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Bernal Herrera Montero.La nueva derecha ultra ha ganado mucho apoyo popular gracias a una retórica que la presenta como fuerza política disruptiva. Pero detrás de esta retórica actúa un profundo conservadurismo económico y cultural, que retoma políticas y valores tradicionales.#larevistacr @larevistacr www.larevista.cr#bernalherreramontero
A escritora portuguesa Lídia Jorge, que acaba de vencer o Prêmio Camões, o mais importante da nossa língua, fala neste episódio sobre seus romances Misericórdia e Diante da Manta do Soldado, publicados pela Autêntica Contemporânea. A autora conta como transformou Misericórdia, que define como um triunfo sobre a morte, em uma celebração da memória da mãe, morta durante a pandemia de covid-19. Ela ainda dá conselhos a jovens escritores. A conversa aconteceu durante A Feira do Livro 2025, com mediação da escritora e professora Luana Chnaiderman. Novo quadro do 451 MHz, o Livro Marcador dessa semana traz um livro que marcou a vida de Natalia Timerman. Recado da Companhia das Letras: durante a Flip 2026, a Casa Companhia das Letras fica aberta de quinta (23) a sábado (25) na rua da Matriz, 107, em Paraty. Para saber mais, acompanhe as redes da editora. Apoio: Lei Rouanet Assine a Quatro Cinco Um por R$ 12/mês: https://bit.ly/Assine451 Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
Roteirista especializada em longas-metragens e séries de ficção, Thais Tavares atua no mercado audiovisual desde 2016. Com especial interesse por estrutura de roteiro e construção de personagens, debruça-se sobre a psicanálise e, atualmente, cursa a pós-graduação “Psicanálise e Análise do Contemporâneo”, da PUC. Dentre seus trabalhos, destacam-se as séries “Ângela Diniz – Assassinada e Condenada”, … Continue lendo "Primeiro Tratamento – Thais Tavares – # 380"
Jaume Segalés y su equipo analizan los temas de actualidad y comentan la agenda cultural. Hoy en Km0, tras repasar la actualidad informativa y deportiva, profundizamos en los siguientes asuntos:Veranos de la Villa 2026 A todos aquellos que pasen los meses estivales en Madrid nos les van a faltar planes. Entre ellos, los programados en los Veranos de la Villa. Propuestas culturales al aire libre para las noches de julio y agosto. 42ª edición de este veterano festival que se va a desarrollar concretamente del 7 de julio al 30 de agosto. Este año, reúne un total de 72 actividades y 193 citas culturales repartidas por 14 distritos y tendrá como gran protagonista a la música en todas sus expresiones, desde el flamenco y la zarzuela hasta la música sinfónica y los tributos a grandes artistas, junto a espectáculos de danza, cine, circo y una exposición ‘Yo fui a EGB' dirigida a los más nostálgicos. Opciones para todos los públicos que tendrá como principales escenarios el Patio Central de Contemporánea Condeduque, el Claustro del Instituto San Isidro, Matadero Madrid, el Parque de la Bombilla y el Auditorio del Parque Tierno Galván. Por otro lado, también se celebra la tercera edición de la campaña ‘Refúgiate en la Cultura', con la que el Ayuntamiento brinda actividades culturales para protegerse de las altas temperaturas en las horas centrales del día. Así, durante julio y agosto, de 15:00 a 18:30 y con acceso gratuito, los principales museos de la ciudad acogerán una amplia programación dentro d esta iniciativa. Entrevistamos al director artístico de Veranos de la Villa, Joaquín De Luz.
FEFCO-Biobío, Primer Festival Internacinoal de Fotografía Contemporánea del Biobío. Cantautora chilena Giovanna Arce promueve su nuevo single "Otra realidad".
A peça “Ubu Roi” escrita há mais de um século pelo francês Alfred Jarry, continua a ecoar com o mundo contemporâneo. No festival Off Avignon, olhamos para um "Rei Ubu" de 2026, que é a caricatura do Presidente norte-americano, Donald Trump, em tempos de redes sociais, “influencers”, “fake news” e conflitos geopolíticos em fluxo ininterrupto. A peça conta com a actriz portuguesa Teresa Ovídio e com o actor franco-português Mati Galey Ovídio, com quem estivemos à conversa no Théâtre du Chêne Noir. O grotesco dos líderes autoritários contemporâneos volta ao palco com a adaptação, por Jean-Marie Galey, da sátira de Alfred Jarry. Partindo da história de um personagem grotesco e vulgar que, instigado pela esposa, assassina o Rei e usurpa o trono da Polónia, a peça destrona os principais líderes mundiais, com os seus jogos de poder e invasões territoriais. A principal inspiração é o Presidente norte-americano, Donald Trump, conta a actriz Teresa Ovídio que interpreta a Mãe Ubu com ares de Primeira-Dama grosseira e ambiciosa. “Apesar de ser muito actual, o Rei Ubu do Alfred Jarry já foi ultrapassado pelo Trump, já foi ultrapassado por todos estes homens de hoje em dia. Quer dizer, o Rei Ubu do Jarry que, na altura, já era um enorme ditador, era um homem absolutamente inacreditável, hoje já está ultrapassado”, resume a actriz. Em cena, a geopolítica contemporânea é uma tragicomédia e rir ainda é o melhor remédio, acredita Teresa Ovídio. “Esperamos abalar consciências. O teatro é feito para isso e para sonhar, imaginar, claro, ensinar e partilhar. Espero que possamos ter uma influência, a partir desta espécie de comédia burlesca que tem muita fantasia e em que podemos rir, com um riso pensado, consciente. Com o riso podemos passar muita coisa e é o que tentamos fazer, alertar”, conta Teresa Ovídio. A peça “Ubu Roi” está no Festival Off Avignon até 25 de Julho.
El eje de la nueva disputa radica en la interpretación del memorando de entendimiento mediado por países como Pakistán.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bernal Herrera Montero.En un panorama sociopolítico y económico dominado por el desencanto con la clase política tradicional, la nueva derecha ultra ha adquirido una fuerza creciente. Ello no se debe a un inexistente éxito de las políticas de la derecha, sea ella la tradicional o la nueva, sino al apoyo popular obtenido gracias a una muy exitosa retórica política.#larebvistacr @larevistacr www.larevista.cr#bernalherreramontero
No início dos seus manuscritos, de 1844, Marx escreve qualquer coisa como «o meu próximo é o dinheiro», e o poeta francês Christophe Hanna admite que esta declaração pode ser entendida como uma indiciação de que o dinheiro determina as nossas vidas num tal grau que não nos livramos de qualificar os outros e a relação que com eles estabelecemos a partir da fortuna que lhes atribuímos. No fundo o dinheiro actua como um «capcioso parasita» (António Vieira) capaz de conduzir o hospedeiro a seu bel-prazer. Este parasita que se apropriou inteiramente dos destinos das sociedades pós-históricas, alcançou esse efeito prodigioso, diz-nos Vieira, ao infiltrar-se em todas as esferas do espaço humano, desenvolvendo um parasitismo de alta virulência: «fazendo-se desejar sem limite, inverte os papéis e põe a sociedade ao seu serviço até fazer perigar a sobrevivência do hospedeiro.» A narcose que este gera é tão profunda, que tudo se submete às suas leis, e ele deforma a própria realidade física através do homem, que se torna o agente dessa força viral. Como um astro negro, este irradia subtilmente a sua promessa que acaba por dominar o curso do mundo. Borges notou que «nada há de menos material do que o dinheiro, pois qualquer moeda (uma moeda de vinte cêntimos, digamos) é, em rigor, um repertório de futuros possíveis». Mas esse tempo futuro não nos pertence, na verdade os homens não são ricos, tanto como se tornam seres possuídos pelo dinheiro. O dinheiro é uma função que transtorna inteiramente a razão moral de um ser ao ver-se capturado pela sua influência, por essa excepção que nos desintegra sucessivamente até levar a um desinvestimento de todos os afectos e ligações, e desse desejo de autonomia, de liberdade, a qual não existe a não ser enquanto luta com o seu contrário. A adesão significa uma perda de si, uma diluição, enquanto o homem se cinge aos fins do próprio dinheiro, que visa a multiplicação, e que determina que toda a coisa, todo o bem, todos os seres, no esforço de se realizarem no mercado, passem a definir-se apenas segundo essa necessidade de competir com todas as outras mercadorias. Como nos diz Huysmans, «o dinheiro atrai-se a si próprio, procura aglomerar-se nos mesmos locais, vai de preferência parar aos celerados e aos medíocres; e depois, quando uma inescrutável excepção o leva a acumular-se num rico de alma não criminosa nem abjecta, permanece estéril, incapaz de se converter num bem inteligente, e entre mãos caridosas nem mesmo é apto a alcançar um fim elevado. Dir-se-ia que vinga assim o seu destino falso, se paralisa voluntariamente quando não pertence ao último dos trapaceiros nem ao mais repelente dos malandros.» A forma como o dinheiro se impõe passa desde logo por submeter a si o tempo e todas as funções cronológicas, de modo a neutralizar o Kairós, essa capacidade de ler no inesperado, de se aproveitar do acaso na forma como este procura corroer os enredos coercivos que visam tornar-nos meros espectadores passivos das nossas próprias vidas, existências paralisadas. O triunfo do capital significa essa redundância absoluta, num encadeamento que conduz ao fenómeno do presentismo, esse tempo que se define pela eterna hipnose do presente. Isto faz de nós seres dominados por uma compulsão para refazer o mundo segundo a lógica carcerária que exponencia as dinâmicas preditivas. A nossa época define-se, assim, como um nó temporal, uma sobreposição de tempos assombrados, em que o passado se dissolve nesses ecos ou reflexos comprometidos com o efémero e a contingência, dificultando a capacidade de recuperar as referências e, mergulhando na tradição, reactivar as sobrevivências de outras eras. Nem o futuro aquilo que nos ocupa, mas uma sua projecção que acaba por gerar a impotência, vivendo-se por antecipação apenas na correspondência com um desejo mórbido que se devasta a si mesmo, sendo que as promessas se concatenam e se tornam imediatamente perecíveis. O dinheiro não é, por isso, tão-só um equivalente absoluto, mas ele actua no espírito dos homens produzindo uma metamorfose que os tranca fora dessas cogitações inebriadas pelo tempo longo da história, sendo que em todos os domínios da vida, as obsessões presentistas levam ao colapso temporal, um tempo liso que não permite que nada se sedimente. Daí a tendência desde há algumas décadas para o deperecimento das formas artísticas, uma vez que esta lógica carcerária, mais do que nos confinar no espaço, vulnera-nos ao estarmos mergulhados num ritmo em constante aceleração que impede aquela maturação lenta que sempre esteve na base das principais realizações do espírito, e especificamente na arte que se fez até à modernidade. Hoje, devemos reconhecer como a arte contemporânea mais do que definir um conjunto de práticas que já não correspondem a critérios ou formas estáveis, numa relação tensa com a tradição, mas ao cooptar e misturar processos e linguagens com uma crescente indiferença pelas suas funções originárias, coloca-se como uma estação situada no ponto extremo da aceleração. Como nos diz o filósofo francês Yves Michaud, esta «indiferenciação dos géneros artísticos e coexistência de critérios estéticos provindos de tradições artísticas diferentes – uma paisagem chinesa, um rosto de manga japonês, um graffiti urbano, uma abstracção geométrica cientista, uma pintura abstracta expressionista ou monocromática, etc. – neutralizaram todos os critérios em favor daquilo que pode chamar-se ‘pluralismo indiferentista'». No fundo, o paradigma da arte contemporânea que infectou e contagiou tantas outras esferas da realização artística determinou que fosse o próprio conceito de arte que se dissolveu. Hoje, tudo é arte, porque a própria arte foi dominada pelo dinheiro, e está hoje inteiramente capturado pelos enredos da valorização e especulação das mercadorias, conferindo glamour, aura, brilho, confundindo-se nos seus fins com a própria ideia de luxo, de definição das tendências, sendo que ao artista não restou outra escolha senão tornar-se produtor, fabricando em série a partir de um modelo genérico, oferecendo ao mercado objectos produzidos que dizem sempre o mesmo, tornando-se idênticos, porque não servem para outra coisa senão para corresponder a uma marca, não se distinguindo nos fins do da publicidade. Voltando a Huysmans, este vinca como o dinheiro «torna lúbrico o indigente mais casto, actua de uma só pancada no corpo e na alma, e a quem o possui sugere um egoísmo baixo, um orgulho ignóbil, aconselha a gastá-lo apenas consigo próprio, do mais humilde faz um lacaio insolente, do mais generoso um larápio. Num segundo altera todos os hábitos, transtorna todas as ideias, num abrir e fechar de olhos transforma as paixões mais teimosas.» Aquilo que subsiste são apenas as paixões tristes de que falava Espinoza, desde logo a do dinheiro. Por isso mesmo, esta conjunção de todos os destinos, não deixa já margem a esses processos artísticos que se definiam pela resistência, pela «negação contínua daquilo que ameaça suprimir a própria liberdade» (Hegel). Bolaño, que nunca foi outra coisa senão um espírito que se alimentava das formas que, contrariando o monoteísmo do mercado, procuravam resgatar aquele politeísmo da imaginação, lamentava-se da perda da função social da literatura… «Que podem fazer Sergio Pitol, Fernando Vallejo e Ricardo Piglia perante a avalanche de glamour? Pouca coisa. Literatura. Mas a literatura não vale nada se não vier acompanhada de algo mais refulgente do que o mero acto de sobreviver. A literatura, sobretudo na América Latina, e suspeito que também em Espanha, é sucesso, sucesso social, claro, isto é, grandes tiragens, traduções para mais de trinta línguas. Os escritores actuais já não são, como bem fez notar Pere Gimferrer, senhoritos dispostos a fulminar a respeitabilidade social, nem muito menos um bando de inadaptados, mas gente saída da classe média e do proletariado, disposta a escalar o Evereste da respeitabilidade, desejosa de respeitabilidade. São louros e morenos, filhos do povo de Madrid; são gente da pequena burguesia que espera terminar os seus dias na alta burguesia. Não rejeitam a respeitabilidade. Procuram-na desesperadamente. Para a alcançar têm de transpirar muito. Assinar livros, sorrir, viajar para lugares desconhecidos, sorrir, fazer de palhaço nos programas cor-de-rosa, sorrir muito, sobretudo não morder a mão que lhes dá de comer, assistir a feiras do livro e responder com boa disposição às perguntas mais cretinas, sorrir nas piores situações, fazer cara de inteligentes, controlar o crescimento demográfico, agradecer sempre.» Que outra coisa vemos por estes dias tomar conta de todos os programas e «eventos» culturais senão isto? O que se andou a tramar por estes dias ali no Porto? Espécie de assalto sem se mexer muito, procurando excitar um tão bacoco fervor regionalista, propor os valores locais, poetas alinhados como artigos numa feira de produtos de uma cidade que há muito, tal e qual como Lisboa, não está em condições de lutar contra nada, nem contra a erosão de qualquer ordem de valores face à sua conversão em manta de retalhos, de atracções turísticas e activos financeiros, e assim, vimos Arnaldo Saraiva, num artiguelho encomendado, render-se à impostura de um reles promotor de valores regionais, fornecendo uma "selecção" de entre alguns perfis seguros, aspirantes e os habituais basbaques que ajudam a engrossar o lote, e, logo ele que tanto gosta dos brasileiros, parecia esquecer essa sóbria lição de «política literária» que nos deu Drummond de Andrade: «O poeta municipal/ discute com o poeta estadual/ qual deles é capaz de bater o poeta federal.// Enquanto isso o poeta federal/ tira ouro do nariz.» É só mais um entre uma série de promotores que, logo que foi posto algum dinheiro à disposição para a campanha, com o fim de reclamar que a cidade ainda mexe, provando que esta direita não quer fazer como a do último autarca social-democrata, que limpou o cu à cultura, e veja-se como se engendrou logo o patético golpe, como se encheram de presságios estes coronalecos, que luzes, e que maneiras agora, com a entoação favorecida por aquele lance de escadas da pronúncia, mas, desta feita, em vez do vernáculo, da bojarda que nos fazia sentir o gosto às tripas, temos uns assanhados prontos para fazerem da cultura o partido geral, nesse modo prático de ir com quem tiver o maço delas, esbanjando a esmola, multiplicando o pão abstracto, e olhó blazer que ali vem, Couceiro-argonauta-da-volta-à-terra-na-treta, lá vem, e garantem-nos que é tempo do rapaz, este que sofre daquela ternura publicitária pelos livros, vai morrer de letriose, uma cirrose de tanto ir ao fundo do tinteiro, das mil maneiras como se enrola com as sílabas numa tal felação, industrioso chouriceiro, cheio dessa bibliogarrulice, messias que irá salvar os canhenhos da glutonice da bicharia da prata, e aí vem o parque temático para os que tanto gostam de comer a erva das passadeiras em vez de a pisar, e se qualquer palco serve a quem vai partir prò infinito, que imortal salsada, vamos pôr a invicta a ler até desmaiar de inanição, vai fundar-se uma disneylândia das bovarinhas, com lendas que as levem para a cama e as aturem, enquanto põem ovos e os cornos ao pobre Charles, umas com as outras a desfiar delírios pelos festivais em vez de engolirem duma vez a merda do arsénico. Ora, neste episódio, e para pôr alguma ordem nisto, tivemos a companhia de António Pinto Ribeiro, alguém que tem pensado e exercido um papel enquanto programador cultural, buscando construir enredos de ordem excepcional que permitam ainda resistir à moral do lucro, a estas engrenagens submetidas de mil maneiras aos mecanismos do poder, nomeadamente neste quadro que serve para promover os artistas dóceis e inócuos, atrapalhando os potencialmente ameaçadores.
En nuestra portada de hoy, nombramos las claves internacionales más importantes del día. Entrevista geopolítica con Haizam Amirah Fernández, Director Ejecutivo del Centro de Estudios Árabes Contemporáneos. Después, repasamos los protagonistas del día en Wall Street. Por último, hacemos análisis de Wall Street con Javier González, Founder en Excella Capital.
Tudo muda muito rápido no cenário eleitoral. Os analistas de política, diz Jairo Nicolau, são um pouco como os comentaristas de futebol: especulam sobre o que vai acontecer e, às vezes, precisam voltar atrás. O seu novo livro, "O País Dividido", não escapou totalmente dessa armadilha. O pesquisador diz que, quando entregou o original para a editora, via uma possibilidade de arrefecimento da polarização nas eleições deste ano, algo que agora parece distante em uma disputa entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT). No entanto, em vez de se concentrar na conjuntura eleitoral, a obra tem outro espírito. Jairo, professor titular do CPDOC (Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil) da FGV (Fundação Getúlio Vargas), documenta as mudanças demográficas do país e as transformações da base social do PT e da direita entre 2002 e 2022, se debruçando sobre o segundo turno das eleições presidenciais. O trabalho ilumina questões essenciais para entender a evolução do voto no Brasil nas últimas duas décadas. Em relação às disputas de 2018 e 2022, o cientista político mostra a força de Fernando Haddad e de Lula entre as mulheres pretas e pardas, o apoio maciço de homens brancos e escolarizados a Jair Bolsonaro e a consolidação do eleitorado com ensino médio como bastião da direita e da extrema direita. Nesta entrevista, o autor fala sobre as tendências da polarização política no Brasil e, a partir dos movimentos que analisa no livro, diz que as mulheres, as pessoas com ensino médio e os paulistas devem definir quem vai ser o próximo presidente —mas reconhece que isso envolve um tanto de especulação. Produção e apresentação: Eduardo Sombini Edição de som: Jéssica Cruz See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio “Bets, vapes e chem sex”, os convidados Thiago Fidalgo e João Castaldelli-Maia discutem o avanço das apostas online, o uso de cigarros eletrônicos e os riscos associados ao chem sex, refletindo sobre como esses comportamentos se relacionam com prazer, impulsividade, dependência e vulnerabilidade emocional. A conversa aborda os desafios para profissionais de saúde na identificação precoce, na redução de danos e na construção de estratégias de cuidado atualizadas, acolhedoras e baseadas em evidências.
Pequenos textos, contos, crónicas, histórias, lendas, pensamentos ou apenas uma frase que sirvam de reflexão para todos os que nos ouvem na RLX-Rádio Lisboa. No mundo em que vivemos faz-nos falta parar e refletir sobre tudo o que nos rodeia.
Isabel Nogueira (n. 1974) é doutorada em Belas-Artes, especialização em Ciências da Arte (Universidade de Lisboa, 2010) e pós-doutorada em História e Teoria da Arte Contemporânea e Teoria da Imagem (Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne, 2016). É historiadora e crítica de arte contemporânea, professora e ensaísta. Professora na Sociedade Nacional de Belas-Artes, professora e investigadora principal do CIEBA/Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, membro da Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA). É editora da revista Arte e Cultura Visual (CIEBA), autora correspondente da revista Recherches en Esthétique e crítica na revista Contemporânea.No domínio do ensaio, publicou as seguintes monografias: Do pós-modernismo à exposição Alternativa Zero (Nova Vega, 2007), Alternativa Zero (1977): o reafirmar da possibilidade de criação (CEIS20/Universidade de Coimbra, 2008), Teoria da arte no século XX: modernismo, vanguarda, neovanguarda, pós-modernismo (Imprensa da Universidade de Coimbra, 2012; 2.ª ed. 2014), Théorie de l'art au XXe siècle: modernisme, avant-garde, néo-avant-garde, postmodernisme (L'Harmattan, 2013); Artes plásticas e crítica em Portugal nos anos 70 e 80: vanguarda e pós-modernismo (Imprensa da Universidade de Coimbra, 2013 ; 2.ª ed. 2015);Modernidade avulso: escritos sobre arte (Ed. A Ronda da Noite, 2014), A imagem no enquadramento do desejo: transitividade em pintura, fotografia e cinema (Book Builders, 2016; 2.ª ed.: 2025); Teorias da arte: do modernismo à actualidade (Book Builders, 2019; 2.ª ed. 2020); Como pode ‘isto' ser arte? Breve ensaio sobre crítica de arte e juízo de gosto (Edições Húmus, 2020); História da arte em Portugal: do Marcelismo ao final do século XX (Book Builders, 2021); Crítica de arte ou o espaço entre a Obra e o Mundo (Edições Húmus, 2021); Histoire de l'art au Portugal (1968-2000) (L'Harmattan, 2022); A encantatória visualidade: textos sobre cinema (Edições Húmus, 2023). Desde 2025 é responsável pelo ciclo Arte Contemporânea em Diálogo, organizado em parceria com a Sociedade Nacional de Belas-Artes em Lisboa. Links: https://www.youtube.com/playlist?list=PLKvCXVEsYmlSoezBLeiro343riDe52izB https://www.cienciavitae.pt/0E1D-846B-C47C https://isegexecutive.education/pt/docentes/isabel-nogueira/ https://contemporanea.pt/edicoes/01-2018/loops-lisboa https://www.publico.pt/autor/isabel-nogueira https://duplacena.com/fuso-insular-2023/conversa-aberta-isabel-nogueira-2/ https://makingarthappen.com/2013/11/08/isabel-nogueira-novo-livro/ https://colecaodoestado.pt/648/ Episódio gravado a 16.06.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados
Hablamos en Madrid con Haizam Amirah Fernández del Centro de Estudios Árabes Contemporáneos; en Bogotá con Édgar Quintero, periodista de "La Silla Vacía", y en La Paz con Raúl Peñaranda, director de "Brújula Digital"
Um título bilíngue de poemas e uma antologia que reúne contos, poesias e um ensaio mostram o que pensam os novos autores na China
En este episodio de Designaholic conversamos con Iker Ortiz sobre su trayectoria construyendo una de las propuestas más reconocibles de la joyería contemporánea en México. La conversación recorre sus inicios dentro de una familia de joyeros, la creación de su propio taller, la influencia de la arquitectura en su trabajo y la evolución de una práctica que combina oficio, experimentación material y diseño. También hablamos sobre coleccionismo, colaboraciones artísticas, procesos de producción, nuevas tecnologías y los retos de mantener una marca independiente después de dos décadas de trabajo.Escucha este episodio si estás…- interesado en joyería contemporánea- explorando la relación entre diseño y oficio- desarrollando una práctica creativa independiente- interesado en materiales, procesos y manufactura- buscando construir una marca con visión de largo plazoNo te pierdas nuestros episodios, publicamos todos los Martes.Síguenos en: Instagram https://www.instagram.com/designaholic.mxFacebook https://www.facebook.com/designaholicmx/X https://x.com/designaholicmx Suscríbete a nuestro newsletter semanal “Las 5 de la Semana” aquí: https://embeds.beehiiv.com/b98191c1-e91e-4e8c-bf49-e4ff0603f851Nuestra página web es: http://designaholic.mxTambién te dejo mi cuenta personal donde además de publicar sobre mi estudio y los proyectos que hacemos, comparto mucho más sobre Arte, Arquitectura y Diseño. Instagram https://www.instagram.com/jd_etienneX https://x.com/jd_etienne Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
La Escuela de Arte de la Región de Murcia impulsa la segunda edición del certamen Murcia Huertana, una iniciativa que busca acercar la indumentaria tradicional a las nuevas generaciones mediante la creación de diseños contemporáneos inspirados en el legado huertano. Según explican sus responsables, María José Cañavate y Ángel Magarre, el objetivo es que los participantes investiguen patrones y técnicas artesanales —como el bordado en lana o la riqueza de los refajos— para proyectar la "marca Murcia" hacia el exterior. El concurso, que este año añade la categoría de complementos, mantiene abierto el plazo de presentación de propuestas hasta el 24 de julio, culminando el proceso en octubre con un desfile donde se exhibirán las piezas seleccionadas.
En nuestra portada de hoy, nombramos las claves internacionales más importantes del día. Entrevista geopolítica con Leila Nachawati, profesora del Departamento de Comunicación de la Universidad Carlos III de Madrid y miembro del consejo académico del Centro de Estudios Árabes Contemporáneos. Aprendemos a invertir con el profesor Carlos Lasvignes, de CML Bolsa. Después, repasamos los protagonistas del día en Wall Street. Por último, miramos al minuto de oro en mercados con David Fernández socio director de CML Bolsa.
Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021
¿Leer nos hace mejores? ¿Se puede vivir sin leer? Estas preguntas tienen respuesta, y os la dará Paz Gil, una de las libreras más queridas de este país, al frente de la Librería Gil en Santander (Premio Nacional a la Mejor Librería Cultural de España 2013 y cuarta posición en Cantabria en el ranking de «Lo mejor de la cultura 2025» de Fundación Contemporánea). Dadle las gracias a la Fundación Botín, que no sólo hace posible este Vuelo del Cometa de hoy, si no también a la encomiable labor cultural que podréis encontrar aquí: https://fundacionbotin.org/leer-nos-hace-mejores/?utm_source=podcaster&utm_medium=social&utm_term=redes2026&utm_campaign=paz-gil Humbert Humbert, un brillante pero perturbado profesor europeo, llega a Estados Unidos arrastrando una oscura obsesión por las niñas precoces. Al alquilar una habitación en casa de la viuda Charlotte Haze, queda fascinado por su hija de doce años, Dolores, a quien él apoda Lolita. Para permanecer cerca de ella, acepta casarse con la madre. Sin embargo, un giro trágico de los acontecimientos desata un viaje asfixiante y tormentoso por las carreteras americanas, donde la manipulación, los celos y la perversión se disfrazan de amor obsesivo, arrastrando a ambos hacia una inevitable destrucción moral y psicológica. Esto es Lolita de Nabokov. Para comprar mi último libro, Señora de los Caídos: https://www.amazon.es/Se%C3%B1ora-los-ca%C3%ADdos-Precuela-Atlas-ebook/dp/B0G3RTLK82 ¿Estás buscando un taller de terror verdadero? ÚNETE a la Academia Oscura: https://alvaroaparicio.net/taller-literario/ Cinco años metiéndole hachazos a nuestros protagonistas 🕶 ☄️ Y si este programa te ha gustado: comenta, dale a me gusta, compártelo. Ayúdanos a llegar a más gente ☄️ APÓYANOS EN: ☄ Patreon: https://www.patreon.com/vuelodelcometa ☄ iVoox: https://www.ivoox.com/support/1049191 ☄ YouTube: https://www.youtube.com/@vuelodelcometa TELEGRAM: ☄ Telegram (canal de difusión): https://t.me/canalvuelodelcometa ☄ Telegram (chat grupal): https://t.me/vuelodelcometacomunidad REDES SOCIALES: ☄ Instagram: https://www.instagram.com/vuelodelcometa ☄ Twitter: https://twitter.com/Vuelodelcometa ☄ Bluesky: https://bsky.app/profile/vuelodelcometa.bsky.social ☄ Threads: https://www.threads.com/@vuelodelcometa ☄ Facebook: https://www.facebook.com/Vuelodelcometa WEB: ☄ Web: alvaroaparicio.net CLUB DE LECTURA (iremos avisando): ☄ Formulario de inscripción: https://forms.gle/Rb6K4voyUYDcdMhC7 ☄ Discord: https://discord.gg/a7ugw77vB Y si quieres contactar con nosotros para una promoción, no dudes en ponerte en contacto a través de: vuelodelcometapodcast@gmail.com Si quieres apoyar este y otros proyectos relacionados, puedes acudir a https://www.patreon.com/vuelodelcometa o a través del sistema de mecenazgo en iVoox.
¿Leer nos hace mejores? ¿Se puede vivir sin leer? Estas preguntas tienen respuesta, y os la dará Paz Gil, una de las libreras más queridas de este país, al frente de la Librería Gil en Santander (Premio Nacional a la Mejor Librería Cultural de España 2013 y cuarta posición en Cantabria en el ranking de «Lo mejor de la cultura 2025» de Fundación Contemporánea). Dadle las gracias a la Fundación Botín, que no sólo hace posible este Vuelo del Cometa de hoy, si no también a la encomiable labor cultural que podréis encontrar aquí: https://fundacionbotin.org/leer-nos-hace-mejores/?utm_source=podcaster&utm_medium=social&utm_term=redes2026&utm_campaign=paz-gil Humbert Humbert, un brillante pero perturbado profesor europeo, llega a Estados Unidos arrastrando una oscura obsesión por las niñas precoces. Al alquilar una habitación en casa de la viuda Charlotte Haze, queda fascinado por su hija de doce años, Dolores, a quien él apoda Lolita. Para permanecer cerca de ella, acepta casarse con la madre. Sin embargo, un giro trágico de los acontecimientos desata un viaje asfixiante y tormentoso por las carreteras americanas, donde la manipulación, los celos y la perversión se disfrazan de amor obsesivo, arrastrando a ambos hacia una inevitable destrucción moral y psicológica. Esto es Lolita de Nabokov. Para comprar mi último libro, Señora de los Caídos: https://www.amazon.es/Se%C3%B1ora-los-ca%C3%ADdos-Precuela-Atlas-ebook/dp/B0G3RTLK82 ¿Estás buscando un taller de terror verdadero? ÚNETE a la Academia Oscura: https://alvaroaparicio.net/taller-literario/ Cinco años metiéndole hachazos a nuestros protagonistas 🕶 ☄️ Y si este programa te ha gustado: comenta, dale a me gusta, compártelo. Ayúdanos a llegar a más gente ☄️ APÓYANOS EN: ☄ Patreon: https://www.patreon.com/vuelodelcometa ☄ iVoox: https://www.ivoox.com/support/1049191 ☄ YouTube: https://www.youtube.com/@vuelodelcometa TELEGRAM: ☄ Telegram (canal de difusión): https://t.me/canalvuelodelcometa ☄ Telegram (chat grupal): https://t.me/vuelodelcometacomunidad REDES SOCIALES: ☄ Instagram: https://www.instagram.com/vuelodelcometa ☄ Twitter: https://twitter.com/Vuelodelcometa ☄ Bluesky: https://bsky.app/profile/vuelodelcometa.bsky.social ☄ Threads: https://www.threads.com/@vuelodelcometa ☄ Facebook: https://www.facebook.com/Vuelodelcometa WEB: ☄ Web: alvaroaparicio.net CLUB DE LECTURA (iremos avisando): ☄ Formulario de inscripción: https://forms.gle/Rb6K4voyUYDcdMhC7 ☄ Discord: https://discord.gg/a7ugw77vB Y si quieres contactar con nosotros para una promoción, no dudes en ponerte en contacto a través de: vuelodelcometapodcast@gmail.com Si quieres apoyar este y otros proyectos relacionados, puedes acudir a https://www.patreon.com/vuelodelcometa o a través del sistema de mecenazgo en iVoox. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Música para bailar, incomodar y repensar el mundo. De las reivindicaciones políticas de Bad Bunny al feminismo en 'Las bodas de Fígaro' de Mozart. De la sátira de Berlanga a la novela política de Jonathan Coe. El abuso de poder de las élites y la violencia machista y de extrema derecha atraviesan este programa
Para analizar los desafíos políticos, económicos e históricos que atraviesa México, recibimos al Dr. César Enrique Valdez Chávez, historiador e investigador especializado en política mexicana contemporánea.Licenciado en Estudios Latinoamericanos por la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), maestro en Historia Moderna y Contemporánea por el Instituto Mora y doctor en Historia por El Colegio de México, Valdez Chávez es además miembro del Sistema Nacional de Investigadores, Nivel I.Desde 2015 se desempeña como profesor-investigador en la Dirección de Estudios Históricos del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH), institución en la que también fue subdirector de Historia Contemporánea entre 2017 y 2021. Ha impartido cursos de licenciatura y posgrado sobre historia mexicana del siglo XX en la UNAM, el Instituto Mora y la Universidad Iberoamericana.Su trayectoria académica y profesional está estrechamente vinculada al estudio de la violencia política, los movimientos sociales, la memoria histórica y las instituciones de seguridad del Estado en México y América Latina. Asimismo, participó como asesor externo del Mecanismo de Esclarecimiento Histórico de la Comisión para la Verdad, dedicada a investigar graves violaciones a los derechos humanos cometidas entre 1965 y 1990.Entre sus publicaciones destaca el libro Enemigos fueron todos. Vigilancia y persecución política en el México posrevolucionario, 1924-1947, además de diversas obras colectivas sobre las derechas mexicanas, el anticomunismo y la historia política contemporánea. Actualmente coordina una nueva publicación titulada Entre heridas y cicatrices. Diez ensayos sobre contrainsurgencia, lucha social, memoria y justicia, próxima a ser editada por el INAH.
En Hijos de Punta vamos a conversar con Andrés Menjoulou, fundador y curador de Legado Antigüedades, un emprendimiento que en pocos años logró hacerse de un sólido espacio comercial, con una forma especialmente atractiva de comunicar y ofrecer objetos a través de las redes sociales.Andrés encuentra piezas con encanto, cuenta sus historias posibles, descubre sus detalles y las vuelve deseables para una nueva generación de compradores.Una charla sobre calidad de manufactura, hallazgos, restauración, valoración, compraventa, redes sociales y cambios en la sociedad. También sobre ese poder curioso que todavía tienen los objetos bien hechos para seguir seduciéndonos en una época de consumo rápido y reemplazo permanente.
En este episodio de La Hora Arquine, conversamos con Ana Elena Mallet, editora del libro Entre lazos de diseño, sobre las ideas, trayectorias y relaciones que han tejido la historia del diseño contemporáneo en México.A partir de esta publicación, exploramos cómo el diseño se construye desde los vínculos, las colaboraciones y los contextos culturales que han dado forma a distintas generaciones de creadoras y creadores. Una charla sobre objetos, pensamiento, memoria y las redes que conectan al diseño con la vida cotidiana.Escucha esta conversación dedicada a reflexionar sobre el presente y el legado del diseño en México.
En nuestra portada de hoy, nombramos las claves internacionales más importantes del día. Entrevista geopolítica con Haizam Amirah Fernández, Director Ejecutivo del Centro de Estudios Árabes Contemporáneos. Aprendemos a invertir con el profesor Carlos Lasvignes, de CML Bolsa. Después, repasamos los protagonistas del día en Wall Street. Por último, miramos al minuto de oro en mercados con David Fernández socio director de CML Bolsa.
Em 2006, o foco do primeiro filme foi retratar o universo da moda e as dinâmicas de poder no ambiente corporativo, incitando debates sobre meritocracia, consumismo e desenvolvimento econômico. Vinte anos depois, o roteiro gira em torno das crises da profissão de jornalista. Aline Pereira, editora-chefe do Adorocinema, comentou a produção com a nossa reportagem.Reportagem: Julie DrummondEdição: Thiago Kropf
Entender o amor hoje é tão difícil que, neste episódio, Gama resolve apelar para a ficção, pois, quem sabe, ali há uma luz. Neste episódio do Podcast da Semana do Dia dos Namorados, entrevistamos Laurinha Lero. Gama ouve a autora, podcaster e crítica cultural sobre o relacionamento amoroso contemporâneo: "Ser feliz é um dos resultados menos interessantes do amor", ela afirma na entrevista.Laurinha Lero ficou conhecida no Brasil inteiro no começo desta década com o seu podcast "Respondendo em Voz Alta", em que fazia comentários e respondia dúvidas dos ouvintes. Hoje, escreve crítica cultural em seu site, resenhando biografias de famosos e reality shows de qualidade questionável. É célebre pelo seu humor afiado e nonsense, como fica bem claro neste episódio.Na conversa que você ouve nos aplicativos de áudio e lê na transcrição abaixo, Laurinha Lero fala sobre o amor contemporâneo, sobre a pressão que os solteiros sofrem para encontrar alguém, comenta a situação das mulheres hétero e fenômenos atuais comuns nas relações como o "love bombing".Roteiro e apresentação: Isabelle Moreira Lima
Conversamos sobre el paisaje urbano contemporáneo y el papel que desempeñan las plazas, los jardines y los espacios públicos en la construcción de comunidades más sostenibles, inclusivas y resilientes. La entrevista aborda cómo estos espacios fortalecen la vida comunitaria, fomentan el encuentro entre las personas y contribuyen al bienestar colectivo, además de, analizar los retos y oportunidades que enfrenta el diseño urbano contemporáneo en Puerto Rico. Invitado: Edmundo Colón, arquitecto y arquitecto paisajista Programa original transmitido en Radio Universidad el 2.julio.2026. Este programa es auspiciado por el Colegio de Arquitectos y Arquitectos Paisajistas de Puerto Rico.
Preview for Later Today: Titus Techera reviews Andy Serkis's Animal Farm, which critiques techno-capitalism instead of Soviet totalitarianism. The film portrays Silicon Valley and artificial intelligence as modern villains, reflecting contemporary fears of corporate and technological overreach.IDAHO
Lloret de Mar acull avui la conferència inaugural de la Fira dels Americanos, una cita que enguany se centra en les guerres de Cuba i les repercussions amb Espanya, Catalunya i Lloret de Mar. El ponent serà l'historiador Albert García-Balañà, catedràtic d'Història Contemporània de la Universitat Pompeu Fabra i director de l'Institut d'Història Jaume Vicenç Vives. Especialista en la història social i política del segle XIX, García Balanyà ha centrat la seva recerca en les dimensions colonials i els conflictes imperials. La conferència “La guerra del desastre, desastres de la guerra. Noves mirades sobre les guerres de Cuba (1868-1898)” proposa «una nova interpretació d'un dels conflictes més determinants de la fi del segle XIX: les llargues guerres de Cuba entre el moviment independentista i el govern espanyol. Un episodi amb importants conseqüències polítiques, socials i econòmiques, tant a Cuba com a la península, i també amb impacte a Catalunya i Lloret de Mar», segons l’arxiver municipal Quim Daban. El cicle «dona continuïtat a la línia de treball iniciada en edicions anteriors», que ja va abordar qüestions com l'esclavisme i les seves conseqüències històriques. Enguany, el focus se centra en el conflicte bèl·lic i les seves interpretacions historiogràfiques, amb l'objectiu d'oferir noves mirades sobre la guerra colonial i el seu llegat. La conferència inaugural amb Albert García-Balañà s’ha previst aquest dijous (20h) a l’edifici de Promoció Lloret. Consulta aquí el programa de la 13a edició de la Fira dels Americanos.
La feria del libro llega a su ecuador y también la serie de cinco programas que hacemos desde aquí, desde la caseta de Aragón Radio y en los que buscamos entre nuestro vecinos propuestas diferentes e interesantes. Hoy les proponemos un menú de cuentos, poemas y una novela infantil escrita a cuatro manos en La Torre de BabelLos cuentos los publica con Jara dediciones Carlos Garcia Esteban, zaragozano que aprendió un aragonés normativo en clase. Desde entonces lo alterna con el castellano en su producción literaria. “Más que 14” es un libro de cuentos que demuestra con creces que la lengua no condiciona el contenido.Cris Rivero Merino, poeta y profesora publica con Olifante “Instrucciones para un funeral”, un poemario en el que la naturaleza y la vida sirven para reflexionar sobre la muerte. Patricia Gayan cierra nuestro programa con “Comando mapache”, una obra juvenil que firma a cuatro manos con Joaquín Berges.
Hoy me acompaña Rocío Gutiérrez, directora de la Fundación Montenmedio Contemporánea, para hablar de uno de los museos de arte al aire libre más importantes del sur de Europa, del arte site-specific y de la relación entre arte y naturaleza.Tuve la suerte de visitar la Fundación NMAC en abril y es uno de esos proyectos que cuando los ves en persona entiendes por qué existen y por qué importan. El proyecto nació en 2001 de la mano de la familia Blázquez, Antonio y su hija Jimena, con una idea muy clara: invitar a artistas internacionales a realizar proyectos artísticos específicos que se muestran en sintonía con el paisaje mediante el estudio de la región a través de su historia, geografía y sociedad.Rocío nos explica cómo surgió el proyecto y las diversas exposiciones que han ido construyendo una colección permanente de obras site-specific con artistas de prestigio internacional como Marina Abramović, Sol LeWitt, Olafur Eliasson, Maurizio Cattelan, Cristina Lucas o Susana Solano. También hablamos sobre James Turrell y su impresionante Second Wind 2005, la primera obra suya instalada de forma permanente en España, diseñada específicamente para este entorno.Además abordamos la posición geográfica cargada de significado de Montenmedio que se sitúa en el extremo sur de Europa, frente al continente africano, Hablamos sobre Salam Europe! de Adel Abdessemed (2006), que dialoga directamente con las dificultades sociales que implica ese cruce de fronteras y de culturas. Finalmente, hablamos sobre la importancia de las actividades educativas, de deslocalizar la oferta cultura y de democratizar el acceso al arte.
A 28 de maio de 1926, iniciou-se em Braga um golpe de estado que viria a pôr fim à primeira República. O golpe militar é recordado na revista E com um ensaio de Ricardo Silva, Investigador do Instituto de História Contemporânea. Se está entre os que pensa que golpe foi feito a pensar em Salazar, então precisa mesmo de ouvir este episódio até ao fim.See omnystudio.com/listener for privacy information.
El pianista y compositor boliviano-australiano Danilo Rojas presenta el Williamstown International Jazz Festival – Winter Series 2026 en Melbourne, reuniendo a destacados músicos internacionales y explorando la fusión entre jazz contemporáneo y ritmos tradicionales latinoamericanos con su álbum Cueca.Escucha SBS Spanish / Australia en español:Por radio o Internet 7 días a la semana de 1:00 a 2:pm (AEST)Escucha también por Apple Podcasts, Spotify y YoutubeExplora nuestra extensa collección de podcasts haciendo clic aquíEn redes: síguenos en Facebook e Instagram.
O Colégio Jardim das Águas já foi uma das escolas mais prestigiadas do interior paulista, conhecido por sua estrutura impecável e por reunir alunos de diferentes origens. Mas, após uma falência repentina em 2006, o colégio fechou as portas e caiu no esquecimento. Agora, vinte anos depois, um simples convite para uma exposição de pinturas do antigo colégio desperta memórias há muito enterrada, lembranças de um lugar que talvez nunca tenha sido tão comum quanto todos acreditavam. Tema do Episódio: Contemporânea, Mistério, Aventura Ajude esse projeto Apoia-se: https://apoia.se/rpguaxa Se quiser fazer uma pequena contribuição aleatória, nosso PIX é rpguaxa@gmail.com Contatos: E-MAIL: rpguaxa@gmail.com BlueSky do RPGuaxa: https://bsky.app/profile/rpguaxa.bsky.social Instagram do Guaxa: https://instagram.com/rpguaxa BlueSky do Guaxa: https://bsky.app/profile/marceloguaxinim.bsky.social Instagram do Guaxa: https://instagram.com/marceloguaxinim Assine o Feed! http://deviante.com.br/podcasts/rpguaxa/feed/ Se não esta achando no seu agregador cole esse link lá que ele acha! Assine o Feed! Expediente: Produção, Narração e Edição Final: Marcelo Guaxinim. Edição: Rafael Zorzal e Nate Jogadores do Episódio: Shelly Poison, Luisa e Senhor Basso. Música: “Ancient Winds” Kevin MacLeod (incompetech.com) Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ QUEM APOIA ESSE PROJETO: Aldo Caccavo, Aledson C. Carvalho, Alexandre Dotto, Alexandre Duarte, Alexandre Lopes Acioli Olegario, Alice Azevedo Gomes, Allan Felipe Rocha Penoni , Allan Outsuki, Allen da Costa Araujo, Amanda Cristina da Silva Martins, ANA BEATRIZ RIBEIRO, Ana Paula Ruhe, Anderson Key Saito, Andre Bomfim , Andrey Andrade de Lima, Anthony Mikail Cuco, ANTONIO CARLOS , Ariane Thiele , Arthur Accioly Pereira , Augusto Cesar de Sant’Ana Rodrigues , Beatriz Valério, Boanerge Phoenix-Draco Jerônimo, Breno Resende , BRUNA PLANK , Bruno Ishimoto , Bruno Saito , Bryan Macêdo de Brito , Caio Guilherme Dutra , Caio Lourencio , CALISTA JUBILEE (A HISTORIADORA) , CaroIina Martins , Carolina Lopes Perez, Cassiano Simões , Christian Alef Almeida Silva , Clecius Alexandre Duran , Cristiano Souza , Daniel Gracias dos Santos Vieira , Danielle Golebiowski Ren , Davi Mascote Domingues , David Koltun , David Picoli Dorigon , Débora Mazetto , Diego Martins , Diego Ribeiro , Dimas Sewaybricker , Domenica Mendes , DOUGLAS FERREIRA NAZARETH , Eder Felipe Moreira da Silva , Edinam Luis , Edson José de Oliveira Neto , Eduardo Dias Defreyn , Eduardo Railton A S Silva , Ejoyce Nogueira Braga , Elcio Cezario Sanches Junior , Elisnei Menezes de Oliveira , Esron Dtamar da Silva , Eugênio Luiz , Evandro Alves Torquato Filho , Evandro Rafael Saracino , Everton Torres , Ewylla Sayonara de Almeida Santos , Fabíola Belo do Nascimento , Felipe Augusto de Oliveira , Felipe Corá , Felipe Nelli , Felipe Santana da Silva , Felipe Viana Alves, FILIPE MOTA , Filipe Peduzzi , Fran Aquino , Francisca Edyr Xavier , GABRIEL BALARDINO BOGADO FARIA , Gabriella Almenteiro Ventura , Gilles de Azevedo , Giovanna Ryss , Guilherme Luiz Klug , Gustavo Assi , GUSTAVO GUIDOLIM LOPES , Gustavo Martinez , Gustavo Pires , Heitor Alencar Moraes , Heloisa Saraiva Frank , Henrico Reis Barbosa, Henrique Dairiki da Silva , Hugo de Araújo Araújo , Hygor Lisboa , Ibrahim Mattus Neto , Ike Bunny , Iuriy Makohim Kozelinski , Izabela Vitoria Gonzaga de Moura, Jean Gustavo da Silva Macedo , Jessica Loyana Teles , Jéssica Mendes , João Fernando Mari , JOÃO PEDRO , JOÃO VITOR BISPO GALVÃO , JONATAN LACERDA ROSANTE , Jonathas Barreto Pessoa Silva , Jorge Marcos dos Santos Silva, José Garcia Ribas Filho, José Carlos Lisbôa Recarey Eiras , José Luiz Muniz Florentino , JOSE SERGIO SILVA , JUNIOR CARVALHO , JuuLenah, Karol Moura , Kempes Jacinto , Lauriene Renata de Moura , Leandro Menezes de Sousa , Leiz Nunes , LEONARDO SOUZA , Leonidas Lopes Filho , LUCAS COQUENÃO, Luckas Taleikis Prilip , Luis Edvaldo Correa , Luis Felipe Brito Herdy , Luiz Carlos , Luiz Guilherme Rizzatto Zucchi , Maíra Carneiro Silva , MARCEL MONTEIRO DE OLIVEIRA, marcela porcaro rausch , Marcelo Albuquerque , Marcelo Duarte Machado , Marcelo Santana do Amaral , Marcos Nascimento , Marcos Werley Neves Ferreira , Mariana Bocorny, Mariana Rodrigues , Mariane Domingos Silvestre , Marina Melo Pires , Matheus Ferreira , Mattheus Belo , Mauro Vasconcellos , Maxwell Rocha Santos , MAYSA SIGOLI , Michelle Mantovani, Moisés Almeida , Moises Ferreira Dias , MW-PLAYS , Natalia Blinke , Naus do Arquivo , Nicolas Francelino , Nicolas Vieira Lima , Nina Peta, Patrick Buchmann , PAULA E D PIVA , PEDRO CASTRO MARTINS , Pedro Henrique Barboza Alves , PEDRO LEANDRO LOPES DA SILVA , Pedro Lucas Mendes Peron , Pipoca , Press Start Cast , Priscila Franco de Oliveira , Rafael 47 , Rafael Alves Corradi , Rafael Antonio Batistela Macedo , Rafael Antonio Da Rosa , Rafael da Rocha , Rafael de Souza Garcia , Rafael Pereira , Rafael Silva Andrade , RAFAELA MALECHESK , RAFAELA RANGEL , Raphael do Nascimento Prado , RAQUEL ARAUJO DA SILVA , Rebel Bia , Renato Bordenousky Filho , Renato Campos , Rhanyere da Mata , Ricardo Maggessi , Ricardo Nespoli , RICARDO RODRIGUES , Richard Valdi Regis Rocha , Roberto Rodrigues , Roberto Vieira Rezende , Rodrigo Basso , Rodrigo Figueiredo , Rodrigo Miranda , Rodrigo Prestes , Rodrigo Soares Azevedo , Rodrigo Tiago Mendonça , Sandro D Annunciação , SARA PEREIRA DA SILVA BARBOZA , Stefanye mantovan , Stenio Vinicios de Medeiros , Tahlla Slade , Taissa Muniz Almeida , Tania de Arruda Fernandes , Tarinê Cortina Poeta Castilho da Silva , Tati Kafka Ricarto , Thais Jucá Avelar , Thalita Cecilier , Thamires Castro , THIAGO BRUNO DE SOUSA SILVA , Thiago de Souza , Thiago Kesley de Barros Silva , Victor Hugo Marques Stoppa, Victor Manoel Mondaini de Souza Sena Sampaio , VICTOR PESSOA , VINÍCIUS BATISTA, VINICIUS DEGRECCI MENDES DA SILVA, Vinícius S. Souza, Vitor Carvalho, Vitor Kauan Oliveira Xavier, Vitor Marriel Farias , wayne alvim, Wemerson Conrado, Wilian Fazolin. + Josy, Bruno, Jujulili e Vegano Thiago. Faltam o pessoal do PIX e quem colocou como privado no Apoia.se. OBRIGADO A TODOS!
Neste episódio especial falamos com Maria Alice Samara, investigadora do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, sobre a Primeira República Portuguesa. Tentamos compreender como se desenvolveu o republicanismo em Portugal, como caiu o regime monárquico, e como evoluiu o regime republicano até à sua queda, a 28 de Maio de 1926.Sugestões de leitura:1. Maria Alice Samara - 1910. Tinta da China, 20192. Fernando Rosas e Maria Fernanda Rollo (coords) - História da Primeira República Portuguesa. Tinta da China, 2021.3. Fernando Catroga - O Republicanismo em Portugal. Casa das Letras, 2010 (2º ed).-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, NBisme, Oliver Doerfler, Sara Esteves, Sofia Carvalho;Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, Francisco C, Hugo Picciochi, Jorge Filipe, José Beleza, Luís André Agostinho, Miguel Cunha, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, André Abrantes, António Farelo, António J. R. Neto, Bruno Luis, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Carolina Batista, Catarina Ferreira, Cláudia Brandão, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Gn, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, Joao Godinho, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Ferreira, João Félix, João Mendes, Liam Brockey, Luis Colaço, lvlheadwrecker, Mafalda Trindade, Manuel Bernardo, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Sebastião, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
Entrenamiento para entrenadores en meditacion https://thewellbeingplanet.org/meditacion/#konchapinos65 #thewellbeingplanet #meditación
Autora entrevistada: Dra. Ana Sofia Ferreira, Instituto de Sociologia, Universidade do Porto, Portugal. ORCID: https://https//orcid.org/0000-0002-5521-4191 Artículo: Revolução nos campos do sul: A participação das mulheres na reforma agrária em Portugal, 1974-1976. ARevolução do 25 de Abril de 1974, nos campos do sul ficou marcada por um amplo movimento de ocupações de terras, que consubstanciaram a reforma agrária. A análise da documentação oficial revela-nos um afastamento dasmulheres do mundo do trabalho rural da época, Porém, as entrevistas realizadas a mulheres no distrito de Beja mostram-nos uma outra realidade. O que pretendemos com este artigo é analisar o papel das mulheres na reforma agrária, procurando compreender como estas criaram mecanismos de emancipação feminina numa sociedaderural conservadora e onde ainda se fazia sentir marcas ideológicas da ditadura que remetiam a mulher para o lar e lhe negavam um espaço público, económico e político. Publicado en Revista Historia Agraria, número 96. Entrevista realizada por: Bárbara Direito, Instituto de História Contemporânea, Universidade Nova de Lisboa, Portugal. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
n este episodio de El Café de la Lluvia, Javier conversa con el historiador Rubén Almarza sobre una de las figuras más influyentes del pensamiento contemporáneo: Byung-Chul Han. El programa marca además el regreso de una nueva temporada tras un periodo de incertidumbre, donde la necesidad de seguir apostando por la cultura se convierte en motor de continuidad. A lo largo de la charla, se exploran las claves del pensamiento de Han, galardonado con el Premio Princesa de Asturias de Comunicación y Humanidades 2025. Desde su biografía —de Seúl a Alemania— hasta su estilo claro y accesible, el episodio profundiza en sus ideas más influyentes: La crítica a la autoexplotación en la sociedad actual El exceso de transparencia y exposición en la era digital La defensa de lo contemplativo frente a la inmediatez También se abordan las influencias filosóficas que atraviesan su obra, desde la tradición alemana hasta el pensamiento oriental, así como los debates críticos que genera su diagnóstico del presente. Un episodio imprescindible para entender el mundo en el que vivimos. Libros recomendados: La sociedad del cansancio La sociedad de la transparencia Quiebras en el mundo de hoy Dale a like, suscríbete y activa la campana para más historia y cultura. ☕ Hazte socio/a de El Café de la Lluvia y forma parte de nuestra comunidad: https://elcafedelalluvia.com/hazte-socio-a-de-el-cafe-de-la-lluvia/ Escúchanos y léenos en nuestra web: https://elcafedelalluvia.com/ ▶️ Suscríbete a nuestro canal de YouTube: https://www.youtube.com/c/ElCafédelaLluvia Recibe nuestros contenidos en tu correo: https://elcafedelalluvia.com/suscripcion-newsletter/ Síguenos en redes sociales: Twitter: https://twitter.com/cafelluvia Instagram: https://www.instagram.com/elcafedelalluvia/ Facebook: https://www.facebook.com/Cafedelalluvia Tu apoyo nos ayuda a seguir dando voz a la cultura, la literatura y el pensamiento crítico. Gracias por acompañarnos ☕✨
Las negociaciones entre Líbano e Israel parecen haber sido positivas si nos atenemos a esta tregua de 10 días que entrará en vigor dentro de unas horas pero, ¿cuál es el verdadero objetivo? Analizamos esto con Rosa Meneses, subdirectora del Centro de Estudios Árabes Contemporáneos. Escuchar audio
En este episodio de La Hora Arquine, conversamos con ATELIER ARS sobre “Nostalgia y transgresión”, una monografía que reúne algunas de sus obras más representativas a lo largo de sus primeros catorce años de trayectoria. A través de esta charla, exploramos las ideas, procesos y tensiones que atraviesan su práctica: entre la memoria y la innovación, entre lo construido y lo imaginado. Una oportunidad para adentrarse en el pensamiento detrás de uno de los estudios emergentes más interesantes del panorama arquitectónico actual.
Hablamos en Buenos Aires con Paz Rodríguez Niell, periodista de "La Nación"; en Madrid con Haizam Amirah Fernández del Centro de Estudios Árabes Contemporáneos, y en Lima con Drusila Zileri, periodista de América TV
Pablo Tallón entrevista a Haizam Amirah Fernández, director ejecutivo del Centro de Estudios Árabes ContemporáneosTrump ha lanzado un ultimátum a Irán y amenaza con hacer "volar todo por los aires". ¿Es creíble a estas alturas?
Nació en Buenos Aires, Argentina en 1982. Se dedica exclusivamente a la fotografía desde los 20 años. Durante 8 años trabajó y enseñó en el Estudio de Diego Ortiz Mugica. Su obra fue seleccionada en el premio «Arte x Arte», en «Gente de mi Ciudad» del Banco Ciudad, en “Itaú Artes Visuales 2016” y en el Premio a las artes visuales del FNA en el 2018. Fue premiado en el Salón Nacional de Artes Visuales en 2009 y obtuvo el premio «Felifa Dot» para la publicación de libros Latinoamericanos de fotografía de autor independiente en el 2014. En mayo de 2016, su libro «Submarino» fue seleccionado para la Exhibición 10×10 AmericanPhotobooken el Museo de Arte Carnegie en Pittsburgh, que desde el 2017 forma parte de una colección completa en la Biblioteca Hirsch del Museo de Bellas Artes de Houston. En 2016, 2019 y 2025, realizó exposiciones individuales en la galería «Doppia V» en Suiza y en 2018 fue parte de la exposición “6,7 GB” en CWS, Museo de arte Contemporáneo de Torun, Polonia. Es el creador y copropietario de QUORUM, una de las primeras tiendas de arte en Argentina, que trabaja con más de 90 artistas y proyectos independientes. Lo encuentras en Instagram como @santi_photo
Hablamos en Santiago con Nathalie Rojas, del "think tank" Nodo XXI; en Madrid con Haizam Amirah Fernández, del Centro de Estudios Árabes Contemporáneos, y en Boston con Javier Marín, fundador de Tiempo Company
Estados Unidos e Israel han bombardeado en un ataque conjunto varios puntos de Irán. El objetivo es cambiar al régimen ayatolá, pero las consecuencias para el resto del mundo pueden ser negativas. Entendemos el contexto histórico y político en el que se enmarca este ataque con Pablo Morán (enviado especial de la SER a Teherán), Haizam Amirah Fernández (director del Centro de Estudios Árabes Contemporáneos), Luciano Zaccara (investigador principal en New Ground Research), Catalina Gómez Ángel (periodista freelance en Irán), Nazanin Armanian (analista política iraní) y el periodista Bru Rovira.