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Pressão social em torno da maternidade, peso das expectativas impostas às mulheres, transformações nas formas de construir a família e afetos na sociedade contemporânea são temas abordados pela psicanalista Vera Iaconelli, em entrevista à jornalista Ritta Zumba. Vera destaca os motivos dessas pressões, o equilíbrio entre trabalho e maternidade, o impacto sobre a saúde mental das mulheres e a importância da autoavaliação feminina na escolha consciente por viver ou não a maternidade.
Legislação passa a prever oportunidades educacionais e programas de acesso e permanência no ensino superior.
Episódio 087 de Dias Úteis, um podcast que oferece poesia pela manhã, de segunda a sexta-feira. Durante os dias que precedem e também ao longo dos que incluem o programa da Maratona de Leitura da Sertã 2021, convidamos alguns dos participantes a partilhar um poema para o nosso podcast. Convidados, autores, participantes, mas também os membros da equipa que faz com que este evento aconteça, têm aqui um outro palco para lerem. Esta tarde, Renato Filipe Cardoso lê um poema do seu livro "Máquina de lavar corações", edição Texto Sentido. Ainda vai a tempo de participar neste enorme evento, em que temos o prazer de ser parceiros: https://www.maratonadeleitura.pt/. Tema musical original de Marco Figueiredo, com voz de José Carlos Tinoco. Saiba mais sobre os nossos projectos em www.assdeideias.pt. Procure os poemas lidos e muitos outros, adquirindo livros através da ReLi, Rede Independente de Livrarias (https://www.reli.pt) e apoie assim o sector livreiro em Portugal.
“Homens e mulheres tendem a considerar mais sólidas as contribuições de homens na Ciência”, refere Filipa Almeida Mendes em “O efeito Matilda - as mulheres cientistas que a História tentou esquecer"See omnystudio.com/listener for privacy information.
No sexto episódio da série Mulheres na Ciência, o podcast Conta pra Gente apresenta a trajetória de Maria Beatriz do Nascimento, historiadora, professora, roteirista, poeta e ativista que dedicou sua vida ao estudo da história da população negra e à valorização dos quilombos no Brasil. Com o tema Guardiã das memórias e dos quilombos, a narrativa convida as crianças a conhecerem histórias que ajudam a compreender a formação do povo brasileiro e a valorizar a memória e a diversidade cultural.Dedicado ao público infantil, o episódio apresenta sua trajetória de forma leve e envolvente, aproximando as crianças de temas como identidade, resistência, memória e cidadania. Ao contar a história de Maria Beatriz, destaca-se a importância de reconhecer e preservar as raízes africanas e a luta por justiça social, elementos fundamentais para a construção de um país mais justo e inclusivo.O podcast é um projeto experimental vinculado ao Laboratório de Estudos Editoriais (LEE) e desenvolvido pelas alunas Roberta Kelly, Evelyn de Souza e Victoria Lima, do Bacharelado em Letras – Português da UNIFAL-MG. A iniciativa integra a disciplina Introdução à Divulgação Científica, sob coordenação da professora Flaviane Faria Carvalho e com suporte técnico do professor Wellington Lima.No sétimo episódio da série Mulheres na Ciência, o podcast Conta pra Gente apresenta a trajetória de Sueli Carneiro, filósofa, escritora e ativista antirracista que dedicou sua vida à luta por igualdade, respeito e um mundo mais justo para todos Com o tema Por igualdade, respeito e um mundo inteiro!, a narrativa convida as crianças a descobrirem a importância de defender os direitos de todos e a construir uma sociedade onde a diversidade seja celebrada.Os episódios estão disponíveis no canal oficial da UNIFAL-MG no Spotify.Outros podcasts podem ser acessados em: https://unif.al/nopotify
Segundo avaliação da economista Amanda de Albuquerque, a participação feminina na política permanecerá limitada enquanto o cuidado for considerado como responsabilidade exclusiva das mulheres. Amanda, que é diretora executiva da rede A Ponte , uma organização sem fins lucrativos que apoia mandatos de vereadoras e deputadas estaduais em todo país, conversou com a jornalista Raíssa Abreu sobre a falta de equilíbrio nas responsabilidades entre homens e mulheres na sociedade e como isso reflete na participação cidadã, na vida política e no futuro do país.
Sob o regime talibã, milhões de afegãos dependem de ajuda humanitária, enquanto mulheres e meninas são privadas de direitos humanos básicos, agravando a fome e a fragilidade econômica do país.
Conversas que Importam é o podcast da Comunidade Nova, apresentado pela Pra. Natalia Albuquerque.Um espaço de conversas leves, sinceras e relevantes sobre vida, fé, família, imigração, relacionamentos, desafios, propósito e tudo aquilo que realmente importa.A cada episódio, convidados especiais compartilham histórias, experiências e reflexões de forma humana, acolhedora e verdadeira.Um podcast para ouvir, aprender, rir, refletir e crescer junto.Host: Pra. Natalia AlbuquerqueConvidado: Milene Luppe e Anete Rauber
A coletiva das artistas Ayla de Oliveira, Carla Duncan, Dayane Tropicaos, Elisa Arruda, iahra, Maria Lynch, Marina Quintanilha e Marlene Stamm esteve em cartaz no Museu de Arte Contemporânea de Nitérói. Na reportagem, a curadora Luiza Testa fala sobre o papel social das mulheres na perspectiva de “Um Teto” e a visitante Caroline Vitória comenta sobre o que mais a impressionou na mostra.Reportagem: Julie DrummondEdição: Thiago Kropf
ChácaraTalk 235 │ Mulheres que Constroem by Chácara Primavera
Saindo da Lata | Mulheres que Constroem by Chácara Primavera
Estudo da FMRP mostra que diferentes formas de terapia hormonal ajudam a preservar a massa óssea de mulheres com insuficiência ovariana prematura e reforça a importância do cálcio na prevenção de complicações
José Gameiro ganhou uma popularidade maior quando escreveu o seu Manual da Infidelidade. Fez-me pensar no tema. Nesta coisa de as mulheres, segundo ele, traírem melhor do que os homensSee omnystudio.com/listener for privacy information.
#109 - Mulheres que anunciam Boas Novas paralisam exércitos - Dirce Carvalho by Dirce Carvalho
O Observatório Feminino deste domingo (7) recebe Cleide Barcelos dos Reis Rodrigues, que é a primeira mulher da história no comando da Polícia Militar de Minas (PMMG). Cleide Rodrigues está substituindo o coronel Carlos Frederico Otoni Garcia, no comando-geral da corporação desde setembro de 2024.Outro tema abordado no episódio é o novo recurso de segurança do WhatsApp chamado "Alerta de Golpe", criado para identificar mensagens suspeitas enviadas por contatos desconhecidos. Se identificar indícios de fraude, o WhatsApp vai mostrar um alerta na conversa com a mensagem “Isso pode ser um golpe”. A partir daí, o usuário poderá bloquear e denunciar o contato ou informar que confia no remetente e seguir com a conversa normalmente.Participam da conversa a comandante-geral da PMMG, Coronel Cleide Barcelos dos Reis e a Advogada, especialista em Direito das Mulheres, Presidente da Comissão de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres da OAB/MG, Isabel Araújo Rodrigues.
De 1998 até 2025, as mulheres passaram de 17% para 23% das funções-chave nos bastidores de Hollywood. Três décadas. Seis pontos percentuais. Parece pouco? Porque é pouco. Mas a história fica ainda mais perturbadora quando você descobre que, em 2025, o número de filmes protagonizados por mulheres despencou 13 pontos em relação ao ano anterior. Como um avanço pode andar tão devagar enquanto o retrocesso corre?É sobre isso que este episódio se debruça: o paradoxo de um cinema que celebra diversidade nos discursos de premiação mas mantém sets hostis, etarismo estrutural, mulheres negras praticamente invisíveis nos cargos de tomada de decisão e a direção de fotografia como lugar quase inalcançável. Por que a Noruega conseguiu elevar de 20% para 62% a proporção de diretoras em apenas um ano, e o Brasil ainda engatinha? E o que a "fábrica de empatia" do Roger Ebert tem a ver com o movimento Red Pill?Rafael Arinelli recebe Luísa Pécora e Carissa Vieira para mergulhar nos números reais, nas políticas públicas que funcionaram, nos festivais que viram vitrine de diversidade, e na pergunta que ninguém quer responder: será que o Oscar muda alguma coisa além do ciclo de notícias?A resposta vai incomodar. E precisa incomodar.• 04m56: Pauta Principal• 1h21m54: Plano Detalhe• 1h36m16: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • André Marinho Moreira• Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• Wilmar Arinelli Jr• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Carissa): Mostra: Mestras do Macabro• (Carissa): Filme: Em Minha Pele (2002)• (Luísa): Filme: Rapper aos 40• (Rafa): Álbum: Dominguinhos 2.0Edição: ISSOaí
Assessoria esportiva online e cursos | E-book "Dieta Inteligente - Para Perder Gordura e Ganhar Massa Muscular" – só R$ 39,90 | Curso de Treino – Monte seu próprio treino ainda hoje | Curso de Emagrecimento – Como emagrecer e nunca mais engordar | Curso Sobre Esteroides Anabolizantes – Não use esteroides antes de fazer este curso | Curso de Suplementação para Praticantes de Musculação | Grupo do Telegram com promoções | Instagram | Facebook | Growth | Oficialfarma
Manuela Xavier é psicóloga, doutora em psicologia clínica, escritora, criadora do podcast No Espelho e uma das vozes mais relevantes sobre comportamento feminino, desejo, liberdade e relações contemporâneas. Neste episódio do DCNC, conversamos sobre poder pessoal, energia feminina, autonomia financeira, posicionamento, conservadorismo, burnout feminino, empreendedorismo, feminilidade e liberdade emocional. Também falamos sobre redes sociais, influência, psicanálise, mulheres em cargos de liderança, sobrecarga emocional e o impacto político de mulheres ocupando espaços de poder. Um episódio profundo sobre identidade, coragem e a construção de uma mulher que não pede mais permissão para existir.Vambora entender como esse sucesso aconteceu?Toda semana tem novo episódio no ar, pra não perder nenhum, siga: Aceleradora de negócios: https://trcircle.com/Instagram Thais: https://www.instagram.com/thaisroque/ Link da Manu:Insta - https://www.instagram.com/manuelaxavier/Mala de viagem:TED Brene - https://www.ted.com/talks/brene_brown_the_power_of_vulnerabilityMorra, amor - https://www.adorocinema.com/filmes/filme-310017/Mulheres que correm com os lobos - https://amzn.to/4uKMu5nEquipe que faz acontecer:Criação, roteiro e apresentação: Thais RoqueConsultoria de conteúdo: Beatriz FiorottoProdução: José Newton FonsecaSonorização e edição: Felipe DantasIdentidade Visual: João Magagnin
Por que tantas mulheres estão perdendo a vontade detransar mesmo amando seus parceiros?Neste episódio, você vai entender como estresse crônico,sobrecarga emocional, redes sociais, ansiedade, pornografia, rotina edesconexão emocional estão afetando diretamente a libido feminina.Com base em neurociência, comportamento humano epsicologia, esse episódio explica por que o desejo sexual feminino não funcionada forma que a maioria das pessoas imagina.Se você sente cansaço constante, falta de tesão,desconexão durante o sexo ou a sensação de que seu corpo “desligou”, esseepisódio pode mudar a forma como você entende a si mesma.Temas:libido feminina, desejo sexual, neurociência do prazer, ansiedade, sistemanervoso, pornografia, masturbação, relacionamentos longos, saúde emocionalfeminina, tesão feminino, conexão emocional, dopamina, sobrecarga mental esexualidade feminina.#libidofeminina#sexualidadefeminina#desejosexual#relacionamentos#neurociencia#psicologiafeminina#saudeemocional#tesaofeminino#inteligenciaemocional#autoconhecimento
No quinto episódio da série Mulheres na Ciência, o podcast Conta pra Gente apresenta a trajetória de Lélia Gonzalez, intelectual, filósofa, antropóloga e ativista que dedicou sua vida à valorização das culturas afro-brasileiras e indígenas, além da luta por uma sociedade mais justa e igualitária. Com o tema Valorizando culturas e muitos heróis, a narrativa convida as crianças a descobrirem a riqueza das diferentes culturas que formam o Brasil e a importância de reconhecer histórias muitas vezes esquecidas.Dedicado ao público infantil, o episódio apresenta sua trajetória de forma leve e envolvente, aproximando as crianças de temas como diversidade cultural, identidade, respeito e cidadania. Ao contar a história de Lélia Gonzalez, destaca-se a importância de valorizar nossas origens e compreender que a construção de um país mais justo passa pelo reconhecimento de todos os seus povos e saberes.O podcast é um projeto experimental vinculado ao Laboratório de Estudos Editoriais (LEE) e desenvolvido pelas alunas Roberta Kelly, Evelyn de Souza e Victoria Lima, do Bacharelado em Letras – Português da UNIFAL-MG. A iniciativa integra a disciplina Introdução à Divulgação Científica, sob coordenação da professora Flaviane Faria Carvalho e com suporte técnico do professor Wellington Lima.No próximo episódio da série Mulheres na Ciência, o podcast Conta pra Gente apresenta a trajetória de Maria Beatriz Nascimento, historiadora e pesquisadora que estudou a história da população negra e a importância dos quilombos. Com o tema Guardiã das memórias e dos quilombos, o episódio convida as crianças a conhecerem histórias que ajudam a compreender a formação do povo brasileiro e a valorizar a memória e a diversidade cultural. Acompanhe!Os episódios estão disponíveis no canal oficial da UNIFAL-MG no Spotify.Outros podcasts podem ser acessados em: https://unif.al/nopotify
Existe uma coisa interessante sobre liderança: ela raramente nasce pronta.Neste episódio, nossa host Silvana Dias recebe Ingrid Paganini para uma conversa profunda e muito prática sobre senioridade, liderança e crescimento profissional.Ao longo do episódio, foram discutidos temas que vão muito além do cargo:O que realmente diferencia profissionais senioresComo desenvolver influência antes da liderança formalO papel da autonomia e da comunicação na construção de carreiraEstratégias reais para crescer profissionalmente em contextos complexosA trajetória da Ingrid passa por comunicação, negócios, tecnologia e transformação digital, trazendo uma visão muito rica sobre liderança construída na prática e não apenas no discurso.Um episódio especialmente valioso para profissionais que estão buscando mais protagonismo, impacto e clareza sobre os próximos passos da carreira.Conhece alguem que precisa muito dessa conversa? Compartilhe já!#ProductManagement #Leadership #WomenInTech #DigitalTransformation #Carreira #Liderança #Senioridade #Produto #TechLeadershipConvidada: Ingrid Paganini Host: Silvana Dias********Este episódio é patrocinado pelo Itaú!Se você, assim como a gente aqui na Mulheres de Produto, é fã de cultura de produto forte e quer saber como é Jeito Itaú de Produtar, dá uma olhada em: carreiras.itau.com.br/produto.
Saudações pessoas!Como sabemos, esse 2026 começou quente em termos tanto de medidas e debates legais sobre a questão da(s) violência(s) contra a mulher, quanto de fatos, notícias, acontecimentos trágicos, brutais e chocantes a respeito do tema. Entre tentar criar medidas de proteção para abrcar o problema, sugerir aumentos de pena e triques fantasiosos, lutar para reconhecer questões de estrutura e base e (alguns) que lutam justamente para que tudo isso seja meramente cosmético e tiros de festim midiáticos, estamos nós.E está Joana Perrone, pesquisadora graduada em Relações Internacionais na Universidade de Sussex (Reino Unido) e atualmente investigando questões relacionadas a Women's Studies, na Universidade de Oxford (idem).Joana traz questões interessantíssimas sobre esse tema que ela acomapanha desde uma mirada do norte global, mas muito, muito de perto, como brasileira, e, sobretudo, mulher. O que está por trás de alguns dos discursos bem corriqueiros sobre o tema, e como desmontamos alguns fios da bomba sobre ele para resolver esses enigmas de forma mais segura?Taque o play e: descubra! ***Vamos de vestir conforto, inteligência, praticidade, estilo e muita tecnologia? Já sabe, então: É INSIDER, sem erro! Tem o Wingsuit que é sucesso, e muito mais! Descontos incríveis para você em peças que aliam tudo o que você precisa e te acompanham em diversos momentos, atividades e ocasiões, sem perder a elegância.Utilize o cupom VIRACASACAS e veja a magia dos descontos acontecer: Clica aí: https://www.insiderstore.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/insiderstore/ #insiderstore Expediente:Pai-Fundador e apresentador: Felipe AbalOutro apresentador: Gabriel Divan Apresentador que está em missão secreta: CarapanãEdição de Áudio que nunca falha: Ingrid DutraA Garota da Capa: Dani BoscattoMúsica de abertura: Dog Fast by mobigratis
Uma pesquisa recente publicada na revista científica Pain mostra que a reação ao choro de dor dos bebês depende mais da empatia do indivíduo do que do gênero. Durante o experimento, realizado no Hospital Universitário de Saint-Étienne, no sudeste do país, a equipe do neurocientista francês Camille Fauchon, do Inserm (Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica da França), utilizou uma base de áudios, gravados em casa pelos próprios pais ou em hospitais. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris O estudo coletou o choro de cerca de 20 crianças, entre meninos e meninas, entre 2018 e 2019. As gravações foram feitas, por exemplo, quando os bebês tomavam vacina ou durante os primeiros banhos, uma situação potencialmente estressante. Ao todo, 80 homens e mulheres, com ou sem filhos, participaram da pesquisa e foram submetidos a exames de ressonância magnética funcional (fMRI) enquanto ouviam os áudios. Os participantes permaneceram cerca de uma hora dentro do aparelho, ouvindo choros de bebês que não conheciam. "Tentamos identificar as áreas cerebrais relacionadas a esse aprendizado e verificar se existiam diferenças relevantes entre os pais e as mães", explica o cientista francês. O objetivo dos exames de imagem era comparar como os participantes reagiam aos sons dos choros dos recém-nascidos. Os choros de dor utilizados na pesquisa têm uma “marca” característica que ativa certas regiões cerebrais. “Durante a ressonância magnética, fizemos essa comparação com os pais, as mães, os homens com ou sem filhos e as mulheres com ou sem filhos. Nosso objetivo era identificar quais circuitos 'despertam' quando ouvimos esses sons.” Essa escuta ativou um grande conjunto de estruturas no cérebro dos participantes, sem grandes diferenças, diz o neurocientista. O fator determinante é o tempo dedicado aos cuidados com a criança, um aprendizado que é construído no dia a dia com o bebê. A inclusão de pais e mães no estudo, diz Camille Fauchon, é inédita, embora pesquisas anteriores, de 2017, já tenham mostrado que ambos são igualmente capazes de reconhecer o choro de seus filhos. Por que nosso cérebro é tão sensível ao choro de um bebê? A natureza é sábia, explica o pesquisador: em termos acústicos, esse choro rouco típico dos bebês, quase aversivo, é feito para despertar a atenção dos adultos, que vão agir para acalmar o desconforto ou a dor da criança. "Isso é bastante lógico. Vivemos em grupo, criamos nossos filhos coletivamente e temos empatia uns pelos outros. Por isso, todos somos capazes de reconhecer esse choro." A parentalidade, ou o contato diário com o recém-nascido, contribui para especializar um circuito cerebral já presente em todos os indivíduos, tornando-o mais sensível e rápido na interpretação desses sinais, reitera Camille Fauchon. Em primeiro lugar, entra em ação o sistema auditivo, localizado nos lobos temporais, responsável por decodificar os sons. Na sequência, são ativadas regiões ligadas à empatia, sobretudo nas áreas frontoparietais. Essas áreas permitem integrar as informações e se colocar no lugar do outro para compreender, no caso, que se trata de um bebê em sofrimento. O cérebro também reage emocionalmente. Estruturas como a amígdala cerebral e a chamada ínsula anterior entram em funcionamento, gerando uma resposta afetiva ao choro, ao mesmo tempo em que contribuem para regular essa emoção. Outra rede importante é a chamada "vigilância parental". Ela envolve regiões subcorticais e límbicas antigas, como o núcleo caudado, relacionadas à orientação da atenção e à iniciativa de cuidado. Empatia é essencial O nível de empatia individual desempenha um papel central na reação dos adultos e vai condicionar essa resposta. "Quanto mais empatia temos, maior será a ativação de certas estruturas cerebrais diante do choro de um bebê", acrescenta o cientista francês. A conclusão é que, de uma forma geral, homens e mulheres possuem a mesma base neural para interpretar o choro de um bebê. A experiência de contato com esses choros leva à especialização de certos circuitos neurais, independentemente do gênero. Os dados reforçam a importância da plasticidade cerebral, definida como a capacidade de o cérebro se modificar ao longo do tempo em função das experiências e características individuais. A próxima etapa, explica o pesquisador, é estudar a reação cerebral ao choro de bebês conhecidos e descobrir se, de fato, essa familiaridade influencia a capacidade de identificar se há dor ou incômodo.
Uma pesquisa publicada na revista Molecular Psychiatry com cientistas da UFRJ investigou possíveis causas para o Alzheimer ser duas vezes mais frequente entre elas. A reportagem entrevistou um dos responsáveis pelo estudo, Mychael Lourenço, que é doutor em Química Biológica e professor da IBqM/UFRJ. As análises indicaram fatores biológicos e sociais que afetam essa proporção.Reportagem: Isabella Diniz FerreiraEdição: Thiago Kropf
Nesta edição de Vira e Mexe, o destaque são cantoras e compositoras dedicadas ao forró. Ouça o podcast no link acima. Nesta edição o podcast Vira e Mexe reproduz o programa Vira e Mexe, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido nos dias 30 de maio e 1º de junho de 2026. Dedicado à divulgação do forró e ritmos afins – como baião, xote, xaxado e arrasta-pé –, Vira e Mexe vai ao ar pela Rádio USP (93,7 MHz) sempre aos sábados, às 11 horas, com reapresentação à 0 hora de segunda-feira, inclusive via internet, através do site da emissora. Às segundas-feiras ele é publicado em formato de podcast no site do Jornal da USP. O programa é produzido por Paulinho Rosa (edição) e Dagoberto Alves (sonoplastia). A apresentação é de Paulinho Rosa. As edições anteriores do podcast Vira e Mexe estão disponíveis neste link.
O gênero do horror vem ganhando espaço na literatura ibero-americana contemporânea escrita por mulheres. Autoras premiadas como Mariana Enriquez, da Argentina, María Fernanda Ampuero, do Equador, e Laila Martínez, da Espanha, recorrem a elementos do horror e do fantástico sombrio para abordar traumas, diferentes formas de violência e outras questões sociais. É sobre esse tema o novo episódio do Podcast da Semana, com a atriz e diretora Amanda Lyra, que partiu de contos desse universo para, ao lado de Juuar, montar a peça Estratagemas Desesperados.Amanda Lyra é atriz e diretora. Formada pela Escola de Arte Dramática da USP. Fez a dramaturgia e direção (ao lado de Juuar) do espetáculo Estratagemas Desesperados (2025). Idealizou e atuou no monólogo Quarto 19, criado a partir do conto homônimo de Doris Lessing, com direção de Leonardo Moreira. Como atriz convidada, atuou em peças de diretores como Felipe Hirsch, Yara de Novaes, Carolina Bianchi e Daniela Thomas, entre outras.Na conversa com Gama, Lyra trata de literatura, gênero, teatro e dos estereótipos por trás de ser mulher, e mulher latino-americana.Roteiro e apresentação: Luara Calvi Anic
Mulheres serão as principais beneficiadas. Gabriela de Aguiar, 23 anos, espera ter mais tempo para cuidar da filha de 1 ano de idade e recorda a ausência do pai na infância que sempre trabalhou com jornada de apenas o domingo de folga. “Quero que a realidade da minha bebê seja diferente”, disse. Sonoras:
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Ministra Márcia Lopes destaca avanços no combate à violência de gênero, com foco na proteção, na prevenção e na punição de agressores. O Pacto Contra o Feminicídio, incentivado pelo presidente Lula, ganhou proporção nacional e engajamento dos Três Poderes, com resultados concretos em 100 dias.Sonoras:
A mobilização da sociedade é necessária para evitar que a extrema direita no Congresso inviabilize a medida ou até aumente ainda mais a jornada. Mulheres trabalhadoras podem perder a chance de garantir mais tempo com a família, para cuidar da saúde e da vida, como alertam petistas. Sonoras:
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Discuto a decisão que o STF deu às ADI's 7612 e 7631 e à ADC n. 92 que tratavam da lei n. 14.611/23. Discuto os fundamentos das ações e as razões pelas quais o STF declarou válida a lei. Falo sobre a conformidade desta lei também com a Convenção n. 100 da OIT e com leis de outros países.
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Convidada: Adriana Carranca, escritora e jornalista, participou de coberturas especiais no Afeganistão e em outras regiões do Oriente Médio. Nas últimas semanas, o grupo fundamentalista que governa o Afeganistão publicou o documento intitulado "Princípios de Separação Entre Cônjuges", que muda a legislação sobre casamentos no país. Desse modo, uma tragédia comum nas regiões rurais foi oficializada como lei: o casamento infantil. Na prática, o Talibã derrubou a idade mínima para o casamento, que era de 16 anos: agora, meninas de até 9 anos já são submetidas ao matrimônio forçado. O texto estabelece ainda uma interpretação extrema de consentimento: o silêncio de uma "menina virgem" deve ser entendido como um “sim”. A medida é apontada por especialistas internacionais como a institucionalização do estupro infantil e da violência doméstica. Neste episódio, Natuza Nery conversa com a jornalista e escritora Adriana Carranca, que já realizou coberturas in loco no Afeganistão. Nesta entrevista, Adriana explica a origem do Talibã e a ascensão de um regime ainda mais fechado a partir de 2021, e relata o horror pelo qual mulheres e meninas são submetidas por lá.
O PT aparece como o partido com maior número de proposições de autoria própria.Os senadores Humberto Costa (PT-PE) e Eliziane Gama (PT-MA) destacaram avanços em 100 dias do Pacto Brasil Contra o Feminicídio, iniciativa incentivada por Lula que mobilizou o Legislativo e o Judiciário.
Representantes do grupo lusófono Women in Global Health estão na Suíça para a Assembleia Mundial da Saúde, da OMS; para elas, mais precisa ser feito para acelerar alcance das metas de desenvolvimento.
Iniciativa, estabelecida há 16 anos, conecta 3 milhões de mulheres e gera R$ 50 milhões em rendas de pequenos e grandes negócios no Brasil; para idealizadora, quando uma mulher consegue gerar o próprio dinheiro, ele tem autonomia e poder para tomar as próprias decisões e ter uma vida melhor.
O presidente Lula assinou medidas para ampliar a proteção às mulheres e reforçar a segurança digital no Brasil. Lançado em fevereiro deste ano, o pacto nacional já resultou em 5.000 prisões de agressores em todo país, além da aceleração de processos judiciais e dezenas de projetos aprovados no Legislativo. Sonora:
A segurança pública é a maior preocupação das mulheres brasileiras. O medo e a violência moldam como elas se movem pela cidade — andar nas ruas, pegar transporte público, praticar esportes ao ar livre são situações que causam tensão e acabam limitando a circulação delas no espaço urbano. "É um medo que reorganiza a vida inteira", diz a pesquisadora Carolina Althaller, que participou de uma pesquisa sobre o tema como parte do projeto Mulheres em Diálogo.Althaller é diretora executiva do Instituto Update, mestranda em Comunicação e Cultura Digital pela Fundação Getulio Vargas do Rio de Janeiro e especialista em Política e Sociedade pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP/UFRJ).Na conversa com Gama, trata das principais preocupações das mulheres de diferentes realidades em relação à segurança pública e à circulação pelas cidades, das estratégias criadas por elas para melhorar essa realidade e das políticas públicas essenciais para que as mulheres possam circular pelas cidades com segurança e liberdade.Roteiro e apresentação: Luara Calvi Anic
Lei foi questionada por setores empresariais e extrema direita. STF entende que o texto sancionado pelo presidente Lula é constitucional.Sonora:
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Forma de se locomover pela cidade impacta diretamente as mulheres
Trabalhadoras do setor têm papel fundamental em economias comunitárias de pesca artesanal; invisibilidade estatística e barreiras estruturais restringem participação ativa nos espaços de decisão.
Muitas casas foram completamente destruídas, deixando mais de meio milhão de deslocadas; apesar do cessar-fogo, civis continuam sendo mortos e feridos; fome em nível de crise ou pior pode chegar a 639 mil mulheres nos próximos meses.
Rafa Kalimann, atriz e apresentadora, fala sobre cuidado entre mulheres, humor no casal e o poder (ou não!) da intuição.
Neste episódio do Pura Connection, André Bintang recebe Ana Rodrigues, campeã mundial de Jiu-Jitsu, empreendedora, professora e fundadora do Reganic House, a primeira academia dedicada a treinos e acolhimento para mães, mulheres vulneráveis e iniciantes.Ana saiu de uma infância difícil no Rio, deixou a casa aos 15 anos com 100 reais no bolso para seguir o sonho de viver do Jiu-Jitsu, venceu mundiais e hoje transforma vidas em São Paulo ao combinar técnica, presença mental e uma metodologia pensada para mulheres que nunca se viram no tatame. Hoje, Ana está focada em oferecer um espaço seguro, terapêutico e marcial onde mulheres que nunca se imaginaram no tatame possam ganhar confiança, presença e voz.Em uma semana marcada por mais um caso de assédio em academia, Ana fala com clareza sobre cultura, abuso, protocolos de segurança, responsabilidade dos professores e a urgência de as mulheres aprenderem a se retirar de ambientes tóxicos. Ela aborda também profissionalização docente, mentoria, saúde mental, crises de ansiedade no tatame e a potência do Jiu-Jitsu como ferramenta de cura.Um episódio essencial para quem vive, ensina ou lidera no Jiu-Jitsu e para toda mulher que busca força com acolhimento, dentro e fora do tatame.Gostou do episódio? Queremos saber como o Jiu-Jitsu mudou a sua vida? Deixe nos comentários.