Kingdom in ancient Mesopotamia from the 18th to 6th centuries BC
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Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Isaías, capítulo 38, versículos 1 ao 8, e 21 ao 22, e capítulo 39, versículos 1 ao 8, nos traz uma reflexão sobre o rei Ezequias e seu filho Manassés, e a graça de Deus em suas vidas.A história do rei Ezequias nos apresenta um dos retratos mais profundos da graça de Deus. Em Isaías 38, encontramos um homem que recebe uma notícia devastadora: sua morte estava próxima. Diante dessa realidade, Ezequias não se revolta nem busca soluções humanas; ele se volta para Deus em oração e lágrimas. O Senhor ouve seu clamor, muda o decreto e acrescenta quinze anos à sua vida.Entretanto, em Isaías 39, vemos o mesmo Ezequias cometendo um grave erro ao exibir suas riquezas e tesouros aos emissários da Babilônia. Aquele que havia experimentado um milagre extraordinário agora se deixa levar pela vaidade e pelo orgulho.Essa narrativa nos ensina que a graça de Deus não apenas nos salva, mas também nos redime continuamente de nossas fragilidades.1. A graça nos encontra em nossos momentos mais difíceisEzequias estava diante da morte, sem recursos humanos para mudar sua situação. Mas quando ele clamou ao Senhor, Deus respondeu.Muitas vezes chegamos a situações em que nossas forças acabam, nossos planos falham e não vemos saída. É exatamente nesses momentos que a graça de Deus se manifesta com maior clareza.A graça nos lembra que o nosso futuro não está nas mãos das circunstâncias, mas nas mãos do Senhor."Ouvi a tua oração e vi as tuas lágrimas" (Isaías 38:5).Deus vê aquilo que ninguém vê. Ele conhece as lágrimas derramadas em secreto e ouve as orações que ainda não receberam resposta.2. A graça nos dá uma segunda oportunidadeAo acrescentar quinze anos à vida de Ezequias, Deus demonstrou que Sua misericórdia é maior do que os limites humanos.A Bíblia está repleta de histórias de homens e mulheres que receberam novas oportunidades. A graça é o favor imerecido de Deus que nos permite recomeçar.Talvez alguém tenha falhado, desistido ou tomado decisões erradas. A mensagem da graça é que Deus continua escrevendo histórias de restauração.O Senhor não é apenas especialista em abrir portas; Ele também é especialista em reconstruir vidas.3. A graça não elimina a necessidade de vigilânciaDepois de receber tanto de Deus, Ezequias caiu em uma armadilha perigosa: o orgulho.Os visitantes da Babilônia chegaram e, em vez de glorificar a Deus pelo milagre recebido, Ezequias mostrou seus tesouros e sua grandeza.O capítulo 39 nos ensina que não basta receber a bênção; é necessário permanecer dependente do Senhor.Muitas vezes vencemos a crise, mas somos derrotados pela autossuficiência que surge depois dela.Quem experimenta a graça precisa continuar caminhando em humildade.4. A graça redime mesmo quando falhamosO erro de Ezequias trouxe consequências, mas Deus não anulou Sua aliança com ele.Isso nos revela uma verdade poderosa: a graça de Deus é maior do que nossos fracassos.Redimir significa resgatar, restaurar e dar um novo propósito. Deus não ignora nossos erros, mas também não nos define por eles.Quando nos arrependemos, Ele transforma nossas quedas em aprendizado e nossas cicatrizes em testemunho.A cruz de Cristo é a maior prova de que a graça redime aquilo que parecia perdido.Conclusão: A história de Ezequias nos mostra que todos nós precisamos da graça de Deus. Precisamos dela nos dias de enfermidade, nos momentos de oração, nas oportunidades de recomeço e até mesmo quando falhamos.A graça que ouviu o choro de Ezequias é a mesma graça que nos alcança hoje.Ela nos levanta quando caímos, nos corrige quando erramos e nos conduz de volta ao propósito de Deus.A graça não apenas muda o nosso destino; ela transforma o nosso coração.Porque a verdadeira graça não apenas salva do passado, mas redime o presente e prepara o futuro.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Si pregunteu a qualsevol amant de la fantasia o jugador de rol on comença una gran aventura, la resposta gairebé sempre és la mateixa: en una taverna. Però, d'on neix aquesta institució? Per trobar les primeres tavernes de la història hem de viatjar quatre mil anys enrere, a les grans ciutats de l'antiga Mesopotàmia. De fet, podem dir que l'ordi i el blat fermentats són el fonament de les grans civilitzacions antigues. A Babilònia i a Sumer, la vida quotidiana girava al voltant del temple, el palau i la cervesa. En aquest món, les primeres tavernes van esdevenir el centre de la vida social, regentades normalment per dones exposades a un codi legal molt exigent. Avui, amb els nostres mecenes, viatgem a la barra de bar més antiga del món i brindem amb Ninkasi. Benvinguts a les tavernes de Babilònia, benvinguts A les Portes de Troia.Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de A les Portes de Troia. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/86177
Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 03 de Maio de 2026 às 19h30min, com a pregação em Apocalipse 18.1-24 (NVI). Título: Cuidado com a Babilônia (Jackson Willian).Cultos todos os domingos às 10h e 19h30.
Os chamados 18 Grandes Prelúdios Corais, de Johann Sebastian Bach, representam o ápice da música para órgão, ao lado de três outras obras-primas do compositor para esse instrumento: o Orgelbüchlein ("Livrinho de órgão"), o terceiro volume do Clavier-Übung ("Exercício de teclado") e as Variações Canônicas. Em sua maior parte, essas peças foram compostas na corte de Weimar, onde Bach trabalhou como músico entre 1708 e 1717. Em torno de 1740, no início da sua última década de vida, quando trabalhava em Leipzig, Bach retomou esses prelúdios corais, fez novos arranjos e juntou-os numa mesma coleção, provavelmente visando à publicação, o que só ocorreria em meados do século 19, cerca de 100 anos depois da morte do compositor. Como foram retrabalhados por Bach em Leipzig, esses prelúdios corais são também conhecidos como Corais de Leipzig. Nesta e nas próximas duas edições, Manhã com Bach vai exibir todos os 18 Grandes Prelúdios Corais, de Bach. Neste programa, são apresentados os seis primeiros: Fantasia Super Komm, Heiliger Geist, Herre Gott, "Fantasia sobre o hino Vem, Santo Espírito, Senhor Deus" (BWV 651), Komm, heiliger Geist, Herre Gott in G-Dur, "Vem Santo Espírito, Senhor Deus em Sol Maior" (BWV 652), An Wasserflüssen Babylon, "Nos rios da Babilônia" (BWV 653), Schmücke dich, o liebe Seele, "Adorna-te, ó, amada alma" (BWV 654), Trio super Herr Jesu Christ, "Trio sobre o hino Senhor Jesus Cristo" (BWV 655) e O Lamm Gottes, unschuldig, "Ó, cordeiro de Deus, inocente" (BWV 656). O podcast traz ainda a ária para soprano Alles mit Gott, nichts ohne ihn, “Tudo com Deus, nada sem ele” (BWV 1.127), um fragmento de uma cantata perdida descoberto em 2005, em Weimar, pelo pesquisador alemão Michael Maul, do Arquivo Bach de Leipzig. Ouça o podcast no link acima. Este podcast reproduz o programa Manhã com Bach, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido nos dias 18 e 19 de abril de 2026. Dedicado à divulgação da música do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750), Manhã com Bach vai ao ar pela Rádio USP (93,7 MHz) sempre aos sábados, às 9 horas, com reapresentação no domingo, também às 9 horas, inclusive via internet, através do site da emissora. Às segundas-feiras ele é publicado em formato de podcast no site do Jornal da USP. As edições anteriores do podcast Manhã com Bach estão disponíveis neste link.
Chico Soares é autor-roteirista que iniciou sua carreira em 1993 na TV Globo, onde escreveu novelas como Lado a Lado (Emmy Internacional 2013), Babilônia e Rock Story, além de séries, humorísticos e programas infantis. Em 2023–2024, integrou a equipe do remake de Pai Herói para a HBO Max. No cinema, assinou roteiros como Até que a Sorte nos Separe 2 e Os Caras de Pau … Continue lendo "Primeiro Tratamento – Chico Soares – # 369 (UPDATE)"
Tem quem acredite e tem quem não acredite, mas o horóscopo faz parte de nossas vidas. De presidente dos Estados Unidos acabando com a Guerra Fria a jovens usando signos para tomar decisões sobre namoro e trabalho, contamos a trajetória do horóscopo e como ele saiu da Babilônia para chegar nas páginas dos jornais mesmo sendo contrariado por estudos científicos e sendo associado com regimes autoritários.Este é mais um episódio do Escuta Essa, podcast quinzenal em que Denis e Danilo trocam histórias de cair o queixo e de explodir os miolos. Duas vezes por mês, sempre às quartas-feiras, no seu agregador de podcasts favorito!Ajude o Escuta Essa a voltar a ser semanal! Faça parte do Clube dos Escuteiros agora mesmo em apoia.se/escutaessaMande seus comentários e perguntas no Spotify, nas redes sociais, ou no e-mail escutaessa@aded.studio. A gente sempre lê mensagens no final de cada episódio!...NESTE EPISÓDIO- Joan Quigley escreveu o livro "What Does Joan Say?" para contar sua experiência como astróloga de Ronald Reagan.- Pesquisas mostram que a Geração Z usa o horóscopo para decidir se quer aceitar empregos.- Astrologia não tem qualquer amparo científico em estudos duplo-cego.- O filósofo Theodor Adorno escreveu "As estrelas descem à Terra" em 1953 para analisar as colunas de astrologia do jornal Los Angeles Times produzidas por Caroll Righter.- Phineas Taylor Barnum foi um empresário mais preocupado com o entretenimento do que com a veracidade de suas apresentações.- O efeito Barnum–Forer descreve o fato de que pessoas tendem a concordar com declarações genéricas sobre si mesmas caso acreditem que essas declarações foram feitas especialmente pra elas, especialmente se as afirmações forem elogiosas....AD&D STUDIOA AD&D produz podcasts e vídeos que divertem e respeitam sua inteligência! Acompanhe todos os episódios em aded.studio para não perder nenhuma novidade.
Saudações pessoas!O Vira dessa semana vem cheio de balanço. E fúria. Estamos com o camarada Rodrigo Corrêa, do podcast-projeto Balanço e Fúria e com nosso sempre parceiro Amauri Gonzo. Além de comentarem sobre o panorama da mistura entre música, posturas ideológicas, agitação cultural e potencial revolucionário, os convidados aproveitam para reforçar a divulgação do crowdfunding para ajudar na viabilização da publicação e distribuição do livro Babilônia em chamas, de Rick Blackman - acesse e ajude na campanha, aqui - que trata de todas essas questões no contexto da Inglaterra no final do século passado até os dias atuais.O papo foi incrível e prepare a mão para anotar dicas culturais infinitas, no meio do próprio episódio, fora aquelas, que você já conhece, no finalzinho! Taca play e vamos chant down Babylon!*** Vamos de vestir conforto, inteligência, praticidade, estilo e muita tecnologia? Já sabe, então: É INSIDER, sem erro! Descontos incríveis para você em peças que aliam tudo o que você precisa e te acompanham em diversos momentos, atividades e ocasiões, sem perder a elegância.Utilize o cupom VIRACASACAS e veja a magia dos descontos acontecer! --> https://www.insiderstore.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/insiderstore/#InChallenge #insiderstore ExpedientePai-Fundador e apresentador: Felipe AbalOutro apresentador: Gabriel Divan Apresentador que está em missão secreta: CarapanãCapas que vocês adoram: Gui ToscanEdição de Áudio que nunca falha: Ingrid DutraA Mestra dos Instagrams: Dani BoscattoMúsica de abertura: Dog Fast by mobigratis
Nesta mensagem, o Pr. Geraldo Motta, com o texto em Daniel, capítulo 1, versículos 1 ao 9, nos traz uma reflexão sobre as decisões de Daniel que o abençoaram.Existe uma imagem muito forte no Antigo Testamento em que o povo de Deus, no exílio, declara: “penduramos as nossas harpas…” (Salmo 137). Era o retrato de um povo sem canção, sem ânimo, sem esperança. A dor do cativeiro calou aquilo que antes era louvor.Agora, em Daniel 1, encontramos um cenário parecido — o povo está em Babilônia, longe de casa, longe do templo, longe de tudo que representava sua identidade. Entre eles está Daniel, um jovem que tinha todos os motivos para “pendurar sua harpa”, desistir, se adaptar e simplesmente sobreviver.Mas ele faz o contrário.1. O ambiente pode mudar, mas sua essência não precisaDaniel foi levado para um lugar de pressão cultural, mudança de nome, alimentação imposta e tentativa de reprogramar sua identidade. Era um sistema projetado para apagar quem ele era.Mesmo assim, a Bíblia diz: “Daniel decidiu não se contaminar…”Enquanto muitos penduram a harpa quando o ambiente muda, Daniel ajusta o coração. Ele entende que não é o lugar que define sua essência — é sua fidelidade a Deus.2. Entre a pressão e a decisão, nasce o espírito excelenteA grande virada do texto está na decisão silenciosa de Daniel. Ele não protesta, não faz escândalo, mas também não negocia seus valores.Esse tipo de postura gera o que mais à frente a Bíblia chama de “espírito excelente”.Espírito excelente não nasce em tempos fáceis — nasce em ambientes hostis.Não é ausência de pressão — é fidelidade em meio à pressão.Enquanto alguns estavam emocionalmente quebrados (com a “harpa pendurada”), Daniel estava espiritualmente alinhado.3. Deus honra quem se posicionaO texto diz que Deus concedeu graça a Daniel diante do chefe dos eunucos.Isso é poderoso: quando você se posiciona, Deus se manifesta.Daniel não precisou se promover — Deus abriu portas.Ele não precisou negociar seus princípios — Deus sustentou sua decisão.4. Você decide se vai pendurar ou tocar a harpaO exílio é inevitável em alguns momentos da vida — perdas, mudanças, crises, ambientes difíceis. A questão não é se você vai passar por isso, mas como você vai reagir.Alguns penduram a harpa — desistem, se calam, se perdem.Outros desenvolvem um espírito excelente — permanecem firmes, íntegros e cheios de Deus.Daniel nos ensina que é possível viver em um lugar errado, sem se tornar alguém errado.Conclusão: A jornada “da harpa pendurada ao espírito excelente” é uma decisão diária.Você pode estar em um ambiente que não escolheu, enfrentando pressões que não pediu…Mas ainda assim pode escolher não se contaminar.E quando essa decisão acontece, algo muda:o que era cenário de derrota se torna palco de honra.Porque quem não abre mão de Deus no processo,Deus não abre mão de exaltar no tempo certo.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
No século VI a.C., o povo hebreu foi conquistado e deportado para Babilónia. Sem terra nem templo, dedicou-se à escrita para manter viva a sua identidade. O sexto episódio de "As Histórias da Bíblia".See omnystudio.com/listener for privacy information.
No século VI a.C., o povo hebreu foi conquistado e deportado para Babilónia. Sem terra nem templo, dedicou-se à escrita para manter viva a sua identidade. O sexto episódio de "As Histórias da Bíblia".See omnystudio.com/listener for privacy information.
No século VI a.C., o povo hebreu foi conquistado e deportado para Babilónia. Sem terra nem templo, dedicou-se à escrita para manter viva a sua identidade. O sexto episódio de "As Histórias da Bíblia".See omnystudio.com/listener for privacy information.
No século VI a.C., o povo hebreu foi conquistado e deportado para Babilónia. Sem terra nem templo, dedicou-se à escrita para manter viva a sua identidade. O sexto episódio de "As Histórias da Bíblia".See omnystudio.com/listener for privacy information.
O “BOM DIA, JESUS” é um devocional diário do Inteligência LTDA. para você começar o dia com a benção de Deus.LUIZ SAYÃO, pastor, mestre em Hebraico, teólogo e iluminado, traz palavras de sabedoria e reflexão para que o dia se inicie de uma maneira positiva e cheio de esperança, preparando você para enfrentar todos os obstáculos que cruzam o seu caminho.Todos os dias, às 6 da manhã.
Neste episódio do Módulo 4 da série A ORDEM, viajamos ao período crítico entre 1844 e 1863, quando o movimento adventista enfrentou seu maior dilema: permanecer como um grupo disperso e informal ou organizar-se como uma igreja visível e global? Após o Grande Desapontamento, o caos, o fanatismo e a fragmentação ameaçavam extinguir a "verdade presente". Descubra como Tiago White, Ellen White e José Bates lideraram a batalha teológica para provar que "ordem é a primeira lei do Céu". Enfrentando o medo de que a organização se tornasse uma "Babilônia", eles estabeleceram as bases do sistema representativo que permitiu à Igreja Adventista passar de um pequeno rebanho confuso para um movimento mundial com mais de 21 milhões de membros. Resumo A aula narra a transição do caos pós-milerita para a fundação da Associação Geral em 1863. Analisa como a teologia do Santuário e do Sábado exigiu um "corpo" institucional para ser proclamada e como a estrutura foi a resposta profética para proteger a doutrina e impulsionar a missão. Principais Conclusões Sem organização, o movimento adventista teria desaparecido em meio a heresias e fanatismos. A estrutura eclesiástica não é um fim em si mesma, mas uma "teologia encarnada" que dá visibilidade ao Remanescente. A liderança de 1863 estabeleceu um modelo representativo que equilibra autoridade e liberdade, servindo como plataforma para a missão global. Pontos-Chave - O trauma de 1844 e a resistência inicial a qualquer forma de organização ("medo de Babilônia"). - A visão de Ellen White: "O Espírito não opera no caos; a ordem é necessária para a chuva serôdia". - Tiago White como o arquiteto do sistema de "benevolência sistemática" e do governo representativo. - A fundação da Associação Geral em 1863 como marco da maturidade institucional. Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042 Website www.startmovements.com Sobre Alex Palmeira Alex Palmeira é um formador de líderes focado na revitalização da igreja e no resgate do senso de movimento apostólico. Com experiência na liderança institucional e na plantação de igrejas, ele trabalha a intersecção entre teologia profunda, gestão eclesiástica e missão encarnacional. Seu objetivo é capacitar uma nova geração de líderes que compreendam o tempo em que vivem e respondam com fidelidade bíblica e coragem profética.
Az előadással kapcsolatos hanganyag, jegyzetek, és a Talmudi oldal az alábbi linken letölthető: https://napitalmud.hu/esemeny/menachos-59 —————————————————- Mönáchot (Lisztáldozatok) – מְנָחוֹת A különféle ételáldozatok törvényei. Ebben a traktátusban kerülnek megtárgyalásra a cicit, a szemlélőrojtokra, és a töfilin, az imaszíjakra vonatkozó törvények. Ennek a traktátusnak a terjedelme a Babilóniai Talmudban 110 lap. —————————————————- A lublini Meir Spira rabbi által […] A Mönáchot 59 – Napi Talmud 2257 bejegyzés először NapiTalmud.hu-én jelent meg.
Az előadással kapcsolatos hanganyag, jegyzetek, és a Talmudi oldal az alábbi linken letölthető: https://napitalmud.hu/esemeny/menachos-58 —————————————————- Mönáchot (Lisztáldozatok) – מְנָחוֹת A különféle ételáldozatok törvényei. Ebben a traktátusban kerülnek megtárgyalásra a cicit, a szemlélőrojtokra, és a töfilin, az imaszíjakra vonatkozó törvények. Ennek a traktátusnak a terjedelme a Babilóniai Talmudban 110 lap. —————————————————- A lublini Meir Spira rabbi által […] A Mönáchot 58 – Napi Talmud 2256 bejegyzés először NapiTalmud.hu-én jelent meg.
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Az előadással kapcsolatos hanganyag, jegyzetek, és a Talmudi oldal az alábbi linken letölthető: https://napitalmud.hu/esemeny/menachos-56 —————————————————- Mönáchot (Lisztáldozatok) – מְנָחוֹת A különféle ételáldozatok törvényei. Ebben a traktátusban kerülnek megtárgyalásra a cicit, a szemlélőrojtokra, és a töfilin, az imaszíjakra vonatkozó törvények. Ennek a traktátusnak a terjedelme a Babilóniai Talmudban 110 lap. —————————————————- A lublini Meir Spira rabbi által […] A Mönáchot 56 – Napi Talmud 2254 bejegyzés először NapiTalmud.hu-én jelent meg.
Tema: Habacuque - Visão e Adoração Texto: Habacuque 2.4-3.19 Apresentador: Israel Mazzacorati Produção: André Castilho e Valdir Pydd Trabalhos Técnicos: Samuel Mattos e Luis Henrique Albuquerque Esta é a quarta palestra do Encontro de Amigos RTM 2026, ocorrido entre os dias 05 e 08/03/2026 no Filadélfia Hospedagens e Eventos, em São Bento do Sul, Santa Catarina. Após o diálogo de Habacuque com Deus, a partir do versículo 6 é revelado que o ímpio não passará impune. São reveladas, então, 5 sentenças, que mostram que o fato de a maldade da Babilônia ser usada para estabelecer juízo contra Israel não significa relevar a injustiça e maldade da própria Babilônia. A reação de Habacuque é uma resposta em tom de adoração, pois quando de fato contemplamos ao Senhor, migramos do reclamão para o adorador. Deus não tem interesse em destruir a sua criação. Deus tem interesse em cobrir sua criação com a glória dele. Essa é a esperança que Jesus vem trazer para este mundo. Dr. Israel Mazzacorati é pastor, professor de Teologia e apresentador de diversos programas na RTM Brasil.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em novembro de 1720, Johann Sebastian Bach fez um concerto ao órgão como prova de admissão no cargo de organista da Sankt-Jacobi Kirche, a igreja luterana de São Tiago, em Hamburgo. Embora tenha sido escolhido entre os oito candidatos que disputaram o concurso, ele não assumiu o cargo, porque era uma exigência do Conselho daquela cidade do norte alemão que os nomeados para a função dessem uma generosa oferta em dinheiro para a igreja. Bach se recusou a pagar para trabalhar e retornou para a corte de Cöthen, onde era Kapellmeister (diretor de música). Duas músicas apresentadas por Bach no concerto em Hamburgo - que durou mais de duas horas - são exibidas nesta edição de Manhã com Bach: o prelúdio coral An Wasserflüssen Babylon, "Nos rios da Babilônia" (BWV 653), e a Fantasia e Fuga em Sol Menor (BWV 542). O podcast traz ainda a cantata Wer sich selbst erhöhet, "Quem exalta a si mesmo" (BWV 47). Ouça o podcast no link acima. Este podcast reproduz o programa Manhã com Bach, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido nos dias 28 de fevereiro e 1º de março de 2026. Dedicado à divulgação da música do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750), Manhã com Bach vai ao ar pela Rádio USP (93,7 MHz) sempre aos sábados, às 9 horas, com reapresentação no domingo, também às 9 horas, inclusive via internet, através do site da emissora. Às segundas-feiras ele é publicado em formato de podcast no site do Jornal da USP. As edições anteriores do podcast Manhã com Bach estão disponíveis neste link.
Cultos:Domingo às 9h45 e 18h (live)Segunda às 20h (live)Siga-nos nas redes sociais:- Facebook: https://facebook.com/icbgv- Instagram: https://instagram.com/icbgv#icbgv #culto #célula #igreja
Pr Giovani Zimmermann Jr #Teologia #VidaCristã #Fé #Biblia #Escrituras #Pregação #Pastor
Seja Bem Vindo ao nosso PodCast! Giovani Zimmermann Jr é presidente fundador da Igreja Casa na Rocha. Casado c/Sophia e pai de 3 filhos. Professor de Teologia, Mestre em Filosofia Unioeste/PR, Psicanalista Clínico e Neuropedagogo. Graduou-se no Instituto Bíblico Cristo para Las Naciones (CFNI México/DF).Seja um Cooperador Fiel!
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Neste episódio da série A ORDEM, realizamos um confronto teológico e escatológico com o pensamento de Noam Chomsky, o "profeta laico" da modernidade. Reconhecido por sua revolução na linguística e por sua crítica feroz ao imperialismo e à manipulação midiática, Chomsky oferece diagnósticos precisos sobre o abuso de poder, mas suas soluções — baseadas no anarquismo e na rejeição de hierarquias — representam um risco sutil à identidade da Igreja Adventista. Exploramos como a visão chomskiana da linguagem como ferramenta biológica contrasta com a visão bíblica da Palavra como Revelação (Logos). Analisamos o perigo de importar o antiinstitucionalismo para dentro da igreja, confundindo autoridade espiritual com tirania. O desafio para a liderança adventista é aceitar a denúncia contra a manipulação ("a manufatura do consenso"), mas rejeitar a anarquia, reafirmando o sistema representativo como uma ordem divina redimida para a missão final. Resumo O episódio disseca a obra de Chomsky em cinco eixos, desde a ontologia da linguagem até a crítica ao Estado, aplicando-os à realidade eclesiástica. Argumenta-se que, embora a crítica ao poder seja necessária para evitar a "Babilônia", a resposta não é a dissolução da ordem (anarquismo), mas a purificação da autoridade sob o senhorio de Cristo. Principais Conclusões A linguagem não é apenas uma estrutura mental ou social, mas um dom sagrado que deve comunicar a Verdade, e não manipular consensos. O anarquismo epistemológico de Chomsky, se aplicado à igreja, leva ao gnosticismo institucional e à fragmentação da missão. A liderança adventista deve ser "representativa e profética", rejeitando tanto o autoritarismo burocrático quanto a desordem libertária. Pontos-Chave - A diferença entre a linguagem como "ferramenta de resistência" (Chomsky) e "veículo de Revelação" (Bíblia). - O risco da "política da desconfiança": quando o cinismo corrói a unidade do corpo de Cristo. - A missão profética exige ordem: a estrutura da igreja não é um fim, mas um canal vital para a proclamação. - A resposta à manipulação midiática e ideológica não é o silêncio, mas a pregação fiel da Palavra. Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042 Website www.startmovements.com Sobre Alex Palmeira Alex Palmeira é um formador de líderes focado na revitalização da igreja e no resgate do senso de movimento apostólico. Com experiência na liderança institucional e na plantação de igrejas, ele trabalha a intersecção entre teologia profunda, gestão eclesiástica e missão encarnacional. Seu objetivo é capacitar uma nova geração de líderes que compreendam o tempo em que vivem e respondam com fidelidade bíblica e coragem profética.
Roger Scruton foi o grande defensor da ordem, da beleza e da tradição no Ocidente. Mas será que sua filosofia conservadora é segura para a Igreja Adventista?Neste episódio, analisamos como o pensamento de Scruton, embora útil para combater o caos moral moderno, esconde um risco mortal para o povo remanescente: a sacralização do passado. Se a tradição se torna o critério final da verdade, como fica a missão profética de denunciar os erros de "Babilônia"? Descubra por que a verdadeira ordem adventista não é a conservação de costumes, mas a fidelidade radical à Palavra de Deus. Resumo – Uma análise crítica da filosofia de Roger Scruton, contrastando sua defesa da tradição cultural com a necessidade adventista de reforma contínua e fidelidade profética. Principais Conclusões – Scruton defende a tradição como fonte de ordem, mas o Adventismo a submete à autoridade superior da Bíblia. – O conservadorismo cultural pode se tornar um obstáculo para a proclamação de verdades impopulares (como o Sábado). – O sistema representativo da IASD equilibra ordem e movimento, evitando tanto o caos quanto o engessamento institucional. Pontos-Chave – A beleza e a ordem na liturgia: onde Scruton e o Adventismo concordam. – O perigo da "ruptura niilista" moderna vs. a "reforma profética" bíblica. – Por que a tradição humana não pode ser o refúgio final da Igreja. – A tensão entre manter a estrutura e avançar na missão escatológica. – A verdadeira ordem: não a nostalgia do passado, mas a obediência ao "Assim diz o Senhor". Alex Palmeira é um formador de líderes dedicado a catalisar movimentos missionais e fortalecer a liderança apostólica na igreja contemporânea. Com uma abordagem pastoral e teológica, atua como referência em processos de liderança institucional, focando na formação de uma cultura de fidelidade e missão. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
No podcast de hoje o Pr André Mourão, da ADVEC Penha, traz uma palavra baseada no texto de Ezequiel 36: 26. Quem em algum momento da vida não sente que precisa que o coração seja amolecido por Deus? O povo que estava na Babilônia, e Deus prometeu restauração em todos os sentidos! Você se sente afligido? Precisando de um renovo? Tem na palavra de Deus. Ouça, curta e compartilhe este podcast com todos.
No episódio de hoje discutimos sobre uma premonição familiar, uma surpresa galinácea e uma história terrível, mas com vista para o mar!〰️Dicas Bizarras:▪️ All Her Fault ▫️ Amazon Prime (Mabê)▪️ Alessa Camarinha - bloco Ritaleena e música Babilônia (Chico)▪️ Álbum “E disseram que não sei amar”, de Mc Morena (Fi)▪️ Álbum ao vivo, de Djavan (Fi)〰️
No 749º episódio do Podcast mais Rock'n Roll da internets Rômulo Konzen, Daniel Iserhard e Patricia Giovanetti batem papo sobre o disco de Babiônia da Rita Lee.Apoie o CMM:https://orelo.cc/crazymetalmindhttps://apoia.se/crazymetalmindCompre os produtos do CMM:https://podcaststore.com.br/Trilha tocada no episódio (na ordem):*Rita Lee - Jardins da Babilônia*Rita Lee - Eu e Meu Gato*Rita Lee - Miss Brasil 2000*Rita Lee - Disco Voador*Rita Lee - Agora é Moda*Rita Lee - Jardins da Babilônia*Rita Lee - O Futuro Me Absolve*Rita Lee - Sem Cerimônia*Rita Lee - Que Loucura*Rita Lee - Eu e Meu Gato*Rita Lee - ModinhaApoiadores do CMM no Padrim e Orelo, que ajudam a manter o Podcast no ar:Andre Serviuc - Ayrton Quintela - Marco Antônio Rodrigues Júnior - Christian Benardis - Rafael César Nolasco - Carolina Acsa - Ageu de Oliveira Ribeiro - Thais Caramori Feitosa - Erlan Di Alan - Diogo Felipe da Silva Santos - Christiano de Medeiros Seabra - Guilherme Montanha - Sergio Ricier - Christiano de Medeiros Seabra - Richard Cruz - Stefano Josef Dos Santos Marrara - Cristiano Ludgerio Ferreira - Renato Andrade - José Pereira - Evandro Meneguella - Itamar Carvalho - Lucas Xavier - Natalia Araujo Braz - Ricardo Tavares Pacheco Filho - Juliano Nugent da Silva - Leonardo Fernando Ninck - Heyder Araujo - Marcia Lima - Igor Gimenes - Gean Costa - Marcelo Anda - Daiara Melo - Bruno Glaser - Bruno Felipe Dos Santos - Luciana Carneiro - João Paulo Luiz Lopes - Luciano Fernandes Alencar - Pancotti Luiz Gustavo - Luis Augusto Avellar Martins - Rafael Schincariol - Leonardo Rosa - Pablo Budke - Marcelo da Cruz Bandeira - Guilherme Calciolari - Elisa Celino - Mileto Neto - Pedro Henrique Avelar - Lucas Abreu - Gabriel Hussid - Daniel Bragança - Thiago Moura Lima - Gustavo Rossi Moreno - Ana Paula Flory Barbosa de Lima - Daniel Barden - Leandro Da Silva Camargo - Renato. P - Pedro Sena - Ana Paula dos Santos - Marcelo Sousa Santos - Marcell Alves - André Passos - Lucas Nascimento - Rafael Arduini - Ricardo Candello - Rafael Costa - Thiago Cruz - Everson Douglas da Silva Andrade - Marcos Rainier Corrêa de Sá - Rogério B. de Miranda - André Mota - Rodolfo A. Redivo - Daniel DPT - Guilherme Morisson - Renan Leite - Augusto Biondini - Bryan Resende - Jordan Kalsing - Stéfano Marrara - Diogo Antonio Honrado - Edgard Teles - Alessandra Maass Costa - Wiliam Faria - Fabio Santos - Luiz Cezer - André Stábile - Anna Carolina Brasil - Álcio Villalobos - Lucas Galano - Wilson Bispo Jr - Amanda Moura - Jean sergio Cambruzzi - Camila Khodr Lobo - Marcio Honda - Leandro Silva Camargo - Roberto Gradaschi - Bruno Tisatto - Rafael Gatto - David Dilkin - Hugo Henrique Rodrigues Nacif Alves - Eder Moura - Guilherme Dondé Busini - Jonas Gois - Vitória Luísa Albuquerque Araújo e Silva - Ricardo Pontes - Andre Bravin - Gabriel Moura - Bruno Dos Santos - Leandro Rafael Reinbold - Gabriel Margonari - Felipe Da Silva - Ricardo Araujo - Renata da Costa Severo - João Lucas de Sousa Almeida - Priscila Azevedo - Tiago Veras - Henrique Malek - Luiz Frederico Villalobos - Iuri Ballesteros - Dionatan da Silva - Marcus Emanuel - Harrison Oliveira Santos - Marcelo Bandeira
LEITURA BÍBLICA DO DIA: NEEMIAS 1:4-11 PLANO DE LEITURA ANUAL: GÊNESIS 25–26; MATEUS 8:1-17 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Abraham Lincoln disse a um amigo: “Ajoelhei-me muitas vezes, convencido de que não havia para onde ir”. Nos anos da Guerra Civil Americana, ele passou muito tempo orando e convocou seu país para juntar-se a ele. Lincoln proclamou “um dia de humilhação, oração e jejum” em 1861 e novamente em 1863: “É dever das nações, bem como dos homens, reconhecer sua dependência do poder soberano de Deus: confessar seus pecados e transgressões em humilde tristeza, mas com a segura esperança de que o arrependimento genuíno conduzirá à misericórdia e ao perdão”. Tendo os israelitas sido cativos na Babilônia por 70 anos, o rei Ciro decretou que quem quisesse voltar a Jerusalém poderia retornar. Quando Neemias, também israelita (NEEMIAS 1:6) e copeiro do rei da Babilônia (v.11) soube que aqueles que haviam retornado estavam angustiados e envergonhados (v.3), ele sentou-se e chorou. Neemias passou dias lamentando, jejuando e orando (v.4), lutando em oração por sua nação (vv.5-11). E mais tarde, também chamou seu povo para jejuar e orar (9:1-37). Séculos depois, nos dias do Império Romano, Paulo também exortou seus leitores a orar por aqueles que estão em posição de autoridade (1 TIMÓTEO 2:1-2). Nosso Deus ainda ouve as nossas orações sobre assuntos que afetam a vida de outras pessoas. Por: ALYSON KIEDA
Daniel 3:12 - Mas há alguns judeus que nomeaste para administrar a província da Babilônia — Sadraque, Mesaque e Abede-Nego — que não dão ouvidos a ti, ó rei. Não prestam culto aos teus deuses nem adoram a imagem de ouro que mandaste erguer.
Ezequiel é o profeta das visões que despertam a fé e renovam a esperança. Chamado ainda jovem, lá no exílio da Babilônia, o profeta tornou-se voz de Deus quando muitos se sentiam abandonados, o Senhor mostrou que continua governando sobre todas as nações.
Devocional do dia 30/12/2025 com o Tema: “Atitude” Quem conhece a história e o livro de Daniel sabe que Nabucodonosor, rei da Babilônia, depois de sitiar Jerusalém, levou Jeoaquim, rei de Judá, os utensílios do templo de Jerusalém e jovens cultos, sábios, nobres e sem defeito para sua nação. Lá, esses jovens foram preparados e educados para depois servir no império babilônico. LEITURA BÍBLICA: Daniel 1.1,8-21 O rei [Nabucodonosor] fez perguntas [a Daniel e seus amigos] sobre todos os assuntos que exigiam sabedoria e discernimento e descobriu que eram dez vezes mais sábios do que todos os magos e encantadores de todo o seu reino (Dn 1.20).See omnystudio.com/listener for privacy information.
Visita dos magos Jesus nasceu em Belém, na região da Judeia, no tempo do rei Herodes . Depois do seu nascimento, chegaram uns sábios do Oriente a Jerusalém e perguntaram: «Onde está o rei dos judeus que acaba de nascer? É que nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo.» Quando ouviu isto, o rei Herodes ficou muito perturbado e com ele a população de Jerusalém. Mandou reunir todos os chefes dos sacerdotes mais os doutores da lei e perguntou-lhes onde haveria de nascer o Messias. Responderam: «Em Belém da Judeia, conforme o que o profeta escreveu: Tu, Belém, terra de Judá, não és de modo nenhum a menor entre as terras principais da Judeia, porque de ti é que há de vir um chefe que será o pastor do meu povo de Israel.» Então Herodes chamou à parte os sábios e perguntou-lhes quando é que exatamente a estrela lhes tinha aparecido. Depois mandou-os a Belém com esta recomendação: «Vão, informem-se cuidadosamente acerca do menino e, quando o encontrarem, venham-me dizer para eu ir também adorá-lo.» Depois de ouvirem o rei, os sábios partiram. Nisto, repararam que a estrela que tinham observado a oriente ia adiante deles, até que parou por cima do lugar onde se encontrava o menino. Ao verem a estrela, sentiram uma alegria enorme. Quando entraram na casa, viram o menino com Maria, sua mãe, e inclinaram-se para o adorar. Depois abriram os cofres e fizeram-lhe as suas ofertas de ouro, incenso e mirra. Então Deus avisou-os por meio dum sonho, para não voltarem a encontrar-se com Herodes. E eles partiram para a sua terra por outro caminho. Leitura bíblica em Mateus 2:1-12 Depois do nascimento de Jesus, chegaram uns magos do Oriente a Jerusalém para saber onde estava o “rei” dos judeus que acabara de nascer. Disseram que seguiram uma estrela no Oriente e desejavam adorá-Lo. Na altura, o rei era Herodes, e o mesmo ficou perturbado com a conversa dos magos. Então reuniu os doutores da Lei dos judeus para saber onde exatamente nasceria o Messias, chamado pelos magos “Rei dos judeus”. Citando o profeta Miqueias, os doutores da Lei foram assertivos quanto à profecia: “Tu, Belém, terra de Judá, não és de modo nenhum a menor entre as terras principais da Judeia, porque de ti é que há de vir um chefe que será o pastor do meu povo de Israel”. Entretanto não houve nenhum efeito prático, ou seja, os doutores e religiosos de Jerusalém estavam inertes em relação à profecia; e, para eles, era mais um dia a viver com os seus rituais diários no templo. A “estrela” (Mateus 2:9-10) que indicava o lugar onde estava o Salvador não chamou a atenção de nenhum religioso da época, mas a atenção veio de quem estava em terras distantes e de quem não tinha nenhum vínculo religioso com Jerusalém, os magos do Oriente. Os magos eram sábios, provavelmente astrónomos ou astrólogos que estudavam os astros; e acredita-se que eram oriundos da Pérsia, Babilónia ou Mesopotâmia. No primeiro século, os astrónomos ocupavam-se a observar o céu para prever padrões celestes, como o movimento das estrelas e a posição da Lua, ajudando a definir o calendário e as estações do ano. Havia também uma ligação entre a astrologia e religião, onde os magos ou sábios interpretavam os movimentos celestes como presságios divinos. O que chama a atenção neste cenário escrito por Mateus, é que não foram os religiosos da época que tiveram interesse em compreender a profecia a respeito do Messias, tampouco em seguir os magos, que foram guiados por uma estrela, para adorar o Rei dos judeus. A visita dos magos a Jerusalém e, logo em seguida, ao lugar onde estava o bebé Jesus, evidencia que o Reino de Deus não é um Reino exclusivista ou segregacionista. A visita deles inaugura uma nova perspectiva de Reino, um Reino que inclui todos e todas. Não foram os doutores e religiosos da época os primeiros a adorar Jesus, mas foram os astrónomos do Oriente. Eles não eram judeus, não eram doutores nem mestres conhecedores da “torá”, portanto não deveriam saber das leis do povo judeu. A Salvação não é étnica, não é para uma determinada cor de pele, não é para um tipo de género, é para todos os que reconheçam JESUS como Senhor e Salvador. - Paulo Garbino Neste tempo pede a Deus força para esperar com confiança. Agradece pela alegria que Ele coloca no teu dia. Entrega-Lhe aquilo que te preocupa. Pergunta: o que queres que eu faça hoje para viver mais perto de Ti?
LEITURA BÍBLICA DO DIA: ISAÍAS 49:13-18 PLANO DE LEITURA ANUAL: OSEIAS 1–4; APOCALIPSE 1 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Quando criança, eu colecionava selos postais. Quando o meu angkong (“avô” em nosso dialeto) ouviu sobre meu hobby, ele começou a guardar os selos postais de seu escritório todos os dias. Sempre que eu os visitava, meu angkong me dava um envelope cheio de belos e variados selos. Certa vez, ele me disse: “Embora eu esteja sempre ocupado, não vou me esquecer de você”. Meu angkong não demonstrava o seu afeto abertamente, mas eu sentia profundamente o seu amor. De forma ainda infinitamente mais profunda, Deus demonstrou o Seu amor por Israel quando declarou: “eu não me esqueceria de vocês!” (ISAÍAS 49:15). Sofrendo na Babilônia por idolatria e desobediência no passado, Seu povo lamentava: “o Senhor se esqueceu de nós” (v.14). Mas o amor de Deus por Seu povo não tinha mudado. O Senhor lhes prometeu perdão e restauração (vv.8-13). Assim como Deus nos diz hoje, Ele disse a Israel: “escrevi seu nome na palma de minhas mãos” (v.16). Ao ponderar sobre as Suas palavras que trazem segurança, lembrei-me das mãos de Jesus marcadas pelos pregos e estendidas em amor por nós e por nossa salvação (JOÃO 20:24-27). Como os selos de meu avô e suas palavras gentis, Deus estende a Sua mão misericordiosa como um símbolo eterno de Seu amor. Sejamos agradecidos por Seu amor imutável. Ele nunca nos esquecerá. Por: KAREN HUANG
Voltamos às festas e excessos de Hollywood do final da década de 20 neste podcast aonde aprendemos sobre os primórdios do cinema falado, e sobre o filme Babilônia. Uma celebração ou uma crítica à Hollywood antiga?!
En esta ocasión les platicamos sobre el Mapa Babilónico del Mundo, el que se considera el mapa más antiguo de la humanidad y una de las claves para entender las creencias del mundo babilónico, entender qué significa este mapa, a dónde lleva y por qué marca esas locaciones son un tema de lo más interesante.
Lucas 2:52 “Y Jesús crecía en sabiduría y en estatura, y en gracia para con Dios y los hombres”.Hoy quiero comenzar con un discurso corto pero profundo declaró Bryan Dyson antes de dejar su cargo como presidente de Coca Cola a nivel mundial:"Imagina las áreas de tu vida como un juego en el que estás tratando de mantener cinco pelotas en el aire”, estas son: Trabajo, Familia, Salud, Relaciones y Vida Espiritual.Según la experiencia, el Trabajo es como una pelota de goma, si la dejas caer, rebotará y regresará, pero las otras cuatro pelotas: Familia, Salud, relaciones y tu vida espiritual son frágiles, como de cristal. Si dejas caer una de estas, irrevocablemente saldrá astillada, marcada, lastimada, dañada e incluso rota. Nunca volverá a ser la mismo pelota de cristal.Este discurso, aunque no fue pronunciado en el culto de una iglesia, contiene una profunda sabiduría espiritual. Muchos trabajan incansablemente buscando éxito, dinero o reconocimiento, pero cuando se detienen se dan cuenta de que han perdido lo más valioso: su familia, su salud, sus relaciones y su relación con Dios. Es necesario apreciar y ser esforzado por conseguir y cuidar lo más valioso, Dios lo confirma en su palabra en Génesis 2:15 “Tomó, pues, Jehová Dios al hombre, y lo puso en el huerto de Edén, para que lo labrara y lo guardase”; Bryan Dyson recomendó lo siguiente: “Trabaja eficientemente en el horario regular de oficina, dale el tiempo requerido a tu familia a tus amigos y relaciones, haz ejercicio, come y descansa adecuadamente, y sobre todo… crece en tu vida espiritual, en tu relación con Dios que es lo más trascendental, porque es eterno” (énfasis añadido), Mateo 6:33 “Mas buscad primeramente el reino de Dios y su justicia, y todas estas cosas os serán añadidas”.Todo lo dicho por Bryan Dyson en su discurso se encuentra escrito en la Bíblia como textos inspirados por el Espiritu Santo con el fin de instruir a todo aquel que desea tener una vida equilibrada y en bendición, la Biblia también enseña sobre el equilibrio, la prioridad y el valor de lo eterno, Jesús lo declaro en Mateo 16:26 “Porque ¿qué aprovechará al hombre si ganare todo el mundo, y perdiere su alma?” Por tal razón el orden espiritual de todo no es: trabajo → familia → Dios. El orden espiritual de todo es: Dios → familia → trabajo.En la Biblia aparecen personajes que establecieron un orden invisible y espiritual en su vida:Daniel: Supo mantener equilibrio entre su vida profesional (sirviendo en el gobierno de Babilonia), su salud (no contaminándose con la comida del rey), sus relaciones (ganándose el respeto de sus superiores y amigos) y su espíritu (orando tres veces al día sin comprometer su fe). Daniel prosperó sin perder su integridad. Aunque alcanzó los más altos cargos en el imperio Babilónico, nunca comprometió su comunión con Dios ni su disciplina personal, “Daniel propuso en su corazón no contaminarse”, Daniel 1:8.José: Equilibrio entre trabajo y valores espirituales; José trabajó con excelencia aun en la esclavitud y prisión, pero nunca sacrificó su integridad espiritual, “Jehová estaba con José, y era varón próspero”, Génesis 39:2.Nehemías: Equilibrio entre visión y descanso; Nehemías dirigió la reconstrucción del muro sin descuidar su comunión con Dios, ni su gente; supo detenerse para orar y fortalecerse. “Y oramos a nuestro Dios, y por causa de ellos pusimos guarda contra ellos de día y de noche”, Nehemías 4:9.Jesús: Modelo perfecto de equilibrio; trabajo, familia espiritual, salud, amigos y espíritu. Enseñaba, sanaba y servía sin descuidar su tiempo de oración, descanso y comunión con el Padre.EL TRABAJO: LA PELOTA DE GOMAEl trabajo representa la responsabilidad, la diligencia y el esfuerzo. Es importante, pero no lo más importante. Eclesiastés 2:22-23 “Porque ¿qué tiene el hombre de todo su trabajo, y de la fatiga de su corazón, con que se afana debajo del sol? Porque todos sus días no son sino dolores, y sus trabajos molestias; aun de noche su corazón no reposa. Esto también es vanidad”.El trabajo es necesario, pero no es eterno. Es una herramienta, no un destino, Dios bendice el esfuerzo, pero maldice el afán; El problema no está en trabajar mucho, sino en trabajar sin propósito celestial. Colosenses 3:23-24 “Y todo lo que hagáis, hacedlo de corazón, como para el Señor y no para los hombres...” El trabajo cuando cae al piso, rebota, se puede recuperar o puede reinventarse, pero cuando se convierte en un ídolo, roba el tiempo que pertenece a Dios, a la familia y a la salud. El creyente debe recordar: el trabajo no te da identidad; tu identidad está en Cristo.LA FAMILIA: FRAGIL COMO CRISTALLa familia fue el primer proyecto de Dios, Génesis 2:24 “Por tanto, dejará el hombre a su padre y a su madre, y se unirá a su mujer, y serán una sola carne”. Muchos quieren servir a Dios en público, pero ignoran su altar privado.La familia no se reemplaza. Una herida familiar mal tratada deja marcas profundas. 1 Timoteo 5:8 “Porque si alguno no provee para los suyos, y mayormente para los de su casa, ha negado la fe, y es peor que un incrédulo”.La Biblia presenta la familia como un diseño divino: no es solo un grupo de personas, sino el primer ministerio. La restauración de una familia sana comienza con reconocer que el hogar debe estar centrado en Dios. Josué 24:15 — 'Pero yo y mi casa serviremos a Jehová.'LA SALUD: TAMBALENATE Y DEBILMuchos no valoran la salud hasta que la pierden. El cuerpo es templo del Espíritu Santo, no una máquina de rendimiento, 1 Corintios 6:19-20 “¿O ignoráis que vuestro cuerpo es templo del Espíritu Santo...? glorificad, pues, a Dios en vuestro cuerpo”.En el afán por lograrlo todo, muchos descuidan su salud física y mental. Dios no nos llamó a matarnos por el éxito, sino a honrarle con el cuerpo que nos dio. Descuidar la salud es descuidar el propósito. Jesús cuidó su cuerpo descansando, orando y comiendo con propósito. El equilibrio espiritual también requiere equilibrio físico: descanso, nutrición y límites. Éxodo 20:9-10 “Seis días trabajarás, y harás toda tu obra; mas el séptimo día es reposo para Jehová tu Dios”.LOS AMIGOS: FUERTES COMO UNA PIEDRALas amistades y las relaciones moldean el carácter. La Biblia advierte en 1 Corintios 15;33 “'Las malas conversaciones corrompen las buenas costumbres”. Un verdadero amigo te acerca a Dios, no te aleja de Él. Dios usa amistades para formarnos y sostenernos. Un amigo verdadero es un reflejo del amor de Cristo. Proverbios 17:17 “En todo tiempo ama el amigo, y es como un hermano en tiempo de angustia”. Jesús mismo tuvo amigos íntimos como Pedro, Juan y Lázaro. Su ejemplo enseña que la amistad es una extensión del amor divino. Juan 15:15 “Ya no os llamaré siervos... pero os he llamado amigos”.5. EL ESPÍRITU: ETERNOEsta es la esfera que sostiene a todas las demás. Cuando el espíritu está firme en Dios, todo se alinea. Si el espíritu se apaga, todo lo demás se desordena. 1 Tesalonicenses 5:23 “Y el mismo Dios de paz os santifique por completo; y todo vuestro ser, espíritu, alma y cuerpo, sea guardado irreprensible…”.El espíritu representa la relación con Dios, la comunión, la adoración y la fe. Si esta conexión se rompe, ninguna otra área puede sostenerse, Mateo 6:33 “Mas buscad primeramente el reino de Dios y su justicia, y todas estas cosas os serán añadidas”.Aquí está el centro del mensaje. Bryan Dyson habló del “espíritu” como algo que no se puede descuidar… pero no...
Roger Williams não foi apenas um pioneiro da liberdade religiosa. Ele foi um homem à frente de seu tempo, cuja compreensão radical da separação entre Igreja e Estado moldaria, séculos depois, a espinha dorsal dos regimes democráticos e pluralistas. No entanto, o que torna Williams especialmente relevante para a eclesiologia adventista não é apenas sua defesa dos direitos civis, mas sua teologia profundamente enraizada na soberania de Deus e na primazia da consciência iluminada pelo Espírito. Para ele, a coerção na religião era uma afronta não apenas à dignidade humana, mas à autoridade divina. A liberdade religiosa era, portanto, uma exigência espiritual, não apenas política. A Igreja Adventista do Sétimo Dia, como movimento profético, compartilha esse impulso escatológico. O chamado para sair da Babilônia é um chamado à liberdade espiritual. A proclamação dos Três Anjos em Apocalipse 14 inclui uma denúncia do sistema religioso que se uniu ao poder civil, pervertendo a adoração e perseguindo os fiéis. O pensamento de Roger Williams, embora situado em outro contexto histórico, ressoa com essa advertência. Seu testemunho é uma convocação para que a liderança adventista preserve, na estrutura e na missão, um impulso bíblico, espiritual, apostólico e profético que resista às tentações do autoritarismo, do sincretismo institucional e da acomodação cultural.
Ouça esta pregação do Pr. Marcelo Franco na IPR Church no culto de Domingo.
1 Pedro 1:15-1715 sino, como aquel que os llamó es santo, sed también vosotros santos en toda vuestra manera de vivir;16 porque escrito está: Sed santos, porque yo soy santo.17 Y si invocáis por Padre a aquel que sin acepción de personas juzga según la obra de cada uno, conducíos en temor todo el tiempo de vuestra peregrinación;
Leitura Bíblica Do Dia: JEREMIAS 52:31-34 Plano De Leitura Anual: SALMOS 143–145; 1 CORÍNTIOS 14:21-40 O devocional de hoje está uma bênção! Marque um amigo aqui nos comentários para ler com você! Kevin Ford, funcionário de um restaurante de fast-food, não perdia um turno há 27 anos. Depois de gravarem um vídeo mostrando sua humilde gratidão, ao receber um modesto presente dado pela empresa que comemorava décadas do seu dedicado serviço, milhares de pessoas se reuniram para demonstrar- -lhe bondade. “É como um sonho… um sonho tornado realidade”, disse ele ao saber que em seu nome tinha sido arrecadado pouco mais de um milhão de reais em apenas uma semana. Joaquim, rei exilado de Judá, também foi abençoado com extrema bondade. Ele tinha sido encarcerado por 37 anos, antes de a benevolência do rei da Babilônia resultar em sua liberdade. “[O rei] …o libertou da prisão em 31 de março daquele ano. Falou com ele gentilmente e o colocou num lugar mais elevado que o de outros reis exilados na Babilônia” (JEREMIAS 52:31-32). Joaquim recebeu um novo cargo, novas roupas e uma nova morada. Sua nova vida foi totalmente custeada pelo rei. Essa história retrata o que acontece espiritualmente quando, sem contribuições próprias ou de outros, as pessoas que acreditam na morte e ressurreição de Jesus são resgatadas do seu afastamento de Deus. Elas são trazidas das trevas e da morte à luz e à vida e para a família de Deus. São trazidas por causa da extrema bondade de Deus. Por: ARTHUR JACKSON
EBD PECC IEADAM 3º TRIM 2025 | Lição 9: "Juízo contra Nações vizinhas e a queda da Babilônia. "
Alô, alô! Os problemas das cidades têm a ver com evolução? A Ecologia Urbana, um ciência nova, surge para investigar as redes ecológicas que acontecem dentro da cidade. Um rato, uma pomba, um trevo de quatro folhas, por mais banais (e nojentos) que pareçam, fazem parte de redes que ainda estamos tentando entender. E muito além disso, suas dinâmicas e resistência às pressões da cidade formam processos evolutivos. Nesse episódio, Lucas Andrade conta a história de Lucas Nascimento, vulgo Taio Science, um ecólogo que sempre se perguntou como as pautas raciais se unem às ambientais. A vida de Taio, como uma pessoa negra vindo de periferia, aliada a reflexões acadêmicas permitiu que ele compreendesse a Ecologia Urbana com a complexidade social. Entendendo que na cidade, o que dita a distribuição das espécies passam por decisões sociais, políticas e raciais. Ouça essa história para entender as diferentes camadas e dramas que se passam pela mente de Taio e também entender como essa área de estudo tem a capacidade de mudar o mundo. Assuntos abordados:00:00 - Defesa do Dr. Taio15:50 - Ecologia da cidade (os ratos da cidade)16:38 - Plantas da cidade.20:11 - Seleção Natural na cidade28:56 - Exemplos de evolução na cidade33:05 - Questões sociais da cidade torna a evolução mais complexa. A dupla fratura de Malcom Ferdinand.38:37 - Influência do racismo estrutural .40:24 - Efeito do Luxo (Christopher Schell)43:00 - O Projeto do Sabiá-Laranjeira52:29 - Taio finalizando a defesa Referências e links: Link para o artigo do Lucas "Taio" Nascimento - Quentinho! Saiu dia 11 de junho (2025)! "Urbanization Filters Megacolorful, Small-Bodied, and Diet-Specialist Species in Tropical Bird Assemblages" Tese de doutorado do Lucas "Taio" Nascimento - "A Beleza na natureza: como a evolução, as interações ecológicas e a urbanização moldam o colorido das aves" (2024) Livro: "Uma Ecologia Decolonial" (Malcom Ferdinand, link para compra | link para PDF) Artigo: ironicamente, cidades oferecem condições positivas para algumas espécies (Bisikirskiene, 2024) Artigo: Consequências ecológicas e evolutivas do racismo sistêmico em ambientes urbanos "The ecological and evolutionary consequences of systemic racism in urban environments" (Christopher Schell, 2020) A mariposa cinza e o melanismo industrial (Cook & Saccheri, 2013) Pesquisa: Compararam como duas espécies de aves generalistas lidam com o ambiente urbano em cidade pequena (na Lituânia). (Birsikirskiene, 2024) Vídeo: Palestra de Anne Charmantier com vários exemplos de evolução na cidade. "From wild to streets, evolution never sleeps" Artigo: Dinâmica eco-social-evolutiva das cidades (Simone Des Roches, 2020) Música "Quem Nasceu pra Malandragem Pode Ser Doutor" (Taio Science) Extra: Pesquisa: Primeiro a encontrar evidência de processo evolutivo em aves de Chernobyl causado pela radiação ionizante em animais selvagens. (Galvan, 2014)Esquema: Racismo estrutural e clacismo sustentam a heterogeneidade da paisagem em cidades (retirado do artigo de Christopher Schell, 2020):
Leitura Bíblica Do Dia: ISAÍAS 46:4-7 Plano De Leitura Anual: NEEMIAS 10–11; ATOS 4:1-22 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Depois de uma cirurgia malsucedida, o médico de Joana disse que ela precisaria submeter-se a outra em cinco semanas. A ansiedade aumentou com o passar do tempo; Joana e seu marido eram idosos e sua família morava longe deles. O casal precisaria dirigir até uma cidade desconhecida e passar por todo o complexo sistema hospitalar, além de consultar-se com um novo especialista. As circunstâncias pareciam terríveis, mas Deus cuidou deles. Durante a viagem, o GPS quebrou, mas eles chegaram a tempo, pois tinham um mapa. Deus lhes proveu a sabedoria. No hospital, um pastor orou com eles e se ofereceu para ajudá-los naquele dia. Deus lhes proveu apoio. Após a operação, Joana recebeu as boas notícias: a cirurgia fora bem-sucedida. Embora nem sempre recebamos cura ou resgate, Deus é fiel e está sempre perto das pessoas vulneráveis, sejam elas jovens, idosas ou com necessidades especiais. Quando o cativeiro na Babilônia enfraqueceu os israelitas, Isaías os lembrou de que Deus os sustentara desde o nascimento e continuaria a cuidar deles. Deus disse: “…até que seus cabelos fiquem brancos. Eu os criei e cuidarei de vocês” (ISAÍAS 46:4). Deus não nos abandona quando precisamos dele. Ele nos supre e nos lembra de que está conosco em todos os momentos de nossa vida. Ele é Deus de todos os nossos dias. Por: JENNIFER BENSON SCHULDT
Leitura Bíblica Do Dia: LAMENTAÇÕES 1:1,12-13,16-20 Plano De Leitura Anual: ESDRAS 6–8; JOÃO 21 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Com meus irmãos e nossas famílias, passei o dia fazendo a mudança de meus pais, saindo da casa onde crescemos. No fim da tarde, pegamos os últimos objetos e, sabendo que era nossa última vez ali, fizemos uma foto na varanda. Eu segurava as lágrimas quando minha mãe me disse: “Está tudo vazio agora”. Não resisti e pranteei o vazio da casa que carregava 54 anos de memórias. Até evito pensar sobre isso. A dor em meu coração ecoa as primeiras palavras de Jeremias em Lamentações: “A cidade que antes era cheia de gente agora está deserta…” (v.1). Uma diferença importante é o fato de Jerusalém estar deserta “por seus muitos pecados” (v.5). Deus exilou Seu povo na Babilônia porque haviam se rebelado e recusavam o arrependimento (v.18). Meus pais não estavam se mudando por causa de algum pecado, embora o declínio da saúde que vem com a idade seja consequência do pecado de Adão no Éden. Não é incomum que procuremos casas menores, mais fáceis de manter, na velhice. Sou grato pelas memórias que fizeram daquela casa simples um lar tão especial. Com o amor, vem a dor. Sei que a próxima despedida não será de um lugar, mas dos meus próprios pais, e eu choro. Clamo que Jesus venha, encerrando as despedidas e restaurando todas as coisas. Ele é a minha esperança. Por: MIKE WITTMER
O Fim do Reinado de Belsazar e a Queda da Babilônia (Parte 2) Instantes Finais
O Fim do Reinado de Belsazar e a Queda da Babilônia (Parte 1) Instantes Finais
Quando o orgulho e a soberba tomam conta, a queda é inevitável.
Alerta para os que foram selados com o Espírito Santo. Amanhã estaremos tratando desse assunto. "Finalmente, irmãos meus, regozijai-vos no Senhor. Não me aborreço de escrever-vos as mesmas coisas, E É SEGURANÇA PARA VÓS. Guardai-vos dos cães, guardai-vos dos maus obreiros, guardai-vos da cortadura;" Filipenses 3:1-2 "E o que é que estou vendo agora? A Babilônia fez a mesma coisa: levou o Meu povo como escravo sem pagar nada por ele. Aqueles que o estão dominando dão gritos de vitória e Me ofendem sem parar." Isaías 52:5 (Bíblia na linguagem de hoje).