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Vasant Swaha is a modern mystic sharing his love, joy, and wisdom in retreats. This talk was from a Satsang during the Winds of Freedom Retreat at Mevlana Garden, in Brazil, on the 17th of April of 2016. This audio contains Portuguese consecutive interpretation.For more information visit www.vasantswaha.net_____*______Vasant Swaha é um místico moderno que compartilha seu amor, sua alegria e sua sabedoria em retiros. Este é um trecho de um dos Satsangs do retiro “Ventos de Liberdade”, no Mevlana Garden, no Brasil, no dia 17 de abril de 2016. Neste áudio há tradução consecutiva em português.Para mais informação, visite www.vasantswaha.net
Raymond Aron, pensador político do século XX, é amplamente conhecido por sua análise sóbria das democracias liberais e pelo contraste crítico com as ideologias totalitárias. Suas ideias gravitavam em torno da defesa da racionalidade política, do pluralismo e da liberdade civil como fundamentos da ordem moderna. Entretanto, para os adventistas do sétimo dia, cuja compreensão da ordem não se limita aos parâmetros sociais e institucionais do mundo secular, mas repousa em um alicerce teológico e escatológico, as ideias de Aron requerem um exame crítico mais profundo. Esta análise propõe um entrelaçamento entre a cosmovisão adventista sobre ordem e governo representativo e as ideias arônicas, identificando tanto pontos de convergência quanto de tensão.
Dados alarmantes incluem crescimento de 63% da autocensura entre jornalistas e diminuição de 37% na liberdade acadêmica e artística; Unesco alerta para impunidade em assassinatos de profissionais da imprensa; tendências positivas abrangem ampliação do acesso a redes sociais e fortalecimento do jornalismo investigativo.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (24): O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou a prisão na manhã desta quarta-feira (24), por volta das 9h29, após permanecer detido na Superintendência da Polícia Federal desde o dia 22 de novembro. Em seguida, ele foi encaminhado para o Hospital DF Star, em Brasília, para ser internado. Reportagem: Janaína Camelo. O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) falou com a imprensa sobre o estado de saúde do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que deve passar por uma cirurgia nesta quinta-feira (25). O Brasil deve abrir mais de 500 mil vagas de trabalho temporário até o final de 2025, impulsionado principalmente pelos setores de serviços e comércio. A estimativa aponta um crescimento de 7,5% em relação ao ano anterior e reflete o clima de maior confiança do mercado, associado à recuperação econômica e ao aumento sazonal do consumo. Reportagem: Júlia Firmino. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que autoriza policiais legislativos de assembleias estaduais e da Câmara Legislativa do Distrito Federal a portarem armas de fogo. O texto foi publicado nesta terça-feira (23) no Diário Oficial da União. Reportagem: Janaína Camelo. A Agência Nacional de Energia Elétrica anunciou nesta terça-feira (23) o rebaixamento da bandeira tarifária para o patamar verde em janeiro de 2026. Com a decisão, não haverá cobrança adicional na conta de energia elétrica no primeiro mês do próximo ano. Reportagem: Danúbia Braga. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, afirmou em nota oficial divulgada na noite desta terça-feira (23) que não telefonou ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para pressionar pela aquisição do Banco Master pelo BRB, o Banco de Brasília. Segundo Moraes, a primeira reunião entre ambos ocorreu em 14 de agosto, após ele ter sido sancionado pelo governo dos Estados Unidos com base na Lei Magnitsky, em 30 de julho. Reportagem: Janaína Camelo. Cerca de 12 milhões de consumidores devem ir às compras de Natal na última hora, segundo levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) nas 27 capitais do país. Os chamados “atrasadinhos” representam 10% das pessoas que pretendem presentear neste fim de ano. Entre os principais motivos apontados estão a expectativa por promoções, citada por 38% dos entrevistados, a espera pelo pagamento do salário ou da segunda parcela do 13º, mencionada por 25%, além de 19% que admitem falta de organização. Reportagem: Danúbia Braga. Documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos sobre o caso do bilionário Jeffrey Epstein mencionam a existência de um “grande grupo brasileiro” em um depoimento prestado ao FBI. Os arquivos, tornados públicos após determinação do Congresso americano, reúnem dezenas de milhares de registros ligados às investigações de abusos sexuais e tráfico de mulheres e meninas atribuídos a Epstein, morto em 2019. Reportagem: Eliseu Caetano. O Japão estuda endurecer as regras para a concessão de cidadania, com a possibilidade de exigir que candidatos residam no país por pelo menos dez anos antes de solicitar a naturalização. Reportagem: Eliseu Caetano. A Assembleia Nacional da Venezuela aprovou nesta terça-feira (23) uma nova lei que prevê penas de prisão de até 20 anos para quem promover ou financiar atos classificados como pirataria, bloqueios ou outras ações ilícitas internacionais. O projeto, batizado de “Lei para Garantir a Liberdade de Navegação e Comércio contra a Pirataria, Bloqueios e Outros Atos Ilícitos Internacionais”, foi votado e aprovado por unanimidade pelo Parlamento controlado pelo partido do presidente Nicolás Maduro. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No episódio de hoje, Isabela Lapa sugere uma visita à Praça da Liberdade para observar a decoração temática do local. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Foi convidado no MusicArte o Maestro Jorge Carvalho Alves para uma entrevista especial dedicada ao lançamento do novo álbum do Coro de Câmara Lisboa Cantat, intitulado “50 anos de Liberdade e Democracia”, sob a sua direção. Este trabalho revisita algumas das canções mais emblemáticas do período anterior e posterior ao 25 de Abril, numa homenagem musical que evoca o espírito da Revolução e o longo caminho da consolidação democrática em Portugal. Entre obras de referência e novas leituras corais, o álbum propõe um regresso sensível e profundo a um tempo que continua a marcar a identidade coletiva portuguesa. Na conversa, o Maestro Jorge Carvalho Alves partilha o processo artístico, o significado histórico do projeto e a importância de manter viva, através da música, a memória de Abril. Ouça esta entrevista no MusicArte, na Radio Latina, um encontro entre música e história que vale a pena ouvir.Acompanhe as atividades da Lisboa Cantat no site, facebooke instagram.
Vivemos num tempo de paradoxos. A linguagem da liberdade, tão presente nos discursos modernos, frequentemente serve de disfarce para sistemas crescentemente controladores, tanto no campo político quanto no eclesiástico. É nesse cenário que o pensamento de Friedrich Hayek (1899–1992) emerge com força profética, não por apontar uma teologia explícita, mas por diagnosticar com precisão os perigos que rondam qualquer estrutura que confunde eficiência com verdade, e controle com missão. A Igreja Adventista do Sétimo Dia, como movimento escatológico e profético, está chamada a refletir: até que ponto a centralização administrativa, o excesso de regulação e a lógica tecnocrática ameaçam a liberdade necessária à atuação do Espírito e ao florescimento do chamado apostólico?
O Hélio cresceu com seu irmão em uma casa humilde, com um pai ausente e uma mãe que trabalhava muito. Desde cedo, ele precisava ajudar em casa, mas escolheu o crime. Primeiro os pequenos furtos, até chegar nos assaltos maiores. Ele não se orgulhava, porém era o caminho mais curto. Até que a Camila apareceu na sua vida, uma mulher trabalhadora, que despertou uma esperança dele largar a vida do crime. Decidido a fazer "só mais um roubo", ele foi detido e o seu irmão fugiu. Para não complicar a vida de mais ninguém, ele não dedurou e foi preso. Na cadeia, ele recebeu uma carta da Camila, dizendo que ela se aproximou do seu irmão e eles se apaixonaram. Hélio percebeu que as suas escolhas o fizeram perder tudo. Hoje, no semiaberto, ele conseguiu ter uma liberdade, mas vive remoendo a culpa e uma vida que não vale mais nada.
LíderCast - Instituto de Formação de Líderes de São Paulo (IFL-SP)
Tarifas de importação fortalecem a soberania de um país ou empobrecem sua população? Neste episódio especial do Caminhos da Liberdade Podcast, o formato é diferente: um debate direto entre dois núcleos do Instituto de Formação de Líderes sobre um dos temas mais controversos da economia e da geopolítica atual — as tarifas impostas por Donald Trump. De um lado, o IFL-BH, com Fernando Fonseca e Kléberson Amaral, defende que as tarifas podem ser uma ferramenta legítima de soberania produtiva, segurança nacional e reequilíbrio geopolítico diante da ascensão chinesa e das fragilidades do multilateralismo. Do outro, o IFL-SP, com Gabriel Gouveia e Diego Penna, argumenta que tarifas são, na prática, impostos regressivos, prejudicam consumidores, reduzem inovação e contradizem os princípios do capitalismo de livre mercado. Ao longo do episódio, os debatedores confrontam dados históricos, teoria econômica, exemplos do Brasil e dos Estados Unidos, além de discutir temas como: • Livre comércio vs. protecionismo • Tarifas como instrumento geopolítico • Impactos sobre inflação, produtividade e inovação • Segurança nacional, indústria e soberania • Custos reais para a população
Cada pessoa enxerga o mundo a partir da própria história, e por isso nem sempre suas ações serão entendidas da mesma forma. Mesmo agindo com cuidado e boa intenção, alguém sempre interpretará diferente — e isso não é culpa sua.Quando você tenta agradar a todos, começa a viver segundo expectativas externas e se distancia da sua própria voz, o que gera ansiedade, insegurança e a sensação de nunca ser suficiente. Agradar a todos, além de impossível, é desnecessário: saúde emocional nasce de escolhas que fazem sentido para você e de relações onde existe reciprocidade.O importante não é ignorar críticas, mas saber filtrá-las: ouvir quem conhece sua história e realmente quer seu crescimento. Ao deixar de buscar unanimidade, você cria espaço para ser quem é, aproximando pessoas que reconhecem seu valor e soltando o peso das opiniões que nada acrescentam.No fim, viver orientado pelo próprio desejo traz estabilidade. Você passa a definir com mais clareza o que importa, quem importa e quais limites preservam seu bem-estar — e assim a vida fica mais leve e verdadeira.
Cada pessoa enxerga o mundo a partir da própria história, e por isso nem sempre suas ações serão entendidas da mesma forma. Mesmo agindo com cuidado e boa intenção, alguém sempre interpretará diferente — e isso não é culpa sua.Quando você tenta agradar a todos, começa a viver segundo expectativas externas e se distancia da sua própria voz, o que gera ansiedade, insegurança e a sensação de nunca ser suficiente. Agradar a todos, além de impossível, é desnecessário: saúde emocional nasce de escolhas que fazem sentido para você e de relações onde existe reciprocidade.O importante não é ignorar críticas, mas saber filtrá-las: ouvir quem conhece sua história e realmente quer seu crescimento. Ao deixar de buscar unanimidade, você cria espaço para ser quem é, aproximando pessoas que reconhecem seu valor e soltando o peso das opiniões que nada acrescentam.No fim, viver orientado pelo próprio desejo traz estabilidade. Você passa a definir com mais clareza o que importa, quem importa e quais limites preservam seu bem-estar — e assim a vida fica mais leve e verdadeira.
Adolfo Correia da Rocha, imortalizado pelo pseudónimo Miguel Torga, ergue-se como uma das mais incontornáveis vozes literárias de Portugal no século XX. A sua obra é animada por uma dolorosa dialética: a de um homem visceralmente ligado às suas raízes, um autodenominado “bicho da terra”, e, paradoxalmente, a de um intelectual exilado dentro do seu próprio país, em profundo desassossego com o caráter do seu povo. A sua escrita, da poesia ao conto, recusa os “malabarismos verbais” para se concentrar no “âmago visceral de vida”, numa busca incessante pela autenticidade. Este artigo explora a tensão criadora que define o homem, a sua obra mais emblemática, Bichos, e a sua incansável e solitária luta pela liberdade.
Adolfo Correia da Rocha, imortalizado pelo pseudónimo Miguel Torga, ergue-se como uma das mais incontornáveis vozes literárias de Portugal no século XX. A sua obra é animada por uma dolorosa dialética: a de um homem visceralmente ligado às suas raízes, um autodenominado "bicho da terra", e, paradoxalmente, a de um intelectual exilado dentro do seu próprio país, em profundo desassossego com o caráter do seu povo. A sua escrita, da poesia ao conto, recusa os "malabarismos verbais" para se concentrar no "âmago visceral de vida", numa busca incessante pela autenticidade. Este artigo explora a tensão criadora que define o homem, a sua obra mais emblemática, Bichos, e a sua incansável e solitária luta pela liberdade.
Nessa live, eu conversei com Penélope Nova (@penelope_nova)Penélope Nova é apresentadora, comunicadora e produtora de conteúdo que marcou uma geração ao falar de temas considerados tabus com naturalidade, coragem e inteligência. Ganhou projeção nacional na MTV Brasil nos anos 1990 e 2000, onde se tornou referência em conversas francas sobre sexualidade, comportamento e autonomia individual. Ao longo da carreira, construiu uma identidade pública pautada por autenticidade, pensamento crítico e defesa da liberdade de expressão, sempre incentivando as pessoas a assumirem responsabilidade pelo próprio corpo, escolhas e narrativas. Nos últimos anos, Penélope ampliou seu campo de atuação para temas ligados à saúde, estilo de vida e desenvolvimento pessoal, mantendo sua característica mais marcante: a capacidade de provocar reflexões profundas sem perder a leveza, a escuta e a humanidade.Conheça o Clube de Leitura! A Rebelião não é só sobre comida.É sobre consciência. Sobre mergulhar fundo nas ideias que moldam nossa forma de viver, pensar e envelhecer.No Clube de Leitura, exploramos juntos obras que desafiam o senso comum — livros que unem ciência, filosofia e ancestralidade — sempre com uma visão crítica e prática para transformar o conhecimento em ação.
Falo de sentença dada em Ação Civil Pública (ACP) do Ministério Público de Minas contra a Vereadora Roberta Rodrigues (Avante/MG), condenada por dano moral coletivo por associar LGBT+ com a tragédia de inundações no Rio Grande do Sul em maio/2025.
O plenário do Parlamento brasileiro em desordem: o deputado Glauber Braga, do PSOL, tomou a cadeira da presidência. Numa decisão inédita, a Câmara cortou o sinal da transmissão e a Polícia Legislativa retirou a imprensa. Celulares registraram a confusão que se instalou e se espalhou, com empurra-empurra e agressões. O ministro Alexandre de Moraes concedeu liberdade provisória ao presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Rodrigo Bacellar, que terá de usar tornozeleira eletrônica. Um ciclone extratropical deixa dez estados em alerta. A enxurrada em Santa Catarina arrastou um carro e matou pai, mãe e filha. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, visitou o Papa em busca de apoio. A Austrália proibiu que menores de dezesseis anos usem as redes sociais.
Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
*) Este episódio do Podcast 15 Minutos, aborda a discussão sobre um projeto de lei anticensura nos Estados Unidos, que busca combater ordens de regulação emitidas por autoridades estrangeiras contra empresas e cidadãos americanos.
O teor de conversas privadas de António Costa, enquanto era primeiro-ministro, veio esta semana a público. O Ministério Público acha que o que há a fazer não é apurar a origem da mensagem, mas processar o mensageiro. Ao mesmo tempo, os elementos das forças de segurança acusados de escravizar imigrantes no Alentejo saíram em liberdade por uma minudência processual. E o líder da força política que mais tem atacado os imigrantes, reivindicando para si o papel de defensor da ordem e das polícias, só com muito esforço foi capaz de dizer em surdina que a situação era condenável. Embora tenha publicado nas redes sociais um vídeo de maus-tratos a animais com a acusação de que seriam imagens da comunidade cigana. Na verdade, era uma filmagem de há sete anos, no Egipto, e sem ninguém nela de etnia cigana. Interrogado sobre se sabia que aquilo que publicou era uma falsidade, não respondeu. Enquanto isso, o mundo também continua sem resposta acerca das intenções de Trump para a Venezuela. O pretexto para a acção norte-americana é o narcotráfico, mas - ironia da ironias - Trump perdoou esta semana um antigo presidente das Honduras, condenado a 45 anos de prisão por… narcotráfico.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio especial Arthur Marchetto e Cecilia Garcia Marcon se reúnem para compartilhar as leituras do próximo ano. Eles compartilham alguns títulos que desejam ler em 2026… mas também o momento mais aguardado!! A apresentação oficial da seleção de livros que comporão o Clube de Leitura 30:MIN de 2026!Então, aperta o play e conta pra gente: o que vocês vão ler em 2026?---Livros citadosLavínia, de Ursula K. Le Guin (ed. Morro Branco, trad. Helena Coutinho)Sobre o cálculo do volume, de Solvej Baelle (ed. Todavia, trad. Guilherme da Silva Braga)Raul Seixas: Não diga que a canção está perdida, de Jotabê Medeiros (ed. Todavia)Alerta Vermelho, Condição Artificial & Protocolo Rebelde (série Diário do robô-assassino), de Martha Wells (ed. Aleph, trad. Laura Pohl)Tress, a garota do Mar Esmeralda, de Brandon Sanderson (ed. Trama, trad. Pedro Ribeiro)Contos Completos & O lugar sem limites, de José Donoso (ed. Mundaréu, trad. Bruno Colbachini Mattos/Lucas Lazzaretti)---Clube do Livro 30:MIN 2026Janeiro - Meu ano de descanso e relaxamento, de Ottessa Moshfegh (ed. Todavia, trad. Juliana Cunha)Fevereiro - Kitchen, de Banana Yoshimoto (ed. Estação Liberdade, trad. Lica Hashimoto, Fabio Saldanha & Lui Navarro)Março - Berg, de Ann Quinn (ed. DBA, trad. Gisele Eberspächer)Abril - Os pescadores, de Chigozie Obioma (ed. Globo Livros, trad. Claudio Carina)Maio - Feito Bestas, de Violaine Bérot (ed. Mundaréu, trad. Letícia Mei)Junho - Erva brava, de Paulliny Tort (ed. Fósforo)Julho - Te dei os olhos e olhaste as trevas, de Irene Solà (ed. Mundaréu, trad. Luis Reyes Gil)Agosto - Kim Jiyoung, nascida em 1982, de Cho Nam-Joo (ed. Intrínseca, trad. Alessandra Esteche)Setembro - Carva viva, de Ana Rüsche (ed. Rocco)Outubro - República luminosa, de Andrés Barba (ed. Todavia, trad. Antonio Xerxenesky)Novembro - Memórias do cacique, de Raoni Metyktire (ed. Cia. das Letras)Dezembro - Porrada, de Rita Bullwinkel (ed. Todavia, trad. Marcela Lanius)---LinksApoie o 30:MINSiga a gente nas redesJá apoia? Acesse suas recompensasConfira todos os títulos do clube!
A trajetória de Tim Ballard — da CIA e DHS/HSI ao rompimento com o governo, a fundação de sua operação de combate ao tráfico infantil, o impacto mundial de Som da Liberdade, as controvérsias e a chegada ao Brasil — culmina na estreia do documentário Guerra Oculta (Hidden War), exclusivo na Brasil Paralelo. Este programa reconstrói os marcos dessa história, mostra bastidores de missões reais, relatos de vítimas e agentes, e apresenta o convite oficial para o lançamento no nosso ecossistema. Você verá: como Som da Liberdade virou um divisor de águas; as críticas e tentativas de cancelamento; por que Guerra Oculta é mais impactante por mostrar operações reais, sem dramatização.
Reflexões sobre os ensinamentos de Jesus à luz do Espiritismo.
Reflexões sobre o capítulo 14 - “Liberdade alheia” do livro "Mãos Unidas", pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Da desesperança à ação prática — Neste episódio, analisamos o clima político e social do Brasil à luz dos últimos dez anos: das manifestações de 2015, impeachment e avanço da Lava Jato ao cenário atual, com críticas à política econômica e à política externa. O vídeo relembra como expectativas de justiça e renovação cívica deram lugar à frustração, mas propõe uma virada: focar na transformação “de baixo para cima”, no Brasil real, onde indivíduos e comunidades impactam seu entorno. A narrativa culmina no exemplo de Tim Ballard (retratado no filme O Som da Liberdade) e no documentário A Guerra Oculta, destacando o combate ao tráfico de crianças e a força de pessoas comuns que assumem responsabilidades e mudam vidas — como voluntários em tragédias e educadores que formam outros cidadãos. Se o sistema parece inamovível, a mensagem é clara: há muito por fazer no cotidiano, nos valores e na ação responsável de cada um.
A verdadeira liberdade em Cristo - Pr. Rômulo Augusto by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Campo Grande Para conhecer mais sobre a Maranata: Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
LíderCast - Instituto de Formação de Líderes de São Paulo (IFL-SP)
O que realmente faz alguém se tornar — e permanecer — uma liderança relevante dentro das empresas? Neste episódio do Caminhos da Liberdade, conversamos com Juliana Buchaim, conselheira do Banco ABC, ex-conselheira de Arezzo e Ânima, e co-chair do WomenCorporateDirectors no Brasil. Juliana compartilha sua trajetória no mercado financeiro, a transição para conselhos e as lições mais importantes sobre carreira, governança e liderança. Com franqueza e profundidade, ela explica por que hard skills te levam ao topo — mas soft skills te mantêm lá, como construir uma reputação sólida ao longo dos anos e por que decisões estratégicas, especialmente para mulheres, passam também por negociações dentro de casa. A conversa mergulha em temas como diversidade, carreira não linear, segurança psicológica, cultura organizacional e os dilemas reais do mercado corporativo — sempre com base em dados, não em ideologia.
Repetiu-se muitas vezes nestes dias a ideia de que o 25 de Abril nos deu a Liberdade e que foi o 25 de Novembro que nos garantiu a democracia. Mas será isso verdade? Era isso que os militares queriam?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Repetiu-se muitas vezes nestes dias a ideia de que o 25 de Abril nos deu a Liberdade e que foi o 25 de Novembro que nos garantiu a democracia. Mas será isso verdade? Era isso que os militares queriam?See omnystudio.com/listener for privacy information.
André Ventura e Marques Mendes estiveram frente a frente em mais um debate para as eleições presidenciais. As sondagens indicam que podem ser os candidatos que passam a uma eventual segunda volta. Quem ganhou mais com este confronto? Daniel Oliveira acredita que “pelo menos nos primeiros dois terços do debate, Marques Mendes passou André Ventura a ferro”, Francisco Mendes da Silva considera que o líder do Chega estava “um pouco mais nervoso do que o habitual”. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 25 de novembro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aqui See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vai ser uma maratona. Vinte e oito debates até ao Natal. O primeiro demonstrou que em certos momentos o papel mais difícil será o do moderador. A juntar à enxurrada de debates prevê-se uma chuva de sondagens. As duas destas semana colocam em primeiro lugar o mesmo protagonista, mas têm resultados com diferenças suficientemente significativas para alimentarem horas de especulação. Também se especulou muito, nos últimos dias, à volta da ida de Cristiano Ronaldo à Casa Branca integrado numa comitiva saudita. A visita teve como ponto alto o momento em que o homem forte da Arábia foi confrontado com o assassinato de um jornalista crítico do regime, cortado às postas. Trump não gostou da pergunta da jornalista e deixou no ar a ideia de retirar a licença à cadeia de televisão que ela representa. A liberdade de expressão já não é o que era. A não ser para o próprio Trump que, interrogado por outra jornalista a respeito do caso Epstein, lhe respondeu apenas, de dedo em riste: “quiet, piggy”; “cala-te, porquinha”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Oiça mais um episódio do Expresso da Meia-Noite, onde se debateu a polémica comparação histórica do 25 de Novembro ao 25 de Abril. O painel analisou as diferentes leituras políticas e históricas sobre o impacto destas datas na democracia portuguesa, destacando divisões partidárias e a complexidade da memória coletiva. Foram discutidos o papel dos militares, a influência do Partido Socialista e a necessidade de despolitizar o debate, sublinhando a importância de preservar uma visão crítica e pluralista da história recente de Portugal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A afirmação do dia é: Eu nutro as minhas raízes ao trazer humor para a minha vida A meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: Expansão e Liberdade. O cristal de conexão do dia é: Unaquita e calcita amarela. Links: Portal Alvorecer Gabi Rubi Store Rubi Box
A democracia não estava preparada para a internet. Partindo dessa provocação, o cientista político e filósofo Fernando Schuler analisa os desafios do Brasil contemporâneo no terceiro episódio de 'Hello, Brasil! O país no divã'.Nesta conversa, exploramos como a revolução digital, a polarização e a cultura do cancelamento impactam o debate público. Por que o brasileiro tem uma tradição autoritária e uma desconfiança da liberdade? Somos um país viciado na ideia de que o cidadão precisa ser tutelado pelo Estado?Maria Homem e Felipe Miranda conduzem um diálogo sobre liberdade de expressão, o papel do judiciário, a "desordem informacional" e a necessidade de resgatar a empatia em um mundo cada vez mais digital. Uma reflexão fundamental sobre os rumos da nossa democracia.Temas em Destaque:Democracia vs. Internet: o impacto da revolução digitalPolarização e o viés de confirmaçãoLiberdade de expressão e cultura do cancelamentoA tradição autoritária e paternalista do BrasilA "desordem informacional" e a tutela do EstadoO papel do judiciário na democracia brasileira00:00 - Apresentação: Quem é Fernando Schuler? 03:36 - A democracia não estava preparada para a internet07:41 - Polarização e o viés de confirmação11:33 - A importância do dissidente e da liberdade de expressão25:10 - A cultura do cancelamento e a "espiral do silêncio"42:10 - O problema da tutela do Estado sobre a opinião48:17 - O brasileiro não tem maturidade para a liberdade?53:07 - O DNA paternalista do Brasil1:27:44 - Cuidem das relações humanas
O Ministério Permanecer, fundado pelo Pr. Carlos McCord em2005, ajuda pessoas a viver uma espiritualidade simples e contínua em JesusCristo. Inspirado em João 15, oferece cursos, palestras e devocionais quefortalecem a conexão com Cristo, capacitando líderes e igrejas a viverem uma féprática, frutífera e transformadora.
Vivemos em um mundo que celebra a autonomia individual como um dos valores mais altos da civilização moderna. Esse ideal, herdeiro direto do Iluminismo e articulado de maneira refinada por pensadores liberais como John Stuart Mill, transformou a maneira como enxergamos o papel do indivíduo em relação à sociedade, ao Estado e, inevitavelmente, à religião. Para Mill, a liberdade individual não era apenas um direito político, mas uma necessidade ética e epistemológica: uma condição essencial para o florescimento moral e intelectual do ser humano. Essa noção, embora empolgante, carrega consigo implicações profundas e, por vezes, perigosas, especialmente quando transposta para a vida e a estrutura das comunidades de fé — como é o caso da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Como equilibrar liberdade de consciência e fidelidade doutrinária? Como garantir participação democrática sem dissolver a unidade escatológica da missão? Como permitir diversidade sem abrir mão da verdade revelada? A filosofia de Mill fornece ferramentas valiosas para pensar essas questões — mas também exige vigilância para que a liberdade não se transforme em relativismo, e a diversidade em anarquia eclesiástica.
Crise existencial ou convite à transição?Nos últimos tempos, venho passando por algo difícil de nomear. Uma crise criativa, um cansaço emocional, uma vontade de mudar… mas, ao mesmo tempo, um chamado profundo para continuar.Neste episódio do podcast, eu abro o coração sem roteiro, sem filtro, sem produção. Porque o que eu precisava era exatamente isso: voltar à simplicidade, à verdade, ao que pulsa real dentro de mim.Falo sobre:• O peso de ser uma comunicadora em tempos de sobrecarga digital• A diferença entre parar e apenas desacelerar• Como crises existenciais podem ser portais de transformação• Espiritualidade na prática: o que aprendi com a dor, a oração e o silêncio• O risco de esperar "estar pronta" para agir• A relação entre pensamento excessivo, procrastinação e autossabotagemTalvez você esteja aí, travada, esperando coragem bater na sua porta. Mas a coragem, minha amiga, nasce na ação. Nesse episódio, eu te convido a fazer mesmo sem vontade. A recomeçar mesmo sem garantia. A acreditar mesmo sem prova.Porque você não precisa estar pronta.Você precisa estar disposta.✨ Se esse conteúdo te tocou, deixa seu comentário aqui ou me manda uma mensagem. Saber que esse podcast te encontra e te apoia faz tudo isso valer a pena.Inscreva-se na próxima edição da Imersão Liberdade de Ser: https://wa.me/message/Q7F6OY2UQFXCJ1
Em Salmo 119.41–48, o Pr. Leandro Peixoto mostra que a verdadeira liberdade não nasce da independência humana, mas da submissão alegre à Palavra de Deus. O salmista reconhece que é a graça do Senhor que o sustenta, tornando sua obediência possível e sua vida segura, mesmo diante da oposição e desprezo do mundo.
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Alexis de Tocqueville, em sua obra clássica A Democracia na América, delineou uma visão profética sobre os caminhos da liberdade no mundo moderno. Observador atento da jovem república americana, Tocqueville acreditava que a força da democracia repousava em dois pilares invisíveis: a religiosidade do povo e sua impressionante capacidade de associação. Ele enxergou, com espantosa lucidez, que as democracias morrem não pela tirania violenta, mas por um “despotismo suave” – uma lenta atrofia da participação e da responsabilidade coletiva. Neste episódio, exploraremos como o pensamento tocquevilliano pode iluminar – e desafiar – a estrutura da Igreja Adventista do Sétimo Dia. A proposta é dupla: de um lado, reconhecer os estímulos saudáveis à liberdade local e ao protagonismo dos membros. De outro, denunciar os riscos de um modelo eclesiástico absorver sem crítica o espírito democrático, enfraquecendo a autoridade espiritual, relativizando a missão profética e dissolvendo a identidade doutrinária.
Abre em breve, no Alentejo, o primeiro santuário de elefantes em Portugal, que será o maior da Europa. Com mais de 400 hectares, o projeto da organização Pangea vai acolher elefantes resgatados de circos e jardins zoológicos, proporcionando-lhes uma nova vida, em liberdade. A primeira residente é Kariba, uma elefante nascida no Zimbabué em 1985. Se tudo correr como previsto, Kariba estará alojada em terras lusas já em janeiro do próximo ano.
Há 50 anos, Agostinho Neto proclamou a independência de Angola. À DW, analistas consideram que o país continuará com os meus problemas e com mais custos. Em Moçambique, os professores ameaçam boicotar os exames finais do ensino público, se o Governo não pagar as horas extraordinárias dos últimos 3 anos. Fique a saber como o Gana está a reduzir a sua pegada de carbono com soluções indígenas.
Esta semana, na estante, temos, em verso, um dos primeiros livros de Umberto Eco: “Filósofos em Liberdade”; “Histórias da PIDE”, de José Pedro Castanheira; a reedição de um clássico da antropologia portuguesa: “Ricos e Pobres no Alentejo (Uma sociedade rural portuguesa)”, de José Cutileiro; e a reunião dos cadernos ilustrados do Nobel da literatura Orhan Pamuk em “Memória de Montanhas Distantes”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bonga foi o primeiro artista africano a conquistar um disco de ouro e de platina em Portugal. Neste episódio de ‘Alta Definição’, recorda a infância em Angola que moldou a sua música e o levou ao sucesso internacional. Conta que o som fazia parte do seu quotidiano — em casa, com o pai a tocar acordeão e concertina, ou nas ruas, onde a alegria se espalhava em batuques improvisados. “Se não somos nós a pôr música, é o vizinho. Até pedimos para aumentar. Ao contrário do que acontece cá nas europas, onde chamam a polícia”, diz logo na abertura da entrevista. A falta de música não foi a única coisa que Bonga estranhou nas “europas”. “Quando cheguei a Portugal, quis ir embora no dia seguinte. Senti que era cada um por si, as pessoas não falavam, na rua ninguém se cumprimentava”, desabafa. Ao longo da conversa com Daniel Oliveira, o músico partilha várias confidências sobre a dureza de ser imigrante. Esteve também na Holanda, onde lavou pratos e fez biscates, e em França, onde finalmente começou a gravar as suas primeiras músicas com reconhecimento. Bonga fala ainda da força dos laços familiares, da busca por justiça social e do orgulho em ser pai e avô. “A coisa mais importante que podemos passar aos nossos filhos é uma vivência verdadeira, com disciplina. Mas não é a regra da escola, da igreja, da política ou do vício. É aquele swing, aquilo que sentes”, garante. Sobre a companheira mais nova, com quem recentemente teve gémeos, reforça que, para si, mais do que a idade, “o que interessa é o respeito e o carinho”. No final do programa, depois de revisitar toda a sua história de vida, deixa um pedido para quando chegar a sua hora: “Nós, africanos, celebramos tudo. Quando morrer, porque não celebrar? Cantem as minhas músicas, as músicas do cantor da alegria.” Conheça aqui a sua história com a versão podcast do programa ‘Alta Definição’. Este episódio foi emitido a 8 de novembro na SIC e a sinopse foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sousa Tavares fala da imigração e das polémicas a envolver Ventura que acusa de fazer "um exercício de desonestidade intelectual" num país de "muitos católicos e poucos cristãos". O cronista critica os portugueses que não gostam da liberdade que não "valorizam como valor absoluto". Em análise ainda a "gestão desastrosa e a superioridade moral" de Mortágua no BE. See omnystudio.com/listener for privacy information.
AcrópolePlay – Filosofia, Cultura e Autoconhecimento on-line. Assista onde e quando quiser, com conteúdos exclusivos da Nova Acrópole. ➤ https://acropoleplay.com ──────────────────────────────────────────── É equivocado o entendimento de que ao desapegar estaremos "perdendo" algo... Pelo contrário, há muito o que ganhar com a prática do desapego, a vida se torna mais feliz, prazeirosa e plena! A professora e voluntária de Nova Acrópole, Ana Beatriz Pignataro, apresenta argumentos filosóficos sólidos: o desapego gera independência, liberdade, identidade e, ao mesmo tempo, relações humanas mais verdadeiras, profundas e duradouras!