Podcasts about igreja

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    Rádio9deJulho
    Encontro com o Pastor - 21-07-2026

    Rádio9deJulho

    Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 9:20


    Neste episódio, o Arcebispo destaca avida de São Lourenço de Brindisi (1559–1619), frade capuchinho, diplomata papal e Doutor da Igreja.

    Catalisadores
    Polarização, Redes Sociais e Unidade Doutrinária: Os Desafios da Governança Adventista

    Catalisadores

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 14:03


    A Igreja Adventista enfrenta hoje um dos maiores desafios de sua história: como preservar a unidade doutrinária, a missão global e a identidade profética em uma era marcada pela polarização ideológica, pela cultura digital e pela crise de confiança nas instituições? Neste episódio, analisamos os impactos das redes sociais, do tribalismo ideológico, dos influenciadores religiosos, das tensões doutrinárias contemporâneas e das mudanças culturais que pressionam o sistema representativo adventista. Mais importante ainda, buscamos compreender como a Igreja pode permanecer fiel à sua missão profética sem perder sua relevância no mundo atual. Você descobrirá: ✅ Como a polarização ameaça a unidade da Igreja ✅ O impacto das redes sociais na autoridade espiritual e organizacional ✅ Os desafios da cultura digital para a liderança adventista ✅ O papel do Working Policy, do Manual da Igreja e das Assembleias ✅ Como preservar a unidade sem sacrificar a verdade ✅ A importância da governança representativa em tempos de crise ✅ O desafio de reconquistar a confiança das novas gerações ✅ Por que a missão deve continuar sendo o centro regulador de todas as decisões Este episódio é um chamado à maturidade espiritual, à fidelidade doutrinária e ao fortalecimento de uma Igreja capaz de permanecer unida enquanto proclama ao mundo a mensagem dos três anjos. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042

    Igreja do Amor
    #909 - Yahweh Jireh Pr. Arthur Pereira

    Igreja do Amor

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 70:02


    #909 - Yahweh Jireh Pr. Arthur Pereira by Igreja do Amor

    Valnice Milhomens
    Autoridade da Igreja no confronto

    Valnice Milhomens

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 30:12


    Autoridade da Igreja no confronto | Dia 6 | Adoração | 20-07-2026A Igreja não entra no confronto espiritual como uma vítima ou como uma instituição frágil. Ela entra como o Corpo de Cristo, revestida da Sua autoridade plena sobre todo o poder do inimigo.

    Pr Giovani Zimmermann Jr #Teologia #VidaCristã #Fé #Biblia #Escrituras #Pregação #Pastor
    O Amor Soberano que nos Atrai para Deus _ Igreja Casa na Rocha _ #CultoAoVivo

    Pr Giovani Zimmermann Jr #Teologia #VidaCristã #Fé #Biblia #Escrituras #Pregação #Pastor

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 54:04


    Seja Bem Vindo ao nosso PodCast! Giovani Zimmermann Jr é presidente fundador da Igreja Casa na Rocha. Casado c/Sophia e pai de 3 filhos. Professor de Teologia, Mestre em Filosofia Unioeste/PR, Psicanalista Clínico e Neuropedagogo. Graduou-se no Instituto Bíblico Cristo para Las Naciones (CFNI México/DF).Seja um Cooperador Fiel!

    Igreja CEI
    Tenha uma causa | Bp. Fernando Francelino | Igreja CEI

    Igreja CEI

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 43:33


    Tenha uma causa | Bp. Fernando Francelino | Igreja CEI by Igreja Cei

    Marta Maria
    2 Crônicas 14–20; 26; 30 | Estudo Vem e Segue-Me, Velho Testamento, 2026

    Marta Maria

    Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 71:44


    Estudo do Velho Testamento com o apoio do manual Vem, e Segue-Me (um recurso preparado pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias).Nossos episódios trazem reflexões e insights sobre alguns dos tópicos designados para a semana, buscando tornar seu estudo mais claro, edificante e conectado às escrituras. Junte-se a nós nesta jornada de aprendizado e inspiração enquanto exploramos o significado das revelações para os nossos dias.Seja você um membro novo, experiente ou alguém curioso sobre a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, este é um espaço para aprender, compartilhar e crescer espiritualmente.Acompanhe-nos nesta jornada de aprendizado e fortalecimento da fé, enquanto buscamos viver mais plenamente os ensinamentos de Cristo!

    Conversas à quinta - Observador
    As Histórias da Bíblia. Maria Madalena, a mulher mais difamada da Bíblia

    Conversas à quinta - Observador

    Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 37:07


    Maria Madalena foi uma personagem primordial da história bíblica, mas viu a sua reputação manchada pela Igreja durante séculos. Quem foi ela? O novo episódio de "As Histórias da Bíblia".See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Nova Igreja de Ipanema
    Razões Por Que Eu Continuo Indo à Igreja - Timóteo Gomes

    Nova Igreja de Ipanema

    Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 36:14


    Mensagem compartilhada na noite do dia 19 de julho de 2026 pelo pastor Timóteo Gomes da Nova Igreja de Ipanema.

    Clube dos 52
    As Histórias da Bíblia. Maria Madalena, a mulher mais difamada da Bíblia

    Clube dos 52

    Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 37:07


    Maria Madalena foi uma personagem primordial da história bíblica, mas viu a sua reputação manchada pela Igreja durante séculos. Quem foi ela? O novo episódio de "As Histórias da Bíblia".See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Devocionais Pão Diário
    DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | QUEBRANTAMENTO ABENÇOADOR

    Devocionais Pão Diário

    Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 3:47


    LEITURA BÍBLICA DO DIA:  TIAGO 2:3-6 PLANO DE LEITURA ANUAL: SALMOS 23–25; ATOS 21:18-40  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Curvado e utilizando uma bengala, seus 60 anos de liderança espiritual evidenciam que o reverendo William Barber II confia em Deus, a fonte de sua força. Em 1993, ele recebeu o diagnóstico de uma doença que funde as vértebras da coluna. De forma não tão sutil lhe disseram: “Barber, descubra outra coisa para fazer além de pastorear, pois a Igreja não vai querer uma pessoa com deficiência física como pastor”. Ele ignorou o comentário ofensivo e Deus o usou não apenas como pastor, mas como uma voz poderosa e respeitada a favor dos desamparados e marginalizados. O mundo talvez não saiba lidar bem com pessoas com limitações, mas Deus sabe. Quem valoriza a beleza, a força bruta e o que o dinheiro pode comprar talvez não perceba o bem que acompanha a fragilidade indesejada. Vale a pena considerar a pergunta retórica de Tiago e o princípio entrelaçado nela: “não foi Deus que escolheu os pobres deste mundo para serem ricos na fé? Não são eles os herdeiros do reino prometido àqueles que o amam?” (TIAGO 2:5). Quando a saúde, a força ou outras coisas são reduzidas, a fé não precisa seguir o mesmo caminho. Pela força de Deus, pode ser o oposto. Nossa fragilidade pode ser o estímulo para confiarmos nele. Como ocorreu com Jesus, Ele pode usar nossa fragilidade para trazer o bem ao nosso mundo.  Por: ARTHUR JACKSON 

    Zoom
    As Histórias da Bíblia. Maria Madalena, a mulher mais difamada da Bíblia

    Zoom

    Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 37:07


    Maria Madalena foi uma personagem primordial da história bíblica, mas viu a sua reputação manchada pela Igreja durante séculos. Quem foi ela? O novo episódio de "As Histórias da Bíblia".See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Conversas de Fim de Tarde
    As Histórias da Bíblia. Maria Madalena, a mulher mais difamada da Bíblia

    Conversas de Fim de Tarde

    Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 37:07


    Maria Madalena foi uma personagem primordial da história bíblica, mas viu a sua reputação manchada pela Igreja durante séculos. Quem foi ela? O novo episódio de "As Histórias da Bíblia".See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Ouve lá
    UM DEUS QUE REFRIGERA A ALMA - Pr Filipe Silva - IGREJA VIDEIRA LISBOA

    Ouve lá

    Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 70:30


    Abençoe esse ministério financeiramente através de uma oferta:https://igrejavideira.pt/lisboa/ofertar/Ouve lá nosso podcast!Spotify: https://open.spotify.com/show/3Wq4LFYa45x4ssHj4YLXCo?si=oBbqqgA7RJmoh8qNb4DnTQApple Podcasts: https://podcasts.apple.com/us/podcast/ouve-l%C3%A1/id1502549196?uo=4Instagramhttps://www.instagram.com/videiralisboa/Facebookhttps://www.facebook.com/igrejavideiralisboa

    WGospel.com
    Cremos na proclamação do evangelho

    WGospel.com

    Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 1:15


    CREMOS NA PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO – NISTO CREMOS 012 Cremos que a Igreja cristã se compõe de todos os que verdadeiramente crêem em Cristo; mas, nos últimos dias, um tempo de ampla apostasia, um remanescente tem sido chamado para fora, a fim de guardar os mandamentos de Deus e a fé de Jesus. Este remanescente anuncia a chegada da hora do Juízo, proclama a salvação por meio de Cristo e prediz a aproximação de Seu segundo advento. Essa proclamação é simbolizada pelos três anjos de Apocalipse 14; coincide com a obra de julgamento no Céu e resulta numa obra de arrependimento e reforma na Terra. Todo crente é convidado a ter uma parte pessoal neste testemunho mundial. Nisto cremos!

    Horizontes: Reflexão e Devoção para vida
    | O QUE SIGNIFICA fazer parte da Igreja de Jesus?! [Marcos 3.13-15]

    Horizontes: Reflexão e Devoção para vida

    Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 39:19


    Olhar para esse texto é estar diante de uma “Igreja embrionária” e por isso, é importante observar o que ali Jesus fez para compreender Suas intenções e propostas para nós, que queremos caminhar como povo de Deus.Podemos resumir o que Jesus faz ali em 3 verbos:• Jesus chama• Jesus reúne• Jesus enviaE aí está uma boa forma de perceber a essência da Igreja. A Igreja é a união de pessoas chamadas por Jesus, que se reúnem em volta de Jesus para serem por Ele enviadas como sal da terra e luz do mundo.Também assim podemos resumir a tarefa da Igreja. Ao anunciar o Evangelho, estamos chamando ou convocando pessoas, reunindo pessoas para desfrutarem da transformação em Jesus e enviando pessoas como testemunhas que inspiram mudanças no mundo. O que significa realmente fazer parte da Igreja de Cristo?#igrejabatista #igrejanaoelugar #reflexão # #pregação #juntossomosmaisfortes

    SantoFlow Podcast
    MARIA NA HISTÓRIA DO BRASIL E PORTUGAL | COM PROF. DANIEL AFONSO E RAPHAEL TONON | SANTOFLOW #446

    SantoFlow Podcast

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 169:53


    O SantoFlow recebe o Prof. Daniel Afonso e Raphael Tonon para um episódio especial sobre um tema fascinante e fundamental para compreender as raízes da nossa fé: MARIA NA HISTÓRIA DO BRASIL E DE PORTUGAL.O Prof. Daniel Afonso é mariólogo, teólogo e fundador do Instituto Locus Mariologicus, além de membro correspondente da Pontifícia Academia Mariana Internacional. Já Raphael Tonon é historiador, filósofo e professor, dedicado há mais de duas décadas ao estudo da História, da cultura e da tradição católica.Neste episódio, mergulhamos na profunda influência da Virgem Maria sobre a formação espiritual, cultural e histórica de Portugal e do Brasil. Falamos sobre a devoção mariana que atravessou séculos, o papel de Nossa Senhora na identidade dos dois povos, os acontecimentos históricos marcados por sua presença e como essa herança continua viva até os dias de hoje.Também abordamos importantes aparições marianas, o desenvolvimento da mariologia ao longo da história da Igreja e o impacto que a devoção a Nossa Senhora teve na evangelização, na cultura e na construção da identidade católica em nossa nação.✨ Um episódio repleto de história, teologia e espiritualidade, que mostra como a presença de Maria acompanha e inspira gerações de cristãos até os dias de hoje.-----------------------------------------------------------------------------------------------------Ei, você já conhece a única formação on-line do Padre Duarte Lara e da Maria Gabriela? Vem conhecer o Armas Espirituais:https://pay.kiwify.com.br/r9VbS60https://locusmariologicus.lojavirtualnuvem.com.br/produtos/consagracao-a-jesus-por-maria-fundamentos-biblicos-teologicos-e-praticas-espirituais-1k9pp/Abra já sua livraria católica, entre em contato pelo link:https://w.app/vbbktxAgenda Católica:https://agendacatolica.com/Liturgia Diária da Paulus: A PAULUS acredita que bons conteúdos transformam, ajudam as pessoas a revelarem aquilo que têm de melhor. Aproveite essa oferta exclusiva: https://bit.ly/3WnFGvuArtesanato Costa:O ateliê mais tradicional de arte sacra do Brasil oferece estatuetas católicas de altíssima qualidade. Compre sua estátua e adicione um toque de fé à sua casa. Use o cupom "GUTO10" para descontos exclusivos: https://www.loja.artesanatocosta.com.brCamisetas Sabatini: Moda e DevoçãoInspire-se com as camisetas católicas de alta qualidade da Camisetas Sabatini, que unem estilo e fé. Visite a loja online: https://www.camisetassabatini.com.br WhatsApp: (44) 99844-8545✅ Doe Agora: https://bit.ly/3odbeCi✅ Doe via PIX: caridade@acn.org.br

    SantoFlow Podcast
    A MAIOR FEIRA CATÓLICA DO MUNDO | COM KIARA CASTRO E FÁBIO CASTRO | SANTOFLOW #445

    SantoFlow Podcast

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 115:07


    O SantoFlow recebe Kiara Castro e Fábio Castro, fundadores da ExpoCatólica, para um encontro especial sobre um projeto que marcou a história da evangelização e se tornou referência para a Igreja no Brasil e no mundo.A MAIOR FEIRA CATÓLICA DO MUNDO! ✨Há mais de 20 anos, a ExpoCatólica vem reunindo milhares de pessoas em um ambiente onde fé, missão, cultura, inovação e evangelização caminham lado a lado. O que começou como um sonho hoje se tornou um dos maiores eventos do calendário católico, conectando pessoas, iniciativas e obras que anunciam o Evangelho.Em 2026, a feira será realizada com o tema "Revestidos pela Fé – cultivando o futuro da evangelização", inspirando todos aqueles que desejam colocar seus dons a serviço da missão da Igreja.✨ Um episódio especial que celebra a força da evangelização, a criatividade a serviço de Deus e o compromisso de tantos homens e mulheres que trabalham para levar Cristo cada vez mais longe.-----------------------------------------------------------------------------------------------------Ei, você já conhece a única formação on-line do Padre Duarte Lara e da Maria Gabriela? Vem conhecer o Armas Espirituais:https://pay.kiwify.com.br/r9VbS60https://locusmariologicus.lojavirtualnuvem.com.br/produtos/consagracao-a-jesus-por-maria-fundamentos-biblicos-teologicos-e-praticas-espirituais-1k9pp/Abra já sua livraria católica, entre em contato pelo link:https://w.app/vbbktxAgenda Católica:https://agendacatolica.com/Liturgia Diária da Paulus: A PAULUS acredita que bons conteúdos transformam, ajudam as pessoas a revelarem aquilo que têm de melhor. Aproveite essa oferta exclusiva: https://bit.ly/3WnFGvuArtesanato Costa:O ateliê mais tradicional de arte sacra do Brasil oferece estatuetas católicas de altíssima qualidade. Compre sua estátua e adicione um toque de fé à sua casa. Use o cupom "GUTO10" para descontos exclusivos: https://www.loja.artesanatocosta.com.brCamisetas Sabatini: Moda e DevoçãoInspire-se com as camisetas católicas de alta qualidade da Camisetas Sabatini, que unem estilo e fé. Visite a loja online: https://www.camisetassabatini.com.br WhatsApp: (44) 99844-8545✅ Doe Agora: https://bit.ly/3odbeCi✅ Doe via PIX: caridade@acn.org.br

    Valnice Milhomens
    Moveres de Deus na Celebração

    Valnice Milhomens

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 37:42


    Moveres de Deus na Celebração | Dia 5 | Adoração | 17-07-2026O Mover genuíno do Espírito Santo na celebração da Igreja produz marcas especificas e identificáveis que revelam sua autenticidade e origem divina.

    Consciência Cristã
    O papel do Brasil na revitalização da fé nos EUA e Europa - Samuel Vitalino no CC Podcast

    Consciência Cristã

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 40:45


    Neste episódio imperdível do Consciência Cristã Podcast, gravado diretamente na conferência de 2026 sob a temática "A Igreja de Cristo", o host Lázaro conversa com o Pastor Samuel Vitalino.Juntos, eles debatem o visível esfriamento da fé no Ocidente e revelam como Deus tem usado a igreja brasileira para liderar um movimento extraordinário de revitalização espiritual em solo americano e europeu. Missões com Inteligência: A transição do modelo tradicional para estratégias focadas em treinar teologicamente os líderes locais, multiplicando o alcance do Evangelho de forma muito mais rápida e orgânica. Babel foi a confusão das línguas. Pentecostes foi quando as pessoas ouviram a Palavra de Deus na sua própria língua para entenderem as Suas grandezas. É exatamente esse efeito que estamos vivendo hoje.Este episódio é um chamado urgente para colocarmos os joelhos no chão e as mãos no trabalho em favor do Reino! Faça parte deste movimento:

    IPB Rio Preto
    0170 CalvinaMente: Tecnologia e medicina

    IPB Rio Preto

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 33:31


    Episódio 170º Série: Saúde e Espiritualidade ESSE PODCAST É UM PROJETO DA IPB RIO PRETO: INSTAGRAM: https://www.instagram.com/ipriopreto/ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/ipriopreto/sets/calvinamente MESA COMPOSTA POR: 🎙️Reverendo Robson Odirlei Ferreira https://www.instagram.com/robson.odirlei.ferreira/ 🎙️Felipe Carvalho https://www.instagram.com/felipedocarvalhoo/ 🎙️Eduardo Roberto Conceição https://www.instagram.com/edusemisul/ 🎙️Presb. Dr Henrique Gandolfi https://www.instagram.com/drhenriquegandolfi/ CÂMERAS - ÁUDIO - MÍDIAS SOCIAIS 🎬 Fábio Vizintim https://www.instagram.com/diaconofabiovizintim/ 🎬 Gustavo Fávero https://www.instagram.com/dr.gustavofavero/ LOCALIZAÇÃO DA NOSSA IGREJA Rua Prudente de Moraes 2664, Boa Vista. Caminho para chegar à igreja: https://bit.ly/49C3SPC Secretaria: +55 (17) 32141410 WhatsApp: https://wa.me/5517996127769 Contatos: https://bit.ly/3QWf9TJ CULTOS: AOS DOMINGOS Culto da manhã: 9h Escola Bíblica Dominical: 10h Culto da noite: 19h ÀS QUARTAS Culto de Oração: 20h

    IPB Rio Preto
    Ensina-nos a contar os nossos dias [Salmos 90]

    IPB Rio Preto

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 46:08


    IPB Rio Preto
    0171 Calvinamente: Semente da religião

    IPB Rio Preto

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 25:43


    Episódio 171º Série: Saúde e Espiritualidade ESSE PODCAST É UM PROJETO DA IPB RIO PRETO: INSTAGRAM: https://www.instagram.com/ipriopreto/ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/ipriopreto/sets/calvinamente MESA COMPOSTA POR: 🎙️Reverendo Robson Odirlei Ferreira https://www.instagram.com/robson.odirlei.ferreira/ 🎙️Felipe Carvalho https://www.instagram.com/felipedocarvalhoo/ 🎙️Eduardo Roberto Conceição https://www.instagram.com/edusemisul/ 🎙️Presb. Dr Henrique Gandolfi https://www.instagram.com/drhenriquegandolfi/ CÂMERAS - ÁUDIO - MÍDIAS SOCIAIS 🎬 Fábio Vizintim https://www.instagram.com/diaconofabiovizintim/ 🎬 Gustavo Fávero https://www.instagram.com/dr.gustavofavero/ LOCALIZAÇÃO DA NOSSA IGREJA Rua Prudente de Moraes 2664, Boa Vista. Caminho para chegar à igreja: https://bit.ly/49C3SPC Secretaria: +55 (17) 32141410 WhatsApp: https://wa.me/5517996127769 Contatos: https://bit.ly/3QWf9TJ CULTOS: AOS DOMINGOS Culto da manhã: 9h Escola Bíblica Dominical: 10h Culto da noite: 19h ÀS QUARTAS Culto de Oração: 20h

    Catalisadores
    Estrutura a Serviço da Missão: Como o Governo Adventista Impulsiona a Grande Comissão

    Catalisadores

    Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 12:21


    A estrutura da Igreja Adventista existe para administrar ou para evangelizar? Neste episódio, analisamos uma das perguntas mais importantes da história adventista: qual é a relação entre organização e missão? A estrutura da Igreja foi criada para preservar uma instituição ou para cumprir a Grande Comissão de Cristo? A partir da Bíblia, da história adventista e das contribuições de autores como George Knight, Barry Oliver, Michael Campbell, David Trim, Angel Manuel Rodríguez e Ellen G. White, veremos como o sistema representativo adventista surgiu para servir à missão mundial e por que sua existência continua sendo essencial para a proclamação das Três Mensagens Angélicas. Neste episódio você descobrirá: ✅ Por que a Igreja Adventista decidiu se organizar em 1863 ✅ Como a estrutura tornou possível a missão global ✅ O papel das igrejas locais, Associações, Uniões, Divisões e Associação Geral ✅ Como escolas, hospitais, editoras e mídias fortalecem a evangelização ✅ As lições da grande reforma organizacional de 1901–1903 ✅ Os perigos da burocracia quando a missão deixa de ser prioridade ✅ O equilíbrio entre unidade mundial e contextualização local ✅ Como líderes e membros podem utilizar a estrutura para acelerar a missão A estrutura adventista não foi criada para controlar pessoas. Ela foi criada para mobilizar recursos, proteger a verdade, fortalecer a unidade e levar o evangelho eterno a todas as nações, tribos, línguas e povos. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042

    Igreja Cristã Chama Viva - Portugal
    Família em Tempos de Confusão | Gabriela Dias (Convidada Chama Viva)

    Igreja Cristã Chama Viva - Portugal

    Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 34:34


    Família em Tempos de Confusão | Como proteger nossos filhos em uma geração sem direçãoVivemos dias em que a família enfrenta desafios cada vez maiores. Nesta mensagem, Gabriela Lopes traz uma reflexão bíblica e prática sobre sexualidade, educação dos filhos, identidade, discipulado e o papel da Igreja diante da cultura atual.Ao longo da mensagem, ela mostra que o silêncio não protege, mas a verdade, o amor e a informação podem salvar vidas. Pais, líderes e toda a Igreja são chamados a formar uma geração firme na Palavra, ensinando valores, preservando a identidade em Cristo e acolhendo pessoas com graça e verdade.Nesta mensagem você aprenderá sobre:* O papel da família como primeiro ambiente de discipulado.* Como proteger crianças e adolescentes em tempos de confusão.* A importância de conversar sobre sexualidade à luz da Bíblia.* Como lidar com as influências da cultura sem abrir mão da verdade.* O equilíbrio entre verdade, amor e acolhimento.* Como formar filhos firmes em Cristo em uma geração de tantas pressões.“Não fomos chamados apenas para proteger nossos filhos do mundo, mas para ganhar o coração deles para Cristo.”

    Presente Diário
    Humanos

    Presente Diário

    Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 3:43


    Devocional do dia 16/07/2026 com o tema: Humanos É bastante comum criticarmos a Igreja de Cristo por causa de problemas que abalam os relacionamentos humanos. Por isso, muitos cristãos têm deixado de congregar, fazendo surgir uma nova expressão: os desigrejados aqueles que, desiludidos com suas denominações, lideranças, liturgias, por desentendimentos ou escândalos, acabaram por abandonar suas igrejas, embora afirmem que continuam crendo e seguindo Cristo mesmo fora de sua comunidade local.O texto bíblico apresenta uma situação entre Paulo e Barnabé dois notáveis servos de Deus, missionários por excelência e plantadores de igrejas. Até então, ambos já haviam enfrentado juntos muitas dificuldades e perseguição. LEITURA BÍBLICA: Atos 15.36-41 [Paulo e Barnabé] tiveram um desentendimento tão sério que se separaram. Barnabé, levando consigo Marcos, navegou a Chipre (At 15.39).See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Vida Diante do Trono
    O EVANGELHO RAIZ: NÃO VENDA A SUA ALMA | Pr. Gustavo Bessa | Igreja Diante do Trono

    Vida Diante do Trono

    Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 43:13


    O Evangelho Raiz

    Bibotalk - Todos os podcasts
    Discipulado com JesusCopy – BTCast 654

    Bibotalk - Todos os podcasts

    Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 58:20


    Muito bem, muito bem, muito bem! Está no ar mais um BTCast! Neste episódio, Rodrigo Bibo recebe Fábio Coelho e Douglas Gonçalves, do JesusCopy, para uma conversa sobre um dos temas mais urgentes para a Igreja: o discipulado. Compre o livro: https://loja.jesuscopy.com/produtos/vao-e-facam-discipulos-douglas-goncalves-e-fabio-coelho/ Curso Teologia da Idolatria: https://site.escolabibotalk.com.br/idolatria/ O que significa, de fato, fazer discípulos? Em […] O conteúdo de Discipulado com JesusCopy – BTCast 654 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.

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    BTCast | Bibotalk
    Discipulado com JesusCopy – BTCast 654

    BTCast | Bibotalk

    Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 58:20


    Muito bem, muito bem, muito bem! Está no ar mais um BTCast! Neste episódio, Rodrigo Bibo recebe Fábio Coelho e Douglas Gonçalves, do JesusCopy, para uma conversa sobre um dos temas mais urgentes para a Igreja: o discipulado. Compre o livro: https://loja.jesuscopy.com/produtos/vao-e-facam-discipulos-douglas-goncalves-e-fabio-coelho/ Curso Teologia da Idolatria: https://site.escolabibotalk.com.br/idolatria/ O que significa, de fato, fazer discípulos? Em […] O conteúdo de Discipulado com JesusCopy – BTCast 654 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.

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    Valnice Milhomens
    Idolatria versus Feitiçaria

    Valnice Milhomens

    Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 39:06


    Idolatria versus Feitiçaria | Dia 3 | Adoração | 13-07-2026Esses dois sistemas foram gerados e são geridos pela mesma fonte sombria. Embora se manifestem de formas completamente diferentes, carregam um único objetivo em comum: minar a Igreja por dentro e por fora, enfraquecendo sua adoração, sua unidade e seu poder espiritual.

    SantoFlow Podcast
    APARIÇÕES MARIANAS NAS AMÉRICAS | LANÇAMENTO DO LIVRO COM PE. FRANCISCO AMARAL | SANTOFLOW #444

    SantoFlow Podcast

    Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 119:18


    O SantoFlow recebe o Pe. Francisco Amaral, sacerdote da Arquidiocese de Cuiabá, escritor e um dos maiores estudiosos da espiritualidade mariana no Brasil, para um tema fascinante e profundamente atual:

    Palavra Amiga do Bispo Macedo
    Monte Sião, a igreja dos primogênitos, que estão inscritos nos Céus... - Meditação Matinal 12/07/26

    Palavra Amiga do Bispo Macedo

    Play Episode Listen Later Jul 12, 2026 16:17


    “Mas chegastes ao monte Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, e aos muitos milhares de anjos;Porque aquele que Deus enviou fala as Palavras de Deus; pois não Lhe dá Deus o Espírito por medida.” João 3:34“À universal Assembleia e igreja dos primogênitos, que estão inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados; E a Jesus, o Mediador de uma Nova Aliança, e ao Sangue da aspersão, que fala melhor do que o de Abel.” Hebreus 12:22-24

    Marta Maria
    2 Reis 16–25 | Estudo Vem e Segue-Me, Velho Testamento, 2026,

    Marta Maria

    Play Episode Listen Later Jul 12, 2026 74:23


    Com Natã TobiasEstudo do Velho Testamento com o apoio do manual Vem, e Segue-Me (um recurso preparado pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias).Nossos episódios trazem reflexões e insights sobre alguns dos tópicos designados para a semana, buscando tornar seu estudo mais claro, edificante e conectado às escrituras. Junte-se a nós nesta jornada de aprendizado e inspiração enquanto exploramos o significado das revelações para os nossos dias.Seja você um membro novo, experiente ou alguém curioso sobre a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, este é um espaço para aprender, compartilhar e crescer espiritualmente.Acompanhe-nos nesta jornada de aprendizado e fortalecimento da fé, enquanto buscamos viver mais plenamente os ensinamentos de Cristo!

    Semana em África
    Guiné-Bissau: a semana em que Domingos Simões Pereira voltou para a prisão

    Semana em África

    Play Episode Listen Later Jul 11, 2026 7:56


    Sejam bem-vindos ao magazine Semana em África, a rúbrica onde recapitulamos os principais acontecimentos da semana no continente africano. Esta semana fica marcada por uma nova reviravolta na Guiné-Bissau com o principal líder da oposição, Domingos Simões Pereira, a ter sido colocado em prisão preventiva, esta sexta-feira.  Simões Pereira vai cumprir uma ordem decretada por um Juiz de Instrução Criminal, no âmbito de uma investigação sobre a sua alegada participação num golpe de Estado que teria ocorrido em outubro de 2025. A defesa diz tratar-se de uma "cabala política".  De acordo com os advogados de defesa e fontes familiares, Simões Pereira foi conduzido por volta das 10 horas, hora de Bissau, para as instalações da Segunda Esquadra, onde vai cumprir a prisão preventiva. A medida teria sido decretada na quinta-feira, pelo Juiz de Instrução Criminal, Mamadu Embalo, dando deferimento a um pedido nesse sentido que tinha sido formulado pela Promotoria da Justiça Militar. O opositor Fernando Dias da Costa, que reclama ter vencido as eleições presidenciais de Novembro passado, entretanto interrompidas pelo golpe de Estado militar, denunciou o que considera ser uma perseguição política a Simões Pereira. Dias da Costa afirma que Pereira é vítima de perseguição unicamente por ter apoiado a sua candidatura às eleições de Novembro. Entretanto, os advogados de defesa do líder do PAIGC e presidente eleito do parlamento guineense, não compareceram ao Tribunal Militar, onde Simões Pereira, está a ser investigado, por considerarem que o seu processo ganhou contornos políticos e não judiciais. Portanto, dizem, não valia a pena ir ao Tribunal, instância da qual não receberam nenhuma notificação. Seja como for, é facto que Domingos Simões Pereira está detido na Segunda Esquadra, onde já esteve de 26 Novembro de 2025 a 31 Janeiro deste ano. Desde essa altura, Pereira encontrava-se em prisão domiciliária, sob forte vigilância policial. Após ser ouvido pelo Tribunal Militar na quarta-feira, o responsável político tinha sido notificado ontem à noite para tornar a comparecer perante a justiça nesta sexta-feira. Uma situação perante a qual as eurodeputadas portuguesas Catarina Martins e Marta Temido, bem como a diplomata Ana Gomes, manifestaram o seu repúdio denunciando o que qualificaram de inacção da comunidade internacional.  Guiné-Bissau: referendo a 30 de Agosto sobre nova Constituição Ainda na Guiné-Bissau, os cidadãos serão chamados no próximo dia 30 de Agosto a pronunciar-se sobre a nova Constituição do país. A sociedade civil insurge-se contra esta iniciativa, que apelida de "teatro". Cada guineense com capacidade eleitoral activa vai dizer “sim” ou “não” como resposta. A consulta popular será feita por sufrágio universal, directo, secreto e pessoal, sobre a entrada em vigor da nova Constituição da República aprovada pelo Conselho Nacional de Transição. O decreto presidencial, assinado por Horta Inta-a esclarece que “o Supremo Tribunal de Justiça emitiu parecer favorável” à realização do referendo. A questão que se coloca é saber o que diz a própria Constituição já que a maioria dos guineenses desconhece as novas formulações que constam do texto revisto pelo Conselho Nacional de Transição, órgão que exerce as competências do parlamento guineense. Os militares tomaram o poder a 26 de novembro de 2025, num golpe de Estado e uma das primeiras acções foi a alteração da Constituição da República da Guiné-Bissau que passa a dar mais poderes ao Presidente da República. A oposição e as organizações da sociedade civil têm criticado todo o processo que conduziu à alteração da Constituição que dizem foi feita por via da força. Seja como for, no próximo dia 30 de agosto, os guineenses serão chamados a dizer se concordam ou não com a nova Constituição da República. Armando Lona, coordenador da Frente popular, representando a sociedade civil, denuncia um "teatro".  "Não passa de uma aberração crónica, uma fuga para a frente por parte de um grupo que, todos nós sabemos que assaltou as instituições, que instalou uma ditadura sanguinária na Guiné-Bissau nos seis últimos anos. Apesar da derrota que sofreu nas eleições de 23 de novembro de 2025, não se acomodou, não se convenceu. Continua a multiplicar encenações, golpes cerimoniais, teatros, como agora estamos a assistir com esse pseudo referendo que não passa de um autêntico teatro no circo. Porque um referendo constitucional, em qualquer parte do mundo, é um acto de soberania popular. Acontece dentro de um quadro histórico duma realidade histórica interpretada pelo povo sobre a necessidade ou não de proceder a um referendo. E quando acontece, acontece dentro dos parâmetros legais, devidamente legitimado pelo povo do país. Na Guiné-Bissau temos leis que indicam claramente como é que se deve proceder perante um referendo popular. Qualquer revisão constitucional tem que decorrer dentro desses parâmetros legais. Portanto, o que está a acontecer nesse momento é um autêntico teatro de um bando que capturou as instituições da Guiné-Bissau, que tenta a todo o custo salvaguardar o regime que já está desmoronado. Um regime que está completamente à deriva, portanto. E tudo isso não passa de um teatro"." Neste contexto, acha que, porventura, muitos guineenses já tomaram conhecimento das alterações que a transição preconiza? Acha que as pessoas estão esclarecidas sobre o que vai ser o objecto deste referendo? Os guineenses não avaliam essas mudanças oportunísticas, essas mudanças ilegais. O que os guineenses avaliam é a tentativa da sua confiscação, da vontade exprimida nas urnas. O povo da Guiné-Bissau escolheu um presidente no dia 23 de Novembro de 2025 e aconteceu um falso golpe para poder impedir que este presidente assumisse as funções presidenciais. Tudo o que nós estamos a assistir até agora faz parte desse projecto de confiscação da vontade popular. E o povo da Guiné-Bissau não reconhece esse grupo, esse bando. O povo da Guiné-Bissau está determinado a lutar para fazer valer a vontade expressa soberanamente nas urnas. Moçambique: Igreja quer esclarecimentos sobre assassinato de bispo de Quelimane A igreja católica, realça o presidente da conferência episcopal de Moçambique, Dom Inácio Saúre, está preocupada e busca respostas para o que aconteceu na madrugada dia 06 de Junho na residência pastoral na cidade de Quelimane onde sabe-se apenas que Dom Osório Citora foi morto a tiro. "Ficando apenas o que foi dito publicamente pela imprensa de que o bispo foi morto a tiro, por uma arma de fogo sem nenhuma referencia as possíveis respostas para as perguntas cruciais tais como: quem matou exactamente Dom Osório, quem foi o mandante e quais seriam as motivações do assassinato". A Conferência Episcopal de Moçambique pede, diz o arcebispo de Maputo Dom Carlos Nunes, que seja levado a cabo uma nova linha de investigação ao assassinato do bispo de Quelimane. "Ali não é fábrica de armas. Veio de algum sítio, alguém trouxe essa arma. Então que se abra mais o campo porque o modo como agora está sendo orientado parece que é uma coisa de casa, caseira. A igreja tem problemas então é vitima dos seus próprios problemas". A preocupação dos bispos católicos foi manifestada em conferência de imprensa na capital moçambicana. Os arcebispos de Nampula, Dom Inácio Saúre, de Maputo, Dom João Carlos, e o emérito da Beira, Dom Claúdio Dalla Zuanna, mantiveram encontros no dia 04 deste mês de Julho, em Roma, com o Papa Leão XIV e com o Cardeal Pietro Parolin - Secretário de Estado do Vaticano onde onde foi condenado o baleamento do bispo da diocese de Quelimane, Dom Osório Citora. Entretanto, cerca de 1.400 moçambicanos foram repatriados pelas autoridades nacionais após a violência xenófoba na África do Sul. O anúncio foi feito pelo Governo que garante estar a acompanhar a situação e a criar condições para o enquadramento profissional destes cidadãos. O porta-voz do Governo, Inocêncio Impissa, revelou, esta semana, os números de moçambicanos regressados da África do Sul. Em São Tomé e Príncipe, a missão de observação às eleições presidenciais em São Tomé e Príncipe deverá chegar ao país entre dia 14 e 15 de Julho e deverá ser liderada pelo antigo ministro angolano, João Bernardo Miranda. Estas precisões foram feitas por Maria de Fátima Jardim, secretária-executiva da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. O Tribunal Constitucional são-tomense admitiu cinco candidatos às presidenciais de 19 de julho, nomeadamente Eugénio Rodrigues da Trindade Tiny, Nito de Sousa Viegas D'Abreu, Miques João do Nascimento de Jesus Bonfim, Carlos Manuel Vila Nova, que é recandidato ao cargo, e Jorge Bom Jesus, que anunciou a sua desistência já fora do prazo legal. É o ponto final deste magazine Semana em África. Nós, já sabe, estamos de volta na próxima semana. Até lá, fique bem.

    Palavra Amiga do Bispo Macedo
    Monte Sião: o lugar escolhido de Deus para o Seu Repouso para sempre... - Meditação Matinal 10/07/26

    Palavra Amiga do Bispo Macedo

    Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 17:27


    "Porque o Senhor escolheu a Sião; desejou-a para a Sua Habitação, dizendo:Este é o Meu repouso para sempre; aqui habitarei, pois o desejei." Salmos 132:13-14"Eis-Me aqui, com os filhos que Me deu o Senhor, por sinais e por maravilhas em Israel, da parte do Senhor dos Exércitos, que habita no Monte de Sião." Isaías 8:18"Portanto assim diz o Senhor Deus: Eis que Eu assentei em Sião uma Pedra(Jesus), uma Pedra já provada, Pedra preciosa de esquina, que está bem firme e fundada; aquele que crer não se apresse." Isaías 28:16"Mas chegastes ao Monte Sião, e à Cidade do Deus Vivo, à Jerusalém Celestial, e aos muitos milhares de anjos; À universal assembleia e Igreja dos Primogênitos, que estão inscritos nos Céus, e a Deus, o Juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados; E a Jesus, o Mediador de uma Nova Aliança, e ao sangue da aspersão, que fala melhor do que o de Abel." Hebreus 12:22-24

    Igreja do Amor
    #907 - Continue Conhecendo a Cristo - Pr. Stanley Amaim

    Igreja do Amor

    Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 46:52


    #907 - Continue Conhecendo a Cristo - Pr. Stanley Amaim by Igreja do Amor

    Igreja do Amor
    #906 - Yahweh Shalom, o Deus que é a sua Paz - Pra. Talitha Pereira

    Igreja do Amor

    Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 60:44


    #906 - Yahweh Shalom, o Deus que é a sua Paz - Pra. Talitha Pereira by Igreja do Amor

    A História do Dia
    A guerra de poder que pode dividir a Igreja Católica

    A História do Dia

    Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 24:16


    A Igreja alemã quer mudanças profundas e Roma trava esse caminho. João Francisco Gomes explica o conflito e porque é que há quem tema uma nova divisão na Igreja Católica.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Rádio Comercial - O Homem que Mordeu o Cão, Temporada 3
    A igreja estava toda iluminada, mas ela estava divorciada e, está bem, mas houve rebaldaria ou não

    Rádio Comercial - O Homem que Mordeu o Cão, Temporada 3

    Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 12:23


    Houve ribaldaria ou não?

    Oxigênio
    #222 – A autoria indígena da colonização às livrarias

    Oxigênio

    Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 33:06


    A literatura indígena no Brasil passou por diversas fases e batalhou contra o apagamento em todas elas. Dos primeiros encontros com os jesuítas, que tentaram impor as regras de gramática e de assentamentos importadas da Europa, ao crescimento das publicações editorais de autoria indígena que vemos hoje. Nesse episódio, Mayra Trinca e Lívia Mendes contam mais dessa história a partir de entrevistas com a pesquisadora Carolina Rodrigues, da Unicamp, e com a escritora Trudruá Dorrico. Você vai conhecer mais sobre as primeiras gramáticas, a importância da oralidade para a literatura indígena e a relação disso tudo com a política (no passado e no presente). ____________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO TRUDRUÁ: Cara, o Brasil é tão indígena e ele nem se dá conta assim, sabe? Do quanto ele é indígena. MAYRA: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre a importância da escrita pra história do movimento indígena no Brasil.  TRUDRUÁ: Eu entendo assim que a presença indígena nesses espaços literários, é o que faz a nossa literatura ser interessante hoje. Faz deslocar um pouco os homens brancos, jornalistas do Rio – São Paulo, assim, numa produção completamente egocêntrica. LÍVIA: E sobre como isso ganha ainda mais relevância diante de um histórico de apagamentos.  CAROLINA: Que algo escrito nem sempre é um texto. Quem lê nem sempre é um leitor. E quem escreve nem sempre é um autor. MAYRA: Isso porque o ato de escrever foi, e talvez ainda seja, uma das ferramentas mais usadas pra hierarquização social. E aí, ao longo da história, isso deixou marcas que revelam muito do que a gente pensa e entende como autoria de povos indígenas no Brasil.  TRUDRUÁ: A autoria coletiva indígena, ela sempre existiu. O problema é que ela foi descaracterizada por conta da história de apropriação dos povos indígenas ao Estado-nação Brasil. LÍVIA: Pra entender essas questões, conversamos com a escritora e pesquisadora Trudruá Dorrico, do povo Macuxi, e com a linguista Carolina Rodríguez.  MAYRA: Eu sou a Mayra Trinca, bióloga e comunicadora de ciência e você já me conhece aqui do Oxigênio.  LÍVIA: E eu sou a Lívia Mendes, linguista e especialista em jornalismo científico, e também já apareci algumas vezes por aqui. [VINHETA] CAROLINA: Eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Urbanos, o Labeurb, que pertence ao Núcleo de Criatividade da Unicamp e sou também professora no departamento de Linguística do Instituto de Estudos da Linguagem, o IEL, também da Unicamp. É, a minha formação inicial é em letras, mas eu me especializei em linguística. Fiz o doutorado, pós-doutorado, especificamente nas áreas de análise do discurso, história das ideias linguísticas e saber urbano e linguagem. LÍVIA: Essa que você ouviu é a Carolina. Nos últimos anos,  ela têm se dedicado a pesquisar a língua Guarani e as relações dessa língua com a atuação dos jesuítas na região que era a província do Paraguai.  CAROLINA: Que não deve ser confundida com a província civil do Paraguai, né? Porque a província jesuítica ocupava todo o sul do Brasil, Argentina, parte da Bolívia, enfim. MAYRA: O Guarani era a língua falada pelos povos indígenas da região e que teve seus primeiros registros escritos feitos por esses jesuítas.  CAROLINA: O espaço em que surge a escrita em Guarani vai determinar, a finalidade com que é introduzida a escrita nessa língua, vai determinar a relação entre escrita e oralidade, né? Vai determinar o que que é um texto, o que que é ler, o que é escrever em Guarani. LÍVIA: Os jesuítas chegaram na região por volta de 1580 e se instalaram ali, fundando a tal província. Esses missionários, tinham como tarefa estudar a língua local. CAROLINA: A finalidade principal, né, desse trabalho linguístico era se comunicar com os indígenas no dia a dia, aprender a língua, né? Que os missionários estrangeiros pudessem aprender a língua para se comunicar com os indígenas e para catequizar. A questão principal não é o cultivo da língua como bem cultural. Isso pode até ter um resquício, mas não é esse o objetivo principal. MAYRA: Essa lógica por trás do estudo do Guarani fez com que a escrita e a gramática utilizada para essa língua fosse bem diferente de outras línguas. Enquanto as línguas europeias tiveram sua escrita elaborada e rebuscada como uma forma de enriquecimento cultural, a escrita das línguas indígenas era muito mais pragmática, usada apenas como instrumento para ensinar outros jesuítas.  LÍVIA: Ainda assim, a Carolina conta que as primeiras gramáticas, as primeiras organizações e regras linguísticas do mundo surgiram todas meio que juntas.  CAROLINA: É interessante isso porque muitas vezes a gente pensa que “ah, as gramáticas europeias foram feitas primeiro e as línguas ameríndias, por exemplo, depois e não. Então, a diferença entre uma gramática, a primeira gramática em francês, do francês, tem dois, três, quatro anos de diferença com a primeira gramática do Nahuatl, no México, por exemplo. [começa trilha] LÍVIA: Só que nesse momento, na Europa, durante o Renascimento, as gramáticas estavam surgindo pra organizar e padronizar as línguas que representariam os Estados-nação, como o francês, o português e o espanhol. Era preciso reduzir as variações dos dialetos, fixar regras linguísticas, para dar uma ideia de unidade praquele território. MAYRA: Gramatizar uma língua, assim como escrever essa língua , é importante para consolidar regras gramaticais e fazer com que ela mude mais devagar. Por isso as gramáticas surgem com a formação dos Estados, porque conforme as nações hegemônicas iam colonizando diversas partes do mundo, levavam também consigo o processo de gramatização das outras línguas. CAROLINA: Então, essa associação, né, língua cidade através da ideia do movimento, da fixação, eles tinham que fixar a língua pela escrita e fixar os indígenas em povoados, não é? Para que, como dizia o Manuel da Nóbrega, o padre jesuíta, era preciso fazer com que ficassem quietos, né? E não se movessem o tempo todo. Ele reclamava que o trabalho da catequese era jogado fora, porque eles se mudam o tempo todo. LÍVIA: De novo a gente percebe aí a linguagem sendo usada como uma forma de dominação desses povos. O estudo da língua Guarani não estava a serviço dos povos indígenas e sim dos colonizadores. Mesmo que eles começassem a dominar a escrita de sua língua, isso não significava que eles iriam conseguir realmente se apropriar política e culturalmente dessa ferramenta.  CAROLINA: A cultura é imposta como modelo, ao mesmo tempo que se impede o acesso integral a esse modelo. Porque senão a desculpa para subordinação desaparece, não é? [sobe som e encerra música] MAYRA: E a Carolina encontrou, em alguns textos da época, exemplos que mostram isso muito bem. Ela me deu o exemplo de vários textos religiosos, que eram escritos em Guarani, mas que não eram lidos pelos indígenas.  CAROLINA: Porque esses textos traduzidos em Guarani, é, se destinavam aos missionários, não eram dados para a leitura dos indígenas, que eram mantidos a maior, maiormente não alfabetizados, não é? Era porque os missionários soubessem, é, aprendessem e pudessem transmitir oralmente aos indígenas. Então, na verdade, o destinatário do conteúdo do texto, né? Da mensagem religiosa, era o indígena, que não era o leitor do texto, né? Então era não era um público leitor, era um público ouvinte, era um auditório, porque quem lia era o missionário. LÍVIA: Ela também identificou o mesmo deslocamento da função do autor desse texto. Um dos exemplos mais didáticos é de um indígena chamado Nicolas Yapuguay, que publicou dois volumes de sermões bíblicos escritos em Guarani, só que sob direção de um missionário.  CAROLINA: Então, o que significa sob a direção? Significa que a responsabilidade é do missionário. Bom, aí já temos uma dica, não é? Mas o prefácio é fantástico. Eu acho que Foucault leu esse prefácio para definir a função autor, né? Porque quem faz o prefácio ao livro é Paulo Restivo, o missionário. Até aí tudo bem, a gente pode fazer o prefácio de outro livro, né? Mas o que é interessante é que todos os “eus”, as primeiras pessoas, é o missionário que assume. Então, assim, ele chama o leitor de meu leitor, as doutrinas que eu te ofereço.  MAYRA: Isso mostra pra gente que apresentar o Nicolas Yapuguay como autor era quase como um disfarce, um fingimento. Que ele estava ali pra que os missionários pudessem dizer que havia uma participação indígena, mas que não tinha liberdade de decidir o que ou como escrever.  [começa trilha] TRUDRUÁ: Nesse processo de de entender um pouco a escrita e os povos indígenas, eu queria dizer assim que a escrita, essa escrita assim, ai, de escrever o nome, de escrever um poema, de escrever um livro ou de aprender a escrever alguma coisa que é importante assim no dia a dia, não é dessa escrita que nós estamos falando, quando a gente fala assim, ai, dos povos indígenas conseguirem escrever e serem uma sociedade desenvolvida. A gente está falando de um sistema de escrita que cria documentos, que cria cartórios, que cria notários, que cria é, que cria uma legislação para validar, por exemplo, um processo de expropriação territorial. [sobe som e encerra música]  LÍVIA: Essa que você acabou de ouvir é a Trudruá Dorrico.  TRUDRUÁ: Eu sou indígena Macuxi. O povo Macuxi tá no estado de Roraima. Eu sou escritora, essa é uma parte que eu atuo, no âmbito da literatura e eu também sou pesquisadora de literatura indígena e essa é a segunda parte assim da minha atuação no âmbito da pesquisa. MAYRA: Eu conheci o trabalho da Trudruá num grupo de leitura que eu faço parte. A gente leu “Originárias: Uma antologia feminina de literatura indígena”, que é uma coletânea organizada por ela, mas com histórias de diversas autoras de diferentes povos. Ela faz parte de um movimento contemporâneo de autores indígenas, como Daniel Munduruku, Ailton Krenak, Eliane Potiguara, Geni Nuñez e por aí vai.  LÍVIA: A literatura indígena passou por diferentes fases no Brasil. Ela começou muito antes da chegada dos jesuítas, com a cultura oral, ainda sem registros escritos. Essa primeira fase, estruturada na oralidade, ainda  é muito pouco aceita como literatura. Vamos falar disso um pouco mais pra frente, continua por aqui pra entender.  MAYRA: Então, os registros dos jesuítas formam uma segunda fase, com os primeiros textos escritos, como a gente viu, mas não exatamente respeitando a cultura indígena.  LÍVIA: Depois, a gente teve, durante o modernismo, lá da semana de 22, autores como Mário de Andrade, autor de Macunaíma, por exemplo, se apropriaram de histórias indígenas naquela onda da antropofagia e ficaram famosos por isso.  TRUDRUÁ: O José de Alencar, Mário de Andrade e Oswaldo de Andrade fizeram carreira sobre com o nacionalismo indígena. Então, é uma terceira fase que a gente fala assim: “É, mas agora a gente vai escrever. A gente vai fazer nossas histórias, a nossa literatura com esta identidade, porque esta identidade é um território que o Brasil precisa reconhecer, que tudo o que diz respeito a nós tem valor e tem alguém ali para reivindicar dizendo assim: “Ó, você não vai falar de nós de qualquer jeito, como se a gente fosse nada ou como vocês estavam acostumados a tratar a gente”. Eu acho que é por isso que talvez esse identitarismo ameace, né? Porque essa pessoa não tá pronta ainda, ela tá muito mais na defesa de: “Ai, nossa, vai me podar, de pesquisar, vai me podar, de escrever, vai me podar, de publicar, vou ser malvista”. Vai mesmo. Vai, vou te dizer com certeza que vai. MAYRA: A Trudruá tá falando aqui de pessoas que falam sobre os povos indígenas ou sobre elementos da cultura indígena como se fossem donas desse saber, ignorando o movimento e a história desses povos. Como livros ou mesmo pesquisas acadêmicas que se apropriam desse conhecimento sem dar os créditos, as referências ou mesmo sem ter representantes indígenas fazendo parte do trabalho.  LÍVIA: Isso porque, como a Trudruá contou na entrevista, esses escritores e pesquisadores sempre viram as práticas indígenas como “sem dono”. O motivo está no fato de que a maioria dos povos indígenas não tinham e ainda, em algumas regiões, continuam não tendo acesso ao domínio da escrita de suas línguas maternas. Por esse motivo não era considerada  a participação do próprio indígena nessas produções. TRUDRUÁ: Eu acho que esse argumento, ele foi utilizado assim por muitos anos, por por décadas, né? Pelos indigenistas e também pelos professores que é que sempre pesquisaram povos indígenas e se tornaram porta-voz desses povos indígenas. E eu acredito assim que é boa fé, o fato é que isso virou uma tradição e essa tradição acabou colocando, né, esses pesquisadores que muito colaboraram, muito ajudaram, não tô nem julgando isso, mas colocou eles assim como paladinos, né? Colocou como representantes de povos indígenas, como uma voz, é, de autoridade, uma voz de tradução entre dois mundos. Traduziu o mundo branco para os indígenas e traduziu o mundo dos indígenas para os brancos. Então, essas pessoas eram as autoridades. MAYRA: É uma ideia que tá muito ligada a noção de que povos que usam a escrita são, de alguma forma, superiores do que sociedades que chamamos àgrafas, ou seja, que transmitem seus conhecimentos exclusivamente por meio da tradição oral, sem ter desenvolvido um sistema próprio de escrita. Eu vou trazer a Carolina aqui de volta pra ajudar a gente a entender isso.  CAROLINA: Olha só, de novo, porque os europeus então gramatizaram as línguas do mundo, instrumentaram as línguas do mundo a partir do modelo que eles tinham usado da gramática grecolatina e também transformaram os espaços do planeta, os territórios a partir do modelo urbano europeu. Então, veja como os processos de gramatização massiva também coincidem com o processo de urbanização, isto é, de transformação das línguas e dos territórios do planeta, né, em direção ao modelo da escrita e da gramática da cidade europeia, não é? LÍVIA: É como se, porque a história da europa seguiu esse caminho, passando da tradição oral pra tradição escrita, do nomadismo para as cidades, todas as sociedades do mundo tivessem que fazer o mesmo percurso.  CAROLINA: Então, esse modelo da escrita, esse modelo da cidade, nesse discurso historiográfico, né? Vai estabelecer uma relação entre espaço e tempo, né? Por quê? Porque as sociedades, cujas formas de vida não produziram esse modelo específico de espaço que é a cidade, né? São jogadas situadas para trás no tempo, são pré-históricas, estão atrasadas, não chegaram lá. Então, há uma temporalidade que vai ser acionada a partir do modelo de espaço, que é produzido a partir de suas tecnologias, entre as quais a escrita, não é? MAYRA: Só que essa é uma visão bem distorcida de como as coisas funcionam. Não é porque a escrita foi necessária pra organização de um modo de vida que ela é essencial em todas as configurações sociais.  LÍVIA: E tem uma questão muito importante aqui. É que essa leitura de mundo não vem sem propósito, “sem querer”. Ela foi moldada pra justificar uma ideia de superioridade.  CAROLINA: Você estar numa sociedade de escrita e não dominar a escrita é uma grande desvantagem. Né? Não ser alfabetizado numa cidade é uma grande desvantagem. A questão é quais são as explicações, né? E como isso acaba sendo ontologizado. É uma característica ontológica dessas sociedades ou desse sujeito, não é? Então, de fato, o que há, é, é o que eu chamei de uma memória da língua marcada pela escrita e uma memória do espaço marcada pelo urbano. Eu explico, né? O que que é memória no sentido discursivo, da análise do discurso. Memória não é lembrança, é o contrário, digamos, ou pelo menos esse tipo de memória discursiva. É aquilo que já foi dito, esquecido e passou a ser do senso comum e faz sentido nas próprias palavras, não é? Então, a gente tem essa memória da escrita, memória da escrita, o que que é? Você imagina a língua, você imagina através da escrita alfabética, não é? Você vê um espaço que não tem cidade, parece um espaço vazio e não tá vazio, né? Por exemplo, uma floresta, o espaço de populações indígenas, não é? MAYRA: É como se houvesse, ainda que de forma inconsciente, uma associação automática entre cidade e progresso, linguagem e “inteligência”. É como dizer que uma pessoa analfabeta não sabe ler porque não quer, ou porque não tem capacidade, e, assim, excluir completamente o papel do Estado, da escola e de outras pessoas no processo de transmitir essa habilidade. A Carolina deu um outro exemplo muito bom de como isso foi manipulado pra fazer povos indígenas parecerem menos capazes do que as pessoas brancas.  CAROLINA: A educação literária, artística, da escultura, da pintura e da música são considerados como o modelo, né, de educação aos indígenas. Mas aí você vai nos povoados e mostram, essa daqui é escultura feita por um indígena, essa aqui para um europeu. E de acordo com esse modelo a feita por um indígena aparece uma caricatura muito simplificada, né? É, então como se apresenta isso, né? Olha, os jesuítas até ensinaram, mas até aí eles conseguiram chegar, mas então esse resultado aquém, de acordo com certo modelo, se apresenta como uma incapacidade lógica, natural dos indígenas. Eles não conseguem se apropriar desse modelo, então tem que se manter como subalternos, né? O que não se diz é que aos indígenas não se ensinava as técnicas de preparatórios para fazer uma escultura que se ensinava aos escultores europeus nas escolas de artesãos europeus. Simplesmente se dava o pedaço de madeira para os artistas e falaram: “Olha, copia aqui” LÍVIA: Se a gente parar pra reparar, a mesma lógica continua até hoje nos discursos meritocráticos, né? É uma ideia de que a habilidade de uma pessoa, seja ela indígena ou não, só depende do seu esforço individual. E assim oculta completamente o papel da sociedade de ensinar as bases necessárias pra isso.  MAYRA: E tem outro ponto interessante aí. Olha como a gente tem todo um referencial do que deveria ser uma sociedade, baseado quase que exclusivamente num único modelo: o europeu. A escultura, a música, o jeito de se vestir, tudo segue as regras estabelecidas na Europa. Só que na maioria das vezes, isso não é colocado em perspectiva, né? É naturalizado, colocado como um processo único pro mundo todo. CAROLINA: Como se isso fosse um, um, um processo inexorável, não é? LIVIA: Quando na verdade a gente devia tá olhando pra isso mais como possibilidades de modos de viver numa diversidade gigante de culturas. Só que é muito natural, por conta da nossa história, a gente achar que o que vem desse padrão europeu é sempre o melhor. CAROLINA: Uma coisa importante, isso não tem a ver com o que a gente acha de melhor ou pior. No sentido de que se você nasce e cresce numa numa sociedade urbana e da escrita, pode achar absurdo não escrever a língua ou não se fixar, mas esse é problema seu, vamos dizer assim, não é? Porque assim, você não é o centro. Não é? Então, não precisa gostar. [trilha sonora] LÍVIA: Até hoje, a escrita tem sido um reflexo disso. Ao longo da idade média, como a escrita tinha praticamente sido sequestrada pela Igreja na Europa, fazendo com que fosse quase exclusiva dos sacerdotes, ela se tornou um símbolo de conhecimento.  MAYRA: Como se um conhecimento só tivesse valor se estiver escrito, aquela ideia de que isso garante que ele será transmitido pro futuro. Isso também explica, voltando no que a gente tava falando antes, porque a primeira fase da literatura indígena, que tava na oralidade, não é considerada.  TRUDRUÁ: Tem muita produção indígena que é uma produção intelectual que esteve no âmbito do imaterial, porque os povos indígenas foram impedidos de desenvolver sua própria escrita e ao mesmo tempo foram impedidos de adotar a escrita alfabética, né? Esse foi um jogo sistemático do Estado para impedir a presença indígena na sociedade brasileira. LÍVIA: Ou então, de forma mais sutil ou até mais perversa, o que era feito era diminuir a identidade indígena de quem escrevia. Uma coisa de “se sabe escrever, então já não é mais indígena”. Um pensamento totalmente relacionado àquela ideia de progresso linear que a gente falou agora pouco, que considera os povos indígenas como se estivessem num estágio cultural anterior e inferior aos dos povos europeus.    TRUDRUÁ: Nesse caso, quando os povos indígenas e os sujeitos indígenas, eles começam a a escrever, a publicar, a romper essa tradição de que tudo que eles têm está na oralidade e quando está na oralidade não pertence a eles, é, eles, né, os primeiros escritores eles vem com essa tradição de dizer: é, não tem autoria porque vocês nunca deixaram, o país nunca deixou, nunca considerou, né, que um indígena que escrevesse, falasse língua portuguesa ou conhecesse os costumes da sociedade dominante pudesse ser considerado indígena. O que eu quero dizer com isso é não não não temos direito à nossa propriedade intelectual, material que tá na oralidade, eh porque eh ao escrever elas não somos mais tão indígenas. MAYRA: Aqui é importante a gente parar e explicar algo com mais calma, porque mesmo pra mim isso não tava bem claro quando comecei a conversar com a Trudruá pra esse episódio.  TRUDRUÁ: Quando você fala de oralidade, eu penso em um sistema, em um dispositivo de memória que é trabalhado assim pelos povos indígenas. Quando você fala de de fala de de voz alta, você tá falando desse oral. né, de uma fala oral. Então são um é sistema de conhecimento, um é prática. Então são diversos, né? TRUDRUÁ: Não podemos entender a oralidade como uma fala, como se ela não tivesse consciência, mas ela tem um sistema todo organizado, é de memória mesmo, assim, que vai de geração em geração e vai ensinando valores e e, e, né, tem uma ciência, né, que a compõe. LÍVIA: Ou seja, quando a gente tiver falando de oralidade aqui, estamos falando de um conjunto de práticas que faz parte de uma tradição de centenas de anos, que foram capazes de fazer permanecer o conhecimento, sem precisar de recursos escritos.  MAYRA: De certa forma, isso permeia o trabalho da Trudruá como escritora hoje. Eu ouvi uma entrevista dela falando sobre o último livro que publicou, o Tempo de Retomada, e como ela tinha o hábito de ler em voz alta pra mãe dela quando tava trabalhando no texto.  TRUDRUÁ: Quando eu penso texto escrito, eu me preocupo muito assim com, é, com uma sofisticação que elas são contadas nessa oralidade. E aí nessa, quando a minha mãe tenta me passar certos valores, eu fico assim impressionada, porque eu realmente me sinto indo para um outro tempo a partir da palavra, eu me sinto viajando assim num outro tempo. E era, e era essa ideia assim de talvez transportar as pessoas para esse tempo que eu nunca sei se eu vou conseguir, ou nunca sei se as pessoas vão se abrir para elas, mas é uma preocupação de que é, talvez o mesmo ritmo ou o mesmo balanço que que eu escuto e que eu sinto, né? MAYRA: Durante a entrevista, eu comentei com a Trudruá como eu tenho percebido um pouco um movimento na literatura de resgatar esse jeito de contar histórias. Como eu falei, eu participo de um clube de leitura e isso é algo que vira e mexe aparece por lá. De como é gostoso ler um livro que você tem a sensação de que a autora tá ali falando mesmo com você.  LIVIA: A Trudruá contou pra gente que, além do contato com as histórias contadas pela mãe, ela também teve, desde sempre, uma ligação muito forte com a literatura. E que os livros sempre tiveram um papel muito importante, não só de companhia, mas de vivência pra ela.  TRUDRUÁ: Eu cresci com a literatura e a literatura me fez viajar por tantos mundos, me faz sonhar, me faz chorar, me faz é, me faz sentir uma magia que de artista, então eu não poderia desejar outra coisa que não, né, viver com a palavra. E aí nesse sentido eu eu também entendo que dá para levar um pouco essa magia nessa escrita literária. E esse era o trabalho assim, de talvez transportar um pouco aquilo que eu sinto quando eu escuto essas histórias. E aí o trabalho, ler em voz alta é importante, assim como ler em silêncio também, mas como eu tenho essa preocupação que a minha comunidade leia, eu também fico pensando assim: “Ai, como que elas podem como que elas vão ler isso, a disposição das frases, desce isso para ir num ritmo tão longo, né? Esse trabalho escrito, prático, de como pode também emular uma certa um certo oral. MAYRA: Uma coisa importante, como dá pra perceber nas falas da Trudruá quando ela tá falando sobre o que espera dos livros dela, é que essa oralidade, tanto a tradição, quanto o hábito de ler em voz alta, tão muito relacionados com o coletivo. E aí entra outro ponto importante. Não é porque um conhecimento é coletivo, que ele é de todo mundo. TRUDRUÁ: Um segmento assim que fica muito evidente no Brasil é o núcleo de folcloristas, o núcleo de estudiosos assim brasileiros que que olham para esses conteúdos, olham para esses materiais, para essas narrativas e entendem ela como uma cultura popular. A cultura popular nesse sentido de que ela é de todo mundo, mas não tem uma autoria específica. E isso é muito conveniente quando você, né, é, consciente ou inconscientemente, você rouba, é, narrativas prontas, narrativas criativas, fantásticas de outros povos para dizer: “Ah, isso faz parte da cultura brasileira no singular” LÍVIA: A Trudruá deu exemplos como o guaraná, a mandioca ou uma série de medicamentos que foram descobertos e desenvolvidos por povos indígenas, mas que nunca foram reconhecidos como autores ou proprietários dessas técnicas.  MAYRA: E que depois, foram coisas incorporadas à cultura brasileira, como se todas as pessoas do país tivessem a mesma relação, a mesma história com esses elementos. E com isso, ignorando que os povos indígenas tiveram um papel fundamental nesse processo. LÍVIA: Lembra que a gente falou sobre como a primeira fase da literatura indígena, aquela da tradição oral, não é reconhecida? Isso porque quando a gente fala de oralidade, é difícil identificar um autor. E essa brecha foi usada pela sociedade brasileira como uma estratégia de incorporar essas histórias numa narrativa nacionalista.  MAYRA: Só que isso, ao invés de valorizar os conhecimentos tradicionais e a individualidade de cada povo, como costuma ser dito por aí, acaba, na verdade, apagando a participação e a autoria dessas pessoas na sua própria história.  [trilha sonora]  TRUDRUÁ: Mas sobre a identidade indígena, vai ser algo que eu nunca vou abrir mão. E eu digo como escritora e eu digo como indígena, porque assim, a história brasileira e a história literária brasileira, tudo que ela quis foi apagar a identidade indígena para se apropriar das nossas narrativas. Quando a gente se coloca com essa identidade, a gente demarca um território simbólico de dizer: “Isso aqui não tá livre. Isso aqui não é terra de ninguém. Isso aqui tem uma autoria coletiva. Tem uma propriedade material que pertence a nós. Não é seu. Não é seu, brasileiro.  LÍVIA: Por isso é tão importante hoje esse movimento de autores indígenas no Brasil. Ele ajuda a retomar uma série de histórias aos seus autores originais, dessa vez com os devidos créditos e com sua própria voz.  TRUDRUÁ: E a autora individual, é essa autoria, que tá no mercado editorial e que vem reforçando, que vem para reforçar os valores, né, dos povos, das comunidades, mas o fato de tá no mercado editorial e circular, ela alcança um outro uma outra visibilidade, inclusive lançando luz a essa autoria coletiva  MAYRA: E aí, obviamente, esse movimento acompanha o posicionamento político dos povos indígenas no Brasil.  TRUDRUÁ: Tem um filósofo, tem um teórico da literatura que se chama Emil’ Keme, ele é do povo Maia Quechua da Guatemala. E ele fala que não é possível separar a teoria literária indígena da política indígena, porque elas caminham juntos. Quando os indígenas eles pegam a escrita para publicar e etc, estudar mesmo, eles entendem a escrita como uma técnica, a língua como uma técnica que vai ser essa transportadora dos desejos da luta do movimento indígena. Então, a gente entende, alinhado a política indígena, a gente entende, uma teoria da literatura que vai seguir as mesmas políticas que os povos indígenas tão tentando em termos de autonomia. Então, a política indígena fala do direito ao nome. Todos os autores indígenas que eu conheço, ou eles adotaram o nome de povo, ou eles adotaram o nome da tradição. Mas se você olha em documentos, eh que não faz, sei lá, 10 anos que tem 20 anos que tem essa política, eles têm nomes brasileiros, nomes e sobrenomes brasileiros por conta da política de que proibia nomes indígenas. Então, isso acompanha também dentro da literatura a política indígena. LÍVIA: Com esse movimento, a gente também tá tendo a oportunidade de conhecer mais da tradição indígena e de ter acesso a cultura de tantos povos indígenas que existem no brasil, aprendendo inclusive as diferenças que existem entre eles.    TRUDRUÁ: Os escritores estão acompanhando as linhas de da política indígena, que é autonomia, soberania, autodeterminação. E é tão falso e isso de que a literatura indígena vai repetindo, vai falando das mesmas coisas, porque os temas indígenas, eles são tão abertos e são tão variados, assim, só fala isso quem nunca leu a literatura indígena. Porque, entrar no mundo da identidade indígena, ela é muito, assim, é um mundo muito amplo. A gente tá falando de uma identidade indígena, mas a gente tá falando de quase 400 povos indígenas, de quase 300 línguas faladas culturalmente, como elas são diversas entre si. Eu acho que quem fala isso nunca nem se aproximou da das culturas indígenas para entender um átimo dessa dimensão que é essa riqueza cultural. MAYRA: E também de pensar como a gente pode tentar se aproximar de outras formas de viver e entender o mundo. No grupo que eu faço parte, sempre que lemos alguma coisa de literatura indígena, a conversa rende muito nesse sentido, em pensar pequenas mudanças que a gente pode tentar trazer pra nossa realidade, inspiradas nessas outras culturas.  TRUDRUÁ: E aí uma das coisas que eu amo, amo na literatura indígena é que não tem nada do amor romântico, mas não tem mesmo assim, sabe? Amo, sabe essa ideia de ai nossa, as mulheres foram abandonadas pelos homens, é, e as mulheres o que que elas fizeram? Ah, elas foram procurar outros maridos. Tchau amor, tchau e benção assim, é completamente, assim vai completamente na contramão do que a gente foi ensinado. De ficar chorando, de ficar se lamentando. [sobe trilha]  LÍVIA: E falando em grupos de leitura, pra encerrar nosso episódio, a Trudruá pediu pra deixar um recadinho pra vocês.  TRUDRUÁ: Eu tenho uma página no Instagram que se chama Leia Mulheres Indígenas. E aí eu tô com uma proposta para 2026 de abrir um clube de leitura do Leia Mulheres Indígenas.  TRUDRUÁ: Como que você vai apreciar melhor essa leitura e essas produções se vocês não sabem, né? De onde que a gente parte, quais são os princípios, quais são os valores. E aí eu tô querendo muito abrir um clube de leitura para 2026, espero que dê certo. E é convidar todo mundo para, sei lá, tá com a gente, abrir o debate, ler, se se encantar ou se desencantar também, tá valendo, né? Tá tudo valendo. MAYRA: Fica aí o convite pra seguir a página e ler mais livros escritos por autoras indígenas. Eu sou a Mayra Trinca, produzi e escrevi esse roteiro, com pitacos e revisão da Lívia Mendes. A edição também é minha.  LÍVIA: Aproveita quando for seguir a Trudruá e procura a gente, somos Oxigênio Podcast em todas as redes sociais. A trilha sonora é do blue dot session e os créditos estão na descrição desse episódio. A vinheta é do Elias Mendez.  MAYRA: O Oxigênio tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e é coordenado pela Simone Pallone. Obrigada por ouvir, e até a próxima!  Trilhas:  Trailmaker by https://app.sessions.blue/browse?trackId=384027  Thunderpass by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385385  Posh and Vine by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385621 

    Vida Diante do Trono
    O EVANGELHO RAIZ: VOCÊ É CRENTE MESMO? | Pr. Gustavo Bessa | Igreja Diante do Trono

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    Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 37:29


    Catalisadores
    O Exame de Consciência Institucional: A Verdade nos Números da Igreja

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    Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 36:36


    https://www.adventistarchives.org/ https://encyclopedia.adventist.org/ A Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) não governa por carisma individual ou intuição administrativa. Neste episódio, exploramos o profundo compromisso da igreja com a transparência factual, governança baseada em dados e a preservação rigorosa de sua história, guiados pelas análises do historiador de Oxford, David Trim.Entenda por que a IASD trata seus relatórios estatísticos, atas e auditorias com uma reverência quase litúrgica. Descubra como os arquivos históricos servem como um "exame de consciência institucional" e como os comitês de compliance protegem a representatividade contra o relativismo e o autoritarismo. Uma imersão profunda para quem deseja entender a engrenagem escatológica e profissional por trás da missão global adventista. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042

    Marta Maria
    2 Reis 2–7 | Estudo Vem e Segue-Me, Velho Testamento, 2026

    Marta Maria

    Play Episode Listen Later Jul 5, 2026 81:09


    Estudo do Velho Testamento com o apoio do manual Vem, e Segue-Me (um recurso preparado pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias).Nossos episódios trazem reflexões e insights sobre alguns dos tópicos designados para a semana, buscando tornar seu estudo mais claro, edificante e conectado às escrituras. Junte-se a nós nesta jornada de aprendizado e inspiração enquanto exploramos o significado das revelações para os nossos dias.Seja você um membro novo, experiente ou alguém curioso sobre a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, este é um espaço para aprender, compartilhar e crescer espiritualmente.Acompanhe-nos nesta jornada de aprendizado e fortalecimento da fé, enquanto buscamos viver mais plenamente os ensinamentos de Cristo!

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    1878 - A HOMOSSEXUALIDADE SEGUNDO A BÍBLIA: YAGO MARTINS E DAVID RIKER

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    Play Episode Listen Later Jul 4, 2026 131:40


    YAGO MARTINS e DAVID RIKER são pastores. Eles vão bater um papo sobre a homossexualidade e a visão da Igreja a respeito. Já o Vilela não consegue nem lembrar todas as letras de LGBTQIA+.

    Catalisadores
    Alberto R. Timm: A Estrutura da Igreja sob risco?

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    Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 35:51


    A organização da Igreja Adventista é apenas uma necessidade administrativa ou faz parte do próprio plano de Deus para a missão dos últimos dias? Neste episódio, exploramos a contribuição de Alberto R. Timm para a compreensão da história, da missão e da estrutura da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Sua abordagem apresenta a organização da Igreja não como um simples mecanismo institucional, mas como uma resposta teológica e escatológica ao Grande Conflito. Você descobrirá: ✅ Como a teologia da história molda a identidade adventista ✅ Por que a organização de 1863 foi uma decisão teológica e missionária ✅ A relação entre profecia, missão e sistema representativo ✅ Como a estrutura ajuda a preservar a verdade presente ✅ Os desafios contemporâneos da unidade mundial adventista ✅ Os perigos da burocracia sem espiritualidade ✅ O equilíbrio entre contextualização e fidelidade doutrinária ✅ Como líderes podem preservar a missão sem comprometer a identidade profética Mais do que uma análise histórica, este episódio é um convite para enxergar a Igreja Adventista como um movimento profético organizado para cumprir sua missão no contexto do tempo do fim. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042

    Videira Florida
    O Livro de Rute - Cap1 / Pr Marcio Alves / Videira Flórida

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    Play Episode Listen Later Jun 30, 2026 50:26


    Essa palavra foi ministrada na Videira Florida28 de junho de 2026Support the show