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L’ecocardiogramma è un esame strumentale non invasivo che, attraverso gli ultrasuoni, permette di ottenere immagini del cuore in movimento, come una vera e propria “fotografia” del cuore. Consente di vedere la struttura e le dimensioni delle camere cardiache, le valvole e il movimento del muscolo cardiaco. Valuta principalmente come il cuore funziona e pompa il sangue, la funzionalità delle valvole e l’eventuale presenza di alterazioni strutturali o funzionali. Un’evoluzione dell’esame è l’ecocardiogramma da sforzo, che permette di valutare il comportamento e la funzionalità del cuore durante l’attività fisica. Ne parliamo con il professor Gianluca Polvani, direttore della cardiochirurgia del Centro Cardiologico Monzino di Milano.
Da giovedì 1 ottobre sarà possibile acquistare il biglietto d'ingresso per visitare la grande mostra “Sebastião Salgado. Fotografie della collezione Maison Européenne de la Photographie, Parigi”, che aprirà al pubblico il prossimo 24 ottobre, e inoltre sarà possibile prenotare le attività didattiche per scuole, gruppi e famiglie.
Sarà il Presidente della Repubblica a inaugurare, venerdì 13 novembre in Basilica Palladiana la mostra “Italia Germania. Pittura e scultura tra Ottocento e Novecento. Da Canova a Kiefer”, primo capitolo della trilogia “Ispirazione Europa". La conferma della presenza del Capo dello Stato comunicata da Roma dal sindaco Possamai.
Prendendo spunto dalla vittoria del Leone d'Argento - Gran Premio della Giuria alla 83a Mostra del Cinema di Venezia con il suo ultimo film Possibile Love, vi parlo del cinema “radicale e dell'incertezza umana” del regista coreano Lee Chang-dong. Nella prima parte quella delle news, vi parlo di una cinema che potrebbe chiudere a Firenze e di una rassegna cinematografica del Cinema Modernissimo di Bologna. Qui l'indice della puntata: 01:10 News. Non è certo il destino dell'ex Cinema Spazio Uno a Firenze. Per quanto ancora resterà chiuso? Quale destinazione d'uso avrà l'immobile dopo il restauro? 02:08 News. Il cinema Modernissimo di Bologna organizza una retrospettiva sullo sperticato regista Radu Jude. https://cinetecadibologna.it/programmazione/rassegna/omaggio-a-radu-jude/03:46 La Luce del Cinema di Lee Chang-dong. Film analizzati: Green Fish; Pappermint Candy; Oasis; Secret Sunshine; Poetry; Burning.
A Fatal Model confirmou o interesse em patrocinar o Flamengo e apresentou uma proposta de R$ 100 milhões por um ano para ocupar o espaço máster do uniforme. Mas os números divulgados pela própria empresa levantam uma questão importante sobre o tamanho desse investimento.Neste vídeo, você entende o que foi confirmado pela Fatal Model, o que o Flamengo informou sobre o contato, os valores envolvidos e como o faturamento da Atlas Technologies se compara às propostas apresentadas para Flamengo e Corinthians.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @SiteSerFlamengoINSTAGRAM I @SiteSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Patrocínio
O Brasil vive uma epidemia de burnout, e os afastamentos relacionados à síndrome do esgotamento profissional vêm aumentando nos últimos anos, segundo dados da Previdência Social. Esse cenário é resultado da exposição cada vez maior ao estresse crônico no ambiente de trabalho. Taíssa Stivanin, da RFI Brasil em Paris Quais fatores podem levar à exaustão? O pesquisador brasileiro Ricardo Bertoni Pompeu, da Faculdade de Ciências Aplicadas da Unicamp (SP), interessou-se por um deles em particular: a falta de reconhecimento profissional e seu impacto na saúde mental dos trabalhadores. O estudo inédito, que ganhou destaque no Jornal da Unicamp (Universidade de Campinas), resultou na tese de doutorado “Reconhecimento no ambiente de trabalho: indo além da Justiça Organizacional”. A pesquisa traz vários depoimentos de assalariados de diferentes setores sobre a exposição contínua a riscos ocupacionais que levaram ao adoecimento. Assédio, presenteísmo, metas inalcançáveis, estagnação, falta de recursos, perspectivas ou invisibilização: a lista é longa na mesma proporção dos estragos que provoca na saúde dos trabalhadores. Segundo o pesquisador, sua inspiração veio principalmente da convivência com seus alunos da Fatec (Faculdade de Tecnologia de Americana), no interior de São Paulo. A maioria deles, de famílias de baixa renda, estuda e trabalha. “Eles estudam e trabalham exaustivamente, mas são sempre cobrados por aquilo que não fazem. Não basta o que já estão fazendo, pois sempre deveriam fazer mais, além do que recebem e do que lhes é pago. O reconhecimento é como se fosse um eterno devir, mas que nunca chega. Ouvem muito esse discurso de ‘sair da zona de conforto'. Mas o que significa isso? Pelos relatos, ninguém se sente confortável!” O estudo se baseia na Teoria do Reconhecimento, do filósofo alemão contemporâneo Axel Honneth, e na Psicodinâmica do Trabalho, do psiquiatra francês Christophe Dejours, que tem vários livros sobre o tema lançados na França. “Honneth fala sobre luta por reconhecimento. Dejours conhece os efeitos negativos que isso causa e explica como o corpo se molda a esse sofrimento para conseguir lidar com ele.” Segundo Ricardo, o psiquiatra francês introduz o conceito de trabalho real, que é o esforço invisível para executar uma tarefa. “Para eu fazer um relatório, por exemplo, não basta sentar na frente do computador, pegar os dados, preencher e concluir. Há um esforço cognitivo. Como vou fazer esse relatório? Quais dados vou colocar? Com que profundidade? Há também um esforço físico. Estou sentado aqui, a cadeira me incomoda, a luz me incomoda, o próprio computador, os óculos. Tenho de lidar com tudo isso”, exemplifica. Mas não é só, explica o pesquisador. “Há também um esforço afetivo, porque não posso fazer o meu trabalho exatamente do jeito que quero. Quando elaboro esse relatório, se começo a incluir elementos que podem complicar a vida de outros colegas, não por causa dos dados em si, mas da própria estrutura do trabalho, surge um problema”, diz. Há ainda o esforço emocional, gerado pela raiva, pela desilusão e pela frustração encontradas diante de dificuldades na execução do trabalho. “Existe também um esforço psíquico, aquele sentimento de dúvida: ‘Está bom o suficiente?', ‘O que os outros vão pensar?', ‘Ainda vão me considerar competente depois de ler este relatório?'. Veja a quantidade de esforço envolvida. Isso é o chamado trabalho real: as pessoas são mensuradas nas organizações pelo trabalho prescrito, pelo resultado, mas não por esse esforço. E esse trabalho invisível adoece as pessoas.” 'Aberrações' organizacionais Os 18 entrevistados ouvidos pelo pesquisador brasileiro tinham entre 20 e 40 anos e trabalharam em diferentes setores. Os relatos, verificados, ilustram o funcionamento tóxico de algumas empresas, sem que os próprios gestores muitas vezes se deem conta das situações abusivas. É o caso de um dos participantes da pesquisa, um vendedor que, na tentativa de ser promovido, aceitou reduzir sua própria renda. Ele abriu mão de comissões e acabou se endividando para se enquadrar no salário do cargo de subgerente que, sem as comissões, era menor. Mas a empresa acabou contratando outra pessoa para a vaga, e o jovem ainda foi incumbido de treiná-la. O episódio o afetou a tal ponto que ele passou a apresentar gagueira, ansiedade e outros sintomas. Essas e outras histórias levaram Ricardo a identificar duas novas patologias organizacionais: a contingencialidade e a disjuntividade. “A contingencialidade transforma o trabalhador em uma espécie de ‘just in time' humano. Assim como a matéria-prima chega exatamente quando a empresa precisa dela, o trabalhador é convocado apenas para atender às demandas imediatas da organização, sem que sua vida pessoal, seus estudos, seus projetos, suas expectativas ou suas necessidades sejam considerados”, diz. “O que importa é estar disponível naquele momento, da forma exigida. Depois de utilizado, o trabalhador pode ser descartado com a mesma facilidade. Por isso, a figura do ‘colaborador' é reveladora: ele colabora enquanto é útil e, quando deixa de ser necessário, é deixado de lado. A empresa invade seu tempo, interfere em sua vida familiar e em seus planos pessoais, mas trata você como um recurso temporário, mesmo quando possui vínculo permanente de trabalho.” Apagamento da história profissional A disjuntividade está ligada ao rompimento da temporalidade e ao apagamento da história do trabalhador, e apenas o desempenho imediato é importante. “Com isso, torna-se impossível construir uma trajetória reconhecida dentro da empresa. O trabalhador descreve o que faz diariamente, mas não consegue narrar sua própria história, porque sua experiência acumulada deixa de ter relevância”, explica. “A contingencialidade e a disjuntividade são patologias estruturais do mundo do trabalho contemporâneo: não decorrem da ‘maldade de gestores' ou de empresas específicas, mas de uma lógica de organização que tende a produzir sofrimento e adoecimento em diferentes setores, da educação à indústria, dos serviços às startups.” Novas normas contra riscos ocupacionais Desde 26 de maio de 2026, as empresas brasileiras estão submetidas à obrigação de identificar, avaliar e gerenciar fatores de risco psicossociais no âmbito do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). A medida exige que as organizações considerem aspectos relacionados à organização do trabalho, como metas abusivas, jornadas excessivas, sobrecarga de tarefas, cobranças desproporcionais e situações de assédio moral ou sexual. O objetivo é reduzir o adoecimento mental, promover ambientes de trabalho mais saudáveis e incorporar esses riscos aos processos de gestão e prevenção já previstos pela NR-1. A norma foi criada em 1978 e estabelece disposições gerais sobre o ambiente de trabalho e a gestão dos riscos ocupacionais. Para o pesquisador brasileiro, que é cético em relação aos benefícios da regulamentação, é importante que exista um canal de denúncia para os trabalhadores. Ele também compartilha a opinião do psiquiatra francês Christophe Dejours, que comentou a regra em uma de suas visitas ao Brasil. “A tendência é que muitas empresas produzam documentação para se defender de eventuais fiscalizações, e não necessariamente para melhorar o ambiente de trabalho. Elas mostram que cumprem o que a legislação exige, mas isso pode acabar servindo mais como proteção institucional do que como instrumento de prevenção do sofrimento psíquico.” De acordo com os gestores, os problemas de adoecimento e afastamento tendem a ser tratados como questões individuais, e não como resultado da organização do trabalho. “Pelo que conheço da realidade brasileira e pelos relatos que recebo de alunos, é provável que muitos cursos e iniciativas de adequação tenham um caráter mais formal do que efetivo. Talvez haja exceções, mas, justamente por serem exceções, elas ganharão destaque. Tenho dúvidas de que esse tipo de mudança se torne rotina nas empresas, infelizmente.”
O MLSTP, principal partido de oposição, chegou à frente nas legislativas deste domingo 27 de Setembro de 2026 em São Tomé e Príncipe, com uma diferença de algumas centenas de votos face à ADI, no governo. Enquanto o MLSTP reivindica pelo menos 26 mandatos, a ADI no poder, veio afirmar esta tarde que existe a possibilidade de “um empate técnico” a 24 mandatos com o MLSTP. Outro dado destas eleições, de acordo com a Comissão Eleitoral Nacional, a taxa de abstenção situou-se quase nos 59%, ou seja no mesmo nível constatado nas presidenciais de 19 de Julho. Dados preliminares que analisamos com o sociólogo são-tomense Olívio Diogo. RFI: Como analisa na globalidade os primeiros resultados divulgados hoje? Olívio Diogo: Primeira coisa que tenho que falar sobre as eleições é dizer que elas correram de forma ordeira. Mais uma vez, o povo são-tomense mostrou que está muito evoluído positivamente para aquilo que diz respeito às eleições, naquilo que diz respeito à votação e que a partir do momento que as pessoas votam, elas transformam o dia da eleição numa festa. Não há nenhum tipo de conflito. Não há incidente e se houver algum outro caso, são casos naturais que acontecem em qualquer eleição, como em qualquer parte do mundo. Mas eles mostraram que estão bastante maduros para a questão das eleições. A outra questão tem a ver com aquilo que foram as abstenções que aconteceram. Esta abstenção acontece sobretudo porque as pessoas ficam cada vez mais cansadas daquilo que é a votação. Eu estive em alguns círculos eleitorais. Eu vi que as pessoas estavam ali, estavam perto do local da votação, mas não iriam votar porque estavam a participar da festa. É que os governantes, qualquer um deles, já não estão a trazer para si aquilo que acham que vai melhorar as suas condições de vida. RFI: Relativamente ainda á abstenção, esta abstenção, a taxa é mais ou menos semelhante àquela que foi constatada durante as presidenciais de 19 de Julho. Outro dado é que, entretanto, há algumas semanas, houve um apelo ao boicote a estas eleições legislativas. Como é que deve ser interpretada esta taxa de abstenção? Olívio Diogo: É verdade que mesmo antes do período eleitoral, houve um apelo ao boicote pelo ex-primeiro ministro Patrice Trovoada para que as pessoas não fossem às urnas. Quando nós falámos com as pessoas aqui, nós percebemos que este boicote pode não ter sido a causa fundamental das pessoas não irem votar, mas este boicote aproveita a oportunidade que as pessoas estão tão desencontradas com aquilo que os políticos fazem e as pessoas vêem que as suas vidas não estão a ser melhoradas. Mas é preciso também dizer que esta abstenção tem dois ou três aspectos ainda que são importantes falar sem falar da questão dos boicotes, sem falar que as pessoas estão desinteressadas em irem votar. é que esta forma de votação que nós estamos a ter agora, é uma votação diferenciada, todos os indivíduos que têm 18 anos, eles não precisam ir fazer a inscrição. Portanto, há muitos jovens com 18 anos que nem sabem que estão inscritos no caderno eleitoral. Outro aspecto tem a ver com o facto de estes dados terem sido extraídos e muitas pessoas não sabem em que local estão inscritas. O terceiro aspecto muito importante também, que se deve frisar, tem a ver com a emigração. Esta eleição a que estamos a assistir agora é uma eleição que apanhou esta vaga de emigração. É uma emigração de pessoas que muitas delas estão sem as suas condições de vida regularizadas. Elas não sabem sequer que poderiam votar no exterior. RFI: Este voto maioritário no MLSTP é um voto de adesão ao projecto do MLSTP ou de rejeição ao partido da situação? Olívio Diogo: O MLSTP, para quem acompanha as eleições em São Tomé e Príncipe, de algum tempo a esta parte, sabe que o MLSTP tem um número mais ou menos de votos que não se altera muito e portanto o MLSTP fez o seu papel de garantir que este número de votos seja aplicado. E por outro lado, trabalhou para que aumentasse mais um ou dois, o número deputados. Portanto, aqui há duas coisas. A primeira coisa é dizer que isto foi claramente um boicote ao Américo Ramos e as pessoas não se encontraram com aquilo que o Américo Ramos fez durante o seu mandato de dois anos. A população não se entendeu com Américo Ramos e certamente a forma como se tornou líder do Partido da Acção Democrática Independente e ele não conseguiu criar uma empatia com a população, que era uma empatia com aquilo que são as necessidades básicas da população. Se reparar, o MLSTP não cresceu muito. Foi a ADI que baixou significativamente. A ADI tinha nas últimas eleições 30 deputados e saiu de 30 deputados para ter agora 22 ou 23 que ainda não sabemos. Mostra claramente que foi a ADI que perdeu e que o grande perdedor destas eleições é inevitavelmente, o Américo Ramos, o primeiro-ministro em funções. RFI: Patrice Trovoada, pode retirar algum dividendo político deste cenário? Olívio Diogo: Naturalmente que Patrice Trovoada vai tirar dividendos políticos deste cenário, por ter apelado ao boicote às eleições, apelado ao aumento da abstenção e a abstenção vir equilibrada, como foi já nas eleições presidenciais, demonstra claramente que a sua palavra, a sua imagem e a informação que ele quis passar foi encaixada sobretudo naquelas pessoas que são fidedignas àquilo que é a política de Patrice Trovoada. Essas claramente não foram votar e essas claramente disseram que continuam com ele independentemente daquilo que venha a contar. Portanto ele pode perfeitamente bem tirar dividendos disto. RFI: Ainda não se sabe exactamente como é que se repartem os mandatos, uma vez que é o Tribunal Constitucional que deve dar esta informação. O MLSTP reivindica pelo menos 26 mandatos, o que é muito próximo da maioria absoluta. Mas não tendo a maioria absoluta, para que partido é que se vai virar naturalmente para eventualmente formar uma coligação? Olivio Diogo: No que diz respeito ao facto de ser o Tribunal Constitucional a fazer o mosaico natural de número de mandatos que cada partido deve ter, isto leva a entender que o MLSTP, tendo em conta que isto é uma realidade, está a fazer pressão para dizer ao Tribunal Constitucional que este resultado são resultados que dificilmente se alteram. Mesmo que a ADI queira governar, teria que fazer uma coligação, mesmo que o MLSTP queira governar teria que fazer uma coligação. Perguntava-me anteriormente com quem é que se deve fazer esta coligação. Todos os partidos estão abertos e disponíveis porque eles sempre disseram o mesmo. O Basta e qualquer um destes partidos tiveram um ou dois deputados, estão disponíveis para o fazer. Essa coligação passará inevitavelmente pelo MCI-PS/PUN porque está em melhores condições. Nenhum partido poderá governar sem fazer uma coligação com esta formação. Isto é impossível, a não ser que haja uma coligação entre o MLSTP e a ADI para governar, o que eu acho que não acontece. A coabitação que deve haver entre o Presidente da República e uma cor política contrária é uma coabitação que nós, os observadores daquilo que se passa dentro da nossa política, acreditamos que sim, porque não podemos esquecer que estas duas forças, quer o MLSTP quer a ADI, apoiaram o Carlos Vila Nova a ser reeleito Presidente da República e agora não vejo razão para que o Carlos Vila Nova venha se opor à possível ascensão de uma dessas forças políticas.
NAZA, il documentario di Yuval Abraham e Rachel Szor presentato in concorso alla Mostra del cinema di Venezia, è un'inchiesta sugli aspetti più agghiaccianti delle operazioni militari e d'intelligence israeliani a Gaza, raccontate da chi le ha eseguite. In trent'anni è il podcast scritto da Nicolò Porcelluzzi per Festivaletteratura che attraversa trent'anni di archivio del festival per interrogarsi su come sono cambiati la letteratura, il canone e il nostro rapporto con la lettura. Disobbedire a Confucio. Lotte femministe in Asia orientale di Eleonora Zocca racconta movimenti, proteste e forme di resistenza femminista in Giappone, Corea del Sud, Cina e Taiwan. A cent'anni dalla nascita di John Coltrane, un nuovo cofanetto di sei dischi ripercorre la carriera del sassofonista, dalle prime registrazioni degli anni cinquanta fino alle ultime esplorazioni musicali prima della morte nel 1967.CONPiero Zardo, editor di cultura di InternazionaleDavide Lerner, giornalista Nicolò Porcelluzzi, giornalista e autoreEleonora Zocca, giornalistaAlberto Riva, giornalista e scrittoreCi piacerebbe sapere cosa pensi di questo episodio. Scrivici a podcast@internazionale.it Se ascolti questo podcast e ti piace, abbonati a Internazionale. È un modo concreto per sostenerci e per aiutarci a garantire ogni giorno un'informazione di qualità. Vai su internazionale.it/abbonatiConsulenza editoriale di Chiara NielsenProduzione di Vincenzo De SimoneMusiche di Tommaso Colliva e Raffaele ScognaDirezione creativa di Jonathan Zenti
O 1 a 1 com a Austrália, arrancado por Rayan no último lance, não muda a avaliação sobre a primeira Seleção de Ancelotti depois da Copa: o problema não é o 4-2-4, é a falta de ideias. Felipe Lobo e Bruno Bonsanti discutem o time espaçado, o meio-campo sem quem organize o jogo, o encaixe de Raphinha e as novidades da lista. Também falam da estreia de Klopp na Alemanha contra a Holanda de Xavi e da primeira rodada da Liga das Nações.SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro! https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinNEWSLETTER! Nossa newsletter chega toda sexta aberta a todos com nossos textos sobre o que rolou na semana, e às terças com conteúdo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/Conheça o canal do Bonsa sobre Football Manager, BonsaFM: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Lobo sobre games, o Próxima Fase: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal de Leandro Iamin sobre a seleção brasileira, o Sarriá: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil
Senador viajou em avião de Vorcaro em 2025 e tentou contato dias antes de prisão. E nova fase da Carbono Oculto mira executivo ligado ao Master e financiamento de Dark Horse.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Governança, custos e agentes de IA estiveram entre os principais temas do AI4, evento realizado em Las Vegas que reúne empresas, pesquisadores e profissionais para discutir aplicações e avanços em inteligência artificial. Neste episódio do DoTheMATH, Sergio Larentis compartilha os principais pontos que acompanhou no evento e analisa como empresas estão levando IA para a operação. “É mais ciência, menos ficção científica.” A conversa passa por custo de tokens, modelos próprios e SLMs, explicabilidade, responsabilidade, raio de explosão e escolha entre diferentes modelos de acordo com cada tarefa.Também entra em pauta o que separa empresas que ainda experimentam IA daquelas que já acumulam aprendizados em produção. Apresentação Marcel Ghiraldini, CSO, MATH Fabiana Amaral, Brand and Culture Executive Director, MATH Convidado Sergio Larentis, COO, MATH Capítulos 00:00 - Governança e custos no AI4 02:39 - Modelos próprios, SLMs e custo por token 05:50 - ROI e priorização de agentes 12:00 - Explicabilidade, grafos e responsabilidade 20:49 - Adoção de IA no Brasil e em outros mercados 31:46 - Raio de explosão, pagamentos e múltiplos modelos 44:25 - KPIs para adoção de IA
Alexandre Garcia comenta caso de empresário ligado ao Banco Master que tinha muita sorte na loteria, alegações de petistas de interferência dos EUA na eleição, e discurso de Javier Milei na ONU.
Tetto agli alunni stranieri in Italia, il decreto oggi in Cdm. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Ritratti fotografici che colgono la personalità femminile, nella mostra di Roberto Gandoli sabato alla Soms La Fraterna di Viguzzolo. il fotografo è ospite del programma condotto da Brocks su Pnr
Parte da Semana de Arte do Rio, evento ocorre nesta sexta-feira, 25 de setembro, como contraponto à ofensiva da Rússia, que ocupa hoje cerca de 20% do país e busca apagamento da identidade nacional. Ouvimos o organizador da mostra, o Edgar Prusaczyk, sobre essa guerra cultural.Reportagem: Mariana Vargas e Catarina GuilhonEdição: Thiago Kropf
Neste episódio do DoTheMATH, Marcelo Queiroz, da Serasa Experian, fala sobre a evolução do Know Your Customer para o Know Your Agent e os desafios que aparecem quando a IA vai além da resposta e passa a agir. No Know Your Customer, empresas já trabalham com diferentes sinais para avaliar identidade e risco, como dispositivo, biometria e localização. Com agentes, parte desses sinais deixa de existir, já que eles não têm dados próprios para autenticação, mas uma alta capacidade de executar processos. Isso cria uma necessidade de monitoramento do comportamento durante a execução. Marcelo também explica como a inteligência artificial está mudando os modelos de autenticação e antifraude, por que o contexto de risco é cada vez mais relevante e quais novos desafios surgem quando agentes passam a interagir diretamente entre si. Apresentação Marcel Ghiraldini, CSO, MATH Fabiana Amaral, Brand and Culture Executive Director, MATH Convidado Marcelo Queiroz, Head Product Innovation, Serasa ExperianReferência:DoTheMATH #196 - Crédito, antifraude e identidade digital: https://open.spotify.com/episode/4nhrNCcfEZ7ENwj1e3De1S?si=3b22c81beb2e4bbcCapítulos 00:00 – Know Your Customer e Know Your Agent 03:57 – A evolução da identidade digital 09:49 – Agent Commerce e os padrões de segurança 14:35 – IA e novos modelos de fraude 21:13 – Orquestração e contexto de risco 27:29 – Identificação e comunicação entre agentes 34:37 – Monitoramento do comportamento agêntico
Hoje, 'No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Voo aconteceu em agosto do ano passado, meses antes do ministro negar publicamente o uso de aeronaves do ex-banqueiro. Foto mostra Flávio Bolsonaro na África com suspeitos de fraude no INSS. IBGE comprova que desigualdade social aumenta dificuldades de pessoas com deficiência. BK' se torna primeiro rapper brasileiro a fazer show solo em estádio. Anthropic estuda lançar um novo modelo de IA antes de IPO para enfrentar OpenAI.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do VDCast, Victor Damásio recebe Gleison Muzzo, fundador do Alerta de Voos, a empresa que manda alertas de passagem aérea abaixo do preço médio e que está chegando em cinquenta mil clientes. Gleison levou cinco anos para fazer o primeiro milhão acumulado. O segundo veio em três ou quatro meses. Hoje o negócio fatura um milhão por mês.
Um vídeo divulgado pelo colunista Lauro Jardim, de O Globo, mostra Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane Barci, desembarcando de um Legacy 650 no Aeroporto Santos Dumont, no Rio, em agosto de 2025. A aeronave, de prefixo PP-NLR, estava vinculada a uma empresa ligada ao banqueiro Daniel Vorcaro e aparece em documentos da Polícia Federal.Segundo a PF, o avião foi citado em tratativas envolvendo um contrato de até R$ 50 milhões entre uma empresa ligada a Vorcaro e o escritório de Viviane. Moraes afirma que nunca viajou em aeronaves de Vorcaro, enquanto o escritório da advogada diz contratar táxi aéreo de diferentes empresas e nega irregularidades.
Análise pós-jogo da partida entre Ceará x Novorizontino, válida pela 29ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro 2026. Vem com a turma! Um pouco de paz, ou de alívio, na vida do torcedor alvinegro. Ceará conquista grande vitória, de virada, diante do então vice-líder da Série B. Resultado deixa a equipe momentaneamente a 5 […]
Governo anuncia reajuste de 15 % no Bolsa Família às vésperas da eleição. Gestão Trump exigiu participação de dissidentes políticos no pleito brasileiro durante negociação de tarifaço. E Fachin suspende sessão do STF que analisaria alegações contra Mendonça. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A pesquisa Bloomberg/Atlas Intel mostra Flávio Bolsonaro colado em Lula na simulação de primeiro turno, com um crescimento de oito pontos desde agosto.Rodolfo Borges, Ricardo Kertzman e Wilson Lima analisam o impacto da crise do STF nas intenções de voto, comentam a queda da terceira via e debatem a fala da primeira-dama Janja, que pediu para não votar em "ninguém com sobrenome Bolsonaro".Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Spotify #ApplePodcasts #AmazonMusic #TuneInRádio #PolíticaBrasileira #BastidoresDoPoder #economia #jornalismo #noticias #politica #Lula #FlavioBolsonaro #Bolsonaro #Pesquisa #Empate #Eleicoes #Votos #Tendencia #Disputa #Governo #Oposicao #Politica #Sondagem #Aprovacao #Rejeicao #Debate #Podcast #Analise #Brasil #Atualidades
O presidente Lula lembrou que no governo anterior, o quilo de arroz custava R$8,43 - hoje custa R$4,96. Quase a metade. Apesar das diferenças regionais e entre os supermercados, dados oficiais mostram a desaceleração da inflação, de forma geral, num cenário de crescimento econômico. Sonoras:
Recorded at Mostra Festival in Barcelona, March 2026. https://soundcloud.com/xdb https://www.instagram.com/kostaxdb/ https://www.mostra.barcelona https://www.delayed.nyc Follow us on social media: https://soundcloud.com/itsdelayed https://www.instagram.com/_____delayed https://www.facebook.com/itsdelayed https://www.youtube.com/@_____delayed Contact us: info@delayed.nyc
Un documentaire tourné par une journaliste américaine d'origine russe a fait l'évènement au festival de la Mostra de Venise. « Mes amis indésirables », de Julia Loktev raconte l'exil de jeunes reporters russes contraints de quitter leur pays pour garder leur liberté de parole... Elisabeth Lequeret a pu rencontrer la documentariste à Venise. Des médias russes exilés en Lituanie et Lettonie Quel regard portent aujourd'hui ces rédactions en exil sur le prochain scrutin, le premier depuis le déclenchement de la guerre en Ukraine en 2022. Beaucoup d'entre elles se sont installées dans les pays baltes... pas très loin de la frontière russe, en Lituanie ou en Lettonie. Notre correspondante Marielle Vitureau a pu les rencontrer. Et s'il fallait encore une preuve que parler de la guerre en Ukraine, ou la critiquer, n'est plus de l'ordre du possible, le parti Iabloko (la pomme en russe), le seul parti qui osait dénoncer le conflit a été interdit de participer au scrutin. La sphère médiatique est à l'image des cercles politiques sous contrôle... Tatiana Kastoueva Jean, spécialiste de la Russie, directrice du centre Russie Eurasie à l'Ifri, nous explique tout l'arsenal législatif déployé afin de censurer les médias, et le contrôle exercé par le pouvoir sur internet. Et la guerre informationnelle concerne aussi les médias étrangers... Depuis 2019, la rédaction russe de RFI a dû cesser d'émettre à destination de la Russie et de l'espace russophone, pour passer au tout numérique. Mais le site est désormais bloqué depuis 2022. Anastasia Becchio, rédactrice en chef du service russe de RFI, explique comment la détérioration des relations avec la Russie a eu un impact direct sur le fonctionnement de la rédaction. La chronique musique Vincent Théval Rita Payés et Lucía Fumero « Rueda Eterna ».
Un documentaire tourné par une journaliste américaine d'origine russe a fait l'évènement au festival de la Mostra de Venise. « Mes amis indésirables », de Julia Loktev raconte l'exil de jeunes reporters russes contraints de quitter leur pays pour garder leur liberté de parole... Elisabeth Lequeret a pu rencontrer la documentariste à Venise. Des médias russes exilés en Lituanie et Lettonie Quel regard portent aujourd'hui ces rédactions en exil sur le prochain scrutin, le premier depuis le déclenchement de la guerre en Ukraine en 2022. Beaucoup d'entre elles se sont installées dans les pays baltes... pas très loin de la frontière russe, en Lituanie ou en Lettonie. Notre correspondante Marielle Vitureau a pu les rencontrer. Et s'il fallait encore une preuve que parler de la guerre en Ukraine, ou la critiquer, n'est plus de l'ordre du possible, le parti Iabloko (la pomme en russe), le seul parti qui osait dénoncer le conflit a été interdit de participer au scrutin. La sphère médiatique est à l'image des cercles politiques sous contrôle... Tatiana Kastoueva Jean, spécialiste de la Russie, directrice du centre Russie Eurasie à l'Ifri, nous explique tout l'arsenal législatif déployé afin de censurer les médias, et le contrôle exercé par le pouvoir sur internet. Et la guerre informationnelle concerne aussi les médias étrangers... Depuis 2019, la rédaction russe de RFI a dû cesser d'émettre à destination de la Russie et de l'espace russophone, pour passer au tout numérique. Mais le site est désormais bloqué depuis 2022. Anastasia Becchio, rédactrice en chef du service russe de RFI, explique comment la détérioration des relations avec la Russie a eu un impact direct sur le fonctionnement de la rédaction. La chronique musique Vincent Théval Rita Payés et Lucía Fumero « Rueda Eterna ».
Convidados do Podcast TenisBrasil desta semana, os analistas Paulo Cleto e Otávio Maia acham que o titulo de Alexander Zverev é a prova de que o alemão se achou de vez na carreira e ganhou a confiança para administrar jogos difíceis e torneios longos, como aconteceu neste US Open.Para Maia, a cazaque Elena Rybakina superou as próprias dúvidas e Cleto acrescenta a importância que teve o retorno ao trabalho com o treinador croata. "Roubaram Elena por meses", disparou, referindo-se ao afastamento de Alexander Vukov.O podcast também fala do vice-campeonato de Guto Miguel, que recebeu elogios de Maia por seu tênis vistoso e eficiente, enquanto Cleto acredita que seu futuro como profissional é cada vez mais promissor.
A pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira mostra o senador Flávio Bolsonaro à frente do presidente Lula no segundo turno, revertendo a vantagem que o petista tinha em julho.Comentaristas analisam os números por região e por sexo, e debatem se a crise no STF está beneficiando o candidato de oposição em vez do governo.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Spotify #ApplePodcasts #AmazonMusic #TuneInRádio #PolíticaBrasileira #BastidoresDoPoder #economia #jornalismo #noticias #politica #PesquisaQuaest #FlavioBolsonaro #Lula #Eleicoes2026 #PoliticaBrasil #Noticias #PodcastBrasil #BastidoresDaPolitica #Atualidades #BrasilHoje
O historiador Bruno Cardoso Reis considera que o ataque russo junto à Polónia revela pressão no campo de batalha. Sublinha ainda que os europeus não vão resolver a crise na Palestina.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ángeles Caso conversa con Tito Montero, autor de "Ciudadano Riego", un ensayo que propone una relectura de la historia de Asturias y actualiza el legado intelectual y político de Rafael del Riego. En la segunda parte del programa, hablamos de la 83ª edición de la Mostra de Venecia con el corresponsal en Italia de Radio Nacional, Jordi Barcia. Para terminar estrenamos la sección “Gentes del 27” con nuestro colaborador Joaquín Azaústre.Escuchar audio
Esta edición de la Mostra de Venecia, el festival más antiguo del mundo, ha vuelto a confirmar el papel del certamen como uno de los grandes escaparates del cine mundial. Durante estos días hemos visto convivir a autores consagrados y nuevas voces, grandes producciones y propuestas más arriesgadas, en una selección marcada por las incertidumbres del presente, los conflictos políticos, las transformaciones sociales y las preguntas sobre la identidad y la memoria. Una edición donde el cine americano ha dado un paso atrás y que ha sido irregular en sus propuestas, siempre con destellos de buen cine.
A venticinque anni dagli attentati dell'11 settembre 2001, che hanno profondamente cambiato la politica estera e interna degli Stati Uniti, il dibattito statunitense è ancora influenzato dalle ipotesi complottiste che cominciarono a circolare dopo quegli eventi drammatici. Con Marina Catucci, corrispondente da New York per il Manifesto, e Leonardo Bianchi, autore del podcast ComplottiSi chiuderà domani sera con l'assegnazione dei premi più importanti, tra cui il Leone d'oro, l'83esima edizione della Mostra del cinema di Venezia. Con Piero Zardo, editor di cultura di Internazionale, da VeneziaOggi parliamo anche di:Libro • I Lazar, Nello Biedermann (Guanda)Ci piacerebbe sapere cosa pensi di questo episodio. Scrivici a podcast@internazionale.it Se ascolti questo podcast e ti piace, abbonati a Internazionale. È un modo concreto per sostenerci e per aiutarci a garantire ogni giorno un'informazione di qualità. Vai su internazionale.it/abbonatiConsulenza editoriale di Chiara NielsenProduzione di Vincenzo De SimoneMusiche di Tommaso Colliva e Raffaele ScognaDirezione creativa di Jonathan Zenti
Legge elettorale, oggi giornata infuocata al Senato per la battaglia sulle preferenze. Sentiamo Emilia Patta, commentatrice politica de Il Sole 24 ORE. La giornata della Mostra del Cinema di Venezia con la nostra inviata Marta Cagnola. Copernicus: agosto 2026 il più caldo mai registrato. Oggi allerta arancione in 4 regioni e gialla in 12. Con noi Giulio Betti, climatologo e meteorologo del CNR – Consorzio Lamma.
Arriva la stretta Ue sugli affitti brevi. Le grandi città italiane sono interessate. Sentiamo Marco Celani, presidente Aigab – Associazione italiana gestori affitti brevi. La giornata della Mostra del Cinema di Venezia con la nostra inviata Marta Cagnola. Sanzioni alle colonie in Cisgiordania, scontro Regno Unito-Israele. Inchiesta di Haaretz: “Netanyahu sapeva dei piani per il 7 ottobre ma non ha agito”. Ci colleghiamo con Marco Varvello, corrispondente de La Stampa da Londra.
Netanyahu fu avvertito prima del 7 Ottobre? La flottiglia sbarca alla Mostra del Cinema
upsammy joins us direct from this year's Mostra Festival in Barcelona. A high-energy journey awaits capturing the atmosphere and experience of the festival on the day. Follow : https://soundcloud.com/upsammy https://www.instagram.com/thessa.upsammy/ https://www.instagram.com/mostrabcn/
Entrevistamos a Santiago Roncagliolo, que publica “El pastor y los lobos” (Seix Barral), un ensayo que recorre el final del pontificado de Francisco y el inicio de León XIV para abordar los abusos sexuales en la Iglesia, el silencio de las instituciones y las contradicciones que conviven dentro del catolicismo. Una investigación que el escritor peruano entrelaza con su propia historia familiar y con los abusos que sufrió durante su infancia.Visitamos Faro Santander, el nuevo espacio cultural que abre sus puertas con cinco siglos de historia del arte y obras de El Greco, Tiziano, Rubens, Velázquez, Goya, Sorolla, Chillida o Joan Miró. Nos acercamos también a sus exposiciones dedicadas a la Colección Gelman, con nombres como Frida Kahlo y Diego Rivera, y a Leonora Carrington.Repasamos la nueva temporada del Museo Reina Sofía y regresamos a la Mostra de Venecia, que entrega el León de Oro honorífico a Ellen Burstyn y presenta Look Back, de Hirokazu Koreeda.Además, Vicente Monroy parte de Eyes Wide Shut para adentrarse en las teorías de la conspiración que rodean a Stanley Kubrick, y Laura Fernández nos acerca a la polémica literaria protagonizada por Rachel Cusk y Natalie Portman.Escuchar audio
Elezioni in Sassonia-Anhalt, trionfa l’estrema destra di Afd. Ci colleghiamo con Gianluca Di Donfrancesco, inviato de Il Sole 24 ORE a Magdeburgo. La giornata della Mostra del Cinema di Venezia con la nostra inviata Marta Cagnola.
durée : 00:02:54 - La grande matinale - par : Thomas Poitevin - L'attachée de presse aux mille talents revient du festival de cinéma avec des coups de cœurs - toujours bien sentis. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
Elezioni in SassoniaSergio Nava. Crans Montana, il Comune sapeva che i pannelli fonoassorbenti non erano ignifughi?Fabrizio Ventimiglia, legale della famiglia di Sofia Donadio, sopravvissuta all'incendio. 2026 batte 2003, è stata l’estate più calda dal 1950Massimiliano Pasqui, climatologo presso il Cnr. Mostra del Cinema di VeneziaMarta Cagnola.
Iniciamos mes y temporada con muchas novedades, festivales y una cartelera muy variada. Esta semana conocíamos las tres películas preseleccionadas para la carrera de los Oscar, tres grandes títulos: El ser querido, La bola negra y Los domingos, los protagonistas pasan por De película. A la cartelera llega una cinta que se mueve entre el Thriller dramático y el documental, Cronos de Fernando González Molina. Una cinta basada en hechos reales, los atestados de las Ramblas y Cambrils del 17 y 18 de agosto de 2017, hablamos con su director y los actores Enric Auquer y Mónica a Molina. Desde Italia nos llega el conmovedor drama, Cinco segundos de Paolo Virzì, con Valerio Mastandrea y Valeria Bruni Tedeschi como protagonistas, una cinta que explora el conflicto generacional, el aislamiento y las segundas oportunidades. Otro título muy interesante es El olor a leche quemada, ópera prima de Justin Bauer un retrato realista y crudo sobre la crisis de la agricultura familiar y la vida de tres generaciones de mujeres en el mundo rural.Este mes de septiembre es muy importante en cuanto al panorama de festivales se refiere, la 83. edición de la Mostra de Venecia arrancaba esta semana hasta el próximo 12 de septiembre, mientras San Sebastián desvela los platos fuertes de su Sección Oficial.Todo esto además del resto de la cartelera, las mejores series con Pedro Calvo, Elio Castro rinde un emotivo homenaje y último adiós al actor Francesc Garrido y Ana Vega Toscano nos acerca el sesenta aniversario de Star Trek.Escuchar audio
« Soyez réalistes, demandez l'impossible. » La formule est attribuée à Ernesto Guevara, dit le Che, exécuté le 9 octobre 1967 en Bolivie alors qu'il tentait d'exporter la révolution cubaine en Amérique latine. L'impossible, c'est ce qu'ont accompli six de ses compagnons d'armes qui, pendant plusieurs mois, ont parcouru plus de 2 400 kilomètres à travers la Bolivie, poursuivis par 4 000 soldats dans l'espoir de rejoindre Cuba. Dans Les survivants du Che, son premier long métrage documentaire qui sort en salles en France le 9 septembre après avoir été projeté au dernier Festival de Cannes, Christophe Dimitri Réveille raconte l'histoire de six compagnons d'armes d'Ernesto Guevara, qui étaient avec lui le jour où il a été capturé par des soldats boliviens, appuyés par la CIA. Il a réussi à faire témoigner trois survivants de leur cavale incroyable, mais aussi un agent de la CIA et un soldat bolivien, ainsi que le Français Régis Debray. Ce documentaire, qui mêle des images d'archives, des témoignages, mais aussi des séquences en animation, tient à la fois du film d'aventures, du récit de survie et d'histoire humaine sur fond de conflit géopolitique. À l'affiche de notre cinéma également cette semaine, nous allons à Venise où Elisabeth Lequeret assiste aux premiers jours de la Mostra. Et puis nous braquons nos projecteurs sur Trois adieux, le nouveau et très beau long métrage d'Isabelle Coixet. À lire aussiOuverture de la Mostra de Venise avec « INK », biopic consacré à Rupert Murdoch
El periodista Juan Carlos Galindo repasa en su sección cultural en Más de uno los principales asuntos de la semana cultural: las memorias de Cristina Llanos, cantante de Dover, la Mostra de Venecia, que ha reconocido a George Clooney con el León de Oro honorífico.
Conosci queste parole italiane? Quindi, dunque, insomma, allora, infatti: le hai sentite mille volte nei film, nelle canzoni, nelle conversazioni. Ma sai davvero come si usano? Sono parole camaleontiche che cambiano significato a seconda della situazione, e usarle bene fa la differenza tra chi parla "da libro" e chi parla come un madrelingua. Quindi, Dunque, Insomma, Allora, Infatti: Significati, Sfumature e Usi Reali I connettivi sono quelle piccole parole che collegano frasi e idee, dando ritmo e logica al discorso. Gli italiani li usano continuamente, spesso senza nemmeno accorgersene. Se vuoi approfondire l'argomento, puoi consultare la guida completa sui connettivi logici in italiano. Quindi: il Connettivo della Conseguenza Quindi è un connettivo (più precisamente una congiunzione conclusiva) e serve a esprimere la conseguenza di qualcosa. In pratica, significa "perciò", "di conseguenza", "per questo motivo". Primo Uso: Esprimere una Conseguenza Esempio: "Domani ho l'esame di guida, quindi stasera vado a letto presto." Vado a letto presto come conseguenza dell'esame di guida. La causa è l'esame, la conseguenza è andare a letto presto. È la relazione logica più comune di quindi. Secondo Uso: Introdurre una Domanda Quindi ha anche un secondo uso, molto comune nel parlato. Si usa per introdurre una domanda dopo una pausa o un ragionamento: "Quindi, alla fine ci vai a quella festa o no?" Qui quindi non esprime una conseguenza logica vera e propria, ma serve a riprendere il discorso, quasi come dire "allora, dimmi…". È un uso tipico delle conversazioni quotidiane. Dunque: la Versione più Elegante di Quindi La parola dunque è la "cugina raffinata" di quindi. Significa praticamente la stessa cosa, ma è più formale e letteraria. Se quindi lo dice tua nonna al mercato, dunque lo dice il professore di filosofia all'università. Per altre congiunzioni italiane, c'è una guida completa dedicata. La Sottile Differenza con Quindi Mentre quindi esprime una conseguenza generica, dunque è più orientato a esprimere una deduzione logica, una conclusione di un ragionamento. Esempio celeberrimo: "Penso, dunque sono." Questa frase è del filosofo francese Cartesio: l'originale latino è "Cogito ergo sum", e questa è la traduzione italiana più diffusa. Mostra perfettamente l'uso deduttivo di dunque: dal fatto che io penso, deduco che esisto. Per altre citazioni famose in italiano, puoi consultare la guida dedicata. Un esempio più quotidiano: "La macchina di Marco non è in garage, dunque è già uscito." Qui si sta facendo una deduzione logica: macchina assente, di conseguenza Marco è uscito. Dunque per Introdurre il Discorso Come quindi, anche dunque può introdurre un discorso o una domanda, sempre in modo più ricercato: "Dunque, dimmi tutto: com'è andato il colloquio?" Riepilogo: nella vita di tutti i giorni quindi e dunque si possono spesso scambiare. La differenza è soprattutto di registro: dunque suona più colto, quindi è più comune nel parlato quotidiano. ConnettivoRegistroUso principaleQuindiInformale, quotidianoConseguenza genericaDunqueFormale, letterarioDeduzione logica Insomma: la Parola dai Tre Volti Insomma è una delle parole più versatili dell'italiano. Si usa più spesso all'inizio della frase, anche se può comparire alla fine con valore riassuntivo. Per esempio: "Era stanco, affamato, infreddolito, insomma… distrutto!". Ha tre significati principali. Primo Significato: Introdurre una Conclusione o un Riassunto "Insomma, dopo tre ore di discussione, abbiamo deciso di ordinare la pizza." Qui insomma riassume una situazione lunga e arriva al punto. È come dire "per farla breve", "alla fine dei conti". Secondo Significato: Esprimere Irritazione o Fastidio "Insomma, vuoi smetterla di farmi domande?!" In questo caso insomma è un'esclamazione che esprime impazienza. Immagina una mamma che dopo l'ennesima domanda del figlio piccolo perde la pazienza: è il contesto perfetto per questo uso. Terzo Significato: Esprimere Mediocrità "Ti è piaciuta la cena al ristorante? – Mah… insomma…" Quando si risponde insomma con un tono indeciso, si sta dicendo che qualcosa non era un granché. Niente di terribile, ma neanche da consigliare. Una via di mezzo, né bello né brutto, mediocre. Allora: la Parola Jolly dell'Italiano Allora è una parola che gli italiani usano dappertutto. In Italia è praticamente impossibile passare un giorno senza sentirla decine di volte. Per un approfondimento completo, puoi consultare la guida sul significato e gli usi di "allora" in italiano. Primo Uso: Trarre una Conclusione In questo caso allora è simile a quindi: "Non hai studiato per l'esame? Allora è normale che tu sia stato bocciato!" Qui allora introduce una conseguenza logica rispetto a quello che è stato detto prima. Secondo Uso: Introdurre un Discorso o Prendere Tempo Questo è forse l'uso più comune nel parlato: "Allora… cosa volevo dirti? Ah sì, ho prenotato il ristorante per sabato!" In questa funzione allora è un riempitivo: serve a organizzare le idee, a prendere tempo per pensare. È l'equivalente italiano di "so…" o "well…". Per scoprire altri intercalari, puoi leggere la guida sui riempitivi in italiano. Terzo Uso: "A Quel Tempo", "In Quel Periodo" Questo è un uso più letterario e meno conosciuto dagli studenti: "Negli anni '90 non esistevano gli smartphone, e allora ci si dava appuntamento al bar sperando che l'altro arrivasse!" In questa frase allora non significa quindi, ma "in quel momento del passato". È un uso elegante, perfetto per raccontare ricordi e momenti del passato. Infatti: il Connettivo della Conferma Infatti si usa per confermare qualcosa che è stato detto, spesso aggiungendo un'informazione che lo dimostra. È come dire "è proprio così, e te lo dimostro". È una di quelle parole tipiche di chi vuole parlare italiano come un madrelingua. Primo Uso: Confermare con una Prova "Luca è bravissimo in cucina, infatti ha aperto un ristorante l'anno scorso." L'apertura del ristorante è la prova che Luca è bravo in cucina. Infatti collega l'affermazione e la sua dimostrazione. Secondo Uso: Dare Ragione a Qualcuno Infatti può anche essere usato da solo, come risposta in una conversazione: "Questo caffè è davvero buono!" – "Infatti!" In questo caso infatti significa "hai proprio ragione", "sono completamente d'accordo con te". È fondamentale usarlo con il tono giusto: detto con poco entusiasmo sembra che si stia rispondendo per cortesia. Attenzione al Falso Amico: Infatti vs In Realtà Molti studenti, soprattutto inglesi o spagnoli, confondono infatti con "in fact" o "de hecho", che spesso si traducono con "in realtà" in italiano. La differenza è fondamentale: infatti CONFERMA, mentre in realtà CORREGGE. ConnettivoFunzioneEsempioInfattiConfermaÈ francese, infatti parla franceseIn realtàCorreggePensavo fosse francese, in realtà è belga Per altri errori simili, puoi consultare la guida sui falsi amici in italiano. Tabella Riassuntiva dei 5 Connettivi Ecco una tabella riassuntiva con i 5 connettivi e i loro principali usi. Per altre espressioni colloquiali italiane, c'è una guida dedicata. ConnettivoSignificato principaleEsempioQuindiConseguenzaPiove, quindi prendo l'ombrelloDunqueDeduzione logica (formale)Penso, dunque sonoInsomma (1)Riassunto, conclusioneInsomma, abbiamo deciso di partireInsomma (2)Irritazione, fastidioInsomma, basta!Insomma (3)Mediocrità (così così)Com'era? Mah, insomma…Allora (1)ConseguenzaNon studi? Allora sarai bocciatoAllora (2)Introduzione, riempitivoAllora, cosa volevo dirti?Allora (3)"A quel tempo" (letterario)Negli anni '80, allora, non c'era internetInfattiConfermaÈ bravissimo, infatti ha vinto il premio Domande Frequenti Qual è la Differenza tra "Quindi" e "Dunque"? Entrambi esprimono una conseguenza, ma quindi è più informale e usato nel parlato quotidiano, mentre dunque è più formale e indica una deduzione logica. In molti contesti sono intercambiabili. "Insomma" si Mette all'Inizio o alla Fine della Frase? Si usa più spesso all'inizio della frase, ma può comparire anche alla fine con valore riassuntivo, come in "Era stanco, affamato, insomma… distrutto!". Dipende dalla funzione che si vuole dare alla parola. "Allora" e "Quindi" Sono Sinonimi? In alcuni contesti sì, soprattutto quando entrambi introducono una conseguenza. Ma allora ha più significati: può servire come riempitivo per introdurre un discorso o significare "a quel tempo". Quindi è più limitato all'idea di conseguenza. Perché "Infatti" Non Si Traduce con "In Fact"? Perché infatti in italiano serve a confermare qualcosa, mentre "in fact" in inglese (e "de hecho" in spagnolo) spesso introduce una correzione. La traduzione corretta in italiano in quel caso è "in realtà". Si Possono Usare Questi Connettivi nello Scritto Formale? Dipende dal connettivo. Dunque e infatti sono perfettamente adatti anche allo scritto formale. Quindi è accettabile ma più colloquiale. Allora e insomma sono più tipici del parlato e andrebbero usati con cautela in contesti molto formali. { "@context": "https://schema.org", "@type": "Quiz", "name": "Test su Quindi, Dunque, Insomma, Allora, Infatti", "description": "Quiz interattivo sui connettivi italiani quindi, dunque, insomma, allora e infatti con 10 domande sui loro significati, sfumature e usi reali.", "educationalLevel": "Intermedio B1-B2", "learningResourceType": "Quiz", "inLanguage": "it", "hasPart": [ { "@type": "Question", "name": "Quale connettivo è più formale e indica una deduzione logica?", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "Dunque" } }, { "@type": "Question", "name": "Nella frase 'Mah… insomma…' come risposta a una domanda,...
El ser querido, de Rodrigo Sorogoyen; Los domingos, de Alauda Ruiz de Azúa, y La bola negra, de Javier Ambrossi y Javier Calvo, son las tres películas preseleccionadas para representar a España en los Óscar. Hablamos con Marisa Fernández Armenteros, productora de Los domingos, y escuchamos las primeras reacciones de sus responsables tras conocerse la selección.Además, viajamos a la Mostra de Venecia con Jordi Barcia, enviado especial, en una jornada marcada por Bucking Fastard, de Werner Herzog, y Wild Horse Nine, la comedia negra de Martin McDonagh con John Malkovich y Sam Rockwell.Recordamos a Gloria Steinem, referente de la segunda ola del feminismo y Premio Princesa de Asturias de Comunicación y Humanidades 2021, tras conocerse su fallecimiento a los 92 años. Y celebramos los 65 años de Els Joglars con Albert Boadella y una nueva mirada a El retablo de las maravillas, de Miguel de Cervantes.También repasamos los últimos datos de la industria española de la música grabada, Inko Martínez nos acerca las novedades de la programación de la Orquesta Sinfónica y Coro RTVE y el compositor Jonay Armas regresa con una nueva pieza creada para El ojo crítico e inspirada en la cultura del presente.Escuchar audio
durée : 00:09:44 - Les émissions culturelles de France Culture - par : Marie Sorbier - La 83ᵉ Mostra de Venise vient de s'ouvrir, lançant l'un des grands rendez-vous cinématographiques de l'année. Malgré la renommée de l'évènement, cette nouvelle édition accueille peu de films américains. Une situation qui interroge : et si les films n'avaient plus besoin des festivals pour exister ? - équipe : Laurence Malonda, Marceau Vassy - invités : Clément Ghys Journaliste de cinéma et écrivain Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
O Deus que se faz conhecer não está em silêncio. Os céus proclamam a sua glória. O firmamento anuncia as obras de suas mãos. Dia após dia, noite após noite, a criação continua falando. Quando contemplamos o nascer do sol, uma noite estrelada ou a beleza de uma paisagem, existe algo dentro de nós que percebe: isso não tem como ser apenas acaso. A criação aponta para um Criador. Ela anuncia seu poder, sua sabedoria e sua majestade. Mas a criação, embora revele Deus, não nos conta tudo sobre Ele. Ela pode nos mostrar que Deus existe, mas não consegue nos dizer que Cristo morreu pelos nossos pecados. Ela anuncia a glória do Criador, mas não anuncia, por si só, o caminho da salvação. Por isso, Deus falou na língua dos homens por meio de sua lei, nela Ele se aproxima. A lei do Senhor é perfeita. Seu testemunho é fiel. Seus preceitos são retos. Seus mandamentos iluminam os olhos. A Palavra não foi dada apenas para informar nossa mente, mas para transformar nossa vida. Ela restaura a alma cansada, dá sabedoria ao simples, alegra o coração e ilumina o caminho. Porém, ainda que tenhamos uma Bíblia aberta diante dos olhos, nosso coração pode estar fechado para Deus. Podemos conhecer versículos, doutrinas e mandamentos e, mesmo assim, não ouvir a voz daquele que fala. Quando a Palavra realmente nos encontra, ela também revela quem somos. Mostra pecados que tentamos esconder. Expõe nossa soberba. Desfaz as imagens que construímos sobre nós mesmos. Ela esclarece que precisamos de um Redentor. Não somos salvos pela nossa capacidade de cumprir perfeitamente a Palavra, mas por aquele que a cumpriu perfeitamente em nosso lugar. Jesus é a nossa Rocha e o nosso Redentor: a criação e sua lei O anunciam.
Rodrigo Sorogoyen, Isabel Peña y Vicky Luengo nos presentan 'El ser querido', la nueva película del director madrileño, protagonizada por Javier Bardem y Vicky Luengo. Una historia sobre un reconocido director de cine y su hija actriz, distanciados desde hace años, que tendrán que volver a encontrarse cuando trabajen juntos en una película.Con ellos hablamos de las relaciones entre padres e hijos, pero también del cine dentro del cine, de quienes trabajan detrás de las cámaras y de la capacidad del séptimo arte para generar pensamiento crítico. Una película que, en palabras de su coguionista Isabel Peña, es también un homenaje a quienes hacen posible el cine.Además, conectamos con nuestro corresponsal Jordi Barcia en el arranque de la 83ª Mostra de Venecia, donde George Clooney recibe el León de Oro honorífico a toda su carrera. Repasamos los grandes nombres de esta edición, entre ellos Nanni Moretti, Werner Herzog, Danny Boyle, Martin McDonagh y el surcoreano Lee Chang-dong.Escuchar audio