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Convidada: Ana Maria Gonçalves, autora de "Um defeito de cor". 2025 marcou um capítulo histórico para a cultura brasileira: a escritora Ana Maria Gonçalves chegou à Academia Brasileira de Letras. Foi a primeira vez em 128 anos que uma mulher negra assumiu uma cadeira na ABL. Nesta terça-feira, 30 de dezembro, O Assunto reprisa a conversa de Natuza Nery com Ana Maria Gonçalves, gravada dias antes da posse da escritora na ABL. A autora do livro que se tornou um marco de nossa cultura contemporânea discute o lugar da mulher negra na literatura brasileira. Ana Maria conta como foi a construção da protagonista Kehinde, mulher africana que sobrevive à travessia do Atlântico e à violência da escravidão no Brasil. Kehinde foi inspirada na vida de Luísa Mahin, mãe do poeta e advogado Luiz Gama – figura-chave do abolicionismo brasileiro. Na conversa, Ana Maria discorre sobre as diferenças entre o Brasil de 2006 – ano em que seu principal romance foi publicado – e o país de hoje. "Um defeito de cor" venceu o Prêmio Casa de las Américas, em 2007, um dos mais importantes da América Latina. Em 2024, o livro foi tema do samba-enredo da escola de samba Portela. Ao longo do episódio, trechos de “Um defeito de cor” são lidos pela jornalista Maju Coutinho e pelo ator Lázaro Ramos – ele dá voz a estrofes do poema “Minha Mãe”, de Luiz Gama, e de cartas escritas pelo autor.
Mais um conteúdo no ar! Fred Figueiroa e Cássio Zirpli analizam medida utilizada pelo Sport na montagem do elenco para a temporada 2026. Foi o correto? Haviam outros meios de reduzir a folha? Quais nomes saíram e muito mais. Ouça agora ou quando quiser!
Olivier Bonamici trouxe-nos algumas curiosidades sobre o Liverpool que ontem homenageou Diogo Jota. Foi também dia de relembrar os trocadilhos da Ana durante o último ano. Nos Piores do Ano do Extremamente Desagradável, a Joana, embora com algum receio, falou de Diogo Mor(zan)gado e no Alerta Estupidez fizeram-se previsões para o novo ano. Será que são fiáveis?
O amor de que se fala tanto, na perspectiva da Escritura Sagrada, é muito mais que simples palavras românticas. O amor se demonstra com ações. Foi com o envio de seu Filho que Deus mostrou e provou seu amor por nós, foi com ação e não com meras palavras que ele nos amou. O amor é revelado em ações, como o Senhor fez por nós. Assim como fomos amados devemos amar.
Há histórias em que a força não vence pela espada, mas pela entrega. Histórias em que alguém poderia impor, dominar, esmagar… e escolhe outro caminho. Um caminho mais lento. Mais silencioso. Mais verdadeiro.Uma princesa governa pelo medo. Cabeças rolam. Enigmas se transformam em sentenças de morte. Tudo está organizado segundo a lógica do poder. Quem manda vence. Quem falha desaparece. Até que surge alguém disposto a vencer sem ferir. Ele poderia exigir. Poderia cobrar. Poderia triunfar pela lei. Mas decide se expor. Revela o próprio nome. Coloca-se nas mãos daquela que poderia destruí-lo. E, nesse gesto desarmado, algo se rompe por dentro dela. Pela primeira vez, o amor entra onde antes só havia controle.Essa cena antiga, cantada em uma ópera, ecoa algo profundamente cristão. Deus nunca conquistou o mundo pelo medo. Nunca entrou na história pela violência. Quando decidiu vir, escolheu a forma mais frágil possível. Um bebê. Sem exércitos. Sem discursos. Sem proteção. Apenas presença.Belém não foi acidente. Foi método. O Filho de Deus nasce fora dos centros de poder. Não escolhe Roma. Não escolhe Jerusalém imperial. Escolhe o silêncio. Escolhe a periferia. Escolhe depender. A força que salva não vem do alto para baixo, mas de dentro para fora. O coração se rende quando percebe que é amado, não quando é ameaçado.Essa lógica atravessa toda a vida cristã. Quem vive sempre armado, sempre defensivo, sempre pronto para reagir, acaba exausto. A agressividade muitas vezes não nasce da força, mas do medo. Jesus, ao contrário, sabe exatamente de onde vem e para onde vai. Por isso pode se ajoelhar. Pode lavar pés. Pode amar até quem vai traí-lo. A mansidão que Ele vive não é fraqueza. É domínio interior. É força sob controle.Existe um momento em que a vida ensina isso com delicadeza. Pais que envelhecem. Pessoas que já poderiam brigar, responder, exigir… e escolhem não fazê-lo. Não por covardia, mas por sabedoria. Descobrem que nem toda batalha merece ser travada. Que a paz vale mais do que ter razão. Que o amor conquista onde a dureza só afasta.O Natal nos coloca diante dessa escolha. Continuar vivendo na lógica da força, do medo, da defesa constante… ou permitir que o despojamento de Deus nos transforme por dentro. O Menino no presépio não nos pede heroísmos espetaculares. Pede algo mais difícil. Abrir mão. Confiar. Tornar-se manso sem deixar de ser forte.Bem-aventurados os mansos. Porque não conquistam territórios. Conquistam corações._______________________
Convidados: César Tralli, apresentador da Globo e da GloboNews, e Bruno Tavares, repórter da Globo. Em agosto de 2025, a megaoperação Carbono Oculto expôs um esquema complexo que envolve a facção criminosa PCC, o setor de combustíveis e o coração do sistema financeiro brasileiro: a Faria Lima. A investigação mostrou como o PCC infiltra agentes em fintechs e fundos de investimento para esconder o dinheiro sujo do crime organizado. Segundo a receita federal, R$ 52 bilhões foram movimentados em quatro anos. Foi a partir dessa operação que novas camadas do crime organizado começaram a ser desvendadas, revelando uma rede ainda mais profunda e sofisticada. Nesta sexta-feira, 26 de dezembro, O Assunto reprisa o episódio mais ouvido do ano. “Fintechs viraram um buraco negro”, resume César Tralli em conversa com Natuza Nery neste episódio. Apresentador da Globo, Tralli relata o que ouviu de investigadores e conta como a investigação contra o crime organizado chegou ao coração financeiro do país. Antes, Natuza conversa com Bruno Tavares, repórter da Globo que primeiro revelou a megaoperação contra o PCC. Ele explica como essa investigação nasceu e responde por que o setor de combustíveis é tão atrativo para a prática de crimes.
Podcast Méditer l'Évangile, le Psaume ou la Lecture du jour en audio ¦ Prie en chemin
Aujourd'hui, nous sommes le 26 décembre, et nous fêtons saint Etienne, premier martyr dans l'Eglise. Au lendemain des fêtes de Noël, nous célébrons le martyre de saint Etienne. Cet évènement contraste avec la joie liée à la naissance de Jésus, Sauveur du monde. Pourtant, Etienne fait à son tour don de sa vie, et par sa Foi, il entre dans la vie éternelle. Je demande la grâce, à mon tour, de réussir à poser mes choix en vue de la... Chaque jour, retrouvez 12 minutes une méditation guidée pour prier avec un texte de la messe ! A retrouver sur l'application et le site www.prieenchemin.org. Musiques : The Lamb de Scott Lamlein interprété par Scott Lamlein - Peace © Scott Lamlein ; Noël nouvelet de Patriquin interprété par Stephane Potvin and the Con Brio Choir - Goode Christemas Musicke © Creative Commons by-nc-sa license from Magnatunes.
TEMPO DE REFLETIR 01625 – 26 de dezembro de 2025 João 8:9 – Mas, ouvindo eles esta resposta e acusados pela própria consciência, foram-se retirando um por um, a começar pelos mais velhos até os últimos, ficando só Jesus e a mulher no meio onde estava. Quando os escribas e fariseus fizeram aquela mulher adúltera ficar de pé no meio de todos, não lhes passou pela cabeça o vexame por que passariam poucos minutos depois. “Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério”, acusaram (Jo 8:4). O Mestre, antes de desmascará-los publicamente, usou uma engenhosa estratégia: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra” (Jo 8:7). Depois de tê-los encostado na parede, Jesus continuou escrevendo no chão os pecados dos acusadores. O golpe foi certeiro: cada um viu a própria hipocrisia como se fosse uma manchete de primeira página. Foi nesse instante que, “acusados pela própria consciência, foram-se retirando um por um” (verso 9). Embora acusados pela consciência, os escribas e fariseus não estavam arrependidos. E uma prova é o fato de que, se Jesus não tivesse revelado o comprometimento de cada um deles, não teriam arredado o pé dali. Cabe aqui uma pergunta: Por que aqueles homens se sentiram acusados? Porque, enquanto Jesus escrevia no chão, houve um período de silêncio para que cada um ouvisse uma voz que fazia muito tempo não era ouvida: a voz da consciência. O som do relógio da Catedral de São Paulo, em Londres, pode ser ouvido a muitos quilômetros de distância. No entanto, nos momentos de maior movimento nas ruas, avenidas e praças da cidade, a maioria das pessoas não percebe que o potente relógio está tocando. Nossa consciência é como um relógio. Mas nem todas as pessoas ouvem as suas batidas. A vida moderna engendrou muitos abafadores: o ruído dos interesses materiais, a ganância, a competição, a pressa, a falta de devoção. Vivemos agitados, correndo de um lado para outro, e quando o relógio soa, não lhe ouvimos as batidas. O Espírito Santo tem uma voz forte e penetrante, mas é necessário que os ouvidos espirituais estejam desobstruídos. Do contrário, a doce voz do Consolador ficará despercebida. Conhecemos bem a função dos “sonorizadores” que há nas rodovias, avisando que há lombadas à frente. Aquele ruído, embora desagradável, é um sinal de alerta. Mostra-nos que precisamos reduzir a velocidade do veículo. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, por favor, faça-nos sensíveis e receptivos à voz da consciência e acima de tudo à voz do Teu Santo Espírito. Ajuda-nos a reconhecer nossa condição pecaminosa e transforme-a completamente. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Este episódio tem um significado especial, porque marca o nosso último episódio do ano. Foi um ano intenso, desafiador e, ao mesmo tempo, muito rico em conteúdo. Ao longo dos últimos meses, conversamos com empreendedores de diferentes setores, ouvimos histórias reais, aprendemos com desafios, conquistas e decisões que fazem parte do dia a dia de quem empreende no Brasil. Foram episódios pensados para informar, inspirar e apoiar os negócios locais, trazendo reflexões práticas, troca de experiências e insights que pudessem ser aplicados na rotina de cada empresa. A todos que nos acompanharam, ouviram, compartilharam e fizeram parte dessa jornada, o nosso muito obrigado. Seguimos com a certeza de que construir conhecimento em conjunto é um dos caminhos mais fortes para crescer e evoluir. E neste episódio, vamos falar sobre um setor da beleza que vai muito além de talento e criatividade. Um segmento que exige visão de negócio, gestão financeira, relacionamento com clientes e capacidade de se adaptar a um mercado cada vez mais competitivo e em constante transformação. Vamos conversar com dois profissionais da área da beleza que vivem momentos diferentes da jornada empreendedora: de um lado, um negócio já consolidado, com história e aprendizados construídos ao longo do tempo; de outro, uma trajetória mais recente à frente do próprio negócio, conectada às novas tendências e ao comportamento atual do consumidor. A proposta é entender como transformar talento em um negócio sustentável, lucrativo e relevante — e mostrar que, no universo da beleza, experiência e inovação podem caminhar juntas. Para essa conversa, recebemos Rosane Amaral Cabral, proprietária do Trend Hair, um salão com mais de 15 anos de atuação no mercado, que construiu sua trajetória aliando técnica, gestão e relacionamento com clientes. Rosane também é formada em Contabilidade. Também participa do episódio o Jackson Leal, que faz parte da equipe do salão Leo Sampaio, é cabeleireiro há 24 anos, especialista em cortes e que, além da atuação no salão, também ministra cursos, compartilhando conhecimento e formando novos profissionais na área da beleza.
Direção da Comunidade Portuária de Leixões, Mário de Sousa explica que sistema era testado há um ano, mas apenas em "off". Foi ativado plano de contigência para mitigar constrangimentos. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o destaque foi a divulgação do PIB americano do terceiro trimestre, mais forte que o esperado e com aceleração do consumo frente ao anterior. Já os dados de mercado de trabalho (ADP) seguem indicando contratações em ritmo mais fraco. Por fim, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou encontro com Trump para discutir cessar-fogo com a Rússia. No Brasil, foi divulgado o IPCA-15 de dezembro, em linha com a mediana de mercado, mas com leitura qualitativa um pouco pior que a esperada, mostrando pressão em componentes importantes, como serviços subjacentes. No âmbito político, o ex-presidente Jair Bolsonaro cancelou a entrevista que daria e publicou carta endossando a candidatura de seu filho Flávio na próxima eleição presidencial. Foi divulgada nova pesquisa sinalizando praticamente um empate técnico entre Lula e Flávio no segundo turno. Nos EUA e no Brasil, os juros fecharam a semana quase no mesmo nível da semana anterior. Já as bolsas tiveram bom desempenho: S&P 500 +1,40%, Nasdaq +1,18%, Russell 2000 +0,19% e Ibovespa +1,53%. As commodities também fecharam em alta. Na próxima semana, destaque para a minuta da reunião do Fed, dados de atividade na China e dados de mercado de trabalho no Brasil. Não deixe de conferir!
"On S'Y Retrouve" c'est une émission de discussion où l'on échange sur différents sujets sérieux, et parfois moins sérieux mais toujours dans la simplicité !Le monde moderne nous rend-il accro ? Dans une société marquée par l'immédiateté, la surconsommation et l'hyperconnexion, les chroniqueurs invitent à discerner ce qui nous rapproche de la vraie liberté… et ce qui nous en éloigne.En 2ème partie d'émission, la parole se libère autour des addictions avec Sophie Guillaume. Substances, habitudes, dépendances numériques... comment naissent-elles, pourquoi s'installent-elles, et surtout, comment s'en détacher ? Un temps d'échange pour redécouvrir une liberté enracinée dans la relation à Dieu, aux autres et à soi-même."Si donc le Fils vous libère, vous serez réellement libres." - Jean 8:36Bon visionnage et à très bientôt !Hébergé par Ausha. Visitez ausha.co/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
2025 será lembrado como um marco para a cultura brasileira. Entre as celebrações do Brasil na França, que selaram 200 anos de relações diplomáticas, o país ocupou palcos globais e conquistou prêmios históricos: do Oscar à Palma de Ouro, passando pelo Leão de Prata, uma presença massiva no Festival de Avignon e homenagens literárias. A arte nacional reafirmou sua força e diversidade, enquanto nos despedimos de ícones que moldaram gerações, como Lô Borges, Jards Macalé e Sebastião Salgado. O ano da temporada cultural cruzada entre Brasil e França instaurou um deslocamento silencioso e profundo: narrativas vindas das bordas — do corpo insurgente, das florestas e viadutos, das memórias insistentes — tomaram o centro dos palcos e telas. Em vez de grandiloquência, um pulso firme: o país se viu e se deixou ver, de Hollywood à Amazônia, de Veneza a Madureira. Em janeiro, Fernanda Torres ergueu o Globo de Ouro por Ainda Estou Aqui, e o gesto abriu a temporada com um aviso ao mundo, mostrando uma história brasileira que reivindica lugar sem pedir licença. Leia tambémFernanda Torres faz história para o cinema brasileiro nos Globos de Ouro Cinema: o país que lembra e resiste Em fevereiro, a Berlinale se tingiu de azul profundo com O Último Azul, de Gabriel Mascaro, que recebeu o Urso de Prata do Grande Prêmio do Júri e ainda dois prêmios paralelos. “É muito bonito. A gente passou por um ano muito especial do Ainda Estou Aqui, percorrendo o mundo, que traz o primeiro Oscar para o Brasil”, disse ele à RFI. “Quando a gente achou que era um episódio isolado, aí vem O Último Azul no Festival de Berlim e ganha o Urso de Prata, um grande prêmio do júri. E quando a gente ensaiou que talvez pudesse ter mais um acidente de percurso, aí vem O Agente Secreto e confirma nossa força no Festival de Cannes. É um ano muito lindo para o cinema brasileiro.” Leia também“Um país sem memória é um país sem presente e sem futuro”, diz Walter Salles ao lançar o filme “Ainda estou aqui” em Biarritz Março assentou a realidade sobre o sonho: Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, tornou-se o primeiro filme brasileiro a vencer o Oscar de Melhor Filme Internacional. Salles falou do cerne ético e histórico da obra: “Um país sem memória é um país sem presente e sem futuro. Isso, pra mim, sempre esteve bastante claro enquanto documentarista”. E recordou o processo: “Nesse filme, que a gente começou a fazer em 2017, ou seja, antes daquela virada que, eu confesso, eu não esperava, de 2018 para 2022, o presente começou a se tornar muito próximo daquele daquele passado que a gente estava retratando no filme, ou queria retratar no filme. Isso nos mostrou o quanto a democracia é uma matéria frágil.” Em maio, Cannes registrou o Brasil no alto de um dos festivais mais prestigiados do cinema mundial: O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, levou a Palma de Ouro de direção, e Wagner Moura foi consagrado como melhor ator. Mendonça nomeou a natureza política do gesto: “Eu acredito que o agente secreto é uma crônica em longa-metragem de um momento da história do Brasil que eu pessoalmente ainda lembro, porque eu era uma criança. Mas, ao mesmo tempo, eu acho que tem muita pesquisa histórica.” O diretor sublinhou a ética do real: “No momento em que as coisas estão ao contrário, se você diz que a água é molhada, você se torna um resistente. Eu gosto muito também dessa ideia. Eu acho que a resistência muitas vezes é você manter o olhar na realidade”. Leia também“O Agente Secreto” é um filme “absolutamente brasileiro”, define Wagner Moura em Cannes Moura devolveu o espelho ao público: “Eu acho muito importante que o público fora do Brasil veja aquilo, mas acho mais importante ainda que nós, brasileiros, nos vejamos. Eu não consigo entender ainda a lógica de quem não acha que o governo devia apoiar a cultura.” Em setembro, o filme foi escolhido para representar o Brasil no Oscar de 2026; em dezembro, vieram três indicações ao Globo de Ouro, incluindo melhor ator. O Agente Secreto foi também incluído nas shortlists da Academia Norte-Americana para o Oscar, figurando entre os 15 pré-selecionados (pré-indicados), inclusive na categoria de Melhor Filme Internacional para a cerimônia de 2026, avançando para a fase final de votação antes da lista oficial de indicados. Teatro e literatura: corpo, escrita e viadutos Enquanto o cinema redesenhava mapas, o teatro afirmava o corpo como arquivo e ferida. Em julho, Carolina Bianchi recebeu o Leão de Prata na Bienal de Veneza, reconhecimento que a situou no epicentro da dança e performance contemporâneas. Bianchi celebrou e definiu o alcance: “Foi uma felicidade tremenda e uma sensação de surpresa inigualável ganhar um prêmio como o Leão de Prata. Acho que é um prêmio que reconhece não só a minha trajetória, mas também uma trajetória coletiva com a minha companhia Cara de Cavalo.” Leia tambémFestival de Avignon: 'A Noiva e o Boa Noite Cinderela', ou como explodir no próprio corpo as fronteiras do teatro Segundo ela, trata-se de "um caminho de mais de dez anos, vindo de uma cena completamente independente no Brasil". Desde 2023, ela se apresenta na Europa com os dois primeiros capítulos da trilogia Cadela Força. "Acho que o prêmio também reconhece esse trabalho continuado, esse trabalho coletivo continuado, de um espetáculo que mistura muitas linguagens dentro da linguagem teatral para falar sobre traumas, sobre a relação com a história da arte, com a violência, com a violência poética, e amparado na escritura, na literatura. Então, é uma alegria enorme, profunda, e é bonito ver essa história sendo reconhecida dessa maneira.” Leia tambémTeatro brasileiro é homenageado no Festival de Avignon, o maior evento de artes cênicas do mundo No Festival de Avignon, na França, na mostra paralela do maior evento cênico do mundo, Zahy Tentehar — primeira atriz indígena a receber o Prêmio Shell — estrelou Azira'i – Um Musical de Memórias, dirigido por Duda Rios. Rios descreveu o choque poético de migração de público e contexto: “As pessoas aplaudem muito, se emocionam. A gente fica muito feliz, porque tem um contexto do espetáculo que, para um público brasileiro, a gente não imaginava essa internacionalização do espetáculo. Mas a gente vê que ele chega da mesma maneira, com a mesma potência. As pessoas estão se emocionando, se comovendo, rindo menos do que no Brasil, mas elas se comovem e se conectam com o espetáculo.” Leia tambémFlup celebra diáspora negra e traz literatura como 'aquilombamento' para 'reencantar' o debate decolonial Na literatura, o viaduto de Madureira recebeu a Flup — Festa Literária das Periferias — com uma homenagem à Conceição Evaristo, cujo conceito de “escrevivência” reorganiza a forma de narrar o cotidiano negro e periférico. Evaristo falou à RFI de direito e de encontro, direto do Rio de Janeiro: “A mensagem que eu deixaria primeiro é pensar a literatura como um direito. Cada vez mais também se conectar um com o outro para a gente perceber o aspecto coletivo das nossas histórias, sem anular a nossa individualidade.” Despedidas e heranças Leia tambémLô Borges, o menino da esquina que virou música: artista deixa legado que ultrapassou fronteiras O ano também nos cobrou liturgias da ausência. Lô Borges e Jards Macalé partiram, e a música brasileira reconheceu a orfandade de gerações que aprenderam a pensar o país pelo acorde. Na fotografia, a França recebeu a retrospectiva monumental de Sebastião Salgado, nas Franciscaines, em Deauville — uma cartografia de quatro décadas de mundo. Leia tambémJards Macalé volta à Europa para celebrar 50 anos de seu disco de estreia com turnê por 7 países Antes de falecer, em maio, Salgado, diante da plateia e muito emocionado, foi ao núcleo de seu método, na ocasião, em entrevista exclusiva à RFI: “Você só fotografa com a sua herança, com tudo que está dentro de você. As minhas fotografias têm céus dramáticos, carregados. Isso vem de onde eu nasci, vem da chegada da época de chuva, naquelas montanhas de Minas Gerais, em que meu pai me levava para a montanha mais alta da nossa fazenda para festejar as nuvens incríveis. Para ver o raio de sol passar através dessas nuvens, ver a chuva caindo. Aquelas imagens ficaram em mim, e o dia que eu comecei a fotografar, elas já estavam aí. Naquela fração de segundo, aquele milésimo de segundo que eu aperto, é a minha herança que está fotografando.” Leia tambémRetrospectiva na França celebra 40 anos de trabalho do fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado
Direção da Comunidade Portuária de Leixões, Mário de Sousa explica que sistema era testado há um ano, mas apenas em "off". Foi ativado plano de contigência para mitigar constrangimentos. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Água Mole em Pedra Dura é a exposição que Eduardo Malé apresenta em Lisboa, no Museu da Água. Aqui, o artista são-tomense reúne trabalhos de desenho, escultura, pintura e instalação. Eduardo Malé pensa o Mundo, as sociedades, e constrói narrativas. Numa tensão poética que apela ao ideal de belo mais original, Água Mole em Pedra Dura fala-nos de resiliência, de sofrimento, de resistência, de ancestralidade e de África. Na exposição, as correntes oceânicas, as mesmas que arrastam corpos, podem puxar-nos em diferentes direcções. Uma possibilidade, a quem se encontrar em tal situação, será o procurar agarrar o diário íntimo de muitos que nunca foram representados e de outros cuja existência só será reconhecida abstractamente. A RFI esteve no Museu da Água para falar com o artista Eduardo Malé, que nos fez uma visita guiada e expôs o conceito criativo de algumas das peças que apresenta na exposição, e falou também com a directora do Museu da Água, Mariana Castro Henriques, que começa por explicar o interesse em ter a exposição de Eduardo Malé no espaço que dirige. Mariana Castro Henriques, Directora do Museu da Água: Foi-nos proposta esta ideia pelo curador da exposição, pelo Ricardo Vicente, e, de facto, interessou-nos logo. É uma exposição de artes plásticas, digamos assim, portanto, com água. O que é que isto tem a ver com água? Para nós tem tudo a ver. Primeiro, porque a água está presente na própria exposição, não só no nome, no título da exposição, mas em toda a exposição. Pela forma como flui a água. Flui na forma como a água se enquadra em tudo, seja nos materiais, na vida, nas viagens, nos percursos, em tudo. Para nós interessa-nos também a questão da ideia de território. A exposição também abrange esse tema, ou seja, olhar para a água, a presença da água no território, como é que a água interfere com o território, como é que a água molda o território. E portanto, a experiência artística aqui condiciona-nos também a esse caminho. Por outro lado, e talvez para nós aquilo que é mais importante, porque tem muito a ver com o nosso trabalho, tem a ver com o sentido que a expressão artística pode dar ao valor da água. É um trabalho que nós intensamente tentamos fazer. Ou seja, hoje a água é um elemento muito desvalorizado enquanto bem utilitário e, portanto, a expressão artística muitas vezes deixa de olhar para a água apenas enquanto bem utilitário ou bem económico, dá-lhe uma expressão mais emocional. Talvez através dessa expressão consigamos chegar mais perto das pessoas e consigamos dar mais valor ao bem. Eduardo Malé, artista plástico: Água Mole em Pedra Dura, aqui eu tento falar, ou pelo menos partilhar com o público, a ideia da resistência. Isso tem uma relação também com várias pessoas que eu, no fundo, utilizo como inspiração. Estou a pensar agora no caso da investigadora Isabel Castro Henriques. Ela escreve muito sobre a história da colonização, as vivências dos africanos em Lisboa e, curiosamente, ela tem um texto que fala muito da pouca visibilidade que têm os africanos aqui. E Água Mola em Pedra Dura tem a ver justamente com essa falta de visibilidade, que tem a ver com esta ideia de paciência, de resistência que é preciso ter. Quando migramos temos que observar todos esses preceitos porque senão o sofrimento ainda é maior. Daí que eu entendi que o título tinha que ser algo que tenha a ver com esse tempo de espera, essa paciência que foi necessário ter até chegar aqui, a este espaço, a este museu, e poder, no fundo, falar ou fazer abordagens de inquietações que eu acredito que não serão apenas inquietações de Eduardo Malé. Serão, quiçá, inquietações de milhares de africanos, milhares de santomenses que deixam a sua terra natal pelas variadíssimas razões que cada um tem. Imigrar, ir à busca de melhores condições. Nem sempre estar aqui é sinónimo de sucesso logo à primeira e é preciso trilhar este caminho difícil, daí o título uma vez mais. “Água mole em pedra dura”, para completar o provérbio, “tanto dá até que fura”. E é este fura, este processo de afirmação também, para ir buscar a referência da Isabel Castro Henriques. Este furar é passar para outro lado, é passar para o lado do bem que acho que todos almejamos. Todo migrante sonha com ter uma vida mais desafogada, uma vida mais condigna, com mais dignidade. RFI: Algumas das peças aqui apresentadas ficam agora, pela primeira vez, sob o olhar do público. Uma das peças mais antigas aqui apresentadas e que simboliza a riqueza do manifestar artístico de Eduardo Malé, usando diferentes suportes, podemos chamar-lhe uma escultura de arame? Eduardo Malé: Sim, é uma escultura feita com arame queimado. A ideia de arame queimado tem muito a ver, uma vez mais, com a história da escravatura, porque os escravos, como eram marcados anteriormente no período colonial, como um elemento identitário para distinguir um escravo que pertence a um senhor dos outros, então eram marcados a ferro e fogo, daí a utilização desta matéria, este elemento simbólico é o arame queimado. Queimado porque é levado ao fogo para ter a textura e a tonalidade escura que normalmente assume. Aqui, o outro elemento ferrugem é deixado aqui de maneira propositada, e esta peça chama-se Racionalização. Tem muito a ver com a actualidade, a vida quotidiana actual das pessoas que habitam São Tomé e África, de uma maneira geral. Essa ideia de tomar banho debaixo de uma torneira, com o problema de escassez de água que existe. E esta relação, uma vez mais, água mole em pedra dura, para fazer o enquadramento em relação ao espaço onde estamos, o Museu da Água, a torneira para fazer essa ligação. A água está sempre presente, mas, no fundo, detrás da água, ou detrás do tema da água, está muito sofrimento, muita resiliência, muitas peripécias, muitas dificuldades. É um bocadinho esta ideia que eu pretendo ressaltar com os vários trabalhos que estão aqui expostos. RFI: Do ponto de vista mais formal, poder-se-á dizer que é uma escultura de um rosto sobre a qual está uma torneira, quase dois metros de altura. Eduardo Malé: Sim, quase dois metros. Aqui é uma provocação, no fundo, ou se quisermos uma chamada de atenção para os difíceis problemas. No fundo, este apelo social que é preciso, esta intervenção da sociedade para reclamar às autoridades, o acesso a bens tão necessários como é o caso da água. Eu próprio vivi essa situação durante muitos anos, e hoje em dia as pessoas que vivem em São Tomé têm que continuar a fazer grandes distâncias para ir à busca da água, deste alimento tão precioso, e que, apesar de vivermos num país com muitos rios, com muitas fontes de água, mesmo assim o fornecimento da água e a disponibilidade da água em boas condições para o consumo é sempre muito difícil. Daí esta peça com esta dimensão, e sobretudo a figura feminina aqui, joga este papel importante. Porque são, normalmente, as mulheres, mas também as crianças. Eu lembro-me que, em criança, a minha mãe fazia-me levantar, despertar muito cedo, para ir buscar água. Este é um ritual que acontece até aos dias de hoje, porque em 2025 continua a haver problemas muito sérios de abastecimento de água. RFI: Um outro trabalho, avançamos aqui para esta escultura, que é formada por um conjunto de esculturas, podemos dizer assim, são pés, estão fora de um rectângulo, de uma bacia rectangular ou quadrangular. Eduardo Malé: Aqui está subjacente a ideia da migração, do fenómeno migratório. Este rectângulo, este quadrado, vai ter um elemento simbólico aqui, que é a água, que é quase uma espécie também de representação das pateiras, dos barcos que fazem as travessias para chegarem à Europa. Gente que vem, gente que sucumbe. É um bocadinho em alusão a essas travessias difíceis que esta peça foi concebida. RFI: Na peça “Racionalização” a matéria-prima foi o arame. Aqui temos pedra e cimento. Eduardo Malé: A pedra representa um bocadinho a dureza da própria travessia, e os caminhos pedregosos, sinuosos. Eu tive a sorte de não fazer todo o trajecto, atravessar várias fronteiras, para chegar aqui à Europa. Mas há gente que tem que passar, tem que fazer caminhadas, daí, se reparar bem na escultura dos pés, os pés estão toscos para simbolizar justamente o desgaste desse sofrimento de caminhadas de muitos dias, muitos meses, até chegar à fronteira, para depois meter-se no barco. E esta relação com a água está sempre presente aí. RFI: A transversalidade do tema da relação Europa-África depois ganha uma outra dimensão, que é da pintura, com estes mapas convencionais sobre os quais o Eduardo Malé fez uma intervenção pictórica. Eduardo Malé: A ideia do mapa, se notar bem, há uma relação até com os arames. A trama, as linhas que compõem um entranhado de linhas, de caminhos, de estradas, de vias férreas, que se cruzam e criam, de alguma maneira, esta imagem do entranhado, que também podemos ver nos arames. Eu lembro um filósofo africano, francês, que escreve muito do corpo como fronteira. Daí a utilização do mapa e a inclusão destes corpos, que têm a relação. Se notarmos no exemplo da escultura em arame, vemos esse entranhado de linhas que passam de um lado para o outro, as sombras. Se nos aproximarmos mais lá ao pé do quadro, vemos também essa relação. É evidente que este trabalho tem um tema, trabalhar sobre um conceito específico, que é a terra prometida. É um bocado essa ideia de que a terra, o mundo, é global, é de todos. Da mesma maneira como vai um sul-africano, vai um português, ou foi um português, colonizou, impôs sua cultura, impôs suas regras. Eu sinto hoje, em pleno século XXI, como cidadão do mundo, também fazer esta apropriação. Evidentemente que aqui é mais uma história que quero contar, uma narrativa, mas no fundo eu quero trazer para o território europeu esta ideia tão rica da cultura africana, que tem matizes às vezes seculares e às vezes de coisas que foram levadas daqui para lá e que agora são importantes. É o caso, por exemplo, do Tchiloli, que é hoje Património Imaterial da Unesco, que foi levado daqui da Europa para a África, ganhou a sua própria identidade e hoje é marca identitária do povo de São Tomé e Príncipe. Eu, ao trabalhar sobre este mapa, crio uma nova narrativa, acrescento elementos que dão corpo, que dão luz, que dão vida ao mapa europeu. Eis algumas das obras de Eduardo Malé: Sobre Eduardo Malé : https://thisisnotawhitecube.com/artists/168-eduardo-male/
Direção da Comunidade Portuária de Leixões, Mário de Sousa explica que sistema era testado há um ano, mas apenas em "off". Foi ativado plano de contigência para mitigar constrangimentos. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ele nasceu e cresceu em São Conrado, entre a praia e a montanha. Favorecido por essa geografia, aproveitava ao máximo seus dias entre o futebol de areia, o futevôlei, o surfe e as trilhas da Floresta da Tijuca. Desenvolveu desde cedo uma ligação natural com o esporte e com a vida ao ar livre. Jogou futebol nos times de base do Botafogo, intercalando com a corrida. Ainda adolescente, ingressou no atletismo pela Universidade Gama Filho e, aos 18 anos, já conciliava os treinos com o serviço militar. Seguiu o caminho natural, passando por todas as categorias do atletismo. Quando deixou o Exército, especializou-se nas distâncias de 5 e 10 mil metros, onde chegou ao seu limite. Foi aconselhado pelo seu então técnico a voltar a se dedicar aos estudos e a pensar em uma alternativa de carreira. Ele acatou o conselho e enquanto concluía sua formação, migrou para as corridas de rua. Formado, encontrou um novo horizonte quando foi incentivado pelo amigo e lenda do triathlon brasileiro, Alexandre Ribeiro, a participar do El Cruce de Los Andes em 2011. Como havia previsto o amigo, aquela experiência o transformou e iniciou ali uma trajetória que determinaria o rumo da sua carreira. A partir de então, acumulou vitórias emblemáticas em provas de 50, 80 e 100 quilômetros no Brasil e na América do Sul e foi duas vezes vice-campeão no El Cruce. Em 2019, foi também vice-campeão na Tahoe 100milhas e, no ano seguinte, venceu a One Hundred Brasil. Depois de uma década, decidiu se reinventar novamente e encerrou sua carreira como ultramaratonista para se dedicar, como amador, às maratonas e a compartilhar conhecimento e experiência com seus alunos. Conosco aqui, o ex-paraquedista do Exército, ex-corredor profissional eleito o melhor atleta de trilhas de 2013 pela revista Go Outside, educador físico, proprietário do Time Iaza, escalador de pódios, criador da #deixasofrer, um carioca apaixonado pela corrida, Iazaldir Feitoza Santana. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr e @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
O ano de 2025 teve algumas boas notícias para o meio ambiente, e deixou um gosto de “estamos indo na boa direção, mas ainda falta muito pela frente”. Nesta retrospectiva, a RFI relembra alguns dos fatos mais importantes dos últimos 12 meses. O ano começou com uma perspectiva nada favorável para o combate às mudanças climáticas: a volta do presidente Donald Trump ao poder, que chegou a dizer que o aquecimento global é "a maior farsa" já promovida na história. Quando o maior emissor histórico de gases de efeito estufa se retira da jogada e congela os investimentos na transição energética, a preocupação era que esse retrocesso se generalizasse no resto do mundo. Em várias regiões, as populações sentem na pele os impactos do aumento da temperatura na Terra. Gustavo Loiola, especialista em Sustentabilidade e professor convidado em instituições como FGV e PUC-PR, notou que o agronegócio brasileiro, motor da economia do país, não pode mais se dar ao luxo de virar as costas para o assunto. “Não tem como não falar de clima dentro do agronegócio. O produtor rural é o primeiro a sofrer com a escassez ou o excesso de chuvas e as mudanças climáticas, que acabam afetando a produção”, indicou ele ao podcast Planeta Verde, um mês após a posse de Trump. “Impacta também o setor financeiro, que oferece crédito para o agronegócio. O risco de emprestar se torna maior, então é ilógico não olhar para esses temas”, acrescentou. Expansão das renováveis: um caminho sem volta Quem se deu bem com o recuo americano foi a sua principal concorrente, a China. Pequim já liderava a transição energética e aumentou o impulso a esta agenda mundo afora. A queda dos custos de painéis solares, baterias e outros equipamentos fundamentais para a substituição de fontes de energia altamente poluentes resultou em um ponto de inflexão em 2025: pela primeira vez, a geração de eletricidade global por fontes renováveis ultrapassou a dos combustíveis fósseis, as mais prejudiciais ao planeta. A Agência Internacional de Energia afirma que o novo recorde de expansão de renováveis será batido este ano, com mais de 750 gigawatts de capacidade adicional, sobretudo solar. Isso significa que o crescimento da demanda mundial de energia elétrica foi, principalmente, atendido por fontes limpas. Só que este desafio se mede em trilhões de watts: a expectativa é que a demanda mundial energética dispare nos próximos anos, puxada pelo desenvolvimento das tecnologias e, em especial, da inteligência artificial. A poluição digital já respondia por 4% das emissões mundiais de gases de efeito estufa por ano. O aumento das emissões de grandes empresas de tecnologia nos últimos anos comprova essa tendência. “Já temos um crescimento exponencial só nessa fase de treinamentos dos modelos de IA generativa: do número de placas gráficas utilizadas, do consumo de energia. Portanto, as emissões de gases de efeito estufa estão também em crescimento exponencial, assim como o esgotamento dos recursos abióticos, ou seja, não vivos, segue nessa mesma trajetória”, salientou Aurélie Bugeau, pesquisadora em Informática da Universidade de Bordeaux. “As empresas alertam que é um verdadeiro desafio para elas conseguirem atingir a neutralidade de carbono que era visada para 2030, afinal a IA traz novos desafios. Por isso é que esse imenso consumo de energia pode levar à reabertura de usinas nucleares, como nos Estados Unidos, sob o impulso da Microsoft”, alertou. Transição energética para quem? Em ano de COP30 no Brasil, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a RFI também buscou ouvir as populações mais vulneráveis ao aquecimento do planeta. Nos países em desenvolvimento, a corrida pelos minerais críticos, essenciais para a eletrificação das economias – como alumínio, cobalto e lítio – causa apreensão. Toda essa discussão sobre transição energética, num contexto em que a demanda por energia só aumenta, parece até provocação aos olhos de pessoas como a maranhense Elaine da Silva Barros, integrante do Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM). Ela participou das manifestações da sociedade civil à margem da COP30, em Belém, para pedir justiça climática. "A transição energética não é para nós. O Brasil já se supre e tem uma matriz energética de renováveis”, disse. "Não faz sentido o Brasil ter que mudar a sua matriz energética para que os países europeus e os Estados Unidos possam sair dos combustíveis fósseis. Não faz sentido aumentar a mineração nos nossos territórios e aumentar a expulsão dos nossos povos deles”, argumentou. O pescador Benedito de Souza Ribeiro, 62 anos, dependeu a vida inteira do rio Amazonas para sobreviver. Ele sente não apenas os impactos das secas, que estão mais frequentes, como vê com preocupação os planos do Brasil de aumentar as exportações de minerais para a transição energética nos países desenvolvidos. “As grandes indústrias estão se instalando em nossos territórios e expulsando os nossos pescadores da área, os ribeirinhos, que vivem da pesca. Esses empreendimentos causam o aquecimento global”, denunciou. “As barragens e as mineradoras poluem os rios e os peixes, e nós ainda tomamos essa água contaminada. Isso é um prejuízo muito grande para a nossa alimentação.” COP30 e acordo sobre transição justa Para não deixar ninguém para trás, a transição energética precisa ser justa. Significa criar oportunidades de trabalho para as pessoas que dependem de setores que serão gradualmente abandonados, distribuir as novas riquezas geradas pela economia de baixo carbono, e não aprofundar as desigualdades. Essa foi uma das principais pautas do Brasil na COP30 e um dos resultados mais concretos do evento, sediado no país em 2025. A conferência decepcionou pela pouca ambição dos acordos finais, travada entre dois grupos de países com visões opostas sobre o fim da dependência dos combustíveis fósseis, ou seja, o carvão, o petróleo e o gás. “Os resultados estão muito voltados para demandas dos países mais vulneráveis e isso é muito importante porque é uma COP no Brasil, na Amazônia, um país em desenvolvimento. Foi aprovado aqui um programa de trabalho de transição justa, algo que não tinha se conseguido na última COP. Na COP29 não houve acordo”, destacou a negociadora-chefe do Brasil, Liliam Chagas, ao final do evento. “É uma das questões mais polêmicas, e era uma demanda da sociedade civil de todos os países em desenvolvimento. Esse mecanismo foi instituído, e vai ser um órgão mais permanente para que os países possam recorrer para fazer políticas de transição justa, seja para pessoas ou para infraestrutura”, salientou. Combate ao desmatamento ameaçado Internamente, o maior desafio do Brasil é acabar com o desmatamento, que responde por 80% das emissões brasileiras. Neste ano, o país teve bons resultados a comemorar: na Amazônia e no Cerrado, a devastação caiu 11% entre agosto de 2024 e julho de 2025. Na Amazônia, foi o terceiro menor nível desde 1988. Este avanço foi apontado por especialistas como uma das principais razões pelas quais o nível mundial de emissões se manteve estável em 2025, em vez de aumentar – como sempre acontece a cada ano. “O Brasil é, sem dúvida, uma referência, não só por causa da floresta, mas pelo que ele tem em termos de conhecimentos científicos a respeito do tema. O Brasil vem trabalhando com planos de redução do desmatamento desde 2004, com resultados respeitáveis”, aponta Fernanda Carvalho, doutora em Relações Internacionais e diretora de políticas climáticas da organização WWF. “Acho que o Brasil tem condições de ser a grande liderança nesse aspecto. Depende de ter vontade política.” As divergências políticas internas ameaçam essa trajetória virtuosa. A nova versão da Lei de Licenciamento Ambiental flexibiliza os procedimentos para a liberação de grandes projetos. Na prática, se a lei entrar em vigor, pode fazer o desmatamento voltar a subir no país. Análises da ONU sobre os compromissos dos países para combater o aquecimento global indicam que o mundo está avançando na direção correta, apesar dos contratempos. No entanto, o ritmo precisa ser acelerado – e a próxima década vai ser crucial para a humanidade conseguir limitar a alta das temperaturas a no máximo 1,5°C até o fim deste século.
Cinquenta anos depois do 11 de Novembro de 1975, Angola entra na segunda metade do seu primeiro século de independência com mais perguntas do que certezas. As celebrações ficaram para trás. Permanece uma interrogação sobre a liberdade, a justiça e o dia-a-dia de um país onde a promessa da independência continua distante da vida de muitos angolanos. A data redonda trouxe celebrações, discursos e retrospectivas, mas ficou uma inquietação nova, mais crítica, que atravessa gerações. É nesse silêncio que se mede hoje a distância entre a promessa da independência e a vida concreta dos angolanos. Uma distância que, para a jornalista Diana Andringa, continua marcada por memórias de afecto, de choque e de pertença: “A mais forte é certamente o sítio onde eu nasci… o Dundo, que eu costumo dizer que é a minha pátria.” Diana Andringa nunca esqueceu que a liberdade angolana começou também no seu próprio confronto com o Estado Novo. “Ter sido julgada no Tribunal Plenário por apoiar a independência de Angola… poder dizer à frente daqueles juízes que sim, eu apoio a independência, a luta armada”, recorda. Por isso, mesmo longe de Luanda, o 11 de Novembro foi vivido como ruptura íntima: “Foi sobretudo o arrear da bandeira portuguesa e subir a bandeira angolana. Uma pessoa, em princípio, não se esquece.” Essa primeira sensação de emancipação ainda a acompanha. “De repente, a liberdade. O ser livre… mesmo quando as coisas não correm muito bem.” Mas depressa a ideia se torna mais áspera: “Ser livre hoje em Angola é… não ser uma colónia de um determinado país”, diz, antes de reconhecer outras dependências, mais difusas e contemporâneas: “Ficas colonizado pelas grandes companhias, pelos grandes interesses económicos, tal como noutros países.” Ainda assim, insiste numa conquista irredutível: “És angolano. Isto quer dizer alguma coisa.” Mas é também aqui que surge a sua frase mais amarga, repetida como síntese de desilusão histórica: “Não foi isto que nós combinámos.” O que estava prometido, afirma, era “uma Angola igual para todos, com justiça social, sem corrupção”. Hoje, a sua inquietação desloca-se para formas mais subtis de controlo. “A censura que mete mais medo é aquela que vem de dentro de nós”, afirma. E identifica na precariedade o maior inimigo do jornalismo: “Um jornalista precário não é livre… no dia seguinte está na rua. Isso limita a liberdade dele e a de toda a sociedade.” No balanço destes 50 anos, permanece uma ferida difícil de aceitar: “Custa-me… por aceitar”, confessa, perante um país onde convivem “elites muito ricas e gente a passar fome”. Ainda assim, mantém o desejo íntimo de pertença: “Gostava que me dessem os papéis… era para morrer angolana também, que é o que eu sou.” E reivindica uma identidade dupla que muitos continuam a estranhar: “As pessoas têm duas pátrias.” No plano político, o historiador Eugénio Costa Almeida lembra que Angola chega ao meio século com “instituições frágeis, desigualdade persistente” e uma juventude “muito mais consciente e crítica”, que já não aceita explicações históricas para problemas presentes. A ausência de um “contrato social” e o desgaste das promessas repetidas tornam-se evidentes num país onde a informalidade domina e a confiança é escassa. Sem ignorar o peso da história, recorda que Angola viveu “problemas políticos muito graves” e uma longa guerra civil, factores que marcaram profundamente o Estado e a sociedade. Ainda assim, considera que isso não explica tudo. Nota, por exemplo, que o país “felizmente nunca passou por um golpe de Estado”, ao contrário de outros contextos africanos, o que torna mais evidente a frustração perante o ritmo lento das transformações. O passado colonial surge frequentemente no debate político, mas de forma selectiva. “Quando convém, sim, o passado é usado para justificar o presente”, afirma, sublinhando que essa prática não é exclusiva de Angola, apontando que muitas vezes a população “come e cala”, seja por cansaço, seja por uma memória curta convenientemente explorada. Da análise política de Justino Pinto de Andrade surge o diagnóstico mais severo: Angola vive “um sistema multipartidário”, mas não uma democracia plena. A ausência de alternância, a confusão estrutural entre Estado e partido e as “restrições e constrangimentos” à oposição revelam, na sua leitura, um regime onde a pluralidade existe, mas não é garantida. “Alguém tem que lutar”, afirma, para que a liberdade deixe de ser apenas um princípio constitucional e passe a ser experiência do dia-a-dia. Para o político e analista angolano Justino Pinto de Andrade, o ponto de partida do debate político em Angola está viciado. “É exagerado falar-se em democracia angolana”, afirma. Na sua leitura, a democracia pressupõe condições que continuam ausentes. “Há um conjunto de condimentos que faltam muito”, observa, referindo a inexistência plena de “liberdade de escolha, de opinião, de expressão” e de circulação das forças políticas. O quadro actual é, assim, o de um processo incompleto, que “não me parece que esteja concluído em Angola”. A inexistência de alternância no poder é, para Justino Pinto de Andrade, o sinal mais evidente dessa falha estrutural. “As democracias caracterizam-se por haver alternância. Aqui nunca houve”, recorda, sublinhando que o país vive “há 50 anos com a mesma força política”, determinada a manter-se no poder “por todos os meios”. Cinquenta anos depois, Angola parece viver entre duas forças: a da memória fundadora e a da urgência presente. A da liberdade proclamada e a da liberdade por conquistar. A da identidade afirmada e a do país que talvez ainda esteja por inventar. No fim, permanece uma pergunta que, como disse Diana Andringa,“por que é que eles quiseram ser independentes?” A resposta, talvez, continua por cumprir: “Acho que o sonho de todos nós é sermos independentes.”
Ben leads the crew through a heartfelt discussion on the power of aviation community, proving that even "internet pilot buddies who are somehow both extremely wise and definitely unsupervised" can create something meaningful together. While Brian emerges from his five-week "gateway drug situation" of nonstop testing (having "forgotten how to function as a normal human being"), the episode explores how pilot communities support each other through the challenges of midlife aviation.From anonymous confessionals about night landing requirements to the wisdom of "Fly what you want, log what you need," this episode showcases why the Midlife Pilot community has become "one of the great joys" for pilots navigating their aviation journeys. Ted chimes in from Portlandia while Ben reminds us that aviation community - whether in Discord, at fly-ins, or through podcast connections - provides the essential support network that keeps us all flying safely.Plus: Why we probably need "at least one service bulletin requiring post-podcast cranial inspections," and Ben's words of wisdom about truth vs. lies in our connected world.Mentioned on the show:* AGI: advanced ground instructor* IGI: instrument ground instructor* FOI: fundamentals on instruction* Thaden Invasion: https://midlifepilotpodcast.com/thadeninvasion* Seth Lake on VBT-Thaden airspace: https://arflightsafety.com/VBT.htmlTo send feedback, support the show, get merch, and more, visit www.midlifepilotpodcast.com
Em julho, com música nova para mostrar, Mickael Carreira veio ao podcast da BLITZ falar não só do regresso musical, mas também do ‘peso’ do apelido Carreira, algumas (saudáveis) “maluqueiras” e as alegrias da paternidade. Foi um dos episódios mais ouvidos de 2025 do Posto Emissor, que agora recordamos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
2025 não foi um ano qualquer.Foi um ano de decisões.De ruturas.De consequências.Na política nacional.E na política internacional.Alguns lideraram.Outros falharam.E houve quem deixasse marcas que ainda estamos a tentar compreender.No Podcast Conversa, não celebramos cargos.Analisamos impacto.Responsabilidade.Poder real.Estão lançados os Galardões Podcast Conversa.Figura Política Nacional.Figura Política Internacional.Os nomeados já estão definidos.Agora, a escolha é tua.
“Os seus discípulos perguntaram: — Mestre, por que este homem nasceu cego? Foi por causa dos pecados dele ou por causa dos pecados dos pais dele?” João 9:2 NTLH Você diante de um problema busca um culpado, ou busca quem poderá te levar a solução?Os discípulos de Jesus ao encontrar este cego, tentaram identificar um culpado para esta deficiência, focando mais no problema é não na solução.Para surpresa deles a resposta de Jesus, foi para focar na cura e não na identificação de um culpado.A certos problemas, que se ficarmos remoendo tentando identificar aonde erramos, ou porque determinadas coisas ruins aconteceram, retardamos o processo que poderá nos levar a cura, ainda que esta não seja física mas sim emocional.Não conseguimos mudar o que já se passou, mas temos tudo que precisamos para mudar a nossa visão sobre o passado e com isso focar em escrever um novo futuro.Pensamento do dia:Você tem focado na cura ou na dor?Oração: Senhor, nos ajude a perdoar o nosso passado e focar em tudo aquilo que Tu podes nos trazer através de um novo tempo de cura.Em nome de Jesus, amém!Que você tenha um dia abençoado!Por Ubiratan Paggio #DevocionaisDiários #DeusFalaComigo #NaoBusqueUmCulpado#FoqueNaCura#ubiratanpaggio@ubiratan.paggio@ubiratanpaggio
A manifestação da graça de Deus Pois já se manifestou a graça de Deus, que é de salvação para toda a Humanidade. É esse amor que nos ensina a deixarmos a descrença e a abandonarmos os desejos mundanos, para levarmos neste mundo uma vida honesta, justa e piedosa. Também nos ensina a viver felizes na esperança de que se há de cumprir o que nos prometeu, que é a manifestação gloriosa do nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo. Foi ele que se entregou à morte por nós, para nos libertar de toda a maldade e purificar para si mesmo um povo que lhe pertença em exclusivo e se dedique a fazer o bem. Leitura bíblica em Tito 2:11-14 Na minha vida, numa época de dúvidas e incertezas sobre a minha fé, foi muito impactante entender que não existe outra expressão religiosa em que o próprio Deus, a divindade, ama o ser humano e toma a iniciativa para salvá-lo. Todas as religiões que conheci apresentam um caminho de esforço do ser humano para chegar até Deus, sem garantir que este esforço resultará em salvação. Não existe também nenhum outro como Deus, que Se humilha e sofre o castigo no lugar daqueles que O deveriam adorar e servir. E, além disso, não há outra religião que pregue a salvação para toda a humanidade, sem distinção de cor, etnia, classe social, ou qualquer outro requisito ou exigência. Jesus é a manifestação da graça de Deus. Ele é a prova do Seu amor. Ele reúne em Si mesmo esses três pontos essenciais: o Deus que toma a iniciativa para salvar, sofre o castigo em nosso lugar e oferece salvação a todos os habitantes da Terra. Celebrar o Natal é dizer que Jesus, aquele bebé na manjedoura, é a manifestação gloriosa de Deus. O texto bíblico acima revela-nos algo profundo e tocante: que a salvação em Jesus, para além de reconciliar-nos com Deus e garantir a vida eterna, tem o poder de transformar a nossa vida diária. Tem poder para libertar-nos de toda a maldade, incredulidade e desejos maus. Tem poder para mudar a forma como vivemos. É o amor de Deus que nos ensina a viver felizes, a confiar nas Suas promessas e a sentirmo-nos pertencentes a Ele. Oração: Pai, o meu Natal é feliz porque Te tenho em mim. A minha oração é que a minha vida reflita o Teu amor e a Tua graça. Que eu viva uma vida honesta, justa e dedicada a fazer o bem aos que estão ao meu redor. Em nome de Jesus, amém. - Érica Garbino Neste tempo pede a Deus força para esperar com confiança. Agradece pela alegria que Ele coloca no teu dia. Entrega-Lhe aquilo que te preocupa. Pergunta: o que queres que eu faça hoje para viver mais perto de Ti?
Como é viver o Natal longe de Portugal? Como se celebram estas datas fora do nosso país? Foi o que a Alice Vilaça perguntou ao Alberto Almeida no Luxemburgo, ao João Luís Lopes na Finlândia e à Susana Batalha na Alemanha
Como é viver o Natal longe de Portugal? Como se celebram estas datas fora do nosso país? Foi o que a Alice Vilaça perguntou ao Alberto Almeida no Luxemburgo, ao João Luís Lopes na Finlândia e à Susana Batalha na Alemanha
Quando Avatar chegou aos cinemas em 2009, não foi apenas um sucesso de bilheteria, foi um divisor de águas na história do cinema. Entre os profissionais responsáveis por dar vida ao universo azul está Mel Quintas, uma brasileira que trabalhou por oito anos diretamente na construção dos efeitos visuais de Avatar 2 e Avatar 3. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles O filme de James Cameron não apenas se tornou o mais lucrativo de todos os tempos – tendo alcançado quase US$ 3 bilhões em bilheteria –, mas também redefiniu os limites dos efeitos visuais e da tecnologia cinematográfica. Agora, com a estreia de Avatar: Fogo e Cinzas, o público volta a Pandora sabendo que, por trás de uma história, há também um espetáculo visual, criado por Cameron e, claro, com o apoio de toda uma equipe criativa que põe em prática as ideias do gênio. Para Mel, tudo começou em 2009, quando ela viu o primeiro filme da saga: “Eu falei, literalmente, ‘é nesse tipo de filme que eu quero trabalhar, nesse tipo de universo'. Eu queria viver naqueles mundos, poder criá-los e trazer entretenimento também para as pessoas”, revelou Mel em entrevista exclusiva à RFI, direto de Hollywood. Na época, ela tinha 18 anos, vivia em Santos e estava se formando no ensino médio. Mesmo ouvindo de professores que deveria “fazer um teste vocacional para seguir um sonho realista e se inscrever no vestibular no Brasil”, a jovem arrumou as malas e partiu para a faculdade de Animação em Orlando. Cidade que logo também ficou pequena para os planos dela, que queria chegar a Hollywood. “Eu sabia que era o lugar certo para estar se eu quisesse seguir nessa carreira. E, graças a Deus, deu tudo muito certo. Uma coisa foi levando à outra coisa. Tive muita sorte mesmo”, conta. Currículo impressionante da brasileira Em Hollywood, logo o primeiro filme em que Mel trabalhou, Invocação do Mal (2013), já foi sucesso de bilheteria, em seguida foi uma superprodução atrás da outra. “No início, eu trabalhei mais na parte de conversão dos filmes para 3D. Na época, era o grande boom. Todo mundo queria fazer todos os filmes em 3D. Eles filmavam em 2D e aí convertíamos para 3D. Trabalhei em Homem de Ferro 3, Guardiões da Galáxia, Star Trek, Star Wars, Planeta dos Macacos, X-Men”, enumera Mel. Mas a lista é bem mais longa. Em 13 anos em Hollywood, a santista já acumula impressionantes 40 filmes no currículo, entre eles alguns dos campeões de bilheteria da última década, e a jornada a Pandora, da qual ela participou nos últimos oito anos. “O mais importante é acreditar. Não deixe que digam para você ser mais realista. Para sair da realidade em que você está, primeiro você precisa acreditar que pode viver em outra”, afirma. Avatar e James Cameron Em Avatar, Mel integrou a equipe responsável por criar as sequências do filme. Na prática, isso significa participar da construção do longa desde a pré-produção. “No nosso caso, era um negócio bem abrangente, porque a gente tinha que fazer de tudo. Estávamos montando o filme, literalmente montando o escopo do filme para ele se tornar alguma coisa. Esse processo começa desde a pré-produção, que a gente chama de pré-visualização de algumas cenas do filme, imaginando como vai ser essa sequência de ação. Uma animação mais rápida, não uma renderização final. Isso inclui capturar os atores no set para ver se estava dando certo, montar as cenas e gravar com câmeras virtuais”, explica. As filmagens começaram em 2017, com regravações, ajustes e trabalho contínuo no departamento do qual Mel fez parte até julho de 2025. A brasileira trabalhou em grande parte das sequências do longa, que tem 3h17min de duração, e acompanhou de perto cada detalhe. Ela fez parte de uma equipe de cerca de 30 pessoas dentro da Lightstorm Entertainment, produtora de James Cameron. E estar nos projetos de Avatar 2 e 3 também significou conviver de perto com o cineasta, considerado um dos mais importantes e visionários da atualidade. “Ele é um gênio. Mais do que isso: ele explica tudo o que está fazendo. Ele gosta de ensinar”, diz Mel. “É uma aprendizagem que vale mais do que qualquer faculdade. Estar perto de uma pessoa assim é surreal. Foi como uma faculdade diária.” Do sonho adolescente ao Oscar O sonho que virou realidade já veio acompanhado de um Oscar. Avatar: O Caminho da Água (2022) venceu o prêmio de Melhores Efeitos Visuais. “No dia seguinte ao prêmio, eu fui dar parabéns ao meu supervisor, que foi quem recebeu o Oscar, e ele me disse: ‘Esse prêmio é de todos nós; não existe esse prêmio sem vocês'. Acho que a gente não recebe esse reconhecimento em todos os lugares; aqui tem muito disso”, diz a brasileira. E tudo indica que a equipe vai estar, de novo, na festa do Oscar em 15 de março de 2026. O filme que estreou nesta semana nos cinemas brasileiros acaba de aparecer na lista dos dez pré-selecionados para disputar - novamente - na categoria de Melhores Efeitos Visuais. “Eu estou feliz que faço parte de algo tão grandioso com uma história sobre família e que a gente pode celebrar juntos todos esses anos de trabalho. Sempre tem momentos altos e baixos, mais altos. Mas é bom poder ser recompensada de alguma forma. Não é nem sobre ganhar o prêmio, mas saber que a gente fez parte disso e chegamos lá”, conclui Mel Quintas.
Foi mais uma semana decisiva para a União Europeia e para a Ucrânia. O Conselho Europeu reuniu em Bruxelas os Chefes de Estado ou de Governo para reforçar o apoio da União Europeia à Ucrânia face à agressão russa, tendo aprovado um empréstimo de 90 mil milhões de euros financiado por dívida comum e mantido o trabalho para a utilização de ativos russos imobilizados, ao mesmo tempo que definiu orientações para o futuro quadro financeiro plurianual, no qual Portugal defendeu a proteção da política de coesão, da agricultura, das regiões ultraperiféricas e um Fundo de Competitividade com distribuição equitativa, e promoveu avanços no acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, considerado estratégico para reduzir dependências externas, ficando o processo próximo de conclusão e com perspetiva de assinatura no início do próximo ano. Responsabilidade, fraturas expostas no conflito, a pressão de Trump e de Putin. Neste Expresso da Meia-Noite em podcast, com moderação de Ricardo Costa e Ângela Silva, o debate faz-se com o historiador e deputado Rui Tavares, o especialista em Estudos Europeus, Henrique Burnay, o embaixador Martins da Cruz, e o general Pinto Ramalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Especialista João Albuquerque considera que Kiev tem agora mais poder à mesa de negociações com os EUA depois de acordo de apoio da UE. Mediação de Costa entre Estados Membros? "Foi essencial".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ela nasceu e cresceu no interior de Minas Gerais. Viveu uma infância simples, onde os valores familiares e o exemplo dos pais formaram o seu caráter. Praticou balé, jazz e sapateado. Então, com 13 anos de idade, ao sair da escola, foi vítima de um sequestro que terminou dezessete agonizantes dias depois, um trauma que a transformaria para sempre. Seguiu com a vida de adolescente, aprendeu a lutar jiu-jítsu e, aos 16 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro para concluir os estudos. Foi um período de mudanças e pouca atividade física. Ao entrar na faculdade, decidiu que era hora de voltar a se movimentar e passou a frequentar uma academia, onde descobriu o spinning. Em seguida, vieram as aulas de corrida, até que um professor a convidou para experimentar o triathlon. Precisaria nadar, algo que só havia experimentado na infância devido à bronquite severa. Iniciou os treinos em 2005 e desde a sua estreia, a paixão pela modalidade só aumentou. Trabalhou no mercado corporativo, casou-se e teve dois filhos enquanto levava um estilo de vida de triatleta. Dez anos após sua estreia, realizou o sonho de cruzar a linha de chegada de um Ironman 70.3. Em 2016, a violência no Rio a levou a uma decisão radical: mudou-se com a família para a Europa, onde o marido faria um MBA e onde proporcionariam uma vida mais tranquila aos filhos. Morando na Suíça, tiveram uma outra menina, e o marido passou a trabalhar na WADA (Agência Mundial Antidopagem). Ela se aproximou da psicoterapia, da educação positiva e do problema da dopagem no esporte. O esporte ocupava agora o centro da vida de toda família. Triathlon com os filhos, trainningcamps, amigos do Comitê Olímpico Internacional e os valores olímpicos, aquilo tudo a tocava profundamente. Depois da pandemia, já de volta ao Brasil, encontrou um cenário esportivo transformado: performances duvidosas, inversão de valores no triathlon, muita exposição de alguns atletas e pouca transparência. Ela própria foi prejudicada por atletas que seriam depois desclassificados. Sentiu revolta e propósito. Com o apoio da ABCD (Agência Brasileira de Controle de Dopagem), deu início ao movimento que chamou de Quero Ser Testado e, algum tempo depois, se transformou no Eu Jogo Limpo, que segue firme em sua missão: educar, proteger e transformar a cultura esportiva brasileira, difundindo valores simples e profundos: respeito, justiça, ética, responsabilidade e moral. Fazer o certo mesmo quando ninguém está olhando. Conosco aqui, a empresária, administradora com pós-graduação em Gestão de Pessoas formada em programação neurolinguística, ex-professora de catecismo, triatleta amadora e apaixonada, mãe dedicada que acredita que a vida é curta demais para ser vivida sem propósito. Uma defensora incansável da educação, da ética esportiva e dos valores inegociáveis do esporte, a alemparaibana Paula David Zamboni Rezende. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr e @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
A whole mess of AI generated shownotes. Enjoy! 00:25 – Christmas in Hong Kong, KFC in JapanJoel (Jack the Insider) opens Episode 138 and checks in with Jack (Hong Kong Jack) about Hong Kong's love of Christmas shopping, surreal mall installations and the absence of nativity scenes, before detouring to Japan's KFC-at-Christmas tradition.01:50 – Australia's world‑first social media ban for under‑16sThe Jacks unpack the new national ban on social media for under‑16s, the generational politics of Gen Alpha kids and millennial parents, and the “pick up a book, go for a bike ride” messaging from Anthony Albanese and Julie Inman Grant.They read out Vox pops about kids discovering life without apps, YouTube‑driven body image issues, and the early scramble to alternative chat and file‑sharing apps like LemonAid.05:35 – Social engineering, High Court challenge and mental health concernsThey describe the policy as a conscious piece of social engineering aimed at reshaping youth culture over a decade, and note the High Court challenge led by the Digital Freedom Movement and Libertarian MLC John Ruddick.Beyond Blue, Headspace, ReachOut and the Black Dog Institute warn about cutting off access to online mental‑health support, as the Jacks weigh the internet's harms against the value of peer support communities for young people.09:35 – Enforcement gaps, workarounds and parental resistanceThe Jacks discuss uneven implementation, with some under‑16s apparently still able to access Facebook and Instagram while other apps are wiped, and a rush into less‑regulated platforms.They note reports that up to a third of parents will quietly help kids stay online and float the idea of a nationwide “kitchen‑table” style forum to help parents understand the risks and responsibilities around kids' social media use.12:00 – A social experiment the world is watchingThey canvas overseas interest, with Denmark, Spain and others eyeing bans at 15 rather than 16, and Sarah Ferguson's description of Australia's move as a live “social experiment” whose results are very much unknown.13:05 – Richo's state funeral and the dark arts of NSW Labor RightThe conversation turns to Graham “Richo” Richardson's state funeral, his reputation as Labor's master organiser and electoral numbers man, and his long life “on the public purse”.Joel recounts Richo's link to Balmain Welding and Stan “Standover” Smith, arguing that New South Wales Labor Right's success always had a darker underbelly.15:10 – Paul Brereton, the NACC and conflicts of interestThey examine National Anti‑Corruption Commission boss Paul Brereton's updated disclosures about his ongoing work with the Inspector‑General of the ADF and Afghanistan war‑crimes inquiries, revealed via FOI.The Jacks question whether someone so intertwined with Defence can credibly oversee corruption matters touching Defence acquisitions, and whether carving out whole domains from his remit makes his appointment untenable.18:25 – A quiet NACC, no perp walks and media theatreThe Jacks note how quietly the NACC has operated in Canberra—“blink and you'd miss them”—with none of the televised “perp walks” beloved of New South Wales ICAC coverage.Jack welcomes the absence of media spectacle; Joel admits to missing the grimace‑through‑the‑cameras moment as accused figures run the gauntlet.19:50 – Victorian youth vote turns on LaborNew polling of 18–34‑year‑olds in Victoria shows Labor's vote down 11 points to 28 per cent and the Coalition's up 17 points to 37 per cent, with the Greens steady at 20 per cent.The Jacks argue the Victorian Labor government looks to be in terminal decline, discuss leadership options for Jacinta Allan, and canvass how quickly preference “cascades” can flip a long‑term government once momentum turns.22:15 – Green exports vs coal, Treasury modelling under fireThey dissect Treasury modelling which suggests “green exports” (critical minerals, rare earths, battery inputs) will surpass coal and gas within a decade, and note scepticism from former Treasury official and now CBA chief economist Stephen Yeaman.The Jacks highlight International Energy Agency updates showing coal demand in key markets staying high, and the reality that renewables growth is largely meeting new demand rather than cutting deeply into existing coal and gas use.25:05 – Coal to 2049 and the reality of the gridJack points to Australian market operator projections that coal will remain in the domestic mix until at least 2049, while Joel questions which ageing coal plants will physically survive that long without new builds.They agree modelling must continually be revised against actual demand profiles in China, India, Indonesia and elsewhere, where coal still supplies half or more of electricity.27:20 – 30‑year suppression orders and transparencyThe Jacks shift to a 30‑year suppression order over evidence behind Tanya Plibersek's decision to block a $1 billion coal mine until 2055, and more broadly the proliferation of long‑term suppression orders in Australia.They criticise the over‑use of secrecy in both environmental and criminal matters, arguing it breeds suspicion that justice and accountability can be bought by the wealthy.28:25 – The “prominent family” sexual assault case in VictoriaWithout naming the individual, they discuss a Victorian case involving the convicted son of a prominent family whose identity remains suppressed even after guilty findings for serious sexual offences.They worry that blanket suppression encourages rumour, misidentification and a sense that powerful people get special treatment, even when protection of victims is a legitimate concern.30:05 – From undercover cop to gangland wars: how secrecy backfiresJoel revisits an NSW example where an undercover police officer's drink‑driving conviction was suppressed for 55 years, and Melbourne gangland cases where key cooperating witnesses remained pseudonymous for decades.The Jacks argue that when authorities create information vacuums, gossip and conspiracy inevitably rush in to fill the space.33:50 – MP expenses, family reunion travel and Annika Wells' bad day outThey turn to MPs' entitlements and “family reunion” travel: Annika Wells' ski‑trip optics and poor press conference performance, Don Farrell's extensive family travel, and Sarah Hanson‑Young's $50,000 in family travel for her lobbyist husband.While acknowledging how hard federal life is—especially for WA MPs—they question where legitimate family support ends and taxpayer‑funded lifestyle begins.37:05 – Why family reunion perks exist (and how they're abused)The Jacks recall the tragic case of Labor MP Greg Wilton as a driver for more generous family travel rules, given the emotional cost of long separations.They conclude the system is necessary but ripe for exploitation, and note the Coalition's relatively muted response given its own exposure to the same rules.39:15 – Diplomatic drinks trolleys: London, New York and the UNJoel notes Stephen Smith's stint as High Commissioner in London—the “ultimate drinks trolley” of Australian diplomacy—and his replacement by former SA Premier Jay Weatherill.Jack mentions Smith's reputation for being stingy with hospitality at Australia House, in contrast to the traditionally lavish networking role of London and New York postings.40:40 – Barnaby Joyce joins One NationThe big domestic political move: Barnaby Joyce's shift from the Nationals to One Nation, including his steak‑on‑a‑sandwich‑press dinner with Pauline Hanson.The Jacks canvass whether Joyce runs again in New England or heads for the Senate, and the anger among New England voters who may feel abandoned.42:25 – One Nation's growth, branch‑building and Pauline's futureThey dig into polling from Cos Samaras suggesting 39 per cent of Coalition voters say they'd be more likely to vote One Nation if Joyce led the party, and the risk of the Coalition following the UK Tories into long‑term decline.The Jacks note One Nation's organisational maturation—building actual branches and volunteer networks in NSW and Queensland—and wonder whether Pauline Hanson herself now caps the party's potential.45:20 – Kemi Badenoch, a revived UK Conservative Party and Reform's ceilingAttention swings to the UK, with fresh polling showing Labour slumping to the high teens, the Conservatives recovering into the high teens/low 20s, and Reform polling in the mid‑20s to low‑30s depending on the firm.They credit new Conservative leader Kemi Badenoch for lifting morale by dominating Keir Starmer at the despatch box, but caution that Reform's rise may still be more protest than durable realignment.49:45 – Fragmenting party systems in Europe and the UKDrawing on Michael Gove's comments, the Jacks sketch the new “four‑party” pattern across Europe—radical left/Green, social democratic, Christian Democrat centre‑right, and populist right—and argue the UK is slowly following suit.They suggest both Labour and the Conservatives can no longer comfortably absorb all votes on their respective sides of politics, with Reform and Greens carving out durable niches.53:05 – US seizes a Venezuelan tanker, Trump calls it the “biggest ever”The Jacks look at the US Coast Guard's seizure of a sanctioned Venezuelan oil tanker accused of moving Venezuelan and Iranian oil in support of foreign terrorist groups.Joel notes Trump's boast that it's “the largest tanker ever seized”, while quoting Pam Bondi's more sober explanation of the sanctions basis.54:45 – Five years of social media to enter the US?They examine a Trump‑era proposal to require even visa‑waiver travellers to provide five years of social media history before entering the United States.The Jacks question the logistical feasibility, highlight the trend of travellers using “burner phones” for US trips, and argue measures like this would severely damage American tourism.57:10 – SCOTUS, independent agencies and presidential powerThe Jacks discuss a pending US Supreme Court case about whether presidents can hire and fire the heads of independent agencies at will, with even liberal justices expressing sympathy for expansive executive authority.They link this to a broader global question: how much power should be handed from elected ministers to expert regulators, and how hard it is to claw that power back once delegated.01:00:25 – Trump's national security strategy and an abandoned EuropeThey turn to the Trump administration's new national security strategy framing Europe as both security dependent and economic competitor, and signalling an end to automatic US security guarantees.The Jacks describe openly hostile rhetoric from Trump figures like J.D. Vance and Marco Rubio towards Europe, and portray it as part of a broader American drift into isolationism as China and Russia advance.01:02:20 – Europe rearms: Germany, Poland and conscription talkThe conversation moves to European responses: big defence spending increases in Poland and Germany, and German plans to assess 18‑year‑olds for potential limited conscription.Joel argues Europe may need to build its own strategic table rather than rely on a fickle US ally, while Jack stresses serious military capability is the price of a genuine seat at any table.01:03:50 – Biden, the border and a blown political callThe Jacks examine a New York Times reconstruction of how the Biden administration mishandled southern border migration, from 75,000 encounters in January 2021 to 169,000 by March.They say Biden officials badly underestimated both the scale of migration and the law‑and‑order backlash, including resentment from migrants who followed legal pathways.01:07:05 – Migration then and now: Ellis Island vs the Rio GrandeJack recounts Ellis Island's history: the small but real share of arrivals turned back at ship‑owners' expense, and how many migrants later returned home despite being admitted.They contrast a heavily regulated, ship‑based 19th‑century system with today's chaotic mix of asylum flows, cartels and porous borders, and argue that simple “open borders” rhetoric ignores complex trade‑offs.01:09:55 – Americans know their ancestry, and that shapes the debateJoel notes how many Americans can precisely trace family arrival via Ellis Island, unlike many Australians who have fuzzier family histories.He suggests this deep personal connection to immigration history partly explains the emotional intensity around contemporary migration and ICE enforcement.01:10:30 – Ashes 2–0: Neeser's five‑for and Lyon's omissionSport time: Australia go 2–0 up in the Ashes with an eight‑wicket win at the Gabba.The big call is leaving Nathan Lyon out for Michael Neser; the Jacks weigh Nesser's match‑turning 5/42 and clever use of Alex Carey standing up to the stumps against the loss of a front‑line spinner over key periods.01:11:55 – Basball meets Australian conditionsThey discuss the limits of “Bazball” in Australia, praising Stokes and Will Jacks' rearguard while noting most English batters failed to adapt tempo to match situation.Jack cites past blueprints for winning in Australia—long, draining innings from Alastair Cook, Cheteshwar Pujara and Rahul Dravid—that hinge on time at the crease rather than constant aggression.01:15:05 – Keepers compared: Alex Carey vs England's glovesJoel hails Carey's performance as possibly the best keeping he's seen from an Australian in a single Test, including brilliant work standing up to the seamers and a running catch over Marnus Labuschagne.They contrast this with England's struggling keeper, question whether Ben Foakes should have been summoned, and note Carey's age probably rules him out as a future Test captain despite his leadership qualities.01:17:05 – England's bowling woes and Jofra Archer's limitsThe English attack looks potent in short bursts, especially Jofra Archer and Mark Wood, but lacks the endurance to bowl long, hostile spells over a five‑day Test in Australian conditions.Archer hasn't bowled more than 10 overs in an international match for over two years, and the Jacks argue that's showing late in games as speeds drop and discipline wanes.01:25:45 – World Cup 2026: Trump's “peace medal”, Craig Foster's critiqueSwitching codes to football, they note FIFA awarding Donald Trump a “peace” medal ahead of the 2026 World Cup and his delight in placing it on himself.Craig Foster attacks world football for embracing a US president he accuses of human‑rights abuses, prompting the Jacks to point out FIFA's recent World Cups in Russia and Qatar hardly make it a moral authority.01:27:20 – Seattle's Pride match… Iran vs EgyptJack tells the story of Seattle's local government declaring its allocated World Cup game a Pride match, only to discover the fixture will be Iran vs Egypt—two teams whose governments are unlikely to embrace that framing.01:27:55 – Stadiums in the desert and the cost of spectacleJoel reflects on vast, underused stadiums in the Gulf built for the World Cup and now often almost empty, using a low‑attendance cricket game in Abu Dhabi as an example of mega‑event over‑build.01:29:05 – Wrapping up and previewing the final show of 2025The Jacks close Episode 138 by flagging one more episode before Christmas, thanking listeners for feedback—especially stories around the social media ban—and promising to return with more politics, law and sport next week.a
Antes de virar criador do perfil @afrocrente, Jackson Augusto já sabia que fé não era sinônimo de poder, mas cuidado e comunidade. E essa foi a pergunta que atravessou toda a sua vida: o que, afinal, significa ser evangélico no Brasil?Jackson nasceu na favela dos Coelhos, uma comunidade ribeirinha do Recife. Filho de uma mulher profundamente religiosa, encontrou na igreja um dos poucos espaços possíveis de socialização. Não havia dinheiro, nem conforto, mas a igreja foi abrigo e o lugar de infância possível.O pai de Jackson morreu quando ele tinha apenas 7 meses, e a dor transformou a vida da mãe, que precisou criar um filho negro, sozinha, dentro da favela. Enquanto ela trabalhava, eram as mulheres da igreja, do círculo de oração, que cuidavam dele. A igreja foi proteção num país que expõe corpos como o dele à violência desde cedo.Foi ali que Jackson se formou enquanto pessoa, mas também foi ali que começou o conflito. Quando entrou em contato com o movimento negro evangélico, passou a questionar a fé que havia aprendido. Um pastor tentou confrontá-lo usando a Bíblia para justificar a escravidão, mas Jackson saiu dali com a certeza de que aquele não era o Jesus que o havia formado.Ao pesquisar a história da igreja batista no Brasil, encontrou raízes escravocratas, racistas, excludentes. Missionários que proibiam casamentos inter-raciais, que associavam a pele negra ao pecado. Percebeu que a imagem de um Jesus branco não era só estética, mas mais profunda. Um Jesus moldado para servir às elites, não à libertação.Hoje, Jackson defende que ser evangélico não pode ser reduzido a figuras de poder. Ser evangélico também é ser a mãe de João Pedro, adolescente assassinado dentro de uma comunidade. É ser mulher solo, empregada doméstica, estudante, gente comum tentando sobreviver.No fim, a pergunta segue aberta: ser evangélico é sustentar um projeto de poder ou lutar pela vida?
O beltrãoense João cursou engenharia civil, mas de um jeito diferente. Ele iniciou no Paraná, mas terminou em Portugal, onde já engatou um mestrado. Uma vez concluído o mestrado, ele sentiu que ainda precisava ter novas experiências, e decidiu ficar em Portugal.Foi aí que surgiu a oportunidade de, por meio de uma empresa portuguesa, ele embarcar para a Nigéria, onde ele trabalha até hoje como engenheiro civil em um projeto gigantesco. Neste episódio, o João conta o seu curiosíssimo cotidiano na terra onde, incrivelmente, ele não é o único brasileiro.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaJoão Rodrigues, Engenheiro Civil em Wudil, NigériaLinks:LinkedIn do JoãoO último deploy do ano está no ar, mas é por tempo limitado! Essa é a sua última chance de se matricular na Alura por até 2 anos com até 40% de desconto! Aproveite!TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts
Men rapporter från fronten ger en annan bild av läget. Lyssna på alla avsnitt i Sveriges Radios app. Donald Trump hävdar att vi är närmare en fred i Ukraina än någonsin tidigare. Men Ukraina och Volodymyr Zelenskyj säger fortsatt nej till Rysslands krav på att ta över hela Donetskregionen. USA:s nya nationella säkerhetsstrategi tyder på att vi redan är på väg in i en ny världsordning, som linjerar alltmer med Vladimir Putins önskemål. Samtidigt tycks det inte gå riktigt så bra för de ryska trupperna vid fronten som Kreml vill få det att låta som.Dessutom, om de släppta politiska fångarna i Belarus och vad Aleksandr Lukasjenko får ut av det. Hör Stig Fredrikson, Rysslandskännare, journalist och författare, Carolina Vendil Pallin, forskningsledare vid Totalförsvarets forskningsinstitut, FOI, och Sveriges radios Ukrainakorrespondent Lubna El-Shanti.Programledare: Johanna MelénProducent: Åsa Welander
Pour écouter l'émission en entier, sans pub, abonnez-vous ! https://m.audiomeans.fr/s/S-tavkjvmo Emission en compagnie d'Elodie Pinel, agrégée de Lettres et Philosophie, pour faire toute la lumière sur une femme hors du commun, et un époque ... pas si lointaine finalement.Plongez au cœur du Moyen Âge avec l'histoire fascinante de Marguerite Porete, mystique audacieuse, autrice du Miroir des âmes simples, et brûlée en 1310 pour hérésie. Marguerite est une beguine — une femme pieuse, indépendante, qui écrit en langue française. Et ce qu'elle écrit est exceptionnel. Son livre, Le Miroir des âmes simples, propose une voie spirituelle audacieuse, fondée sur l'amour divin et le dépouillement total de l'âme. Un texte mystique, poétique, parfois déroutant, et surtout, d'une liberté incroyable pour l'époque.À ses côtés, une figure étonnante : Guiard de Cressonessart, un laïc inspiré qui osa défendre publiquement son œuvre et paya cher cet acte de courage. À partir des travaux historiques de Sean L. Field et de recherches récentes d'Elodie Pinel, cette émission raconte comment une femme a défié l'Université de Paris, le pouvoir royal et les tribunaux d'Inquisition. Un récit de liberté, de foi radicale et de résistance spirituelle. Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Discussão sobre croquetes, clientes a competir por um bolo rei e uma edição do Copo Meio Cheio com gritaria e sombreros. Foi a loucura na pastelaria Mexicana
Uma vez, anos atrás, eu fui numa peça de teatro sem conhecer o grupo e sem saber muito do tema. Foi uma decisão completamente no escuro, guiada por um aspecto objetivo: eu queria assistir alguma coisa e essa sessão tinha ingresso.Horas depois, eu entrei no carro para voltar para casa com uma sensação estranha no corpo e uma pergunta: o que acabou de acontecer? Hoje, eu tenho essa resposta: eu tinha acabado de presenciar as fases do desconforto que antecedem as boas mudança. E é sobre elas que eu falo nesse episódio. Cê vem? Nessa quarta-feira no @spotifyedição: @valdersouza1 identidade visual: @amandafogacatexto: @natyopsNome do grupo que eu cito: Magiluth - peça ‘Dinamarca'.PUBLICIDADE: INSIDERCUPOM: NOMEASCOISASCompre com desconto e cashback: https://creators.insiderstore.com.br/NOMEASCOISASPalestra em BH 28/01: https://www.sympla.com.br/evento/natalia-sousa-em-belo-horizonte-palestra-medo-de-dar-certo/3040757?referrer=www.google.comPalestra em Curitiba 21/03: https://www.sympla.com.br/evento/natalia-sousa-em-curitiba-palestra-medo-de-dar-certo/3163529?referrer=www.google.com&referrer=www.google.comMEU LIVRO: Medo de dar certo: Como o receio de não conseguir sustentar uma posição de sucesso pode paralisar você | Amazon.com.brApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisas
TEMPO DE REFLETIR 01615 – 16 de dezembro de 2025 Salmo 14:1 – Diz o insensato no seu coração: Não há Deus. O que você perguntaria a Deus se O encontrasse pessoalmente? Numa pesquisa feita entre norte-americanos, foram apontadas as principais perguntas. Dos entrevistados, 34% perguntariam: “Qual é meu propósito neste mundo?” 19% iriam querer saber: “Existe vida depois da morte?” 16% questionariam: “Por que coisas ruins acontecem?” 7% iriam perguntar: “Existe vida inteligente noutros planetas?” Finalmente, 6% desejariam ter a seguinte resposta: “Quanto tempo eu viverei?” O curioso é que as Escrituras proveem respostas para esse tipo de questões. Pense, por exemplo, nas três primeiras. Não são elas parte dos temas básicos da Bíblia? A dificuldade é que em nossa sociedade “cientificamente orientada” as pessoas abandonaram a única fonte confiável de informação. Muitos buscam respostas nas cisternas falidas do conhecimento humano. O curioso ainda é que a maioria das pessoas aceita teorias fundamentadas meramente na “criatividade humana”, sem qualquer alicerce sólido. Pense na ironia de nosso precário conhecimento. Em 1963, em Dallas, Texas, o presidente John F. Kennedy foi assassinado. O fato ocorreu em plena luz do dia. Foi registrado por centenas de câmeras. Canais de TV e milhares de observadores, incluindo os bem treinados olhos de centenas de policiais e agentes do serviço secreto americano, estavam lá. Curiosamente, até hoje não se sabe exatamente o que aconteceu. Foi o presidente Kennedy assassinado por uma bala apenas? Ou será que outra bala o feriu, vinda de outra direção? Havia apenas um atirador agindo sozinho? O assassino foi mesmo Lee Oswald, ou o crime foi uma conspiração da CIA ou do FBI, envolvendo Cuba e a máfia? Há ainda os que pensam que Kennedy não morreu. Em outras palavras, algumas décadas depois de um fato publicamente testemunhado, “debaixo do nariz” de tantas pessoas, os especialistas se dividem sobre o que realmente aconteceu. Não é curioso, contudo, que haja tanto “consenso científico” quando tratamos de eventos com um grau de complexidade infinito como é a origem do Universo e da vida, ocorridos em um passado tão distante de nós? Livros, documentários, revistas e cientistas parecem saber “sem qualquer dúvida” todos os pormenores. Nossos experts ensinam aos estudantes, jovens e crianças todos os detalhes de uma teoria que parece um dogma. O que me impressiona é que muitos não têm dúvida de nada. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Senhor Deus e nosso Pai: que tenhamos a humildade de buscar na Tua Palavra as respostas seguras para as nossas mais angustiantes perguntas. Encha o nosso coração e mente com o Teu Espírito! Por favor! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Pour écouter l'émission en entier, sans pub, abonnez-vous ! https://m.audiomeans.fr/s/S-tavkjvmo Emission en compagnie d'Elodie Pinel, agrégée de Lettres et Philosophie, pour faire toute la lumière sur une femme hors du commun, et un époque ... pas si lointaine finalement.Plongez au cœur du Moyen Âge avec l'histoire fascinante de Marguerite Porete, mystique audacieuse, autrice du Miroir des âmes simples, et brûlée en 1310 pour hérésie. Marguerite est une beguine — une femme pieuse, indépendante, qui écrit en langue française. Et ce qu'elle écrit est exceptionnel. Son livre, Le Miroir des âmes simples, propose une voie spirituelle audacieuse, fondée sur l'amour divin et le dépouillement total de l'âme. Un texte mystique, poétique, parfois déroutant, et surtout, d'une liberté incroyable pour l'époque.À ses côtés, une figure étonnante : Guiard de Cressonessart, un laïc inspiré qui osa défendre publiquement son œuvre et paya cher cet acte de courage. À partir des travaux historiques de Sean L. Field et de recherches récentes d'Elodie Pinel, cette émission raconte comment une femme a défié l'Université de Paris, le pouvoir royal et les tribunaux d'Inquisition. Un récit de liberté, de foi radicale et de résistance spirituelle. Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
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Chère maman,Dans cet épisode, je t'invite à une démarche toute simple pour vivre l'Avent avec un cœur léger et prêt à accueillir Jésus : celle de l'ardoise effacée.Tu connais ces petits griefs du quotidien — une remarque désagréable, un voisin agaçant, une friction en famille… Autant de minuscules traces de craie qui s'accumulent dans notre cœur et l'alourdissent sans qu'on s'en rende compte.Et si cette année, tu laissais l'Esprit Saint nettoyer ton ardoise intérieure ?Une prière de quelques mots, un Notre Père attentif, et trois minutes par jour suffisent pour retrouver la paix, la joie, la disponibilité intérieure.Dans cet épisode, on fait cette démarche ensemble, sous le tendre regard de la Vierge Marie, en cette période d'Avent souvent si dense pour les mamans.Un temps court, simple… mais profondément libérateur.Bonne écoute, chère maman ✨-----------Ce podcast est réalisé par Famille ChrétienneNos autres podcasts :
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durée : 00:58:39 - Le Cours de l'histoire - par : Xavier Mauduit, Maïwenn Guiziou - Le nom de Jérôme Savonarole est généralement associé à la théocratie qu'il instaure à Florence entre 1494 et 1498, aux bûchers des vanités, et à sa mort brutale. Cette "légende noire" empêche de comprendre de quelle manière il a convaincu la population florentine, par la parole et par la foi. - réalisation : Thomas Beau - invités : Jean-Louis Fournel Historien de la pensée politique italienne de la renaissance, traducteur, professeur à l'Université Paris 8
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Entra hoje, oficialmente, em vigor a proibição imposta pelo governo federal australiano ao uso de redes sociais por menores de 16 anos. Foi identificado como John Lohan o bombeiro que perdeu a vida no combate aos incêndios florestais na costa centro-norte de Nova Gales do Sul. A polícia de Nova Gales do Sul acusou um terceiro adolescente no caso do alegado esfaqueamento mortal de um rapaz a noroeste de Sydney. Estas e outras notícias em destaque no noticiário de hoje.
O corpo é apenas o veículo que carrega a sua alma. A alma é eterna, mas pode ser separada de Deus e essa é a verdadeira morte: a separação.Foi exatamente por isso que Jesus veio ao mundo:para salvar a alma que habita aí dentro de você.E diante de um sacrifício tão grande, fica a pergunta:O que você tem entregue a Ele em retorno pelo que Ele já fez por você?
Filho de um fotógrafo windsurfista e uma empresária, ele começou a praticar artes marciais aos 5 anos de idade. Aos 10, descobriu a escalada e, aos 12, começou a se aventurar no mountain bike. Aos 16 anos, mudou-se para o Alasca, onde concluiu o ensino médio e acumulou uma boa experiência em esportes de neve. Foi na San Diego State University, durante o curso de International Business, que ele encontrou seu caminho sobre as duas rodas. Integrou a equipe de ciclismo da universidade, participou de provas de triathlon e de mountain bike XC, até encontrar sua verdadeira paixão: o downhill. Na modalidade, competiu nos EUA, Canadá e Europa. Enquanto levava as trilhas a sério, dava os primeiros passos na sua carreira no marketing esportivo e trabalhou para marcas famosas como Reef e Oakley. De volta ao Brasil, passou pela Pepsico e Billabong antes de ingressar para o time da Red Bull, onde prospectou e gerenciou mais de 50 atletas de elite, como Henrique Avancini, Neymar, Pedro Scooby e Carlos Burle. Após quatro anos, deixou a empresa para se dedicar à distribuição das bicicletas Santa Cruz no Brasil. Fez a transição do downhill para o enduro e passou a competir tanto na América Latina quanto no Enduro World Series. Em 2018, decidiu retornar aos EUA para fazer um mestrado em Ciências Estatísticas, estabelecendo residência na Califórnia. Lecionou marketing na Universidade da Califórnia e atuou no PayPal antes de expandir seu negócio no mercado de ciclismo, acrescentando a importação das bicicletas da Factor e Yeti para o Brasil, inaugurando duas lojas no país e uma em Los Angeles, consolidando assim sua paixão, experiência e know-how. Conosco aqui, um empresário e ciclista apaixonado pela vida, pelas trilhas, pelo mar e pela neve. Um homem que dominou a arte de unir o amor pelo esporte à sua profissão, proprietário das lojas 2 Peaks Bikes, o petropolitano André Sanches da Rocha. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr e @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.