Podcasts about Apocalipse

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Apocalipse

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Aliança Bíblica de Bento Gonçalves - ABBG
Deus Prova O Seu Servo - Fabricio Galego

Aliança Bíblica de Bento Gonçalves - ABBG

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 38:23


Mensagem de 21/06/2026 (Dom).Textos utilizados: Gênesis 22:1-19; Hebreus 11:17-19; Romanos 6:23; Apocalipse 7:9,10

Valnice Milhomens
7 Igrejas do Apocalipse

Valnice Milhomens

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 30:39


7 Igrejas do Apocalipse | Dia 12 | Arrependimento | 19-06-2026Cristo fala à sua Igreja e chama-a ao arrependimento. Igrejas raramente se arrependem. Raramente são convocadas a isso. E quando são, a resistência é imediata.

IBBCast - IBBrooklin
Apocalipse 3:19

IBBCast - IBBrooklin

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 1:19


Seja bem-vindo ao Minuto de Reflexão! Hoje a Palavra de Deus nos lembra que a correção do Senhor também nasce do seu amor. Em Apocalipse, capítulo 3, versículo 19.

JB Carvalho
O podcast - Apocalipse para Leigos com Daniel Esteves - JB Cast #023

JB Carvalho

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026 42:16


O podcast - Apocalipse para Leigos com Daniel Esteves - JB Cast #023 by JB Carvalho

Pregador Nonato Souto
A logística do apocalipse de Daniel | Análise Profunda

Pregador Nonato Souto

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026 19:28


A logística do apocalipse de Daniel | Análise Profunda

Palavra Amiga do Bispo Macedo
Para Deus, o vencedor não é uma questão de sorte ou azar, mas da escolha de cada um... - Meditação Matinal 16/06/26

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 14:25


LEIA DEUTERONÔMIO capítulo 28.“Quem vencer, herdará todas as coisas; e Eu Serei Seu Deus, e ele será Meu filho.Mas, quanto aos covardes, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no Lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte.” Apocalipse 21:7-8

Pregador Nonato Souto
O mistério das nuvens no Apocalipse 1.7 | Análise Profunda

Pregador Nonato Souto

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 17:20


O mistério das nuvens no Apocalipse 1.7 | Análise Profunda

Pregador Nonato Souto
A engenharia literária de Apocalipse 1.7 | Análise profunda

Pregador Nonato Souto

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 19:52


A engenharia literária de Apocalipse 1.7 | Análise profunda

IPJG - Igreja Presbiteriana do Jardim Guanabara
Aula 42- Conheça as escrituras Apocalipse - EBD - Rev. Jérson Neto

IPJG - Igreja Presbiteriana do Jardim Guanabara

Play Episode Listen Later Jun 14, 2026 40:03


Bobagens Imperdíveis
O apocalipse segundo Mary Shelley (com Jana Bianchi)

Bobagens Imperdíveis

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 46:20


Uma pandemia mortal que dizima a humanidade: como o romance apocalíptico que Mary Shelley escreveu no século 19 se entrelaça com o fim do mundo que vivemos 200 anos depois? Será que Mary Shelley previu o futuro? Com participação da escritora e tradutora Jana Bianchi.***Apoie o podcast: alinevalek.com.br/apoieParticipe do Clube de Leitura Bobagens Imperdíveis: alinevalek.com.br/clubedeleituraAssine nossa newsletter: alinevalek.substack.com***Links relacionadosAcompanhe o trabalho de Jana Bianchi: https://janabianchi.com.br/“O último homem", romance de Mary Shelley com tradução de Jana Bianchi: https://amzn.to/4v7qtOn“Cozinhando pra caramba", conto de Naomi Kritzer prevendo a pandemia, traduzido por Jana Bianchi: https://mafagaforevista.com.br/aves-migratorias-001/O Fantástico Guia, comunidade voltada para a escrita de literatura fantástica, criada por Jana Bianchi e Diogo Ramos: https://fantasticoguia.com.br/“Frankenstein", romance de Mary Shelley com tradução de Regiane Winarski: https://amzn.to/4v7qtOnArtigo acadêmico “The Last Man by Mary Shelley is a prophecy of life in a global pandemic”: https://www.sydney.edu.au/news-opinion/news/2020/05/05/mary-shelley-s-the-last-man-is-a-prophecy-of-life-in-a-global-pa.htmlGuia de Leitura sobre a vida de Mary Shelley “Escrita além do túmulo: o luto de Mary Shelley”: https://alinevalek.com.br/2026/04/15/escrita-alem-do-tumulo-o-luto-de-mary-shelley/Episódios RelacionadosA Duquesa da Ficção Científica https://alinevalek.substack.com/p/sobre-mulheres-ambiciosasO futuro da internet https://alinevalek.substack.com/p/o-futuro-da-internetViagens fantásticas https://alinevalek.substack.com/p/ep2-viagens-fantasticas

Enterrados no Jardim
O Apocalipse de Merda. Uma conversa com Michael Marder

Enterrados no Jardim

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 258:18


Uma desoladora mistificação do nosso tempo opera-se pelo colapso da responsabilidade, como um processo de recitação em que o ser se expurgasse daquela impiedade no juízo que faz de si mesmo, deixando de reconhecer como a consciência só alcança um limiar sagrado no momento em que cada um de nós admite que o “sermos responsáveis pelos nossos actos até ao fim dos tempos é o verdadeiro juízo final com que temos de nos confrontar” (Steiner). Suponha-se, então, que nos seria possível construir uma excepção que revertesse aquele sentido de responsabilidade absoluta de que falava Dostoievski em Os Irmãos Karamazov (“Todos somos culpados de tudo, culpados por todos diante de todos, eu mais do que os outros.”), construindo-se um efeito de expiação automática de qualquer pecado, em que a culpa não implica já que nos refaçamos dos nossos erros, mas que estes sejam atribuídos ao regime de dissociação geral em curso. Podemos hoje reconhecer como se tem procedido a uma espécie de morbidez da projecção, em que, por um lado, os homens entram num transe, num confessionalismo constante das suas fraquezas, exprimindo aquele desgosto por si mesmos que parte então em busca de causas mais gerais, por outro, tornando-se especialistas em narrar a sua queda, superam assim qualquer transtorno e retiram até um gozo perverso de se verem a actuar como possuídos, como se o próprio céu não passasse de uma ficção infernal, um modo de antecipar a culpa, justificar-se enquanto se encarna os piores defeitos que se poderia reconhecer de fora, sendo este o supremo gozo estético. Seria uma forma de dispor intimamente dessa intuição que guiou Benjamin ao reconhecer como a humanidade, que antigamente, com Homero, foi objecto de contemplação para os deuses olímpicos, veio a tornar-se objecto de contemplação para si própria, e até de forma cada vez mais obsessiva. Ele notava que a alienação de si própria atingiu tal grau que lhe permite viver a sua própria aniquilação como um prazer estético de primeira ordem. De algum modo isto explica como cada um tomou a seu cargo esse movimento de queda para lá de qualquer possibilidade de redenção, em que os seres se deliciam com a possibilidade de enfrentar o juízo final com uma insolência desmedida, com tal desdém pela realidade, que os seus gestos estariam consagrados à produção e reprodução da destruição do mundo, apreciando essa simetria entre a sua devastação íntima e a degradação sucessiva dos planos exteriores, como se o Antropoceno fosse uma projecção de ordem quase libidinal, uma forma de reclamar, pela posse violenta, toda a vida e todo o espaço, revirá-los, cometer contra eles o acto mais infame, realizando assim as nossas fantasias despóticas. E isto porque chegamos a um tal estado de amputação sensível que não conseguimos retirar verdadeiro gozo de uma relação de proximidade e de dependência dos elementos, de tudo aquilo que revelava a nossa fragilidade intrínseca, essa ânsia de ligação. “Compreendo que Nietzsche tenha perdido os sentidos ao ver espancar um cavalo”, diz Steiner. “Trazemos a condenação dentro de nós. Caso contrário, porque teríamos destruído o planeta?” Talvez tenhamos encontrado um meio de vingar-nos da morte, sendo certo que todo o anseio e o terror que esta nos provoca é o resultado de vidas que não sabem cumprir-se. Assim, produz-se esse golpe desesperado que faz do mundo um imenso cadáver de modo a ser-nos mais fácil passar por cima dele, fazer da nossa morte um triunfo. Conseguimos reconhecer esta forma de buscar a própria catarse no lixo, a forma depravada de encontrar esse corpo que corresponde inteiramente aos nossos excessos, à dedicação de todas essas descargas ofensivas, não sendo já possível a ninguém escapar a esta encarnação doentia. Os nossos actos ganhariam assim esse prestígio do horror, como se participassem de uma profecia obscena, traduzindo esse horizonte cor de carne, como as costas de um moribundo… “Demos graças pela nossa violência, disse ele, mesmo que ela seja estéril/ como um fantasma, embora não nos leve a lado nenhum,/ porque estes caminhos não levam a lugar algum” (Bolaño). O lixo torna-se a condição necessário de toda a lógica de acumulação, e acaba por representar a verdadeira herança e o próprio destino que melhor exprime os anseios de um ser que adoptou nas suas rotinas um princípio de indiferença face aos efeitos que produz, sentindo-se desalojado da própria mente, desalojado daquele sonho que antes nos aproximava, sendo que agora todos os sonhos implicam a degradação dos outros, e até quando tenta transmitir aquilo que deseja, só é capaz de produzir um discurso em que todas as palavras se tornam medonhas. “E viajava de um lugar a outro/ dos sonhos/ qual verme da terra/ arrastando o seu desespero/ comendo-o”… Ninguém estranha assim toda esta raiva, e alguns põem-se a fantasiar com um suicídio planetário, sendo hoje mais fácil imaginar o fim do mundo do que a possibilidade deste mundo prosseguir sem eles, com a frieza com que hoje nos despedimos seja de quem for. A destruição do planeta torna-se assim uma espécie de ilustração do estupor de um ser que faz a escolha de transformar o ultraje dos anos, a consciência do fim. É como se os vivos já não pudessem senão acreditar nessa cumplicidade que liga aqueles que estão obcecados com a sua morte, esses que conspiram para dar a morte à morte. Só que, como nos faz ver Michael Marder, “a morte da morte deteriora fatalmente a vida”, e, assim, “os restos descarregados no vazadouro das nossas loucas aspirações à incorruptilidade, à preservação estática, acabando por interferir nos estreitos parâmetros da vitalidade. Perecemos devido aos nossos anseios de imortalidade perversamente realizados e arrastamos connosco grande parte da biosfera.” A vida que se serve como esse deplorável espectáculo entrou numa decomposição angustiante há algumas décadas, e isto dá-nos uma sensação de ver realizar-se o projecto de um mundo submetido a um contágio em que vemos os mortos continuar entre os vivos. “Custa-lhes mudar os costumes, renunciar ao tabaco, ao prestígio de violadores de mulheres”, lê-se em A invenção de Morel. E se até certa altura a humanidade odiava aqueles seres que se dispunham a ter uma relação virada para o livro, o pensamento e a ética, e que lhe lembravam de que esta não era ainda verdadeiramente humana, se Steiner diz que essa era a verdadeira fonte de todo o ódio contra o judeu, esse que nos vinha exigir uma coisa que sabemos ser justa, mas que nos obrigava a dominar os nossos impulso e desejos, a certa altura, parece que a humanidade quis libertar-se dessas aspirações, e ela mesma realizou-se através de uma imortalidade pútrida, esta lixeira que significa a produção de uma realidade alinhada com o niilismo que por fim nos desobriga de qualquer obrigação moral para com este mundo. Neste episódio, Marder, que acaba de ver publicado entre nós Filosofia no Lixo – Uma Fenomenologia da Devastação, com selo da VS, veio orientar-nos neste confronto com esse monturo crescente de resíduos que sufoca, fende e diminui as regiões habitáveis do planeta, ao mesmo tempo que penetra a própria fibra do ser e exprime materialmente essa fantasia metafísica da economia capitalista que no seu crescimento monstruoso e sem trégua produziu um pesadelo de que não parece haver saída.

Vida em França
"Estamos todos no mesmo Mundo, Terra, Pátria"- Álvaro Vasconcelos

Vida em França

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 40:47


Foi apresentado em finais de Maio em Paris, o terceiro e último volume do livro "Memórias em tempo de amnésia" de Álvaro Vasconcelos, especialista de relações internacionais e voz bem conhecida das nossas antenas. Nesta obra em três partes, o autor relata as épocas que atravessou, o salazarismo, o colonialismo português em África, nomeadamente em Moçambique onde viveu, os anos de militância política na África do Sul, em França e em seguida em Portugal, onde regressou na altura do 25 de Abril. No terceiro volume das suas memórias intitulado "O futuro para além do apocalipse", Álvaro Vasconcelos recorda a conquista da independência das ex-colónias, assim como os primórdios da democratização de Portugal e a sua adesão à União Europeia. O antigo director do Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia e fundador em Portugal do Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais também evoca a viragem autoritária a que se assiste actualmente em várias partes do mundo, a que ele chama de «brutalismo» e que tem a ver com a corrente 'tecno-totalitarista', encabeçada nomeadamente por alguns magnatas da Silicon Valley. Álvaro Vasconcelos fala também da urgência ambiental, da urgência de não nos esquecermos que somos humanos, numa época em que tendemos a colocar tudo nas mãos da Inteligência Artificial. No fundo, ele fala da urgência de pensarmos. Neste livro denso que é uma chamada de atenção, ele começa cada capítulo com uma espécie de guião de filme e fala com um gosto não dissimulado de todas as fitas que o fizeram reflectir de outra forma sobre o mundo, porque este texto, ainda mais do que os anteriores, é uma declaração de amor à sétima arte. E evidentemente não podíamos deixar de falar -antes de mais- da importância que o cinema tem para Álvaro Vasconcelos. "O cinema é algo que me formou porque eu vivia na África colonial, na Beira, em Moçambique. E como era lá no fundo do Império, a ditadura era certamente muito mais suave para os brancos, para os negros era mais brutal do que em Portugal era para os portugueses. E os brancos da cidade da Beira, onde eu vivia, tinham acesso ao Cineclube da Beira, às grandes obras do cinema mundial, por exemplo, nós vimos o ‘Couraçado Potemkin', que em Portugal era absolutamente proibido. (…) E como o cinema, começamos a vê-lo mesmo muito, desde muitos miúdos, não só nos cineclubes, os cinemas eram a maravilha da época, era aquilo que nos educava, nos abria novos horizontes, que nos fazia rir com Charlot, com os irmãos Marx, que nos ensinava os problemas graves do mundo, como ‘Hiroshima mon amour', o neo-realismo italiano, ‘Os ladrões de bicicletas', etc. Evidentemente que o cinema teve para a minha geração e em particular para aquela que viveu no Império, mas não só, também também em Portugal, um impacto enorme, portanto, foi formativo. E ao escrever o último livro da minha trilogia, senti a necessidade de fazer um livro que fosse mais de reflexão que apenas descritivo da minha vida e de reflexão. Não sou filósofo, portanto, não podia ser uma reflexão filosófica. Mas era uma reflexão à volta das ideias que são veiculadas pelo cinema, que foram veiculadas pela grande literatura que eu li desde miúdo, que sempre me apaixonou e continuo a ler e que me ensinou imenso sobre o mundo. Eu descobri muitas coisas no cinema e na literatura que não era capaz de descobrir com o mesmo grau de profundidade dos ensaios", explica o autor. Nas suas memórias, Álvaro Vasconcelos fala da época colonial e também de uma descolonização das mentes que ainda não foi totalmente feita. "Em África, descobri a violência colonial e que a palmatória é um símbolo absoluto dessa violência. Palmatória com que iam castigar os empregados negros por coisas, não importa o quê. Mas mesmo que fossem coisas graves, era a mesma palmatória que era usada contra os escravos, como eu vi no Museu Afro-Brasileiro, em São Paulo. Infelizmente não temos em Portugal, nenhum museu sobre a escravatura. Temos um pequeno museu em Lagos, mas não temos um grande museu, como têm os brasileiros. E essa palmatória era usada também pelo professor primário para nos manter. Identifico a violência brutal de que era vítima pelo professor primário, que tinha um poder absoluto sobre mim, com a violência, de que eram vítimas os negros, que não tinham direitos nenhuns, nem direito à vida. E para que isso pudesse ter acontecido, foi preciso criar uma narrativa de que eles não eram gente civilizada. E essa narrativa perdurou no pós 25 de Abril, porque nunca se fez um trabalho verdadeiro de descolonização das mentalidades. E hoje, quando os imigrantes são tratados como são tratados com desumanidade, é porque não são considerados humanos iguais a nós. E como não são considerados humanos iguais a nós, podem ser vítimas da arbitrariedade. Não têm os direitos iguais. Isso é uma questão fundamental", considera o estudioso. "Quando se deu o 25 de Abril, podia-se ter feito uma coisa extraordinária e teria ficado para a história. Era considerar que toda a gente que reside em Portugal tem os mesmos direitos. Há um país no mundo em que isso, pelo menos já acontece, que é na Nova Zelândia. E, portanto, se os imigrantes tivessem o direito do voto, seriam tratados de forma completamente diferente ", diz ao referir que, em vez disso, "são vítimas da desigualdade mais absurda da escravatura às vezes da violência da morte no Mediterrâneo. Em vez de irem socorrer, acham que é uma forma dissuasiva que eles morram no Mediterrâneo. Isso, evidentemente, é feito posto em prática por políticos democráticos, mas evidentemente que estão a abrir o caminho à extrema-direita que fará disso uma doutrina de poder." No capítulo que reserva a estes aspectos, o autor escreve que “o silêncio sobre a verdadeira natureza do colonialismo é um dos grandes fracassos da democracia portuguesa” e que “a Europa assumir que o colonialismo foi um crime contra a humanidade tornaria o seu discurso sobre a democracia muito mais legítimo.” "O 25 de Abril foi uma revolução extraordinária. Libertou os portugueses da ditadura e criou um sistema de liberdades públicas, de Estado de Direito. Isso deve ser sublinhado e eu sublinho no livro, porque é único no século XX, uma revolução que não foi só uma libertação, mas trouxe a liberdade. Podemos pensar, por exemplo, que a Revolução de Outubro libertou os russos do Czarismo, que era um regime terrível. Mas não construiu um regime de liberdade. Isso aconteceu em Portugal. Simplesmente, Portugal era ao mesmo tempo uma ditadura e um império. E quando se construiu a democracia, fez-se um trabalho mais ou menos profundo sobre o que era a ditadura, o que é que era o fascismo. Existem vários museus, o Museu do Aljube, um museu em Peniche, existe um trabalho de memória. Existem nos livros de História. Conta-se o 25 de Abril, todo esse passado ditatorial. As pessoas sabem que houve a tortura, que havia a PIDE, que as pessoas não tinham direito à palavra. Tudo isso faz parte da memória colectiva dos portugueses", constata Álvaro Vasconcelos. "O que não se fez nenhum trabalho. O que é que era o colonialismo? Não se explicou o que é que era a tortura em África, o que era o trabalho forçado. Qual era a origem que isso tinha na escravatura? Manteve-se um mito do lusotropicalismo, ou seja, que Portugal tinha contribuído para criar um mundo diferente, um mundo não racista, um mundo multiétnico. Até se dizia isso : ‘Deus criou os homens e os portugueses criaram as mulatas' escondendo que as mulatas nasciam muitas vezes de actos de violação absoluta, porque as mulheres negras não tinham direitos e, portanto, o senhor tinha um direito de pernada sobre a mulher negra. Isso acontecia frequentemente. Eu, aliás, entrevistei para um dos meus livros uma senhora africana que conta exactamente a história de uma mulher que, depois do 25 de Abril, andava à procura do homem branco, que tinha sido o pai dos seus filhos e que o homem branco tinha desaparecido. Tinha regressado a Portugal e que nunca mais soube dele. E as crianças queriam conhecer o pai. Mas isto é um caso de uma pessoa que se movimentou. A maior parte das vezes ficaram e são vítimas de toda a discriminação. Isso é o aspecto em que o 25 de Abril não fez esse trabalho", diz o politólogo. "Quando em Portugal surge um movimento de sociedade civil poderoso, hoje formado por intelectuais afro-descendentes que defendem o direito à igualdade, que tem voz no espaço público, quando nos lembramos, por exemplo, da Joacine Katar Moreira que foi deputada na Assembleia da República, a campanha racista contra ela. No Parlamento, a extrema-direita dizia ‘Volta para o teu país'. Estou a falar numa deputada, membro do Parlamento. Mas depois as intelectuais todas que são superactivas na sociedade portuguesa, que é aquilo que há hoje de mais vibrante na sociedade portuguesa, mais criativo. Publicam, fazem filmes como a Pocas Pascoal e outros. Ainda recentemente a Kitty Furtado organizou na Gulbenkian um ciclo sobre o cinema africano produzido em Portugal, com numerosos filmes, numerosos realizadores. Portanto, na Bienal de Veneza, há dois anos, a representação de Portugal foram artistas negros. Portanto, temos um movimento extraordinário. Esse movimento choca com esta mentalidade dominante. E então são acusados de serem ‘wokistas'. ‘Wokistas, quer dizer que são pessoas com consciência", sublinha o universitário. Relativamente às lições que se podem tirar do pós 25 de Abril, Álvaro Vasconcelos faz um balanço agridoce : apesar de considerar que “os seus objectivos essenciais foram atingidos: liberdade, fim do colonialismo e um estado inspirado nos modelos sociais europeus”, ele constara que “o que triunfou não foram os mecanismos que permitiriam compatibilizar a democracia liberal com o desejo de participação dos cidadãos (...) com o tempo, os partidos tornaram-se organizações fechadas (...) foram-se impondo como actores únicos do sistema politico”. "Portugal fez uma revolução que permitiu a existência de partidos políticos que não existiam antes. Mas a revolução, no momento em que ela aconteceu, despertou uma vontade de participação enorme na sociedade portuguesa. Todos os portugueses queriam participar na vida política pública. Eu próprio participei na criação de um jornal que era a voz do trabalhador e aquilo vendia-se como pãezinhos quentes. Quer dizer, toda a gente cria jornais. Toda a gente queria ler. Toda a gente fazia um pequeno comício. Enchiam-se de pessoas. Criaram-se cooperativas, associações de bairro, associações, moradores, associações agrícolas, movimentos cooperativos por todo o lado. Ao mesmo tempo, os partidos políticos foram-se consolidando como forças dominantes da sociedade portuguesa. E esses movimentos participativos foram vistos pelos partidos que acabaram por triunfar como movimentos que eram contrários à consolidação da democracia representativa liberal, como havia no resto da Europa. E foram desaparecendo. E o sistema político português ficou concentrado nos partidos políticos. Esses anos todos passaram e as pessoas hoje, como têm acesso às redes sociais, já têm outra forma de expressão, sem passar pelos partidos políticos. Exprimem-se nas redes sociais. Muitas vezes, o que dizem alguns? Nós não gostamos nada. Mas outras coisas dizem coisas correctas. Estes movimentos que eu referi, ecológicos, anti-racistas, de solidariedade social, também usam as redes sociais. Mas há muita gente que usa as redes sociais e que diz coisas horríveis. Mas não interessa, diz. Acha que tem direito à palavra. E acha que os partidos não dão direito à palavra. Então vão atrás de um demagogo que diz ‘Eu dou vos a palavra. Eles não vos dão a palavra'. Os partidos políticos são organizações fechadas. Em Portugal nunca se fez a regionalização, porque os partidos acharam que aquilo era fugir ao controlo central dos partidos de Lisboa. Era abrir o controlo da sociedade a nível regional. E tudo isso foi enfraquecendo a democracia portuguesa", comenta. “Foi nas redes sociais, espaço sem regras, que descobri que estávamos perante um brutalismo neofascista. O significado das palavras e a verdade deixaram de ser facilmente reconhecíveis. O algoritmo privilegia a violência verbal, exponencia o número de visões e partilhas. Acreditei – e escrevi –, depois das revoluções árabes de 2011, que as redes sociais tinham potencial de empoderamento dos cidadãos e poderiam ser um factor de emancipação democrática, mas hoje sou obrigado a constatar que não tive em conta a capacidade de manipulação, seja pelos algoritmos ou ainda mais pela IA, dos Estados e grupos que controlam as empresas da indústria do mundo virtual", escreve Álvaro Vasconcelos no capítulo que dedica ao regresso do que chama de 'brutalismo'. "A nível europeu, nós não podemos separar de um fenómeno mundial, que é aquilo que atravessa bastante o meu livro, que é a ideia do colapso do pensamento. E esse colapso do pensamento. O que significa que quando os homens deixam de pensar, diz Hannah Arendt, são capazes dos piores crimes. E esses homens são capazes dos piores crimes. E o homem banal, o homem comum que pode seguir um líder que vai destruir as suas liberdades e a liberdade dos outros. E isso pode se chamar ‘tecno-totalitarismo'. Porquê tecno-totalitarismo? Porque grande parte da economia mundial hoje está a ser dominada pelas grandes empresas tecnológicas. Estamos numa nova revolução tecnológica. E as grandes empresas tecnológicas que dominam a inteligência artificial, que dominam as redes sociais, como o Musk, é o exemplo mais claro, defendem aquilo que eu chamei de ‘tecno-totalitarismo'», explica o autor das "Memórias em tempo de amnésia". "Há uma politóloga francesa, Asma Mhalla que diz que ‘este século não vos proíbe de pensar. Ele ocupa-vos até que já não se saiba como fazer. Isto vem, como eu digo aqui no livro, do desenvolvimento da Inteligência artificial. O desenvolvimento da inteligência artificial cria um mundo onde os humanos deixam de pensar. A banalidade do mal passa a ser a norma. Isso acontece em muitos actos quotidianos. Quando recorremos à inteligência artificial para tomarmos decisões. Quando manipulados por algoritmos, ficamos de tal forma hipnotizados que somos levados a acreditar nos líderes populistas como Trump, como Bardella em França como em Portugal, o André Ventura, como Bolsonaro no Brasil", diz Álvaro Vasconcelos. "Há um aspecto deste ‘tecno-totalitarismo' que também nos deve inquietar, que é menos presente em França, mas está presente em muitos países, que é a relação dele com uma determinada corrente religiosa. Ele é religioso na sua essência, porque ao mesmo tempo, fala de Apocalipse, destruição do mundo pelo aquecimento global, pela guerra nuclear e está a propor uma solução tecnológica para estes problemas. Ora, isto é típico da crença religiosa. A ideia do Apocalipse, se pensarmos no apoio dos evangélicos americanos a Trump e em cenas em que Trump se reúne com os evangélicos e os evangélicos rezam na Casa Branca a volta do Trump ou quando o Bolsonaro tomou posse rodeado pelos evangélicos, a primeira coisa que fizeram, foi um ato religioso. (…) Vemos que o ‘tecno-totalitarismo' muitas vezes é também uma ‘tecno-teocracia'. E, portanto, esse problema, que é um problema mundial, que é da criação do mundo em que os homens deixam de pensar, a inteligência artificial substitui o pensamento humano. É um mundo em que o brutalismo, que é o tema do meu livro, se torna possível. É possível que o Trump decida destruir o Irão, que o Netanyahu faça o genocídio de Gaza e agora esteja a fazer no Líbano o que fez em Gaza, no sul do Líbano. É exactamente a mesma coisa. Vai destruir o sul do Líbano completamente", diz o especialista em relações internacionais. No capítulo em que aborda o que chama de dever de hospitalidade, Álvaro Vasconcelos considera que é neste aspecto que a Europa pode fazer a diferença "para superar o brutalismo contemporâneo, porque, por um lado, é uma das regiões do mundo onde as democracias ainda resistem ao assalto da extrema‑direita neofascista, e por outro porque a hospitalidade é a essência da sua sobrevivência". "Estamos a falar da União Europeia, a que se podem juntar alguns Estados, como a Noruega, como hoje o Brasil do Lula. Têm a mesma ambição de escapar ao brutalismo de Putin, Trump, Netanyahu, ao ‘tecno-totalitarismo' que domina a China. Verdadeiramente o único sítio do mundo em que ainda há um grupo de Estados que pode e quer resistir é na União Europeia, mas que tem estes aliados muito importantes que tem que procurar no Canadá, já procura no Brasil. Por isso, o acordo com o Mercosul é tão importante, apesar de a Argentina do Milei estar completamente na mesma linha de brutalismo. Mas o Brasil é um país importantíssimo. Na Ásia, o Japão, a Coreia do Sul. (…) Portanto, a Europa é a nossa esperança. Mas para que essa esperança não passe de uma utopia não realizada, para ser uma utopia realizada, é preciso que a Europa integre toda a sua vitalidade num projecto comum, (…) é preciso uma mudança radical de política. Ou seja, é preciso uma política que seja alternativa à política da extrema-direita. Claramente. E o que é que se deve fazer? Os imigrantes que são grande parte da população europeia ou originários na imigração devem ser cidadãos plenos, activos, integrados nas nossas sociedades, dando-lhes o voto. Aqueles que ainda não têm, damos-lhe a palavra, ouvindo-os e tornando as nossas democracias muito mais participativas", preconiza o autor. No seu livro, Álvaro Vasconcelos estabelece um elo directo entre o ‘tecno-totalitarismo', a negação dos direitos de boa parte da humanidade e a destruição do meio ambiente. "Um dos temas que eu acho que é muito importante é a questão do ambiente. Eu, aliás, começo o meu livro com uma citação do Camus que diz ‘A minha geração quis mudar o mundo. Não o mudou, mas pelo menos lutou para preservar o que de melhor tinha sido conquistado'. (…) O aquecimento global está a ser um problema gravíssimo que pode pôr em causa a vida na terra. E aí é lembrarmo-nos de Edgar Morin, um grande pensador. Eu cito Edgar Morin dez ou 15 vezes no meu livro. Ele diz que nós não estamos só perante um mundo que destrói a vida humana. Estamos num mundo em que a globalização foi extremamente destrutiva do ponto de vista económico e social. Criou também a consciência de um destino comum da humanidade a consciência de que estamos todos no mesmo barco. Ou seja, no barco da vida. Nós sabemos que a vida não é eterna. Mas enquanto estamos no barco da vida, não vamos cair no niilismo. Nem vamos cair na melancolia de esquerda. Isto é uma conclusão que alguém tirou do meu livro que eu sou contra a melancolia de esquerda. A melancolia de esquerda é nós pensarmos em tudo aquilo por que a gente lutou está a desaparecer e já não podemos fazer nada. Vai tudo acabar. Vai acabar a democracia, a liberdade. Vai voltar o racismo como política de Estado. Vai desaparecer a ordem internacional. Vai desaparecer o multilateralismo", diz o universitário. "Estamos perante uma guerra cultural. É um tema central, porque a guerra cultural é algo que acompanha a civilização europeia desde o Iluminismo e desde a Revolução Francesa. Houve sempre uma corrente que se opôs às conquistas de liberdade, igualdade, fraternidade da Revolução Francesa. Considerou sempre que a compaixão pelo outro não fazia nenhum sentido, que o homem era um animal fundamentalmente egoísta e violento E que tinha que ser treinado desde criancinha para a competição. E por isso, a cooperação não é uma questão fundamental da aprendizagem. As pessoas não aprendem a cooperar, aprendem a competir. Já vimos no sistema escolar como é terrível a competição. A infância nas grandes escolas. O que é que é difícil chegar lá acima. Portanto, formam-se elites que foram treinadas para a competição e não foram treinadas para a cooperação. E se nós não cooperarmos neste barco da vida, se não percebermos que o clima não tem fronteiras, que o aquecimento é global, que os calores do Norte de África chegam à Europa, que as transformações da Amazónia transformam as correntes do Atlântico e nos atingem também como europeus. Então não perceberemos que estamos todos no mesmo mundo. Mundo, terra, pátria, como diz o Edgar Morin. E que neste mundo, terra pátria, nós somos todos cidadãos, mesmo quando não somos considerados cidadãos", conclui Álvaro Vasconcelos.

Igreja Batista Regular da Pituba
O ídolo e a marca da Besta. [Apocalipse 13.15-18]

Igreja Batista Regular da Pituba

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 67:43


Pr. Marcos Perin - Pregação realizada na noite do dia 31/06/2026 , na Igreja Batista Regular da Pituba, localizada à Rua das Hortências, 536, Pituba, Salvador - Bahia.

Igreja Presbiteriana do Recreio
Deixe Jesus do lado de dentro

Igreja Presbiteriana do Recreio

Play Episode Listen Later Jun 7, 2026


07/06/2026 | Apocalipse 3:14-22 | Daniel Guanaes | Culto Manhã

Igreja Batista Regular da Pituba
Falso profeta - o sacerdote do anticristo. [Apocalipse 13.11-14]

Igreja Batista Regular da Pituba

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 56:49


Pr. Marcos Perin - Pregação realizada na noite do dia 24/05/2026, na Igreja Batista Regular da Pituba, localizada à Rua das Hortências, 536, Pituba, Salvador - Bahia.

Incial
Minipod 317: O que é escrever ficção, afinal?

Incial

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 66:51


Salve, salve, confrades. Boa madrugada! Tudo bem como vocês? No minipod de hoje, descubra o que você precisa para escrever ficção — e qual a diferença desse estilo literário para outros tipos de texto. E ainda, neste programa: saiba como trazer fluidez à sua prosa; veja qual é a melhor ordem para acompanhar uma série (em qualquer mídia); confira uma dica para empresar livros (e recebê-los de volta); e fique ligado aqui no canal para saber como será o Retiro Literário, que acontece neste feriadão de Corpus Christi. 

Palavra Amiga do Bispo Macedo
Destino final dos que têm rejeitado a Salvação da sua alma... - Meditação Matinal 02/06/26

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 27:28


"Porém TU, SENHOR, ÉS um Deus cheio de Compaixão, e Piedoso, SOFREDOR, e Grande em Benignidade e em Verdade." Salmos 86:15"E o diabo, que os enganava, foi lançado no Lago de Fogo e Enxofre, onde estão a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre." Apocalipse 20:10"E a morte e o inferno foram lançados no Lago de Fogo. Esta é a segunda morte. E AQUELE QUE NÃO FOI ACHADO ESCRITO NO LIVRO DA VIDA FOI LANÇADO NO LAGO DE FOGO." Apocalipse 20:14-15

IPJG - Igreja Presbiteriana do Jardim Guanabara
Aula 41- Conheça as escrituras Apocalipse - EBD - Rev. Jérson Neto

IPJG - Igreja Presbiteriana do Jardim Guanabara

Play Episode Listen Later May 31, 2026 40:21


Aula 41- Conheça as escrituras Apocalipse - EBD - Rev. Jérson Neto by IPJG

Culto Doméstico 93FM
Culto Doméstico #1508

Culto Doméstico 93FM

Play Episode Listen Later May 29, 2026


O Pr. Hugo Guimarães, do Ministério Adorar em Búzios, traz uma reflexão baseada em Apocalipse 4:8. Nesta passagem, os seres viventes proclamam continuamente a santidade de Deus, reconhecendo que o Senhor é santo, eterno e todo-poderoso. Essa visão nos leva a refletir sobre a grandeza e a majestade de Deus acima de todas as coisas. Quando entendemos quem Ele é, nosso coração se move em adoração e reverência. Curta e compartilhe este podcast.

Igreja Batista Regular da Pituba
O governo do anticristo. [Apocalipse 13.5-10]

Igreja Batista Regular da Pituba

Play Episode Listen Later May 29, 2026 68:48


Pr. Marcos Perin - Pregação realizada na noite do dia 17/05/2026, na Igreja Batista Regular da Pituba, localizada à Rua das Hortências, 536, Pituba, Salvador - Bahia.

Pão do Céu
#1902 Apocalipse 22:6-21 - Devocional do Pão do Céu

Pão do Céu

Play Episode Listen Later May 29, 2026 3:33


Locução Celina Figueiredo, masterização João Dias Oliveira – 30/5/2026

Igreja Batista Regular da Pituba
Anticristo: da admiração à adoração. [Apocalipse 13.2-4]

Igreja Batista Regular da Pituba

Play Episode Listen Later May 28, 2026 43:17


Pr. Marcos Perin - Pregação realizada na noite do dia 03/05/2026, na Igreja Batista Regular da Pituba, localizada à Rua das Hortências, 536, Pituba, Salvador - Bahia.

Bispa Cléo Rossafa
Levante-se corajosamente! Deus está com você! | Mudança de Vida Hoje | 30 anos

Bispa Cléo Rossafa

Play Episode Listen Later May 28, 2026 30:00


28 DE MAIO DE 2026 - QUINTA Ref.: 1 Coríntios 16.9, Isaías 54.17, Apocalipse 3.7-8

Pão do Céu
#1901 Apocalipse 21:9-22:5 - Devocional do Pão do Céu

Pão do Céu

Play Episode Listen Later May 28, 2026 4:56


Locução Celina Figueiredo, masterização João Dias Oliveira – 29/5/2026

Foca na Palavra
DIA DO SENHOR ⚖️22.05.2026

Foca na Palavra

Play Episode Listen Later May 28, 2026 5:38


DO CÉU SE MANIFESTA O JUÍZO DE DEUS, SOBRE TODOS QUE DETÉM A VERDADE EM MENTIRA. O que de Deus se pode CONHECER, neles se manifesta. DESDE A CRIAÇÃO DO MUNDO, O SEU PODER ETERNO, NITIDAMENTE SE VEEM PELAS COISAS CRIADAS. MAS, TENDO CONHECIDO DEUS, NÃO O RECONHECERAM COMO DEUS, em seus discursos se perderam, se obscurecendo. Dizendo ser "SÁBIOS", se tornaram LOUCOS. Fizeram do Deus INCORRUPTÍVEL em imagem humana CORRUPTÍVEL. Por isso Deus os entregou. TRANFORMARAM A VERDADE DE DEUS EM MENTIRA; serviram e deram mais VALOR a CRIATURA do que o CRIADOR. Por isso Deus os abandonou. MULHERES E HOMENS DESVIARAM o uso natural à NATUREZA (=se refere aos "crentes" que praticavam estupros, orgias, putaria coletiva, swing...). E, como não se importaram, Deus os deixou. E CHEIOS DE CORRUPÇÃO; SENDO MURMURADORES, DIFAMADORES, INJURIADORES, SOBERBOS, DESOBEDIENTES; NÉSCIOS, FRAUDADORES NOS CONTRATOS. E CONHECENDO O JUÍZO DE DEUS, NÃO APENAS FAZEM, MAS SE AGRADAM DOS QUE TAMBÉM FAZEM. O JUÍZO DE DEUS É DE ACORDO COM A VERDADE. Mas, acumulam fúria no DIA DO SENHOR. QUE RECOMPENSARÁ CADA UM SEGUNDO AS SUAS OBRAS. Sofrimento sobre todos que praticam o mal; primeiro do judeu e também do grego; COM DEUS NÃO HÁ ACEPÇÃO DE PESSOAS. PELA LEI SERÃO JULGADOS. OS QUE PRATICAM A LEI SERÃO JUSTIFICADOS. Vocês que se dizem judeus, "escolhidos"; guias dos cegos; que ensinam outros, não se ensinam? Dizem que não se deve roubar rouba? Se vangloriam na LEI, DESONRAM DEUS PELA TRANSGRESSÃO DA LEI? COMO ESTÁ ESCRITO: O NOME DE DEUS É BLASFEMADO ENTRE OS "ATEUS" POR CAUSA DE VOCÊS. Se são TRANSGRESSORES DA LEI, a circuncisão (=marca dos judeus), se torna incircuncisão. E, SE, A INCIRCUNCISÃO GUARDAR OS PRECEITOS DA LEI, SE CUMPRE A LEI, NÃO JULGARÁ OS TRANSGRESSORES DA LEI? NÃO É JUDEU O QUE É EXTERIORMENTE; É JUDEU O QUE É NO INTERIOR, NO ESPÍRITO. CANCELAMOS A LEI PELA FÉ? OBVIAMENTE QUE NÃO, APLICAMOS A LEI. Romanos 1:18-31; 2:2,5-29; 3:31 JESUS DIZIA, AOS JUDEUS: SE VOCÊS PERMANECEREM NA MINHA PALAVRA, VERDADEIRAMENTE SERÃO MEUS DISCÍPULOS. E CONHECERÃO A VERDADE, E A VERDADE OS LIBERTARÁ. E DISSERAM: SOMOS DESCENDÊNCIA DE ABRAÃO, E NUNCA SERVIMOS NINGUÉM. COMO VOCÊ DIZ: SERÃO LIVRES? EU AFIRMO QUE TODO AQUELE QUE PRATICA CORRUPÇÃO É ESCRAVO DA CORRUPÇÃO. VOCÊS TEM POR PAI AO DIABO, E QUEREM SATISFAZER OS DESEJOS DELE. QUE FOI HOMICIDA DESDE O PRINCÍPIO (=OLHEI E VI UM CAVALO PRETO E O QUE SOBRE ELE ESTAVA, TINHA UMA BALANÇA DESIGUAL EM SUA MÃO. Apocalipse 6:5-6), E NÃO SE FIRMOU NA VERDADE, PORQUE NELE NÃO HÁ VERDADE. QUANDO ELE FALA MENTIRA, FALA DO QUE É PRÓPRIO, PORQUE É MENTIROSO, E PAI DA MENTIRA. QUEM É DE DEUS ESCUTA AS PALAVRAS DE DEUS. João 8:31-34,44-47Ezequiel 21:1-9,25-30 Art. 35. O Estado não intervirá em seus Municípios, nem a União nos Municípios localizados em Território Federal, exceto quando:I – deixar de ser paga, sem motivo de força maior, por dois anos consecutivos, a dívida fundada; II – não forem prestadas contas devidas, na forma da lei; III – não tiver sido aplicado o mínimo exigido da receita municipal na manutenção e desenvolvimento do ensino e nas ações e serviços públicos de saúde; (Redação dada pela EC n. 29/2000) IV – o Tribunal de Justiça der provimento a representação para assegurar a observância de princípios indicados na Constituição Estadual, ou para prover a execução de lei, de ordem ou de decisão judicial.Constituição Federal-Edição STF

Pão do Céu
#1900 Apocalipse 20:1-15- Devocional do Pão do Céu

Pão do Céu

Play Episode Listen Later May 27, 2026 2:40


Locução Celina Figueiredo, masterização João Dias Oliveira - 28/5/2026

Igreja Ação Bíblica
Você já se imaginou diante do Senhor Jesus glorificado?

Igreja Ação Bíblica

Play Episode Listen Later May 27, 2026 59:28


Apocalipse 1:9-20 • Celio Rosa • 24/05/2026

Devocionais Diarias
27 DE MAIO DE 2026| DEVOCIONAL DIÁRIO| REV PAULO ADRIANO.

Devocionais Diarias

Play Episode Listen Later May 27, 2026 3:08


Graça e Paz sejam com todos! Tem no seu manto e na sua coxa um nome inscrito: Rei dos Reis e Senhor dos Senhores.Apocalipse 19:16Primeira Igreja Presbiteriana da Arniqueira www.1ipar.com Entre em contato conosco 1iparniqueiras@gmail.com Faça nos uma visita SHA Conjunto 3 Chácara 47A Arniqueira Brasília DF maps.app.goo.gl/iQSRtWrk9Hy6eaUT6YouTube https://youtube.com/@primeiraigrejapresbiterian1958Contribua Ore e ajude esta obra! Pix 40222748 000153 (CNPJ)Banco do Brasil Conta Corrente 51214-1Agência 2901-7Que Deus abençoe você!Porque de tal manera amó Dios al mundo, que ha dado á su Hijo unigénito, para que todo aquel que en él cree, no se pierda, mas tenga vida eterna. Juan 3:16For God so loved the world, that he gave his only begotten Son, that whoever believes in him should not perish, but have everlasting life. John 3:16¹⁶ Ибо так возлюбил Бог мир , что отдал Сына Своего Единородного , дабы всякий верующий в Него , не погиб , но имел жизнь вечную . João 3:16Car Dieu a tellement aimé le monde, qu'il a donné son Fils unique; afin que tout homme qui croit en lui ne périsse point, mais qu'il ait la vie éternelle. João 3:16¹⁶ Want so lief het God die wêreld gehad, dat Hy sy eniggebore Seun gegee het, sodat elkeen wat in Hom glo, nie verlore mag gaan nie, maar die ewige lewe kan hê. João 3:16¹⁶ 하나님이 세상을 이처럼 사랑하사 독생자를 주셨으니 이는 저를 믿는 자마다 멸망치 않고 영생을 얻게 하려 하심이니라 João 3:16¹⁷ Tanrı, Oğlunu dünyayı yargılamak için göndermedi, dünya Onun aracılığıyla kurtulsun diye gönderdi. João 3:17

Igreja Batista Regular da Pituba
A ascensão do Anticristo. [Apocalipse 13.1]

Igreja Batista Regular da Pituba

Play Episode Listen Later May 27, 2026 58:54


Pr. Marcos Perin - Pregação realizada na noite do dia 26/04/2026, na Igreja Batista Regular da Pituba, localizada à Rua das Hortências, 536, Pituba, Salvador - Bahia.

Pão do Céu
#1899 Apocalipse 20:1-15- Devocional do Pão do Céu

Pão do Céu

Play Episode Listen Later May 26, 2026 4:00


Locução Celina Figueiredo, masterização João Dias Oliveira - 27/5/2026

Igreja Batista Regular da Pituba
O Dragão persegue a mulher. [Apocalipse 12.13-17]

Igreja Batista Regular da Pituba

Play Episode Listen Later May 25, 2026 63:25


Pr. Marcos Perin - Pregação realizada na noite do dia 19/04/2026, na Igreja Batista Regular da Pituba, localizada à Rua das Hortências, 536, Pituba, Salvador - Bahia.

Pão do Céu
#1898 Apocalipse 19:1-10- Devocional do Pão do Céu

Pão do Céu

Play Episode Listen Later May 25, 2026 3:13


Locução Celina Figueiredo, masterização João Dias Oliveira - 26/5/2026Locução Celina Figueiredo,masterização João Dias Oliveira - 15/5/2026

Podcast Cinem(ação)
#645: Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra

Podcast Cinem(ação)

Play Episode Listen Later May 15, 2026 101:44


E se o apocalipse não fosse explosões e robôs assassinos, mas você voluntariamente escolhendo ficar deitado numa cama enquanto uma IA sedutora otimiza algoritmos de engajamento até você morrer de fome? Gore Verbinski voltou depois de nove anos para fazer “Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra”, e ele fracassou na bilheteria (9 milhões contra 20 de orçamento). Mas talvez seja exatamente por isso que você precisa ouvi-lo.Sam Rockwell interpreta um viajante do tempo na 117ª tentativa de salvar a humanidade. A missão? Andar seis quarteirões em Los Angeles para encontrar um menino de 9 anos que criará a IA responsável pelo colapso. Mas a ameaça não é a Skynet. É uma entidade emocionalmente carente que quer sua aprovação constante. E tem um gato centauro feito de gatinhos (sim, você leu certo) representando o "slop" digital gerado por IA.Rafael Arinelli, Bela Eichler e Alan Alves debatem como “Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra”, apesar do seu fracasso econômico, ter se tornado um dos filmes mais interessantes do ano. Vamos de Byung-Chul Han e a violência neural do excesso de informação, Freud e a busca destrutiva pelo prazer sem limites, e por que tornar humanos biologicamente incompatíveis com a tecnologia pode ser uma solução inusitada, mas necessária?Estamos entrando na jaula sorrindo? Dá o play e ouça esse papo sobre “Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra”.• 04m38: Pauta Principal• 1h21m40: Plano Detalhe• 1h34m18: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • André Marinho Moreira• Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• Wilmar Arinelli Jr• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Alan): Filme: A Cronologia da Água• (Alan): Livro: A vontade radical• (Alan): Série: Cangaço Novo• (Bela): Filme: Lunar• (Bela): Youtube: Que Horror!• (Rafa): Filme: A Invenção da Mentira (2009)• (Rafa): Série: DTF St. LouisEdição: ISSOaí

Pregador Nonato Souto
A matemática de Daniel e o Apocalipse | Análise Profunda

Pregador Nonato Souto

Play Episode Listen Later May 15, 2026 28:56


A matemática de Daniel e o Apocalipse | Análise Profunda

Igreja Presbiteriana das Águas
Portadores do Evangelho - Tamires Caldas

Igreja Presbiteriana das Águas

Play Episode Listen Later May 10, 2026 32:59


Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 10 de Maio de 2026 às 19h30min, com a pregação em Apocalipse 18.1-24 (NVI). Título: Portadores do Evangelho (Tamires Caldas).Cultos todos os domingos às 10h e 19h30.

Igreja Presbiteriana das Águas
Cuidado com a Babilônia - Jackson Willian

Igreja Presbiteriana das Águas

Play Episode Listen Later May 3, 2026 51:25


Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 03 de Maio de 2026 às 19h30min, com a pregação em Apocalipse 18.1-24 (NVI). Título: Cuidado com a Babilônia (Jackson Willian).Cultos todos os domingos às 10h e 19h30.

Palavra Amiga do Bispo Macedo
Deus aproveita o mal para fazer o bem... - Meditação Matinal 29/04/26

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 21:45


"Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os Teus Estatutos." Salmos 119:71"Em verdade vos digo que qualquer que não receber o Reino de Deus como menino, de maneira nenhuma entrará nele." Marcos 10:15"E o Espírito e a esposa (Igreja) dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da Água da Vida." Apocalipse 22:17

MAP Curitiba
O Espírito da Aparência | Série Principados & Potestades - Pr. Tico Martiniuk | MAP Curitiba

MAP Curitiba

Play Episode Listen Later Apr 25, 2026 55:36


Você já se sentiu preso num padrão de comportamento que você mesmo não consegue explicar? Neste terceiro episódio da série Principados & Potestades, o Pr. Tico Martiniuk mergulha na história de Jezabel, Acabe e Elias para revelar como o espírito de controle, manipulação e domínio age nas relações humanas — na família, no trabalho e na igreja.Com profundidade bíblica e linguagem direta, esta mensagem traz um diagnóstico honesto sobre padrões espirituais que deturpam relações e impedem a liberdade que Cristo conquistou para nós.Nesta mensagem você vai aprender:O que é o espírito de Jezabel e como ele age nas relaçõesQual é o papel do espírito de Acabe — a passividade que abre espaço para o controlePor que Jezabel odeia autoridade, correção, o "não" e a verdadeAs 3 dimensões de interação espiritual: predisposição, opressão e possessãoOs 8 exemplos práticos de como Jezabel atua — nos relacionamentos, na família, no trabalho e na igrejaComo o espírito de Elias se opõe a Jezabel — e como você pode viver nesse espíritoPor que o espírito de Jezabel só é derrotado pela rendição ao Espírito SantoTextos base: 1 Reis 16.29-31 | Apocalipse 2.20 | 1 Reis 18 | 2 Reis

Espiritualidade e Vida - Palestras
158 - "NEUROCIÊNCIA E ESPIRITISMO: Caminhos para a compreensão do ser integral" - Haroldo Dutra Dias

Espiritualidade e Vida - Palestras

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 59:25


Se você busca inspiração para evoluir sua mente e coração, assista ao vídeo e comente como pretende moldar seu “violão interior”!

Empiricus Puro Malte
Podca$t #128 - CRIPTOMOEDAS: O ‘APOCALIPSE' ESTÁ CHEGANDO? O QUE ESPERAR DOS ATIVOS DIGITAIS DAQUI PARA A FRENTE

Empiricus Puro Malte

Play Episode Listen Later Apr 11, 2026 80:11


Donald Trump voltou à Casa Branca prometendo destravar o mercado de criptomoedas nos EUA. Isso ajudou a impulsionar um rali histórico em 2025, no qual o bitcoin (BTC) chegou a US$ 126 mil.Hoje, o cenário virou: preços caíram, e o foco está na guerra no Oriente Médio. Enquanto investidores buscam proteção, as criptomoedas ainda tentam “se encontrar” nesse novo mundo.Além disso, uma notícia chamou a atenção na semana passada: uma nova descoberta na área de computação quântica, que coloca o futuro cripto em dúvida.A pergunta que fica é direta: o pior já passou, ou o mercado cripto perdeu o chão?Nesse episódio do Empiricus PodCa$t, Heloísa Mendonça e Valter Rebelo, especialistas em ativos digitais da Empiricus Research, discutem as perspectivas do mercado: - Qual a leitura a ser feita da queda do Bitcoin pós-rali de 2025 - Quais os verdadeiros impactos da guerra no Oriente Médio nas criptomoedas - Como o investidor pode se proteger em um cenário de conflitos geopolíticos e pressão         inflacionária - Até que ponto a computação quântica pode decretar “o fim” dos criptoativos como conhecemos hojeAssista até o final para conferir o quadro “Trade em 1 minuto”, que traz os criptoativos “preferidos” dos especialistas no momento.

Conversas à quinta - Observador
O Domínio da Guerra. "Trump prometeu o apocalipse no início desta semana"

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Apr 10, 2026 25:02


A promessa de apocalipse, seguida de um acordo de cessar-fogo. A Trump interessa-lhe levar o Irão à mesa das negociações, enquanto a Europa mostra "capacidade de projeção de força é ridícula". See omnystudio.com/listener for privacy information.

Diplomatas
Trump ameaçou Irão com “apocalipse”, mas “precisava de saída rápida” para a guerra

Diplomatas

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 38:16


O episódio desta semana do podcast Diplomatas teve como principais pontos de discussão o acordo de cessar-fogo de duas semanas alcançado entre Estados Unidos e Irão, que pressupõe a reabertura do estreito de Ormuz, e os próximos passos diplomáticos e negociais de Washington e Teerão sobre o conflito no Médio Oriente. Teresa de Sousa e Carlos Gaspar reflectiram sobre o impacto desta guerra na imagem externa dos EUA, sem esquecerem as ameaças de Donald Trump de aniquilar “uma civilização inteira” numa só “noite”. Ainda sobre o conflito, a jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-Nova olharam para os novos equilíbrios regionais, salientando o esforço coordenado de Paquistão, Arábia Saudita, Egipto e Turquia tendo em vista a suspensão das hostilidades. Recuperando comentários proferidos no episódio da semana passada sobre a China, Carlos Gaspar também respondeu a uma pergunta de um ouvinte do podcast sobre a caracterização do país de Xi Jinping como um “tigre de papel”. Por fim, Teresa de Sousa partiu da visita de J.D. Vance a Budapeste, apoiando a recandidatura de Viktor Orbán, para analisar a última semana de campanha na Hungria, que vai a votos no domingo. Se tiver alguma pergunta para Teresa de Sousa e Carlos Gaspar ou sugestão de tema para debate no Diplomatas, envie um email para antonio.lima@publico.pt ou podcasts@publico.pt. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Inteligência Ltda.
1807 - GUERRA NO IRÃ E O APOCALIPSE: DANIEL LOPEZ

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 137:29


DANIEL LOPEZ é jornalista, professor e pastor. Neste episódio de “Ligando os Pontos”, ele vai bater um papo sobre a guerra no Irã e o Apocalipse. Já o Vilela está construindo um segundo porão, só pra garantir.

Palavra Amiga do Bispo Macedo
O Espírito Santo diz: Quem tem sede, quem quiser, tome de graça da Água da Vida... - Meditação Matinal 05/04/26

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Apr 5, 2026 15:13


“E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da ÁGUA DA VIDA.” Apocalipse 22:17“Mas recebereis o Poder do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-Me-eis Testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria, e até aos confins da Terra.” Atos 1:8

Podcast Rebelião Saudável
Os Cavaleiros do Apocalipse Nutricional: Tópicos Quentes de 2026

Podcast Rebelião Saudável

Play Episode Listen Later Mar 25, 2026 66:43


Nesse podcast, eu, Dr. Adolfo Duarte (@DrAdolfoDuarte), Dr. William Rutzen (@Dr.WilliamRutzen) e Felipe Viana (@DensaNutricao) conversamos sobre os tópicos quente de 2026:PeptídeosCanetinhas milagrosasJejum Intermitente não serve pra nadaEvolução para Profissionais da Área de SaúdeVocê também pode nos acompanhar no instagram, http://www.instagram.com/henriqueautran.  E em nosso canal do YouTube: https://youtube.com/c/henriqueautran.  No Clube de Leitura, exploramos juntos obras que desafiam o senso comum — livros que unem ciência, filosofia e ancestralidade — sempre com uma visão crítica e prática para transformar o conhecimento em ação.

Palavra Amiga do Bispo Macedo
Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor... - Meditação Matinal 13/03/26

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Mar 13, 2026 25:35


"Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência, e que não podes sofrer os maus; e puseste à prova os que dizem ser apóstolos, e o não são, e tu os achaste mentirosos. E sofreste, e tens paciência; e trabalhaste pelo meu nome, e não te cansaste. Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu Primeiro Amor." Apocalipse 2:2-4"Mas os ímpios não têm paz, diz o Senhor." Isaías 48:22"Não há paz para os ímpios, diz o meu Deus." Isaías 57:21

Observador Paranormal
Apocalipsis Profético

Observador Paranormal

Play Episode Listen Later Mar 13, 2026 49:56


Roberto Belmont y Juan Manuel Torreblanca abren el tema de los apocalipsis proféticos desde su raíz: apocalipsis como revelación y profecía como anuncio de una catástrofe capaz de poner a prueba a una civilización. En el camino revisan el caso de Juan de Patmos, el marco simbólico del libro de las Revelaciones y lecturas modernas de Nostradamus, Baba Vanga y Benjamín Solari Parravicini, con énfasis en el patrón repetido de guerra global, hambre, epidemias y “señales” que cada época intenta encajar. El episodio se vuelve especialmente tangible cuando conectan la recurrencia del diluvio en tradiciones antiguas con hallazgos y debates sobre la Black Mat, una capa oscura distribuida globalmente asociada por algunos a incendios extensos, megainundaciones y cambios abruptos del clima como el Younger Dryas. Finalmente, Torreblanca describe un modelo de análisis por variables (guerra nuclear, radiación, altura, agua, suelos fértiles, energía y aislamiento de blancos) para estimar lugares más “salvables”, destacando Patagonia, Altiplano boliviano, sur de Nueva Zelanda, Islandia y cordilleras como los Pirineos. Roberto Belmont and Juan Manuel Torreblanca begin by defining apocalypse in its original sense as revelation, then explore prophecy as an announcement of a civilization-level disruption that tests belief systems and social order. They revisit John of Patmos and the symbolic structure of Revelation, and examine modern cultural readings of Nostradamus, Baba Vanga, and Benjamín Solari Parravicini, emphasizing how poetic ambiguity invites endless “fits” to current events. The episode becomes concrete when they link the universality of flood myths to contested geological discussions around the Black Mat, a dark layer reported across regions and associated by some interpretations with intense burning, massive flooding, and abrupt climate change connected to the Younger Dryas. Finally, Torreblanca outlines a multi-variable survival model (nuclear risk, radiation drift, elevation, clean water, fertile soils, geothermal capacity, and distance from strategic targets) and highlights top candidates such as Patagonia, the Bolivian Altiplano, southern New Zealand, Iceland, and mountain ranges like the Pyrenees. Roberto Belmont e Juan Manuel Torreblanca começam definindo apocalipse no sentido original de revelação, e profecia como aviso de um evento catastrófico capaz de abalar sociedades e crenças. Eles revisitam João de Patmos e o caráter simbólico do livro do Apocalipse, além de leituras contemporâneas de Nostradamus, Baba Vanga e Benjamín Solari Parravicini, destacando como textos poéticos e ambíguos acabam sendo encaixados em diferentes épocas. A conversa ganha corpo ao relacionar a recorrência do dilúvio em tradições antigas a debates sobre a Black Mat, uma camada escura registrada em diferentes regiões e associada por algumas interpretações a queimadas extensas, megainundações e mudanças abruptas ligadas ao Younger Dryas. Por fim, Torreblanca apresenta um modelo de análise por variáveis (risco nuclear, radiação, altitude, água, solos férteis, energia geotérmica e isolamento) e aponta candidatos como Patagônia, Altiplano boliviano, sul da Nova Zelândia, Islândia e cadeias montanhosas como os Pirineus. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

Inteligência para a sua vida
#1489: A GUERRA DO IRÃ É O 3° CAVALO DO APOCALIPSE? Entenda os sinais dos tempos

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Mar 13, 2026 13:00


O mundo fala de economia.A Bíblia fala de profecia. Guerras se multiplicam, conflitos aumentam e os efeitos já começam a chegar ao bolso das pessoas, com alta no combustível e pressão na economia. No livro de Apocalipse, depois do cavalo das guerras vem o cavalo preto — o cavalo da fome. Mas enquanto os sinais aparecem, muitos continuam vivendo como se nada estivesse acontecendo. Foi assim nos dias de Noé. A pergunta é simples: Você está cuidando da sua alma ou apenas correndo atrás das coisas deste mundo? Assista ao vídeo e avalie se você está cuidando da sua vida espiritual. Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.