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O Fala Carlão apresenta, no Canal do Boi, a cobertura do jantar promovido pela GreenHas TechFertil durante a Hortitec, um momento de encontro entre produtores, parceiros e profissionais do setor. Participam do programa Osmar Simonetti, produtor de laranja; Franco Borsari, Diretor da GreenHas TechFertil; Marcilio Lusvarghi, Representante Técnico de Vendas da GreenHas TechFertil; Fabio Antonio Veltrini, engenheiro agrônomo da Hortimulti; e Luiz Alberto Souza, produtor de pimentão. Ao longo da conversa, os convidados compartilham suas trajetórias, analisam o crescimento do mercado e destacam como a construção de parcerias sólidas contribui para gerar confiança, ampliar oportunidades e fortalecer o desenvolvimento da horticultura e da citricultura brasileiras.
O Fala Carlão apresenta, no Canal do Boi, uma conversa na Hortitec com Franco Borsari, Diretor da GreenHas TechFertil; Rafael Abbondanza, agrônomo; Leandro Rechia, Gerente Comercial; e Cláudio de Gaspari, Diretor da companhia. No programa, os convidados falam sobre a presença no evento, a construção de relações duradouras com clientes e parceiros e a importância de manter proximidade com o mercado. A integração entre GreenHas e TechFertil também ganha destaque como parte de uma estratégia baseada em confiança, complementaridade e atuação conjunta. Uma entrevista sobre relacionamento, alianças comerciais e o papel das parcerias na consolidação da empresa no agronegócio.
Pres. Antonio SeverinoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O GP da Bélgica já começou a mostrar quem realmente chega forte em Spa. Nesta live, a gente analisa o que as primeiras atividades de pista já deixaram de sinal para o fim de semana: ritmo de corrida, voltas rápidas, comportamento dos carros, equilíbrio entre as equipes e os primeiros indícios da disputa no circuito mais desafiador do calendário.
O Aos Fatos desta quarta-feira (15) destaca a pesquisa Genial/Quaest que mostra a aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva superando, pela primeira vez em um ano, o índice de desaprovação. Outro destaque é a Operação Slots, deflagrada pela Polícia Federal para desarticular um esquema de lavagem de dinheiro por meio de plataformas ilegais de apostas esportivas.
Paulo Tinoco participou do podcast da BraboTV, apresentado por Tulio Rodrigues e Rafa Penido, e trouxe histórias impressionantes sobre a relação entre Flamengo, música, rádio, cultura popular e memória rubro-negra.Na conversa, Tinoco explicou como sua pesquisa cruza o dia a dia do clube com teatro, cinema, comportamento, política, discos, narrações históricas e personagens fundamentais da cultura brasileira.Entre os temas estão a música “Meu Flamengo, meu Brasil”, de Roberto Paiva, o tricampeonato carioca de 1953, 1954 e 1955, a investigação sobre a voz de Oduvaldo Cozzi, o gol de Dida narrado por Waldir Amaral, o resgate de uma música inédita de Jackson do Pandeiro chamada “Fla-Flu” e a força de uma torcida que já ocupava bondes, ruas e rádios muito antes da era digital.Uma conversa para entender o Flamengo como clube, cultura, memória e fenômeno popular brasileiro.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #FlamengoAoVivo
No dia 26 de julho o Grupo Giramundo apresenta Alice no País das Maravilhas na Mostra Cine Brasil de Teatro. Saiba os detalhes com Isabela Lapa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: ESDRAS 3:1-6 PLANO DE LEITURA ANUAL: SALMOS 7–9; ATOS 18 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Iniciar uma ONG de apoio para adultos estava fora dos meus planos e, quando me senti chamado a fazê-lo, tive muitas perguntas. Quem a financiaria? Quem ajudaria a montá-la? A maior ajuda não veio de um livro de gerenciamento de negócios, mas de um livro bíblico. O livro de Esdras é leitura essencial a quem Deus chama para fazer algo. Relata sobre como os judeus reconstruíram Jerusalém após o exílio, apresenta como Deus proveu por meio de doações públicas e recursos governamentais (ESDRAS 1:4-11;6:8-10), e como os voluntários e empreiteiros fizeram o trabalho (1:5;3:7). Mostra a importância do tempo de preparação, com a reconstrução só começando no segundo ano do retorno deles (3:8) e como a oposição pode surgir (cap.4). Mas, para mim, em particular, algo na história se destacou. Um ano inteiro antes de começar qualquer construção, os judeus erigiram o altar (3:1-6). O povo adorou “antes mesmo de lançarem os alicerces do templo do Senhor” (v.6). A adoração veio antes. Deus o chama para começar algo novo? O princípio de Esdras é contundente, quer iniciemos uma ONG, estudo bíblico, projeto criativo ou nova função no trabalho. Até mesmo um projeto concedido por Deus pode desviar a nossa atenção dele. Portanto, concentremo-nos primeiramente em Deus. Antes de trabalhar, adoremos! Por: SHERIDAN VOYSEY
Os alunos (que agora desconfiam de tudo), o Livre (que acha que vai para o Governo) e o ministro da Administração Interna (que não explica tudo) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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O Fala Carlão apresenta, no Canal do Boi, um programa especial durante o evento da Viter, em Campinas, reunindo diferentes olhares sobre inovação, desenvolvimento técnico e relacionamento com o produtor. Participam Taciana Seixas, Gerente de Desenvolvimento Técnico de Mercado da Viter, e Vanderlei de Souza, empreendedor e revendedor. Na entrevista, Taciana explica como as soluções desenvolvidas pela empresa chegam ao campo com posicionamento técnico adequado para cada cultura, região e realidade produtiva. Vanderlei, por sua vez, traz a visão de quem atua na revenda e acompanha de perto as necessidades dos clientes, destacando a construção da fertilidade do solo e a importância de ouvir o produtor.
Na live de hoje do Mundo Freak, vamos mergulhar em uma pauta que mistura ufologia brasileira, obsessão sobrenatural, magia de amarração e pânico provocado por creepypasta da vida real.Abrimos o programa com a Operação Prato, uma das investigações ufológicas mais famosas da história do Brasil, realizada pela FAB no Pará após uma onda de relatos envolvendo luzes estranhas, ataques atribuídos ao chamado Chupa-Chupa e fenômenos que continuam alimentando o imaginário da região até hoje.A pauta também passa pelos novos relatos de Colares, quase cinquenta anos depois da operação original, com histórias de esferas luminosas sobre rios, luzes que acompanham embarcações, objetos que parecem mergulhar nas águas e testemunhos que mantêm vivo o mistério no litoral paraense.Depois, a conversa segue para Obsessão (Obsession), filme de terror sobrenatural sobre um jovem que usa um objeto ocultista para fazer sua melhor amiga se apaixonar por ele, apenas para transformar esse desejo em uma espiral de dependência, obsessão e violência.Na sequência, entramos no tema da magia de amarração, discutindo suas origens antigas, sua presença em tradições populares, as formas como ela é interpretada hoje e por que continua sendo uma das práticas mais conhecidas, controversas e exploradas do ocultismo contemporâneo.E ainda tem espaço para uma história que parece saída de uma creepypasta: o caso do homem preso após assustar moradores vestido como o Creeper, de Olhos Famintos, em Pernambuco, reacendendo comparações com outros surtos coletivos alimentados por medo, viralização e redes sociais.Mais do que uma coletânea de assuntos estranhos, essa live também costura um ponto em comum entre todos eles: o modo como o medo, a crença, a imaginação e a circulação digital transformam relatos em experiências coletivas poderosas.Se você gosta de Operação Prato, ufologia brasileira, terror sobrenatural, ocultismo, magia popular, creepypastas, casos bizarros e debates sobre o estranho no mundo real, essa live é para você.▶ Cola na live e participa no chat: qual desses temas te pega mais, Colares, amarração, Obsessão ou o Creeper de Pernambuco?Apoie o Mundo Freak: Financiamento Coletivo na APOIA.se | Crowdfunding Pontual e MensalRafael Jacauna Autor (Instagram): Rafael Jacaúna | Escritor/Autor (@rafaeljacaunaautor) • Instagram profileLynda MD: Home - Lynda MDAnuncie com a Paratopia: Paratopia Podcast & Storytelling (@paratopiapodcast) • Instagram profileEdição: G. R. Machado (@instadogrmachado) • Instagram profile#MundoFreak#LiveMundoFreak#OperaçãoPrato#Colares#UfologiaBrasileira#ChupaChupa#Obsessão#AmarraçãoAmorosa#OlhosFamintos#Creepypasta
Na live de hoje do Mundo Freak, vamos mergulhar em uma pauta que mistura ufologia brasileira, obsessão sobrenatural, magia de amarração e pânico provocado por creepypasta da vida real.Abrimos o programa com a Operação Prato, uma das investigações ufológicas mais famosas da história do Brasil, realizada pela FAB no Pará após uma onda de relatos envolvendo luzes estranhas, ataques atribuídos ao chamado Chupa-Chupa e fenômenos que continuam alimentando o imaginário da região até hoje.A pauta também passa pelos novos relatos de Colares, quase cinquenta anos depois da operação original, com histórias de esferas luminosas sobre rios, luzes que acompanham embarcações, objetos que parecem mergulhar nas águas e testemunhos que mantêm vivo o mistério no litoral paraense.Depois, a conversa segue para Obsessão (Obsession), filme de terror sobrenatural sobre um jovem que usa um objeto ocultista para fazer sua melhor amiga se apaixonar por ele, apenas para transformar esse desejo em uma espiral de dependência, obsessão e violência.Na sequência, entramos no tema da magia de amarração, discutindo suas origens antigas, sua presença em tradições populares, as formas como ela é interpretada hoje e por que continua sendo uma das práticas mais conhecidas, controversas e exploradas do ocultismo contemporâneo.E ainda tem espaço para uma história que parece saída de uma creepypasta: o caso do homem preso após assustar moradores vestido como o Creeper, de Olhos Famintos, em Pernambuco, reacendendo comparações com outros surtos coletivos alimentados por medo, viralização e redes sociais.Mais do que uma coletânea de assuntos estranhos, essa live também costura um ponto em comum entre todos eles: o modo como o medo, a crença, a imaginação e a circulação digital transformam relatos em experiências coletivas poderosas.Se você gosta de Operação Prato, ufologia brasileira, terror sobrenatural, ocultismo, magia popular, creepypastas, casos bizarros e debates sobre o estranho no mundo real, essa live é para você.▶ Cola na live e participa no chat: qual desses temas te pega mais, Colares, amarração, Obsessão ou o Creeper de Pernambuco?Apoie o Mundo Freak: Financiamento Coletivo na APOIA.se | Crowdfunding Pontual e MensalRafael Jacauna Autor (Instagram): Rafael Jacaúna | Escritor/Autor (@rafaeljacaunaautor) • Instagram profileLynda MD: Home - Lynda MDAnuncie com a Paratopia: Paratopia Podcast & Storytelling (@paratopiapodcast) • Instagram profileEdição: G. R. Machado (@instadogrmachado) • Instagram profile#MundoFreak#LiveMundoFreak#OperaçãoPrato#Colares#UfologiaBrasileira#ChupaChupa#Obsessão#AmarraçãoAmorosa#OlhosFamintos#Creepypasta
A encenadora, actriz e escritora brasileira Carolina Bianchi regressou ao Festival de Avignon para estrear “Uma Luz Cordial”, o último capítulo da "Trilogia Cadela Força" aqui iniciada em 2023. Esta é “uma luz atrelada à expressão da violência”, mas também à "expressão do prazer", conta-nos a artista que neste espectáculo confronta o público com “o enigma” que atravessa a peça e que envolve teatro, literatura e sexualidade. Carolina Bianchi e a sua companhia Cara de Cavalo vão também fazer dois dias de maratona teatral de 10 horas com as três peças seguidas da trilogia, um gesto movido pelo desejo de “aventura total”. Carolina Bianchi encerrou a trilogia iniciada em Avignon com “Uma Luz Cordial”, um espectáculo que leva para o palco a violência do acto de escrever e o mistério da sua própria sexualidade. Esta é “uma luz atrelada à expressão da violência”, mas também “à expressão do prazer”, conta-nos a artista que foi buscar o título da peça a um poema que lhe é fundamental: “My Life Had Stood a Loaded Gun”, de Emily Dickinson, em que a imagem de uma arma carregada lhe evoca o potencial explosivo de uma poeta a escrever. Além do novo espectáculo, Carolina Bianchi e a sua companhia Cara de Cavalo retomam toda a trilogia nesta 80ª edição do Festival de Avignon e o público poderá ver, no mesmo dia, “A Noiva e o Boa Noite Cinderela” [que a revelou aos palcos europeus e com o qual conquistou o Leão de Prata da Bienal de Veneza em 2025], “The Brotherhood” e “Uma Luz Cordial”. A maratona teatral de 12 e 13 de Julho, na Opéra Grand Avignon, dura diariamente cerca de dez horas, um gesto movido pelo desejo de “aventura total”, em referência à "obra de arte como aventura total” do artista Alberto Greco, de quem também fala em palco. “A Noiva e o Boa Noite Cinderela”, o primeiro capítulo, arrasta o público para o inferno das violações e dos feminicídios. “The Brotherhood”, o segundo capítulo, mergulha-nos nas alianças masculinas que têm dominado a história da arte e do teatro e verbaliza o fascínio por esses mestres da arte e da violência. Agora, “Uma Luz Cordial”, o terceiro capítulo, tenta fintar a brutalidade da criação artística e faz a literatura irromper em todo o espaço cénico. Diluem-se novamente fronteiras entre teatro e poesia, entre ficção e real, entre autor e alter ego. Carolina Bianchi vai desaparecendo de cena para reaparecer “nas vozes” de autoras como Hilda Hilst e Emily Dickinson. Não se pense que este último capítulo vem curar alguma dor porque, ela avisa em palco, “a dor não passa” e “não há salvação”. Há, no entanto, uma luz ao fundo do túnel, a tal “luz cordial”, ainda que corresponda ao disparo de uma arma no poema “My Life Had Stood a Loaded Gun”. O teatro radical de Carolina Bianchi, que deixa enigmas e não dá respostas, que leva para o palco a complexidade e a perplexidade do mundo, que leva à tona tanto a parte maldita quanto a parte poética da criação, está no Festival de Avignon até 12 de Julho. RFI: Como é que nos pode apresentar este terceiro capítulo que fecha a trilogia “Cadela Força”? Carolina Bianchi, Autora e encenadora da trilogia teatral “Cadela Força”: “Uma Luz Cordial é um trabalho que vai na direcção da escrita, sobre o acto de escrever. Então, ele é, na verdade, eu me colocando ali também, nesta travessia deste espectáculo, como a escrita em si, o meu corpo está muito mais fora de cena do que nos outros trabalhos da trilogia. Acho que também tem essa questão: a de uma escritora que está desaparecendo, que está se tornando pura escrita. Por tocar nesse assunto da escrita, acho que forma um triângulo muito importante com outras duas coisas, que é a imaginação e a sexualidade. Aí, para mim, surge uma equação do enigma desta terceira parte, que é o que atravessa este último capítulo, estas três palavras que não se conseguem mais dissociar, a escrita também como uma possível expressão da sexualidade e é não só falar sobre a sexualidade, mas a escrita como expressão de uma sexualidade. Acho que, sobretudo, é também muito importante dizer: a literatura como forma de prazer.” Há uma poesia de Emily Dickinson essencial na peça, que fala em "uma luz cordial" em que "a arma tem o poder de matar, mas não de morrer". Por que chamou ”Uma Luz Cordial” ao terceiro capítulo? “Esse é o meu poema preferido da vida. Emily Dickinson traz uma possibilidade de ler esse poema - porque é o que eu digo também no trabalho: é difícil chegar a uma conclusão sobre como analisar um poema de Emily Dickinson. E essa é a coisa mais bonita sobre essa autora, que trabalha com enigmas, com espaços de puro mistério na sua escrita, na sua poesia. Acho que essa imagem de uma arma carregada que, para mim, pode ser a imagem da poeta a escrever, é uma das imagens mais bonitas que a poesia já trouxe para o meu imaginário. Aí vem essa frase ‘Uma luz cordial' que está no poema e ela essa sentença para descrever o momento do disparo da arma. Então, o tempo todo ela está trazendo nesse poema esses dois lados de uma arma que também é uma arma que é uma expressão de violência e, ao mesmo tempo, quando o disparo é descrito como uma luz cordial isso também traz outra imagem sobre essa arma, que é uma imagem de vida, uma imagem de sorriso, uma imagem de prazer, uma imagem de iluminação que é muito forte.” Em “A Noiva e o Boa Noite Cinderela” a principal inspiração era a artista italiana Pippa Bacca, violada e assassinada em trabalho. Em “The Brotherhood”, inspirava-se também na dramaturga Sarah Kane que dizia que “não há amor sem violência” e que explorava os temas do amor e da violência. Agora, as suas musas são Hilda Hilst e Emily Dickinson. Porquê falar através da voz destas artistas mulheres e porquê levar de forma tão franca a literatura para o teatro? “Tem uma coisa que eu acho que é importante dizer. A Pippa Bacca, para mim, ela não foi tanto uma inspiração como a minha relação com a Sarah Kane, talvez com outras dessas autoras. Acho que a Pipa Baca tinha uma coisa ali de um mistério do qual eu precisava, era quase a atracção de um detective que eu acho que é um pouco diferente. Nestes dois outros trabalhos, quando Sarah Kane aparece, quando vem a Emily, a Hilda e outras vozes também, para mim tem um aspecto de um encontro que é um encontro onde você se sente pertencente a um lugar ou onde você tenta pertencer a um lugar onde encontra essas outras autoras, onde você se sente menos sozinha, onde você tem um lugar onde se reconhece numa história. Acho que isso acontece muito com a Sarah Kane na ‘Brotherhood', alguém que fez espectáculos extremamente violentos, que sofreu também muitas consequências, boas e ruins, dessa dramaturgia sem concessões que ela fazia. Agora, nesta terceira, o ponto onde a coisa ainda fica mais profunda é a questão de elas serem alter egos. Quando eu falo dessa escritora que morreu e que agora aguarda nesse outro espaço essa hora de voltar, para mim, esse virar escrita também significa dissolver-se em alter egos. A minha voz já não é essa voz central, a voz está espalhada, está tudo espalhado, estilhaçado. Tudo ali é duplo. Também vem essa ideia da fantasmagoria em si, que eu também falo nos outros capítulos. Para mim, essa fantasmagoria chega no seu ápice na trilogia, que é a ideia de que nem sequer essa voz é a voz que agora é a mais ouvida. Essa voz precisa de se dissolver em alter egos e o da Emily Dickinson - que ocupa um lugar muito importante na minha vida, na minha história, com a literatura, com a escrita - aparecem também nesse chamado para seguir escrevendo.” Também interroga o próprio sacrifício da escrita e a violência que é escrever? “Sim, interroga, mas também é um lugar de prazer. Para mim, é muito importante afirmar essa palavra neste último capítulo, que eu acho que também é uma palavra que pouca gente esperava que fosse aparecer aqui. Há uma questão de associação entre a literatura e o prazer e, por isso, também a gente está associando com a questão da sexualidade, porque eu estou trazendo uma sexualidade que também se está colocando como uma grande desorganização, como um grande enigma o tempo todo. Aqui, isso está mais endereçado do que nunca. Então, é um corpo que está ali fervendo, que é o corpo da escritora, que é o corpo da escrita, que é um corpo que também está revelando uma expressão sexual muito forte.” Por isso é que traz esse corpo colectivo da sexualidade para o palco, com os actores da sua companhia Cara de Cavalo? “Sim, sim, porque eu acho que tem ali mesmo uma pergunta sobre como se manifesta essa sexualidade no espectáculo, sem ser a sexualidade de estar atrelada ao real ou o sexo real no palco ou a representação. Não me interessa essa pergunta. Nesta peça, para mim, interessa-me falar como manifestar essa sexualidade que está atrelada ao acto de escrever. É uma sexualidade que vem da palavra e uma sexualidade que está atrelada à leitura. Ela é uma sexualidade que é o tabu da leitura, que limites são esses também que a literatura explode o tempo todo e que para o teatro é mais complicado. Então, acho que tem uma tensão aí entre teatro e literatura, entre o acto de ler e de você também não poder escapar dessa literatura. Acho que tem muitas coisas aí onde esse fio vai dando um nó mesmo.” Nessa “dramaturgia sem concessões”, em que leva também a sexualidade para o palco, recorre a uma obra que a escritora Hilda Hilst escreveu para fintar o pedido do editor que queria uma obra que vendesse muito. A Carolina coloca em cena uma marioneta a representar uma criança manipulada por dois adultos e durante 20 minutos ela fala da sua prostituição infantil. É uma das cenas mais fortes desta peça. Porquê esta cena? “Porque o meu desejo era colocar um livro dentro da peça. Ali a gente tem um livro que é ‘O Caderno Rosa de Lori Lamby' e acho que tem uma questão que ainda traz neste livro particular que é uma resposta a uma determinada maneira que o mercado editorial trabalha, que eu acho muito forte, porque ele é um livro sobre escrita. É uma menina que escreve o tempo todo e é o que a marioneta faz também em cena, ela escreve o tempo todo. Então, uma menina que escreve o tempo todo, inspirada pelo pai, que é um escritor que tem problemas também para vender os seus próprios livros. Inspirada pelo que ela ouve das conversas ao redor, das coisas que lê, ela começa a escrever esse relato. Acho que tem uma coisa que eu acho muito bonita que é, primeiro, uma questão do tabu, um tabu enorme que é a imaginação sexual de uma criança, porque não é só uma questão de abuso, acho que tem ali uma questão ou outra que é o que uma criança imagina quando escreve e isso é uma coisa que toca todo o mundo. Todos nós já fomos crianças. Todos nós sabemos que é uma imaginação que ainda não está tão moldada pelos limites, pelos tabus. Ela narra uma questão extrema nesse contacto dessa imaginação, tem um caminho extremo que a Hilda percorre, porque ela sabe que isso vai provocar algo ali, nesse tabu, com o jeito que a gente percebe essas situações. Ao mesmo tempo, tem uma coisa da escrita dela que é extremamente poética, que tem humor, que é uma coisa que você vê nos outros livros dela que eu acho muito importante. Acho que tem uma coisa desse choque também que isso provoca, que eu acho que é curioso também, que vem na cena seguinte mais explicitamente, que é uma cena que é “O Caderno do Cu do Sapo Liu Liu”, onde a gente tem o inverso, que é o grande escritor que escreve coisas terríveis, violentíssimas e é considerado um génio. Ele é considerado um Rimbaud. A gente está aqui na França, a terra de Georges Bataille, de Marquês de Sade, e é interessante como Hilda Hilst é tão chocante.” É por ser mulher? “Eu acho que o facto de ser mulher também faz ser mais chocante. O facto de ela ser mulher, o facto de ela ter escrito esse livro quando ela tinha 60 anos, mas eu acho que não vem a ser uma questão para mim pessoalmente. Eu não sei se isso é uma questão para quem lê isso e fica completamente perturbado, mas para mim, as questões dela ali, em relação à literatura, aos não limites que a literatura pode operar, são muito interessantes para mim.” Apesar da violência relatada por si e pelas mulheres de que fala, apesar de toda a vulnerabilidade, a trilogia chama-se Cadela Força. Agora que temos a trilogia completa em palco, por que é que a chamou assim? “Essas duas palavras não têm um significado específico quando colocadas em par. Elas não estão nem se dando adjectivo no português brasileiro, elas são palavras que não se estão completando, elas são realmente duas palavras jogadas ali. Acho que tem uma coisa sobre essa sonoridade que elas produzem, sobre as milhares de imagens que essas duas palavras podem produzir em contacto com os materiais da peça. E elas também têm um enigma delas, um segredo.” Na peça diz que “não há salvação”, que “não passa a dor”. Lemos que “o teatro é uma armadilha, que a literatura é uma armadilha e que talvez ainda esteja na mala do carro”, em referência à violação que sofreu e que conta no primeiro capítulo da trilogia. Quem viu os capítulos um e dois poderia esperar uma espécie de salvação no capítulo três ou, pelo menos, que o teatro fosse uma forma de reconstrução para si e, através de si, para outras mulheres. Não foi? “Não. E acho que quem esperava isso de mim assim estava muito equivocado. Para mim, é impossível pensar no teatro como salvação. Eu acho que já estou anunciando isso desde o princípio. Esse lugar de que o artista é alguém que precisa conceder esperança à sociedade, respostas à sociedade, conclusões de perguntas que são impossíveis, é um delírio e uma alucinação porque os artistas não têm essa responsabilidade. O que me interessa é justamente esse mistério do teatro. O teatro começa como um ritual dionisíaco, os rituais dionisíacos eram cheios de violência, cheios dessa violência poética que opera no fundamento da história do teatro. Então, eu acho que o teatro é um lugar onde ele precisa operar na chave do mistério, da instabilidade, não como salvação de nada.” Nas entrevistas que fizemos, em 2023 e em 2025, sobre os capítulos anteriores da trilogia, dizia-nos que “A Noiva e o Boa Noite Cinderela” falava da “antecâmara do inferno já com um pé no inferno”, que “Brotherhood” era “acordar no purgatório” e tentar perceber o que significa “situar-se no teatro depois de voltar do inferno”. E neste terceiro capítulo? “Esse capítulo, a gente chega na citação do 'Paraíso' de Dante Alighieri, esse momento onde tem uma imagem do paraíso que é muito linda, em que ele começa a ver esses espíritos, essas imagens de luz. Quase como chega um ponto ali onde, depois de ele se entender incapaz de seguir escrevendo, ele já se perdeu ali do Virgílio que encontrou uma outra musa que é a Beatriz que agora tem a palavra. Acho que tem alguma coisa nessa transformação onde a luz aparece, para mim, atrelada a uma expressão de violência que está no poema da Emily Dickinson, que também abre esse lugar de onde também há esse prazer da literatura que aparece. Esse lugar onde a literatura vai dominando tudo, onde essa ficção vai dominando tudo. É essa conexão que eu faço com o paraíso, com esse lugar onde a violência não pára, onde a violência não se resolve, mas ela chega a outras formas.” Não há salvação, mas há uma luz cordial? “Mas lembre-se que à luz cordial é o disparo da arma.” Fecha a trilogia no sítio onde a começou, no Festival de Avignon. Mostra o terceiro capítulo, mas também os dois anteriores. Já alguma vez representou dez horas seguidas e por que é que decidiu fazer algo quase sobre-humano? “Nunca representei por dez horas seguidas. Sobretudo, acho que nada me teria preparado, mesmo se tivesse feito. Não, nada me teria preparado para fazer isso, porque acho que essas dez horas são dez horas muito específicas, muito desse universo onde há aí uma consequência de se fazer algo depois do primeiro capítulo e eu acho que é isso que a gente vai estudar juntos. O que é que isso muda na nossa leitura de espectáculos que as pessoas já viram? Como eles vão ler esses espectáculos agora com esse efeito presente e contínuo? O que acontece? O que acontece com o teatro? O que acontece com a performance? O que acontece com a literatura quando se leva isso, essa experiência, que é uma experiência extrema? Tem uma frase num dos textos de ‘Uma Luz Cordial', onde eu estou-me referindo a um outro artista que é o Alberto Greco, um artista argentino, e ele diz que acredita na obra de arte como aventura total. Para mim, isso resume muito bem este gesto. Então, para si, é uma obra de arte total? “Não, aventura total. Não sei se é uma obra de arte total o que nós fazemos, mas eu acredito que o desejo de fazer essa obra tem a ver com esse desejo pela aventura total.” A trilogia ajuda a pensar o impensável. Verbaliza a violência, apropria-se da linguagem da violência para desconstruir o sistema em que ela se baseia. Ao fazê-lo, também não alimenta o sistema em que “Somos todos brotherhood”? Não há maneira de quebrar o ciclo? “Acho que não. Eu não saberia dizer. Acho que não. Acho que esse ciclo talvez vai ser um ciclo que vai demorar muito para ser quebrado. Onde estamos agora no mundo, o que a gente está vendo acontecendo ao redor do mundo, esse conservadorismo extremo, esse fascismo extremo que está em toda parte, que está no mundo das artes também, eu não vejo ainda uma saída desse ciclo. Sinto muito., mas espero que exista um dia. Não sei se eu vou estar aqui para assistir isso, mas…” Foram vários anos a escrever, a interpretar, a representar, a sofrer também com esta trilogia que agora fecha. Olhando para trás, o que é que representou para si e o que gostaria que ela deixasse junto de quem a viu? “Eu acho que é uma coisa enorme. Mesmo assim, eu nunca vou conseguir, talvez nem nesta encarnação, ter distanciamento suficiente para ver tudo o que isso representou na minha vida, na vida das pessoas que trabalham comigo ou ainda de quem acompanhou o trabalho. Agora eu estou muito próxima, ainda estou muito aqui para entender qualquer coisa sobre isso. Eu sei que as mudanças que isso faz na minha vida são imensas. A minha vida foi completamente transformada e transtornada por esse trabalho, mas eu sinto isso assim, eu sinto que eu estou aqui, eu estou dentro dele ainda. Talvez no ano que vem eu consiga já ter um pouco mais de distanciamento para entender, porque agora eu só consigo dizer que isso mexeu em tudo. E eu estou ainda no meio desse furacão.” O furacão que também afectou o público e, se calhar, a história do teatro contemporâneo? “Tomara que sim. Eu nunca consigo afirmar muito esse tipo de coisas. Não sei. Tomara que sim. Tomara que tenha afectado muita gente. Eu acho fez algo, com certeza, com este contexto, mas eu preciso de distanciamento mesmo para entender o que foi feito, o que mexeu.”
¿Qué ocurre cuando una mujer de casi ochenta años decide dejar de obedecer y empieza, por fin, a decir lo que piensa? Esa es la premisa de Ruth, la nueva novela de la escritora argentina Adriana Riva, publicada por Seix Barral. Con humor, lucidez y una mirada tan irónica como conmovedora, la autora construye el retrato de una mujer que desafía las expectativas impuestas durante toda una vida y reivindica la libertad de expresar aquello que durante décadas permaneció en silencio.El programa se acerca también a uno de los hallazgos artísticos más sorprendentes de los últimos años: el descubrimiento de un nuevo retrato del Conde-Duque de Olivares atribuido a Diego Velázquez, dado a conocer por ARS Magazine. El historiador del arte Salvador Salort-Pons, director del Detroit Institute of Arts y especialista en el pintor sevillano, explica la relevancia de una obra realizada poco después de la llegada de Velázquez a la corte.La actualidad cultural continúa con el reconocimiento al actor, director y productor George Clooney, distinguido con el León de Oro honorífico de la Mostra de Venecia por el conjunto de su trayectoria. Además, recorremos el proyecto Extramuros del Museu Tàpies, donde la artista Dora García transforma Barcelona en un espacio de reflexión sobre la memoria, la justicia y la resistencia; la obra Nosaltres, mortals, de la compañía Amor Vacui, que recupera cuatro siglos de historia del encarcelamiento femenino en España en el Festival Grec; y el centenario del diseñador y teórico de la comunicación Joan Costa, una figura clave de la identidad gráfica contemporánea.Completan el programa el 80.º cumpleaños de Sylvester Stallone, convertido en icono del cine gracias a personajes como Rocky y John Rambo, y una conversación con Chema González, responsable de cine y nuevos medios del Museo Reina Sofía, sobre el ciclo gratuito de cine de verano que este año convierte la piscina en el hilo conductor de su programación.Escuchar audio
O Fala Carlão apresenta, no Canal do Boi, um bate-papo durante a Bahia Farm Show com os executivos do Bradesco Elza Falcão Albuquerque, Superintendente Executiva; Getúlio Canto, Superintendente de Crédito; Wdyally Dourado, Gerente Agro; Alexandre Panico, Diretor Executivo; Hebercley Magno, Diretor Geral; e Keitel Machado, Gerente de Plataforma de Agronegócios. A entrevista destaca como a segmentação da atuação do banco contribui para um atendimento cada vez mais próximo e especializado, além de apresentar o trabalho desenvolvido por diferentes áreas do Bradesco no relacionamento com o agronegócio. Uma conversa sobre excelência no atendimento, integração entre equipes e o compromisso de oferecer soluções alinhadas às necessidades de cada cliente.
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Estreia esta semana no CCBB Brasília a segunda edição da Mostra de filmes “Mestras do Macabro”, que destaca o olhar feminino sobre o cinema de horror mundial. Os detalhes a gente confere agora na dica cultural do jornalista Júlio Camargo.
“Quemvem a mim, ouve as minhas palavras e as pratica é semelhante a alguém que, ao construir uma casa, cavou fundo e colocou o alicerce sobre a rocha. Quando aenchente veio, a correnteza atingiu aquela casa, mas não conseguiu abalá-la, porque ela estava bem construída.” — Lucas 6.47-48 (VLC)Toda construção revela seu fundamento quando enfrenta pressão. Enquanto o tempo está bom, casas construídas sobre bases diferentes podem parecer igualmente seguras. A diferença aparece quando chegam a chuva, a enchente e o vento. Jesus utiliza essa imagem para mostrar que a estabilidade espiritual não nasce apenas do conhecimento, mas da obediência.Ouvir a Palavra de Deus é indispensável, mas não é o ponto de chegada. Podemos conhecer versículos, acompanhar mensagens e concordar com princípios bíblicos, mas ainda assim construir a vida sobre preferências, impulsos e conveniências. O fundamento se torna sólido quandoaquilo que Jesus ensina começa a orientar nossas decisões, relacionamentos, prioridades e reações.Cavar fundo exige trabalho. Na vida espiritual, isso significa permitir que Deus trate áreas escondidas, confrontehábitos antigos e reorganize nossas prioridades. A profundidade não é produzida pela aparência religiosa, mas pela disposição de obedecer mesmo quando ninguémestá observando. Quando a obediência se torna rotina, a fé deixa de ser apenas discurso e passa a sustentar a vida.Para colocar em práticaObserve hoje uma área em que você já sabe oque Jesus ensinou, mas ainda não transformou esse conhecimento em prática. Dê um passo concreto de obediência. A tempestade pode até chegar, mas uma vidaconstruída sobre Cristo não precisa desmoronar.OraçãoSenhor, ajuda-me a ouvir tua Palavra com atenção e a praticá-la com coragem. Mostra-me onde ainda estou construindo de maneira superficial e firma minha vida em Cristo. Amém.
Os quatro livros dos “Cadernos de Luz” são registros de processos de criação de luz colocados no papel. São três peças do Teatro da Vertigem (“Bom Retiro”, “Agropeça” e “Dizer o que você não pensa em línguas que você não fala”) e o processo da peça “Roda Viva”, do Teatro Oficina.Cada livro funciona como um diário de trabalho, trazendo anotações, reflexões e comentários criando um retrato sincero e “ao vivo” de cada processo e cada peça, sem cair na hiper edição dos registros acadêmicos.A publicação também tem organização de Francisco Turbiani, formador da SP Escola de Teatro, e edição de Marcio Aquiles, coordenador da área de relações internacionais e parcerias da Instituição.Guilherme Bonfanti é Light Designer paulista e atua desde o final da década de 80, desenvolveu dezenas de projetos de iluminação por todo o país e exterior. É um dos fundadores do Teatro da Vertigem junto com Antonio Araujo e da SP ESCOLA DE TEATRO junto com outros profissionais das artes cênicas. Trabalhou com diversos profissionais na área do teatro, dança, musica, exposições e arquitetura. Destaque para seus projetos nas XXIII , XXIV e XXV e XXVII Bienal Internacional de São Paulo, III e V Bienal Internacional de Arquitetura, Mostra do Redescobrimento - Brasil 500 anos Artes Visuais e diversas exposições. Destaque nos trabalhos em arquitetura para parcerias com Paulo Mendes da Rocha, Marcelo Ferraz e Chico Fanucci, Isay Weinfeld entre outros.Na área da moda trabalhou em diversos eventos de moda , com destaque para São Paulo Fashion Week e Semana da Moda. Colaborou com artistas da área da musica como Titãs, Criolo, Tim Bernardes, André Abujamra, entre outros. Na dança trabalhou com Ballet Stagium, BAlet da Cidade de São Paulo, Ana Mondini entre outras participações. Coordena o primeiro curso de iluminação regular de São Paulo na SP ESCOLA DE TEATRO, desde 2010. Tem larga experiência internacional, tendo trabalhado em diversos países da Europa, Estados Unidos e Asia. Recebeu diversos prêmios e indicações, destaque para SHELL, APCAs (Associação Paulista dos Críticos de Arte), MAMBEMBE, APETESP, PANAMCO.
O entomólogo Claudio Lazzari, do CNRS (Centro Nacional de Pesquisa Científica da França) e o neurocientista Clement Vinauger, da universidade americana Virginia Tech, realizaram uma experiência inédita com fêmeas do mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue. Os insetos passaram a aceitar um repelente químico a base de DEET (N-dimetil-meta-toluamida ou N,N-dietil-3-metilbenzamida), um dos mais comuns e eficazes, desenvolvido nos anos 1940. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris Um dos objetivos do estudo, publicado em maio na revista Journal of Experimental Biology, foi entender se os insetos que transmitem doenças são capazes de aprender e memorizar informações. Em diversos experimentos, os cientistas analisaram percevejos, vetores da doença de Chagas, e mosquitos, e observaram que eles podem se adaptar e reduzir sua sensibilidade ao repelente, o que sugere a presença de processos de aprendizagem cognitiva. A equipe utilizou um protocolo clássico de psicologia experimental para condicionar os animais. Ele estabelece associações, como tocar uma campainha antes de oferecer comida, por exemplo. Esse método, explicam os cientistas, funciona com cães, mas também com abelhas, algumas espécies de moscas e outros bichos. O problema é que, nesses estudos, os estímulos não têm significado negativo. O som de uma campainha não provoca nenhuma reação específica, apenas indica que é hora da comida. Já no caso dos repelentes, a reação instintiva do mosquito é escapar. Para contornar esse problema, os pesquisadores ofereceram alimento ao mosquito e, em seguida, apresentaram o repelente. Esse tipo de protocolo é chamado, na psicologia experimental, de condicionamento invertido. Após vários testes, a estratégia deu certo. “Os mosquitos estavam tão estimulados a se alimentar que aceitaram o repelente sem escapar. Para eles, a comida e o cheiro do repelente eram percebidos ao mesmo tempo”, explica Claudio Lazzari. O DEET passou a ser associado a algo positivo, como alimento. “Testamos com sangue, mas também com açúcar, já que os mosquitos têm alimentação dupla: consomem tanto néctar de flores quanto sangue. Nos dois casos, o sangue e o açúcar foram capazes de modificar o comportamento dos mosquitos diante do repelente”, detalha o entomólogo. Durante o experimento, os pesquisadores colocaram uma fêmea de Aedes aegypti em um tubo isolado e ofereceram sangue de amostras disponíveis para a pesquisa. Após exatamente quatro picadas, os cientistas aplicaram o repelente por 10 segundos, com intervalos de 5 minutos. Segundo Clement Vinauger, o sangue foi colocado atrás de uma membrana que imitava a pele, feita com uma barreira de um material parecido com parafina. Durante a experiência, o mosquito podia picar através da membrana e ingerir o sangue líquido, aquecido em um dispositivo criado para o experimento. “Depois, controlamos a quantidade de alimento ingerida pelo mosquito cronometrando o tempo, ou seja, deixando-o se alimentar por um período determinado. Como os mosquitos comem, em média, a uma taxa semelhante, conseguimos associar duração e volume”, explica o neurocientista. Mudança de percepção Cerca de 30 insetos participaram do estudo. De acordo com Claudio Lazzari, as experiências foram repetidas durante meses para validar dados estatísticos, e a conclusão é que, após se alimentarem com o sangue, os mosquitos mudaram sua percepção em relação ao repelente. Os resultados permitiram à equipe entender o que ocorre no cérebro do mosquito, explica o neurocientista Clement Vinauger. A equipe pôde visualizar a atividade neuronal dos insetos por meio de técnicas de imagem ou utilizando a eletrofisiologia, que consiste em inserir eletrodos diretamente no cérebro do mosquito e registrar a atividade elétrica dos neurônios. “O que também havíamos observado em nossos estudos com mosquitos é que o centro de integração da informação olfativa, ou seja, a parte do cérebro que recebe as informações das antenas, funciona da seguinte forma: todos os odores que o mosquito detecta são percebidos pelas antenas, e esses sinais convergem para estruturas específicas no cérebro", diz. "Já nesse primeiro nível de transmissão, ocorre integração e modulação de como os odores são representados, dependendo de terem sido aprendidos ou não, ou de ter havido experiência prévia. Assim, temos uma ideia geral dos circuitos envolvidos nesse tipo de aprendizado.” Esse aprendizado sensorial modifica a maneira como o mosquito percebe o repelente. A descoberta abre novas perspectivas sobre a capacidade de adaptação cognitiva dos insetos, mas é importante continuar usando repelente para se proteger, alertam Claudio Lazzari e Clement Vinauger. O DEET continua sendo o principal e mais eficaz repelente, especialmente em áreas com risco de doenças como dengue, chikungunya e febre amarela, transmitidas pelo Aedes aegypti. Os resultados do estudo foram obtidos em laboratório e não indicam que mosquitos na natureza estejam desenvolvendo resistência ao produto.
We are excited to share the recording of Scion's performance from this years Mostra event in Barcelona. Scion is the alias of duo Substance & Vainqueur a foundational Berlin electronic music act whose work has defined the metallic, spacious, and hypnotically repeating sound of dub techno. Follow : https://ra.co/labels/1031 https://ra.co/promoters/104662
"Truth-Telling: Our Past, Present and Future" è il titolo della mostra presso il Coolamon Arts Hub di Sydney, un'iniziativa della Kinchela Boys Home Aboriginal Corporation.Seguici su Facebook e Instagram o abbonati ai nostri podcast cliccando qui.
Recorded live at Mostra Festival, Barcelona, March 14, 2026 Line up: Al Blayney R-010 -Live- Toé Timnah Surgeon -Live- Steve Bicknell Muted Read the article: https://www.delayed.nyc/delayed-blog/delayed-x-mostra-muted Words by: @gilleswasserman https://soundcloud.com/muted_trauma https://www.instagram.com/siatodo_noanada/ https://www.mostra.barcelona/en https://soundcloud.com/mostrabcn https://www.instagram.com/mostrabcn/ https://www.delayed.nyc Follow us on social media: https://soundcloud.com/itsdelayed https://www.instagram.com/_____delayed https://www.facebook.com/itsdelayed https://www.youtube.com/@_____delayed Contact us: info@delayed.nyc
Editorial: Operação contra Jaques Wagner mostra que Vorcaro não tem preferência partidária
"LA MONTAGNA NEGLI OCCHI. Sguardi di una comunità alpina" è il progetto della fotografa professionista Giulia Bellezza, iniziato nel 2017, che raccoglie una serie di ritratti degli abitanti e dei luoghi di Macugnaga, piccolo borgo incastonato ai piedi del Monte Rosa.Accostando i volti alle immagini del paesaggio e agli elementi naturali della valle, l'autrice costruisce una narrazione visiva che restituisce il senso di appartenenza e la memoria collettiva di una comunità. Anche quando il Monte Rosa non compare direttamente, la sua presenza è costante: si riflette nella fierezza degli sguardi, nella solidità delle posture, nell'energia impressa sui volti di chi ha sempre vissuto in simbiosi con la montagna. Il lavoro di Giulia Bellezza si colloca nel solco della grande tradizione del ritratto fotografico, trasformando ogni scatto in un incontro rivelatore tra fotografo e soggetto. La fotografa instaura un rapporto intimo con le persone, cercando nei loro occhi la traccia di una storia condivisa, fatta di resistenza, trasformazione e legame con il territorio. Per far esprimere al meglio e non solo mostrare l'essenza di ogni individuo, Bellezza insegna la posa fotografica, uno strumento potentissimo per esprimere il proprio carattere attraverso il corpo.Scopri il progetto qui_______________________________________________________________________________Impara italiano con noi:Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/italian-time-zone-l-italiano-con-la-storia--5159377/support.
No Papo Antagonista desta quarta-feira, 17, falamos sobre a captação de uma fala do presidente Lula dizendo que nunca foi de esquerda.A conversa aconteceu com a diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, e o chanceler alemão, Friedrich Merz.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Lula #FMI #Vazamento #Esquerda #Politica #Economia #Podcast #Youtube #Alta #Viral #Internet #Polemica #Urgente #Bastidores #Noticias #Debate #Repercussao #Analise #Audio #Exclusivo
Embora apresentem redução em algumas células de defesa, pacientes operados na primeira infância mantêm resposta adequada à vacina, segundo pesquisa na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
Dissabte 20 de juny el pavelló de Pins Vens acollirà una nova edició del torneig de bàsquet de veterans. Aquesta 4ª edició tindrà, un cop més, el vessant solidari i enguany els diners que es puguin recaptar aniran destinats a la Fundació Idibaps de l'Hospital Clínic en la seva lluita contra el Parkinson. Els organitzadors del torneig, els Veterans del Bàsquet Sitges, tenen en cartera un torneig d'un cap de setmana sencer però el que no es pot negar és que el cartell dels equips participants d'enguany és prou atractiu: València Basket, SD Espanyol, No Surrender-Towers Bàsquet, Most Veterans Players, Noisy Le Grand, Sedis, Veterans FCB, Veterans Girona, combinat d'Iran i Veterans del Bàsquet Sitges. En parlem de tot plegat amb Anton Llop, dels Veterans del Bàsquet Sitges. L'entrada El Torneig de Bàsquet de Veterans mostra, de nou, el seu vessant solidari i enguany serà a benefici de la lluita contra el Parkinson ha aparegut primer a Radio Maricel.
La Comunitat Valenciana se consolida como escenario de rodajes audiovisuales, con un impacto directo en turismo y economía al convertirse en escaparate internacional. Ejemplos como Peñíscola, que ha acogido desde cine mudo hasta producciones como El Cid o Juego de Tronos, muestran cómo estas localizaciones atraen visitantes y generan actividad. Además, entidades como las Film Office facilitan los rodajes y refuerzan este sector estratégico, igual que festivales como la Mostra de València, que conecta a profesionales del Mediterráneo y promueve nuevos proyectos.En la provincia de Alicante, la Costa Blanca Film Commission actúa como ventanilla única para productoras, aprovechando factores como el clima, la diversidad de paisajes y la conectividad. Esto ha permitido atraer series internacionales y películas recientes, con el objetivo de que el impacto económico se quede en el territorio y beneficie a diferentes sectores.Por otra parte, la iniciativa turística Via Heraclia ha presentado una nueva ruta en l'Horta Sud centrada en la memoria de la DANA. Recorre once municipios y pone en valor murales y esculturas que homenajean a víctimas y voluntarios, además de otros proyectos como la recuperación de fotografías dañadas. La propuesta busca mantener viva la memoria del suceso y convertir el patrimonio artístico en un elemento de atracción turística.
Nas tardes de 17 e 18 de junho, a USP recebe seis escolas de artes marciais para apresentações e diálogos acadêmicos
Nas tardes de 17 e 18 de junho, a USP recebe seis escolas de artes marciais para apresentações e diálogos acadêmicos
Relatório Global do Oceano da ONU é coassinado pela investigadora portuguesa Maria João Bebianno; em análise sobre espaço lusófono, cientista cruza eixos da sustentabilidade e governação marinha mencionando soluções de cooperação para realidades no Brasil, Cabo Verde e Moçambique e Portugal.
Segundo programa desde la edición XVII del (S8), Mostra de Cinema Periférico de Coruña. Hoy con la cineasta Daniela Delgado Viteri, directora de Pompa y circunstancia, de la sección Sinais Latinoamérica. La colaboración de Pablo de María sobre John Porter y Els Van Riel, dos de los focos internacionales. La artista visual norteamericana Jeanne Liotta, con la traducción de Jesús Silva. Rocío Mesa, directora de OAO. Y Elena Maravillas, del colectivo Super8eres, que presenta Bang bang Steffi.Escuchar audio
Con il film No good men la regista Shahrbanoo Sadat racconta la condizione delle donne e il lavoro di giornalista nell'Afghanistan prima del ritorno dei taliban. Per due anni il giornalista Francesco Erbani ha seguito diversi progetti educativi nelle periferie di tutta Italia e li racconta nel libro Il mestiere di educare. La mostra su Francesca Woodman a Roma mette in evidenza i suoi rapporti con il surrealismo. Il nuovo disco della cantante maliana Fatoumata Diawara si intitola Massa ed è il suo lavoro più intimo e maturo.CONFrancesco Erbani, giornalistaGiuliano Battiston, giornalistaRosy Santella, photo editor di InternazionaleGiovanni Ansaldo, editor di musica di InternazionaleNo good men: https://www.youtube.com/watch?v=dLsdDCeJPjwIl mestiere di educare: https://www.teche.rai.it/1920/10/convegno-dei-cinque-2-rodari-sugli-insegnanti-innovatori/Francesca Woodman: https://www.youtube.com/watch?v=jtXLHZIRdcAMassa: https://www.youtube.com/watch?v=ozSngD6wl-wCi piacerebbe sapere cosa pensi di questo episodio. Scrivici a podcast@internazionale.it Se ascolti questo podcast e ti piace, abbonati a Internazionale. È un modo concreto per sostenerci e per aiutarci a garantire ogni giorno un'informazione di qualità. Vai su internazionale.it/abbonatiConsulenza editoriale di Chiara NielsenProduzione di Claudio Balboni e Vincenzo De SimoneMusiche di Tommaso Colliva e Raffaele ScognaDirezione creativa di Jonathan Zenti
Primer programa desde la edición XVII del (S8), Mostra de Cinema Periférico de Coruña. Con Ana Domínguez y Ángel Rueda, directores de la Mostra. Con Bruno Varela, protagonista de dos sesiones retrospectivas. Con Tania Dinis, que participa en la sección Desbordamientos con su obra Morada abierta, donde o gesto dura. Y la música en directo de Zack del futuroEscuchar audio
L'artista Liliana Di Lizio Barbieri celebra 25 anni di percorso artistico con la mostra "Recurring Echoes", in esposizione al Co.As.It. di Melbourne dall'11 giugno al 15 agosto.Seguici su Facebook e Instagram o abbonati ai nostri podcast cliccando qui.
No Podcast das Venenosas desta sexta (05), clima de Copa do Mundo no ar e muita fofoca pra esquentar! Além do vídeo do Neymar arrumando a mala para viagem, tem o babado da Virgínia, que sofreu ataques durante o jogo do Brasil. E a Gracyanne Barbosa causou polêmica ao falar da vida amorosa! Keila Jimenez e Fabíola Reipert te contam essas e outras notícias do mundo pantanoso dos famosos!
Estudo de doutorado realizado na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP mostra como a experiência valorizou a diversidade étnico-racial
Malinconia dei confini. Nord è l'ultimo romanzo dello scrittore francese Mathias Énard ed è il primo volume di una trilogia legata alle stagioni e ai punti cardinali. Il nuovo film di Pedro Almodóvar, Amarga Navidad, è una riflessione sull'autofinzione e sulla natura della creazione artistica. Alla fondazione Rovati di Milano una mostra curata dallo storico dell'arte e archeologo Salvatore Settis s'interroga sulla ricorrenza di un gesto che esprime dolore: dai sarcofagi romani a Guernica di Picasso.Yekatit 12 di Andrea Sestante è una graphic novel che racconta la resistenza etiope contro il colonialismo italiano fascista. CONYasmina Melaouah, traduttriceMaria Sole Colombo, critica e curatrice cinematografica Vincenzo Latronico, scrittoreAndrea Sestante, fumettistaCi piacerebbe sapere cosa pensi di questo episodio. Scrivici a podcast@internazionale.it Se ascolti questo podcast e ti piace, abbonati a Internazionale. È un modo concreto per sostenerci e per aiutarci a garantire ogni giorno un'informazione di qualità. Vai su internazionale.it/abbonatiConsulenza editoriale di Chiara NielsenProduzione di Claudio Balboni e Vincenzo De SimoneMusiche di Tommaso Colliva e Raffaele ScognaDirezione creativa di Jonathan Zenti
Neste episódio impactante, @Juanribe Pagliarin revela como Deus transforma desespero em vitória absoluta.
Neste episódio confrontador, @Juanribe Pagliarin revela o que diferencia o servo fiel do infiel diante de Deus.
Neste episódio poderoso, @Juanribe Pagliarin revela como Deus se torna nossa bandeira em meio às batalhas mais intensas.
Fluent Fiction - Italian: From Stormy Skies to Stardom: Luca's Serendipitous Debut Find the full episode transcript, vocabulary words, and more:fluentfiction.com/it/episode/2026-05-23-22-34-02-it Story Transcript:It: Un soffio di vento caldo attraversa Central Park, portando con sé l'odore dolce dei ciliegi in fiore.En: A warm breeze sweeps through Central Park, carrying with it the sweet scent of cherry blossoms.It: La gente si affolla nel parco, sorrisi ovunque, mentre aspettano che inizi il concerto all'aperto.En: People crowd the park, smiles everywhere, as they wait for the outdoor concert to begin.It: È primavera, e l'aria è carica di aspettative.En: It's spring, and the air is charged with anticipation.It: Luca tiene stretta la sua chitarra.En: Luca holds his guitar tightly.It: Il legno lucido riflette la luce del giorno.En: The gleaming wood reflects the daylight.It: Con ogni passo sente l'ansia salire, ma il sogno di esibirsi a New York gli dà forza.En: With each step, he feels the anxiety rising, but the dream of performing in New York gives him strength.It: Giulia e Marco, i suoi amici fidati, camminano accanto a lui.En: Giulia and Marco, his trusted friends, walk beside him.It: Sono lì per supportarlo, per crederci insieme a lui.En: They're there to support him, to believe in the moment along with him.It: Il palco è montato sotto una grande quercia, ma le nuvole iniziano a raccogliersi minacciose.En: The stage is set up under a large oak tree, but clouds begin to gather menacingly.It: Luca getta uno sguardo verso il cielo grigio.En: Luca casts a glance at the gray sky.It: "Non preoccuparti," dice Giulia, sorridendo, "questo è il tuo momento."En: "Don't worry," says Giulia, smiling, "this is your moment."It: Marco annuisce, aggiungendo, "Mostra a tutti di cosa sei capace."En: Marco nods, adding, "Show everyone what you're capable of."It: Improvvisamente, un tuono romba nel cielo.En: Suddenly, thunder rumbles in the sky.It: La pioggia inizia a cadere con insistenza, costringendo la folla a cercare riparo ovunque possibile.En: The rain begins to fall insistently, forcing the crowd to seek shelter wherever possible.It: Luca sente il cuore affondare.En: Luca feels his heart sink.It: "E se fosse tutto finito?"En: "What if it's all over?"It: Ma qualcosa dentro di lui, un desiderio ardente di suonare, lo spinge avanti.En: But something inside him, a burning desire to play, pushes him forward.It: Si sposta sotto un piccolo padiglione accanto al palco.En: He moves under a small pavilion next to the stage.It: Lì, riparato dalla pioggia, si siede e inizia a accordare la sua chitarra.En: There, sheltered from the rain, he sits down and begins to tune his guitar.It: Decide di rischiare tutto su un pezzo improvvisato, lasciando che le dita danzino sulle corde in un modo che non aveva mai osato prima.En: He decides to risk everything on an improvised piece, letting his fingers dance over the strings in a way he had never dared before.It: Il suono della chitarra riempie l'aria umida.En: The sound of the guitar fills the damp air.It: La melodia è semplice, ma con ogni nota la pioggia sembra alleggerire il suo peso.En: The melody is simple, but with each note, the rain seems to lighten its load.It: Un piccolo gruppo di persone, intrappolato dalla tempesta, si avvicina, ascoltando in silenzio.En: A small group of people, trapped by the storm, approaches, listening in silence.It: Tra di loro c'è un uomo con occhiali e un cappello, che ascolta con particolare attenzione.En: Among them is a man with glasses and a hat, who listens with particular attention.It: "La tua musica è davvero qualcosa di speciale," dice l'uomo avvicinandosi a Luca dopo che termina l'ultima nota.En: "Your music is really something special," says the man, approaching Luca after he finishes the last note.It: "Sono un produttore.En: "I'm a producer.It: Vorrei parlare con te del tuo futuro musicale."En: I'd like to talk to you about your musical future."It: Nonostante il concerto sia stato annullato, Luca capisce che la sua performance improvvisata gli ha regalato più di quanto avesse mai potuto immaginare.En: Although the concert was canceled, Luca realizes that his impromptu performance has given him more than he ever could have imagined.It: Sorride a Giulia e Marco, che lo abbracciano strettamente.En: He smiles at Giulia and Marco, who hug him tightly.It: Ha imparato qualcosa di importante: a volte, le occasioni più straordinarie nascono dai momenti più impensati.En: He has learned something important: sometimes, the most extraordinary opportunities arise from the most unexpected moments.It: La pioggia continua a cadere, ma Luca non se ne accorge.En: The rain continues to fall, but Luca doesn't notice.It: Ha trovato il suo ritmo, e niente potrà fermarlo adesso.En: He has found his rhythm, and nothing can stop him now. Vocabulary Words:breeze: il soffio di ventocherry blossoms: i ciliegi in fioreanxiety: l'ansiastrength: la forzatrusted friends: gli amici fidatioak tree: la querciamenacingly: minaccioseglance: lo sguardothunder: il tuonoheart sinks: il cuore affondaburning desire: il desiderio ardentepavilion: il padiglioneto tune (an instrument): accordareimprovised piece: il pezzo improvvisatostrings: le cordemelody: la melodiatrapped: intrappolatostorm: la tempestaparticular attention: particolare attenzioneproducer: il produttoreimprovised performance: la performance improvvisatahugs: abbraccia strettamenteextraordinary opportunities: le occasioni straordinarieunexpected moments: i momenti impensatimusical future: il futuro musicaledaylight: la luce del giornocharged with anticipation: carica di aspettativeinsistent rain: la pioggia con insistenzarisk everything: rischiare tuttodamp air: l'aria umida
Neste episódio emocionante, @Juanribe Pagliarin apresenta “A Cura Pela Caridade”, revelando o poder transformador do amor ao próximo.
Neste episódio marcante, @Juanribe Pagliarin revela a profundidade espiritual por trás da morte de Estevão em Atos 8:02.
Neste episódio transformador, @Juanribe Pagliarin revela os momentos decisivos que marcaram a jornada de Jacó e mudaram completamente o seu destino.