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À l'occasion de son récent passage chez Versos.TV, on a saisi l'opportunité d'inviter une véritable légende du rap montréalais : Jeune Chilly Chill.Accompagné de son fidèle collaborateur Phil Colisse, avec qui il prépare actuellement un nouveau projet, Chilly revient sur son parcours, ses débuts dans le rap, l'évolution de la scène montréalaise, les ligues de battle rap, la lutte professionnelle et une foule de souvenirs marquants accumulés au fil des décennies.Aux côtés de Jay Seven et du Onze, la conversation prend souvent des chemins inattendus entre anecdotes, réflexions sur la culture hip-hop et freestyle philosophique au micro.Un épisode riche en histoire, en humour et en passion pour la culture.Merci au Studio Kampus de nous accueillir comme toujours.Merci également à Smoke Signals Kanehsatake pour son soutien inconditionnel.Et un immense merci à tous ceux qui nous supportent via Patreon :[www.patreon.com/podcasque](http://www.patreon.com/podcasque)⚠️ Petite note technique : vous remarquerez quelques bruits de micro durant l'épisode. Nous venions tout juste de mettre à jour notre console audio et le multitrack n'était malheureusement pas activé. Merci de votre compréhension.Bonne écoute !INTRO CRÉDITS:Logo & animation: Seb StewartMusic by DJ Mike CheddaScratch by DJ Kleancut
Confira no Morning Show desta segunda-feira (25): Está prevista para esta segunda-feira (25), a votação na Câmara dos Deputados da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1, sem redução salarial. Detalhes como o período de transição ainda são pontos de discussão entre os deputados. O presidente Lula (PT) e o presidente da câmara, Hugo Motta (Republicanos), se encontram nesta segunda-feira (25) no Palácio da Alvorada para discutir detalhes da PEC que prevê o fim da escala 6x1. O governo defende a mudança imediata na jornada de trabalho, enquanto a oposição que um período de transição que pode chegar a até 10 anos. A nova defesa de Daniel Vorcaro tenta fortalecer a delação do ex-banqueiro junto ao Supremo Tribunal Federal. Na semana passada a Polícia Federal rejeitou a proposta de colaboração ao entender que Vorcaro não falou tudo que sabia. Condenado pelo assassinato da advogada Mércia Nakashima, o ex-policial militar e ex-advogado Mizael Bispo de Souza lançou um livro em que volta a negar participação no crime ocorrido há 16 anos na Grande São Paulo. No texto, ele afirma que as autoridades “não foram atrás do autor do crime”. Mércia desapareceu em maio de 2010 após sair da casa da avó, em Guarulhos. O carro foi encontrado semanas depois submerso em uma represa em Nazaré Paulista, onde também foi localizado o corpo da vítima. Segundo as investigações, Mércia foi atraída pelo ex-namorado, baleada e morreu afogada após o veículo ser lançado na água. A motivação do crime teria sido a não aceitação do fim do relacionamento por parte de Mizael. O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, negou neste domingo (24) o pedido de aplicação de medidas cautelares alternativas à prisão da influenciadora Deolane Bezerra, como o uso de tornozeleira eletrônica ou prisão domiciliar. O ministro alegou que o pedido da defesa ainda deve passar por outras instâncias antes de chegar ao Supremo, que não vê ilegalidade na prisão preventiva de Deolane e afirmou que o Tribunal “não deve ser usado como atalho para contestar decisões”. A justiça americana destravou um processo da Trump Media, empresa responsável pelo app de Donald Trump “Truth Social” e da plataforma Rubble, contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. A alegação é de que Moraes censurou as plataformas no Brasil. O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), irá se reunir com a cúpula do Partido Liberal para definir o candidato ao governo de Minas Gerais. O PL deve procurar um candidato que não seja Mateus Simões (PSD), atual governador e ex-vice de Romeu Zema (NOVO). O papa Leão XIV pediu que a humanidade lute contra o “domínio” da inteligência artificial (IA) em sua primeira encíclica, publicada nesta segunda-feira (25). No documento que também denuncia a “desumanização” e o conceito de “guerra justa”, Leão XIV afirmou que “a IA deve servir à humanidade e não ao poder de poucos”. O presidente Lula (PT) iniciou, nesta segunda-feira (25), um tratamento de radioterapia preventiva no couro cabeludo no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília. O procedimento é um complemento à cirurgia de retirada de uma lesão basocelular, realizada em 24 de abril. De acordo com apuração da Jovem Pan, o cronograma prevê 15 sessões ao longo das próximas três semanas. O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino negou o pedido de encontro feito pelo deputado federal Mário Frias (PL). Frias havia sido intimado por Dino para prestar contas sobre o repasse de emendas, supostamente para o filme “Dark Horse”. O livro “Voz, Memórias e Versos”, escrito por Patrick Santos e Patricia Castellon conta a história do lendário narrador esportivo da Pan, Joseval Peixoto, voz histórica do tricampeonato do Brasil na Copa do Mundo de 1970. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Habita el bosque la tribu perdida. Dicen los que saben que los seres humanos ya hacíamos música antes de saber decir una sola palabra. Y que el primer lenguaje estaba edificado sobre el sonido y, sobre todo, sobre el ritmo. Todas las lenguas que existen y existieron provienen de la música. Como la poesía, que es, antes que nada, eso: música, canto.La palabra versada y lanzada al aire es hermana siamesa de la música. No de la literatura, ni del relato. Su nacimiento, dicen, fue simultáneo. Un solo y apoteósico parto. Su rastro nos conduce a una sola placenta sobre la piedra. La palabra música proviene de las musas, que eran diosas protectoras, y Metáfora significa “ir más allá”, donde habita lo inefable.Todo esto y un universo completo más allá, lo dicen, lo hacen, lo viven, lo transmiten, lo tocan y lo cantan los componentes de la Tribu de El Náan, nuestros prestigiosos invitados de hoy, que transitan desde la aldea al Metropolitano y que no hacen música tradicional. Ni quieren ni saben. Que su tradición no es la castellana, ni la española, ni siquiera la Ibérica, sino una mucho más antigua, la del planeta que habitamos.Os invitamos a escuchar todas las canciones de su último trabajo como trío: “Versos del páramo negro”, a escuchar al rapsoda de nuestro chamanismo poético, Héctor Castrillejo, y al músico y cantante de altos vuelos, Carlos Herrero. También estará con nosotras Natxo Blanchart López, de la Asociación Arriba Las Ramas, y Raúl Alcanduerca en forma de Cuaderno de Nidos. En el Club de la Hojarasca: Marta Iraeta, Alvaro Soto y Juan Ballesteros.Y ahora escucha la música que nace junto al fuego compartido. La de ese primer ser que sopló por el caño hueco de un hueso dando a luz una vibración que erizó el vello de los que lo escucharon. Una tradición que no pertenece a ningún lugar, ni escuela, ni nación. Una tradición y un futuro que es, sin duda, territorio conmovido… ¡Arriba las ramas!HT: #TribuPerdidaRadio3 Escuchar audio
Ritmos latinos: de la salsa panameña al flamenco fusión; La Habana del XX, samba brasileña; cumbia; Galicia; y chicha y tropipop.Cambalache — Diego Guerrero; Muerdo; Cristian Letelier L.E.Colombina — Mari FroesEl Panquelero +Fotografías — Rubén Blades; Roberto Delgado & Orquesta (Fotografías)Sal al malecón — Roberto Fonseca (La gran diversión)Vaitimbora — Mari Froes; TrinixEl avión — Monsieur Periné; Carlos VivesManifestando cositas buenas — Papaya DadaCupido (muerte al amor romántico) — Xoel LópezSombras chinas — Xoel LópezMestre Novo da Guiné — Airto Moreira; Ricardo Bacelar +Coqueiro verde — Orquestra Imperial +Versos singelos — Muca; Roberto Menescal; Mirella Costa (Brasil Calling 24)Ante la duda, baila +Tambor chico — Jorge Drexler (Taracá)Escuchar audio
De toda a parte nos chegam avisos quanto a uma crise de autores teatrais, ou do conto, do romance, géneros que déramos como adquiridos, elementos constantes de uma plena função cultural, mas se se perdeu o entusiasmo das formas, aquela audácia com que se partia da realidade como de um mote para depois se tratar certos temas com um cuidado obstinado em animar de um sopro vital algo que pode, sem ele, tornar-se débil, apenas arrastando uma convenção oficial e cansada, há alturas em que tudo o que resta são pequenos salteadores da tradição, que a única coisa que lhe trazem é aquele gesto insolente, cabriolante, blasfemo, trabalhando verdades cada vez mais somíticas, tão parciais que acabam por só dispor de turvos factos e figuras que se desfazem em pó mal as examinamos de perto. Agustina notava que em certas alturas tendem a proliferar as melancolias dos pequenos talentos, sendo que estas chegam a assemelhar-se a infâmias calculadas. Adivinhou há três décadas que aquilo que nos esperava era um crescendo da ganância e uma cultura pedante que se imitaria para não ter que se inventar a si mesma. Não estamos já na companhia desses perdulários encantadores, mas dos associais das superestruturas, e não há já aquela capacidade de se defenderem do mundo alimentando-se da canção perdida que é o passado. No máximo temos nalguns a erudição malabarista, uma instrução que fede as mais das vezes a desembaraçados preconceitos, a banalidade aristocratizada do que passa por sabedoria, mas nada daquela inteligência convulsa, monstruosa, como essa criatura estupenda que se fixou entre nós, e que, entre só umas poucas mais, gozavam desse prestígio dos que punham na boca de cada um dos que com elas se cruzavam as únicas palavras que alguma vez pronunciaram. Impor-se com toda a relevância é um talento assombroso, mas hoje, tenham mais ou menos recursos, é difícil reconhecer nesses frágeis actores, que representam numa teatralidade tosca e excessiva o tal privilégio dos que movem o poder da criação, uma verdadeira intensidade. Não vemos que, nas coisas de que se ocupam com essa luz repartida e triste, consiga nascer seja o que for. Até as mentiras são cada vez mais inábeis… “Não mentem como dantes, não há qualquer contrato de persuasão, de conquista, na mentira”, diz-nos Agustina. “Hoje mente-se por manifesta insolência, quer-se dizer apenas ‘vê que a tua opinião me é indiferente e o que podes pensar não me causa nenhuma perturbação'. Eu vi diante dos meus olhos essa mentira desesperada e fútil”… Surgia, assim, uma geração que mente friamente, assim como se avilta friamente, e nisso escoa todo o seu drama. Não quer contratos com a sabedoria e com a experiência, e depois só resta uma espécie de leviandade carismática. Se em tempos esta escritora podia notar que “a alma de um homem é feita de muitas tentativas doutras almas”, hoje parece até um excesso romântico servir-se desses termos, quando o que prevalece é “o canibalismo moral”, a sede irreprimível de possuir súbditos, seguidores, de subjugar a vontade dos demais, sendo certo que, “quanto mais débil é uma sociedade, mais activa parece ser”, e damos por uns seres que não conseguem seguir nenhum argumento, nenhuma intriga arrojada, nada senão um rastilho boateiro, ficando-se longe daquela indiscrição da inteligência, ficando por dizer o que antes o nevoeiro consertava, esse pigmento de alma que nos era introduzido e que não era nem mero sentimento nem outra coisa que pudesse facilmente ser descrita, mas aquilo a que Agustina chamou “um sabor hamletiano que os portugueses regelam na pele, como se um povo inteiro nele se contivesse, na clausura da sua hereditariedade na fermentação do destino”. Podem até ser exageros de quem sempre nos foi dizendo que não lutava por pessoas ou coisas, mas por sínteses, e que vinha para o romance como para um piano velho, deixando a meninice dedilhar e cantar, com aquele gozo que a música desperta nas feras. Depois dessas ousadias que mais temos senão a tal febre de fatalismo que tomou conta de tudo?, a azeda turbulência e os motivos a que cada um se agarra entre enganos e tristezas remoídas, para de si mesmas transmitirem uma impressão forte, cercadas dos milhares de pessoas manejadas pela publicidade, pela nevrose colectiva de corresponder ao século, no que este tem de programa alienatório. Assim, “tudo são prorrogações e leve maceração de consciências", e, independentemente da forma, não se dá por um escrever e pensar com aquela audácia vingativa. “O que devia ser alado precipita-se no chão sujo dum palco; o que devia ser narrativa poética faz-se uma força antiquada da qual se evade sem pena a nossa imaginação. O que devia surpreender aborrece; o que é fruto de glória parece raquítica pretensão.” Deste modo vemos o processo cultural abster-se de um verdadeiro programa, de tudo aquilo que pudesse definir alguma ambição, porque hoje o sim e o não brotam da trivialidade e são incapazes de nos vincular seja ao que for. As criações que nos surgem por diante estão a reclamar algo que não existe. Impressiona-nos o patetismo, e basta deter a atenção nessas fórmulas tão lapidares quanto moribundas para se ficar sem vontade de coisa nenhuma, e se alguns espíritos ainda são capazes daquela prosa canalha e desafectada que nos anima um pouco com o seu vigor de insubordinação, sendo possível imaginar que algum ensejo crítico mais empenhado possa desentranhar deste nosso tempo um manifesto urdido por uns quantos contra a habituação de andar no mundo e obedecer-lhe, por outro lado, os versos parvos têm provado ser hoje uma indústria que prolifera para ajuda das convicções desbotadas, esses versos parvos que, segundo Agustina, têm grande audiência porque não comprometem a solidão, só a resguardam mais. Versos parvos que sobrecarregam uma literatura, encontrando o apoio dessa trama mediática que no medíocre vê afinidades honrosas. “Mas importa analisar o fado desta linhagem que temos. As relações entre os que produzem uma obra e os que a divulgam ou só observam são viciadas pelo método do verso parvo. São muitas vezes hipocrisias sem talento, movidas por sinceridades mal-intencionadas. Um autor escreve mal, um artista representa deploravelmente; e logo se lhes encontram parentescos com uma corrente ou outra, parentescos que, a serem autênticos, fariam deles desgraçados. O estilo não permite sucessores sem obrigar a maiores originalidades. A prova de que esse apoio é inútil é que a simpatia não produz carreira. Muitas vezes os amigos são o pesadelo indiscreto duma obra que podia impor-se. Se amam, pervertem; se aplaudem, embevecem, mais do que estimulam. A solidão não é uma vocação; é um desespero cultivado pela arte da vida breve que se repercute no ilimitado.” Neste episódio, veio conversar connosco Lourença Baldaque, escritora que tem publicado nos mais diversos registos desde 2005, e que criou as edições Fauve&Rouge, persistindo de forma discreta, empenhada, tendo como finalidade assumida a vital procura de um tempo literário. Além de ter traduzido e publicado autores franceses como Jules Renard, Jules Barbey d'Aurevilly e Balzac, tem traduzido de outras línguas, tendo sido responsável pela tradução da correspondência da avó (Agustina) com o escritor argentino Juan Rodolfo Wilcock e foi responsável pela recolha e organização da monumental edição em três volumes dos ensaios e artigos publicados por Agustina na imprensa entre 1951 e 2007. Se hoje a lenta réstia do seu farol ainda actua entre nós e tem alguma coisa de função esquecida, é sempre possível, ainda que arriscado e exigente, trazê-la de volta ao nosso convívio, sobretudo quando, apesar de toda a farra, a cultura recaiu numa espécie de pudor do isolamento, de ancilose, e há um tremendo receio do confronto, uma vez que mesmo as pessoas abdicam da sua constituição e se deixam transformar em miragens, “e como ectoplasmas não têm mistério, assim flutuam indiferenciadamente no grande oceano da informação”.
Todos los equipos necesitan uno, es el jugador diferente, el que regatea hasta el sistema de la pizarra de su entrenador o, mirando a la inmensidad de la industria, el que se opone a las grandes instituciones que han convertido el fútbol en un inagotable negocio... De ello, de los "Outsiders", hablamos en La Dupla... Además con Bop Pop nos preguntamos qué es lo último que nuestros oyentes han celebrado o piensan celebrar. Mientras en El Artesano, con Pablo Ortiz de Zárate, hablamos de las ventajas del desapego y en Mitos de si será verdad aquello de que las canciones que triunfan en verano se crean en invierno.
Cette semaine, on discute de l'actualité avec deux membres fondateurs de la ligue Versos.tv, FylX et ParkaOne. Adem est au co-host de l'épisode en raison d'une blessure qui a empêché Jay Seven d'être présent. Bon rétablissement à lui.On revient sur deux sorties marquantes du rap québécois. D'abord, Clem Tucker, qui a sorti un projet qui confirme qu'on ne peut plus fermer les yeux sur ce rappeur de la nouvelle génération, avec Laval State of Mind. Puis KaMa avec 1885, un court projet collaboratif réalisé avec le rappeur français Faire Les Choses, produit par Nicky Savage.FylX et ParkaOne nous parlent ensuite de leur prochain événement de battle rap, qui opposera la nouvelle génération à l'ancienne. Ils présentent les premiers face-à-face annoncés, expliquent ce que cet événement représente pour la culture battle au Québec, et partagent leur vision ainsi que leur manière de travailler depuis les débuts.La conversation se poursuit avec la sortie du nouveau projet de Kanye West, ainsi que sur la situation impliquant Offset, qui aurait été victime d'une fusillade dans un casino en Floride, liée à des tensions avec l'entourage de Lil Tjay. On aborde également les rumeurs autour de ses problèmes de jeu et de dettes qui refont surface publiquement.Lien vers notre Patreon pour du contenu exclusif : https://www.patreon.com/cw/Podcasquehttps://onzmtl.com/Instagram : https://www.instagram.com/onzmtl/TikTok : https://www.tiktok.com/@onzmtlFacebook: https://www.facebook.com/onzmtl11Tourné chez Kampus MediaONZMTL — 2026 ©
13-3-26: Valentín Martín escribe sobre Rafa Mora y Moncho Otero Nos reunimos en casa de Valentín Martín con Moncho Otero, Rafa Mora y Manuel López Azorín. Valentín acaba de publicar un libro sobre Rafa y Moncho, "Cuando canta la poesía: Rafa Mora y Moncho Otero". Información sobre el libro: Rafa Mora y Moncho Otero, dos talentosos poetas, cantautores y músicos con una trayectoria de más de veinticinco años, han logrado musicalizar alrededor de 700 poemas en un proyecto llamado Versos sobre el pentagrama. Este proyecto busca acercar la poesía al público de una manera amena y didáctica a través de la música. En esta obra, titulada "Cuando canta la poesía: Rafa Mora y Moncho Otero", Valentín Martín rinde un emotivo homenaje a la labor de Rafa Mora y Moncho Otero a lo largo de ocho actos, donde se incluyen conversaciones con los artistas y se desgrana la memoria histórica de la música y la poesía española. Dieciséis poetas participan en esta obra, contando la humanidad, la bondad y la pasión por la música y la poesía que caracterizan el trabajo de Rafa Mora y Moncho Otero. Un libro imprescindible para los amantes de la poesía y la música, en el que se celebra la creatividad y el talento de estos destacados artistas. Información adicional sobre el producto Ficha propia ISBN: 978-84-128633-9-0 - 1º edición, diciembre de 2025 - 210 páginas - 145 x 215 - Rústica con solapas Autor/a Valentín Martín Imagen de portada Carmen Lafuente Prólogo / Introducción Manuel López Azorín y colaboraciones de J.M Barbot, M.ª Luisa García-Ochoa, Enrique Gracia Trinidad, J. Álvaro Gómez, María Guivernau, Pepa Merlo, Juanlu Mora, Cristina Narea, Marisa Peña, Luis Remacha, Javier Rodríguez del Barrio, Armando Silles McLaney, Juana Vázquez, Miguel Ángel Yusta y «Olvida tu equipaje» Asociación/Fundación/ONG UNRWA, la Agencia de Naciones Unidas para la población refugiada de Palestina en Oriente Próximo tiene tiene el propósito de dar asistencia a los desplazados y sus descendientes hasta que exista una solución justa y definitiva a su terrible situación, Con la compra de este libro se colabora con 1 euro.
00:00 Intro – Verglas02:50 Manu Militari au Club Soda13:45 Lost signe chez 7e Ciel19:45 Enima annonce une mixtape24:00 Kgoon est libre25:40 Rowjay à Planète Rap avec 8ruki34:20 Communauté et format Versos38:00 Versos : meilleure et nouvelle époque ?40:35 Raccoon vs Alex Dilem49:30 Blynk pré-nominé au Gala Les Flammes52:00 Sorties locales : Ti-Floccon57:00 Obia le Chef, Clem Tucker et autres sorties01:08:50 50 Cent01:11:00 Outro
Con la Semana Santa cada vez más próxima, charlamos con Héctor Arráiz, uno de los principales responsables de la Cofradía de Nuestro Padre Genarín. La entrevista nos permite interesarnos por los detalles y preparativos de una nueva edición de su multitudinaria procesión pagana, así como por la previa celebración de otra entrega más de su Certamen de Versos Burlescos inspirados en pellejero borrachín más popular de León.
Você já sentiu que é "demais" para o mundo? Que sua intensidade, sua alegria ou até sua tristeza não cabem nos moldes apressados do dia a dia? Se você já pediu desculpas por sentir profundamente, este episódio é o seu refúgio.Neste episódio do Entre Abacaxis e Versos, mergulhamos na literatura sensível e acolhedora de Roseana Murray. Através de uma curadoria de poemas que tocam a alma, fazemos um convite para você baixar o volume do caos externo e sintonizar na sua própria frequência.Esqueça o relógio. Respire fundo. É hora de validar sua essência e descobrir que a sua sensibilidade não é um erro, mas o seu maior poder.
podcast recorded with enacast.com
Gato e Poesia: Uma Celebração do Livro Infantil!
PT: [ÁUDIO EM PORTUGUÊS] A Certeza do Amor ❤️Olá! Neste episódio, partilho a leitura de "Eu já te amo". É umconvite para sentires a vibração das almas que se buscam e que, de alguma forma, já se pertencem através das palavras.✍️ Lê mais no Blogue:
Descrição: PT: [ÁUDIO EM PORTUGUÊS] A Voz da Memória e os Amores Platónicos ❤️ Olá! Dizem que a poesia ganha uma nova alma quando é lida em voz alta. Hoje, trago um dos temas fundamentais do meu universo: os Amores Platónicos. Regresso a 2019 para recuperar o poema “Só um grande homem”, dando voz a sentimentos que outrora escrevi, num diálogo entre o passado e o presente.✍️ Lê o artigo completo no Blogue:
AAD PARTE 1: Dentro de nuestra colaboración habitual con Valnalón, nos fijamos hoy en varios ejemplos de éxito de la unión entre esta entidad y otra ubicada prácticamente al lado en Llangréu, el Centro Integrado de Formación Profesional para la Comunicación, Imagen y Sonido (CISLAN): alumnos que se forman en el CISLAN y que lanzan y consolidan su proyecto empresarial en Valnalón. Diego Terente, responsable de la discográfica “Ataque”, Paula Briales, fotógrafa especializada en animales en “Pecas y Vibrisas", David Delgado, alumno del CISLAN, contratado por Movusic, empresa creada con la ayuda de Valnalón, Francisco García, profesor del CISLAN y José Antonio Vega, Director Área de Transferencia de Metodologías de Valnalón. AAD PARTE 2: El programa 'RCP desde mi cole' lleva más de 10 cursos funcionando en Asturies, enseñando a nuestros escolares a realizar la reanimación cardiopulmonar, procedimiento de emergencia vital que combina compresiones torácicas y respiraciones boca a boca para salvar vidas y evitar el daño cerebral. Agustina Varela, participante en 'RCP desde mi cole' desde 2016, médica SUAP (Servicios de Urgencia de Atención Primaria) en La Pola Siero, Esperanza Álvarez, enfermera y Coordinadora de Atención Educativa del Área Sanitaria IV y Agustina Gil Varela, participante en el programa desde 2016, pedagoga y, actualmente,maestra de educación primaria en CP San José de Calasanz. AAD PARTE 3: La editorial Pîntar Pintar ta acabante espublizar "Más versos d'Asturies", otra de Daniel García Granda con ilustraciones d'Ilemi Cuesta Mier, siguiendo l'éxitu de "Versos d'Asturies", que llegó a les tres ediciones, dalgo mui poco habitual en llibros n'asturianu y dedicaos a los más pequeños. Daniel García Granda, escritor e Ilemi Cuesta Mier, ilustradora.
A Poesia que Realiza Sonhos.
Dragones en el páramo galáctico Dragons on the galactic moor Músicas tan variopintas como el mundo nos sorprenden en esta edición de Mundofonías, hablándonos de dragones, lágrimas, perlas, ramas, páramos, sopas, aperitivos, voces, huellas, casamientos y descasamientos. Suena música con aires de Armenia, Albania, Alemania, los Balcanes, los países nórdicos y los ibéricos, Argentina, Perú y Colombia, a partir de muy recientes ediciones discográficas que nos ofrecen mil tratamientos a partir de la música de raíz, desde rudas guitarras a los ecos de las voces indígenas. Music as diverse as the world itself surprises us in this edition of Mundofonías, speaking of dragons, tears, pearls, branches, moors, soups, appetisers, voices, footprints, weddings and unweddings. We hear music with flavours of Armenia, Albania, Germany, the Balkans, the Nordic and the Iberian countries, Argentina, Peru and Colombia, drawn from very recent record releases that offer a thousand different approaches to root music, from raw guitars to the echoes of indigenous voices. - Victoria Alexanyan - Yerangi - Vishap - Hersi Matmuja & Jacopo Conoci - Dada - Lum - Borsch4Breakfast - Borsch auf dem Gelben Wagen - Appetizer - Maria Kalaniemi & Pekko Käppi - Maanitus - Tåreportens pärla - Trio Mio - Ping syndrome - Dansant - Gangar - BomBom [+ Synnøve Brøndbo Plassen, Martin Steinum Brun, Karl Seglem] - BomBom [single] - El Naán - A la rama - Versos del páramo negro - Magalí Sare - Sirviñaco - Descasada, vol. 1 - Ranil y su Conjunto Tropical - Galaxia tropical - Galaxia tropical - Yeison Landero - Época de oro - Landero vive - Yaki Kandru - Canto de amor wayana / Río negro / Edanaka - Voces huellas 📸 El Naán
Poesia y letras de las canciones de Antonio Choperena
A edição desta semana do Autores e Livros, da Rádio Senado, tem a poesia como tema central e marca um momento especial de transição no programa. Anderson Mendanha recebe no estúdio a produtora e apresentadora Marluci Ribeiro, do quadro Encantos de Versos, e o poeta Hermes Coelho, que passa a integrar a equipe a partir da próxima semana. O programa destaca a trajetória de Marluci Ribeiro, que se despede do programa após anos dedicados à difusão da poesia. Ao longo da conversa, Marlúci relembra sua relação precoce com os versos, reflete sobre o processo criativo e fala da emoção de finalmente publicar poemas guardados por décadas. Hermes Coelho compartilha sua experiência como poeta, marcada pela concisão e pela dor transformada em matéria poética. Ele fala sobre perdas pessoais, especialmente a morte do pai, e sobre como a poesia surge como forma de ressignificar traumas e alcançar o leitor. A edição também apresenta o “Entrelinhas”, novo quadro de poesia que estreia na próxima semana sob comando de Hermes Coelho, propondo conversas informais, leituras comentadas e declamações de poemas. O programa se despede com o último “Encantos de Versos” apresentado por Marluci Ribeiro, dedicado à poesia de Bruna Beber, encerrando um ciclo marcado pela sensibilidade, escuta e amor pela palavra.
Versos de ORO de Pitagoras
O Poema que Está no Meu "Best Of": Os Poetas Nunca Morrem.
A edição desta semana do Autores e Livros, da Rádio Senado, reúne uma programação variada, com destaques do suspense ao ensaio científico, passando por biografia, romance histórico, reflexão sobre inteligência artificial e poesia brasileira. O programa abre com mistério e investigação. A novidade internacional é a saga “Clube de Assassinatos de Marlow”, do britânico Robert Thorogood, que chega ao Brasil pela editora Tordesilhas. Com enigmas bem construídos, humor britânico e personagens carismáticos, a série remete ao estilo de Agatha Christie em uma versão contemporânea. O suspense nacional ganha espaço com “Um jardim onde morrem as flores e nascem segredos”, de Stefany Borba, thriller psicológico que explora segredos familiares, violência silenciosa e traumas do passado a partir do retorno da protagonista à cidade natal. Na área científica, o médico infectologista Eduardo Toffoli Pandini apresenta “De miasmas a vacinas – Uma história das doenças infecciosas”, obra que percorre a evolução do pensamento científico sobre epidemias, da teoria dos miasmas à microbiologia moderna. A história política brasileira é tema de “O Soldado Absoluto – Uma biografia do marechal Henrique Lott”, do jornalista Wagner William, que resgata a trajetória de um personagem central do século XX e discute legalidade, democracia e os bastidores do poder militar no Brasil. Entre os romances, o destaque é “Revolução”, de Hugo Gonçalves, vencedor do Prêmio Fernando Namora 2024, que acompanha uma família portuguesa durante os meses posteriores à Revolução dos Cravos. O programa também apresenta “Guia de conduta para mulheres bravas”, de Marina Jerusalinsky, livro que combina pesquisa histórica, humor e crítica feminista para questionar normas que limitaram — e ainda limitam — o comportamento feminino. A reflexão contemporânea aparece em “Híbridos: o futuro do trabalho entre humanos e máquinas”, de Ricardo Cappra, que analisa a relação de interdependência entre pessoas, dados e algoritmos. Encerrando a edição, o quadro Encantos de Versos revisita a obra do poeta gaúcho Walmir Ayala (1933–1991), com leitura de poemas marcantes de sua trajetória literária.
El nacimiento de Jesucristo arca el cumplimiento de una antigua promesa. El nacimiento de Jesucristo nos recuerda que Dios cumple lo que promete. La promesa de que vendría un segundo Adán para restaurar lo que dañó el primer Adán. Contáctanos: Lamparaatuspies3@gmail.com
El precio fue sumamente alto para la primera pareja en el jardín. Dios otorgo su veredicto y al mismo tiempo mostrosu gracia. Contáctanos: Lamparaatuspies3@gmail.com
una de las cosas mas importantes que creyente debe recordar a lo largo de su vida, es de estar consciente de que Dios es soberano. La manera de lograr ese propósito es en la oración que sabe expresar gratitud. Contáctanos: Lamparaatuspies3@gmail.com
En esta edición de El Cocodrilo, la ciudad vuelve a abrir sus compuertas para dejar que el arte, la música y el teatro nos recuerden quiénes somos y qué historias necesitan ser contadas. Sergio Almazán inicia el recorrido con una voz que abraza: María San Felipe, cantante y poeta, quien comparte su música tejida con emociones íntimas, imágenes que nacen del alma y una sensibilidad que ilumina incluso los silencios. Más adelante, las luces del escenario cambian para recibir a Natalia Morlacci y Francisco Celhay, protagonistas de la obra El pequeño Poni. Una puesta en escena que mira de frente un tema urgente: el bullying infantil, sus heridas, sus consecuencias y la importancia de nombrarlo a tiempo. Entre reflexiones sobre la infancia, el miedo y la valentía de ser distinto, esta conversación invita a pensar en la responsabilidad que tenemos como sociedad para proteger a los más pequeños. Un episodio donde la palabra se vuelve canto, el teatro se vuelve espejo y la radio se transforma en un puente hacia historias que merecen ser escuchadas.
Estudios Bíblicos, Hna. María Luisa Piraquive, Iglesia de Dios Ministerial de Jesucristo Inter...
Estudio Bíblico Romanos Capítulo 1 versos 16 al 32, realizado en la Iglesia de Torrejón de Ardoz, en Madrid, España, el 30 de julio de 2025.Iglesia de Dios Ministerial de Jesucristo Internacional. https://idmji.orgHermana María Luisa Piraquive https://marialuisapiraquive.com
Llegó en patera desde Guinea-Conakri en 2017 y hoy vive en Teruel, donde trabaja como traductor. Su primer poemario, Me trajo el mar, va por la segunda edición y recoge un viaje vital lleno de sueños, anhelos y reflexiones. Conversamos con Ismael Diallo sobre literatura, memoria y futuro.
Professor do Cariri transforma ensinamentos do pensador chinês em literatura popular nordestina
Tot plegat ha anat pels pèls, però finalment el canvi d'horari ha garantit l'actuació de les tres colles infantils de Diables, aquesta prèvia de Santa Tecla a La Fragata. Us oferim els seus versos d'acord amb l'ordre d'intervenció. L'entrada Entre llamps i trons, els versos dels Diables infantils ha aparegut primer a Radio Maricel.
Avui als jardins del Prado es presentarà 'No t'espantis Llucifer, sàtira i història local en els versos satírics del ball de diables i del Drac (1979-2025)', el llibre que parteix del treball d'Alba Gràcia que, l'any 2019, guanyà el premi de folklore Jofre Vilà impulsat pel Casino Prado. Fou el 1979 quan la colla Jove de diables edità el primer tríptic amb els versos, i el 1982 s'hi afegiren la colla Vella i la de l'ABPS. El llibre incorpora la relació dels prop de 1500 versos declamats fins avui, amb la incorporació de codis QR que dirigeixen a tot un seguit d'informació complementària, entre la qual hi ha els àudios dels versos publicats al web de Ràdio Maricel. Amb l'Alba hem conversat sobre els trets fonamentals de l'obra que aquesta tarda presentarà en companyia d'en Joan Ignasi Gómez. L'entrada Alba Gràcia presenta el treball més exhaustiu sobre els versos dels Diables i del Drac ha aparegut primer a Radio Maricel.
I no ha estat una presentació tradicional, sinó un diàleg entre l'autora i 'Txatxi' Gómez, acompanyats per unes quantes veus, les de membres de les tres colles de Diables Sitgetanes i del Drac, que han apuntat la conversa recuperant alguns dels versos històrics d'entre els prop de 1500 que consigna el llibre. Amb la veu inesborrable d'en 'Miru', recitant el vers clàssic de la diablessa, ha arrancat la presentació de 'No t'espantis Llucifer, sàtira i història local en els versos satírics del ball de diables i del Drac (1979-2025)' d'Alba Gràcia. Passareu una molt bona estona. La prèvia de l'acte ha anat a càrrec de la presidenta del Prado, Carme Artigas, que ha convidat als joves a participar en el premi de folklore Jofre Vilà. L'entrada Una tarda de versos, i de riures, i d’història, tradició i patrimoni. Es presenta ‘No t’espantis Llucifer’ d’Alba Gràcia ha aparegut primer a Radio Maricel.
Os Versos Satânicos, de Salman Rushdie | Explicado - Resumo e Análise
Esta carta fue escrita a una congregación que es exhortada seguir en fidelidad. El que es verdadero les dice que retenga lo que tienen para que ninguno tome su corona. Contáctanos: Lamparaatuspies3@gmail.com
Estudios Bíblicos, Hna. María Luisa Piraquive, Iglesia de Dios Ministerial de Jesucristo Inter...
Estudio Bíblico: 1 Pedro 4 versos 1 al 11 (Parte 1)Realizado por nuestra Hna. María Luisa PiraquiveLugar: Coliseo Carnesecca, New York, USAFecha de grabación: 14 junio 2025
Versos de Oro 2 parte
Versos de Oro de Pitagoras
Un grupo de médicos, filósofos, sacerdotes y educadores abordan los rasgos de un carácter maduro. El libro está pensado de manera particular para los que atraviesan momentos cruciales del desarrollo de la personalidad, por encontrarse entre los 15 y 30 años (adolescentes y adultos jóvenes), y para quienes de un modo u otro están implicados en su formación. Descarga el libro en: https://opusdei.org/es/article/ebook-ser-quien-eres-como-construir-una-personalidad-feliz/
Jesús se dirige a la iglesia en Pergamo para señalar su falta de arrepentimiento. Habian fallado en confrontar el pecado de los que practicaban la doctrina del Balaam.Contáctanos: Lamparaatuspies3@gmail.com
Estudios Bíblicos, Hna. María Luisa Piraquive, Iglesia de Dios Ministerial de Jesucristo Inter...
Estudio Bíblico: Efesios 4 versos 17 al 32 (Parte 1)Lugar: Hialeah, Florida, Estados UnidosFecha: 20 mayo 2025Realizado por la Hermana María Luisa Piraquive
Igual que la iglesia de Éfeso, nosotros también podemos sufrir no de una falta de amor por Dios, pero de poseer un amor en deterioro.Contáctanos: Lamparaatuspies3@gmail.com
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Estudio Bíblico: Romanos 1 Versos 1 al 17 (Parte 1)Realizado por: Hermana María Luisa PiraquiveLugar: Arlington, Virginia, Estados UnidosFecha: 24 de noviembre de 2024Iglesia de Dios Ministerial de Jesucristo Internacional.
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Estudio Bíblico: Hebreos 2 versos 5 al 18Realizado por: Hna. María Luisa PiraquiveLugar: Monterrey, MéxicoFecha: 15 de febrero de 2025
Este ladrón es Jesús, y este ladrón Barrabás. ¿A cuál de los dos queréis que os entregue en libertad? Es necesario elegir, por toda la eternidad, entre un ladrón verdadero y este ladrón: la Verdad. —¿Queréis que os suelte a Jesús? —Suéltanos a Barrabás. El uno roba los bienes, el otro la voluntad; aquél para su provecho, éste para nuestra paz; el primero por malicia, el segundo por bondad; Jesús para nuestro bien, para su bien Barrabás. —¿Queréis que os suelte a Jesús? —Suéltanos a Barrabás. El uno por lo de aquí y el otro por lo de allá, cada cual según su amor, cada cual según su afán, ambos despojan al hombre de su vida y su caudal: Barrabás, de todo el oro, y Jesús de todo el mal. —¿Queréis que os suelte a Jesús? —Suéltanos a Barrabás. Los dos esperan al hombre sin cansarse de esperar: Barrabás, días y noches, Jesús, una eternidad; cada cual a su manera, cada cual en su lugar: uno en las encrucijadas y otro en la cruz de verdad. —¿Queréis que os suelte a Jesús? —Suéltanos a Barrabás.1 Con estos llamados «Versos de la Semana Mayor», el poeta argentino Francisco Luis Bernárdez nos lleva a la conocida escena del juicio de Jesucristo, el Hijo de Dios, ante Poncio Pilato, el gobernador de Judea. Lo hace con licencia poética propia del caso, por medio de Pilato, como si éste fuera un vidente que quisiera revelarnos sus pensamientos. Porque lo que Bernárdez pone en boca de Pilato no lo pudo haber sabido aquel gobernador romano con antelación al juicio. Pilato ni siquiera recibe el famoso recado de su esposa sino hasta después de haber comenzado el juicio, cuando ya le ha preguntado por primera vez a la multitud si quiere que le suelte a Barrabás o a Jesús, al que llaman Cristo. Y lo único que manda a decirle su esposa en ese recado es que no se meta con Jesús, al que ella llama justo, pues por causa de Él, ella acaba de sufrir mucho en un sueño.2 Lo que hace Pilato, en la pluma de Bernárdez, es enfocar de un modo inusitado, pero bien pensado, la decisión funesta de la multitud. Con voz profética, le hace ver al pueblo judío que la verdad del caso es que no les corresponde escoger entre un justo y un ladrón, sino de cierto modo entre dos ladrones. Barrabás roba los bienes por malicia, para su provecho y su propio bien, mientras que Jesús roba la voluntad por bondad, para nuestro bien y para que tengamos paz. No es que Jesús nos robe la voluntad en el sentido de quitarnos el libre albedrío con que nos creó, sino todo lo contrario. Él nos roba la voluntad en el sentido de darnos la opción de permitir que, en nuestra vida, se haga su voluntad divina en lugar de la nuestra. Bernárdez, en voz de Pilato, tiene razón acerca de la Verdad. Cristo, por amor, quiere despojarnos de todo mal para darnos, en su lugar, vida eterna. Y nos espera «sin cansarse de esperar», con los brazos abiertos, como lo ha hecho desde el momento en que dio su vida por nosotros en la cruz del Calvario hasta hoy, más de dos siglos después de que resucitó y se sentó a la derecha del Padre en la gloria celestial.3 Ahora sólo nos toca decidir: ¿Vamos a darle a aquel Jesús plena libertad en nuestra vida? Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net 1 Francisco Luis Bernárdez, «Jesús y Barrabás», Versos de la Semana Mayor, pp. 140‑41; tomado de Antología poética (Alicante: Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes, 2002, Colección Austral [Edición digital basada en la 3a ed. de Buenos Aires, Espasa Calpe, 1951]) En línea 9 agosto 2007. 2 Mt 27:17‑19 3 Ro 8:34
Me dijeron: —¿Lo conoces? Respondí: —No sé quién es. Y el gallo, que me escuchaba, cantó, por primera vez, con una voz tan potente que, sobre la tierra fiel, arrastraba como un viento mis promesas de papel. El gallo cantó tres veces, y otras tantas te negué. —¿Estabas con Jesucristo? —Jamás estuve con él. Y el gallo, que me escuchaba, cantó por segunda vez, conmoviendo con su canto la tierra bajo mis pies, pero no el alma dormida como una piedra en mi ser. El gallo cantó tres veces, y otras tantas te negué. —¿Eres uno de los suyos? —Ni lo soy ni lo seré. Y el gallo, que me escuchaba, cantó por tercera vez, para que el mundo supiera que ya estaba por nacer un día que no sería de arena, como mi fe. El gallo cantó tres veces, y otras tantas te negué. Después de escuchar tres veces mi traición y el canto aquél, el Señor clavó los ojos en mi corazón infiel, y los hundió tan adentro que de dolor desperté, y ante la noche sagrada lloré por primera vez. El gallo cantó tres veces, y otras tantas te negué.1 Así narra en verso el poeta argentino Francisco Luis Bernárdez la historia del gallo de la Pasión de nuestro Señor Jesucristo. Lo hace de manera excepcional desde el punto de vista del apóstol Pedro: el mismo Pedro que quiso caminar con Cristo sobre el lago de Galilea, pero no tuvo suficiente fe para lograrlo;2 el mismo Pedro que no pudo mantenerse despierto en el huerto de Getsemaní mientras Cristo velaba en oración;3 el mismo Pedro que, por no comprender que Cristo tenía que morir por los pecados del mundo, le cortó la oreja al siervo del sumo sacerdote cuando Judas entregó a Cristo en manos de sus enemigos.4 Esa misma noche, mientras aquellos enemigos procesaban a Cristo injustamente a fin de crucificarlo, Pedro lo negó tres veces,5 ¡a pesar de que Cristo mismo le había dicho que iba a hacerlo y Pedro le había asegurado que eso jamás sucedería!6 Pero esa es la parte del relato de Bernárdez que ha hecho historia, acuñada en dichos y refranes, que conocen hasta los que no son seguidores de Cristo. La parte que está en tela de juicio, en la que se toma licencia poética el escritor argentino, es la frase al final del poema en la que dice que, cuando el gallo de la Pasión cantó por tercera vez, Pedro lloró por vez primera. No podemos saber con certeza si fue por primera vez, porque el texto bíblico no arroja luz sobre esto. Pero tratándose del que, al parecer, era el más valiente de los apóstoles, es probable que esa haya sido la primera vez que Pedro llorara y, más aún, «amargamente», como dicen las Sagradas Escrituras.7 Menos mal que Pedro permitió que se rompiera el dique de sus lágrimas, pues a causa de su arrepentimiento sincero Jesucristo lo restituyó, preguntándole tres veces si de veras lo amaba. Con eso Cristo le dio a entender que ya lo había perdonado por las tres negaciones.8 Y con eso Pedro pudo experimentar en carne propia la veracidad de la bienaventuranza de Cristo que dice: «Dichosos los que lloran, porque serán consolados.»9 Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net 1 Francisco Luis Bernárdez, «El gallo», Versos de la Semana Mayor, pp. 138‑39; tomado de Antología poética (Alicante: Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes, 2002, Colección Austral [Edición digital basada en la 3a ed. de Buenos Aires, Espasa Calpe, 1951]) En línea 9 agosto 2007. 2 Mt 14:22-33; Mr 6:45‑51; Jn 6:15‑21 3 Mt 26:36‑46; Mr 14:32‑42; Lc 22:40‑46 4 Mt 26:51‑56; Lc 22:49‑53 5 Mt 26:69‑75; Mr 14:66‑72; Lc 22:55‑62; Jn 18:16‑18,25‑27 6 Mt 26:31‑35; Mr 14:27‑31; Lc 22:31‑34 7 Mt 26:75; Lc 22:62 8 Jn 21:4‑19 9 Mt 5:4
Mike chats with Dionne Brand, winner of a 2021 Windham-Campbell Prize for Fiction, about the timely power of José Saramago's Seeing. READING LIST: Seeing by José Saramago, tr. Margaret Jull Costa • Blindness by José Saramago, tr. Margaret Jull Costa • Saramago's Nobel Lecture Dionne Brand is the award-winning author of twenty-three books of poetry, fiction and nonfiction. Her twelve books of poetry include Land to Light On; thirsty; Inventory; Ossuaries; The Blue Clerk: Ars Poetica in 59 Versos; and Nomenclature: New and Collected Poems. Her six works of fiction include At the Full and Change of the Moon; What We All Long For; Love Enough; and Theory. Her nonfiction work includes Bread Out of Stone and A Map to the Door of No Return: Notes to Belonging. Brand is the recipient of numerous literary prizes, among them the Griffin Poetry Prize, the Toronto Book Award, the Trillium Book Prize, the OCM Bocas Prize, and the 2021 Windham-Campbell Prize for Fiction. She is the Editorial Director of Alchemy, an imprint of Knopf Canada, and University Professor Emerita at the University of Guelph. She lives in Toronto, Canada. The Windham-Campbell Prizes Podcast is a program of The Windham-Campbell Prizes, which are administered by Yale University Library's Beinecke Rare Book and Manuscript Library. The Windham-Campbell Prizes Podcast is a co-production between The Windham-Campbell Prizes and Literary Hub. Music by Dani Lencioni, production by Drew Broussard, hosted by Michael Kelleher. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoicesSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Mike chats with Dionne Brand, winner of a 2021 Windham-Campbell Prize for Nonfiction, about the timely power of José Saramago's Seeing. READING LIST: Seeing by José Saramago, tr. Margaret Jull Costa • Blindness by José Saramago, tr. Margaret Jull Costa • Saramago's Nobel Lecture Dionne Brand is the award-winning author of twenty-three books of poetry, fiction and nonfiction. Her twelve books of poetry include Land to Light On; thirsty; Inventory; Ossuaries; The Blue Clerk: Ars Poetica in 59 Versos; and Nomenclature: New and Collected Poems. Her six works of fiction include At the Full and Change of the Moon; What We All Long For; Love Enough; and Theory. Her nonfiction work includes Bread Out of Stone and A Map to the Door of No Return: Notes to Belonging. Brand is the recipient of numerous literary prizes, among them the Griffin Poetry Prize, the Toronto Book Award, the Trillium Book Prize, the OCM Bocas Prize, and the 2021 Windham-Campbell Prize for Fiction. She is the Editorial Director of Alchemy, an imprint of Knopf Canada, and University Professor Emerita at the University of Guelph. She lives in Toronto, Canada. The Windham-Campbell Prizes Podcast is a program of The Windham-Campbell Prizes, which are administered by Yale University Library's Beinecke Rare Book and Manuscript Library. The Windham-Campbell Prizes Podcast is a co-production between The Windham-Campbell Prizes and Literary Hub. Music by Dani Lencioni, production by Drew Broussard, hosted by Michael Kelleher. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices