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Nesta semana, Denis Botana e Danilo Silvestre falam sobre a ascensão do LA Clippers, que parecia morto e agora venceu seis seguidas de maneira convincente. No Leste, Nets e Wizards parece que ganharam vida. No Oeste, Mavs, Pelicans e Grizzlies já tiveram seus momentos depois de péssimos inícios. É a temporada regular mais disputada em anos? E por que a NBA continua falando sobre tanking? Também vamos discutir a lesão que vai tirar Nikola Jokic das quadras por um mês. Como o Denver Nuggets vai sobreviver? Isso importa? Ele ainda tem chance de levar o troféu de MVP?No Both Teams Played Hard respondemos perguntas sobre paixão no esporte, Jardim Lebron e os perigos de São Paulo....NESTE EPISÓDIOIntrodução do tema - 1:30Carinha do Jabá - 4:40LA Clippers - 6:41Brooklyn Nets - 27:25Tanking - 45:18Denver Nuggets - 58:35 Both Teams Played Hard - 1:13:29...|OS PARÇAS DO BOLA PRESA|ASSINE O BOLA PRESA E RECEBA CONTEÚDO EXCLUSIVO São planos de R$14 e R$20 reais e mais de 80 podcasts para apoiadores.CAMISETAS INSIDER Com nosso cupom BOLAPRESA você tem 15% OFF, já aplicado automático se usar o link abaixo:
TEMPO DE REFLETIR 01632 – 2 de janeiro de 2026 Hebreus 11:35-38 – Alguns foram torturados, […] apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos a fio da espada; andaram peregrinos, vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, afligidos, maltratados […], errantes pelos desertos, pelos montes, pelas covas, pelos antros da Terra. Milhões de pessoas foram seduzidas pela pregação de uma heresia recente conhecida como “teologia da prosperidade”. A convicção central do movimento da prosperidade é a ideia de que é plano de Deus que os cristãos, sempre e em cada caso, tenham saúde física, riqueza e sucesso material. Assim, o alvo da vida cristã seria atingir ilimitado bem-estar materialista. Vemos nisso uma radical mudança de ênfase: da providência centralizada em Deus, tradicionalmente afirmada pelo cristianismo, para a prosperidade centralizada no ser humano. A implicação é desastrosa para cristãos pobres e enfermos. Por falta de fé ou por não estarem utilizando as fórmulas corretas para “torcer” o braço de Deus, eles estariam fora do ideal divino. Neste “evangelho”, Deus é reduzido a um tipo de “gênio da lâmpada” a serviço dos caprichos humanos. Ele e Seu Universo giram ao redor do conforto pessoal. Isso dá a esses pretensos cristãos a “liberdade” de se aproximarem dEle com a imposição de suas fantasias de sucesso e prosperidade, como se a realização materialista fosse a marca de verdadeira espiritualidade, e a solução final de todos os problemas do homem. Tudo o que se precisa é “balançar” o dedo atrevido na face de Deus e “reclamar” aquilo que foi “visualizado”, falar “palavras de fé” ou “dar testemunho positivo” para que automaticamente alcancem aquilo que supostamente foi prometido. O neopaganismo da prosperidade, com base na ignorância da Palavra de Deus, não passa de uma teoria herética, uma versão piorada do hedonismo e materialismo do capitalismo ocidental. O texto de hoje fala de pessoas que não se ajustam às noções fantásticas da prosperidade aqui e agora. A vida delas, com enormes dificuldades, mas em submissão a Deus, envergonha o superficialismo da religiosidade de milhões em busca de “pão e circo”. Ser um discípulo de Cristo não significa que não temos dias ruins. Significa apenas que, em meio à perplexidades e aos desencantos, podemos olhar além e ver que Deus é bom. O que de fato nunca falha é Sua graça, mesmo em nossos vales de sombras e tribulações. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, obrigado porque pela Tua Palavra podemos discernir e entender os enganos daqueles que estão somente interessados em ludibriar as pessoas que desconhecem a Tua graça e Teu plano de salvação. Ajuda-nos a viver de acordo com a Tua vontade! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Segue uma versão organizada da homilia, já com pontuação e parágrafos, e a caber confortavelmente em 4000 caracteres (cerca de 3620, com espaços incluídos).Em termos litúrgicos, celebramos hoje o último dia da oitava de Natal. As grandes festas, Páscoa e Natal, têm oitava; e este último dia coincide com o primeiro dia do ano civil e com a solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus. Desde Paulo VI, assinala-se também o Dia Mundial da Paz. À primeira vista, parecem temas dispersos, como realidades que não casam. No entanto, casam quando olhamos para Cristo.Depois da ressurreição, sempre que Jesus aparece aos discípulos, começa do mesmo modo: «A paz esteja convosco». O sinal mais perfeito de que o Ressuscitado está no meio de nós é, precisamente, a possibilidade de falar de paz e de a desejar, apesar de tudo. É verdade que, nos nossos dias, falar de paz pode soar irónico: há conflitos sociais, há guerra na Europa, há guerras no mundo; basta ligar a televisão, a rádio ou a internet. Ainda assim, faz todo o sentido: se celebramos o nascimento de Jesus Cristo, somos chamados a ser homens e mulheres de paz.A primeira leitura, do Livro dos Números, é luminosa: «O Senhor te abençoe e te proteja; o Senhor faça brilhar sobre ti a sua face e seja favorável; o Senhor volte para ti o seu olhar e te conceda a paz». Muitas vezes desvalorizamos a bênção, reduzindo-a a superstição ou a uma espécie de amuleto para “correr bem”. Mas a bênção é outra coisa: abençoar é dizer bem; e deixar que a Palavra de Deus faça bem, reorganize a vida, cure o coração, abra caminhos. Quando transformamos a bênção em juízo moral, fazemo-lo muito mal: não somos juízes de ninguém; podemos, sim, bem dizer a Deus e deixar que Deus faça o seu bem em cada pessoa. Isso não se nega a ninguém.É nesta luz que se entende a segunda leitura: «Ao chegar a plenitude dos tempos, Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher, sujeito à Lei, para resgatar os que estavam sujeitos à Lei e nos tornar filhos adotivos». Celebrar Maria, Mãe de Deus, é afirmar uma verdade fundamental: Jesus Cristo é verdadeiro Deus e verdadeiro homem. É na nossa carne e na nossa história que a salvação nos visita; é na vida concreta que podemos saborear a novidade de Deus e renovar a relação com Ele.Mas a paz tem uma ambiguidade. Pode ser paz interior, e isso é bom; porém, pode degenerar num comodismo egoísta: “eu estou em paz, não me meto com ninguém, ninguém se mete comigo”. A Escritura não diz: bem-aventurados os que apenas vivem em paz. Diz: «Bem-aventurados os construtores da paz». E aqui está a mudança decisiva: a paz não se alcança de pantufas no sofá; constrói-se quando se combate o mal nas suas formas quotidianas, quando se cuida do que se diz e do que se faz, quando se vigia a forma como nos relacionamos com os outros, no que potenciamos e no que evitamos, para que a paz aconteça.O Evangelho ajuda-nos a perceber por onde começar. Os pastores, então considerados pobres e excluídos, aproximam-se do Menino, contam o que viram e ouviram, e «todos se admiravam». Deus começa pelos que estão à margem; e talvez isso nos peça uma conversão do olhar: menos à procura de “grandes sinais” e mais atentos aos que estão ao nosso lado. A paz começa nas pequenas pontes, nos laços de proximidade, na dignidade reconhecida a quem parece não contar.No Baptismo e na Confirmação fomos ungidos com o santo crisma. O óleo deixa marca e, com o tempo, alarga-se: faz nódoa, espalha-se. Assim também a unção de Cristo, fonte da paz: onde nos colocamos, deve alargar o bem. Se cada um construir paz à sua beira, essas marcas tocam-se e a nossa textura social torna-se mais pacífica, mais harmoniosa, mais conforme à lógica do Ressuscitado. Que o Senhor nos abençoe e nos conceda a paz, fazendo de nós construtores de paz.
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Hoje Lucas e Marcelo se despedem de 2025 e se abrem (lá ele) para 2026!Edição: Daniel BayerArte da Capa: Daltrinador
TEMPO DE REFLETIR 01630 – 31 de dezembro de 2025 Provérbios 3:28 – Não digas ao teu próximo: Vai e volta amanhã; então, to darei, se o tens agora contigo. Por que alguém diria ao seu próximo “volte amanhã” se tem condições de ajudá-lo hoje? A única razão é que não deseja fazê-lo. Nesse caso, por que não dizer simplesmente: Não! A resposta desse vizinho talvez fosse de que está usando de delicadeza, esperando que o próximo entenda que não vai ser ajudado e o deixe em paz. Para muitos, essa pode ser uma maneira sutil de livrar-se de um “problema”. Para Deus, é falta de sabedoria. Mais cedo ou mais tarde, a própria pessoa é vítima de sua “esperteza”. Nada destrói mais a alma do que a sensação do dever não cumprido. Há dois assuntos em questão no texto de hoje. O primeiro é: Ajude sempre que você puder. Você será a pessoa mais beneficiada. Era um dia quente em Samaria, quando um peregrino aproximou-se de uma mulher solicitando ajuda: “Dá-Me de beber”, lhe disse. A samaritana podia ajudar. Tinha um balde para tirar água e dar de beber àquele cansado peregrino. Mas duvidou, hesitou, argumentou e, como está relatado, quase perdeu a grande oportunidade de viver a mais extraordinária experiência de sua vida. Jesus não estava pedindo água simplesmente porque Ele precisasse. Ele é o dono de todas as fontes das águas. Jesus pediu-lhe de beber porque queria ajudá-la e reafirmar o princípio de que, quando você ajuda, você é a pessoa mais beneficiada. Outro ponto em questão é o fato de pensar que você está sendo gentil quando faz uso da mentira em nome da “delicadeza”. Se o homem descrito por Salomão no verso de hoje dissesse não, o próximo com certeza procuraria outros caminhos para solucionar o seu problema. Mas, ao ouvir a falsa promessa, a pessoa não é apenas deixada sem ajuda, como também é prejudicada. Sabedoria não é livrar-se dos problemas da maneira mais “elegante”. Isso é omissão. E a omissão gera um vazio inconsciente que perturba a alma e incomoda a vida. E você? Vai sair por aí, tentando evitar os problemas ou vai fazer tudo o que vier às suas mãos para fazer? Nada é tão bom como chegar à noite com a consciência do dever cumprido. Com a ajuda de Deus, faça de hoje um dia de realizações. Vamos orar? Pai, arranca de dentro de nós todo o egoísmo e falta de sensibilidade com relação aquilo que está acontecendo ao nosso redor. Que sejamos mais parecidos contigo a cada dia. Por favor! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
O novo sistema tributário brasileiro, que criará o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) vai substituir gradualmente os tributos atuais (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS). Em 1º de janeiro de 2026, haverá o início da fase de transição e do período de testes. Entrarão em vigor alíquotas-teste com valores simbólicos: 0,9% para a CBS (federal) e 0,1% para o IBS (estadual e municipal). A etapa final está prevista para 2033, quando o novo sistema de tributação sobre o consumo deverá estar em pleno funcionamento, com a extinção total do ICMS e do ISS. Nesse contexto, um novo índice mede como as cidades brasileiras transformam os impostos arrecadados em qualidade de vida. A ferramenta chamada de Retornômetro foi criada pela Assertif, empresa especializada em recuperação de tributos, e compara 396 municípios brasileiros mostrando disparidades regionais na eficiência do gasto público. Osasco (SP) lidera esse ranking nacional, seguido por São Paulo (SP), Volta Redonda (RJ), Votuporanga (SP) e Curitiba (PR). A medição é feita por três eixos: Viver (qualidade de vida, saúde, educação, saneamento), Prosperar (emprego, renda e desenvolvimento econômico) e Governar (transparência, equilíbrio fiscal e capacidade de investimento). Em entrevista à Rádio Eldorado, José Guilherme Sabino - CEO da Assertif, disse que a ferramenta pode ajudar os municípios na preparação e na definição de prioridades em relação ao novo sistema tributário. “O cidadão terá um acesso online de como estão os investimentos dos impostos arrecadados no município. Isso vai trazer uma transparência às pessoas”, avaliou. Os dados estão disponibilizados no site retornometro.com.br.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Todo ano o mesmo cenário se repete, chegam os feriados, o fim de ano e os períodos de lazer, momentos em que muitos esperam descanso e alegria, mas, paradoxalmente, é justamente nessas épocas que aumentam as tragédias, os conflitos e as decisões que custam caro.Isso não acontece por acaso.Quando a rotina muda, muita gente baixa a guarda. A disciplina é deixada de lado, o temor a Deus perde espaço e os limites que antes protegiam são ignorados. E então os desejos carnais, a impulsividade e o “eu mereço” assumem o controle.O problema é que existe uma lei na vida que nunca falha:quanto mais a pessoa faz apenas o que quer, mais ela acaba colhendo exatamente o que não quer.O prazer imediato sempre cobra um preço alto depois.Este vídeo é um alerta e uma oportunidade.Entender isso hoje pode evitar uma grande dor amanhã
Para a última sessão do ano de Zona Lê Dramaturgia, Zia Soares e Patrícia Portela trouxeram para o centro da conversa a escrita de quem encena. Ambas criam, também e não só, a partir do corpo em cena, da arquitetura do espetáculo e da urgência de dizer. A dramaturgia, aqui, é inseparável do gesto, da direção, da escuta de um tempo que se quer partilhado. A palavra nasce do palco e para o palco — e o pensamento encena possibilidades de mundo. Zia Soares é encenadora e atriz. O seu trabalho desenvolve-se entre a África e a Europa. Patrícia Portela (1974). Autora de performances e obras literárias, tem um mestrado em cenografia pela Faculdade de Utrecht e em Filosofia Contemporânea pelo Instituto Internacional de Filosofia de Lovaina. Estudou cinema e dança contemporânea. Viveu em Macau, Utrecht, Helsínquia, Ebeltoft, Berlim, Antuérpia (durante quase duas décadas), Viseu e Lisboa. Maria Giulia Pinheiro é dramaturga, encenadora e performer. Escreve para teatro desde 2012 e venceu a 2.ª edição do Prémio Nova Dramaturgia de Autoria Feminina com a obra Isso não é relevante. Criou e coordena desde 2017 o Núcleo de Dramaturgia Feminista. A sua produção cruza literatura e performance em projetos apresentados no Brasil, Portugal, Cabo Verde, Moçambique e Espanha. Conversa com Maria Giulia Pinheiro, Patrícia Portela e Zia Soares Edição Podcast Dito e Feito Joana Linda Produção Teatro do Bairro Alto
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em I Corintios, capítulo 16, versículos 5 ao 9, nos traz uma reflexão sobre nossas escolhas e decisões para 2026.Ao escrever aos coríntios, o apóstolo Paulo não fala apenas de planos de viagem. Ele revela uma postura espiritual diante do futuro. Em I Coríntios 16:5–9, Paulo diz que pretende passar pela Macedônia, ficar algum tempo com a igreja, talvez até o inverno, mas tudo está submetido à direção de Deus. Ao mesmo tempo, ele declara: “porque uma porta grande e oportuna se me abriu; e há muitos adversários”.Essa palavra nos ajuda a profetizar 2026 não como um ano de acaso, mas de propósito.1. O futuro é planejado, mas guiado por DeusPaulo tinha planos claros, porém não independentes de Deus. Profetizar 2026 não é tentar controlar o amanhã, mas alinhar nossos projetos à vontade do Senhor. O futuro pertence a Deus, e quando colocamos nossos planos no altar, Ele ajusta rotas, tempos e prioridades.2026 não será apenas o ano que você planejou, mas o ano que Deus conduziu.2. Permanecer onde Deus abre a portaPaulo afirma que ficaria em Éfeso porque havia uma porta grande e eficaz aberta. Nem sempre portas abertas são lugares confortáveis, mas são lugares estratégicos. Profetizar 2026 é declarar discernimento para reconhecer as portas de Deus e coragem para permanecer nelas.Onde Deus abrir portas em 2026, ali haverá propósito, crescimento e frutificação.3. Portas abertas não anulam adversáriosPaulo não romantiza o futuro: ele diz claramente que havia muitos adversários. Isso nos ensina que oposição não é sinal de fracasso, mas muitas vezes confirmação de que estamos no centro da vontade de Deus.Profetizar 2026 é declarar que, mesmo com lutas, a porta continuará aberta.4. Um ano de oportunidades espirituaisPaulo vê o tempo como oportunidade. Ele entende que cada estação tem uma missão. Profetizar 2026 é declarar que será um ano de sensibilidade espiritual, onde não perderemos o tempo, nem as oportunidades que Deus nos confiará.2026 será um ano de portas abertas, maturidade espiritual e avanço no Reino.Declaração profética: Profetizamos que 2026 será um ano guiado por Deus, marcado por portas abertas, discernimento para permanecer no propósito e coragem para enfrentar os desafios. Onde houver adversários, haverá graça. Onde houver desafios, haverá crescimento. E onde Deus nos posicionar, ali viveremos o cumprimento das Suas promessas.Que 2026 não seja apenas um novo ano, mas uma nova estação em Deus.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Neste episódio vou falar sobre a novidade para 2026. Dúvidas, sugestões entre em contato comigo pelo email: contato@falarportuguesbrasileiro.com ou chame pelo whatsApp. Pode enviar SMS também que eu respondo! Você já pegou o seu bloco de notas para as anotações? Trago, do verbo trazer e não de tragar, novidades neste episódio. Isso mesmo! A novidade para todo o ano de 2026! Uhuuu! Vou fazer um suspense primeiro! EEEEEEEEMathias, tinha, na época, 26 anos. O jovem, acessou a minha página Falar Português Brasileiro.com e fez o cadastro para receber as novidades e as oportunidades para aprender português. Mathias fez tudo o que podia! Hoje, Mathias, tem 34 anos, fala português fluente, é gerentede uma multinacional. Mathias é importante na empresa. Sabe o que você tem de diferente de Mathias? Nada! Mathias traçou a meta, estudou todos os dias, fez tudo que podia de forma organizada e sistemática junto com Falar Português Brasileiro. Mathias não perdeu tempo e não ficou procrastinando e você também não terá mais desculpas para não aprender português. Isso mesmo!
Leitura Bíblica Do Dia: TIAGO 1:1-12 Plano De Leitura Anual: ZACARIAS 9–12; APOCALIPSE 20 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: LeeAdianez Rodriguez-Espada, 12 anos, não queria se atrasar para uma corrida de 5 km. Sua ansiedade a fez largar com um grupo de corredores, 15 minutos antes do horário de sua largada, junto aos participantes da meia-maratona (21 km). Ela entrou passo a passo no ritmo dos outros corredores. No 4º km, sem a linha de chegada à vista, percebeu que estava numa corrida mais longa e difícil. Em vez de desistir, continuou correndo e completou a corrida de 21 km em 1.885º lugar entre 2.111 finalistas. Isso sim é perseverar! Enquanto sofriam perseguição, muitos dos primeiros cristãos queriam desistir da corrida por Cristo, mas Tiago os encorajou a continuar em frente. Se suportassem pacientemente a provação, Deus lhes daria uma recompensa maior (TIAGO 1:4,12). Primeiro, “é necessário que [a perseverança] cresça, pois quando estiver plenamente desenvolvida vocês serão maduros e completos, sem que nada lhes falte” (v.4). Em segundo lugar, Deus lhes daria a “coroa da vida”, vida em Jesus no presente e a promessa de estar em Sua presença na eternidade (v.12). Às vezes, a corrida cristã parece não ser aquela para a qual nos inscrevemos, pois ela é mais longa e difícil do que esperávamos. Mas, à medida que Deus supre o que precisamos, podemos perseverar e continuar seguindo adiante. Por: MARVIN WILLIAMS
O ano de 2025 ficou marcado por um agravamento das tensões globais e por tentativas ainda inconclusivas de estabilização da ordem internacional. Neste balanço internacional, ouvimos o especialista em política internacional, Germano Almeida, para analisar os principais acontecimentos que moldaram a agenda mundial. As guerras na Ucrânia e em Gaza continuaram a dominar o debate internacional, acompanhadas por acusações de genocídio contra dirigentes israelitas e de crimes contra a humanidade imputados ao Hamas. Um ano atravessado por sucessivas tentativas de cessar-fogo que expuseram as fragilidades da arquitectura de segurança europeia e a dificuldade da comunidade internacional em impor soluções duradouras. 2025 ficou também assinalado pela eleição de um novo Papa. Leão XIV, o primeiro pontífice norte-americano, tem sido descrito pela imprensa como uma figura discreta, mas com sinais de continuidade em relação a temas centrais do pontificado anterior. No plano geopolítico, a escalada de tensão no Indo-Pacífico - envolvendo a China, Taiwan e o Japão - reforçou os receios de um alargamento dos focos de instabilidade global. A cimeira do clima no Brasil voltou a colocar no centro do debate a urgência da resposta às alterações climáticas, num contexto internacional cada vez mais polarizado. O ano começou ainda com o regresso de Donald Trump à Casa Branca. Uma presidência descrita como mais organizada e simultaneamente mais disruptiva, marcada por uma postura de crescente hostilidade em relação à Europa e por uma redefinição das alianças tradicionais dos Estados Unidos. O ano de 2025 fica marcado pelo regresso de Donald Trump à Casa Branca. Que impacto teve a reeleição de Trump nos Estados Unidos e no resto do mundo? Um impacto enorme, ainda maior do que se imaginava, tendo em conta o que representa o Presidente dos Estados Unidos. Os Estados Unidos continuam a contar muito, talvez menos do que nos últimos anos, mas passaram a contar de outra maneira. Ou seja, esta segunda presidência de Trump é diferente da primeira. Tem alguns traços idênticos aos do seu estilo pessoal, mas distingue-se da anterior porque chega com uma agenda mais organizada e mais disruptiva. Donald Trump surgiu com ideias de interferir na soberania do Canadá e do México, através de tarifas que pareciam enormes, mas que depois afinal já não eram -e que, mais tarde, voltaram a sê-lo. Tudo isto transformou-se numa negociação permanente entre o caótico e o imprevisível, com impacto na tentativa de alterar a economia mundial e o papel dos Estados Unidos nessa economia. E, sobretudo, pelo que Trump foi demonstrando em termos de hostilidade em relação à Europa, de uma relativa e perigosa proximidade com a Rússia, e de oposição ao actual quadro internacional baseado numa ordem assente em regras e no multilateralismo. Fica a expectativa de que as grandes potências passem a resolver os assuntos com base em interesses de negócio, e não na segurança e na estabilidade internacionais. Quais é que são as consequências desta política para a economia e também no plano diplomático? São gigantescas, porque o quadro, embora em crise, da sociedade internacional que conhecemos nas últimas décadas mudou completamente. Era baseado no poder norte-americano, que, embora com muitos defeitos, dava garantias relativamente a alguns valores: a relação transatlântica, a estabilidade multilateral, a importância da NATO e da União Europeia. Tudo isto está em causa, porque Trump encara como negativo o poder dessas instituições. E depois porque, internamente, também ataca os direitos humanos de cidadãos americanos, com uma governação errática e absolutamente incompetente. O primeiro ano de Trump tem péssimos resultados do ponto de vista dos seus objectivos: prometeu baixar a inflacção e a inflacção está a aumentar; tem um nível de aprovação muito baixo, mesmo dentro daquilo que eram os seus apoios há um ano. Portanto, está a ser uma presidência caótica. A primeira também o foi, mas com a diferença de ter um foco e um interesse na agenda internacional que não correspondia ao habitual posicionamento americano. E quando uma ordem perde o seu principal pilar e ainda não tem uma alternativa consolidada, entra-se numa era e num período de um certo caos. É o momento em que estamos. Nesta agenda internacional, têm sido apresentados vários planos para tentar solucionar os conflitos no mundo. Em 2025, a população da Faixa de Gaza viveu, até ao cessar-fogo em vigor no enclave desde Outubro, um cenário de fome extrema, com as autoridades israelitas a serem acusadas de genocídio e o Hamas de crimes contra a humanidade. Perante este contexto, a solução de dois Estados ainda é possível? No papel, sim. Mas quando um dos lados - o lado israelita - tem um Governo que diz que isso não vai acontecer, essa solução torna-se muito difícil. E quando o outro lado tem como objectivo principal apagar do mapa o outro, como é o caso do Hamas em relação a Israel, também se torna difícil. O Hamas aceitou aparentemente um acordo por estar numa posição de grande fragilidade. Mas a verdade é que o próprio acordo para Gaza parou momentaneamente a guerra, mas de forma muito frágil, com ataques constantes, longe de uma verdadeira paz ou de um verdadeiro cessar-fogo. Há também um outro ponto que contribui para um momento de grande instabilidade naquela região. O impasse nas negociações na guerra na Ucrânia e os desentendimentos entre os Estados Unidos e a Europa na concepção de um plano de paz marcaram 2025. Que opções restam à Ucrânia? A Ucrânia está numa situação absolutamente dramática, porque aquilo que ajudou a aguentar quatro anos de invasão russa está a ser posto em causa. Os Estados Unidos são o principal financiador e contribuinte da NATO, que foi fundamental para a resistência ucraniana. E os Estados Unidos passaram de principal aliado a uma das ameaças à Ucrânia, porque, no plano negocial, quem manda na política americana escolheu um lado: a Rússia. Donald Trump diz que quer a paz, mas quer uma paz a qualquer custo, que até agora beneficiaria quase exclusivamente a Rússia. À Ucrânia resta continuar a resistir, passando a depender apenas da ajuda europeia e canadiana, sem a ajuda americana, que é fundamental. Oficialmente mantém-se alguma ajuda, mas de forma muito "interesseira", vendendo armas em vez de as fornecer. Resta saber até quando os Estados Unidos manterão a partilha de inteligência, que é crucial. A Ucrânia vai ter de resistir. Com a Europa poderá conseguir, mas isso custa dinheiro e tempo. Não sei se a Europa terá capacidade suficiente no momento actual, sendo obrigada a tomar decisões difíceis mais rapidamente do que imaginava. Isso gera outra consequência da posição americana: sectores europeus que ideologicamente concordam com Washington e outros que ainda não perceberam totalmente a dimensão do problema. Este conflito às portas da Europa levou o velho continente a apostar no sector da defesa. As ameaças da Rússia colocam em risco a paz europeia? A situação é diferente. A Europa não está a sofrer uma guerra como a Ucrânia, com ataques diários às cidades, mas está a sofrer um outro tipo de ameaça que não enfrentava nas últimas décadas: uma ameaça híbrida. Está a passa por situações como as que referiu e poderá evoluir para outros patamares de agressão. Se não conseguir travar a Rússia, a Europa passa a enfrentar um desafio e uma ameaça inédita. Terá de mostrar força e dissuasão suficiente para travar Moscovo, e terá de o fazer sem os Estados Unidos, pelo menos enquanto esta administração durar. São dois elementos novos para a Europa. Mas a liderança europeia será capaz de responder a esse desafio? Está a fazê-lo mais rapidamente do que muitos imaginam. O cliché de que a Europa não fez nada é falso. A Europa foi o principal pilar de reacção à agressão russa, embora não estivesse preparada, porque durante décadas viveu sob o guarda-chuva americano, que acabou. Estamos numa fase de transição. Há líderes europeus a fazer o possível, mas é preciso muito mais. Como somos democracias, não sabemos quem continuará no poder: quem sucede a Emmanuel Macron, quanto tempo terão os actuais líderes para modernizar as Forças Armadas. É uma fase de grande indefinição e risco. A Rússia é o principal inimigo da Europa? Vladimir Putin é a principal ameaça. Há um inimigo declarado e isso ainda nos causa perplexidade. Basta ler a estratégia de segurança americana: quem manda em Washington não gosta da Europa e quer destruir o projecto europeu. Não é uma guerra directa, mas é uma guerra ideológica. A Rússia é um potencial inimigo, embora, no papel, a Europa tenha muito mais força. Mas força que não é accionada é apenas potencial. A Rússia é um agressor com capacidade real e comprovada. Quais são os principais riscos da escalada de tensão entre China, Taiwan e Japão? Creio que os Estados Unidos continuarão a apoiar Taiwan e o Japão, mas com reacções mais imprevisíveis. A China vai explorar isso, e já o está a fazer. A Primeira-Ministra japonesa pode mudar a política do país? Já o está a fazer. [Sanae Takaichi] percebeu que a China é uma ameaça real e que a aproximação a Donald Trump não trouxe garantias suficientes. O Japão está a tirar conclusões sobre aquilo que os Estados Unidos podem não fazer. Uma das consequências poderá ser a militarização, até a nuclearização, do Japão. O ano de 2025 ficou marcado pela eleição do Papa Leão XIV. Que balanço faz dos primeiros meses do sumo pontífice? É difícil igualar o carisma do Papa Francisco, mas, de forma discreta, Leão XIV tem mostrado continuidade em vários temas. A viagem à Turquia e ao Líbano concretizou desejos antigos de Francisco. Na questão da Ucrânia, parece-me mais claro na definição das responsabilidades e do que é preciso fazer para travar a Rússia. Tenho, para já, muito boas impressões, sobretudo quanto ao papel do Vaticano como mediador discreto. A COP 30 terminou com um acordo modesto. O mundo continua a ignorar as alterações climáticas? Não é o mundo, são os principais poluidores. Muitos países estão preocupados, mas quando Estados Unidos, Índia e China não lideram, nada avança. Esta nova ordem é ditada por interesses de grandes potências, e isso tem consequências graves no combate ao risco climático. Que mensagem enviou o Brasil com a condenação do antigo Presidente Jair Bolsonaro? O Brasil tem problemas, mas o seu sistema judicial respondeu mais rapidamente do que em países supostamente mais desenvolvidos. É um bom sinal, apesar das contradições da democracia brasileira. No caso de Bolsonaro, é uma boa notícia para a democracia. O grupo das 20 potências económicas reuniu-se na África do Sul, mas sem a presença dos Estados Unidos. Ainda assim, os países presentes assinaram uma declaração. Isto revela que o continente africano passa a ter outro peso na economia mundial? A África tem um potencial enorme e é a zona do mundo que, proporcionalmente, mais vai crescer nas próximas décadas. Basta olhar para a relação entre a China e África ou para países como a Nigéria, tendo em conta o crescimento demográfico e as riquezas naturais. No entanto, para ter um peso efectivo, África teria de contar muito mais com instituições fortes. Existe ainda uma certa imaturidade institucional, apesar de algumas excepções positivas, e uma dependência excessiva de grandes potências globais -como a China, a Rússia ou, nalguns casos, a França- que nem sempre tem sido benéfica para o desenvolvimento do continente como um todo. As taxas americanas podem afectar África? Claro que sim. São mais um travão ao desenvolvimento. Em Portugal, 2025 fica marcado pelas eleições legislativas que colocaram um partido de extrema-direita como a segunda força de oposição no país, 51 anos depois do 25 de Abril. A democracia do país está ameaçada? Não, claro que não. A subida rápida do Chega tem a ver com um voto de protesto. Sobretudo, tem a ver com a culpa dos dois principais partidos por terem provocado três eleições legislativas em três anos. Um absurdo completo, uma loucura, uma irresponsabilidade. Mas eu acho que Portugal tem noção das contradições. Tem indicadores económicos muito bons, como não tinha há muitos anos. Tem problemas grandes, como o acesso à habitação e alguns problemas pontuais ao nível da saúde. E depois tem uma subida artificial da percepção de risco relativamente a questões como a criminalidade e a imigração. Bom, eu vivo em Portugal e não vejo nada disso. Vejo um país muito seguro, vejo um país com um potencial bastante grande e com um dado novo, que é ter muito mais imigrantes. Eu não concordo com a ideia de que isso gere mais insegurança. Não vejo isso, sinceramente. Mas há, sim, um novo ecossistema, também mediático, que levou à subida de um partido que explora alguns medos. Há algum grau de irresponsabilidade em explorar essa questão de uma forma primária e, nalguns casos, injusta. Mas sabemos que em política não há justiça nem injustiça: não é abster-se, é a capacidade de explorar. Ainda assim, o Governo aprovou um novo diploma relativamente aos imigrantes que vêm, que de certa forma os penaliza... Este é um desafio para os partidos que dominaram a democracia portuguesa nos últimos 50 anos. Houve algumas capacidades perdidas, mas também grandes conquistas. Este país é muito melhor do que era há 51 anos. Falta saber se teremos partidos e líderes mais moderados que tenham a capacidade de explicar isso às pessoas e de encontrar respostas. Porque, volto a dizer, há um problema grave de habituação dos mais jovens, há outros problemas pontuais, como a questão da saúde, mas que também não está no caos de que muitas vezes se fala. Estamos numa situação global muitíssimo melhor do que a apreciação que as pessoas fazem dela, e agora é preciso tentar resolver esta discrepância. A subida de partidos chamados populistas é uma tendência global, ou pelo menos europeia e americana. Como tudo, terá fases. Os partidos que estão a subir hão-de parar de subir. Falta saber se só vão parar quando chegarem ao governo ou se é possível evitar que cheguem ao poder. Eu acho que em Portugal isso ainda não é uma inevitabilidade assim tão grande. Pode acontecer, mas não é inevitável. E, se acontecer, será uma fase que depois acabará por recuar. Quais são os grandes desafios para 2026? O risco de erosão das democracias e a polarização das sociedades. Paradoxalmente, o momento económico global é melhor do que as pessoas pensam.
" Este não é um episódio comum. É uma pausa consciente para encerrar o ano. Um áudio para quem chegou até aqui cansado, em silêncio, carregando mais do que conseguiu explicar. Para quem tentou, insistiu e sobreviveu. Mesmo quando tudo pedia descanso. Ouça com calma. Este é o seu encerramento consciente. Narrado por Antônio Carlos"
Obrigado por acessar o meu Canal!Aqui você encontrará podcasts com informações sobre exegese bíblica que mudarão sua vida cristã.# Não clique aqui: https://bit.ly/383Dr57Ouça novos podcasts Exegese & Exposição, exegese on-demand para você, em seu agregador preferido ou no YouTube.Grupo EXCLUSIVO do Telegram, com muitos materiais para seus estudos exegéticos: Exegese & Exposição - Materiais## Quer publicar o seu livro evangélico?Conheça a incrível proposta da Editora Contextualizar: http://www.contextualizar.com.br/PARTICIPE! Faça comentários relevantes ao tema ou sugira outras passagens bíblicas para exegese e exposição.
Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana
Send us a textEpisódio 69 — Controvérsias sobre persistência do canal arterial em prematuros: o que a evidência realmente mostraA persistência do canal arterial em prematuros segue sendo um dos temas mais debatidos da neonatologia moderna — e talvez um dos mais desafiadores. Durante anos, aprendemos que identificar e fechar o canal era sinônimo de fazer o “certo”. Mas, à medida que grandes ensaios clínicos foram publicados, essa certeza começou a ruir.Neste episódio especial, mergulhamos nas principais evidências que mudaram — e continuam mudando — a forma como pensamos o canal arterial: por que ele se mantém aberto, o que realmente acontece do ponto de vista hemodinâmico, quando (e se) devemos intervir, e quais desfechos importam de verdade.Revisitamos estudos marcantes, discutimos suas perguntas, métodos, resultados e implicações práticas, trazendo o olhar crítico para o contexto das UTIs neonatais brasileiras — onde os recursos, as rotinas e os desafios nem sempre são os mesmos dos grandes centros de pesquisa.Mais do que procurar respostas definitivas, o episódio convida à reflexão: o canal arterial é vilão, espectador ou marcador da imaturidade extrema? Estamos ajudando nossos pacientes quando intervimos precocemente — ou apenas fechando um número no ecocardiograma?1. Baby OSCAR: Trial of Selective Early Treatment of Patent Ductus Arteriosus with Ibuprofen https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa23055822. Two-year outcomes after selective early treatment of patent ductus arteriosus with ibuprofen in preterm babies: follow-up of Baby-OSCAR–a randomised controlled trial - https://www.thelancet.com/journals/eclinm/article/PIIS2589-5370(25)00356-6/fulltext3. BeNeDUCTUS: Expectant Management or Early Ibuprofen for Patent Ductus Arteriosus https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa22074184. Expectant Management vs Medication for Patent Ductus Arteriosus in Preterm Infants - The PDA Randomized Clinical Trial https://jamanetwork.com/journals/jama/article-abstract/2842696?utm_campaign=articlePDF&utm_medium=articlePDFlink&utm_source=articlePDF&utm_content=jama.2025.233305. TIPP Trial: Long-Term Effects of Indomethacin Prophylaxis in Extremely-Low-Birth-Weight Infants https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJM2001062834426026. Current approaches to the patent ductus arteriosus: Implications for pulmonary morbidities https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40450478/ Não esqueça: você pode ter acesso aos artigos do nosso Journal Club no nosso site: https://www.the-incubator.org/podcast-1 Lembrando que o Podcast está no Instagram, @incubadora.podcast, onde a gente posta as figuras e tabelas de alguns artigos. Se estiver gostando do nosso Podcast, por favor dedique um pouquinho do seu tempo para deixar sua avaliação no seu aplicativo favorito e compartilhe com seus colegas. Isso é importante para a gente poder continuar produzindo os episódios. O nosso objetivo é democratizar a informação. Se quiser entrar em contato, nos mandar sugestões, comentários, críticas e elogios, manda um e-mail pra gente: incubadora@the-incubator.org
Homilia Padre Andrés Furlan, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 2,13-15.19-23Depois que os magos partiram,o Anjo do Senhor apareceu em sonho a José e lhe disse:"Levanta-te, pega o menino e sua mãe e foge para o Egito! Fica lá até que eu te avise!Porque Herodes vai procurar o menino para matá-lo".José levantou-se de noite, pegou o menino e sua mãe,e partiu para o Egito.Ali ficou até à morte de Herodes,para se cumprir o que o Senhor havia dito pelo profeta:"Do Egito chamei o meu Filho".Quando Herodes morreu,o anjo do Senhor apareceu em sonho a José, no Egito,e lhe disse: "Levanta-te, pega o menino e sua mãe,e volta para a terra de Israel;pois aqueles que procuravam matar o meninojá estão mortos".José levantou-se, pegou o menino e sua mãe,entrou na terra de Israel.Mas, quando soube que Arquelau reinava na Judeia,no lugar de seu pai Herodes, teve medo de ir para lá.Por isso, depois de receber um aviso em sonho,José retirou-se para a região da Galileia,e foi morar numa cidade chamada Nazaré.Isso aconteceu para se cumpriro que foi dito pelos profetas:"Ele será chamado Nazareno".Palavra da Salvação.
Jurandir Filho, Thiago Siqueira e Rogério Montanare batem um papo sobre Netflix estar adquirindo a Warner Bros., um marco histórico que vai redefinir Hollywood! Em dezembro de 2025, a Netflix anunciou um acordo histórico para adquirir a Warner Bros., incluindo seus estúdios de cinema e televisão, o serviço de streaming HBO Max e os conteúdos associados, em um negócio avaliado em cerca de US$ 82,7 bilhões no total (incluindo dívida). Essa negociação une duas potências do entretenimento: a plataforma global de streaming que revolucionou a forma como o público consome séries e filmes, e um estúdio centenário responsável por franquias e títulos que marcaram gerações. Isso vai ser bom? Quais os benefícios e malefícios desse negócio? É o fim da Warner? A HBO acabou? O preço da Netflix vai subir?O acordo também atrai questionamentos regulatórios e preocupações antitruste, tanto nos Estados Unidos quanto em outras jurisdições, já que a concentração de tanto conteúdo e poder de distribuição nas mãos de uma única empresa pode afetar a concorrência e influenciar preços e opções para consumidores. A Paramount vai conseguir embarreirar essa negociação?Entenda toda essa novela!
If you're AuDHD (autism + ADHD), life can feel like a constant contradiction: craving routine but rebelling against it, needing stimulation but getting overwhelmed, wanting connection but burning out socially. In this episode, Carmen breaks down what neurodivergence actually means (not a personality test), explains ADHD vs autism vs AuDHD, and gives practical, nervous-system-friendly strategies to build a life that fits your brain.Timestamped Chapters (approx)* 0:00 — Cold open: the AuDHD paradox in one breath* 1:30 — Neurodivergence: what it is (and what it isn't) Autistic Self Advocacy Network+1* 6:00 — ADHD explained: executive function + attention regulation CDC+1* 9:30 — Brain networks + “default mode interference” (why focus leaks) PMC+1* 11:30 — Autism explained: social communication + restricted/repetitive patterns CDC+1* 13:30 — Sensory processing differences + prediction models PMC+2PMC+2* 15:00 — AuDHD: why it's missed + DSM-5 history PMC+1* 18:00 — Co-occurrence and what it means (you're not “rare” or “weird”) PMC+1* 23:00 — The AuDHD Paradox Show: real-life examples* 32:00 — Tools & strategies: rails not cages, rotation menus, sensory-first, scripts* 39:30 — Closing: your brain is patterned + gentle next stepsKey Takeaways* Neurodiversity = natural variation in brains; neurodivergent is a nonmedical identity term. Autistic Self Advocacy Network+1* ADHD centers on executive functioning and attention regulation, not intelligence or effort. CDC+1* Autism centers on social communication differences + restricted/repetitive patterns, often including sensory differences. CDC+1* AuDHD can look contradictory because traits can mask each other; dual diagnosis became formally allowable in DSM-5. PMC+1* Sustainable support = “rails not cages,” rotation menus, sensory regulation, and externalizing executive function.Resources Mentioned* CDC: ADHD diagnosis overview CDC* CDC: ASD clinical diagnostic criteria overview CDC* ASAN neurodiversity explanation Autistic Self Advocacy Network* AuDHD comorbidity review (open access) PMCPredictive processing + prediction differences in autism (review/empirical)PMC+1SCRIPT:Hey there! Welcome or welcome back to another episode of authentically ADHD. I am not going to lie, this year has been hard and im so glad if you have stuck along with me, because the rest of the school year is going to be even busier. So thank you for your patience, and grace as I work through this year and let out episodes when I can. I had some inspo for this one because of the new year coming up, and ive talked about this before but not so much in depth. As I go through this episode, i want to share that ive recently self diagnosed myself as AuDHD, a person who has both ADHD and Autism. What does that mean? Well, lets talk about it!Okay, quick check-in: have you ever felt like your brain is two different people sharing one body— one who's like, “Please, for the love of God, routine. Predictability. Same mug. Same route. Same show on repeat.” and the other who's like, “If I do the same thing twice I will evaporate into dust like a vampire in daylight.”If yes… hi. Welcome. You're in the right place.Today's episode is called: “Your Brain Isn't Broken — It's Patterned.” Because I need you to hear this like it's a bass line in your chest:Your brain is not morally failing. Your brain is not lazy. Your brain is not “too much.”This Substack is reader-supported. To receive new posts and support my work, consider becoming a free or paid subscriber.Your brain is patterned. And if you're AuDHD—autism + ADHD—your pattern can feel like a paradox factory that runs 24/7 with no off switch and a slightly rude customer service department.So… let's talk about what neurodivergence actually is, how ADHD and autism overlap, where they differ, and why AuDHD can feel like living inside a contradiction—and then I'm gonna give you real strategies that don't feel like being yelled at by a productivity guru who thinks “just try harder” is a nervous system plan.[tiny pause]Are you ready? Let's get started.Substack adOkay, tiny intermission—because if this podcast is helping your brain feel a little more understood, I want you to know there's a whole extra layer of support waiting for you on my Substack.That's where I publish Authentically ADHD, and you can usually get the podcast there first—but it's not just a podcast drop. I've started writing blogs there too, which means you get deeper dives, the “ohhh THAT'S what's happening in my brain” explanations, plus practical tools you can actually use when your executive function is doing that thing where it simply… leaves the chat.And here's why I'm obsessed with it: Substack is neurodivergent-friendly by design. You can read posts when you want to skim, you can listen when reading is too much, and I include graphics most of the time because we deserve information in formats that don't require suffering.So here's your invitation: come subscribe on Substack. It's free to join, and if you decide to become a paid member, you'll get even more—bonus resources, extra content, and additional supports I'm building specifically for AuDHD/ADHD brains. Subscribe free… or go paid if you want the “director's cut” plus the toolbox. Either way, I'm really glad you're here.Neurodivergence: What it isSo lets talk about neurodivergence & how it is not a personality test. It's not “Which quirky brain are you?” It's not “I'm such an Aquarius so obviously I can't do laundry.”And I say that as a person who loves a good identity moment.Neurodiversity is the idea that human brains vary—like biodiversity, but for minds. There isn't one “correct” way a brain must work to be worthy. Neurodivergent is a non-medical term people use when their brain develops or functions differently from what society calls “typical.”Now—this matters— Saying “it's a difference” does not erase disability. Some people are deeply disabled by ADHD or autism. Some need significant supports. Some don't. Many fluctuate across seasons of life. But the point is: difference isn't the same thing as defect.A patterned brain can be brilliant and still struggle. Because a lot of suffering isn't just “the brain,” it's the brain + the environment.If the world is built for one nervous system style, and you're running a different operating system, you're going to feel like you're constantly doing life on hard mode.[pause]And if you've spent your whole life trying to “fix” yourself into the version of you that makes other people comfortable— I just want to say: I see you. That's exhausting. That's not personal weakness. That's chronic mismatch.6:00–15:00 — ADHD vs Autism: Overlap and differences (clear, non-weird)Let's do ADHD vs autism without turning it into a simplistic “either/or” checklist, because real humans are not BuzzFeed quizzes.ADHD (core pattern)ADHD is a neurodevelopmental condition where the core struggles involve attention regulation, impulsivity, and executive functioning—planning, starting, stopping, shifting, organizing, time sense, working memory… the invisible stuff that makes life run. Important: ADHD is not “can't pay attention.” It's can't consistently regulate attention—especially when bored, stressed, overwhelmed, under-stimulated, or over-stimulated.One research-heavy way people talk about ADHD is the “default mode interference” idea—basically, brain networks involved in internal thought can intrude when you're trying to stay on task. It's not the only model, but it helps explain why focus can feel like trying to hold water in your hands.Real-life ADHD examples:* You can focus for hours on something you care about… and cannot start the thing you care about that also feels hard.* You lose time like it's a hobby.* You forget what you're doing while you're doing it.* You can be highly intelligent and still struggle with basic tasks because executive function isn't IQAutism (core pattern)Autism is also neurodevelopmental. Clinically, it involves:* differences in social communication and interaction across contexts* and restricted/repetitive patterns (routines, sameness, focused interests, stimming, etc.) Also—and this is big—many autistic people experience sensory processing differences: the world can be too loud, too bright, too unpredictable… or sometimes not enough and you seek sensation.Researchers also explore prediction-based models—how the brain learns patterns and predicts what's next, and how differences in prediction/updating may relate to autistic experience. It's nuanced (and not every study supports every claim), but it's a helpful lens for why uncertainty can feel physically stressful.Real-life autism examples:* Social rules can feel like invisible ink.* You may crave clarity and directness and feel drained by ambiguity.* Transitions can hit like a wall.* You might have deep, intense interests that feel regulating and grounding. So then, hers the overlap, why it's confusing. ADHD and autism can both include:* sensory sensitivity* emotional overwhelm* social exhaustion* executive dysfunction* hyperfocus* stimming/fidgeting* burnoutSo yes, overlap is real. Which brings us to the main character of today's episode…Patreon & focused adAuDHD: The overlap, the “double bind,” and why it's missedAuDHD is shorthand for being both autistic and ADHD. It's not a separate DSM diagnosis label, but it's a very real lived experience.And historically, here's why many adults didn't get recognized: Before DSM-5 (2013), autism could prevent someone from also being diagnosed with ADHD—even though many people clearly had both. DSM-5 changed that, acknowledging the reality of co-occurrence. PMC+1Co-occurrence is common enough that researchers and clinicians have been studying it heavily; some reviews discuss high overlap rates (numbers vary by study and method), but the key point is: this isn't rare. PMC+1Now the AuDHD “double bind” can look like:* ADHD traits can mask autism traits (you seem spontaneous and social… until you crash).* Autism traits can mask ADHD traits (you seem organized because you built rigid systems… until the system breaks and chaos floods the house).* You can be sensory avoidant and sensory seeking.* You can crave routine and crave novelty.AuDHD often feels like living in a brain that says:“I need sameness.” “I need dopamine.” “I need quiet.” “I need stimulation.” “I need certainty.” “I need freedom.”…and they're all yelling at once. [small laugh]So when people say, “But you don't seem autistic,” or “You don't seem ADHD,” sometimes what they're actually noticing is: your traits are playing tug-of-war.23:00–32:00 — The AuDHD Paradox Show (real-life examples)Paradox #1: Routine vs noveltyAutism: “Same breakfast. Same spoon.” ADHD: “If I eat the same breakfast again I will emotionally file for divorce.”Real life: You create the perfect morning routine. It works for four days. On day five your brain wakes up and goes: “Actually, we hate that now.”Not because you're flaky. Because the need for predictability and the need for stimulation are both legitimate.Paradox #2: Social craving vs social costADHD can crave social stimulation. Autism can find social processing costly.Real life: You make plans and feel excited. Then the day arrives and your body feels like you're trying to attend a party wearing jeans made of sandpaper.So you cancel, then feel guilty, then feel lonely, then feel annoyed that humans require maintenance. [pause] Relatable.Paradox #3: Sensory seeking vs sensory painReal life: Loud music helps you focus… until one more sound happens and suddenly you're like, “I live in a cave now.”You can want pressure and weight and deep sensory input while also being destroyed by light touch or fluorescent lights.Paradox #4: Hyperfocus vs shutdownReal life: You can research a niche topic for six hours and forget you have a body… but you cannot reply to a two-sentence text.Because replying requires:* context switching* social interpretation* decision making* emotional energy* working memoryAnd your brain is like, “That's 12 tasks. No thanks.”Paradox #5: Justice sensitivity + impulsivityReal life: You notice something unfair. Your body becomes a courtroom. ADHD makes you say it immediately. Autism makes you say it precisely. And suddenly everyone is uncomfortable and you're like, “What? I brought facts.”Paradox #6: The “I'm fine” lieA lot of AuDHD adults become world-class at looking “fine.” Not because it's fine—because it's practiced.Real life: You hold it together all day. Then you get home and collapse like a puppet whose strings got cut.That is not you being dramatic. That is nervous system math.Strategies: “Rails not cages” + tools that actually workAlright. Let's talk tools—AuDHD-friendly, reality-based, and not built on shame.Rule #1: Build rails, not cagesA cage is a rigid routine that breaks the second you miss a step. Rails are guiding tracks that keep you moving even on messy days.Do this: Create three anchors, not a full schedule.* Anchor 1: Start — water + meds + protein OR any “first 5 minutes” ritual* Anchor 2: Midday reset — sensory check + movement + hydration* Anchor 3: Land — dim lights + predictable wind-down cueIf you miss an anchor, you don't throw away the day. You grab the next rail.Rule #2: Rotate instead of “routine”AuDHD often needs predictability in category and novelty in options.So instead of one rigid breakfast, do a Breakfast Rotation Menu:* 5 safe breakfasts* 3 “no-cook” defaults* 2 “my brain is fried” emergency optionsSame for outfits. Same for playlists. Same for chores.It's not indecision. It's accommodating the paradox.Rule #3: Sensory first, then strategyIf your nervous system is in siren mode, no planner hack will work.2-minute reset:* change input: step away / dim light / earplugs* add steady sensation: pressure, cold sip, gum, textured object* long exhale (longer out than in)You're not “calming down.” You're changing states.Rule #4: Externalize executive function (because willpower isn't storage)Executive function can tank under stress in ADHD and autism. So stop trying to “remember harder.”Externalize:* visual timers* one-step checklists* “landing pads” (keys, meds, bag)* pre-decisions (“If it's Tuesday, I do X”)If it has to live only in your head, it will get evicted.Rule #5: Transition protocol (gentle, not militant)Transitions can be brutal because they require stopping, switching, sensory changes, and decision-making.5-minute bridge:* “Close” the old task: write one sentence: “Next I start by ____.”* body bridge: stand, water, stretch* 2-minute micro-start on the new task (so it's not a cliff)Rule #6: Scripts are accessibility toolsScripts aren't fake. They're scaffolding.Steal these:* “I want to, but my brain can't today. Can we reschedule?”* “What's the plan and how long are we staying?”* “I'm going quiet to regulate, not because I'm mad.”* “I need a minute to process before I answer.”Rule #7: Stop treating burnout like a personal failureBurnout often comes from masking, chronic mismatch, sensory load, and executive demand. You don't fix burnout with hustle. You fix it with less demand and more support.Quick audit:* What drains me that I keep calling “normal”?* Where am I denying myself accommodations because I want to look “easy”?* What would sustainability look like—literally, this week?So here's what I want you to take with you:Your brain isn't broken. It's patterned. And patterned brains don't need shame. They need fit. They need support. They need design.If this episode hit you in the chest a little—breathe. You're not behind. You're not defective. You're learning your pattern. And that's not a small thing. That's a homecoming.If you want, share this episode with the friend who keeps calling themselves “too much.”And if you're new here—welcome. You're safe. You're seen.And as always: this is educational, not medical advice. If you're seeking diagnosis or support, a qualified clinician can help you sort what's AuDHD and what's trauma, anxiety, sleep, hormones, or burnout wearing a trench coat. Until nextt time, stay authentic my friend, & we will talk soon.SubStack Page: Get full access to carmen_authenticallyadhd at carmenauthenticallyadhd.substack.com/subscribe
Leitura Bíblica Do Dia: PROVÉRBIOS 11:24-31 Plano De Leitura Anual: ZACARIAS 1–4; APOCALIPSE 18 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Uma entregadora de cartas ficou preocupada ao ver a correspondência de uma das casas nas quais entregava correspondências, acumular-se. Ela sabia que a idosa morava sozinha e que pegava a correspondência todos os dias. A carteira sabiamente comunicou a sua preocupação a uma vizinha, que alertou outro vizinho, o qual tinha uma chave reserva da casa dessa senhora. Juntos, eles entraram na casa dela e a encontraram caída no chão. A senhora havia caído 4 dias antes e não conseguia se levantar ou pedir ajuda. A sabedoria, a preocupação e a decisão de agir daquela carteira provavelmente salvou a vida da idosa. Provérbios diz: “o que ganha almas é sábio” (11:30 ARA). O discernimento que vem ao fazermos o certo e vivermos de acordo com a sabedoria divina pode abençoar não só a nós mesmos, mas também aos outros. O fruto que recebemos por praticarmos o que honra a Deus e os Seus caminhos pode produzir uma vida boa e revigorante. E nosso fruto também nos impulsiona a cuidarmos dos outros e buscarmos o seu bem-estar. O autor de Provérbios afirma ao longo do livro que a sabedoria é encontrada na confiança em Deus: “Pois a sabedoria vale muito mais que rubis; nada do que você deseja se compara a ela” (8:11). A sabedoria que Deus provê existe para nos guiar durante nossa vida. Isso pode ganhar uma alma para a eternidade. Por: KATARA PATTON
BRIAN OWENS Sentado à mesacom Brian Owens, pode-se ter a sensação de estar conversando com uma pessoa calma e autoconfiante, mesmo sendo uma poderosa voz da soul americana. Ele não projeta a vida agitada de um artista de sucesso internacional, mas sim a energia profunda que domina sua música. Criado em St. Louis, sua música reflete uma cidade impregnada de blues, soul e folk, resultando em um estilo inconfundivelmente seu, mas que remete a artistas comoMarvin Gaye, Otis Redding, Al Green e seu pai, Thomas Owens. "Quero ter minha própria voz, mas de uma forma que seja familiar às pessoas", diz Owens. “Então, eu gosto das comparações porque significa que as pessoas se sentem confortáveis com as minhas influências”. No início, como um dos vocalistas do Sidewinder, se tornou uma sensação no YouTube com 2,5 milhões de visualizações. “Estou muito animado com a exposição”, diz ele. “Exposição positiva é sempre boa, mesmoquando não estou no centro das atenções. Em seu primeiro single com distribuição nacional, “I Just Want to Feel Alright”, Owens evoca suas experiências universais de dor e desespero, e ao mesmo tempo, esperançoso para os nossos tempos. Brian atribui grande parte do seu estilo de interpretação à constância da natureza humana. "Descobri que não há nada de novo sobre o que escrever – apenas novas maneiras de escrever sobre os ciclos empolgantes, da vida. A música que toca as pessoas é sobre a natureza humana. Isso não muda. O que nos torna vulneráveis, o que nos assusta, o que nos faz felizes."O primeiro grande lançamento de Brian, “Moods & Messages”, é, segundo ele próprio, a trilha sonora de sua jornada como artista de soul. Teve o apoio da gravadora Destin Records, de St. Louis, e distribuição pela RED, de Nova York, da Sony Music. Owens afirma:“Moods & Messages fala sobre equilibrar os sentidos e transmiti-los. “Moods & Messages” foi lançado em setembro de 2012 no Japão. Encanta em Brian sua dedicação à esposa, Amanda, e aos quatro filhos, e seu compromisso como um cristão fervoroso, inclusive coordena programas comunitários da OrquestraSinfônica de St. Louis. Discografia: 2008- The Cole Session2009- & Martha Mae, Live at The Sheidon Concert Hall 2012- Moods & Messages2014- You're All I Need, Sings Marvin Gaye2014- Preach!2017- Soul of Ferguson2017- Soul of Cash2021- & The Royal Five2025- Duets whith Dead
Endrick foi anunciado oficialmente como novo reforço do Lyon no dia 23 de dezembro por meio de um vídeo nas redes sociais no qual foi apresentado como um “presente natalino” para os torcedores. O atacante brasileiro ganhou destaque na imprensa francesa e foi capa do jornal esportivo L'Équipe, que saudou a chegada à França de um jogador “veloz, robusto e potente”. Aos 19 anos, o jovem prodígio do futebol brasileiro, revelado pelo Palmeiras, encara a partir desta segunda-feira (29) um novo desafio na carreira: se impor no ataque do Lyon, clube francês que tem um histórico bem-sucedido com craques brasileiros. Nas redes sociais, o Lyon lembrou que o atacante é o 28° do país a vestir as cores branca, azul e vermelha do time do sudeste da França. Durante quase uma década, a equipe reinou nos gramados franceses liderada por Juninho Pernambucano, conquistando o campeonato nacional sete vezes seguidas, entre 2002 e 2008. Pelo clube também já passaram nomes como os dos zagueiros Cris e Marcelo, os meio-campistas Edmilson, Claudio Caçapa e mais recentemente Lucas Paquetá e Thiago Mendes. Mas nos últimos anos, o time tem decepcionado, lutando para voltar a conquistar títulos e brilhar nos gramados da França e da Europa. Atualmente, é o quinto colocado no campeonato francês e disputa a Liga Europa, a segunda competição interclubes mais importante do continente. Futuro camisa "9" Endrick foi emprestado ao Lyon de janeiro até o final da temporada, em 30 de junho, sem opção de compra. Logo na chegada, ele foi apresentado como o futuro camisa 9, que tem peso importante, já que foi usada pelo maior ídolo da equipe: Karim Benzema. O atacante francês fez história no clube até ser transferido para o Real Madrid. Antes de Benzema, outro craque que vestiu a 9 do Lyon foi o brasileiro Sonny Anderson. Ele também deixou sua marca na equipe, conquistando 4 títulos e anotando 94 gols em 161 partidas, números que o colocam como o nono maior artilheiro da história do clube. “Se há um time na Europa para um brasileiro fora do Real Madrid, ou melhor, das grandes equipes espanholas talvez seja o Lyon. O melhor jogador da história do clube é brasileiro, Juninho Pernambucano. Ele foi recomendado por Lucas Paquetá", lembrou François David, comentarista do programa Rádio Foot Internacional, comandado pela jornalista Annie Gasnier. Para David, ao dizer “sim” ao Lyon, Endrick fez uma ótima escolha. "Ele é capaz de fazer coisas que ninguém no elenco do Real Madrid sabe fazer, ou seja, tentar marcar, chutar, estar presente na frente do gol. Ele foi emprestado para o Lyon por 1 milhão de euros. Isso não é pouca coisa, é uma superestrela que chega ao Lyon. Ele tem 20 milhões de seguidores no Instagra e vai impulsionar as redes sociais da instituição. Hoje em dia, isso é levado em conta", avalia. Endrick deixa a capital espanhola e o Real Madrid, que o comprou em 2022, com apenas 16 anos, por 60 milhões de euros. O atacante chegou ao clube merengue em julho de 2024, mas encontrou obstáculos para se impor no time com maior número de títulos da Liga dos Campeões (15). Foram apenas sete gols em 40 jogos, muito pouco para quem aspira ser titular e entrar na lista dos selecionáveis para a Copa de 2026. Apesar de outros times, como o alemão Frankfurt, mostrarem interesse, Endrick optou pelo Lyon, onde terá chances e tempo de jogo, já que o clube estava à procura de um centro-avante desde a partida do georgiano Georges Mikautadze, em agosto. Com a vaga aberta, o atacante brasileiro vai estar mais visível em ação nos gramados, o que pode despertar a atenção do treinador italiano Carlo Ancelotti, que dirige a seleção brasileira, na opinião de outro comentarista do programa Radio Foot Internacional, Chérif Zhemour. "Acho que isso pesou na decisão dele. Vamos lembrar que o Lyon disputa o campeonato francês, mas também a Liga Europa, o que significa jogar a cada três dias, em média. Então, isso é importante, a regularidade. Ele quer a todo custo, como qualquer jovem brasileiro, jogar a Copa do Mundo de 2026. Para mim, há uma chance de ele ir, mas, por enquanto não. No momento, não é possível, ele não está, na minha opinião, nos planos (Ancelotti)", indica Zhemour. "O Lyon precisava de um número 9 e nós adoramos o Endrick, conhecemos as suas qualidades. O que eu gosto nele, acima de tudo, é a sua explosão. Um jogador que dinamita as defesas, é ofensivo, chuta ao gol em qualquer posição. Por isso, acho que os dois, Lyon e Endrick, são ganhadores nessa transferência", acrescenta Zhemmour. Estreia em janeiro Para o jornal L'Équipe, Endrick, com seu físico e técnica, vai facilmente se adaptar ao estilo do treinador português Paulo Fonseca, que numa conversa telefônica em novembro, o convenceu a se transferir para o Lyon. Segundo o diário esportivo, o atacante nascido em Tabatinga, no Distrito Federal, receberá do novo clube metade dos 400 mil reais de salário mensal, numa negociação evolvendo indenização ao Real Madrid para chegar ao valor de 1 milhão de euros do empréstimo. Os torcedores vão ter que esperar para ver o brasileiro entrar em campo com seu novo uniforme. Apesar de começar a treinar com o grupo a partir desta segunda-feira (28), Endrick será oficialmente jogador do Lyon a partir do dia 1° de janeiro. Devido ao curto período para inscrevê-lo no futebol francês, ele só deverá estrear com seu novo clube no dia 11 de janeiro, no confronto com o Lille pela Copa da França, ou no dia 18, quando o time recebe em casa, o Brest pela Ligue 1, o campeonato nacional.
Devocional do dia 27/12/2025 com o Tema: “Exemplo de Noé” A história de Noé é singular e demonstra uma grande fé em Deus: Noé recebeu a notícia de que um dilúvio destruiria a terra, e o Senhor o instruiu a construir uma grande arca. Isso exigiu dele uma grande confiança no Altíssimo, algo que nem sempre temos. LEITURA BÍBLICA: Gênesis 7.5 Tudo o que havia em terra seca e tinha nas narinas o fôlego de vida morreu (Gn 7.22).See omnystudio.com/listener for privacy information.
Este episódio faz parte da temporada “O sexual na polis”,onde pensamos como o desejo, o amor e a diferença atravessam a vida coletiva.Hoje, daremos continuidade ao episódio “Casais: Felizes para sempre?”, retomando a conversa realizada no episódio anterior, quando abrimos questões sobre desigualdade, intimidade e violência nas relações afetivas. Naquela ocasião, algo ficou nos convocando: e os homens?Como eles pensam o casal? Como se percebem no cenário atual? O que conseguem — ou não conseguem — dizer sobre amor, fragilidade, poder e cuidado? Perguntas que ficaram ainda mais urgentes diante do aumentodos feminicídios no Brasil e de uma cultura digital marcada por misoginia, Red Pill e medo. A recém-lançada série “Ângela Diniz: Assassinada e Condenada”, da HBO Max, reacendeu esse debate ao mostrar como a liberdade das mulheres ainda énarrada como ameaça. No dia 7 de dezembro, presenciamos uma grande mobilizaçãonacional, quando mulheres foram às ruas para dar um basta à violência — quase sempre após o fim de uma relação amorosa. Isso não fala de casos isolados, mas de uma cultura que autoriza homens a reagirem com violência quando perdem controle ou não suportam a autonomia feminina. Recebemos para este episódio “Casal: Felizes para sempre?parte II”, dois homens e psicanalistas Vinicius Lima, autor de “Homens em análise: Travessias da Virilidade”, e Leonardo Siqueira, da SPRJ. O que do masculino se repete, o que precisa ser desmontado eo que pode, finalmente, se transformar?
BRIAN OWENS Sentado à mesacom Brian Owens, pode-se ter a sensação de estar conversando com uma pessoa calma e autoconfiante, mesmo sendo uma poderosa voz da soul americana. Ele não projeta a vida agitada de um artista de sucesso internacional, mas sim a energia profunda que domina sua música. Criado em St. Louis, sua música reflete uma cidade impregnada de blues, soul e folk, resultando em um estilo inconfundivelmente seu, mas que remete a artistas comoMarvin Gaye, Otis Redding, Al Green e seu pai, Thomas Owens. "Quero ter minha própria voz, mas de uma forma que seja familiar às pessoas", diz Owens. “Então, eu gosto das comparações porque significa que as pessoas se sentem confortáveis com as minhas influências”. No início, como um dos vocalistas do Sidewinder, se tornou uma sensação no YouTube com 2,5 milhões de visualizações. “Estou muito animado com a exposição”, diz ele. “Exposição positiva é sempre boa, mesmoquando não estou no centro das atenções. Em seu primeiro single com distribuição nacional, “I Just Want to Feel Alright”, Owens evoca suas experiências universais de dor e desespero, e ao mesmo tempo, esperançoso para os nossos tempos. Brian atribui grande parte do seu estilo de interpretação à constância da natureza humana. "Descobri que não há nada de novo sobre o que escrever – apenas novas maneiras de escrever sobre os ciclos empolgantes, da vida. A música que toca as pessoas é sobre a natureza humana. Isso não muda. O que nos torna vulneráveis, o que nos assusta, o que nos faz felizes."O primeiro grande lançamento de Brian, “Moods & Messages”, é, segundo ele próprio, a trilha sonora de sua jornada como artista de soul. Teve o apoio da gravadora Destin Records, de St. Louis, e distribuição pela RED, de Nova York, da Sony Music. Owens afirma:“Moods & Messages fala sobre equilibrar os sentidos e transmiti-los. “Moods & Messages” foi lançado em setembro de 2012 no Japão. Encanta em Brian sua dedicação à esposa, Amanda, e aos quatro filhos, e seu compromisso como um cristão fervoroso, inclusive coordena programas comunitários da OrquestraSinfônica de St. Louis. Discografia: 2008- The Cole Session2009- & Martha Mae, Live at The Sheidon Concert Hall 2012- Moods & Messages2014- You're All I Need, Sings Marvin Gaye2014- Preach!2017- Soul of Ferguson2017- Soul of Cash2021- & The Royal Five2025- Duets whith Dead
Descubra o segredo para transformar 2026 no melhor ano da sua vida com as lições de Joel Jota, Felipe Titto e Caio Carneiro. Não perca!
Esta palavra aparece uma única vez na Bíblia, mas carrega um ensinamento profundo para os nossos dias.Fascínio é aquilo que encanta, que brilha aos olhos e prende a atenção, como se a pessoa estivesse hipnotizada.Hoje, muitos vivem fascinados por ídolos musicais, atores, jogadores de futebol, celebridades ou até por ideais que parecem inofensivos. Mas somente Deus, o Senhor Jesus, deve nos fascinar, porque Ele jamais nos conduzirá ao mal.Tenha cuidado! O fascínio do mundo tem desviado muitas almas para caminhos que elas nunca imaginaram percorrer.
Neste programa, uma aluna comentou que até se relaciona com pessoas, mas elas não ficam na vida dela. Na sequência, ela comentou que, recentemente, conheceu um homem de outra cidade. Os dois se deram bem. Ele quis assumir um relacionamento sério com ela. Segundo a aluna, tudo foi muito bem durante o primeiro mês, até que a ex dele o procurou e tudo mudou entre eles.A aluna contou que o namorado e a ex tiveram um fim de relacionamento conturbado, inclusive, foi cheio de confusão. Só que a ex disse que largaria o atual para que eles pudessem ficar juntos novamente. Isso foi o suficiente para gerar nele uma dúvida. Desde então, ele não trata mais a aluna como namorada, chama-a pelo nome e está sempre com pressa. Ademais, ele não quer discutir a relação. A aluna não sabe como lidar com a situação.Terapia do AmorAinda hoje, confira o que as pessoas têm a dizer sobre as palestras da Terapia do Amor e, sobretudo, de que forma abriram os olhos para o amor inteligente. Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
O ano de 2025 teve algumas boas notícias para o meio ambiente, e deixou um gosto de “estamos indo na boa direção, mas ainda falta muito pela frente”. Nesta retrospectiva, a RFI relembra alguns dos fatos mais importantes dos últimos 12 meses. O ano começou com uma perspectiva nada favorável para o combate às mudanças climáticas: a volta do presidente Donald Trump ao poder, que chegou a dizer que o aquecimento global é "a maior farsa" já promovida na história. Quando o maior emissor histórico de gases de efeito estufa se retira da jogada e congela os investimentos na transição energética, a preocupação era que esse retrocesso se generalizasse no resto do mundo. Em várias regiões, as populações sentem na pele os impactos do aumento da temperatura na Terra. Gustavo Loiola, especialista em Sustentabilidade e professor convidado em instituições como FGV e PUC-PR, notou que o agronegócio brasileiro, motor da economia do país, não pode mais se dar ao luxo de virar as costas para o assunto. “Não tem como não falar de clima dentro do agronegócio. O produtor rural é o primeiro a sofrer com a escassez ou o excesso de chuvas e as mudanças climáticas, que acabam afetando a produção”, indicou ele ao podcast Planeta Verde, um mês após a posse de Trump. “Impacta também o setor financeiro, que oferece crédito para o agronegócio. O risco de emprestar se torna maior, então é ilógico não olhar para esses temas”, acrescentou. Expansão das renováveis: um caminho sem volta Quem se deu bem com o recuo americano foi a sua principal concorrente, a China. Pequim já liderava a transição energética e aumentou o impulso a esta agenda mundo afora. A queda dos custos de painéis solares, baterias e outros equipamentos fundamentais para a substituição de fontes de energia altamente poluentes resultou em um ponto de inflexão em 2025: pela primeira vez, a geração de eletricidade global por fontes renováveis ultrapassou a dos combustíveis fósseis, as mais prejudiciais ao planeta. A Agência Internacional de Energia afirma que o novo recorde de expansão de renováveis será batido este ano, com mais de 750 gigawatts de capacidade adicional, sobretudo solar. Isso significa que o crescimento da demanda mundial de energia elétrica foi, principalmente, atendido por fontes limpas. Só que este desafio se mede em trilhões de watts: a expectativa é que a demanda mundial energética dispare nos próximos anos, puxada pelo desenvolvimento das tecnologias e, em especial, da inteligência artificial. A poluição digital já respondia por 4% das emissões mundiais de gases de efeito estufa por ano. O aumento das emissões de grandes empresas de tecnologia nos últimos anos comprova essa tendência. “Já temos um crescimento exponencial só nessa fase de treinamentos dos modelos de IA generativa: do número de placas gráficas utilizadas, do consumo de energia. Portanto, as emissões de gases de efeito estufa estão também em crescimento exponencial, assim como o esgotamento dos recursos abióticos, ou seja, não vivos, segue nessa mesma trajetória”, salientou Aurélie Bugeau, pesquisadora em Informática da Universidade de Bordeaux. “As empresas alertam que é um verdadeiro desafio para elas conseguirem atingir a neutralidade de carbono que era visada para 2030, afinal a IA traz novos desafios. Por isso é que esse imenso consumo de energia pode levar à reabertura de usinas nucleares, como nos Estados Unidos, sob o impulso da Microsoft”, alertou. Transição energética para quem? Em ano de COP30 no Brasil, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a RFI também buscou ouvir as populações mais vulneráveis ao aquecimento do planeta. Nos países em desenvolvimento, a corrida pelos minerais críticos, essenciais para a eletrificação das economias – como alumínio, cobalto e lítio – causa apreensão. Toda essa discussão sobre transição energética, num contexto em que a demanda por energia só aumenta, parece até provocação aos olhos de pessoas como a maranhense Elaine da Silva Barros, integrante do Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM). Ela participou das manifestações da sociedade civil à margem da COP30, em Belém, para pedir justiça climática. "A transição energética não é para nós. O Brasil já se supre e tem uma matriz energética de renováveis”, disse. "Não faz sentido o Brasil ter que mudar a sua matriz energética para que os países europeus e os Estados Unidos possam sair dos combustíveis fósseis. Não faz sentido aumentar a mineração nos nossos territórios e aumentar a expulsão dos nossos povos deles”, argumentou. O pescador Benedito de Souza Ribeiro, 62 anos, dependeu a vida inteira do rio Amazonas para sobreviver. Ele sente não apenas os impactos das secas, que estão mais frequentes, como vê com preocupação os planos do Brasil de aumentar as exportações de minerais para a transição energética nos países desenvolvidos. “As grandes indústrias estão se instalando em nossos territórios e expulsando os nossos pescadores da área, os ribeirinhos, que vivem da pesca. Esses empreendimentos causam o aquecimento global”, denunciou. “As barragens e as mineradoras poluem os rios e os peixes, e nós ainda tomamos essa água contaminada. Isso é um prejuízo muito grande para a nossa alimentação.” COP30 e acordo sobre transição justa Para não deixar ninguém para trás, a transição energética precisa ser justa. Significa criar oportunidades de trabalho para as pessoas que dependem de setores que serão gradualmente abandonados, distribuir as novas riquezas geradas pela economia de baixo carbono, e não aprofundar as desigualdades. Essa foi uma das principais pautas do Brasil na COP30 e um dos resultados mais concretos do evento, sediado no país em 2025. A conferência decepcionou pela pouca ambição dos acordos finais, travada entre dois grupos de países com visões opostas sobre o fim da dependência dos combustíveis fósseis, ou seja, o carvão, o petróleo e o gás. “Os resultados estão muito voltados para demandas dos países mais vulneráveis e isso é muito importante porque é uma COP no Brasil, na Amazônia, um país em desenvolvimento. Foi aprovado aqui um programa de trabalho de transição justa, algo que não tinha se conseguido na última COP. Na COP29 não houve acordo”, destacou a negociadora-chefe do Brasil, Liliam Chagas, ao final do evento. “É uma das questões mais polêmicas, e era uma demanda da sociedade civil de todos os países em desenvolvimento. Esse mecanismo foi instituído, e vai ser um órgão mais permanente para que os países possam recorrer para fazer políticas de transição justa, seja para pessoas ou para infraestrutura”, salientou. Combate ao desmatamento ameaçado Internamente, o maior desafio do Brasil é acabar com o desmatamento, que responde por 80% das emissões brasileiras. Neste ano, o país teve bons resultados a comemorar: na Amazônia e no Cerrado, a devastação caiu 11% entre agosto de 2024 e julho de 2025. Na Amazônia, foi o terceiro menor nível desde 1988. Este avanço foi apontado por especialistas como uma das principais razões pelas quais o nível mundial de emissões se manteve estável em 2025, em vez de aumentar – como sempre acontece a cada ano. “O Brasil é, sem dúvida, uma referência, não só por causa da floresta, mas pelo que ele tem em termos de conhecimentos científicos a respeito do tema. O Brasil vem trabalhando com planos de redução do desmatamento desde 2004, com resultados respeitáveis”, aponta Fernanda Carvalho, doutora em Relações Internacionais e diretora de políticas climáticas da organização WWF. “Acho que o Brasil tem condições de ser a grande liderança nesse aspecto. Depende de ter vontade política.” As divergências políticas internas ameaçam essa trajetória virtuosa. A nova versão da Lei de Licenciamento Ambiental flexibiliza os procedimentos para a liberação de grandes projetos. Na prática, se a lei entrar em vigor, pode fazer o desmatamento voltar a subir no país. Análises da ONU sobre os compromissos dos países para combater o aquecimento global indicam que o mundo está avançando na direção correta, apesar dos contratempos. No entanto, o ritmo precisa ser acelerado – e a próxima década vai ser crucial para a humanidade conseguir limitar a alta das temperaturas a no máximo 1,5°C até o fim deste século.
Novamente colocamos os Scicasters numa SciNuca de Bico! Dessa vez eles vão jogar sinuca na Idade Média... Isso aí, esse é nosso primeiro SciNuca de Bico com a equipe de história! Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: André Trapani, Marcelo de Matos, Luis Filipe Herdy, Maria Oliveira, Matheus Silveira, Roberto Spinelli, Willian Spengler. Citação ABNT: Scicast #669: SciNuca de Bico: Idade Média. Locução: André Trapani, Marcelo de Matos, Luis Filipe Herdy, Maria Oliveira, Matheus Silveira, Roberto Spinelli, Willian Spengler. [S.l.] Portal Deviante, 23/11/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-674 Imagem de capa: Mande perguntas para o SciNuca: https://forms.gle/hhUy8Li6oR3vC3iY7See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na Escola do Amor Responde de hoje, a aluna Carolina compartilhou que encontrou um vídeo do casal sobre ciúme. Ela confessou que é uma pessoa ciumenta e, inclusive, está fazendo terapia (não a do Amor). Carolina está há cerca de três anos com o parceiro e com o casamento marcado. Só que ela é insegura e ciumenta, e isso tem atrapalhado demais a relação deles. A aluna tem buscado diversos meios para se curar, pois considera isso uma doença. Acontece que ela comentou que não vê apoio do companheiro. Carolina disse que ele considera as atitudes dele como normais, incluindo a amizade com mulheres. Além de trabalhar com muitas pessoas do sexo feminino, ele também pratica corrida com mulheres. Isso a incomoda demais.Ela pediu ajuda aos professores sobre o que fazer e perguntou se deve insistir nesse relacionamento carregado de amor ou não, por causa de sua insegurança. O que falta?Clarisse perguntou o que fazer para o relacionamento ser duradouro, pois se sente usada. Todo namoro que inicia, ela é trocada. A aluna perguntou o que falta nela.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Novamente colocamos os Scicasters numa SciNuca de Bico! Dessa vez eles vão jogar sinuca na Idade Média… Isso aí, esse é nosso primeiro SciNuca de Bico com a equipe de história! Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: André Trapani, Marcelo de Matos, Luis Filipe Herdy, Maria Oliveira, Matheus Silveira, Roberto Spinelli, Willian Spengler. Citação ABNT: Scicast #669: SciNuca de Bico: Idade Média. Locução: André Trapani, Marcelo de Matos, Luis Filipe Herdy, Maria Oliveira, Matheus Silveira, Roberto Spinelli, Willian Spengler. [S.l.] Portal Deviante, 23/11/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-674 Imagem de capa: Mande perguntas para o SciNuca: https://forms.gle/hhUy8Li6oR3vC3iY7 Cenários do episódio: Cena 1 As tendas se alinham ao redor da praça estreita, cercada por casas altas de pedra, algumas com pequenas janelas de vidro irregular que refletem o sol fraco. Sob um toldo vermelho, artesãos examinam rolos de lã vinda do outro lado do mar, discutindo preços em voz baixa enquanto um oficial da corporação local confere pesos e selos de qualidade. Um grupo de homens com mantos longos, falando com sotaque estrangeiro, negocia com um cambista que empilha moedas de diferentes cidades, escolhendo cuidadosamente as mais confiáveis. Um cheiro forte de massa vem de uma barraca onde uma mulher vende pastelões recheados, servidos ainda quentes em folhas de pergaminho reaproveitado. Perto dali, dois comerciantes conversam irritados sobre o atraso na chegada dos navios — e sobre como a produção dos teares da cidade não pode parar por falta de matéria-prima. Enquanto isso, guardas municipais observam a movimentação, cada um armado apenas com lanças curtas. Cena 2 O sol ainda nem rompeu totalmente o nevoeiro quando homens se movem na margem lamacenta do rio. Dois barcos longos, de fundo chato, repousam meio erguidos na areia, enquanto grupos misturados de guerreiros loiros ajustam escudos pintados ao longo das bordas. Perto dali, um artesão verifica fileiras de pequenas lâminas metálicas que balançam como escamas presas a um colete de couro. Um guerreiro testa um elmo arredondado, sem qualquer nasal protetora, e o ajusta com uma tira simples. Antes de embarcarem, alguns deixam oferendas diante de pequenos ídolos de madeira, escurecidos pela fumaça, enquanto outros negociam sacos de peles e potes de mel com mercadores que chegaram ao amanhecer. Ouve-se alguém comentar que, se o rio estiver favorável, alcançarão em pouco tempo a rota que leva “ao grande mar do sul, onde os gregos governam”. Os barcos já começam a ser empurrados para a água, e o coro de vozes nórdicas e eslavas toma conta da margem quando o primeiro casco desliza no rio. Cena 3 O vento frio vindo do canal faz tremular os estandartes com símbolos dourados, enquanto guerreiros vindos do continente se equipam ao redor das fogueiras. Os cavaleiros, montando grandes cavalos de guerra, prendem suas cotas de malha longas e ajustam os capacetes cônicos com nasal. Um deles reclama do peso da lança, mas garante que ela será essencial para romper a muralha de escudos dos defensores da ilha Perto das tendas, os arqueiros testam seus arcos, enquanto soldados de infantaria comem pão duro, cebolas e carne salgada, esfregando gordura nos escudos de madeira para evitar que as lâminas inimigas se prendam. Um oficial comenta que, ao amanhecer, precisarão conduzir ataques repetidos até que o rei inimigo desfaça sua linha pesada naquela colina. Numa tenda maior, o comandante revisa um mapa simples do terreno, lembrando aos homens que a cavalaria deve avançar em ondas, recuar se necessário e atrair os defensores para fora da formação. Ao final, todos fazem o sinal da cruz, enquanto um clérigo pede proteção “nesta luta contra aqueles que tomaram o trono de nosso duque”. Cena 4 O salão de madeira escurecida está cheio, mas silencioso. À frente, um grupo de homens de mantos pesados — barões de grandes domínios — observa enquanto um cavaleiro, ainda com sua cota de malha descendo quase até os joelhos, permanece de pé. Sobre a mesa central repousam dois pergaminhos selados com cera vermelha. Um deles é erguido por um dos barões, que cita trechos a respeito de “liberdades garantidas”. Outro menciona que Sua Majestade não ignora tais compromissos. O cavaleiro tenta justificar-se, mas a atenção do salão está focada na disputa entre os nobres, que discutem deveres feudais, direitos locais e se a conduta dele infringiu aquilo que fora acordado “entre o rei e o reino”. Enquanto as tochas crepitam, um escriba prepara-se para registrar o veredito, derretendo mais cera para um novo selo que será afixado ao documento final. Cena 5 O calor da forja ilumina o interior do galpão de madeira, onde um ferreiro gira lentamente três barras estreitas de metal incandescente antes de torcê-las umas sobre as outras. Um jovem observa em silêncio enquanto o mestre martela o conjunto, formando padrões ondulados que começam a surgir na lâmina. Pendurados na parede estão elmos arredondados, sem viseiras, ao lado de escudos circulares de madeira. Não há selas altas nem esporas — apenas arreios simples, usados para viagens curtas. Do lado de fora, dois homens deixam pequenos talismãs de madeira diante de um poste esculpido, murmurando pedidos de proteção para a expedição que farão ao oeste. Um visitante menciona ter vindo “da terra dos francos”, trazendo novidades de senhores que buscam boas lâminas para presentear seus guerreiros.
Vamos ser diretos: construir uma marca não é sobre logo, paleta de cores ou frases de impacto bonitas. Isso é apenas a casca.A verdadeira construção de marca é sobre saber quem você é, para quem você existe e, o mais importante, como você entrega isso todos os dias.Marca se constrói na prática: testando, errando, entendendo o cliente e, principalmente, ganhando consistência. Isso não acontece do dia para a noite, mas sim de escolha em escolha, com muita consciência e propósito.Nese episódio a Ligia Malheiros e a Renata Gomes contam pra gente como elas construiram a Pequê, um marca que vai muito além do pão de queijo commodity!
se você sente que dinheiro ainda trava seu fluxo criativo, esse episódio é um convite pra olhar pra isso com mais gentileza e responsabilidade.---Y se você quer aprofundar esse tema na prática, conheça meu workshop pra pessoas que desejam fortalecer a confiança artística e se posicionar com mais clareza: o Workshop Artista Que Vende. compre a gravação no link abaixo!https://pay.hotmart.com/G100315734I---vc também me encontra aqui:instagram: https://www.instagram.com/juupitertodos os canais: https://linktr.ee/juupiter_
Eu já tinha falado que estava virando moda os pais levarem filhos para correr provas que não preenchem o requisito da CBAt. Claro que muitas das vezes é para colocar nas mídias sociais. Caso vc não saiba, vc precisa ter 14 anos para correr uma prova de 5 km no Brasil, mas é bom ouvir de quem entende bem do assunto. Para falar sobre esse assunto, eu entrevistei Everton Santana, membro do canal, psicólogo do esporte, especialista em Ciências da Performance Humana e mestrando em Educação Física pela UFRJ. Membro do Grupo de Trabalho da infância e adolescência no esporte da Associação Brasileira de Psicologia do Esporte (ABRAPESP). Nossos links - https://linktr.ee/corridanoarO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
Quando Avatar chegou aos cinemas em 2009, não foi apenas um sucesso de bilheteria, foi um divisor de águas na história do cinema. Entre os profissionais responsáveis por dar vida ao universo azul está Mel Quintas, uma brasileira que trabalhou por oito anos diretamente na construção dos efeitos visuais de Avatar 2 e Avatar 3. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles O filme de James Cameron não apenas se tornou o mais lucrativo de todos os tempos – tendo alcançado quase US$ 3 bilhões em bilheteria –, mas também redefiniu os limites dos efeitos visuais e da tecnologia cinematográfica. Agora, com a estreia de Avatar: Fogo e Cinzas, o público volta a Pandora sabendo que, por trás de uma história, há também um espetáculo visual, criado por Cameron e, claro, com o apoio de toda uma equipe criativa que põe em prática as ideias do gênio. Para Mel, tudo começou em 2009, quando ela viu o primeiro filme da saga: “Eu falei, literalmente, ‘é nesse tipo de filme que eu quero trabalhar, nesse tipo de universo'. Eu queria viver naqueles mundos, poder criá-los e trazer entretenimento também para as pessoas”, revelou Mel em entrevista exclusiva à RFI, direto de Hollywood. Na época, ela tinha 18 anos, vivia em Santos e estava se formando no ensino médio. Mesmo ouvindo de professores que deveria “fazer um teste vocacional para seguir um sonho realista e se inscrever no vestibular no Brasil”, a jovem arrumou as malas e partiu para a faculdade de Animação em Orlando. Cidade que logo também ficou pequena para os planos dela, que queria chegar a Hollywood. “Eu sabia que era o lugar certo para estar se eu quisesse seguir nessa carreira. E, graças a Deus, deu tudo muito certo. Uma coisa foi levando à outra coisa. Tive muita sorte mesmo”, conta. Currículo impressionante da brasileira Em Hollywood, logo o primeiro filme em que Mel trabalhou, Invocação do Mal (2013), já foi sucesso de bilheteria, em seguida foi uma superprodução atrás da outra. “No início, eu trabalhei mais na parte de conversão dos filmes para 3D. Na época, era o grande boom. Todo mundo queria fazer todos os filmes em 3D. Eles filmavam em 2D e aí convertíamos para 3D. Trabalhei em Homem de Ferro 3, Guardiões da Galáxia, Star Trek, Star Wars, Planeta dos Macacos, X-Men”, enumera Mel. Mas a lista é bem mais longa. Em 13 anos em Hollywood, a santista já acumula impressionantes 40 filmes no currículo, entre eles alguns dos campeões de bilheteria da última década, e a jornada a Pandora, da qual ela participou nos últimos oito anos. “O mais importante é acreditar. Não deixe que digam para você ser mais realista. Para sair da realidade em que você está, primeiro você precisa acreditar que pode viver em outra”, afirma. Avatar e James Cameron Em Avatar, Mel integrou a equipe responsável por criar as sequências do filme. Na prática, isso significa participar da construção do longa desde a pré-produção. “No nosso caso, era um negócio bem abrangente, porque a gente tinha que fazer de tudo. Estávamos montando o filme, literalmente montando o escopo do filme para ele se tornar alguma coisa. Esse processo começa desde a pré-produção, que a gente chama de pré-visualização de algumas cenas do filme, imaginando como vai ser essa sequência de ação. Uma animação mais rápida, não uma renderização final. Isso inclui capturar os atores no set para ver se estava dando certo, montar as cenas e gravar com câmeras virtuais”, explica. As filmagens começaram em 2017, com regravações, ajustes e trabalho contínuo no departamento do qual Mel fez parte até julho de 2025. A brasileira trabalhou em grande parte das sequências do longa, que tem 3h17min de duração, e acompanhou de perto cada detalhe. Ela fez parte de uma equipe de cerca de 30 pessoas dentro da Lightstorm Entertainment, produtora de James Cameron. E estar nos projetos de Avatar 2 e 3 também significou conviver de perto com o cineasta, considerado um dos mais importantes e visionários da atualidade. “Ele é um gênio. Mais do que isso: ele explica tudo o que está fazendo. Ele gosta de ensinar”, diz Mel. “É uma aprendizagem que vale mais do que qualquer faculdade. Estar perto de uma pessoa assim é surreal. Foi como uma faculdade diária.” Do sonho adolescente ao Oscar O sonho que virou realidade já veio acompanhado de um Oscar. Avatar: O Caminho da Água (2022) venceu o prêmio de Melhores Efeitos Visuais. “No dia seguinte ao prêmio, eu fui dar parabéns ao meu supervisor, que foi quem recebeu o Oscar, e ele me disse: ‘Esse prêmio é de todos nós; não existe esse prêmio sem vocês'. Acho que a gente não recebe esse reconhecimento em todos os lugares; aqui tem muito disso”, diz a brasileira. E tudo indica que a equipe vai estar, de novo, na festa do Oscar em 15 de março de 2026. O filme que estreou nesta semana nos cinemas brasileiros acaba de aparecer na lista dos dez pré-selecionados para disputar - novamente - na categoria de Melhores Efeitos Visuais. “Eu estou feliz que faço parte de algo tão grandioso com uma história sobre família e que a gente pode celebrar juntos todos esses anos de trabalho. Sempre tem momentos altos e baixos, mais altos. Mas é bom poder ser recompensada de alguma forma. Não é nem sobre ganhar o prêmio, mas saber que a gente fez parte disso e chegamos lá”, conclui Mel Quintas.
Como não ligar para o que pensam de mim? Como não me sentir atrasada na vida?Nesse vídeo eu respondo essas e outras perguntas que vocês me fizeram sobre comparação, opinião dos outros, sentir-se “atrasada”, terapia, morar fora do Brasil, fazer amigos em Londres, maternidade e Natal longe da família.0:23 Como preparou a chegada da irmãzinha mais nova? Sofrendo com ciúmes aqui.3:47 Você e Schiller ainda têm espaço para ouvir músicas que gostam ou K-pop dominou tudo?5:44 Você sentiu dificuldade de fazer amigos em Londres? Ou foi de boa?8:14 Como deixar de se importar com o que as pessoas pensam sobre você? Isso nao é facil para mim.12:06 Como deixar de me sentir atrasada na vida em relação aos outros (que ja conquistaram muito mais)?16:36 Quais as tradições de ano novo que mais gostam?18:50 Vocês tem alguma comida tradicional para o Natal?20:23 O que voce pediu para o bom velhinho?23:08 O que te motivou a fazer terapia e como é para você?24:57 Você se considera uma pessoa introvertida/tímida? Como isso impactou ou impacta sua vida?26:58 Uso de tela por adulto, como melhorar o hábito?27:53 Você sempre se imaginou construindo vida fora do Brasil? 30:32 Morando tanto tempo aí, acha que o Natal tem cara de inverno ou ainda tem cara de verão?32:58 Vocês aí não tem a tradição do Elf on the Shelf?33:54 Costuma fazer planos de ano novo? Trabalho, conhecer um lugar novo?37:25 Como lidar com a frustração de estar longe quando alguém querido fica doente?41:10 Quais eram os desenhos ou programas de TV favoritos da sua infância?41:51 Vocês já se acostumaram com a comida aí da Inglaterra?43:58 Momentos das meninas que mais te emocionaram e continuam te emocionando?Curso O Essencial da Maternidade: tudo que você precisa saber desde a gestação ate os 6 primeiros anos da criança: https://morganasecco.com.br/essencialNewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletterPara pesquisar atrações e atividades para ir em família baixe o app GRATUITO: https://apps.apple.com/no/app/minimap-app/id6446462630Inscreva-se no canal: https://www.youtube.com/channel/UCxwENW5gfb72OnMnRycgflA?sub_confirmation=1Instagram: https://www.instagram.com/morganasecco/Seguir no Facebook: https://www.facebook.com/Morgana-Secco-853527361485473/Canal do Schiller (Finanças): https://www.youtube.com/@UCAVYHoy45kgq9WuUji9ff5g
Em abril deste ano foi anunciada a detecção de possíveis sinais de vida extraterrestre num planeta fora do sistema solar com o telescópio espacial James Webb, mas a descoberta não foi confirmada. Afinal, tem ou não tem vida nesse outro planeta? Que planeta é esse? Como é possível saber alguma coisa sobre um planeta distante? Este episódio do Oxigênio vai encarar essas questões com a ajuda de dois astrônomos especialistas no assunto: o Luan Ghezzi, da UFRJ, e a Aline Novais, da Universidade de Lund, na Suécia. Vamos saber um pouco mais sobre como é feita a busca por sinais de vida nas atmosferas de exoplanetas. __________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO Danilo: Você se lembra de quando uma possível detecção de sinais de vida extraterrestre virou notícia de destaque em abril deste ano, 2025? Se não, deixa eu refrescar a sua memória: usando o telescópio espacial James Webb, pesquisadores teriam captado sinais da atmosfera de um exoplaneta que indicariam a presença de um composto químico que aqui na Terra é produzido pela vida, algo que no jargão científico é chamado de bioassinatura. A notícia bombou no mundo todo. Aqui no Brasil, o caso teve tanta repercussão que a Folha de São Paulo dedicou um editorial só para isso – os jornais costumam comentar política e economia nos editoriais, e raramente dão espaço para assuntos científicos. Nos dois meses seguintes, outros times de pesquisadores publicaram pelo menos quatro estudos analisando os mesmos dados coletados pelo James Webb e concluíram que as possíveis bioassinaturas desaparecem quando outros modelos são usados para interpretar os dados. Sem o mesmo entusiasmo, os jornais noticiaram essas refutações e logo o assunto sumiu da mídia. Afinal, o que aconteceu de fato? Tem ou não tem vida nesse outro planeta? Aliás, que planeta é esse? Como é possível saber alguma coisa sobre um planeta distante? Eu sou Danilo Albergaria, jornalista, historiador, e atualmente pesquiso justamente a comunicação da astrobiologia, essa área que estuda a origem, a evolução e a possível distribuição da vida no universo. Nesse episódio, com a ajuda de dois astrofísicos, o Luan Ghezzi e a Aline Novais, vou explicar como os astrofísicos fazem as suas descobertas e entender porque a busca por sinais de vida fora da Terra é tão complicada e cheia de incertezas. Esse é o primeiro episódio de uma série que vai tratar de temas relacionados à astrobiologia. [Vinheta] Danilo: Eu lembro que li a notícia quentinha, assim que ela saiu no New York Times, perto das dez da noite daquela quarta-feira, dia 16 de abril de 2025. No dia seguinte, acordei e fui checar meu Whatsapp, já imaginando a repercussão. Os grupos de amigos estavam pegando fogo com mensagens entusiasmadas, perguntas, piadas e memes. Os grupos de colegas pesquisadores, astrônomos e comunicadores de ciência, jornalistas de ciência, também tinham um monte de mensagens, mas o tom era diferente. Em vez de entusiasmo, o clima era de preocupação e um certo mau-humor: “de novo DMS no K2-18b fazendo muito barulho”, disse uma cientista. Outra desabafou: “eu tenho coisa melhor pra fazer do que ter que baixar a fervura disso com a imprensa”. Por que o mal-estar geral entre os cientistas? Já chego lá. Os cientistas eram colegas que eu tinha conhecido na Holanda, no tempo em que trabalhei como pesquisador na Universidade de Leiden. Lá eu pesquisei a comunicação da astrobiologia. Bem no comecinho do projeto – logo que eu cheguei lá, em setembro de 2023 – saiu a notícia de que um possível sinal de vida, um composto chamado sulfeto de dimetila, mais conhecido pela sigla DMS, havia sido detectado num planeta a 124 anos-luz de distância da Terra, o exoplaneta K2-18b. Eu vi a repercussão se desenrolando em tempo real: as primeiras notícias, os primeiros comentários críticos de outros cientistas, a discussão nas redes sociais e blogs. Como eu estava no departamento de astronomia de Leiden, vi também como isso aconteceu por dentro da comunidade científica: os astrônomos com quem conversei na época estavam perplexos com a forma espalhafatosa com que o resultado foi comunicado. O principal era: eles não estavam nem um pouco animados, otimistas mesmo de que se tratava, de verdade, da primeira detecção de vida extraterrestre. Por que isso estava acontecendo? Vamos começar a entender o porquê sabendo um pouco mais sobre o exoplaneta K2-18b, em que os possíveis sinais de vida teriam sido detectados. Primeiro: um exoplaneta é um planeta que não orbita o Sol, ou seja, é um planeta que está fora do sistema solar (por isso também são chamados de extrassolares). Existem planetas órfãos, que estão vagando sozinhos pelo espaço interestelar, e planetas girando em torno de objetos exóticos, como os pulsares, que são estrelas de nêutrons girando muito rápido, mas quando os astrônomos falam em exoplaneta, quase sempre estão falando sobre um planeta que gira em torno de outra estrela que não Sol. O Sol é uma estrela, obviamente, mas o contrário da frase geralmente a gente não ouve, mas que é verdade… as estrelas são como se fossem sóis, elas são sóis. As estrelas podem ser maiores, mais quentes e mais brilhantes do que o Sol – muitas das estrelas que vemos no céu noturno são assim. Mas as estrelas também podem ser menores, mais frias e menos brilhantes do que o Sol – as menores são chamadas de anãs vermelhas. Elas brilham tão pouco que não dá para vê-las no céu noturno a olho nu. O K2-18b é um planeta que gira em torno de uma dessas anãs vermelhas, a K2-18, uma estrela que tem menos da metade do tamanho do Sol. Só que o planeta é relativamente grande. Luan Ghezzi: Ele é um planeta que tem algo entre 8 e 9 vezes a massa da Terra, ou seja, é um planeta bem maior do que a Terra. E ele tem um raio ali aproximado de 2.6 vezes o raio da Terra. Então, com essa massa e com esse raio há uma dúvida se ele seria uma super-Terra, ou se ele seria o que a gente chama de Mini-Netuno, ou seja, super-Terra, são planetas terrestres, mas, porém, maiores do que a Terra. Mini-Netunos são planetas parecidos com o Netuno. Só que menores. Mas com essa junção de massa e raio, a gente consegue calcular a densidade. E aí essa densidade indicaria um valor entre a densidade da Terra e de Netuno. Então tudo indica que esse K2-18b estaria aí nesse regime dos mini-Netunos, que é uma classe de planetas que a gente não tem no sistema solar. Danilo: Netuno é um gigante gelado e ele tem uma estrutura muito diferente da Terra, uma estrutura que (junto com o fato de estar muito distante do Sol) o torna inabitável, inabitável à vida como a gente a conhece. Mini-Netunos e Super-Terras, de tamanho e massa intermediários entre a Terra e Netuno, não existem no sistema solar, mas são a maioria entre os mais de 6 mil exoplanetas descobertos até agora. A estrela-mãe do K2-18b é bem mais fria, ou menos quente do que o Sol: enquanto o Sol tem uma temperatura média de 5500 graus Celsius, a temperatura da K2-18 não chega a 3200 graus. Então, se a gente imaginasse que o Sol fosse “frio” assim (frio entre aspas), a temperatura aqui na superfície da Terra seria muito, mas muito abaixo de zero, o que provavelmente tornaria nosso planeta inabitável. Só que o K2-18b gira muito mais perto de sua estrela-mãe. A distância média da Terra para o Sol é de aproximadamente 150 milhões de quilômetros, enquanto a distância média que separa o K2-18b e sua estrela é de 24 milhões de quilômetros. Outra medida ajuda a entender melhor como a órbita desse planeta é menor do que a da Terra: a cada 33 dias, ele completa uma volta ao redor da estrela. E comparado com a estrela, o planeta é tão pequeno, tão obscuro, que não pode ser observado diretamente. Nenhum telescópio atual é capaz de fazer imagens desse exoplaneta, assim como acontece com quase todos os exoplanetas descobertos até agora. São muito pequenos e facilmente ofuscados pelas estrelas que orbitam. Como, então, os astrônomos sabem que eles existem? O Luan Ghezzi explica. Luan Ghezzi: a detecção de exoplanetas é um processo que não é simples, porque os planetas são ofuscados pelas estrelas deles. Então é muito difícil a gente conseguir observar planetas diretamente, você ver o planeta com uma imagem… cerca de um por cento dos mais de seis mil planetas que a gente conhece hoje foram detectados através do método de imageamento direto, que é realmente você apontar o telescópio, e você obtém uma imagem da estrela e do planeta ali, pertinho dela. Todos os outros planetas, ou seja, noventa e nove porcento dos que a gente conhece hoje foram detectados através de métodos indiretos, ou seja, a gente detecta o planeta a partir de alguma influência na estrela ou em alguma propriedade da estrela. Então, por exemplo, falando sobre o método de trânsito, que é com que mais se descobriu planetas até hoje, mais de setenta e cinco dos planetas que a gente conhece. Ele é um método em que o planeta passa na frente da estrela. E aí, quando esse planeta passa na frente da estrela, ele tampa uma parte dela. Então isso faz com que o brilho dela diminua um pouquinho e a gente consegue medir essa variação no brilho da estrela. A gente vai monitorando o brilho dela. E aí, de repente, a gente percebe uma queda e a gente fala. Bom, de repente passou alguma coisa ali na frente. Vamos continuar monitorando essa estrela. E aí, daqui a pouco, depois de um tempo, tem uma nova queda. A diminuição do brilho e a gente vai monitorando. E a gente percebe que isso é um fenômeno periódico. Ou seja, a cada x dias, dez dias, vinte dias ou alguma coisa do tipo, a gente tem aquela mesma diminuição do brilho ali na estrela. Então a gente infere a presença de um planeta ali ao redor dela. E aí, como são o planeta e a estrela um, o planeta passando na frente da estrela, tem uma relação entre os tamanhos. Quanto maior o planeta for, ele vai bloquear mais luz da estrela. Então, a partir disso, a gente consegue medir o raio do planeta. Então esse método do trânsito não só permite que a gente descubra os exoplanetas, como a gente também pode ter uma informação a respeito dos raios deles. Esse é o método que está sendo bastante usado e que produziu mais descobertas até hoje. Danilo: e foi por esse método que o K2-18b foi descoberto em 2015 com o telescópio espacial Kepler. Esse telescópio foi lançado em 2009 e revolucionou a área – com o Kepler, mais de 2700 exoplanetas foram detectados. Com ele, os astrônomos puderam estimar que existem mais planetas do que estrelas na nossa galáxia. A órbita do K2-18b é menor do que a do planeta Mercúrio, que completa uma volta ao redor do Sol a cada 88 dias terrestres. Mas como sua estrela-mãe é mais fria do que o Sol, isso coloca o K2-18b dentro do que os astrônomos chamam de zona habitável: nem tão longe da estrela para que a superfície esfrie a ponto de congelar a água, nem tão perto para que o calor a evapore; é a distância ideal para que a água permaneça em estado líquido na superfície de um planeta parecido com a Terra. Só que o estado da água depende de outros parâmetros, como a pressão atmosférica, por exemplo. E é por isso que a tal da zona habitável é um conceito muito limitado, que pode se tornar até mesmo enganoso: um planeta estar na zona habitável não significa que ele seja de fato habitável. Claro, estar na zona habitável é uma das condições necessárias para que a superfície de um planeta tenha água líquida, o que é fundamental para que essa superfície seja habitável. Ter uma atmosfera é outra condição necessária. Além de estar na zona habitável, o K2-18b tem atmosfera e o Luan também explica como os astrônomos fazem para saber se um exoplaneta como o K2-18b tem uma atmosfera. Luan: a gente estava falando sobre o método de trânsito. E a gente falou que o planeta passa na frente da estrela e bloqueia uma parte da luz dela. Beleza, isso aí a gente já deixou estabelecido. Mas se esse planeta tem uma atmosfera, a luz da estrela que vai atingir essa parte da atmosfera não vai ser completamente bloqueada. A luz da estrela vai atravessar a atmosfera e vai ser transmitida através dela. A gente tem essa parte bloqueada da luz que a gente não recebe, a gente percebe a diminuição de brilho da estrela, com o método de trânsito, mas tem essa luz que atravessa a atmosfera e chega até a gente depois de interagir com os componentes da atmosfera daquele planeta. Então a gente pode analisar essa luz, que é transmitida através da atmosfera do planeta para obter informações sobre a composição dela. Danilo: e como é possível saber a composição química dessa atmosfera? A Aline Novais é uma astrofísica brasileira fazendo pós-doutorado na Universidade de Lund, na Suécia. A tese de doutorado dela, orientada pelo Luan, foi exatamente sobre esse tema: a coleta e a análise dos dados de espectroscopia de atmosferas de exoplanetas. Aline: No início, a gente não está olhando uma foto, uma imagem dos planetas e das estrelas. A gente está vendo eles através de uma coisa que a gente chama de espectro, que é a luz da estrela ou do planeta em diferentes comprimentos de onda. O que é o comprimento de onda? É literalmente o tamanho da onda. Você pode ver também como se fossem cores diferentes. Então a gente vai estar vendo vários detalhes em diferentes comprimentos de onda. O que acontece? A gente já sabe, não da astronomia, mas da química de estudos bem antigos que determinados compostos, vou usar aqui, por exemplo, a água, ela vai ter linhas muito específicas em determinados comprimentos de onda que a gente já conhece, que a gente já sabe. Então já é estabelecido que no cumprimento de onda X, Y, Z, vai ter linha de água. Então, quando a gente está observando novamente o brilho da estrela que passou ali pela atmosfera do planeta. Interagiu com o que tem lá, que a gente não sabe. Quando a gente vê o espectro dessa estrela que passou pela atmosfera, a gente vai poder comparar com o que a gente já sabe. Então, por exemplo, o que a gente já sabe da água, a gente vai ver que vai bater. É como se fosse um código de barras. Bate certinho o que tem na estrela, no planeta e o que tem aqui na Terra. E aí, a partir disso, a gente consegue dizer: “Ah, provavelmente tem água naquele planeta.” Claro que não é tão simples, tão preto no branco, porque tem muitas moléculas, muitos átomos, a quantidade de moléculas que tem ali também interferem nessas linhas. Mas, de forma mais geral, é isso. A gente compara um com o outro. E a gente fala: essa assinatura aqui tem que ser de água. Danilo: Em setembro de 2023, o time de pesquisadores liderado pelo Nikku Madhusudhan, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, anunciou a caracterização atmosférica do K2-18b feita com o telescópio espacial James Webb. Alguns anos antes, a atmosfera do exoplaneta tinha sido observada com o telescópio espacial Hubble, que havia indicado a presença de vapor de água. Com o James Webb, esses cientistas concluíram que a atmosfera não tinha vapor de água, mas fortes indícios de metano e dióxido de carbono, o gás carbônico. Não só isso: no mesmo estudo, eles também alegaram ter detectado, com menor grau de confiança, o sulfeto de dimetila, também chamado de DMS, uma molécula orgânica que aqui na Terra é produzida pela vida marinha, principalmente pelos fitoplânctons e microalgas. O DMS pode ser produzido em laboratório mas não existe um processo natural em que o nosso planeta, sozinho, consiga fazer essa molécula sem envolver a vida. Ou seja, o DMS seria uma possível bioassinatura, um sinal indireto da existência de vida. Por isso, esses cientistas alegaram ter encontrado uma possível evidência de vida na atmosfera do K2-18b. O fato é que a suposta evidência de vida, a detecção de DMS lá de 2023, tinha um grau de confiança estatística muito baixo para contar seriamente como evidência de vida. O time liderado pelo Madhusudhan continuou observando o K2-18b e voltou a publicar resultados apontando a presença de DMS usando outros instrumentos do James Webb. Foram esses resultados que fizeram tanto barulho em abril de 2025. E por que tanto barulho? Porque esse novo estudo apresenta um grau de confiança estatística mais alto para a detecção de DMS. Ele também alega ter detectado outra possível bioassinatura, uma molécula aparentada ao DMS, o DMDS, ou dissulfeto de dimetila. O resultado pareceu reforçar muito a hipótese da presença dessas possíveis bioassinaturas no K2-18b e, por isso, os grandes meios de comunicação deram ainda mais atenção ao resultado do que há dois anos atrás. O problema é que é muito complicado analisar os resultados do James Webb sobre essas atmosferas, e ainda mais difícil cravar a presença desse ou daquele composto químico ali. Aline Novais: Acho que a primeira etapa mais difícil de todas é como você tinha falado, Danilo, é separar o que é a luz do planeta e o que é a luz da estrela. Quer dizer, da atmosfera do planeta e o que é luz da estrela. E isso a gente faz como quando a gente está observando o trânsito. A gente não só observa o planeta passando na frente da estrela. Mas a gente também observa a estrela sem o planeta, e a gente compara esses dois. É literalmente subtrair um do outro. Então, assim, supondo que a gente já tem aqui o espectro pronto na nossa frente. O que a gente vai fazer para entender o que está naquele espectro? Aquilo ali é uma observação. Só que a gente tem da teoria da física, a gente sabe mais ou menos quais são as equações que vão reger a atmosfera de um planeta. Então a gente sabe o que acontece de formas gerais, que é parecida com o que acontece aqui na Terra e com o planeta do sistema solar. Então a gente sabe mais ou menos como deve ser a pressão, a temperatura. A gente sabe mais ou menos quais compostos químicos vão ter em cada camada da atmosfera, que depende de várias coisas. A gente sabe que se um planeta está muito próximo da estrela, ele vai ter determinados compostos químicos que ele não teria se ele estivesse muito mais longe da estrela dele. Então tudo isso interfere. E aí, o que a gente faz? A gente tem os dados, a gente tem o que a gente observou no telescópio. E a gente vai comparar com a teoria, com modelos que a gente faz no computador, programando, parará, parará, que vão reger aquela atmosfera. E aí, a partir disso, a gente vai comparar e ver o que faz sentido, o que não faz, o que bate e o que não bate. Danilo: Notaram que a Aline ressalta o papel dos modelos teóricos na interpretação dos dados? Os astrônomos comparam os dados coletados pelo telescópio com o que esperam observar, orientados pelas teorias e modelos considerados promissores para representar o que de fato está lá na atmosfera do planeta. E é nessa comparação que entra a estatística, a probabilidade de que as observações correspondem a este ou aquele modelo teórico. Aline Novais: Na estatística, a gente sempre vai estar quando a gente tiver probabilidade de alguma coisa, a gente sempre vai estar comparando uma coisa X com uma coisa Y. A gente nunca vai ter uma estatística falando que sim ou que não, vai ser sempre uma comparação de uma coisa ou de outra. Então, quando a gente, por exemplo, a gente tem o espectro lá de um planeta, a gente tem assinaturas que provavelmente podem ser de água, mas vamos supor que essa assinatura também é muito parecida com algum outro elemento. Com algum outro composto químico. O que a gente vai fazer? A gente vai comparar os dois e a resposta não vai ser nem que sim nem que não. A resposta vai ser: “Ah, o modelo que tem água é mais favorável.” Ou então, ele ajusta melhor os dados, do que o modelo com aquele outro composto químico. Danilo: O time do Nikku Madhusudhan, que fala em possível detecção de DMS, tem um modelo predileto que eles mesmos desenvolveram para explicar planetas como o K2-18b: os mundos hiceanos, planetas inteiramente cobertos por um oceano de água líquida debaixo de uma espessa atmosfera de hidrogênio molecular – por isso o nome, que é uma junção do “hi” de hidrogênio e “ceano” de oceano. É esse modelo que orienta a interpretação de que os dados do K2-18b podem conter as bioassinaturas. Aline: Todo o resultado final, que é: possivelmente detectamos assinaturas, não dependem dos dados em si, mas dependem de como eles analisaram os dados e que modelos foram utilizados para analisar esses dados. […] Os resultados vão sempre depender de como a gente analisou esses dados. […] Então a questão da detecção, ou possível detecção de bioassinatura depende principalmente de como foram colocados os modelos, do que foi inserido nos modelos e como esses modelos foram comparados. Nesse caso, os modelos utilizados foram modelos que estavam supondo que o planeta era hiceano. Que o planeta tinha um oceano e tinha uma atmosfera de hidrogênio, majoritariamente de hidrogênio. Porém, outros estudos levantaram também a possibilidade de esse planeta não ser desse tipo, ser um planeta, por exemplo, coberto de lava e não de oceano, ou com uma atmosfera, com compostos diferentes, onde a maioria não seria hidrogênio, por exemplo. E esses modelos não foram utilizados para testar essas bioassinaturas. Então o que acontece: no modelo deles, com o oceano, com a atmosfera X, Y e Z, é compatível com a existência de bioassinaturas. Porém, é completamente dependente do modelo. Danilo: Então, a escolha de modelos teóricos diferentes afetam a interpretação dos resultados e das conclusões sobre a composição química da atmosfera de exoplanetas. Aline: Esse grupo acredita que o planeta tenha majoritariamente hidrogênio na sua composição. O que eles vão fazer no modelo deles? Eles vão colocar sei lá quantos por cento de hidrogênio na composição, no modelo deles. Então eles estão construindo um modelo que seja semelhante ao que eles acreditam que o planeta tem. Eu não vou colocar nitrogênio se eu acho que não tem nitrogênio. Então, aí que entra a controvérsia, que é justamente o modelo ser feito para encontrar o que eles tentam encontrar. Então, assim, se você pegasse um modelo completamente diferente, se você pegasse um modelo, por exemplo, de um planeta feito de lava, que tem metano, que tem isso, que tem aquilo, será que você encontraria a mesma coisa? Danilo: Saber qual modelo teórico de atmosferas de exoplanetas corresponde melhor à realidade é algo muito difícil. O que dá pra fazer é comparar os modelos entre si: qual deles representa melhor a atmosfera do exoplaneta em comparação com outro modelo. Aline: A gente nunca vai estar falando que o modelo é perfeito. A gente nunca vai estar falando que a atmosfera é assim. A gente sempre vai estar falando que esse modelo representa melhor a atmosfera do que um outro modelo. E se você pegar uma coisa muito ruim que não tem nada a ver e comparar com uma coisa que funciona, vai ser muito fácil você falar que aquele modelo funciona melhor, certo? Então, por exemplo, no caso do K2-18b: eles fizeram um modelo que tinha lá as moléculas, o DMS, o DMDS e tal, e compararam aquilo com um modelo que não tem DMS e DMDS. O modelo que tem falou “pô, esse modelo aqui se ajusta melhor aos dados do telescópio do que esse outro que não tem”. Mas isso não significa que tenha aquelas moléculas. Isso significa que aquele modelo, naquelas circunstâncias, foi melhor estatisticamente do que um modelo que não tinha aquelas moléculas. Danilo: O Luan tem uma analogia interessante pra explicar isso que a Aline falou. Luan: É como se você, por exemplo, vai em uma loja e vai experimentar uma roupa. Aí você pega lá uma mesma blusa igualzinha, P, M ou G. Você experimenta as três e você vê qual que você acha que se ajusta melhor ao seu corpo, né? Qual ficou com um caimento melhor? Enfim, então você vai fazendo essas comparações, não é que a blusa talvez M não tenha ficado boa, mas talvez a P ou a G tenha ficado melhor. Então os modelos são agitados dessa forma, mas também como a Aline falou depois que você descobriu o tamanho, por exemplo, você chegou à conclusão que o tamanho da blusa é M, você pode pegar e escolher diferentes variações de cores. Você pode pegar essa mesma blusa M, azul, verde, amarela, vermelha, né? E aí elas podem fornecer igualmente o mesmo bom ajuste no seu corpo. Só que a questão é que tem cores diferentes. […] A gente obviamente usa os modelos mais completos que a gente tem hoje em dia, mas não necessariamente, eles são hoje mais completos, mas não necessariamente eles são cem por cento completos. De repente está faltando alguma coisa ali que a gente não sabe. [Música] Danilo: Eu conversei pessoalmente com o líder do time de cientistas que alegou ter descoberto as possíveis bioassinaturas no K2-18b, o Nikku Madhusudhan, quando ele estava na Holanda para participar de uma conferência em junho de 2024. Ele pareceu entusiasmado com a possibilidade de vir a confirmar possíveis bioassinaturas em exoplanetas e ao mesmo tempo cuidadoso, aparentemente consciente do risco de se comunicar a descoberta de vida extraterrestre prematuramente. A questão é que ele já cometeu alguns deslizes na comunicação com o público: por exemplo, em abril de 2024, num programa de rádio na Inglaterra, ele disse que a chance de ter descoberto vida no K2-18b era de 50% – o próprio apresentador do programa ficou surpreso com a estimativa. Naquela mesma conferência da Holanda, o Madhusudhan também pareceu muito confiante ao falar do assunto com o público de especialistas em exoplanetas – ele sabia que enfrentava muitos céticos na plateia. Ele disse que os planetas hiceanos eram “a melhor aposta” que temos com a tecnologia atual para descobrir vida extraterrestre. Na palestra em que apresentou os novos resultados esse ano, o Madhusudhan contou que essa hipótese de mundos hiceanos foi desenvolvida com a ajuda de alunos de pós-graduação dele quando ele os desafiou a criar um modelo teórico de Mini-Netuno que oferecesse condições habitáveis, amenas para a vida. Mas a questão é que a gente não sabe se os mundos hiceanos sequer existem. É uma alternativa, uma hipótese para explicar o pouco que sabemos sobre esses exoplanetas. Há outras hipóteses, tão promissoras quanto essa, e muito menos amigáveis à existência da vida como a conhecemos. Enfim, a gente ainda sabe muito pouco sobre esses exoplanetas. Ainda não dá para decidir qual hipótese é a que melhor descreve a estrutura deles. Mas o que vai acontecer se algum dia os cientistas conseguirem resultados que apontem para uma detecção de possível bioassinatura que seja num alto grau de confiança, a tal ponto que seria insensato duvidar de sua existência? Estaríamos diante de uma incontroversa descoberta de vida extraterrestre? Digamos que os cientistas publiquem, daqui a algum tempo, novos resultados que apontam, com um grau de confiança altíssimo, para a presença de DMS no K2-18b. Mesmo que a gente tivesse certeza de que tem DMS naquela atmosfera, não seria possível cravar que a presença de DMS é causada pela vida. Como a gente tem ainda muito pouca informação sobre os ambientes que os Mini-Netunos podem apresentar, e como o nosso conhecimento sobre a própria vida ainda é muito limitado, vai ser muito difícil – para não dizer praticamente impossível – ter certeza de que a presença de uma possível bioassinatura é de fato uma bioassinatura. Luan: A gente sabe que aqui na Terra, o DMS e o DMDS estão associados a processos biológicos. Mas a gente está falando de um planeta que é um Mini-Netuno, talvez um planeta hiceano. Será que esse planeta não tem processos químicos diferentes que podem gerar essas moléculas sem a presença da vida? Danilo: Como disse o Luan, pode ser que processos naturais desconhecidos, sem o envolvimento da vida, sejam os responsáveis pela presença de DMS no K2-18b. A gente sabe que o DMS pode ser gerado fora da Terra por processos naturais, sem relação com a presença de vida. Para que seja gerado assim, são necessárias condições muito diferentes das que temos aqui na Terra. O interior de planetas gigantes como Júpiter, por exemplo, dá essas condições. DMS também foi detectado recentemente na superfície de um cometa, em condições muito hostis para a vida como a gente a conhece. Mais hostis ainda são as condições do meio interestelar, o espaço abissal e incrivelmente frio que existe entre as estrelas. Mesmo assim, DMS já foi detectado no meio interestelar. É por isso que detectar uma possível bioassinatura num exoplaneta não necessariamente responde à pergunta sobre vida fora da Terra. É mais útil pensar nesses dados como peças de um quebra-cabeças: uma possível bioassinatura em um exoplaneta é uma peça que pode vir a ajudar a montar o quebra-cabeças em que a grande questão é se existe ou não existe vida fora da Terra, mas dificilmente será, sozinha, a resposta definitiva. Luan: Será que as bioassinaturas efetivamente foram produzidas por vida? Então, primeiro, estudos para entender diversos processos químicos ou físicos que poderiam gerar essas moléculas, que a gente considera como bioassinaturas, pra tentar entender em outros contextos, se elas seriam produzidas sem a presença de vida. Mas fora isso, nós astrônomos, nós também tentamos procurar conjuntos de bioassinaturas. Porque se você acha só o DMS ou o DMDS é uma coisa. Agora, se você acha isso e mais o oxigênio ou mais outra coisa, aí as evidências começam a ficar mais fortes. Um par muito comum que o pessoal comenta é você achar metano e oxigênio numa atmosfera de exoplaneta. Por quê? Porque esses dois compostos, se você deixar eles lá na atmosfera do planeta sem nenhum tipo de processo biológico, eles vão reagir. Vão formar água e gás carbônico. Então, se você detecta quantidades apreciáveis de metano e oxigênio numa atmosfera, isso indica que você tem algum processo biológico ali, repondo constantemente esses componentes na atmosfera. Então, a gente vai tentando buscar por pares ou conjuntos de bioassinaturas, porque isso vai construindo um cenário mais forte. Você olha, esse planeta está na zona habitável. Ele tem uma massa parecida com a da Terra. Ele tem uma temperatura parecida com a da Terra. Ele tem conjuntos de bioassinaturas que poderiam indicar a presença de vida. Então você vai construindo um quebra-cabeça ali, tentando chegar num conjunto de evidências. Danilo: Talvez só vamos conseguir ter certeza quando tivermos condições de viajar os 124 anos-luz que nos separam do K2-18b, por exemplo, para examinar o planeta “in situ”, ou seja, lá no local – só que isso ainda é assunto para a ficção científica, não para a ciência atual. Não quer dizer que, dada a dificuldade, a gente deva desistir de fazer ciência nesse sentido, de detectar bioassinaturas nos exoplanetas. Luan: É claro que é super interessante aplicar esses modelos e sugerir a possível existência dessas moléculas. Isso ajuda a avançar o conhecimento, porque isso gera um interesse, gera um debate, um monte de gente vai testar, e outras pessoas já testaram e mostraram que, ou não tem a molécula nos modelos deles, ou eles não detectam ou detectam uma quantidade muito baixa. Enfim, então isso gera um debate que vai avançar o conhecimento. Então isso, no meio científico, é muito interessante esse debate, que gera outras pesquisas, e todo mundo tentando olhar por diferentes ângulos, para a gente tentar entender de uma maneira mais completa. Mas o cuidado… E aí, o grande serviço que o seu podcast está fazendo é como a gente faz chegar essa informação no público, que é o que você falou, uma coisa é: utilizamos um modelo super específico, e esse modelo indica a possível presença dessas moléculas que, na Terra, são associadas à vida. Outra coisa é dizer, na imprensa, achamos os sinais mais fortes de vida até agora. É uma distância muito grande entre essas duas coisas. Aline: Se eu analisei o meu dado e eu vi que tem aquela molécula de bioassinatura, uma coisa é eu falar: “Tem!” Outra coisa é falar: “Ó, eu analisei com esse modelo aqui e esse modelo aqui faz sentido. Ele representa melhor os meus dados do que o outro modelo”. São maneiras diferentes de falar. Mas qual que é a que vende mais? Danilo: Foi no final do nosso papo que o Luan e a Aline tocaram nessa questão que tem se tornado central nos últimos anos: como comunicar os resultados da astrobiologia da forma mais responsável? É possível que com o James Webb vamos continuar vendo potenciais detecções de bioassinaturas num futuro próximo. Por isso, a comunidade científica está preocupada com a forma como comunicamos os resultados da busca por vida fora da Terra e está se movimentando para contornar os problemas que provavelmente teremos no futuro. Eu venho participando desses esforços, pesquisando como a astrobiologia está sendo comunicada, e até ajudei a organizar um evento no ano passado para discutir isso com cientistas e jornalistas de ciência, mas conto essa história em outra hora. No próximo episódio, vamos falar sobre uma possível detecção de bioassinatura sem o James Webb e muito mais próxima da gente. A notícia veio em setembro de 2025. O planeta em que a bioassinatura pode ter sido encontrada? O vizinho cósmico que mais alimentou a imaginação humana sobre extraterrestres: Marte. Roteiro, produção, pesquisa e narração: Danilo Albergaria Revisão: Mayra Trinca, Livia Mendes e Simone Pallone Entrevistados: Luan Ghezzi e Aline Novais Edição: Carolaine Cabral Músicas: Blue Dot Sessions – Creative Commons Podcast produzido com apoio da Fapesp, por meio da bolsa Mídiaciência, com o projeto Pontes interdisciplinares para a compreensão da vida no Universo: o Núcleo de Apoio à Pesquisa e Inovação em Astrobiologia e o Laboratório de Astrobiologia da USP [VINHETA DE ENCERRAMENTO]
00:00 A mentira que contaram para a nossa geração01:23 Erro 1: O Câncer do Círculo Social (Neurônios-Espelho)03:26 Erro 2: Relacionamento é Estratégia (Amor não paga conta)05:17 Erro 3: Filhos e o Timing Irreversível06:49 Erro 4: O Custo de Oportunidade (Você está no CEP errado?)08:35 Erro 5: A Corrida dos Ratos (O Script da Pobreza)10:41 O Filtro: Como corrigir a rota agora
ISSO 100 mit der letzten Folge vor en Weihnachtstagen! Wie ist die Stimmung so, ist es schon weihnachtlich genug? Was ist das Lieblingsgebäck, welche Filme werden immer geschaut? Wo steht der Weihnachtsbaum oder steht er überhaupt? Die Zeit ist natürlich perfekt um auch mal auf das vergangene Jahr zu blicken. Was waren unsere Top Projekte und haben wir eventuell ein Foto des Jahres, was wir geschossen haben? Natürlich darf keine Folge popkulturell zu kurz kommen, daher haben wir über die Diddy Doku gesprochen und auch unser Spotify Wrapped für euch siziert. ISSO100 alle 2 Wochen überall wo es Podcast gibt! Die kommende Folge gibt es im neuen Jahr direkt am 06.01.Entspannte Feiertage und wir hören uns im neuen Jahr wieder!(00:00:00) Intro, wie ist die Weihnachtsstimmung? (00:05:02) Unsere Top Weihnachtsleckereien.(00:07:46) Wo steht denn der Weihnachtsbaum?(00:10:34) Herr der Ringe oder doch Kevin allein zuhaus? (00:16:07) Der kleine Jahresrückblick(00:21:48) Unsere Top 3 Projekte 2025(00:27:08) Spontane Fotos heben die Kreativität wieder an(00:33:51) Gibt es das Foto des Jahres? (00:40:15) P did it? (00:51:38) Wer hasst hier Weihnachtsmärkte? (00:54:35) Badewannen: Overrated oder nicht? (00:57:19) Ein Hund im Zuuug? (01:06:24) Wrapped: Was ist dein musikalisches Alter? (01:12:24) Die perfekte Musik unter dem Tannenbaum?
Confira a novidade: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/openai-gpt-image-1-5-guerra-ia-googleA "Guerra das IAs" esquentou! Em resposta direta ao avanço do Google, a OpenAI acionou o "Código Vermelho" e lançou o GPT-Image-1.5. Neste vídeo, vamos além do press release oficial para revelar não apenas as novas funcionalidades, mas a mudança de estratégia radical e a arma secreta na interface que eles não anunciaram. Prepare-se para entender por que a era dos "brinquedos" de IA acabou e a era das ferramentas de trabalho indispensáveis começou.Analisamos ponto a ponto o novo lançamento da OpenAI para que você entenda o impacto real dessa atualização:•
O episódio final da série “Produtividade Lenta em Vendas no Agronegócio” aprofunda um dos pontos mais negligenciados das vendas no agro: o pós-venda. Aqui, ele deixa de ser visto como obrigação operacional e passa a ser tratado como estratégia central de crescimento, recompra e lealdade. Cesar Franzon e Marco Lopes mostram que o verdadeiro jogo começa depois do fechamento. É no acompanhamento, na entrega técnica, na capacitação e na comprovação de resultados que o vendedor constrói autoridade e abre espaço para novas vendas. Com exemplos práticos — como o representante que pesa o gado antes e depois da venda — o episódio mostra que dados simples transformam percepção em confiança. O cliente não “sente” resultado, ele precisa ver. A conversa conecta o pós-venda ao conceito de Produtividade Lenta: fazer menos, com mais qualidade e no ritmo certo. Isso exige mudança de mindset, estrutura de processo e preparo técnico e comportamental. O fechamento reforça: quem investe em pós-venda não vende menos — vende melhor, por mais tempo e com menos desgaste. REALIZAÇÃO GRV Agribusiness: https://www.instagram.com/grvagribusiness/Metrika Pecuária Inteligente: https://www.instagram.com/metrika_pecuaria/Produtividade Lenta: https://www.instagram.com/produtividade_lenta/ FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiConvidados: Cesar Franzon e Marco LopesProdução: Agro ResenhaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Você já notou que tem dias que você se sente mais magro? Mais enxuto? E claro, tem outros dias, talvez até a maioria, em que você se sente mais gordo, inchado e volumoso, não é verdade? Isso não é um mero acontecimento do acaso. Tem um porque por trás disso e a boa notícia é que se tem um porque, tem também uma solução, tem formas de se controlar a situação para que você passe a se sentir magro e enxuto 90% do tempo ao invés de só raramente... E a segunda boa notícia é que fazer isso não tem nada a ver com queima de gordura em si necessariamente, mas com uma drástica e rápida redução de volume abdominal geral, uma verdadeira enxugada, que é o que mais faz diferença na aparência rapidamente. Então deixa eu te mostrar agora 3 hábitos pra você copiar pra já ver isso acontecer o quanto antes. ▶️Vídeo Recomendado: -Como Eliminar INCHAÇO, Gases e Desconforto Intestinal (6 Passos) - https://www.youtube.com/watch?v=Qvbp6tbv0qc
A lei Magnitsky foi retirada do juíz Alexandre de Moraes. Qual a razão de isso acontecer agora? O que o governo brasileiro deu em troca? Qual a política de Trump para nosso país?Vou tentar responder essas e outras questões no vídeo de hoje.
No meio desse episódio, eu percebi que o desafio do meu convidado não era o infoproduto em si, mas a maneira como ele vendia.Conversamos sobre algumas estratégias para vender no 1:1, inclusive usando o Whatsapp, que é uma ferramenta muito comum. Se você já sentiu que trabalha muito e vende pouco, esse episódio vai mexer com você. Ouça até o fim.Aproveite a Black do Ladeira:http://vtsd.com.br/quero-bf-ladeira-ep397 Me siga no Instagram:https://bit.ly/Insta-Leandro-LadeiraConheça o canal principal:https://bit.ly/Canal-Metodo-VTSDOuça nosso podcast:https://bit.ly/Podcast-do-Ladeira-no-Spotify
Send us a textNeste episódio especial do podcast, Mariana e Marôla discutem a importância da nutrição neonatal, abordando temas como o crescimento e desenvolvimento de bebês prematuros, a necessidade de acompanhamento rigoroso após a alta da UTI neonatal, a composição nutricional e a fortificação do leite humano, além do impacto da alimentação enteral precoce na saúde dos recém-nascidos. Os estudos enfatizam a importância de intervenções nutricionais adequadas e a necessidade de monitoramento contínuo para garantir o melhor desenvolvimento possível para esses bebês.1. Tamanho e Crescimento Após a Alta da UTIN em Bebês de Extremo Baixo Peso ou Extremamente Prematuros https://publications.aap.org/pediatrics/article-abstract/156/4/e2025071784/203460/Size-and-Growth-After-NICU-Discharge-in-Extremely?redirectedFrom=PDF2. Oferta de Leite Materno da Própria Mãe nas Primeiras 12 Semanas de Vida https://jamanetwork.com/journals/jamanetworkopen/fullarticle/28310123. Tempo até Dieta Enteral Plena e Sepse Tardia em Prematuros Extremos https://jamanetwork.com/journals/jamanetworkopen/fullarticle/2841446?utm_campaign=articlePDF&utm_medium=articlePDFlink&utm_source=articlePDF&utm_content=jamanetworkopen.2025.439404. Crescimento e Nerodesenvolvimento a Longo Prazo de Prematuros Extremos Randomizados para Dieta com LM Fortificado e Enriqecido com Suplemento Protéico https://www.nature.com/articles/s41390-025-04354-wnutrição neonatal, crescimento prematuro, acompanhamento pós-alta, alimentação enteral, fortificação do leite, sepsis neonatal, neurodesenvolvimento Não esqueça: você pode ter acesso aos artigos do nosso Journal Club no nosso site: https://www.the-incubator.org/podcast-1 Lembrando que o Podcast está no Instagram, @incubadora.podcast, onde a gente posta as figuras e tabelas de alguns artigos. Se estiver gostando do nosso Podcast, por favor dedique um pouquinho do seu tempo para deixar sua avaliação no seu aplicativo favorito e compartilhe com seus colegas. Isso é importante para a gente poder continuar produzindo os episódios. O nosso objetivo é democratizar a informação. Se quiser entrar em contato, nos mandar sugestões, comentários, críticas e elogios, manda um e-mail pra gente: incubadora@the-incubator.org
Como duas empresas australianas desconhecidas estão atropelando passos importantes em processos de licenciamento ambiental para lucrar bilhões com a mineração de terras raras no sul de Minas Gerais.Caldas e Poços de Caldas, duas cidades do sul de Minas, se tornaram centrais numa das maiores disputas geopolíticas da atualidade. Isso se deve à alta concentração de minerais de terras raras ali. Especialistas chamam a reserva de "unicórnio da mineração". Ela é tão grande que poderia suprir 20% da demanda mundial.Os minerais de terras raras hoje estão entre os recursos mais valiosos do mundo por serem essenciais na produção de imãs, componentes básicos de dois itens de extrema importância no mundo atual: motores elétricos - vitais na tentativa global de diminuir o uso de combustíveis fósseis - e armas de guerra.O Brasil tem a segunda maior reserva de terras raras do mundo, ficando trás só da China, que está numa guerra tarifária com os EUA. Nesse episódio nos fomos a Minas Gerais para acompanhar as movimentações de um grupo de moradores que resolveu se opor aos projetos de mineração nas cidades onde eles vivem.Mergulhe mais fundoDa objetividade do risco à subjetividade da sua percepção: dimensões do risco socioambiental no Jardim Kennedy em Poços de Caldas, MGEpisódios relacionados#13: Brumadinho em dois atos#108: Salve o planeta, pergunte-me como#147: Um data center incomoda muita genteEntrevistados do episódioDaniel TygelMestre em física, ex-vereador e candidato a prefeito de Caldas pelo Partido dos Trabalhadores (PT).Nathália FranciscoArquiteta e urbanista. Pesquisadora do Núcleo de Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).Mariano Laio de OliveiraChefe da Divisão de Minerais Críticos e Estratégicos da Agencia Nacional de Mineração (ANM).Wagner FaninEletricista e técnico ambiental.Ademilson Kariri e Cariusa KiririLideranças do povo Kiriri em Caldas.Rogério CorreiaProfessor e deputado federal de Minas Gerais pelo Partido dos Trabalhadores (PT-MG).Ficha técnicaEdição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini
Eu ajudei o Oscar aqui a derreter 30kg de gordura do seu corpo, atingir seu peso ideal e renovar sua saúde de dentro pra fora de uma forma inteiramente natural e tudo que ele fez foi seguir um plano simples de 4 etapas focado em reprogramar o corpo metabolicamente para queima de gordura através de mudanças alimentares estratégicas que visam turbinar a capacidade do corpo de produzir energia. Isso levou ele a eliminar gordura constantemente ao longo do tempo e agora eu vou mostrar pra você quais são exatamente estas 4 etapas e o que fazer em cada uma caso você queira tentar em você mesmo o quanto antes e ainda: Vou te dar vários exemplos de alimentos para retirar e adicionar e outras dicas que você não costuma ouvir por aí mas que podem fazer toda diferença.. Ah, e detalhe, a esposa dele seguiu estas mesmas 4 etapas junto com ele e adivinha: ela também atingiu seu peso ideal e acredite: NO MESMO DIA que ele, eliminando 15kg de gordura. Bom demais Então deixe-me te mostrar tudo agora…