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I mean, just keep staying stupid, all you felonious felons and crime-y criminals. Today's we're tracking a woman known as the "Diamond Diva" across several states in the South as she casually walks in and robs jewelry stores... which absolutely no attempt to disguise herself at all! Yeesh! This is another great series from executive producer Octavia Spencer - can she just be in charge of making all true crime documentaries from now on?Find and watch "The Diamond Diva" on HBO MaxLOOKING FOR MORE TCO? On our Patreon feed, you'll find over 400 FULL AD-FREE BONUS episodes to BINGE RIGHT NOW, including our episode-by-episode coverage of popular documentary series like Love Has Won: The Cult of Mother God, LulaRich, and The Curious Case of Natalia Grace; classics like The Jinx, Making A Murderer, and The Staircase; and well-known cases like The Menendez Murders, Casey Anthony: American Murder Mystery, and The Disappearance of Madeleine McCann, and so many more!Episode Sponsors: The Absorption Company - Start taking supplements your body can actually absorb. Go to www.absorbmore.com and enter TCO at check out for up to 35% off your first order DraftKings Casino - New players, download the DraftKings Casino app and use code TCO Fora - It's time you turn your passion for travel into a business with Fora. Become a Fora Advisor today at www.Foratravel.com/TCO Hers - Whether you want to lose weight, grow thicker, fuller hair, or find relief for anxiety, Hers has you covered. Visit www.forhers.com/TCO to get a personalized, affordable plan that gets you. WE'RE ON YOUTUBE - Want to view the episodes and not just listen? Check our new video feed to see full video episodes starting today. CLICK HERE TO WATCH AND SUBSCRIBE!Join the TCO Community! Follow True Crime Obsessed on Instagram and TikTok, and join us on Facebook at the True Crime Obsessed Podcast Discussion Group! AND INTRODUCING THE NEW TCO DISCORD CHANNEL AS WELL!!!
A Série B chegou à 25ª rodada com mudança pesada no topo da tabela. Fred Figueiroa, Cassio Zirpoli, Lucas Liausu e Hathos Rildo analisam o novo cenário da competição: o Criciúma saiu do G-2, o Vila Nova assumiu a vice-liderança, o Juventude segue líder, o CRB voltou ao G-6 e o Sport perdeu força depois […]
Sob olhares de Ancelotti, João Pedro dá show e Chelsea segue 100%. Com dois de Haaland e de Cherki, City vence e convence. E o Bruno Fernandes? Man United ganha a primeira com hat-trick e assistência do craque português. Arsenal continua fazendo valer o favoritismo para o título, Liverpool ainda sem vitórias, Tottenham na última colocação. Fora as movimentações do mercado! Episódio cheeeeeio… vem com a gente! 00:00 - Abertura no Emirates! 04:30 - Chelsea e o show do João Pedro 19:00 - Estêvão tem futuro no Chelsea? 21:30 - Man United e o incrível Bruno Fernandes 29:15 - Liverpool preocupa? 37:20 - A placa da discórdia 42:45 - Man City chegou! 52:55 - Passada por todos os jogos e resultados 01:01:50 - E o torcedor do Tottenham segue sofrendo… 01:06:15 - A versão do Richarlison 01:15:50 - Arsenal segue vencendo Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Análise pós-jogo da partida entre Atlético-MG x Vitória, válida pela 25ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro 2026. Vem com a turma! Diante de um Atlético totalmente reserva, o Vitória mais uma vez desempenhou um futebol fraco e sem criatividade jogando longe dos seus domínios. A derrota coloca em xeque o trabalho de Jair […]
Jorge Fernandes responde sobre se as universidades devem continuar a oferecer cursos em que o mercado está saturado e se deve haver primárias abertas nos partidos para escolher líderes e candidatos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
It is a big step and it can lead to a stronger and more durable realtionship or reveal fundamental issues. In this episode, Alvean and Doug discuss the pitfalls and blessings of living together as a step in the progression of a loving relationship. Fora a complete transcript, click here: 63-Moving In Together
O Sport tropeçou em um confronto direto na briga pelo acesso. Fora de casa, no estádio Jorge Ismael de Biasi, o Leão perdeu por 2 x 1 para o Novorizontino, pela 25ª rodada da Série B. O Tigre do Vale fez um gol em cada tempo, com Rômulo e Matheus Bianqui, enquanto Perotti diminuiu para […]
Esta semana há naipes para a PSU, para o TC, para leis por regulamentar e para a regulamentação das redes sociais. Na jogada da semana, voltamos à sustentabilidade da Segurança Social.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Fora de casa, o Corinthians é derrotado para o Coritiba, por 2 a 1, e cai para a décima colocação na tabela. Nesta edição do podcast, Yago Rudá e Careca Bertaglia debatem os rumos do Timão no Campeonato Brasileiro, a classificação sofrida na Conmebol Libertadores e a sequência da equipe na temporada. Poupar ou mandar força máxima a campo no clássico contra o Santos? Dá o play!
Logo no início deste programa da Escola do Amor Responde, o professor Renato Cardoso desmistificou com os alunos um mito: “aquela pessoa me completa”. Ele explicou amplamente sobre o assunto e, nesse sentido, compartilhou uma pergunta de uma aluna.Ela contou estar envolvida com um rapaz de quem gosta muito, mas que tem alguns receios. A aluna salientou o fato de ele aparentar ser mulherengo e a possibilidade de ele ter uma filha. Fora isso, ela compartilhou que vai à casa dele, porém, em contrapartida, ele não vai à dela. A aluna disse que não sabe o que fazer, não consegue ficar longe dele e está insegura com a situação.Superação do passadoEm seguida, outra aluna, Juliana, disse que está passando por uma dificuldade. O marido não fica em casa. Ele trabalha como motoboy, sai do serviço à noite e, em vez de ir para casa, fica pela rua e só volta de madrugada. Inclusive, uma vez, chegou às 6h da manhã. Ele a culpa pelo fato de, há três anos, ter visto uma mensagem no celular dela que não o agradou. Eles chegaram a terminar, mas reataram. Essa não foi a única vez que eles romperam. Certa vez, ele a traiu com uma pessoa da rua, e terminaram também.A aluna sugeriu que eles terminassem, mas ele não aceita. Ela está desempregada e tem uma filha de quatro anos. Apesar de ele jogar na cara dela o que ela fez no passado, ela gosta dele e não menciona o que ele fez também.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
O Palmeiras venceu o Cerro Porteño por 1 a 0 na última quarta-feira, em Assunção, e garantiu classificação para as quartas de final da Libertadores. A volta ao caminho das vitórias aliviou o clube dentro e fora dos gramados, com a premiação servindo para compor as finanças em momento atípico, diante da estratégia de manutenção do elenco, que será colocada a prova nas próximas semanas. Camila Alves e Guilherme Xavier debatem a atuação alviverde na Nueva Olla, o interesse do Manchester City em Allan e a sequência da temporada. Dá o play!
Eva contatou os professores com um pedido de ajuda para resgatar o casamento. Ela compartilhou que o esposo a traiu há quatro anos, por sete meses. Quando a aluna descobriu, o companheiro e a amante terminaram, e ela acabou continuando com ele, pois ele prometeu que não cometeria o mesmo erro novamente. Porém, Eva descobriu que o marido está viciado em sites pornográficos. A aluna perguntou o que fazer.Um desabafoAinda neste programa, Aline contou que está ficando com um rapaz e, a princípio, os dois não pretendiam se envolver emocionalmente, ou seja, só teriam relações sexuais e nada mais. Porém, ela acabou gostando dele. Ele some do nada, e ela não sabe o que fazer. Aline não quer pressioná-lo, até porque, segundo a aluna, os dois só estão ficando, e ela não quer nada sério com ele agora. Fora isso, ela comentou que ele é mulherengo.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
No 3 em 1 desta segunda-feira (17), o destaque foi que os candidatos ao Palácio do Planalto deram o pontapé inicial nas campanhas no último domingo (16). Os presidenciáveis apostaram em locais simbólicos para reunirem seus eleitorados. O atual presidente Lula (PT) iniciou sua campanha em São Bernardo do Campo, na região metropolitana da capital paulista, e o senador Flávio Bolsonaro (PL) discursou em Copacabana, reduto eleitoral do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Reportagem: Bruno Pinheiro. O ex-governador de Goiás e candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) iniciou sua campanha participando de uma carreata por cidades do interior de Goiás. Neste pontapé inicial, Caiado focou no tema da segurança pública e se vendeu como uma terceira via. Reportagem: Misael Mainetti. O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) iniciou a campanha na cidade de Montes Claros e defendeu a pauta da Segurança Pública. Renan Santos (Missão) iniciou a campanha reunindo apoiadores em frente à Faculdade de Direito da USP em São Paulo, também focando na segurança pública. O cessar fogo entre Estados Unidos e Irã chegou ao fim nesta segunda-feira (17). A data também marca o prazo previsto no memorando de entendimento firmado em junho para os países chegarem a um acordo de paz. Apesar disso, as tensões entre os países continuam. Reportagem: Elizeu Caetano. O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) cancelou a agenda de campanha na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Flávio iria discursar e participar de uma motociata com apoiadores. A cidade de Juiz de Fora foi marcada pelo atentado contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2018. Reportagem: Rodrigo Costa. O Presidente Lula (PT) e o Presidente do Senado Federal Davi Alcolumbre (União) realizaram o primeiro encontro público após a reaproximação que marcou o fim do período de atritos entre os dois. Os líderes viajaram juntos ao Amapá, estado do senador Davi Alcolumbre, para visitarem o navio sonda da Petrobrás, que auxilia as pesquisas da empresa sobre a presença de petróleo na Foz do Rio Amazonas. Reportagem: Beatriz Souza. O governo norte-americano discutiu a possibilidade da aplicação de novas sanções ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. A possível imposição ocorre frente à investigação aberta pelo ministro contra Raimundo Cutrim, apontado como fonte do jornalista Luís Pablo. Reportagem: Matheus Dias. Uma pesquisa da BTG/Nexus trouxe as intenções de voto do eleitorado para os presidenciáveis. A pesquisa aponta um cenário de empate técnico no segundo turno entre o atual presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) com o petista liderando com diferença de três pontos percentuais. O cenário eleitoral para o governo de Pernambuco está dividido. Uma pesquisa da Real Time Big Data apontou que os candidatos Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) empatam nas intenções de votos tanto no primeiro quanto no segundo turno. O Ministro da Fazenda Dario Durigan defendeu a política fiscal do governo Lula. Durigan afirmou que o governo já incutiu travas no aumento dos gastos obrigatórios, o que irá trazer alívio nas despesas federais. O Grupo Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial para renegociar dívida de R$ 17,3 bilhões. O grupo já demitiu mais de 3 mil colaboradores e pode fechar trezentas lojas físicas. Segundo o grupo, a dívida é proveniente dos elevados investimentos em tecnologia e aos impactos da pandemia. Reportagem: Misael Mainetti. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Neste domingo (16), nossos comentaristas repercutiram todos os jogos que movimentaram a rodada do Brasileirão, com destaque para as vitórias do Santos sobre o Vasco no Rio, do Cruzeiro sobre o Corinthians em São Paulo e do Flamengo sobre o Mirassol no interior paulista. Vem com a gente! Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
No Fora do Baralho especial ouvintes, Nuno Garoupa responde a perguntas sobre o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), os erros cometidos e o que se espera quando terminar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Luís Aguiar-Conraria, Nuno Garoupa, Susana Peralta e a ás convidada Vera Gouveia Barros discutem o estado da economia portuguesa, as expectativas vs. realidade e as promessas feitas pela AD.See omnystudio.com/listener for privacy information.
What if the trip you thought was impossible was simply waiting for the right access? For many disabled travelers, dreaming about a destination comes with an immediate second thought: But can I actually go there? In Episode 154 of Pushing Forward with Alycia, Alycia Anderson sits down with Karen Morales, luxury travel advisor, speaker, wheelchair user, disability travel advocate, and leader within Fora Travel's accessibility initiative, for a conversation that may completely change the way you think about accessible travel. Karen lives with limb girdle muscular dystrophy and began using a wheelchair full time in 2020. But losing mobility did not mean losing her identity as a traveler. Instead, it pushed her to rethink what independence, adventure, and possibility could look like. And she went exploring. Japan. Morocco. Sicily. Costa Rica. France. Canada. Africa. Karen discovered that some of the destinations disabled travelers assume will be impossible can deliver extraordinary experiences when the right people, information, creativity, and hospitality come together. Her work is also proving something the travel industry cannot ignore. Fora's accessibility initiative has been associated with $75 million in accessible travel sales, showing that accessible hospitality is not merely about regulations or checking an ADA box. It represents a significant and underserved business opportunity. Karen's philosophy is refreshingly simple: Travel is travel. Hospitality is hospitality. Whether someone needs a roll in shower, a specific bed height, allergy accommodations, a medical refrigerator, sensory support, a service animal accommodation, or simply a different pillow, great hospitality begins by understanding what that traveler needs before they arrive. This conversation goes far beyond accessible hotel rooms. Alycia and Karen talk about accepting mobility devices, reclaiming independence, traveling with progressive disability, universal design, raising expectations, the power of lived experience, and why disabled people should not have to beg to participate in life's most beautiful experiences. And Karen leaves us with one invitation: Stop assuming the world is closed to you before you explore what might actually be possible.
A Copa do Mundo Feminina 2027, que será realizada no Brasil, deve contar com o mesmo padrão tecnológico adotado no Mundial masculino. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Gal Barradas, diretora executiva de Negócios e Marketing da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027, explicou que a tecnologia estará presente não apenas naquilo que o torcedor vê durante os jogos, mas também nos bastidores e na experiência do público. Entre os exemplos estão recursos para facilitar a compra e transferência de ingressos, o FIFA ID e a integração da jornada dos torcedores. A conversa também passa pelo crescimento do futebol feminino, pelas oportunidades de trabalho criadas pelo esporte e pelo interesse de empresas e patrocinadores nesse mercado. A entrevista foi gravada no Studio Summit, parceria entre o Canaltech e o Grupo Mulheres do Brasil durante o Summit Mulheres nas Profissões. Você também vai conferir: Apple pode lançar seis novos iPhones ainda em 2026, SUS vai levar dados de saúde para uma nuvem nacional e Manus se separa da Meta e vai apagar dados de usuários. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira, Bruno de Blasi e Viviane França. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (13/08/2026): Projeto que tira mais despesas do teto de gastos do arcabouço fiscal, em 2026, foi aprovado pela Câmara e pelo Senado. O texto – que tratava de preços de combustíveis, mas recebeu uma série de “jabutis” – aciona gatilhos de contenção de despesas para o governo conseguir fechar o projeto de Orçamento de 2027. A proposta precisa ser enviada ao Congresso até o dia 31. A gestão Lula calcula que as medidas de ajuste vão economizar R$ 10 bilhões no Orçamento do ano que vem. Por outro lado, o texto libera R$ 5,5 bilhões de gastos fora do teto em 2026, sendo R$ 2,5 bilhões para Defesa e R$ 3 bilhões para saúde e educação. Benefícios fiscais foram ampliados para setores como fertilizantes, etanol e até para a realização da Copa do Mundo Feminina de Futebol, em 2027, no Brasil. Política: Ministros do STF mandam que juízes de 7 TJs devolvam penduricalhos Economia: Em gravação, juiz sugere a herdeiros venda do Banco Santos ao Master Internacional: Trump diz controlar Ormuz; países do Golfo investem em alternativas Metrópole: Agência de proteção de dados manda Discord suspender lives após suicídio Metrópole: Sol se esconde de quase 1 bilhão de terráqueosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Lena, de 50 anos, disse que, durante 16 anos, viveu com o pai do filho dela. Eles resolveram morar juntos ainda muito novos. Com o passar do tempo, ele passou a se envolver com drogas e bebidas, chegando ao ponto de agredi-la fisicamente e traí-la. Fora isso, a amante também a agrediu. Após a separação, Lena não conseguiu se envolver com mais ninguém. Há 10 anos, eles não estão mais juntos e, durante esse período, só aparecem pessoas comprometidas e enroladas.Lena fica na dúvida se essa seria uma praga de mãe, pois, por várias vezes, ela diz que elas não nasceram para serem casadas, ter casa e família. Após assistir aos programas do Casal Blindado, Lena passou a enxergar os próprios erros e tem procurado mudar. A aluna pontuou outras coisas, inclusive que se sente sozinha.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (12): As equipes de resgate continuam trabalhando sem parar em busca de sobreviventes no sudoeste da Colômbia após o forte terremoto de magnitude 7,4 que atingiu o oeste do país no último domingo (10). O número de mortos já passa de 250, enquanto os trabalhos de busca continuam nas áreas atingidas. Marina Silva e Simone Tebet participaram do debate “Cultura Paulista em Diálogo” com representantes do setor artístico e cultural no Teatro Oficina, localizado na região central de São Paulo, nesta terça-feira (11). O evento integrou a agenda das candidatas ao Senado por São Paulo, Marina pela Rede e Tebet pelo PSB, ao lado de Fernando Haddad (PT), candidato ao Governo do Estado. O grupo ouviu reivindicações de entidades culturais paulistas, como o SATED/SP e a Cooperativa Paulista de Teatro. O Congresso Nacional convocou para quarta-feira (12) a sessão para instalar a comissão mista que vai analisar a medida provisória que acaba com o imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “Taxa das Blusinhas”. Editada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 12 de maio, a MP perderá a validade caso não seja aprovada até 24 de setembro. Se isso acontecer, a tributação de 20% será retomada. O agendamento da instalação da comissão mista é visto como um gesto do presidente do Senado Federal e do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), ao governo federal. Reportagem: Thaís Sprovieri. A Polícia Federal cumpriu nesta terça-feira (11) mandados de busca e apreensão contra o ex-secretário do Maranhão Raimundo Cutrim e um advogado, em operação autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. A ação é um desdobramento da investigação contra o jornalista Luis Pablo, acusado de perseguir o ministro Flávio Dino. Segundo a PF, Cutrim teria utilizado seu cargo público para acessar sistemas controlados e obter dados e imagens de veículos funcionais de Dino, que posteriormente foram divulgados pelo jornalista. Reportagem: Marco Viana. Lula e Flávio Bolsonaro visitam Minas Gerais nos próximos dias para lançar as campanhas de seus candidatos ao governo estadual, Patrus Ananias (PT) e Flávio Roscoe (PL). Flávio Bolsonaro terá duas agendas na segunda-feira (17), em Juiz de Fora e Belo Horizonte, onde participará do lançamento de Roscoe. Esta será sua primeira visita ao estado desde que o PL decidiu apoiar Roscoe, após desistir de aguardar uma definição do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos). Lula estará em Belo Horizonte no dia 21 de agosto para o lançamento da campanha de Patrus Ananias, em local ainda não definido. Reportagem: Rodrigo Costa. A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta terça-feira (11) que recebeu do Discord uma proposta para reforçar a proteção de usuários, especialmente crianças e adolescentes. O documento foi entregue após reuniões com representantes da empresa, do Ministério da Justiça e da ANPD. As negociações começaram após um relatório apontar falhas nos mecanismos de verificação de idade e proteção de menores na plataforma. A AGU cobrou medidas efetivas para cumprir a legislação brasileira, incluindo verificação etária e prevenção de riscos. Reportagem: Marco Viana. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No Bate-Pronto desta quarta-feira (12), a Libertadores promete um grande duelo nesta quarta-feira: Cruzeiro e Flamengo se enfrentam em um jogão que pode ser decisivo para os dois clubes na competição. O programa faz o esquenta para a partida, analisa os momentos de Raposa e Rubro-Negro e debate as principais expectativas para o confronto. Além disso, o Corinthians vive uma mudança importante no elenco: Memphis Depay não renovou contrato e não é mais jogador do Timão. A equipe repercute a saída do atacante, os motivos da decisão e os próximos passos do clube no mercado da bola. Informação, opinião e os principais assuntos do futebol brasileiro.
Quin paper tenen les actuacions fora de Sitges en el dia a dia de les colles de balls populars? Quins son els criteris per a aprovar-les o descartar-les? Quin paper hi té en tot plegat el consell del patrimoni festiu? A partir de preguntes com aquestes es desgranà el debat 'Promoció o prostitució de la Festa? Protocol, atracció turística i coherència' que posà sobre la taula el difícil equilibri entre la necessitat de les colles per aconseguir recursos, i acceptar o descartar propostes que puguin contradir una determinada concepció d'on es pot exhibir, o no, el patrimoni de la nostra Festa Major. Però la xerrada també va deixar clar que l'actual protocol s'ha de sacsejar en alguns aspectes perquè la Festa està canviant, i que el pressupost i els recursos que l'Ajuntament hi destina no responen a la realitat del que es veu i es viu al carrer, perquè la voluntat de colles i entitats fa la resta. Escoltareu: Dani Martinez, regidor de turisme, Jordi Bertran, gestor cultural i professor de la universitat Rovira i Virgili, Laura Cosialls, vocal de l'ABPS i Xavi Guerrero, representant de la colla vella de diables. Tots plegats moderats per Irene Martinez. L'entrada De quan les actuacions fora són absolutament necessàries. Promoció o prostitució de la festa? La xerrada de FM a La Gralla ha aparegut primer a Radio Maricel.
Nesse episódio, Bruno Carvalho, Edu Aurrai e Felipe Mesquita falam sobre os impactos do mais recente período de indisponibilidade da Playstation Network e da XBOX Live, que deixou milhares de usuários sem diversos serviços online por horas; as unidades incomuns do Nintendinho encontradas em um motel no Japão; os desdobramentos milionários da aquisição da EA (Electronic Arts); e mais. Duração: 109 min Comentados: Vídeos: Croc 2 Kingdom of the Gobbos Trailer Street Fighter | Blanka vs. Ryu Special Look (2026 Movie) – Jason Momoa, Andrew Koji Música da Semana: OC ReMix #2627: Street Fighter II ‘Blanka in Brasil’ [Blanka Stage] by AlanGee15
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Felipe Bohn, especialista em copywriting e funis de venda que fatura R$18 milhões em pouco mais de um ano vendendo infoprodutos para o mercado europeu, sem nunca ter vendido no Brasil.Felipe competiu boxe pela seleção brasileira e disputou o pan-americano, morando em alojamento da Polícia Militar em Balneário Camboriú. Desde os 15 anos fazia segurança armada em baladas ao lado de policiais para complementar a bolsa atleta. Fez faculdade de Direito e parou depois de três semestres.Para conseguir o primeiro capital, vendeu um consórcio no qual já tinha pago R$14 mil por apenas R$7 mil, metade do valor. Decidiu vender para fora do Brasil, em dólar ou euro, porque a barreira de entrada era menor e a inteligência artificial já permitia criar vídeos de vendas com avatares sem precisar aparecer.Hoje, aos 23 anos, comanda uma operação enxuta que lança entre 120 e 140 anúncios por semana. Usa inteligência artificial para cortar 40% do time de copywriting, documentar processos internos e acompanhar o faturamento diário da empresa, gastando apenas R$1 mil por mês com ferramentas de IA. Também abriu um braço de coprodução com experts brasileiros e uma marca própria de creatina nos Estados Unidos, e defende que não migrar para o mercado de nutracêuticos foi uma das melhores decisões que já tomou.No Kiwicast, ele falou sobre:- Por que decidiu vender infoproduto pra Europa em vez do Brasil- A diferença real entre operar no mercado brasileiro e no mercado em euro- Como mantém uma oferta vendendo por meses em escala, sem queimar em semanas- Como usar IA pra criar mais de 120 anúncios por semana- Por que acha que expert não deveria tentar ser empresário e operador ao mesmo tempoAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
O Vitória voltou a tropeçar como visitante na Série A. No Maracanã, o Leão da Barra foi derrotado pelo Flamengo por 2 a 0, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro, em um jogo de domínio rubro-negro carioca desde os primeiros minutos. O Flamengo abriu o placar aos 13 minutos, com um belo gol de Erick […]
Tanya 27 av Cap 8 Parte 3 -A metáfora da semente que germina,produzindo múltiplos frutos
Perdeu a resenha ao vivo? É só dar o play aqui no Spotify. ⚽De segunda a sexta, às 11h no ar na Rádio Atlântida, com transmissão ao vivo em www.youtube.com/@atlantida_tv O Bola nas Costas: corneta e futebol sem enrolação quando e onde você quiser.Acompanhe os principais assuntos do mundo da bola com muito humor, opinião e informação junto da galera.
Neste episódio, Paulo, Thiago, Domica, Arthur e Vivacqua falam de He-Man, Mestres do Universo (2026), 1987, desenhos animados, anos 80, brinquedos, bonecos, action figures, Hot Wheels, Matchbox, Gi Joe, Comandos em Ação, Falcon, Morbius, Esqueleto, Jared Leto, Moebius, Orko, Gorpo, filmes da Cannon, Dolph Lundgreen, Meg Foster, Maligna, Fisto, She-Ha, Idris Elba, Morena Baccarin, Panthor, Os Impossíveis, Os Jetsons, Os Flintstones, Space Ghost, Hannah Barbera, Corrida Maluca, The Great Race, Superamigos, Caverna do Dragão, D&D, Turboman, Tutubarão, Tutu de Minas, Papai Não Sabe Nada, Silverhawks, Samurai Jack, Nickelodeon
Date com Teresa, instinto proteção, piers - Fora da Lei #304
O Sport voltou a vencer na Série B. Fora de casa, no Estádio OBA, o Leão bateu o Vila Nova por 1 a 0, pela 21ª rodada, e encerrou uma sequência de nove jogos sem vitória na competição. O gol da partida foi marcado por Chrystian Barletta, em uma grande jogada individual ainda no primeiro […]
Nesta edição do podcast Em Foco, nós analisamos "Ela Quer Tudo" (She's Gotta Have It, 1986), primeiro longa-metragem de Spike Lee ("Faça a Coisa Certa", "Infiltrado na Klan"). Este episódio especial celebra os 40 anos de lançamento do filme e traz uma entrevista exclusiva com o próprio Spike Lee. Selecionado para a Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes e premiado no Independent Spirit Awards, "Ela Quer Tudo" tem como protagonista Nola Darling, uma artista independente do Brooklyn, em Nova York, que se mantém fiel a si mesma e recusa as regras tradicionais da sociedade ao se relacionar com três homens ao mesmo tempo. Ela é interpretada por Tracy Camilla Johns e seus namorados são vividos por Tommy Redmond Hicks, John Canada Terrell e Spike Lee. Uma das estreias mais impressionantes de diretores de todos os tempos, "Ela Quer Tudo" chama a atenção pela discussão feminista sobre liberdade sexual e pela representação de personagens negros fora de estereótipos de violência e miséria. Ao mesmo tempo, é um filme bem-humorado e um deleite para os olhos e ouvidos, com Spike Lee esbanjando estilo na construção de sequências inventivas e de uma narrativa envolvente e moderna (com referências que vão de "Rashomon" a "O Mágico de Oz"), embalada pela trilha sonora de jazz composta pelo lendário músico Bill Lee, pai do cineasta. Confira abaixo a minutagem dos quadros e capítulos do podcast: 00:00:00 - Introdução 00:04:19 - Grande Angular: conheça a equipe por trás de “Ela Quer Tudo” 00:12:23 - Close-Up: saiba detalhes e curiosidades sobre a realização do filme 00:19:22 - Entrevista exclusiva com Spike Lee 00:23:45 - Ponto de Vista: nossa análise do filme 00:57:12 - Zoom: nossas cenas favoritas comentadas 01:02:49 - Fora de Quadro: a série "Ela Quer Tudo" que Spike Lee dirigiu para a Netflix - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Tradução da entrevista com Spike Lee: Cinematório: “Luta de Classes” começa em um tom mais dramático até chegarmos a Denzel e Jeffrey indo atrás do sequestrador. Há tensão naquela primeira metade é claro, mas eu tive a impressão de que você quis tentar algo diferente ali, indo mais fundo no drama. Essa era a sua intenção? Spike Lee: Bem, eu não sei se posso dizer realmente que... Quero dizer, a minha intenção é sempre contar a melhor história que eu posso. E mesmo na fonte original, o filme de Akira Kurosawa, “Céu e Inferno”, as coisas realmente não começam a ficar movimentadas até o dinheiro ser pago. Digo, o dinheiro do resgate. E neste filme são $17,5 milhões de francos suíços. Então, você tem que reservar um tempo para estabelecer isso. E uma vez que está estabelecido, é quando Denzel, o personagem que ele interpreta, deixa sua cobertura e vai para o metrô. Então, eles descem lá e é aí que o filme realmente decola. Então, nós sabíamos que para chegar ali teríamos que estabelecer as bases primeiro. Cinematório: Com certeza. E já que a primeira adaptação do livro de Evan Hunter foi feita por Kurosawa, eu gostaria de saber como Kurosawa inspirou você como cineasta? Spike Lee: Minha inspiração como cineasta veio de, grande parte, do meu primeiro ano estudando na Escola de Cinema de Nova York, onde Ernest Dickerson, meu diretor de fotografia de longa data, e Ang Lee éramos colegas de sala. Foi lá que eu realmente fui apresentado ao cinema mundial. E a premissa de “Rashomon” eu usei no meu primeiro longa-metragem, “Ela Quer Tudo”. E como você pode ver, esta foto [aponta para a parede] foi autografada pelo mestre. Então, na sala de edição, imagino que ele está sempre olhando por cima do meu ombro! [risos] E eu perguntaria pra ele: “Como estamos indo, senhor? Como estamos? Está ficando bom?” E ele me daria o polegar para cima! [risos] Cinematório: Maravilhoso! E você poderia falar sobre a música? Tanto a música escrita e cantada por Ayanna, que é linda, e a música composta por Howard Drossin, que me pareceu tão épica para um drama tão pessoal. Spike Lee: Bem, a música é uma das ferramentas mais importantes que tenho na minha caixa. Para melhor ou pior, dependendo de quem são as pessoas, para mim a música é tão importante quanto a fotografia, a montagem, a direção de arte, o figurino. É uma ótima ferramenta se você usá-la corretamente. E para mim nunca foi apenas sobre fazer uso da música como se fosse uma jukebox onde você pega um monte de músicas de sucesso e põe para tocar, a menos que seja talvez em um filme de época. Um filme que se passe em uma determinada época. Mas eu amo música. E eu conheço o poder da música. Porque eu sei, veja bem, o público no cinema não sabe como uma cena fica sem a música e depois com a música... E eu sei o que estou fazendo sem a música. É uma ferramenta, da mesma forma que as outras que eu mencionei, fotografia, montagem... É uma ferramenta para contar a sua história. -- O podcast Em Foco é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório. Aqui você ouve debates e análises de filmes, sejam eles clássicos, grandes sucessos de bilheteria e de crítica, produções que marcaram época ou que foram redescobertas com o passar dos anos, não importa o país de origem. Além disso, você revisita conosco a filmografia de cineastas que deixaram sua assinatura na história do cinema. Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br Este episódio contém trechos meramente ilustrativos da trilha sonora de "Ela Quer Tudo", composição de Bill Lee. Todos os direitos reservados aos artistas.
Hay momentos en la historia de la humanidad en los que no cambia el mundo... cambia la frecuencia desde la que lo experimentamos. En este episodio nos clavamos en una idea que ha transformado por completo mi forma de ver la realidad: la Tierra no se está dividiendo físicamente, sino a través de la conciencia. Hablamos de qué significa realmente vivir desde una frecuencia 3D o 5D, por qué esta transición ya está sucediendo y cómo cada decisión, pensamiento y emoción que eliges todos los días determina la realidad que empiezas a habitar.También exploramos por qué tu propósito no es algo que tienes que encontrar, sino algo que recuerdas cuando empiezas a hacer lo que verdaderamente amas; cómo imaginar una nueva realidad es el primer paso para poder crearla; y por qué este momento histórico puede ser uno de los mayores privilegios que nuestras almas eligieron experimentar. Si últimamente sientes que algo dentro de ti ya no encaja con la vieja forma de vivir, este episodio probablemente te ayude a ponerle palabras a eso que ya sabes en el corazón.
À frente do Madê e do Paru, em Santos, do Benedita, em Fernando de Noronha, e do Deus Ex Machina, em São Paulo, ele relembra a infância entre o pai mergulhador e brigão e o tio gay que o ensinou ‘a ser homem', a morte do irmão num salto de base jump, a virada lavando louça na Nova Zelândia e a filosofia por trás de uma cozinha construída com os peixes que os restaurantes normalmente rejeitam
Rodolfo Borges, Ricardo Kertzman e Wilson Lima analisam o encontro reservado entre o presidente Lula, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e os ministros do STF Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin, realizado à noite e fora da agenda oficial na casa de Moraes.Por que a única palavra dita por Alcolumbre sobre a reunião foi "segredo"? O time do Meio-Dia em Brasília discute a distância prudente entre os Poderes, o silêncio de parte da imprensa e o contexto das investigações sobre Lulinha que tornam esse encontro ainda mais problemático.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Spotify #ApplePodcasts #AmazonMusic #TuneInRádio #PapoAntagonista #PolíticaBrasileira #BastidoresDoPoder #economia #jornalismo #Politica #Lula #Alcolumbre #AlexandreDeMoraes #BastidoresDaPolitica #Noticias #Brasil #STF #Senado #NoticiasDoDia #Atualidades #Urgente
Confira no Morning Show desta quarta-feira (05): A greve dos funcionários da CPTM iniciada nesta terça-feira (04) entra em seu segundo dia com paralisação parcial das linhas 11 - Coral, 12 - Safira e 13 - Jade. Os grevistas reivindicam garantias trabalhistas e a reversão da concessão das linhas para a iniciativa privada. Segundo a pesquisa eleitoral Genial/Quest divulgada nesta quarta-feira (05), o presidente Lula (PT) lidera as intenções de voto no primeiro turno com 39, seguido por Flávio Bolsonaro (PL) com 30%, Renan Santos (Missão) com 4% e Ronaldo Caiado (PSD) também com 4%. 44% dos entrevistados também afirmaram temer a volta da família Bolsonaro ao poder, enquanto 41% temem a continuidade do governo Lula. O deputado federal Alfredo Gaspar (PL - AL) foi anunciado como vice de Flávio Bolsonaro (PL - RJ) na chapa que concorre à Presidência e Vice-Presidência da República pelo Partido Liberal. O anúncio ocorreu nesta quarta-feira (05) às 11h em Brasília e foi transmitido ao vivo pelas redes sociais do pré-candidato. O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) teve o seu pedido para voltar a ser candidato ao governo de Minas Gerais negado pelo presidente do Republicanos, Marcos Pereira (Republicanos). O senador era cotado em primeiro lugar nas pesquisas, mas, em nenhum momento confirmou a candidatura e chegou a desistir da corrida eleitoral, voltando atrás nesta terça-feira (04) durante uma reunião do partido. O governo americano cancelou o visto da embaixadora brasileira em Washington, Maria Luiza Viotti. Segundo interlocutores no Departamento de Estado, a atitude foi uma resposta à demora do governo brasileiro em autorizar a posse de Daniel Perez, indicado por Trump para a embaixada americana em Brasília. Uma pesquisa realizada pela Reuters em parceria com a Ipsos, aponta que a desaprovação do presidente americano Donald Trump cresceu nos últimos meses, subindo para 63%, enquanto apenas 35% a gestão. Segundo os entrevistados, a economia é o principal motivo da reprovação. Outro dado importante é que 37% dos americanos confiam mais no Partido Democrata para gerir a economia, superando o Partido Republicano pela primeira vez em 10 anos. O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou que hoje não colocaria o boné “Make América Great Again”, marca da campanha eleitoral do presidente americano Donald Trump, o governador também disse confiar nas urnas eletrônicas. Tarcísio criou polêmica após a eleição de Trump ao gravar um vídeo “vestindo” o boné do republicano. O presidente da FIFA, Gianni Infantino, recorreu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para se manter em seu cargo. Infantino estaria sofrendo pressões internas na instituição após o anúncio de um plano para vender parte dos direitos de transmissão e merchandising da Copa do Mundo. Na manhã desta quarta-feira (05), a Polícia Civil do Rio de Janeiro apreendeu um detector de drones no Complexo da Maré. O estado registrou sete ataques realizados por drones controlados pelo crime organizado de março à agosto de 2026, em uma escalada impressionante do uso da tecnologia por facções e milícias contra a polícia e grupos rivais. A Polícia Militar de São Paulo deflagrou uma mega operação contra furto de veículos em Ribeirão Preto, São Carlos, Franca, Sertãozinho, Araraquara e Barretos. Batizada de “Operação Grande Impacto”, a ação contou com mais de 700 policiais de três batalhões, realizando abordagens, bloqueios e mandados de prisão. O helicóptero Águia, aeronave especial da PM, também está em alerta para ocorrências na região. O ator Wagner Moura afirmou recentemente em entrevista que “os fatos deixaram de ser relevantes” em meio a polarização política no Brasil e que “está cansado de ser odiado”. O ator atualmente mora nos Estados Unidos, onde trilha uma carreira internacional após concorrer ao Oscar com o filme “O Agente Secreto”. O super astro Neymar Jr. voltou com mais polêmicas ao xingar torcedores do Remo ao final de um jogo contra o time Paraense nesta terça-feira (04). O jogador gritou “eliminado” enquanto caminhava para o vestiário ao mesmo tempo em que a torcida xingava o atacante. A postura de Neymar provocou uma resposta do presidente do clube nas redes sociais, que o classificou como “vagabundo”. A apresentadora Monique Evans postou um vídeo nas redes sociais desabafando que não foi reconhecida pelo aplicativo de seu banco após realizar um procedimento estético que deixou seu rosto temporariamente inchado. Com a falha, a famosa nem conseguiu pagar o procedimento sem o acesso ao Pix, que babado! Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
No Bate-Pronto desta terça-feira (04), o mercado da bola segue movimentado com a novela envolvendo Thiago Almada. Afinal, o meia está "enrolando" o Flamengo ou ainda avalia seu futuro antes de tomar uma decisão? O programa analisa os bastidores da negociação e as chances de o Rubro-Negro concretizar a contratação. Além disso, Neymar volta a campo e a equipe projeta a atuação do camisa 10, debatendo sua importância para o Santos e as expectativas para a partida. E no Palmeiras, Paulinho é desfalque mais uma vez, aumentando a preocupação com a sequência da temporada. A bancada repercute os impactos da ausência do atacante e traz as principais notícias do futebol brasileiro.
Escolas dos EUA testam drones de pepper spray contra atiradores. IAs mentem e formam conluio ao operar uma máquina de vendas. Zuckerberg critica a centralização do poder de IA que ele mesmo pratica há uma década.Descontrole é o preço do poder que concentramos?o RESUMIDO #375: escola ganha drone de spray de pimenta, avião cai e a culpa é dos drones, manifestante é processado por apagar o celular, seus chats privados no Claude podem ter vazado no Google, IA mente para vender mais, Ramalho plagiou o Hulk sem saber e muito mais!--Assine a newsletter da inovabra "Do hype ao ROI":https://inovabra.substack.com--RESUMIDO #374, apresentado por Bruno Natal--Loja RESUMIDO (camisetas, canecas, casacos, sacolas): https://www.studiogeek.com.br/resumido -- Faça sua assinatura! https://resumido.cc/assinatura
Jorge Fernandes responde à pergunta de um ouvinte sobre um dos temas mais polémicos da semana. Assalto ou encenação? E o que diz o caso sobre o que se passa no parlamento?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sonder is back — sort of. Eight months after going bankrupt and stranding guests mid-stay, the brand name has been bought by a Vancouver affiliate firm that paid for one thing: search equity. The buildings are gone. The trademarks and 70+ domains remain. And because large language models still route travelers to Sonder's optimized pages, that name is now targeting $100M in gross booking value over the next year. We get into what it means when a dead brand outlives the company that built it. Then: Fora's $1B valuation. The travel advisor platform keeps scaling the human-agent model — but the team digs into the product it hasn't built yet, and why the “ShopMy for travel” affiliate layer is still wide open for creators who aren't full-time advisors. We also break down Google's AI travel play. Fresh off its Q2 earnings call, Google is using travel to sell Wall Street its AI ad story — Direct Offers, IHG partnerships, AI Mode crossing a billion users, and checkout infrastructure that could let travelers book without ever leaving the search box. The question for operators: is Google becoming rented land, and a direct-booking competitor, at the same time? Plus, The Odyssey effect. From Petra to the “White Lotus Four Seasons” to Bangkok's Hangover Hotel, we get into how films turn destinations into demand — and what hoteliers should actually do about it. Hosted by Zach Busekrus with Ben Wolff, Scott Eddy, and Edwin Kramer. Like, subscribe, and let us know which story you'd unpack further. — This Week in Hospitality is presented to you by Journey. Journey is a loyalty platform built specifically for independent boutique hotels and high-touch hospitality brands. Our mission is to give operators the same powerful rewards engine, data intelligence, and guest insights that major chains rely on — without asking them to give up the individuality, soul, or story that makes their property extraordinary. If you're an owner or operator of an extraordinary, independently owned and operated hotel or residence — and you want to see whether your property is a fit for the Journey Alliance — you can learn more and apply at https://www.journey.com/alliance — Key Topics & Timestamps 00:00 — Intro 06:02 — Story #1: Sonder's Brand Gets a Second Life Through AI Search 17:51 — Story #2: Google Wants to Own the Entire Hotel Booking Journey 32:16 — Story #3: The Odyssey Is Creating the Next Travel Boom 45:11 — Story #4: Is Fora Really Worth $1 Billion? 59:22 — Spice of the Week — Your Hosts: Zach Busekrus — Journey LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/zachbusekrus/ Instagram: https://www.instagram.com/behindthestays/ Scott Eddy — Global Travel & Hospitality Expert @MrScottEddy LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/mrscotteddy/ Instagram: https://www.instagram.com/mrscotteddy/ Ben Wolff — Founder of Onera & Oasi LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/ben-wolff/ Instagram: https://www.instagram.com/iambenwolff/ Edwin Kramer — Luxury Hotelier Consultant & Former GM LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/edwinckramer/ Instagram: https://www.instagram.com/edwinkramer/
O que sobra das explicações de Luís Neves? Está resolvida mais esta crise no governo? E ainda: decisões revertidas, prazos na justiça, o gabinete de Ventura e o caos em Ceuta.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Bahia saiu do Maracanã com um ponto, mas também com mais uma atuação preocupante como visitante. O Tricolor de Aço empatou em 0 a 0 com o Fluminense, pela Série A, em confronto direto na tabela. O resultado marcou o terceiro empate consecutivo do Bahia no Brasileirão e aumentou para seis jogos o jejum […]
O Vitória voltou a perder na temporada. Fora de casa, no Mangueirão, o Rubro-negro foi superado pelo Remo por 2 a 0, pela 20ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Os gols da partida foram marcados por Jajá e Alef Manga. O resultado encerrou uma sequência de quatro jogos de invencibilidade do Leão, que […]
O Atlético surpreendeu ao vencer o Palmeiras por 2 a 1 fora de casa. A estratégia acertada de Domínguez trouxe confiança para o time, que tem pela frente decisão pelas oitavas da Copa do Brasil. O ge Atlético debateu a importância do triunfo, comentou a chegada do reforço Thiago Borbas e a possibilidade de contratação de Fred.
É hora de atualizar o seu feed com as notícias mais bizarras, impressionantes e aguardadas da cultura pop, tecnologia e entretenimento!
Análise pós-jogo da partida entre Botafogo x Vitória, jogo válido pela 4ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro 2026. Vem com a turma! Em um jogo que encontrou muitas dificuldades e esbarrou em atuações individuais abaixo, o Vitória consegue segurar o empate e voltar para casa com 1 ponto na bagagem. Ficou de bom […]
Estamos #NOAR! Bahia empata com o Atlético-MG fora de casa e desperdiça chance de entrar no G-4 da Série A. Vem acompanhar!
O Império da IA, com Karen HaoEm 2019 — tempos mais simples! — a jornalista Karen Hao foi fazer o primeiro “perfil” jornalístico da sua carreira, aquelas reportagens em que um jornalista passa dias acompanhando uma pessoa ou empresa, uma coisa meio biografia, meio retrato congelado no tempo.A tal empresa era uma startup do Vale do Silício, ainda pequena e desconhecida dos meros mortais como eu e você, mas que hoje é a mais valiosa da história: a OpenAI, também conhecida como “a criadora do ChatGPT”.A Karen Hao vendeu o projeto do perfil para o MIT Technology Review porque a OpenAI parecia, naquela época, uma startup diferente. O “open” no nome nasceu da visão de que inteligência artificial é um assunto tão importante para o futuro da humanidade que precisava ser explorado de um jeito aberto, compartilhando conhecimento com todo mundo, e mais preocupado em proteger esse tal futuro do que em só gerar lucro.Hoje, aqui direto de 2026, a gente já sabe que não foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a OpenAI se transformou numa empresa oficialmente voltada para o lucro como qualquer outra e chegou a ser processada por Elon Musk — um dos apoiadores iniciais do projeto — por quebrar essa promessa de ser ‘open'. Em maio, o Elno perdeu a causa, e a OpenAI agora se prepara para lançar as ações na bolsa e, pelos números atuais, já largar valendo mais de 1 trilhão de dólares.Mesmo em 2019, a Karen Hao sentiu que todo esse papo de “open” não era bem assim: segredos e competitividade em todas as conversas que ela ouvia na empresa. Publicou o tal perfil contando isso e o pessoal da OpenAI… não gostou muito. Achou que ela ia só falar bem deles, e a empresa cortou contato com ela por três anos.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.Até que, em maio do ano passado, ela lançou nos EUA o livro O império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total, que segue contando a história da OpenAI — e abre com a bizarra saída do Sam Altman, demitido do cargo de CEO por “nem sempre falar a verdade” ao conselho da empresa, para voltar quatro dias depois nos braços dos funcionários.Mas esse livro não é exatamente uma biografia da OpenAI. Para mim, é mais um retrato de todo o sistema empresarial em que vivemos hoje — inteligência artificial ou não. O importante é que ele acabou de sair no Brasil pela Editora Rocco, que me procurou para saber se eu queria entrevistá-la aqui no programa, aproveitando que ela veio participar do Esquenta do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. O congresso, aliás, acontece dia 30 de julho — vai lá no site da Abraji saber mais, quem sabe comprar seu ingresso.Mas enfim, claro que eu queria conversar com ela. Obrigado, Abraji, obrigado, pessoal da Rocco, pelo presente. Quem me conhece sabe que IA agora é um assunto muuuito importante no meu trabalho. Eu fico aqui tentando navegar o meio do caminho entre o fim do mundo exterminador do futuro e a utopia vendida por muita gente. Não acredito em nenhum dos dois cenários, falei disso com a Karen antes e durante a conversa. Mas no final da entrevista a gente volta para falar não só disso, como também de como o IA em Curso, minha comunidade de letramento contínuo em IA, se conecta com tudo. Com promoção? Pode ser. Quem ficar até o fim, verá.A entrevista foi gravada em inglês — a Karen também fala mandarim, mas não fala brazilian —, então vai funcionar assim. Se ouvir no áudio, vai ser a versão original, do mesmo jeito que foi com o Ted Chiang ano passado, para você botar o seu cursinho para trabalhar. Aqui no site boanoiteinternet.com.br você está acompanhando a transcrição completa traduzida, se quiser ler enquanto ouve. E no YouTube tem uma versão legendada. Assim, você entra na conversa do jeito que preferir.Combinado? Então, bora lá entender O Império da IA com Karen Hao, no Boa Noite Internet.Cris: Karen Hao, bem-vinda ao Boa Noite Internet.Karen Hao: Obrigada pelo convite.Cris: Que bom ter você aqui. Espero que o Brasil esteja te tratando bem durante a Copa do Mundo — a gente veio falar sobre isso. Hoje é dia de falar de futebol, de Copa do Mundo, quais são as chances de cada país. Mas a primeira coisa que você precisa saber sobre essa conversa é que eu não sou jornalista. Não sei fazer isso. Peço desculpas antecipadas à sua profissão e ao seu ofício.Além disso, você foi enganada. Eu não estou aqui pra te entrevistar. Isso aqui é uma sessão de terapia. Você vai me ajudar a superar meus traumas.Porque eu sou da… do que eu chamo de “geração esquecida” — sou geração X, nasci nos anos 70. Esquecida porque, nessa guerra de gerações, as pessoas esquecem que a gente existe, e isso é incrível, porque a gente causou muito estrago no planeta. O Elon Musk é geração X, então é só isso que você precisa saber sobre a minha turma. Gente como ele, ou como Marc Andreessen… eu cresci lendo e assistindo à ficção científica que dizia que tecnologia é a melhor coisa do mundo, que ciência e engenheiros são incríveis e vão nos levar pra um lugar incrível.Sou uma daquelas pessoas que, quando a internet surgiu, falou: a paz mundial está logo ali. O conhecimento a um clique de distância, o futuro vai ser incrível. E aqui estamos nós. Então, quando usei o GPT pela primeira vez, e depois o ChatGPT, fiquei super empolgado. Foi a primeira vez, desde a internet, que eu fiquei realmente empolgado.Tenho até uma certa fama de ser mal-humorado com tecnologia: Bitcoin é lavagem de dinheiro, Clubhouse não presta — e as pessoas, ah, Clubhouse é a próxima grande coisa. Mas quando a IA chegou, eu falei: isso é importante. Só que eu já não era mais aquela criança dos anos 70. Tinha crescido, tinha visto o que aconteceu com a internet, tinha trabalhado numa big tech. E estava em desespero com o sistema em que a IA estava sendo construída.Dito tudo isso, o seu livro, aqui, já nas livrarias, recebe provavelmente o melhor elogio que eu posso dar: é otimista. Não é uma lista de reclamações e gente má fazendo coisas más. Claro, você fala muito sobre a OpenAI — ela é o fio condutor da história, especialmente aqueles quatro dias em que o Sam Altman saiu e voltou. E é muito divertido de ler. Mas você toma o cuidado de ser otimista.E uma das coisas que você menciona é como as pessoas na OpenAI, e em todas essas empresas, dizem: “isso é inevitável, a gente tem que fazer”. Quero falar sobre isso. Mas a gente tem que começar pela pergunta que você provavelmente ouve em todo podcast, a do título — Império da IA. Por que império?E acho que essa pergunta é ainda mais relevante no Brasil, país do sul global, colonizado. Por que império da IA?Karen Hao: Antes de mais nada, obrigada por dizer que o livro é otimista. Muita gente não reconhece isso, mas é verdade. Eu escrevo com um profundo otimismo de que os danos que a gente vê podem mudar. Não faria o trabalho que faço se não achasse que as coisas vão mudar.Sobre por que eu uso a expressão império, ou império da IA: a forma como empresas como a OpenAI operam é impressionantemente parecida com a dos impérios antigos. Eu traço quatro paralelos no livro. O primeiro é que elas reivindicam recursos que não são delas — os dados das pessoas, a propriedade intelectual de artistas, criadores como você, jornalistas.Segundo, elas exploram uma quantidade extraordinária de mão de obra. Isso vale tanto para os trabalhadores da cadeia de produção de IA, mal pagos e maltratados, que ainda assim geram uma riqueza extraordinária para essas empresas, quanto para os trabalhadores cujos empregos são automatizados e cujos direitos são corroídos pela implantação dessas tecnologias em diferentes setores.A terceira característica é que impérios controlam os fluxos de informação na sociedade. Essas empresas censuram a pesquisa fundamental sobre essas tecnologias, o que limita nossa capacidade de entender as verdadeiras limitações e capacidades dos modelos que desenvolvem. E estão criando uma tecnologia de informação que tentam transformar no portal único pelo qual qualquer pessoa se relaciona com o mundo.Esse portal impregna as ideologias do Vale do Silício, seus sistemas de valores, sua língua, e projeta a hegemonia do inglês. Isso influencia boa parte do conhecimento que a gente vai produzir daqui pra frente, porque cientistas e educadores usam essas plataformas e acabam perpetuando essas mesmas ideologias e valores.E o quarto e último paralelo é que impérios sempre se agarram a uma narrativa existencial ou moral sobre por que precisam existir. Essas empresas fazem a mesma coisa. Dizem que são o “império do bem”, numa missão civilizatória de trazer progresso e modernidade pra toda a humanidade, competindo contra um “império do mal” que ameaça mandar a humanidade pro inferno.Quando você conversa com algumas pessoas dentro dessas empresas, ou que as lideram, elas dizem: se você nos deixar construir uma inteligência artificial geral, que elas de alguma forma moldam como um deus, a gente vai acabar numa espécie de utopia, um paraíso onde a mudança climática é resolvida, o câncer é curado, a pobreza é aliviada.Mas, se os caras maus conseguirem isso antes, a gente pode acabar com todos os humanos mortos — um risco de extinção pra todos nós.Cris: E eles vêm dizendo isso há quase dez anos, e ainda usam como ferramenta. A gente está num país que foi influenciado por três impérios ao longo da história: Portugal, Inglaterra e agora os Estados Unidos. Então a gente olha pra essas empresas de um jeito meio cínico: sim, sim, já conhecemos essa história.Mas, ao mesmo tempo, ano passado, o Pew Research Center fez uma pesquisa sobre como o mundo enxerga a IA, e o sul global é bem mais otimista do que o norte. Uma das razões é a ideia de democratizar — não só informação, mas: ah, finalmente eu posso montar uma startup, sair desse lugar de exploração e criar o unicórnio de um bilhão de dólares. Os números são grandes na China. Países em desenvolvimento veem muito mais benefício do que risco na IA.China, 83%. Tailândia, 77%. Holanda, 36%. Canadá, 40%. Será que a gente está deixando passar alguma coisa? A gente está certo? Isso está democratizando mesmo? Até que ponto?Karen Hao: Provavelmente tem duas razões. Uma é que muitos dos danos que a indústria de IA causa à maioria global são bem escondidos. Ela se esforça muito pra esconder como polui o ambiente dessas comunidades, como explora e devasta a mão de obra, deixando traumas psicológicos — como documento no livro.E, recentemente, li um artigo de opinião no New York Times que trazia um bom ponto: muitas economias desenvolvidas estão especialmente atentas ao potencial da IA de desmontar oportunidades de emprego de tempo integral. A gente começa a ver isso cada vez mais. Já na maioria global, muito mais gente vive em economias informais, e aí a ideia de que a IA vai tomar um emprego de tempo integral não pesa tanto.Então os danos mais visíveis — a erosão do emprego formal de tempo integral — pesam mais no norte global, ou pelo menos é lá que as pessoas se sentem mais ansiosas. E os danos invisíveis, que atingem o sul global, ninguém percebe tanto, justamente porque são invisíveis. É meio por isso que tanta gente sente essa divisão que aparece na pesquisa do Pew.Cris: Eu tenho acompanhado as notícias sobre IA no Brasil, e toda semana tem um novo data center sendo construído em alguma cidade. Isso é vendido como uma coisa boa: que ótimo investimento, gera emprego. E me fez pensar de novo — a gente passou por três impérios, mas algumas famílias no Brasil, e aposto que em outros lugares também, estão no poder há 500 anos ao longo da história do país.Então, ao mesmo tempo, a gente pensa: é, estamos sendo explorados, é a mesma coisa. Eu já não tenho emprego, então deixa eu usar essa tecnologia pra melhorar minha vida. Mas as pessoas que realmente tomam as decisões, de novo, nos últimos 500 anos, se perguntaram: como a gente ajuda esse pessoal a explorar nosso país de um jeito que nos mantenha no poder e nos dê muito dinheiro?Mas também foi verdade que, sei lá, a Volkswagen abre uma fábrica no Brasil e aquilo gera emprego, contrata gente pro chão de fábrica e pros escritórios. Como é que isso é diferente com a IA?Karen Hao: De certa forma, não é diferente. Existe um fenômeno parecido: a indústria de IA terceiriza muitos dos trabalhos que ela não quer dentro dos centros de poder, e joga isso pra comunidades empobrecidas, do mesmo jeito que outras multinacionais fizeram por décadas.Mas também é diferente, porque a escala dos impactos trabalhistas e ambientais da IA é completamente outra, muito maior que a da indústria automobilística ou da moda. E a velocidade é outra, porque são tecnologias digitais que atravessam fronteiras muito rápido.E é diferente porque a maioria das pessoas não percebe que a IA, mesmo sendo tecnologia digital, tem uma cadeia de suprimentos muito física e intensiva em mão de obra manual.Quando você compra roupa, café, um carro, é mais óbvio que existem materiais que precisam ser extraídos e depois manuseados por pessoas pra criar aquele produto. Já com a IA, a maioria aceita a narrativa que o Vale do Silício projeta: a de que isso vem da “nuvem”, desses espaços etéreos que parecem nem existir no planeta. E a verdade é exatamente o oposto.Ela depende de uma quantidade extraordinária de extração mineral. Depende da construção de infraestruturas enormes — data centers, instalações de supercomputação espalhadas pelo mundo. E depende de muita, muita mão de obra manual: trabalhadores de dados que limpam, preparam e moderam o conteúdo dos sistemas de IA que chegam até você quando usa o ChatGPT.É isso que a torna tão diferente. E há também uma ideologia completamente diferente sustentando a expansão da IA. Quando você conversa com executivos da moda, eles não vão dizer: se você não comprar nossa roupa, vai pro inferno.Já a indústria de IA diz: se você não nos deixar capturar cada vez mais terra, mais recursos e mais mão de obra pra produzir essas tecnologias, vamos ter uma destruição civilizacional. Isso é, ao mesmo tempo, retórica política usada como arma pra moldar o debate público e a cabeça de quem formula políticas, e também está enraizado num sistema de crenças — algumas pessoas dentro dessas empresas realmente acreditam que, se uma AGI fosse construída, e construída nas mãos erradas, isso levaria mesmo a esse tipo de destruição.E é isso que move a sede cada vez maior da indústria por mais capital, mais recursos e mais terra.Cris: Eu quero falar sobre AGI, mas antes: ano passado, a OpenAI estava sendo processada no Reino Unido por violação de direitos autorais, basicamente todos os livros do mundo digitalizados e usados pra treinar modelos. E um dos executivos disse ao júri: bem, se a gente não puder fazer isso, fecha as portas. Me chocou que muita gente reagiu com um “ah, tá, o que a gente pode fazer? Eles vão fechar as portas”.Em parte porque a gente já está acostumado com essa narrativa. Outro dia, numa conferência, um ex-CEO dizia: a gente teve que usar embalagem de plástico porque é mais barata que papel, senão prejudicaria nosso resultado. E a plateia reagia: ah, então é só fechar as portas — a sociedade não pode arcar com isso.Mas isso também, como você disse, se conecta à ideia de uma grande missão, uma missão de salvar o mundo, que a gente precisa cumprir antes que seja tarde, senão estamos condenados. OpenAI está literalmente no nome — só que em português não é tão direto: é “inteligência artificial aberta”.Foi criada a partir de um sonho, um projeto que era pra ser uma coisa pro bem comum. Em 2019, num tempo bem distante, antes da pandemia, você cobriu a OpenAI, foi até o escritório deles, ficou lá dentro. O que você viu? E, mais importante, como essa missão mudou? O Elon Musk os processou outro dia justamente por mudarem a missão. Isso alguma vez foi verdade? Em algum momento eles pensaram mesmo “ah, a gente vai salvar o mundo”?Como essa narrativa de ser aberta funciona com a OpenAI?Karen Hao: Quando comecei a cobrir a OpenAI, levei a sério o que eles diziam — que tinham sido recrutados com a missão de beneficiar toda a humanidade. E aí, quando me infiltrei na empresa, fui ficando bem mais cética, porque via como eles operavam de um jeito completamente diferente, portas adentro, do que diziam em público.Diziam que iam publicar todas as pesquisas e abrir o código de tudo, e na prática eram uma das organizações mais secretas que já cobri. Eram muitas discrepâncias, e, na época, presumi que tinha havido algum tipo de corrupção que os levou a abandonar a missão original. Depois de cobrir a empresa por mais alguns anos e de trabalhar neste livro, mudei de ideia até sobre a missão original.Não acho mais que ela era um esforço sincero e generoso de beneficiar a humanidade. A missão foi criada pra dar à empresa — na época, uma organização sem fins lucrativos — uma margem de manobra extraordinária pra depois levantar muito capital, acumular muito talento e perseguir a força motriz de verdade por trás de tudo aquilo: se tornar a força dominante no desenvolvimento de IA.E penso assim agora porque, quando você olha pras narrativas de cada nova empresa de IA no começo — a Anthropic, a xAI, a Safe Superintelligence do Ilya Sutskever, a Thinking Machines Lab da Mira Murati —, todas usam a mesma narrativa da OpenAI: nós somos os mocinhos, eles são os bandidos.É por isso que precisamos criar uma nova empresa que avance a IA do nosso jeito, não do deles. E você começa a perceber, por esse padrão, que eles repetem a mesma coisa em parte porque acreditam nela até certo ponto, mas também porque ela funciona muito bem com a imprensa, com o público, com quem formula políticas.No livro, eu reproduzo os e-mails internos que Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman trocavam nos primeiros dias da OpenAI. Eles tinham plena consciência de que estavam criando uma missão que soasse bem para o público. E o propósito de verdade, que também deixaram registrado nesses e-mails, era vencer o Google. Viam o Google como a força dominante em IA e queriam ser eles essa força.Não gostavam de ver o Google na frente, então inventaram justificativas: o Google é uma empresa com fins lucrativos, então nós vamos ser sem fins lucrativos. Mas, no fundo, acho que era puro ego: tem que ser a gente, não eles, a gente quer ser quem lidera isso.E aí passaram um tempão moldando essa missão pública, que acabou sendo super útil pra recrutar o primeiro grupo de pesquisadores e turbinar o avanço deles.Cris: Então agora é um bom momento pra falar de AGI, a inteligência artificial geral. Muita gente pergunta: o que é AGI? O que “geral” quer dizer? E a impressão que peguei lendo seu livro é que, por design, isso nunca fica claro de verdade, porque é um alvo móvel. Essas empresas um dia vão dizer “chegamos, alcançamos a AGI”? Ou o plano é sempre “não, não, ainda não chegamos, me dá mais dinheiro, me dá mais poder”?Qual é o papel da AGI na narrativa dessas empresas?Karen Hao: Já que a gente está falando de ficção científica, eu costumo usar a analogia de que o mundo da IA é meio como Duna. Em Duna, o personagem principal, Paul Atreides, entende, ao chegar no planeta Arrakis, que o povo de lá foi semeado com um mito: o de que um dia viria um Messias pra libertá-los. Ele sabe que é um mito, mas decide entrar nele e agir como se fosse o Messias pra controlar melhor aquele povo.E, vivendo, respirando e encarnando esse mito dia após dia, ele começa a perder a noção de que é um mito. Passa a se perguntar se o mito era mesmo verdadeiro ou se foi ele quem o tornou verdadeiro. É essa confusão entre mito e realidade — ele vive num espaço intermediário, sem ter mais certeza do que é verdade e do que é ficção.E trago isso pra responder sobre a AGI porque a AGI é, ao mesmo tempo, um mito e algo que os líderes e os trabalhadores dessas empresas vivem, respiram e encarnam dia após dia, a ponto de perderem a noção do que é mito e do que é realidade. É a ideia de um sistema de IA teórico que um dia igualaria as capacidades humanas. Só que a gente nem tem consenso científico sobre o que é inteligência humana.Por isso, de certa forma, por design, é um termo bem maleável, que deixa essas empresas fazerem o que quiserem. Elas definem e redefinem a AGI conforme a necessidade, movem a trave pra onde quiserem. E, ao mesmo tempo, isso é sustentado por uma crença genuína de certas pessoas lá dentro, por causa dessa confusão entre mito e realidade. Pelas minhas contas, a OpenAI já usou pelo menos quatro definições diferentes de AGI.A primeira está no site deles: “sistemas altamente autônomos que superam humanos na maioria dos trabalhos economicamente valiosos”. É uma definição de automação do trabalho — eles dizem, de forma explícita, que estão atrás dos empregos mais bem pagos. A segunda apareceu no contrato com a Microsoft, por um tempo a maior investidora deles: ali, a AGI virou um sistema que geraria 100 bilhões de dólares em receita.Ou seja, uma definição feita pra incentivar a Microsoft a investir. Já o Sam Altman disse ao Congresso que AGI é um sistema que cura o câncer e resolve a mudança climática — uma definição de benefício social, muito útil quando você quer que os reguladores não te regulem.E, por fim, quando falam com o consumidor, dizem que vai ser o melhor assistente digital que você já teve — porque, claro, estão tentando vender o produto.E aí você percebe duas coisas. Primeiro, que é um conjunto de definições completamente incoerente. Segundo, que eles trocam de definição conforme o público que querem convencer. Mas também tem gente nessas empresas que acredita de verdade que está construindo uma tecnologia capaz de dar conta das quatro coisas.Então é uma realidade bem confusa e complicada: o que a AGI de fato é, e pra que ela serve, para essas empresas, para a agenda delas e também para as crenças delas.Cris: Como ex-funcionário da Meta — entrei em 2013 —, a missão era unir o mundo e torná-lo mais aberto e conectado. É uma missão incrível. E tem uma coisa que eu sempre digo, porque muito amigo meu vem falar comigo, “ah, esse cara da OpenAI, ou a própria Meta, são maus”. Eu conheci muita gente na empresa. Nunca conheci uma pessoa mal-intencionada.Todo mundo, independente da missão, era gente boa tentando entregar o melhor produto possível, pra dar poder a quem tem um pequeno negócio, por exemplo. Tenho amigos pessoais que construíram a empresa deles em cima da publicidade do Facebook e do Instagram. E esse é justamente o problema, porque ainda assim é uma corporação muito má, pelo que ela causa ao mundo pra bater as metas de negócio.Ou seja, você não precisa de um vilão tipo Lex Luthor pra causar um estrago desse tamanho no mundo. E adorei a referência a Duna. Duna é engraçado: é o livro que eu mais reli na vida que não foi escrito pelo Tolkien. Li o primeiro Duna umas três vezes, e toda vez é como se fosse um livro diferente. Na primeira, eu era adolescente, e era só o Paul Atreides, o cara durão.Na segunda, eu morava no Canadá e li com olhos de estrangeiro, pensando em colonização. E na terceira vez foi quando os filmes do Denis Villeneuve saíram, e aí era: ah, o Bene Gesserit criou esse mito, isso é meio pós-moderno. Narrativamente, fico me perguntando o que vai significar pra mim se eu ler uma quarta vez.Karen Hao: Eu ia te perguntar isso. Quando você disse que cresceu numa época cheia de ficção científica falando das maravilhas da tecnologia, fiquei curiosa: que histórias você estava lendo? Porque muita coisa que saiu nos anos 70 e 80 dizia exatamente o oposto. E muita gente já apontou que os executivos de tecnologia de hoje, que vivem citando essas histórias, interpretam elas justamente ao contrário da intenção original.Cris: Concordo plenamente. Mas, respondendo: foi basicamente Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. E é por isso mesmo — os executivos de tecnologia, e o Elon Musk mais que todos, leem esses livros como receita, não como aviso. O livro de que eu mais me lembro, nem lembro o título, era um do Asimov em que ele descreve o elevador espacial que aparece na série da Apple TV, Fundação.E o enredo é: eu sou esse engenheiro brilhante, quero construir essa coisa no Sri Lanka, mas o governo trava tudo com regulação — eu sou um gênio e a regulação é a vilã. Hoje eu leio e penso: ah, sei. Mas, quando garoto, era só “olha, um elevador espacial, que genial, a gente nem precisa de foguete”. E aí você começa a entender. E aí eu parei de ler esses caras.E passei a ler gente com uma visão completamente diferente: o Ted Chiang, que entrevistei ano passado, a N.K. Jemisin, o Cory Doctorow, de quem sou muito fã. E talvez eles sejam mais explícitos, pra gente burra como eu entender: “não, bobo, a analogia é essa”. Mas Duna era incrível — vermes gigantes de areia, o tal garoto durão, e aquela coisa do “eu não aceito o meu destino”.Tenho esse grande destino, mas não quero ele. Do resto da série eu já não gosto tanto. Mas o mais importante de tudo: Duna gerou o melhor GIF de filme de todos os tempos, o “Lisan al Gaib” do Javier Bardem — que eu devia ter colocado durante a sua explicação, aquele “uau, ele está cumprindo a profecia, agindo como o profeta”.Mas, de novo, falando de vilões: você mencionou que essas empresas se colocam como o bem contra o mal, feito impérios antigos. Só que elas também jogam a carta da China, né? “Se a gente não fizer, a Rússia faz primeiro.” Só que a Rússia começou uma guerra e está ocupada demais. “Mas a China chega lá, e é por isso que a gente tem que ser fechado.” É por isso que Mythos e Fable e agora o GPT-5.6 foram proibidos pelo governo. Isso tem fundamento?Quero saber se é possível a China competir — quero mesmo essa resposta — mas também porque, desde toda essa conversa do Fable-Mythos, países como Índia e Brasil vêm dizendo que precisam de um modelo soberano. Dá pra fazer, ou a OpenAI, a Anthropic e o Google estão tão à frente que já não dá?Karen Hao: Sobre a China: você está certíssimo, o Vale do Silício usou por anos a carta do “e a China?” pra escapar de qualquer responsabilização de verdade. Fizeram muito isso na era das redes sociais.A Meta fez muito isso, com o Mark Zuckerberg dizendo ao governo dos EUA: vocês não podem nos regular, senão a gente perde. Mas, se a gente ganhar, vai ter um efeito liberalizante no mundo e nas democracias em todo lugar. E, infelizmente, o que a gente viu foi que jogar essa carta repetidamente produziu exatamente o efeito contrário do que o Vale do Silício prometeu.Uma das empresas de rede social dominantes dessa era é a ByteDance. Ou seja, mesmo sem regulação das redes sociais nos EUA, existe uma empresa chinesa de rede social bem dominante. E as redes sociais estadunidenses acabaram tendo um efeito antiliberal no mundo — é bastante consensual que enfraqueceram democracias em todo lugar. E aí, na era da IA, elas seguiram jogando a mesma carta.Mas o que eu sempre aponto é que a gente definitivamente não devia acreditar nelas. Já existe evidência significativa de que tudo o que elas dizem está, de novo, se provando o oposto. Elas disseram: não regulem a gente como empresas de IA, regulem a China, via controles de exportação — um mecanismo do governo dos EUA com alcance extraterritorial.Só que as empresas chinesas agora estão produzindo modelos de IA de código aberto extremamente eficientes, que viraram super populares no próprio Vale do Silício. Existe um monte de startup de lá que prefere usar modelo chinês a OpenAI, Anthropic ou Google.Então, nesse sentido, é um conjunto de evidências bem decisivo, acho, pra mostrar que a gente devia simplesmente responsabilizar essas empresas, não importa o que digam sobre “ah, vamos perder pra China”. No fim das contas, é só retórica política. Não é um argumento real que elas consigam sustentar pra escapar da responsabilização.Responsabilizá-las vai fortalecer a democracia pelo mundo, vai trazer mais direitos humanos, trabalhistas e de privacidade de dados pras pessoas — é sempre o contrário do que elas dizem que aconteceria. E, sobre a sua pergunta em torno da IA soberana: acho a ideia realmente importante, mas acho também que muitos países estão meio confusos sobre o que querem dizer com isso.Muitos governos, hoje, pensam a IA soberana pela pergunta: a gente consegue construir o nosso próprio ChatGPT? O nosso próprio grande modelo de linguagem, o nosso sistema de IA generativa? Estão olhando só pro modelo que o Vale do Silício já definiu e tentando descobrir como recriar aquilo.E o que eu digo pra quem formula políticas é: defina pra que a IA serve no seu país, no seu contexto. Quais são, no fim das contas, os objetivos do seu país? Os objetivos do seu povo? E também os nossos objetivos coletivos, entre países?Porque a gente tem, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Já definimos coletivamente que há coisas que precisamos resolver juntos: superar a crise climática, reduzir a pobreza, melhorar a educação.E, enquanto o Vale do Silício adora dizer que está fazendo tudo isso, na prática não está. Mas a gente poderia — poderia desenvolver, de forma colaborativa, sistemas de IA que realmente avançassem em cada um desses objetivos coletivos que já acordamos.E cada país também devia fazer o exercício: quais objetivos você quer alcançar, e que tipos de sistema de IA você poderia desenhar pra chegar lá — sistemas que talvez não se pareçam em nada com um grande modelo de linguagem. Se os países fizessem isso, acho que descobririam que a maioria dos sistemas de que precisam exigiria muito menos recursos.Ou seja, contextos como o Brasil, a Índia e outros, quando não precisam competir construindo essas infraestruturas de computação gigantescas e gastando centenas de bilhões de dólares, na verdade já têm, localmente, todos os recursos necessários pra desenvolver um sistema de IA soberano.Cris: Quando ouvi falar do seu livro pela primeira vez, uma amiga me disse que você não poupa ninguém — fala mal do Sam Altman, mas também do Dario Amodei. E as pessoas costumam escolher um lado. Eu sou time Claude, odeio o ChatGPT, essas coisas. Então cheguei no livro pensando: ah, é mais um livro dizendo que a IA é terrível, que a gente não devia usar IA.Mas, conforme fui lendo, e ouvindo outras entrevistas suas, me pareceu que o seu problema é justamente o que você acabou de descrever: a forma como essa tecnologia é feita. E, em especial, a palavra escala — a ideia de que a solução é a escala. O que você quer dizer com isso?Karen Hao: Eu costumo usar a analogia de que “IA” é como a palavra “transporte”: na verdade se refere a uma coleção de tecnologias que vão da bicicleta ao foguete. São tipos bem, bem diferentes de tecnologia, que exigem insumos diferentes pra se desenvolver e depois têm impactos diferentes na sociedade.E você está certo: sou especificamente crítica ao que chamo de “foguetes da IA”, os sistemas que os impérios da IA estão desenvolvendo, aqueles que exigem uma quantidade enorme de exploração de mão de obra e extração ambiental.E sou bem otimista com o que chamo de “bicicletas da IA”: sistemas especializados, eficientes, com bom custo-benefício, governáveis pelas pessoas, cujo desenvolvimento pode ser participativo. Países como o Brasil, o Chile, a Índia, qualquer contexto, têm recursos pra desenvolver e se autodefinir, em vez de simplesmente herdar um sistema criado pelos dois únicos centros do mundo capazes de gastar uma quantidade extraordinária de capital: o Vale do Silício e o ecossistema tecnológico chinês.E o motivo pelo qual eu acho tão corrosivo o que os impérios da IA estão desenvolvendo é exatamente o que você disse: a forma como eles fazem isso, por um mecanismo de força bruta pra avançar as capacidades da IA em escala. Eles vão simplesmente empurrando cada vez mais dados de treinamento nesses modelos, e isso exige corroer a privacidade das pessoas, tomar a propriedade intelectual delas e, ainda por cima, baixa a qualidade dos dados que entram nos modelos — o que leva aos danos de exploração de mão de obra, porque aí você tem que dar conta da moderação de conteúdo.E aí você tem pessoas psicologicamente traumatizadas por serem expostas a todo aquele conteúdo horrível que se tenta “lavar” através desses modelos.E aí vem o problema dessas infraestruturas de computação enormes, com impactos ambientais que aumentam a conta de luz das comunidades que as hospedam e agravam a crise de custo de vida. Elas precisam ser alimentadas por fontes fósseis, que jogam mais carbono na atmosfera e mais poluição no ar dessas comunidades.Então todos os problemas que eu identifico, no que têm de corrosivo, derivam inteiramente da abordagem deles pro desenvolvimento de IA. Por que não descartar a abordagem, em vez de descartar a tecnologia? Redefinir e redesenhar de que tipos de sistema de IA a gente precisa de verdade, com uma cadeia de suprimentos fundamentalmente diferente. E isso não é exclusivo da IA.A gente já viu muitas outras indústrias que começaram com uma cadeia de suprimentos bem ruim. A moda, por exemplo: muita degradação ambiental, muita exploração de mão de obra.Com muita organização, protesto, ação de consumidores, regulação governamental e cooperação entre governos, a gente conseguiu criar mercados novos pra moda sustentável e ética, cadeias de suprimentos novas e inovações pra fazer roupa mais saudável pras pessoas e pro planeta.E é basicamente isso que eu defendo: transformar a indústria de IA do mesmo jeito que transformamos a moda, e as cadeias de suprimento de alimentos. Assim a gente fica com os benefícios da tecnologia, ajuda ela a avançar os objetivos que importam pra gente, sem jogar uma fração enorme da população mundial numa condição atrasada e numa qualidade de vida pior.Cris: O Brasil está agora, no Congresso, discutindo a escala de seis dias por semana. A regra atual é: você trabalha seis dias e descansa um. E muitas empresas, o comércio principalmente, dizem “vamos fechar as portas”, e os trabalhadores respondem “isso é problema seu, não meu”. É mais ou menos a mesma narrativa dessas empresas de IA: se eu não usar a sua água, a Idade das Trevas está chegando.Falando em Idade das Trevas, e falando em bicicleta: a sua analogia me lembrou uma coisa. Eu gosto de jogo de zumbi, de mundo aberto, e em nenhum deles tem bicicleta. Num desses jogos, instalei um plugin que deixava andar de bicicleta — você acha uma e sai pedalando. E aí entendi por que não tem bicicleta: desbalanceia tudo. Parte da graça do jogo é você precisar achar um carro, e daí pneu, gasolina, comida pra carregar. De bicicleta, você vai a qualquer lugar.E eu pensei: ah, é. Meio que estraguei o jogo pra mim, porque agora tenho uma bicicleta, é incrível. Enfim, em termos práticos: no fim do ano passado, uns meses atrás, a revista Wired publicou um artigo pedindo pra jornalistas de tecnologia contarem como usam IA no trabalho. E cada um usava de um jeito. Você usa IA no seu trabalho? Como?Karen Hao: Eu não uso nenhum sistema de IA generativa no trabalho — nem ChatGPT, nem Gemini, nem Claude. Por três motivos. O primeiro é uma postura ética, depois de tanto investigar essas empresas. O segundo é privacidade de dados: eu investigo essas empresas.Não quero que elas conheçam todo o meu raciocínio enquanto eu apuro o livro, literalmente investigando elas. E o terceiro é que, no meu caso específico, a força do meu trabalho está na capacidade de construir relações fortes com as fontes, pela empatia, e de contar histórias envolventes, pela narrativa. E os grandes modelos de linguagem simplesmente não são a ferramenta certa pra nenhuma das duas coisas.Não vão melhorar a minha empatia nem a minha escrita. Então eu não perco nada com essa postura ética: simplesmente corto essas ferramentas e sigo fazendo o meu trabalho muito bem. Pra outros jornalistas pode ser diferente, e pra quem está em outras áreas o cálculo pode ser outro.Mas eu incentivo as pessoas a pensarem primeiro: quais são as suas forças no trabalho? Quais são os seus objetivos? E aí ir de trás pra frente pra descobrir se a IA é a ferramenta certa, qual tipo de IA é a ferramenta certa, e qual fornecedor você quer de fato usar, apoiar, votar com os pés. Agora, eu uso, sim, IA preditiva.Aquelas ferramentas de IA especializadas, as “bicicletas da IA”, digamos. No livro, tinha um detalhe que eu queria muito ilustrar: como a OpenAI deu um salto quando passou de organização sem fins lucrativos a um empreendimento bancado pela Microsoft. Percebi que as cadeiras do escritório ficaram bem mais caras. Então fotografei as cadeiras de um escritório e as do outro.E joguei tudo na busca reversa de imagens do Google, que é um sistema de IA especializado — não é baseado em grandes modelos de linguagem, não é IA generativa. Assim descobri quanto essas cadeiras costumam custar. No primeiro escritório, cerca de 2 mil dólares por cadeira. No segundo, eram cadeiras de um designer brasileiro famoso, uns 10 mil dólares cada.Coloquei esse detalhe no livro pra ilustrar o tipo de riqueza e de concentração de recursos de que a gente está falando. Esses são alguns dos jeitos como eu uso IA, ainda que de forma bem limitada, sempre pontual, quando acho que vai ajudar. E, claro, uso ferramentas de transcrição por IA — outra IA especializada — em todas as minhas entrevistas.Cris: Essa foi uma das partes em que a minha cabeça explodiu, eu nunca tinha percebido: a OpenAI criou o Whisper. Deixa eu dizer de outro jeito, do meu ponto de vista. A OpenAI liberou abertamente essa ferramenta incrível de transcrição, o Whisper, em que eu jogo o áudio e ela me devolve as palavras que as pessoas disseram. E eu pensei: ah, que generoso da parte deles.Mas o motivo real de terem criado a ferramenta foi pegar todos os vídeos do YouTube, transcrever e alimentar a máquina. E aí é: ah, claro. Enfim, falando de ferramentas e de otimismo — a gente está chegando ao fim da conversa. Eu tenho uma regra desde o episódio dois deste programa, há oito anos: de novo, como eu disse do seu livro, não pode ser só uma lista de reclamações e coisa ruim. E a gente tem se saído bem até aqui.Você falou de caminhos e de bicicletas, mas eu quero ser mais específico. Se isso aqui fosse uma reunião de negócios: qual é o plano de ação, quais são os próximos passos? Só que uma das coisas que eu repito bastante, na vida e neste programa, é que problema sistêmico não se resolve com ação individual. Se eu tomar banhos mais curtos, isso nunca vai salvar o planeta do aquecimento global.E muitos amigos meus simplesmente: não quero falar de IA, não quero usar IA. Voltando aos videogames: leram que tal jogo usa IA e pronto, não vão jogar. E a minha primeira pergunta pra você é: como a gente ocupa esses espaços da IA generativa — ChatGPT, Gemini e por aí vai? Porque o que a gente viu com as redes sociais foi: ah, o Facebook é do mal, vou sair do Facebook. Ah, vou sair do Twitter.E, na esperança de quê, sei lá, talvez alguém diga: ah, sinto falta do Cris, cadê ele? Ah, está no Bluesky. Mas isso deixa o espaço aberto pra os radicais entrarem e postarem o que quiserem, sem ninguém contrapor ou tornar aquilo um lugar melhor. Então como a gente ocupa o espaço da IA — seja qual for a definição de “espaço da IA” que você preferir — com todos esses problemas que a gente vem discutindo?Karen Hao: Acho que tem duas categorias de ação pra gente pensar. Uma é desmantelar o império. A outra é investir e construir novos tipos de sistema de IA, que se tornem alternativas às tecnologias do império. Quando eu digo desmantelar o império, não estou dizendo que quero que a OpenAI, o Google, a Anthropic, seja quem for, simplesmente deixem de existir.É que eu não quero que elas sejam imperiais. Não quero que fiquem extraindo uma quantidade extraordinária de valor sem redistribuir nada em troca. Se elas voltassem a ser negócios que praticam uma troca justa de valor com o mundo, eu ficaria perfeitamente feliz com qualquer tecnologia que estivessem desenvolvendo.E a forma de desmantelar o império, acho, se resume a muita organização de base, que vai pressionar os governos a regular e responsabilizar essa indústria. No último ano, a gente viu uma quantidade incrível dessa organização de base florescendo pelo mundo.Recentemente, lancei com um grupo de jornalistas, pesquisadores de IA e acadêmicos críticos um projeto chamado AI Resist List, que busca documentar parte dessa organização de base pelo mundo. A gente encontrou cerca de 30 exemplos, de todas as regiões, de ações individuais, institucionais e movidas pela comunidade.Tinha ação artística, ação política. E isso mostra bem o seu ponto: não dá pra contar só com a ação individual, mas o indivíduo pode, sim, ter impacto. Até uma ação pequena pode gerar um grande efeito cascata. Claro que se juntar com os vizinhos pra protestar contra o data center é ainda mais eficaz. Se juntar dentro da sua escola ou universidade pra protestar contra a parceria dela com uma empresa de IA também é mais eficaz.Se juntar com os colegas de trabalho de um setor pra barrar a adoção de uma IA que corrói os direitos trabalhistas é mais um jeito eficaz. A gente tem um monte desses exemplos. Um dos meus favoritos é o de uma comunidade sobre a qual escrevi no livro, Quilicura, no Chile, na periferia de Santiago. É uma comunidade da classe trabalhadora, bem pobre, que vem sendo alvo incessante da expansão de data centers.E por isso protestaram de forma bem aguerrida contra essa expansão, porque não acharam bom negócio hospedar essas instalações sem tirar nenhum benefício, enquanto elas consomem uma parte significativa dos recursos naturais da região.E, logo depois que escrevi sobre eles, foram além na resistência e criaram uma plataforma chamada Quili.ai. É um site em que você entra e que parece um chatbot, parece o ChatGPT: tem uma interface de chat pra você digitar. Só que, quando você faz uma pergunta, em vez de um modelo de IA responder, a mensagem é encaminhada pra alguém que mora em Quilicura, no Chile. Aí, se você pede “quero a imagem de um cachorro”, aquilo vai pro artista local deles, o Benji. Ele pega um pedaço de papel, desenha um cachorro, tira uma foto e te manda de volta.Eles fizeram isso essencialmente como um projeto de arte performática, pra fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de usar IA generativa pra bobagem. A mensagem era: ei, quando você fica brincando com essas ferramentas em pedido besta, isso afeta comunidades como a nossa, drena os recursos de que a gente precisa pra viver bem.E também queriam levar as pessoas a pensar: por que não perguntar pra alguém da sua própria comunidade aquela receita que você procurava, ou pedir aquela imagem? Porque aí você reconstrói as conexões que estão tão em falta na sociedade — a falta delas é o que nos deixa mais vulneráveis a esse tipo de colonização do império.Eles deixaram o projeto aberto por 24 horas, e qualquer pessoa no mundo podia mandar um pedido. Receberam uma quantidade extraordinária deles. Viralizou de vez. E essa cidadezinha conseguiu uma virada enorme de narrativa sobre a suposta inevitabilidade e necessidade dessa tecnologia, sobre tudo o que o Vale do Silício diz — que, se você não usar, vai ficar pra trás de quem usa.E esse é só um exemplo, entre muitos, de como pessoas comuns, não importa a sua posição na sociedade, podem ter impacto real no debate, na consciência pública e até na regulação. A gente está vendo isso agora com os protestos contra data centers. Nos EUA, em 2025, cerca de 150 bilhões de dólares em projetos de data center foram travados.Isso virou uma das questões políticas mais quentes nos EUA para as próximas eleições de meio de mandato. Tem gente eleita sendo literalmente tirada do cargo por ter aprovado data centers, contrariando a vontade do povo. E isso já está tendo efeito real sobre as empresas e sobre a trajetória do desenvolvimento de IA.A OpenAI teve que encerrar recentemente a sua ferramenta de geração de vídeo, o Sora. Quando lançaram, apresentaram como o segundo produto mais importante desde o ChatGPT. O que aconteceu entre o lançamento e o fim? Uma reportagem do Wall Street Journal apontou três motivos, todos moldados por ação de base. Um: um gargalo enorme de capacidade de computação.Muitos dos data centers travados ou parados eram da OpenAI. Dois: um cenário financeiro bem mais incerto. A OpenAI está se preparando pro IPO, o que significa ficar mais exposta a Wall Street — e Wall Street está cada vez mais nervoso com a capacidade dessas empresas de cumprir o que prometem.E aí a OpenAI teve que reforçar alguns projetos paralelos pra fazer o balanço parecer um pouco melhor aos olhos de Wall Street. E, terceiro: os consumidores simplesmente não estavam usando o produto — o que também é ação coletiva de consumidores. Então, por todo esse tipo de resistência, de várias formas, de baixo pra cima, as pessoas estão de fato tendo impacto real na indústria e responsabilizando ela.Essa é a primeira categoria de ação. A segunda é: ok, que tecnologias de IA a gente usaria como alternativa? E aí a gente precisa investir mais nelas. Muitas vezes, quando converso sobre o livro, a pessoa diz: ok, me convenci de que não quero usar ChatGPT, não quero usar Claude — mas então uso o quê no lugar?E o problema é que eu não tenho muitas respostas pra essa lista de alternativas. Tem umas poucas aqui e ali, uma plataforma, uma empresa.Cris: Dá pra rodar o modelo no seu próprio computador, como o Cory Doctorow faz, mas aí é limitado e…Karen Hao: Exatamente, exige mais habilidade técnica. Mas, pra quem consegue instalar modelos de código aberto no próprio computador, eu incentivo 100%. Só que a gente também precisa de mais gente desenvolvendo interfaces bem fáceis pra esses modelos de código aberto, pra que qualquer pessoa consiga usar.A gente também precisa de mais gente desenvolvendo “bicicletas da IA”, de investidores e governos investindo mais nesse tipo de solução, e de talento — pesquisadores de IA, desenvolvedores e outras pessoas dispostas a sacrificar um pouco e abrir mão dos pacotes de remuneração enormes.Cris: Eu estava começando a achar que agora as empresas precisam ter menos lucro — e isso nunca vai acontecer.Karen Hao: Não, não é a empresa ter menos lucro. É o trabalhador topar abrir mão do pacote de milhões de dólares pra levar o talento dele pra outro lugar. Mais fácil, bem mais fácil. Eu converso com muito pesquisador de IA cansado da abordagem da indústria, porque ela é completamente sem criatividade intelectual.Eu conversei com pesquisadores que não passaram seis anos num doutorado em IA só pra ficar empurrando mais dados na máquina — pra eles, é o trabalho mais chato do mundo. E depois automatizar a programação, que era justamente o que eles gostavam de fazer. Converso com tanta gente que já não acha graça nenhuma nisso. Estão meio presos por “algemas de ouro”.E estão tentando descobrir, dentro de si, que carreira alternativa poderiam ter. Eu costumo incentivar esses pesquisadores a gastar o talento deles construindo um tipo diferente de empresa, que trabalhe com “bicicletas da IA”. E a gente já começa a ver cada vez mais desse talento indo por aí.E a gente precisa que todas as facetas da sociedade invistam num ecossistema muito mais robusto e rico de tecnologias de IA, capaz de substituir as que hoje dominam. Eu ainda tenho as cicatrizes das minhas próprias “algemas de ouro”, mas concordo plenamente.Cris: E as redes sociais são o exemplo — veja o que aconteceu com elas. Tem aquela frase famosa: as mentes mais brilhantes da minha geração passam o tempo fazendo as pessoas clicarem em anúncios. E ainda dizem: ah, isso pode ser o futuro. Pois é.Você contou a história do Quili.ai e isso me lembrou um dos primeiros criadores de conteúdo do Brasil, o Cid Não Salvo. Uns 10, 15 anos atrás, ele tuitou o seguinte: “Gente, eu disse pro meu pai que, sempre que ele precisar pesquisar alguma coisa na internet, é pra ir no Twitter.com e digitar a pergunta na caixa”. E olha que ele tinha milhões de seguidores.E, por uns bons dias, quase um mês, você entrava no Twitter do pai dele e via perguntas tipo “onde eu compro pizza?”. Era engraçadíssimo. No fim, ele contou pro pai — ou talvez não. Mas eu adoro essa ideia. Antes de a gente terminar: você já deve ter respondido isso mil vezes, mas vai continuar cobrindo IA? O que está na sua cabeça, o que vem por aí? Turnê mundial? O que vem pela frente?Karen Hao: Com certeza estou pensando em como continuar responsabilizando essas empresas. Estou envolvida em várias colaborações, com gente incrível, em diferentes projetos ligados a isso. O AI Resist List foi um deles. Também co-criei um programa chamado AI Spotlight Series, com o Pulitzer Center, uma organização jornalística sem fins lucrativos que financia jornalismo investigativo pelo mundo.É um programa que treina jornalistas do mundo inteiro a cobrir IA por uma lente de responsabilização. Até agora, já treinamos mais de 3 mil. E eu sigo pensando em como construir mais capacidade dentro do jornalismo, da sociedade civil, de outros contextos, pra mobilizar ainda mais essa organização de base — pra conter de verdade os impérios da IA e ajudar a desmantelá-los.Cris: Adorei o seu exemplo da moda. É possível, já foi feito. Ou até a indústria automotiva. Ou o grande exemplo que a gente não mencionou, e que o pessoal da OpenAI vive citando: o Projeto Manhattan, a energia nuclear.O mundo não acabou. Quando eu era criança lendo Asimov, achava que ia tudo acabar num fogo nuclear. Enfim — alguma última palavra, alguma mensagem, algum palpite pros jogos do Brasil na Copa, alguma coisa que você queira dizer antes da gente encerrar?Karen Hao: No fim das contas, o que eu espero que fique desta conversa e do livro é o seguinte: neste momento, o Vale do Silício está concebendo a IA como um projeto político. E a característica central desse projeto é tirar a autonomia de todo mundo — a autonomia de moldar de verdade o próprio futuro e o nosso futuro coletivo. Mas, no instante em que você reconhece que já tem uma autonomia significativa pra resistir, o império começa a desmoronar.Então espero que as pessoas encontrem a própria voz, a afirmem, conquistem o seu lugar à mesa e se conectem com os vizinhos, com a comunidade, com os colegas de trabalho, pra criar mais movimentos juntos.Cris: Que ótimo. Karen Hao, o seu livro é O Império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total. Obrigado por vir ao Brasil conversar com a gente. Foi um prazer.Karen Hao: Muito obrigada.Uma das primeiras perguntas que anotei quando comecei a pensar nessa conversa foi justamente a do final, a da ocupação de espaços. Porque, como eu disse, quando as redes sociais chegaram para ficar, muita gente falou “ah, não vou usar, é do mal” — e aí as pessoas ruins, vamos chamar assim, acabam ocupando esse espaço e falando o que bem entendem. A gente precisa aprender essa lição agora, no mundo da IA.Fora que vejo muita gente falando de IA sem nunca ter usado — ou que usou, sei lá, dois anos atrás, acha que continua tudo igual e já diz que não quer chegar perto.E por quê? Porque essa abordagem de ocupar espaços é o que eu e a Ana Freitas buscamos fazer no IA em Curso, nossa comunidade de letramento contínuo em IA. Foi, aliás, uma conversa que tive com a Karen antes da entrevista: ao mesmo tempo que a gente fala do impacto da IA no mundo, também precisa focar no que é prático, no que dá para fazer hoje com IA, sem vender sonho nem desastre. A analogia que usei foi a de que é que nem quando a gente fazia curso de Word e Excel — é o que eu faço agora que vai facilitar minha vida, me fazer ganhar tempo, botar a IA para me ajudar. Quem viu minha conversa com a Ana aqui no Boa Noite Internet, no fim de 2025, sabe do que estou falando. Se não viu, volta lá e confere.Desde que a gente lançou este episódio, o IA em Curso já passou de 400 pessoas. Tem muita gente colocando projetos pessoais incríveis na rua, tirando do papel aquela ideia que rondava a cabeça há um tempão. E a comunidade tem mentoria ao vivo, aula gravada, newsletter, banco de agentes, grupo de Telegram… que mais? O que não falta é jeito de passar para você o conhecimento sobre IA de que você precisa hoje, agora. Quero te dar a bússola para navegar nesse universo.Se esse é o tipo de abordagem que você quer ter com a IA, passa lá no iaemcurso.com.br e usa o cupom BNI2026 para ganhar 20% de desconto no plano anual. Mas corre, porque daqui a duas semanas vou apagar esse cupom — não é todo dia que a gente dá um desconto desses.É isso. Boa Noite Internet, temporada 2026 começando — como todo ano, com mudança, ideia, projeto. Ou, como diz minha citação preferida de todos os tempos: “vivemos uma fase de transição, como sempre”. Espero ver você por aqui e lá no IA em Curso.Obrigado pelo seu tempo e pela sua atenção. Até o próximo episódio. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe
GARANTA SUA VAGA NO LUCRO 2X COM GRUPO PRIMO + G4ABRA SUA CONTA NA COINBASE E GANHE R$50 APÓS SUA PRIMEIRA COMPRA DE R$1000Já parou para pensar que talvez a humanidade não esteja sozinha no universo?Durante milhares de anos, diferentes civilizações relataram histórias sobre objetos no céu, seres desconhecidos e possíveis encontros com algo que parecia estar além da compreensão humana. Hoje, com documentos oficiais liberados por governos, relatos de pilotos militares e investigações realizadas ao redor do mundo, o fenômeno OVNI voltou ao centro dos debates.Mas afinal, o que existe por trás desses relatos? Como separar fenômenos reais de enganos, fraudes ou interpretações equivocadas? O que os arquivos secretos e documentos desclassificados dos Estados Unidos revelam sobre décadas de investigações? O que casos como Varginha, Operação Prato e a Noite Oficial dos OVNIs realmente mostram?E quando olhamos para o passado: existem relatos na Bíblia e em civilizações antigas que poderiam indicar contatos com fenômenos desconhecidos? Por que tantas culturas diferentes possuem histórias sobre seres vindos dos céus? Estamos diante de mitos, interpretações simbólicas ou evidências de algo ainda não compreendido?Para responder estas e muitas outras perguntas, convidamos Edison Boaventura Júnior, pesquisador e ufólogo com mais de 40 anos de investigação, para o episódio 307 do podcast Os Sócios. Falaremos sobre ufologia, casos históricos brasileiros, arquivos militares, vida extraterrestre, mistérios da humanidade e os maiores enigmas ainda sem resposta.Hosts: Bruno Perini @bruno_perini e Malu Perini @maluperiniConvidados: Edison Boaventura @edisonboaventura
Jovem Nerd Esporte Clube no ar. Sem clima pra bolar uma descrição. Você já sabe o que aconteceu ontem e é isso. Agora vamos só reclamar. ATENÇÃO: ASSISTA/OUÇA OS EPISÓDIOS DIÁRIOS NO FEED PRÓPRIO DO JNEC! Hasbro Conheça MONOPOLY Panini Prizm FIFA: https://nerdbunker.short.gy/jnec_hasbro8 Netshoes Garanta seu manto na Netshoes: https://jovemnerd.short.gy/jnec_netshoes Inscreva-se no JNEC no YouTube: https://www.youtube.com/@jnesporteclube Ouça também no Spotify e agregadores de podcast: https://open.spotify.com/show/2lFibvS3lasyNBqkYixJy6 Mande suas histórias, críticas, elogios e sugestões para: servicos@jovemnerd.com.br Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices