra nesse ciclo dividida. A disputa principal parece concentrar-se em dois polos, hoje personificados por Jean-Luc Mélenchon e Raphaël Glucksmann, mas há outras forças que, em nome da unidade, podem acabar fragmentando ainda mais o cenário eleitoral. Mélenchon é o fundador da França Insubmissa e uma das figuras mais experientes da política francesa. Vindo das alas radicais do socialismo, é um orador talentoso, populista, capaz de mobilizar amplos setores populares, mas também amplamente rejeitado por parte do eleitorado centrista e por antigos aliados. Glucksmann é um rosto novo que parece ocupar o extremo oposto desse espectro. Filho de um intelectual simpático à direita, teve uma trajetória internacional controversa, assessorando líderes liberais na Geórgia e na Ucrânia, antes de retornar à França, se converter à esquerda e fundar o micro-partido Praça Pública, na órbita do Partido Socialista (PS). Hoje, encarna uma esquerda mais do que moderada, liberal, europeísta e institucionalista.  A candidatura de Glucksmann responde sobretudo a um desejo antigo de setores do PS de se emanciparem de Mélenchon e da proposta de ruptura que ele representa. Desde 2017, e de forma ainda mais clara a partir de 2022, Mélenchon conseguiu se impor como figura central da esquerda francesa. Nas duas eleições presidenciais, reuniu a maior parte do eleitorado progressista e ficou a poucos votos do segundo turno. Caso tivesse conseguido unificar o campo, os votos somados de socialistas, verdes e comunistas teriam sido suficientes para levá-lo ao segundo turno. União frágil Apesar da derrota, Mélenchon saiu fortalecido. Hegemonizou a esquerda e, diante do risco de desaparecimento eleitoral dos demais partidos, impulsionou a criação da Nova União Popular Ecológica e Social, a NUPES. Impôs o programa da França Insubmissa ao conjunto da esquerda e se colocou como candidato natural a primeiro-ministro nas legislativas seguintes. Ocorria algo raro: poucas vezes no mundo a esquerda foi reorganizada a partir de sua ala mais radical. A força desse bloco, somada à fragilidade de Emmanuel Macron, impediu o presidente de obter maioria absoluta. Ao acolher o PS e outras agremiações em crise, Mélenchon também lhes garantiu sobrevivência institucional. A unidade, porém, revelou-se frágil. Tensões antigas ressurgiram, sobretudo no PS, onde nunca houve aceitação plena da centralidade da França Insubmissa. Os ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023 foram um catalisador de uma desunião latente. A recusa da LFI em participar de uma marcha de solidariedade a Israel, por considerar inaceitável a presença da extrema direita e por temer a legitimação da resposta militar israelense, foi usada como pretexto para consumar o racha. É nesse contexto que Glucksmann começa a ganhar visibilidade. Candidato apoiado pelo PS nas eleições europeias de 2024, concentrou seus ataques nos mélenchonistas, sobretudo em temas de política externa. Sua lista foi a mais votada à esquerda, mas o triunfo durou pouco. Ao dissolver a Assembleia Nacional na noite das eleições europeias, Macron apostava que as rusgas do campo progressista lhe garantiriam enfim uma maioria parlamentar. O tiro, porém, saiu pela culatra: Macron empurrou a esquerda a reconstruir rapidamente uma coalizão ampla. Constituída, a Nova Frente Popular desmentiu os prognósticos e tornou-se a força mais votada do país. Limites O pós-eleição revelou mais uma vez, porém, os limites dessa recomposição. A estratégia da França Insubmissa era provocar a queda sucessiva dos governos para pressionar Macron, constitucionalmente impedido de convocar novas legislativas. O PS recusou, preferindo ganhar tempo e evitar a imagem de subordinação a Mélenchon, buscando se apresentar como força responsável disposta a governar. Em 2025, essa clivagem se aprofundou. A França Insubmissa intensificou uma estratégia que articula a luta contra o custo de vida e a desigualdade social com o combate ao racismo e a outras opressões. Essa linha permitiu mobilizar eleitores não-brancos das periferias, tradicionalmente afastados das urnas. Ao mesmo tempo, o partido passou a ser acusado de conivência com grupos islamistas, de ataque à República e à laicidade. A rejeição cresceu, alimentada por uma cobertura midiática hostil e por práticas internas autoritárias, como expulsões sucessivas. Ainda assim, Mélenchon manteve forte popularidade no campo progressista, também devido à fragilidade de seu principal adversário. Glucksmann, pouco experiente e protegido por um ambiente midiático favorável, tem tido dificuldades em intervenções públicas. Apesar de ser casado com a apresentadora do maior telejornal francês, lhe faltam carisma, retórica e, sobretudo, um programa de governo. O contraste com Mélenchon é evidente. Camaleônico, ele alterna entre discursos de ruptura e uma postura mais serena quando lhe convém. Isso ficou claro no início de dezembro passado, quando foi convocado por uma comissão parlamentar que acusava dirigentes da França Insubmissa de complacência com o islamismo político. Durante quase duas horas, Mélenchon falou com tranquilidade sobre a história da laicidade na França, expondo a fragilidade das acusações. Desde então, parte da imprensa tem destacado sua mudança de postura. O incendiário indignado dá lugar ao tribuno republicano, numa virada performativa que já mira em 2027. Os riscos da desunião Diante dessa divisão, muitos se perguntam se a esquerda francesa não estaria novamente condenada a ficar fora do segundo turno. Setores minoritários, como os Verdes de Marine Tondelier, e dissidentes do partido de Mélenchon, como Clementine Autain e François Ruffin, defendem uma primária para que a esquerda escolha seu representante – todos, é claro, buscando também emplacar seus próprios nomes na disputa. O problema é que Mélenchon e Glucksmann já disseram que não participarão. O secretário-geral do PS, Olivier Faure, anunciou sua disposição de concorrer, mas as alas à direita do partido já torpedeiam a ideia. Paradoxalmente, aquilo que se apresenta como instrumento de unidade pode terminar produzindo apenas um nome adicional na disputa e aprofundar, em vez de conter, a fragmentação da esquerda. A preocupação com a unidade da esquerda e o medo de ficar fora do segundo turno são legítimos. No entanto, é preciso lembrar que não é apenas a esquerda que está fragmentada. Todo o sistema político francês caminha para uma dispersão sem precedentes. Nesse contexto, torna-se perfeitamente plausível que um candidato com menos de 20 por cento dos votos chegue à segunda volta, seja Mélenchon, seja Glucksmann. O verdadeiro problema começa depois. Se a esquerda enfrentar a extrema direita na segunda volta, a velha frente republicana deixa de ser uma evidência. Durante décadas, esse cordão sanitário funcionou como um mecanismo unindo direita e esquerda no segundo turno para barrar a extrema direita em nome da defesa das instituições democráticas. Hoje, no entanto, o cenário mudou: vemos uma esquerda crescentemente diabolizada e uma extrema direita cada vez mais normalizada, apresentada como palatável. Nesse cenário, o risco de uma vitória de setores reacionários não pode ser descartado.

Correio do Povo
#360 : Isso Ainda Está de Pé” foca no drama pós-divórcio e deixa comédia de lado

Correio do Povo

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 53:42


Embora sejam de gêneros completamente diferentes — um drama introspectivo e um suspense de sobrevivência —, Isso Ainda Está de Pé e o Frio da Morte utilizam o isolamento e a perda como motivadors para a superação. Os filmes estreiam no dia 19 de fevereiro nos cinemas. Em Isso Ainda Está de Pé, um casamento chega ao fim, e com ele, um novo começo inesperado. Alex e Tess enfrentam a difícil jornada da separação amigável, aprendendo a viver separados enquanto criam seus filhos e mantêm amizades. Em meio a isso, Alex descobre um novo hobby na cena de comédia de Nova York, redescobrindo a si mesmo e seu lugar no mundo.Já em O Frio da Morte, uma mulher solitária se perde em estradas perto de um lago em Minnesota e pede ajuda em uma cabana isolada na floresta. Lá, ela descobre uma jovem sequestrada por um casal desesperado, armado e com intenção assassina. Carlos Corrêa e Márcio Gomes falam sobre os filmes

CoachCast
ANO VI - 288 | O poder dos livros na transformação de pessoas e líderes - com Larissa Caldin

CoachCast

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 33:39


No episódio de hoje do COACHcast, recebo Larissa Caldin para uma conversa profunda sobre “O poder dos livros na transformação de pessoas e líderes”.A Larissa atua exatamente no ponto onde liderança, cultura e aprendizagem se encontram. Ela transforma livros em experiências vivas dentro das empresas — projetos que ajudam pessoas a mudarem o jeito de agir, não apenas a entenderem conceitos.Falamos sobre:• como livros podem desenvolver pessoas e formar líderes• por que conhecimento só vira resultado quando vira comportamento• como narrativas moldam cultura, decisões e relações• por que times entendem… mas não mudam• como líderes podem usar leitura para transformar ambientesSe você está começando a liderar — ou quer assumir uma equipe — esse episódio é essencial. Liderança é, antes de tudo, ajudar pessoas a mudarem o jeito de agir. E livros são uma das ferramentas mais poderosas para isso.

O Macaco Elétrico
Parem de dizer que a Geração Z é menos inteligente

O Macaco Elétrico

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 8:24


Dia a dia com a Palavra
Todo dia você está transbordando de alegria?

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 1:29


A resposta simples e direta é: Não! Ninguém é alegre e transbordante todos os dias. Poderia dizer que é normal, porque essa é uma realidade da vida, mas me preocupa muito essa conformação que podemos desenvolver com algumas coisas.Veja o que diz o Salmo 45 no verso 1: "O meu coração transborda de belas palavras. Ao rei consagro o que compus; a minha língua é como a pena de um hábil escritor."Percebo que a maior dificuldade das pessoas está na regularidade e na constância. Você está muito bem em alguns poucos momentos e segue abaixo da média em tantos outros. Isso não é bom, não é prudente, não é sábio.Manter a constância não significa dizer que você não terá dias tristes e difíceis, mas que se esforçará para que todos os dias sejam bons. A grande questão aqui é quanto a passividade que você pode assumir diante de seus sentimentos.Ser constante significa entender que seu dia a dia não precisa ser marcado pelas circunstâncias, mas sim pelas certezas e aqui destaco algumas: Deus é bom, Ele não nos abandona, Seu amor nos guarda, etc.Que seu coração seja transbordante todos os dias, e não apenas em alguns dias...

WGospel.com
A graça é mesmo um reino?

WGospel.com

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 4:39


TEMPO DE REFLETIR 01675 – 14 de fevereiro de 2026 Mateus 4:17 (The Message) – O sermão profetizado por Isaías ganhou vida na Galileia no momento em que Jesus começou a pregar. Ele começou onde João parou: Mudem de vida. O reino de Deus está aqui. Algumas pessoas desejam que Deus apresente um mostruário de opções para os Seus seguidores. Selecionamos o que queremos e rejeitamos o resto. Mas Jesus declarou que havia chegado um reino, não um mostruário. Algumas pessoas querem que Deus siga a vontade da maioria. Um modelo democrático lhes serviria muito bem. Mas Jesus falou de um reino, não de democracia. Algumas pessoas querem que Deus governe baseado no consenso. Todos nós nos reunimos com Ele, discutimos as questões e decidimos o que fazer. Mas Jesus disse: “Não tentem mudar Deus. Mudem a sua vida. O reino de Deus está aqui.” De acordo com os Evangelhos, Jesus falou sobre “o reino” não menos do que 50 vezes. Em metade de Suas referências ao “reino” utilizou a expressão “reino do Céu” e no restante, “reino de Deus”. Parece impossível traçar qualquer diferença significativa entre as duas expressões; são praticamente a mesma. A questão que realmente importa é a frequência com que o assunto sobre “o reino” caiu-Lhe dos lábios. A maioria das pessoas hoje, inclusive os cristãos, não se importa com a ideia de reino. Após alguns séculos de democracia, acham essa ideia arcaica e até mesmo desagradável. Mesmo nas nações em que reis e rainhas ainda governam, não possuem poder real. São monarcas sem reino, meramente figurativos. Algumas das afirmações mais impressionantes de Jesus começam com a expressão: “O reino do Céu é como…” Com essa introdução, contou histórias maravilhosas, histórias que colocam a ordem social de ponta cabeça, histórias que terminam de maneira surpreendente. Trabalhadores que trabalham por apenas uma hora, mas recebem o salário de um dia inteiro. Uma grande festa para receber o filho errante. O mendigo que foi para o Céu em vez do homem rico. Isso não é democracia, muito menos um mostruário ou um governo baseado no consenso. Isso é algo além da realidade deste mundo. Esse é o reino de Deus, em que Ele, unicamente Ele, governa. Em vez de força, política, esquemas e tramoias, a graça impera aqui. A graça é um reino! Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, obrigado por ter a oportunidade de pertencer ao Teu reino! Faça de mim e de cada um que me ouve agora, cidadãos dignos da vida eterna. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Podcast Cinem(ação)
#632: Hamnet

Podcast Cinem(ação)

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 117:38


Rafael Arinelli, Fabiana Lima, Carissa Vieira e Gustavo Reinecken mergulham na dor shakespeariana de Hamnet, o novo filme de Chloé Zhao que finalmente faz justiça à mulher por trás do bardo mais famoso da história – e não, não estamos falando de Anne Hathaway, a atriz (mas quase).O filme faz uma engenharia reversa emocional: tira Agnes (a verdadeira Anne Hathaway) da sombra do marido e a transforma em protagonista absoluta através da arrebatadora Jessie Buckley. Enquanto isso, Paul Mescal interpreta um Shakespeare curiosamente estático, preso em enquadramentos que sugerem que até fora do palco ele continuava atuando.A grande sacada de Zhao? Fugir das firulas técnicas e deixar que a emoção crua conduza a narrativa. É cinema contemplativo, quase teatral, onde a câmera parada obriga os atores a entregarem tudo. E quando Agnes finalmente assiste à peça Hamlet e compreende que aquilo é o luto materializado do marido... bem, preparem os lenços.Hamnet não é só um filme sobre perda, é sobre como a arte transforma sofrimento em catarse, dor em imortalidade. Shakespeare enterrou o filho e criou uma obra-prima. Isso é cinema, meus caros.• 05m27: Pauta Principal• 1h27m37: Plano Detalhe• 1h47m21: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Fabi): Série: Pluribus• (Fabi): Filme: O Testamento de Ann Lee• (Carissa): Filme: A Natureza das Coisas Invisíveis• (Reinecken): Livro: Shakespeare: A Invenção do Humano• (Reinecken): Podcast: Art of the Cut - Hamnet• (Reinecken): Live: Na ilha - Nomadland• (Rafa): Instagram: Danilo CarneiroEdição: ISSOaí

Estadão Notícias
Operação abafa continua: caso Master, caso Toffoli, caso STF | Estadão Analisa

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 53:08


No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 13, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Dias Toffoli que decidiu deixar a relatoria das investigações sobre fraudes no Banco Master. A decisão foi anunciada pelo Supremo Tribunal Federal após reunião dos dez ministros da Corte. Em nota assinada por todos os magistrados do tribunal, o STF informou que não há suspeição ou impedimento de Toffoli, e que ele atendeu a todos os pedidos formulados pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Como não houve declaração de impedimento ou suspeição, Toffoli continua apto a votar no processo em caso de julgamento. Isso se o próximo relator sorteado pertencer à Segunda Turma também, o colegiado que Toffoli integra. Se o próximo relator integrar a Primeira Turma, o caso será deslocado para o colegiado vizinho e Toffoli não participará de julgamentos. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sabedoria Judaica em 5 minutos - Divrei Torah Podcast Jewish Torah Wisdom in 5 Minutes

Para onde você olha quando reza? Para cima, para os céus? Isso é o mais correto? Já conhece a frase: de loucos, todos nós temos um pouco ? Conheça a piada que nos mostra isso kkkk. Que você tenha um final de semana iluminado com Shalom e colocando em pratica no dia a dia o que conversamos aqui ok

John Piper Responde
Sexo e sexualidade — Por que cristãos se preocupam tanto com isso?

John Piper Responde

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 9:33


Traduzido com permissão e em parceria com Desiring God.Produzido por DBVoz StudiosNarrador: Duda BagueraRealização: Ministério Fiel e Voltemos Ao EvangelhoEditor responsável: Vinicius Lima.

CEI DE CABO FRIO
Esse é quem ELE é - Pr. Glauter Ataide

CEI DE CABO FRIO

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 48:50


Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em João, capítulo 1, versículos 1 ao 14, nos traz uma reflexão sobre Jesus ser exatamente quem Ele é.O texto de João 1:1–14 é uma das declarações mais profundas sobre a identidade de Jesus. O apóstolo não começa falando de manjedoura, nem de milagres. Ele começa falando de eternidade.“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” – Evangelho de João 1:11️⃣ Ele é Deus desde o princípioJesus não começou em Belém.Ele não surgiu na história.Ele sempre existiu.“Esse é quem Ele é”:EternoAutoexistenteAntes de tudoAcima de tudoAntes da criação, Ele já era. Antes do seu problema existir, Ele já era Deus. Antes da sua dor nascer, Ele já estava no controle.2️⃣ Ele é a Palavra que revela DeusJoão chama Jesus de Verbo (Logos). Palavra significa expressão.Jesus é a expressão visível do Deus invisível.Quer saber como Deus pensa? Olhe para Jesus.Quer saber como Deus ama? Olhe para Jesus.Quer saber como Deus reage ao pecador? Olhe para Jesus.Ele não é apenas alguém que fala sobre Deus.Ele é Deus falando.3️⃣ Ele é a Luz que vence as trevas“O povo que estava em trevas viu grande luz.”João declara que a luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela.Trevas podem até tentar resistir…Mas não conseguem apagar a luz.Talvez sua vida esteja passando por um momento escuro.Mas “esse é quem Ele é”:✨ Ele é a luz que não pode ser vencida.✨ Ele é a esperança que não pode ser apagada.4️⃣ Ele é o Criador de todas as coisas“Todas as coisas foram feitas por Ele.”Nada existe sem Ele.O mesmo que criou o universo é aquele que se importa com você.Isso significa que:Sua vida não é acidente.Seu propósito não é aleatório.Seu futuro não está solto no acaso.Ele é o Criador… e também o Sustentador.5️⃣ Ele é o Deus que se fez carneE o versículo 14 é o clímax:“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós.”Esse é quem Ele é:Não apenas Deus distante…Mas Deus presente.Ele sentiu fome.Sentiu cansaço.Sentiu dor.Sentiu rejeição.Ele não ficou observando a humanidade de longe. Ele entrou na nossa história.6️⃣ Ele é cheio de graça e verdadeJoão diz que Ele veio “cheio de graça e de verdade”.Graça sem verdade vira permissividade.Verdade sem graça vira condenação.Mas Jesus é o equilíbrio perfeito.Ele perdoa, mas transforma.Ele acolhe, mas confronta.Ele ama, mas não negocia a verdade.Conclusão: Quem é Ele para você?João não escreveu apenas para informar. Ele escreveu para que creiamos.Esse é quem Ele é:Deus eternoPalavra vivaLuz invencívelCriador soberanoDeus encarnadoCheio de graça e verdadeA grande pergunta não é apenas “Quem Ele é?”A pergunta é: Quem Ele é na sua vida hoje?Porque quando entendemos quem Ele é…Nossa identidade muda.Nossa fé amadurece.Nossa esperança se fortalece.Esse é quem Ele é.E Ele continua sendo o mesmo.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

Convidado
Guterres defende ordem constitucional na Guiné-Bissau e alerta para terrorismo em Moçambique

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 7:25


O Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, reafirmou, em Addis Abeba, uma posição firme sobre a Guiné-Bissau, sublinhando a defesa inequívoca da ordem constitucional. Em entrevista à RFI, à margem da 39.ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana, António Guterres, manifestou, ainda, forte preocupação com o terrorismo em Cabo Delgado, Moçambique, e apelou à comunidade internacional, em particular à União Europeia, para reforçar o apoio ao país. RFI em Português : Na Guiné-Bissau os atropelos ao Estado de Direito multiplicam-se: novo golpe de Estado, novamente os militares no poder. Tem acompanhado a situação, como é que olha para o que se passa na Guiné-Bissau? Secretário-Geral da ONU, António Guterres: Em primeiro lugar, nós temos uma posição muito clara de defesa da ordem constitucional e da democracia em todos os países, no mundo e, em particular, em África.  E, naturalmente, rejeitamos qualquer golpe de Estado. Rejeitamos qualquer forma inconstitucional de alterar a vida política de um país. Houve aqui uma situação clara. Houve eleições, havia resultados destas eleições e há um golpe de Estado que impede a publicação destes resultados e que cria uma situação que tem que rapidamente chegar ao fim.  Tem que se encontrar uma maneira - penso que alguns progressos se registaram - de regressar o mais depressa possível a um Estado constitucional. Ao longo dos seus mandatos fomentou e reforçou o trabalho conjunto entre as Nações Unidas e a União Africana, nomeadamente no âmbito da paz e da segurança.  Esta é a sua última cimeira da União Africana enquanto Secretário-Geral das Nações Unidas. Que resultados concretos produziram essas parcerias na prevenção de conflitos e na manutenção da paz? E em que áreas continuam a falhar? Em primeiro lugar, a cooperação entre as Nações Unidas e a União Africana é uma cooperação exemplar e essa cooperação, enquanto tal, não falhou em parte nenhuma. Agora, o que acontece é que.... e dou um exemplo da Somália... Na Somália há uma força da União Africana. Essa força da União Africana é apoiada pelas Nações Unidas. E nós conseguimos aprovar no Conselho de Segurança uma nova resolução que permite forças da União Africana de imposição de paz, financiadas pelas Nações Unidas através das chamadas contribuições obrigatórias, por decisão do Conselho de Segurança.  Infelizmente, em relação à situação da Somália, onde há uma força da União Africana, o Conselho de Segurança decidiu não apoiá-la porque houve uma posição muito contrária por parte de um dos países, dos Estados Unidos da América. Ou seja, não há falhas, mas continua a haver muitos desafios? Há muitos desafios e há, naturalmente, muitas dificuldades. O que há é uma cooperação exemplar. Agora, as ingerências externas e a criação de mecanismos que diminuem a confiança entre as diversas forças que se confrontam em vários cenários africanos, tudo isso torna muito difícil a acção das Nações Unidas e a acção da União Africana. Mas, apesar de tudo, há que reconhecer que alguns avanços importantes também têm acontecido. Sobre o Sudão, a guerra no Sudão continua. É a pior crise humanitária de sempre. A ONU ainda tem aqui margem de manobra de influência sobre as partes ? Nós estamos sempre activos com as partes e não só com as partes. Ainda recentemente se fez uma reunião conjunta com a Liga Árabe, com a União Africana e com o IGAD para conjugar esforços. Temos procurado encontrar formas de consenso que permitam um cessar-fogo com a desmilitarização de algumas zonas. E estamos muito activos na procura de soluções parcelares de, como digo, cessar-fogo, acesso humanitário ou desmilitarização de certas zonas. E continuaremos, não desistiremos, como disse, em colaboração com diversos outros países, enquanto não conseguirmos um resultado positivo. Infelizmente há dois grupos, ambos pensam que podem ganhar a guerra, o que torna difícil a paz. E depois há uma ingerência exterior que é evidente, inclusive com o fornecimento de armas aos beligerantes. E uma enorme população que sofre na pele essas consequências. A população sofre terrivelmente com o que se está a passar. A carnificina a que assistimos no Sudão é totalmente intolerável. Moçambique está a braços com duas problemáticas: alterações climáticas e terrorismo no norte. Como é que a ONU continua a olhar para o terrorismo em Cabo Delgado? Com preocupação. O terrorismo em Cabo Delgado é mais uma manifestação de uma expansão do terrorismo em África que nos preocupa enormemente. Temos o Sahel, a Somália, parte norte do Congo, não falo agora do M23, falo dos grupos terroristas propriamente ditos. E, portanto, há aqui uma progressão do terrorismo em África que é extremamente preocupante.  O meu apelo é que a comunidade internacional e em particular a União Europeia, para que façam tudo para apoiar Moçambique, para que Moçambique tenha condições para derrotar o terrorismo. Em relação ao clima, é absolutamente vital que as pessoas compreendam que estamos a ir por um mau caminho. Globalmente, já se sabe que os 1,5 graus vão ser ultrapassados. Vamos ter aquilo que os ingleses chamam um “over shooting”. Importa que ele seja tão curto quanto possível. Importa que seja de amplitude tão pequena quanto possível. Ainda é possível, no final do século, ter um aumento de temperatura abaixo de 1,5 graus ou na linha de 1,5 graus. Mas isso implica uma drástica redução das emissões agora. Isso implica a aceleração da transferência dos combustíveis fósseis para a energia renovável e um aumento substancial dos mecanismos de apoio aos países que estão a sofrer as consequências, como é o caso de Moçambique, das alterações climáticas, não tendo contribuído em nada para essas mesmas alterações, porque não têm praticamente emissões. Neste mundo marcado por guerras prolongadas, tensões políticas e a crise climática, as Nações Unidas ainda estão à altura destes desafios globais? O multilateralismo não está em causa? As Nações Unidas têm revelado uma clara capacidade de liderança no plano da ajuda humanitária em todo o mundo. São um instrumento fundamental para apoiar os países em matéria de direitos humanos, em matéria de desenvolvimento. As Nações Unidas ganharam recentemente uma batalha muito importante e acabámos de constituir o primeiro comité científico independente sobre a Inteligência artificial, que será a autoridade universal em matéria do tema que hoje mais preocupa as pessoas.  E as Nações Unidas têm tido uma liderança clara na luta contra as alterações climáticas e na defesa de políticas de drástica redução das emissões e de forte apoio aos países afectados, nomeadamente, por exemplo, ninguém mais que as Nações Unidas tem estado ao lado e dando todo o apoio às pequenas ilhas que são, porventura, os mais vulneráveis. Portanto, as Nações Unidas mantêm em todas estas áreas uma acção extremamente importante e em matéria de paz e segurança, continuamos activos. É evidente que não temos exército para combater. Não temos sanções, a não ser aquelas que o Conselho de Segurança aprova. O Conselho de Segurança, infelizmente, está normalmente dividido pelas divisões geopolíticas que existem no mundo. Acusam, muitas vezes, as Nações Unidas daquilo que são os problemas criados pelos Estados-Membros.

Reportagem
O “Efeito Pinheiro”: como Lucas Braathen, o brasileiro do esqui, conquista fãs pelo mundo inteiro

Reportagem

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 6:47


Ele é o novo orgulho brasileiro no esporte. Dessa vez, na neve. Mas sua fama não tem fronteiras. A RFI encontrou fãs de Lucas Pinheiro Braathen até na Eslováquia. Maria Paula Carvalho, da RFI em Paris Nascido em Oslo, de pai norueguês e mãe brasileira, o atleta de 25 anos é a esperança do Brasil para alcançar uma medalha olímpica inédita no esqui alpino, modalidade em que é o número dois do ranking mundial. “Esse é o maior sonho da minha vida. Eu sou muito grato por todo mundo torcendo por mim, torcendo pelo Brasil, nos acompanhando nessa jornada, e eu vou fazer tudo para trazer essa medalha para a nossa casa,” diz. O gosto pelo esporte, segundo o jovem, criado na Escandinávia, ele diz ter descoberto nas quadras de futebol do Brasil, onde costumava passar férias na infância. Torcedor do São Paulo, ele cresceu em um ambiente cercado de referências brasileiras. “O Brasil é um país que é uma mistura de várias culturas. Então, eu acho que, quando o Brasil entra no estádio, mesmo que você não seja brasileiro, você está torcendo um pouquinho pela gente,” acrescenta. Amante de música e de moda, Lucas Braathen foge dos padrões tradicionais do esqui alpino, fazendo questão de mostrar sua personalidade. Em 2023, ele surpreendeu a todos ao anunciar sua aposentadoria precoce, após entrar em desacordo com a Federação Norueguesa de Esqui sobre questões ligadas à sua imagem e liberdade de expressão. Depois disso, decidiu representar o Brasil. “Eu acho que a beleza desse momento dos Jogos Olímpicos é que é um palco universal, é um palco que todo mundo assiste. Então, para mim, é a maior plataforma que eu tenho para me expressar e trazer uma mensagem que é algo mais do que esporte. Eu só quero que as pessoas em casa, assistindo os Jogos de Inverno com as nossas cores, entendam que tudo é possível,” afirma o atleta.  Lucas, que competia pela Noruega antes de defender as cores verde e amarelo, costuma comemorar suas vitórias com samba. Ele dançou e vibrou como porta-bandeira do Brasil na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Milão-Cortina 2026. Sua imagem cativante, somada ao desempenho, atrai fãs e admiradores do mundo inteiro. Fã-Clube internacional O perfil fã-clube Lucas Brazil, no Instagram, reúne 6.500 admiradores de diversos países, de todas as idades e origens, com diferentes motivos para apoiá-lo — como explicou à RFI a eslovaca Darka Sefcik, criadora do grupo. “Ele é um esquiador brilhante, sempre foi. Mas essa história de como ele decidiu mudar e os valores que ele traz para o esporte e para a sociedade... Isso é simplesmente incrível,” disse em entrevista por telefone. “Há brasileiros em toda parte, mesmo na Europa. E toda hora chegava mais uma pessoa querendo torcer com a gente como loucos. Ou eles entram em contato pedindo informações, mesmo que entendam nada de esqui, mas se sentem, de alguma maneira, conectados. Nas competições, os brasileiros fazem perguntas sobre o esqui, é divertido. E há similaridades entre fãs eslovacos e brasileiros no esporte: uma mesma paixão”, completa.  Na Eslováquia, eles chamam essa febre em torno do esquiador de “Efeito Pinheiro”. “Tem um monte de garotas que acham ele muito atraente. Ele é muito gentil, mesmo que não tenha câmeras filmando, ele é sempre amável com as pessoas. A família dele também é brilhante. Eu já os encontrei, e são pessoas muito legais,” observa. “Os fãs adoram a relação dele com a moda e a música. Para os europeus, isso é muito exótico. É uma nova era brasileira: estamos aprendendo sobre o Brasil; é algo novo, diferente, é legal”, acrescenta a torcedora. Para a juventude europeia, Lucas Braathen é fonte de inspiração. “Eu trabalho com educação, e desde a Covid temos tido momentos difíceis, com a guerra na Ucrânia, e a Europa vem passando por dificuldades, o que deixa muitos adolescentes desmotivados e sem direcionamento. E precisamos de modelos para essas crianças", aponta Darka Sefcik. "E o Lucas faz isso muito bem. Ele tem uma história fascinante, tem um propósito, ele inspira as pessoas a serem o que elas quiserem, a seguirem seus sonhos — não só jovens, mas adultos e mesmo idosos. Ver esse jovem falando sobre tolerância, inclusão, é muito importante hoje em dia”, afirma. Para Lucas, a conexão com o Brasil se reflete não apenas no patriotismo esportivo, mas na responsabilidade que ele assume de ser uma referência para novos amantes dos esportes de inverno no mundo inteiro. “Honestamente, a pressão é enorme. Represento mais de 200 milhões de brasileiros”, diz.  “Para mim, esporte é uma forma de arte. É uma arte de performance. E, se você pergunta a qualquer artista qual é a coisa mais importante, é ser autêntico, ser quem eles são. Se você não é autêntico, não dá para as pessoas confiarem na sua mensagem. Então, para mim, para trazer uma mensagem e expressar o meu propósito verdadeiro, eu precisava dessa liberdade,” conclui.  Lucas Pinheiro Braathen começa sua participação em Milão-Cortina na prova do slalom gigante do esqui alpino, no sábado, 14 de fevereiro. Torcida é o que não vai faltar. Leia tambémPromessa brasileira nos Jogos Olímpicos de Inverno, Lucas Pinheiro Braathen vê pressão como privilégio

Dev Sem Fronteiras
Coordenadora de Inovação em Bangkok, Tailândia - Carreira Sem Fronteiras #230

Dev Sem Fronteiras

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 48:20


A pelotense Luiza cresceu com pais bastante técnicos, e com tias professoras. Por isso, não é surpresa que ela tenha se formado em engenharia mecânica, e tenha trabalhado como professora substituta no Instituto Federal de Pelotas.Isso, porém, veio depois de uma passagem por Campinas, onde ela vendia bolos na rua, e também por Dublin, onde ela teve contato com múltiplas culturas. De volta ao Brasil e, por influência do namorado, ela topou a ideia de se mudar para a Tailândia, mas sob uma dinâmica curiosa, de trabalhar remotamente para o Brasil como coordenadora de inovação em uma startup.Neste episódio, a Luiza detalha os percalços, as burocracias, e as particularidades de se morar em um lugar onde, via de regra, todo mundo está de bem com a vida.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaLuiza Dias, Coordenadora de Inovação em Bangkok, TailândiaLinks:LinkedIn da LuizaCarreiras Alura: Explore as carreiras por meio de um caminho estruturado, com prática, profundidade e orientação para você sair do zero e conquistar domínio real em uma habilidade.TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

Mensagens da Graça de Deus
A12MOD68_20260211 - Uma segunda Graça, um segundo benefício.

Mensagens da Graça de Deus

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 48:27


Uma segunda Graça, um segundo benefício. Quarta – Feira 11/02/2026 Pregador : Ap. Miguel Ângelo Você foi salvo pela graça. Mas você está vivendo a segunda graça? Neste sermão profundo e revelador, o Ap. Miguel Ângelo ensina sobre o “segundo benefício” mencionado pelo apóstolo Paulo — a graça sobre graça. Muitos cristãos conhecem a salvação, mas ainda vivem presos à mentalidade da lei, carregando culpa, medo do pecado e insegurança espiritual. A Bíblia declara que, por um único sacrifício, Jesus Cristo aperfeiçoou para sempre os que são santificados (Hebreus 10). Isso significa que não vivemos mais debaixo de ritos, sacrifícios, jejuns como meio de justificação ou condenação religiosa. 📖 Neste estudo você vai entender: A diferença entre primeira graça e segunda graça Por que o pecado não tem domínio sobre quem está na graça O perigo de tentar se justificar pela lei O que significa estar desligado de Cristo Como viver segurança, paz e liberdade espiritual Esta é uma mensagem sobre: Graça de Deus, obra consumada, salvação pela fé, justificação, liberdade cristã, evangelho da graça, consciência da justiça, vida espiritual madura.

RdMCast
RdMCast #539 – Pluribus: Invasores de mentes

RdMCast

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 81:03


É oficial: a Apple TV finalmente conseguiu se consolidar como um dos maiores (e melhores) streamings da atualidade. Depois de emplacar grandes sucessos como Ted Lasso, The Studio e nossa queridinha Ruptura, o estúdio decidiu apelar. Costurando uma parceria com o criador de séries como Breaking Bad, Better Call Saul e, surpreendentemente, vários episódios de Arquivo X, a Apple lançou aquela que é sem dúvidas uma das melhores séries de 2025: Pluribus. A nova criação de Vince Gilligan parte de premissas clássicas de alienígenas invasores de corpos (e mentes) para explorar o que aconteceria no dia seguinte a todos termos virado outros seres. Ou quase todos. Prepare-se então para um RdMCast recheado de discussões sobre a série, mas também de análises sobre o estado atual da TV e cutucadas (des)necessárias na 5ª temporada de Stranger Things. O que você faria se fosse apenas um entre 12 indivíduos não “unidos”? Que tipo de sobrevivente seria você? Dê play no episódio e vamos falar sobre Pluribus. O RdMCast é produzido e apresentado por: Thiago Natário, Gabriel Braga e Gabi Larocca.Apoie o RdM e receba recompensas exclusivas: https://apoia.se/rdmCITADOS NO PROGRAMA:Pluribus (2025)Citações off topic:Fallout (2024 – )Heroes (2006 – 2010)Servant (2019 – 2023)Ted Lasso (2020 – )Ruptura (2022 – )Arquivo X (1995 – 2002)Vampiros de Almas (1956)A Experiência (1995)EPISÓDIOS CITADOS:RdMCast #535 – Stranger Things 5: dando adeus ao Mundo InvertidoRdMCast #533 – Bem-Vindos a Derry: o palhaço Pennywise voltou (no tempo)!RdMCast #352 – Ruptura: humanos do capitalismo tardioRdMCast #496 – Ruptura 2: quem está realmente no comando?RdMCast #441 – Terra Noturna: True Detective está de voltaRdMCast #215 – CoringaRdMCast #335 – Os 10 melhores filmes de invasão alienígenaRdMCast #516 – Isso deu um Remake: Eu Sou a LendaRdMCast #420 – Franquia Cloverfield: o universo que nunca foi(teaser) Cabana RdM #85 – 30 anos de A ExperiênciaCabana RdM #15 – 5 motivos para assistir Arquivo XSiga o RdMYoutube: https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedoInstagram: @republicadomedoTwitter: @RdmcastEntre em contato através do: contato@republicadomedo.com.brLoja do RdMConheça nossos produtos: https://lojaflutuante.com.br/?produto=RdmPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram: @estudiogrimContato: contato@estudiogrim.com.br

Oxigênio
#213 – Curupira: da floresta à COP30

Oxigênio

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 42:54


O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Mas para os povos da floresta ele é muito mais que um mito. Você vai descobrir curiosidades sobre esse personagem nesse episódio que foi idealizado e produzido por Juliana Vicentini, revisado por Mayra Trinca e editado por Yama Chiodi.  ____________________ Roteiro Juliana: Se você entrar na floresta e ouvir um assobio, fique atento, você não está sozinho. É o Curupira, o guardião da natureza. Ele defende a mata e os animais daqueles que invadem, desmatam, caçam ou exploram o meio ambiente sem necessidade. O Curupira nasceu na cultura dos povos indígenas e continua vivo por meio da oralidade e da memória que se perpetua de geração em geração. Para os indígenas, ele é uma entidade, um espírito protetor da floresta e dos seres vivos. Mas durante o processo de colonização, o Curupira foi distorcido e sofreu tentativas de apagamento. Ele resistiu a isso e saiu do seu habitat natural para ganhar o Brasil e o mundo. O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará.  Juliana: Nesse episódio, nós faremos uma viagem para entendermos o Curupira. Nossa trilha começa pela perspectiva de quem cresceu ouvindo sobre ele não como uma lenda, mas como uma presença viva e protetora da natureza. Ao longo do nosso caminho, pesquisadores e jornalistas nos conduzem nessa jornada, nos revelando camadas que passam pela linguística, história e colonialidade, apresentando a trajetória do Curupira desde uma figura ancestral até a sua chegada como símbolo da COP30. Essa viagem nos ajuda a compreender o Curupira como um símbolo potente de resistência cultural, de decolonialidade e de sustentabilidade.  Juliana: Eu sou a Juliana Vicentini, esse é o podcast Oxigênio e o episódio de hoje é o “Curupira: da floresta à COP30”. [vinheta] Juliana: Algumas histórias não são ensinadas em aulas, não são vistas em livros, vídeos e fotografias. Elas são compartilhadas na convivência entre as pessoas, no chão da floresta, em meio ao som das águas e pássaros, e até mesmo ao redor de uma fogueira. Tem histórias que não são apenas lúdicas, mas que fazem parte da vida, da memória e do território e que pulsam no coração das pessoas com um significado especial.  Juliana: No Brasil, há 391 etnias indígenas, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2022. E cada povo indígena tem suas próprias entidades que protegem a natureza. O Curupira é um desses seres e ainda assim, suas características nem sempre são contadas da mesma maneira por todos os povos.  Juliana: Hoje nós vamos ouvir alguém que cresceu entre a aldeia e a escola e que carrega histórias que quase não se contam no povo Suruí atualmente — histórias guardadas, íntimas, que vêm do vínculo com o pai e com o território. Maribgasotor Suruí: Não é um ser mitológico, não é um ser assim, de livro de história, né? Mas é verdadeiro. Nós acreditamos no Curupira. Juliana: Maribgasotor Suruí é estudante de Direito na Universidade Federal de Rondônia. Ele pertence a etnia Suruí, da terra indígena Sete de Setembro, localizada nos estados de Rondônia e Mato Grosso.  Maribgasotor Suruí: Eu cresci no meio disso, alguém falando disso, já faz parte do meu convívio, da minha cultura, do meu sangue, inclusive eu tenho curiosidades, tem isso também, um dia a ver, né? Mas como meu pai mesmo fala que não é qualquer pessoa que vê, e é um privilégio um dia, né? Hoje em dia, no Suruí, ninguém conta muito, ninguém pergunta muito, ninguém tem essa história que nós estamos falando. Eu e meu pai somos muito íntimos, né e  desde pequenos, somos uma pessoa muito curioso. Eu saí muito cedo de casa, eu estudei com a escola internato, escola agrícola, eu estudei em São Paulo, né? Eu tenho esse conhecimento, essa mistura de duas culturas diferentes. Eu sempre tive curiosidade com meu pai contar isso para mim, não é todos que querem saber, né? Porque hoje em dia, como eu falo, a evangelização chegou né, junto com os contatos e isso tirou a sensibilidade, a tradição, é como a gente descreve no direito indígena, como se fosse etnocídio. Juliana: A própria palavra Curupira carrega em si muito da história desse ser com os povos indígenas. Quem explica para a gente é o Thomas Finbow da Universidade de São Paulo, onde é professor de linguística histórica, área que investiga como as línguas evoluem.  Thomas: Curupira é uma palavra que vem do tupi, especificamente a fase que a gente conhece como tupi antigo, que seria aproximadamente do período entre 1500 e o final do século 17. E tupi é uma língua que era falada no litoral do que é o atual Brasil e é falada por várias nações indígenas. Esse é uma língua tupi guarani, que é um ramo de uma grande família linguística, família tupi, que tem 10 ramos e essas línguas estão localizadas desde Rondônia, dentro do Brasil, e atravessando a Amazônia, historicamente também no litoral e também existem na Guiana Francesa, no Peru, na Colômbia, na Venezuela, na Argentina, também na Bolívia, então é uma família muito muito dispersa geograficamente. Atualmente não tem mais falantes nativos dessa língua tupi, mas existem vários projetos entre os grupos descendentes das nações falantes de tupi, então os potiguara, na Paraíba, no Rio Grande do Norte, os tupinambás na Bahia, os tupiniquins no Espírito Santo que estão trabalhando para revitalizar essa língua. Juliana: Quando a gente tenta entender a origem de uma palavra indígena, nem sempre encontra uma resposta única e Curupira é um exemplo de ambiguidades. O Thomas explicou que a palavra pode ter alguns significados, mas que nem sempre eles batem com as histórias que conhecemos.  Thomas: Curupira parece ter um item coru e pira como se comenta, então, mas o problema exatamente é de interpretar o que que seriam essa parte de coru. Coru significa uma pele com bolhas, como uma pele de sapo, com uma pele irregular, então isso é uma possibilidade para esta raiz e pira é uma raiz. Pira significa pele. Que é curioso porque isso não é uma característica que se comenta do Curupira. Tradicionalmente hoje, se fala de pele vermelho, de ter os pés virados para trás, de ter o corpo pequeno etc. Então é curioso, talvez isso pode levantar hipótese de que isso não seja exatamente o significado desses raízes e tem alguma coisa que se perdeu em termos da construção da palavra, na transição entre o tupi e o português. Juliana: Temos outras explicações possíveis pra essa palavra então? Thomas: Eu também vi tentativas de explicar essa palavra Curupira usando a palavra kurumin, ou seja, menino, em tupi é kunumin. Esse raiz piir poderia ser uma interpretação da palavra para corpo. Isso também é algo que se vê na língua geral amazônica, no Yengatu, que pira hoje não tem o significado de pele. E aí seria uma tentativa de dizer que é um homemzinho, uma estatura pequena, baixa do Curupira. Então, poderia ser corpo de menino, em tupi, o possuidor vem primeiro como em inglês e a coisa possuída vem depois. A gente sabe que é um conceito antigo, parece que é algo pré-colonial, pré-europeu, porque os primeiros registros já no século XVI mencionam esse nome, Curupira. Então, não parece ser alguma coisa que tenha saído da cabeça dos europeus. E as pessoas que registravam os termos eram pessoas que conheciam o tupi antigo muito bem. É pouco provável que eles tenham errado muito no registro do nome também. Mas eles não explicam o que significa. Juliana: Assim como é difícil estabelecer um consenso sobre o significado da palavra Curupira, também não há unanimidade quanto à sua descrição. O Curupira é representado de diversas maneiras e suas características físicas ilustram o seu papel como o guardião da floresta e dos animais. A Januária Cristina Alves, que é jornalista, escritora, pesquisadora da cultura popular e apaixonada pelo folclore brasileiro nos dá detalhes sobre isso.  Januária: Ele é um menino, dizem que ele raramente anda sozinho, né, ele anda sempre ao lado de uma companheira, tem hora que ele aparece com um só olho no meio da testa, né, com um nariz bem pontudo. Em outras descrições, ele não tem nem nariz, ele não tem nenhum buraco, nenhum orifício no corpo. Ele tem dentes verdes, em algumas regiões, em outras, os dentes são azuis. Ele muitas vezes aparece careca, outras vezes bastante cabeludo. Em algumas ocasiões descrevem com orelhas enormes, sem articulações nas pernas. Mas de qualquer maneira, ele é sempre visto como uma entidade muito forte, que anda virado, com os pés virados para trás, exatamente para confundir as pessoas que tentam persegui-lo, que vão seguir a pista errada. Juliana: Afinal de contas, por que a gente se depara com tantas descrições físicas diferentes do Curupira, Januária? Januária: Na verdade, não é exclusivo do Curupira, não, a Caipora também é assim. Por serem parte da tradição oral, suas histórias correm de boca em boca, quem conta um conto, aumenta um ponto, é assim que diz o ditado popular. Então, de fato, essa narrativa oral vai permitindo com que as pessoas muitas vezes esqueçam um ponto ou acrescentem alguma outra característica e com isso a gente vai reunindo diferentes versões, muitas vezes o nome do personagem muda também, mas as suas características principais, a sua essência, ela é mantida. Então, no caso do Curupira, é verdade, ele aparece em diferentes versões, dependendo da região, da época, né? Mas, no geral, a gente sabe que ele é aquele menino que tem basicamente os pés virados para trás. Juliana: Independentemente das características físicas do Curupira, o que é unânime nas cosmologias indígenas é que ele ensina que a convivência entre os seres humanos e a natureza deve ser respeitosa e quando isso não acontece, o Curupira desaprova, não é mesmo Maribgasotor? Maribgasotor Suruí: Normalmente os caçadores, mata o bicho por hobby, deixa o animal padecendo no mato, ele não gosta. Até com nós que é índio que faz essas coisas, que nasceu dentro do mato, ele já não gosta, imagina com as pessoas que faz destruição com o habitat dele. Ele não tem limite, ele está em todo lugar e inclusive não pode falar muito o nome dele, né? Porque ele é um ser que devemos respeitar.  Juliana: Luís da Câmara Cascudo, em seu livro intitulado Geografia dos Mitos Brasileiros, detalha que a personalidade do Curupira varia segundo as circunstâncias e o comportamento dos frequentadores da floresta. Basicamente, o Curupira não gosta de quem desrespeita o meio ambiente e acaba punindo essas pessoas, por isso, nem sempre ele visto com bons olhos. A Januária conta mais sobre isso  Januária: Ele é o protetor da floresta, né, e muitas vezes, de fato, ele não é politicamente correto. Ele tem lá as leis dele. Por exemplo, um caçador que mate uma fêmea grávida, ele não vai perdoar. Ele vai matar. Muitas vezes, até por isso, ele foi tido como demônio da floresta, principalmente com a chegada dos jesuítas, que tentaram catequisar os índios e tal. A figura do Curupira foi bastante associada ao mal, ao demônio. Ele costuma fazer acordos, né, em troca de bebida, comida, presente. E ele gosta de confundir, né, as pessoas. Então ele passa informações erradas. Ele indica o caminho confuso, faz as pessoas buscarem coisas que ele oferece lá e não tem nada, né. Enfim, mas de qualquer jeito, ele não aceita que ninguém mate por gosto, sem necessidade. Ele se torna mesmo um inimigo implacável. Então, essa é a personalidade do Curupira. Ele é implacável na defesa da natureza. Juliana: O Curupira utiliza algumas estratégias para proteger a floresta e os animais. Ele é um ser muito ágil, o que faz com que ele ande de um lugar para o outro  na mata muito rapidamente. Também é conhecido pelos assobios, gritos e outros barulhos que usa  para desorientar invasores e pelos rastros deixados por seus pés virados, que é considerado um artifício poderoso para confundir sua direção. Mas afinal de contas, Januária, o que mais o Curupira é capaz de fazer? Ele tem poderes? Januária: Ele mesmo consegue se disfarçar em caça, por exemplo, num bicho,  para fugir dos caçadores. Mas o caçador nunca consegue pegá-lo, né. Ele é bom de se disfarçar, ele é bom de disfarçar os caminhos. O pé virado para trás facilita, mas ele de qualquer maneira faz com que o caçador se perca na floresta, no meio dos labirintos. Então, muitas vezes o caçador fica perdido sem nunca conseguir sair de lá, porque o Curupira faz esses caminhos muito confusos. Então, na verdade, não é um super-poder, mas é, sobretudo, uma convicção de que para proteger a floresta, os animais, ele é capaz de tudo. Dizem que ele tem um assobio muito alto e muito estridente. E ele anda em muitas regiões montado num porco do mato. E aí atrás dele sempre vem uma manada também dos porcos do mato. E muitas vezes também vem cachorro selvagem. Ele gosta dos cachorros. Ele é um ente muito ligado à questão da caça. E muitas vezes dizem também que ele consegue saber se vai ter tempestades, se vai ter essas intempéries grandes na natureza, porque ele bate no tronco da árvore dependendo do barulho que faz ele consegue saber se vai chover ou não, por exemplo. E ele também faz vários barulhos. E os caçadores que tentam segui-lo por meio dos barulhos acabam se confundindo. Porque são barulhos que os caçadores não têm condição de identificar. Enfim, mas ele não é um super-herói.   Juliana: Dá pra perceber que o Curupira é ardiloso e tem uma série de truques pra proteger a floresta e quem vive nela, mas afinal de contas, qual é a origem do Curupira e qual foi o primeiro registro que descreveu esse ser, Januária? Januária: A figura do Curupira tá mais ligada mesmo aos indígenas, inclusive o primeiro registro é uma descrição que o padre José de Anchieta faz na carta, onde ele descreve as coisas naturais da Capitania de São Vicente, ele já fala do Curupira. Então ele é fortemente ligado à mitologia indígena. Então, a gente não tem muita dúvida e ele é encontrado, suas histórias, suas tradições no Brasil inteiro. Juliana: A Carta de São Vicente foi escrita em 1560 pelo jesuíta José de Anchieta. Esse tipo de registro era uma mistura de relatório e observação do território brasileiro pelo olhar europeu e cristão. O objetivo dessa carta em específico era descrever a natureza, os habitantes e a cultura indígena. Quem conta para gente como o Curupira foi interpretado e materializado nesses escritos é a Gracinéia dos Santos Araújo. Ela é tradutora, escritora, professora universitária e docente de Espanhol na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Pará. Ela atua sob uma perspectiva decolonial piracêmica-emancipatória que reivindica o protagonismo dos mitos e lendas de maneira geral. Gracinéia: A gente precisa retroceder no espaço, no tempo, e lembrar que com a chegada da empresa colonizadora, ao que se chamou Novo Mundo, entre aspas, né, a história dos nossos mitos, mitos autóctones, foi marcada pela demonização. Seres encantados como Curupira e muitos outros foram relegados à condição de demônio, isso foi o que registrou, por exemplo, o Jesuíta Espanhol, Jesuíta de Anchieta. Evidentemente não foi apenas a Anchieta quem o demonizou, porque outros letrados, cronistas da época, ou não, também o fizeram, bem como nos lembra o folclorista Luís da Câmara Cascudo. Juliana: A maneira de os jesuítas explicarem o que viam onde hoje é o Brasil, é marcada pela oposição entre o divino e o demoníaco. Na ausência de um meio-termo e na tentativa de afastar os indígenas de suas crenças, toda figura que não fosse divina, na percepção dos europeus, era demoníaca e, consequentemente, maligna. O Curupira foi o primeiro, mas não o único, a passar por esse processo.   Gracinéia: Cascudo destaca, que Curupira foi o primeiro duende selvagem que a mão branca do colonizador europeu fixou em papel e deu a conhecer além das nossas fronteiras e o fez precisamente por meio de uma espécie de certidão de batismo que escreveu na referida carta de São Vicente. Para o colonizador europeu, nesse caso, o José de Anchieta, o Curupira foi visto como um ser temível, um ser meramente do mal, totalmente a contracorrente da perspectiva nativa em relação a este ser encantado. Juliana: O Thomas detalha como o José de Anchieta usou as características de defensor da mata do Curupira pra transformar ele nesse ser que engana as pessoas  de um jeito puramente maldoso no lugar do personagem complexo que ele é. Thomas Finbow: Na segunda metade do século 16, ele menciona a existência de tipos, vou lhe descrever como demônios na visão cristã dele, para que maltratavam indígenas em certas situações, quando ele podia levar eles a se perder nas matas, até acidentes, a sofrer lesões corporais que açoitavam as pessoas, aí as pessoas deixavam oferendas em determinados lugares na floresta para esses demônios. Juliana: Mais pra frente na história, nos registros dos naturalistas e viajantes do século XIX, o Curupira não era descrito como o protetor das florestas. Nos contos escritos a partir do olhar estrangeiro nesse período, ele  retoma a figura ambígua: ora ajuda as pessoas, ora as persegue. O Thomas fala mais sobre isso. Thomas: Por exemplo, Barbosa Rodrigues, um botânico importante, ele tem toda uma série de contos sobre o Curupira, de aventuras nas florestas, que às vezes ajuda, às vezes atrapalha as pessoas, muitas vezes é o caçador que precisa escapar do Curupira. Ele simplesmente é o Curupira que conversa com os seres humanos, mas pode ajudar dando flechas mágicas, por exemplo, que sempre acertam a caça, ou pode querer comer as pessoas também. Então, assim, ele oscila, ele não tem uma característica apenas boa ou ruim. São entidades, seres, habitantes das matas que são um aspecto dos perigos da mata, que as pessoas que circulam precisam lidar e precisam se prevenir contra esses seres. Então, assim, teve essas versões que mostram certos atributos dos Curupiras e essa visão que temos hoje é muito adaptada pelos contos transmitidos pelo século XIX. A nossa imagem do Curupira atualmente é uma coisa composta, que é feita de várias tradições que existiam desde tempos muito antigos em diversos lugares do Brasil, mas todos relacionados mais ou menos com essas figuras da cosmovisão dos povos tupi-guarani principalmente. Juliana: O significado do Curupira depende de quem conta a sua história, por isso, um dia ele já foi demônio, mas continua sendo o protetor da floresta. Essas interpretações diferentes nos revelam mais sobre as pessoas do que o próprio Curupira. Quem nos ajuda a entender isso é a Gracinéia.  Gracinéia: Com o contato linguístico e cultural, resultante do processo de colonização, estendeu-se a ideia do Curupira como um demônio, porque a ideologia predominante dogmática foi a ideologia eurocêntrica dogmática que viu o mito apenas como um demônio, mas para os povos nativos da floresta, o Curupira não é e nunca foi um demônio, mas o pai ou mãe da mata, um ser encantado, que se tem muito respeito, se obedece, porque sabe que como pai da mata, ele a protege, e evidentemente vai defendê-la dos possíveis invasores e dos perigos que põem em jogo a vida dos seus habitantes. Daí que aplique inclusive castigos exemplares, mas mesmo assim, quem padece desses castigos exemplares, não considera como demônio, e reconhece muitas vezes que foi pela sua atitude inapropriada para com a mãe natureza.  Juliana: Parte da transformação do Curupira em demônio também passa pelo projeto de exploração de recursos naturais que se baseava a colonização portuguesa por aqui. Destruir a imagem do protetor da floresta facilitava isso. Gracinéia: Não podemos esquecer que o principal objetivo da empresa colonizadora foi explorar nossas matérias primas e por outro lado, impor ao colonizado, o seu modo de vida e tudo o que isso implicou, a língua, a religião, a guerra etc. os seus mitos, né? Mas, tamanha é a valia de Curupira, que ele ou ela, porque é um ser multifacetário, o Curupira ou a Curupira, sobrevive até os nossos dias e continua igualmente mencionado, dosando o seu valor real. Para o nativo não houve um antes e depois do mito Curupira. Os estudos mais atuais têm nos revelados que para os habitantes da Amazônia, nativos ou forâneos, Curupira é pai ou mãe da mata e isso não resta dúvida.  Juliana: Quando o Curupira é compreendido a partir de versões diferentes, a gente começa a refletir que não se trata apenas de leituras distintas, mas que há disputas sobre memória, cultura e poder. Podemos pensar que esse processo de demonização do Curupira foi uma tentativa de apagamento cultural. A visão eurocêntrica estava se sobrepondo ao simbolismo indígena, como disse a Gracinéia.   Gracinéia: Eu acredito, sem dúvidas, né, que com a chegada do colonizador europeu, não apenas mitos como Curupira sofreram uma tentativa de apagamento, mas muitos povos e culturas milenárias, culturas originárias em uma dimensão ampla, foram apagadas, muitas delas exterminadas. Cabe destacar que muitos povos foram, inclusive, dizimados, e com eles desapareceram línguas, desapareceram culturas, e tudo o que isso implica, né, como seus mitos e as suas lendas. Foram sim seus mitos, porque os mitos também morrem, precisa a gente destacar isso. Então, é importante destacar, por outro lado, que muitos povos ainda resistem também, mas vivem sufocados e condenados a desaparecer, agonizando, junto com os seus mitos, com os mitos que ainda restam, e essa é uma das consequências funestas do processo de colonização, que ainda perdura até os nossos dias.  Juliana: A tentativa de apagamento do Curupira, e consequentemente, da cultura dos povos indígenas, é uma herança colonial, mas que não ficou no passado. No presente, há outros elementos que contribuem para silenciar o Curupira?  Gracinéia: Há outros fatores igualmente impactantes, como podem ser os avanços tecnológicos, a televisão, a internet, entre outros, que exercem uma evidente influência, uma vez que sem pedir licença acabam impondo novas formas de vida, novos mitos também. O Ailton Krenak no seu livro “Futuro Ancestral”, destaca e denuncia que querem silenciar, inclusive, nossos seres encantados, de que forma isso ocorre? Acredito eu, que uma vez que nós destruímos as matas, estamos silenciando os nossos encantados, porque estamos destruindo o seu habitat, então, uma vez que não há floresta, evidentemente os mitos desaparecem. Então, isso vem ocorrendo desde a chegada do colonizador europeu. Criaturas fantásticas como Curupira, que é parte da floresta como é o sol, as águas, a terra etc., se funde, se confunde com a realidade, assumindo um papel de guardião da floresta, tudo que ela habita, sendo uma espécie de protetor da própria vida no planeta.  Juliana: A fala da Gracinéia mostra como o processo de apagamento da cultura indígena segue em curso. Ainda assim, o Curupira ainda tem forças e permanece como guardião da floresta.  Gracinéia: Apesar de tudo, muitos seres encantados da floresta conseguem sobreviver, como é o caso do Curupira, e outros mitos né, que sobrevivem, embora a duras penas, sem que a civilização entre aspas e progresso, tenham conseguido acabar com eles. Isso é o fato de um progresso científico e tecnológico não conseguirem tranquilizarem os nossos medos, ou seja, os frutos desse progresso ainda estão longe de acalmar os medos ancestrais de homens e mulheres. Curupira é um ser que faz parte da idiossincrasia dos povos originários e se manteve vivo pelo papel que representa como pai ou mãe da mata, né, do mato. Juliana: Manter o Curupira vivo no século XXI é uma forma de honrar e valorizar a cultura indígena e a importância desses povos na preservação da natureza e no enfrentamento à crise climática. Então, faz sentido que essas histórias se mantenham por outro elemento muito importante da cultura originária: a oralidade e as histórias contadas de geração em geração. Quem compartilha conosco a sua perspectiva sobre isso é o Maribgasotor: Maribgasotor Suruí: A melhor estratégia para manter essa história, é falar para as crianças que é verdade, não é conto de história, que esse ser existe. Outro dia eu estava pensando sobre isso, que poderia ser mais pesquisado, mais na área acadêmica, na base da cultura, dar mais valor, reconhecer mais, não visto como um mito, uma história, mas como uma coisa verdadeira. Juliana: O Curupira tem circulado para além das florestas e ganhou o Brasil. Ele está presente em livros, poemas, filmes e séries. Isso se deve em parte a ele ser um dos integrantes do nosso folclore. Quem nos conta quando foi isso é a Januária.  Januária: É muito difícil a gente demarcar quando foi que isso aconteceu. Os indígenas foram preservando as suas tradições também oralmente. Então, a gente entende que é uma coisa natural, né? Que essas histórias que os indígenas foram contando, os seus cultos, as suas tradições, foram também se imbricando com a nossa cultura, a ponto de integrarem nosso folclore, serem quase que uma coisa só. Mas, de qualquer maneira, é muito importante deixar claro que mesmo sendo uma figura folclórica, não existe desrespeito, né, à figura do Curupira. Muito pelo contrário, né? Ele é muito respeitado exatamente por ser um protetor da natureza. Juliana: Januária, a essência indígena do Curupira se manteve no folclore brasileiro?   Januária: Basicamente ele se manteve tal como os indígenas o descreviam, né, tanto fisicamente como de personalidade, o que prova exatamente isso, que houve uma mistura. As histórias se amalgamaram do culto religioso para as tradições populares. Como é muito comum de acontecer com diversos personagens do folclore brasileiro. Juliana: O Curupira que já é conhecido no Brasil – seja como um ente da cultura indígena, integrante do folclore brasileiro ou personagem infantil – ganhou projeção internacional. Ele foi escolhido para ser o mascote da COP30. Segundo o comunicado oficial, disponível no site cop30.br Simone: o “Curupira reforça a relação da identidade brasileira com a natureza”. Juliana: Maribgasotor Suruí fala sobre as suas impressões a respeito de quem escolheu o uso do Curupira como símbolo da conferência sobre clima. Maribgasotor Suruí: Espero que essa pessoa tenha mesmo compreensão, tenha o mesmo respeito que eu tenho por ele, não por brincadeira, não por marketing, não por nada. Espero que essa pessoa esteja pedindo a permissão dele, dos seres espirituais. Um evento desse daí, desse nível, né, é um apelo, um grito, e espero que as pessoas compreendam isso, que para falar de Curupira, não é qualquer um, e como se fosse falar de uma religião, que você fala de uma ideia e uma filosofia de vida, não é só apenas um Curupira, uma filosofia de vida que a pessoa vai levar. Por isso, é uma honra falar isso para você, o que é tão significado que esse ser tem para nós, e eu estou muito orgulhoso por falar do meu irmão. Juliana: O Curupira como mascote da COP30 é uma maneira de fortalecer a cultura indígena e de reforçar a necessidade de respeito à natureza. Quem detalha isso pra gente é a Gracinéia.  Gracinéia: Depois de muitos anos, de muitos séculos de invisibilização do modo de vida dos povos originários, considerados primitivos, muitos séculos de apagamento das suas tradições, das suas crenças, de chamá-los de gente sem Deus e sem alma, selvagens indígenas de tutela do colonizador europeu, dar protagonismo para um ser mítico ancestral e próprio das culturas nativas, como é o caso do Curupira em um evento com uma COP30 é sem dúvida, uma forma muito acertada de reconhecimento também, e de certa reparação histórica, uma reparação histórica e cultural, para com os nossos antepassados indígenas e as suas crenças, as suas tradições. Os povos indígenas, é bem sabido, mantém uma relação estrutural com a natureza.  Juliana: A realização da COP30 acontece para que a sociedade como um todo e em todo o mundo discutam ações para o enfrentamento do aquecimento global. Isso significa que vivemos um cenário de crise climática e que entes como o Curupira se tornam ainda mais relevantes nesse contexto,  não é mesmo, Gracinéia? Gracinéia: Insisto que dar protagonismo a seres encantados como Curupira é mais do que importante, é muito necessário. É um compromisso moral e ético que todos deveríamos assumir se queremos continuar sobrevivendo no planeta. Aqui eu falo desde o lugar que eu ocupo como docentes do contexto amazônico e do contexto amazônico, especialmente pelo papel que representa o mito como o protetor da floresta.  Juliana: Isso não significa se ver preso a um modo de vida do passado ou pensar na mata como uma espécie de paraíso perdido… Gracinéia: Mas de olhar e agir para um futuro de maneira circular, ter de encontro nosso passado para entender o nosso presente, e conviver com a natureza de maneira mais respeitosa sem degradação. É precisamente isso que nos ensina o mito Curupira, com o uso responsável dos recursos naturais que significa claramente extrair da natureza apenas o que precisamos para sobreviver, sem avareza, sem devorá-la. Nesse sentido, colocar de releio figuras tão relevantes como Curupira, é sem dúvidas o anúncio de um recomeço, de respeito de ressignificar a nossa relação com a natureza e tudo o que ela nos aporta. Juliana: O combate à crise climática deve ir além da ciência e da tecnologia. É preciso integrar as culturas originárias e tradicionais que são detentoras de saberes profundos sobre a natureza. O Curupira, como o guardião da floresta, é um ser capaz de conectar esses conhecimentos diversos rumo a sustentabilidade planetária, Gracinéia?  Gracinéia: Curupira, sem dúvida, pode ajudar a conectar a cultura, ciência e espiritualidade na luta climática, né. Porque temos em conta que o Curupira não é um simples adorno da floresta. O Curupira é uma lei reguladora da própria vida no planeta, em uma dimensão ampla, porque permite, de certo modo, que siga havendo vida na Terra. O Curupira é essa lei que nos exige que redimensionemos a nossa forma de viver e nos relacionar com a natureza.  Juliana: O modo de vida trazido pelos europeus durante a colonização nos afastou dessa conexão com a terra e com a natureza. Mas os muitos povos indígenas que resistem no Brasil ainda protegem essa herança e podem nos ensinar a ter uma outra relação com o ambiente que nos cerca. Gracinéia: No mundo amazônico, ao longo de séculos e séculos, a relação do ser humano com a Terra era de estreita sintonia, de evidência e dependência, uma dependência harmoniosa. Nessa relação, surge a ciência ancestral como geradora de cultura, geradora de vida abundante, fecunda. No entanto, hoje em dia não é assim. Estamos atordoados. O grande problema da ruptura da relação com a Terra é evidente. Não existe uma espiritualidade com a Terra, com o rio, com a floresta. Porque essa relação com a natureza está se tornando cada vez mais distante. Está havendo uma total ruptura do contato com a Terra, porque a Terra é vista como algo sujo, nos lembra Krenak. Algo que as crianças não podem pisar descalça porque a Terra suja o pé. Essa é uma espécie de mantra que tem se repetido especialmente no contexto das cidades, no contexto dos mais urbanizados ou mais urbanos. Daí que reivindicamos a espiritualidade indígena no contato com a Terra, com a água, com a natureza, em uma dimensão ampla de respeito e de cuidado, mas também de desfrute, de deleite. Isso demonstra que a espiritualidade mantém uma relação estreita com a ciência e vice-versa, porque a ciência é parte da cotidianidade da vida. Juliana: O Curupira com seus pés virado para trás nos ensina que é preciso olharmos para o passado e para a relação de nossos ancestrais com a natureza, para que possamos seguir para o futuro na construção de um mundo mais justo, ético e sustentável.  Juliana: Nossa viagem pelo universo do Curupira chega ao fim. Registramos nossos agradecimentos à Maribgasotor Suruí, Thomas Finbow, Januária Cristina Alves e Gracinéia dos Santos Araújo pelas contribuições valiosas e gentis. Pesquisas, entrevistas e roteiro foram feitas por mim, Juliana Vicentini, e narração do podcast é minha e da Simone Pallone, a revisão do roteiro foi realizada por Mayra Trinca e a edição foi de Yama Chiodi.  A trilha sonora é do Pixabay. A imagem é do acervo do Freepik. O Oxigênio é um podcast vinculado ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (LABJOR) da UNICAMP. Segue a gente nas redes sociais, curte, comenta e compartilha. Até a próxima! Tchau. 

Amorosidade Estrela da Manhã
O SOFRIMENTO É PENA DE SI MESMO. QUEM TEM PENA DE SI MESMO É PORQUE É COVARDE E OU SE ACHA MUITO ESPECIAL PARA TER QUE ESTAR PASSANDO POR AQUELA “INJUSTIÇA” DE DEUS. “COMO É QUE DEUS FOI FAZER ISSO ..

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 0:41


O Tricologista
CURA DA CALVÍCIE EXISTE? O QUE TODO HOMEM PROCURA

O Tricologista

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 16:13


“Cura da calvície” e “calvície masculina” estão entre os termos mais buscados no Brasil.Isso não é coincidência.Isso é angústia masculina silenciosa.Neste vídeo eu explico, de forma direta e científica, o que realmente acontece na alopecia androgenética, por que o desejo pela cura nasce do impacto na identidade e qual é a única estratégia inteligente quando falamos de queda capilar masculina.Calvície não é evento.É processo.E processo se controla.Se você está percebendo afinamento, entradas ou abertura na coroa, não espere perder metade do que ainda pode ser preservado.

Marketing Digital do Zero
Funil de Redes Sociais. Entenda isso para vender - EP 301

Marketing Digital do Zero

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 8:19


Assine a HackMarthttps://hackmart.com.brContrate o Renan Levinski:https://agenciaogs.com.brCompre meu livro:https://loja.uiclap.com/titulo/ua11107/

FAMÍLIA DOS QUE CREEM
No Mundo, Não Mundano - Leandro Vieira (1 Coríntios 1.1-3 - Série: Em Cristo, no Mundo)

FAMÍLIA DOS QUE CREEM

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 78:33


Na continuidade da nossa jornada pela primeira carta de Coríntios, refletimos sobre o fato de estarmos no mundo, mas de não vivermos de forma mundana. Isso significa compreender que vivemos no mundo, mas não devemos adotar a mentalidade da presente era. Somos chamados a desenvolver uma verdadeira exegese cultural: estar inseridos na sociedade sem absorver padrões contrários ao evangelho. Jesus não orou para que fôssemos retirados do mundo, mas para que fôssemos guardados do mal, santificados e enviados por Deus. Uma pergunta precisa sempre nos acompanhar: Há muito da presente era em nós e pouco de Cristo? Devemos refletir sobre nosso relacionamento com Deus avaliando nosso desejo de fazer a Sua vontade e buscando formas de expressar nosso apreço por Ele. Isso é pertencer a Deus — ser santo. Fomos salvos pela graça e é essa mesma graça que nos transforma, nos sustenta e produz em nós a paz que o mundo não pode dar. __ #FAMÍLIADOSQUECREEM #SÉRIEEMCRISTONOMUNDO Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc

BEN-YUR Podcast
Você está vendo isso porque sua mente está sendo programada (não é coincidência)

BEN-YUR Podcast

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 79:31


Você sente que sua mente está sendo programada pelo algoritmo? Neste vídeo, analisamos a "Teoria da Internet Morta", o fenômeno bizarro dos vídeos de Family Guy e Minecraft (Brain Rot) e como a Teoria da Simulação pode explicar o que estamos vivendo em 2025.Discutimos a fundo o novo documentário do Kanye West (Ye), "In Whose Name?", e o especial polêmico do Dave Chappelle, conectando os pontos sobre os rituais de humilhação em Hollywood e o caso P. Diddy.Além disso, um guia completo de cultura pop com críticas dos filmes The Surfer (Nicolas Cage), If I Had Legs I'd Kick You (A24) e os Melhores Álbuns de 2025 (Rosalia, FKA Twigs, Pusher). Para fechar, relatos exclusivos da minha viagem ao Japão, dicas gastronômicas e perrengues médicos em Osaka.

Fernando Ulrich
Entenda por que isso não é bom

Fernando Ulrich

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 15:07


No vídeo de hoje, analisamos o balanço real de três anos da política fiscal do governo Lula e Haddad. O que antes era previsão técnica, hoje é fato consumado: o Brasil enfrenta um cenário de deterioração profunda das contas públicas, com um endividamento que já atinge patamares alarmantes sob a ótica internacional.Apesar de a arrecadação estar batendo recordes históricos e crescendo acima da inflação, o apetite por gastos superou qualquer entrada de receita. O resultado é um déficit nominal que ultrapassa R$ 1 trilhão e uma dívida pública que cresce quase o dobro do PIB nominal.

Controller Cast
IODE 2025: como foi o desempenho das PMEs e o que isso revela para 2026

Controller Cast

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 47:46


2025 foi um ano duro para as PMEs. Mas os dados mostram algo que pouca gente percebeu. E mais importante: eles já dão pistas claras de como 2026 tende a se desenhar. Neste episódio do Controller Cast, recebemos novamente Felipe Beraldi, economista responsável pelo IODE (Índice Omie de Desempenho Econômico), para uma leitura profunda — e prática — do cenário das pequenas e médias empresas no Brasil. Estamos falando de um índice construído a partir de uma base robusta: mais de 3,5% do PIB brasileiro passa pelo Omie. Ou seja: dados reais, do dia a dia das empresas, não achismo macroeconômico.

Podcast Ultimato
Definitivamente descartado

Podcast Ultimato

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 2:35


O elemento humano está definitivamente descartado. Isso porque só Deus sabe e tem honestidade e autoridade para fazer isso.Ouça a devocional de hoje | bit.ly/devocionaisULT

Interioriza - com Iza Camargo
Carreira se atualiza por dentro. E a saúde mental?

Interioriza - com Iza Camargo

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 40:21


2026 não é sobre tendência. É sobre prevenção.Com a atualização da NR-1, empresas passam a ter a responsabilidade de mapear e gerenciar riscos psicossociais.E isso muda tudo.Na conversa com a @marilia.rocca, CEO da @funcionalhealthtech, fica claro:O Brasil ainda entende muito pouco o que é crônico.O preconceito em torno da saúde mental segue alto.E muita empresa ainda trata saúde como prioridade só no papel.Entre teoria e prática, o que falta é disponibilidade real.Dados não mentem:

Os 3 Consultores
5 Hábitos que Arruínam as tuas Finanças, e tu nem dás por isso!

Os 3 Consultores

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 9:51


Chegas ao dia 20 do mês e a conta bancária já está "no vermelho"?

CEI DE CABO FRIO
A mesmice que eu preciso - Pr. Caleb Loureiro

CEI DE CABO FRIO

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 36:20


Nesta mensagem, o Pr. Caleb Loureiro, com o texto em Êxodo, capítulo 3, versículos 1 ao 3, nos traz uma reflexão sobre a mesmice que precisamos.Moisés estava vivendo dias comuns. Pastoreava o rebanho de seu sogro, seguindo a mesma rotina, os mesmos caminhos, o mesmo deserto. Nada de novo, nada empolgante, nada extraordinário. Era a mesmice. E, paradoxalmente, foi exatamente nesse cenário repetitivo que Deus decidiu se revelar.Êxodo 3 nos mostra que o fogo de Deus não caiu em um palácio, nem em um momento de glória pública, mas no meio da rotina. A sarça ardia enquanto Moisés fazia o que já fazia todos os dias. Isso nos ensina que há uma mesmice que não é estagnação, mas preparação.Vivemos numa geração que despreza a constância. Queremos sempre o novo, o diferente, o extraordinário. Mas Deus, muitas vezes, trabalha no ordinário. A mesmice de Moisés no deserto não era perda de tempo; era o lugar onde seu caráter estava sendo moldado, sua sensibilidade espiritual sendo refinada e sua dependência de Deus sendo restaurada.O texto diz que Moisés parou para observar. Ele não correu, não ignorou, não estava distraído demais. A mesmice certa nos ensina a perceber Deus nas pequenas coisas. Quem vive apenas atrás do extraordinário pode passar a vida inteira sem enxergar o sobrenatural que já está diante dos seus olhos.Há momentos em que não precisamos de mudança de cenário, mas de permanência com propósito. Não é trocar de deserto, é aprender a ouvir Deus no deserto em que já estamos. A mesmice que eu preciso é aquela que me mantém fiel, constante, obediente, até que Deus decida se manifestar.Porque quando Deus fala, a rotina se torna chamada, o pastoreio vira missão e o deserto se transforma em solo santo.Talvez hoje Deus esteja dizendo: permaneça. Continue fazendo o que é certo, mesmo que pareça comum demais. A mesmice que você vive pode ser exatamente o lugar onde Deus vai chamar seu nome.“Então Moisés disse: Agora me virarei para lá e verei esta grande visão.” (Êxodo 3:3)Às vezes, tudo o que Deus espera é que, no meio da mesmice, você se vire para Ele.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

O Tricologista
O PASSADO REPETE O FUTURO - CANETAS EMAGRECEDORAS E QUEDA CAPILAR

O Tricologista

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 18:37


As canetas emagrecedoras causam queda de cabelo?A resposta não é simplista.Os agonistas de GLP-1 e GLP-1/GIP não “atacam” diretamente o folículo. Eles reduzem apetite e podem induzir perda rápida de peso. O que pode ocorrer, se não houver estratégia nutricional adequada, é a instalação de um ambiente metabólico menos anabólico.O folículo piloso é um dos tecidos mais metabolicamente ativos do corpo humano. Ele depende de sinalização via IGF-1 e da via mTOR para manter proliferação da matriz e espessura do fio. Redução de ingestão proteica, perda de massa magra e balanço nitrogenado negativo podem diminuir essa sinalização e favorecer encurtamento da fase anágena e afinamento progressivo — especialmente em quem já apresenta alopecia androgenética.Isso não é novo.Estudos das décadas de 60 e 70 já demonstravam que restrição proteico-calórica alterava rapidamente a morfologia do bulbo capilar, reduzindo seu diâmetro e sua atividade proliferativa — muitas vezes antes de alterações laboratoriais clássicas.O passado não é ultrapassado.É bússola.Se você está utilizando agonistas de GLP-1, conduza o emagrecimento com estratégia metabólica.Se você trata alopecia androgenética, entenda que o terreno anabólico influencia diretamente o resultado terapêutico.O folículo responde à biologia.Agende sua avaliação no link da descrição.SEU TRATAMENTO É O SEU MELHOR PARCEIRO PARA O SUCESSO CAPILAR.

CEI DE CABO FRIO
GUERRA Psicológica

CEI DE CABO FRIO

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 33:02


Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em I Samuel, capítulo 11, versículos 1 ao 13, nos traz uma reflexão sobre a guerra psicológica que Saul enfrentou, e o que isso tem para nos ensinar.A primeira batalha enfrentada por Israel sob o reinado de Saul não começou com espadas, mas com ameaças. Naás, o amonita, cerca Jabes-Gileade e propõe um acordo cruel: a paz só viria se cada homem tivesse o olho direito vazado. Aquela proposta não era apenas física — era psicológica. O objetivo era humilhar, amedrontar e fazer o povo acreditar que não havia saída.A guerra psicológica sempre tenta convencer antes de vencer. Naás sabia que um povo com a visão ferida perderia a capacidade de lutar, de mirar, de avançar. Assim também acontece hoje: o inimigo da alma tenta atingir nossa visão espiritual, fazendo-nos olhar apenas para o medo, para o passado, para as perdas. Quando a mente é dominada, o corpo se rende.Os homens de Jabes pedem sete dias para buscar socorro. Humanamente, parecia inútil. Nenhuma tribo havia se levantado antes. Mas Deus estava preparando algo maior. Quando Saul ouve a situação, a Bíblia diz que o Espírito de Deus se apoderou dele, e sua indignação se acendeu (v.6). A guerra psicológica foi interrompida por uma intervenção espiritual.Saul não responde com discurso, mas com posicionamento. Ele convoca o povo, traz unidade e lembra a todos que a luta não era contra Naás apenas, mas pela honra de Israel. O medo se transforma em coragem, a dispersão em exército, e a humilhação anunciada dá lugar a uma vitória completa.No fim, o povo quer vingança contra os que haviam duvidado de Saul. Mas o rei, agora amadurecido pela vitória, declara: “Hoje, ninguém morrerá, porque o Senhor trouxe livramento a Israel” (v.13).Isso nos ensina que quem vence a guerra psicológica não precisa provar nada a ninguém. Quem confia no Senhor descansa no livramento dÊle.Lições para nós:Nem toda guerra começa no campo; muitas começam na mente.A ameaça do inimigo sempre parece maior antes da ação de Deus.O Espírito do Senhor nos capacita a reagir quando decidimos não aceitar a intimidação.A vitória de Deus restaura nossa visão, nossa dignidade e nossa identidade.Se hoje você está cercado por vozes que dizem “não há saída”, lembre-se: a guerra psicológica perde força quando o Espírito de Deus assume o controle. O mesmo Deus que levantou Saul ainda levanta pessoas para romper cercos e transformar medo em livramento.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

Terraço Econômico
AS TRÊS MELHORES NOTÍCIAS PÓS-REFORMA TRIBUTÁRIA DO CONSUMO - CURADORIA #023

Terraço Econômico

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 18:16


Recentemente Haddad disse em um evento que, após a transição da reforma tributária do consumo, o Brasil passará a ter um dos melhores sistemas tributários do mundo.Isso faz sentido, mas vale reforçar que três pontos pouco falados (desde a aprovação dessa reforma em 2023 até agora) merecem destaque.FONTE QUE EMBASA O EPISÓDIO:YouTube, UOL: Haddad diz que Brasil terá um dos melhores sistemas tributários do mundo após reforma tributária - https://youtu.be/zUZ-_cQX26E?si=QbGimccfRKm82ypR

Isso é Fantástico
Isso é Fantástico: entenda o Roblox e como proteger os filhos na plataforma

Isso é Fantástico

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 41:01


Especialistas dão dicas de como acompanhar os filhos no Roblox. Neste episódio do podcast do Fantástico, vamos entender o que realmente acontece dentro da plataforma e quais são os riscos.

A Incubadora
#072 - Episódio 72: Journal Club 48: Vacina da Hepatite, Dessaturação, Fototerapia e Sepse

A Incubadora

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 71:49


Send us a textEstamos quase chegando no Carnaval, por isso esse episódio traz a diversificação do desfile de uma escola de samba. Vem com a gente atravessar essa Sapucaí de conhecimento!1.     Hepatitis B Vaccination at Birth: Safety, Effectiveness, and Public Health Benefit - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41639943/2.     Desaturations with or without Bradycardia are Associated with Cerebral and Abdominal Hypoxemia: Secondary Analysis of a Randomized Clinical Trial - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41615858/3.     American Academy of Pediatrics 2022 phototherapy thresholds reduce the hospitalizations and the associated costs - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41591975/4.     Clinical Signs Associated With Mortality and Sepsis in Young Infants A Systematic Review and Meta-Analysis - https://jamanetwork.com/journals/jamapediatrics/article-abstract/2844622 Não esqueça: você pode ter acesso aos artigos do nosso Journal Club no nosso site: https://www.the-incubator.org/podcast-1 Lembrando que o Podcast está no Instagram, @incubadora.podcast, onde a gente posta as figuras e tabelas de alguns artigos. Se estiver gostando do nosso Podcast, por favor dedique um pouquinho do seu tempo para deixar sua avaliação no seu aplicativo favorito e compartilhe com seus colegas. Isso é importante para a gente poder continuar produzindo os episódios. O nosso objetivo é democratizar a informação. Se quiser entrar em contato, nos mandar sugestões, comentários, críticas e elogios, manda um e-mail pra gente: incubadora@the-incubator.org

HealthcareNOW Radio - Insights and Discussion on Healthcare, Healthcare Information Technology and More
This Just In Radio: Anthony Murray Chief Interoperability Officer and ISSO at MRO

HealthcareNOW Radio - Insights and Discussion on Healthcare, Healthcare Information Technology and More

Play Episode Listen Later Feb 7, 2026 26:39


Host Justin Barnes invites Anthony Murray, Chief Interoperability Officer and ISSO at MRO. With over 20 years in healthcare, Anthony shares insights on interoperability, FHIR, TEFCA, security and trust challenges. MRO pledged to the CMS ecosystem to be part of the solution, Anthony explains where this goes from here. To stream our Station live 24/7 visit www.HealthcareNOWRadio.com or ask your Smart Device to “….Play Healthcare NOW Radio”. Find all of our network podcasts on your favorite podcast platforms and be sure to subscribe and like us. Learn more at www.healthcarenowradio.com/listen

Professor HOC
ELON MUSK CRIA EMPRESA QUE PODE MUDAR O MUNDO

Professor HOC

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 30:10


A fusão entre a xAI e a SpaceX não é apenas um movimento corporativo de Elon Musk. Ela aponta para algo muito maior: a tentativa de levar a inteligência artificial para fora da Terra.Neste vídeo, eu explico por que unir uma empresa de IA com a maior infraestrutura espacial privada do planeta abre caminho para um projeto ambicioso e controverso: data centers no espaço, alimentados por energia solar praticamente ilimitada, operando acima das restrições físicas, ambientais e regulatórias do planeta.Vamos entender como a SpaceX fornece a logística — foguetes reutilizáveis, lançamentos frequentes e constelações orbitais — enquanto a xAI entra como o cérebro desse sistema, desenvolvendo modelos cada vez mais dependentes de energia e escala computacional. No espaço, não há noite, não há disputa por território, não há limites tradicionais de expansão.Mas essa visão levanta perguntas enormes. Quem controla a infraestrutura de IA fora do planeta? Quais são as implicações geopolíticas de deslocar poder computacional para a órbita? Isso resolve o problema energético da inteligência artificial ou cria um novo tipo de concentração de poder?Neste vídeo, conectamos tecnologia, energia, espaço e política para mostrar por que essa fusão pode marcar o início de uma nova etapa da corrida global pela inteligência artificial — e por que ela não diz respeito apenas ao futuro da IA, mas ao futuro do próprio planeta.

Caio Carneiro - Podcast Fod*
COMO SER O INFLUENCIADOR DO SEU NEGÓCIO? - com Letícia Vaz | Como Você Fez Isso? #121

Caio Carneiro - Podcast Fod*

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 70:29


Letícia Vaz, grande referência em monetização no digital, revela o passo a passo para transformar seguidores em clientes. Ela explica como construir autoridade no Instagram, a importância da narrativa para vender e como usar a influência para faturar de verdade nas redes sociais.☕ Caffeine Army e Como Você Fez Isso?- Cupom de desconto: COMOVOCEFEZISSO- https://www.caffeinearmy.com.br/comovocefezisso

BrunetCast
A REAL HISTÓRIA DE TIAGO BRUNET (ISSO VAI TE CHOCAR) | BRUNETCAST

BrunetCast

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 84:07


Conheça a Minimal Club usando o Cupom: BRUNEThttps://lp.minimalclub.com.br/ep-brunetcastSe você é empresário e quer entrar no DestinyMind inscreva-se https://forms.gle/x9aw8YyFessiu7eA8Em um balanço emocionante de seus 45 anos, Thiago Brunet abre o jogo sobre as cicatrizes que forjaram sua sabedoria. Da falência dolorosa ao sucesso do Instituto Destiny, entenda como a submissão à vontade divina e a responsabilidade pessoal podem acelerar o seu destino. Descubra por que ele se considera um 'Professor de Vida' e como suas experiências com mentoria e inteligência espiritual podem blindar sua família e seus negócios hoje.

Geopolítica com o Paulo Filho
O mundo sem freio nuclear / Geopolítica com Paulo Filho

Geopolítica com o Paulo Filho

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 74:20


Na próxima 5ª feira, chegará ao fim o último tratado de controle de armas nucleares ainda em vigor entre os EUA e a Rússia. Isso significa que entramos em um período em que não há mais nenhuma limitação, mesmo que apenas formal, para a quantidade de armas nucleares nos arsenais de americanos e russos. No episódio de hoje, este será o nosso principal tema, mas também vamos conversar sobre as principais questões estratégicas e geopolíticas da semana: a crise entre Irã e EUA, a guerra na Ucrânia, e muito mais!Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGKSe você acha nosso trabalho relevante e reconhece as horas dedicadas à pesquisa e formulação de todo o conteúdo, você pode se tornar apoiador do blog. Veja como em https://paulofilho.net.br/apoieoblog/Não deixe acompanhar o Blog do Paulo Filho, em http://www.paulofilho.net.br e de nos seguir nas redes sociais:Receba notificações diárias sobre assuntos estratégicos e geopolíticos no Telegram - https://t.me/+IXY-lux3x3A1ZGNhSiga-nos no Twitter - / paulofilho_90 Siga-nos no Linkedin - / paulo-filho-a5122218 Siga-nos no Instagram - / blogdopaulofilho Inscreva-se no canal do Youtube - / paulofil Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGK

RobCast
Você Tem CDB? Então Escuta Isso Antes Que Me Censurem

RobCast

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 15:10


00:00 CDB é seguro? A falsa tranquilidade00:42 Erro #1 – Indexador errado (Pré, Pós e IPCA+)03:05 Erro #2 – Banco emissor (o risco que ninguém olha)04:08 Carteira D-H (Classificação de Risco de Crédito)05:10 Índice Basileia (Mínimo de 10,5%)06:05 Lucratividade do Banco07:51 Erro #3 – FGC não é colete à prova de bala09:56 Erro #4 – Prazo longo demais (dinheiro preso no CDB)11:52 Erro #5 – Taxa injusta (risco privado x Tesouro)13:23 Conclusão: Como pensar como investidor de verdade 13:53 RC Club e RC Wealth: próximos passos

Thaís Galassi
740 - 2026 O ano do cavalo! Você está pronto para isso !

Thaís Galassi

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 21:30


Você sente que a vida está pedindo mais ação, mais decisões, mais coragem…mas o seu corpo e a sua mente já estão cansados de correr sem direção?Neste episódio, a conversa é profunda, humana e necessária. Falamos sobre como viver um tempo de movimento intenso sem cair na exaustão emocional, na ansiedade constante ou na sensação de estar sempre atrasada com a própria vida. A partir de reflexões inspiradas no budismo e na consciência emocional, este áudio convida você a descobrir uma nova forma de agir: com presença, enraizamento e clareza interna.Aqui, ação não é sinônimo de pressa. Movimento não é fuga. E evolução não exige que você se abandone no caminho. Ao longo da escuta, você vai reconhecer padrões automáticos, entender por que fazer demais nem sempre traz paz e aprender, de forma prática, como alinhar decisões, rotina e emoções sem se desconectar de si.Este episódio é para quem sente que está vivendo no modo “piloto automático”, para quem quer mudar, mas não quer mais pagar o preço do esgotamento, e para quem busca um caminho de crescimento que una consciência, equilíbrio emocional e maturidade interior.Permita-se ouvir com calma. Cada minuto aprofunda. Cada reflexão organiza. E, pouco a pouco, algo começa a se alinhar por dentro.

Expresso - Comissão Política
A ministra invisível, e a divergência entre o que diz o Governo e o que sente a população

Expresso - Comissão Política

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 45:18


Os efeitos da tempestade Kristin também são políticos. Enquanto a ministra da Administraçao Interna preferiu ser invisível, o ministro Leitão Amaro quis mostrar-se. Enquanto o primeiro-ministro Luís Montenegro entrou na onda do otimista irritante - disse que aprendemos as lições com os incêndios do verão e que estamos "mais ágeis" -, a ministra Maria Lúcia Amaral diz que é preciso "aprender coletivamente". O maior efeito talvez possa ser a enorme diferença entre o que dizem os responsáveis políticos e da Proteção Civil e o que a população sente. Isso contribui para os cidadãos se sentirem mais abandonados pelo Estado. Estas e outras questões, para debater, inclusive os efeitos na campanha presidencial. Os comentários neste episódio são de Liliana Valente, coordenadora da secção de Política do Expresso, Eunice Lourenço, editora de Política e David Dinis, diretor-adjunto, com a moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é da responsabilidade de Salomé Rita e a ilustração da autoria de Carlos Paes. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Levante Ideias de Investimento
02/02 - DIRR +5%, CXSE +3%. RAIZ -10% e BRAVA -4

Levante Ideias de Investimento

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 49:42


Ative seu cupom Flavio Conde pra a consultoria personalizada https://lvnt.app/61t6dr02/02 - DIRR +5%, CXSE +3%. RAIZ -10% e BRAVA -4Olá, sejam bem-vindo a mais um Fechamento de Mercado, comigo Flávio Conde e Ricardo Afonso, hoje é 2a. feira, 2 de fevereiro, com mercados brasileiro e internacional subindo levemente depois das fortes quedas de sexta-feira com a indicação do Kevin Harsh para o Fed e prata despencando -27% (hoje sobe 2%). Agora, 17h18, o Ibovespa à vista está a 182,1 mil pontos, +0,40%, depois de ter caído de 186,450 mil pontos, na quinta-feira, para 181,3 mil no fechamento da sexta. Hoje, até voltou a bater 182,9 mil, às 11h, mas não aguentou, recuou e fechou nos 182,1. Após acumular baixa de 4,4% em janeiro, o dólar fechou a segunda-feira próximo da estabilidade no Brasil, mas novamente acima dos R$5,25, com alguns investidores realizando os lucros recentes, enquanto no exterior a moeda norte-americana teve perdas firmes ante pares do real como o peso chileno e o peso mexicano, mas subiu +0,71% frente moeda fortes do DXY. Os juros da Treasury americana subiram bem de 4,255% para 4,28% a.a., no maior nível desde setembro de 2025, depois que O Instituto de Gestão de Fornecimento (ISM, na sigla em inglês) reportou uma atividade industrial de 52,6 em janeiro, superando em muito os 48,4 esperados pelos economistas. Isso representou a primeira expansão clara (acima de 50) após 26 meses consecutivos de contração, sinalizando que a economia está crescendo mais rápido do que o previsto. Investidores entenderam que a economia americana pode estar mais aquecida que o esperado e que o Fed pode demorar mais para cortar os juros novamente. Já os juros dos títulos Tesouro direto subiram com o Tesouro Prefixado 2037 a 13,60% x 13,52% a.a., sexta, e o IPCA+ 2035 a 7,45% x 7,41% a.a.. Assista no vídeo as análises do Conde e Ricardo.

Empiricus Puro Malte
Podca$t #124 - Dólar em queda, Fed em pausa e Big Techs decepcionam: o que fazer agora?

Empiricus Puro Malte

Play Episode Listen Later Jan 31, 2026 57:14


CONHEÇA A EMPIRICUS + E APROVEITE ALTA DO IBOVESPA:  No novo episódio do Empiricus Podcast, analisamos em profundidade a queda do dólar, a decisão do Fed de manter os juros e os resultados das Big Techs, temas que dominam o mercado financeiro e influenciam diretamente os investimentos em 2026.O dólar em queda chama a atenção em um momento em que a bolsa americana segue em máximas históricas. Isso é um movimento típico de risk-on, uma reação à política monetária ou uma mudança de regime no mercado global? O que um dólar fraco significa para ações americanas, mercados emergentes, commodities, ouro e prata?Falamos também sobre a semana decisiva dos Bancos Centrais. O Fed manteve os juros nos Estados Unidos, enquanto o Copom sinalizou a possibilidade de corte da Selic em março. Como essas decisões impactam o câmbio, a Bolsa brasileira, a bolsa americana e a alocação entre Brasil e exterior?Na temporada de resultados das Big Techs, analisamos os números de Microsoft, Meta, Apple e Tesla, a reação do mercado às ações de tecnologia e o que esperar das Big Techs nos próximos trimestres.No quadro Compra ou Vende, debatemos ouro, prata e Amazon, além da dica cultural da semana.

Estadão Notícias
Start #414 com Daniel Gonzales: IA sem método potencializa erros e esvazia a eficiência

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Jan 31, 2026 24:30


A inteligência artificial nunca esteve tão presente nas decisões das empresas, dos governos e no dia a dia. Mas, em meio a tantos números, estudos e promessas de eficiência, surge uma pergunta central - e que pauta o Start Eldorado desta semana: mais tecnologia significa, automaticamente, decisões melhores? Levando a discussão além das análises se concentram em dados, métricas e avanços técnicos, o apresentador Daniel Gonzales recebe Fabio Gandour, PhD em Ciência da Computação e ex-chefe do laboratório da IBM por quase três décadas, um dos principais especialistas brasileiros no tema, para discutir um ponto menos abordado, porém crucial: o risco de decisões ruins mesmo com o uso de IA. Isso pode acontecer quando faltam métodos, boas perguntas e contexto adequado de dados, fazendo com que a inteligência artificial passe a automatizar erros, em vez de gerar decisões realmente inteligentes. Com apresentação de Daniel Gonzales, o Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3 para toda a Grande SP), além do app, site e assistentes de voz, e depois pode ser ouvido pelas plataformas digitais como podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.

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Bola Presa
A corrida por Giannis! Quem deve ser trocado? [Podcast #545]

Bola Presa

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 93:45


Nesta semana, Denis Botana e Danilo Silvestre falam sobre a notícia de que a novela Giannis Antetokounmpo finalmente deve ter um pouco mais de ação. Isso quer dizer que ele vai ser trocado na próxima semana? Não sabemos, mas a ideia nunca foi tão real como agora. Também vamos falar de outros possíveis alvos da Trade Deadline, da situação do Houston Rockets sem Steven Adams para o resto da temporada e do sucesso do Charlotte Hornets, uma das histórias mais legais da temporada nas últimas semanas.No Both Teams Played Hard respondemos perguntas sobre intercâmbio na Holanda, paixão pelo primo do namorado e a palavra "cestinha"....|OS PARÇAS DO BOLA PRESA|ASSINE O BOLA PRESA E RECEBA CONTEÚDO EXCLUSIVO São planos de R$14 e R$20 reais e mais de 80 podcasts para apoiadores.CAMISETAS INSIDER Com nosso cupom BOLAPRESA você tem 15% OFF, já aplicado automático se usar o link abaixo:

Inteligência para a sua vida
#1467: JESUS PROIBIU ISSO, MAS HOJE VIROU HÁBITO

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 12:22


Essa é uma ordem de Jesus pouco recitada e conhecida:“Não murmureis entre vós.” (João 6:43)Por que algo que, no passado, trouxe tanto sofrimento ao povo de Israel, hoje é promovido como algo normal, como liberdade de expressão ou um simples debate nas redes sociais?Se houve algo que realmente desagradou a Deus, foi a murmuração.O povo de Israel nos deixou esse exemplo, ao murmurar no deserto e morrer nele. O caminho da murmuração leva à destruição.Quando vierem as adversidades e os desertos, faça disso uma oportunidade de amadurecer.Não use sua boca para murmurar.Porque, enquanto você murmura, a sua oportunidade passa.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.

O Antagonista
As preocupações de Lula paras as eleições

O Antagonista

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 8:20


O índice de avaliação ruim/péssimo de Lula no Lulômetro, parceria de O Antagonista com o Realtime Big Data, chegou a 40%. Isso não ocorria desde 4 de setembro de 2025. O petista terminou 2025 com 34% de ruim/péssimo, seis pontos percentuais a menos do que os 40% atuais. Seu índice de ótimo/bom hoje é de 31%, e a avaliação regular indica 28%.José Inácio Pilar, Bruno Soller, Ricardo Kertzman e Wilson Pedroso comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos dodia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h.Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonistahttps://bit.ly/papoantagonistaSiga O Antagonista no X:https://x.com/o_antagonistaAcompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp.Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br

Caio Carneiro - Podcast Fod*
COMO SUA INFÂNCIA IMPACTA NA VIDA ADULTA? - com Telma Abrahão | Como Você Fez Isso? #120

Caio Carneiro - Podcast Fod*

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 63:06


A infância molda o adulto — e muitos padrões que sabotam seus relacionamentos, carreira e autoestima começam lá atrás. Neste episódio do “Como você fez isso?”, Telma Abrahão explica como a infância influencia o comportamento adulto, como identificar ciclos repetitivos e como mudar padrões emocionais com consciência, treino e neuroplasticidade.☕ *Caffeine Army e Como Você Fez Isso?*- Cupom de desconto: COMOVOCEFEZISSO