Edson Nunes é um pastor-acadêmico, apaixonado por ensinar a BÃblia, comprometido com a missão de espalhar o valor central do Evangelho revelado em Jesus: o amor. As séries que você encontra aqui estão todas disponÃveis no site www.umlugarcomunidade.com.br, onde Edson é pastor-fundador. Você pode assisti-las presencialmente na Comunidade, todos os sábados à s 11h e 12h no Teatro UOL, na cidade de São Paulo. Todos são bem-vindos.

O coração do profetismo é simples: como Jesus se relaciona com essa tradição profética que é apresentada no Antigo Testamento? Jesus não apenas se insere na linhagem dos profetas, mas leva essa vocação ao seu ponto máximo, unindo em si mesmo a crítica radical à ordem estabelecida e a energização de uma esperança genuína para o seu povo. Ele denuncia estruturas de opressão e, ao mesmo tempo, inaugura uma nova realidade do Reino de Deus, mostrando que sua vida, morte e ressurreição são a culminação de tudo que os profetas antes dele anunciaram e esperaram.Texto base: Lucas 4:16-21; Mateus 5:1-12REDES SOCIAIS:

Diferente do que muitos pensam, o profeta não é um adivinho que enxerga eventos futuros com precisão, como já demonstramos. Seu papel é outro, e talvez mais desafiador: imaginar e anunciar uma realidade diferente daquela que a ordem estabelecida insiste em normalizar. Ao denunciar o presente e apontar para uma nova possibilidade dada por Deus, o profeta rompe com o senso comum de sua época e convida a comunidade a esperar e a trabalhar por um futuro que ainda não existe, mas que Deus já está tornando possível. Essa “imaginação profética” não é fantasia vazia, mas uma esperança concreta enraizada na fidelidade de Deus.Texto base: Isaías 43:18-19; Jeremias 31:31-34REDES SOCIAIS:

Se o profeta representa Deus, o que ele carrega em seu coração? O profeta não é um mensageiro frio e distante, mas alguém que sente o que Deus sente. A sua dor diante da injustiça, sua indignação diante da infidelidade, seu amor inabalável por seu povo é espelho do sentimento divino. Ao contrário da consciência instalada e insensível dos poderosos de sua época, o profeta vive tomado pelo pathos divino, permitindo que sua própria vida se torne eco das emoções de Deus. Compreender essa dimensão nos ajuda a entender por que a pregação profética muitas vezes soa tão intensa: ela nasce de um coração que se recusa a permanecer indiferente.Texto base: Oséias 11:1-9; Jeremias 8:18-9:1REDES SOCIAIS:

O que realmente define um profeta na Bíblia não é um vidente de horóscopos sagrados ou alguém que prevê o futuro, mas quem possui uma relação única com Deus e com o seu povo. Olhando para Abraão e Moisés como os primeiros grandes modelos proféticos, vemos como o profeta nasce de um chamado (não de uma habilidade especial), caminha em intimidade com Deus e se torna, ao mesmo tempo, intercessor e porta-voz. Essas duas figuras fundacionais nos ensinam que ser profeta é, antes de tudo, viver como alguém que conhece o coração de Deus e ousa representá-lo diante do mundo, mesmo sendo imperfeito.Texto base: Gênesis 12:1-3; 20:7; Números 12:6-8; Deuteronômio 34:10-12REDES SOCIAIS:

Nas duas últimas e breves cartas, João aplica os princípios de verdade e amor à vida prática da igreja local. Na segunda carta, ele alerta sobre o perigo de acolher falsos mestres, enfatizando a obediência aos mandamentos. Na terceira carta, ele elogia a hospitalidade de Gaio, repreende a arrogância de Diótrefes e destaca o bom testemunho de Demétrio. Aprenderemos sobre a importância de sermos cooperadores da verdade e de apoiarmos aqueles que trabalham pelo Reino.Texto base: 2 João 1-13 e 3 João 1-15REDES SOCIAIS:

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No trigésimo terceiro episódio da nossa série de estudos bíblicos, refletimos sobre a vida cristã prática e os valores do Reino de Deus que devem moldar nossas relações com os outros.Depois de estudar o bem e o mal nas Escrituras, percebemos que na convivência humana não há pessoas totalmente boas ou más — há complexidade, fragilidade e graça.Discutimos os desafios das igrejas quando se isolam, impõem seus valores com autoritarismo ou se tornam incapazes de dialogar com o mundo ao redor.Falamos também sobre as dificuldades no convívio entre pessoas de fé, a tendência de esconder pecados e exigir perfeição dos outros.Um estudo sobre como o amor, a tolerância e o cuidado mútuo refletem o verdadeiro caráter de Cristo e tornam possível viver os valores do Reino hoje.

No trigésimo segundo episódio da nossa série de estudos bíblicos, mergulhamos na trama e nos personagens do livro de Apocalipse, entendendo quem são as bestas, o dragão, o Cordeiro e a Cidade Santa.Exploramos o contraste entre Babilônia e Jerusalém, entre o sistema da besta — marcado por poder e violência — e o sistema de Deus, revelado em Jesus Cristo através do amor e do sacrifício.Também refletimos sobre os símbolos que marcaram a cultura popular, como o “código de barras” e a “marca da besta”, para compreender o que eles realmente representam dentro da mensagem bíblica.Um estudo que mostra como o Apocalipse apresenta uma batalha entre dois reinos e nos convida a escolher qual sistema seguiremos.

No trigésimo primeiro episódio da nossa série de estudos bíblicos, exploramos a estrutura e o significado simbólico do livro de Apocalipse, analisando suas sete séries de visões — igrejas, selos, trombetas e taças — e o que elas revelam sobre a história humana e o agir de Deus.Refletimos também sobre como o Apocalipse é tratado na cultura popular, suas leituras sensacionalistas e fundamentalistas, e os perigos de uma interpretação literal e futurista.Discutimos diferentes abordagens teológicas — preterismo, futurismo e leitura simbólica — e propomos uma visão coerente e bíblica: o Apocalipse como uma denúncia dos poderes que se repetem ao longo da história e como uma mensagem de esperança e resistência para o povo de Deus.

No trigésimo episódio da nossa série de estudos bíblicos, mergulhamos no fascinante tema do Apocalipse, compreendendo sua mensagem de revelação, esperança e propósito.Exploramos as expectativas e ansiedades da comunidade cristã após a ascensão de Jesus, o sermão escatológico em que Ele apresentou o fim e o significado por trás da linguagem simbólica da literatura apocalíptica.Relembramos o contexto de livros como Daniel, destacando o que torna o Apocalipse de João único entre os escritos proféticos, e refletimos sobre o verdadeiro tema do livro: a vitória final de Cristo e a fidelidade de Deus ao longo da história.Um estudo para compreender como a escatologia deve ser lida à luz dos ensinamentos de Jesus e como ela inspira fé e perseverança hoje.

No vigésimo nono episódio da nossa série de estudos bíblicos, exploramos o livro de Hebreus e como ele apresenta Jesus como o cumprimento de todo o sistema sacrificial do Antigo Testamento. Discutimos o papel do santuário, do Dia da Expiação e como Jesus se revela como sacrifício e sacerdote eterno, trazendo perdão e plenitude. Abordamos também a conexão com Melquisedeque e o Salmo 110, mostrando o caráter cósmico do sacrifício de Cristo. Um estudo que nos ajuda a compreender a centralidade de Jesus e o poder de sua obra na redenção da humanidade.