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No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Junior Cesar Alves, especialista em operações no perpétuo com mais deR$8 milhões em comissões geradas, 90 mil alunos e 9 anos construindo negócios digitais do zero.A história dele começa com R$30 mil em dívidas tentando empreender sem resultado. Trabalhava com marketing multinível quando percebeu que vender conhecimento podia ser um negócio extremamente escalável. A virada veio com um curso de pisos de resina, gravado junto com um amigo que dominava a parte técnica enquanto ele cuidava da comunicação e do marketing.Primeiro mês: R$400. Segundo mês: R$800. No início do terceiro mês, enquanto ajudava um amigo a trocar umtelhado, recebeu uma mensagem da esposa pedindo para conferir as vendas. Antes das 10 horas da manhã já tinham vendido mais de R$2 mil. Aquele mês fechou em R$20 mil.A partir daí, crescimento constante. Até que um dia todas as vendas pararam. A conta havia sido bloqueada em outraplataforma. Semanas de espera, provas enviadas, nenhuma solução. Foi então que migrou para a Kiwify, onde está até hoje.No Kiwicast, ele falou sobre:● Como saiu de R$30 mil em dívidas para 8 milhões construindo no perpétuo● Por que o terceiro mês mudou tudo e o que ele fez de diferente no anúncio● Como construir ofertas e páginas que convertem de verdade● O que sustenta uma operação no perpétuo no longo prazo● Por que a pirataria é a maior ameaça ao mercado digital hojeAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, Biólogo, Doutor em Zoologia e coordenador do Laboratório de Ecologia Sensorial e Comportamento de Aracnídeos (LESCA), Rodrigo Willemart. Só vem! >> OUÇA (84min 47s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Rodrigo Hirata Willemart possui graduação em Ciências Biológicas (2000) e doutorado em Zoologia pela USP (2005). Durante o doutorado trabalhou na França (Université de Bourgogne) e na Argentina (Universidad Nacional de Córdoba). De 2006 a 2007 realizou pós-doutorado nos EUA na University of Nebraska e pesquisa na Harvard University. Foi pós-doutorando no Instituto de Biociências da USP em 2008, realizou pesquisa em 2014 na Aberystwyth University em País de Gales e foi professor visitante na Université de Paris XIII em 2015. Desde 2008 é professor na USP-Leste (Escola de Artes, Ciências e Humanidades). É credenciado no Programa de Pós-graduação em Zoologia do Instituto de Biociências da USP. Defendeu a livre-docência em 2018 e hoje é Professor Associado 3. Atua principalmente nos seguintes temas: ecologia sensorial, interação presa-predador, controle de escorpiões e comportamento de aracnídeos (Arachnida). Coordena o laboratório LESCA (Laboratório de Ecologia Sensorial e Comportamento de Aracnídeos), cujo site está em http://each.uspnet.usp.br/willemart/ Lattes: http://lattes.cnpq.br/9263833464663272 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Le 21 juin met toutes les musiques à l'honneur. Aujourd'hui, la « Foi prise au mot » ne dissone pas avec cet esprit de fête mais choisit d'explorer les harmonies profondes qui se trouvent entre la musique et le temps liturgique. Avent, Noël, Carême, Pâques, Pentecôte : le calendrier liturgique déploie une véritable pédagogie spirituelle autour du mystère du Christ, où chaque temps possède sa tonalité et sa couleur propre. C'est à ce voyage sonore que Régis Burnet vous convie en compagnie du chef de choeur François Polgár, le Monsieur musique de KTO. Pourquoi le Carême s'accompagne-t-il d'une certaine sobriété sonore ? Comment la joie pascale s'incarne-t-elle musicalement ? Et quelles formes musicales pour la fête de la Pentecôte ? À travers des extraits qui ont marqué l'histoire de la musique et de la liturgie, cette émission donne à entendre les plus célèbres compositeurs qui continuent de façonner le langage musical de l'Eglise et nous aident à prier et louer Dieu.
Visto da China, o G7 parecia girar em torno de uma questão: será que as economias mais avançadas do Ocidente podem reduzir sua dependência de Pequim? Thomás Zicman de Barros, analista político Foi-se o tempo em que os carros chineses pareciam feitos de papelão. Em Xangai, a regra são os modernos veículos elétricos que cruzam silenciosamente as avenidas da cidade. Ao mesmo tempo, milhões de pagamentos são feitos por QR Code e trens de alta velocidade ligam metrópoles distantes em poucas horas. O presente chinês parece, de fato, coisa do futuro. Foi dessa China que acompanhei as notícias do G7 – o clube das economias mais avançadas do Ocidente – reunido em Évian, na França. Sim, mesmo estando longe de Paris, onde moro, continuo falando da atualidade francesa. Mas agora a observo pelo olhar chinês. Oficialmente, a China não era o tema central do encontro. Mas ela estava presente em quase todas as conversas. A principal iniciativa econômica anunciada pelos líderes do G7 foi o reforço da cooperação para reduzir dependências em áreas consideradas estratégicas, especialmente os minerais críticos e as chamadas terras raras, indispensáveis para baterias, carros elétricos, semicondutores e equipamentos militares. O comunicado do G7 evitou apontar um alvo. Ainda assim, ninguém teve dúvidas sobre quem estava sendo discutido. A China ocupa uma posição dominante em diversas etapas da cadeia de produção desses materiais. Para a Europa, sobretudo, o equilibro não é fácil: diante da administração errática na Washington de Donald Trump, os europeus observam a China, por um lado, como parceiro mais confiável do que os Estados Unidos, mas com o qual se estabelece cada vez mais uma relação de dependência. Nos últimos meses, restrições impostas por Pequim às exportações de alguns deles aumentaram a preocupação de governos e empresas ocidentais. O objetivo do G7 é simples: reduzir vulnerabilidades e diminuir a dependência em relação à China. Neste imbróglio, a reação de Pequim foi clara. Autoridades chinesas acusaram o G7 de politizar questões econômicas e defenderam seus controles de exportação como uma prática legítima para proteger interesses nacionais. O episódio revela uma inversão histórica interessante Durante décadas, a ascensão chinesa foi interpretada como consequência de sua integração a uma ordem econômica internacional dominada pelo Ocidente. A rigor, se formos mais atrás na história, a China parecia ocupar uma posição subalterna no arranjo das nações desde as Guerras do Ópio, em meados do século XIX, que inauguraram o chamado Século das Humilhações. Derrotas militares, tratados desiguais e intervenções estrangeiras reduziram drasticamente a autonomia do país diante das potências ocidentais. Mesmo nas últimas décadas, a China dependia dos mercados externos, dos investimentos estrangeiros e do acesso às cadeias globais de comércio para sustentar seu desenvolvimento. A ironia é observar, em Évian, o que parece ser uma inversão de papéis. As potências que durante muito tempo moldaram as regras da economia internacional discutem hoje como reduzir sua dependência em relação à China. Pequim não substituiu o Ocidente no comando do mundo, mas conquistou uma posição estratégica em setores considerados essenciais para a economia do futuro. Observando os carros elétricos que cruzam as ruas chinesas, fica difícil não pensar que essa é uma das questões centrais do nosso tempo. Não apenas quem produz mais ou quem cresce mais, mas quem depende de quem.
A Copa do Mundo de 2026 está servindo de palco para a primeira expansão internacional da LiveModeTV. A empresa brasileira criada por executivos responsáveis pelo antigo Esporte Interativo e pelo sucesso da CazéTV no Brasil escolheu Portugal para lançar sua operação fora do país e, poucos dias após o início do Mundial, já acumula números históricos. O projeto ganhou ainda mais dimensão com a entrada de Cristiano Ronaldo como investidor e sócio estratégico. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Lisboa Nos primeiros dias da competição, a LiveModeTV alcançou mais de 1,26 milhão de dispositivos únicos nas transmissões realizadas pelo YouTube, o equivalente a cerca de 30,5% dos lares portugueses. A partida entre Brasil e Marrocos tornou-se, segundo dados da plataforma Playboard, a maior transmissão ao vivo da história do YouTube em Portugal, com mais de 302 mil dispositivos conectados em simultâneo. A emissão também entrou para o Top 10 das maiores lives do mundo naquele dia. Segundo dados da própria empresa, 71,4% da audiência está concentrada na faixa entre 18 e 44 anos, justamente o público que a LiveModeTV pretende aproximar do esporte por meio das plataformas digitais. Por trás do projeto estão executivos que acompanham a transformação do consumo esportivo há mais de uma década. Para Fábio Medeiros, Diretor de Conteúdos da LiveMode TV, a história começou ainda nos tempos do Esporte Interativo, quando o grupo iniciou as primeiras experiências com transmissões digitais. “Naquela época, as pessoas estranhavam. Depois, passaram a esperar. Foi ali que começamos a perceber que existia uma mudança de comportamento”, afirma. Segundo Medeiros, a empresa nunca teve a pretensão de alterar os hábitos do público. “A gente nunca nem se sentiu capaz de mudar o comportamento de ninguém. A gente entendeu que ele já estava mudando e que existia uma demanda por esse tipo de conteúdo no lugar onde as pessoas já estavam. O jovem já estava no YouTube. Então, se você leva o conteúdo para onde ele já está, você aumenta muito as possibilidades de sucesso.” Mais do que uma empresa de transmissões esportivas, a LiveModeTV foi construída em torno da ideia de comunidade. “A sensação de comunidade é diferente de simplesmente assistir. A pessoa sente que faz parte do projeto”, explica. Essa participação influencia diretamente o conteúdo das transmissões. “O chat muda o nosso roteiro. É como uma conversa entre amigos. Você pode até ter alguns assuntos preparados, mas alguém traz um tema novo e a conversa segue outro caminho.” Essa relação com a audiência vem desde os tempos do Esporte Interativo e foi sendo aperfeiçoada ao longo dos anos, destaca Medeiros. “A sensação de ser parte do projeto é diferente de apenas assistir a um projeto. Quando a pessoa sente que aquilo está sendo valorizado, ela tem mais prazer em participar.” Outro elemento central da estratégia é a escolha dos criadores de conteúdo. “O direito por si só gera uma conexão superficial. Você precisa das pessoas aqui no meio, que se conectam com o fã do outro lado.” A expansão para Portugal, segundo o executivo, exigiu a construção de uma equipe local. “Não adianta trazer um influenciador do Brasil com milhões de seguidores. A gente precisava de pessoas que já tivessem essa linguagem orgânica com o público português.” Por isso, a LiveModeTV apostou em criadores portugueses vindos do universo digital, além de narradores com forte ligação com o esporte. “A gente precisava de uma equipe que tivesse conhecimento, informação, mas também linguagem. Porque, senão, você perde a conexão com quem está do outro lado.” Portugal como primeiro capítulo da expansão internacional Depois do sucesso da CazéTV no Brasil, a internacionalização tornou-se um passo natural. “Portugal não é um teste. É o primeiro capítulo de um projeto internacional”, resume Medeiros. Nascido nos Açores e criado em Portugal até os 10 anos, antes de se mudar com a família para o Brasil, o executivo sempre manteve uma forte ligação com o país e admite que a chegada da LiveMode ao mercado português também representa a realização de um projeto pessoal. Para João Mesquita, diretor geral da LiveModeTV, as razões que explicaram o sucesso do modelo brasileiro não estavam restritas ao Brasil. “À medida que fomos desenvolvendo e entendendo as razões do sucesso do projeto no Brasil, percebemos que elas não eram exclusivas daquele mercado. O crescimento do consumo de vídeo no ambiente digital, a influência dos criadores de conteúdo, a importância das comunidades e da participação são tendências globais.” Segundo Mesquita, o desafio nunca foi reproduzir a experiência brasileira. “Não tentamos copiar o que foi feito no Brasil. Procuramos adaptar a mesma filosofia ao contexto português e ao comportamento da juventude em Portugal.” Na avaliação do executivo, as novas gerações continuam interessadas em esporte, mas muitas vezes não se identificam com os formatos tradicionais. “O jovem quer participar dos grandes eventos esportivos. Muitas vezes ele apenas não os encontra na sua linguagem. O que nós quisemos fazer foi aproximar a transmissão esportiva da forma como essas gerações já vivem todo o resto do entretenimento.” Para ele, o sucesso do projeto confirmou que a estratégia estava correta. “O sucesso acabou por confirmar que essa hipótese estava certa e que poderia haver uma procura muito forte por uma experiência mais próxima, mais participativa e mais integrada com a cultura digital.” Cristiano Ronaldo e a validação da ambição global A entrada de Cristiano Ronaldo na operação portuguesa da LiveModeTV como investidor e sócio estratégico acrescenta peso a um projeto que, desde a origem, foi pensado para ganhar dimensão internacional. “Cristiano Ronaldo entra como sócio estratégico porque acredita neste modelo de mídia esportiva e acredita que a LiveModeTV tem capacidade para alcançar uma escala global”, afirma João Mesquita. Embora a gestão continue nas mãos da equipe da empresa, o General Manager destaca a experiência internacional do capitão da seleção portuguesa. “Ele tem uma compreensão muito profunda da relação entre atletas, fãs e plataformas digitais. Mas talvez o mais importante seja que a entrada dele representa uma validação definitiva da visão, da ambição e do potencial de crescimento da LiveModeTV.” Fã declarado de Cristiano Ronaldo, Medeiros admite que a parceria também tem um significado pessoal. “Para mim, indiscutivelmente, ele é o maior de todos.” Segundo ele, a chegada do craque português não alterou a estratégia da empresa. “Na verdade, ela reforçou aquilo que a gente já acreditava. Existe um alinhamento de visão sobre como usar inovação e tecnologia para aproximar o esporte dos jovens e levá-lo para o mundo digital.” Ao todo, a LiveModeTV transmitirá 34 partidas da Copa do Mundo e produz cerca de oito horas diárias de programação.“O nosso foco agora é entregar um Mundial que seja um exemplo”, resume Medeiros. “O projeto veio para ficar”, conclui.
La bienveillance
A Copa do Mundo de 2026 está servindo de palco para a primeira expansão internacional da LiveModeTV. A empresa brasileira criada por executivos responsáveis pelo antigo Esporte Interativo e pelo sucesso da CazéTV no Brasil escolheu Portugal para lançar sua operação fora do país e, poucos dias após o início do Mundial, já acumula números históricos. O projeto ganhou ainda mais dimensão com a entrada de Cristiano Ronaldo como investidor e sócio estratégico. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Lisboa Nos primeiros dias da competição, a LiveModeTV alcançou mais de 1,26 milhão de dispositivos únicos nas transmissões realizadas pelo YouTube, o equivalente a cerca de 30,5% dos lares portugueses. A partida entre Brasil e Marrocos tornou-se, segundo dados da plataforma Playboard, a maior transmissão ao vivo da história do YouTube em Portugal, com mais de 302 mil dispositivos conectados em simultâneo. A emissão também entrou para o Top 10 das maiores lives do mundo naquele dia. Segundo dados da própria empresa, 71,4% da audiência está concentrada na faixa entre 18 e 44 anos, justamente o público que a LiveModeTV pretende aproximar do esporte por meio das plataformas digitais. Por trás do projeto estão executivos que acompanham a transformação do consumo esportivo há mais de uma década. Para Fábio Medeiros, Diretor de Conteúdos da LiveMode TV, a história começou ainda nos tempos do Esporte Interativo, quando o grupo iniciou as primeiras experiências com transmissões digitais. “Naquela época, as pessoas estranhavam. Depois, passaram a esperar. Foi ali que começamos a perceber que existia uma mudança de comportamento”, afirma. Segundo Medeiros, a empresa nunca teve a pretensão de alterar os hábitos do público. “A gente nunca nem se sentiu capaz de mudar o comportamento de ninguém. A gente entendeu que ele já estava mudando e que existia uma demanda por esse tipo de conteúdo no lugar onde as pessoas já estavam. O jovem já estava no YouTube. Então, se você leva o conteúdo para onde ele já está, você aumenta muito as possibilidades de sucesso.” Mais do que uma empresa de transmissões esportivas, a LiveModeTV foi construída em torno da ideia de comunidade. “A sensação de comunidade é diferente de simplesmente assistir. A pessoa sente que faz parte do projeto”, explica. Essa participação influencia diretamente o conteúdo das transmissões. “O chat muda o nosso roteiro. É como uma conversa entre amigos. Você pode até ter alguns assuntos preparados, mas alguém traz um tema novo e a conversa segue outro caminho.” Essa relação com a audiência vem desde os tempos do Esporte Interativo e foi sendo aperfeiçoada ao longo dos anos, destaca Medeiros. “A sensação de ser parte do projeto é diferente de apenas assistir a um projeto. Quando a pessoa sente que aquilo está sendo valorizado, ela tem mais prazer em participar.” Outro elemento central da estratégia é a escolha dos criadores de conteúdo. “O direito por si só gera uma conexão superficial. Você precisa das pessoas aqui no meio, que se conectam com o fã do outro lado.” A expansão para Portugal, segundo o executivo, exigiu a construção de uma equipe local. “Não adianta trazer um influenciador do Brasil com milhões de seguidores. A gente precisava de pessoas que já tivessem essa linguagem orgânica com o público português.” Por isso, a LiveModeTV apostou em criadores portugueses vindos do universo digital, além de narradores com forte ligação com o esporte. “A gente precisava de uma equipe que tivesse conhecimento, informação, mas também linguagem. Porque, senão, você perde a conexão com quem está do outro lado.” Portugal como primeiro capítulo da expansão internacional Depois do sucesso da CazéTV no Brasil, a internacionalização tornou-se um passo natural. “Portugal não é um teste. É o primeiro capítulo de um projeto internacional”, resume Medeiros. Nascido nos Açores e criado em Portugal até os 10 anos, antes de se mudar com a família para o Brasil, o executivo sempre manteve uma forte ligação com o país e admite que a chegada da LiveMode ao mercado português também representa a realização de um projeto pessoal. Para João Mesquita, diretor geral da LiveModeTV, as razões que explicaram o sucesso do modelo brasileiro não estavam restritas ao Brasil. “À medida que fomos desenvolvendo e entendendo as razões do sucesso do projeto no Brasil, percebemos que elas não eram exclusivas daquele mercado. O crescimento do consumo de vídeo no ambiente digital, a influência dos criadores de conteúdo, a importância das comunidades e da participação são tendências globais.” Segundo Mesquita, o desafio nunca foi reproduzir a experiência brasileira. “Não tentamos copiar o que foi feito no Brasil. Procuramos adaptar a mesma filosofia ao contexto português e ao comportamento da juventude em Portugal.” Na avaliação do executivo, as novas gerações continuam interessadas em esporte, mas muitas vezes não se identificam com os formatos tradicionais. “O jovem quer participar dos grandes eventos esportivos. Muitas vezes ele apenas não os encontra na sua linguagem. O que nós quisemos fazer foi aproximar a transmissão esportiva da forma como essas gerações já vivem todo o resto do entretenimento.” Para ele, o sucesso do projeto confirmou que a estratégia estava correta. “O sucesso acabou por confirmar que essa hipótese estava certa e que poderia haver uma procura muito forte por uma experiência mais próxima, mais participativa e mais integrada com a cultura digital.” Cristiano Ronaldo e a validação da ambição global A entrada de Cristiano Ronaldo na operação portuguesa da LiveModeTV como investidor e sócio estratégico acrescenta peso a um projeto que, desde a origem, foi pensado para ganhar dimensão internacional. “Cristiano Ronaldo entra como sócio estratégico porque acredita neste modelo de mídia esportiva e acredita que a LiveModeTV tem capacidade para alcançar uma escala global”, afirma João Mesquita. Embora a gestão continue nas mãos da equipe da empresa, o General Manager destaca a experiência internacional do capitão da seleção portuguesa. “Ele tem uma compreensão muito profunda da relação entre atletas, fãs e plataformas digitais. Mas talvez o mais importante seja que a entrada dele representa uma validação definitiva da visão, da ambição e do potencial de crescimento da LiveModeTV.” Fã declarado de Cristiano Ronaldo, Medeiros admite que a parceria também tem um significado pessoal. “Para mim, indiscutivelmente, ele é o maior de todos.” Segundo ele, a chegada do craque português não alterou a estratégia da empresa. “Na verdade, ela reforçou aquilo que a gente já acreditava. Existe um alinhamento de visão sobre como usar inovação e tecnologia para aproximar o esporte dos jovens e levá-lo para o mundo digital.” Ao todo, a LiveModeTV transmitirá 34 partidas da Copa do Mundo e produz cerca de oito horas diárias de programação.“O nosso foco agora é entregar um Mundial que seja um exemplo”, resume Medeiros. “O projeto veio para ficar”, conclui.
A meditação desta semana foi sobre “Quando as coisas dão errado”. E adivinha o que aconteceu com a gravação... Sim, deu errado! Acabou a memória da câmera no meio, depois fui regravar e ficou fora de foco. No fim, peguei da gravação de hoje o pedaço que faltava e colei na de ontem. Ficou meio pastiche, mas paciência. Às vezes as coisas dão errado... e esta meditação, pelo visto, quis dar exemplo prático do próprio tema. Quando a vida sai do roteiro, talvez o grande segredo para vencer seja aprender a perder com beleza. Como Mad Jack Churchill, o soldado inglês da Segunda Guerra que ia para a batalha com gaita de foles, arco, flechas e espada, até a derrota pode ser atravessada com alma grande. Capturado, ferido pelas circunstâncias e sem saída aparente, ele ainda encontra espaço para tocar uma música triste antes de cair nas mãos do inimigo. Há algo profundamente cristão nisso: não anestesiar a dor, não fugir dos limites, mas integrá-los, deixando que as cicatrizes se tornem ensinamentos gravados na alma.Diante dos fracassos, o caminho começa por parar e refletir. Como o homem perdido no mar que só descobriu a direção certa quando deixou de nadar desesperadamente e observou a correnteza, também nós precisamos frear o trem antes de gastar nossas forças na direção errada. Foi assim com o Filho Pródigo, que só começou a voltar para casa quando “entrou em si”. Depois vem a aceitação humilde: reconhecer a verdade sem se esconder como Adão, sem empurrar a culpa para os outros, mas fazendo um ato de contrição diante de Deus, que é Pai misericordioso e sempre abre uma porta de perdão, graça e recomeço.A partir daí nasce o propósito: pequeno, concreto, inteligente e possível. Não adianta transformar cada queda numa sentença de condenação, como se não houvesse mais jeito. É melhor olhar com serenidade para os recursos reais que temos e perguntar: o que dá para mudar agora? Talvez rezar em outro horário, estudar quando há mais energia, afastar a tentação da torta na geladeira, começar feio, mas começar. Star Wars nasceu depois de um primeiro roteiro confuso; Winston Churchill venceu o medo da tela em branco atacando-a com tinta; Rafael Nadal cresceu justamente porque encontrou cedo as derrotas que o ensinaram a lutar melhor. Para um algoritmo, o erro é algo a corrigir; para uma pessoa, pode ser o início de uma mudança profunda.No fim, a vida cristã é uma escola de esperança. “Todas as coisas concorrem para o bem dos que amam a Deus”, inclusive os tropeços, as gravações que dão errado, as perdas no balanço, as quedas, os recomeços e as telas em branco. Em Caná, quando o vinho acabou e tudo parecia caminhar para o vexame, Nossa Senhora estava presente e levou aquela falta até Jesus, que transformou a vergonha em alegria abundante. Que ela também esteja ao nosso lado quando as coisas derem errado, ajudando-nos a parar, aceitar, propor a mudança e lançar-nos de novo, com a confiança de quem sabe que a última palavra de Deus nunca é fracasso, mas redenção.___________________________Referências:"Mad" Jack Churchill, soldado britânico da Segunda Guerra MundialMagnifica Humanitas, n. 120 e n. 128Sobre: Richard Gasquet e Rafael Nadal: As virtudes do Fracasso, Charles Pépin.Sobre os 4 passos a tomar: https://www.artofmanliness.com/character/self-improvement/podcast-1120-how-to-try-again/ Outra entrevista com uma especialista sobre o assunto: https://www.artofmanliness.com/character/self-improvement/podcast-940-the-3-types-of-failure-and-how-to-learn-from-each/Brené Brown, reflexão sobre não anestesiar seletivamente as emoções: • The Power of Vulnerability | Brené Brown |...
Foi uma das vozes mais influentes dos bastidores da rádio portuguesa. Neste episódio, Rui Pêgo revisita a infância em Angola, a chegada a Portugal pós-Revolução, a construção das rádios que marcaram gerações e a transformação dos media. Fala da ameaça da desinformação, da importância do serviço público, da polémica em torno da RTP e da forma como o digital mudou a comunicação. Pelo meio, deixa reflexões contundentes sobre liberdade, envelhecimento, educação e uma sociedade que, apesar de mais instruída, lhe parece cada vez mais abrutalhada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: LAMENTAÇÕES 3:19-26 PLANO DE LEITURA ANUAL: ESTER 1–2; ATOS 5:1-21 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Susana não comprou nada para si durante três anos além das coisas básicas do lar. A pandemia afetou a renda dela, e minha amiga adotou um estilo de vida simples. “Um dia, ao limpar meu apartamento, percebi como minhas coisas estavam velhas e desbotadas”, compartilhou. “Foi quando senti falta de coisas novas, da sensação de frescor e entusiasmo. Meu lar parecia cansado e obsoleto. Parecia que eu não tinha algo pelo que esperar.” Ela encontrou incentivo na Bíblia em um livro improvável: Lamentações, que foi escrito por Jeremias após Jerusalém cair nas mãos da Babilônia. O livro descreve a ferida aberta da dor sofrida pelo profeta e pelo povo. Porém, em meio ao desespero, o amor de Deus é o solo fértil da esperança. “O amor de Deus não tem fim”, escreveu Jeremias, “suas misericórdias se renovam cada manhã” (LAMENTAÇÕES 3:22-23). Essa mulher lembrou-se de que o profundo amor de Deus é novo todos os dias. Quando as circunstâncias nos fazem sentir que não há mais nada a esperar, podemos nos lembrar da Sua fidelidade e esperar por Sua provisão. Podemos esperar confiantemente em Deus, sabendo que a esperança nele jamais é vã (vv.24-25) porque ela está ancorada em Seu amor e compaixão inabaláveis. “O amor de Deus é algo novo para mim a cada dia”, disse-me Susana, esperançosa. Por: KAREN HUANG
O João Sousa está em Amsterdão há quase 3 anos e por lá sente-se em casa. Foi nos Países Baixos que voltou a estudar, que recomeçou a escrever a sua história. Uma história que se resume na palavra "recomeço".See omnystudio.com/listener for privacy information.
O João Sousa está em Amsterdão há quase 3 anos e por lá sente-se em casa. Foi nos Países Baixos que voltou a estudar, que recomeçou a escrever a sua história. Uma história que se resume na palavra "recomeço".See omnystudio.com/listener for privacy information.
This week we're joined by Bill Goodwin, investigations editor at Computer Weekly and award-winning journalist, to discuss Europol's secret shadow IT system — and what it tells us about how law enforcement agencies evade oversight.LinksComputer Weekly investigation: https://www.computerweekly.com/news/366642525/They-protect-the-law-while-breaking-it-Inside-Europols-shadow-IT-systemWe Are Solomon: https://wearesolomon.com/en/mag/focus-area/accountability/they-protect-the-law-while-breaking-it-inside-europols-shadow-it-system/Privacy International's 2019 FOI on Europol: https://privacyinternational.org/report/3225/challenging-drivers-surveillance-eu-access-documents-requestsSpanish police and cryptophone intercepts: https://www.computerweekly.com/news/366643318/Spanish-police-systematically-hid-cryptophone-intercepts-from-courts-claims-ex-chiefBill's caseGoodwin v United Kingdom: https://globalfreedomofexpression.columbia.edu/cases/goodwin-v-united-kingdom/The Independent — Reporter's rights violated: https://www.independent.co.uk/news/uk/reporter-s-rights-violated-1438583.htmlHorizonParliamentary committee on Horizon redress: https://committees.parliament.uk/committee/365/business-and-trade-committee/news/212661/post-office-horizon-it-scandal-serious-structural-failings-persist-in-redress/Bill at TCIJ on breaking the Horizon story: https://tcij.org/summer-conference-event/breaking-horizon-post-office-scandal/
Foi descoberto que uma rede de extrema-direita, com ligações a elementos das forças de segurança, planeava vários ataques a políticos, incluindo ao primeiro-ministro Luís Montenegro. Pedro Delgado Alves sublinha que “estes movimentos são bastante perigosos” e apela a que não se confunda crispação parlamentar com violência organizada. José Eduardo Martins avisa que “isto parece quase um movimento dos camisas castanhas” e que não é possível ignorar as ligações do Chega a estes círculos. No pacote laboral, o partido de André Ventura abre caminho à aprovação da reforma do Governo, mas os comentadores concordam que o líder do Chega “tem uma viola muito pequenina num saco muito grande”. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 18 de junho. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aqui * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quando criança, o futebol ocupava boa parte do seu tempo e era, de longe, sua maior paixão esportiva. O vôlei também fazia parte da rotina, até que a bicicleta apareceu e rapidamente deixou de ser apenas um momento de diversão com as irmãs e alguns amigos. Em pouco tempo, o mountain bike passou a direcionar seus objetivos e transformar sua vida. Os primeiros resultados vieram cedo. Em 2021, conquistou o título de campeã brasileira de XCO na categoria sub-17. No ano seguinte, recebeu o convite para participar de um estágio de cinco meses na sede da UCI, na Suíça. Ainda em 2022, conquistou a medalha de bronze no Campeonato Brasileiro de XCO. No ano seguinte, o ciclismo voltou a abrir portas. Conquistou uma bolsa de estudos e passou uma temporada competindo na liga universitária americana, conciliando os estudos com as competições. Em 2024, retornou ao Brasil para continuar a graduação, sem perder o foco nas duas rodas. Naquele mesmo ano, conquistou o bronze na Brasil Ride Espinhaço. Os resultados passaram a aparecer de forma cada vez mais consistente. Em 2025, estreou no Cape Epic competindo ao lado do pai, e juntos chegaram à quarta colocação. Na CIMTB de Carandaí, terminou em terceiro lugar, conquistou o título do Iron Biker e tornou-se vice-campeã brasileira sub-23. Já em 2026, viveu sua temporada mais expressiva até aqui. Foi vice-campeã do Cape Epic na categoria duplas mistas ao lado do treinador Hugo Prado Neto, vice-campeã pan-americana sub-23 de XCO e medalhista de bronze no XCC da mesma competição. Também conquistou a terceira colocação no XCC elite da Internacional MTB Series, em Lavras, venceu a maratona da CIMTB, em Conceição do Mato Dentro, e terminou o Campeonato Brasileiro de Maratona na terceira colocação da elite. Conosco aqui, a estudante de Publicidade e Propaganda, atleta de mountain bike e uma das jovens ciclistas brasileiras em ascensão no cenário internacional, que sonha alto, a belo-horizontina Gabriela Pereira Ferolla. Inspire-se! Race Smart - check your heart Este episódio é oferecido pela @z2perfomance e pela @2peaksbikes A Z2 agora está com nova embalagem dos géis: abre fácil, com melhor fluxo de sucção e bordas arredondadas pra não te machucar durante o treino ou prova. E tem mais novidade: Barz, a nova barra de energia da Z2! Disponível em Berries & Limão Siciliano e Chocolate & Amendoim, feita com ingredientes naturais para um lanche prático e nutritivo a qualquer hora. Outra novidade é o gel de 75g de carboidratos, ideal pra estratégias de alto consumo. Siga @z2performance e fique por dentro do universo da Z2. A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Je reçois la grande romancière Lola Lafon cinq ans après notre premier échange dans La Poudre, dans le contexte très particulier d'une mobilisation massive contre les violences sexistes et sexuelles, après le viol et le meurtre de Lyhanna. C'est à l'occasion de la parution en poche de ses chroniques pour Libération, "Il n'a jamais été trop tard", que nous nous retrouvons. Elle qui dénonce ces violences depuis son premier ouvrage, en 2003, n'a pas peur de l'affirmer : "il y a un problème avec les hommes". Elle se demande à quoi aurait ressemblé sa vie sans le viol, et dit la valeur cardinale de l'amitié. Dans cet épisode, Lola Lafon évoque pour la première fois une expérience de psychiatrisation survenue à 17 ans, dont elle n'avait jamais parlé, et je la remercie pour cette confiance. Elle en a tiré la certitude qu'il fallait se battre contre toute forme d'autorité et "ne plus jamais se soumettre à un quelconque pouvoir", ce qui a dessiné les contours de sa vie adulte. Nous parlons aussi de l'anorexie, et de ce "temps passé à compter les calories" qui n'a pas été mis ailleurs. Il s'agit d'apprendre à se regarder comme une énigme, et à voir à quel endroit on "collabore à ce qui nous détruit", dans nos "petites compromissions".Ce qui a changé sa vie, estime-t-elle c'est un groupe de parole gratuit, militant et féministe, où elle a compris le pouvoir des récits juxtaposés, ce moment où les “je” deviennent un “nous”. Elle raconte comment elle s'est sortie "de l'ombre” par l'engagement radical et par l'écriture, une écriture qui n'est pas, elle insiste, thérapeutique, mais plutôt un dialogue avec un "nous qu'on ne connaît pas".Je vous laisse découvrir cet épisode d'une puissance folle, et le partager sur les réseaux !Photo : Lynn SK
Veja também em youtube.com/@45_graus Céu Mateus é professora catedrática de Economia da Saúde na Division of Health Research na Universidade de Lancaster, Reino Unido. É doutorada em Economia da Saúde Pública, mestre em Política Social Europeia e licenciada em Economia. Foi professora auxiliar de Economia da Saúde na Escola Nacional de Saúde Pública (2001-2014). Trabalhou no Instituto de Gestão Informática e Financeira (hoje ACSS) do Ministério da Saúde no departamento de Desenvolvimento de Sistemas de Informação Gestão entre 1995 e 2001, onde foi a responsável executiva pelo Sistema de Financiamento/Sistema de Classificação em Grupos de Diagnósticos Homogéneos. Enquanto investigadora trabalha principalmente na área de avaliação económica de tecnologias de saúde, medição da eficiência, equidade e qualidade de vida. É presidente da EuHEA – European Association of Health Economics. -> Nota de correção: Na introdução digo que o último Inquérito Nacional de Saúde foi realizado em 2019, mas a verdade é que foi feita uma nova recolha em 2025 (cujos dados ainda se encontravam em tratamento à data da gravação). _______________ Índice (1ª parte): Como está a saúde em Portugal em comparação com outros países? Estudo da OCDE / Comissão Europeia Diferenças entre homens e mulheres Inquérito Nacional de Saúde: último em 2014, PCP propôs novo Desigualdades económicas Diferenças de PIB entre países PT é dos países com mais altas taxas de vacinação Porque há cada vez mais pessoas anti-vacinas? Depressão e ansiedade Relação entre falta de sensação de controlo sobre a vida e saúde mental Sector da saúde em Portugal Público vs privado Adse e outros subsistemas O peso crescente dos seguros de saúde Porque estamos a gastar mais em saúde? O caso das ecografias See omnystudio.com/listener for privacy information.
Veja também em youtube.com/@45_graus Céu Mateus é professora catedrática de Economia da Saúde na Division of Health Research na Universidade de Lancaster, Reino Unido. É doutorada em Economia da Saúde Pública, mestre em Política Social Europeia e licenciada em Economia. Foi professora auxiliar de Economia da Saúde na Escola Nacional de Saúde Pública (2001-2014). Trabalhou no Instituto de Gestão Informática e Financeira (hoje ACSS) do Ministério da Saúde no departamento de Desenvolvimento de Sistemas de Informação Gestão entre 1995 e 2001, onde foi a responsável executiva pelo Sistema de Financiamento/Sistema de Classificação em Grupos de Diagnósticos Homogéneos. Enquanto investigadora trabalha principalmente na área de avaliação económica de tecnologias de saúde, medição da eficiência, equidade e qualidade de vida. É presidente da EuHEA – European Association of Health Economics. -- Inquérito aos ouvintes do 45 Graus _______________ Índice (2ª Parte): Serviço Nacional de Saúde: forças e fraquezas Sobrecarga nas urgências Pior em Lisboa e Vale do Tejo O impacto do Dr Google (e Dr ChatGPT) na nossa relação com os cuidados de saúde Faltam camas para internamentos? Demora nas especialidades cirúrgicas vs médicas Internamentos “sociais” Rede de cuidados continuados Cuidadores informais Que medidas recomenda a Céu para melhorar o SNS? Os enfermeiros deviam ter um papel mais relevante no sistema PT? Local de residência e distância à urgência Os imigrantes podem usar o SNS?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Programa Nacional de Triagem Neonatal, conhecido popularmente como “teste do pezinho”, completou 25 anos este ano. Certamente você já viu a imagem da coleta de sangue de um furinho feito no calcanhar do bebê. Ainda que não seja suficiente para fechar um diagnóstico, o teste do pezinho é essencial para indicar suspeitas de dezenas de condições e doenças raras. A coleta deve ser feita ainda na maternidade ou no posto de saúde, entre 48 horas e cinco dias após o parto. Atualmente, existem dois tipos de teste: o básico, oferecido no SUS, e o ampliado, que está disponível em laboratórios privados. O teste básico detecta sete doenças. O ampliado, mais de 50. Em maio de 2021 uma lei alterou o Estatuto da Criança e do Adolescente para que o SUS passasse a oferecer o teste ampliado. Mas a legislação não estabeleceu prazos para que estados e municípios cumprissem essa ampliação. E hoje, cinco anos depois, o teste ampliado só está disponível em dois estados e no Distrito Federal. Conclusão... um bebê a cada 2 mil e 500 nascidos têm sequelas irreversíveis causadas por falta de diagnóstico precoce. Foi exatamente o que aconteceu com o Theo, filho da nossa entrevistada de hoje, a jornalista Larissa Carvalho. Larissa é repórter da TV Globo em Belo Horizonte e lutou incansavelmente para ampliar o teste do Pezinho no SUS. Tanto que a lei ficou popularmente conhecida como Lei Theo. Ela vai nos contar como é a rotina com o filho e qual é a realidade das famílias que têm crianças com doenças raras.
Foi uma entrada em bolsa estratosférica para uma empresa espacial, a SpaceX, e dela resultou o primeiro trilionário. Como foi possível? Faz sentido? E o que faz de Musk esta espécie de Midas moderno?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Foi dia dos namorados, mês do orgulho e tem até santo casamenteiro! Então organizamos esse episódio especial sobre o amor na ciência. Nesse episódio, Bárbara, Rogério e Gabi contam três histórias de amor na ciência. Escute com quem é significative para você! Ajude o Pirula https://www.vakinha.com.br/vaquinha/pirulla Links do episódio Pintura do pulso do amor Luvas […]
No alto da Penaventosa, com vista desafogada sobre o Douro, ergue-se a primeira sede de poder do Porto. A Sé Catedral, iniciada por um bispo de origem francesa de nome D. Hugo, foi, durante 286 anos, o símbolo maior do governo da cidade. Portugal ainda não era nação quando D. Teresa, mãe de Afonso Henriques, doou o burgo e o couto portucalense à Igreja. As relações dos bispos com a coroa e com a burguesia emergente da cidade sempre foram conturbadas. Coube a D. João I, o "de boa Memória", romper com o poder da Igreja e iniciar um novo período de expansão do Porto para fora das muralhas. Neste episódio das "Histórias do Porto", o jornalista Carlos Rico conversa com Luís Amaral, especialista em povoamento e organização do território do noroeste da Península Ibérica da Universidade do Porto.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com a Copa do Mundo 2026 chegando, recebemos no BrunetCast o pentacampeão mundial EDMILSON para uma conversa que vai muito além do futebol. Edmilson revelou os bastidores da Copa de 2002, a importância da liderança dentro e fora de campo, e como as lições do futebol se aplicam diretamente à vida, aos negócios e à família. ⚽ Neste episódio você vai aprender:→ Como Edmilson foi "forjado" a ser líder desde criança → O papel do Felipão nos bastidores da Copa de 2002 → Por que o extra-campo vale 70% da vitória (no futebol e na vida) → Como lidar com pressão, banco de reserva e rejeição → A diferença entre ser IMPORTANTE e ser ESSENCIAL → O segredo do vestiário da Seleção contra a Inglaterra → Por que "nunca desperdice uma dor" é a frase que muda trajetórias → O que Edmilson aconselha para a Seleção Brasileira em 2026 Edmilson jogou pelo São Paulo, Lyon e Barcelona. Foi capitão, campeão espanhol, campeão francês por 7 anos seguidos e CAMPEÃO DO MUNDO em 2002 ao lado de Ronaldo Fenômeno, Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo e Cafu.
☀️ « Si tu le veux Jésus, je le veux moi aussi »Chère maman,Pour ce dernier épisode de l'année scolaire, je voudrais te faire un cadeau. Non pas une méthode pour mieux prier, ni un programme spirituel pour l'été, mais une simple phrase qui a profondément changé ma manière de vivre les contrariétés du quotidien.Cette parole, je l'ai reçue de la bienheureuse Chiara Luce Badano :« Si tu le veux Jésus, je le veux moi aussi. »Depuis plusieurs semaines, je la répète lorsque les choses ne se passent pas comme prévu : une inquiétude, un imprévu, une dispute entre les enfants, une décision difficile à prendre… Et j'ai découvert qu'elle apporte une paix étonnante.Dans cet épisode, je te partage comment cette petite phrase peut transformer notre regard sur les événements, nous aider à accueillir ce que nous ne maîtrisons pas et ouvrir grand la porte à l'action de l'Esprit Saint.Un épisode tout simple, pour entrer dans l'été avec davantage de confiance, de patience et de paix intérieure.
À Direita começa com uma viagem a 2016, o ano zero da nova direita. A eleição de Donald Trump transformou o panorama político americano, abriu um horizonte de possibilidades para o nacional-populismo europeu, e pôs em causa décadas de consensos que se julgavam inabaláveis.Neste primeiro episódio de À Direita, Vasco Rato e Teresa Nogueira Pinto conversam sobre a América, sobre declínio, contrarrevolução, a crise do liberalismo e o futuro da política americana. O ex-presidente da FLAD tem estado mais empenhado em compreender Trump e o Trumpismo do que em adjetivá-lo: o que é que Trump representa, o que veio fazer, e porque é que quem pensa que Trump é um interregno e tudo voltará ao que era está muito enganado.Vasco Rato é doutorado pela Universidade de Georgetown e professor universitário. Foi presidente da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento entre 2014 e 2019 e é autor de livros como “De Mao a Xi: O Ressurgimento da China” e “Tsunami: Trump, trumpismo e a Europa”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
À Direita começa com uma viagem a 2016, o ano zero da nova direita. A eleição de Donald Trump transformou o panorama político americano, abriu um horizonte de possibilidades para o nacional-populismo europeu, e pôs em causa décadas de consensos que se julgavam inabaláveis.Neste primeiro episódio de À Direita, Vasco Rato e Teresa Nogueira Pinto conversam sobre a América, sobre declínio, contrarrevolução, a crise do liberalismo e o futuro da política americana. O ex-presidente da FLAD tem estado mais empenhado em compreender Trump e o Trumpismo do que em adjetivá-lo: o que é que Trump representa, o que veio fazer, e porque é que quem pensa que Trump é um interregno e tudo voltará ao que era está muito enganado.Vasco Rato é doutorado pela Universidade de Georgetown e professor universitário. Foi presidente da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento entre 2014 e 2019 e é autor de livros como “De Mao a Xi: O Ressurgimento da China” e “Tsunami: Trump, trumpismo e a Europa”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
À Direita começa com uma viagem a 2016, o ano zero da nova direita. A eleição de Donald Trump transformou o panorama político americano, abriu um horizonte de possibilidades para o nacional-populismo europeu, e pôs em causa décadas de consensos que se julgavam inabaláveis.Neste primeiro episódio de À Direita, Vasco Rato e Teresa Nogueira Pinto conversam sobre a América, sobre declínio, contrarrevolução, a crise do liberalismo e o futuro da política americana. O ex-presidente da FLAD tem estado mais empenhado em compreender Trump e o Trumpismo do que em adjetivá-lo: o que é que Trump representa, o que veio fazer, e porque é que quem pensa que Trump é um interregno e tudo voltará ao que era está muito enganado.Vasco Rato é doutorado pela Universidade de Georgetown e professor universitário. Foi presidente da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento entre 2014 e 2019 e é autor de livros como “De Mao a Xi: O Ressurgimento da China” e “Tsunami: Trump, trumpismo e a Europa”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um dos mais importantes economistas brasileiros. Marxista, que teve uma carreira brilhante na academia, como professor da USP e da PUC em São Paulo. Houve um período em que teve que ficar afastado, por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual. Uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Este foi Paul Singer, personagem do documentário que faz parte de uma série de documentários de não ficção realizados pelo diretor Ugo Giorgetti. Este terceiro episódio sobre a série teve a colaboração por meio de entrevistas com o ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, a jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. Roteiro Liniane Brum: Paul Singer, uma utopia militante: esse episódio é o terceiro de uma série sobre os documentários e as peças de não ficção do diretor de cinema Ugo Giorgetti. Meu nome é Liniane Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. [Trilha musical] Liniane: A partir do ano de 2020, Ugo Giorgetti assina três documentários biográficos. São produções realizadas sob encomenda, que têm em comum a apresentação de homens que se destacaram em suas áreas de atuação e como pessoas também. São filmes que não partem de uma inquietação artística ou de uma necessidade intelectual. Ainda assim, são autorais. Estou falando dos filmes Paul Singer, uma utopia militante, produção de 2021, A invenção de Conrado Wessel, de 2024, e Alberto Dines – vínculos de liberdade, que saiu em 2026. Neste episódio vamos tratar de Paul Singer, uma utopia militante. Eu conversei com três pessoas sobre esse documentário. O economista, produtor do filme e ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, que me ajudou a entender os bastidores da produção. A jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. [Vinheta Oxigênio] Liniane: Antes de mais nada, pedi a eles que apresentassem quem foi Paul Singer. Paula Quental: Ele era de uma família judia, assimilada, como se diz, não era religiosa. Ele vinha da Áustria, a mãe percebeu para onde caminhava a coisa do nazismo. Ele conta, inclusive tá na dissertação, que ele descobriu que era judeu, aos seis anos de idade, quando a Áustria foi anexada por Hitler. Aí, chegaram os amiguinhos dele do colégio, com aquelas bandeirinhas nazistas, com a suástica, e ele queria sair junto (com os meninos) com aquela bandeirinha. Aí, a mãe dele vira para ele e diz: “mas, Paul, você é judeu”. Marcos Barreto: É um dos mais importantes economistas brasileiros, marxista e veio com sete anos fugindo do nazismo, com a mãe, o pai já havia falecido, ele veio com a mãe para São Paulo, e ele faz um curso técnico primeiro, ele começa a trabalhar como metalúrgico, só depois ele vai fazer faculdade. E vai fazer faculdade por conta de uma militância política dele, porque o sindicato, o movimento, achava, o mesmo movimento operário, que eles deveriam se qualificar as lideranças, e sugerem que ele vai fazer economia, e ele faz economia, ele se forma já com quase 30 anos, e ele depois tem uma carreira brilhante na academia, professor da USP, foi professor da PUC em São Paulo também, no período que teve que ficar afastado por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual, uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Paula Quental: Quando ele entrou na USP, ele já tinha lido o Capital, Trotsky, Lenin, Rosa Luxemburgo, que é muito da tradição dele, ele se considerava um luxemburguista. Então, é uma história de alguém que foi mergulhando nos clássicos e foi desenvolvendo um trabalho muito original, porque ele acabou indo para uma vertente, digamos, herética do marxismo, não convencional, heterodoxa, porque ele criticava, por exemplo, a União Soviética, ele criticava o centralismo da economia, ele defendia que deveria vir da base, da economia solidária, das cooperativas. Então, ele era um crítico da Revolução de 17 de outubro, da Revolução Bolchevique. Marcos Barreto: Depois, já mais nos últimos 20 anos da vida dele, ele se dedica a um tema muito importante, que é a economia solidária, então ali ele encontra talvez o assunto dos quais ele estudou, que mais ele pôde misturar uma militância política com um saber acadêmico, e colocou em prática, ele foi secretário de economia solidária no governo Lula e Dilma, até o impeachment da Dilma, praticamente ele ficou em Brasília coordenando essa Secretaria. Liniane: Esta apresentação foi feita pela Paula e pelo Marcos. E por aí a gente já consegue ver uma trajetória bem particular, que mistura prática militante e teoria, o que já o difere de muitos intelectuais. Faltou o destaque que o Marcelo Justo fez do nosso protagonista, que trago agora. Marcelo Justo: Tem um marco na vida do Singer, tanto pessoal quanto como militante, que é trabalhar em grupo. Ele se destaca como intelectual e parece que o intelectual é uma figura sozinha, isolada, mas ele só tem essa força que ele tem pela capacidade de estar em grupo e de se conectar o Singer é o que a gente chama mais contemporaneamente de um articulador de redes, ele está sempre mantendo redes de amigos e de militantes juntos, que caminham juntos. Liniane: Marcos, como surge a ideia de um filme sobre ele, ou seja, quem fala: “olha, agora tem que ser feito um documentário sobre o Paul Singer”. Marcos Barreto: Quando ele falece, um grupo de amigos, de pessoas que gostavam muito do professor, dizem, bom, a gente precisa fazer alguma coisa pra contar essa história dele, precisamos registrar isso de alguma forma, fazemos um livro, fazemos o que? Não, vamos fazer um filme e aí a gente faz então uma campanha de crowdfunding, pra conseguir o recurso pra fazer o filme. O primeiro passo foi esse: nós não tínhamos diretor, nós não sabíamos exatamente que filme seria, mas a gente resolve fazer algo que tem muito a ver com a economia solidária, uma grande vaquinha, em todos os 27 estados do Brasil, no Distrito Federal, há pessoas que contribuíram pra que o filme fosse feito. E aí ficamos, então, pensando que diretor pode fazer esse filme, ou diretora? Quebramos a cabeça até que eu sugeri que fosse o Ugo Giorgetti. Liniane: Por que Ugo Giorgetti? Marcos Barreto: Porque, entre várias coisas, o Paul Singer escolheu a cidade de São Paulo, quer dizer, ele veio criança, ele não escolheu propriamente, foi a mãe dele que veio, porque já haviam familiares em São Paulo. Mas ele acaba vindo pra São Paulo e adota a cidade como a cidade dele. Ele era um apaixonado por São Paulo, falava isso várias vezes, ele voltava às vezes pra Europa, ia fazer palestra, dizendo que não tem nada como São Paulo. Liniane: Assistindo o documentário, a gente percebe que Ugo Giorgetti traduz o Singer múltiplo. Os entrevistados comentam o olhar do diretor sobre suas conexões com figuras importantes da política, do campo da educação e mesmo e seu papel na difusão de O Capital, de Marx no Brasil. Foi ele quem primeiro traduziu o livro para o português. Paula Quental: Teve uma passagem no documentário do Ugo Giorgetti, em que ele entrevista o Paul Singer, porque ele fez ainda várias entrevistas com o Paul Singer, em que o Singer lembra da época que ele dividiu o secretariado da Erundina com Paulo Freire. E ele fala que aprendeu muito com o Freire, que se sente extremamente influenciado pelo Freire. E isso até me estimulou a escrever uma sessão na minha dissertação, chamada Dois Paulos, em que eu analiso justamente o aspecto pedagógico da obra do Paul Singer, que ele próprio se coloca como muito influenciado pelo Freire. Marcos Barreto: Com essa amplitude que tem a vida do professor, as pessoas podiam conhecer um lado, mas pouca gente conhecia o todo, e o filme permite esse registro. E do ponto de vista acadêmico, é um registro interessante também, mais uma vez, sem ser algo cansativo, extenuante, chato, ou mais maçante, vamos dizer assim, porque ele está ali, o registro da vida intelectual, de uma forma leve, de uma forma que você compreende e fala nossa, ele fez tudo isso, nossa, foi ele então que traduziu o Capital. Liniane: No final dos anos 1950, professores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, dentre os quais José Arthur Gianotti, Fernando Henrique Cardoso e Ruth Cardoso, organizaram um grupo para fazer a leitura de O Capital. Paul Singer integra esse grupo com a missão de traduzir o livro diretamente do alemão. Não custa lembrar que se trata de uma obra canônica no campo das ciências humanas. E que naquele momento Paul Singer ainda não era o economista, intelectual destacado e homem público da alta burocracia governamental. Aqui, as falas de Marcelo, Marcos e depois a Paula. Marcelo Justo: Isso é um marco né? é um marco, acho que para o Singer, é um marco na esquerda brasileira também, porque é um primeiro momento falando pelos relatos deles, que vão se debruçar sobre a obra do Marx de uma forma sistemática, durante muitos anos, – que é interrompido com o golpe de 64, mas começa, se eu não me engano, em 58, 59 e aí vão para outros autores, não só Karl Marx, que aí vão pegar o Singer como um leitor, desde criança, do alemão. Então ele integra o grupo como quem vai ler, trazer a versão original do alemão, mas é que eles vão comparando também a tradução. Então tem a leitura em alemão, tem a leitura em francês, a leitura do que existia em português. Isso depois vai servir também como base para o Singer depois fazer a tradução, a primeira tradução original em alemão do Capital, aí já nos anos 80. A partir desse grupo sai a tese de doutorado do Fernando Henrique Cardoso, então acho que tem todos esses marcos. O professor Roberto Schwarz até hoje também se refere a esse momento, o professor Michael Löwy, que é conselheiro do nosso instituto, que foi muito amigo do Singer, também se refere até hoje como um marco na vida dele, esse momento de leitura do Capital. Marcos Barreto: E depois tem um segundo momento, que é muito rico também, quando ele é convidado por um grupo de jovens que diz assim: “poxa, a gente queria fazer uma leitura do Capital”. E aí veio a ideia de fazer uma leitura no Teatro de Arena. Então já pensou o que era isso? Você reunia no Teatro de Arena, já na ditadura militar – aí nós estamos falando de um Brasil já fechado do ponto de vista político – e esse grupo se reunia sábado de manhã para fazer a leitura do Capital com a coordenação do professor Paul Singer. Então isso é um marco também, e desta leitura ele também aproveitou, como bom acadêmico, e fez um livro sobre essa experiência. Paula Quental: Eu ouvi do Lincoln Seco, professor de História da USP, que ouviu do Florestan Fernandes, que ele é a pessoa que mais conheceu O Capital no Brasil. Ele editou uma edição da Abril Cultural do Capital, uma edição famosa do início dos anos 1980, que a editora Ubu agora reeditou. E ele lia no original, ele mergulhou, e desde uma externa idade. Liniane: Eu selecionei um trecho do documentário em que o próprio Paul Singer fala sobre Marx. Ele integra o segmento intitulado por Ugo Giorgetti “Um autodidata na USP”. Ouve só: [Trecho do documentário] Paul Singer: Marx, em primeiro lugar, deu uma visão do capitalismo que ninguém havia dado antes, e que agora se mostra inteiramente verdadeira. Marx está sendo ressuscitado por não marxistas, exatamente como coincide, eu diria, de uma forma ultra surpreendente com este capitalismo extremamente em crises, crises que se repetem etc. porque ele entendeu, uma das coisas que tem Marx, a contribuição dele, é só dele, não é de outros, é que os economistas clássicos, tipo Ricardo, Adam Smith e tantos outros, que não eram reacionários, não, eles não eram de direita, mas eles jamais lembrariam em analisar a economia através de lutas de classes, isso é Marx. [Efeito Sonoro] (Voz de Paul Singer bem baixinha) [Silêncio prolongado] [Trilha incidental] Liniane: Marcelo, o Instituto Paul Singer e o documentário nascem praticamente ao mesmo tempo e se dedicam à difusão do legado do professor. Em que medida essa coincidência influencia o trabalho da entidade? Marcelo Justo: O Instituto, ele começa em 2021, a organização dele. No final do ano é que ele se formaliza com o CNPJ, e em 2022 é lançado, tornado público o Instituto. Ele é uma iniciativa dos familiares do Paul Singer, basicamente eu e a Helena Singer, que é a minha esposa, filha dele. É uma associação sem fins lucrativos que tem como missão preservar e reinventar esse legado. Um legado que tem esse histórico de uma luta pela democracia, pela solidariedade, a luta contra todas as formas de injustiça e desigualdade. Marcelo Justo: O nosso principal desafio é a difusão, é a divulgação das ideias e obras do Singer. Então, um documentário como esse é muito importante, ajuda muito nisso em 50, 40 e poucos minutos, assim, você tem a trajetória inteira dele, da história de vida, as principais ideias e algumas das polêmicas enfrentadas na trajetória, na vida dele. Então, para a gente, é um material muito importante, muito rico para divulgar. Liniane: É fato: documentário e Instituto convergem em objetivo e se fortalecem mutuamente. Porém, Marcos Barreto me explicou que o filme foi feito a partir de entrevistas realizadas em momentos diferentes. Na primeira, de 2015, Paul Singer é entrevistado pelo grupo que viria a produzir o documentário. A segunda é feita por Giorgetti, em 2018, antes do falecimento do professor. Já o Instituto, como Marcelo me contou, e formalizado em 2022. Marcos Barreto: O professor, no final da vida, já nos últimos anos, tinha alguns fatores de memória, algumas coisas que estavam começando a falhar. E a gente identificou isso, e a família, e a gente falou, bom, vamos gravar, vamos colocar o Paul Singer falando sobre a vida dele, sobre coisas que ele fez na vida que são marcantes, sobre passagens importantes, vamos quase que fazer uma entrevista com ele. E a gente fez duas sessões grandes com o professor, foi o Fernando Kleyman quem organizou isso, em Brasília. E ele então, por duas sessões de quase três, quatro horas, falou um monte, o que foi ótimo, porque quando a gente conseguiu resolver o dinheiro para fazer o filme, escolher o Ugo, etc, o professor havia já avançado na doença, já tinha dificuldade, o Ugo chegou a conversar com ele ainda em vida, o filme é lançado depois que o professor já faleceu. Liniane: O documentário foi divulgado na imprensa como uma produção que praticou a Economia Solidária. O que significaria essa afirmação, Marcelo? Marcelo Justo: Então, na economia solidária, democracia e autogestão são sinônimos, praticamente, nos escritos dele. Então, o que é isso? As pessoas se organizarem para produzir juntos, sem patrão e sem empregado. Todo mundo é cooperado. Não é à toa que o documentário tem o nome da utopia militante, que esse é o título do livro dele, que ele se coloca a isso, né? A questão da utopia como uma militância. A militância dele é por essa utopia, que é uma utopia de construir um socialismo que seja democrático, que não seja a experiência do chamado socialismo real, que é uma ditadura de esquerda. Liniane: Marcos também comentou sobre o termo utopia que está no título do documentário. E destacou, mais uma vez, a multiplicidade de papeis de Singer nos vários espaços em que atuou. Marcos Barreto: Esse título é tão forte e também resume tanto do que é o professor, porque justamente reúne essas duas facetas, que é uma pessoa que é um intelectual brilhante, professor titular da USP, com um militante que nunca deixou de ser militante. Ele foi estudar economia porque ele era um militante, e ele termina a vida como alguém que está pensando a economia solidária, que é algo prático, então ele não tava sendo um teórico da economia solidária, só que aí no meio desse percurso, já nessa última década da vida, nas últimas duas décadas, ele escreve esse livro, que é uma utopia militante, então ele assume ali o quê? Que ao mesmo tempo que ele está defendendo algo que é utópico, que é um desejo do que ele gostaria de ver acontecer, ele assume que aquilo só vai acontecer se tiver militância, ou seja, talvez aí, diferente do socialismo científico, que parte da ideia de que há uma evolução natural da história que vai ligar o socialismo, e que é algo que aliás o Singer não acreditava. Então o título, na verdade, quem escolheu foi o professor Paulo Singer, para o livro, e a gente quando viu, quando foi pensar no título do filme, a gente falou, putz, difícil achar um nome melhor do que Utopia Militante. Liniane: O documentário estreou no Festival Internacional É Tudo Verdade, em 2021, em um momento em que a letalidade do coronavírus alcançava um dos seus picos. Ele foi exibido de modo on-line, mediante a distribuição de duas mil senhas, que se esgotaram em poucos minutos. [Efeito sonoro] Liniane: “A trajetória política e intelectual de Paul Singer: da crítica marxista à Economia Solidária” é o título da dissertação de mestrado defendida por Paula Quental no Instituto de Estudos Brasileiros, o IEB, da USP, a Universidade de São Paulo, em 2024. Marcelo Justo, que é doutor em geografia pela mesma universidade, organizou o livro “Urbanização e Desenvolvimento”, uma coletânea de textos de Paul Singer. O volume foi editado pela Autêntica em parceria com a Fundação Perseu Abramo. Marcos Barreto é hoje Diretor Geral do Instituto Equipe Educação, Cultura e Cidadania e Vice-Diretor Geral da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), e segue engajado com a divulgação do legado de Singer. [Vinheta de encerramento Oxigênio] Esse trabalho de divulgação sobre a obra de não ficção do cineasta Ugo Giorgetti é realizado no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone. As entrevistas, o roteiro e a narração desse episódio foram feitos por mim, Liniane Brum. A revisão do roteiro é da Simone Pallone. A edição é do Guilherme Lopes, estagiário da Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares da Unicamp, a Cocen. A vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez. As trilhas usadas no podcast são de Blue Dot Sessions, tiradas do Free Music Archive. A gente vai deixar a ficha técnica do filme na descrição do episódio. As reportagens referentes à divulgação da obra de não ficção de Ugo Giorgetti foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência. Este episódio conta com o suporte da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas, e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast. Se você gostou do conteúdo, deixe seu like e compartilhe com seus amigos.
Jurandir Filho, Rogério Montanare, Thiago Siqueira e Fernanda Schmölz conversam sobre como muitos youtubers estão conquistando Hollywood. Durante décadas, assistir a vídeos era um ritual controlado por poucas empresas. A televisão decidia o que seria exibido, os cinemas escolhiam quais histórias mereciam espaço e os grandes estúdios definiam quem teria chance de criar. Para entrar nesse mundo, era preciso dinheiro, contatos e, muitas vezes, sorte. Então surgiu o YouTube. No começo, parecia apenas um site de vídeos engraçados, memes e gravações caseiras em baixa qualidade. Mas, sem que muita gente percebesse, ele estava mudando completamente a relação das pessoas com entretenimento, informação e criatividade.Talvez uma das maiores mudanças tenha sido o fato de que Hollywood passou a observar o YouTube em busca de novos talentos. Durante décadas, cineastas precisavam entrar em festivais, estudar em escolas tradicionais ou trabalhar anos na indústria até receber alguma oportunidade. Hoje, um vídeo viral pode mudar completamente a vida de alguém. O YouTube se tornou uma gigantesca vitrine de diretores, roteiristas, atores, animadores e artistas visuais.Foi aí que sugiram David F. Sandberg ("Annabelle", "Shazam!"), Neill Blomkamp ("Distrito 9"), Fede Álvarez ("A Morte do Demônio") e os recentes Kane Parsons ("Backrooms") e Curry Barker ("Obsessão"). Como eles conseguiram?|| ASSINE O SALA VIP DO RAPADURACAST- Escute um podcast EXCLUSIVO do RapaduraCast toda semana! http://patreon.com/rapaduracast
Durante muitos anos, ela observou atletas sendo preparados para suportar pressão, dor, expectativa e cobrança. Mas também viu de perto o outro lado da alta performance: ansiedade, exaustão, medo, excesso de controle e a dificuldade de sustentar resultados sem adoecer no processo. Foi mergulhando nesse universo que construiu sua trajetória profissional. Formada em Educação Física e Psicologia no início dos anos 2000, fez mestrado e doutorado em Psicologia, especializou-se em terapia cognitivo-comportamental e tornou-se diplomada em saúde mental pelo Comitê Olímpico Internacional. Há duas décadas vem atuando no acompanhamento de atletas de alto rendimento e, entre 2014 e 2022, liderou a área de preparação mental do Comitê Olímpico do Brasil, atuando, desde então, como líder das ações de saúde mental do COB. Nos últimos anos, esteve ao lado de atletas que viveram alguns dos momentos mais emblemáticos do esporte brasileiro recente, entre eles a ginasta Rebeca Andrade, maior medalhista olímpica da história do país, que reconhece publicamente a importância do trabalho desenvolvido por ela ao longo de mais de uma década de acompanhamento psicológico. Autora do livro Pensamento Campeão (2015), lançou recentemente seu segundo livro, Alta Performance Sustentável, no qual propõe uma reflexão sobre saúde mental, atenção, equilíbrio emocional e os custos invisíveis da busca incessante por resultados. Conosco aqui, a psicóloga clínica e do esporte, educadora física, mestre e doutora em Psicologia, especialista em terapia cognitivo-comportamental, escritora, palestrante e uma das principais vozes da saúde mental no esporte de alto rendimento brasileiro, cujo propósito é compartilhar conhecimento e metodologias que tornem as pessoas felizes com seus sonhos, suas escolhas e suas conquistas, oferecendo bem-estar e fortalecendo a resiliência em contextos de alta pressão e em busca da alta performance na vida, a curitibana Aline Arias Wolff. Inspire-se! Race Smart - check your heart Este episódio é oferecido pela @z2perfomance e pela @2peaksbikes A Z2 agora está com nova embalagem dos géis: abre fácil, com melhor fluxo de sucção e bordas arredondadas pra não te machucar durante o treino ou prova. E tem mais novidade: Barz, a nova barra de energia da Z2! Disponível em Berries & Limão Siciliano e Chocolate & Amendoim, feita com ingredientes naturais para um lanche prático e nutritivo a qualquer hora. Outra novidade é o gel de 75g de carboidratos, ideal pra estratégias de alto consumo. Siga @z2performance e fique por dentro do universo da Z2. A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Quando perdeu o pai de forma repentina, a Bruna entendeu que o amor deixa marcas que permanecem vivas, mesmo quando a voz de quem amamos já não pode mais ser ouvida.Pouco tempo antes da perda, Bruna havia passado um feriado ao lado do pai. Voltaram para casa no sábado. No domingo de manhã, ele saiu de moto e não voltou mais. Um acidente interrompeu uma história que ela imaginava ter muito mais capítulos pela frente.15 depois, ainda mergulhada no luto, ela tinha um show marcado. Subir naquele palco parecia impossível, mas foi justamente ali, tão perto da despedida, que encontrou forças para seguir. Cantar a fez lembrar por que havia escolhido a música. Desde o início, cada nota carregava um desejo silencioso: orgulhar o pai.A música sempre foi uma herança de família e seu avô era um de seus maiores mestres. Já muito doente, ele passava os dias entre a cama e as lembranças. Foi durante uma visita despretensiosa que Bruna comentou ter experimentado uma sanfona na casa de um amigo, e seu avô respondeu apontando para um instrumento esquecido na sala.A partir daquele dia, ela começou a aprender sozinha. Assistia a vídeos, ensaiava algumas notas e levava a novidade para compartilhar com ele. A sanfona virou uma desculpa bonita para estar presente com ele.Foi então que o pai percebeu algo especial naquele encontro entre neta e avô. Incentivou Bruna a pedir o instrumento para ela. Antes mesmo que ela terminasse a frase, o avô já havia dado sua resposta: para ele, aquela sanfona pertencia a quem a tocava.Um mês depois, ele partiu.Hoje, o pai já não está aqui. O avô também não. Outros amigos se foram pelo caminho, alguns de forma tão inesperada quanto o pai. Mas, quando Bruna canta, nenhuma dessas presenças parece distante.Porque a música se tornou o lugar onde as memórias permanecem vivas, o espaço onde o amor continua encontrando voz e onde ela pode reverenciar aqueles que ajudaram a construir quem ela é.Bruna acaba de lançar a música “Quase de Dançar”. O clipe reúne relatos de pessoas que já passaram pelo @historiasdeterapia e que ajudam a comprovar o poder transformador da música. Como diz a própria letra: toda canção nasce do que é bom de ouvir por dentro.
O Ederson acreditava ter construído a família perfeita ao lado da Luciana, até o dia em que ela disse que estava apaixonada por outra pessoa e decidiu acabar com o casamento de 10 anos. Ele ficou destruído e passou anos tentando superar, até que ele contraiu uma grave doença e uma surpresa inesperada: justamente Luciana e seu novo marido foram quem permaneceram ao seu lado durante o tratamento. Foi então que Ederson descobriu que, mesmo quando uma história de amor chega ao fim, o carinho, o respeito e a gratidão podem continuar existindo de outras formas.
Coverage that provides news and analysis of national issues significant to regional Australians.
Como foi o trabalho do Intercept Brasil a partir do vazamento de mensagens que mostraram uma proximidade inédita entre o candidato à presidência Flávio Bolsonaro e o dono do banco Master Daniel Vorcaro? Quais os desafios para conferir a veracidade do material enviado por fonte anônima? Como uma papinha quase impediu que a fatídica pergunta sobre o financiamento do filme Dark Horse fosse feita?Episódio relacionados86: a Vaza Jato e o mea culpa da imprensa134: Los golpistas fujones141: Tchau, Rio147: Um data center incomoda muita genteEntrevistados do episódioPaulo MotorynJornalista formado na PUC-SP, é repórter de política do Intercept Brasil e roteirista de não-ficção em Brasília. Trabalhou nas redações do site Poder360, do jornal Lance! e da revista Brasileiros.Leandro BeckerJornalista, editor no Intercept, tem 20 anos de experiência em reportagem, edição e gestão de equipes e projetos multimídia em jornal, rádio, TV e jornalismo digital, com passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, NSC TV, Globo Rural, Agência Lupa, Exame, UOL e O Estado de S. Paulo.Cecília OliveiraCecília Olliveira é autora de Como Nasce um Miliciano e jornalista investigativa dedicada a cobertura do tráfico de drogas e de armas e a violência. É cofundadora do Intercept Brasil, diretora fundadora do Instituto Fogo Cruzado e membro da The Global Initiative Against Transnational Organized Crime.Laís MartinsJornalista e repórter do Intercept Brasil, formada pela PUC-SP e mestra em Comunicação Política pela Universidade de Amsterdam. Foi fellow do Pulitzer Center, com um projeto sobre como a política armamentista do governo Bolsonaro impactou mulheres brasileiras, e do Rest of World, investigando a intersecção entre trabalho e tecnologia na América Latina.Thalys AlcântaraRepórter do Intercept em Brasília, trabalhou em O Popular e Metrópoles, foi vencedor do Prêmio de Jornalismo Investigativo da União Europeia e do Prêmio Dom Tomás Balduino de Direitos Humanos.Ficha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
New figures released from the Irish Road Safety Authority (RSA) to the Irish Road Haulage Association under FOI, reveal that there were 388,090 learner permit holders on Irish roads at the end of March 2026 - 6,219 more than at the same date in 2025 - one year ago. We now have more learner drivers in every county in Ireland, bar 4, since 2025, including here in Kerry. Jerry spoke to President of the Irish Road Haulage Association, Ger Hyland.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, Biólogo, Mestre e Doutor em Zoologia, com Pós Doutorado em Ecologia, Hugo Fernandes. Só vem! >> OUÇA (80min 01s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Hugo Fernandes é biólogo, professor da Universidade Estadual do Ceará, possui pós-doutorado em Ecologia e é mestre e doutor em Zoologia. Desde 2022, é sócio e Diretor de Inovação da Seteg Soluções Ambientais, empresa de consultoria com atuação em mais de 20 estados do país. Pertence ao corpo docente de programas de pós-graduação da UFC, PUC e Universidade do Carbono. Faz parte do programa executivo do European Institute of Innovation for Sustainability e integrou a delegação brasileira em duas Conferências das Partes da ONU (COP16 Biodiversidade e COP30 Clima). Foi membro do Programa Cientista Chefe junto à Secretaria do Meio Ambiente e Mudança do Clima do Ceará (SEMA), onde coordenou a Lista Vermelha da Fauna Ameaçada do Ceará. Além disso, faz parte do corpo de especialistas que elabora a lista vermelha nacional de roedores e felinos silvestres junto ao ICMBio. Como comunicador, foi um dos pioneiros da divulgação científica ambiental na internet brasileira, duas vezes TEDx speaker, apresentador de TV (SBT Ceará), colunista de ciência da Band News FM e assinou textos científicos para veículos como HuffPost New York, Folha de S. Paulo, Piauí e Veja. Pela sua atuação, já recebeu homenagens do Governo do Estado do Ceará, da Assembleia Legislativa do Ceará e do Conselho Federal de Biologia, no Senado Federal. Lattes: http://lattes.cnpq.br/9647959713613299 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Arnaldo Ribeiro, Eduardo Tironi, José Trajano, Juca Kfouri, PVC e Danilo Lavieri debatem a convocação do meio-campista Éderson após o corte do lateral direito Wesley na seleção brasileira para a Copa do Mundo. Foi a melhor escolha? Endrick pede passagem após o gol da vitória sobre o Egito?Qual deve ser o time titular para a estreia? Marrocos assusta o Brasil com atuação diante da Noruega?
Sabia que estes dois filmes estrearam exatamente no mesmo dia há 42 anos? Jogo sujo... Gremlins é claramente um filme de Natal. Foi para lixar a estreia ao Ghostbusters, só pode.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste programa da Escola do Amor Responde, um aluno compartilhou que esteve em um relacionamento por sete anos. Eles não se casaram, mas resolveram morar juntos. Durante esse tempo, o aluno disse que errou muito e cometeu muitas traições. Após algum tempo, ele até achou que não amava mais a parceira, mas estava enganado. Além disso, ele a incentivava a abrir um novo negócio e a deixar de trabalhar para outras pessoas, porém ela nunca quis. Isso o afetou, pois ele tem muita vontade de crescer na vida e conquistar uma vida financeira estável.O tempo passou, e ele pediu a separação, conheceu outra pessoa e se envolveu com ela por sete meses. Foi então que percebeu que ainda amava a ex. Segundo o aluno, ele não sabia como sair dessa situação. Nesse meio tempo, ela conheceu outra pessoa. Atualmente, o aluno saiu do relacionamento em que vivia, mas a ex disse que não o quer mais. Ele sabe que tem que seguir os direcionamentos de Deus, mas pediu um aconselhamento ao casal blindado.Terapia do AmorNa sequência, conheça histórias de quem se curou dos traumas do passado e se preparou para viver o amor inteligente após praticar os ensinamentos adquiridos durante as palestras da Terapia do Amor. Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
A greve. A PSU e o canal de denúncias. Passos, o ruído persistente a pedir debates que ninguém faz. Montenegro ignora. É a relação mais discreta da política portuguesa. Foi na ONU que Portugal se lembrou que existe.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cheguei do Rio faz pouco tempo. Dirigi umas oito horas e cheguei em casa de madrugada com o cachorro doente. Não dormi quase nada. Mas achei que seria bom sentar aqui um pouco e falar com vocês, sem muita cerimônia, como quem puxa uma cadeira num café no meio da tarde. Muita coisa tem acontecido. Teve o papo com o Mutarelli que mexeu bastante comigo e, pelo visto, com ele também. É raro encontrar alguém que ainda consiga ser brutalmente sincero hoje em dia. Sem performance. Só sendo. Também tive uma experiência bem profunda esses dias. Fui na casa de um fã do programa que eu não conhecia e acabei usando DMT. Foi uma coisa visual, um labirinto de cores, mas principalmente uma sensação de paz que eu não sentia faz tempo. Parecia que tinham lavado meu cérebro. A gente fica tão distraído com bobeira de rede social que esquece que esses lugares existem dentro da gente. O canal está num momento doido. Estou tentando entender o ritmo de tudo, equilibrando o Cigacasts, o Cineyur e essas lives. Fico feliz que vocês estejam por aqui acompanhando esse processo de reconstrução. Falamos também sobre música, fracasso, internet, tarô, ego e outras coisas que provavelmente nem estavam planejadas quando a live começou. Obrigado por estarem aqui.
Vous trouverez cet entretien sous deux formes : l'une complètement en anglais, l'autre doublée et expliquée en français par moi-même si vous préférez (les deux se trouvent séparément dans le flux du podcast, suivez les drapeaux !)Le lendemain de l'enregistrement de cet épisode - une dinguerie vous verrez -, je n'avais qu'une idée en tête : écrire à Elizabeth Gilbert, garder le lien avec elle. Cette femme a un charisme fou. Je le sais depuis 2006, lorsqu'elle a publié Mange, Prie, Aime, un livre qui a inspiré des millions de femmes - dont moi. Vingt ans plus tard, elle publie un livre poignant, Jusqu'à la rivière, dont elle estime qu'il est « la suite » de ce premier best seller. Le contenu en est bien plus sombre. Il lui a fallu huit ans pour avoir la force de « retourner en enfer » pour raconter l'histoire d'amour destructrice vécue avec son âme-soeur, Raya, atteinte d'un cancer en phase terminale et dépendante à la cocaïne et à l'héroïne. Elizabeth Gilbert, elle, était dépendante à l'idée qu'elle devait sauver Raya. Si, sur le papier, elle avait l'air d'être la « personne saine et altruiste », elle a compris ensuite qu'elle était « tout aussi folle, peut-être plus » que sa compagne. C'est ça, la « codépendance » un concept mal connu en France, qu'elle décrit d'une façon limpide : déverser dans l'autre tout ce qu'on est, puis rester « mains tendues, en espérant récupérer une miette de l'amour qu'on a déversé ». Elizabeth Gilbert est allée aux Codépendants Anonymes, et a fait ce fameux « programme en douze étapes » qui implique un bilan moral total, qu'elle décrit comme le moment le plus salvateur de sa vie.Elle me charme. Elle me fait rire. La conclusion à laquelle elle aboutit dans ce livre est exactement la même que celle à laquelle j'ai abouti dans Enfin Seule. Elle explore la nécessité pour les êtres humains, en particulier les femmes, de trouver l'apaisement dans une capacité reconquise d'être enfin heureuse seule.C'est pour ça que cet entretien m'a bouleversée. Je sais déjà qu'il vous plaira !Faites moi des retours sur les réseaux sociaux et n'oubliez pas de mettre des étoiles partout ! Ça aide Folie Douce à essaimer
Vous trouverez cet entretien sous deux formes : l'une complètement en anglais, l'autre doublée et expliquée en français par moi-même si vous préférez (les deux se trouvent séparément dans le flux du podcast, suivez les drapeaux !)Le lendemain de l'enregistrement de cet épisode - une dinguerie vous verrez -, je n'avais qu'une idée en tête : écrire à Elizabeth Gilbert, garder le lien avec elle. Cette femme a un charisme fou. Je le sais depuis 2006, lorsqu'elle a publié Mange, Prie, Aime, un livre qui a inspiré des millions de femmes - dont moi. Vingt ans plus tard, elle publie un livre poignant, Jusqu'à la rivière, dont elle estime qu'il est « la suite » de ce premier best seller. Le contenu en est bien plus sombre. Il lui a fallu huit ans pour avoir la force de « retourner en enfer » pour raconter l'histoire d'amour destructrice vécue avec son âme-soeur, Raya, atteinte d'un cancer en phase terminale et dépendante à la cocaïne et à l'héroïne. Elizabeth Gilbert, elle, était dépendante à l'idée qu'elle devait sauver Raya. Si, sur le papier, elle avait l'air d'être la « personne saine et altruiste », elle a compris ensuite qu'elle était « tout aussi folle, peut-être plus » que sa compagne. C'est ça, la « codépendance » un concept mal connu en France, qu'elle décrit d'une façon limpide : déverser dans l'autre tout ce qu'on est, puis rester « mains tendues, en espérant récupérer une miette de l'amour qu'on a déversé ». Elizabeth Gilbert est allée aux Codépendants Anonymes, et a fait ce fameux « programme en douze étapes » qui implique un bilan moral total, qu'elle décrit comme le moment le plus salvateur de sa vie.Elle me charme. Elle me fait rire. La conclusion à laquelle elle aboutit dans ce livre est exactement la même que celle à laquelle j'ai abouti dans Enfin Seule. Elle explore la nécessité pour les êtres humains, en particulier les femmes, de trouver l'apaisement dans une capacité reconquise d'être enfin heureuse seule.C'est pour ça que cet entretien m'a bouleversée. Je sais déjà qu'il vous plaira !Faites moi des retours sur les réseaux sociaux et n'oubliez pas de mettre des étoiles partout ! Ça aide Folie Douce à essaimer
No mundo profissional, quanto maior a senioridade de alguém, maior a expectativa - e, muitas vezes, maior também a pressão - das pessoas sobre as tomadas de decisões. O que a ciência diz sobre essa dinâmica? Confira o papo entre o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. >> OUÇA (51min 48s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * APOIO: INSIDER Sabe quando você vê uma roupa e pensa "nossa, essa peça é a cara dela"? Foi assim com o casaco Wingsuit da INSIDER: ele protege do frio com tecnologia e estilo, tem uma estética atemporal e dá aquele "up" no visual, seja ele chique ou esportivo. E, além do friozinho, sabe o que mais chega em junho? Ele mesmo: o Dia dos Namorados. Se você ainda não pensou no presente da sua companheira ou do seu companheiro, visite o site da INSIDER e dê uma olhada. Aposto que vai bater o 'isso é a cara dela ou dele' na hora. Você já sabe: use o endereço a seguir pra ter o cupom NARUHODO já aplicado ao seu carrinho de compras. >>> creators.insiderstore.com.br/NARUHODO Ou clique no link que está na descrição deste episódio. INSIDER: inteligência em cada escolha. #InsiderStore * REFERÊNCIAS Kinship and Behavior in Primates https://books.google.com.br/books?id=w4jHg1SkcaIC&pg=PA478&redir_esc=y#v=onepage&q&f=false O arco e o Cesto https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/8891625/mod_resource/content/1/Pierre%20Clastres%20-%20O%20Arco%20e%20o%20Cesto.pdf Does culture influence what and how we think? Effects of priming individualism and collectivism. https://psycnet.apa.org/doiLanding?doi=10.1037%2F0033-2909.134.2.311 Cultural Psychology: Beyond East and West https://www.annualreviews.org/content/journals/10.1146/annurev-psych-021723-063333; Cultural bias and cultural alignment of large language models https://academic.oup.com/pnasnexus/article/3/9/pgae346/7756548?guestAccessKey= The weirdest people in the world? https://www.cambridge.org/core/journals/behavioral-and-brain-sciences/article/abs/weirdest-people-inthe-world/BF84F7517D56AFF7B7EB58411A554C17 Autonomy-supportive teaching: Its malleability, benefits, and potential to improve educational practice https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/00461520.2020.1862657 Social anxiety and social norms in individualistic and collectivistic countries https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC3058376/ Collectivism predicts mask use during COVID-19 https://www.pnas.org/doi/abs/10.1073/pnas.2021793118 A meta-analysis of basic human values in Brazil: observed differences within the country https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-66572015000100009 Adaptation of a Cultural Measure in Brazil – Developing a Short Version of the Individualism–Collectivism Vertical–Horizontal Scale https://econtent.hogrefe.com/doi/10.1027/2698-1866/a000068 Large-Scale Psychological Differences Within China Explained by Rice Versus Wheat Agriculture https://www.science.org/doi/abs/10.1126/science.1246850 The Psychology of Radicalization and Deradicalization: How Significance Quest Impacts Violent Extremism https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/pops.12163 Living in a multicultural world: Intergroup ideologies and the societal context of intergroup relations https://www.taylorfrancis.com/chapters/edit/10.4324/9781315094267-5/living-multicultural-world-intergroup-ideologies-societal-context-intergroup-relations-serge-guimond-roxane-de-la-sablonni%C3%A8re-armelle-nugier Accepting Inequality Deters Responsibility: How Power Distance Decreases Charitable Behavior https://academic.oup.com/jcr/article-abstract/41/2/274/2907548 Measuring Culture Outside the Head: A Meta-Analysis of Individualism—Collectivism in Cultural Products https://journals.sagepub.com/doi/abs/10.1177/1088868308318260 Global Increases in Individualism https://journals.sagepub.com/doi/abs/10.1177/0956797617700622 Existential Isolation and Suicide Ideation Among Chinese College Students: A Moderated Mediation Model https://journals.sagepub.com/doi/abs/10.1177/00221678221106916 Maya Folk Botany and Knowledge Devolution: Modernization and Intra‐Community Variability in the Acquisition of Folkbotanical Knowledge https://www.researchgate.net/publication/230311740_Maya_Folk_Botany_and_Knowledge_Devolution_Modernization_and_Intra-Community_Variability_in_the_Acquisition_of_Folkbotanical_Knowledge Measuring Hofstede's Five Dimensions of Cultural Values at the Individual Level: Development and Validation of CVSCALE https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/08961530.2011.578059 Da solidão ao extremismo: análise fenomenológica existencial do isolamento social na adolescência https://www.revistajrg.com/index.php/jrg/article/view/2491 Spontaneous self-descriptions and ethnic identities in individualistic and collectivistic cultures. https://psycnet.apa.org/doiLanding?doi=10.1037%2F0022-3514.69.1.142 Naruhodo #446 - O que é transfuga de classe? https://www.youtube.com/watch?v=HQQyT1sawZo Naruhodo #462 - Por que gostamos do que gostamos? https://www.youtube.com/watch?v=2CmoDe1vU98 Naruhodo #98 - Por que precisamos falar sobre suicídio? https://www.youtube.com/watch?v=Yow-FP77YHY Naruhodo #387 - Somos bons (ou maus) por natureza? - Parte 1 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=Fx37e0PUgY4 Naruhodo #388 - Somos bons (ou maus) por natureza? - Parte 2 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=xwAEaMyfm0Q Naruhodo #220 - Existe causa para a depressão? - Parte 1 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=cFo8GFwyuR0 Naruhodo #221 - Existe causa para a depressão? - Parte 2 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=5peXBmG43lU Naruhodo #406 - As fases do luto têm validade científica? https://www.youtube.com/watch?v=VltGGsSfNsI
Logo no início do programa de hoje, Renato Cardoso reforçou sobre a importância de aprender e, sobretudo, praticar o amor inteligente, que recompensa a pessoa que o pratica. Nesse sentido, o professor recebeu o casal Milena e Fábio no estúdio do programa. Antes de se conhecerem, Milena e Fábio enfrentaram relacionamentos difíceis. Milena viveu anos em um casamento abusivo e decidiu se separar após descobrir traições. Fábio também teve problemas no casamento anterior, envolvendo traições e vícios, mas buscou mudar sua vida. Em 2021, perdeu a esposa para a Covid-19, tornando-se viúvo e responsável pelos filhos.Aplicativo "Quero Te Conhecer"Depois de passarem por processos de cura e amadurecimento, os dois ingressaram no aplicativo "Quero Te Conhecer". Foi assim que se encontraram. Após um período de conversas, iniciaram o namoro, seguiram para o noivado e, pouco mais de um ano depois de se conhecerem, se casaram.Hoje, Milena e Fábio afirmam viver um relacionamento completamente diferente dos que tiveram no passado. O casamento deles é baseado em respeito, diálogo, apoio mútuo e companheirismo. A história do casal mostra que, mesmo após experiências dolorosas, é possível superar traumas, reconstruir a vida amorosa e encontrar um relacionamento saudável e feliz.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Chère Maman,En cette fin d'année scolaire, tu as peut-être toi aussi l'impression de vivre dans un immense trampoline intérieur : urgences, papiers, imprévus, maladies, retards, listes qui débordent… et cette tension qui finit parfois par rejaillir sur ceux qu'on aime.Dans cet épisode de Maman prie, je te partage une parole du prophète Zacharie qui a profondément changé ma manière de vivre ces moments d'implosion intérieure :« Revenez à la place forte, captifs pleins d'espérance. »Et si cette “place forte” était ce lieu intérieur où Dieu nous attendait, au cœur même de notre agitation ?Un endroit de paix, de repos, d'humilité et de confiance, accessible même au milieu du chaos