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Frederico Lourenço apresenta a obra poética de Horácio reunida em uma edição bilíngue que apresenta seus principais escritos em latim e português.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cerchi un corso di italiano online? Scrivimi a salvatore.tantoperparlare@gmail.com e parliamone!Negli anni 70 sui palchi della musica italiana appariva spesso un uomo vestito male, accompagnato solo dalla sua chitarra e da un fiasco di vino. Ha continuato per trent'anni cantando rivoluzione, lotta sociale, amori finiti e poesia.Se ti piace Salvatore racconta, puoi sostenere il progetto per aiutarlo a restare libero, gratuito e di qualità. Vai su www.patreon.com/salvatoreracconta e dai il tuo contributo!La trascrizione di questo episodio è come sempre disponibile per le persone iscritte alla newsletter. Vuoi iscriverti? Fallo da qui: https://salvatoreracconta.substack.comTesto e voce di Salvatore Greco
“Os anjos da Meia-noite”(1870) é poema de Castro Alves (1847-1871) no livro Espumas Flutuantes de sua veia lírico-amorosa. Quando o assunto é produção literária castroniana somos logo tentados a pensar em sua feição social-humanitária. “Os anjos da Meia-Noite”, contudo, vem nos mostrar o quanto o jovem amou. Ele cita várias mulheres no poema, que é composto por uma espécie de prólogo “Fotografia" e depois tem mais oito partes, em cada qual, citando as suas diferentes amadas, sempre como “sombras”. Teriam todas elas morrido ou apareceriam-lhe apenas como lembranças de um longínquo passado, na ideia de sombras? O fato é que as memórias se despertam na insônia, em uma noite atormentada de passagens lúgubres e fúnebres. “Os anjos alvos passam em longa procissão (…) vão desfilando assim”: 1ª sombra: Marieta; 2ª sombra: Bárbora; 3ª sombra: Ester; 4ª sombra: Fabíola; 5ª e 6ª sombras: Cândida e Laura; 7ª sombra: Dulce; 8ª sombra: último fantasma, que lhe aparece e começa com interrogações: “Quem és tu?” Após desenvolver as emoções, ele afirma ser o ideal que a alma espera, talvez a morte. "Os Anjos da Meia-Noite" (1870) é famoso poema de Castro Alves marcado pelo tom confessional e alucinatório. O texto retrata uma noite de insônia em que o eu-lírico alucina e vê "anjos" desfilarem como fantasmas de antigos amores. Ele mescla sensualidade, melancolia e a iminência da morte, buscando reviver essas paixões do passado. O texto é assinado em Santa Isabel, agosto de 1870. Boa leitura!✅ Torne-se MEMBRO do CLUBE LEITURA de OUVIDO: encontros virtuais mensais, com notas de rodapé ao vivo e interação entre os leitores e Daiana Pasquim. Para isso, faça um apoio a partir de R$ 20 mensais:
O poema trata sobre o despertar do amor e a rendição aos sentimentos. Ele descreve o momento de transição em que o eu lírico deixa para trás as incertezas e ilusões para se entregar de forma madura e confiante a uma relação que promete trazer paz e renovação.
Maurizio Fantoni Minnella"Que viva Latinoamerica!"Gli anni in viaggio attraverso il continente 1985-2026Odoya www.odoya.itDal continente che fu di Simón Bolívar, José Martí e di Ernesto Che Guevara, un viaggio reale e insieme letterario che ha inizio nel lontano 1985 e che si conclude nel 2026. «Quarant'anni in viaggio attraverso il continente» come recita il sottotitolo del volume, un periplo di esperienze, riflessioni sulla cultura, incontri con scrittori, registi, musicisti e gente comune, dal Nicaragua sandinista al Messico zapatista passando attraverso il Venezuela chavista, il Cile dell'Estallido Social, la Bolivia degli altopiani, l'Ecuador di Oswaldo Guayasamín, e ancora, la Cuba del tardo castrismo, il Guatemala della cultura maya, l'Argentina di Atahualpa Yupanqui, e il Brasile di Salvador de Bahia e di Rio de Janeiro, mescolando felicemente il memoir con la narrazione di viaggio, il romanzo con il saggio, proiettati nel vasto mondo fantastico e tragico, immaginifico e quotidiano di “Nuestra América”.IL CORPO E L'ANIMA DELL'AMERICA LATINA DI SIMÓN BOLÍVAR.JOSÉ MARTÍ, ERNESTO CHE GUEVARA, GABRIEL GARCÍA MÁRQUEZ, TRA VITA QUOTIDIANA E POLITICA, POESIA, NARRAZIONE E MEMORIA, IN UN VIAGGIO LUNGO QUARANT'ANNIMaurizio Fantoni Minnella, scrittore, studioso di narrativa latinoamericana e di viaggio, pubblicista, saggista cinematografico e regista, ha al suo attivo la pubblicazione di alcune opere narrative – come L'era volgare; Il tempo di Rachid. Storie d'immigrati e Il viaggiatore delle catastrofi – e di molti saggi cinematografici, tra cui: Bad Boys. Dizionario critico del cinema della ribellione giovanile; Non riconciliati. Politica e società nel cinema italiano dal neorealismo a oggi; Paradise Now. Sulle barricate con la macchina da presa; Spezzare l'assedio. Il cinema del conflitto israelo-palestinese.Ha realizzato ventotto documentari, tra cui Caos totale. La marcia perduta di Gaza; Benvenuti nel ghetto; Libertà di Hevi. Una vita per il Kurdistan; Case che resistono; Gaza a cielo aperto; Noi. I Neri; Esilio. La passione secondo Lucano; Libri di sabbia; Fantasmi cileni. Frammenti di un golpe lontano.Ha scritto reportage culturali e di viaggio per diverse testate nazionali e internazionali, saggi monografici per riviste specializzate di cinema come Cinecritica. Ha pubblicato, insieme a don Andrea Gallo, Io non mi arrendo. Un'autobiografia in parole e immagini. Con il film Benvenuti nel ghetto ha raccontato la comunità transgender di Genova.Ha tenuto conferenze in varie città europee ed extraeuropee sulla città di Genova, la sua cultura e la sua storia.Per Odoya ha inoltre pubblicato Film documentario d'autore. Una storia parallela.www.fantoniminnelladoc.org.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Um programa quinzenal, da autoria do poeta e escritor Antero Jerónimo, que pretende ser um espaço de divulgação de poesia com particular enfoque nos novos autores. Porque a poesia merece ser partilhada, como um estado de espírito que permite olhar para a vida com olhos de ver, contribuindo para a melhoria do nosso viver.
A peça de teatro “Au Ciel” [“No céu”] é uma ilustração de como a poesia e a imaginação podem ser a melhor forma para explicar o que não se consegue explicar, nomeadamente para falar sobre a perda de um ente querido às crianças. Neste espectáculo, que está a ser apresentado no festival Off Avignon, o público embarca numa viagem espacial com uma criança, Ariane, que vai procurar a avó Philomène que – dizem os adultos – foi “para o céu”. Esta é “uma história de amor às avós”, conta a sua autora Cindy Rodrigues, que é também uma das três intérpretes em palco. A protagonista é representada por uma marioneta inspirada no filme “Ma Vie de Courgette” e o espectáculo usa “o espaço como cenário, como lugar de viagem, mas também como metáfora da ausência”. A história passa-se passa no verão de 1969. Em palco, há uma janela horizontal gigante que, ora se abre para as esculturas voadoras que acompanham as aventuras cósmicas de Ariane, ora se transforma numa televisão analógica a preto e branco. Dessa televisão tanto saem imagens da chegada do homem à lua, como noticiários burlescos sobre a viagem de uma menina de sete anos pelo espaço. Há, ainda, um sósia francês do Elvis Presley profundamente deprimido, um arlequim filósofo num dos planetas, uma professora de ciência que é todo um planeta e extraterrestres em forma de peúgas super coloridas que não têm emoções. A “descolagem” começa com “a partida da avó para o céu” porque Ariane não percebe para onde ela foi. A história foi imaginada e escrita por Cindy Rodrigues, uma das três intérpretes em palco, da Compagnie du Radis Couronée, que fala da peça como “uma história de amor às avós”. Foi com ela que falámos no Fabrik Théâtre, onde o espectáculo está a ser apresentado no âmbito do Festival Off Avignon. RFI: Do que é que fala para si este espectáculo? Cindy Rodrigues, Actriz e autora de “Au Ciel”: “É a história de uma menina de sete anos a quem dizem que a avó foi para o céu. Esta expressão é muitas vezes usada pelos adultos para falar com as crianças sobre a morte porque é um tema sensível, porque por vezes não encontram as palavras e têm medo de causar tristeza. Então, a Ariane, que não percebe bem o que quer dizer ‘ir para o céu', vai iniciar uma grande viagem pelo espaço à procura da avó e de respostas para estas perguntas. Este espectáculo interroga a forma como as crianças compreendem o conceito de morte, mas fala também da dificuldade de os adultos em acompanharem as crianças quando elas próprias se confrontam com a experiência do luto.” A Cindy é a autora do texto. Como surgiu a ideia de o escrever? “Este texto nasceu de uma conversa com o encenador. Ele tinha o desejo de criar um espectáculo situado no espaço. Durante o processo de escrita, o conceito do luto surgiu com relativa naturalidade, pois o céu está frequentemente associado à ideia da separação. Queríamos explorar o espaço como cenário, como lugar de viagem, mas também como metáfora da ausência.” Porque é que decidiu situar a acção em 1969, no contexto da chegada do homem à Lua? “Porque gosto da ideia de que as pequenas histórias se encontram com a grande história, criando um elo entre a ficção e os factos históricos. A alunagem da Apollo 11 foi um evento muito marcante que as novas gerações conheceram na escola, mas para certos adultos que assistiram ao espectáculo é também um salto no passado.” Qual é a ligação que a Cindy Rodrigues tem com a personagem Ariane? “Penso que a ligação que tenho à personagem da Ariane é o amor que tenho pelas minhas duas avós, queria homenagear as relações particulares que cada criança pode ter com os seus avós, essas figuras ao mesmo tempo próximas e um pouco à distância, que são fontes de ternura, de memórias. Quando nos tornamos adultos, procuramos manter vivo esse vínculo espacial.” Até que ponto é que o teatro, a arte, a poesia, as marionetas ajudam a explicar melhor a perda de um ente querido aos mais pequenos? “O teatro, a poesia, as marionetas podem contribuir para explicar melhor a perda de um ente querido às crianças pequenas. Elas não dão uma resposta à morte, oferecem um espaço seguro para a expressar, para a viver simbolicamente. O espectáculo de teatro cria uma situação colectiva em que a criança pode assistir a uma história que se assemelha à sua experiência sem ser directamente confrontada com a sua realidade.” Este é um teatro de marionetas. Há muitos objectos em palco, é muito visual, e também há muita música. Como é que foi o processo de criação da marioneta Ariane e o que é que os bonecos permitem expressar que actores em carne e osso não expressam da mesma forma? “Trabalhamos em colaboração com Nadine Delannoy, que foi responsável pela construção da marioneta. Entre as nossas referências encontrava-se a personagem do filme de animação “Ma Vie de Courgette”, com os seus grandes olhos e uma cabeça maior do que o corpo. Trata-se de uma marioneta de tipo bunraku, uma forma tradicional japonesa de teatro de marionetas, manipulada por duas ou três pessoas. A utilização de uma marioneta para representar a nossa protagonista, que é uma criança, permite transpor a realidade para um plano mais poético, criando uma maior empatia em relação à personagem e uma identificação mais universal por parte do público.” O luto, a imaginação, a infância são os temas da peça. O espectáculo quer falar simultaneamente a várias gerações? “Sim, sim, totalmente. Gosto da ideia de que um espetáculo possa ser intergeracional. Claro que os níveis de compreensão não são os mesmos para as crianças e para os adultos, mas acredito que as crianças são muitas vezes muito mais maduras do que se pensa. E quanto aos adultos, nunca estão realmente longe da sua própria infância.” O que é que representa estar no Festival de Avignon? Não é complicado financeiramente? “Sim, sim, naturalmente. Participar no festival representa um grande risco financeiro para as companhias. Cada ano há mais espectáculos e nunca se pode ter a certeza de recuperar os custos, mas quando funciona, isso abre uma oportunidade de oferecer uma bela temporada ao espectáculo e assim acreditamos e queremos que funcione.”
O poema trata da transformação interior e da clareza que surgem quando alguém vivencia o amor verdadeiro.
Esta semana, temos na estante “Sobre a Igualdade de Todas as Coisas”, de Carlos Rovelli; “Só os Cães São Livres de Mijar”, do colectivo Infraestrutura Pública; “The Disenchantement of Lisbon”, de Alfredo Isaías; e “O Poeta Nu”, de Jorge Sousa Braga.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Oto Horvat"Istanti ritrovati"A cura di Marija BradašTraduzione di Silvio FerrariMolesini Editore Veneziawww.molesinieditore.itQuesta scelta di versi fatta dall'autore è una sequenza di istantanee che ritraggono ricordi personalissimi sullo sfondo dei quali si intravede il tormentato, tragico passato dei paesi jugoslavi. La rappresentazione della memoria intima e collettiva è sempre delicata e si risolve in dettagli che non di rado prendono spunto da fotografie e quadri. Seguendo una lunga tradizione europea, Horvat offre un'originale interpretazione della tecnica ecfrastica eccellendo nella rielaborazione verbale delle immagini del fotografo ungherese André Kertész. La voce poetica di Horvat rivela un io lirico sempre in cammino, un vagabondo con molti passaporti e un'identità smarrita, che trova casa in una pluralità di lingue e di anime.Oto Horvat (Novi Sad 1967) è un poeta serbo di origini ungheresi, che da anni risiede a Firenze. Ha pubblicato sette libri di poesia e quattro libri di prosa. Traduce in serbo poeti italiani, ungheresi e tedeschi, tra cui János Pilinszky, György Petri e Hans Magnus Enzensberger. Nel 2014 esordisce come narratore con un romanzo lirico di impronta autobiografica,Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
#708 iluminando o caminho sônico com canned heat, vanja orico, pulp, wilson pickett, la pupita, talking heads...
O enviado especial da Renascença ao Mundial de Futebol, André Maia, queixa-se do cabelo que perdeu ontem ao narrar o jogo de Portugal, a Ana e a Joana revelam que têm saudades de quando os seus filhos eram pequenos. Recemos ainda a visita de Fernando Alvim e no Buraca Radio Show falámos do Campeonato Regional de Leitura de Poesia que ficou seriamente a comprometido devido a uma multidão a êxtase por causa do jogo da Seleção.
Alessandro Carrera"Il vagoncino rosso"Crocetti Editorewww.crocettieditore.itIl “vagoncino rosso” di Alessandro Carrera conduce il lettore in un mondo che spazia dalla campagna lombarda agli Stati Uniti e al Canada, dai miti classici a quelli dei nativi americani, dalla complessità del modernismo all'ironia che ne stempera le pretese. Inizia in Italia, ma è l'incontro con l'America a determinarne la svolta narrativa. L'autore si fa esploratore del nuovo mondo come di sé stesso, di paesaggi e ricordi nei quali il sentimento è sempre mitigato da un consapevole distacco. Che abbia come sfondo la Lombardia o il Texas, New York o Vancouver, la poesia di Carrera indaga il mistero di come giungiamo a essere ciò che siamo, anche quando crediamo di esserci allontanati dalle nostre radici. Per vastità di ambizioni e ricchezza di riferimenti, per forza lirica e disarmante sincerità, rappresenta un'esperienza unica nella poesia italiana contemporanea. Mi hai chiesto se mai inventeranno una macchina del tempo e io ti ho detto no, perché il passato non esiste. Ma in anni remoti guardandoci alle spalle vedremo un cristallo svanire, il cristallo profumato del chissà.Alessandro Carrera è professore di Italian Studies e World Cultures and Literatures all'Università di Houston, in Texas. Ha scritto opere di saggistica, narrativa e poesia. Tra i suoi ultimi libri, Il colore del buio (il Mulino, 2019), Fellini's Eternal Rome: Paganism and Christianity in Federico Fellini's Films (Bloomsbury, 2019) e Lo studente di medicina (Passigli, 2021). Per Feltrinelli ha pubblicato Musica e pubblico giovanile (1980), La voce di Bob Dylan. Una spiegazione dell'America (2001; nuova edizione, 2021), Canzoni d'amore e misantropia (unito al DVD del film Io non sono qui, 2008), La consistenza della luce (2010), ha tradotto le canzoni e le prose di Bob Dylan e ha curato Pop di Andy Warhol.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Massimo Cazzulo"La schiava greca"Anna GrivaCrocetti Editorewww.crocettieditore.it1824: durante la guerra per l'indipendenza della Grecia, gli ottomani massacrano la popolazione dell'isola di Psarà e riducono in schiavitù i superstiti, che vengono smistati nei mercati dell'Asia Minore. In uno di questi, a Smirne, il diplomatico americano Philip Curtis nota una bambina, Garifalià, esposta come merce. Lui, che ha perso tragicamente la figlia, vedendola non ha dubbi: la riscatta e la adotta, portandola con sé in America. Ma proprio quando Garifalià inizia a sentirsi a casa, anche grazie al legame con la schiava afroamericana Josephine, una lettera proveniente dalla Grecia informa Curtis che la sorella della piccola è stata rintracciata: viva, ma alienata per il trauma subito. Rivelare la verità a Garifalià o tenerla nascosta? Ispirato alla storia vera di Garifalià Michalvei, la cui vicenda destò profonda commozione nell'America del tempo, il romanzo si fonda su una scrupolosa documentazione storica, inquadrata nelle strutture mitico- archetipiche della tradizione popolare greca e della cultura afroamericana– molto diverse fra loro, ma unite dalla sofferenza, dalla sopraffazione e dal desiderio di libertà. “Fra tutti quei corpi prostrati, solo una ragazza aveva lo sguardo sollevato verso una direzione indefinita. Una ragazza incredibilmente gracile, con lunghi capelli corvini e profonde striature sulle braccia. Appena le passai davanti, avvertii i suoi occhi fissarsi su di me. Senza capirlo mi fermai e la guardai anch'io. Allora lei si accasciò sulle ginocchia e incrociò supplichevole le mani. Questa era forse l'immagine più dolorosa che avessi mai visto in vita mia.”Anna Griva è nata nel 1985 ad Atene. Autrice di narrativa e saggistica, collabora con le pagine culturali dei maggiori quotidiani greci. Ha studiato tra Atene e Roma, dove si è laureata in Letteratura italiana con una tesi sulla poesia del Rinascimento. Nel 2020 l'Istituto Italiano di Cultura di Atene le ha attribuito il premio per la Traduzione per aver tradotto in greco la poetessa del Cinquecento Laura Battiferri. Nel 2024 ha ottenuto il prestigioso premio nazionale di Poesia (assegnato dal ministero greco della Cultura) per la raccolta La dea perduta. Insegna Letteratura italiana alla Hellenic Open University di Atene e Scrittura creativa presso l'Università Capodistria di Atene.La schiava greca è il suo secondo romanzo.Massimo Cazzulo è uno studioso e traduttore italiano specializzato in letteratura e poesia greca, sia antica sia moderna. Il suo lavoro si concentra in particolare sulla traduzione e diffusione della poesia neogreca contemporanea in Italia: ha curato e tradotto, tra gli altri, "Postscriptum della storia" di Spyros Vrettós (Ladolfi Editore, 2005) e "Nostalgia del presente" di Antonis Fostieris (Crocetti Editore, 2021). Collabora con riviste e progetti dedicati alla poesia, come "L'Astero Rosso", e le sue traduzioni compaiono nel catalogo di editori come Feltrinelli e Crocetti, contribuendo a far conoscere al pubblico italiano voci poetiche greche di rilievoDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
O poema trata da fusão entre o sonho, o desejo romântico e a transformação da realidade através do amor.
Este poema trata sobre a superação da ausência e a alegria do reencontro amoroso.
Orides Fontela (1940-1998), a homenageada da Flip 2026, é o tema deste episódio, que recebe a crítica literária Rita Palmeira, curadora desta edição do festival literário. Em conversa com Paulo Werneck, Palmeira fala sobre a poesia lúcida, concisa e precisa de Orides, sua vida difícil e a personalidade da poeta, admirada por críticos como Antonio Candido e Augusto Massi. A curadora ainda apresenta os principais destaques da Flip, que movimenta Paraty de 22 a 26 de julho. Apoio: Lei Rouanet Assine a Quatro Cinco Um por R$ 12/mês: https://bit.ly/Assine451 Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
Luz Gloriosa (1913) é o livro de estreia do diplomata, escritor e poeta Ronald de Carvalho (1893-1935). Nesta edição, trazemos todo o princípio do livro, da edição autografada ao amigo Fernando Pessoa. O episódio desdobra-se no capítulo Vida Heróica, com “Allegoria”, que vai de I a VII, sempre enaltecendo o sol, seja seu nascer ou seu pôr-se. Em seguida, vem os “Sonetos da Vida”, com a exploração das cores “Soneto Branco”, “Soneto Verde”, e “Soneto Azul” - todos na estrutura cruzada ou entrelaçada ABAB, ABAB nos quartetos; e também entrelaçada nos tercetos, sendo nos três, CDC, EDE; e, ainda, a "Symphonia do Poente", que compõe-se em oito quartetos e debruça-se sobre a memória da luz; em seguida, “Os Sonetos Preciosos” e "Rhitmos Rústicos". Logo que conclui o curso de Direito no Rio de Janeiro, Ronald viaja para a França, onde estuda Filosofia e Sociologia, além de publicar seu primeiro livro pela Casa Crès et Cie, em 1913, em Paris. Não só pelo território francês, mas pela forma de expressão, a obra é fortemente marcada pela influência de Paul Verlaine (1844-1896) e Charles Baudelaire (1821-1867).Ronald envia a Fernando Pessoa uma edição de seu livro, autografado com os seguintes dizeres: “Para as mãos de Fernando Pessoa, Fraternal - Rio, MCMXIV". As letras representam 1914, em algarismos romanos. Foi com essa edição encontrada na Biblioteca Particular Fernando Pessoa que produzimos o episódio de hoje, lendo diretamente do português arcaico. Boa leitura!✅ Torne-se MEMBRO do CLUBE LEITURA de OUVIDO: encontros virtuais mensais, com notas de rodapé ao vivo e interação entre os leitores e Daiana Pasquim. Para isso, faça um apoio a partir de R$ 20 mensais:
Um programa quinzenal, da autoria do poeta e escritor Antero Jerónimo, que pretende ser um espaço de divulgação de poesia com particular enfoque nos novos autores. Porque a poesia merece ser partilhada, como um estado de espírito que permite olhar para a vida com olhos de ver, contribuindo para a melhoria do nosso viver.
Poesia, contos, prosa poética, ensaios, crónicas, textos para teatro e argumentos são os meios da escrita onde se move. Escrita que usa também para um ativismo muito urgente e necessário. Dá aulas, é atriz e encenadora.
Adelio Fusé"Souvenirs in continuum"Poesie 2003 - 2023Prefazione di Andrea RompianesiPostfazione di René CoronaBook Editorewww.bookeditore.itI souvenirs del titolo erano inizialmente previsti al singolare, con allusione ironica – vale la pena notare che a souvenir fonicamente ben si accompagna sourire – all'oggetto-ricordo che si porta in regalo da un viaggio e, di riflesso, a questa autoantologia, surrogato di un percorso idealmente destinato alle poche lettrici e ai pochi lettori su cui la poesia può fare affidamento. Quanto all'autore, l'occasione gli consente di dichiarare il proprio les jeux sont faits, almeno in riferimento a ciò che fin qui si è lasciato alle spalle ma con la prospettiva di aprire nuovi ‘giochi'.Lo slittamento dal singolare al plurale sposta l'accento sulle singole tappe (i souvenirs) che hanno preceduto la sintesi (l'antologia-souvenir), rendendola possibile. Tappe ‘mobili', in movimento costante, come quelle di un viaggio, appunto, costituite da sette libri (Il boomerang non torna, Orizzonti della clessidra distesa, Canti dello specchio bifronte, L'obliqua scacchiera, La veglia del sonnambulo, Tempo ventriloquo, Mosaico del viandante). Tappe, inoltre, in comunicazione tra loro, che via via, procedendo, si passano il testimone sino a formare due cicli – “Quadrilogia degli oggetti anomali”, “Trilogia dell'erranza” – sconfinanti l'uno nell'altro. Il continuum è la forma di confluenza che ne deriva.Nel loro succedersi le poesie del settetto costituiscono un teatro-mosaico di situazioni variabili e in progressione, dove l'esterno (l'alterità, i luoghi come fucine di storie) conta innegabilmente più dell'interno (il famigerato io o il ‘chiuso' di un rifugio). Di spostamento in spostamento ci si trova soprattutto en plein air – aree urbane e periferiche, monti e pianure, spiagge vuote e isole –, dentro un'esperienza in divenire che dal presente guarda al futuro riattualizzando il passato e che interseca verosimile e inverosimile, realtà e sogno. L'io è centrifugo, un personaggio tra i personaggi. Anzi, vero attore protagonista è il tu, imprescindibile figura di dialogo.Si è cominciato con un boomerang che non torna e prolunga il lancio, e si è giunti al mosaico di un viandante a cui mancherà sempre un tassello per potersi completare. L'erranza-continuum era già nell'avvio. Adelio Fusé (1958) è autore di saggi su Sade, Kafka, Sartre, Handke, Eno (Materiali Sonori-Auditorium, 1999) e dei romanzi North Rocks (Campanotto, 2001), L'astrazione non è la mia passione principale (Manni, 2018), Le direzioni dell'attesa (Manni, 2020), Di chi sono queste insonnie (Manni, 2025, candidato al premio “Procida-Isola di Arturo-Elsa Morante”). I suoi libri di poesia, tutti pubblicati da Book Editore, hanno ottenuto riconoscimenti a diversi premi (“Lorenzo Montano”, “Camaiore-Francesco Belluomini”, “Bologna in Lettere”). Collabora con artisti, fotografi, musicisti e scrive per varie riviste.www.adeliofuse.itDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
O poema trata do despertar para um amor verdadeiro, duradouro e transformador, que traz paz e proteção.
Para o Trip FM, o fotógrafo Bob Wolfenson repassa cinco décadas de fotografia, relembra o tranco da perda precoce do pai, a parceria involuntária com a lama no projeto Sub/Emerso e analisa o banimento dos ensaios sobre a nudez diante dos novos tempos
Valeria Rossella"Oltre il buio e il tremore"Marco Saya Edizioniwww.marcosayaedizioni.itNella nuova fatica letteraria di Valeria Rossella convivono umori e dinamiche diverse: infatti, se da un lato una meccanica dell'anima restituisce un dettato carnale giocato su piani e spazi simmetrici e dinamici che subiscono variazioni su tema con cadenza sincopata ed elettrica, dall'altro le armoniche di un plasmare versi densi e metafisici rendono il cantato non solo “umorale” ma anche e soprattutto primordiale. Si passa così tra le varie sezioni da madrigali dedicati ad arie densamente solenni e disincantate, senza però perdere quel dono incantatorio e profetico tipico dell'autrice piemontese, che sottende a un sostrato emozionale volto a intendere che l'amore (quello perduto, riacquisito, bramato e donato più volte) altro non sia che il segreto, o meglio detto il mistero, di tutta la vicenda umana. Ed è perciò forse nel titolo di quest'opera l'atto di fede più potente: la promessa che nell'abisso si celi l'afflato più vero e grande che è insito nella vera natura di ogni essere che abbia contezza del ciclo eterno dell'esistere.Valeria Rossella è nata nel 1953 a Torino, dove è tornata a vivere dopo un lungo soggiorno romano. Tra le sue raccolte di poesie L'anima del violino (Galleria Pegaso Editrice, Forte dei Marmi 1996), Il luminaio (Crocetti, Milano 2003), La città di Kitež (Aragno, Torino 2012). è anche traduttrice dal polacco: ha curato tra l'altro la versione di un'ampia scelta dell'epistolario chopiniano (Il Quadrante, Torino 1986) e, di Czesław Miłosz, premio Nobel 1980, un'antologia di poesie (La fodera del mondo, Fondazione Piazzolla, Roma 1996) e il Trattato poetico (Adelphi, Milano 2011).Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
• Actualitat Terres de l'Ebre: repàs de les principals notícies del dia amb les emissores col·laboradores del territori. • Entrevista del Dia: Tortosa acollirà la primera edició de Vertebra Dansa, un festival internacional de dansa contemporània que reunirà artistes de més de 50 països. En parlem amb el ballarí i coreògraf Roberto Olivan. • De Poble en Poble: conversem amb Israel Clarà i Albert Ginestà, guanyadors del Premi Nit de Poesia al Carrer i del Premi de Narrativa Vila de l'Ametlla de Mar, dos referents de la creació literària vinculada al territori. • Redacció Oberta: recollim algunes de les principals propostes culturals, festives i d'oci del cap de setmana a les Terres de l'Ebre.
Giovanni Belfiori"Passaggi Festival"Festival della SaggisticaFano, 24>28 giugno 2026www.passaggifestival.itTorna a Fano, dal 24 al 28 giugno, Passaggi Festival della Saggistica, giunto alla sua quattordicesima edizione sotto la direzione di Giovanni Belfiori, che lo ideò nel 2013 e lo guida fin dal primo giorno. Quest'anno il festival arriva in un momento particolare per la città marchigiana: pochi mesi fa, durante i lavori di riqualificazione di piazza Andrea Costa, sono riemersi i resti della basilica progettata da Marco Vitruvio Pollione, l'unico edificio che il celebre trattatista dichiara esplicitamente di aver costruito nelle pagine del De Architectura. Una scoperta inseguita da quasi cinquecento anni di ricerche, ipotesi e false piste — già nel 2022 e nel 2023 alcuni ritrovamenti in via Vitruvio avevano fatto pensare alla basilica, senza però trovare conferma — e che il ministro della Cultura Alessandro Giuli ha definito uno spartiacque capace di dividere la storia dell'archeologia in un prima e un dopo.Non stupisce dunque che il tema scelto per l'edizione 2026 sia "Il senso della misura. Idee, città, civiltà. Da Vitruvio al presente": un filo che lega l'architetto romano nato a Fano — allora Fanum Fortunae — alle città di oggi, interrogandosi su come si costruiscono, materialmente e culturalmente, i luoghi in cui viviamo. Presentando l'immagine guida della rassegna — una poltrona composta da laterizi e pietre, con la data MMXXVI incisa e una copia del De Architectura appoggiata al bracciolo — lo stesso Belfiori ha spiegato che l'intento era restituire visivamente il dialogo tra modernità e antichità che attraversa l'intero programma del festival.Cinque giorni, oltre trecento tra autori e relatori, centododici libri presentati, quindici sedi tra centro storico e lungomare: i numeri di Passaggi 2026 confermano la vocazione di una manifestazione che, partita nel 2013 da una sala da duecentocinquanta posti, è arrivata a trasformare l'intera città in quella che Belfiori ama definire una "biblioteca diffusa". Tra gli ospiti annunciati per questa edizione figurano Giuseppe Conte, la giornalista Tonia Mastrobuoni (Premio Andrea Barbato 2026), Massimo Franco (Premio Passaggi 2026) e il presidente del comitato scientifico del festival Nando Dalla Chiesa, accanto a volti noti del giornalismo e dello spettacolo come Mario Giordano, Ivan Zazzaroni, Paola Perego ed Enzo Iacchetti.Come da tradizione, il festival si chiuderà domenica 28 giugno con la lectio magistralis legata al tema dell'edizione. Il programma completo, a ingresso gratuito, è consultabile sul sito ufficiale www.passaggifestival.itGiovanni Belfiori, ideatore e direttoreGiornalista professionista dal 1992, nato a Fano nel 1966, Giovanni Belfiori ha lavorato in quotidiani, radio, periodici e uffici stampa istituzionali, tra cui Parlamento Europeo, Ministero del Lavoro e Senato della Repubblica. Nel 2013 fonda Passaggi Festival della Saggistica, di cui è tuttora ideatore e direttore, oltre che presidente dell'associazione Passaggi Cultura. È autore, insieme a Giorgio Santelli, di Berlusconario (Melampo, 2010) e, con il fratello Francesco, del romanzo poliziesco Le parole mute del tempo (Novecento Editore, 2016).Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Toma Aí um Poema: Podcast Poesias Declamadas | Literatura Lusófona
Neste episódio, apresentamos a leitura de Perspectivas, de MEIreles, texto integrante da antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica, publicada pela Toma Aí Um Poema Editora.A obra reúne poetas de diferentes trajetórias e estilos para explorar os territórios do desejo, do erotismo, da intimidade e dos afetos, celebrando a pluralidade das experiências humanas por meio da poesia.A leitura é de Letícia Negretti, que conduz os versos em uma interpretação sensível e envolvente, ampliando a experiência do texto para o formato sonoro.
Enzo Coco"Premio Merano Europa"www.plime.euPremio Letterario Internazionale Merano Europa XVI edizioneIl premio ponte tra la cultura italiana e quella tedesca I Vincitori:Sezione italianaPIERA VENTRE – STELLA RANDAGIA – NN editoreSezione tedescaVERNESA BERBO – Der Sohn und das Schneeflöckchen – Frankfurter VerlangsanstaltSezione Poesia tradottaRICCARDO HELD “I sonetti di Orfeo” – MondadoriSabato 6 giugno al Pavillon des Fleurs di Merano si è tenuta la cerimonia conclusiva della XVI edizione del Premio Letterario Internazionale Merano-Europa.Durante la serata i lettori della giuria popolare hanno posto le proprie schede nelle apposite urne e successivamente si è proceduto allo spoglio e alla proclamazione dei vincitori.Lo scrutinio pubblico dei voti dei 100 lettori (50 di lingua italiana e 50 di lingua tedesca) ha decretato la vittoria delle autriciPIERA VENTRE – STELLA RANDAGIA – NN editoreVERNESA BERBO – Der Sohn und das Schneeflöckchen – Frankfurter VerlangsanstaltDopo i saluti delle conduttrici Valentina Berengo, giornalista culturale e di Roxana Höchsmann, Ufficio stampa dell'Agenzia di Comunicazione Wolkenlos di Vienna, e di Enzo Coco, Presidente dell'Associazione culturale Passirio Club organizzatore del Premio, sono intervenuti i rappresentanti delle istituzioni locali: Antonella Costanzo e Barbara Hölzl, Assessore Comune di Merano, Angelo Giannaccaro, Presidente del Consiglio Provinciale e Assessore regionale alle iniziative per la promozione dell'integrazione europea; Philipp Achammer, Assessore provinciale alla cultura e istruzione lingua tedesca; Marisa Giurdanella, ufficio cultura italiana della Provincia, e in chiusura l'intervento di Aldo Mazza, Presidente della Giuria di selezione.Per la sezione “Poesia tradotta” è stato premiato Riccardo Held per l'opera I sonetti di Orfeo [Die Sonette an Orpheus] di Rainer Maria Rilke (Mondadori). Le motivazioni sono state lette da Valentina Di Rosa – docente Dipartimento studi letterari, linguistici comparati Università Orientale/Napoli, membro del Comitato scientifico di selezione, coordinato da Stefano Zangrando.Ai vincitori delle sezioni narrativa è stato riconosciuto un premio di 5.000 Euro, per i finalisti un premio di 1.000 Euro ciascuno. Al vincitore della sezione Poesia tradotta è stato consegnato un premio di 4.000 euro.Gli altri finalisti in gara:Sezione italianaSaverio Gangemi, “Calura”, RubbettinoPippo Russo, “L'estate di Totò Schillaci”, Derive ApprodiSezione tedesca:Dimitre Dinev “Zeit der Mutigen“ – Kein & AberDidi Drobna “Ostblockherz” – PiperLe terzine finaliste per la narrativa sono state selezionate dalle giurie tecniche:Per la sezione italiana:Alessandro Gazzoli – dottore di ricerca in letteratura italiana – esperto di narrativa del NovecentoGiuliano Geri – editor e traduttore – coordinatore della giuriaMariagrazia Mazzitelli – direttrice editoriale Salani Anna Vallerugo – giornalista e critica letterariaPer la sezione tedesca:Ferruccio Delle Cave – critico letterario e storico – coordinatore della giuriaSepp Mall – scrittore e vincitore dell'edizione 2024 del Premio Merano-Europa – Romanzo in lingua tedescaIngrid Runggaldier – pubblicista e traduttriceMichael Scholz – direttore artistico del festival di letteratura “Poetische Quellen”Le interviste ai finalisti sono state condotte da Valentina Berengo per la lingua italiana, e da Roxana Hôchsmann per la lingua tedesca.L'evento è stato allietato dagli interventi musicali dell'Orchestra d'archi della Merano Pop Symphony Orchestra diretta dal Maestro Roberto Federico.L'Associazione culturale Passirio Club Merano ODV, in collaborazione con l'associazione Südtiroler Künstlerbund, la Biblioteca civica di Merano e il patrocinio e contributo di Regione Autonoma Trentino Alto Adige, Provincia Autonoma Bolzano Alto Adige e il Comune di Merano, ha promosso la XVI edizione Premio Letterario Internazionale Merano Europa riservato ai Romanzi editi, in lingua italiana e tedesca pubblicati nel 2025, e alla Poesia tradotta dall'italiano o il tedesco e pubblicata nel biennio 2024/2025.Il Premio letterario Merano Europa è unico nel suo genere per la particolarità di rivolgersi contemporaneamente alle culture italiana e tedesca. Si connota particolarmente perché si svolge a Merano, una città dalle caratteristiche uniche poiché registra la presenza paritaria di abitanti di lingua italiana e tedesca ed è quindi punto ideale di incontro per le rispettive culture, anche in campo internazionale. Merano in particolare e l'Alto Adige, rappresentano infatti da sempre l'ideale crocevia tra mondo tedesco e italiano.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
La lettura di tre componimenti del poeta turco si unisce alle nostre esplorazioni musicali al chiaro di luna.PLAYLIST POETICANazim Hikmet - Rubai (Istanbul 1933)Nazim Hikmet - Varna 1952Nazim Hikmet - Mosca 1956PLAYLIST MUSICALENightmare On Wax - Creator SOS Supreme Beings of Pleasure - So Much More- Nazim Hikmet - Rubai con SoundDetox, Godblesscomputers & Forelock - LovesickMoon Duo - FlyingProcida Ritual Project - Ritual- Nazim Hikmet - Varna, 1952 con James, HelloNicola Cruz - MareaKamaji (feat. Claudia Giannotta) - Dammi Sole--Blockhead - Come AgainMax Cooper - Waves- Nazim Hikmet - Mosca 1956 con Christian Loffler - Fate (Sollos Focus Mix)Khalab - Cannavaro (feat. Clap! Clap!)AS!YAB - Do we wanna be a riot?Nicolas Jaar - El Bandido
Maurizio De Rosa"Gioconda"Nikos Kokantzisedizioni e/owww.edizionieo.itUn breve romanzo, un piccolo gioiello della letteratura greca del Novecento, che riassume un grande capitolo della Storia – l'avventura degli ebrei di Salonicco durante la Seconda guerra mondiale. Senza le solite immagini raccapriccianti, tutto si gioca nella descrizione eccezionalmente onesta e genuina della felicità del primo amore, e del dolore devastante di una rottura violenta. Gioconda, nonostante o piuttosto proprio in virtù della sua semplicità, incarna con estrema delicatezza e irresistibile potenza l'imperativo di Kavafis: «Ritorna spesso e prendimi / ritorna e prendimi o sensazione amata».Prima della guerra le case di Nikos e Gioconda, nel placido e modesto quartiere di Salonicco in cui vivono, sono separate soltanto da un'area incolta, dove una torma di bambini si ritrova per giocare tutti insieme. Poi arrivano la guerra e l'occupazione nazista, il razionamento e il coprifuoco, e quella che era una simpatia infantile diventa il preludio ai primi, dirompenti sentimenti adolescenziali: attrazione, gelosia, confusione, imbarazzo, amore. Gioconda è una storia vera, quella dell'autore e del suo primo, indimenticato amore. Un primo amore vissuto con ingenuità e freschezza nonostante le difficoltà del periodo, e man mano con una profondità e consapevolezza sempre maggiore, quasi come un atto di resistenza all'orrore e alla prospettiva della deportazione. Un primo amore totalizzante, violentemente interrotto quando Gioconda e la sua famiglia, come tanti altri ebrei della città, vengono messi su quella strada senza ritorno che porta ai campi di concentramento. Con le sue frasi brevi e pudiche, cariche di poesia, quasi un Cantico dei cantici sulla scoperta del desiderio, Gioconda si rivela un libro impossibile da dimenticare, una testimonianza luminosa, un meraviglioso omaggio alla vita.Questa pubblicazione è stata realizzata con il sostegno del Ministero della Cultura e della Fondazione Ellenica per il Libro e la Cultura (HFBC) nell'ambito del programma GreekLit.Nikos Kokantzis (1927-2009) è nato a Salonicco, nel nord della Grecia. Ha studiato medicina all'Università di Salonicco e si è specializzato in psichiatria (e poi in psicoanalisi e psicoterapia) a Londra, dove ha vissuto per molti anni. Gioconda è stato pubblicato per la prima volta nel 1975, diventando immediatamente un classico; ripubblicato nel 2005 dalla casa editrice Patakis, è tradotto in molte lingue con grande successo di critica.Maurizio De RosaNato a Milano nel 1971, si è laureato in Filologia greca presso l'Università di Milano, ha soggiornato lungo in Grecia e si occupa attivamente di letteratura greca moderna sia come saggista sia come traduttore. È il traduttore italiano di alcuni dei maggiori autori greci contemporanei, tra cui Zyranna Zateli, Ioanna Karistiani, Maro Duka e Andreas Stàikos. Collabora con le riviste letterarie "Pulp" e "Poesia". Ha lavorato, insieme al fotografo Giovanni Giovannetti, al volume Voci dell'agorà - Fotostoria della letteratura greca del Novecento, e ha curato la traduzione di due capolavori della prosa greca del ventesimo secolo: L'interrogatorio di Aris Alexandru e Terre insanguinate di Didò Sotirìu. Collabora con il Centro nazionale ellenico del libro (E.KE.BI.) e con il Centro nazionale ellenico della traduzione (E.KE.ME.L.).Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Antonella Rizzo"Interno barocco"Poesia del disingannoEdizioni Crocewww.edizionicroce.itPoesia che disinganna, sollevando da convincimenti errati e delusioni obbligatorie. Sottesa da una concezione viva, sensibile e sensuale, dell'umanità, sottratta al potere del razionalismo, profano e scientista, da cui siamo stregati. Perché quasi tutto ciò che dà fiori e frutti ha radici nell'irrazionale, mentre l'impettita coscienza, sovente falsa, esplicativa e rigida, pietrifica quel che di vitale tocca. Poetica pertanto del proferire a metà, dietro il velo e il ventaglio, col genio del cuore che vanifica l'autoincensarsi e insegna a far segni come muti, generando desideri e significati alternativi.Antonella Rizzo è nata a Roma il 17 gennaio 1967. E' poeta, scrittrice, giornalista, performer, attiva nel campo dell'intercultura e della letteratura di genere. Ha pubblicato: Il sonno di Salomè – Edizioni Tracce, 2012; Confessioni di una giovane eretica – Lepisma Edizioni, 2013; Cleopatra. Divina Donna d'Inferno – Fusibilia libri, 2014; Iratae pièce teatrale con Maria Carla Trapani – Fusibilia libri 2015; Plethora – Nuove Edizioni Aldine, 2016; A dimora le rose – Edizioni Croce, 2018, A tutti quelli che non sanno che esiste il vortice – Lavinia Dickinson, 2019. È stata tradotta in albanese, arabo, inglese, polacco, romeno; i suoi testi sono presenti in molte Antologie di Poesia contemporanea. È organizzatrice di eventi culturali di carattere nazionale e internazionale, cortometraggi, pièces teatrali, in collaborazione con artisti visivi e musicisti. Ha conseguito Premi nazionali e internazionali ed è giurata in diversi Concorsi letterari. È ideatrice e responsabile del Premio letterario “Antica Pyrgos”.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Roberto Rossi Precerutti"Un silenzioso dispendio"Manni Editoriwww.mannieditori.itOrganizzata in tre sezioni, la raccolta poetica introduce il lettore in una complessità di strumenti lirici. L'accostamento a Petrarca, ma anche la forma e l'ausilio di una più libera sperimentazione, rimandano all'io e agli altri, in una visione del mondo drammatica, caratterizzata costantemente dal segno della perdita. Così volti amati e luoghi della memoria rimangono reliquie di tempi felici. Le poesie dicono tristemente il buio della perdita, sono matrici di un dialogo muto che racconta il congedo e tenta un bilancio esistenziale, ma al cospetto di una natura partecipe. Le parole, come pietre sorde ed inerti, una dopo l'altra, sono forti, con versi di nervi e di ossa inseriti in comunione e corrispondenza fra i vivi e chi non c'è più. Poi, la grazia di un luminoso accadere può essere la scrittura, immaginata come figura di donna irraggiungibile e, pur nella ricerca, può riscattare la finitudine umana.Roberto Rossi PreceruttiÈ nato nel 1953 a Torino, dove vive.Medievista per formazione e da sempre votato agli studi letterari, ha scritto saggi critici, traduzioni dal francese, dallo spagnolo e dall'antico provenzale, pubblicate anche sulla rivista “Poesia” e in antologie edite da Crocetti, e varie raccolte poetiche. Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Mia Lecomte"Cittadini della poesia"Transeuropa Edizioniwww.transeuropaedizioni.itEsuli, migranti, expat, ma anche autori italiani “marginali”, periferici rispetto a standard linguistici, centri di potere e legittimazione culturale, tutti accomunati dalla medesima cittadinanza nell'altrove poetico.Un progetto nato per mettere in dialogo le voci del mondo, restituendo alla poesia il suo respiro originario nomade, plurale, irrevocabilmente umano.A guidarlo è un comitato editoriale composto dalla stessa Mia Lecomte, Ugo Fracassa, Laura Accerboni, Andrea Sirotti e Anna Aresi. I primi due titoli in uscita sono:Marina Colasanti, PASSEGGERA IN TRANSITO, primo libro dell'autrice brasiliana tradotto in italiano, scomparsa nel 2025.Gbenga Adesina, LA MORTE NON FINISCE NEL MARE. Nigeriano, Adesina vive negli Stati Uniti e La morte non finisce nel mare è la sua prima raccolta poetica. Uscita in America a settembre 2025, è nella long-list del National Book Awards 2025 for Poetry e nella short-list del Griffin Poetry Prize 2026, e ha vinto l'Anisfield-Wolf Book Award 2026.Uscirà in giugno in Italia.In ottobre, la poetessa albanese Luljeta Lleshanaku, a cura di Arben Dedja, con nota di presentazione di Michael Hoffman; e un'antologia di inediti di Aldo Piromalli, a cura di Ugo Fracassa, con nota di presentazione di Pierluigi Lanfranchi.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Cerchi un corso di italiano online? Scrivimi a salvatore.tantoperparlare@gmail.com e parliamone!Continuiamo a raccontare la storia dell'italiano. Chi ha iniziato a usare i volgari per scrivere al posto del latino? Un frate umbro, dei poeti siciliani e poi... beh, Dante!Se ti piace Salvatore racconta, puoi sostenere il progetto per aiutarlo a restare libero, gratuito e di qualità. Vai su www.patreon.com/salvatoreracconta e dai il tuo contributo!La trascrizione di questo episodio è come sempre disponibile per le persone iscritte alla newsletter. Vuoi iscriverti? Fallo da qui: https://salvatoreracconta.substack.comTesto e voce di Salvatore Greco
Chillie Chats With Nate Vallier About MSC Poesia is the lead story on Friday Travel and Cruise Industry Podcast , May 22, 2026 with Chillie Falls. Also today, Supreme Court Revives $440 Million Cuba Lawsuit Against Major Cruise Lines; Tram Refunds; Carnival Opens New Mangrove Bay Pool Area; Virgin Voyages Launches First Alaska Cruise Season; Norwegian Gem Drops Slovenia Port Calls; Mexico Rejects Royal Caribbean's Perfect Day Mexico Project ; and lots more LIVE at 11 AM EDT. #fridaytravelandcruiseindustrypodcast #travelandcruiseindustrynews #podcast #cruisenews #travelnews #cruise #travel #chilliescruises #chilliefalls #whill_us CLICK for video feed Thanks for visiting my channel. NYTimes The Daily, the flagship NYT podcast with a massive audience. "Vacationing In The Time Of Covid" https://nyti.ms/3QuRwOS To access the Travel and Cruise Industry News Podcast; https://cms.megaphone.fm/channel/trav... or go to https://accessadventure.net/ To subscribe: http://bit.ly/chi-fal I appreciate super chats or any other donations to support my channel. For your convenience, please visit: https://paypal.me/chillie9264?locale.... Chillie's Cruise Schedule: https://www.accessadventure.net/chillies-trip-calendar/ For your mobility needs, contact me, Whill.inc/US, at (844) 699-4455 use SRN 11137 or call Scootaround at 1.888.441.7575. Use SRN 11137. YouTube: https://www.youtube.com/ChilliesCruises Facebook: https://www.facebook.com/chillie.falls X: https://x.com/ChillieFalls Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
https://soundcloud.com/rene-de-paula-jr/o-poder-da-poesia-50-anos-do Garoa do meu São Paulo https://teoriaedebate.org.br/estante/garoa-do-meu-sao-paulo/ The Selfish Gene at 50: Why Dawkins's evolution classic still holds up https://www.newscientist.com/article/2525646-the-selfish-gene-at-50-why-dawkinss-evolution-classic-still-holds-up/ Gabriele D’Annunzio https://en.wikipedia.org/wiki/Gabriele_D’Annunzio Gabriele D'Annunzio: The War Hero… and Fascist https://roadstothegreatwar-ww1.blogspot.com/2019/06/gabriele-dannunzio-war-hero-and-fascist.html The Rest Is History https://www.youtube.com/@restishistorypod/videos Fritz Haber https://en.wikipedia.org/wiki/Fritz_Haber a app do radinho!!! http://radinhodepilha.com/radinho canal do radinho no telegram: http://t.me/radinhodepilha meu perfil no Threads: https://www.threads.net/@renedepaulajr meu perfil no BlueSky https://bsky.app/profile/renedepaula.bsky.social meu twitter http://twitter.com/renedepaula aqui está o link para a caneca no Colab55: https://www.colab55.com/@rene/mugs/caneca-rarissima para xs raríssimxs internacionais, aqui está nossa caneca no Zazzle: https://www.zazzle.com/radinhos_anniversary_mug-168129613992374138 minha lojinha no Colab55 (posters, camisetas, adesivos, sacolas): http://bit.ly/renecolab meu livro novo na lojinha! blue notes https://www.ko-fi.com/s/550d7d5e22 meu livro solo https://www.ko-fi.com/s/0f990d61c7 o adesivo do radinho!!! http://bit.ly/rarissimos minha lojinha no ko-fi: https://ko-fi.com/renedepaula/shop muito obrigado pelos cafés!!! http://ko-fi.com/renedepaula
L'infinitodi Giacomo LeopardiPoesia letta da Manuela PorcuSempre caro mi fu quest'ermo colle,e questa siepe, che da tanta partedell'ultimo orizzonte il guardo esclude.Ma sedendo e mirando, interminatispazi di là da quella, e sovrumanisilenzi, e profondissima quïeteio nel pensier mi fingo, ove per pocoil cor non si spaura. E come il ventoodo stormir tra queste piante, io quelloinfinito silenzio a questa vocevo comparando: e mi sovvien l'eterno,e le morte stagioni, e la presentee viva, e il suon di lei. Così tra questaimmensità s'annega il pensier mio:e il naufragar m'è dolce in questo mare.
Este episódio recebe a cantora, compositora e escritora Buhr na coluna Bruna Beber Entrevista. Convidada do festival Poesia no Centro 2026, ela fala sobre os bastidores da criação de Feixe de Fogo, seu novo álbum, e de como as palavras transitam entre a música e os livros em sua vida. Autora da coletânea de poemas Desperdiçando Rima (Rocco) e do romance Mainá (Todavia), Buhr conta como mistura a escrita de canções e de literatura. Apoio: Lei Rouanet Assine a Quatro Cinco Um por R$ 10/mês: https://bit.ly/Assine451 Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
Andrea Rompianesi"Arcaismo a fronte"Transeuropa Edizioniwww.transeuropaedizioni.it“Arcaismo a fronte” è un viaggio poetico che lavora sulla materia stessa della lingua come su un corpo da smontare,tradurre, ricreare. In questa raccolta Andrea Rompianesi mette in scena un doppio livello testuale: da un lato l'invenzione lessicale arcaizzante, dall'altro la sua “traduzione” in un italiano odierno, anch'esso denso e poetico. Il risultato è un'opera ibrida, dove il passato e il presente della lingua si rincorrono e si rifrangono l'uno nell'altro come in uno specchio deformante. Non è puro esercizio formale, ma un'operazione che interroga il senso stesso del dire poetico: il significato come effetto mobile, franto, evocativo. Con una musicalità che vibra fra il detrito e il canto, Arcaismo a fronte è una prova di forza e precisione, un'architettura lessicale che si fa labirinto, sismografo, atto di resistenza linguistica e conoscitiva.Andrea Rompianesi (Modena, 1963) ha compiuto gli studi presso l'Università di Bologna. Già nel settembre del 1979 ha avuto inizio la sua attività letteraria. È del 1986 il suo primo edito, con l'avvio così di un percorso che incontra negli anni l'apprezzamento di molti addetti ai lavori, in Italia e all'estero. È stato operatore culturale ed editore. Realizza interventi di critica letteraria. Suoi libri sono ospitati presso numerose biblioteche nazionali, internazionali, dipartimenti d'italianistica, istituti italiani di cultura nel mondo. Ha pubblicato molti titoli tra poesia, prosa e saggistica. Per Transeuropa: “La donna grassa” (2021). Risiede attualmente in provincia di Novara.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Roberta Durante"Taccuino per scrittori di cartoline"Saluti e baci dal mai.Kellermann Editorewww.kellermanneditore.itDove sono finiti tutti quei paesaggi che hanno provocato in noi una nostalgia senza senso? Forse sono rimasti semplicemente lì, nei luoghi dove abbiamo perso qualcosa o preso ciò che ognuno si porta dentro. La vita, allora, potremmo dire essere un bell'intreccio di geografia e scrittura, una cartolina.In questi cinquanta racconti, o cartoline immaginarie, è nascosta una vita, quella di chi torna nelle città fantasma del suo cuore, per ricordare che cosa ha preso o cosa ha lasciato lì. Una guida per tutti, un addestramento poetico a riconoscere i luoghi attraverso il ricordo e la scrittura.Da New York a Vittorio Veneto, cinquanta città o paesi, raccontati attraverso le descrizioni poetiche di quella che diventa così una scrittrice di cartoline.Cartoline poco ordinarie, senza fotografie, dove prendono il sopravvento l'immaginazione, il depistaggio, le aperture di parentesi, la poesia.Scintille, folgorazioni, intima sincerità e un sentire, capace di contagiare il lettore, attivando ulteriori lampi e ricordi. Una prova, anche di coraggio, in cui – seppure chiusi in un libro – si rimane in mutande.Un libro in cui la prima cartolina a partire è proprio un dispaccio, una comunicazione urgente da parte di Giulio Casale, assiduo frequentatore, anche lui, del mondo poetico e musicale, che gentilmente informa i lettori: “Durante è pazza. Manda vademecum per appunti di viaggio ma si tratta certamente, reiteratamente di spaccio, di poesia e di visioni, allegorie, di voci interiori sghembe e di passaggio”.Roberta Durante è nata nel 1989 a Treviso.La sua ultima pubblicazione è I bimbi sperduti (Einaudi, 2023). Tra i suoi ultimi libri editi Nella notte cosmica (Sossella 2016), Le istruzioni del gioco (Le Lettere 2020, con uno scritto di Tiziano Scarpa), il romanzo epistolare con Silvia Salvagnini Possiamo ancora dirci poesie (Ronzani 2021).Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Giampiero Moretti"Opera Omnia XV"Scritti di estetica, letteratura e arteRomano GuardiniEdizioni Morcellianawww.morcelliana.netIl volume raccoglie per la prima volta scritti dedicati ad arte, letteratura ed estetica, nati in contesti diversi ma uniti dall'idea per cui l'arte è percepita come testimonianza e speranza, come incontro tra umano e divino, tra uomo e mondo. Un'esperienza che coinvolge tanto lo spirito quanto la dimensione fisico-corporea, il comprendere quanto il sentire. Non si tratta di testi di “estetica” in senso tecnico, ma di meditazioni sul significato profondo dell'arte come vita. Dalle Madonne di Beuron alle marionette, da Michelangelo alla fiaba, fino alla spiritualità vivente della Romantik, ogni saggio di Guardini illumina un aspetto dell'incontro con l'opera d'arte come esperienza viva. Al centro del volume vi è dunque l'idea che non esista un unico modo di avvicinarsi all'arte: gli approcci al fenomeno artistico sono anzi – ed è bene che restino – molteplici.Romano Guardini (1885-1968) è stato uno dei protagonisti della storia culturale europea del sec. XX. Presso la Morcelliana è in corso di stampa l'Opera Omnia.Giampiero Moretti è stato ordinario di Estetica presso l'Università Orientale di Napoli; attualmente lo è di Letterature comparate. Per Morcelliana ha curato, di Romano Guardini, Hölderlin e il paesaggio (2006) e Hölderlin (2014, volume XXI dell'Opera Omnia).Giulia Battistoni è ricercatrice Marie Sklodowska-Curie (con sede all'Università di Verona, alla Boston University e alla Friedrich-Schiller-Universität Jena).Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Notavo che da tanto tempo non leggiamo Chandra Candiani, allora dobbiamo subito correre ai ripari.Lo facciamo oggi con una pagina dal suo “Il silenzio è cosa viva”, edizioni Einaudi.Se ti piace questo podcast, condividilo e parlane con qualcuno a cui possa interessare. Ti ricordo che oggi puoi ascoltare il secondo episodio del mio nuovo podcast: “SAPORE: arte e creatività in cucina”. Cercalo sulla tua piattaforma di ascolto preferita.Ti auguro una buona giornata e una buona settimana.A presto!Alessandro#ilmondoinvisibilepodcast #respiropodcast #arte #creatività #ispirazione #podcastitaliani #respiro
Esta semana, temos na estante uma revista que parece um livro: a Colóquio da Primavera 2026 dedicada a Camões; “Final Cut”, de Charles Burns; “Adagia e Outros Aforismos”, de Wallace Stevens; e uma viagem no tempo à Lisboa do século XX, guiada pelo classicista André Simões, em Lusitânia. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Laura Garavaglia"Europa in Versi"Festival Internazionale di Poesia"L'aura del gioco: poesie in campo aperto"XVI EdizioneDa venerdì 8 a domenica 10 maggio 2026ComoIncontri, reading e una passeggiata poetica sulle rive del lago di Como Torna a Como, dall'8 al 10 maggio 2026, il Festival Internazionale di Poesia "Europa in Versi", organizzato dall'Associazione La Casa della Poesia di Como ODV e diretto da Laura Garavaglia.Il titolo della sedicesima edizione, “L'aura del gioco: poesie in campo aperto”, apre un dialogo originale tra sport e poesia: due linguaggi solo apparentemente lontani, ma uniti da ritmo, disciplina, tensione verso un traguardo, capacità di superare il limite e di parlare a pubblici, culture e generazioni diverse. Nel gesto atletico come nel verso poetico convivono misura, energia, concentrazione e ricerca di armonia. Lo sport, con le sue regole condivise e il suo valore universale, diventa metafora di incontro e confronto; la poesia, con la forza della parola, apre uno spazio di ascolto, relazione e riconoscimento reciproco.Non è casuale che il Festival si svolga nei giorni della Festa dell'Europa: sport e poesia incarnano il motto dell'Unione Europea, “Uniti nella diversità”, trasformando la competizione in dialogo e il campo di gioco in uno spazio aperto alle differenze. Laura Garavaglia, curatrice del Festival e direttrice della Casa della Poesia di Como, commenta: «Lo sport e la poesia condividono un elemento fondamentale: il ritmo. Nel gesto atletico come nel verso poetico c'è una ricerca di misura, armonia e superamento del limite. Con questa edizione di Europa in Versi vogliamo raccontare lo sport come una forma di epica contemporanea e la poesia come uno spazio libero in cui le culture possono incontrarsi e dialogare». A rafforzare il carattere di dialogo della manifestazione sarà anche il gemellaggio culturale con il Fondo Verri di Lecce, che unisce idealmente Nord e Sud d'Italia in un unico percorso poetico. Le parole della poesia attraverseranno così la penisola con gli interventi di Dario Goffredo, Ritanna Attanasi, Mario Badino, Rita Greco, Gianni Minerva, Cristina Carlà, Andrea Siano, Francesco Aprile, Claudia Di Palma, Gionata Atzori e Vanni Schiavoni. I POETI INTERNAZIONALI: DALL'UNGHERIA, DALLA FRANCIA E DAL MESSICOIn primo piano ci sono tre importanti voci internazionali: dall'Ungheria Pál Dániel Levente, dalla Francia Emmanuelle Malhappe e dal Messico Laura Hernández Muñoz. Tre presenze che confermano la vocazione internazionale di "Europa in Versi" e portano a Como geografie poetiche, lingue e tradizioni diverse, in un confronto aperto tra corpo, parola, memoria e identità culturale. PÁL DÁNIEL LEVENTE, dall'UngheriaPál Dániel Levente è poeta, autore, drammaturgo e librettista. Autore di otto volumi in lingua ungherese, con opere tradotte in oltre venti lingue, ha un percorso che intreccia letteratura, editoria, teatro e arti performative. È stato cofondatore e vicedirettore della rivista d'arte e casa editrice PRAE, direttore editoriale della ELTE University Press e direttore generale dell'Agenzia Culturale e Fondo Letterario ungherese “Petőfi”. Dopo un decennio come interprete e regista in gruppi indipendenti di teatro e performance, oggi lavora presso il Circo stabile di Budapest, dove ha contribuito a oltre 60 produzioni. Ha ricevuto premi letterari, artistici e professionali in numerosi Paesi. EMMANUELLE MALHAPPE, dalla FranciaEmmanuelle Malhappe è autrice, studiosa e psicoanalista. Dopo aver insegnato letteratura del XVIII secolo e poetica dei testi all'Università Sorbonne Nouvelle di Parigi, ha proseguito la propria ricerca sul linguaggio attraverso la pratica psicoanalitica e la scrittura. Ha pubblicato teatro, racconti, saggi, rubriche radiofoniche e poesia. Nel 2025 sono uscite una raccolta poetica per Éditions L'Harmattan, una raccolta tra poesia e filosofia per Ubik-Art Moresa e, con Antonio Rodriguez Yuste, una nuova raccolta poetica. LAURA HERNÁNDEZ MUÑOZ, dal MessicoPoetessa, narratrice, saggista, storica e drammaturga, è Fondatrice dell'Asociación de Literatura Infantil y Juvenil de México; è membro del Seminario de Cultura Mexicana, ambasciatrice letteraria dell'Observatorio de la Diplomacia del Regno di Spagna, membro del PEN e vicepresidente del Patronato della Filarmonica di Jalisco. Tra i riconoscimenti ricevuti figurano la Menzione d'Onore al VII Premio Internazionale di Poesia Dama de Baza, il Premio Escridunde a Madrid, la Medaglia d'Oro al Concorso di Poesia Mahatma Gandhi della WWCP di Chennai e il Premio di Teatro Miguel Marón. Ha partecipato a oltre 60 antologie e 50 opere collettive. LE VOCI POETICHE ITALIANELa sezione italiana riunisce voci significative della poesia contemporanea italiana. Tra questi, saranno presenti Mario Santagostini, una delle figure più autorevoli della poesia italiana contemporanea, autore di numerose raccolte e traduttore di classici tedeschi e latini, più volte premiato per la sua opera critica e poetica. Accanto a lui, Marco Corsi, poeta e studioso della poesia contemporanea, autore di diverse raccolte e recentemente selezionato tra i finalisti del Premio Strega Poesia con il libro Nel dopo (Guanda, 2025). Sarà inoltre presente Vincenzo Guarracino, poeta, saggista e traduttore, noto anche per le sue edizioni e studi dedicati ai classici della letteratura italiana e latina. Completa il gruppo degli autori italiani Kamil Sanders, artista e poeta veneziano attivo tra poesia e arti visive, vincitore della sezione giovani del Premio "Europa in Versi e in Prosa" nel 2024 e autore per "i Quaderni del Bardo Edizioni" di Stefano Donno della silloge dal titolo "Sillabario del terribile incanto".Ad affiancare il percorso del Festival Milo De Angelis, tra le voci più riconosciute della poesia italiana contemporanea; Roberto Galaverni, critico letterario e giornalista; Gianmarco Gaspari, docente dell'Università degli Studi dell'Insubria; e Fabio Tavelli, giornalista sportivo di Sky TV, che curerà l'incontro “Quando ero Cassius”, dedicato al rapporto tra immaginario sportivo, parola e racconto.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
SLEERICKETS is a podcast about poetry and other intractable problems. Make a one-time donation (not tax-deductible)For more SLEERICKETS, subscribe to SECRET SHOW!Leave the show a rating here!SLEERICKETS is now on YouTube!For a frank, anonymous critique on SLEERICKETS, subscribe to the SECRET SHOW and send a poem of no more 25 lines to sleerickets [at] gmail [dot] comSome of the topics mentioned in this episode:– Order Brian's book The Optimists! It's so good!Now give Brian's book a 5-star review!– My chapbook The Soft Black Stars is out now!– I'll be doing the Rattlecast this Monday, April 13, at 8:00 p.m. US Eastern! Check it out!– Kronos by Joshua Mehigan– Does it help to be religious? by Victoria Moul– Horace & Friends by Victoria Moul– Poems Beautiful and Useful, ed. Victoria Moul– Poetry, Poetics, Poesia by Tamarah Rockwood– The Rattlecast went well, I think!– Church Going by Philip Larkin– Ep 241: A Serious House– The Poet's Vision by Ryan Wilson– As I Prefer Them Well Cooked Through (from the French of Valérie Rouzeau) trans. Victoria Moul– A Deer Comes to Mind by Simon Armitage– The Birth of the Sonnet (from the French of Nicolas Boileau) trans. Elijah Perseus Blumov– Ken Gordon– My chapbook's hatred-filled Goodreads pageFrequently mentioned names:– Joshua Mehigan– Shane McCrae– A. E. Stallings– Ryan Wilson– Morri Creech– Austin Allen– Jonathan Farmer– Zara Raab– Amit Majmudar– Ethan McGuire– Coleman Glenn– Chris Childers– Alexis Sears– JP Gritton– Alex Pepple– Ernie Hilbert– Joanna Pearson– Matt Wall– Steve Knepper – Helena Feder– David Yezzi– Victoria Moul– Katie Dozier & Tim Green– George David Clark– Tristram Fane Saunders– Philip MetresOther Ratbag Poetry Pods:Poetry Says by Alice AllanI Hate Matt Wall by Matt WallVersecraft by Elijah Perseus BlumovAdvice from an Unknown Poet by Alice Allan & Jonathan FarmerRatbag Poetics By David Jalal MotamedAlice: In Future PostsBrian: @BPlatzerCameron: Minor TiresiasMatthew: sleerickets [at] gmail [dot] comMusic by ETRNLArt by Daniel Alexander Smith
Este es un Kia Stinger modificado con un estilo deportivo y agresivo. El vehículo tiene un acabado negro mate que le da una apariencia elegante y sigilosa. Está rebajado (suspensión baja), lo que mejora su presencia en la calle y le da una postura más deportiva. Destacan sus rines deportivos en color bronce, que contrastan muy bien con la carrocería oscura. En la parte frontal se puede ver un intercooler grande expuesto, señal de que el carro probablemente tiene modificaciones de rendimiento (turbo/performance). El frente también incluye un lip o splitter frontal, que le da un look más agresivo y aerodinámico. Los detalles laterales y el ancho de las llantas refuerzan el estilo de un auto preparado para alto rendimiento. En general, es un sedán deportivo con modificaciones estilo street/performance, que combina estética elegante con apariencia de potencia y velocidad.
Quem casa quer casa. E poesia. Neste episódio, a coluna Bruna Beber Entrevista recebe a dupla de poetas Fernanda Bastos e Luiz Maurício Azevedo, o Luma. Casados, eles falam sobre como a vida conjugal influencia a escrita um do outro e as muitas frentes literárias em que atuam, como a crítica, a curadoria e a edição de livros. Os dois ainda apresentam seus novos lançamentos: Azevedo acaba de publicar a plaquete Vagoneta (Círculo de Poemas) e Bastos lançou Camomila, Capim e Outros Cacos pela Figura de Linguagem, editora fundada pelo casal. Apoio: Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais Assine a Quatro Cinco Um por R$ 10/mês: https://bit.ly/Assine451 Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451