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Escucha el programa de esta semana con Jimena Marcos, Lucía Taboada y Alfonso Cardenal
Cada mañana sentamos en la mesa de Hoy por Hoy a los periodistas que mejor saben leer entre líneas la actualidad del día con la mirada ácida e irónica que siempre les acompaña. Manuel Jabois, Ángeles Caballero, Manuel Viejo, Sara Canals, Teresa Truchado y Toni López disparan con precisión en sus titulares y reflexiones. Un desayuno perfecto entre amigos para empezar el día sabiendo qué se está diciendo y de qué se está hablando.
Diez años trabajando juntos en el puesto de tacos de su papá, repartiendo las ganancias en partes iguales. Hoy uno de los hermanos dice que ya no es justo. El Buzón de esta semana es sobre negocio familiar, esfuerzo, y acuerdos que nadie actualizó.En el episodio de hoy: el gobierno confirmó que va a aumentar los operativos de inmigración en ciudades como Los Ángeles, retiraron un medicamento para la presión que toma mucha gente, Newsom busca bajar el precio de la gasolina, y aprendemos a separar necesidades de quereres en tu presupuesto.
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Sección de actualidad informativa comentada por el maestro del periodismo en Canarias, Andrés Chaves, en el programa El Remate de La Diez Capital radio.
En este episodio hablamos de la intolerancia a la incertidumbre: esa dificultad tan humana para aceptar que no sabemos qué va a pasar.Desde las cartas que tardaban semanas en llegar desde Argentina hasta el doble check azul de WhatsApp, vemos cómo la tecnología ha cambiado nuestra forma de esperar, qué dice la psicología sobre las tres estrategias que usamos para escapar de la duda y qué tiene que ver todo esto con el poeta John Keats y con aprender español.Y tú, ¿cómo llevas la incertidumbre? ¿Tienes algún truco para esperar mejor?00:00 El mensaje leído y sin respuesta – Intermediate Spanish02:26 Esperas pequeñas de todos los días – Spanish Learning Podcast04:01 Cartas desde Argentina – Spanish Culture Podcast06:09 El estudio del doble check azul – Spanish Listening Practice08:28 ¿Qué es la intolerancia a la incertidumbre? – Comprehensible Input in Spanish11:19 Tres estrategias para escapar de la incertidumbre – Learn Spanish Naturally12:35 Igual, a lo mejor, quizá y puede que – Spanish for Intermediate Learners13:27 Buscar seguridad y distraerse – Authentic Spanish Listening16:39 John Keats y la capacidad negativa – Immersive Spanish18:49 Cómo entrenar la tolerancia a la incertidumbre – Conversational Spanish20:17 Aprender un idioma sin entenderlo todo – Real Spanish ConversationFree eBooks: Habla español con AI & La guía del estudiante de españolMis cursos online:Español Camaleón - A REALISTIC pronunciation courseEspañol Ágil - Intermediate SpanishEspañol PRO - Advanced SpanishEspañol Claro - Upper-beginner SpanishSi no sabes cuál es mejor para ti, haz el TEST.Intermediate Spanish Podcast with Free Transcript & Vocabulary Flashcards www.spanishlanguagecoach.com - Aprende español escuchando contenido natural adaptado para estudiantes de español de nivel intermedio.Si es la primera vez que escuchas este podcast, puedes usarlo como un podcast diario para aprender español - Learn Spanish Daily Podcast with Spanish Language CoachSocial media:YouTubeInstagram...
2026.09.25 – Creencia Limitante 4 - Rechazo igual a fracasoMuchas veces un fracaso es un éxito en construcciónEsta semana estamos hablando acerca de creencias autolimitantes que nos frenan a la hora de vender.Escucha esta cápsula y descubre la cuarta creencia autolimitante en ventas, pensar que rechazo es lo mismo que fracaso.#cápsulasgerenciales #capsulasgerenciales #desarrollopersonalholistico #mejorcadadia #inspiracionyexito
Miguel Machado Mendes, representante dos promotores da iniciativa, diz que movimento tem vindo a ganhar cada vez mais adesão e que podem existir réplicas do mesmo em outras zonas do país. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em São Tomé e Príncipe, estão praticamente a terminar as duas semanas de campanha para as legislativas, autárquicas e regional de 27 de Setembro. Escrutínios marcados desde já por um aumento substancial da presença das mulheres nas listas de candidatos. De acordo com dados oficiais, num universo de 384 candidatos às legislativas, 159 são mulheres, o que representa 41% dos candidatos, contra 34% de mulheres nas listas nas últimas eleições parlamentares. Desde a anterior legislatura, foi adoptada em 2022 a lei da paridade que estabelece um patamar mínimo de 40% tanto de homens como de mulheres nas listas de candidaturas aos órgãos políticos e cargos de decisão pública. Uma lei cujo cumprimento é escrupulosamente acompanhado por uma comissão formada por mulheres parlamentares e activistas da sociedade civil, como refere Jailça Lima, directora executiva do Instituto nacional para a promoção da igualdade e equidade de género. RFI: Quando foi adoptada a lei da paridade e o que implica? Jailça Lima: A lei da paridade foi aprovada e promulgada em 2022. Ela está sendo operacionalizada nestas eleições. Aquando da aprovação da lei, ela criou uma comissão de seguimento de implementação da lei. Esta Comissão está integrada pela Associação das Mulheres Parlamentares, o Instituto Nacional para a Promoção da Igualdade de Género como vice-presidente, também integram as mulheres dos diferentes partidos políticos e organizações da sociedade civil, precisamente para poder acompanhar e fazer o seguimento da implementação da lei. Eu falei de operacionalização porque quando a lei foi aprovada e promulgada, já havíamos terminado as eleições de 2022. Logo, ela não se fez sentir. E é nestas eleições que nós estamos a implementar efectivamente a lei. A Comissão de Seguimento da Implementação da Lei de Paridade, juntamente com Consultoras recrutadas pelo PNUD, desencadeou um conjunto de acções junto das potenciais candidatas, fazendo sensibilização aos responsáveis dos partidos políticos, inclusive e engajando a equipa do Tribunal Constitucional para que efectivamente nós pudéssemos ver tomar em consideração os estatutos na lei. Esse exercício permitiu que as primeiras listas que foram submetidas pelos partidos políticos ao Tribunal Constitucional, algumas delas tiveram que ser devolvidas. Eu me refiro a 62 listas que foram submetidas ao Tribunal Constitucional, 25 delas foram devolvidas aos partidos políticos para fazerem a correcção. E dessas 25 listas que foram devolvidas, 23 foram corrigidas. Quando eu falo ‘corrigir' é no sentido de obedecer os critérios e requisitos que estão na lei e que elas não tinham sido tomados em conta. Isso permitiu também que nós, na globalidade, atingíssemos 41,4% de mulheres nas listas. Mas não é somente atingir, na verdade, que nós conseguimos, é que as mulheres estivessem em lugares elegíveis. Já para nós, constitui um ganho. É verdade que apenas a lei não efectiva a participação da mulher, a representatividade da mulher, porque agora as mulheres dos partidos políticos têm que fazer as suas campanhas, não é o seu exercício para que efectivamente elas consigam efectivar os mandatos. Mas pelo menos a Comissão já fez um trabalho de que elas estivessem em lugares elegíveis. RFI: Como é que foi aceite esta lei da paridade pelo microcosmo político, que é um universo masculino, senão mesmo um pouco machista? Jailça Lima: Foi um trabalho conjugado entre as mulheres que estavam representando a casa parlamentar, porque na legislatura passada nós conseguimos apenas oito mulheres num efectivo de 55 deputados, o que corresponde a 14,5%. Já tivemos apenas uma. Começou-se primeiro com uma cota. Os responsáveis dos partidos políticos diziam que ‘a cota não tem carácter de lei'. Não tendo carácter de lei, não era obrigatório e como não era obrigatório, não se conseguia alcançar os objectivos preconizados, porque nós já tínhamos atingido 18,5% das mulheres no Parlamento. Não chegou a cota de 30%, mas já tínhamos dado alguns avanços. No entanto, como não tinha carácter de lei, viu-se a necessidade de fazer uma lei para que pudessem ser respeitadas e assim as mulheres serem representadas na casa parlamentar. Mas não somente na casa parlamentar, em todos os outros sectores ministeriais e instituições públicas, empresas públicas. Havia toda essa necessidade de as mulheres estarem representadas. E foi assim que foram surgindo sinergias. Estas sinergias foram para além da casa parlamentar, que tem vindo a trabalhar muito com a sociedade civil, a Rede das Mulheres Parlamentares, o próprio instituto do género, que tem a incumbência de promover estas acções, as confissões religiosas, o governo no poder local, o Governo Regional, todas uniram sinergias para que efectivamente pudéssemos ter uma lei que hoje é a âncora para que as mulheres possam ser representadas nos cargos de decisão. RFI: De forma geral, pode-se considerar que as mulheres em São Tomé e Príncipe tem esse perfil de ser cada vez mais participativas? Jailça Lima: Sim, é verdade que a situação das mulheres, pela nossa própria história, saímos do colonialismo e a participação das mulheres não era de igual forma com os homens, até porque predominava a figura masculina. No entanto, houve todo um trabalho que tem-se desenvolvido para que as mulheres possam participar em pé de igualdade com os homens. E as mulheres têm demonstrado essa vontade em participar, porque quando nós falamos em termos de educação, as mulheres já atingiram um nível de ensino bastante superior. E quando eu falo superior, é superior aos homens a nível de São Tomé e Príncipe, então são indicadores que nos dão margem para dizer que as mulheres se estão preparando e podem, sim, dar essa contribuição. Só que é verdade também que há toda uma necessidade de ter essas oportunidades de acordo com o exercício que eu acabei de referir que nós fizemos para a implementação da Lei de Paridade. Muitos partidos alegavam que as mulheres ‘não queriam participar, as mulheres não estão interessadas' e não é nada disso que nós podemos constatar. Quando nós fizemos um trabalho com as mulheres, sobretudo as mulheres dos partidos políticos, elas mostraram-se interessadas. Nós trabalhamos com cerca de duzentas e tal mulheres. E diziam mais: que muitas delas não tinham sido convidadas para poder ser candidatas à deputação ou a vereação, ou a outros cargos. Daí que há toda uma necessidade de trabalhar em sinergia com os homens para que efectivamente haja esse consenso em dar oportunidade às mulheres para que elas também possam dar essa contribuição. RFI: Para além do aspecto político, qual é o lugar da mulher na sociedade são-tomense? Consta que ainda há, por exemplo, muita violência doméstica. Jailça Lima: É verdade que a violência baseada no género é um fenómeno que o país tem vindo a enfrentar, sobretudo as mulheres. A grande maioria das vítimas são mulheres. Nós temos vindo a trabalhar para combater a violência baseada no género, mas também trabalhando na prevenção. Ao nível do instrumento jurídico, nós já dispomos da Lei n° 11/2008, que é a lei que cria mecanismos para combater a violência doméstica e familiar. E temos também a Lei n°12/2008, que cria o próprio mecanismo para poder efectivar e implementar a própria lei. Mas, para além disso, nós também temos, ainda no quadro jurídico-legal, dispomos do Código do Trabalho, que também dá vazão a esta questão. Mas o próprio Código Penal também já penaliza essas mesmas questões de violência baseada no género, em todas as suas formas, porque a violência doméstica e familiar ela ocorre num ambiente familiar. Mas nós temos outros tipos de violência que ocorre nos espaços públicos. E o que nós estamos a tratar agora com o apoio financeiro da União Europeia e do Instituto Camões, é de elaborar uma lei de violência baseada no género, que será mais abrangente e poderá dar cobro a muitas situações que vêm ocorrendo no território e que a Lei da Violência Doméstica e Familiar não consegue cobrir. Temos uma rede denominada ‘Rede Vida' que trabalha em rede para dar cobertura e dar seguimento às vítimas desse fenómeno no país. RFI: Há uma rede de apoio para as acolher, por exemplo? Jailça Lima: Temos um acolhimento de 72 horas nesse momento. No entanto, com o apoio do projecto ‘+ Igual' financiado pela União Europeia e o Instituto Camões, estamos a criar estruturas de atendimento e acolhimento das vítimas de violência baseada no género. É um projecto que está em andamento. Nesse momento, já se lançou o concurso público para as obras da estrutura física que vai acolher as vítimas de violência baseada no género. Então, o país está criando condições para poder dar cobro a estas situações. E também, de certa forma, trabalhar em campanhas de sensibilização articulada entre as instituições na prevenção da própria violência baseada no género. RFI: Ainda existe essa mentalidade de dizer que as meninas estão aqui para ficar em casa e não podem estar no espaço público como os rapazes? Jailça Lima: Actualmente já não. Não encontramos pessoas que defendem esse tipo de ideia. Pode existir sobretudo nas zonas longínquas, por causa do pouco acesso aos serviços, do acesso limitado a estruturas de educação, de saúde e por aí fora. Mas temos vindo a trabalhar. E também é uma preocupação do governo estar mais próximo da população, de forma a evitar esse tipo de mentalidade, esse tipo de comportamento. Actualmente, se existe, é muito ínfimo, de acordo com o próprio indicador que nós temos de alfabetização, que é bastante alto. Ao nível da nossa região, São Tomé e Príncipe é um dos países que tem uma alfabetização bastante alta, mais de 90%. Então a nível da região, nós estamos bem posicionados e isso é quase já inexistente, porque existe, mas é muito ínfimo. RFI: Assinalou-se hà dias, a 19 de Setembro, o Dia da Mulher são-tomense. O que é ser mulher em São Tomé e Príncipe? Jailça Lima: Acabamos de comemorar, celebrar o dia da mulher são-tomense. Celebrar o dia da Mulher são-tomense é mais do que tudo reflectir nos feitos das nossas guerreiras corajosas de 1974 que tiveram a coragem, a bravura de pedir a libertação do país. E desde lá até essa parte, as mulheres têm vindo a conquistar diversos espaços e a demonstrar que efectivamente as mulheres podem contribuir para o desenvolvimento do país. A título só de exemplo, uma das conquistas da nossa matriarca, a saudosa Alda do Espírito Santo, era que as mulheres pudessem ter maior representatividade nos espaços de decisão. Nós estamos aquém no Parlamento, porque nesse momento só temos 14,5% das mulheres no Parlamento. Mas temos muitos outros lugares em que já alcançamos alguma paridade. Estou a referir-me ao Governo Central, ao Ministério Público, a Procuradoria-Geral da República. Já chegamos a 60% das mulheres. Então temos muitos ganhos e podemos alcançar mais ganhos com essas novas eleições, acredito eu. É todo o exercício que foi feito, o engajamento das mulheres e a vontade em participar em dar essa contribuição. Porque uma coisa é ter legislações que asseguram, que garantem e outra coisa é ter mulheres disponíveis para poder dar essa contribuição, para poder participar. E hoje eu posso dizer com muita certeza que nós temos mulheres com vontade em participar, em dar essa contribuição. Então, os feitos de 74 estão alcançando os objectivos nos dias de hoje.
María Torres Moros El Amor de tus Sueños (Los Sueños se Cumplen)
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Em outro Tempo - Nunca se viu Nem se fez Nada igual - Juízes 19 | Pr Wladimir Neri - 20.09.2026 by Mensagens semanais da Mosaico
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Conversas com as Entidades sobre temas diversos
Empezamos con fuerza este episodio analizando dos situaciones federativas que nos dejan muchas preguntas: ¿Qué pretenden los arruinadores de la federación? Han privatizado la Copa de Galicia de CX? ¿Por qué? ¿Quién se va a llevar el dinero destinado al nuevo "Superprestixio?¿Por qué motivo no proporcionan información cuando se habían comprometido a hacerlo? Y También: ¿Qué pretenden con el Campeonato gallego de escolares? ¿Por qué ni la federación ni la Dirección Xeral de la xunta se toman en serio las quejas que se han presentado? ¿Por qué no obligan a cumplir la normativa a los organizadores cuando a determinados clubs se les aplica a rajatabla? ¿Por qué se toman en broma a tod@s l@s federad@s Gallegos? ¿Hay responsabilidades penales y/o administrativas? Igual debemos empezar a sacar más informaciones lamentables en futuros episodios como las facturas de los campeonatos.... Sólo el tiempo nos dará las respuestas a todo esto (como siempre). En otro orden de cosas también analizamos la competición profesional. Seguimos las pruebas de Alejandra Neira y compartimos nuestro punto de vista sobre el final de la vuelta a España. Los mundiales están a la vuelta de la esquina y recompilamos las cometiicones que han hecho (y ganado) los favoritos al arcoiris. En cuanto al MTB os contamos qué le ha pasado a Valero en el mundial de XCM y hacemo sprevia de la Transgalaica, con todos los números y posibilidades para Manzaneda: ¿Habrá estrategia de equipo en el Xesteiras? ¿ROmperá Brandán su racha de 13 años consecutivos haciendo podium en la general? En el calendario os contamos todas las novedaes y opciones, con dominancia actual del calendario de CX que ya da comienzo.
Luego de meses envuelto en polémicas, el director de la Casa Argentina, que forma parte de la Cité Internationale Universitaire de París, renunció a su cargo este domingo. El abogado franco-argentino Santiago Muzio, nombrado por el gobierno de Javier Milei, quedó en la mira internacional por haber retirado una placa en homenaje a los desaparecidos durante la última dictadura argentina, y acoger, dentro de la residencia, reuniones de institutos y grupos militantes de extrema derecha. Cuando se abren las puertas de la Casa Argentina, una estatua de la Virgen de Luján espera sobre la mesa de recepción. La instaló Santiago Muzio al comienzo de su gestión en 2024, pese a tratarse de una institución pública dentro del espacio laico de la Cité, comentan ex residentes a RFI. Algunos de ellos sumaron un pequeño Buda en lo que solía ser la sala de usos comunes, pero este fue retirado sin explicaciones. ¿Y la Virgen? Muzio les respondió que la dejaba en la entrada porque sus colores celeste y blanco "representan al Estado argentino". La misma lógica, denuncian ex y actuales inquilinos, regía también para la política. "Muzio no autorizó que hiciéramos un acto por el Día Nacional de la Memoria, el 24 de marzo, alegando que no se permitían actividades políticas en la Casa. Sin embargo, fue él mismo quien organizó varias", afirma el ex residente y postdoctorando en Neurociencias, Salvador Calanni, en referencia a encuentros de grupos vinculados a la extrema derecha que la Casa acogió en esas mismas semanas. Encuentros, relata, que se realizaban en lo que antes era el "Salón de los Residentes", rebautizado ahora como "Salón de Honor", al que ya no se puede acceder sin reserva previa. Dafne Pugliese, violinista de 24 años becada en el Conservatorio de París y ex residente hasta el año pasado, coincide en que esos eventos se manejaban bajo el mayor hermetismo: "A veces nos desayunábamos con que anoche había habido un encuentro glamoroso de la extrema derecha, por redes sociales —no las de la Casa, las de ellos— y nunca nos habían informado: el director argumentaba que era un alquiler del espacio y que él no invitaba a los residentes". Otros llegaron a reconocer las instalaciones de la Casa en publicaciones de La Cocarde étudiante, agrupación juvenil francesa de la misma línea ideológica. Afinidades no ajenas a Muzio, quien hace una semana declaró a un medio francés que buscaba "liberar a la Casa Argentina de la ideología woke". Su currículum incluye también el timón de la sede de Madrid del ISSEP, escuela fundada por la eurodiputada Marion Maréchal, sobrina de Marine Le Pen. "Mientras no te quejes..." Militante del Partido Comunista Francés, Pugliese describe una fuerte incomodidad al momento de tener la entrevista privada reglamentaria con el ahora ex director. "La charla se derrumbó muy abruptamente cuando le dije que yo venía de La Matanza (barrio de clase trabajadora bonaerense), y no de una manera amable. Otros compañeros, de contextos diferentes, tuvieron una experiencia opuesta. Aparte, yo en ese momento me había rapado la cabeza porque mi mamá tiene cáncer y siento que era fácil juzgarme, tildarme de `feminista nazi` o encasillarme", cuenta y agrega que pronto "se normalizó la idea de que tenés que pasar desapercibido, no decir lo que pensás, susurrar por si él pasa a decirte que bajes la voz a las diez de la noche". Pugliese fue enviada a hacer un intercambio a la Casa de México, con el argumento de que al tercer año eso "era obligatorio", aunque asegura que no fue el caso para otros que estaban en su misma situación. Una fuente que pidió no ser identificada aseguró a RFI haber escuchado a Muzio hablar de "gente políticamente indeseable" al referirse a ex residentes. Pablo*, actual inquilino que pide caminar lejos de la Casa para "hablar tranquilo", cuenta que el único espacio común hoy es la cocina, y que el ambiente "a veces es de murmullo; algunos se cuidan o reculan si sueltan una broma en contra del gobierno de Milei", dice. "Igual, mientras no "rompas las bolas" (sic), no te quejes y tu perfil encaje más en ciencias duras, no tenés problema", cierra. La placa desaparecida y las plazas de verano Una de las polémicas que saltaron a los titulares internacionales fue que, en febrero de este año, los residentes notaron que había desaparecido del hall de entrada la placa que recordaba a las víctimas de la última dictadura argentina. "El director nos dijo que la habían sacado por refacciones, pero no vimos ningún arreglo. Cuando le preguntamos si la iba a reponer, nos dijo que la tenía él y que no sabía qué iba a pasar con ella", relata Calanni, quien, pese a contar con una de las becas más prestigiosas de la Unión Europea, la Marie Skłodowska-Curie, se quedó sin cuarto por un proceso de selección que juzga "arbitrario". El científico es uno de los trece residentes a quienes no se les renovó el alojamiento durante este verano boreal, una plaza que suelen conservar quienes viven lejos de Francia. Según su relato, Muzio había pedido los rendimientos académicos de cada uno para armar un "orden de mérito", pero se negó a publicarlo cuando los excluidos lo reclamaron, alegando que también se habían aplicado "criterios subjetivos". "Justo los trece que quedamos afuera habíamos cuestionado su gestión de alguna manera: u organizamos el acto de la Memoria en la Casa de Alemania o preguntamos por la placa", resume. RFI intentó comunicarse con Santiago Muzio para conocer su versión, pero no obtuvo respuesta hasta el cierre de esta nota. Cómo funciona la residencia En la Cité desde 1928, la Casa Argentina es propiedad del Estado argentino y responde al Ministerio de Capital Humano —antes, al de Educación, devenido en Secretaría bajo gobierno de Milei—. Cada año, recibe a investigadores, profesionales y artistas que cruzan el océano, tras ser admitidos en instituciones francesas. Una vez instalados, pagan un alquiler de entre 630 y 1.100 euros mensuales. Nada módico: un precio parisino, pero sin la necesidad de salir a buscar garante en el laberíntico mercado inmobiliario local. Hoy la residencia aloja unas 60 personas, cuenta Calanni, muy por debajo de su capacidad de entre 80 y 90 plazas. Parte del edificio está en refacción: Muzio dio cuenta en algunos medios de problemas edilicios y residentes confirman, por ejemplo, bastante humedad. El origen de esos fondos, sin embargo, no está claro: Calanni comenta que han presentado un pedido de acceso a la información pública que aún espera su respuesta. Un caso particular en la Cité Justo frente a la Casa Argentina, en el pabellón central de la Ciudad Universitaria, cuelga una placa que, en francés, rinde homenaje a "las 30.000 desaparecidos y víctimas del terrorismo de Estado en Argentina entre 1974 y 1983". No es la que Muzio quitó, sino una nueva que en marzo colocó el complejo internacional. "La idea no era hacer un gesto de provocación o de activismo. Se trata de mantener esta conmemoración, ese deber de memoria histórica que tenemos", dice a RFI Blandine Sorbonne, delegada general de la Cité, y aclara que el problema no es que se realicen actividades políticas o que se alquilen espacios, sino "la falta de pluralidad y lugar al debate", uno de los principios por los que aboga la Carta de Valores que un solo director se negó a firmar: Muzio. Las denuncias de ex residentes han escalado hasta la política francesa: el ayuntamiento de París pidió a la Cancillería que investigue la gestión de la residencia, en la cuenta regresiva de la visita del presidente Javier Milei a París, a fines de septiembre. Leer tambiénLa alcaldía de París pide al gobierno francés investigar residencia universitaria de Argentina Sorbonne confirmó a RFI, dos días antes de la renuncia del abogado franco-argentino, que la Cité colabora en la investigación, y aclaró que el diálogo no es fácil, ya que esta Casa es una "excepción jurídica" dentro del complejo. "Están las casas en general, y luego está la Casa Argentina, que no ha constituido una fundación, no es una entidad independiente, sino que depende del gobierno. Por lo tanto, no mantenemos un diálogo institucional muy estructurado con esta casa ni tenemos influencia en el nombramiento de sus autoridades", agrega. "Ahora es más severo, pero los tintes políticos no son nuevos" A Julián*, ex residente durante la transición entre los gobiernos de Mauricio Macri y Alberto Fernández, en 2020, el color partidario de turno entre los muros de la residencia no lo sorprendió. "La Casa Argentina siempre fue una pequeña representación del gobierno", afirma, y recuerda actos patrios musicalizados con la marcha peronista, en medio de la incomodidad de ciertos residentes, además de una charla del entonces ministro Daniel Filmus que, según él, "derivó en una defensa partidaria frente a la gestión anterior". Las denuncias por falta de transparencia o intrusión de motivaciones ideológicas en la selección tampoco datan de ayer: en un reportaje de Le Monde de 2018 ex residentes acusaban a la dirección de dejarlos afuera luego de haberse manifestado a favor de la legalización del aborto, mientras se debatía una ley en el Senado. Lo que cambia esta vez, admite Julián*, es el nivel de gravedad: de una cierta presión tácita e informal, el ambiente ha escalado a lo que varias fuentes también describen como un "ir directamente contra quienes piensan distinto". Los nombres marcados con asterisco fueron modificados a pedido de las fuentes.
En este episodio de NeoLiderazgo con Nieves Rodríguez hablamos de una de las grandes contradicciones del liderazgo actual: invertimos en formación, hacemos reuniones, explicamos la estrategia, compartimos herramientas y, aun así, muchas veces el equipo vuelve a comportarse igual.Pero quizá el problema no es que el equipo no lo entienda. Quizá el problema es que todavía no lo ha integrado.Y aquí aparece la pregunta incómoda: si tú, como líder, también sabes muchas cosas que todavía no has convertido en decisiones, hábitos y comportamientos visibles, ¿por qué esperas que tu equipo cambie solo porque se lo has explicado?Este episodio explora la distancia entre saber y hacer, la importancia de llevar el conocimiento al cuerpo, al hábito y a la cultura diaria, y el concepto de WIFM: what's in it for me, es decir, qué hay aquí para mí. Porque una persona no cambia solo porque la empresa lo necesite; cambia cuando entiende qué tiene que ver eso con su vida, su energía, su trabajo y su forma de estar en el mundo.Una conversación para líderes, CEOs, emprendedores y equipos que ya no necesitan acumular más información, sino convertir lo que saben en comportamiento visible, decisiones concretas y resultados reales.Únete a ZENTRUM, la comunidad de NeoLiderazgo para líderes, emprendedores y profesionales que quieren integrar lo que saben y liderar con más presencia, criterio y coherencia.Únete a ZENTRUM aquí: https://nievesmentora.com/ZENTRUMNieves RodríguezExecutive Coach & Mentora de LiderazgoSpeaker internacional | Autora | Fundadora de AlchymiaCreadora de NeoLiderazgo™ y Beyond KnowingInstagram: @nievesrodriguezmentoraLinkedIn: Nieves Rodríguez
Descubre tu biotipo de Ansiedad con este test: https://form.typeform.com/to/BLy7fyFK ¿Qué ocurre cuando intentas visualizar una manzana y no aparece nada? ¿Es posible que tu mente funcione sin imágenes? En este episodio de La teoría de la mente exploramos el fascinante espectro de la imaginación visual, desde la afantasía hasta la hiperfantasía, y cómo el lugar que ocupas en este rango determina la forma en que experimentas el miedo y la ansiedad. A través de investigaciones neurológicas y experimentos clásicos, analizamos por qué la imaginación actúa como un amplificador emocional y cómo las escenas mentales pueden disparar respuestas físicas involuntarias. Descubrimos por qué algunas personas viven sus preocupaciones como películas en alta definición, mientras que otras las experimentan como un pavor físico sin imágenes, y qué herramientas podemos usar según el formato de nuestra propia mente. Si alguna vez te has sentido un mal paciente en terapia por no poder visualizar un lugar seguro, este episodio es para ti. Aprenderás a identificar tu propio formato mental y a utilizar estrategias prácticas, desde la reescritura de imágenes hasta tareas visoespaciales, para gestionar la ansiedad sin pelear contra tu propia biología. No todas las ansiedades son iguales, descubre el patrón que la mantiene. Conoce nuestra Comunidad: https://www.skool.com/elmapadelaansiedad Nuestro libro: www.elmapadelaansiedad.com Visita nuestra página Web: http://www.amadag.com Facebook: https://www.facebook.com/Asociacion.Agorafobia/ Instagram: https://www.instagram.com/amadag.psico/ YouTube Amadag TV: https://www.youtube.com/channel/UC22fPGPhEhgiXCM7PGl68rw
O “BOM DIA, JESUS” é um devocional diário do Inteligência LTDA. para você começar o dia com a benção de Deus. LUIZ SAYÃO, pastor, mestre em Hebraico, teólogo e iluminado, traz palavras de sabedoria e reflexão para que o dia se inicie de uma maneira positiva e cheio de esperança, preparando você para enfrentar todos os obstáculos que cruzam o seu caminho.Todos os dias, às 6 da manhã.
Toni Bou es el mejor piloto de trial de todos los tiempo y ¿estamos ante el mejor piloto del motor de la historia? Para hablar de todo esto hemos invitado a Joan Carles Orengo que fue enviado especial el Mundial de Trial en la época dorada de Jordi Tarres, Thierry Michaud, Tommy Ahvala o Marc Colomer, entre otros. Comentaremos la trayectoria de Toni Bou desde sus inicios en Beta-Trueba y aprovecharemos tambíen para contar algunos detalles de cómo ha evolucionado el deporte del trial desde Tarrés a Bou. También vamos a tratar las últimas novedades del Mundial de Motocross, donde ha habido importantes noticias.
El Barça vuela en Europa igual que en Liga y arrolla al FeyenoordSee omnystudio.com/listener for privacy information.
El Barça vuela en Europa igual que en Liga y arrolla al FeyenoordSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A advogada constitucionalista afirma que o Supremo Tribunal Federal nunca enfrentou uma crise de tamanha gravidade e explica por que o relatório de inteligência usado por Alexandre de Moraes contra André Mendonça não tem validade jurídica: sem assinatura, sem carimbo e produzido para finalidade distinta da que foi usado.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.
Cuando estábamos comentando con alegría que el Atleti parecía otro fuera de casa, salió la versión de caraja, hastío, desidia y falta de ideas tan conocida para nosotros. Futbolistas sin tensión ni actitud competitiva, desbordados, bloqueados, y soluciones técnicas precipitadas, que no salen bien y que no resuelven nada.Un primer tiempo bueno, que hacía vislumbrar que lo de Sevilla no era un espejismo, quedó completamente eclipsado por un segundo tiempo peor que horroroso. San Mamés nos pasó por encima y nos cabreó, como tantas tardes fuera de casa en las últimas temporadas.No piensen que en este programa van a asistir a suicidios colectivos ni mensajes catastrofistas, que esto está para echarse unas risas, por encima de todo. Aunque se tire de la oreja a los que deben buscar soluciones, porque tampoco vale seguir pasando pagina como si nada. Igual algo de fútbol con sentido se dirá también, pero si así, será pura casualidad ¡Ah! Y relato ¡Sí! Como lo oyen ¡Por fin el Irlandés decide volver a currar un poco!Participan en la tertulia: @victorFCorreas @NunkDejesDCreer @ParritATM @chaminorte @MiguelNicolasOs @EduardoDeAtletiY se incluyen las siguientes secciones:El cumpleaños de Jesús, con @Lera_atm94 que nos trae el debut de Helenio Herrera como entrenadorEl cuadernillo de Óscar, con @elabuchusJesús en un bar, con nuestro vaquero y mejor pincha @doniphon62, cuyo análisis viene hoy al son de Theo Lawrence y su “I Wanna Know What's Going On”"En el epicentro del caos", escrito por @MiguelNicolasOsConviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/aplasta-arteche-podcast--4791815/support.
Em mais um episódio do Carreira em Tópicos, Marta Pierina comenta sobre a entrevista de emprego, que mudou e o que continua igual.
En la Tierra, pesar algo es fácil. Lo pones en una balanza y ya.Pero obviamente no podemos poner la Vía Láctea encima de una báscula. Así que los astrónomos hacen algo más interesante. Miran cómo se mueven las cosas dentro de ella.La razón viene de la física que ya conocemos. Si un objeto está orbitando, su movimiento depende del campo gravitatorio que siente. Y ese campo depende de la distribución de masa.Así que, con un modelo gravitatorio, el movimiento puede convertirse en una pista sobre cuánta masa hay.Pero cuando no hay masa para ver, ¿Que carajo nos mantiene en órbita o en posición? dale play para que te enteres lo que descubrimos. Curiosidad Científica Podcast (@curiosidacientificapodcast) • Instagram photos and videoscuriosidad científica podcast | LinktreeMi nuevo libro aquí abajo. Amazon.com: Historias Cortas: Parte III (Spanish Edition) eBook : Valenzuela Alvarado, Agustín: Kindle StoreHandcrafted Soap for Daily Use | Don Gato Soap Co. – Jabonera Don GatoCodigo de descuento: Curiosidad
A classe C abarca 107 milhões de pessoas e expressa como nenhum outro grupo as dinâmicas da sociedade brasileira, não só por ser a maioria da população ou por estar no meio da distribuição de renda. Renato Meirelles apresenta esse argumento no seu novo livro, que discute as transformações da classe C nos últimos 25 anos e explora, entre outros temas, os seus hábitos de consumo, as suas inclinações políticas e os seus valores sociais. Em "Brasil da Maioria", ele diz que o conservadorismo da classe C é real, mas muito mais empático com quem tem que lidar com os reveses do dia a dia e avesso a soluções punitivistas. Meirelles, que pesquisa o comportamento das pessoas de baixa renda no Brasil desde o começo dos anos 2000, destaca o pragmatismo político da classe C: a divisão ideológica entre direita e esquerda, ele afirma, é muito menos importante que conseguir encontrar uma creche para os filhos ou ser atendido no posto de saúde. Neste episódio, o pesquisador fala sobre como a classe C concebe a sua prosperidade material, explica o que esse grupo espera do Estado e diz que tanto a direita quanto a esquerda têm dificuldades em entender os desejos dessas pessoas. Para Meirelles, o mau humor atual de boa parte da classe C com a economia brasileira é mais capturado pelo bolsonarismo que por Lula na campanha eleitoral. Por outro lado, pautas como o fim da escala 6x1, que dialogam com a ideia de empoderamento do trabalhador, e o voto das mulheres, que tendem a rejeitar o radicalismo e são mais sensíveis à qualidade dos serviços públicos, favorecem o campo do presidente. Produção e apresentação: Eduardo Sombini Edição de som: Jéssica Cruz See omnystudio.com/listener for privacy information.
El liderazgo de aquellos que están al frente de la congregación deben buscar personas aptas para ayudar en el ministerio, he aquí la forma en que los encuentras y desarrollas.
A pesar del optimismo por el avance de la obra civil pesada, el consorcio se enfrenta ahora al tramo final del cronograma. Según Narváez, el 18% restante por ejecutar "es lo más retador que hemos tenido dentro de todo el proyecto".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cerramos la octava temporada con un episodio que me apetecía grabar desde hace meses. Igual te ha pasado como a mí: empecé hablando de un laboratorio de IA para cualquiera, y terminé recomendando GPUs de 3000 euros. Me fui creciendo, pero no hace falta. Te cuento cómo montar un laboratorio de IA local con el equipo que ya tienes. Da igual si tienes 8 GB de RAM o 16, CPU modesta o sin GPU. La clave está en elegir los modelos adecuados. Muchas veces nos perdemos buscando el modelo más grande, cuando con uno pequeño y bien cuantizado tenemos de sobra para el 80% de las tareas.Te hablo de Ollama, el gestor de modelos estándar para ejecutar modelos locales. Más de 180.000 estrellas en GitHub, API compatible con OpenAI, modelos para todos los presupuestos: desde Phi 3.5 con 3.8B parámetros hasta Qwen 1.5B que ocupa 1 GB. También la cuantización: reduces la precisión numérica de los pesos para que ocupen menos y vayan más rápido. El punto dulce es Q4_K_M, que reduce el tamaño a menos de un tercio. Para 8 GB de RAM, Q3_K_S puede ser tu salvación.También te hablo de Open WebUI, la interfaz que le da mil vueltas a ChatGPT. No solo chateas: tiene RAG local, Whisper integrado para transcribir voz (75 MB en CPU), TTS con Kokoro-82M para que el modelo te hable en tiempo real, búsqueda web, plugins y memoria persistente. Todo en un contenedor Docker que levantas con un solo comando.Y de SQLite Vec, extensión de SQLite sponsorizada por Mozilla para búsqueda semántica sin servidores vectoriales. Ni ChromaDB, ni Qdrant, ni Milvus. C puro que funciona hasta en Raspberry Pi. Creas tablas virtuales para vectores de 768 dimensiones, generas embeddings con nomic-embed-text, y buscas por similitud coseno en milisegundos. RAG local sin complicaciones.Y te explico cómo organizarlo todo con Docker o Podman. Un docker-compose.yml que levanta Ollama y Open WebUI en segundos, con healthchecks, redes separadas y volúmenes persistentes. También a limitar recursos con --memory y --cpus. He preparado scripts: inicialización que comprueba requisitos, crea directorios y descarga modelos; otro para descargar por niveles según tu hardware (nivel 1 para 8 GB, nivel 2 para 16 GB, nivel 3 para 32 GB); y uno de respaldo.Y la estrategia híbrida local + nube, que es lo que realmente tiene sentido. El enfoque Minions del Stanford Hazy Research Lab: el modelo local hace el trabajo pesado, y solo consulta al grande en la nube para tareas complejas. El 90% de las consultas se resuelven localmente. Ahorras dinero, mantienes privacidad de tus datos, y cuando necesitas potencia, la tienes.Con 16 GB de RAM y un SSD te sobra para el 80% de las tareas: traducciones, resúmenes, código, asistentes, RAG, transcripción de audio, texto a voz... Todo en tu máquina, sin enviar datos a servidores, sin suscripciones, sin depender de internet. Con 8 GB también puedes, con modelos más pequeños. Cerramos temporada, la novena arranca en el episodio 828. Capítulos del episodio:0:00 - Introducción — cierre de temporada 8 y replanteamiento2:30 - Hardware mínimo: 8-16 GB RAM + SSD obligatorio5:00 - Software base: instalar Ollama en tu distribución7:30 - Contenedores: Docker vs Podman para el laboratorio10:00 - Modelos pequeños: Phi 3.5, Qwen 1.5B y cuantización13:00 - Herramientas complementarias: SQLite Vec, Whisper, TTS16:00 - Organización del laboratorio: script y estructura de directorios19:00 - Demo: probando Ollama en local con modelos ligeros22:00 - Combinación local + nube: lo mejor de ambos mundos24:30 - Cierre, avance temporada 9 y despedidaMás información y enlaces en las notas del episodio
En este Manzanas Informadas hablamos de dos historias que muestran dos caras muy distintas de Apple.Por un lado, el Mac mini y el Mac Studio están encontrando un lugar inesperadamente importante dentro del mundo de la inteligencia artificial. Su arquitectura con Apple Silicon, la memoria unificada y la eficiencia energética están convirtiéndolos en máquinas especialmente interesantes para ejecutar modelos de IA de forma local, hasta el punto de que compañías como OpenAI y Anthropic ya estarían utilizándolos a gran escala.Y, por otro, vuelve a escena uno de los debates históricos alrededor de Apple: el derecho a reparar. Un tribunal de apelaciones de California ha permitido que continúe una demanda relacionada con las antiguas políticas de la compañía frente a las reparaciones independientes.Dos historias diferentes, pero con algo en común: decisiones tomadas por Apple hace años que hoy siguen teniendo consecuencias.
Los ceutíes no aguantan más y necesitan una solución urgente ante la insostenible situación que viven tras la invasión de miles de inmigrantes
Saskia Niño de Rivera conversa con Víctor Manuel, apodado "La Vitola", quien creció sin figura paterna desde los cuatro años. Nadie le puso límites. Sus primos venidos de Chicago le enseñaron a robar a los 16. A los 17 ya manejaba maquinaria pesada usando inhibidores de seis antenas para bloquear los GPS. En pocas horas ganaba lo que un trabajador no ve en meses: 40 mil pesos por máquina, hasta 200 mil a la semana. Pero la violencia llegó antes. A los 15 quitó la vida por primera vez en una fiesta de rock. La víctima era alguien que lo había golpeado de niño. La historia que marca todo es la de dos policías y nueve civiles: una sentencia inicial de 60 años que, mediante una apelación, logró reducir a 15. Salió un año y lo volvieron a agarrar por robo. 00:00:00 - 00:04:13 Miedo vs. respeto 00:04:14 - 00:32:03 Infancia, abandono y delito 00:32:04 - 00:48:22 El primer homicidio 00:48:23 - 00:59:09 Los dos policías 00:59:10 - 01:14:11 Culpa, hijos y segunda oportunidad Hay alguien recurrente que lo visita en sueños: una mujer a quien le quitó la vida bajo órdenes de su propio padre. Y hay una consecuencia que entendió demasiado tarde: sus seis hijos crecieron sin él. Igual que él creció sin el suyo. Víctor Manuel habla de cómo el miedo se confunde con el respeto, de por qué nunca tuvo límites y de si cree merecer una segunda oportunidad. ¿Quieres ver los episodios antes que nadie? Obtén acceso 24 horas antes aquí: https://www.youtube.com/channel/UC6rh4_O86hGLVPdUhwroxtw/join Visita penitencia.com Síguenos en: https://instagram.com/penitencia_mx https://tiktok.com/@penitencia_mx https://facebook.com/penitencia.mx https://x.com/penitencia_mx Spotify: https://spotify.link/jFvOuTtseDb Apple: https://podcasts.apple.com/mx/podcast/penitencia/id1707298050 Amazon: https://music.amazon.com.mx/podcasts/860c4127-6a3b-4e8f-a5fd-b61258de9643/penitencia Redes Saskia: https://www.youtube.com/@saskiandr - suscríbete a su canal https://instagram.com/saskianino https://tiktok.com/@saskianino https://x.com/saskianino Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Si te gusta lo que escuchas y quieres apoyar esta empresita, ven a ver el programa en directo de lunes a jueves a las 18:00h en Twitch.tv/chiclanafriends
¡ Buscan quitar miles de visas de trabajo y turismo !
Cruzeiro e Atlético-MG ficaram no empate na copa do Brasil. A Raposa vai conseguir a classificação? Tem que poupar no Brasileiro? O que faltou no jogo? E os bastidores aquecidos por causa de arbitragem? Com Danny Paiva, Guilherme Macedo Fernanda Hermsdorff. Produção: Isabelle Magalhães
Descarga el Vídeo Secreto en https://paconavas.com
Dicen que no quieres y se echan las manos a la cabeza ante tal posibilidad, pero todo es puro teatro. En el fondo, lo están deseando. Ellos no quieren un José Mourinho tranquilo y sosegado, sino todo lo contrario ¿Cómo si no van a llenar páginas de periódicos y horas de tertulias? La paz esa que dicen querer de los dientes para fuera no les conviene de ninguna forma. Sería perder una oportunidad de sacudirle palos al Madrid. Min. 01 Seg. 55 – Intro Min. 09 Seg. 03 - Doble vara de medir lingüística Min. 14 Seg. 32 - Un horario extravagante Min. 21 Seg. 18 - Los educados sólo en apariencia Min. 27 Seg. 39 - Recuerdos del año 2010 Min. 32 Seg. 09 - Será suplente y deja dudas Min. 38 Seg. 02 - La cabra tira al monte Min. 42 Seg. 36 - El guerrero que todos quieren Min. 47 Seg. 59 - Si me dices ven, lo dejo todo Min. 57 Seg. 50 - Despedida Glen Hansard (New York 23/01/2018) Time Will Be The Healer Shelter Lawrence Of Arcadia Way Back In The Way Back When Grace Beneath The Pines McCormack's Wall One Of Us Must Lose Winning Streak Her Mercy > Bring It On Home To Me Paddy Casey & Friends - The Auld Triangle (Dublín 04/08/2026)
Pasan los años, estamos ya en la decimoquinta temporada de El Radio, y todo sigue igual para los ciudadanos periodistas. Igual de mal, por supuesto. No importa que te refuerces en aquellas posiciones que estaban debilitadas por salidas de jugadores, porque para ellos siempre faltará alguien. Y no sólo eso, el tener varios jugadores por puesto, lejos de ser algo positivo para el entrenador como en otros equipos, en el Madrid es malo porque alguno tendrá que irse al banquillo y no jugar. Min. 00 Seg. 21 – Glen Hansard. In memoriam Min. 08 Seg. 47 – Intro Min. 14 Seg. 39 - Los artistas de la cabecera Min. 18 Seg. 03 - Ciudadanos periodistas en la despedida Min. 23 Seg. 42 - También pudo ser Vinicius Min. 30 Seg. 26 - Con todo respeto, está senil Min. 34 Seg. 44 - No tenían ni puñetera idea Min. 39 Seg. 53 - Otros audios descartados Min. 46 Seg. 40 - Cualquier cosa se puede esperar Min. 54 Seg. 54 - Es difícil encajar las piezas Min. 59 Seg. 16 - Bueno para el club, malo para los medios Min. 65 Seg. 30 - Ya sabemos cómo es Florentino... Min. 70 Seg. 27 - Una plantilla demasiado completa Min. 74 Seg. 48 - No ha podido o/y no ha querido Min. 80 Seg. 16 - Despedida Colm Mac Con Iomaire & Liam Ó Maonlaí - Instrumental (Dublin 04-08-2026) Glen Hansard (Chicago, IL 23/06/1999) Angel At My Table Astral Weeks Monument Red Chord Lay Me Down Revelate Seven Day Mile Your Face Star Star The Stars Are Underground God Bless Mom Pixies Medley Buzzin' Fly Gary Hansard - I Can See God (Dublin 04-08-2026)
Que lugar é esse onde não pode dar risada, não pode transar, não pode assistir televisão e não pode resolver situações dos relacionamentos?Morar em apartamento é uma regressão para os seres humanos — entre muitas outras que estamos vivenciando. É sujeitar-se voluntariamente (já que o livre-arbítrio é uma piada) a regras e confusões que desafiam o senso comum.“Ah, mas se quiser, vai morar no mato!”. Nem no meio do nada a pessoa está livre de vizinho. A não ser que seja o mato na Suíça.Para acelerar a extinção do ser humano como conhecemos hoje, inventaram ainda o grupo de WhatsApp do condomínio — sobre o qual já falamos aqui. O lugar que o diabo escolheu para fazer morada.APOIE o THIS IS BRAZIL aqui!Conheça o trabalho da PriCler e as Panteronas
Cruzeiro empata com o Flamengo no jogo de ida das oitavas da Libertadores. Faltou alguma coisa? Vaias ao Jardim foram justas? O que esperar do próximo jogo? Danny Paiva e Guilherme Macedo analisam diretamente do Mineirão. Edição: Isabelle Magalhães.
[Workbook incluído] Diseña tu propia aventura creativa y sal a vivirla. Aquí es donde entran los viajes, librerías, museos y las mañanas en un café al otro lado del mundo con tu journal abierto inyectándole multipotencialidad a tu proyecto para que se llene con tu capacidad de hacer muchas cosas al mismo tiempo PERO ENFOCADO EN UN PROYECTO. Porque cuando todo lo que rodea tu proyecto te encanta: se te quita la necesidad y la curiosidad de irte a empezar otra cosa desde cero. En esta parte 2 del episodio vas a usar tu workbook para convertir tus fotos, canciones, lecturas y futuros destinos en las respuestas que no encuentras sentado en tu escritorio. Igual que Howard Schultz que viajó a Italia, probó un espresso en una cafetería de Milán y nació Starbucks. Walt Disney visitó los parques de atracciones de su época en Europa e imaginó Disneyland. Steve Jobs viajó a la India y regresó con la visión de Apple. Phil Knight viajó a Japón se inspiró para crear Nike. Elizabeth Gilbert escribió Come, Reza, Amar después de su recorrido por Italia, India e Indonesia. J.K. Rowling tuvo la idea de Harry Potter en un tren de Londres a Edimburgo. Y Dan Brown viaja constantemente para investigar símbolos, pistas y la historia de los lugares donde ocurren sus novelas. Así que aquí te enseño mis dos reglas para viajar como ellos y dejar de viajar como turista porque la idea que te falta está a un vuelo, tren o carretera de distancia.
En este episodio hablamos de ventas, marketing y emprendimiento digital con Isra Bravo, uno de los copywriters y emprendedores más conocidos de España. Pero no solo hablamos de cómo crear negocios rentables, sino de qué pasa después del éxito, cómo sostener un negocio sin convertirse en esclavo de él, por qué facturar más no significa necesariamente ganar más, cuándo es mejor cerrar un proyecto aunque funcione y por qué escuchar sigue siendo una de las herramientas más poderosas para vender.Y no nos quedamos solamente en el terreno empresarial. ¿Qué tipo de vida permite sostener el éxito? Descubre qué llevó a Isra Bravo a cambiar radicalmente sus hábitos y a convertir en parte de su día a día caminar, entrenar y cuidar su alimentación. ¡Spoiler! la libertad financiera está muy bien, pero tener salud y energía para disfrutarla muchos años, todavía mejor.-------------------------------------------------------✅ COMUNIDADSi te ha inspirado este pódcast imagínate todo el crecimiento que te espera en Como Soy, la comunidad de salud integrativa más grande de España. Más de 7.000 personas ya están dentro, disfrutando de nuestras entrevistas exclusivas, Q&A, rituales, eventos, artículos premium y descuentos. Solo faltas tú.
Vendes mucho… pero tu empresa sigue sin dineroFacturar mucho no garantiza que tu empresa sea saludable.De hecho, muchas compañías desaparecen precisamente cuando atraviesan su mejor momento de ventas.¿Por qué?Porque descuidan la liquidez.En este episodio descubrirás:• La diferencia entre facturación, rentabilidad y flujo de caja.• Cómo reducir los plazos de cobro.• Por qué necesitas una reserva financiera.• Cómo calcular el coste real de mantener tu empresa.• El error que lleva a negocios rentables a quedarse sin efectivo.Porque una empresa no sobrevive gracias a las ventas.Sobrevive gracias al dinero disponible para seguir operando.
Edgard Maciel de Sá, Cauê Rademaker, Phill e Gustavo Di Sarli analisam empate diante do Vasco, atuação da defesa, retorno de JK ao time titular e o jogo decisivo da próxima quarta. DÁ O PLAY!
El periodista y Manuel Jabois analizan la denuncia de la RFEF al Barça, el mercado de fichajes del Real Madrid y la situación del Rayo Vallecano
Elvia Gómez, la joven rastreadora de aves e 'influencer', explica en 'La Ventana' en qué consiste el "pajareo" y por qué está despertando el interés de algunos jóvenes.
Hoy en La Casa, Manuel Silva, Samuel Rodríguez y Maggie Díaz reciben a una verdadera autoridad del deporte rey: Jesús Valenzuela. Con dos Mundiales en su currículum, Valenzuela nos cuenta cómo ha sido su increíble carrera en el arbitraje internacional, la presión de tomar decisiones en fracciones de segundo y cómo es lidiar con el caos en la cancha al más alto nivel. Pero fuimos más allá del silbato y la tarjeta roja para resolver la duda que todos tenemos: ¿Su personalidad es la misma dentro y fuera del campo? Descubre si Jesús es igual de estricto, serio y disciplinado en su vida diaria o si tiene un lado relajado que nadie se imagina.
Adquiere el "LIBRO DE ORACIÓN. Mi día a día con Jesús" en https://sercreyente.com/libros. Con más de 400 páginas, más de 500 oraciones y decenas de ilustraciones. Ve el vídeo en https://youtu.be/_9Z40IqjHj8________________Sábado, 25 de julio de 2026 (Santiago apóstol)Evangelio del día y reflexión... ¡Deja que la Palabra del Señor transforme tu vida! Texto íntegro del Evangelio y de la Reflexión en https://sercreyente.com/25-julio-santiago-apostol-patrono-de-espana/[Mateo 20, 20-28] En aquel tiempo, se le acercó la madre de los hijos de Zebedeo con sus hijos y se postró para hacerle una petición. Él le preguntó: «¿Qué deseas?». Ella contestó: «Ordena que estos dos hijos míos se sienten en tu reino, uno a tu derecha y el otro a tu izquierda». Pero Jesús replicó: «No sabéis lo que pedís. ¿Podéis beber el cáliz que yo he de beber?». Contestaron: «Podemos». Él les dijo: «Mi cáliz lo beberéis; pero sentarse a mi derecha o a mi izquierda no me toca a mí concederlo, es para aquellos para quienes lo tiene reservado mi Padre». Los otros diez, al oír aquello, se indignaron contra los dos hermanos. Y llamándolos, Jesús les dijo: «Sabéis que los jefes de los pueblos los tiranizan y que los grandes los oprimen. No será así entre vosotros: el que quiera ser grande entre vosotros, que sea vuestro servidor, y el que quiera ser primero entre vosotros, que sea vuestro esclavo. Igual que el Hijo del hombre no ha venido a ser servido sino a servir y a dar su vida en rescate por muchos».________________Descárgate la app de SerCreyente en https://sercreyente.com/app/¿Conoces nuestra Oración Online? Más información en: https://sercreyente.com/oracion¿Quieres recibir cada día el Evangelio en tu whatsapp? Alta en: www.sercreyente.com/whatsappTambién puedes hacer tu donativo en https://sercreyente.com/ayudanos/Contacto: info@sercreyente.com
#11 | Día Uno: Desglosamos los cambios en tecnología para que los aproveches en tu negocio y en tu vida. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
México busca hacer su mejor participación en la historia de los Mundiales y empezó con pie derecho al clasificar primera de su grupo obteniendo 9 puntos de 9 posibles. Las celebraciones en algunas partes del país se salieron de control... Igual vale mauser... ¡El que gana es el que goza! Mantente al día con los últimos de 'El Bueno, la Mala y el Feo'. ¡Suscríbete para no perderte ningún episodio!Ayúdanos a crecer dejándonos un review ¡Tu opinión es muy importante para nosotros!¿Conoces a alguien que amaría este episodio? ¡Compárteselo por WhatsApp, por texto, por Facebook, y ayúdanos a correr la voz!Escúchanos en Uforia App, Apple Podcasts, Spotify, y el canal de YouTube de Uforia Podcasts, o donde sea que escuchas tus podcasts.'El Bueno, la Mala y el Feo' es un podcast de Uforia Podcasts, la plataforma de audio de TelevisaUnivision.