Podcasts about FOI

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Everything Compliance – Shout Outs and Rants
AI, Investigations, Kickbacks and Kids

Everything Compliance – Shout Outs and Rants

Play Episode Listen Later Aug 25, 2026 14:27


Welcome to a new season of Everything Compliance—Shout Outs and Rants. We have a new host, Adam Turteltaub, and a new panelist, Rebecca Walker, who joins returning regulars Jonathan Armstrong and Karen Moore for the next iteration of Everything Compliance Shout Outs and Rants. Adam shouts out to the Boeing documentary Free Fall and Peter Robison's book Flying Blind for lessons on culture, whistleblowers, and safety, and praises United Airlines for returning a plane to address a mechanical issue. Rebecca raises a compliance training dilemma: employees using company AI tools to answer test or “test-out” questions, which may look like cheating and undermine training records in an investigation, yet could mirror desired real-world behavior if employees are expected to consult policies, compliance, or an AI chatbot when issues arise. Jonathan recounts a scandal involving Scotland's First Minister John Swinney, including FOI-revealed travel costs (about £45,000 in flights and significant car hire) allegedly contrary to policy and justified as meetings in Kentucky. Karen shouts out to the 25 incoming Fordham MSL Introduction to Corporate Compliance students and reflects on the shift from accidental to intentional compliance careers. Everything Compliance Shout Outs and Rants is a production of the Compliance Podcast Network.

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Z2 Talks
VICTOR BUENO e ARTHUR GONÇALVES | NOWAY | Z2T 238

Z2 Talks

Play Episode Listen Later Aug 24, 2026 61:19


Proteína é bom e necessário pra nossa saúde e suplementação. Mas as vezes só não desce bem, e é complicado demais pra encaixar os shakes na rotina. Foi por isso que a Noway nasceu. Um suco proteico. Simples. Uma solução tão óbvia que faz você se questionar como isso nunca tinha sido feito antes. E hoje no Z2 Talks recebemos as duas mentes por trás disso, Victor Bueno e Arthur Gonçalves, eles contam sobre os principais desafios enfrentados, conquistas ao longo do caminho, aprendizados e as próximas metas da Noway.---------------------------------------------Victor Buenohttps://www.instagram.com/victor_bueno_ribeiro/Arthur Gonçalveshttps://www.instagram.com/arthursgoncalvess/Nowayhttps://www.instagram.com/nowaydrink/---------------------------------------------Victor Castello Brancohttps://www.instagram.com/victorcastellobrancoz2---------------------------------------------PLAYLIST COMPLETA https://www.youtube.com/playlist?list=PLcotMVx5Zr8VPHl8RZ3KuI3jULNRxya5YZ2Performance - https://www.instagram.com/z2performance---------------------------------------------#z2performance #z2talks #podcast #alwayschasing

O Assunto
Lulinha e Marcola nas investigações da PF

O Assunto

Play Episode Listen Later Aug 21, 2026 28:39


Convidado: Reynaldo Turollo Jr, repórter do g1 em Brasília. A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu que os três inquéritos que envolvem Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula, sejam enviados à primeira instância do Judiciário. As investigações que miram Lulinha têm origem no esquema de descontos indevidos no INSS – um caso no qual ele não é acusado de envolvimento. Foi ali que a Polícia Federal apreendeu o celular da empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, encontrou indícios de que o filho do presidente possa ter cometido tráfico de influência. O conteúdo encontrado no aparelho de Roberta também mostra a conexão dela com Marco Aurélio Santana Ribeiro. Conhecido como Marcola, ele foi chefe de gabinete do presidente da República até julho e, segundo as investigações, recebeu dinheiro da empresária. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Reynaldo Turollo Jr, repórter que está cobrindo o caso desde o início das investigações. Turollo explica os três inquéritos, detalha quais são as suspeitas e conta qual o impacto político disso no núcleo duro da campanha de Lula à reeleição.

Endörfina com Michel Bögli
#478 Ezequiel Morales e Soledad Omar

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Aug 20, 2026 123:30


Os meus convidados de hoje cresceram em cidades do interior da Argentina. Em comum, tiveram uma infância marcada pelas brincadeiras ao ar livre, pelo esporte e pela liberdade. Ele é filho de um ex-jogador e treinador de futebol. Cresceu jogando futebol, vôlei, softball e experimentando tudo o que aparecesse pela frente. Aos 13 anos, participou de uma prova de corrida de 1.500 metros pelas ruas da cidade. Voltou para casa com um troféu e descobriu a modalidade que passaria a fazer parte da sua rotina durante a década seguinte. Foram anos dedicados ao atletismo até ingressar na Faculdade de Educação Física. Ela, a segunda de cinco irmãos, tinha tanta energia que a mãe fazia questão de mantê-la sempre em alguma atividade esportiva. Ainda criança, conheceu modalidades como vôlei, atletismo, basquete, softball e ginástica artística. Aos sete anos, começou a nadar. Durante o inverno, fazia balé, judô e outras atividades. Mais tarde, passou a correr para manter o condicionamento físico, sem imaginar que logo encontraria o esporte que mudaria sua vida. Em dezembro de 1991, aos 17 anos, participou do primeiro triathlon realizado em sua cidade. Precisou competir com uma bicicleta emprestada, venceu a prova e nunca mais se afastou da modalidade. Pouco tempo depois, mudou-se para La Plata para cursar Educação Física, passou a treinar com uma equipe especializada e rapidamente conquistou espaço entre as principais atletas do país, iniciando uma longa trajetória representando a Argentina. Foi também em La Plata que suas histórias passaram a caminhar juntas. Enquanto ela já vivia intensamente o triathlon, ele ainda dividia seus dias entre a universidade e as corridas de rua. A convivência com os triatletas foi despertando sua curiosidade. Acompanhou treinos, participou de algumas competições e decidiu disputar todo o circuito argentino da modalidade. Bastou uma temporada para descobrir que havia encontrado um novo caminho. No ano seguinte, já competia na categoria elite. A carreira dos dois se desenvolveu na mesma medida que sua conexão pessoal. Representaram a Argentina em competições internacionais, conquistaram títulos, dividiram treinos, viagens e experiências que fortaleceram uma relação construída dentro e fora do esporte. Em 2003, decidiram mudar-se para o Brasil em busca de novos desafios. Aqui consolidaram suas carreiras profissionais, viveram alguns dos momentos mais marcantes de suas trajetórias e ajudaram a escrever parte da história do triathlon brasileiro. Casaram-se e tiveram um filho. Ao longo dos anos competindo na Argentina, ela foi heptacampeã estadual de triathlon, campeã da Copa Nacional de Triathlon, duas vezes vice-campeã nacional, integrou a Seleção Argentina em diversas competições continentais. No Brasil, foi terceira colocada no Ironman Brasil de 2010, campeã do Circuito Long Distance de 2009, vice-campeã em 2005 e vice-campeã do Troféu Brasil em 2004 e 2005. Na Argentina, ele foi pentacampeão estadual de triathlon, campeão da Copa Nacional em 2001 e vice-campeão argentino em 2001 e 2004. Também representou a Seleção Argentina em diversas competições pelo continente e venceu uma etapa do Pré-Olímpico da ITU realizada em La Paz, em 2006. Nas provas de longa distância, conquistou o título de campeão do Ironman Brasil de 2012, foi segundo colocado em 2010 e terceiro colocado em 2011. Venceu ainda o Ironman Wisconsin, em 2011, e o Ironman 70.3 Penha, em 2010. Encerradas suas carreiras como atletas profissionais, permaneceram onde sempre estiveram desde a juventude: no esporte. Compartilham, desde então, a experiência acumulada em décadas de competições à frente da EZK Team, em Niterói, formando atletas e acompanhando de perto novas histórias que começam a ser escritas. Conosco aqui, um casal que construiu toda uma vida tendo o esporte como ponto de encontro. Dois educadores físicos, ex-triatletas profissionais, treinadores e pais, argentinos que escolheram o Brasil para viver e que seguem inspirando atletas dentro e fora das competições: a concordiense Maria Soledad Omar e o lobense Ezequiel Alfredo Morales. Inspire-se! Race Smart - check your heart Este episódio é oferecido pela @z2perfomance Para quem quer aumentar o consumo de carboidratos, a Z2 tem um gel com uma composição pensada exatamente pra isso: a linha Load Up, com maltodextrina e frutose na proporção 1 pra 0.8, que garante um digestão mais eficiente e energia ultrarrápida. Você encontra o Z2 Load Up na versão 75g ou 40g de carboidratos, com ou sem cafeína. O Saltz, da Z2, é pensado pra reposição eficiente de eletrólitos e suporte real à performance em treinos e provas. Repõe sódio, potássio e magnésio, ajudando a manter o desempenho em treinos longos e dias de calor de acordo com a sua estratégia e necessidade. Siga @z2performance e fique por dentro do universo da Z2. SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.  

Podcast do Patroni
#276 - Além da semente

Podcast do Patroni

Play Episode Listen Later Aug 20, 2026 35:55


Uma semente carrega muito mais do que potencial produtivo. Para cumprir seu papel no campo, precisa de vigor, qualidade, cuidado e condições para começar uma nova história. Com as pessoas, não é muito diferente. Marcos Tomazeli cresceu no interior do Rio Grande do Sul, em uma família de produtores rurais. Ainda menino, acompanhava o pai e os tios no campo. Queria dirigir as máquinas, participar do trabalho e repetir os passos de quem admirava. Foi ali que começou a nascer sua vocação pelo agro. Aos 14 anos, ingressou em um colégio agrícola. Depois veio a Agronomia e um estágio o trouxe para Mato Grosso. Era uma experiência de poucos meses, mas que acabou abrindo caminho para uma trajetória profissional. A oportunidade transformou-se em carreira, alimentada pela busca constante por conhecimento. Marcos começou no campo, acompanhando a produção de sementes. Curioso, foi conhecendo outras áreas, do beneficiamento e qualidade à logística e gestão. Um percurso que mostra que crescer profissionalmente também passa por compreender o negócio como um todo. Hoje, como superintendente de operações da Agro-Sol, participa de uma cadeia em que cada detalhe importa. E carrega uma convicção que aparece com força nesta conversa: diante dos desafios, o volume pode até mudar, mas a régua da qualidade não pode baixar. Neste episódio, falamos sobre sementes, carreira, conhecimento, liderança e família. A história de quem fez da curiosidade uma ferramenta para aprender, evoluir e enxergar o agro muito além da semente.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #74: Leticia Marteleto

Naruhodo

Play Episode Listen Later Aug 17, 2026 88:57


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora, Pesquisadora, graduada em Economia, com Mestrado e Doutorado em Sociologia, atual Chefe do Grupo de Demografia da Universidade da Pensilvânia, Leticia Marteleto. Só vem! >> OUÇA (88min 57s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino (@reginaldocursino) Ilustração e Capa: Felipe Cruz (@felipecruzart) http://naruhodo.b9.com.br * Leticia Junqueira Marteleto possui graduação em Economia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1995), mestrado em Sociologia com ênfase em Demografia pela Bowling Green State University (1997), mestrado em Metodologia de Survey pela University of Michigan (2000) e doutorado em Sociologia com ênfase em Demografia pela University of Michigan (2001). Foi pesquisadora associada e professora colaboradora dos Departamentos de Demografia/Cedeplar e Sociologia da Universidade Federal de Minas Gerais (2001-2004). Tem pós-doutorado pela University of Michigan (2004-2008), onde atuou também como pesquisadora do Institute for Social Research (ISR) e do Population Studies Center (PSC) e como professora do Departamento de Estudos Educacionais da Escola de Educação (2008-2009). Foi consultora residente da Divisão de População das Nações Unidas (2007-2008) em Fecundidade, tendo preparado relatórios sobre Adolescência e os Objetivos do Milênio. Foi professora associada (com tenure) do Departamento de Sociologia da University of Texas em Austin e pesquisadora associada do Population Research Center (PRC) e do Lozano Long Institute for Latin American Studies (LLILAS). Atualmente, é Professora Titular de Sociologia da Universidade da Pensilvânia, onde também é Chefe do Graduate Group in Demography (GGD). Atua nas áreas de demografia social, demografia da família, fecundidade, estudos educacionais, métodos quantitativos, desigualdades sociais e raciais com enfoque principalmente no Brasil, América Latina e África do Sul. É InvestigadoraPrincipal do projeto DZC, financiado pela NIH, o primeiro survey longitudinal sobre vida reprodutiva e fecundidade no Brasil. Site: https://web.sas.upenn.edu/leticia-marteleto/ * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser.  O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo

Notícia no Seu Tempo
Na largada, Lula e Flávio focam economia e segurança

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Aug 17, 2026 7:58


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (17/08/2026): No primeiro dia de campanha, os dois candidatos que lideram as pesquisas eleitorais se voltaram principalmente para a economia e a segurança pública. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) falou em ministério para tratar de segurança pública e disse que a exploração de terras raras no País é tarefa de empresas brasileiras, sem a intervenção de outros países. Os EUA têm pressionado para abrir esse setor aos estrangeiros. Já Flávio Bolsonaro (PL) voltou a usar a imagem da tesoura para prometer cortar os impostos. Ambos apostaram também no simbolismo ideológico: Lula escolheu o estádio municipal 1.º de Maio, em São Bernardo, para começar sua campanha à reeleição. Foi lá, em 1979, que o então metalúrgico liderou uma greve em plena ditadura militar. O candidato do PL escolheu a Praia de Copacabana, no Rio, e foi vestido verde e amarelo. Política: Caiado, Zema e Renan abrem corrida ‘em casa’ Economia: Crédito próprio avança 70% em 2 anos com juro elevado e endividamento Internacional: Terremoto na Indonésia deixa 5 mil desabrigados; mortes chegam a 53 Esporte: Brasil ganha ouro inédito no MundialSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Gregario Cycling
RADIO - Rui Oliveira alivia a tristeza ao final da Volta a Portugal

Gregario Cycling

Play Episode Listen Later Aug 16, 2026 53:59


Pela primeira vez na carreira, o português Rui Oliveira, da UAE, venceu (e levou) uma prova profissional. Foi na última etapa da Volta a Portugal.A alegria do Tuga campeão olímpico ameniza a dor da morte de Finlay Tarling, ciclista que faleceu na competição aos 19 anos de idade. Dedicamos esse episódio à sua memória.Na pauta da semana, tudo que se sabe sobre a tragédia em Portugal e também, claro, os principais resultados e movimentações da semana. A Vuelta a España se aproxima!! Mas essa terá um episódio totalmente dedicado na próxima sexta.Chegue junto!!

Alta Definição
Carlos Lopes:‌‌‌ “Nunca tive medo que o cancro da boca pudesse correr mal. Já passei por tanta coisa, ia ter medo de quê?”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Aug 16, 2026 49:55


Nascido em Rio de Moinhos, numa família humilde com oito irmãos, Carlos Lopes abandonou a escola aos 13 anos para ajudar financeiramente os pais, percorrendo vários ofícios antes de se fixar na serralharia. Foi por acaso, numa noitada com amigos, que descobriu o atletismo — uma “brincadeira de miúdos” que o levaria ao topo do mundo. A conversa com Daniel Oliveira revela um homem que nunca separou o esforço quotidiano da sua filosofia de vida, recordando que chegou a treinar até às 22h00 depois de um dia inteiro de trabalho, e que os quase dez anos de paragem forçada por lesão no tendão de Aquiles nunca abalaram a sua convicção de que voltaria a competir ao mais alto nível. O Alta Definição foi exibido a 15 de agosto na SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast Cinem(ação)
#658: Os Infiltrados

Podcast Cinem(ação)

Play Episode Listen Later Aug 15, 2026 105:21


Cinco indicações sem vitória. Foi assim que Martin Scorsese chegou a Os Infiltrados (2006), o filme que finalmente lhe deu o Oscar de Melhor Diretor em 2007. Mas será mesmo essa a melhor obra da carreira dele, ou o prêmio veio como uma espécie de acerto de contas atrasado da Academia?Neste episódio de aniversário de 20 anos, o grupo destrincha detalhes que passam batido pela maioria do público: o filme é remake de um thriller de Hong Kong que nem Scorsese nem o roteirista assistiram antes de adaptar, a montagem de Thelma Schoonmaker que faz duas horas e meia parecerem uma só, e um motivo visual escondido em janelas e sombras que funciona como presságio de morte.Rafael Arinelli, Caio de Aquino, Fernando Machado e Cecília Barroso discutem a masculinidade performática de Matt Damon, o pânico constante de Leonardo DiCaprio, os improvisos assustadores de Jack Nicholson com uma arma de verdade no set, e o final com um rato que quase foi apagado digitalmente após uma petição de fãs em 2019.Vinte anos depois, Os Infiltrados continua questionando o sistema. Existe alguma diferença real entre o policial e o bandido?Ouça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • André Marinho Moreira• Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• Wilmar Arinelli Jr• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Cecilia): Série: Cabo do Medo• (Cecilia): Reality Show: O Ultimato - Queer Love• (Caio): Anime: Madoka Magica• (Caio): Jogo: The Amazing Spider-Man• (Fernando): Álbum: Equilibrivm• (Fernando): Álbum: Equilibrivm II• (Fernando): Álbum: Tambores, Cafezais, Fuzis, Guaranás E Outras Brasilidades• (Rafa): Série: A Casa do DragãoEdição: ISSOaí

Café com Tulipa
CT 3830 - Único Salvador

Café com Tulipa

Play Episode Listen Later Aug 15, 2026 2:48


Todos nós ansiamos por sermos aceitos e, esperamos, que nossas qualidades nos qualifiquem e sejamos notados e valorizados por todas as pessoas que nos cercam. Quando pensamos que Deus, também, nos aceitará e nos reconhecerá em virtude de nossas virtudes estamos escolhendo um caminho completamente equivocado. Nunca estaremos à altura das exigências de Deus, pois ele é santo e justo e nós somos pecadores. Foi, exatamente, por causa de nossos pecados que Deus enviou o seu Filhos, Jesus Cristo, para ser o nosso salvador. Estávamos separados dele, incapazes de alcança-lo, mas ele mesmo veio ao nosso encontro, em Cristo. Jesus é o nosso único salvador e o único caminho que nos leva ao nosso Deus.

Chicotadas
#56 Relações mais saudáveis na não monogamia e no BDSM: Ferramentas de comunicação e suporte para neurodivergentes e neurotípicos, com Márcio/Ciel e Gabi Dias

Chicotadas

Play Episode Listen Later Aug 13, 2026 149:17


Foi aqui que pediram ferramentas de comunicação e suporte para relacionamentos fetichistas e não monogâmicos? Reunimos novamente a mesa do nosso episódio 55, Ada, Roxy, Gabi e Márcio/Ciel, para conversarmos sobre relacionamentos, dificuldades e conflitos comuns entre neurodivergentes e neurotípicos e ferramentas que podemos desenvolver e aplicar para vivermos relacionamentos cada vez mais saudáveis e seguros na não monogamia e no BDSM. Vem escutar que o episódio está longo, recheado de boas dicas e conselhos e, como sempre, boas risadas (e alguns tapas na cara metafóricos, não vamos mentir).  Participantes: Ada @aleneouada, Roxy @roxylust, Gabi Dias @gabidays23, Márcio/Ciel @divergentemente.psi @_marcio.exeVoz da vinheta: apresentadoras*Episódio disponível também em vídeo!*Este episódio foi gravado em estúdio em 23/06/2026.  Apoie o Chicotadas! https://apoia.se/chicotadas Form para envio de dúvidas e feedbacks: https://forms.gle/x3HUheP52BkALn989 Nossos links: https://chicotadas.com.br/A vitrine é uma arte com fotos. O fundo é roxo com padrão de desenhos de ferramentas em cor avermelhada contrastante. Nas laterais da arte, nomes e fotos dos participantes, olhando/apontando para o centro da imagem. Ouça o episódio para ter a descrição física de cada uma das pessoas. No centro da imagem, o número e título do episódio (#56 Relações mais saudáveis na não monogamia e no BDSM: Ferramentas de comunicação e suporte para neurodivergentes e neurotípicos) em vermelho e amarelo claro sobre fundo lilás e vermelho. Abaixo dos títulos, uma chave de fenda e um flogger fazem um formato de X. Na parte inferior da imagem, marca d'água com a logo principal do podcast (um chicote posicionado para lembrar uma onda sonora) em amarelo claro. Minutagens:1:52 Início do episódio e autodescrição*Continuação do ep 55, Por que somos tantos neurodivergentes no BDSM e na Não Monogamia?  4:44 Como foi nossa recuperação depois da situação contada no episódio anterior?6:30 Relacionamentos. Como é se relacionar com pessoas neurodivergentes? O que precisamos ter em mente?Citados: masking (mascaramento/camuflagem social), relações seguras, stim/stimming (movimentos repetitivos de autorregulação), clareza e ruídos de comunicação, rigidez cognitiva, hiperfoco, depressão nas altas habilidades, questões sociais, Ted Lasso, "seja curioso, não julgue", conflitos e dificuldades. 39:11 Questões comuns e conflitos. Que tipo de situações podem acontecer quando a gente se relaciona com pessoas neurodivergentes? Citados: impulsividade, tolerância à frustração, racionalização, estratégias de adaptação disfuncionais, interpretação dos fatos e narrativas pessoais, rigidez cognitiva, difusão cognitiva, crenças e desculpas, negociação e atender expectativas, Trevor Noah e começar dizendo não. 1:05:33 Como as ferramentas do BDSM podem ser úteis?Citados: previsibilidade, "jumping to conclusions" (chegar a conclusões rápidas sem evidência suficiente), "jump the gun" (fazer algo antes da hora, agir antes de pensar). 1:19:53 https://apoia.se/chicotadas  1:22:06 Ferramentas de comunicação e suporte para relacionamentos mais saudáveis. Quais são tipos e possibilidades de ferramentas e que cuidados devemos tomar?Citados:- crises, tipos de ferramentas, formas de lidar com conflitos- ep "Clube dos Apoiadores #14: Nossos erros de iniciantes no BDSM".- rigger @leviriet- Asgard e Hannah (@kinkgram.ofc e @hannah.esquilinha)- Chicotadas Fest- situações de hiperfoco, spotters e timers, o perigo de ter/ser enabler 2:13:20 Últimos conselhosCitados: stim toy, fidget toy 2:21:27 Nossas Chicotadas- Podcast "Para dar nome às coisas", Natália Sousa (eps para começar: 248, 323, 333)- Podcast "Multiamory"- Série "Ted Lasso", Apple TV- Série "Heated Rivalry" (Rivalidade Ardente), HBO Max- Especial "Bo Burnham: Inside", Netflix- Jogos "Dark Souls" e "Crash Bandicoot"- Música "Revelação", Fagner e solo de guitarra de Robertinho de Recife 2:28:09 Aftercare

Les chemins de la philosophie
Averroès, passeur de savoirs : La raison et la foi selon Averroès

Les chemins de la philosophie

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 58:32


durée : 00:58:32 - Avec philosophie - par : Géraldine Muhlmann - Deux thèses ont marqué la postérité d'Averroès : sa thèse sur l'intellect et sa thèse sur ce qu'on appelle à tort, la "double-vérité" qui consiste à dire que la vérité est une, mais qu'il existe deux voies d'accès pour l'atteindre. Pourquoi ont-elles fait tant scandale ? - équipe : Anna Pheulpin, Carla Michel, Corinne Amar, Nicolas Berger, Nassim El Kabli, Luna Hadjla Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France

SBS Portuguese - SBS em Português
Pai de dois, brasileiro propõe solução para crise de moradia na Austrália com projeto Tweed Roots

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 20:58


Depois de se separar, Samir Bernardes, profissional do audiovisual, se viu sem alternativas para conseguir comprar a casa própria para morar com os filhos em Tweed Heads, na divisa entre Nova Gales do Sul e Queensland. Foi neste momento que ele pesquisou e encontrou alternativas de comunidades que administram terras cedidas pelo governo para que as pessoas possam financiar somente o custo das casas, surgindo então a proposta do Tweed Roots. O projeto está em vias de consulta pública e busca ser uma alternativa para a crise de moradia.Depois de se separar, Samir Bernardes, profissional do audiovisual, se viu sem alternativas para conseguir comprar a casa própria para morar com os filhos em Tweed Heads, na divisa entre Nova Gales do Sul e Queensland. Foi neste momento que ele pesquisou e encontrou alternativas de comunidades que administram terras cedidas pelo governo para que as pessoas possam financiar somente o custo das casas, surgindo então a proposta do Tweed Roots. O projeto está em vias de consulta pública e busca ser uma alternativa para a crise de moradia.Esta é uma reportagem da SBS em Português. Aproveite para avaliar o nosso podcast. Você pode dar até cinco estrelas e deixar um comentário. Se gostou do que ouviu, compartilhe esta reportagem com outras pessoas. Basta clicar no botão de compartilhamento e enviá-la. Seu apoio é importante para nós.

TV Blackbox & McKnight Tonight
"Corporate Terrorists" - KYLE lets rip on the MFW | MEDIA McKNIGHT

TV Blackbox & McKnight Tonight

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 22:27


Seven's Bullying Tactics EXPOSED | ABC Caught Lying Over Secret Easter News Plan | Kyle Day 2 Verdict | Media McKnight Ep 54 Kyle Sandilands' day 2 was a big improvement — but the Mad Witches drama, an FOI inquiry that catches the ABC out in a lie about their secret Easter news plan, Amanda Rose's bombshell exit from Sunrise, and a growing Seven Network underpayment class action. Plus: where has all the local content gone on Australian TV? – Kyle Sandilands' Day 2 turnaround, Mayo's producing instincts, and the truth behind his Idol exit and the Mad Witches – Where did Australian TV go? A week of the TV guide shows how little local content survives primetime – Amanda Rose vs Sunrise: the exclusivity ultimatum, Seven's denial, and the Adero Law class action over underpayment claims – ABC's Easter news FOI saga: extension after extension, and the email trail exposing the spin

WGospel.com
Deus vai abrir o mar

WGospel.com

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 10:00


DEUS VAI ABRIR O MAR – ENCONTRO COM AS PROFECIAS 016 A profecia de hoje é fascinante. Foi feita em torno do ano 1.445 AC e está em Êxodo 14:13-14: “Moisés disse ao povo: Não temais. Estai quietos, e vede o livramento do Senhor, que hoje vos fará. Aos egípcios, que hoje vistes, nunca mais vereis para sempre. O Senhor pelejará por vós, e vos calareis”. Moisés estava com oitenta anos de idade quando recebeu a missão de libertar os israelitas do Egito. Não foi tarefa fácil. Especialmente convencer os próprios descendentes de Jacó de que fora enviado pelo Senhor Deus. E depois encarar de frente o faraó egípcio, maior autoridade daquela época. Por ocasião desta profecia, as dez pragas já haviam caído sobre aquela região. Os primogênitos egípcios já estavam mortos. O faraó, finalmente, consentira em liberar todas as pessoas com os seus pertences, animais, enfim, tudo que era deles. Os israelitas, também, já haviam celebrado a páscoa e aguardavam com ansiedade o momento de partir. Êxodo 12:31 registra a ordem de Faraó a Moisés e Arão: “Levantai-vos, saí do meio do meu povo, tanto vós como os filhos de Israel!” Assim, “partiram os filhos de Israel de Ramessés para Sucote, cerca de seiscentos mil a pé, somente de homens, sem contar mulheres e crianças. Subiu também uma mistura de gente, ovelhas e gado, muitíssimos animais” (Êxodo 12:37-38). A alegria de todos era indescritível. Haviam presenciado os milagres e a extraordinária libertação proporcionada pelo Deus Jeová. Canaã, a terra prometida, seria conquistada rapidamente e com facilidade. Por isso, como lemos no verso anterior, uma mistura de gente, que não era de israelitas, aproveitou a oportunidade para tentar ganhar seu pedacinho de terra. Veio a primeira parada, o primeiro acampamento, em um lugar chamado Sucote, ainda nos domínios do Egito. Imagino que esta primeira parada foi o tempo que eles precisaram para a organização final. De Sucote, partiram para Etã, na entrada do deserto (Êxodo13:20). Enquanto caminhavam em direção à terra prometida, algo especial os acompanhava. A Bíblia conta: “O Senhor ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvem, para os guiar no caminho e de noite numa coluna de fogo, para os alumiar… Nunca se  apartou do povo a coluna de nuvem de dia, nem a coluna de fogo de noite” (Êxodo 13:21-22). Tudo ia muito bem até surgir o primeiro problema. E que problema! A estrada acabou. O Mar Vermelho estava à frente e não havia um único barco ou navio preparado para transportá-los para o outro lado. A festa da saída fora estragada. Tudo agora começa a dar errado. E para realmente complicar a situação, uma notícia aterradora: o exército de faraó está a caminho.  Estão cercados por montanhas. Na frente o mar. Atrás soldados cruéis se aproximando rapidamente. O sonho da terra prometida vira pesadelo. O desespero toma conta de praticamente todos. Gritos, choro, criticas a Moisés. Gente reclamando por todos os lados. Naquele momento cada um mostra quão forte é a confiança que tem em Deus. A maioria já O tinha esquecido por completo. O líder, nesse caos de medo e desespero faz, então, a profecia que estamos estudando hoje. “Moisés disse ao povo: não temais. Estai quietos, e vede o livramento do Senhor, que vos fará hoje. Aos egípcios, que hoje vistes nunca mais vereis para sempre” (Êxodo14:13). Em outras palavras: “Fiquem quietos, acalmem-se, deixem o Senhor mostrar o poder dEle.” Moisés levantou o cajado e estendeu a mão sobre o mar e uma estrada foi aberta para o povo passar. A multidão não acredita no que os olhos vêem. Porém, vão em frente! Os egípcios, ao perceberem o caminho aberto, concluíram que o mesmo trajeto serviria para eles também. Estavam redondamente enganados. Tão logo os israelitas atravessaram para o outro lado, Deus deu uma ordem a Moisés. “Então Moisés estendeu a mão sobre o mar e o mar retornou a sua força ao amanhecer… As águas, tornando, cobriram os carros e os cavaleiros de todo o exército de Faraó, que os havia seguido no mar. Nem ainda um deles ficou” (Êxodo 14:27-28). A profecia feita por Moisés demorou apenas poucas horas para se cumprir. Toda aquela multidão de soldados que perseguia o povo de Deus foi destruída. No amanhecer não havia inimigos vivos. Todos estavam mortos na praia. Amigo ouvinte, desta profecia temos que tirar algumas conclusões. A primeira é que quando aceitamos fazer parte do povo de Deus, poderemos, eventualmente, passar por dificuldades. Não somos isentos de provações. A segunda conclusão é que a oposição pode surgir dentro da própria família, no trabalho, nos estudos… Quem sabe até alguns amigos poderão se tornar inimigos. Em terceiro lugar, não subestime a Deus. Os egípcios concluíram que, se até ali eles tinham andado pelo mesmo caminho dos israelitas, não haveria porque temer em trilhar essa novidade no meio do mar. Brincaram com Deus. Desafiaram a Deus. Em quarto lugar, quando as dificuldades  parecerem impossíveis e você estiver  fazendo a vontade de Deus, tenha paciência, espere nEle. Os inimigos são reais, mas o nosso Deus também é real.  Sabe, temos que aprender a depender mais de Deus. Ele tem o mesmo poder para abrir uma estrada onde hoje só tem água. Sim! Deus pode abrir um caminho, providenciar uma solução, onde não vemos nada nem ninguém. Em quinto lugar, Deus apenas está esperando você abrir espaço em sua vida para Ele poder lutar por você. Deixe Deus ser um aliado seu, amigo ouvinte. Você que está cheio de problemas, achando que Deus o abandonou ou que a vida não tem mais sentido, você que, quem sabe, está pensando em por fim a vida porque não consegue um emprego para sustentar a família, deixe Deus lutar por você! Este é meu apelo para você que está ouvindo este programa. Deus quer andar com você. Quer lutar com você. Quer vencer com você! Quer abrir o mar e derrotar os inimigos. Você vai deixar? “Creia no Senhor teu Deus e você estará seguro. Creia nos profetas dEle e você prosperará”.

Kiwicast - O Podcast da Kiwify
Comecei com Tripé de Garrafa PET e Hoje Ganho Dinheiro Dormindo | Pamella Brandão - Kiwicast #740

Kiwicast - O Podcast da Kiwify

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 80:58


No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Pamella Brandão, professora de português conhecida como Professora Pamba, que criou seu canal no YouTube em 2013 e hoje reúne quase 3 milhões de inscritos e mais de 100 mil alunos aprovados em concursos públicos e vestibulares.Antes do digital, Pamella dava aulas em cursinhos preparatórios das sete da manhã até as onze da noite e só tinha o domingo livre. Foi um grupo de alunos de baixa renda, sem condições de se deslocar até as aulas de redação aos sábados, que pediu para ela gravar o conteúdo. Sem dinheiro para equipamento, ela montou um tripé de garrafa PET, comprou um refletor de jardim parcelado e gravava até de madrugada num notebook tão lento que uma aula de 30 minutos levava nove horas para renderizar. O plano era distribuir as aulas por pendrive; foi o marido quem sugeriu subir os vídeos num tal de "YouTube" que ela nem conhecia. Meses depois, ao checar as visualizações pela primeira vez, descobriu que uma das aulas já passava de 800 mil views sem que ela soubesse.Hoje ela comanda uma equipe de quase 20 pessoas, cresceu de forma 100% orgânica e afirma sentir vergonha de "se vender" na câmera até hoje, mesmo sendo uma das professoras mais conhecidas da internet, o que a levou a criar uma estratégia de conteúdo pensada para vender sem parecer que está vendendo.No Kiwicast, ela falou sobre:- Por que ela sente vergonha de "se vender" mesmo depois de anos ensinando outras pessoas a vender- Como ela decide se vale a pena arriscar perguntando "o que de pior pode acontecer"- Como ela usa o watch time do YouTube para decidir a duração ideal de cada vídeo- Por que ela evita fazer CTA direto e prefere vender através de conteúdo de autoridade- A diferença entre o tipo de conteúdo que funciona no YouTube, no Instagram e no TikTokAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify

WGospel.com
Você tem orado pela volta de Jesus?

WGospel.com

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 4:44


TEMPO DE REFLETIR 01854 – 12 de agosto de 2026 Apocalipse 1:7 – Eis que Ele vem com as nuvens, e todo olho O verá. No encerramento do Campori de Desbravadores da União Central Brasileira, em Ilha Solteira, o pastor José Maria Barbosa, conta que convidou a desbravadora Débora, membro do Clube do IASP, para cantar. Ele pregou sobre a volta de Jesus e explicou que Débora era portadora de deficiência visual. Falou da esperança dela de ter os olhos abertos no dia da volta de Jesus. Ela veio à frente conduzida por outra desbravadora e cantou: “Oh, Pai, eu queria tanto ver o meu Senhor descer, vindo me encontrar! Eu posso até imaginar a refulgente glória do Senhor Jesus, transpondo as brancas nuvens no mais puro azul…” Foi um momento de forte emoção. Muitos desbravadores tomaram a decisão pelo batismo, e outros renovaram a dedicação de se preparar para a volta de Jesus. A história conta que quando a rainha Vitória escutou de um dos seus capelães pregar sobre a segunda vinda de Jesus, ela exclamou: “Oh, como eu gostaria que o Senhor viesse enquanto estou viva!” Perguntaram-lhe: “Por quê?” Ela respondeu: “Ah, eu adoraria lançar minha coroa aos Seus pés.” Quando percebemos como a volta de Jesus é apresentada em figuras, parábolas, ilustrações ou textos claros, a impressão que temos é de que o Espírito Santo queria esgotar todos os recursos de comunicação possíveis para nos impressionar com a volta de Jesus. Mais ao fim do Novo Testamento, temos a impressão de que estamos sentindo Seus passos se aproximando. A volta de Jesus continua sendo a bem-aventurada esperança no coração de muitos. Quantos dos nossos amigos morreram sem ter realizado o desejo de estar vivos no segundo advento. Desde o começo da história da nossa igreja, falamos e anunciamos a volta de Jesus. De que forma nossa vida é afetada por saber que Jesus voltará? No meio do caos, olhemos para o futuro, pois fiel é aquele que prometeu. Lembremo-nos das palavras do hino que diz: “Os céus vão se abrir preparando Sua entrada, as estrelas vão aplaudir com trovões de louvor… E nós O veremos face a face.” A bênção final do Novo Testamento termina com a oração: “Vem, Senhor Jesus!” É somente pela graça de Deus que ousamos dizer, agora: “Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap 22:20). Por favor! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

MotherChip - Overloadr
Notícias da Nave Mãe #345 - EA é comprada pelo fundo soberano saudita, Marvel Tokon com problemas no PC e mais

MotherChip - Overloadr

Play Episode Listen Later Aug 10, 2026 83:48


Foi época de empresas apresentarem resultados trimestrais e, por conta disso, temos algumas notícias relacionadas a esses números, como os ótimos dados apresentados pela Capcom e os não tão bons assim de Roblox. Quem não terá mais resultados a apresentar assim é a EA, que agora foi oficialmente comprada pelo fundo soberano saudita, tornando-se uma empresa de capital fechado (e uma que provavelmente terá sérias demissões no futuro próximo).Participantes:Guilherme JacobsHeitor De PaolaAssuntos abordados:00:00 - A versão de PC de Marvel Tokon está meio quebrada11:00 - A Electronic Arts foi comprada pelo fundo soberano saudita31:00 - Devolver Digital está interessada em voltar a ser uma empresa de capital fechado40:00 - Roblox teve grandes quedas em seu trimestre fiscal mais recente49:00 - A Capcom teve mais um ótimo trimestre1:01:00 - Microsoft estaria trabalhando para jogos de Xbox 360 rodem no PC1:03:00 - Rápidas e curtasVai comprar jogos na Nuuvem? Use o link de afiliado do Overloadr!Use nosso link de filiado ao fazer compras na Amazon Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

GE Atlético-MG
GE ATLÉTICO #548 - Galo remando!

GE Atlético-MG

Play Episode Listen Later Aug 10, 2026 34:15


Atlético esteve mais perto da vitória ou da derrota em Belém? Foi pênalti no Pascini? Kevin Castaño chega para ser titular? Fred será contratado? O que muda no time para o jogo contra o Bragantino pela Sul-Americana. Com Henrique Fernandes, Carol Leandro, Izabela Baeta e Rogério Corrêa.Edição: Isabelle Magalhães.

Le Feuilleton
[DÉCOUVERTE] "Les Rêveries du promeneur solitaire" de Jean-Jacques Rousseau | 03/10 · Sur la foi

Le Feuilleton

Play Episode Listen Later Aug 9, 2026 20:02


durée : 00:20:02 - La Série fiction - "Jeté dès mon enfance dans le tourbillon du monde, j'appris de bonne heure par l'expérience que je n'étais pas fait pour y vivre, et que je n'y parviendrais jamais à l'état dont mon cœur sentait le besoin." Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France

Questions d'islam
Une expérience de foi

Questions d'islam

Play Episode Listen Later Aug 9, 2026 56:38


durée : 00:56:38 - Questions d'islam - par : Ghaleb Bencheikh - Soundous Moustarhim, ancienne analyste financière devenue romancière, artiste chanteuse et créatrice de contenu, vient témoigner à travers une expérience personnelle de sa foi intime et se confier sur sa spiritualité musulmane et sa quête de soi. - équipe : François Caunac, Thierry Beauchamp Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France

Messages de l'Eglise Evangelique de Bouxwiller
interroge les oiseaux du ciel !

Messages de l'Eglise Evangelique de Bouxwiller

Play Episode Listen Later Aug 9, 2026 37:35


Cinematório Podcasts
Em Foco: “Ela Quer Tudo“ (1986), de Spike Lee

Cinematório Podcasts

Play Episode Listen Later Aug 8, 2026 75:15


Nesta edição do podcast Em Foco, nós analisamos "Ela Quer Tudo" (She's Gotta Have It, 1986), primeiro longa-metragem de Spike Lee ("Faça a Coisa Certa", "Infiltrado na Klan"). Este episódio especial celebra os 40 anos de lançamento do filme e traz uma entrevista exclusiva com o próprio Spike Lee. Selecionado para a Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes e premiado no Independent Spirit Awards, "Ela Quer Tudo" tem como protagonista Nola Darling, uma artista independente do Brooklyn, em Nova York, que se mantém fiel a si mesma e recusa as regras tradicionais da sociedade ao se relacionar com três homens ao mesmo tempo. Ela é interpretada por Tracy Camilla Johns e seus namorados são vividos por Tommy Redmond Hicks, John Canada Terrell e Spike Lee. Uma das estreias mais impressionantes de diretores de todos os tempos, "Ela Quer Tudo" chama a atenção pela discussão feminista sobre liberdade sexual e pela representação de personagens negros fora de estereótipos de violência e miséria. Ao mesmo tempo, é um filme bem-humorado e um deleite para os olhos e ouvidos, com Spike Lee esbanjando estilo na construção de sequências inventivas e de uma narrativa envolvente e moderna (com referências que vão de "Rashomon" a "O Mágico de Oz"), embalada pela trilha sonora de jazz composta pelo lendário músico Bill Lee, pai do cineasta. Confira abaixo a minutagem dos quadros e capítulos do podcast: 00:00:00 - Introdução 00:04:19 - Grande Angular: conheça a equipe por trás de “Ela Quer Tudo” 00:12:23 - Close-Up: saiba detalhes e curiosidades sobre a realização  do filme 00:19:22 - Entrevista exclusiva com Spike Lee 00:23:45 - Ponto de Vista: nossa análise do filme 00:57:12 - Zoom: nossas cenas favoritas comentadas 01:02:49 - Fora de Quadro: a série "Ela Quer Tudo" que Spike Lee dirigiu para a Netflix - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Tradução da entrevista com Spike Lee: Cinematório: “Luta de Classes” começa em um tom mais dramático até chegarmos a Denzel e Jeffrey indo atrás do sequestrador. Há tensão naquela primeira metade é claro, mas eu tive a impressão de que você quis tentar algo diferente ali, indo mais fundo no drama. Essa era a sua intenção? Spike Lee: Bem, eu não sei se posso dizer realmente que... Quero dizer, a minha intenção é sempre contar a melhor história que eu posso. E mesmo na fonte original, o filme de Akira Kurosawa, “Céu e Inferno”, as coisas realmente não começam a ficar movimentadas até o dinheiro ser pago. Digo, o dinheiro do resgate. E neste filme são $17,5 milhões de francos suíços. Então, você tem que reservar um tempo para estabelecer isso. E uma vez que está estabelecido, é quando Denzel, o personagem que ele interpreta, deixa sua cobertura e vai para o metrô. Então, eles descem lá e é aí que o filme realmente decola. Então, nós sabíamos que para chegar ali teríamos que estabelecer as bases primeiro. Cinematório: Com certeza. E já que a primeira adaptação do livro de Evan Hunter foi feita por Kurosawa, eu gostaria de saber como Kurosawa inspirou você como cineasta? Spike Lee: Minha inspiração como cineasta veio de, grande parte, do meu primeiro ano estudando na Escola de Cinema de Nova York, onde Ernest Dickerson, meu diretor de fotografia de longa data, e Ang Lee éramos colegas de sala. Foi lá que eu realmente fui apresentado ao cinema mundial. E a premissa de “Rashomon” eu usei no meu primeiro longa-metragem, “Ela Quer Tudo”. E como você pode ver, esta foto [aponta para a parede] foi autografada pelo mestre. Então, na sala de edição, imagino que ele está sempre olhando por cima do meu ombro! [risos] E eu perguntaria pra ele: “Como estamos indo, senhor? Como estamos? Está ficando bom?” E ele me daria o polegar para cima! [risos] Cinematório: Maravilhoso! E você poderia falar sobre a música? Tanto a música escrita e cantada por Ayanna, que é linda, e a música composta por Howard Drossin, que me pareceu tão épica para um drama tão pessoal. Spike Lee: Bem, a música é uma das ferramentas mais importantes que tenho na minha caixa. Para melhor ou pior, dependendo de quem são as pessoas, para mim a música é tão importante quanto a fotografia, a montagem, a direção de arte, o figurino. É uma ótima ferramenta se você usá-la corretamente. E para mim nunca foi apenas sobre fazer uso da música como se fosse uma jukebox onde você pega um monte de músicas de sucesso e põe para tocar, a menos que seja talvez em um filme de época. Um filme que se passe em uma determinada época. Mas eu amo música. E eu conheço o poder da música. Porque eu sei, veja bem, o público no cinema não sabe como uma cena fica sem a música e depois com a música... E eu sei o que estou fazendo sem a música. É uma ferramenta, da mesma forma que as outras que eu mencionei, fotografia, montagem... É uma ferramenta para contar a sua história. -- O podcast Em Foco é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório. Aqui você ouve debates e análises de filmes, sejam eles clássicos, grandes sucessos de bilheteria e de crítica, produções que marcaram época ou que foram redescobertas com o passar dos anos, não importa o país de origem. Além disso, você revisita conosco a filmografia de cineastas que deixaram sua assinatura na história do cinema. Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br Este episódio contém trechos meramente ilustrativos da trilha sonora de "Ela Quer Tudo", composição de Bill Lee. Todos os direitos reservados aos artistas.

Alta Definição
“Nunca tive um brinquedo, andei descalço até aos oito anos”: a infância pobre que moldou o homem por trás do chapéu de cowboy

Alta Definição

Play Episode Listen Later Aug 8, 2026 48:09


“Andei descalço quase sempre em criança.” É assim, sem rodeios, que Zé Amaro resume uma infância vivida entre a pobreza rural de Citânia de Briteiros, o peso da lenha carregada ao monte antes da escola e o sonho impossível de um miúdo que nunca comeu um iogurte mas ouvia música escondido numa sala. Sétimo de dez irmãos, filho de um pai de olhar terno e uma mãe de mão de ferro, cresceu a trocar os brinquedos pelo trabalho, os cadernos pela sobrevivência. Aos 13 anos entrou numa fábrica de calçado. Aos 15 já subia a palcos. Aos 30 apostou tudo na música. E quando finalmente tinha o mundo a seus pés, um medicamento destruiu-lhe o fígado e colocou-o a dias de morrer. Foi um transplante — e um dador anónimo — que lhe devolveu a vida. Hoje, chapéu na cabeça e botas nos pés, Zé Amaro sobe ao palco e chora por dentro. Sabe, melhor do que ninguém, o que custou chegar ali.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Pretoteca
#207 - Racismo alimentar: por que a comida orgânica não chega pra todo mundo?

Pretoteca

Play Episode Listen Later Aug 7, 2026 45:15


Um garoto nascido na cidade e que por por obra do destino passou a ser criado por indígenas no interior.Com eles aprendeu a plantar, colher, conhecer e respeitar a terra e o tempo da natureza.Foi a partir dessas vivências que nasceu uma das iniciativas mais transformadoras no combate ao racismo alimentar: o Prato Verde Sustentável que leva comida saudável e sem veneno para o prato de milhares de pessoas em São Paulo. Cynthia Martins conversa com Wagner Ramalho sobre como lutar pra que comida de verdade chegue ao prato da população preta e periférica, que é a que mais morre por doenças ligadas ao consumo de ultraprocessados.

Endörfina com Michel Bögli
#476 Paulo Mendes

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Aug 6, 2026 137:14


Nascido em Belém do Pará, ainda criança mudou-se para Castanhal e na escola, gostava de jogar futebol. Aos 18 anos de idade, começou a trabalhar como agricultor e feirante. Sem deixar a agricultura, trabalhou também como técnico de informática, motorista de caminhão e encarregado de obra e não havia espaço para o esporte. No início dos anos 2000, decidiu mudar-se para o interior e dar continuidade à plantação de cacau iniciada por seu pai na década de 1970. Foi ali que construiu sua vida, formou sua família e encontrou o sustento e a tranquilidade que sempre buscou. Porém, décadas de excessos e de uma vida desregrada fizeram com que sua saúde física e mental cobrasse a conta. Sobrepeso, hipertensão, diabetes, ansiedade e outros problemas que já comprometiam sua qualidade de vida o fizeram entender que precisava mudar para continuar vivendo. Em 2020, começou a pedalar. Pouco depois, vieram as primeiras corridas. Mais do que perder peso, descobriu uma nova forma de enxergar a própria vida. Quando conheceu o triathlon, encontrou uma nova motivação. Sabia pedalar, estava aprendendo a correr, mas não sabia nadar. Começou praticamente do zero e decidiu aprender. A cada treino, uma nova descoberta. A cada pequena evolução, mais certeza de que estava no caminho certo. Treinar, porém, nunca foi simples. Onde mora não existe piscina. Muitas vezes, treina em um tanque de irrigação. Corre pelas estradas de terra da região ou pela BR-230, a Rodovia Transamazônica. Pedala no rolo ou enfrenta a rodovia, estreita, sem acostamento e com asfalto ruim. Participou do seu primeiro triathlon em 2024 e, desde então, divide os dias entre a lavoura de cacau, os treinos e as competições, certo de que o esporte não apenas mudou sua rotina, mas também lhe devolveu o controle sobre a própria vida e o ajudou a recuperar sua saúde física e mental. Conosco aqui, o agricultor, ex-dj e colecinador de discos de reggae, estudante de Educação Física e triatleta que participará do Ironman Brasil 2027 e sonha em disputar um Ultraman. Direto de Medicilândia, o belenense Paulo Roberto de Albuquerque Mendes Júnior. Inspire-se! Race Smart - check your heart Este episódio é oferecido pela @z2perfomance  e pela @2peaksbikes A Z2 lançou o Performance System, uma linha pensada em organizar a suplementação ao longo da rotina do atleta, com produtos que cumprem papéis específicos dentro da performance. A linha tem dois produtos: a Creatina e o Nitrato. E um produto da Z2 que merece atenção: o Saltz Pastilha. Reposição de eletrólitos num formato inédito no Brasil. Dissolve na boca, repõe sódio, potássio e magnésio na hora, sem precisar de água. Compacto e ideal pra treinos e provas. Siga @z2performance e fique por dentro do universo da Z2. A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Santa Cruz Bikes, da Yeti Cycles e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.  

Para dar nome às coisas
Café com brigadeiro - Medo de ser frágil nas relações

Para dar nome às coisas

Play Episode Listen Later Aug 6, 2026 15:34


Será que as nossas relações estão frágeis ou é a gente que está com medo de ser frágil nas nossas relações? Foi por aí o episódio "café com brigadeiro" dessa semana, o quadro em vídeo do "Para dar nome às coisas", você vem?Disponível no YouTube e no Spotify.

GE Vasco
GE Vasco #481 - Classificado! Análise da vitória no clássico

GE Vasco

Play Episode Listen Later Aug 6, 2026 57:36


Episódio debate a atuação vascaína na vitória sobre o Fluminense. Foi o melhor jogo do ano? Treinador foi a chave da vitória? E os reforços? Dá o play!

Histórias para ouvir lavando louça
Casal gay adota menina devolvida ao abrigo pela família adotiva e também sua irmã

Histórias para ouvir lavando louça

Play Episode Listen Later Aug 6, 2026 12:23


Rodrigo passou boa parte da vida acreditando que precisava escolher entre a própria fé e quem ele era. Criado na igreja, ouviu desde cedo que amar outro homem significava viver longe de Deus. Até encontrar uma comunidade que lhe mostrou um Deus diferente: um que não fazia acepção de pessoas, mas de amor.Foi ali que também encontrou Willian. A amizade virou companheirismo, a oração virou namoro e, depois, casamento. Os dois tinham um sonho em comum desde o início: serem pais.Quando entraram na fila da adoção, recusaram qualquer preferência. Cor, idade ou gênero nunca importou para os dois. Queriam apenas um filho. Um ano e meio depois, o telefone tocou, mas havia uma surpresa: não era uma criança. Eram duas irmãs.A mais velha, Daniela, tinha apenas quatro anos e carregava uma história que ninguém deveria viver. Ela já havia sido adotada por outra família e, por motivos que Rodrigo e Willian nunca souberam, tinha sido devolvida ao abrigo. Foi justamente quando ela voltou que sua irmã caçula, Maria Vitória, chegou bebê ao mesmo lugar.Diante de uma simples foto 3x4 das duas, eles tiveram certeza. Aquelas meninas eram suas filhas.Quando Daniela entrou na sala, segurou a mão dos dois e fez uma descoberta que mudaria a vida de todos: agora ela tinha dois pais. E, pela primeira vez, também tinha uma irmã.Naquele instante, Rodrigo entendeu que ninguém havia salvado ninguém. Eles também estavam sendo adotados. As meninas deram um novo sentido à sua fé, ao seu casamento e à própria ideia de família.Os desafios de uma paternidade dupla surgiram: escolas que só escreviam "querida mamãe" nos bilhetes, banheiros sem espaço para um pai acompanhar a filha, olhares curiosos e preconceitos silenciosos. Em vez de responder com revolta, eles decidiram ensinar. Com paciência, abriram caminhos para que outras famílias também encontrassem acolhimento.Hoje, Rodrigo costuma dizer que sua família não é diferente de nenhuma outra. Tem contas para pagar, dificuldades, aprendizados e muito amor. A maior prova disso talvez seja Daniela: uma menina que um dia foi devolvida como se pudesse ser descartada, mas que encontrou um lar onde nunca mais precisaria perguntar se era suficiente.Porque família não nasce da forma como ela começa. Nasce da decisão de permanecer.Compre o livro do ter.a.pia "A história do outro muda a gente" e se emocione com as histórias : https://amzn.to/3CGZkc5Tenha acesso a histórias e conteúdos exclusivos do canal, seja um apoiador http://apoia.se/historiasdeterapia

Highlights from The Hard Shoulder
Are data centres good for Ireland?

Highlights from The Hard Shoulder

Play Episode Listen Later Aug 6, 2026 11:11


In June, Minister for Enterprise Peter Burke published ‘The Value of Data Centres to Ireland', an independent report prepared by KPMG which assesses the economic contribution and strategic importance of the data centre sector in Ireland.Lynn Boylan, Sinn Féin MEP for Dublin, through FOI, says vital information was removed from the report to benefit the Government agenda on data centres, including impact on housing, energy and land use…She joins Shane to discuss.

Kiwicast - O Podcast da Kiwify
Do Fundo do Poço ao Topo do Mercado Livre | Léo Mantovan - Kiwicast #737

Kiwicast - O Podcast da Kiwify

Play Episode Listen Later Aug 6, 2026 81:33


No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Léo Mantovan, especialista em e-commerce com 16 anos de experiência e participação em operações que somam mais de R$500 milhões em faturamento.A história dele começa numa demissão. Em 2007, depois de anos crescendo dentro de uma empresa como gerente responsável por toda a região Sudeste, foi desligado. Foi aí que percebeu que a empresa nunca foi dele.Tentou empreender com uma estamparia. Fechou contratos com grandes empresas, inclusive a Vivo. Fez um lote de 300 camisetas errado. O prejuízo foi grande. A estamparia quebrou em menos de dois anos.Com o estoque parado, foi ao Mercado Livre vender o que sobrou. Bonés, camisetas, canecas. E percebeu que dava para fazer dinheiro. Começou a procurar novos produtos. Nunca mais parou. Isso foi em 2009.Dezesseis anos depois, já participou de operações que somam mais de R$500 milhões e gerencia mais de R$150 milhões por mês em contas de sellers. Hoje ensina empreendedores a vender com lucro de verdade nos marketplaces — Mercado Livre, Amazon, Shopee, Magalu e Americanas.No Kiwicast, ele falou sobre:●      Como foi demitido, quebrou uma estamparia e descobriu o Mercado Livre em 2009●      Por que a pandemia foi o melhor momento da carreira dele enquanto era o pior para a maioria●      O que separa quem vende de quem só tem produto cadastrado no marketplace●      Por que faturar muito não significa lucrar nada — e como arrumar isso●      Como construir um e-commerce do zero com pouco investimento●      O que os grandes sellers fazem que os pequenos não fazemAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify

Tom Nelson
Ray Sanders #418

Tom Nelson

Play Episode Listen Later Aug 4, 2026 76:51


Ray Sanders updates his Surface Stations project to classify all 385 UK Met Office weather stations using WMO siting classes, claiming 88% are class 3–5 and 112 meet no regulations, including many in walled or private gardens and car parks. He argues poor siting, degraded maintenance after automation, and rapid platinum resistance thermometers in Stevenson screens create spikes and non-comparable records versus older liquid-in-glass methods. He alleges rounding/conversion issues, data from non-existent “climate averages” sites, refusals under FOI, and deletion of queried webpages. He presents analyses of stable long-term records at Wye and effects from a solar farm at RAF Lyneham, and plans more reconstructions with helpers.00:00 Project Update Intro01:49 WMO Siting Classes Explained03:23 Most Stations Fail Standards05:54 Walled Gardens Hotspots11:55 Car Parks and Heat Sources13:58 Thermometers and Response Time18:27 Stevenson Screen Meets PRT20:36 Sampling Rates and Spikes24:45 Fahrenheit to Celsius Rounding28:00 Maintenance and Automation Decay32:30 Phantom Stations and FOI Fight37:59 Allies and Data Deletions42:16 Searching for Good Stations42:30 Best Station Locations43:39 Wye Data Deep Dive44:59 Anomalies And Baselines46:36 Manual Records Reveal 1930s50:00 Solar Farm Heat Jump51:19 Dyce Vs Craibstone55:06 Met Office Classification Errors59:53 Questionable Data Practices01:02:21 US Climate Reference Network01:07:38 Why He Started The Crusade01:13:53 Focus On Great Britain01:14:51 Thanks And Wrap Uphttps://x.com/RaySand17710097=========Slides, summaries, references, and transcripts of my podcasts: https://tomn.substack.com/p/podcast-summariesMy Linktree: https://linktr.ee/tomanelson1

Kiwicast - O Podcast da Kiwify
Mudei de Vida Com o TikTok Shop | Ana Paula Neto - Kiwicast #735

Kiwicast - O Podcast da Kiwify

Play Episode Listen Later Aug 4, 2026 67:48


No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Ana Paula Neto, Top Creator do TikTok Shop que faturou R$4 milhões em 6 meses 100% no orgânico, sem pagar um real em anúncio e sem precisar ter estoque.A história dela começa numa loja de bijuteria que quebrou. Ela e o marido pegaram toda a reserva financeira, foram ao Brás comprar acessórios e montaram uma loja física. Nos dias ruins, não vendiam nem o dinheiro do almoço. Foi nessa loja vazia que ela descobriu o TikTok Shop, entendeu a escala da plataforma e em menos de 6 meses chegou a R$4 milhões faturados vendendo produtos físicos sem estoque, apenas postando vídeos e fazendo lives de vendas. Hoje é Top Creator na plataforma e ensina mais de 10 mil alunos a replicar o mesmo método.No Kiwicast, ela falou sobre:●     Como faturou R$4 milhões em 6 meses sem anúncio e sem estoque no TikTok Shop●     Por que o Instagram caiu foi a melhor coisa que aconteceu na operação dela●     Como funciona o TikTok Shop e por que ainda é oceano azul no Brasil●     Como escolher produtos, montar vitrine e fazer lives que vendem●     O que separa quem viraliza no TikTok de quem fica parado●     Por que quem ainda não olhou pro TikTok está perdendo uma onda enormeAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify

Quem Ama Não Esquece
O AMOR QUE RESTAUROU A MINHA FAMÍLIA | QUEM AMA NÃO ESQUECE 03/08/2026

Quem Ama Não Esquece

Play Episode Listen Later Aug 3, 2026 16:30


A Vanessa engravidou aos 16 anos e o pai da criança o abandonou. Rejeitada dentro de casa, ela saiu para morar com um rapaz, viveu 6 anos em um relacionamento onde carregava sozinha o peso da família e depois da separação, recomeçou a vida criando o filho sozinha. Foi então que encontrou o Lucas, um amigo que se tornou o seu marido. Ele acolheu o seu filho como se fosse dele e a incentivou a se reconciliar com os pais. Hoje, a Vanessa vive a certeza de que o amor verdadeiro restaurou a sua família, realizou os seus sonhos e transformou completamente a sua história.

Kiwicast - O Podcast da Kiwify
Não Tirei Um Real da Empresa e Virei Embaixadora do Mercado Livre | Anele Bragante - Kiwicast #734

Kiwicast - O Podcast da Kiwify

Play Episode Listen Later Aug 3, 2026 59:08


No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Anele Bragante, especialista em importação de produtos físicos para venda em marketplaces, que fatura R$660 mil por mês há 10 anosvendendo na internet sem precisar aparecer.A história começa no banco. Doze anos como bancária CLT, boa carreira, bom salário, benefícios. Mas a conta não fechava mais. O estresse foi acumulando até virar burnout. Pegou herpes no corpo inteiro. Foi o sinal de que precisava mudar.Decidiu largar o banco. O marido não aprovava. Os pais não aprovavam. Não tinha plano B. Apostou R$5 mil em colete infantil, cadastrou o produto numa sexta-feira e na quinta-feira seguinte já tinha as primeiras vendas. Cento e poucos reais no caixa. A certeza de que estava no caminho certo.Dez anos depois, fatura R$660 mil por mês vendendo produtos importados no Mercado Livre, Shopee e Amazon. Na pandemia, chegou a R$1 milhão por mês sem equipe e sem estrutura. Hoje ensina mais de 2.000 alunos a começar com R$2 mil a R$3 mil e vender sem precisar aparecer.No Kiwicast, ela falou sobre:●     Como saiu do banco com burnout e construiu uma operação de R$660K por mês●     Como funciona a importação de produtos para iniciantes com pouco capital●     Por que a concorrência em produtos importados é muito menor do que em produtos nacionais●     Como escolher o produto certo antes de investir qualquer dinheiro●     O que significa ser "Sem Fronteiras" e como essa mentalidade muda tudo●     O que aprendeu em 10 anos vendendo na internet que ninguém conta no começoAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify

Gregario Cycling
RADIO - Lorena "Bis" domina início do Tour de France Femmes

Gregario Cycling

Play Episode Listen Later Aug 2, 2026 70:24


Foi tanto domínio vestindo a camisa amarela que até lembrou Tadej Pogacar! Lorena Wiebes (SD Worx) venceu as duas primeiras etapas do Tour de France feminino e vai chegar à França com a camisa amarela. Mas a estrada até Nice será longuíssima (e emocionante). Vamos falar tudo sobre o contexto da prova feminina. O mercado, as especulações e tentar entender o que passa com Paula Blasi na UAE. Papo também para a vitória de Remco Evenepoel na Espanha, de Van Aert na Dinamarca e a expectativa para a participação brasileira na Volta de Portugal. As notícias da semana você escuta aqui no Gregario RADIO.

Alta Definição
Nuno Markl: “Estava à rasca, tinha medo de morrer, mas não tinha bem a noção do quão perto estava”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Aug 1, 2026 66:40


O humorista Nuno Markl é o convidado de Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. O locutor das “Manhãs da Comercial” e apresentador do programa “Taskmaster Portugal” partilha, pela primeira vez, a experiência que mudou a sua vida: os dois AVCs sofridos no espaço de poucas semanas. Foi o seu filho Pedro que ligou para o 112, recusando-se a aceitar a sugestão do pai de que “podia ser só cansaço”. “Não sei o que teria acontecido se não fosse ele”, admite Markl. O humorista recorda a tristeza demolidora da dependência total e o medo de nunca mais voltar a mexer o braço ou andar sem apoio. “As pessoas talvez não tenham noção do nível atómico de tristeza e solidão que se pode sentir sozinho num quarto de hospital, cheio de incertezas”, explica. Markl reflete sobre a habitual rotina antes do acidente, que descreve como “uma cavalgada insana”, o hábito de ignorar os sinais do corpo e o medo de ir ao médico. O processo de recuperação, que descreve como “o projeto mais importante da minha vida”, ensinou-lhe a valorizar as pequenas vitórias diárias e a aprender a dizer 'não'. “Antes disto acontecer, quando descansava sentia culpa por não estar a fazer mais. Agora já não.” O humorista fala ainda sobre o amor e a amizade que o sustentaram nestes meses, sobre a relação com a namorada Teresa, com a mãe, com a irmã e com os amigos que encheram o seu quarto de hospital. Ouça a conversa intimista no Alta Definição, emitido na SIC a 1 de agosto. *A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da ImpresaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Estadão Notícias
Crise entre Mendonça e PF, e o inquérito sobre Lulinha | Estadão Analisa

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 59:49


No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 31, Carlos Andreazza fala sobre a Polícia Federal, que tentou dar um drible no ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, e retirar da sua batuta as investigações envolvendo Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. Nas apurações do caso do INSS, cujo relator é Mendonça, os investigadores descobriram as ligações de Lulinha com Antonio Carlos Antunes, conhecido como o “Careca do INSS”. E lá no meio estava também uma suspeita de tráfico de influência do filho do presidente Lula a favor do canabidiol junto ao ministério da Saúde. Antunes chegou a levar Lulinha numa viagem à Portugal sobre o tema. A decisão da Polícia Federal de formalizar um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para a abertura de uma nova frente de investigação contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, provocou estranhamento nos bastidores da Corte. A PF pediu para apurar suspeitas de tráfico de influência do empresário no Palácio do Planalto e no Ministério da Saúde, em tratativas de negócios sobre o uso de cannabis medicinal. O relator do caso do INSS no STF é o ministro André Mendonça. Mas a petição no Supremo não foi direcionada a ele. Foi enviada para distribuição geral. Depois, coincidentemente terminou ficando com o próprio Mendonça, por sorteio. O ministro autorizou o novo inquérito. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

Portugueses no Mundo
Adriano Pina, Inglaterra: " é casa, mas não é a casa"

Portugueses no Mundo

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 56:03


Foi há quase 13 anos que o Adriano Pina saiu de Portugal. O objetivo era ganhar experiência profissional como enfermeiro, mas 13 anos depois construiu uma carreira, uma rotina e uma nova forma de olhar para o mundo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Portugal em Direto
Adriano Pina, Inglaterra: " é casa, mas não é a casa"

Portugal em Direto

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 56:03


Foi há quase 13 anos que o Adriano Pina saiu de Portugal. O objetivo era ganhar experiência profissional como enfermeiro, mas 13 anos depois construiu uma carreira, uma rotina e uma nova forma de olhar para o mundo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

MotherChip - Overloadr
Notícias da Nave Mãe #343 - Hasbro diminui sua aventura nos games, jogos do Xbox original no PC

MotherChip - Overloadr

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 83:38


Foi ainda neste ano que a gente comentou sobre uma entrevista com o CEO da Hasbro, falando das empreitadas da empresa no mundo dos games, e agora isso já mudou. Ainda haverá jogos das propriedades de lá, como Exodus e Warlock, mas diversos projetos para 2028 e além foram cancelados nessas semanas. Também temos um apanhado de notícias relacionadas a mídias físicas e o fim dos discos em PlayStation e retrocompatibilidade de jogos do Xbox original no PC.Participantes:Guilherme JacobsHeitor De PaolaAssuntos abordados:10:00 - Um apanhado sobre mídias físicas em videogames44:00 - Retrocompatibilidade de jogos do Xbox original chega ao PC52:00 - A Hasbro já está diminuindo suas aventuras no mundo dos games1:02:00 - União Europeia aprova a compra da EA por parte da Arábia Saudita1:04:00 - Rápidas e curtasVai comprar jogos na Nuuvem? Use o link de afiliado do Overloadr!Use nosso link de filiado ao fazer compras na Amazon Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

INVESTIGAÇÃO CRIMINAL
MÃE ASSASSINA? PROTEGEU O FILHO OU PASSOU DOS LIMITES? - IC TRUE CRIME #020

INVESTIGAÇÃO CRIMINAL

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 49:01


Uma mãe de 24 anos diz que matou o namorado pra proteger o filho de 3 anos que ele tentava abusar. Ela degolou o homem, limpou a cena e ligou pra família. A polícia, porém, desconfia da versão dela. Foi legítima defesa ou assassinato brutal? A perícia vai revelar a verdade? Quer saber tudo dessa história chocante? Então dê o play agora, comente e compartilhe!#crimesreais #investigacaocriminal #casosreaisAssista também: https://www.youtube.com/playlist?list=PLM8urkUnySVAN4HeD8Xh_QQV1QyDpBzJeSe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!

BrunetCast
Por que Deus mostra o destino, mas não o caminho? | Sarah Beatriz no BrunetCast

BrunetCast

Play Episode Listen Later Jul 27, 2026 74:40


Sarah Beatriz cresceu em Nova Iguaçu, criada só pela mãe junto com mais quatro irmãos, sem rede de apoio familiar. Mesmo assim, ela sempre soube que cantaria para multidões, uma certeza que veio antes de qualquer prova.Foi rejeitada nas inscrições para o programa do Raul Gil. Foi rejeitada por gravadoras, uma atrás da outra. Até que gravou um vídeo a capela, sentada num muro, sem produção nenhuma, e viralizou da noite para o dia.Nesse Brunecast, Tiago Brunet conversa com Sarah Beatriz sobre fé, rejeição, o poder do segredo (a vida de oração que ninguém vê) e como ela transformou anos de portas fechadas em uma carreira que hoje alcança milhões de pessoas.Você vai entender:– Por que Deus mostra o destino, mas não revela o processo– Como lidar com rejeição sem perder a fé– O que realmente significa viver "no secreto"– Por que fé sem obras é morte, e como equilibrar os dois

BEN-YUR Podcast
franco fanti e por que ele abandonou tudo para morar na natureza

BEN-YUR Podcast

Play Episode Listen Later Jul 27, 2026 99:23


O Franco Fanti esteve aqui no Coffee & Cigacasts. A gente começou falando sobre café que a gente nem gosta tanto e sobre a loucura burocrática de ter que justificar um centavo em editais de cinema.Mas a conversa foi para um lugar bem diferente.Ele me contou uma história sobre regressão e alienígenas que me pegou completamente desprevenido. É o tipo de relato que você não espera ouvir, mas que faz sentido quando alguém conta com honestidade.Falamos também sobre coisas muito mais pesadas. Sobre o irmão dele, o Fausto. Sobre o meu pai. Sobre o que a gente faz com as ausências e como seguimos carregando as lembranças de quem já foi.No fim, eu acabei dividindo com ele a minha experiência com meditação Vipassana. Aquele momento em que eu estava tentando encontrar silêncio absoluto e tudo simplesmente borrou de olho aberto.Foi uma conversa vulnerável, estranha em alguns momentos e muito humana.O episódio está inteiro aí.Espero que esse papo faça algum sentido para vocês.

Endörfina com Michel Bögli
#474 Walter Tuche

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 117:54


Assim como tantas outras crianças, meu convidado de hoje jogou bastante futebol. Na adolescência, passou a praticar também o vôlei, que ganhou espaço e se tornou sua principal modalidade esportiva. Em 1980, ingressou na faculdade de Educação Física. Durante a graduação dava aulas de natação e vôlei. Depois de formado, ampliou sua atuação como professor de musculação, ginástica e avaliação física, além de lecionar na rede pública do Estado do Rio de Janeiro. Nessa época, conheceu o triathlon e, em 1986, participou de sua primeira prova, em Niterói. Anos depois, viveu uma experiência diferente como comissário de bordo, sem abandonar a atuação como professor de natação. Três anos mais tarde, deixou a companhia aérea e passou a trabalhar ao lado do cunhado, médico nutrólogo, realizando avaliações físicas e prescrevendo atividade física. Foi também nesse período que aprofundou sua relação com o ciclismo e começou a orientar alguns alunos. Em 2001, deu um passo decisivo e resolveu seguir um caminho próprio. Criou sua assessoria esportiva, passando a orientar corredores, ciclistas e nadadores. Provando que acredita no que ensina, já completou quatro edições do Ironman Brasil, participou de nove edições consecutivas do L'Étape du Tour, na França, entre muitos outros desafios esportivos. Conosco aqui, pela segunda vez, um treinador que é um misto de psicólogo, paizão, amigo e carrasco, tudo ao mesmo tempo. Educador físico, pós-graduado em Treinamento Esportivo, com MBA em Administração Esportiva, coautor do livro As Cinco Estações do Corpo, mestre em Educação Física e triatleta que, neste ano, voltou a participar do Ironman Brasil. Um profissional que segue ajudando a realizar os sonhos de milhares de atletas, o carioca Walter Silva Tuche. Inspire-se! Race Smart - check your heart Este episódio é oferecido pela @z2perfomance  e pela @2peaksbikes A Z2 lançou o Performance System, uma linha pensada em organizar a suplementação ao longo da rotina do atleta, com produtos que cumprem papéis específicos dentro da performance. A linha tem dois produtos: a Creatina e o Nitrato. E um produto da Z2 que merece atenção: o Saltz Pastilha. Reposição de eletrólitos num formato inédito no Brasil. Dissolve na boca, repõe sódio, potássio e magnésio na hora, sem precisar de água. Compacto e ideal pra treinos e provas. Siga @z2performance e fique por dentro do universo da Z2. A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Santa Cruz Bikes, da Yeti Cycles e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.

Boa Noite Internet
O Império da IA — com Karen Hao

Boa Noite Internet

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 63:50


O Império da IA, com Karen HaoEm 2019 — tempos mais simples! — a jornalista Karen Hao foi fazer o primeiro “perfil” jornalístico da sua carreira, aquelas reportagens em que um jornalista passa dias acompanhando uma pessoa ou empresa, uma coisa meio biografia, meio retrato congelado no tempo.A tal empresa era uma startup do Vale do Silício, ainda pequena e desconhecida dos meros mortais como eu e você, mas que hoje é a mais valiosa da história: a OpenAI, também conhecida como “a criadora do ChatGPT”.A Karen Hao vendeu o projeto do perfil para o MIT Technology Review porque a OpenAI parecia, naquela época, uma startup diferente. O “open” no nome nasceu da visão de que inteligência artificial é um assunto tão importante para o futuro da humanidade que precisava ser explorado de um jeito aberto, compartilhando conhecimento com todo mundo, e mais preocupado em proteger esse tal futuro do que em só gerar lucro.Hoje, aqui direto de 2026, a gente já sabe que não foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a OpenAI se transformou numa empresa oficialmente voltada para o lucro como qualquer outra e chegou a ser processada por Elon Musk — um dos apoiadores iniciais do projeto — por quebrar essa promessa de ser ‘open'. Em maio, o Elno perdeu a causa, e a OpenAI agora se prepara para lançar as ações na bolsa e, pelos números atuais, já largar valendo mais de 1 trilhão de dólares.Mesmo em 2019, a Karen Hao sentiu que todo esse papo de “open” não era bem assim: segredos e competitividade em todas as conversas que ela ouvia na empresa. Publicou o tal perfil contando isso e o pessoal da OpenAI… não gostou muito. Achou que ela ia só falar bem deles, e a empresa cortou contato com ela por três anos.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.Até que, em maio do ano passado, ela lançou nos EUA o livro O império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total, que segue contando a história da OpenAI — e abre com a bizarra saída do Sam Altman, demitido do cargo de CEO por “nem sempre falar a verdade” ao conselho da empresa, para voltar quatro dias depois nos braços dos funcionários.Mas esse livro não é exatamente uma biografia da OpenAI. Para mim, é mais um retrato de todo o sistema empresarial em que vivemos hoje — inteligência artificial ou não. O importante é que ele acabou de sair no Brasil pela Editora Rocco, que me procurou para saber se eu queria entrevistá-la aqui no programa, aproveitando que ela veio participar do Esquenta do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. O congresso, aliás, acontece dia 30 de julho — vai lá no site da Abraji saber mais, quem sabe comprar seu ingresso.Mas enfim, claro que eu queria conversar com ela. Obrigado, Abraji, obrigado, pessoal da Rocco, pelo presente. Quem me conhece sabe que IA agora é um assunto muuuito importante no meu trabalho. Eu fico aqui tentando navegar o meio do caminho entre o fim do mundo exterminador do futuro e a utopia vendida por muita gente. Não acredito em nenhum dos dois cenários, falei disso com a Karen antes e durante a conversa. Mas no final da entrevista a gente volta para falar não só disso, como também de como o IA em Curso, minha comunidade de letramento contínuo em IA, se conecta com tudo. Com promoção? Pode ser. Quem ficar até o fim, verá.A entrevista foi gravada em inglês — a Karen também fala mandarim, mas não fala brazilian —, então vai funcionar assim. Se ouvir no áudio, vai ser a versão original, do mesmo jeito que foi com o Ted Chiang ano passado, para você botar o seu cursinho para trabalhar. Aqui no site boanoiteinternet.com.br você está acompanhando a transcrição completa traduzida, se quiser ler enquanto ouve. E no YouTube tem uma versão legendada. Assim, você entra na conversa do jeito que preferir.Combinado? Então, bora lá entender O Império da IA com Karen Hao, no Boa Noite Internet.Cris: Karen Hao, bem-vinda ao Boa Noite Internet.Karen Hao: Obrigada pelo convite.Cris: Que bom ter você aqui. Espero que o Brasil esteja te tratando bem durante a Copa do Mundo — a gente veio falar sobre isso. Hoje é dia de falar de futebol, de Copa do Mundo, quais são as chances de cada país. Mas a primeira coisa que você precisa saber sobre essa conversa é que eu não sou jornalista. Não sei fazer isso. Peço desculpas antecipadas à sua profissão e ao seu ofício.Além disso, você foi enganada. Eu não estou aqui pra te entrevistar. Isso aqui é uma sessão de terapia. Você vai me ajudar a superar meus traumas.Porque eu sou da… do que eu chamo de “geração esquecida” — sou geração X, nasci nos anos 70. Esquecida porque, nessa guerra de gerações, as pessoas esquecem que a gente existe, e isso é incrível, porque a gente causou muito estrago no planeta. O Elon Musk é geração X, então é só isso que você precisa saber sobre a minha turma. Gente como ele, ou como Marc Andreessen… eu cresci lendo e assistindo à ficção científica que dizia que tecnologia é a melhor coisa do mundo, que ciência e engenheiros são incríveis e vão nos levar pra um lugar incrível.Sou uma daquelas pessoas que, quando a internet surgiu, falou: a paz mundial está logo ali. O conhecimento a um clique de distância, o futuro vai ser incrível. E aqui estamos nós. Então, quando usei o GPT pela primeira vez, e depois o ChatGPT, fiquei super empolgado. Foi a primeira vez, desde a internet, que eu fiquei realmente empolgado.Tenho até uma certa fama de ser mal-humorado com tecnologia: Bitcoin é lavagem de dinheiro, Clubhouse não presta — e as pessoas, ah, Clubhouse é a próxima grande coisa. Mas quando a IA chegou, eu falei: isso é importante. Só que eu já não era mais aquela criança dos anos 70. Tinha crescido, tinha visto o que aconteceu com a internet, tinha trabalhado numa big tech. E estava em desespero com o sistema em que a IA estava sendo construída.Dito tudo isso, o seu livro, aqui, já nas livrarias, recebe provavelmente o melhor elogio que eu posso dar: é otimista. Não é uma lista de reclamações e gente má fazendo coisas más. Claro, você fala muito sobre a OpenAI — ela é o fio condutor da história, especialmente aqueles quatro dias em que o Sam Altman saiu e voltou. E é muito divertido de ler. Mas você toma o cuidado de ser otimista.E uma das coisas que você menciona é como as pessoas na OpenAI, e em todas essas empresas, dizem: “isso é inevitável, a gente tem que fazer”. Quero falar sobre isso. Mas a gente tem que começar pela pergunta que você provavelmente ouve em todo podcast, a do título — Império da IA. Por que império?E acho que essa pergunta é ainda mais relevante no Brasil, país do sul global, colonizado. Por que império da IA?Karen Hao: Antes de mais nada, obrigada por dizer que o livro é otimista. Muita gente não reconhece isso, mas é verdade. Eu escrevo com um profundo otimismo de que os danos que a gente vê podem mudar. Não faria o trabalho que faço se não achasse que as coisas vão mudar.Sobre por que eu uso a expressão império, ou império da IA: a forma como empresas como a OpenAI operam é impressionantemente parecida com a dos impérios antigos. Eu traço quatro paralelos no livro. O primeiro é que elas reivindicam recursos que não são delas — os dados das pessoas, a propriedade intelectual de artistas, criadores como você, jornalistas.Segundo, elas exploram uma quantidade extraordinária de mão de obra. Isso vale tanto para os trabalhadores da cadeia de produção de IA, mal pagos e maltratados, que ainda assim geram uma riqueza extraordinária para essas empresas, quanto para os trabalhadores cujos empregos são automatizados e cujos direitos são corroídos pela implantação dessas tecnologias em diferentes setores.A terceira característica é que impérios controlam os fluxos de informação na sociedade. Essas empresas censuram a pesquisa fundamental sobre essas tecnologias, o que limita nossa capacidade de entender as verdadeiras limitações e capacidades dos modelos que desenvolvem. E estão criando uma tecnologia de informação que tentam transformar no portal único pelo qual qualquer pessoa se relaciona com o mundo.Esse portal impregna as ideologias do Vale do Silício, seus sistemas de valores, sua língua, e projeta a hegemonia do inglês. Isso influencia boa parte do conhecimento que a gente vai produzir daqui pra frente, porque cientistas e educadores usam essas plataformas e acabam perpetuando essas mesmas ideologias e valores.E o quarto e último paralelo é que impérios sempre se agarram a uma narrativa existencial ou moral sobre por que precisam existir. Essas empresas fazem a mesma coisa. Dizem que são o “império do bem”, numa missão civilizatória de trazer progresso e modernidade pra toda a humanidade, competindo contra um “império do mal” que ameaça mandar a humanidade pro inferno.Quando você conversa com algumas pessoas dentro dessas empresas, ou que as lideram, elas dizem: se você nos deixar construir uma inteligência artificial geral, que elas de alguma forma moldam como um deus, a gente vai acabar numa espécie de utopia, um paraíso onde a mudança climática é resolvida, o câncer é curado, a pobreza é aliviada.Mas, se os caras maus conseguirem isso antes, a gente pode acabar com todos os humanos mortos — um risco de extinção pra todos nós.Cris: E eles vêm dizendo isso há quase dez anos, e ainda usam como ferramenta. A gente está num país que foi influenciado por três impérios ao longo da história: Portugal, Inglaterra e agora os Estados Unidos. Então a gente olha pra essas empresas de um jeito meio cínico: sim, sim, já conhecemos essa história.Mas, ao mesmo tempo, ano passado, o Pew Research Center fez uma pesquisa sobre como o mundo enxerga a IA, e o sul global é bem mais otimista do que o norte. Uma das razões é a ideia de democratizar — não só informação, mas: ah, finalmente eu posso montar uma startup, sair desse lugar de exploração e criar o unicórnio de um bilhão de dólares. Os números são grandes na China. Países em desenvolvimento veem muito mais benefício do que risco na IA.China, 83%. Tailândia, 77%. Holanda, 36%. Canadá, 40%. Será que a gente está deixando passar alguma coisa? A gente está certo? Isso está democratizando mesmo? Até que ponto?Karen Hao: Provavelmente tem duas razões. Uma é que muitos dos danos que a indústria de IA causa à maioria global são bem escondidos. Ela se esforça muito pra esconder como polui o ambiente dessas comunidades, como explora e devasta a mão de obra, deixando traumas psicológicos — como documento no livro.E, recentemente, li um artigo de opinião no New York Times que trazia um bom ponto: muitas economias desenvolvidas estão especialmente atentas ao potencial da IA de desmontar oportunidades de emprego de tempo integral. A gente começa a ver isso cada vez mais. Já na maioria global, muito mais gente vive em economias informais, e aí a ideia de que a IA vai tomar um emprego de tempo integral não pesa tanto.Então os danos mais visíveis — a erosão do emprego formal de tempo integral — pesam mais no norte global, ou pelo menos é lá que as pessoas se sentem mais ansiosas. E os danos invisíveis, que atingem o sul global, ninguém percebe tanto, justamente porque são invisíveis. É meio por isso que tanta gente sente essa divisão que aparece na pesquisa do Pew.Cris: Eu tenho acompanhado as notícias sobre IA no Brasil, e toda semana tem um novo data center sendo construído em alguma cidade. Isso é vendido como uma coisa boa: que ótimo investimento, gera emprego. E me fez pensar de novo — a gente passou por três impérios, mas algumas famílias no Brasil, e aposto que em outros lugares também, estão no poder há 500 anos ao longo da história do país.Então, ao mesmo tempo, a gente pensa: é, estamos sendo explorados, é a mesma coisa. Eu já não tenho emprego, então deixa eu usar essa tecnologia pra melhorar minha vida. Mas as pessoas que realmente tomam as decisões, de novo, nos últimos 500 anos, se perguntaram: como a gente ajuda esse pessoal a explorar nosso país de um jeito que nos mantenha no poder e nos dê muito dinheiro?Mas também foi verdade que, sei lá, a Volkswagen abre uma fábrica no Brasil e aquilo gera emprego, contrata gente pro chão de fábrica e pros escritórios. Como é que isso é diferente com a IA?Karen Hao: De certa forma, não é diferente. Existe um fenômeno parecido: a indústria de IA terceiriza muitos dos trabalhos que ela não quer dentro dos centros de poder, e joga isso pra comunidades empobrecidas, do mesmo jeito que outras multinacionais fizeram por décadas.Mas também é diferente, porque a escala dos impactos trabalhistas e ambientais da IA é completamente outra, muito maior que a da indústria automobilística ou da moda. E a velocidade é outra, porque são tecnologias digitais que atravessam fronteiras muito rápido.E é diferente porque a maioria das pessoas não percebe que a IA, mesmo sendo tecnologia digital, tem uma cadeia de suprimentos muito física e intensiva em mão de obra manual.Quando você compra roupa, café, um carro, é mais óbvio que existem materiais que precisam ser extraídos e depois manuseados por pessoas pra criar aquele produto. Já com a IA, a maioria aceita a narrativa que o Vale do Silício projeta: a de que isso vem da “nuvem”, desses espaços etéreos que parecem nem existir no planeta. E a verdade é exatamente o oposto.Ela depende de uma quantidade extraordinária de extração mineral. Depende da construção de infraestruturas enormes — data centers, instalações de supercomputação espalhadas pelo mundo. E depende de muita, muita mão de obra manual: trabalhadores de dados que limpam, preparam e moderam o conteúdo dos sistemas de IA que chegam até você quando usa o ChatGPT.É isso que a torna tão diferente. E há também uma ideologia completamente diferente sustentando a expansão da IA. Quando você conversa com executivos da moda, eles não vão dizer: se você não comprar nossa roupa, vai pro inferno.Já a indústria de IA diz: se você não nos deixar capturar cada vez mais terra, mais recursos e mais mão de obra pra produzir essas tecnologias, vamos ter uma destruição civilizacional. Isso é, ao mesmo tempo, retórica política usada como arma pra moldar o debate público e a cabeça de quem formula políticas, e também está enraizado num sistema de crenças — algumas pessoas dentro dessas empresas realmente acreditam que, se uma AGI fosse construída, e construída nas mãos erradas, isso levaria mesmo a esse tipo de destruição.E é isso que move a sede cada vez maior da indústria por mais capital, mais recursos e mais terra.Cris: Eu quero falar sobre AGI, mas antes: ano passado, a OpenAI estava sendo processada no Reino Unido por violação de direitos autorais, basicamente todos os livros do mundo digitalizados e usados pra treinar modelos. E um dos executivos disse ao júri: bem, se a gente não puder fazer isso, fecha as portas. Me chocou que muita gente reagiu com um “ah, tá, o que a gente pode fazer? Eles vão fechar as portas”.Em parte porque a gente já está acostumado com essa narrativa. Outro dia, numa conferência, um ex-CEO dizia: a gente teve que usar embalagem de plástico porque é mais barata que papel, senão prejudicaria nosso resultado. E a plateia reagia: ah, então é só fechar as portas — a sociedade não pode arcar com isso.Mas isso também, como você disse, se conecta à ideia de uma grande missão, uma missão de salvar o mundo, que a gente precisa cumprir antes que seja tarde, senão estamos condenados. OpenAI está literalmente no nome — só que em português não é tão direto: é “inteligência artificial aberta”.Foi criada a partir de um sonho, um projeto que era pra ser uma coisa pro bem comum. Em 2019, num tempo bem distante, antes da pandemia, você cobriu a OpenAI, foi até o escritório deles, ficou lá dentro. O que você viu? E, mais importante, como essa missão mudou? O Elon Musk os processou outro dia justamente por mudarem a missão. Isso alguma vez foi verdade? Em algum momento eles pensaram mesmo “ah, a gente vai salvar o mundo”?Como essa narrativa de ser aberta funciona com a OpenAI?Karen Hao: Quando comecei a cobrir a OpenAI, levei a sério o que eles diziam — que tinham sido recrutados com a missão de beneficiar toda a humanidade. E aí, quando me infiltrei na empresa, fui ficando bem mais cética, porque via como eles operavam de um jeito completamente diferente, portas adentro, do que diziam em público.Diziam que iam publicar todas as pesquisas e abrir o código de tudo, e na prática eram uma das organizações mais secretas que já cobri. Eram muitas discrepâncias, e, na época, presumi que tinha havido algum tipo de corrupção que os levou a abandonar a missão original. Depois de cobrir a empresa por mais alguns anos e de trabalhar neste livro, mudei de ideia até sobre a missão original.Não acho mais que ela era um esforço sincero e generoso de beneficiar a humanidade. A missão foi criada pra dar à empresa — na época, uma organização sem fins lucrativos — uma margem de manobra extraordinária pra depois levantar muito capital, acumular muito talento e perseguir a força motriz de verdade por trás de tudo aquilo: se tornar a força dominante no desenvolvimento de IA.E penso assim agora porque, quando você olha pras narrativas de cada nova empresa de IA no começo — a Anthropic, a xAI, a Safe Superintelligence do Ilya Sutskever, a Thinking Machines Lab da Mira Murati —, todas usam a mesma narrativa da OpenAI: nós somos os mocinhos, eles são os bandidos.É por isso que precisamos criar uma nova empresa que avance a IA do nosso jeito, não do deles. E você começa a perceber, por esse padrão, que eles repetem a mesma coisa em parte porque acreditam nela até certo ponto, mas também porque ela funciona muito bem com a imprensa, com o público, com quem formula políticas.No livro, eu reproduzo os e-mails internos que Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman trocavam nos primeiros dias da OpenAI. Eles tinham plena consciência de que estavam criando uma missão que soasse bem para o público. E o propósito de verdade, que também deixaram registrado nesses e-mails, era vencer o Google. Viam o Google como a força dominante em IA e queriam ser eles essa força.Não gostavam de ver o Google na frente, então inventaram justificativas: o Google é uma empresa com fins lucrativos, então nós vamos ser sem fins lucrativos. Mas, no fundo, acho que era puro ego: tem que ser a gente, não eles, a gente quer ser quem lidera isso.E aí passaram um tempão moldando essa missão pública, que acabou sendo super útil pra recrutar o primeiro grupo de pesquisadores e turbinar o avanço deles.Cris: Então agora é um bom momento pra falar de AGI, a inteligência artificial geral. Muita gente pergunta: o que é AGI? O que “geral” quer dizer? E a impressão que peguei lendo seu livro é que, por design, isso nunca fica claro de verdade, porque é um alvo móvel. Essas empresas um dia vão dizer “chegamos, alcançamos a AGI”? Ou o plano é sempre “não, não, ainda não chegamos, me dá mais dinheiro, me dá mais poder”?Qual é o papel da AGI na narrativa dessas empresas?Karen Hao: Já que a gente está falando de ficção científica, eu costumo usar a analogia de que o mundo da IA é meio como Duna. Em Duna, o personagem principal, Paul Atreides, entende, ao chegar no planeta Arrakis, que o povo de lá foi semeado com um mito: o de que um dia viria um Messias pra libertá-los. Ele sabe que é um mito, mas decide entrar nele e agir como se fosse o Messias pra controlar melhor aquele povo.E, vivendo, respirando e encarnando esse mito dia após dia, ele começa a perder a noção de que é um mito. Passa a se perguntar se o mito era mesmo verdadeiro ou se foi ele quem o tornou verdadeiro. É essa confusão entre mito e realidade — ele vive num espaço intermediário, sem ter mais certeza do que é verdade e do que é ficção.E trago isso pra responder sobre a AGI porque a AGI é, ao mesmo tempo, um mito e algo que os líderes e os trabalhadores dessas empresas vivem, respiram e encarnam dia após dia, a ponto de perderem a noção do que é mito e do que é realidade. É a ideia de um sistema de IA teórico que um dia igualaria as capacidades humanas. Só que a gente nem tem consenso científico sobre o que é inteligência humana.Por isso, de certa forma, por design, é um termo bem maleável, que deixa essas empresas fazerem o que quiserem. Elas definem e redefinem a AGI conforme a necessidade, movem a trave pra onde quiserem. E, ao mesmo tempo, isso é sustentado por uma crença genuína de certas pessoas lá dentro, por causa dessa confusão entre mito e realidade. Pelas minhas contas, a OpenAI já usou pelo menos quatro definições diferentes de AGI.A primeira está no site deles: “sistemas altamente autônomos que superam humanos na maioria dos trabalhos economicamente valiosos”. É uma definição de automação do trabalho — eles dizem, de forma explícita, que estão atrás dos empregos mais bem pagos. A segunda apareceu no contrato com a Microsoft, por um tempo a maior investidora deles: ali, a AGI virou um sistema que geraria 100 bilhões de dólares em receita.Ou seja, uma definição feita pra incentivar a Microsoft a investir. Já o Sam Altman disse ao Congresso que AGI é um sistema que cura o câncer e resolve a mudança climática — uma definição de benefício social, muito útil quando você quer que os reguladores não te regulem.E, por fim, quando falam com o consumidor, dizem que vai ser o melhor assistente digital que você já teve — porque, claro, estão tentando vender o produto.E aí você percebe duas coisas. Primeiro, que é um conjunto de definições completamente incoerente. Segundo, que eles trocam de definição conforme o público que querem convencer. Mas também tem gente nessas empresas que acredita de verdade que está construindo uma tecnologia capaz de dar conta das quatro coisas.Então é uma realidade bem confusa e complicada: o que a AGI de fato é, e pra que ela serve, para essas empresas, para a agenda delas e também para as crenças delas.Cris: Como ex-funcionário da Meta — entrei em 2013 —, a missão era unir o mundo e torná-lo mais aberto e conectado. É uma missão incrível. E tem uma coisa que eu sempre digo, porque muito amigo meu vem falar comigo, “ah, esse cara da OpenAI, ou a própria Meta, são maus”. Eu conheci muita gente na empresa. Nunca conheci uma pessoa mal-intencionada.Todo mundo, independente da missão, era gente boa tentando entregar o melhor produto possível, pra dar poder a quem tem um pequeno negócio, por exemplo. Tenho amigos pessoais que construíram a empresa deles em cima da publicidade do Facebook e do Instagram. E esse é justamente o problema, porque ainda assim é uma corporação muito má, pelo que ela causa ao mundo pra bater as metas de negócio.Ou seja, você não precisa de um vilão tipo Lex Luthor pra causar um estrago desse tamanho no mundo. E adorei a referência a Duna. Duna é engraçado: é o livro que eu mais reli na vida que não foi escrito pelo Tolkien. Li o primeiro Duna umas três vezes, e toda vez é como se fosse um livro diferente. Na primeira, eu era adolescente, e era só o Paul Atreides, o cara durão.Na segunda, eu morava no Canadá e li com olhos de estrangeiro, pensando em colonização. E na terceira vez foi quando os filmes do Denis Villeneuve saíram, e aí era: ah, o Bene Gesserit criou esse mito, isso é meio pós-moderno. Narrativamente, fico me perguntando o que vai significar pra mim se eu ler uma quarta vez.Karen Hao: Eu ia te perguntar isso. Quando você disse que cresceu numa época cheia de ficção científica falando das maravilhas da tecnologia, fiquei curiosa: que histórias você estava lendo? Porque muita coisa que saiu nos anos 70 e 80 dizia exatamente o oposto. E muita gente já apontou que os executivos de tecnologia de hoje, que vivem citando essas histórias, interpretam elas justamente ao contrário da intenção original.Cris: Concordo plenamente. Mas, respondendo: foi basicamente Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. E é por isso mesmo — os executivos de tecnologia, e o Elon Musk mais que todos, leem esses livros como receita, não como aviso. O livro de que eu mais me lembro, nem lembro o título, era um do Asimov em que ele descreve o elevador espacial que aparece na série da Apple TV, Fundação.E o enredo é: eu sou esse engenheiro brilhante, quero construir essa coisa no Sri Lanka, mas o governo trava tudo com regulação — eu sou um gênio e a regulação é a vilã. Hoje eu leio e penso: ah, sei. Mas, quando garoto, era só “olha, um elevador espacial, que genial, a gente nem precisa de foguete”. E aí você começa a entender. E aí eu parei de ler esses caras.E passei a ler gente com uma visão completamente diferente: o Ted Chiang, que entrevistei ano passado, a N.K. Jemisin, o Cory Doctorow, de quem sou muito fã. E talvez eles sejam mais explícitos, pra gente burra como eu entender: “não, bobo, a analogia é essa”. Mas Duna era incrível — vermes gigantes de areia, o tal garoto durão, e aquela coisa do “eu não aceito o meu destino”.Tenho esse grande destino, mas não quero ele. Do resto da série eu já não gosto tanto. Mas o mais importante de tudo: Duna gerou o melhor GIF de filme de todos os tempos, o “Lisan al Gaib” do Javier Bardem — que eu devia ter colocado durante a sua explicação, aquele “uau, ele está cumprindo a profecia, agindo como o profeta”.Mas, de novo, falando de vilões: você mencionou que essas empresas se colocam como o bem contra o mal, feito impérios antigos. Só que elas também jogam a carta da China, né? “Se a gente não fizer, a Rússia faz primeiro.” Só que a Rússia começou uma guerra e está ocupada demais. “Mas a China chega lá, e é por isso que a gente tem que ser fechado.” É por isso que Mythos e Fable e agora o GPT-5.6 foram proibidos pelo governo. Isso tem fundamento?Quero saber se é possível a China competir — quero mesmo essa resposta — mas também porque, desde toda essa conversa do Fable-Mythos, países como Índia e Brasil vêm dizendo que precisam de um modelo soberano. Dá pra fazer, ou a OpenAI, a Anthropic e o Google estão tão à frente que já não dá?Karen Hao: Sobre a China: você está certíssimo, o Vale do Silício usou por anos a carta do “e a China?” pra escapar de qualquer responsabilização de verdade. Fizeram muito isso na era das redes sociais.A Meta fez muito isso, com o Mark Zuckerberg dizendo ao governo dos EUA: vocês não podem nos regular, senão a gente perde. Mas, se a gente ganhar, vai ter um efeito liberalizante no mundo e nas democracias em todo lugar. E, infelizmente, o que a gente viu foi que jogar essa carta repetidamente produziu exatamente o efeito contrário do que o Vale do Silício prometeu.Uma das empresas de rede social dominantes dessa era é a ByteDance. Ou seja, mesmo sem regulação das redes sociais nos EUA, existe uma empresa chinesa de rede social bem dominante. E as redes sociais estadunidenses acabaram tendo um efeito antiliberal no mundo — é bastante consensual que enfraqueceram democracias em todo lugar. E aí, na era da IA, elas seguiram jogando a mesma carta.Mas o que eu sempre aponto é que a gente definitivamente não devia acreditar nelas. Já existe evidência significativa de que tudo o que elas dizem está, de novo, se provando o oposto. Elas disseram: não regulem a gente como empresas de IA, regulem a China, via controles de exportação — um mecanismo do governo dos EUA com alcance extraterritorial.Só que as empresas chinesas agora estão produzindo modelos de IA de código aberto extremamente eficientes, que viraram super populares no próprio Vale do Silício. Existe um monte de startup de lá que prefere usar modelo chinês a OpenAI, Anthropic ou Google.Então, nesse sentido, é um conjunto de evidências bem decisivo, acho, pra mostrar que a gente devia simplesmente responsabilizar essas empresas, não importa o que digam sobre “ah, vamos perder pra China”. No fim das contas, é só retórica política. Não é um argumento real que elas consigam sustentar pra escapar da responsabilização.Responsabilizá-las vai fortalecer a democracia pelo mundo, vai trazer mais direitos humanos, trabalhistas e de privacidade de dados pras pessoas — é sempre o contrário do que elas dizem que aconteceria. E, sobre a sua pergunta em torno da IA soberana: acho a ideia realmente importante, mas acho também que muitos países estão meio confusos sobre o que querem dizer com isso.Muitos governos, hoje, pensam a IA soberana pela pergunta: a gente consegue construir o nosso próprio ChatGPT? O nosso próprio grande modelo de linguagem, o nosso sistema de IA generativa? Estão olhando só pro modelo que o Vale do Silício já definiu e tentando descobrir como recriar aquilo.E o que eu digo pra quem formula políticas é: defina pra que a IA serve no seu país, no seu contexto. Quais são, no fim das contas, os objetivos do seu país? Os objetivos do seu povo? E também os nossos objetivos coletivos, entre países?Porque a gente tem, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Já definimos coletivamente que há coisas que precisamos resolver juntos: superar a crise climática, reduzir a pobreza, melhorar a educação.E, enquanto o Vale do Silício adora dizer que está fazendo tudo isso, na prática não está. Mas a gente poderia — poderia desenvolver, de forma colaborativa, sistemas de IA que realmente avançassem em cada um desses objetivos coletivos que já acordamos.E cada país também devia fazer o exercício: quais objetivos você quer alcançar, e que tipos de sistema de IA você poderia desenhar pra chegar lá — sistemas que talvez não se pareçam em nada com um grande modelo de linguagem. Se os países fizessem isso, acho que descobririam que a maioria dos sistemas de que precisam exigiria muito menos recursos.Ou seja, contextos como o Brasil, a Índia e outros, quando não precisam competir construindo essas infraestruturas de computação gigantescas e gastando centenas de bilhões de dólares, na verdade já têm, localmente, todos os recursos necessários pra desenvolver um sistema de IA soberano.Cris: Quando ouvi falar do seu livro pela primeira vez, uma amiga me disse que você não poupa ninguém — fala mal do Sam Altman, mas também do Dario Amodei. E as pessoas costumam escolher um lado. Eu sou time Claude, odeio o ChatGPT, essas coisas. Então cheguei no livro pensando: ah, é mais um livro dizendo que a IA é terrível, que a gente não devia usar IA.Mas, conforme fui lendo, e ouvindo outras entrevistas suas, me pareceu que o seu problema é justamente o que você acabou de descrever: a forma como essa tecnologia é feita. E, em especial, a palavra escala — a ideia de que a solução é a escala. O que você quer dizer com isso?Karen Hao: Eu costumo usar a analogia de que “IA” é como a palavra “transporte”: na verdade se refere a uma coleção de tecnologias que vão da bicicleta ao foguete. São tipos bem, bem diferentes de tecnologia, que exigem insumos diferentes pra se desenvolver e depois têm impactos diferentes na sociedade.E você está certo: sou especificamente crítica ao que chamo de “foguetes da IA”, os sistemas que os impérios da IA estão desenvolvendo, aqueles que exigem uma quantidade enorme de exploração de mão de obra e extração ambiental.E sou bem otimista com o que chamo de “bicicletas da IA”: sistemas especializados, eficientes, com bom custo-benefício, governáveis pelas pessoas, cujo desenvolvimento pode ser participativo. Países como o Brasil, o Chile, a Índia, qualquer contexto, têm recursos pra desenvolver e se autodefinir, em vez de simplesmente herdar um sistema criado pelos dois únicos centros do mundo capazes de gastar uma quantidade extraordinária de capital: o Vale do Silício e o ecossistema tecnológico chinês.E o motivo pelo qual eu acho tão corrosivo o que os impérios da IA estão desenvolvendo é exatamente o que você disse: a forma como eles fazem isso, por um mecanismo de força bruta pra avançar as capacidades da IA em escala. Eles vão simplesmente empurrando cada vez mais dados de treinamento nesses modelos, e isso exige corroer a privacidade das pessoas, tomar a propriedade intelectual delas e, ainda por cima, baixa a qualidade dos dados que entram nos modelos — o que leva aos danos de exploração de mão de obra, porque aí você tem que dar conta da moderação de conteúdo.E aí você tem pessoas psicologicamente traumatizadas por serem expostas a todo aquele conteúdo horrível que se tenta “lavar” através desses modelos.E aí vem o problema dessas infraestruturas de computação enormes, com impactos ambientais que aumentam a conta de luz das comunidades que as hospedam e agravam a crise de custo de vida. Elas precisam ser alimentadas por fontes fósseis, que jogam mais carbono na atmosfera e mais poluição no ar dessas comunidades.Então todos os problemas que eu identifico, no que têm de corrosivo, derivam inteiramente da abordagem deles pro desenvolvimento de IA. Por que não descartar a abordagem, em vez de descartar a tecnologia? Redefinir e redesenhar de que tipos de sistema de IA a gente precisa de verdade, com uma cadeia de suprimentos fundamentalmente diferente. E isso não é exclusivo da IA.A gente já viu muitas outras indústrias que começaram com uma cadeia de suprimentos bem ruim. A moda, por exemplo: muita degradação ambiental, muita exploração de mão de obra.Com muita organização, protesto, ação de consumidores, regulação governamental e cooperação entre governos, a gente conseguiu criar mercados novos pra moda sustentável e ética, cadeias de suprimentos novas e inovações pra fazer roupa mais saudável pras pessoas e pro planeta.E é basicamente isso que eu defendo: transformar a indústria de IA do mesmo jeito que transformamos a moda, e as cadeias de suprimento de alimentos. Assim a gente fica com os benefícios da tecnologia, ajuda ela a avançar os objetivos que importam pra gente, sem jogar uma fração enorme da população mundial numa condição atrasada e numa qualidade de vida pior.Cris: O Brasil está agora, no Congresso, discutindo a escala de seis dias por semana. A regra atual é: você trabalha seis dias e descansa um. E muitas empresas, o comércio principalmente, dizem “vamos fechar as portas”, e os trabalhadores respondem “isso é problema seu, não meu”. É mais ou menos a mesma narrativa dessas empresas de IA: se eu não usar a sua água, a Idade das Trevas está chegando.Falando em Idade das Trevas, e falando em bicicleta: a sua analogia me lembrou uma coisa. Eu gosto de jogo de zumbi, de mundo aberto, e em nenhum deles tem bicicleta. Num desses jogos, instalei um plugin que deixava andar de bicicleta — você acha uma e sai pedalando. E aí entendi por que não tem bicicleta: desbalanceia tudo. Parte da graça do jogo é você precisar achar um carro, e daí pneu, gasolina, comida pra carregar. De bicicleta, você vai a qualquer lugar.E eu pensei: ah, é. Meio que estraguei o jogo pra mim, porque agora tenho uma bicicleta, é incrível. Enfim, em termos práticos: no fim do ano passado, uns meses atrás, a revista Wired publicou um artigo pedindo pra jornalistas de tecnologia contarem como usam IA no trabalho. E cada um usava de um jeito. Você usa IA no seu trabalho? Como?Karen Hao: Eu não uso nenhum sistema de IA generativa no trabalho — nem ChatGPT, nem Gemini, nem Claude. Por três motivos. O primeiro é uma postura ética, depois de tanto investigar essas empresas. O segundo é privacidade de dados: eu investigo essas empresas.Não quero que elas conheçam todo o meu raciocínio enquanto eu apuro o livro, literalmente investigando elas. E o terceiro é que, no meu caso específico, a força do meu trabalho está na capacidade de construir relações fortes com as fontes, pela empatia, e de contar histórias envolventes, pela narrativa. E os grandes modelos de linguagem simplesmente não são a ferramenta certa pra nenhuma das duas coisas.Não vão melhorar a minha empatia nem a minha escrita. Então eu não perco nada com essa postura ética: simplesmente corto essas ferramentas e sigo fazendo o meu trabalho muito bem. Pra outros jornalistas pode ser diferente, e pra quem está em outras áreas o cálculo pode ser outro.Mas eu incentivo as pessoas a pensarem primeiro: quais são as suas forças no trabalho? Quais são os seus objetivos? E aí ir de trás pra frente pra descobrir se a IA é a ferramenta certa, qual tipo de IA é a ferramenta certa, e qual fornecedor você quer de fato usar, apoiar, votar com os pés. Agora, eu uso, sim, IA preditiva.Aquelas ferramentas de IA especializadas, as “bicicletas da IA”, digamos. No livro, tinha um detalhe que eu queria muito ilustrar: como a OpenAI deu um salto quando passou de organização sem fins lucrativos a um empreendimento bancado pela Microsoft. Percebi que as cadeiras do escritório ficaram bem mais caras. Então fotografei as cadeiras de um escritório e as do outro.E joguei tudo na busca reversa de imagens do Google, que é um sistema de IA especializado — não é baseado em grandes modelos de linguagem, não é IA generativa. Assim descobri quanto essas cadeiras costumam custar. No primeiro escritório, cerca de 2 mil dólares por cadeira. No segundo, eram cadeiras de um designer brasileiro famoso, uns 10 mil dólares cada.Coloquei esse detalhe no livro pra ilustrar o tipo de riqueza e de concentração de recursos de que a gente está falando. Esses são alguns dos jeitos como eu uso IA, ainda que de forma bem limitada, sempre pontual, quando acho que vai ajudar. E, claro, uso ferramentas de transcrição por IA — outra IA especializada — em todas as minhas entrevistas.Cris: Essa foi uma das partes em que a minha cabeça explodiu, eu nunca tinha percebido: a OpenAI criou o Whisper. Deixa eu dizer de outro jeito, do meu ponto de vista. A OpenAI liberou abertamente essa ferramenta incrível de transcrição, o Whisper, em que eu jogo o áudio e ela me devolve as palavras que as pessoas disseram. E eu pensei: ah, que generoso da parte deles.Mas o motivo real de terem criado a ferramenta foi pegar todos os vídeos do YouTube, transcrever e alimentar a máquina. E aí é: ah, claro. Enfim, falando de ferramentas e de otimismo — a gente está chegando ao fim da conversa. Eu tenho uma regra desde o episódio dois deste programa, há oito anos: de novo, como eu disse do seu livro, não pode ser só uma lista de reclamações e coisa ruim. E a gente tem se saído bem até aqui.Você falou de caminhos e de bicicletas, mas eu quero ser mais específico. Se isso aqui fosse uma reunião de negócios: qual é o plano de ação, quais são os próximos passos? Só que uma das coisas que eu repito bastante, na vida e neste programa, é que problema sistêmico não se resolve com ação individual. Se eu tomar banhos mais curtos, isso nunca vai salvar o planeta do aquecimento global.E muitos amigos meus simplesmente: não quero falar de IA, não quero usar IA. Voltando aos videogames: leram que tal jogo usa IA e pronto, não vão jogar. E a minha primeira pergunta pra você é: como a gente ocupa esses espaços da IA generativa — ChatGPT, Gemini e por aí vai? Porque o que a gente viu com as redes sociais foi: ah, o Facebook é do mal, vou sair do Facebook. Ah, vou sair do Twitter.E, na esperança de quê, sei lá, talvez alguém diga: ah, sinto falta do Cris, cadê ele? Ah, está no Bluesky. Mas isso deixa o espaço aberto pra os radicais entrarem e postarem o que quiserem, sem ninguém contrapor ou tornar aquilo um lugar melhor. Então como a gente ocupa o espaço da IA — seja qual for a definição de “espaço da IA” que você preferir — com todos esses problemas que a gente vem discutindo?Karen Hao: Acho que tem duas categorias de ação pra gente pensar. Uma é desmantelar o império. A outra é investir e construir novos tipos de sistema de IA, que se tornem alternativas às tecnologias do império. Quando eu digo desmantelar o império, não estou dizendo que quero que a OpenAI, o Google, a Anthropic, seja quem for, simplesmente deixem de existir.É que eu não quero que elas sejam imperiais. Não quero que fiquem extraindo uma quantidade extraordinária de valor sem redistribuir nada em troca. Se elas voltassem a ser negócios que praticam uma troca justa de valor com o mundo, eu ficaria perfeitamente feliz com qualquer tecnologia que estivessem desenvolvendo.E a forma de desmantelar o império, acho, se resume a muita organização de base, que vai pressionar os governos a regular e responsabilizar essa indústria. No último ano, a gente viu uma quantidade incrível dessa organização de base florescendo pelo mundo.Recentemente, lancei com um grupo de jornalistas, pesquisadores de IA e acadêmicos críticos um projeto chamado AI Resist List, que busca documentar parte dessa organização de base pelo mundo. A gente encontrou cerca de 30 exemplos, de todas as regiões, de ações individuais, institucionais e movidas pela comunidade.Tinha ação artística, ação política. E isso mostra bem o seu ponto: não dá pra contar só com a ação individual, mas o indivíduo pode, sim, ter impacto. Até uma ação pequena pode gerar um grande efeito cascata. Claro que se juntar com os vizinhos pra protestar contra o data center é ainda mais eficaz. Se juntar dentro da sua escola ou universidade pra protestar contra a parceria dela com uma empresa de IA também é mais eficaz.Se juntar com os colegas de trabalho de um setor pra barrar a adoção de uma IA que corrói os direitos trabalhistas é mais um jeito eficaz. A gente tem um monte desses exemplos. Um dos meus favoritos é o de uma comunidade sobre a qual escrevi no livro, Quilicura, no Chile, na periferia de Santiago. É uma comunidade da classe trabalhadora, bem pobre, que vem sendo alvo incessante da expansão de data centers.E por isso protestaram de forma bem aguerrida contra essa expansão, porque não acharam bom negócio hospedar essas instalações sem tirar nenhum benefício, enquanto elas consomem uma parte significativa dos recursos naturais da região.E, logo depois que escrevi sobre eles, foram além na resistência e criaram uma plataforma chamada Quili.ai. É um site em que você entra e que parece um chatbot, parece o ChatGPT: tem uma interface de chat pra você digitar. Só que, quando você faz uma pergunta, em vez de um modelo de IA responder, a mensagem é encaminhada pra alguém que mora em Quilicura, no Chile. Aí, se você pede “quero a imagem de um cachorro”, aquilo vai pro artista local deles, o Benji. Ele pega um pedaço de papel, desenha um cachorro, tira uma foto e te manda de volta.Eles fizeram isso essencialmente como um projeto de arte performática, pra fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de usar IA generativa pra bobagem. A mensagem era: ei, quando você fica brincando com essas ferramentas em pedido besta, isso afeta comunidades como a nossa, drena os recursos de que a gente precisa pra viver bem.E também queriam levar as pessoas a pensar: por que não perguntar pra alguém da sua própria comunidade aquela receita que você procurava, ou pedir aquela imagem? Porque aí você reconstrói as conexões que estão tão em falta na sociedade — a falta delas é o que nos deixa mais vulneráveis a esse tipo de colonização do império.Eles deixaram o projeto aberto por 24 horas, e qualquer pessoa no mundo podia mandar um pedido. Receberam uma quantidade extraordinária deles. Viralizou de vez. E essa cidadezinha conseguiu uma virada enorme de narrativa sobre a suposta inevitabilidade e necessidade dessa tecnologia, sobre tudo o que o Vale do Silício diz — que, se você não usar, vai ficar pra trás de quem usa.E esse é só um exemplo, entre muitos, de como pessoas comuns, não importa a sua posição na sociedade, podem ter impacto real no debate, na consciência pública e até na regulação. A gente está vendo isso agora com os protestos contra data centers. Nos EUA, em 2025, cerca de 150 bilhões de dólares em projetos de data center foram travados.Isso virou uma das questões políticas mais quentes nos EUA para as próximas eleições de meio de mandato. Tem gente eleita sendo literalmente tirada do cargo por ter aprovado data centers, contrariando a vontade do povo. E isso já está tendo efeito real sobre as empresas e sobre a trajetória do desenvolvimento de IA.A OpenAI teve que encerrar recentemente a sua ferramenta de geração de vídeo, o Sora. Quando lançaram, apresentaram como o segundo produto mais importante desde o ChatGPT. O que aconteceu entre o lançamento e o fim? Uma reportagem do Wall Street Journal apontou três motivos, todos moldados por ação de base. Um: um gargalo enorme de capacidade de computação.Muitos dos data centers travados ou parados eram da OpenAI. Dois: um cenário financeiro bem mais incerto. A OpenAI está se preparando pro IPO, o que significa ficar mais exposta a Wall Street — e Wall Street está cada vez mais nervoso com a capacidade dessas empresas de cumprir o que prometem.E aí a OpenAI teve que reforçar alguns projetos paralelos pra fazer o balanço parecer um pouco melhor aos olhos de Wall Street. E, terceiro: os consumidores simplesmente não estavam usando o produto — o que também é ação coletiva de consumidores. Então, por todo esse tipo de resistência, de várias formas, de baixo pra cima, as pessoas estão de fato tendo impacto real na indústria e responsabilizando ela.Essa é a primeira categoria de ação. A segunda é: ok, que tecnologias de IA a gente usaria como alternativa? E aí a gente precisa investir mais nelas. Muitas vezes, quando converso sobre o livro, a pessoa diz: ok, me convenci de que não quero usar ChatGPT, não quero usar Claude — mas então uso o quê no lugar?E o problema é que eu não tenho muitas respostas pra essa lista de alternativas. Tem umas poucas aqui e ali, uma plataforma, uma empresa.Cris: Dá pra rodar o modelo no seu próprio computador, como o Cory Doctorow faz, mas aí é limitado e…Karen Hao: Exatamente, exige mais habilidade técnica. Mas, pra quem consegue instalar modelos de código aberto no próprio computador, eu incentivo 100%. Só que a gente também precisa de mais gente desenvolvendo interfaces bem fáceis pra esses modelos de código aberto, pra que qualquer pessoa consiga usar.A gente também precisa de mais gente desenvolvendo “bicicletas da IA”, de investidores e governos investindo mais nesse tipo de solução, e de talento — pesquisadores de IA, desenvolvedores e outras pessoas dispostas a sacrificar um pouco e abrir mão dos pacotes de remuneração enormes.Cris: Eu estava começando a achar que agora as empresas precisam ter menos lucro — e isso nunca vai acontecer.Karen Hao: Não, não é a empresa ter menos lucro. É o trabalhador topar abrir mão do pacote de milhões de dólares pra levar o talento dele pra outro lugar. Mais fácil, bem mais fácil. Eu converso com muito pesquisador de IA cansado da abordagem da indústria, porque ela é completamente sem criatividade intelectual.Eu conversei com pesquisadores que não passaram seis anos num doutorado em IA só pra ficar empurrando mais dados na máquina — pra eles, é o trabalho mais chato do mundo. E depois automatizar a programação, que era justamente o que eles gostavam de fazer. Converso com tanta gente que já não acha graça nenhuma nisso. Estão meio presos por “algemas de ouro”.E estão tentando descobrir, dentro de si, que carreira alternativa poderiam ter. Eu costumo incentivar esses pesquisadores a gastar o talento deles construindo um tipo diferente de empresa, que trabalhe com “bicicletas da IA”. E a gente já começa a ver cada vez mais desse talento indo por aí.E a gente precisa que todas as facetas da sociedade invistam num ecossistema muito mais robusto e rico de tecnologias de IA, capaz de substituir as que hoje dominam. Eu ainda tenho as cicatrizes das minhas próprias “algemas de ouro”, mas concordo plenamente.Cris: E as redes sociais são o exemplo — veja o que aconteceu com elas. Tem aquela frase famosa: as mentes mais brilhantes da minha geração passam o tempo fazendo as pessoas clicarem em anúncios. E ainda dizem: ah, isso pode ser o futuro. Pois é.Você contou a história do Quili.ai e isso me lembrou um dos primeiros criadores de conteúdo do Brasil, o Cid Não Salvo. Uns 10, 15 anos atrás, ele tuitou o seguinte: “Gente, eu disse pro meu pai que, sempre que ele precisar pesquisar alguma coisa na internet, é pra ir no Twitter.com e digitar a pergunta na caixa”. E olha que ele tinha milhões de seguidores.E, por uns bons dias, quase um mês, você entrava no Twitter do pai dele e via perguntas tipo “onde eu compro pizza?”. Era engraçadíssimo. No fim, ele contou pro pai — ou talvez não. Mas eu adoro essa ideia. Antes de a gente terminar: você já deve ter respondido isso mil vezes, mas vai continuar cobrindo IA? O que está na sua cabeça, o que vem por aí? Turnê mundial? O que vem pela frente?Karen Hao: Com certeza estou pensando em como continuar responsabilizando essas empresas. Estou envolvida em várias colaborações, com gente incrível, em diferentes projetos ligados a isso. O AI Resist List foi um deles. Também co-criei um programa chamado AI Spotlight Series, com o Pulitzer Center, uma organização jornalística sem fins lucrativos que financia jornalismo investigativo pelo mundo.É um programa que treina jornalistas do mundo inteiro a cobrir IA por uma lente de responsabilização. Até agora, já treinamos mais de 3 mil. E eu sigo pensando em como construir mais capacidade dentro do jornalismo, da sociedade civil, de outros contextos, pra mobilizar ainda mais essa organização de base — pra conter de verdade os impérios da IA e ajudar a desmantelá-los.Cris: Adorei o seu exemplo da moda. É possível, já foi feito. Ou até a indústria automotiva. Ou o grande exemplo que a gente não mencionou, e que o pessoal da OpenAI vive citando: o Projeto Manhattan, a energia nuclear.O mundo não acabou. Quando eu era criança lendo Asimov, achava que ia tudo acabar num fogo nuclear. Enfim — alguma última palavra, alguma mensagem, algum palpite pros jogos do Brasil na Copa, alguma coisa que você queira dizer antes da gente encerrar?Karen Hao: No fim das contas, o que eu espero que fique desta conversa e do livro é o seguinte: neste momento, o Vale do Silício está concebendo a IA como um projeto político. E a característica central desse projeto é tirar a autonomia de todo mundo — a autonomia de moldar de verdade o próprio futuro e o nosso futuro coletivo. Mas, no instante em que você reconhece que já tem uma autonomia significativa pra resistir, o império começa a desmoronar.Então espero que as pessoas encontrem a própria voz, a afirmem, conquistem o seu lugar à mesa e se conectem com os vizinhos, com a comunidade, com os colegas de trabalho, pra criar mais movimentos juntos.Cris: Que ótimo. Karen Hao, o seu livro é O Império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total. Obrigado por vir ao Brasil conversar com a gente. Foi um prazer.Karen Hao: Muito obrigada.Uma das primeiras perguntas que anotei quando comecei a pensar nessa conversa foi justamente a do final, a da ocupação de espaços. Porque, como eu disse, quando as redes sociais chegaram para ficar, muita gente falou “ah, não vou usar, é do mal” — e aí as pessoas ruins, vamos chamar assim, acabam ocupando esse espaço e falando o que bem entendem. A gente precisa aprender essa lição agora, no mundo da IA.Fora que vejo muita gente falando de IA sem nunca ter usado — ou que usou, sei lá, dois anos atrás, acha que continua tudo igual e já diz que não quer chegar perto.E por quê? Porque essa abordagem de ocupar espaços é o que eu e a Ana Freitas buscamos fazer no IA em Curso, nossa comunidade de letramento contínuo em IA. Foi, aliás, uma conversa que tive com a Karen antes da entrevista: ao mesmo tempo que a gente fala do impacto da IA no mundo, também precisa focar no que é prático, no que dá para fazer hoje com IA, sem vender sonho nem desastre. A analogia que usei foi a de que é que nem quando a gente fazia curso de Word e Excel — é o que eu faço agora que vai facilitar minha vida, me fazer ganhar tempo, botar a IA para me ajudar. Quem viu minha conversa com a Ana aqui no Boa Noite Internet, no fim de 2025, sabe do que estou falando. Se não viu, volta lá e confere.Desde que a gente lançou este episódio, o IA em Curso já passou de 400 pessoas. Tem muita gente colocando projetos pessoais incríveis na rua, tirando do papel aquela ideia que rondava a cabeça há um tempão. E a comunidade tem mentoria ao vivo, aula gravada, newsletter, banco de agentes, grupo de Telegram… que mais? O que não falta é jeito de passar para você o conhecimento sobre IA de que você precisa hoje, agora. Quero te dar a bússola para navegar nesse universo.Se esse é o tipo de abordagem que você quer ter com a IA, passa lá no iaemcurso.com.br e usa o cupom BNI2026 para ganhar 20% de desconto no plano anual. Mas corre, porque daqui a duas semanas vou apagar esse cupom — não é todo dia que a gente dá um desconto desses.É isso. Boa Noite Internet, temporada 2026 começando — como todo ano, com mudança, ideia, projeto. Ou, como diz minha citação preferida de todos os tempos: “vivemos uma fase de transição, como sempre”. Espero ver você por aqui e lá no IA em Curso.Obrigado pelo seu tempo e pela sua atenção. Até o próximo episódio. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe

Franck Ferrand raconte...
Thérèse de Lisieux

Franck Ferrand raconte...

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 21:07


Elle aura bouleversé des millions de nos contemporains ; tout, dans la vie de sainte Thérèse, demeure pourtant humain, modeste, et accessible. Plongez au cœur de l'incroyable destin de Sainte Thérèse de Lisieux, cette jeune carmélite qui a bouleversé le monde catholique à la fin du 19ème siècle. Avec sa simplicité et son humilité légendaires, Thérèse a su toucher des millions d'âmes à travers ses écrits devenus des classiques de la spiritualité.Découvrez le parcours hors du commun de cette sainte si proche de nous, qui a su trouver une « petite voie » pour s'élever jusqu'à Dieu. De son enfance pieuse à Alençon à son entrée au Carmel de Lisieux à seulement 15 ans, en passant par sa rencontre décisive avec le pape Léon XIII, suivez les étapes qui ont fait de Thérèse une figure emblématique de l'Église catholique.Au fil de cette vie brève mais intense, vous serez saisis par la force de caractère de cette jeune femme qui, malgré la maladie et les épreuves, a su garder une foi inébranlable. Apprenez comment Thérèse a réinventé le chemin de la sainteté, en prônant l'abandon et la confiance en Dieu plutôt que l'ascèse et la mortification.Enfin, découvrez comment ses écrits, rassemblés dans l'ouvrage « Histoire d'une âme », ont connu un succès phénoménal et fait d'elle la première femme déclarée Docteur de l'Église, au même titre que les plus grands théologiens.