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How can world language educators help students become more confident communicators? Join special guest host Adam Velthaus as he sits down with Auténtico author Rich Sayers and middle school teachers Adriana Carroll and Alexandra Batouyios to explore practical ways educators can build students' confidence and communication skills in world language classrooms.Learn more about our award-winning World Language curriculum solutions at Savvas.com/WorldLanguages today! To keep the conversation going follow us @SavvasLearning on Instagram, Facebook, X, Youtube, or Linkedin. Visit Savvas.com today to learn more about our award-winning K-12 programs and to request curriculum samples for your school or district.
Muchos emprendedores se lanzan con una idea sin detenerse a pensar en lo más importante: ¿quién es su cliente, qué problema está resolviendo y qué necesidad está buscando satisfacer?En este episodio de Auténticamente, conversamos con Manuela Flores, especialista académica en emprendimiento, docente, mentora y emprendedora, sobre lo que realmente significa construir un negocio. A partir de su propia experiencia, Manuela nos comparte por qué emprender requiere preparación, conocimiento del cliente y la capacidad de adaptarse, aprender e iterar constantemente.Manuela Flores es arquitecta, máster en Desarrollo Local y Turismo, y especialista en Asesoramiento Educativo Familiar. Desde 2015 se dedica a la docencia en emprendimiento y al acompañamiento de emprendedores en etapas de incubación y aceleración.Actualmente, es Docente Titular I en emprendimiento en UNITEC, cofundadora de VIMA Empower y autora de ACTIVA, una guía práctica para emprendedores en Honduras. Su trabajo se enfoca en innovación, desarrollo de modelos de negocio, validación de clientes y acompañamiento de personas que buscan transformar sus ideas en proyectos sostenibles.
03_Aut_pribyva_ale_verejny_prostor by Zpravodaj Kahan
Autèntic "Rock and roll de las dos orillas del charco" Els dimarts de 21 a 22 hores, amb Dani Utge. podcast recorded with enacast.com
Esta semana nos metemos en el mundo del cine, pero para recomendaros juegazos basados en películas. Auténticas salvajadas que honraban la película y en algunos casos incluso la superaban. Desde los 8 bits hasta la actualidad, canela en rama jugable. Dadle al play, perdón… Al Start. ¡Os queremos familia Kanagawa! ¿Te ha molado el programa? Entonces ... ¿Por qué no nos demuestras tu cariño suscribiendote, dando like y siguiéndonos en nuestras redes sociales? Calma, es todo gratis, al igual que nuestro canal de Telegram. Allí te esperamos con todos los dragones para hablar y compartir cosas de videojuegos. Así que ya sabes, pídenos por MD el link al canal oficial de Kanagawa Podcast. ¡SÍGUENOS EN SPOTIFY!: https://open.spotify.com/show/2TM1G4bg5TJGCaC7Nk2CUJ?si=dnhEg3DaQ02YPvjgw4FLHQ ¡SÍGUENOS EN IVOOX!: https://go.ivoox.com/sq/1459482 ¡SÍGUENOS EN TWITTER!: https://x.com/KanagawaPodcast ¡SIGUE A CARLOS!: https://x.com/QArlos83 ¡SIGUE A EDU!: https://x.com/Eduharkonnen !SÍGUENOS EN INSTAGRAM!: https://www.instagram.com/kanagawapodcast/ !LOS MEJORES MOMENTOS EN TIKTOK: https://www.tiktok.com/@kanagawa.podcast?_r=1&_t=ZN-95fMy2X0oZ4 Y no olvides que también estamos en: YOUTUBE:https://www.youtube.com/@KanagawaPodcast
Termina esta sexta-feira a campanha para as legislativas, autárquicas e regional de 27 de Setembro em São Tomé e Príncipe. Durante duas semanas, as sete formações políticas concorrentes passaram o país a pente fino na caça aos votos. Quatro movimentos com assento parlamentar, a ADI no poder, o MLSTP, a coligação MCI-PS/PUN, e o movimento Basta estão a concorrer juntamente com três outras formações sem assento, o PCD, o MDFM e o recém-criado Movimento Político Nossa Terra. As equipas de observadores internacionais, nomeadamente da União Europeia, da CPLP e da Francofonia também já se encontram em campo, enquanto a Comissão eleitoral nacional está a ultimar os preparativos do escrutínio. Antes de o país ir a votos, Jeudiger Nascimento, presidente da Comissão Eleitoral Nacional fez o ponto da situação. RFI: Qual é o seu primeiro balanço da campanha eleitoral? Jeudiger Nascimento: O balanço que eu faço é um balanço positivo. Se nós formos excluir o episódio que aconteceu no primeiro dia, nós podemos dizer que tem sido positivo. Os partidos têm apresentado a sua proposta à população. A população tem estado a ouvir calmamente. Nós não registamos nenhum tipo de situação constrangedora. Então, eu acredito que o balanço tem sido positivo e espero que continue assim até ao final. Que os partidos continuem a apresentar as suas propostas, que o povo escute de forma que no dia 27 possa exercer o direito de voto e fazer a melhor escolha possível. RFI: Como é que avalia a actuação dos partidos políticos? Houve algum tipo de agressividade verbal? Isto tem sido tenso, a seu ver? Jeudiger Nascimento: O mais impressionante, eu até fiquei surpreso nessas eleições porque realmente tenho estado a acompanhar vários partidos na internet para poder também entender até que ponto eles têm estado a agredir uns aos outros. Vi algumas acusações que este não fez aquilo, mas realmente eu vi que os partidos estão muito mais preocupados em tentar expor aquilo que eles pretendem fazer. Então não registei nenhuma agressão verbal, nem ninguém chamou alguém de ladrão, eu percebi que eles estão muito preocupados em apresentar as suas propostas. E eu acho que é assim que deve se fazer em democracia, para que a população possa avaliar melhor e escolher quem ela acredita que tem melhores condições para dirigir o país. RFI: Houve formações que se sentiram lesadas durante este período de campanha eleitoral, tanto pelo Tribunal Constitucional como também pela própria Comissão Eleitoral, que chegaram a acusar de parcialidade. O que tem a dizer quanto a isso? Jeudiger Nascimento: A Comissão Eleitoral fez o seu trabalho, sobretudo na emissão dos certificados. Avisou as candidaturas de que sempre que nós constatamos algo que o nosso sistema detectava como anormal, porque antes de as pessoas entregarem os documentos no Tribunal Constitucional, elas devem pedir sempre à Comissão Eleitoral uma certidão. E desde o início, a Comissão Eleitoral alertou para todos os partidos políticos ‘olha tal candidato ou tal pessoa que está a pedir tal certidão para o seu partido já está inscrito no outro partido'. E sempre essas pessoas que fizeram trocas de partidos, sempre andaram a fazer trocas. Então, realmente eu não entendo o porquê desta acusação. Mas a Comissão Eleitoral tem estado a preparar o processo, tem deixado os partidos fazerem a sua parte, que é expor à população, as suas ideias. Mas nós vimos o que aconteceu com a decisão do Tribunal Constitucional. A Comissão Eleitoral não tem poder nem tem decisão também sobre as decisões do Tribunal Constitucional. Logo, a nossa parte, nós temos cumprido e temos estado a fazer o nosso trabalho da melhor forma possível. RFI: Relativamente ao financiamento das vossas acções na Comissão Eleitoral, há umas semanas atrás evocava-se o facto de não se saber exactamente se haveria condições para realizar as eleições. Isto já é uma situação habitual. Como é que estamos neste momento? Jeudiger Nascimento: A nível da Comissão Eleitoral, tudo o que nós tínhamos que fazer para preparar as eleições, nós temos tudo preparado. É verdade que existem algumas outras situações que não dependem necessariamente da Comissão Eleitoral, como, por exemplo, a situação de segurança pública, a situação dos apuramentos que são feitos pelos tribunais e também até os membros da mesa que a Comissão Eleitoral deve pagar. Estamos à espera que o governo coloque a verba para nós podermos sanar essas situações. Mas nós podemos dizer, por exemplo, que a nível da diáspora nós conseguimos garantir que todos os boletins já estão todos na diáspora. A situação da diáspora está toda garantida. Mas nós acreditamos a nível da Comissão Eleitoral, está tudo pronto para que no dia 27 haja as eleições. Relativamente à organização, ela já é habitual. Nós temos desta vez duas eleições, mas já tivemos também alguns anos atrás. Nós teremos duas urnas. Uma urna destinada às eleições legislativas. E outra destinada às eleições autárquicas em São Tomé. Na Região Autónoma, uma urna para eleições legislativas e outra para eleições regionais. E na diáspora, nós só tivemos uma urna para eleições legislativas. As pessoas deverão dirigir-se às assembleias de voto para entregar os documentos e fazer de forma sigilosa a sua escolha. E depois disso irá se fazer. No final do dia, a contagem irá enviar os resultados para a Comissão Eleitoral que deverá publicar os resultados parciais e depois deixar para os tribunais fazerem também a parte da divulgação geral e parcial. RFI: E em termos de fiscalização e de observação? Jeudiger Nascimento: Aqui em São Tomé quem indica os membros de mesas e os delegados são os partidos políticos. A Comissão Eleitoral não indica ninguém. Então, todas as mesas, os partidos indicaram delegados, indicaram os membros e eles têm esses representantes na mesa, para além de observadores internacionais, que nós temos bastante. Aqui temos observadores da CPLP, da União Europeia e também da Francofonia, que estão aqui em São Tomé. E depois nós temos alguns cidadãos que geralmente estão ligados a partidos políticos que andam, observam e todo o povo pode observar com certeza. Então é algo aberto e de todos nós. E então eu acredito que o processo está todo garantido. RFI: Nestes dias tem havido uma série de acções de formação por todo o país para quem vai estar nas mesas de voto, qual é o balanço que faz destas acções de formação e de sensibilização? Jeudiger Nascimento: Essas acções, elas vêm no sentido de reforçar durante as eleições presidenciais. Nós constatamos que houve alguns erros que não deveriam ter cometido relativamente aos procedimentos de fecho de urnas. Houve pessoas que acabaram por meter todas as actas dentro de urnas e nós tivemos que esperar os magistrados abrirem para nós termos as actas. Então nós estamos nesse reforço e com uma vertente muito prática para que as pessoas que vão para as mesas possam compreender efectivamente como deve se abrir uma urna. Qual é o procedimento durante o processo e como deve fazer o fecho. O que é da Comissão Eleitoral que deve vir para comissão eleitoral. O que é para ser deixado nas urnas para os magistrados, para serem deixados. Além disso, nós estamos a reforçar também os deveres e os direitos dos delegados, deveres e direitos dos mandatários, para que nós evitemos conflitos desnecessários durante o processo. Dos jornalistas, de igual modo, dos próprios observadores que poderão aceder à sala para fazer a sua observação. Então nós temos estado a reforçar essas competências junto dos membros do mês, até porque muitos vão pela primeira vez para que eles possam saber e para que não haja atrito no dia 27. RFI: Quando se fala de eleições, é inevitável falar de ‘banho'. Algumas inovações para evitar este tipo de situações? Jeudiger Nascimento: Realmente não. Nós não temos nenhuma inovação. O que nós temos estado a fazer, investimos muito na sensibilização, explicando às pessoas que o banho, sei lá, 200 dobras, 500 dobras, pode demorar, às vezes horas, se não acabar no mesmo dia. Já o mandato e o futuro do país, quando tem um governante, nós temos quatro anos. É o preço de quatro anos. Jamais vai ser ao preço de 500 dobras. Então é bom que as pessoas vejam bem que receber 500 dobras, esse dinheiro veio de algum lado e depois vai ter que ser restituído, porque ninguém dá de graça para ninguém. Então, que as pessoas tenham consciência de que estão a decidir o futuro do país e o futuro do país não é com 200 dobras, não é com 500 dobras. E tem a geração mais nova que vem. Nós temos necessidades de hospitais e outras coisas mais e nós temos que pensar em tudo isso e votar de forma consciente. Então, esse é o apelo que nós temos estado a fazer à população: votar de forma consciente para que nós tenhamos realmente um governo que se preocupe com a população e que a população depois também possa reclamar. ‘Já que eu voto, eu exerci o meu direito de voto. Então eu tenho direito também de reclamar quando as coisas não vão bem'. E nesse caso nós estamos a falar para aquelas pessoas que querem, por exemplo, decidir não ir votar. Então é bom que as pessoas saibam. Se eu decido não ir votar, então eu também perdi o meu direito de reclamar. Então eu só posso reclamar se eu fiz uma escolha. E eu avaliei que a escolha que eu fiz não está bem. Mesmo que eu não tenha feito escolha para quem vai governar. Mas eu fiz uma escolha e eu tenho que solicitar pedido de conta depois, assim como todos nos vão nos pedir a conta depois também. RFI: Algum dispositivo de segurança específico para o dia 27? Jeudiger Nascimento: Nós temos a Polícia Nacional, que cá está, como sempre, faz o seu trabalho de segurança pública. Temos as Forças Armadas que vão também ajudar a Polícia Nacional, os militares, neste caso as Forças Armadas, não vão como força armada. Vão no sentido de incorporar como agente de segurança pública para reforçar a segurança e dar apoio à população, de forma que todo mundo que saia de casa para exercer o direito de voto também possa voltar para casa em segurança, assim como os próprios agentes que irão. Eles são agentes, mas também são eleitores e vão exercer o direito de voto. Têm o direito também de voltar para casa em segurança. RFI: Tem números? Sabe Quantos agentes das forças da Ordem vão estar mobilizados nesse dia? Jeudiger Nascimento: Nas eleições presidenciais, nós tínhamos mais de 500 agentes, somando os da Polícia Nacional e das Forças Armadas. Então eu acredito que nessas eleições, até mesmo porque aumentou-se o número de mesas, então pode ser um pouquinho mais, mas sempre no sentido de apoiar, não de fazer com que a população tenha receio. É só no sentido de apoiar para que tudo corra como aconteceu nas eleições presidenciais, com muita tranquilidade, paz e harmonia. RFI: Tem estado a liderar a equipa da Comissão Eleitoral Nacional desde o começo do ano. Qual é o primeiro balanço que faz de todos estes meses de trabalho? Jeudiger Nascimento: É desafiante porque nós temos uma equipa formada por pessoas que vêm dos diversos partidos políticos. Conhecemos de antemão como é que os partidos, enquanto partidos políticos, pensam, mas aqui dentro nós temos estado sempre a pautar pelo diálogo. Nem sempre concordamos, mas existe uma plenária para poder dirimir esses casos e temos estado a conversar sempre, a encontrar a melhor forma de fazermos as coisas de forma que o povo seja realmente a pessoa beneficiada. Sempre que os partidos não concordem, nós chamamos os partidos, explicamos ao seu representante e o representante expõe a visão da Comissão eleitoral, porque nós formamos aqui como uma equipa e até agora nós temos estado realmente a funcionar bem, até mesmo porque nós temos tido também uma boa receptividade por parte dos partidos políticos. Têm sempre apoiado, têm escutado e nós ouvimos e eles nos ouvem. Então nós temos feito um bom trabalho. O trabalho da equipa tem sido bastante positivo. RFI: Por fim, qual é o apelo que faz nesta fase final da campanha eleitoral? Jeudiger Nascimento: O apelo que faço é que as pessoas continuem a ouvir as propostas dos partidos e que no sábado e domingo respeitem o período de reflexão. No domingo, as urnas abrem às 07h00. Mas a lei diz que é das 07h00 às 17h00. Que ninguém deixe para votar depois das 17h30, porque milagres não acontecem. Depois desse momento, e se alguém tiver que esperar 200 ou 300 dobras a partir das 17h30, tem que perceber que depois o futuro do país também não irá esperar. Então eu exorto toda a gente que saia de casa. Quem acha que a coisa não vai bem, que precisa exercer o seu direito, então que vá lá na urna, que é o único momento em que o povo tem para ser juiz e vai lá e avalia e decida quem acha que está bem, então vai ali também e faça o mesmo. Se eu achar que está bem, não saio de casa. Então eu estou a prejudicar quem fez bem. Se eu achar que está mal, também não vou sair de casa, então eu vou estar a prejudicar quem pode fazer melhor. Então a altura é das pessoas avaliarem a situação, ouvirem as propostas e depois decidir qual é a melhor proposta e exercer o seu direito de voto.
V novej špeciálnej epizóde podcastu NA PLNÝ PRÚD diskutujú riaditeľ SEVA Patrik Križanský a Boris Bukovský o tom, kam sa slovenská elektromobilita zatiaľ posunula v roku 2026 – od rastúceho počtu elektromobilov a výkonnejšej nabíjacej siete až po smart charging, V2G a autonómnu mobilitu.⚡ Technológie už nie sú hlavnou brzdou. Autá sú dostupné, nabíjacia sieť rastie a do hry čoraz výraznejšie vstupujú ekonomika, energetika a pravidlá.V epizóde sa dozviete:
An extra half hour of The Panel with Wallace Chapman, where to begin, he's joined by Nights host Emile Donovan. Then: which came first, noodles or pasta? AUT lecturer in culinary arts and gastronomy, Dianne Ma, explains the sometimes intertwined history of the long, slippery kitchen staples.
¿En qué episodio estás de tu vida? ¿Y en qué episodio está ese proyecto que tanto querés construir?A veces estamos tan enfocados en llegar a la meta que olvidamos detenernos a reconocer cuánto hemos avanzado, qué hemos aprendido y qué necesitamos ajustar para seguir creciendo.En este episodio especial, Lee Ann comparte una reflexión por haber superado los 100 episodios de Auténticamente Podcast y los aprendizajes que ha descubierto al construir algo desde cero.Una reflexión para revisar en qué etapa estás de tu vida o de tu proyecto, reconocer lo que has recorrido y encontrar nuevas formas de avanzar.✨ ¿Qué podés aprender en este episodio?* Cómo dejar de depender de la validación externa y manejar los comentarios de los demás.* Por qué encontrar el propósito detrás de tu proyecto te ayuda a mantener la consistencia.* Cómo aplicar la mejora continua para hacer crecer lo que estás construyendo.* Por qué los pequeños pasos pueden acercarte más a tus metas que esperar una gran idea.* La importancia de construir un equipo que acompañe tu visión.* Cómo tomar decisiones e invertir en tu proyecto sin tener todavía todas las certezas.* Qué preguntas hacerte para reconocer en qué etapa está tu proyecto y qué necesita de vos.
Servicio publicar un libro en Amazon: https://www.letraminuscula.com/publicar-en-amazon/ RESUMEN: Roberto Augusto responde en directo a dudas sobre autopublicación, Amazon KDP, corrección profesional, inteligencia artificial, traducción, Amazon Ads, reseñas, marketing para escritores y bloqueos creativos. También analiza libros de autores, comenta nuevas limitaciones de publicación en KDP y explica cómo mejorar ventas, promoción y calidad editorial. Además, habla sobre concursos literarios, seudónimos, distribución en librerías y el futuro profesional de los escritores. ⏲MARCAS DE TIEMPO: ▶️00:00 Inicio y preguntas del directo ▶️00:44 Por qué necesitas corrección profesional ▶️05:43 Autopublicación de autores famosos ▶️11:03 Celi frente a Amazon Ads ▶️11:50 Traducción con IA y privacidad ▶️15:33 Reventa de libros y ventas en KDP ▶️19:51 Revisión del libro Contracruzada ▶️21:15 Libro largo y pagos de Amazon ▶️22:31 Límite semanal de publicaciones KDP ▶️25:32 Riesgos al pedir reseñas en Amazon ▶️26:30 Revisión de El último viaje ▶️28:37 IA como corrector de estilo ▶️30:27 KDP Select y otros mercados ▶️31:46 Cómo superar el bloqueo al escribir ▶️33:58 Libros juveniles y venta online ▶️37:09 El escritor como emprendedor digital ▶️40:02 Literatura, aprendizaje y boca a boca ▶️43:23 Autónomos, reseñas y talleres ▶️46:40 Cine, calidad literaria y marketing ▶️50:49 Plagio, concurso y selección de obras ▶️53:35 Informe de lectura y obras inéditas
Em São Tomé e Príncipe, decorre a segunda e derradeira semana de campanha para as legislativas, autárquicas e regional de 27 de Setembro. Entre as várias temáticas evocadas pelos candidatos, figura nomeadamente a prioridade de dotar o país de políticas especificamente dirigidas aos jovens. Estima-se que entre os mais de 200 mil habitantes do pais, 70% sejam jovens. Uma força de trabalho e de iniciativa invejável mas que coloca o desafio da criação de oportunidades e da garantia de uma educação de qualidade para todos. Ao dizer o que é ser jovem hoje em São Tomé e Príncipe, Leopoldo Vera Cruz, líder do conselho nacional da juventude do seu pais, não deixa de enumerar a falta de transportes, a falta de equipamentos ou ainda de manuais como sendo alguns dos obstáculos encontrados pelos jovens na sua preparação para a vida activa. RFI: O que é ser jovem hoje em São Tomé e Príncipe? Leopoldo Vera Cruz: Nós temos o capital humano, que para nós é uma valência. Mais de 70% da população são-tomense é jovem, logo está também associado, naturalmente, aos desafios, que são muitos. Mas podemos aqui destacar o desemprego juvenil. Hoje em dia vivenciamos muita fuga de cérebros, de quadros jovens em busca de oportunidades noutros países, a destacar Portugal que é o mais próximo, urge necessariamente medidas políticas mais assertivas para mitigar estes desafios e fazer com que a juventude possa servir a construção do país. Ou seja, nós, enquanto país, precisamos aproveitar melhor este recurso que nós temos, que é o nosso capital humano, que é muito invejável e que outros países não têm. RFI: E portanto, começa nomeadamente pela questão da educação. Como é que estamos em termos de acesso à educação e em termos também de qualidade? Leopoldo Vera Cruz: Nós observamos alguns ganhos. É necessário reconhecer esses ganhos que nós conquistámos. Entretanto, ainda falta muito por fazer. E hoje, falar-se da educação de qualidade é um desafio muito maior ainda, porque existem muitos jovens que não têm oportunidade de frequentar o ensino secundário e, principalmente, o ensino universitário. Nós gostaríamos de destacar os jovens que residem nas comunidades mais distantes, principalmente do distrito de Caué (no sul) e do distrito de Lembá (no oeste da ilha de São Tomé) e também associar jovens que residem na Região Autónoma do Príncipe, porque as universidades estão mais situadas no centro da capital. E esses jovens, para dar continuidade aos seus estudos, eles precisam de deslocar-se de onde residem para o centro da capital para estudarem. Infelizmente nós não temos residência universitária, porque aí sim, seria uma forma de mitigar este desafio e também contribuir para aquilo que é a inclusão, aquilo que é a justiça e em termos de oportunidade para todos jovens. Queria dizer ainda que existe muita coisa por fazer, principalmente a questão de recursos humanos. Estou a referir-me aos profissionais de educação, principalmente os docentes, porque nós, na verdade, com esta fuga desenfreada de jovens para o exterior, também muitos professores, muitos docentes que já leccionavam há um bom tempo a esta parte, acumulando necessariamente aquilo que é experiência, foram obrigados a aventurar-se noutros países e isto deixa sempre uma lacuna. E o Estado tem que todos anos recrutar novos docentes. Logo ha necessidade de reciclagem, capacitação contínua, que é para promover a questão da educação de qualidade. E parece ser muito caricato quando fala se de educação de qualidade e nós continuamos ainda a leccionar aula de TIC (Tecnologias da Informação) sem ensinar o aluno a ligar um computador porque não têm computador na escola e o aluno apenas aprende teoria. Na prática, não sabe como ligar um computador. De igual modo, estaremos a dar exemplo com aulas de biologia, química, física, porque não existe laboratório para os alunos fazerem aulas práticas, experiências e isto põe em causa, naturalmente, a educação de qualidade. Estava a falar sobre ganho porque hoje nós conseguimos ter uma cobertura de acesso, principalmente das crianças e adolescentes na escola muito grande e nós temos o desafio da permanência dessas pessoas, principalmente no ensino secundário, por vários factores. Um deles é a falta de transporte escolar para dar resposta e a cobertura a todo território nacional. Muitas comunidades ainda não têm escolas, outras que têm, não têm escola com grande qualidade e assim fica difícil. RFI: Disse há pouco que muitos jovens acabam por não seguir todo o processo de educação devido a problemas como o transporte. Há também comunidades em que os jovens não são propriamente incitados a continuar na escola porque há falta de meios, têm que ajudar os pais na sua actividade económica. Isto é um caso isolado ou isto ainda costuma acontecer frequentemente? Leopoldo Vera Cruz: Felizmente nós estamos a quebrar este aspecto aos poucos, mas nós precisamos ser honestos em dizer que ainda existe, mas numa repercussão muito menor em relação a alguns anos atrás. Talvez ainda exista comunidade onde existem jovens que sentem um dilema entre continuar com os seus estudos ou apoiar a família, porque talvez não exista condições de base criadas para motivá-lo a dar continuidade aos estudos. Jovens de Porto Alegre e arredores, jovens do distrito de Caué (no sul), eles são obrigados a fazer a sua faculdade no centro da capital. E para que isso possa acontecer, eles devem ter um familiar ou ter recursos financeiros para custear o transporte todos os dias para fazer um curso superior. Se o Estado apostasse verdadeiramente naquilo que é a residência universitária, estaria sim a dar respostas a este desafio e também a garantir a justiça e a inclusão de pessoas que residem nas comunidades mais distantes. RFI: Durante esta campanha, alguns candidatos mencionaram que não têm nada contra a ideia de haver alguma iniciativa privada em matéria de educação. Enquanto representante dos estudantes, o que é que acha dessa eventualidade? Leopoldo Vera Cruz: Nós defendemos que a educação é um direito de todos. Têm direito a aprender a ler e a escrever, a desenvolver um pensamento crítico e o Estado deve salvaguardar escrupulosamente o cumprimento deste direito, que é um direito fundamental que está respaldado na Constituição da República de São Tomé e Príncipe. Paralelamente ao ensino público, existem estabelecimentos, existe também ensino privado. A parte privada fica ao critério de cada um, trazendo naturalmente uma ou outra valência. Nós defendemos que o básico, o fundamental, o Estado precisa garantir, precisa garantir com qualidade, para que, de facto, nós, enquanto Estado de Direito democrático, estejamos a formar pessoas com poder de interpretação, poder crítico e poder também de propor políticas e ideologias mais assertivas, atendendo aos desafios actuais que o país enfrenta. RFI: Estamos em período eleitoral. Quais são as suas expectativas? Leopoldo Vera Cruz: Quase todos os dirigentes ‘vendem o seu peixe', dizem aquilo que pensam. Entretanto, nós ainda não encontrámos nenhum partido político, nenhum dirigente político com ideias concretas direccionadas para o país e, principalmente, para a juventude. As eleições que se avizinham, nós também estamos expectantes que o partido que for eleito possa representar da melhor forma o país, trazendo inovações políticas mais assertivas para o desenvolvimento do país, que governe para todos e não apenas para um grupo de pessoas ou um grupo de amigos e que possam achar o ponto comum que é São Tomé e Príncipe, que deve unir a todos nós.
Send us Fan MailIn this episode we are talking with Dr Albert Refiti, professor at AUT and co-director of the Vā Moana Research Centre, about Vā: the relational space that holds people, culture, hierarchy, and belonging together. Once you hear Vā described this way, Pacific architecture stops being a set of shapes and starts reading like a living map of relationships across time.We dig into why key forms and spatial rules have stayed so consistent for roughly 3,000 years across Polynesia, and how elements like platforms, posts, and the ridge beam carry social order and ancestral memory. Then we follow what happens when those systems move into the diaspora. Without villages, Pacific communities in New Zealand often rely on churches, halls, and civic buildings, and architecture can become an urgent marker of identity. That urgency also creates change, compromise, and sometimes misunderstanding, especially when contemporary building codes, materials, and procurement collide with cultural meaning.Albert shares sharp reflections on projects in Auckland and Wellington, including what it means when a symbolic element disappears and how a “gap” can become an honest architectural moment rather than something to hide. We also turn to housing affordability, co-housing, intergenerational living, kaitiakitanga, and what Pacific communities might learn from papakāinga and the urban marae model. If you care about Pacific architecture, cultural identity in design, or building community-centred places in Aotearoa New Zealand, this one will stretch how you think.Subscribe for more conversations like this, share the episode with a designer or student, and leave a review so others can find it.Please Like and Subscribe it really helps :)Follow us on @designpriciplespod on Instagram and if you wish to contact us hit our DMs or our personal pages. We love to hear from you it really encourages us to keep going and the ideas and feedback we get from the listeners is awesome!
Molnár Áron dokumentumokkal mutatta be, milyen cifra módon jutott NKA-támogatáshoz Bayer Zsolt Hatalmas ukrán dróntámadás zúdult Moszkvára Autópálya-koncesszió: Vitézy Dávid 5000 milliárd forintos okot talált a szerződés megszüntetésére A Rogán-féle letelepedési kötvényprogram egyik cégének ügyében már kilenc éve tart a nyomozás "Ennek a kormánynak az összeomlása elkerülhetetlen" – A Terror Háza előtt tüntettek Schmidt Mária leváltása ellen Egyedül állt ki a színpadra Ed Sheeran, és elcsukló hangon mondta el, mit gondol Izraelről és Gázáról Búcsú az orosz gáztól 2027-től: így reagált a Fidesz Kapitány István bejelentésére Nagy változás jöhet Budapesten: új uniós szabályokkal korlátozhatják a rövid távú lakáskiadást Megállíthatatlanul tör előre az orosz hadsereg Az Alzheimer-kóros esetek közel fele megelőzhető vagy késleltethető Bemelegítés közben gázolt el a gyephenger egy többszörös angol válogatott focistát Madridi derbit bukott, már 6 pont a Real hátránya Az új héttel, új időjárást is kapunk A további adásainkat keresd a podcast.hirstart.hu oldalunkon. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
トレイルランニングの世界で起きた1週間の出来事を、背景にある力学とともに深く読み解くDogsorCaravanのニュース番組。毎週月曜夜にYouTubeプレミア公開+ポッドキャスト配信。今週は、大会現地でのサポートに伴う変則コンパクト版!Golden Trail World Series(GTWS)第6戦「Myoko Trail」での海外勢の圧巻劇、スカイランニング世界選手権でのミノッジョ3連覇と日本勢の健闘(小田切将真7位・小谷奈穂10位)、ベトナムVMMでのハー・ティ・ハウによる圧倒的走りと大会新記録での凱旋勝利、そしてスペインで開催中のIAU 100km世界選手権で中田美穂選手がわずか1分30秒差の銀メダルを獲得した快挙をお届け。さらに後半では、いよいよ今週末に迫った「信越五岳トレイルランニングレース2026」の注目選手プレビューを4カテゴリーにわたって一挙紹介します。
Forty percent of young people don't see buy now pay later services as debt, and that's a problem according to a finance expert. A survey of more than 700 people aged 18 to 34 found just 60 percent recognised the service as a debt. AUT professor of Finance Aaron Gilbert's been researching the issue and spoke to Lisa Owen.
¿Y qué pasaría si dejaras de intentar encajar en lo que todos consideran “normal” y empezaras a construir una vida desde tu propia forma de pensar?En este episodio de Auténticamente, Lee Ann conversa con Adda de Molina, una mujer que ha convertido su forma disruptiva de pensar en una manera de vivir, emprender e impulsar el cambio.Adda de Molina es una emprendedora digital islandesa-hondureña, fundadora de la Cámara de Comercio Digital de Honduras y una de las principales impulsoras de la transformación digital y el comercio electrónico en Centroamérica. Su historia está marcada por la innovación, el emprendimiento, la tecnología y, sobre todo, por la decisión de no tener miedo a ser diferente.En esta conversación hablamos de lo que significa realmente tener un mindset digital, de aprender a no encajar, de cuestionar lo establecido y de atreverte a cambiar tu manera de pensar para construir nuevas oportunidades.✨ ¿Qué podés aprender en este episodio?• Por qué no encajar con lo “normal” puede convertirse en una ventaja.• Qué significa realmente tener un mindset digital y cómo puede transformar tu manera de vivir y tomar decisiones.• Por qué necesitamos personas que sean embajadoras del cambio y la transformación digital.• Qué hace falta para dejar de esperar el momento perfecto y simplemente decidir hacer el cambio.• Cómo construir un ecosistema digital que genere oportunidades para emprendedores.• Qué necesitamos comprender realmente sobre la digitalización y el futuro de los negocios.• Por qué las mujeres disruptivas todavía pueden ser percibidas de manera diferente cuando se atreven a desafiar lo establecido.• Por qué a veces necesitamos pausar, recalcular nuestra ruta y volver a empezar.Si esta conversación te hizo cuestionar algo de tu propia vida, compartí este episodio con alguien que necesite escucharlo.Y si disfrutás estas conversaciones sobre crecimiento personal, mentalidad, emprendimiento, salud mental y vivir auténticamente, suscribite a Auténticamente para no perderte los próximos episodios. SEGUÍ A ADDA DE MOLINA
Hugo, el Cojo Feliz, llega a Podcast Auténtico con Pedro Prieto y Titi Jaques a hablar de lo que casi nadie se anima: qué pasa cuando tu mamá rehace su vida y tú, ya siendo adulto, no lo puedes aceptar. Sus papás se separaron hace cuatro años, su mamá tiene novio, su papá tiene novia, y esa es exactamente la conversación de fondo de su película A Toda Madre. De ahí la charla se va a donde no esperábamos: cómo le explica a su hija de cuatro años que su papá usa bastón, qué le contesta a quien le dice que no fue planeado, por qué dice que el Cojo Feliz es mentira, y la única vez que lloró con su hija. Al final, Pedro y él chocan fuerte con la dinámica de De acuerdo / Desacuerdo. Lo que vas a escuchar Paternidad y crianza con discapacidad · Bullying en la escuela y cómo preparar a una hija · Posparto y cómo acompaña un hombre · Vasectomía y métodos anticonceptivos · Ser mandilón por decisión · Límites con suegros, abuelos y con el novio de tu mamá · Nuevas familias y padrastros · Amistad entre hombres y por qué solo saben quererse insultándose · Criar sin nalgadas
"El 95% de los autógrafos de Messi que ves en internet son falsos". En este episodio de #ContenidoExtra con Jessie Cervantes, Daniel Riestra, fundador de Coleccionistas y Autógrafos, revela la verdad detrás del millonario y polémico negocio de la memorabilia deportiva, los fraudes de firmas certificadas y el auge de las tarjetas coleccionables (Trading Cards) en México y el mundo.Daniel relata su historia: de pasar 12 años en la vida nocturna como RP en Guadalajara, enfrentar un colapso financiero total y una fuerte depresión en pandemia, hasta resurgir jugando póker profesional y convertir la venta de una playera de Maradona en el negocio de autógrafos y memorabilia más importante del país. Además, abrimos sobres de colección en vivo y explica por qué una sola tarjeta deportiva puede llegar a valer millones.⏱️ Capítulos del episodio:00:00 - Introducción: El 95% de los autógrafos de Messi son falsos02:28 - Los inicios de Daniel Riestra en el coleccionismo04:15 - 12 años como RP de antros y el primer gran fracaso empresarial08:39 - Pandemia, pérdida familiar y jugar póker profesional13:58 - Lenguaje corporal en el póker y apuestas millonarias19:15 - El cambio de mentalidad y la primera playera de Maradona21:47 - Holbox: El inicio de Coleccionistas y Autógrafos en una hamaca25:08 - Fraudes en eBay y certificaciones oficiales (JSA, PSA, Beckett)27:24 - Tiendas en Las Vegas y anécdotas con Mike Tyson32:34 - Conociendo a Zlatan Ibrahimović y la anécdota con David Beckham36:36 - Hugo Sánchez: 7 horas y media firmando autógrafos39:45 - The National: La convención millonaria de tarjetas deportivas42:00 - ¿Cómo funciona el negocio de las tarjetas? (Blaster vs. Hobby Box)45:18 - La tarjeta 1 of 1 de Shohei Ohtani más cara de la tienda47:04 - La playera de Pep Guardiola y los fraudes con firmas de Cristiano Ronaldo52:20 - Abriendo sobres de tarjetas Panini en vivo con Jessie Cervantes56:55 - ¿Cuáles son las cartas y deportes más valiosos del mundo?01:01:00 - Por qué no abrir sucursales y el valor del tiempo libre01:03:17 - Memorabilia musical: The Beatles, Michael Jackson y Soda Stereo01:05:56 - La emoción de conocer al Doc Brown (Back to the Future)01:08:08 - Dónde encontrar artículos originales y conclusionesCuéntanos en los comentarios: ¿Cuál es el autógrafo o tarjeta deportiva que más te gustaría tener en tu colección?Suscríbete al canal de Jessie Cervantes y activa la campanita
Buy now, pay later products such as Afterpay, Klarna, and Zip allow users to pay for a variety of goods and services in - typically four - fortnightly instalments. Although these products do not charge fees or interest as long as payments are made on time, a substantial amount of providers' revenue comes from late fees. One of the distinctive points around buy now, pay later products, is how they've been marketed in a way that frames them as different to traditional debt - or not as debt at all. So how do these perceptions of buy now, pay later products potentially reflect the ways consumers make use of them? To learn more, producer Theo spoke to AUT's Professor Aaron Gilbert, one of the authors of a new study looking to increase our understanding of this relationship. The study, 'A Rose by Any Other Name: The impact of consumer perceptions of Buy Now Pay Later on BNPL use by young adults' can be found here.
Most people think getting shredded is just a matter of pushing the deficit harder and holding on longer. But the deeper you get into a fat loss phase, the more the rules change. A calorie deficit doesn't just reduce body fat, it actively shifts your body toward a catabolic state by lowering muscle protein synthesis, increasing muscle protein breakdown, and increasing protein oxidation. And here's the part most people miss: those effects get worse the leaner you get. Which means the strategies that worked at 20% body fat aren't the strategies that will protect your muscle at 8%. Getting peeled isn't about enduring more. It's about knowing which variables need to change, and when.In this episode of CHASING CLARITY, I'm joined again by Dr. Eric Helms, WNBF professional natural bodybuilder, Co-Director at AUT in New Zealand, co-founder the MASS Research Review, and author of The Muscle & Strength Pyramid books. Eric is one of the most respected voices in evidence-based bodybuilding and nutrition, and in this conversation we get into the finer details of what it actually takes to get extremely lean while holding onto the muscle you spent years building.WE COVER:THE RATE OF LOSS YOU SHOULD TARGET WHEN GETTING SUPER LEAN WHY YOUR RATE OF LOSS SHOULD SLOW DOWN THE LEANER YOU GET THE DESCENDING AND DYNAMIC RATE OF LOSS APPROACH I USE WITH CLIENTS AND ERIC'S HONEST TAKE ON IT HOW MUCH FLEXIBILITY EXISTS WITHIN THE 0.5 TO 1% PER WEEK GUIDELINE HOW A CALORIE DEFICIT REDUCES MUSCLE PROTEIN SYNTHESIS AND INCREASES BREAKDOWN WHY PROTEIN OXIDATION IS HIGHER IN LEANER INDIVIDUALS THE NEW SYSTEMATIC REVIEW AND META-REGRESSION ON PROTEIN INTAKE AND LEAN MASS RETENTION WHY PROTEIN INTAKE SHOULD SCALE WITH BODY FAT PERCENTAGE WHY I TREAT PROTEIN AS AN INSURANCE POLICY DURING CONTEST PREP EVIDENCE-BASED HUNGER MANAGEMENT STRATEGIES FOR DEEP IN A DIET FOOD VOLUME, ENERGY DENSITY, TEXTURE AND EATING PACE AS SATIETY LEVERS PRACTICAL COACHING TAKEAWAYS YOU CAN APPLY IMMEDIATELYIf you've ever gotten lean and watched your strength fall off, your recovery disappear, and the mirror stop changing even though the scale kept moving, this episode will show you where the process broke down. And if you're a coach or competitor who wants to understand not just what the guidelines say but why they exist and when to deviate from them, this conversation gives you the mechanisms behind the recommendations.WHERE TO CONNECT WITH ME:Follow Brandon on IG: https://www.instagram.com/brandondacruz_/For Info on Brandon's Coaching Services: https://form.jotform.com/bdacruzfitness/coachinginquiryEmail: Bdacruzfitness@gmail.comMy Reading Recommendations:THE MUSCLE & STRENGTH PYRAMIDS https://getdpd.com/cart/hoplink/25469?referrer=1l54og96lf1ccw
¿Qué es lo que estás dejando de hacer por escuchar a los demás? ¿Cuántas ideas, proyectos o sueños has frenado porque alguien te hizo pensar que no iban a funcionar?En este episodio de Auténticamente Podcast, Lee Ann se sienta con Aída Lara, comunicadora, productora audiovisual, emprendedora y apasionada por la creatividad. Después de más de 10 años trabajando en medios de comunicación y de crear su propia agencia de marketing digital y producción audiovisual, Aída decidió apostar nuevamente por su camino independiente y dedicar más tiempo a uno de sus grandes proyectos: CreativeMornings Tegucigalpa.Aída nos invita a cuestionar una idea que muchas veces aprendemos desde pequeños: que la creatividad es únicamente para quienes estudian arte. Porque crear también es resolver problemas, encontrar nuevas formas de hacer las cosas, emprender, desarrollar una idea y convertirla en algo que genere valor. Como dice CreativeMornings: Todos somos creativos.En esta conversación hablamos sobre qué sucede cuando tu entorno cuestiona lo que querés hacer, por qué la falta de confianza puede terminar apagando un talento, cómo superar el síndrome del impostor y por qué la persistencia puede ser mucho más importante que hacerlo perfecto desde el inicio.En este episodio vas a aprender:✨ Por qué muchas veces dejamos de crear por miedo a lo que otros piensen.✨ Cómo convertir los obstáculos y errores en parte del proceso.✨ Qué relación existe entre creatividad, propósito e Ikigai.✨ Por qué "todos somos creativos", aunque no trabajemos en una profesión artística.✨ Cómo identificar y trabajar el síndrome del impostor.✨ Por qué es mejor avanzar que esperar a que todo sea perfecto.✨ La importancia de desaprender para volver a crear.✨ Cómo encontrar espacios para recuperar tu creatividad.✨ Qué hacer si tenés una idea pero todavía no te atrevés a comenzar.Si esta conversación te hizo pensar en una idea, proyecto o sueño que llevás tiempo postergando, compartí este episodio con alguien que necesite escucharlo.
Save 20% on all Nuzest Products WORLDWIDE with the code MIKKIPEDIA at www.nuzest.co.nz, www.nuzest.com.au or www.nuzest.comEpisode SummaryDr Eric Helms returns to Mikkipedia for an unscripted conversation about GLP-1 medications and what they mean for anyone working in nutrition and fitness. Eric is a coach, athlete, author and educator, part of the 3DMJ coaching team, co-founder of the MASS research review, and co-director of the Sports Performance Research Institute New Zealand (SPRINZ) at AUT, where he is also a senior research fellow. Mikki opens with a personal trainer who was accused of stepping outside her lane for talking about GLP-1s, and the two of them work outwards from there.The conversation covers whether coaches and nutritionists are within their scope supporting people on these medications, what obesity medicine can miss when a patient's weight loss stalls, and why reduced everyday movement belongs under the heading of metabolic adaptation rather than being treated as a separate problem. Eric separates appetite into distinct drivers — energy signalling, hedonic food seeking and food noise — and explains why that distinction matters clinically. The second half turns to protein, where Eric makes the case that it is a minor player for most people's health outcomes unless intake is genuinely low, and that "which macronutrient is most satiating" is the wrong question in the first place. He is candid throughout about the limits of what is currently known, including several things he says he cannot answer. The episode closes on his argument that trainers have an opportunity to stop being weight loss coaches and get back to promoting health, fitness and movement.Key TopicsScope of practice. Eric argues the behavioural, lifestyle, nutrition and exercise side of GLP-1 use is squarely within a personal trainer's remit — while cautioning that nobody yet has the twenty years of practitioner experience we have with medications like exogenous insulin.Where the usual trainer skill set doesn't transfer. Most trainers are practised at helping clients restrain appetite. Clients on GLP-1s often have the opposite problem: struggling to eat enough, and needing nutrient quality raised on a low intake.What a stall actually signals. When someone stops tracking calories and their weight loss plateaus, Eric's first read is not under-fuelling — it is that tracking had become tedious and unsustainable, and no second skill set has replaced it. He treats the stall as an opportunity to build other skills rather than a reason to resume tracking.Movement, NEAT and metabolic adaptation. Reductions in spontaneous physical activity and non-exercise activity thermogenesis come from the same mechanisms as the older, narrower idea of a falling metabolic rate. Eric's view is that most of the "side effects" attributed to these drugs are the side effects of successful weight loss.Appetite is not one thing. Eric separates energy signalling (feeling depleted), hedonic food seeking (actively wanting a particular food or experience) and food noise (constant, distracting preoccupation) — then notes satiety has several definitions of its own on top of that.Why near-universal drug response is interesting. In trials of a newer triple-agonist medication, every participant in the higher dose groups lost at least 5–10% of body weight. Eric speculates — and flags it clearly as speculation — that this implies the drug targets more than food noise alone.How much protein actually matters. Eric's position is that protein is a minor player for general population health outcomes unless someone is starting low. Moving from around 0.8–1.1 g/kg to 1.3–1.5 g/kg has a reasonably moderate effect; moving from 1.6 to 2.2 g/kg is minor outside physique sport, where it is "a game of inches".Meeting people where they are. Someone on an intermittent eating pattern may be reaching only 1.1 g/kg, and a poorly constructed plant-based diet 0.9 g/kg. Telling them to double it can read as an impossible barrier. Mikki describes targeting 1.2 g/kg for GLP-1 clients against the 1.8–2.2 g/kg circulating online.Satiety is a meal question, not a macronutrient question. Food weight and volume, texture, hardness, eating rate, energy density, fibre and fluid all matter, and Eric raises an open question he says he cannot answer: whether those levers become more effective in someone on a GLP-1 once the environmental drivers of overeating are suppressed.What trainers are for. Eric suggests fear of professional redundancy drives some anti-GLP-1 feeling in the industry, argues obesity is primarily a built-environment problem needing a societal-scale solution, and makes the case that trainers should return to promoting health, fitness and movement.Chapters00:00 Introduction03:36 No small talk and no script06:59 Are trainers in their lane on GLP-1s?12:17 Low carb pushback and the naturalistic fallacy14:38 When weight loss stalls21:18 Reduced movement, NEAT and metabolic adaptation24:36 Food noise, hedonic eating and appetite29:36 What personal trainers are actually for32:31 Bodybuilding, diet culture and physical culture38:55 How much protein do we really need?46:36 What actually drives satiety55:57 Where to find EricGuest / ResourcesDr Eric HelmsCoach, athlete, author and educator; a personal trainer since the early 2000s, with a background in the US Air Force and commercial gyms.Part of 3DMJ, coaching drug-free strength and physique competitors.Co-founder of the MASS research review (Monthly Applications in Strength Sport), produced with Dr Eric Trexler, Dr Lauren Colenso-Semple and Dr Michael Zourdos, running since 2017 — massresearchreview.comCo-director of the Sports Performance Research Institute New Zealand (SPRINZ) at AUT, and a senior research fellow supervising Masters and PhD students.Instagram: @Helms3DMJCo-host of the Iron Culture podcast.Also mentionedMikkipedia episode 390 — "Living the Bodybuilding Lifestyle with Eric Helms", the previous conversation Mikki refers to: podcast.mikkiwilliden.com/390Docs Who Lift — the podcast from Dr Spencer Nadolsky and Dr Karl Nadolsky, recommended by Eric.Barbell Medicine — Dr Austin Baraki and Dr Jordan Feigenbaum, recommended by Eric for their work on HRT, testosterone replacement therapy and GLP-1 medications.The protein leverage hypothesis — the idea that people keep eating until they reach a protein threshold; Eric notes that threshold sits around 12–13% of energy.The Minnesota semi-starvation study — referenced by Eric as background on the transient, biologically driven effects of dieting.The physical culture movement of the early 1900s, and Bernarr Macfadden as a figure within it.A recent conference abstract indicating people on GLP-1s may be less active than they ...
„Aš nesijaučiu [besanti] tvarumo ministrė, bet stengiuosi susikurti savo spalvotą spintos kapsulę iš to, kas yra išmesta“,– prisipažįsta Kaune gyvenanti verslininkė, tvarios mados entuziastė, Europos klimato pakto ambasadorė Augustė Barbora Budrienė.Dėvėtų drabužių parduotuvę pavadinimu „Dressed Herring“, arba „Stilinga silkė“ ji įkūrė prieš penkerius metus. Šiandien socialiniuose tinkluose Augustė Barbora turi arti 40 tūkst. sekėjų ir savo šmaikščiuose vaizdo įrašuose ne tik pristato išskirtinius gaminius iš antrų rankų, bet ir pasakoja apie jų atnaujinimą bei dalijasi žiniomis apie greitosios mados žalą aplinkai.Susiskambinome pasikalbėti apie tvaraus verslo vertybes, lietuvių požiūrį į dėvėtus drabužius ir kaip išlaikyti optimistišką žvilgsnį į planetos ateitį?Aut. Vaida Pilibaitytė
El Dr. Daniel Méndez, profesor-investigador de la universidad Autónoma de Tlaxcala quien presenta un panorama sobre el tejocote, fruto originario de México que ocupa un lugar destacado en la gastronomía y la medicina tradicional. Explica su relevancia cultural, su presencia en diversas preparaciones típicas y el valor que ha conservado a lo largo del tiempo como parte del patrimonio alimentario del país. En el desarrollo de la entrevista, describe las principales características botánicas del tejocote, las diferentes especies que existen y las regiones donde se cultiva con mayor frecuencia. Señala que pertenece a la familia de las rosáceas y que su aprovechamiento se remonta a la época prehispánica, cuando ya era apreciado por sus propiedades alimentarias. Además de consumirse fresco, comenta que forma parte de numerosas preparaciones tradicionales, entre ellas dulces, conservas, atoles, ponches y otros platillos característicos de distintas celebraciones.
Lövei Róbert karosszérialakatos, veteránautó-restaurátor és egyedi autóépítő mesél az amerikai autós világról, Chip Foose-ról, a Kindig-It Designról, Sylvester Stallone Mercury Monterey-jéről, ritka Ferrarikról, Rolls-Royce-okról és egy több mint 500 lóerős Mustangról. Ebben a magyar podcastban szóba kerül az amerikai élet, a siker, a pénz, a kemény munka, a Tesla, a Porsche, a klasszikus autók restaurálása és Róbert személyes története is. Lövei Róbert Orosházáról indult, majd az Egyesült Államokban épített magának nevet az autórestaurálás és az egyedi autóépítés világában. Az adásban őszintén beszél arról, hogyan jutott el a magyar műhelyektől Las Vegasig és Houstonig, milyen szakmai és emberi kihívásokkal találkozott Amerikában, és mit tanult a kitartásról. Róbert dolgozott díjnyertes autókon, exkluzív magángyűjtemények különleges járművein és olyan projekteken is, amelyek Amerika legismertebb custom autóépítőihez kapcsolódtak. Megismerhetjük egy arab sejk rendkívül ritka Rolls-Royce-ainak történetét, a Magyarországon épített és többszörösen díjazott „szivar" Wartburgot, valamint Sylvester Stallone 1958-as Mercury Monterey-jét is. Szóba kerül Chip Foose és a Kindig-It Design világa, egy 23 ablakos Volkswagen busz, az F40 és a LaFerrari elképesztő értéknövekedése, valamint egy különleges, kézi váltós, több mint 500 lóerős Mustang. Róbert azt is elmeséli, hogyan lehet 12 000 dollárért hozzájutni egy olyan autóhoz, amelyben csak a motor 28 000 dollárt ér – és miért hangzott el erre az, hogy „ez már lopás". Az epizód második felében a régi és modern autók közötti különbségekről beszélgetünk. Tesla vagy Porsche? Automataváltó vagy kézi váltó? Klasszikus mechanika vagy szoftverekkel vezérelt autó? Róbert saját vezetési élményein keresztül mondja el, mi lepte meg a Teslában, és mitől ijedt meg igazán egy brutálisan gyors Porschéban. A beszélgetés nemcsak autókról szól. Róbert felidézi a COVID-időszakban átélt súlyos egészségügyi problémáját és a vakcinákkal kapcsolatos személyes tapasztalatát is. Az elhangzottak Róbert saját élményeit és véleményét tükrözik, nem minősülnek egészségügyi tanácsnak vagy általános érvényű orvosi állításnak. Ez egy történet szakmaszeretetről, kockázatvállalásról, becsületes munkáról és arról, hogyan boldogulhat egy magyar szakember Amerikában. Róbert szerint a szerencse mindössze 10–15 százalék – a többiért nekünk kell megdolgoznunk. FEJEZETEK: 00:00 – Hidegnyitó: Stallone, a 12 000 dolláros autó és Róbert vallomása 01:25 – Lövei Róbert bemutatkozása 02:38 – Orosházától Amerikáig: póker, Las Vegas és újrakezdés 03:57 – Súlyos rosszullétek a COVID-időszakban 05:03 – Díjnyertes autók, Barrett-Jackson és SEMA 06:38 – Egy arab sejk ritka Rolls-Royce-ai 10:33 – A Magyarországon épített, díjnyertes „szivar" Wartburg 15:00 – Visszatérés Amerikába és az első műhelyek 19:58 – Mitől lesz igazán jó egy autófényezés? 22:28 – Hírességek és különleges ügyfelek 26:03 – Sylvester Stallone Mercury Monterey-je 26:41 – Chip Foose és a Kindig-It Design 27:27 – A 23 ablakos Volkswagen busz 29:01 – Magyar sikerek az amerikai autós világban 33:21 – Ferrari F40, LaFerrari és autógyűjtés 39:29 – Trabant, Porsche és az autózás valódi öröme 45:00 – Klasszikus Mercedesek és műhelytitkok 51:26 – Az egyedi, 500+ lóerős Mustang története 58:59 – „Ez már lopás" – a 12 000 dolláros üzlet 01:02:32 – Camaro, árverések és amerikai autóárak 01:10:18 – Az első találkozás a Teslával 01:13:48 – A Porsche gyorsulása, amitől Róbert is megijedt 01:14:59 – Modern autók, elektronika és szoftverfrissítések 01:17:32 – Mit tanácsol Róbert a fiataloknak? 01:20:00 – Munka, áldozatok és a siker valódi ára Neked melyik történet vagy autó volt a kedvenced? Írd meg kommentben, és oszd meg az adást valakivel, aki rajong a klasszikus és különleges autókért! Róbert elérhetőségei: Email címe: lowen0721@gmail.com FB oldala: www.facebook.com/robert.lovei.9 Szandi oldala: www.facebook.com/vida.szandra.3
Az előfizetők (de csak a Belső kör és Közösség csomagok tulajdonosai!) már szombat hajnalban hozzájutnak legfrissebb epizódunk teljes verziójához. A hétfőn publikált, ingyen meghallgatható verzió tíz perccel rövidebb. Itt írtunk arról, hogy tudod meghallgatni a teljes adást. Jascsák Béla, a Steinitz–Jascsák–Podhola fedezetsor tagja a csádi misszióban. Melyik Orbán gyerek a legkártékonyabb? Kipixelezett unoka. Stromfeld Aurél emlézete a Frankel Leó utcában. Ki szítja a radikális ligetizmus izzó parazsát? Budaörs válasza Vancouvernek. 00:00 Tartalomjegyzék. Bede Márton fagylaltozik, Uj Péter nem clickbaitel. Ki nyaral a horribilis zöldségárakból? 02:46 CSÁD. Orbán Gáspár helyes megítélése és a 444 cikke kalandjairól. A Stand, mint az előző rendszer áldozata. A nemzetközi vagyonvisszaszerzés tapasztalatai. 08:48 Hány cipője volt Imelda Marcosnak? Moldova vagy Orbán Gáspár? Tevék és jakok Gödöllőn. 13:19 Tamás Gáspár Miklós: Orbán Ráhel. Tamás Gáspár Miklós: Orbán Ráhel 2 – Pelenka drift. Kipixelezett Orbán-unoka a 444-en. 17:32 Orbánék svjeci kalandjai. Orbán Ráhel osztálytársai az opera díszpáholyában. José Luis Rodríguez Zapatero lányai Obamáékkal. Lopott-e Gáspár? 22:06 Stromfeld Aurél a Wikipedián. A Frankel Leó utca dicsérete. 28:44 Mi az a házassági kaució? Miért rossz a magyar Wikipedia? Mario és a varázsló a Wikipedián. Ki olvas még gimiben Thomas Mannt? Jókai-rajongó a stúdióban. 36:42 Az NVHH albán pénzbehajtói. Van, amikor megéri leülni háron-négy évet. A lecsukás és a vagyonvisszaszerzés közötti különbségek. 41:06 A magyarság válasza a fentanyl foldra: a budaörsi keselyűzés. Nívó Drink Bár. 44:06 A kalocsai hős. Autós üldözés, csak levegőben. Tankot tudsz vezetni? A Winkler Róbert-challenge. 48:24 Legalább a brüsszeli MCC megszűnt. Ki lesz ennek a rendszerváltásnak a Krassó Győrgye? Saját munkásőrt mindenkinek! See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Motorsport.com traz uma grande entrevista diretamente do Autódromo de Interlagos, palco de mais uma etapa da Porsche Cup Brasil. Antonella Bassani é uma das grandes atrações da categoria e falou com exclusividade com Isa Fernandes (@isamfer_) e Livia Veiga (@liiv.andrade).
La Mtra. Rosario Rivera Barragán, académica de la Universidad Juárez Autónoma de Tabasco y especialista en trastornos de la conducta alimentaria, aborda las características de padecimientos como la anorexia nerviosa y la bulimia, además de los factores que intervienen en su aparición y las alternativas para su prevención y tratamiento. Durante la conversación explica que estos trastornos afectan tanto la salud física como la mental y se distinguen por una preocupación excesiva por el peso corporal, la imagen física y la alimentación. Señala que pueden manifestarse mediante restricciones extremas en la ingesta de alimentos, episodios de atracones o conductas compensatorias que comprometen seriamente la salud. De igual manera, analiza su origen multifactorial, en el que participan factores psicológicos, biológicos y socioculturales.
O nosso entrevistado é filósofo, jornalista, formado em Direito, mestre em Ciência Política, doutor em ciências da Comunicação, professor, escritor, palestrante e também, podcaster. Ele tem uma vida dedicada ao mundo acadêmico, são mais de 30 anos como professor em respeitadas faculdades e universidades, entre elas, como Doutor e Livre-Docente na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP).Autor de mais de 30 livros, muitos deles se tornaram grandes sucessos, como o “A vida que vale a pena ser vivida”, escrito em parceria com Arthur Meucci. Ele também é coautor em outros livros, elaborados em conjunto com os professores Júlio Pompeu, Mário Sérgio Cortella, Luiz Felipe Pondé e Leandro Karnal, só para citar alguns exemplos. Como palestrante, ele já viajou por todo o Brasil e pelo mundo apresentando suas aulas e palestras sobre ética para milhões de pessoas.Autêntico, inteligente e bem-humorado, durante a nossa conversa ele contou sobre o início da sua carreira acadêmica e a sua vocação, o seu verdadeiro talento para ensinar; relembrou dos tempos como estudante em Paris, na França, e em Pamplona, na Espanha; explicou sobre o que é o elã vital e a potência de agir e fez uma breve análise sobre o sentido filosófico das palavras “outra visão”, que é o nome deste podcast.Repleto de boas notícias e com muitas novidades para compartilhar, ele também falou sobre o nascimento do podcast “Inédita Pamonha”, atualmente, um dos mais ouvidos no País; contou sobre os bastidores da produção do seu podcast; explicou sobre outros trabalhos e projetos que também realiza, como o “Clássicos do Pensamento” e o “Lendo com o Clóvis” e, como não poderia deixar de ser, falou sobre os seus livros mais recentes, revelou quais são os próximos lançamentos e adiantou alguns detalhes sobre uma série de livros de filosofia para crianças, que será lançado ainda neste ano de 2021.É com muita alegria, com o elã vital nas nuvens e a potência de agir no máximo, que recebemos neste episódio do podcast Outra Visão, Clóvis de Barros Filho, o Professor Clóvis, o meu professor de ética na faculdade de jornalismo, um dos mais brilhantes, autênticos e influentes pensadores deste País, que eu tenho certeza, sempre tem muito a nos ensinar e várias histórias para contar.Acompanhe a entrevista!Entrevista realizada dia 20 de maio de 2021.LINKS – Professor Clóvis de Barros Filho• Wikipedia – Professor Clóvis de Barros Filho – https://pt.wikipedia.org/wiki/Cl%C3%B3vis_de_Barros_Filho• Linkedin – Professor Clóvis de Barros Filho – https://www.linkedin.com/in/clovisdebarros/• Espaço Ética – https://espacoetica.com.br/• Linkedin – Espaço Ética – https://www.linkedin.com/company/espacoetica/• Facebook – Espaço Ética – https://www.facebook.com/espacoetica• Prêmio Ibest – Vote no podcast Inédita Pamonha nas categorias Educação, Podcast e Novos Criadores – https://vote.premioibest.com/home• Clássicos do Pensamento – Clube de leitura de filosofia – https://www.classicosdopensamento.com.br/• Vídeo – Clássicos do Pensamento – https://youtu.be/i3dgdGOz1HM• Revista Inspire-C – https://revistainspirec.com.br/• Linkedin – Revista Inspire-C – https://www.linkedin.com/company/revista-inspire-c/• Instagram – Revista Inspire-C – @revistainspirec – https://www.instagram.com/revistainspirec/• Facebook – Revista Inspire-C – https://www.facebook.com/revistainspirec/• Youtube – Revista Inspire-C – https://www.youtube.com/channel/UCPfEa4hhzVGOxt05mWKHvZQ• Podcast Inédita Pamonha – https://revistainspirec.com.br/category/podcasts/• Spotify – Inédita Pamonha – https://open.spotify.com/show/5cbphPhNPoYWFR1rfIqC0Z?si=I1zBJSwAQKKbU25I0q7lOw• Spotify – Podcast Veja Bem – https://open.spotify.com/show/5f0o4QHeKL8FzZZaWKnKbZ?si=HQDz8NZUQiSkIutO57IkOw
O Motorsport.com está em Interlagos para acompanhar mais uma etapa da Porsche Cup Brasil. O piloto e ator Caio Castro visitou o estúdio no Autódromo José Carlos Pace para falar sobre a carreira de piloto e da paixão que tinha pelas corridas desde criança. Confira o papo com Erick Gabriel (@erickjornalista), repórter do Motorsport.com.
O Motorsport.com traz uma grande entrevista diretamente do Autódromo de Interlagos, palco de mais uma etapa da Porsche Cup Brasil. Pipo Massa, filho de Felipe Massa, é uma das grandes atrações da categoria e falou com exclusividade com Erick Gabriel (@erickjornalista) e Livia Veiga (@liiv.andrade).
¿Por qué a las mujeres divorciadas o madres solteras les cuesta tanto trabajo estar solas? En este episodio de Auténtico Podcast, la psicóloga y experta en terapia de adolescentes y adultos Ana María Arizti analiza los grandes errores, temores y retos que enfrentan las mujeres al intentar rehacer su vida sentimental tras una separación. Ana María aborda posturas firmes y reflexivas sobre la crianza: desde por qué la energía masculina del padre es indispensable para enseñar el amor propio en los hijos, hasta los límites de protección que deben existir al ingresar un nuevo compañero al hogar. Una guía de salud emocional para entender el equilibrio entre el rol de madre y el de mujer.
¿Y si tu día realmente empieza la noche anterior?
Personal branding changed: expertise is now table stakes, and people buy who you are before they check what you do. Personal brand strategist Magali De Reu breaks down the personality first content system she used to rebuild from zero on LinkedIn, land a Netflix client seven days after one post, and turn content into discovery calls and paying clients.After walking away from a startup that owed her close to 100,000 euro, Magali rebuilt her business on LinkedIn with nothing but her own voice. In this episode she teaches the full system: the three personality signals (scars and stripes, stance, style), the swappable test that tells you in ten seconds whether your content is generic, how much of yourself to share without trauma dumping, the open questions that pull out the stories buyers actually respond to, why content templates become a cage, and how writing about moments instead of topics makes content creation easier and more relatable.If you are a consultant, coach, solopreneur or founder trying to get clients from LinkedIn and stand out with your personal brand, this conversation gives you the diagnosis and the starting point for tonight.
A team of researchers at Auckland University of Technology wants to teach AI to recognise the sound of possums to help track down more of the destructive pests. AUT postdoctoral fellow Amin Barzegar spoke to Ingrid Hipkiss about the technology and its potential.
O ex-comandante da Força Aérea Brasileira, tenente-brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Junior, afirma em entrevista à Folha de S.Paulo que houve risco iminente de ruptura institucional no fim de 2022.Os relatos fazem parte do livro "Eu Disse Não: uma trincheira antigolpista" (Autêntica Editora), com lançamento em 15 de setembro.Rodolfo Borges e Wilson Lima discutem os bastidores das pressões sobre a cúpula militar, a menção ao almirante Almir Garnier e ao general Freire Gomes, e como o depoimento se compara ao tom do livro.O debate também aborda o impacto do lançamento na campanha eleitoral de 2026 e no calcanhar de Aquiles de Flávio Bolsonaro.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Spotify #ApplePodcasts #AmazonMusic #TuneInRádio #PapoAntagonista #PolíticaBrasileira #BastidoresDoPoder #economia #jornalismo #Bolsonaro #Golpe #FAB #EuDisseNão #Eleições2026 #8deJaneiro
En este Faro de Verano hacemos 'Historias de retos'.Laura Piñero repasa con Ignatius Farray algunos de los momentos que han marcado su vida personal y profesional. El humorista reflexiona sobre el fracaso como motor de su carrera, la necesidad de seguir creando más allá del talento y el proceso que le llevó a dejar el alcohol hace más de dos años.En esta nueva entrega del Cine de Verano de El Faro, Nerea Pérez de las Heras reivindica Guardianes de la Galaxia como mucho más que una película de aventuras espaciales. A partir de la trilogía dirigida por James Gunn, analizamos temas como la familia elegida, la diferencia, la identidad, la vulnerabilidad y si estamos saturados del cine de superhéroes.Esta noche caminamos con Sebastián Álvaro (Madrid, 1950) alpinista, escritor y reconocido explorador español. Creador y director durante casi tres décadas del legendario programa de Televisión Española Al filo de lo imposible, considerado uno de los espacios de aventura y alpinismo más importantes del mundo. Hoy se une a nuestro feed Moisés Martínez, Graduado en Turismo por la universidad Autónoma de Madrid lleva desde abril de 2025 visitando lugares tanto los más conocidos como los más recónditos para hacer videos sobre medios de transporte y urbanismo.
Cada noche, Laura Piñero entrevista a un creador digital o divulgador que merece la pena conocer. Voces jóvenes, proyectos singulares y miradas frescas que están construyendo algo nuevo en internet. El Faro les pone luz. Hoy se une a nuestro feed Moisés Martínez, Graduado en Turismo por la universidad Autónoma de Madrid lleva desde abril de 2025 visitando lugares tanto los más conocidos como los más recónditos para hacer videos sobre medios de transporte y urbanismo.
Tényleg vannak a nikotinnak egészségügyi előnyei? Ebben az adásban górcső alá vesszük a kutatásokat. Megnézzük azt is, hogyan lehet eldobható vape-ekből autót építeni, és kibeszéljük az ausztrál dohánypolitika látványos, filmszínházba illő összeomlását. Show notes A nikotin előnyei? Autózz eldobható e-cigarettával! Ausztrália - abszolút filmszinház :) A dohányipar találmányai?
Pascual Donate está empeñado en demostrarnos que su pueblo, Pozohondo, es el mejor pueblo de España, y que, en este caso, tiene el mejor paseo. Reta a los oyentes a que le demuestren lo contrario. Y también contamos con la participación de Inés Fernández-Ordóñez, Catedrática de la Autónoma de Madrid, miembro de la Real Academia de la Lengua y directora del grupo de investigación CÓSER, con la que hablamos de los distintos nombres que damos en las zonas rurales a los animales y a las plantas.
New research out of the US indicates weight-loss drugs may help people get a job - and their New Zealand counterparts say this can't be ruled out here. The paper, published by the National Bureau of Economic Research, says women who were unemployed increased their likelihood of securing a job by 26.9 percentage points after a year-and-a-half of taking a GLP-1. AUT associate professor for planetary health, Julie Trafford, says this could also be linked to confidence, and there could be other factors besides the weight loss. "We haven't yet, in New Zealand, had the opportunity of Wegovy for long enough to be able to tell that story, because it was only approved by Medsafe for use in New Zealand about a year and a half ago - so unfortunately, we can't know for sure yet." LISTEN ABOVESee omnystudio.com/listener for privacy information.
40 Éve Építi a Los Angeles-i Magyar Közösséget | Pereházy Miklós | MÓKA Podcast ep. 323 A legtöbben azt gondolják, hogy egy magyar közösség Amerikában magától működik. Pedig a valóság egészen más. Valakinek évtizedeken át dolgoznia kell azért, hogy legyen egy hely, ahol a magyarok találkozhatnak, megünnepelhetik nemzeti ünnepeiket, továbbadhatják a nyelvet gyermekeiknek és unokáiknak, és megőrizhetik azt az identitást, amelyet több ezer kilométerre a hazától sem akarnak elveszíteni. Ebben az epizódban Pereházy Miklóssal, a Los Angeles-i Magyar Ház több mint két és fél évtizede meghatározó vezetőjével beszélgettem. Egy emberrel, aki közel negyven éve él Amerikában, sikeres nemzetközi szállítmányozási vállalkozást épített fel, miközben szívügyének tekinti a Los Angeles-i magyar közösség jövőjét. Beszélünk arról, hogyan került a Magyar Ház élére, miért vállalta el ezt a hatalmas felelősséget, és hogyan sikerült huszonhat éven keresztül életben tartani egy olyan intézményt, amely nemcsak egy épület, hanem egy találkozási pont a dél kaliforniai magyarság számára. Szó esik a közösségépítés nehézségeiről, a generációváltás kihívásairól, a magyar nyelv megőrzéséről, valamint arról is, hogyan lehet egyszerre büszke magyarnak és büszke amerikainak lenni. Pereházy Miklós őszintén beszél a magyar diaszpóráról, a közösségek közötti együttműködés fontosságáról és arról, miért tartja veszélyesnek, amikor a politika megosztja az embereket. Szerinte egy külföldi magyar közösség csak akkor lehet erős, ha képes elfogadni a különböző véleményeket, miközben ugyanazért a célért dolgozik, a magyar kultúra és hagyományok megőrzéséért. Természetesen szóba kerül Amerika is. Milyen itt magyarnak lenni? Miért látja sokszor teljesen másnak az Egyesült Államokat, mint ahogyan azt Európában bemutatják? Mit jelent számára az amerikai állampolgárság, és hogyan lehet kompromisszumot találni két kultúra között anélkül, hogy az ember elveszítené önmagát? A beszélgetésből azt is megtudhatjuk, hogyan működik a világ egyik legkülönlegesebb üzlete. Miklós vállalkozása immár közel négy évtizede szállít autókat, hajókat, teljes konténereket és családok életét egyik kontinensről a másikra. Több ezer magyar hazatelepülésben segítettek, miközben a világ szinte minden országába eljutottak. Ez az epizód nemcsak a Los Angeles-i magyarokról szól. Hanem mindenkinek, aki valaha elhagyta Magyarországot, új életet kezdett külföldön, és közben kereste a választ arra a kérdésre, hogyan lehet megőrizni a gyökereinket egy teljesen új világban. Ha tetszett a beszélgetés, kérlek segítsd a MÓKA Podcast munkáját egy feliratkozással, egy likekal és oszd meg ezt az epizódot olyan ismerőseiddel, akiknek fontos a magyar közösség, akár Magyarországon, akár a világ bármely pontján élnek. Írd meg kommentben! Te szerinted mitől maradhat erős egy magyar közösség több ezer kilométerre Magyarországtól? Köszönjük, hogy velünk tartottál! Website: www.mayersharvest.com (http://www.mayersharvest.com/) Kuponkód: MOKA 20% kedvezményért Amazon Store: https://rb.gy/j1eiuy 00:00:00 Előzetes 00:00:49 Hogyan lett Pereházy Miklós a Los Angeles-i Magyar Ház vezetője? 00:04:28 Hogyan működik és miből él a Magyar Ház? 00:08:21 A magyar közösség összetartása Los Angelesben 00:10:05 Szent István öröksége és a magyar identitás 00:13:15 Európa, Amerika és a kompromisszumok világa 00:15:48 Mit jelent magyarnak lenni Amerikában? 00:19:24 Amerikai hazafiság és a valóság a médián túl 00:22:08 Biztonság és fegyvertartás az Egyesült Államokban 00:24:03 Egy magyar vállalkozó 38 éve Amerikában 00:25:02 Autók, konténerek és szállítás a világ minden tájára 00:30:00 Miért fontosabb a becsület, mint a profit? 00:31:35 Az 1956-os örökség és a magyar diaszpóra 00:45:30 Hogyan maradhat meg a magyar kultúra Los Angelesben? 00:52:20 Mit szeretne örökül hagyni Pereházy Miklós? Iratkozz fel a csatornára további magyar amerikai interjúkért és podcast epizódokért. https://bit.ly/MOKAPodcatsSign Kövess minket Facebookon: @mokapodcast Instagramon: @mokapodcastusa Web: mokapodcast.com Spotify (https://bit.ly/mokapodcast) Apple Podcast (https://bit.ly/moka2021) [Google Podcast](https://bit.ly/MokaGoogle) [Deezer](https://bit.ly/MokaDeezer) [LibSyn](https://bit.ly/MokaLibsyn) [Facebook](https://bit.ly/MokaFB) #MOKAPodcast #PereházyMiklós #LosAngeles #MagyarHáz #AmerikaiMagyarok #Diaszpóra #MagyarokAmerikában #Kalifornia #MagyarKözösség #HungariansInAmerica
Se tambalea el imperio occidental, aquejado en sus fronteras, mientras en los salones de las capitales se libra una guerra muy distinta: la del poder y los dogmas. Oriente ha movido sus piezas. Teodosio, mediante el Concilio de Constantinopla, ha elevado su capital a la cima de la cristiandad. Pero Occidente no va a arrodillarse sin más ante la "Nueva Roma". Así, de la mano de dos figuras titánicas, el obispo Ambrosio de Milán y el astuto papa Dámaso, Occidente lanza su contraataque. Nacen así los concilios de Aquilea y de Roma. Auténticos "contraconcilios" diseñados para recordar a Constantinopla que la primacía espiritual no se dicta por decreto político, sino por la sangre de los mártires. Asistimos al preciso instante en que la Iglesia toma las riendas de un Occidente huérfano de liderazgo. Porque, amigos, mientras los clérigos debaten y el pusilánime emperador Graciano se aleja de las funciones de gobierno, el tejido social se desangra. A los soldados curtidos en el barro del Rin y de Britania no les importan las sutilezas teológicas; de los concilios no se come. Las legiones claman por orden y por un líder férreo que les devuelva la dignidad perdida. ¡Exigen un Teodosio para Occidente! Y esa chispa, esa esperanza, brilla en las brumas de Britania. Allí, un general hispano, invicto y de la vieja guardia, observa la mediocridad reinante mientras algo se prepara en los cuarteles. El golpe de mano, el giro brusco de timón por parte de los soldados descontentos, es solo ya cuestión de tiempo. Bienvenidos al episodio 114 de El Ocaso de Roma Enlace a "Los resúmenes de El Ocaso de Roma": https://go.ivoox.com/sq/2833753 Web oficial de EODR: http://www.elocasoderoma.com Web oficial de Vestigia: www.vestigiapodcast.com Instagram: https://www.instagram.com/carlosdemiguelpodcaster/ Facebook: https://www.facebook.com/elocasoderoma/ Canal de Telegram: https://t.me/elocasoderoma Canal de WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029Vb3LiUYLSmbTrjIjmJ0x Twitter (X): @elocasoderoma Novelas: https://www.planetadelibros.com/autor/carlos-de-miguel/000057983#bibliografia Mapas y cartografía: https://ko-fi.com/elocasoderomacartografia Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Researchers say there may be a simple way to improve New Zealanders' wealth. Money correspondent Susan Edmunds spoke to AUT academic Bart Frijns.
Az előfizetők (de csak a Belső kör és Közösség csomagok tulajdonosai!) már szombat hajnalban hozzájutnak legfrissebb epizódunk teljes verziójához. A hétfőn publikált, ingyen meghallgatható verzió tíz perccel rövidebb. Itt írtunk arról, hogy tudod meghallgatni a teljes adást. Bede Márton vállalja. Nyíltlevélreneszánsz. Orbán János Dénes vs. Kylian Mbappé. Cucurella a 12. kerületben. A Sex Pistols-karaoke (konyókrityó). Rendőrállam-revival. Stravinszkíj: Manók tánca. 00:00 Tartalomjegyzék. Orbán Viktor megtér az SZDSZ-hez.01:46 Ne menj bankba a Blahán! Az ügyfél, akihez rendőr kellett.05:38 Az államkincstárral sem egyszerű. Harc életre-halálra a Központi Azonosítási Ügynökkel.11:09 Uj Péter nem vállalja, Bede Márton és Heal Edina frankón, kajakra. A macska is extasyzna a Kolorádón. A Várnegyed belégkondizása.14:24 A nagy nyíltlevél-reneszánsz. A divatszakma követelései. Amikor Nagy Tímea még fideszes volt. Kokó pálfordulása. Kokó és Hadházy.18:40 Magyar Péter első nagy hibája. Eurovízó, konklávé, elnökválasztás. Nyilvános meghallgatást mindenhova! A Polgár Judit-doksi. Végre lehetett zsidózni.24:23 Orbán János Dénes és Kylian Mmmmmmmbappé. Még tart a vévéhőemelkedés. Kicsinálták Cucurellát a 12. kerületben. Magyarországon nincs hidratációs szünet. Magyarországon börtönválogatott van.30:22 Sex Pistols erőszakból. Dead Kennedys tévedésből. Fémdetektor a Budapest Parkban. A HVG koncertkrityója. Bede Márton 2008-as krityója.36:23 Steve Jones is megöregedett. Paul Gray visszaemlékezése a Dr. Feelgood 1986-as budapesti koncertjére. A Közhír kritikája. UFO Zsolti, a kerítő. VHK a Wikipedián. 43:46 Autósüldözés - Liechtenstein drift. A közmédiáról még egyszer, remélhetőleg utoljára. Egyszázalékot a közmédiának! Stravinszkij: Manók tánca.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A escritora portuguesa Lídia Jorge, que acaba de vencer o Prêmio Camões, o mais importante da nossa língua, fala neste episódio sobre seus romances Misericórdia e Diante da Manta do Soldado, publicados pela Autêntica Contemporânea. A autora conta como transformou Misericórdia, que define como um triunfo sobre a morte, em uma celebração da memória da mãe, morta durante a pandemia de covid-19. Ela ainda dá conselhos a jovens escritores. A conversa aconteceu durante A Feira do Livro 2025, com mediação da escritora e professora Luana Chnaiderman. Novo quadro do 451 MHz, o Livro Marcador dessa semana traz um livro que marcou a vida de Natalia Timerman. Recado da Companhia das Letras: durante a Flip 2026, a Casa Companhia das Letras fica aberta de quinta (23) a sábado (25) na rua da Matriz, 107, em Paraty. Para saber mais, acompanhe as redes da editora. Apoio: Lei Rouanet Assine a Quatro Cinco Um por R$ 12/mês: https://bit.ly/Assine451 Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
We love celebrating small-business success here on Afternoons, and people who do good things for their communities and our next guest is a great example of both. Just three months after launching his own rubbish-removal business, AUT student Paul Franco Lo has secured a $3000 grant to help it grow. To celebrate, he decided to do something that would make a big difference to South Auckland communities.
Már meghallgatható a Portfolio Checklist csütörtöki adása. A mai műsor első részében annak jártunk utána, mi áll a magyar ipar és az export javuló számai mögött, és valóban azok az ágazatok húzzák-e a növekedést, amelyekre a legtöbben gondolnak. Vendégünk Madár István, a Portfolio vezető makrogazdasági elemzője volt. A műsor második részében azokat a közlekedésbiztonsági változásokat vettük sorra, amelyek a következő években alapvetően alakíthatják át az európai autózást. Knezsik Istvánnal, az Autós Nagykoalíció elnökével elemeztük, milyen hatása lehet az új szabályoknak a sebességkorlátozásoktól az alkoholzárakon át az önvezető technológiákig. Főbb részek: Intro – (00:00) Ipari fordulat – (01:45) Közlekedésbiztonság – (18:30) Kép forrása: PortfolioSee omnystudio.com/listener for privacy information.
La cancionera mexicana Avelina Landín con el trío 'Tamaulipeco', desde los estudios de la Radio Cadena Suaritos, nos recuerda el esplendor de La Habana como plaza artística donde numerosas figuras extranjeras conquistaron el éxito. Y de tierras aztecas también llegaron los charros con su vestuario típico, los mariachis y, por supuesto, aquel repertorio popularizado en cientos de películas. Tito Guízar, finalizando los años 30, fue el primero en poner de moda en las pantallas cinematográficas la figura del "charro cantor". Las antenas de la CMQ nos devuelven, en vivo y en directo, el arte de aquellos astros del cine de oro azteca. A continuación Jorge Negrete con el trío "Calaveras" y Pedro Infante con el mariachi "Vargas". Apoyo de la Orquesta CMQ bajo la conducción del maestro Enrique González Mánticci. Unos minutos más recordando a estos valiosos artistas que llegaron a La Habana en busca de reconocimiento y éxito. El Trío "Janitzio" se presentó en la Habana de marzo de 1945. Emisiones históricas de la Mil Diez. Graciela Pérez durante décadas identificó, junto a su hermano Machito, la sonoridad de los "Afrocubans". Sin dudas una de las bandas más progresivas del Nueva York de comienzos de los años 40. Bajo la guía musical de Mario Bauzá, sus formidables cualidades interpretativas, acompañadas de un notable desenfado escénico, le concedieron el éxito. Falleció en Nueva York, la ciudad de sus grandes éxitos, el 7 de abril de 2010, a los 95 años. Nos acercamos brevemente al álbum 'Con el permiso de Bola', producido por Warner Music de México en 2006 y protagonizado por Pancho Céspedes y Gonzalo Rubalcaba. Así celebramos el premio a la Excelencia Musical con que la Academia de los Latin Grammy ha distinguido la trayectoria artística de Pancho Céspedes. Merecido reconocimiento al maestro quien, a lo largo de su carrera, ha dejado huella en los escenarios del mundo en su doble condición de compositor e intérprete. Muchas felicidades le deseamos al maestro Pancho Céspedes. La era de los cuartetos vocales comenzó a cobrar fuerza en Cuba, a mediados de los años 40, de la mano de relevantes pianistas como Isolina Carrillo, Orlando de la Rosa, Facundo Rivero, y Bobby Collazo, entre otros. Para la década siguiente el auge de clubes y cabarets favoreció la aparición de otras formaciones dirigidas por otros pianistas como Mario Fernández Porta y Carlos Faxas. Sin embargo la más sobresaliente resultó ser el cuarteto organizado por Aida Diestro en 1952. Con una marcada presencia en esos espacios, así como en los directos de radio y televisión, el cuarteto D'Aida iluminó los escenarios con su espléndido empaste vocal y armónico en función de un selecto y variado repertorio. En las pistas de emblemáticos sitios de la noche habanera como "Tropicana" y "Sans Souci" desarrolló magníficas temporadas. En el 96 aniversario de su natalicio recordamos a Tata Güines. Auténtico orfebre del sabor, siempre reconoció el arte de los percusionistas que le antecedieron, entre ellos Carlos Patato Valdés a quien invariablemente señaló como el primero en haber utilizado dos tumbadoras con afinación. Tata, finalizando los años 50, ya era elemento a tener en cuenta en el ambiente de las descargas, los shows de radio y televisión, así como las numerosas producciones que, casi a diario, generaba una industria discografica independiente y en franco desarrollo. En este último apartado tuvieron absoluta importancia en su carrera las llamadas "descargas en miniatura" de Cachao López y el debut del Quinteto de Música Moderna con el pianista Frank Emilio Flynn a la cabeza. Tata Güines en la memoria.
Every option, as soon as possible. It's what the Consumer Affairs Minister is demanding after findings this morning showed asbestos in contaminated children's play sand can be airborne. One of the options Cameron Brewer has asked for could be a total ban on the products. His urgent meeting with officials today came hours after AUT released its results from a world-first study. Some every-day parents whose children played with contaminated sand, now face fresh worry. Kim Baker Wilson reports.