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Confira nesta edição do JR 24 Horas: Banco de Brasília apresenta plano ao BC para recomposição de capital após perdas com Master. FGC já pagou R$ 36 bilhões a credores do Banco Master e avança em outros bancos. São Paulo inicia vacinação contra a dengue com imunizante do Butantan.
Confira nesta edição: a Polícia Civil de Pernambuco confirmou que realizou o monitoramento indevido contra Gustavo Queiroz Monteiro, Secretário de Articulação Política e Social da prefeitura do Recife, e o irmão dele, Eduardo Monteiro. Veja ainda que aumentaram os casos de síndrome respiratória aguda grave no Norte do Brasil. E o BRB precisa apresentar esta sexta (6) para apresentar plano para recompor perdas por operações com o Master. E ainda: candidatos têm último dia para se inscreverem no Fies.
Luís Aguiar-Conraria distingue comentário e análise política sobre líder do Chega e candidato a Belém. E ainda a fiscalidade nas pensões. Escreva-nos para foradobaralho@observador.pt ou 91 002 4185.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Semana em que um ciclo foi fechado. Permanecemos no mesmo lugar?Bloco 1- Ron Gvili, último sequestrado, é resgatado em Gaza.- Fase 2 do cessar-fogo. O que vem por aí?- Exército reconhece números do ministério da saúde de Gaza. Pelo menos 70 mil palestinos mortos em Gaza como consequência direta da guerra.- Pogroms e violência de colonos terroristas na Cisjordânia. Bloco 2- Manifestações no setor árabe contra o crime organizado e política da polícia. - Partidos árabes anunciam a volta da Lista Unificada para as próximas eleições.- Partidos ultraortodoxos cedem e aprovam o orçamento em primeira leitura.- Ben Gvir não promove policiais não alinhados. Bloco 3- Personagem da semana- Palavra da semana- Correio dos ouvintesPara quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - apoia.se/doladoesquerdodomuroNo exterior - patreon.com/doladoesquerdodomuroNossa página: ladoesquerdo.comNós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialtwitter - @doladoesquerdo e @joaokminstagram - @doladoesquerdodomuroyoutube - youtube.com/@doladoesquerdodomuroTiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalSite com tradução de letras de músicas - https://shirimemportugues.blogspot.com/Episódio #338 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.
Vídeos curtos sobre espiritualidade (Lucidez.Religare)
Vídeos curtos sobre espiritualidade (Lucidez.Religare)
Explodem protestos nos Estados Unidos após a segunda morte de um cidadão americano por agentes federais do ICE. E ainda:- Zelensky dez que o acordo com os Estados Unidos de garantias de segurança após o encerramento da guerra com a Rússia está “100% pronto”- Governo iraniano reconhece mais de 30 mil mortes na repressão aos protestos antigoverno iniciados em dezembro- Onda de frio recorde provoca nevascas, tornado e gelo combinados com temperaturas que devem chegar a -45 graus nos Estados Unidos Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180_Segundos Fale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br
Entrou em vigor neste mês a Lei nº 14.705 , que pode reconhecer os pacientes com fibromialgia e de outras doenças semelhantes como pessoas com deficiência. O reconhecimento necessita avaliação biopsicossocial multiprofissional e interdisciplinar, que vai considerar os impedimentos nas funções e estruturas do corpo e limitações no desempenho de atividades. A nova lei também prevê diretrizes para o atendimento integral de pacientes com fibromialgia pelo SUS. Em entrevista à jornalista Lana Dias, o médico e presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia, José Eduardo Martinez, explica os possíveis impactos da lei para quem tem a doença.
Nunca pensou ser candidato a Belém, mas aceitou o desafio dos camaradas. Reconhece as dificuldades, mas mantém o objetivo: resistir. Não esconde as saudades do Belenenses e a amizade com Seguro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Último episódio do ano….Bloco 1- Situação do Hamas em Gaza- Israel reconhece a SomalilândiaBloco 2- Netanyahu e Trump na Flórida- Catargate- Indiciamento da ex-procuradora do exército- Smotritch ataca presidente do SupremoBloco 3- Personagem da semana- Palavra da semana- Correio dos ouvintesPara quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - apoia.se/doladoesquerdodomuroNo exterior - patreon.com/doladoesquerdodomuroNossa página: ladoesquerdo.comNós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialtwitter - @doladoesquerdo e @joaokminstagram - @doladoesquerdodomuroyoutube - youtube.com/@doladoesquerdodomuroTiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalSite com tradução de letras de músicas - https://shirimemportugues.blogspot.com/Episódio #334 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.
Leila Pereira voltou a comentar o momento do futebol brasileiro e, mais uma vez, evitou reconhecer os méritos esportivos do Flamengo em suas recentes conquistas. O discurso chama atenção pelo tom defensivo e pela tentativa de relativizar títulos construídos dentro de campo, em uma temporada marcada por hegemonia rubro-negra.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Libertadores
N511 - EASD 2025 - Diabetes Distress: Novo consenso Europeu reconhece o impacto emocional do diabetes! - Sônia Castilho e Fernando Valente by SBD
Mensagem ministrada pelo Pr. José Miguel na Igreja Batista Alameda.
Tiago Leifert analisou o momento do Flamengo e afirmou que o clube é hoje o maior time do Brasil. A fala veio acompanhada de dados que reforçam a hegemonia rubro-negra: liderança em 23 rodadas do Brasileirão, melhores números ofensivos e defensivos, marcas históricas e o raro feito de conquistar Libertadores e Brasileiro no mesmo ano. Tulio Rodrigues detalha o contexto, explica as estatísticas e mostra por que o Flamengo vive uma das fases mais dominantes da história do futebol nacional.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #TiagoLeifert
Pedro Fernando Nery, colunista do Estadão, professor de economia do IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), analisa a Economia interna, às 3ªs, 7h45, no Jornal EldoradoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Dezembro chega e muita gente chama de correria.Mas não é correria.É balanço.É o mês que te obriga a encarar quem você foi o ano inteiro.Sem disfarce, sem desculpa, sem narrativa bonita.Porque no fim, a pergunta que dezembro te faz é simples:Você viveu no automático… ou viveu de verdade?Dezembro é o lembrete de que não adianta querer um ano novocom as mesmas atitudes velhas, com os mesmos padrões que te sabotam,com as mesmas promessas que você repete todo anoe não cumpre porque continua fugindo de você mesmo.A verdade é dura, mas liberta:ninguém muda enquanto culpa o mundo.Ninguém avança enquanto repete as mesmas escolhas.Ninguém evolui enquanto protege a própria zona de conforto.Então respira.Olha pro teu ano com honestidade.Reconhece o que doeu, o que faltou, o que você poderia ter feito melhor.Não para se punir, mas para não viver tudo igual outra vez.Dezembro é isso:um convite para você assumir o volante da própria vida.Com consciência, com responsabilidade, com verdade.Porque janeiro não vai trazer nada novose você não trouxer um novo você.
Dezembro chega e muita gente chama de correria.Mas não é correria.É balanço.É o mês que te obriga a encarar quem você foi o ano inteiro.Sem disfarce, sem desculpa, sem narrativa bonita.Porque no fim, a pergunta que dezembro te faz é simples:Você viveu no automático… ou viveu de verdade?Dezembro é o lembrete de que não adianta querer um ano novocom as mesmas atitudes velhas, com os mesmos padrões que te sabotam,com as mesmas promessas que você repete todo anoe não cumpre porque continua fugindo de você mesmo.A verdade é dura, mas liberta:ninguém muda enquanto culpa o mundo.Ninguém avança enquanto repete as mesmas escolhas.Ninguém evolui enquanto protege a própria zona de conforto.Então respira.Olha pro teu ano com honestidade.Reconhece o que doeu, o que faltou, o que você poderia ter feito melhor.Não para se punir, mas para não viver tudo igual outra vez.Dezembro é isso:um convite para você assumir o volante da própria vida.Com consciência, com responsabilidade, com verdade.Porque janeiro não vai trazer nada novose você não trouxer um novo você.
Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
Ler Karl Marx no contexto eclesiástico é, desde o início, um exercício ambíguo. Por um lado, Marx oferece instrumentos críticos para diagnosticar distorções institucionais, como a alienação, a burocratização da vida comunitária e o uso do discurso religioso como máscara de dominação. Por outro, Marx representa uma das mais incisivas negações da fé, da liberdade espiritual e da transcendência divina na história do pensamento moderno. Este episódio assume ambas as tensões. Reconhece que certas categorias marxistas — como crítica à alienação e à desigualdade institucional — podem lançar luz sobre fragilidades organizacionais na Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD). Mas alerta, com igual vigor, que o marxismo, como ideologia histórica e proposta revolucionária, é incompatível com a fé cristã e representa uma ameaça direta à ordem e à missão espiritual da Igreja.
O Aos Fatos desta quarta-feira (12) destaca a entrevista do governador Jerônimo Rodrigues na Rádio Metropole. Ele comentou a disputa pela eleição de 2026, parcerias com a oposição e o papel da Bahia na transição energética e nos debates sobre sustentabilidade, em meio a COP30, que acontece nesta semana em Belém.
Com a decisão, o arquipélago se torna o primeiro país do mundo a ter essa designação integral
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Joana Gomes Cardoso é a convidada de Conversas com CEO.A comissária-geral de Portugal na Expo Osaka diz que se criou um momento extremamente propício para Portugal em relação ao Japão e a países asiáticos como a Coreia e a China. Para já, houve negócios de anos que se concretizaram, com especial relevo para as empresas familiares, e acordos com universidades. Reconhece que a contratação pública e a instabilidade política foram os maiores desafios que enfrentou na organização da Expo Osaka, desejando agora que não se perca a experiência e o know-how que se acumulou, aproveitando-os para as duas que já estão a chegar, em Belgrado, em 2027, e na Arábia Saudita, em 2030. Falou também de como a sua vida de adolescente no Japão a ajudou a vencer desafios na organização e a ajudar outros países a compreender o temperamento de um país que, diz, é muito parecido com o dos portugueses. Como nós, não conseguem dizer não.
No episódio gravado em Esteio, o presidente César Augusto Habassa Hax faz um balanço franco da gestão na ABCCC: defende mandatos de 2 anos como modelo ideal (o 3º ano foi estratégico para concluir obras e não transferir “fardo” à sucessão), e descreve um modelo de liderança descentralizado (vice-presidências com protagonismo, comissões e executivos resolvendo problemas “no nascedouro”). Detalha entregas estruturais (cobertura da pista principal, Arena Vetinil, sede e restaurante novos/fechados, ampliação de camping e estacionamento, mais coxeiras, banheiros definitivos, lojas comerciais e boulevard em andamento) e a engenharia financeira: dois empréstimos de 5 anos (jan/2023 e jan/2024), orçamento saindo de R$ 28 mi para R$ 32 mi, forte crescimento comercial (patrocínios/transmissões), mantendo taxas cartoriais sem aumento real (apenas correção; isenções/ajustes como importação 75%). Reconhece a lacuna nos núcleos (caíram de 110 para 80 ativos): quer aporte maior com mérito e mais investimento em expansão (equipe pequena; visão de colocar R$2 mi/ano que “volta” em inscrições e cartório). Sobre sucessão, vê André preparado (trajetória de usuário/jurado, proximidade geográfica, time já rodado) e propõe o Conselhão como fórum para estratégia de 5–20 anos. Fecha agradecendo à comunidade, reforçando cultura de profissionalização sem perder a essência da raça.Highlights
Ministro dos Negócios Estrangeiros reconheceu nas Nações Unidas a existência de um Estado palestiniano. Paulo Rangel tentou apaziguar Israel, exigindo “a libertação de todos os reféns, incluindo nacionais”, mas o governo de Telavive continua a afirmar-se “desapontado” com a diplomacia de Lisboa. Portugal alinhou com o Reino Unido, a França, a Bélgica, a Austrália, a Nova Zelândia e o Canadá numa acção diplomática de grande alcance. Esta segunda-feira, discute-se na ONU a solução dos dois Estados. Neste episódio, conversamos com o comentador de política internacional da SIC Rui Cardoso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Reino Unido reconhece Estado da Palestina
“A maior parte das pessoas acha que eu sou maluca”, confessa entre risos Inês Aires Pereira logo no arranque deste episódio de Alta Definição. Conhecida pela autenticidade e pela boa disposição que a caracterizam, a atriz admite a Daniel Oliveira que, por vezes, sente-se “um bocadinho palhaça”, algo que, apesar de divertir os outros, a irrita. Depois desta introdução, que reforça traços já familiares da sua personalidade, a conversa ganha contornos mais íntimos. Sem filtros nem receios, Inês abre o coração e recorda alguns dos momentos mais difíceis da sua vida. Entre humor e emoção, partilha a experiência da depressão que enfrentou após dar vida a uma personagem constantemente triste. “Achava que não tinha o direito de ter uma depressão. Pensava: ‘Tens tudo, um homem, dois filhos, casa, dinheiro, saúde’. Pedi ao David que me internasse”, relembra, entre lágrimas e gargalhadas. Reconhece que, apesar do preconceito em torno dos antidepressivos - “não tomes isso, é perigoso”, chegaram a dizer-lhe - , foi precisamente a medicação que mais a ajudou a recuperar. Por isso, deixa um apelo direto: é urgente quebrar os estigmas e a vergonha associados a este tema. “O que não pode ser é a pessoa viver com aquela tristeza.” Mais recentemente, Inês integrou a nova série da RTP, 'FELP', dos mesmos criadores da novela satírica Pôr do Sol, e admite estar a atravessar “uma boa fase”. Ainda assim, revela que da infância, da qual guarda poucas memórias, lembra-se de sentir falta de colo. Hoje, porém, encontra equilíbrio naquilo a que chama “a fase sanduíche”: “Estou a cuidar dos meus filhos, já estou a cuidar dos meus pais e, ao mesmo tempo, estou a cuidar de mim.” O programa foi emitido a 13 de setembro na SIC e pode ser ouvido aqui. A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alberto Gonçalves comenta as declarações de Emmanuel Macron sobre o reconhecimento do estado da Palestina.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Uma lei aprovada recentemente pelo Congresso e sancionada sem vetos pelo presidente Lula prevê o programa nacional de proteção dos direitos da pessoa acometida por Fibromialgia ou Fadiga Crônica, por Síndrome Complexa de Dor Regional ou outras doenças correlatas. Com a lei, a partir de janeiro os portadores passam a ser considerados como pessoas com deficiência. O médico do exercício e do esporte, Yuri Sena, explica os sintomas associados, como fadiga extrema, distúrbios do sono, alterações de memória e concentração, depressão e ansiedade e fala sobre a importância da lei para a melhoria da qualidade de vida dos portadores.
No programa de hoje, Renato e Cristiane Cardoso responderam à pergunta de uma aluna de 37 anos que, até hoje, nunca namorou e nem se apaixonou por alguém. Ela compartilhou seu sonho de planejar o próprio casamento e escolher o vestido de noiva. No entanto, ao ver nas redes sociais amigas mais novas se casando, sente-se diminuída.Segundo ela, apenas pessoas erradas demonstram interesse, como homens casados e até mulheres. Ainda assim, tem plena consciência de que essas situações não refletem as promessas de Deus para sua vida. Reconhece que pode estar ansiosa, mas afirma que seu desejo éformar uma família. Com o coração aflito, perguntou como pode fazer para que Deus lhe dê uma chance.Os professores, então, compartilharam o testemunho de uma participante que chegou às palestras da Terapia do Amor carregando feridas emocionais, mas que, ao aplicar osensinamentos, curou sua alma, restaurou o coração e, acima de tudo, encontrou o amor da sua vida.Teme sobre o que fazer Ainda no programa, Line, de 20 anos, contou que participa das palestras há seis meses. Apesar disso, carrega traumas de relacionamentos passados e teme repetir os erros. Ela explicou que tenta manter a calma e não se deixar levar pela ansiedade, mas recentemente recebeu uma ligação de um ex-namorado com quem não falava há muito tempo.Durante a conversa, ele confessou que terminar com ela foi o maior erro que cometeu. Line, no entanto, foi clara: só consideraria reatar se ele também buscasse a Deus como ela tem feito. Em dúvida, perguntou ao casal se deveria esperar por essa mudança ou seguir em frente. Por fim, confessou que deseja viver a vontade de Deus, mas teme que lutar por esse amor possa desviá-la desse caminho.Além disso, o programa trouxe o depoimento de Marcelo, que falou sobre a transformação que viveu ao participar da Terapia do Amor. Antes, sua vida familiar era totalmente desestruturada, mas com os ensinamentos recebidos, tudo foi restaurado.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e CristianeCardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Líder do governo Lula e PCO reconhecem exageros do Judiciário. Leia os comentários de Alexandre Garcia sobre os principais temas da política!
A sete meses da Conferência da ONU sobre as Mudanças Climáticas em Belém, o presidente da COP30, o embaixador brasileiro André Corrêa do Lago, reconhece que a percepção da agenda climática por governos, empresas e até populações “está diferente do que gostaria”. Mas o contexto internacional desfavorável para o evento mais importante do ano na temática ambiental também trouxe reflexões sobre a quebra da confiança nas COPs – e um mea culpa: “a realidade é que nós não estamos sendo convincentes”. Lúcia Müzell e Jeanne Richard, da RFI em ParisO experiente diplomata ressalta a importância de a conferência ser capaz de transformar os discursos e acordos em atos concretos. “Se esse tema diminuiu de importância na agenda mundial, é também porque alguma coisa nós não estamos fazendo direito”, disse, em entrevista à RFI. “Devemos ajustar o que estamos falando sobre a mudança do clima, para não continuarmos a assustar as pessoas sem uma solução.”Apesar do contexto internacional desfavorável, com guerras em curso, o multilateralismo em crise e a saída do maior emissor histórico de gases de efeito estufa, os Estados Unidos, da mesa de negociações, Corrêa do Lago descarta a hipótese de a COP de Belém terminar em retrocessos. “O que já foi assinado deve ser realizado, deve ser implementado”, frisou.O Brasil presidirá a conferência em novembro sob o telhado de vidro dos planos de aumentar da produção de petróleo nas próximas décadas – apesar de os 196 países membros da Convenção do Clima terem concordado, em 2023, em “se afastar” dos combustíveis fósseis, os maiores responsáveis pelo aquecimento anormal do planeta. “Não há nenhuma dúvida de que as energias fosseis são o principal problema que nós devemos enfrentar”, afirmou o embaixador. “Algumas coisas nós podemos estar fazendo errado, mas nós estamos fazendo muitíssimas coisas certas. Eu acredito que sim, há uma capacidade do Brasil de mostrar o rumo para a maioria dos outros países”, alegou.Leia abaixo os principais trechos da entrevista, realizada por videoconferência nesta terça-feira (8).RFI: 2025 marca os dez anos do Acordo de Paris. Desde o começo, a expectativa era muito alta para essa COP 30, sobre a ambição climática que a gente vai conseguir chegar. Mas o contexto atual é muito desfavorável, com uma escalada de guerras e do discurso negacionista, retrocessos evidentes na agenda ambiental em diversos países. Uma sombra de Copenhague paira sobre Belém? André Corrêa do Lago: A gente não pode analisar as circunstâncias, que são muito diferentes. Eu acho que Copenhague foi um caso muito especial e as circunstâncias internacionais, em princípio, eram até favoráveis em 2009. Eu acredito que nós estamos tendo hoje uma certa tendência a um retrocesso, mas nós temos que analisar por que desse retrocesso.Quando você tem uma preocupação com guerras ou com eleições, todos esses elementos são extremamente importantes na política e nós podemos até entender, mas a realidade é que isso está comprovando que a mudança do clima ainda não adquiriu a dimensão, que deveria ser natural, de que ela está por cima de todos esses elementos. Você não pode escolher ou guerra, ou crise ou mudança do clima. A mudança do clima está aí e vai continuar, portanto a gente não pode tapar o sol com a peneira e não ver que as circunstâncias estão cada vez mais graves.Eu acho que é um desafio enorme, mas também é um desafio para nós renovarmos o discurso pró-clima para uma maneira mais convincente, porque a realidade é que nós não estamos sendo convincentes. Se esse tema diminuiu de importância na agenda mundial, é também porque alguma coisa nós não estamos fazendo direito. Nós temos que melhorar a nossa comunicação sobre a relevância dessa agenda.RFI: Menos de 10% dos países da Convenção Quadro cumpriram o calendário previsto e entregaram as suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) em fevereiro, como previsto. Como o senhor qualifica esse impasse? É um mau sinal para o sucesso da COP30?ACL: Teria sido muito melhor se mais países tivessem apresentado, não há a menor dúvida. Mas a verdade é que o prazo foi estendido para setembro. Houve um entendimento de que estava muito complexo para vários países apresentarem as suas NDC, por motivos diversos.A União Europeia, por exemplo, estava um pouco ligado à questão das eleições. Vários países estavam muito ligados a questões técnicas. A ideia é que os países possam apresentar a melhor NDC possível e a mais ambiciosa possível. Eu acho que o importante é isso, que favoreça a qualidade das NDCs que estão sendo apresentadas.RFI: Para o senhor, o que vai ser um sucesso da COP30?ACL: Nós ainda não estamos declarando o que nós consideramos que deverá ser um sucesso da COP30. Não há dúvida de que as NDC são um elemento importante. Só que as NDC dos países são voluntárias: cada país apresenta a sua de acordo com aquilo que considera ser possível. Então, você não pode pressionar os países ou alegar que os países não estão fazendo alguma coisa. Se algo foi decidido, eles estão fazendo o que foi decidido.Nós temos que aguardar essas NDCs e, uma vez que elas forem apresentadas, nós vamos ser capazes de fazer um cálculo de quão distantes nós ainda estamos do objetivo de 1,5ºC [limitar o aquecimento do planeta a no máximo 1,5ºC até o fim deste século]. As Nações Unidas têm uma forma de análise das NDCs e o resultado final vai ser apresentado e discutido.Agora, se nós não estamos atingindo o objetivo de temperatura que estava no Acordo de Paris, nós temos que sentar e discutir como é que nós podemos aumentar a ambição. Não há a menor dúvida de que alguns países gostam muito de falar de ambição, mas a realidade é que a maioria dos países em desenvolvimento dizem que eles só podem falar de ambição se houver recursos financeiros, porque incorporar clima é um peso adicional ao esforço de desenvolvimento.Esse debate se arrasta desde o momento que a gente negociou essa Convenção do Clima, que foi assinada em 1992, portanto é um tema tão complexo que nós ainda não conseguimos encontrar uma solução. Mas eu acredito que ainda há um desejo e uma convicção de que é por via do multilateralismo que nós podemos encontrar a melhor maneira de cooperar.Acho que seria um enorme sucesso se a COP30 apresentar soluções conviventes em todas as áreas – e acho que isso é muito possível, porque temos soluções, as tecnologias estão progredindo de forma extraordinária e temos ideias adaptadas a circunstâncias muito distintas. Há muitos caminhos e cada país tem o seu – num grande país como o Brasil, cada região tem o seu. Devemos respeitar isso, porque não se pode impor soluções que, no final, sejam caras demais ou custem muito caro politicamente. É muito importante para as democracias poder ganhar eleições, então devemos garantir que esse discurso será seguido de ações e demonstrações do que estamos defendendo.RFI: A última COP, em Baku, foi frustrante para muitos países em desenvolvimento, que esperam financiamento para promover a sua transição. Como providenciar os bilhões de dólares necessários, afinal sem este dinheiro, alguns países podem ser obrigados a apresentar planos climáticos pouco ambiciosos ou até nem mesmo apresentar um plano?ACL: O financiamento é um tema absolutamente central porque, na maioria dos países em desenvolvimento, existe uma acumulação de diversas dimensões do desenvolvimento ao mesmo tempo – educação, saúde, infraestruturas, transportes. O combate às mudanças climáticas se adiciona a tudo isso. É mais do que justo que os países que puderam se desenvolver de forma muito mais progressiva e organizada, e que são responsáveis pela acumulação de CO2 na atmosfera, forneçam os recursos para estes países em desenvolvimento poderem se desenvolver tendo a questão do clima no centro dos seus modelos de desenvolvimento.RFI: Os países desenvolvidos providenciarão este dinheiro sem os Estados Unidos?ACL: Quem está muito preocupado com a ausência dos Estados Unidos são os outros países desenvolvidos, porque se forem somente os países desenvolvidos que deverão providenciar os recursos, a saída da maior economia do mundo desse pool torna a equação mais complexa. Mas não é só isso.Nós precisamos olhar a questão do financiamento climático de maneira muito mais vasta. A decisão de Baku inclui o esforço da presidência brasileira e da presidência do Azerbaijão de passar de US$ 300 bilhões por ano para US$ 1,3 trilhão. São números absolutamente assustadores, mas que dão a dimensão do impacto que o clima está tendo na economia mundial.Esta proposta, que deve ser assinada por Mukhtar Babayev [presidente da COP29] e eu, é uma proposta de como poderemos passar de A a B de forma convincente. Estamos trabalhando neste assunto de forma muito séria, porque pensamos que não podemos trabalhar apenas com fundos especiais para o clima. Nós devemos fazer com que o clima esteja no centro de todas as decisões de desenvolvimento, de investimentos e de finanças. Isso exige que mudemos muito a nossa forma de pensar os investimentos e o financiamento. Acho que temos um bom caminho a percorrer, mas espero que seremos capazes de apresentar alguma coisa que seja positiva e, ao mesmo, tempo realista.RFI: A cada COP, existe uma pressão muito grande para aumentar o que já se tem, mas manter o que foi conquistado é também um desafio. O senhor trabalha com a ideia, por exemplo, de encarar pressões para que o compromisso dos países de se afastarem [“transitioning away”] dos combustíveis fósseis saia do texto, por exemplo?ACL: Não, não, não. O “transitioning away” já foi aprovado em Dubai por todos os países membros do Acordo de Paris. Eu acho que é algo que já está decidido – o que não está é as várias maneiras como nós podemos contribuir, cada país à sua maneira, para essa transição. Mas o que já foi assinado deve ser realizado, deve ser implementado. Não há nenhuma dúvida de que as energias fosseis são o principal problema que nós devemos enfrentar.Nós temos uma crise política, mas também de confiança no processo de negociações climáticas. Como eu estava comentando, eu acho que a percepção da agenda está diferente do que a gente gostaria, e a capacidade de implementação também tem frustrado muitos atores importantes. É muito grave no caso, por exemplo, do setor privado, porque se o setor privado não vê uma vantagem econômica em seguir o caminho, que é o caminho mais racional, é porque em alguma coisa nós estamos falhando.Nós temos que ter um diálogo muito maior com o setor privado para devolvê-lo a confiança nessa agenda. Ele se pergunta se é realmente um bom negócio garantir que vamos combater as mudanças climáticas. Eu estou convencido de que sim.O grande desafio é que devemos convencer não apenas os governos, como as populações, de que tudo que devemos fazer vai ajudar as economias. Devemos, portanto, ajustar o que estamos falando sobre a mudança do clima para não continuarmos a assustar as pessoas sem uma solução.RFI: O Brasil, com a sua agenda pró-petróleo a pleno vapor, defendida pelo presidente Lula, incluindo a entrada do país na Opep+ e o lançamento de um leilão de 332 blocos de petróleo e gás no país em junho, vai conseguir promover uma maior redução das emissões e encaminhar o fim dos combustíveis fósseis? Como o Brasil vai convencer alguém se o próprio Brasil vai aumentar a sua produção de petróleo? ACL: O Brasil não é só o Brasil que você está mencionando: são os vários Brasis que estão fazendo coisas incríveis no combate à mudança de clima. Isso vai ser uma coisa que vai ficar bastante clara na COP 30, inclusive por o Brasil ser um país tão grande, tão diverso, tendo exemplos em todas as direções.Algumas coisas nós podemos estar fazendo errado, mas nós estamos fazendo muitíssimas coisas certas. Eu acredito que sim, há uma capacidade do Brasil de mostrar o rumo para a maioria dos outros países. Eu acredito que a COP tem que ser uma oportunidade de todos os países mostrarem o que estão fazendo de positivo.Eu acho que o que os países estão fazendo que agrada menos é muito claro para todo mundo, de todos os países. Vários países europeus estão fazendo coisas que não agradam, vários asiáticos também. E provavelmente nós também. Mas a verdade é que eu acredito que o Brasil vai ser reconhecido, mais do que nunca, como um celeiro de soluções que favorecem o combate à mudança do clima.O Brasil já anunciou que será neutro em carbono em 2050. Como nós chegaremos a este grande objetivo é um grande debate nacional que teremos. Nós teremos este debate: o que faremos com esse petróleo, se esse petróleo existir.RFI: A questão da acomodação dos participantes e das infraestruturas de Belém é um problema que ainda não foi resolvido, a sete meses da conferência. O Brasil, inclusive, decidiu antecipar o encontro dos líderes. A COP30 vai ser a qualquer custo em Belém e somente em Belém? ACL: A COP30 vai ser em Belém. E eu acho que Belém vai provocar grandes surpresas, porque é incrível a quantidade de coisas que estão falando da cidade e esquecendo das qualidades de Belém. É uma cidade incrivelmente charmosa. Eu, que gosto particularmente de arquitetura, saliento que tem coisas extraordinárias em arquitetura, e é uma cidade que tem a culinária mais sofisticada do Brasil. E eu acho que os habitantes da cidade vão absolutamente encantar os participantes da COP.RFI: Os Estados Unidos se retiraram do Acordo de Paris e não devem participar da COP 30. O senhor, como presidente da conferência, tem buscado algum diálogo com Washington, apesar do duro revés dos Estados Unidos na questão ambiental? ACL: Eles podem participar porque já informaram que vão sair do acordo, mas formalmente eles só saem em janeiro do ano que vem. É um momento muito desafiador, é claro. Nós estamos totalmente abertos para explorar caminhos construtivos com o governo americano, da mesma forma como nós já estamos com muitos canais abertos com vários setores da economia americana, com vários estados americanos, com várias cidades americanas, porque afinal, não são os Estados Unidos que estão saindo do Acordo de Paris, é o governo americano. Uma grande parte do PIB americano está totalmente comprometida com o Acordo de Paris.
O governo federal reconheceu a situação de emergência nas cidades de Angra dos Reis e Petrópolis, no Rio de Janeiro por causa das fortes chuvas. Veja também: campanha nacional de vacinação contra gripe começa nesta segunda-feira (7).
Sem fé é impossível agradar a Deus. Então como exercitá-la?Neste episódio saiba também como saber a hora em que começa o sábado.A série "A Oração dos Santos" foi transmitida para todo Portugal a partir da Igreja Central de Lisboa, entre os dias 11-18 de Janeiro de 2025.Minhas anotações:Isa 65:24 - e será que antes que clamem…Hebreus 11:6 - Sem fé é impossível agradar a Deus…Prov 3:5…. - Confia no Senhor de tod o teu coracao e nao te estribes no teu proprio entendimento. 6. Reconhece-o em todos os teus caminhos e Ele endireitará as tuas veredas. 7. Nao sejas sabio aos teus proprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal; 8. será isto saúde para teu corpo e refrigério para teus ossos. 9. Honra ao Senhor com os teus bens, e com as primícias de toda a tua renda; 10. e se encherão fartamente os teus celeiros e transbordarão de vinho os teus lagares.Filipenses 4:19 - E o meu Deus, segundo…Salmo 34:4-5 - Agrada-te do Senhor, e Ele satisfará… Entrega…Testemunho: quando o Senhor nos enviou as blusas do uniforme para as meninas.Quando começa o sábado?A prática de guardar o sábado de pôr do sol a pôr do sol está fundamentada em princípios bíblicos. Na criação, o relato de Gênesis descreve os dias como tendo “tarde e manhã” (Gênesis 1:5, 8, 13, etc.), indicando que o dia começa na parte da tarde, ao pôr do sol.Essa compreensão é confirmada em outras partes da Bíblia. Por exemplo: 1. Lei Mosaica: Em Levítico 23:32, ao falar do Dia da Expiação, Deus ordena que ele fosse guardado “de uma tarde a outra tarde”, estabelecendo o padrão para a observância do dia sagrado. 2. Exemplo de Jesus e dos Judeus: Durante o ministério de Jesus, os judeus observavam o sábado de pôr do sol a pôr do sol. Em Marcos 1:32, lemos que “ao pôr do sol”, trouxeram os enfermos para serem curados, porque o sábado já havia terminado. 3. Prática dos Adventistas do Sétimo Dia: Seguindo esses princípios bíblicos, os adventistas do sétimo dia guardam o sábado de sexta-feira ao pôr do sol até sábado ao pôr do sol, considerando-o um período santo dedicado à comunhão com Deus e ao descanso, em obediência ao quarto mandamento (Êxodo 20:8-11).Esse entendimento reforça a ideia de que a guarda do sábado é uma celebração da criação e uma oportunidade de se conectar com Deus de maneira especial, no tempo que Ele designou.
No episódio do Podcast Canaltech desta sexta-feira (21) falamos sobre a 8ª edição do Prêmio Canaltech, com nosso Fundador, Felipe SzatkowskiFalamos também sobre o aumento de preços nos planos do Google One, sobre o anúncio do iPhone 16e e novas expectativas para o futuro iPhone 17. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Salvatico, e contou com reportagens de André Magalhães, Wendel Martins e Diego Corumba. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech é de segunda a sexta, a partir das 6h da manhã.See omnystudio.com/listener for privacy information.
NESTA EDIÇÃO. ONS reforça que sistema opera com segurança, mas cresce a pressão sobre a geração distribuída. Regras do leilão de reserva viabilizam ampliação de termelétricas. MME encaminha decreto à Casa Civil para resolver déficit de Itaipu. Refina Brasil pede detalhamento de estratégia de preços da Petrobras. Brava vende campos para Azevedo & Travassos Petróleo e Petro-Victory Energy. Agência Internacional de Energia alerta para necessidade de proteger minerais críticos em meio a crescentes tensões geopolíticas.
António José Telo afirma que reconhecer o estado da Palestina não contribui para uma solução pacífica no Médio Oriente. Sobre a Ucrânia, garante que Europa continua sem capacidade para ajudar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O presidente Lula (PT) voltou a defender nesta quinta-feira, 15, a realização de novas eleições na Venezuela, possível solução sugerida por ele pelo ex-chanceler Celso Amorim, chefe do Itamaraty paralelo do governo Lula, e cobrou “bom senso” do ditador Nicolás Maduro.“O Maduro tem seis meses de mandato ainda […] se ele tiver bom senso ele poderia tentar fazer uma conclamação ao povo da Venezuela, quem sabe até convocar novas eleições, estabelecer um critério de participação de todos os candidatos, criar um comitê eleitoral supra partidário que participe todo mundo e deixar que entre olheiros do mundo inteiro.O que eu não posso é ser precipitado e tomar uma decisão”, disse o petista em entrevista à Rádio T, em Curitiba.Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília. https://bit.ly/meiodiaoa Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
A Executiva Nacional do PT divulgou uma nota na noite de segunda-feira, 29, para saudar o povo venezuelano “pelo processo eleitoral ocorrido no domingo, dia 28 de julho de 2024, em uma jornada pacífica, democrática e soberana”.O partido se antecipou, assim, ao próprio governo Lula, que ainda aguada esclarecimentos que embasem a proclamação da vitória do ditador Nicolás Maduro (foto) pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela.Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília. https://bit.ly/meiodiaoa Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Você já se perguntou por que algumas pessoas desistem ao enfrentar desafios? No ponto de vista de hoje, vamos entender o impacto de encarar derrotas e como a paixão e o amor pelo que fazemos podem nos manter resilientes. GARANTA AGORA SEU INGRESSO PARA O A HORA H 2024: https://bit.ly/49xfhiw
☕ No Morning Call de hoje, Henrique Esteter chama a atenção ao receio global sobre uma inflação sem grandes controles nos EUA.O petróleo permanece nos US$ 90, enquanto o minério de ferro avança.*Dentre os principais destaques: *(i) Comissão do Senado aprova pedido de auditoria sobre dividendos da Petrobras;(ii) Natura&Co aprova encerramento do programa de ADRs;(iii) Google investe US$1 bi para ampliar conectividade com Japão por meio de dois cabos submarinos;(iv) NVIDIA: Morgan eleva preço-alvo e prevê “fortalecimento contínuo” de negócios.