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Embora seja muito desconfortável reconhecer os pecados que cometemos, não há outro caminho para encontrar perdão e vida nova senão o do arrependimento e confissão. Esconder o pecado nos mantém prisioneiros e nos afasta da comunhão com Deus que nos enriquece de verdade. Precisamos confessar nossos pecados e abandoná-los, pois assim encontraremos o Senhor de braços abertos para nos dar sua misericórdia. Deus da uma abraço misericordioso em todo aquele que , arrependido, confessa e abandona o seu pecado.
Vivemos em um mundo agitado, barulhento e apressado. Manter a calma, fazer silêncio e esperar é subversivo e contracultural. A carta de Tiago se dirige aos que estavam inquietos por causa do sofrimento, angustiados e correndo para encontrar uma solução. A última coisa que eles gostariam de ouvir era: tenham paciência. Porém, era necessário. A paciência é essencial, pois é a virtude que nos mantém de pé quando o vento é contrário. Precisamos ter pacência. Esperar no Senhor e colocar a nossa esperança nEle é um desafio diário. Tiago nos exorta a fazer esse exercício espiritual para o bem da nossa alma. Como podemos ter paciência quando tudo conspira contra? A partir de três figuras referenciais, somos encorajados a cultivar a paciência. Vamos meditar e aprender preciosas verdades bíblicas.Pr. Judiclay SantosIgreja Batista do Jardim Botânico.Rio de Janeiro - RJ
TEMPO DE REFLETIR 01683 – 22 de fevereiro de 2026 Lucas 15:23 e 24 – Vamos fazer uma festa e alegrar-nos. Pois este meu filho estava morto e voltou à vida. Hoje é o Dia dos Pais, que inclui nossos avôs, tios e amigos. Antigamente era o dia no qual mais se faziam ligações a cobrar no mundo! Pela sua própria índole, o grau e a forma como os pais demonstram afetividade aos filhos são diferentes daqueles demonstrados pelas mães. É opinião corrente que o homem nunca perde tempo pedindo informações e suas chamadas telefônicas não passam de trinta segundos. Mesmo que os filhos não tenham tudo o que desejam, devem saber que os pais procuram dar o melhor de seu tempo, o melhor de sua atenção para eles. Para mostrar o que faz de um pai um grande pai, a Bíblia narra a história de um pai generoso. E o filho, que era pródigo, que ideia tinha do pai? A Bíblia deixa claro que, quando voltou a si, o jovem se lembrava de casa. Crescer num lar em que os pais não gritam com os filhos; em que, depois de uma conversa, ninguém se levanta e bate à porta, sem dúvida, ajuda na formação do caráter. O pródigo se lembrou também de que seu pai era justo ao tratar com os empregados. Dava aos trabalhadores aquilo que eles mereciam. Não passava por sua mente: “É preferível ficar por aqui pela maneira de meu pai humilhar seus empregados”. O pai era um exemplo de justiça e de lealdade que ele podia imitar em qualquer momento. Rápido em mostrar perdão, o pai fez o que era incomum naquele tempo. Normalmente, o pai esperaria que o filho se dirigisse a ele com alguma demonstração de respeito. Mas o pai não esperou! Correu em direção ao filho e o abraçou! O filho começou a confissão, mas o pai nem deixou que ele continuasse. Mandou que os empregados trouxessem o melhor traje. Perdoou-o imediatamente e não deixou nada pendente. A imagem que temos do pai é de que ele é vagaroso para perdoar e rápido para ficar com raiva. Passamos a ideia de que homem não chora, como se não tivesse sentimento ou não se incomodasse com coisa alguma. Precisamos lidar com os filhos como Deus lida conosco. Vamos perdoá-los totalmente, sem que fiquem esperando. A porta sempre aberta recebeu o filho pródigo. Houve abraço, houve celebração! Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Grande Deus e nosso Pai: neste momento pedimos a Tua bênção especial sobre cada pai que está ouvindo esta reflexão. Que tenham saúde, sabedoria, paciência e discernimento e, acima de tudo, espelhem-se em Ti, o maior de todos os pais. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Todos nós somos pecadores, esta é a causa de nossas dores e dificuldades. Os nossos pecados nos afastam de Deus e, na mesma proporção, nos causa mais dores e angústias. A cura para estas dores está no retorno para Deus, que só é possível através da obra de Jesus. Precisamos dar ouvidos à voz do Senhor, precisamos crer em Jesus como nosso Salvador e Senhor e somente assim poderemos desfrutar da comunhão com Deus e ser curados desta grave enfermidade que é o pecado. Deus está sempre nos convidando a dar ouvidos à sua voz para sermos curados e restaurados em nossa comunhão com ele. Em Cristo somos pecadores perdoados.
Deus é amor e todos creem nele e em seu Filho, Jesus, devem amar, pois são amados por ele. O amor que transforma, por meio de Jesus, também comissiona para amar e transformar o mundo. Precisamos amar, devemos amar, pois amando nos identificamos com Jesus e nos tornamos instrumentos de transformação. Amor transforma, ame e experimente esta benção maravilhosa.
A Presença é tudo que precisamos.A Paixão pela Presença manterá o nosso coração em chamas e apaixonado.
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Os ecrãs marcam a vida das crianças desde cedo. A OCDE estima que, em média, cerca de 70% das crianças de 10 anos já têm um smartphone. O debate contemporâneo centra-se frequentemente nas dependências e nos riscos do contacto continuado dos mais novos com conteúdos digitais, até mesmo apenas com os próprios ecrãs. Dos telefones aos tablets, passando por computadores e consolas de jogos, os aparelhos digitais são males inevitáveis no crescimento das crianças? Que efeitos positivos podem ser explorados no mundo digital infantil? Precisamos de mais filtros ou mais auto-regulação dentro de cada família? São convidados: Ioli Campos, investigadora e professora universitária, com doutoramento em Media Digitais; e Tito de Morais, Fundador do projeto «MiudosSegurosNa.Net», uma iniciativa que ajuda famílias, escolas e comunidades a promover a utilização ética, responsável e segura das tecnologias de informação e comunicação por crianças e jovens.
Portugal está há mais de duas semanas sob um verdadeiro comboio de tempestades, responsável por pelo menos 16 mortos. As sucessivas depressões levaram à declaração de situação de calamidade em vários municípios, provocaram cortes de energia em milhares de habitações, isolaram populações e causaram inundações generalizadas. O presidente da associação ZERO, Francisco Ferreira, reconhece que nenhum país está preparado para fenómenos desta natureza e alerta para a urgência de repensar as políticas de ordenamento do território em Portugal. Portugal está há mais de duas semanas sobre um verdadeiro comboio de tempestades, responsáveis pela morte de pelo -16 pessoas. A que sez devem estes fenómenos climáticos e serão mais frequentes no futuro? Há uma circunstância particular que levou a estes comboios de tempestades a passarem sucessivamente por Portugal. O Anticiclone dos Açores encontra-se mais a sul do que é habitual e, por isso, um conjunto de frentes e depressões tem atravessado o território português, quando normalmente passam mais a norte. Isto também pode estar relacionado com a temperatura, devido ao aquecimento global: o Polo Norte está a aquecer mais rapidamente do que o Equador, e essa divisão entre a zona mais fria e o anticiclone dos Açores, essa diferença de temperaturas e essa barreira que habitualmente existe, já não está a funcionar tão bem. Assim, a zona mais fria, ou essa “barreira”, acaba por descer mais para sul. Vindo mais para sul, o anticiclone dos Açores também se posiciona mais a sul e, consequentemente, Portugal é apanhado por essas tempestades que habitualmente atingem mais o Reino Unido e a França, e não tanto estas latitudes mais baixas de Portugal e Espanha, durante o inverno. As sucessivas tempestades levaram à declaração de calamidade em vários municípios, provocaram cortes de energia a milhares de pessoas, isolaram populações e causaram inundações generalizadas, um verdadeiro cenário de destruição. O país não está preparado para este tipo de fenómenos? Não. Note-se que nenhum país está absolutamente preparado para este tipo de fenómenos, porque as infraestruturas são sempre dimensionadas para determinada velocidade do vento e para determinada precipitação, eventualmente para um ou outro pico, e não para uma continuidade tão intensa. Outra característica que também se verificou é que estas tempestades se moveram mais lentamente e, portanto, o vento, que chegou a atingir mais de 200 quilómetros por hora nalguns locais onde foi medido, foi relativamente persistente ao longo de meia hora ou mesmo uma hora. Assim, o grau de destruição foi muito mais elevado, incluindo em várias florestas e, principalmente, em cidades, com deslizamentos de terra, quer em zonas urbanas, quer sobretudo em zonas rurais. As consequências foram, portanto, muito grandes. E irão continuar a acontecer. O que é que tem falhado nas políticas governamentais, nomeadamente de ordenamento do território? Em primeiro lugar, quando implementámos muitas destas infraestruturas, não as dimensionámos para estes eventos. Não nos preparámos para eles porque achávamos que não iriam acontecer, ou melhor, que a probabilidade de acontecerem era extremamente reduzida. Já percebemos que não é assim, porque temos um clima realmente em mudança. E esse é, eu diria, o principal factor de aprendizagem. Depois do que aconteceu, percebemos que temos de nos adaptar a um clima em mudança e, portanto, não vale a pena continuarmos a cometer os mesmos erros, ocupando zonas de arribas quando os deslizamentos de terra são cada vez mais óbvios e frequentes. Determinadas estruturas, como estradas, não estão no local certo ou não têm o tipo de construção adequado para resistirem aos movimentos de terras que ocorreram com tanta chuva. Para além disso, tivemos incêndios que levaram a uma maior erosão. As águas que correm são completamente barrentas e um recurso tão importante como o solo está a esvair-se muito mais do que devia em direcção aos oceanos. É normal termos cheias. É até importante termos grandes caudais em alguns rios e em determinados troços, porque também alimentam as praias e contribuem para a produtividade costeira. Mas aqui exagerámos, à custa da colocação de edifícios e de outras estruturas em locais vulneráveis. Temos também práticas agrícolas e florestais que aumentaram muito a vulnerabilidade do território. A floresta também foi fustigada. Que lições é que devemos tirar desta situação relativamente às espécies que estão plantadas na nossa floresta? As espécies autóctones também sofreram, mas o que é facto é que, em muitos locais, foram as monoculturas, ou seja, as plantações -quer de eucalipto quer de pinheiro -que foram pura e simplesmente derrubadas ou ficaram todas inclinadas. Portanto, temos de aprender que não podemos ter estas plantações a funcionar como uma barreira tão compacta perante o vento. Precisamos de diversificar as espécies, conciliando as autóctones com aquelas que também dão algum rendimento às populações, mesmo sendo espécies exóticas, como é o caso do eucalipto. Ou seja, no terreno, uma massa contínua de árvores já percebemos que não é solução, nem para os incêndios nem para ocorrências de vento muito forte como estas. Quais é que são as prioridades neste momento? Eu diria que há prioridades de muito curto prazo, que passam por mobilizar muitos, provavelmente alguns milhares de milhões, para lidar com os danos, quer em zonas urbanas quer em zonas rurais, consolidar terrenos e reparar muitas das construções afectadas. A rede eléctrica também foi fortemente atingida. Foram várias centenas de postes de média e alta tensão que sofreram danos. Agora, o mais importante é que, nesta reparação que vamos fazer, tenhamos em conta que este é o novo normal em que estamos a viver e que não vale a pena repetir os mesmos erros do passado. É uma conversa difícil e complicada, porque há zonas onde as pessoas tiveram inundações nas suas casas, como é o caso de Alcácer do Sal, junto ao rio Sado. Isso é algo que poderá voltar a acontecer. Portanto, se calhar temos mesmo de repensar como deve ser feita a ocupação deste tipo de zonas. Repensar a política de ordenamento do território? Sim. E, por isso, em termos de adaptação climática, note-se que todos os municípios deveriam já ter planos de acção neste domínio, bem como uma articulação à escala regional. É fundamental ter essa visão para não estarmos a fazer mais do mesmo e depois voltarmos a ter o mesmo tipo de prejuízo. Todos os investimentos que agora fizermos -desde enterrar algumas linhas eléctricas, em vez de manter linhas aéreas, até ao tipo de construção que continuamos muitas vezes a fazer em locais errados -são decisivos. Tudo isso exige um olhar já numa perspectiva de médio e longo prazo, para que, numa próxima situação, os prejuízos não sejam tão elevados. Tempestades desta natureza vão continuar a acontecer.
A OCDE estima que, em média, cerca de 70% das crianças de 10 anos já têm um smartphone. O debate contemporâneo centra-se frequentemente nas dependências e nos riscos do contacto continuado dos mais novos com conteúdos digitais, até mesmo apenas com os próprios ecrãs.Dos telefones aos tablets, passando por computadores e consolas de jogos, os aparelhos digitais são males inevitáveis no crescimento das crianças? Que efeitos positivos podem ser explorados no mundo digital infantil? Precisamos de mais filtros ou mais auto-regulação dentro de cada família?Ioli Campos, autora do ensaio «Crianças e Bem-Estar Digital», e Tito de Morais, fundador do projeto «MiudosSegurosNa.Net», respondem a estas e outras questões neste debate.O Da Capa à Contracapa é uma parceria entre a Fundação e a Renascença.
Oro Por Você 03068 – 16 de fevereiro de 2026 Senhor! Quero, nesse momento, não somente pedir por mim, mas também por todas as pessoas que ouvem ou leem esta oração nos mais diferentes lugares. Dependemos completamente de Tua proteção, por isso, estende Teu cuidado sobre todos os nossos passos. Ilumina a nossa estrada com Tua companhia. Orienta as decisões que deveremos e precisaremos tomar. Acompanha-nos e certifica-nos de que estaremos indo ao encontro das melhores opções Governa as nossas ações e o comportamento daqueles que podem influenciar nosso viver. Te pedimos tudo isso e Te agradecemos. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: https://t.me/tempoderefletir . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Oficina online https://luma.com/nbtlk1cdBetter Images of AI https://betterimagesofai.org/imagesTraduação do texto de Emily Bender https://adolfoneto.elixiremfoco.com/research/AI/translations/20250904_emilymbenderArte da capa:Gloria Mendoza www.gloriamc.xyz Link: https://betterimagesofai.org/images?artist=GloriaMendoza&title=TheEnvironmentalImpactofDataCentersinVulnerableEcosystemsThe Environmental Impact of Data Centers in Vulnerable EcosystemsLicenced by CC-BY 4.0 https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Palavra ministrada na Videira Florida - 08 de Fevereiro de 2026Support the show
A Sicredi Sul Minas RS/MG registrou resultado líquido de R$ 40,9 milhões no último exercício, valor que representa o dobro do apurado no ano anterior. O desempenho sustenta o plano de expansão da cooperativa, que prevê chegar a 18 agências em Minas Gerais até o final de 2026. Os dados e as metas foram apresentados pela diretoria em entrevista ao programa Olho Vivo, da Rádio Sideral, na quarta-feira, 11 de fevereiro.Atualmente, a instituição opera 15 agências em território mineiro e mantém 10 unidades no Rio Grande do Sul. A área de atuação em Minas abrange 45 municípios. Segundo o presidente Euzébio Rodigheiro, a cooperativa recebe demandas de cidades interessadas na instalação de novas unidades e a expansão ocorre dentro de planejamento considerado sustentável. “Recebemos diariamente solicitações de municípios que pedem a presença do Sicredi. Precisamos analisar cada passo em um planejamento sustentável”, afirmou.
Muitas vezes, ao olharmos para nossas comunidades, nos fazemos uma pergunta honesta e preocupada: "Onde estão os homens?". As estatísticas e a realidade cotidiana mostram um distanciamento crescente, mas a resposta talvez não esteja apenas no comportamento deles, e sim na cultura que estamos cultivando.Neste vídeo, convido você a uma reflexão profunda sobre o papel do homem à luz das Escrituras. Será que, na tentativa de promover a paz e a ordem, acabamos criando um ambiente que não desafia a força, a liderança e o senso de missão que Deus depositou.O objetivo desta reflexão não é criticar a Igreja, mas sim fortalecer o seu corpo. Precisamos criar espaços onde o homem possa ser, plenamente, quem Deus o chamou para ser: um servo valente, um líder amoroso e um pilar para a sua família e comunidade.
Palavra ministrada pelo Pr. Angelo Ambrósio da INV Cidade Alta no encontro de domingo à noite, (08/02/2026).Leitura: Colossenses 1:9-14
Portugal vai este domingo, 8 de Fevereiro, a votos na segunda volta das eleições presidenciais, um cenário inédito em quase quatro décadas. Pela primeira vez desde 1986, a escolha do Presidente da República não se decide à primeira volta, mas também pela primeira vez a votação não acontece, em simultâneo, em todo o território. Em sete municípios, entre os quais Alcácer do Sal, Arruda dos Vinhos e Golegã, e ainda em duas freguesias do concelho de Santarém e duas do concelho de Sintra, o voto foi adiado para o próximo dia 15, devido à situação de calamidade provocada pelas tempestades que atingiram o país. As autarquias justificam a decisão com a falta de condições de segurança e de acessibilidade, num contexto em que persistem estradas cortadas, zonas inundadas e constrangimentos no transporte e na circulação. Apesar do cenário, em muitos pontos do país, os eleitores atravessam ruas ainda marcadas pelos estragos para chegar às urnas. Em Santarém, na Escola Primária de São Domingos, o dia é vivido num equilíbrio tenso entre o dever cívico e a fragilidade deixada pela última semana. “Precisamos de um Presidente e de um bom Presidente e, seja em que circunstância for, é muito importante votar”, diz uma eleitora, sublinhando que, embora na sua zona “não tenha acontecido nada de extraordinário”, viveu os últimos dias com preocupação. Conta que tem familiares obrigados a abandonar a casa na Ribeira de Santarém, onde a água invadiu o rés-do-chão. “Tiveram de tirar tudo da parte de baixo”, descreve, referindo que há um bebé e uma criança na família. Para ela, a crise pode criar terreno fértil para o desespero: “As pessoas estão muito desesperadas, não pensam nas eleições. Alguns coitados não têm grandes hipóteses psicologicamente, nem fisicamente.” Outros eleitores falam da votação como uma resposta directa ao momento político. “Só dois candidatos: temos de ter atenção à nossa liberdade e à nossa democracia”, afirma um outro eleitor, à saída da mesa de voto. Uma mulher, natural de Santarém e residente fora do Ribatejo, diz estar “emocionada” com o que viu nos últimos dias e recusa a ideia de abdicar do voto: “Votar é talvez o único poder que nos dão. Não lutar pela democracia num dia como o de hoje seria uma vergonha.” A eleição opõe António José Seguro e André Ventura, num regime semi-presidencial em que o Presidente não governa, mas pode desempenhar um papel determinante em momentos de crise: dissolução do Parlamento, convocação de eleições, nomeação do primeiro-ministro e influência política e simbólica na vida pública. A própria existência de uma segunda volta e a presença de um candidato de extrema-direita no confronto final confirmam uma transformação do sistema partidário e do debate público, num país habituado a presidenciais resolvidas no primeiro domingo. Em Santarém, porém, a política mistura-se com a urgência do pós-tempestade. As marcas estão no chão, na paisagem e no ritmo interrompido do quotidiano. No Miradouro de São Bento, a cidade olha para um cenário onde a cheia ainda domina: campos totalmente alagados, árvores submersas, telhados e paredes a meio, água de cor cinzenta e esverdeada. “Já assisti a muitas cheias, mas esta é a maior desde que me lembro, desde 1979”, conta Marcolino Pedreiro, recordando também a cheia de 1969 e outra, em 1981. Para ele, esta pode situar-se “entre as duas”. Questionado sobre se as condições meteorológicas podem influenciar o resultado eleitoral, responde com frieza: “O impacto será residual e insignificante.” A leitura não é consensual. O historiador Vítor Pereira descreve um sentimento recorrente em crises deste tipo: a percepção de abandono, mesmo em zonas relativamente próximas de Lisboa. “Quando há catástrofes, muitas vezes há um sentimento de falta de protecção e de falta de atuação do Estado”, explica, apontando para a frustração de quem paga impostos e sente que a resposta pública é lenta ou insuficiente. Para o investigador, falhas de comunicação política, e uma resposta percebida como desadequada, podem alimentar discursos de crítica ao Estado e, em contexto eleitoral, ter consequências. O historiador sublinha ainda o contraste entre a expectativa criada nos últimos anos por um Presidente marcado pela proximidade e pela presença pública, e o que poderá vir a seguir. “Portugal vai sentir-se órfão do Presidente das empatia”, afirma, antecipando que o próximo chefe de Estado terá de construir o seu próprio estilo, sem repetir o modelo dos últimos dez anos. A historiadora Raquel Varela vai mais longe e enquadra o episódio numa sequência de acontecimentos recentes: incêndios, cheias, falhas na resposta de emergência para sustentar uma crítica estrutural. “Nós não temos protecção civil”, diz, apontando para a fragilidade dos serviços e para a dependência das redes informais. “As pessoas têm-se a si, aos vizinhos e aos amigos.” Raquel Varela considera que esta auto-organização popular pode gerar um novo momento de politização, à semelhança do que aconteceu após as cheias de 1967, mas alerta para a ausência de preparação e de estruturas comunitárias. A dimensão internacional também atravessa o dia eleitoral. O activista guineense, Yussef, acompanha a votação a partir de uma perspectiva da diáspora, defende que o resultado em Portugal tem impacto nas relações com a Guiné-Bissau e no espaço político da CPLP. Critica o que considera ter sido um “branqueamento” de práticas anti-democráticas nos últimos anos e pede ao futuro Presidente “coerência com a Constituição”, pressão democrática e uma diplomacia alinhada com os princípios que Portugal afirma defender. Em Santarém, este domingo, cruza-se assim o calendário eleitoral com a recuperação depois de três tempestades. Entre ruas ainda condicionadas e uma normalidade incompleta, o país escolhe o próximo Presidente num contexto excepcional, com adiamentos locais, marcas visíveis no terreno e uma sensação de fragilidade que, para muitos, pesa tanto quanto o voto.
É sempre mais fácil criticar do que elogiar, todos o sabemos. Mas não é o mais correto e nem sempre o mais verdadeiro. Precisamos de exercitar o nosso olhar sobre a realidade que nos rodeia, sem receio de reconhecer o bem que acontece
Você já se perguntou até que ponto a medicalização é realmente necessária para lidar com o comportamento desafiador de um aluno com TOD? Esse é um tema delicado, que envolve decisões importantes para a família, a escola e os profissionais de saúde. Neste episódio do RhemaCast, vamos falar sobre medicalização em alunos com Transtorno Opositivo Desafiador, discutindo quando o uso de medicamento pode ser indicado, quais cuidados éticos precisam ser considerados e por que a intervenção não pode se limitar à prescrição. Você vai entender:✅ Quais são as principais formas de tratamento para o TOD, com destaque para a terapia cognitivo-comportamental e o treinamento de pais✅ Quando o psiquiatra pode indicar medicação e por que essa decisão exige avaliação cuidadosa✅ Como a parceria entre família e escola, com combinados e regras claras, ajuda a reduzir conflitos e comportamentos desafiadores✅ Como terapias e estratégias alternativas, como esportes, artes marciais e método ABA, podem apoiar o desenvolvimento e a regulação do aluno com TOD
Com o Mondego a galgar margens, Alcácer debaixo de água e as aldeias ribeirinhas do Tejo a fazerem figas, parece que nos lembrámos da utilidade das barragens. Pena que lhes tenhamos complicado a vida.See omnystudio.com/listener for privacy information.
É preciso Alcácer estar debaixo de água e o Mondego a galgar margens para nos lembrarmos da utilidade das barragens? É pena é que lhes tenhamos complicado a vida.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dou a largada para o episódio de hoje com uma provocação que incomodou muita gente: o QI médio do brasileiro. Não estou interessado em rotular pessoas, mas revelar um padrão invisível. Quando olhamos só para a média, deixamos de ver a engrenagem que transforma milhões em massa previsível, enquanto um pequeno grupo sustenta o sistema inteiro. Precisamos mudar a pergunta sobre quem é mais inteligente, para quem está sendo usado sem perceber. Bom dia, boa tarde, boa noite. Este é o Café Brasil. Posso entrar?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O vice-presidente da autarquia, Eduardo Amaral, avisa que é necessário consertar os vários telhados que ficaram partidos devido à depressão. Denúncia alguns roubos de combustíveis no concelhoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, mergulhamos no capítulo 6 de Daniel para entender como um homem de oração e hábitos consistentes foi capaz de influenciar uma nação inteira a partir de sua fidelidade privada. O Pastor Andy nos desafia a sair da "correnteza do mundo" e a fazer parceria com a coragem para brilhar nos lugares onde há falta de esperança.
Vivemos sobrecarregados de compromissos e responsabilidades e, por isso, muitas vezes, deixamos de lado a nossa vida espiritual. Tolamente pensamos que podemos adiar nosso relacionamento com Deus, nossa saúde espiritual e vivemos longe de pensar e buscar a Deus. Não podemos nos enganar, precisamos recuperar o tempo perdido, precisamos priorizar nosso relacionamento com Deus. Precisamos tomar a decisão urgentíssima de buscar a Deus para encontrar nele a verdadeira vida.
Bombeiros de uma dezena de corporações estão esta sexta-feira a deslocar-se para as regiões portuguesas mais afectadas pela depressão Kristin, para ajudar as populações. Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos. Hugo Ferreira, residente no concelho de Leiria, relata um cenário de destruição generalizada, isolamento e exaustão. Mais de 50 horas após a passagem da depressão Kristin, milhares de pessoas continuam sem electricidade, água e comunicações na região de Leiria. Segundo relatos no terreno, há populações que permanecem isoladas, com acessos obstruídos e dificuldades no abastecimento de bens essenciais. Hugo Ferreira, residente no concelho de Leiria, refere que no centro da cidade os serviços começam a ser restabelecidos, mas sublinha a dimensão do problema. “Estamos a falar de centenas de milhares de pessoas completamente sem luz, sem água”, afirma, acrescentando que muitas pessoas continuam sem conseguir sair de casa por falta de acessos, “nem sequer têm as vias desobstruídas”. No terreno, diz que a resposta tem sido desigual. Enquanto nas zonas mais urbanas se nota alguma presença da protecção civil, nas áreas rurais a intervenção é limitada. A maior parte do trabalho tem sido assegurada por moradores e alguns bombeiros, o que tem contribuído para um sentimento de desânimo. Segundo Hugo Ferreira, a ausência de um destacamento visível de meios humanos e operacionais faz com que as pessoas se sintam “completamente sozinhas”. Alem disso, o cansaço começa a ser visível: “Já se começa a acusar algum cansaço, porque não há fim à vista.” Hugo Ferreira defende que a dimensão da crise exigia uma resposta mais visível. “Era preciso haver um destacamento grande de pessoas aqui.” O impacto do isolamento sente-se no dia a dia: “As pessoas sentem-se completamente sozinhas, com postos de combustível a abrir pontualmente, com filas enormes, supermercados sem nada.” A noite da tempestade foi vivida com medo. Hugo Ferreira relata um ruído constante provocado pela queda de árvores numa zona florestal junto à sua habitação. A electricidade falhou ainda de madrugada e só com a primeira luz do dia foi possível perceber a dimensão da destruição: “Ouvia-se um barulho absolutamente ensurdecedor. Em redor da minha casa há uma floresta imensa e o que ouvíamos eram as árvores a serem arrancadas e destroçadas. Quando sai de casa, era um cenário de filme de terror, tudo destruído.” O impacto foi imediato na mobilidade. O trajeto até ao local de trabalho revelou a extensão do caos. “Eu, de casa para a fábrica, demoro normalmente dez minutos. Demorei quase três horas. Havia pinheiros, telhados, chaminés, carros virados. Nunca mais nos vamos esquecer disto.” Apesar dos avisos meteorológicos enviados por SMS, Hugo Ferreira considera que a população não foi devidamente alertada para a gravidade do fenómeno. “Há tantos avisos que a maioria das pessoas nem sequer liga. Toda a gente sabia que ia haver mau tempo, mas ninguém estava minimamente sensibilizado para aquilo que viria.” A falha prolongada das comunicações agravou o isolamento. O contacto com familiares, vizinhos e colegas de trabalho tem sido feito essencialmente porta a porta. “É a única possibilidade”, diz, reconhecendo que muitas pessoas em zonas mais afastadas continuam sem qualquer notícia. “Esperamos que estejam bem, mas não sabemos sequer onde estão.”Na empresa onde trabalha a situação continua crítica: “Temos cerca de 100 funcionários e ainda não conseguimos contactar com cerca de 20 porque não há comunicações.” Em contexto de campanha eleitoral para a segunda volta das Presidenciais de 08 de Fevereiro, Hugo Ferreira rejeita visitas políticas e sublinha a necessidade de meios operacionais. “Nós não precisamos de visitas de políticos. Precisamos de pessoas aqui a trabalhar”, afirma. Quanto ao apoio externo, refere que não existe procura por donativos monetários, mas sim por bens essenciais, não perecíveis, geradores e reforço de meios humanos. Defende ainda que deve haver pressão junto das entidades centrais para que sejam mobilizados mais recursos para a região. Para o habitante de Leiria, a recuperação será prolongada. Sem um reforço significativo de meios, considera que o restabelecimento da normalidade poderá demorar semanas. O principal apelo, conclui, é que as populações sintam que não foram esquecidas: “o que nós precisamos é de sentir que alguém se importa e sentir que alguém está disposto a vir aqui ajudar um bocado”.
"Precisamos primeiro nos sentir dignos por dentro, para então o mundo nos tratar com respeito.".....Marcar atendimento, cursos e e-books aqui: https://linktr.ee/gisipaz_atendimentos.cursosInstagram: @gisipaz_ayurveda
devocional Efésios Também peço a Deus que Cristo habite pela fé nos vossos corações e que estejam bem arraigados e alicerçados no amor, para poderem compreender, com todos os crentes, a grandeza, a largueza, a imensidão e a profundidade do amor de Cristo. Que sejam capazes de conhecer o amor de Cristo, ainda que ele ultrapasse qualquer possibilidade de conhecimento, para que Deus vos encha com toda a sua plenitude . Dêmos louvores a Deus, o qual, pela força que nos concede, tem poder para realizar muito mais do que aquilo que nós pedimos ou somos capazes de imaginar. Dêmos-lhe glória por meio da igreja e de Jesus Cristo, agora e para todo o sempre. Ámen. Efésios 3.17b-21 Nada melhor que pedir a Deus para nos fundar no Seu amor. Aí alicerçados, o mundo alarga-se a olhos vistos. Nada mais passa despercebido. Desperta-se para a presença de Cristo em lugares anteriormente desvalorizados. Começando no nosso coração. É dentro de nós que Jesus tem de encontrar espaço para expandir a Sua obra. Demos azo a que Cristo nos dilate a mente. Precisamos de a cada momento entranhar o Seu raciocínio. Mover-nos segundo a Sua influência. Imitemo-l'O, pois, nas mais pequenas coisas. Tenhamos na ponta da língua, mas também dos dedos, o Seu amor. Evidenciemos a intimidade que com Ele desenvolvemos no modo como interagimos uns com os outros. Seremos “cheios de toda a plenitude de Deus” quanto melhor percebermos que somos Sua morada. E jamais pensemos que tudo isto é mera utopia, visto que Deus “é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos”. Toca a dar-Lhe inteiro destaque “em todas as gerações, para todo o sempre.” - Jónatas Figueiredo Oramos para que este tempo com Deus te encoraje e inspire. Dá a ti próprio espaço para processar as tuas notas e a tua oração e sai apenas quando te sentires preparado.
MG foi o estado que mais matou pessoas trans e travestis em 2025, segundo um levantamento produzido pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), divulgado na segunda-feira (26). O estado está empatado com o Ceará, com oito mortes registradas no referido ano. Em nível nacional, 80 pessoas trans foram assassinadas em virtude de serem quem são; 82% dos casos foram episódios extremos de violência.O dossiê da Antra foi divulgado em meio ao Dia Nacional da Visibilidade Trans, marcado pelo dia 29 de janeiro. Ainda que seja importante pautar a visibilização das pessoas trans muito além da violência e da violação dos direitos humanos, esse segue sendo um marcador infeliz para esses corpos no Brasil.O Visões Populares de hoje conversa com duas especialistas no assunto. Primeiro falamos Bruna Benevides, presidenta da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra). Em seguida, com a professora de comunicação Dayane Barretos, da UFMG, que debate como a cobertura jornalística retrata e impacta este cenário de tamanha violência. Dayane debateu o tema de sua tese de doutorado, intitulada “O que resta ao corpo: disputas de sentido em textualidades sobre assassinatos de travestis e transexuais”. “Precisamos nos perguntar, sempre: por que que eu estou permitindo que o Brasil continue sendo o que mais assassina pessoas trans do mundo? Por que eu não estou revoltada com a morte da Alice, com a morte da Cris e de todas as outras que acontece?”, questiona Bruna Benevides. Confira a entrevista na íntegra:
Orlando Samões considera que administração Trump "não está a saber fazer leitura em negociações que já levam um ano". Os EUA deixam Kiev em posição difícil "porque querem ficar ao lado do vencedor".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nosso Deus nos conhece melhor do que nós mesmos. Esta verdade, ensinada nas Escrituras, é reconfortante e desafiadora ao mesmo tempo, pois nem sempre o que fazemos corresponde ao real estado do nosso coração. Podemos declarar grande amor pelo Senhor e viver de maneira contrária à sua vontade. Precisamos, sabendo que o Senhor nos conhece, ter uma vida coerente, consagrada a Ele e condizente com sua Palavra. O conhecimento de Deus a nosso respeito é desafiador e nos conclama a uma vida completamente consagrada a ele.
Neste inspirador estudo de aberturado 6º VIRaSER, Haroldo Dutra Dias nos convida a refletir sobre um tema profundamente relevante e atual: a esperança nas promessas divinas. Em um mundo repleto de incertezas, Haroldo traça um paralelo entre a história bíblica da terra prometida e os desafios contemporâneos, instigando não só a curiosidade, mas também a reflexão em cada um de nós.A palestra mergulha na passagem da Torá que narra a missão de Moisés ao enviar doze espiões à terra de Canaã, revelando nuances que vão além da simples observação. O relato nos coloca frente a frente com a questão da confiança nas promessas divinas e nos instiga a reconhecer como nossa percepção do mundo pode ser distorcida pelas inseguranças do coração.Exploração dos sentimentos humanos avaliando a fé e a dúvida nas promessas de Deus.Reflexão sobre como as experiências passadas impactam a nossa visão do futuro.Distinção entre o olhar cético que busca obstáculos e o olhar esperançoso que busca virtudes.A importância do papel individual na realização das promessas divinas.Haroldo evidencia que a forma como percebemos as promessas está intimamente ligada ao que alimentamos em nossos corações. Estamos propensos a ver o que desejamos ver, o que nos leva a uma escolha crucial: abraçar a esperança ou ceder ao pessimismo. A transformação pessoal e coletiva é, desta forma, um chamado à ação, onde cada um deve contribuir para a realização de um futuro mais promissor.Ao final desse episódio, sai uma mensagem poderosa: mesmo cercados por desafios, a esperança deve ser nossa guia. Que possamos todos encontrar a coragem para acreditar e trabalhar pelo cumprimento das promessas que iluminam o caminho de nossas vidas. Não perca a chance de ser tocado por essa mensagem transformadora!Capítulos:00:01:10 – Reflexão sobre esperança nas promessas da revelação00:02:06 – A paraxá Shelach: envio dos espiões para a terra prometida00:05:04 – O papel das lideranças na escolha dos espiões00:06:30 – A promessa divina e a insegurança do povo hebreu00:10:59 – O verdadeiro significado do verbo “espiar” na passagem00:14:44 – Comparação entre a passagem e a figura de Tomé00:17:07 – A resposta cética dos espiões e suas consequências00:20:02 – O papel de Josué e Caleb como vozes de confiança00:23:12 – A escolha do povo e as consequências da falta de fé00:29:00 – A busca pela esperança e contribuições individuais na realização das promessas00:34:48 – Resultados da esperança nas promessas da revelação
Nem sempre damos a atenção devida a uma ameaça que nos ronda: a vaidade, ou orgulho. A humildade, ao contrário, e um caminho seguro para quem deseja agradar ao Senhor,nosso Deus e Pai. Precisamos resistir ao orgulho, vivendo humildamente. Somos convidados pelo Senhor para viver, todos os dias, no caminho excelente da humildade e amor.
Vivemos em um momento em que prevalece o "espetáculo". Se não for postado, parece que não foi vivido e se não for produtivo, parece que não tem valor. Temos sido condicionados a acreditar que dependemos da nossa performance e que o palco, principalmente o virtual, é o lugar onde somos validados. Seja na “caridade”, seja na produtividade, estamos constantemente nos cobrando. Se antes éramos forçados por terceiros, agora nós mesmos assumimos esse papel e internalizamos o chicote. Somos nossos próprios algozes, e o limite passou a ser a exaustão. Em meio a esse caos produzido, o Evangelho nos aponta um caminho, descansar no Senhor. Descansar não é apenas "dar uma pausa"; é um ato de fé. Quando paramos, declaramos que o mundo não gira em torno do nosso esforço, mas da soberania de Deus. O descanso bíblico nos lembra que Deus continua agindo e sustentando o universo, mesmo quando fechamos os olhos. Precisamos compreender que Jesus é o nosso Sábado. Nele, o descanso não é ausência de trabalho ou de esforço, mas ausência de culpa. Em Cristo, não precisamos performar para sermos aceitos, trabalhamos justamente porque já fomos aceitos por Ele. Ele carregou o fardo pesado da nossa insuficiência para que pudéssemos tomar o Seu fardo, que é leve. Quando nós nos encontramos exaustos pela incessante produtividade, o Evangelho nos recorda a graça de descansar em Cristo. Como disse A. W. Tozer: "A santidade não é o caminho para Cristo; Cristo é o caminho para a santidade". Somos chamados a desfrutar da presença de Deus sem a pressão humana por resultados ou entregas, compreendendo que é na quietude do secreto, na dependência e na simplicidade que a vida cristã acontece. __ #FAMÍLIADOSQUECREEM #SÉRIEOEVANGELHONAVIDA Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
O que precisamos para avançar no novo ciclo? | Pr. Josué Valandro Jr. by Josué Valandro Jr
Saudações pessoas! Começa mais um ano onde, ao final dele, vamos estar extenuados e com algum grau de desespero - afinal, são eleições (mormente presidenciais) no Brasil! Deus nos acuda....e nossas estratégias também. O cenário está menos apocalíptico do que na última? Sim. Nosso número de tarefas segue alto? Também! Precisamos entrar com confiança e sem tanto medo, mas com muita coisa a ser mapeada nessa próxima 'curva' da estrada que será fundamental. É hora de mostrar consistência e não de reprisar batalhas de outros pleitos. Temos receitas? Sim, algumas delas bem saborosas e por isso Samir Salim Jr. - jornalista, analista político, consultor em campanhas eleitorais e muito mais - vem conversar conosco sobre o que ele espera para esse 2026!Expediente Pai-Fundador e apresentador: Felipe Abal Outro apresentador: Gabriel Divan Apresentador que está em missão secreta: Carapanã Capas que vocês adoram: Gui Toscan Edição de Áudio que nunca falha: Ingrid Dutra A Mestra dos Instagrams: Dani BoscattoMúsica de abertura: Dog Fast by mobigratis
Nós investimos muito tempo, recursos e esforços para aprender, estudar, crescer no conhecimento em nossa vida profissional, ou para melhoras o convívio com as pessoas com quem conhecemos. Há, entretanto, um conhecimento que pode mudar nossas vidas de maneira profunda e duradoura, é o nosso conhecimento de Jesus. Precisamos investir neste comheciemnto mais do que em qualquer outro. Conhecer Jesus e Deus, o Pai, é o melhor que podemos fazer de nossa vida. Invista neste conhecimento, aprofunde-se nele através das Escrituras Sagradas e encontre a verdadeira vida.
Todos nós precisamos de forças para enfrentar as dificuldades da vida. Os sofrimentos são comuns, atingem todas as pessoas, indistintamente, mas a maneira como cada um enfrenta depende de onde encontra as forças necessárias. Todo discípulo de Jesus sabe que ele é a única fonte confiável de provisão para todas as demandas da vida. Precisamos aprender que Jesus é fiel e confiar nele é o segredo para enfrentar e vencer.
Você está disposto e disponível para servir ao Senhor? É fácil falar de disposição, mas nem sempre estamos disponíveis, pois agir é muito mais fácil que fazer. Precisamos aprender e crer que nosso Deus sempre quer o melhor para seus filhos, como todos os pais, ainda que imperfeitamente. Se cremos neste amor de Deus, a única resposta esperada é nos colocarmos à disposição dele para cumprir sua vontade. Faça deste ano um tempo para dispor-se de maneira prática e verdadeira para o Senhor, nosso Deus e Pai.
Precisamos nos livrar do erro, comum em nossos dias, de dividir nossa vida e separar o que consideramos espiritual daquilo que chamamos de material. Na verdade a Escritura nos ensina que toda a nossa vida deve ser dirigida por meio do ensino da Palavra e que não devemos dividir a vida em departamentos. Nossa vida integral deve refletir nosso compromisso com Deus e não apenas o que chamamos de ‘espiritualidade'. Viva assim é defrute da vida que o Senhor quer para seus filhos.
Todos nós precisamos de uma boa nutrição para conseguir cumprir as demandas do dia a dia. Na vida espiritual não é diferente, precisamos de alimento espiritual para ficarmos firmes e vencer os desafios que enfrentamos. Nosso alimento espiritual é a Palavra de Deus. Precisamos encher nosso coração e mente com a Escritura Sagrada e, somente assim, estarmos bem nutridos para viver e vencer.
A história de muitas mulheres brasileiras que deixam o país em busca de segurança, estabilidade e uma vida melhor no exterior nem sempre encontra o final feliz que elas imaginavam. Para algumas, a violência atravessa oceanos. É nesse cenário complexo e muitas vezes invisível que atua a advogada Luana Ferreira, líder do Comitê de Direito das Mulheres do Grupo Mulheres do Brasil, em Lisboa. Lizzier Nassar, correspondente da RFI em Lisboa A violência viaja silenciosa, escondida dentro de malas, memórias, fragilidades e dependências. Em outras vezes, ela surge justamente no estrangeiro, onde a solidão da imigração, a falta de rede de apoio e o desconhecimento do sistema local criam o ambiente perfeito para que o ciclo se repita — ou se intensifique. A advogada brasileira Luana Ferreira, líder do Comitê de Direito das Mulheres do Grupo Mulheres do Brasil em Lisboa, conhece bem essas armadilhas. Ela se tornou, na prática, aquilo que tantas mulheres procuram desesperadamente quando decidem romper o silêncio: uma ponte. Uma mão estendida. Um lugar seguro onde é possível contar o que não se consegue nem admitir para si mesma. “Desde muito pequena eu vi e ouvia histórias de violência. Situações bem complicadas. Isso me tocou desde muito nova”, ela conta. O que poderia ter sido apenas uma lembrança dolorosa transformou-se em vocação. Hoje, ela trabalha diariamente para acolher mulheres que vivem aquilo que tantas outras, por gerações, foram ensinadas a suportar. O Comitê de Direito das Mulheres, que ela lidera, é dedicado à promoção e defesa dos direitos das mulheres, com especial atenção ao combate à violência doméstica — e com um objetivo central que vai além da assistência: sensibilizar a sociedade. “É importante trazer para as pautas sociais e para a sociedade que a violência doméstica é um problema de todos”, afirma. Os números comprovam que o problema é mais amplo do que a maioria imagina. Segundo dados do Ministério das Relações Exteriores, 1.631 casos de violência doméstica e de gênero contra brasileiras foram registrados em embaixadas e consulados em 2024 — um aumento de 4,8% em relação ao ano anterior. Os Estados Unidos lideram as notificações (397 casos), seguidos da Bolívia (258), Itália (153), Portugal (144) e Reino Unido (102). Cada número desses representa uma história que atravessou fronteiras carregando medo, insegurança e, muitas vezes, silêncio. Em Portugal, onde a advogada atua, a violência doméstica continua sendo o crime mais reportado. Só entre janeiro e agosto deste ano, a APAV — Associação Portuguesa de Apoio à Vítima — apoiou 14.008 mulheres. As situações de vitimação ocorreram em 89,9% dos municípios do país, com maior incidência nos distritos de Lisboa, Faro, Braga e Porto. Até setembro, 18 pessoas foram assassinadas em contexto de violência doméstica — 16 eram mulheres. E, segundo a PSP e a GNR, foram registradas 25.327 ocorrências nos primeiros nove meses do ano de 2025, o maior número dos últimos sete anos. Relutância em se reconhecer como vítima Esses dados ajudam a contextualizar uma realidade que, aos olhos da advogada, aparece diariamente em forma de relatos fragmentados, mensagens rápidas, áudios enviados com cuidado para que ninguém ouça, e pedidos de ajuda que começam hesitantes: “Não sei se isso é normal.” Muitas vezes, ela é a primeira pessoa a quem a mulher se direciona quando finalmente decide falar. “A mulher vive com medo: no lar, na sociedade, no dia a dia… Ela não sabe o que pode vir a acontecer se cruzar com o agressor ou se ele tiver acesso à vida que ela está construindo agora”, explica. Para ela, a violência doméstica não termina quando a relação termina. “É um crime que, muitas vezes, rouba a paz para sempre.” Entre os casos que chegam ao comitê, há agressões físicas e psicológicas, mas também formas de violência que muitas mulheres só descobrem quando já estão presas a elas. Uma das mais comuns entre brasileiras em Portugal é a violência administrativa. “O agressor retém, esconde ou inutiliza documentos da vítima. Já tivemos casos de passaportes rasgados, queimados, inutilizados — da mulher e das crianças”, relata. Impedida de viajar, de trabalhar ou de se movimentar, a vítima perde autonomia e fica ainda mais vulnerável. Escuta entre imigrantes Nesse contexto, a presença do comitê funciona como um abraço possível. A equipe escuta, orienta, encaminha e apoia. A rede inclui psicólogas, advogadas, associações especializadas e serviços públicos. E tudo começa com algo simples, mas fundamental: acreditar na vítima. “Quando são brasileiras — e elas são a maioria que nos procura — torna-se mais confortável encontrar outra imigrante do outro lado. É alguém que entende o medo, o idioma, a saudade, a culpa e a solidão.” Mas, apesar do apoio, o caminho institucional no país ainda apresenta lacunas importantes. Portugal não possui uma delegacia da mulher, como no Brasil. Não existe uma lei equivalente à Maria da Penha, que foi um divisor de águas no enfrentamento à violência doméstica no Brasil. O que há, em Lisboa, é o Espaço Júlia, na freguesia de Santo Antônio, que funciona como um atendimento especializado a vítimas — mas ainda insuficiente diante da dimensão do problema. “Falta muita coisa. É muito triste ver que ainda há quem finja que não é com ele. Precisamos de educação, conscientização e mudança cultural”, afirma. Manual de prevenção Nos últimos anos, algumas iniciativas importantes surgiram. O Consulado-Geral do Brasil em Lisboa, em parceria com o Instituto Nós Por Elas, lançou o Manual de Prevenção da Violência contra Mulheres Brasileiras no Exterior, elaborado pelo Ministério das Mulheres e pelo Ministério das Relações Exteriores. O consulado também formalizou sua adesão à campanha Sinal Vermelho Contra a Violência Doméstica, que orienta vítimas a desenharem um “X” na mão ou em um pedaço de papel para pedir ajuda de forma silenciosa e segura. Pequenos gestos que podem salvar vidas. Mas, para a advogada, a mudança real depende de algo maior: transformação cultural. “Não adianta tratar apenas a consequência. Precisamos mexer na raiz”, diz. E a raiz, segundo ela, começa pela frase que repete sempre: “Uma mulher agredida é todas nós agredidas.” Onde pedir ajuda Esta reportagem também é escrita para quem lê em silêncio. Para quem está tentando decidir se aquilo que vive é violência. Para quem tenta justificar o injustificável. Para quem acha que merece o que recebe. Para quem teme pedir ajuda. Para quem saiu do Brasil acreditando que finalmente teria paz — e encontrou medo. Se esse for o seu caso, saiba que você não está sozinha. Há uma rede inteira pronta para caminhar com você. Há mulheres — como a advogada Luana Ferreira — que dedicam suas vidas para acolher, orientar e proteger. Há profissionais, instituições, organizações e serviços que podem te ajudar a romper um ciclo que nunca deveria ter começado. Por mais difícil que pareça, existe um futuro possível. Pedir ajuda não é fraqueza — é coragem. E coragem é algo que toda mulher carrega dentro de si, mesmo quando acha que não.
O orgulho, se nenhuma dúvida, nos afasta de Deus, nos faz pensar que somos autossuficientes, que não precisamos de Deus em nossa vida. Ao contrário do orgulho, a dependência, a consciência de fragilidade e dependência nos faz buscar o socorro do Senhor nosso Deus. É maravilhoso saber que nosso Deus está sempre de braços abertos para aqueles que o buscam, reconhecendo sua necessidade. Somente quando admitimos nossa finitude e fraqueza estamos prontos para buscar o socorro do Senhor. Precisamos desta bendita carência para buscar e encontrar o socorro do Senhor.
precisamos falar da saúde da saúde
Bioética e envelhecimento, precisamos falar
A chegada do fim de ano traz a possibilidade de reflexão e de novas expectativas. O Senhor dividiu o tempo de forma que possamos sempre viver o final de um ciclo e iniciar outro. Precisamos entender como vamos avançar e, traçando um paralelo com o povo de Israel, chegar à conclusão de quem são os filisteus das nossas vidas. Seu casamento, sua cidade, a arrogância, a corrupção, o medo... Independentemente de qual seja, é preciso avançar.
TEMPO DE REFLETIR 01621 – 22 de dezembro de 2025 Mateus 24:44 – Por isso, ficai também vós apercebidos; porque a hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá. Conta-se o caso da extraordinária dedicação de um cão ao seu dono. Um dia, o homem se machucou gravemente e foi levado a toda pressa para o hospital. O cãozinho o acompanhou. Quando o ferido foi transportado da ambulância para o leito, despediu-se de seu amigo à porta, com as palavras: “Voltarei logo, Tupi! Espere aqui por mim!” O homem faleceu na mesa de cirurgia, mas o fiel Tupi ficou lá de sentinela. As horas se tornaram em dias, os dias, em semanas, e Tupi permaneceu esperando seu dono. Empregados do hospital colocaram uma esteira junto à porta para Tupi, e davam-lhe comida. O cão permaneceu fiel à ordem de seu dono até o fim. Um dia Jesus disse: “Meus filhos, Me ausentarei por algum tempo, mas voltarei. Esperem-Me e estejam prontos quando Eu voltar!” O tempo do retorno dEle está chegando! Este é o momento em que devemos tomar a decisão de nos preparar para aquele dia glorioso. As Escrituras afirmam que nosso corpo será transformado, de corruptível para incorruptível, num instante, num piscar de olhos. Já o nosso caráter precisa ser aperfeiçoado, transformado. O que seremos quando Jesus vier depende das decisões que tomamos agora, do nosso procedimento de hoje. Precisamos estar preparados para o encontro com o Senhor! É brilhante a esperança do segundo advento! A expectativa de encontrarmos o Criador, face a face deve nos levar a pensar seriamente no tipo de vida que estamos vivendo. Quais tem sido nossas prioridades? Quanto tempo temos separado para aquilo que realmente importa? Romperemos com os pecados acariciados para receber o perdão e a transformação que ele quer realizar em nossa vida? Jesus recomendou que ficássemos atentos, apercebidos. Não distraídos ou desinteressados. A volta dEle poderá pegar-nos de surpresa, se isso acontecer. No momento que não estivermos preparados, o Filho do Homem poderá chegar. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Grande Deus e Pai: me ajude nesse preparo. Que seja o resultado de uma comunhão diária, contínua contigo. Por favor, faça isso na vida de cada um de meus ouvintes, agora. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Você já ouviu que “gosto não se discute”, né? Pois aqui a gente vai discutir, e muito. Neste episódio eu junto Guimarães Rosa, Roger Scruton, neuroestética, cidades feias, músicas pobres e timelines tóxicas para mostrar como a perda da beleza está emburrecendo o Brasil. Beleza não é frescura: organiza a alma, a cidade e a cultura. Se tudo vira “tanto faz”, abrimos espaço para a estética da burrice. Bora afinar o olhar? Sabe aquele momento... em que você precisa confiar cem por cento no freio da sua moto? É aí que entra a Nakata.Discos de aço inoxidável com alta dissipação de calor, pastilhas que mantêm performance em qualquer temperatura,e sapatas com ajuste perfeito.Frenagem eficiente, segura e confortável — faça sol ou chuva. Agora, você também pode contar com a qualidade e segurança da marca Nakata para 2 rodas.Visite @ferasdaoficinanakata no Instagram. A Nakata entrega qualidade de quem entende de estrada e confiança. Nakata. Pode contar. O comentário do ouvinte é patrocinado pela Vinho 24 Horas. Já pensou em ter um negócio que funciona 24h, sem precisar de funcionários? Uma adega autônoma instalada no seu condomínio, com vinhos de qualidade, controle pelo celular e margem de 80%. Com apenas R$ 29.900, você inicia sua franquia e ainda ganha 100 garrafas de vinho. Acesse Vinho24.com.br e comece seu novo negócio! A Terra Desenvolvimento revoluciona a gestão agropecuária com métodos exclusivos e tecnologia inovadora, oferecendo acesso em tempo real aos dados da sua fazenda para estratégias eficientes. A equipe atua diretamente na execução, garantindo resultados. Para investidores, orienta na escolha das melhores atividades no agro. Com 25 anos de experiência, transforma propriedades em empreendimentos lucrativos e sustentáveis. Conheça mais em terradesenvolvimento.com.br. Inteligência a serviço do agro! ...................................................................................................................................................................
Com base no roteiro do Café Brasil 1000, criamos uma música, combinando nossos ritmos, e um vídeo sobre o jeito de ser do brasileiro. Usamos a IA e o resultado é sensacional. Este episódio é para lançar esse vídeo. Espalhe para todos que você acha que merecem. Quando Jorge Benjor canta, aliás, quando Jorge Ben canta que “moro num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza”… ele não está negando os problemas. Está lembrando a cada um de nós o motivo pelo qual ainda estamos de pé. O Brasil aguenta por causa da leveza. Da ginga. Da malandragem boa, aquela que não é trapaça, mas sabedoria de sobrevivência. Jorge Benjor não é um cantor. É um alquimista sonoro. Ele mistura batuque, groove, futebol, religião e mulher — e sai poesia. O brasileiro, aliás, é isso: Tristeza com harmonia. Ironia com esperança. Dor com prazer. Tudo ao mesmo tempo, agora. Se você tiver dúvidas, ouça outra vez este episódio. Aprecie a riqueza da nossa arte, da nossa poesia, da nossa literatura. As canções que ficaram de fora são suficientes para fazer mais uns 20 episódios como este, mantendo o padrão... Ouça a riqueza das vozes que nos moldaram, os ritmos que nos sustentaram, os sonhos que nos uniram. O Brasil não é só a maravilha que Deus fez, não. O que faz uma nação são as pessoas. O resto são prédios, árvores, montanhas e animais. Cenário, Natureza e Obras. Que não têm uma ação racional, intencional e definida na modelagem do futuro. Tudo isso que aí está, ficará como é. Quem escreve a história de um país somos nós. Eu e você. Progresso, esperança e evolução são coisas de seres humanos. E é por isso que eu insisto: o orgulho de ser brasileiro precisa ser reconquistado. Não por ufanismo cego, mas por reconhecimento lúcido. Afinal, como disse o Buscapé naquela abertura da Cidade de Deus, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. Então não tem alternativa. Precisamos voltar a olhar nos olhos uns dos outros e dizer: “Tamo junto, cara!” Porque se o Brasil conseguir se unir... Ninguém segura. MUNDO CAFÉ BRASIL: https://mundocafebrasil.com Curso Merdades e Ventiras - Como se proteger da mídia que faz sua cabeça? https://merdadeseventiras.com.br/curso/ Conheça o Podcast Café com Leite: https://portalcafebrasil.com.br/todos/cafe-com-leite/ Instagram: https://www.instagram.com/lucianopires/ Para conhecer minhas palestras: https://lucianopires.com.br Vem dar uma olhada na nossa loja: https://lucianopires.com.br/loja Edição e animação: Daniel Pires ....................................................................................................................................................................
Com base no roteiro do Café Brasil 1000, criamos uma música, combinando nossos ritmos, e um vídeo sobre o jeito de ser do brasileiro. Usamos a IA e o resultado é sensacional. Este episódio é para lançar esse vídeo. Espalhe para todos que você acha que merecem. Quando Jorge Benjor canta, aliás, quando Jorge Ben canta que “moro num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza”… ele não está negando os problemas. Está lembrando a cada um de nós o motivo pelo qual ainda estamos de pé. O Brasil aguenta por causa da leveza. Da ginga. Da malandragem boa, aquela que não é trapaça, mas sabedoria de sobrevivência. Jorge Benjor não é um cantor. É um alquimista sonoro. Ele mistura batuque, groove, futebol, religião e mulher — e sai poesia. O brasileiro, aliás, é isso: Tristeza com harmonia. Ironia com esperança. Dor com prazer. Tudo ao mesmo tempo, agora. Se você tiver dúvidas, ouça outra vez este episódio. Aprecie a riqueza da nossa arte, da nossa poesia, da nossa literatura. As canções que ficaram de fora são suficientes para fazer mais uns 20 episódios como este, mantendo o padrão... Ouça a riqueza das vozes que nos moldaram, os ritmos que nos sustentaram, os sonhos que nos uniram. O Brasil não é só a maravilha que Deus fez, não. O que faz uma nação são as pessoas. O resto são prédios, árvores, montanhas e animais. Cenário, Natureza e Obras. Que não têm uma ação racional, intencional e definida na modelagem do futuro. Tudo isso que aí está, ficará como é. Quem escreve a história de um país somos nós. Eu e você. Progresso, esperança e evolução são coisas de seres humanos. E é por isso que eu insisto: o orgulho de ser brasileiro precisa ser reconquistado. Não por ufanismo cego, mas por reconhecimento lúcido. Afinal, como disse o Buscapé naquela abertura da Cidade de Deus, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. Então não tem alternativa. Precisamos voltar a olhar nos olhos uns dos outros e dizer: “Tamo junto, cara!” Porque se o Brasil conseguir se unir... Ninguém segura. MUNDO CAFÉ BRASIL: https://mundocafebrasil.com Curso Merdades e Ventiras - Como se proteger da mídia que faz sua cabeça? https://merdadeseventiras.com.br/curso/ Conheça o Podcast Café com Leite: https://portalcafebrasil.com.br/todos/cafe-com-leite/ Instagram: https://www.instagram.com/lucianopires/ Para conhecer minhas palestras: https://lucianopires.com.br Vem dar uma olhada na nossa loja: https://lucianopires.com.br/loja Edição e animação: Daniel Pires ....................................................................................................................................................................