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NerdCast
NerdCast 1045 - Como Era Bom o Cinema dos Anos 90 - Parte 4

NerdCast

Play Episode Listen Later Aug 28, 2026 165:45


Lambda lambda lambda, nerds! Demorou, mas chegou. Na semana emque se completa 1 ANO desde que começamos nossa saga pelo maravilhoso cinema da década de 1990, é hora de encerrar essa viagem no tempo com chave de ouro com o grande ano de 1999!  Neste NerdCast, Alottoni, Max Valarezo, Gaveta, Marcelo Bassoli, Eduardo Spohr, Tucano e Azaghal renovam a carteirinha da videolocadora para tratar de clássicos como Star Wars: A Ameaça Fantasma, À Espera de Um Milagre, Clube da Luta, e... é claro... MATRIX! (Agora imagine quantos programas levaremos para falar da década de 1980! hehehe). NerdCon Garanta seus ingressos para a SEGUNDA SESSÃO do NerdCast ao vivo! Dia 20 de setembro de 2026, no Memorial da América Latina. Confira mais informações no site: https://nerdcon.com.br/ Momento Cultural Fanbase - Envie suas artes do universo Jovem Nerd no seguinte formulário: https://jovemnerd.short.gy/fanbasejn OUÇA TAMBÉM OS EPISÓDIOS ANTERIORES DA SÉRIE: Parte 1 Parte 2 Parte 3 CONFIRA OS OUTROS CANAIS DO JOVEM NERD E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br APP JOVEM NERD: Google Play Store | Apple App Store ARTE DA VITRINE: Randall Random Baixe a versão Wallpaper da vitrine EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Endörfina com Michel Bögli
#479 Marina Richwin

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Aug 27, 2026 103:44


Na primeira vez em que esteve aqui, ela havia acabado de tomar uma das decisões mais importantes da vida: deixar uma carreira de muitos anos no mundo corporativo para se dedicar integralmente à corrida. Uma aposta ousada para quem só passou a treinar de forma estruturada já na vida adulta e ainda conciliava os treinos com a maternidade de dois filhos pequenos e a profissão. Desde criança, sempre gostou de experimentar diferentes esportes. Passou pelo judô, handebol, basquete, balé, ginástica rítmica, capoeira e dança. Aos 15 anos, durante um intercâmbio nos Estados Unidos, descobriu a corrida e percebeu que havia algo de especial naquela modalidade. De volta ao Brasil, não deu continuidade à prática da corrida, mas continuou praticando esportes enquanto construía uma carreira na área de marketing.  Trabalhou em grandes empresas, viveu uma temporada na Alemanha, assumiu um cargo importante na Specialized e, depois, na Nike. Participou de corridas de aventura, provas de ciclismo, completou um Ironman 70.3 e venceu o Cruce de Los Andes na categoria mista. Depois do nascimento dos filhos, retomou gradualmente os treinos de corrida. A evolução foi rápida.  Em 2023, correu a Maratona de Berlim em 2h53'. No ano seguinte, foi a primeira brasileira na Maratona de Chicago e baixou seu tempo para 2h42'. Aquele desempenho despertou nela a curiosidade de descobrir o próprio limite e foi quando, em um momento de baixa no trabalho, resolveu arriscar viver como corredora de elite. De lá para cá, os resultados confirmaram que a decisão fazia sentido. Em abril de 2025, foi a brasileira mais bem colocada na Maratona de Boston, completando a prova em 2h41'. Em dezembro, correu a Maratona de Valência em 2h36'07", tornando-se a brasileira mais rápida da temporada e assumindo a liderança do ranking nacional. Já em julho deste ano, foi a primeira brasileira na Maratona New Balance Porto Alegre, terminou na quinta colocação geral e manteve o posto de número 1 do ranking brasileiro da maratona. Agora, entre um treino e outro, entre uma postagem e outra, quer representar o Brasil nos Jogos Pan-Americanos e sonha em conquistar uma vaga olímpica. Conosco novamente aqui, a administradora que trocou o mundo corporativo pelo sonho de correr cada vez mais rápido, mãe, número 1 do ranking brasileiro da maratona em 2025 e 2026, a lorenense Marina Januzzelli Richwin Moreira. Inspire-se! Race Smart - check your heart Este episódio é oferecido pela @z2perfomance Para quem quer aumentar o consumo de carboidratos, a Z2 tem um gel com uma composição pensada exatamente pra isso: a linha Load Up, com maltodextrina e frutose na proporção 1 pra 0.8, que garante um digestão mais eficiente e energia ultrarrápida. Você encontra o Z2 Load Up na versão 75g ou 40g de carboidratos, com ou sem cafeína. O Saltz, da Z2, é pensado pra reposição eficiente de eletrólitos e suporte real à performance em treinos e provas. Repõe sódio, potássio e magnésio, ajudando a manter o desempenho em treinos longos e dias de calor de acordo com a sua estratégia e necessidade. Siga @z2performance e fique por dentro do universo da Z2. SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.

Expresso - Expresso da Manhã
Pedro Brinca: “Tudo aponta para que os próximos anos sejam anos com taxas de juro mais elevadas”

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Aug 24, 2026 14:56


Resolvida a crise do sub-prime e, na Europa, a crise das dívidas soberanas, seguiu-se um período de juros muito baixos que só inverteram para combater a crise inflacionista pós-pandemia. Agora há uma persistente turbulência com epicentro numa Casa Branca belicista a pressionar a inflação e os juros. Envolvida na guerra das tarifas, a mais recente com o Canadá, e numa guerra de facto com o Irão, a América está a pagar os juros mais altos dos últimos 20 anos pela sua dívida. Uma dívida que chegou a uns impensáveis $40 triliões. Dito de outra forma 40 milhões de milhões. À crise energética junta-se a crise da alimentação com os principais celeiros do mundo atingidos por guerras, com particular destaque para a Ucrânia, e pela crise climática. Economias deprimidas precisam de políticos esclarecidos, mas não é isso que temos visto. Na análise que o New York Times fazia ao momento económico, neste fim-de-semana, para lá de lembrar que a taxa de juros baixos acabou, defende-se que a ressaca económica pode estar apenas a começar. A Europa não está melhor e Portugal, mesmo estando nos antípodas da última crise, acabará sempre por sofrer as consequências. Orçamentos expansionistas e bónus aos pensionistas só por milagre.See omnystudio.com/listener for privacy information.

os agilistas
#361 - Compra Agora: como a IA resolve 98% dos chamados na hora

os agilistas

Play Episode Listen Later Aug 24, 2026 43:48


Quantas horas o seu time ainda perde resolvendo o que a tecnologia já deveria ter resolvido sozinha? Neste episódio, recebemos Thaise Hagge, COO & CTO do Compra Agora, plataforma B2B que nasceu dentro da Unilever e hoje conecta mais de 30 indústrias, 150 distribuidores e cerca de 530 mil lojistas em todo o Brasil. Ela conta como a reconstrução completa da tecnologia da empresa, migrada por regiões ao longo de um ano sem parar a operação, mudou a forma de decidir prioridades e permitiu que a inteligência artificial passasse a resolver 98% dos chamados no momento em que são abertos. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Migração de sistemas;Gestão de mudança;CTO e COO;Programa Conecta;IA em atendimento;Jornada de compra B2B;Expansão de segmento;Eficiência operacional.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato:  osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #eficienciaoperacional

Braincast
A eleição dos algoritmos, e-mails à venda e o recall do Discord

Braincast

Play Episode Listen Later Aug 22, 2026 84:42


No Braincast 646, Carlos Merigo, Oga Mendonça e Hiago Vinícius discutem três histórias sobre a responsabilidade das plataformas. O TSE começa a fiscalizar como algoritmos amplificam candidatos nas eleições de 2026. O Google oferece US$ 10 milhões pelos e-mails e chats de funcionários de uma companhia aérea falida. E a ANPD suspende recursos de vídeo do Discord enquanto cobra medidas de proteção para crianças e adolescentes. Regular o algoritmo é censura ou regra de campanha? Quem é dono da memória produzida no trabalho? E suspender uma ferramenta insegura é censura ou recall? A tecnologia deixou de ser apenas encanamento. Agora precisa prestar contas pelas escolhas que faz. -- HEINEKEN ZERO ZERO. A CERVEJA OFICIAL DA FÓRMULA 1. Quem ouve o Braincast sabe que toda grande paixão é capaz de criar um idioma próprio. Na Fórmula 1 é assim. De repente tá todo mundo falando de estratégia de pneus, pit stop, safety car, classificação, troca de pilotos… É assim que comunidades nascem. Uma conversa leva a outra. Um assunto leva a outro. Até que uma corrida deixa de ser apenas uma corrida e vira um motivo para conhecer gente, trocar ideias e compartilhar histórias. É por isso que a Heineken Zero Zero, patrocinadora oficial da Fórmula 1, acredita que fãs têm mais amigos. Porque algumas paixões aproximam pessoas. E poucas fazem isso tão naturalmente quanto a Fórmula 1. -- Se você ouve o Braincast e nunca deixou seu e-mail com a gente, dá pra resolver agora: https://www.b9.com.br/braincast?utm_source=youtube&utm_medium=description&utm_campaign=braincast-spot É de graça e, principalmente, é o jeito de a gente manter contato direto — sem o algoritmo do YouTube, do Spotify ou do Google decidir se essa conversa chega até você. E quando você entrar, ainda recebe uma edição aberta da Além do Feed, a newsletter de domingo do Merigo: assuntos que passam pelo Braincast, Cinemáticos, e o que a semana fez com marcas, plataformas, cultura e comportamento. → https://www.b9.com.br/braincast?utm_source=youtube&utm_medium=description&utm_campaign=braincast-spot -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios!

99Vidas - Nostalgia e Videogames
99Vidas 734 - As sequências AINDA são melhores?

99Vidas - Nostalgia e Videogames

Play Episode Listen Later Aug 21, 2026 87:09


Essa semana, Jurandir Filho, Felipe Mesquita e Evandro de Freitas relembram o episódio #168, em que conversaram sobre uma questão clássica: as continuações de jogos são melhores que os originais? Agora, chegou a hora de descobrir se a gente AINDA pensa da mesma forma. Quais jogos provaram que uma sequência pode superar o original? E quais mostraram que mexer no que já estava funcionando era uma péssima ideia?Esse é mais um podcast da nossa série ⁠⁠Remakes⁠⁠!⭐ Curtiu? Assine e tenha acesso a + de 400 episódios exclusivos. Entre agora em ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠99vidas.com.br/bonus⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Mais 99Vidas:➡️ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Site⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Youtube⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TikTok⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Twitter⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ |

Expresso - Blitz Posto Emissor
“Não sou menos artista por ser feliz. O lado negro da Milhanas ainda existe mas o caminho agora é outro”

Expresso - Blitz Posto Emissor

Play Episode Listen Later Aug 21, 2026 40:31


Milhanas é a convidada de um episódio especial do Posto Emissor gravado ao vivo na passada semana no Vodafone Paredes de Coura. Nesta edição do podcast da BLITZ, integrada em “V.Cast – Um Género de Conversa”, ciclo de podcasts que teve lugar no festival minhoto, a cantora e compositora abriu o caminho para o próximo álbum, “Surto”, e abordou também questões sobre a representatividade feminina na indústria da música.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Stock Pickers
#338 O MAIOR RESET DO MERCADO IMOBILIÁRIO AMERICANO DESDE 2008: ONDE ESTÃO AS OPORTUNIDADES AGORA

Stock Pickers

Play Episode Listen Later Aug 20, 2026 58:16


ATENÇÃO: ESTE EPISÓDIO ESTÁ COM O ÁUDIO ORIGINAL EM INGLÊS. SE QUISER CONFERIR UMA VERSÃO LEGENDADA EM PORTUGUÊS DA CONVERSA, ASSISTA AO EPISÓDIO EM: https://www.youtube.com/@StockPickersO MERCADO IMOBILIÁRIO DOS EUA PASSOU PELO CHOQUE DE JUROS MAIS PROFUNDO DA HISTÓRIA MODERNA: E AGORA PODE SER A MELHOR OPORTUNIDADE DA DÉCADANeste episódio do Stock Pickers, Lucas Collazo recebe Nicolas Ibanez, da Drake Real Estate Partners, para uma conversa sobre os bastidores do mercado imobiliário americano e as megatendências que estão redesenhando o setor – e que estão vindo para o Brasil.Chileno radicado em Nova York há 16 anos, Nicolas explica os diferentes nichos dentro do investimento imobiliário – e por que as grandes firmas não conseguem capturar onde o dinheiro realmente flui. Ele explica por que o choque de juros de 2022-23 foi o mais rápido e profundo da história moderna do setor, e quais são os novos polos de desenvolvimento nos EUA – se você está pensando em Nova York ou Los Angeles, pode se surpreender!O executivo também abre o jogo sobre a estratégia da Drake: mirar os 90% do mercado que os grandes fundos ignoram e construir parcerias com operadores locais hiperespecializados, que conhecem seus nichos melhor do que ninguém. Nicolas ainda analisa o impacto do reshoring industrial, da demanda por energia, do boom dos data centers e da inteligência artificial no mercado imobiliário, e compartilha perspectivas sinceras para family offices e investidores brasileiros que pensam em diversificar internacionalmente.

Estadão Notícias
Alcolumbre parça de Xandão. A ex-turma de Dino no Maranhão. E o começo da campanha | Estadão Analisa

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Aug 17, 2026 59:06


No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 17, Carlos Andreazza fala sobre o início da campanha eleitoral, da parceria entre Alcolumbre e Moraes e da situação de Flávio Dino no Maranhão. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes foi um dos responsáveis pelo aumento dos atritos entre Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Ele estava no time que encorajou senadores a votarem contra a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, a uma vaga no tribunal. Agora, porém, ele foi o anfitrião do acordo de paz entre os dois para salvar a própria pele. Já Flávio Dino tinha um objetivo: descobrir quem entre os seus adversários políticos no Maranhão fora o informante do jornalista Luís Pablo. Dino, dublê de juiz do tribunal constitucional e chefe de grupo político local, tem muitos adversários no Estado que governou até 2022, Estado – tornado imundo caso de polícia – sobre cuja vida político-eleitoral, direta ou indiretamente, o ministro toma providências judiciais. Providências aceleradas a partir de cisão – agora guerra – no grupo político que liderava. Barra pesada. O governador, que lhe foi vice, que lhe era aliado, eleito por ele, agora é inimigo – e em decorrência disso, a serviço de agenda partidária de togado, vai mobilizado o Supremo. A campanha eleitoral começou neste domingo, 16, com eventos focados em atrair eleitores da Região Sudeste e atacar opositores criticando seu posicionamento sobre temas como a condução da política externa, principalmente a relação do Brasil com os Estados Unidos. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.

Braincast
2026: O ano em que voltamos ao cinema (?)

Braincast

Play Episode Listen Later Aug 15, 2026 91:31


O cinema voltou, mas não ao que era antes. No Braincast 645, Carlos Merigo, Bia Fiorotto, Hiago Vinícius e Paulo Barcellos, CEO da O2 Filmes, discutem a recuperação das bilheterias em 2026 e uma contradição importante: a receita cresceu muito mais do que o número de espectadores. Com ingressos mais caros, IMAX, salas premium, fandoms e campanhas que transformam lançamentos em acontecimentos, ir ao cinema deixou de ser um hábito automático. Agora, cada filme precisa oferecer um motivo para tirar o público do sofá. A conversa passa ainda por Gen Z, YouTube, franquias, filmes originais, cinema brasileiro e o desafio de descobrir o que ainda merece virar cinema. 06:55 PAUTA 01:19:15 QEAB -- HEINEKEN ZERO ZERO. A CERVEJA OFICIAL DA FÓRMULA 1. Quem ouve o Braincast sabe que toda grande paixão é capaz de criar um idioma próprio. Na Fórmula 1 é assim. De repente tá todo mundo falando de estratégia de pneus, pit stop, safety car, classificação, troca de pilotos… É assim que comunidades nascem. Uma conversa leva a outra. Um assunto leva a outro. Até que uma corrida deixa de ser apenas uma corrida e vira um motivo para conhecer gente, trocar ideias e compartilhar histórias. É por isso que a Heineken Zero Zero, patrocinadora oficial da Fórmula 1, acredita que fãs têm mais amigos. Porque algumas paixões aproximam pessoas. E poucas fazem isso tão naturalmente quanto a Fórmula 1. -- Se você ouve o Braincast e nunca deixou seu e-mail com a gente, dá pra resolver agora: https://www.b9.com.br/braincast?utm_source=youtube&utm_medium=description&utm_campaign=braincast-spot É de graça e, principalmente, é o jeito de a gente manter contato direto — sem o algoritmo do YouTube, do Spotify ou do Google decidir se essa conversa chega até você. E quando você entrar, ainda recebe uma edição aberta da Além do Feed, a newsletter de domingo do Merigo: assuntos que passam pelo Braincast, Cinemáticos, e o que a semana fez com marcas, plataformas, cultura e comportamento. → https://www.b9.com.br/braincast?utm_source=youtube&utm_medium=description&utm_campaign=braincast-spot -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios!

Fernando Ulrich
Querem repetir a crise de 2008 agora com IA?

Fernando Ulrich

Play Episode Listen Later Aug 13, 2026 23:32


No vídeo de hoje, analisamos o mega acordo liderado pela Nvidia para mobilizar US$ 500 bilhões junto a gigantes de Wall Street, como BlackRock e Goldman Sachs, visando financiar a infraestrutura de inteligência artificial. O CEO Jensen Huang quer transformar chips (GPUs) em uma nova classe de ativos, tratando data centers como "fábricas de IA" capazes de gerar receita recorrente. Mas será que essa engenharia financeira, que o próprio mercado compara com a securitização da bolha imobiliária de 2008, é sustentável? Entenda os riscos dessa mudança estrutural, o perigo da obsolescência rápida dos equipamentos e por que especialistas acendem um alerta sobre o futuro do setor.00:00 - Nvidia reúne Wall Street por US$ 500 bilhões01:50 - GPUs como nova classe de ativos financeiros03:48 - Transformando data centers em fábricas de IA05:12 - O gigantesco custo trilionário da infraestrutura07:46 - De quem é o risco real dessa operação?09:55 - O perigo da obsolescência rápida dos chips11:51 - O peso do dinheiro institucional no mercado15:16 - A ilusão da demanda infinita por computação18:23 - A engenharia financeira e o fantasma de 200820:24 - Empacotando dívidas em novos títulos financeiros22:01 - O perigo real dessa nova narrativa financeira

Bola Nas Costas
agora tudo é grenal | 12/08/2026

Bola Nas Costas

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 52:08


Perdeu a resenha ao vivo? É só dar o play aqui no Spotify. ⚽De segunda a sexta, às 11h no ar na Rádio Atlântida, com transmissão ao vivo em www.youtube.com/@atlantida_tv O Bola nas Costas: corneta e futebol sem enrolação quando e onde você quiser.Acompanhe os principais assuntos do mundo da bola com muito humor, opinião e informação junto da galera.

Outliers
IA na gestão de investimentos | Espresso Outliers InfoMoney #21

Outliers

Play Episode Listen Later Aug 11, 2026 6:04


O que a inteligência artificial faz melhor na gestão de investimentos – e quais características dos humanos se tornaram ainda mais importantes agora?Para entender o papel da IA na tomada de decisões, Clara Sodré, analista de fundos da XP, aproveitou a Expert XP 2026 para entrevistar Alexandre Muller, CIO da Leto Capital. “Se você gosta de ter acesso a conteúdos, de trocar uma ideia, de testar uma hipótese, a ferramenta é brilhante. Vai te acelerar como pessoa, como profissional”, afirma. “Agora, se você não tem paciência de ler um livro e começa a terceirizar tudo, a inteligência artificial vai potencializar uma tendência negativa sua.”Prepare seu café e acompanhe um episódio cheio de insights práticos!

JORNAL DA RECORD
JORNAL DA RECORD | 10/08/2026

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Aug 11, 2026 51:50


Confira na edição do Jornal da Record desta segunda-feira (10): Frio bate à porta em São Paulo e na região Sul, onde milhares ainda estão sem luz por causa do ciclone. Agora é oficial: os meses de junho e julho foram os mais quentes da história na Europa. Cesta básica fica mais barata em 26 das 27 capitais brasileiras. Casos de sarampo provocam corrida aos postos de vacinação em São Paulo. Quadrilha vestida de Polícia Civil ataca moradores na porta de casa. Por essa você não esperava: pesquisa revela que jovens, não os idosos, são os que mais caem nos golpes digitais. CBF muda regras para dar mais agilidade aos jogos do Brasileirão. O brasileiro mais rico do mundo prepara oferta por um dos maiores times do futebol.

RPG Next: Regras do GURPS 4e
Pergaminhos na Bota | Agosto 2026

RPG Next: Regras do GURPS 4e

Play Episode Listen Later Aug 9, 2026 90:11


Sua Voz Importa: Conecte-se e Faça Parte da Conversa! Este programa é um canal dedicado à interação direta com nossos ouvintes, oferecendo uma plataforma para ler e comentar suas mensagens, perguntas e sugestões, mergulhando em discussões aprofundadas sobre os temas mais relevantes do nosso projeto. Seja sobre a produção dos nossos conteúdos, suas experiências, aspectos específicos de nossas criações ou outras áreas de interesse – sua participação é fundamental para o desenvolvimento e enriquecimento das nossas conversas! Descubra tudo que oferecemos aqui: https://bit.ly/boletim-informativo-rpg-next Como você pode ajudar: 1️⃣ Torne-se um apoiador em https://apoia.se/rpgnext e ajude a manter o projeto vivo! 2️⃣ Participe de nossas mesas e aventuras disponíveis em https://rpgnext.com.br/loja. 3️⃣ Compartilhe nosso conteúdo e chame seus amigos para fazer parte dessa jornada épica! Recompensas incríveis para nossos apoiadores: Acesso antecipado. ️ Sorteios mensais. ️ Consultorias exclusivas e muito mais! ⚔️ Vem jogar com a gente e viva histórias que só o RPG pode proporcionar. Marque seus amigos e ajude a expandir essa comunidade! ‍♂️ Boletim Informativo RPG Next https://bit.ly/boletim-informativo-rpg-next  NOVIDADE!!! Para tornar a sua experiência ainda mais fácil e prática, agora disponibilizamos nossos conteúdos exclusivos do Apoia.se também no Spotify! Assim, você pode acessar tudo em um só lugar, sem precisar alternar entre plataformas. Quer saber como ativar essa opção e ouvir nossos episódios exclusivos diretamente no Spotify? Acesse este artigo com o passo a passo: https://suporte.apoia.se/hc/pt-br/articles/30944727495579-Ou%C3%A7a-%C3%A1udios-exclusivos-da-APOIA-se-no-Spotify Obrigado por apoiar nosso trabalho! Seu suporte faz toda a diferença. Boletim Informativo RPG Next https://bit.ly/boletim-informativo-rpg-next  O RPG Next agora tem um grupo oficial no Telegram! Venha trocar ideias, compartilhar suas aventuras e se conectar com outros jogadores apaixonados por RPG. Entre agora e faça parte dessa comunidade épica: https://t.me/RpgNextOficial . Acesse nossos conteúdos antecipados e exclusivos pelo APP do Apoia-se Disponível para Android e iOS! Google Play: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.apoiasemobile&pli=1 iOS: https://apps.apple.com/us/app/apoia-se/id1665747795 https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-and-dragons-starter-set-heroes-of-the-borderlands/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-rpg-livro-do-jogador-portugues/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-dungeon-masters-guide-livro-do-mestre-5-5e-portugues/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-monster-manual-livro-dos-monstros-5-5e-portugues/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-rpg-dungeon-masters-screen-2024/ Quer jogar RPG sem precisar montar grupo ou preparar nada?   Agora você pode! Encontre todas as vagas on-line com Mestres de Aluguel no site do RPG Next e entre de cabeça em aventuras épicas conduzidas por narradores experientes! O serviço é pago e funciona por assinatura mensal, com cobrança exclusivamente via cartão de crédito. ‍♂️ O Mestre de Aluguel conduz toda a sessão — você só precisa escolher o sistema, montar seu personagem e se divertir! No site, você encontra um vídeo de apresentação e todas as informações sobre como participar, bem como link público para o grupo de WhatsApp de cada Mestre de RPG. Confira as mesas disponíveis agora em:https://www.rpgnext.com.br/categoria-produto/servico-de-mestre-de-aluguel/ APOIE NOSSA CAUSA! Nosso Plano de Assinaturas do APOIA.SE! Acesse e veja nossas recompensas para os apoiadores.   COMPARTILHE! Se você gostou desse Podcast de RPG, então não se esqueça de compartilhar! Nossa Campanha do APOIA.SE: https://apoia.se/rpgnext Facebook RpgNextPage, Grupo do Facebook RPGNext Group, Instagram RPG Next Oficial, Bluesky rpgnext.bsky.social,  Canal do YouTube,  Vote no iTunes do Tarrasque na Bota e no iTunes do RPG Next Podcast com 5 estrelas para também ajudar na divulgação! DEIXE SEU FEEDBACK! Se quiser deixar seu feedback, nos envie um e-mail em contato@rpgnext.com.br ou faça um comentário nesse post logo abaixo. Seu comentário é muito importante para a melhoria dos próximos episódios. Beleza? Muito obrigado pelo suporte, pessoal! Links para MÚSICAS e SFX sob a licença Creative Commons Kevin MacLeod (incompetech.com): Licenciado sob Creative Commons: By Attribution 4.0 License (http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/) Tabletop Audio (tabletopaudio.com): Licenciado sob Creative Commons: Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 License (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/) Freesound.org: Efeitos sonoros diversos licenciados sob Creative Commons (CC BY 3.0 e 4.0) e Domínio Público (CC0). Contato Instagram / Facebook / Bluesky / TikTok / YouTube

Braincast
Google Zero: Se ninguém clica, quem publica?

Braincast

Play Episode Listen Later Aug 8, 2026 92:40


O Google passou mais de 25 anos organizando a internet e mandando pessoas para os sites. Agora, cada vez mais, ele lê esses sites e entrega a resposta sem que ninguém precise visitá-los. No Braincast 644, Carlos Merigo, Cris Dias e Helena Galante discutem o Google Zero, os AI Overviews e o que acontece com publishers quando ser encontrado já não significa receber audiência. A conversa também vira o espelho para o próprio mercado: durante anos, veículos adaptaram conteúdo ao SEO, perseguiram pageviews e construíram negócios dependentes de plataformas capazes de mudar as regras a qualquer momento. O clique nunca foi patrimônio. Mas produzir conteúdo também nunca foi de graça. 05:57 PAUTA 01:21:00 QEAB -- Se você ouve o Braincast e nunca deixou seu e-mail com a gente, dá pra resolver agora: https://www.b9.com.br/braincast?utm_source=youtube&utm_medium=description&utm_campaign=braincast-spot É de graça e, principalmente, é o jeito de a gente manter contato direto — sem o algoritmo do YouTube, do Spotify ou do Google decidir se essa conversa chega até você. E quando você entrar, ainda recebe uma edição aberta da Além do Feed, a newsletter de domingo do Merigo: assuntos que passam pelo Braincast, Cinemáticos, e o que a semana fez com marcas, plataformas, cultura e comportamento. → https://www.b9.com.br/braincast?utm_source=youtube&utm_medium=description&utm_campaign=braincast-spot -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios!

Flow Games
GTA 6 NA NETFLIX E NOVO TRAILER, EA É FINALMENTE VENDIDA - #FGN #239

Flow Games

Play Episode Listen Later Aug 8, 2026 158:28


A Rockstar finalmente revelou que vamos ter trailer novo de GTA 6 sim! Só que o tal do "olhar estendido" que o estúdio vai apresentar será exclusivo da Netflix… por seis horas. Será que vamos ver algo realmente grandioso para o maior produto de entretenimento do planeta? Agora é esperar. Mas tem outra espera que acabou: a aquisição da EA por 55 bilhões de dólares, o que vai transformar a gigante de EA Sports FC e Battefield novamente em uma empresa privada. Estas e outras notícias você confere no Flow Games News de hoje!⚡

Expresso - Expresso da Manhã
Todos querem investigar Luís Neves, o ministro que gasta o seu tempo a responder como director nacional da PJ

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Aug 7, 2026 15:19


O ministro da Administração Interna sempre que tem uma actividade pública tem sido pressionado a dar explicações do que fez como director nacional da PJ. A liderança de Luís Neves está a ser investigada pela Procuradoria Europeia e pelo Ministério Público, vai ser julgada no Tribunal de Contas e, agora, por ordem da ministra da Justiça, vai ser feita uma auditoria e uma avaliação interna. Em setembro, deve arrancar a Comissão Parlamentar de Inquérito. Neste episódio, conversamos com Paula Caeiro Varela, a jornalista do Expresso que acompanha a actividade do governo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Introvertendo
#310 - Autismo, Apoio e Autonomia

Introvertendo

Play Episode Listen Later Aug 7, 2026 31:44


Em abril, o NAIA Autismo promoveu o Fórum de Conscientização do Autismo juntamente com a Prefeitura de Israelândia, no interior de Goiás. Na ocasião, Marx Osório protagonizou uma mesa-redonda com o integrante Bruno Frederico Müller e a neuropsicóloga Neila Sobrinho com base no tema nacional do mês da conscientização do autismo de 2026, Autonomia se constrói com apoio. Agora, essa discussão está disponível no Introvertendo. Transcrição do episódio disponível no site do Introvertendo.

Piratas do Espaço
#240 - Demolidor: Qualidade Renascida

Piratas do Espaço

Play Episode Listen Later Aug 7, 2026 135:27


Foram anos e mais anos de Victor pedindo pra assistirem a terceira temporada da falecida série da Netflix do Demolidor. Agora que a série ganhou vida nova no Disney+, que já chegou na segunda temporada, Luã finalmente deu o braço a torcer e se atualizou no Homem Sem Medo pra conversarmos um pouco sobre os embates mais recentes entre Matt Murdock e Wilson Fisk. PARTICIPANTES: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠Victor Gurg⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠e⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠l⁠⁠⁠⁠⁠⁠, Luã Bitencourt, ⁠⁠Felipe Gurgel, Carol BardiniEDIÇÃO: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠Victor Gurgel⁠ASSUNTOS DO EPISÓDIO:0:00:00 Introdução: Chegou a hora de falar sobre as séries Demolidor0:03:46 A famigerada 3ª temporada da Netflix0:18:57 A transição para o Disney+0:23:55 SPOILERS de Demolidor: Renascido (Temporadas 1 e 2)1:52:31 Conversa breve sobre a Copa 20262:07:13 Considerações finais⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠QUER APOIAR O PIRATAS?⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠REDES SOCIAIS:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Bluesky do Victor⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Twitch do Victor⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TikTok do Victor⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Bluesky do Luã⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠INSCREVA-SE E RECEBA NOVOS EPISÓDIOS ASSIM QUE LANÇAREM:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠FEED⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠YOUTUBE⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠APPLE PODCASTS⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SPOTIFY⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ENDEREÇO DIRETO DO SITE:Acesse aqui:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ www.piratasdoespaco.com/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠QUER TER O SEU COMENTÁRIO LIDO NO PRÓXIMO PIRATAS?Comente aqui, no YouTube, ou envie-nos um email: ⁠pirataespacialshow@gmail.com⁠Você também pode mandar mensagens nas redes sociais.Deixe uma mensagem para nós!

HOPE FOR THE AGORA
S7 E8 Rewiring the Mind: Neuroplasticity, Faith, and the Renewal of the Brain

HOPE FOR THE AGORA

Play Episode Listen Later Aug 7, 2026 36:26


Allen hosts an episode of "Hope for the Agora" exploring the connection between faith, mental health, and neuroplasticity, the brain's ability to change. He discussed how repeated thoughts and experiences form neural pathways, and how trauma can shape these patterns, referencing works by Dr. Bessel van der Kolk and Dr. Carolyn Leaf. Allen explained that while old pathways exist, new, healthier ones can be formed through deliberate practice and therapy, such as EMDR. He drew parallels between neuroscience and biblical teachings on transformation, citing scriptures that emphasize renewing the mind. Allen outlined practical steps for rewiring the mind, including identifying lies, comparing them with scripture, engaging the body, and inviting the Holy Spirit into the process. He concluded by affirming that change is possible through God's design and the work of the Holy Spirit.https://hopefortheagora.comhttps://agoranetworkministries.comKey References:Scientific- van der Kolk, B. (2014). The Body Keeps the Score: Brain, Mind, and Body in the Healing of Trauma.- Hebb, D. O. (1949). The Organization of Behavior.- Doidge, N. (2007). The Brain That Changes Itself.- Kolb, B., & Gibb, R. (2014). Brain plasticity and behaviour in the developing brain.- Merzenich, M. (2013). Soft-Wired.Christian / Neuroscience- Leaf, C. (2013). Switch On Your Brain.- Leaf, C. (2021). Cleaning Up Your Mental Mess.Scriptures:Romans 12:2Philippians 4:82 Corinthians 10:5Ephesians 4:22–24John 8:31–32Galatians 5:22–23Proverbs 23:7 (NKJV; often translated differently in modern versions)Isaiah 26:3Colossians 3:1–17Psalm 1:1–3

Ubuntu Esporte Clube
UBUNTU ESPORTE CLUBE #198 – ERA PRA SER

Ubuntu Esporte Clube

Play Episode Listen Later Aug 6, 2026 62:15


Agora, ostentando o cinturão (simbólico) do taekwondo, o carioca Henrique Marques retorna ao Ubuntu Esporte Clube para falar sobre o atual momento da carreira, a evolução da arte marcial coreana no Brasil e o novo olhar do mundo para o país na modalidade. Da origem humilde ao topo do mundo, o atleta relembra o caminho pavimentado ao lado da família, compartilha os desafios da trajetória e revela os sonhos rumo aos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. Gabriel Ribeiro, Isabelle Magalhães e Matheus Andrade conduzem a mesa deste episódio.

RPG Next: Regras do GURPS 4e
Boletim Informativo | Agosto 2026

RPG Next: Regras do GURPS 4e

Play Episode Listen Later Aug 6, 2026 41:07


Fique atualizado com o Boletim do RPG Next! Já imaginou fazer parte de uma comunidade que vive o RPG intensamente? Com podcasts imersivos, lives emocionantes e mesas de RPG cheias de ação, o RPG Next é a sua porta de entrada para experiências inesquecíveis no universo do RPG! Descubra tudo que oferecemos aqui: https://bit.ly/boletim-informativo-rpg-next Como você pode ajudar: 1️⃣ Torne-se um apoiador em https://apoia.se/rpgnext e ajude a manter o projeto vivo! 2️⃣ Participe de nossas mesas e aventuras disponíveis em https://rpgnext.com.br/loja. 3️⃣ Compartilhe nosso conteúdo e chame seus amigos para fazer parte dessa jornada épica! Recompensas incríveis para nossos apoiadores: Acesso antecipado. ️ Sorteios mensais. ️ Consultorias exclusivas e muito mais! ⚔️ Vem jogar com a gente e viva histórias que só o RPG pode proporcionar. Marque seus amigos e ajude a expandir essa comunidade! ‍♂️ Boletim Informativo RPG Next https://bit.ly/boletim-informativo-rpg-next  NOVIDADE!!! Para tornar a sua experiência ainda mais fácil e prática, agora disponibilizamos nossos conteúdos exclusivos do Apoia.se também no Spotify! Assim, você pode acessar tudo em um só lugar, sem precisar alternar entre plataformas. Quer saber como ativar essa opção e ouvir nossos episódios exclusivos diretamente no Spotify? Acesse este artigo com o passo a passo: https://suporte.apoia.se/hc/pt-br/articles/30944727495579-Ou%C3%A7a-%C3%A1udios-exclusivos-da-APOIA-se-no-Spotify Obrigado por apoiar nosso trabalho! Seu suporte faz toda a diferença. O RPG Next agora tem um grupo oficial no Telegram! Venha trocar ideias, compartilhar suas aventuras e se conectar com outros jogadores apaixonados por RPG. Entre agora e faça parte dessa comunidade épica: https://t.me/RpgNextOficial . Acesse nossos conteúdos antecipados e exclusivos pelo APP do Apoia-se Disponível para Android e iOS! Google Play: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.apoiasemobile&pli=1 iOS: https://apps.apple.com/us/app/apoia-se/id1665747795 https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-and-dragons-starter-set-heroes-of-the-borderlands/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-rpg-livro-do-jogador-portugues/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-dungeon-masters-guide-livro-do-mestre-5-5e-portugues/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-monster-manual-livro-dos-monstros-5-5e-portugues/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-rpg-dungeon-masters-screen-2024/ Quer jogar RPG sem precisar montar grupo ou preparar nada?   Agora você pode! Encontre todas as vagas on-line com Mestres de Aluguel no site do RPG Next e entre de cabeça em aventuras épicas conduzidas por narradores experientes! O serviço é pago e funciona por assinatura mensal, com cobrança exclusivamente via cartão de crédito. ‍♂️ O Mestre de Aluguel conduz toda a sessão — você só precisa escolher o sistema, montar seu personagem e se divertir! No site, você encontra um vídeo de apresentação e todas as informações sobre como participar, bem como link público para o grupo de WhatsApp de cada Mestre de RPG. Confira as mesas disponíveis agora em:https://www.rpgnext.com.br/categoria-produto/servico-de-mestre-de-aluguel/ APOIE NOSSA CAUSA! Nosso Plano de Assinaturas do APOIA.SE! Acesse e veja nossas recompensas para os apoiadores.   COMPARTILHE! Se você gostou desse Podcast de RPG, então não se esqueça de compartilhar! Nossa Campanha do APOIA.SE: https://apoia.se/rpgnext Facebook RpgNextPage, Grupo do Facebook RPGNext Group, Instagram RPG Next Oficial, Bluesky rpgnext.bsky.social,  Canal do YouTube,  Vote no iTunes do Tarrasque na Bota e no iTunes do RPG Next Podcast com 5 estrelas para também ajudar na divulgação! DEIXE SEU FEEDBACK! Se quiser deixar seu feedback, nos envie um e-mail em contato@rpgnext.com.br ou faça um comentário nesse post logo abaixo. Seu comentário é muito importante para a melhoria dos próximos episódios. Beleza? Muito obrigado pelo suporte, pessoal! Links para MÚSICAS e SFX sob a licença Creative Commons Kevin MacLeod (incompetech.com): Licenciado sob Creative Commons: By Attribution 4.0 License (http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/) Tabletop Audio (tabletopaudio.com): Licenciado sob Creative Commons: Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 License (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/) Freesound.org: Efeitos sonoros diversos licenciados sob Creative Commons (CC BY 3.0 e 4.0) e Domínio Público (CC0). Contato Instagram / Facebook / Bluesky / TikTok / YouTube

Caso Bizarro
Clube Bizarro #3 - O audiolivro de agosto é…

Caso Bizarro

Play Episode Listen Later Aug 5, 2026 7:28


Chegamos em agosto no niver da Pathy ! ✨E já decidimos o audiolivro do mês! Anota aí:

Alternate Ending - Movie Review Podcast
Your Movie Rocks: Scott Pilgrim vs. the World

Alternate Ending - Movie Review Podcast

Play Episode Listen Later Aug 4, 2026 53:40


Welcome to Your Movie Rocks, an Alternate Ending podcast hosted by Mandy Albert. For every episode, Mandy will watch a movie assigned by her guest host, followed by a lively discussion. There's only one rule: no matter what the movie does to her, Mandy is only allowed to love it. August marks the 16th anniversary of the release of Scott Pilgrim vs. the World, which isn't actually the reason that Gavin - appearing for the third time on Your Movie Rocks! - selected it. Rather, it's because he wanted to give Mandy a movie she was undoubtedly going to love for the third time in a row, following Agora and Lawrence of Arabia. Something like that, anyway. Together, Mandy and Gavin discuss the turbulent career of director Edgar Wright, the evolving careers of the jam-packed cast of the film, and the narrative logic of video games, as well as finding out if Mandy shares Gavin's enthusiasm for this generational nerd touchstone.

Yinz Are Good
Ep. 215 Ben Donsky from Agora Partners: Creating emotional connections between people and places through urban placemaking

Yinz Are Good

Play Episode Listen Later Aug 4, 2026 50:00


Yinz Are Good shares the good stuff - the good news -  going on out there and celebrates all the good people who are making it happen: The people who are lifting others up, who are taking care of their neighbors...the people who are saying, “What can I do today to make our world a better place?”.Building community (literally and figuratively), creating connections, making memories...Our guest today specializes in transforming overlooked and distressed urban spaces into places that unite the communities around them - and he engages with community members to do it. Enriching public spaces on many levels, his philosophy is that public space, done right, lifts everything around it.“He” is Ben Donsky, Principal at Agora Partners. Agora Partners is a planning and real estate advisory firm that focuses their efforts on the public realm: parks, plazas, streets, sports and cultural facilities and other public venues. They help to create these spaces all over the country. They concentrate on “placemaking”, as they say on their website: “While placemaking can often sound like a buzzword, it means more than that to us. It's about creating emotional connections between people and place, rooted in curated experiences and planned serendipity. Beautiful and thoughtful planning is central to our work, but it's the experience that makes a place memorable. That's what drives everything we do.” If, like Tressa, you've never known much about this side of how these urban spaces come to life - the planning, the building of the partnerships, the community engagement behind it - get ready to be enlightened and inspired. Tressa and Ben also chat about his journey and personal connection to his work, as well as his dedication to community service. Agora Partners: https://www.agorapartners.com/Contact Ben Donsky: ben@agorapartners.com⁠⁠⁠https://www.yinzaregood.com/⁠⁠⁠⁠*Watch our Tressa Tries…video series on YouTube ⁠ here⁠.*FOLLOW US on social media:Instagram:⁠⁠⁠ ⁠@yinzaregood⁠⁠⁠⁠ Facebook:⁠⁠⁠ ⁠@YinzAreGood⁠⁠⁠⁠*Have a story of generosity or kindness to share with us? Want a Kindness Crate dropped off at your business or school? Email us at ⁠yinzaregood@gmail.com.

Morning Show
Família de senador investigada / Cleitinho vai e vem / Dino e Lulinha

Morning Show

Play Episode Listen Later Aug 4, 2026 119:36


Confira no Morning Show desta terça-feira (04): As linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade estão parcialmente paralisadas por conta de uma greve iniciada nesta terça-feira (04) pelos ferroviários de São Paulo. Segundo os grevistas, o motivo é a concessão das linhas para a iniciativa privada e a busca por melhores condições de trabalho. Outras linhas, como 7-Rubi, 8-Diamante e 9-Esmeralda, além da Linha 10-Turquesa, funcionam normalmente. Familiares do senador Weverton Rocha (PDT), vice-líder do governo no Senado, sofreram ações de busca e apreensão no âmbito da Operação Sem Desconto, que investiga fraudes no INSS. A atual fase da operação investiga lavagem de dinheiro ligado ao esquema de corrupção e foi determinada pelo Supremo Tribunal Federal. Um relatório da Controladoria Geral da União enviado ao Supremo Tribunal Federal no âmbito do processo que investiga o Orçamento Secreto, aponta que as chamadas “emendas pix” são 25% mais caras e menos transparentes do que repasses normais, além de não possuírem rastreabilidade. O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) desistiu de concorrer ao governo de Minas Gerais. O parlamentar liderava as pesquisas, mas nunca confirmou sua candidatura, resultando em uma desistência de ambos após a morte do irmão do senador. Há apenas um dia do fim do período para confirmar os candidatos, o partido segue sem um nome definitivo para o governo. A Operação Quimera, deflagrada nesta terça-feira (04) pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, investiga um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Comando Vermelho. Criminosos da facção utilizariam um clube social e uma pousada em Búzios para justificar a quantia proveniente do tráfico. O Ministério Público e o GAECO também participam dos esforços. Bernardo Ambrozio e Bernardo Leal, policiais civis que participaram da maior operação policial até então registrada no Rio de Janeiro, explicam como foi planejada a ação e comentam sobre a guerra de narrativas contra o tráfico. Detentos nos Estados Unidos confessaram integrar uma quadrilha internacional de lavagem de capitais ligada a facção Primeiro Comando da Capital. O grupo teria movimentado mais de US$ 30 milhões do crime. Dos seis presos, sob custódia desde janeiro, cinco são brasileiros e moram em Orlando, na Flórida. Os policiais civis Bernardo Leal e Bernardo Ambrozio que participaram da Operação Contenção, a maior operação policial da história do Rio de Janeiro, concedem entrevista ao sofá para falar sobre a “narco cultura”, tema de um livro lançado pelos dois profissionais. Agora, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) voltou atrás e pediu autorização ao Republicanos para concorrer ao governo do estado de Minas Gerais. O senador, que liderava as pesquisas, havia desistido da ideia após a morte do irmão. Oficialmente o partido nega recuar da decisão. O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino foi sorteado como relator do terceiro inquérito solicitado pela Polícia Federal que investiga Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT), supostamente ligado ao caso de fraudes no INSS. Uma passageira foi expulsa de um voo por gerar confusão após “pregar” a bíblia dentro de um avião nos EUA “alto demais”. A companhia Alaska Airlines afirmou que a decisão foi tomada por questões de segurança. A situação inusitada aconteceu no Aeroporto de Orlando. O cantor e influenciador Fiuk, filho de Fábio Jr., tornou-se réu por perturbação do sossego pelo Ministério Público. O motivo seria que o cantor estaria pilotando carros muito barulhentos na garagem do prédio durante a madrugada, incomodando moradores. O cantor Phil Collins deu uma entrevista desabafando sobre um período de alcoolismo. Segundo o astro, ao parar de tomar o remédio que controlava sua compulsão por bebidas, passou a ter comportamentos destrutivos, como tomar vinho no café da manhã. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

RobCast
A CRISE DO JAPÃO AGORA É PROBLEMA DOS ESTADOS UNIDOS

RobCast

Play Episode Listen Later Aug 4, 2026 15:03


⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Os EUA socorreram a moeda do Japão00:04 Por que isso não foi caridade00:20 Juros negativos e a origem do problema00:53 O colapso do iene frente ao dólar02:08 Como funciona o carry trade03:12 O exemplo dos US$ 10 mil04:11 O ciclo que enfraquece ainda mais o iene05:35 Por que o Japão não sobe logo os juros?05:54 A dívida pública gigantesca do Japão07:12 As duas escolhas ruins do governo japonês08:14 Por que a crise virou problema dos EUA08:55 O Japão pode vender títulos americanos09:35 O socorro de Trump 11:28 Por que a intervenção pode não funcionar12:21 Conclusão13:21 RC Wealth e RC Club

RdMCast
(teaser) Cabana RdM #110 - Hokum

RdMCast

Play Episode Listen Later Aug 4, 2026 2:23


Lutando para terminar a conclusão de sua trilogia de sucesso, Ohm Bauman é um escritor amargurado que decide viajar para a Irlanda para conhecer o hotel onde seus pais passaram a lua de mel e depositar suas cinzas. No entanto, durante sua estadia ele começa a presenciar eventos sinistros e descobre que um dos quartos do local pode ser assombrado.Dirigido por Damian McCarthy, Hokum – O Pesadelo da Bruxa é o novo filme do diretor irlandês que surpreendeu o mundo do horror com seus dois primeiros longas-metragens: Caveat (2020) e Oddity (2024). Agora, o cineasta finalmente chega em Hollywood prometendo uma história para lá de impactante.Ecoando clássicos de Stephen King, Hokum também traz o estilo inconfundível de McCarthy, se estabelecendo na trajetória do diretor de contar enredos folclóricos sinistros recheados de humor, drama e karma sobrenatural. Mas será que o filme se iguala aos seus antecessores e acerta nos sustos? Vamos descobrir, o Cabana RdM começa agora.O RdMCast é produzido e apresentado por: Gabi Larocca, Thiago Natário e Gabriel Braga.ARTE DA VITRINE: Estúdio GrimESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram @estudiogrimcontato@estudiogrim.com.brPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoSEJA UM(A) APOIADOR(A)Apoie o RdM a produzir mais conteúdo e ganhe recompensas exclusivas!Acesse: https://apoia.se/rdmConheça a Sala dos Apoiadores: https://republicadomedo.com.br/sala-dos-apoiadores/CITADOS NO PROGRAMAHokum: O Pesadelo da Bruxa (2026)Citações off topicOddity - Objetos Obscuros (2024)Noites Brutais (2022)1408 (2007)Passageiro do Mal (2026)Episódios(prévia) Cabana RdM #63 - OddityTem algo para nos contar? Envie um e-mail!contato@republicadomedo.com.brTwitter: @RdMCastInstagram: Republica do Medo

Filosofia Pop
#249 – Futebol, com Sepp Gumbrecht

Filosofia Pop

Play Episode Listen Later Aug 3, 2026 69:55


No episódio 249 do podcast Filosofia Pop, Marcos Carvalho Lopes conversa com Hans Ulrich “Sepp” Gumbrecht sobre futebol. Professor emérito de Literatura Comparada, Francês e Italiano da Universidade Stanford, Gumbrecht desenvolveu uma obra que atravessa a teoria literária, a filosofia, a estética e a reflexão sobre os esportes. Uma de suas preocupações centrais é compreender experiências que não podem ser inteiramente reduzidas à interpretação ou à procura de significados: a presença dos corpos, a intensidade dos acontecimentos, a atmosfera dos espaços e o aparecimento inesperado de formas. Essas questões encontram no futebol um campo privilegiado. Uma partida não nos afeta apenas pelo resultado ou pelas histórias que contamos sobre ela. Também somos atingidos pela velocidade de uma jogada, pela abertura repentina de um espaço, pela coordenação dos movimentos, pelo confronto entre os corpos e pela atmosfera produzida dentro de um estádio. Esta não é a primeira participação de Hans Ulrich Gumbrecht no Filosofia Pop. Em 2021, ele esteve presente em dois episódios do podcast. No episódio #116 – Vale do Silício, publicado em 22 de fevereiro daquele ano, conversamos sobre as transformações culturais e tecnológicas associadas ao Vale do Silício, partindo de seu livro O espírito do mundo no Vale do Silício: viver e pensar o futuro. No episódio #117 – Humanidades etc., publicado em 1º de março de 2021, continuamos a conversa tratando das Humanidades, da universidade, do ambiente acadêmico brasileiro e norte-americano, da obra de Luiz Costa Lima e dos projetos intelectuais de Gumbrecht. As duas conversas haviam sido gravadas nos dias 30 e 31 de dezembro de 2020. Agora, cinco anos depois daqueles episódios, voltamos a conversar. Desta vez, tendo o futebol como ponto de partida para pensar a estética, a cultura e as formas contemporâneas de viver experiências coletivas. O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_popFacebook: Página do Filosofia PopYouTube: Canal do Filosofia Pope-mail: contato@filosofiapop.com.brSite: https://filosofiapop.com.brPodcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #249 – Futebol, com Sepp Gumbrecht apareceu primeiro em filosofia pop.

Boa Noite Internet

Um dos segredos mais antigos para contar histórias, escrever ou criar conteúdo online não é segredo nenhum. Eu tenho que escrever para mim mesmo, não para você. Tem gente que chama isso de ser o próprio público ou escrever o que gostaria de encontrar por aí.Às vezes eu falo aqui no Boa Noite Internet que você não é o seu crachá, que o trabalho não é o trabalho, que é preciso prestar atenção nas coisas. Parece que estou dando um conselho para você, mas estou falando em voz alta uma coisa que eu já aprendi ou deveria ter aprendido.Uma dessas coisas eu sei há muito tempo. Já vi que funciona, já vi que faz bem, mas vivo esquecendo. Por isso preciso repetir para mim mesmo: saia da sua cabeça.Saia da sua cabeça.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.A voz interna não é realmente uma voz, articulada em palavras. Ela se parece mais com ver chiado numa televisão antiga ou bichinhos nas nuvens. A gente tenta dar forma ao caos e aquilo começa a se parecer com palavras e ideias, mas muitas vezes são apenas ruminações, histórias tentando fazer algum sentido dentro da cabeça.Sair da cabeça é colocar em palavras de verdade o que estou sentindo. Olhar de perto, virar, cheirar, examinar, virar do avesso.Um jeito de sair da cabeça é sentar com alguém e conversar, uma coisa que a humanidade provavelmente faz há milhões de anos.Uma vez, antes da pandemia — tempos mais simples —, fui almoçar com um amigo que não via há algum tempo. Ele fez a famosa pergunta: “Como estão as coisas? Como está o trabalho?”Comecei a reclamar do meu chefe, do chefe dele, da equipe de vendas e do RH. Enquanto falava, comecei a entender o que estava acontecendo e o que eu sentia.Depois de uns 45 minutos, agradeci ao meu amigo. Agora que eu tinha colocado tudo para fora, as coisas nem pareciam tão horríveis. O trabalho continuava com todos os seus problemas, mas era só um dia como outro qualquer.Ele não tinha falado praticamente nada. Só tinha me escutado.Quando não dá para conversar com alguém, ou o assunto ainda não está organizado o bastante para uma conversa, dá para escrever. E não estou falando em transformar a vida num podcast. É só escrever.Às vezes acordo de madrugada com alguma coisa fazendo barulho na minha cabeça. Esta semana mesmo aconteceu. Sentei, peguei o computador, coloquei no colo e escrevi. Tirei aqueles pensamentos da cabeça, olhei para eles e consegui voltar a dormir.Resolvi o problema? Não. Mas, às quatro da manhã, a única coisa que eu podia fazer era colocar os pensamentos para fora, examiná-los e voltar a dormir para resolver o problema de verdade no dia seguinte.Às quatro da manhã, eu precisava sair da minha cabeça, não montar um plano de ação nem pensar em estratégia.Se eu fosse blogueirinho de verdade, aproveitaria para vender um supercaderno personalizado, com capa de couro, divisórias e etiquetas. Mas não precisa de nada disso. Sair da cabeça é de graça. Dá para fazer isso numa folha de papel, no computador ou no bloco de notas do telefone.Lembra do antigo meme do Twitter, “Pronto, falei”? É mais ou menos isso. Colocar para fora e olhar para o que foi dito.Ficar conversando dentro da própria cabeça não conta. Eu já tive todas as conversas possíveis dentro da minha, mapeei todas as reações e pensei em todas as respostas. Isso não é sair da cabeça. É ansiedade.É como virar o Doutor Estranho com a Pedra do Infinito do desgraçamento mental, examinando 14 bilhões de maneiras de uma conversa terminar.De certa forma, é o que faço aqui. Tenho um problema, penso nele, começo a escrever e, durante o processo, entendo um pouco melhor o que sinto, o problema e o mundo.Às vezes tenho a impressão de que a gente perdeu esse hábito. A gente precisa ter certezas num mundo feito de opiniões. Conversa virou uma coisa que precisa ser vencida. “Olha aqui o que eu acabei de falar. Não há mais nada a dizer.” Pode lacrar a conversa porque ela acabou.Então escreva só para você. Ninguém precisa ler e não é preciso publicar. Eu não sei, sinto, acho, penso e escrevo. O sentimento e o pensamento saem da minha cabeça e voltam para o mundo.É isso que faço aqui. Não para você. Desculpe se enganei todo mundo esse tempo todo.Eu faço só por mim.Por hoje é sóObrigado por ler até aqui. Esta semana, nosso Clube de Cultura começa a ler Realismo capitalista, de Mark Fisher. Vai ser bem legal te ver por lá. E se quer usar IA de verdade no trabalho, com visão crítica e sem ser fanboy de bilionário, dá uma olhada no IA em Curso, a comunidade de letramento em IA que eu criei com a Ana Freitas. Por fim, passa no Discord do Boa Noite Internet, que é onde a gente se encontra para conversar sobre criatividade, cultura, mas na real sobre qualquer coisa que a gente estiver a fim.Cuidem de si, cuidem dos seus. Até a próxima,crisdias This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe

Restored Church Temecula Podcast
Mike Harrelson - A Heart for the City | Acts 17:16-34

Restored Church Temecula Podcast

Play Episode Listen Later Aug 2, 2026 56:40


Mike Harrelson - August 2nd 2026 Chapters (00:00:00) - Wonders of Restored Church(00:00:50) - The food tour in Greece(00:03:26) - Paul's First Week(00:04:50) - Paul in Athens (Acts 17)(00:08:14) - Paul's Heart Was provoked(00:12:44) - Paul Engaged With People in the Agora(00:18:47) - Storytelling in the Life(00:26:35) - The Trial of Paul(00:28:14) - Paul Proclaimed Jesus to the People of Athens(00:33:09) - Paul on His Message to Romans(00:39:43) - Paul Came to the Marketplace(00:41:56) - What Does Our Mars Hill Look Like Today?(00:47:29) - How to Engage with Others(00:52:41) - Prayer for Our City

Alta Definição
Nuno Markl: “Estava à rasca, tinha medo de morrer, mas não tinha bem a noção do quão perto estava”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Aug 1, 2026 66:40


O humorista Nuno Markl é o convidado de Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. O locutor das “Manhãs da Comercial” e apresentador do programa “Taskmaster Portugal” partilha, pela primeira vez, a experiência que mudou a sua vida: os dois AVCs sofridos no espaço de poucas semanas. Foi o seu filho Pedro que ligou para o 112, recusando-se a aceitar a sugestão do pai de que “podia ser só cansaço”. “Não sei o que teria acontecido se não fosse ele”, admite Markl. O humorista recorda a tristeza demolidora da dependência total e o medo de nunca mais voltar a mexer o braço ou andar sem apoio. “As pessoas talvez não tenham noção do nível atómico de tristeza e solidão que se pode sentir sozinho num quarto de hospital, cheio de incertezas”, explica. Markl reflete sobre a habitual rotina antes do acidente, que descreve como “uma cavalgada insana”, o hábito de ignorar os sinais do corpo e o medo de ir ao médico. O processo de recuperação, que descreve como “o projeto mais importante da minha vida”, ensinou-lhe a valorizar as pequenas vitórias diárias e a aprender a dizer 'não'. “Antes disto acontecer, quando descansava sentia culpa por não estar a fazer mais. Agora já não.” O humorista fala ainda sobre o amor e a amizade que o sustentaram nestes meses, sobre a relação com a namorada Teresa, com a mãe, com a irmã e com os amigos que encheram o seu quarto de hospital. Ouça a conversa intimista no Alta Definição, emitido na SIC a 1 de agosto. *A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da ImpresaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Alexandre Garcia - Vozes - Gazeta do Povo
Agora surge a verdade: Anthony Fauci enganou o mundo todo sobre a Covid

Alexandre Garcia - Vozes - Gazeta do Povo

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 5:07


Alexandre Garcia comenta anotações de Anthony Fauci sobre a Covid, falas do ministro da Fazenda, e falta de verba para entrega de passaportes a brasileiros no exterior.

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
#5 Série especial ‘Os mais ouvidos', com Madalena Sá Fernandes: “Procuro a resistência da alegria. Vivi uma fase escura. Agora trabalho para manter a alegria, o espanto e a curiosidade”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 129:20


Madalena Sá Fernandes cresceu num ambiente de violência doméstica com um padrasto agressor, tema que atravessa o seu primeiro livro, “Leme”, editado em 2023, num registo de autoficção. Esse romance tornou-se um fenómeno de popularidade: já vai na 8ª edição, foi traduzido no Brasil e chegará também à Dinamarca e à Argentina. Em 2024, a escritora publicou “Deriva”, uma compilação de crónicas, que lhe permitiu revelar um lado mais humorístico sobre o quotidiano. De momento, Madalena está a terminar um mestrado, prepara um livro para crianças, motivada por ser mãe de duas meninas de 6 e 7 anos e este ano publicou um novo romance, “Sótão”, com um lado ensaísta e autobiográfico, sobre a experiência da violência na pele enquanto mulher adulta. “Tenho procurado transformar o que dói em linguagem, e encontrar aí sobrevivência e, idealmente, beleza.” Este episódio foi um dos mais ouvidos da última temporada do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, de Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Imagina Só - Um Podcast de Histórias para Crianças
Capitão Calafrio - O Segredo do Fundo do Mar

Imagina Só - Um Podcast de Histórias para Crianças

Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 8:58


Para ouvir e ler mais historinhas, acesse o Imagina Só App aqui!O papagaio bolacha encontrou um mapa misterioso...

Palavra Amiga do Bispo Macedo
Achei a Davi... agora, quero achar você!!! - Meditação Matinal 29/07/26

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 24:07


“Achei a Davi, Meu servo; com Santo Óleo o ungi,Com o qual a Minha Mão ficará firme, e o Meu Braço o fortalecerá…Ele Me chamará, dizendo: Tu és Meu Pai, Meu Deus, e a Rocha da minha salvação. Também o farei Meu Primogênito mais elevado do que os reis da Terra.” Salmos 89:2O-27

Caso Bizarro
Clube Bizarro #2 - Ouvimos No Rastro da Mentira e contamos tudoooo

Caso Bizarro

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 62:02


Lançamos o segundo episódio do Clube Bizarro do Audiolivro! ✨⚠️ ATENÇÃO: este episódio tem SPOILERS do audiolivro No Rastro da Mentira! Se você ainda não terminou de ouvir, salva esse episódio pra depois.Agora que todo mundo já conhece a história, chegou a hora de destrinchar tudo: discutimos as revelações, comentamos as decisões dos personagens, levantamos teorias, compartilhamos nossas interpretações e, claro, surtamos com os melhores momentos do audiolivro.Se você ouviu No Rastro da Mentira, vem participar dessa conversa com a gente!

O Antagonista
Flávio Bolsonaro no debate: Vai encarar ou vai FUGIR? | Meio-Dia em Brasília - 29/07/2026

O Antagonista

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 58:25


O programa Meio-Dia em Brasília desta quarta-feira, 29, fala sobre a decisão da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) de não ir aos debates presidenciais, caso Lula opte por não participar dos embates televisivos.Além disso, o jornal também aborda o pedido de explicação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em relação à divulgação de um Jair Bolsonaro feito com Inteligência Artificial na convenção que sacramentou a candidatura de Flávio e sobre o imbróglio da candidatura do senador Cleitinho Azevedo ao governo de Minas Gerais.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.    Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube.  https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários!  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #FlavioBolsonaro #Debate #Debates #Politica #Eleicoes #FlavioFugiu #Bastidores #Noticias #Brasil #Podcast

Debate da Super Manhã
Retomada do monitoramento de tubarões

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 50:00


Debate da Super Manhã: Há pouco mais de uma década, Pernambuco deixou de monitorar os tubarões que habitam o litoral do estado. Mesmo com incidentes sendo registrados nesse período, o trabalho permaneceu suspenso. Agora, surge uma novidade: o governo do Estado prevê retomar o monitoramento dos animais marinhos, com previsão de realizar a primeira expedição científica em agosto de 2026. No Debate desta quarta-feira (29), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre a volta do trabalho e o que deve mudar na costa pernambucana. Participam a secretária executiva do Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões (Cemit), Danise Alves, o professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e coordenador do projeto Ecotuba, Paulo Oliveira, e o biólogo Leandro Alberto.

Palavra Amiga do Bispo Macedo
O Espírito Santo é o Espírito de todos os Primogênitos de Deus - Meditação Matinal 28/07/26

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 26:55


“Mas chegastes ao Monte Sião, e à Cidade do Deus Vivo, à Jerusalém Celestial, e aos muitos milhares de anjos;À universal assembleia e Igreja dos Primogênitos, que estão inscritos nos Céus, e a Deus, o Juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados; E a Jesus, o Mediador de uma Nova Aliança…” Hebreus 12:22-24a“Portanto, AGORA nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.” Romanos 8:1

Ler Antes de Morrer
Nocautes Literários: Vestida de Preto, de Mário de Andrade

Ler Antes de Morrer

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 35:03


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Les Nuits de France Culture
Agora - De la France considérée comme une maladie (1ère diffusion : 06/12/1982)

Les Nuits de France Culture

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 26:23


durée : 00:26:23 - Les Nuits de France Culture - par : Albane Penaranda - Par Philippe de Saint Robert - Avec Jean Dutourd (chroniqueur et romancier, à propos de son recueil "De la France considérée comme une maladie", Ed. Flammarion) - équipe : Mathias Le Gargasson, Antoine Dhulster, Rafik Zénine, Vincent Abouchar, Emily Vallat, Hassane M'Béchour, INA Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France

RPG Next Podcast
Neuronautas Especial: O Ouro dos Tolos – Ep. 2 de 3

RPG Next Podcast

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 64:48


Neuronautas Especial: O Ouro dos Tolos - Ep. 2 de 3 A TRAMA SE COMPLICA... O que era para ser um trabalho simples se torna em mais um mistério de consequências inesperadas. A pepita de ouro de 60 quilos do Banco Central desapareceu sob circunstâncias tenebrosas, e os Órfãos se veem perdidos diante de uma ameaça muito maior do que antecipavam. O tempo está correndo e entre velhos desafetos e novos aliados, há muito mais em jogo do que se antecipava.... RPG Next e Neuronautas Podcast orgulhosamente apresentam "O Turno da Noite: O Ouro dos Tolos", três sessões de RPG sonorizadas em audiodramas imersivos sobre os segredos ocultos nas horas mais escuras.

Portuguese For Listening With Eli And Friends
Episode 273: Simple Investment Advice

Portuguese For Listening With Eli And Friends

Play Episode Listen Later Jul 27, 2026 49:39


To get transcripts and additional notes (and to support the podcast), please visit: https://buymeacoffee.com/elisousaPlease note that simple, unedited transcripts are available on that site. Additional notes are available for private students. Are you one of them? Send me an email requesting the notes!If you’d like to chat with me, go to: https://portuguesewitheli.com/get-your-roadmap/Now, here is the monologue for your benefit.Sou do tipo que paga para não entrar numa briga, mas quando entro, pago para não sair. E a briga que recentemente tive foi com um colega de trabalho que me disse que eu não ia ficar rico nessa encarnação.Calma, antes, me deixa te explicar o que aconteceu.Sempre tive tino para negócios. Meu primeiro investimento foi numa barraquinha de importados. Era jovem e, na época, meio verde: por isso o negócio foi por água abaixo. Eu não tinha feito nenhuma pesquisa de mercado para descobrir se havia mesmo demanda para aquela tralha toda, essa é que é a verdade. Por isso, quando tive de me ausentar dos negócios, não me surpreendi nada, nada.Mas o tempo foi passando e eu fui aprendendo.Primeiro, frequentei um seminário que mudou minha maneira de enxergar o assunto. Era uma apresentação de um sujeito que tinha enriquecido às custas de muito trabalho. Sujeito honrado, dos meus. E, no seminário, aprendi uns macetes que agora pretendo usar para encher os bolsos de grana.A coisa mais importante é observar as tendências de mercado. Por exemplo, quando a febre do Labubu estava dando os primeiros passos, comprei alguns para vender quando estivesse no auge. Empaquei com alguns dos bonecos? Sim, mas vendi alguns. Saí no empate... ou seja, pelo menos não tive prejuízo.Outra lição que aprendi foi a entrar no negócio quando tudo estivesse começando. Passarinho que chega cedo bebe água limpa. Por que é que hoje investir em propriedade é difícil? Porque já tem gente adoidado, não tem mais espaço para quem quer entrar. O negócio agora é pegar a propriedade que se tem e adaptar para alugar no AirBNB, é aí onde está todo o dinheiro.Mas, claro, sou realista e sei que existem dificuldades. Se eu tivesse observado os sinais de alerta quando investi em importados, teria me poupado uma grana federal. E a taxa de retorno era baixíssima, fui palerma de investir tanto. Mas são águas passadas. O que vejo no mercado imobiliário promete... e também no ramo de tecnologia.Meu colega diz que eu não tenho foco, que deveria me concentrar numa coisa só, mas ele é míope. Diversificar é importantíssimo: apostar todas as fichas num só investimento é pedir para ir à falência. Por isso que eu vou investir em imóveis, em ações na bolsa e montar um negócio para mim. Assim, corro menos risco de sair com as mãos abanando.Agora só falta arranjar o capital para começar.

Braincast
Balanço da Copa 2026: Espanha campeã, Brasil pato e o tribunal das previsões

Braincast

Play Episode Listen Later Jul 25, 2026 82:54


No Braincast 643, Carlos Merigo, Luiz Hygino, Marko Mello e Pedro De Luna fazem o balanço da Copa do Mundo 2026. A Espanha foi campeã, a Argentina caiu na final, Messi se despediu em lágrimas, Yamal virou símbolo da nova geração, Haaland eliminou o Brasil, Trump tentou aparecer com a taça e a FIFA entregou a maior Copa da história — com mais jogos, mais dinheiro, mais calor, mais propaganda e mais críticas. Também revisitamos as previsões do Braincast 637, da França campeã ao Brasil na final, passando pelo acerto inacreditável de Alemanha 7x1 Curaçao e pela profecia do “Brasil pato da Noruega”. A Copa acabou. Agora é hora do tribunal. 04:54 PAUTA -- HEINEKEN ZERO ZERO. A CERVEJA OFICIAL DA FÓRMULA 1. Quem ouve o Braincast sabe que toda grande paixão é capaz de criar um idioma próprio. Na Fórmula 1 é assim. De repente tá todo mundo falando de estratégia de pneus, pit stop, safety car, classificação, troca de pilotos… É assim que comunidades nascem. Uma conversa leva a outra. Um assunto leva a outro. Até que uma corrida deixa de ser apenas uma corrida e vira um motivo para conhecer gente, trocar ideias e compartilhar histórias. É por isso que a Heineken Zero Zero, patrocinadora oficial da Fórmula 1, acredita que fãs têm mais amigos. Porque algumas paixões aproximam pessoas. E poucas fazem isso tão naturalmente quanto a Fórmula 1. -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios!

Palavra Amiga do Bispo Macedo
Quem tem o Espírito Santo tem o Espírito da Vida Eterna... - Meditação Matinal 23/07/26

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 28:23


"E apareceu-lhe o Anjo do Senhor em uma chama de fogo do meio de uma sarça; e olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se consumia.E Moisés disse: Agora me virarei para lá, e verei esta grande visão, porque a sarça não se queima." Êxodo 3:2-3"Disse-lhe Jesus: Eu Sou a ressurreição e a vida; quem crê em Mim, ainda que esteja morto, viverá;E todo aquele que vive, e crê em Mim, nunca irá morrer. Crês tu isto?" João 11:25-26

Boa Noite Internet
O Império da IA — com Karen Hao

Boa Noite Internet

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 63:50


O Império da IA, com Karen HaoEm 2019 — tempos mais simples! — a jornalista Karen Hao foi fazer o primeiro “perfil” jornalístico da sua carreira, aquelas reportagens em que um jornalista passa dias acompanhando uma pessoa ou empresa, uma coisa meio biografia, meio retrato congelado no tempo.A tal empresa era uma startup do Vale do Silício, ainda pequena e desconhecida dos meros mortais como eu e você, mas que hoje é a mais valiosa da história: a OpenAI, também conhecida como “a criadora do ChatGPT”.A Karen Hao vendeu o projeto do perfil para o MIT Technology Review porque a OpenAI parecia, naquela época, uma startup diferente. O “open” no nome nasceu da visão de que inteligência artificial é um assunto tão importante para o futuro da humanidade que precisava ser explorado de um jeito aberto, compartilhando conhecimento com todo mundo, e mais preocupado em proteger esse tal futuro do que em só gerar lucro.Hoje, aqui direto de 2026, a gente já sabe que não foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a OpenAI se transformou numa empresa oficialmente voltada para o lucro como qualquer outra e chegou a ser processada por Elon Musk — um dos apoiadores iniciais do projeto — por quebrar essa promessa de ser ‘open'. Em maio, o Elno perdeu a causa, e a OpenAI agora se prepara para lançar as ações na bolsa e, pelos números atuais, já largar valendo mais de 1 trilhão de dólares.Mesmo em 2019, a Karen Hao sentiu que todo esse papo de “open” não era bem assim: segredos e competitividade em todas as conversas que ela ouvia na empresa. Publicou o tal perfil contando isso e o pessoal da OpenAI… não gostou muito. Achou que ela ia só falar bem deles, e a empresa cortou contato com ela por três anos.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.Até que, em maio do ano passado, ela lançou nos EUA o livro O império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total, que segue contando a história da OpenAI — e abre com a bizarra saída do Sam Altman, demitido do cargo de CEO por “nem sempre falar a verdade” ao conselho da empresa, para voltar quatro dias depois nos braços dos funcionários.Mas esse livro não é exatamente uma biografia da OpenAI. Para mim, é mais um retrato de todo o sistema empresarial em que vivemos hoje — inteligência artificial ou não. O importante é que ele acabou de sair no Brasil pela Editora Rocco, que me procurou para saber se eu queria entrevistá-la aqui no programa, aproveitando que ela veio participar do Esquenta do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. O congresso, aliás, acontece dia 30 de julho — vai lá no site da Abraji saber mais, quem sabe comprar seu ingresso.Mas enfim, claro que eu queria conversar com ela. Obrigado, Abraji, obrigado, pessoal da Rocco, pelo presente. Quem me conhece sabe que IA agora é um assunto muuuito importante no meu trabalho. Eu fico aqui tentando navegar o meio do caminho entre o fim do mundo exterminador do futuro e a utopia vendida por muita gente. Não acredito em nenhum dos dois cenários, falei disso com a Karen antes e durante a conversa. Mas no final da entrevista a gente volta para falar não só disso, como também de como o IA em Curso, minha comunidade de letramento contínuo em IA, se conecta com tudo. Com promoção? Pode ser. Quem ficar até o fim, verá.A entrevista foi gravada em inglês — a Karen também fala mandarim, mas não fala brazilian —, então vai funcionar assim. Se ouvir no áudio, vai ser a versão original, do mesmo jeito que foi com o Ted Chiang ano passado, para você botar o seu cursinho para trabalhar. Aqui no site boanoiteinternet.com.br você está acompanhando a transcrição completa traduzida, se quiser ler enquanto ouve. E no YouTube tem uma versão legendada. Assim, você entra na conversa do jeito que preferir.Combinado? Então, bora lá entender O Império da IA com Karen Hao, no Boa Noite Internet.Cris: Karen Hao, bem-vinda ao Boa Noite Internet.Karen Hao: Obrigada pelo convite.Cris: Que bom ter você aqui. Espero que o Brasil esteja te tratando bem durante a Copa do Mundo — a gente veio falar sobre isso. Hoje é dia de falar de futebol, de Copa do Mundo, quais são as chances de cada país. Mas a primeira coisa que você precisa saber sobre essa conversa é que eu não sou jornalista. Não sei fazer isso. Peço desculpas antecipadas à sua profissão e ao seu ofício.Além disso, você foi enganada. Eu não estou aqui pra te entrevistar. Isso aqui é uma sessão de terapia. Você vai me ajudar a superar meus traumas.Porque eu sou da… do que eu chamo de “geração esquecida” — sou geração X, nasci nos anos 70. Esquecida porque, nessa guerra de gerações, as pessoas esquecem que a gente existe, e isso é incrível, porque a gente causou muito estrago no planeta. O Elon Musk é geração X, então é só isso que você precisa saber sobre a minha turma. Gente como ele, ou como Marc Andreessen… eu cresci lendo e assistindo à ficção científica que dizia que tecnologia é a melhor coisa do mundo, que ciência e engenheiros são incríveis e vão nos levar pra um lugar incrível.Sou uma daquelas pessoas que, quando a internet surgiu, falou: a paz mundial está logo ali. O conhecimento a um clique de distância, o futuro vai ser incrível. E aqui estamos nós. Então, quando usei o GPT pela primeira vez, e depois o ChatGPT, fiquei super empolgado. Foi a primeira vez, desde a internet, que eu fiquei realmente empolgado.Tenho até uma certa fama de ser mal-humorado com tecnologia: Bitcoin é lavagem de dinheiro, Clubhouse não presta — e as pessoas, ah, Clubhouse é a próxima grande coisa. Mas quando a IA chegou, eu falei: isso é importante. Só que eu já não era mais aquela criança dos anos 70. Tinha crescido, tinha visto o que aconteceu com a internet, tinha trabalhado numa big tech. E estava em desespero com o sistema em que a IA estava sendo construída.Dito tudo isso, o seu livro, aqui, já nas livrarias, recebe provavelmente o melhor elogio que eu posso dar: é otimista. Não é uma lista de reclamações e gente má fazendo coisas más. Claro, você fala muito sobre a OpenAI — ela é o fio condutor da história, especialmente aqueles quatro dias em que o Sam Altman saiu e voltou. E é muito divertido de ler. Mas você toma o cuidado de ser otimista.E uma das coisas que você menciona é como as pessoas na OpenAI, e em todas essas empresas, dizem: “isso é inevitável, a gente tem que fazer”. Quero falar sobre isso. Mas a gente tem que começar pela pergunta que você provavelmente ouve em todo podcast, a do título — Império da IA. Por que império?E acho que essa pergunta é ainda mais relevante no Brasil, país do sul global, colonizado. Por que império da IA?Karen Hao: Antes de mais nada, obrigada por dizer que o livro é otimista. Muita gente não reconhece isso, mas é verdade. Eu escrevo com um profundo otimismo de que os danos que a gente vê podem mudar. Não faria o trabalho que faço se não achasse que as coisas vão mudar.Sobre por que eu uso a expressão império, ou império da IA: a forma como empresas como a OpenAI operam é impressionantemente parecida com a dos impérios antigos. Eu traço quatro paralelos no livro. O primeiro é que elas reivindicam recursos que não são delas — os dados das pessoas, a propriedade intelectual de artistas, criadores como você, jornalistas.Segundo, elas exploram uma quantidade extraordinária de mão de obra. Isso vale tanto para os trabalhadores da cadeia de produção de IA, mal pagos e maltratados, que ainda assim geram uma riqueza extraordinária para essas empresas, quanto para os trabalhadores cujos empregos são automatizados e cujos direitos são corroídos pela implantação dessas tecnologias em diferentes setores.A terceira característica é que impérios controlam os fluxos de informação na sociedade. Essas empresas censuram a pesquisa fundamental sobre essas tecnologias, o que limita nossa capacidade de entender as verdadeiras limitações e capacidades dos modelos que desenvolvem. E estão criando uma tecnologia de informação que tentam transformar no portal único pelo qual qualquer pessoa se relaciona com o mundo.Esse portal impregna as ideologias do Vale do Silício, seus sistemas de valores, sua língua, e projeta a hegemonia do inglês. Isso influencia boa parte do conhecimento que a gente vai produzir daqui pra frente, porque cientistas e educadores usam essas plataformas e acabam perpetuando essas mesmas ideologias e valores.E o quarto e último paralelo é que impérios sempre se agarram a uma narrativa existencial ou moral sobre por que precisam existir. Essas empresas fazem a mesma coisa. Dizem que são o “império do bem”, numa missão civilizatória de trazer progresso e modernidade pra toda a humanidade, competindo contra um “império do mal” que ameaça mandar a humanidade pro inferno.Quando você conversa com algumas pessoas dentro dessas empresas, ou que as lideram, elas dizem: se você nos deixar construir uma inteligência artificial geral, que elas de alguma forma moldam como um deus, a gente vai acabar numa espécie de utopia, um paraíso onde a mudança climática é resolvida, o câncer é curado, a pobreza é aliviada.Mas, se os caras maus conseguirem isso antes, a gente pode acabar com todos os humanos mortos — um risco de extinção pra todos nós.Cris: E eles vêm dizendo isso há quase dez anos, e ainda usam como ferramenta. A gente está num país que foi influenciado por três impérios ao longo da história: Portugal, Inglaterra e agora os Estados Unidos. Então a gente olha pra essas empresas de um jeito meio cínico: sim, sim, já conhecemos essa história.Mas, ao mesmo tempo, ano passado, o Pew Research Center fez uma pesquisa sobre como o mundo enxerga a IA, e o sul global é bem mais otimista do que o norte. Uma das razões é a ideia de democratizar — não só informação, mas: ah, finalmente eu posso montar uma startup, sair desse lugar de exploração e criar o unicórnio de um bilhão de dólares. Os números são grandes na China. Países em desenvolvimento veem muito mais benefício do que risco na IA.China, 83%. Tailândia, 77%. Holanda, 36%. Canadá, 40%. Será que a gente está deixando passar alguma coisa? A gente está certo? Isso está democratizando mesmo? Até que ponto?Karen Hao: Provavelmente tem duas razões. Uma é que muitos dos danos que a indústria de IA causa à maioria global são bem escondidos. Ela se esforça muito pra esconder como polui o ambiente dessas comunidades, como explora e devasta a mão de obra, deixando traumas psicológicos — como documento no livro.E, recentemente, li um artigo de opinião no New York Times que trazia um bom ponto: muitas economias desenvolvidas estão especialmente atentas ao potencial da IA de desmontar oportunidades de emprego de tempo integral. A gente começa a ver isso cada vez mais. Já na maioria global, muito mais gente vive em economias informais, e aí a ideia de que a IA vai tomar um emprego de tempo integral não pesa tanto.Então os danos mais visíveis — a erosão do emprego formal de tempo integral — pesam mais no norte global, ou pelo menos é lá que as pessoas se sentem mais ansiosas. E os danos invisíveis, que atingem o sul global, ninguém percebe tanto, justamente porque são invisíveis. É meio por isso que tanta gente sente essa divisão que aparece na pesquisa do Pew.Cris: Eu tenho acompanhado as notícias sobre IA no Brasil, e toda semana tem um novo data center sendo construído em alguma cidade. Isso é vendido como uma coisa boa: que ótimo investimento, gera emprego. E me fez pensar de novo — a gente passou por três impérios, mas algumas famílias no Brasil, e aposto que em outros lugares também, estão no poder há 500 anos ao longo da história do país.Então, ao mesmo tempo, a gente pensa: é, estamos sendo explorados, é a mesma coisa. Eu já não tenho emprego, então deixa eu usar essa tecnologia pra melhorar minha vida. Mas as pessoas que realmente tomam as decisões, de novo, nos últimos 500 anos, se perguntaram: como a gente ajuda esse pessoal a explorar nosso país de um jeito que nos mantenha no poder e nos dê muito dinheiro?Mas também foi verdade que, sei lá, a Volkswagen abre uma fábrica no Brasil e aquilo gera emprego, contrata gente pro chão de fábrica e pros escritórios. Como é que isso é diferente com a IA?Karen Hao: De certa forma, não é diferente. Existe um fenômeno parecido: a indústria de IA terceiriza muitos dos trabalhos que ela não quer dentro dos centros de poder, e joga isso pra comunidades empobrecidas, do mesmo jeito que outras multinacionais fizeram por décadas.Mas também é diferente, porque a escala dos impactos trabalhistas e ambientais da IA é completamente outra, muito maior que a da indústria automobilística ou da moda. E a velocidade é outra, porque são tecnologias digitais que atravessam fronteiras muito rápido.E é diferente porque a maioria das pessoas não percebe que a IA, mesmo sendo tecnologia digital, tem uma cadeia de suprimentos muito física e intensiva em mão de obra manual.Quando você compra roupa, café, um carro, é mais óbvio que existem materiais que precisam ser extraídos e depois manuseados por pessoas pra criar aquele produto. Já com a IA, a maioria aceita a narrativa que o Vale do Silício projeta: a de que isso vem da “nuvem”, desses espaços etéreos que parecem nem existir no planeta. E a verdade é exatamente o oposto.Ela depende de uma quantidade extraordinária de extração mineral. Depende da construção de infraestruturas enormes — data centers, instalações de supercomputação espalhadas pelo mundo. E depende de muita, muita mão de obra manual: trabalhadores de dados que limpam, preparam e moderam o conteúdo dos sistemas de IA que chegam até você quando usa o ChatGPT.É isso que a torna tão diferente. E há também uma ideologia completamente diferente sustentando a expansão da IA. Quando você conversa com executivos da moda, eles não vão dizer: se você não comprar nossa roupa, vai pro inferno.Já a indústria de IA diz: se você não nos deixar capturar cada vez mais terra, mais recursos e mais mão de obra pra produzir essas tecnologias, vamos ter uma destruição civilizacional. Isso é, ao mesmo tempo, retórica política usada como arma pra moldar o debate público e a cabeça de quem formula políticas, e também está enraizado num sistema de crenças — algumas pessoas dentro dessas empresas realmente acreditam que, se uma AGI fosse construída, e construída nas mãos erradas, isso levaria mesmo a esse tipo de destruição.E é isso que move a sede cada vez maior da indústria por mais capital, mais recursos e mais terra.Cris: Eu quero falar sobre AGI, mas antes: ano passado, a OpenAI estava sendo processada no Reino Unido por violação de direitos autorais, basicamente todos os livros do mundo digitalizados e usados pra treinar modelos. E um dos executivos disse ao júri: bem, se a gente não puder fazer isso, fecha as portas. Me chocou que muita gente reagiu com um “ah, tá, o que a gente pode fazer? Eles vão fechar as portas”.Em parte porque a gente já está acostumado com essa narrativa. Outro dia, numa conferência, um ex-CEO dizia: a gente teve que usar embalagem de plástico porque é mais barata que papel, senão prejudicaria nosso resultado. E a plateia reagia: ah, então é só fechar as portas — a sociedade não pode arcar com isso.Mas isso também, como você disse, se conecta à ideia de uma grande missão, uma missão de salvar o mundo, que a gente precisa cumprir antes que seja tarde, senão estamos condenados. OpenAI está literalmente no nome — só que em português não é tão direto: é “inteligência artificial aberta”.Foi criada a partir de um sonho, um projeto que era pra ser uma coisa pro bem comum. Em 2019, num tempo bem distante, antes da pandemia, você cobriu a OpenAI, foi até o escritório deles, ficou lá dentro. O que você viu? E, mais importante, como essa missão mudou? O Elon Musk os processou outro dia justamente por mudarem a missão. Isso alguma vez foi verdade? Em algum momento eles pensaram mesmo “ah, a gente vai salvar o mundo”?Como essa narrativa de ser aberta funciona com a OpenAI?Karen Hao: Quando comecei a cobrir a OpenAI, levei a sério o que eles diziam — que tinham sido recrutados com a missão de beneficiar toda a humanidade. E aí, quando me infiltrei na empresa, fui ficando bem mais cética, porque via como eles operavam de um jeito completamente diferente, portas adentro, do que diziam em público.Diziam que iam publicar todas as pesquisas e abrir o código de tudo, e na prática eram uma das organizações mais secretas que já cobri. Eram muitas discrepâncias, e, na época, presumi que tinha havido algum tipo de corrupção que os levou a abandonar a missão original. Depois de cobrir a empresa por mais alguns anos e de trabalhar neste livro, mudei de ideia até sobre a missão original.Não acho mais que ela era um esforço sincero e generoso de beneficiar a humanidade. A missão foi criada pra dar à empresa — na época, uma organização sem fins lucrativos — uma margem de manobra extraordinária pra depois levantar muito capital, acumular muito talento e perseguir a força motriz de verdade por trás de tudo aquilo: se tornar a força dominante no desenvolvimento de IA.E penso assim agora porque, quando você olha pras narrativas de cada nova empresa de IA no começo — a Anthropic, a xAI, a Safe Superintelligence do Ilya Sutskever, a Thinking Machines Lab da Mira Murati —, todas usam a mesma narrativa da OpenAI: nós somos os mocinhos, eles são os bandidos.É por isso que precisamos criar uma nova empresa que avance a IA do nosso jeito, não do deles. E você começa a perceber, por esse padrão, que eles repetem a mesma coisa em parte porque acreditam nela até certo ponto, mas também porque ela funciona muito bem com a imprensa, com o público, com quem formula políticas.No livro, eu reproduzo os e-mails internos que Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman trocavam nos primeiros dias da OpenAI. Eles tinham plena consciência de que estavam criando uma missão que soasse bem para o público. E o propósito de verdade, que também deixaram registrado nesses e-mails, era vencer o Google. Viam o Google como a força dominante em IA e queriam ser eles essa força.Não gostavam de ver o Google na frente, então inventaram justificativas: o Google é uma empresa com fins lucrativos, então nós vamos ser sem fins lucrativos. Mas, no fundo, acho que era puro ego: tem que ser a gente, não eles, a gente quer ser quem lidera isso.E aí passaram um tempão moldando essa missão pública, que acabou sendo super útil pra recrutar o primeiro grupo de pesquisadores e turbinar o avanço deles.Cris: Então agora é um bom momento pra falar de AGI, a inteligência artificial geral. Muita gente pergunta: o que é AGI? O que “geral” quer dizer? E a impressão que peguei lendo seu livro é que, por design, isso nunca fica claro de verdade, porque é um alvo móvel. Essas empresas um dia vão dizer “chegamos, alcançamos a AGI”? Ou o plano é sempre “não, não, ainda não chegamos, me dá mais dinheiro, me dá mais poder”?Qual é o papel da AGI na narrativa dessas empresas?Karen Hao: Já que a gente está falando de ficção científica, eu costumo usar a analogia de que o mundo da IA é meio como Duna. Em Duna, o personagem principal, Paul Atreides, entende, ao chegar no planeta Arrakis, que o povo de lá foi semeado com um mito: o de que um dia viria um Messias pra libertá-los. Ele sabe que é um mito, mas decide entrar nele e agir como se fosse o Messias pra controlar melhor aquele povo.E, vivendo, respirando e encarnando esse mito dia após dia, ele começa a perder a noção de que é um mito. Passa a se perguntar se o mito era mesmo verdadeiro ou se foi ele quem o tornou verdadeiro. É essa confusão entre mito e realidade — ele vive num espaço intermediário, sem ter mais certeza do que é verdade e do que é ficção.E trago isso pra responder sobre a AGI porque a AGI é, ao mesmo tempo, um mito e algo que os líderes e os trabalhadores dessas empresas vivem, respiram e encarnam dia após dia, a ponto de perderem a noção do que é mito e do que é realidade. É a ideia de um sistema de IA teórico que um dia igualaria as capacidades humanas. Só que a gente nem tem consenso científico sobre o que é inteligência humana.Por isso, de certa forma, por design, é um termo bem maleável, que deixa essas empresas fazerem o que quiserem. Elas definem e redefinem a AGI conforme a necessidade, movem a trave pra onde quiserem. E, ao mesmo tempo, isso é sustentado por uma crença genuína de certas pessoas lá dentro, por causa dessa confusão entre mito e realidade. Pelas minhas contas, a OpenAI já usou pelo menos quatro definições diferentes de AGI.A primeira está no site deles: “sistemas altamente autônomos que superam humanos na maioria dos trabalhos economicamente valiosos”. É uma definição de automação do trabalho — eles dizem, de forma explícita, que estão atrás dos empregos mais bem pagos. A segunda apareceu no contrato com a Microsoft, por um tempo a maior investidora deles: ali, a AGI virou um sistema que geraria 100 bilhões de dólares em receita.Ou seja, uma definição feita pra incentivar a Microsoft a investir. Já o Sam Altman disse ao Congresso que AGI é um sistema que cura o câncer e resolve a mudança climática — uma definição de benefício social, muito útil quando você quer que os reguladores não te regulem.E, por fim, quando falam com o consumidor, dizem que vai ser o melhor assistente digital que você já teve — porque, claro, estão tentando vender o produto.E aí você percebe duas coisas. Primeiro, que é um conjunto de definições completamente incoerente. Segundo, que eles trocam de definição conforme o público que querem convencer. Mas também tem gente nessas empresas que acredita de verdade que está construindo uma tecnologia capaz de dar conta das quatro coisas.Então é uma realidade bem confusa e complicada: o que a AGI de fato é, e pra que ela serve, para essas empresas, para a agenda delas e também para as crenças delas.Cris: Como ex-funcionário da Meta — entrei em 2013 —, a missão era unir o mundo e torná-lo mais aberto e conectado. É uma missão incrível. E tem uma coisa que eu sempre digo, porque muito amigo meu vem falar comigo, “ah, esse cara da OpenAI, ou a própria Meta, são maus”. Eu conheci muita gente na empresa. Nunca conheci uma pessoa mal-intencionada.Todo mundo, independente da missão, era gente boa tentando entregar o melhor produto possível, pra dar poder a quem tem um pequeno negócio, por exemplo. Tenho amigos pessoais que construíram a empresa deles em cima da publicidade do Facebook e do Instagram. E esse é justamente o problema, porque ainda assim é uma corporação muito má, pelo que ela causa ao mundo pra bater as metas de negócio.Ou seja, você não precisa de um vilão tipo Lex Luthor pra causar um estrago desse tamanho no mundo. E adorei a referência a Duna. Duna é engraçado: é o livro que eu mais reli na vida que não foi escrito pelo Tolkien. Li o primeiro Duna umas três vezes, e toda vez é como se fosse um livro diferente. Na primeira, eu era adolescente, e era só o Paul Atreides, o cara durão.Na segunda, eu morava no Canadá e li com olhos de estrangeiro, pensando em colonização. E na terceira vez foi quando os filmes do Denis Villeneuve saíram, e aí era: ah, o Bene Gesserit criou esse mito, isso é meio pós-moderno. Narrativamente, fico me perguntando o que vai significar pra mim se eu ler uma quarta vez.Karen Hao: Eu ia te perguntar isso. Quando você disse que cresceu numa época cheia de ficção científica falando das maravilhas da tecnologia, fiquei curiosa: que histórias você estava lendo? Porque muita coisa que saiu nos anos 70 e 80 dizia exatamente o oposto. E muita gente já apontou que os executivos de tecnologia de hoje, que vivem citando essas histórias, interpretam elas justamente ao contrário da intenção original.Cris: Concordo plenamente. Mas, respondendo: foi basicamente Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. E é por isso mesmo — os executivos de tecnologia, e o Elon Musk mais que todos, leem esses livros como receita, não como aviso. O livro de que eu mais me lembro, nem lembro o título, era um do Asimov em que ele descreve o elevador espacial que aparece na série da Apple TV, Fundação.E o enredo é: eu sou esse engenheiro brilhante, quero construir essa coisa no Sri Lanka, mas o governo trava tudo com regulação — eu sou um gênio e a regulação é a vilã. Hoje eu leio e penso: ah, sei. Mas, quando garoto, era só “olha, um elevador espacial, que genial, a gente nem precisa de foguete”. E aí você começa a entender. E aí eu parei de ler esses caras.E passei a ler gente com uma visão completamente diferente: o Ted Chiang, que entrevistei ano passado, a N.K. Jemisin, o Cory Doctorow, de quem sou muito fã. E talvez eles sejam mais explícitos, pra gente burra como eu entender: “não, bobo, a analogia é essa”. Mas Duna era incrível — vermes gigantes de areia, o tal garoto durão, e aquela coisa do “eu não aceito o meu destino”.Tenho esse grande destino, mas não quero ele. Do resto da série eu já não gosto tanto. Mas o mais importante de tudo: Duna gerou o melhor GIF de filme de todos os tempos, o “Lisan al Gaib” do Javier Bardem — que eu devia ter colocado durante a sua explicação, aquele “uau, ele está cumprindo a profecia, agindo como o profeta”.Mas, de novo, falando de vilões: você mencionou que essas empresas se colocam como o bem contra o mal, feito impérios antigos. Só que elas também jogam a carta da China, né? “Se a gente não fizer, a Rússia faz primeiro.” Só que a Rússia começou uma guerra e está ocupada demais. “Mas a China chega lá, e é por isso que a gente tem que ser fechado.” É por isso que Mythos e Fable e agora o GPT-5.6 foram proibidos pelo governo. Isso tem fundamento?Quero saber se é possível a China competir — quero mesmo essa resposta — mas também porque, desde toda essa conversa do Fable-Mythos, países como Índia e Brasil vêm dizendo que precisam de um modelo soberano. Dá pra fazer, ou a OpenAI, a Anthropic e o Google estão tão à frente que já não dá?Karen Hao: Sobre a China: você está certíssimo, o Vale do Silício usou por anos a carta do “e a China?” pra escapar de qualquer responsabilização de verdade. Fizeram muito isso na era das redes sociais.A Meta fez muito isso, com o Mark Zuckerberg dizendo ao governo dos EUA: vocês não podem nos regular, senão a gente perde. Mas, se a gente ganhar, vai ter um efeito liberalizante no mundo e nas democracias em todo lugar. E, infelizmente, o que a gente viu foi que jogar essa carta repetidamente produziu exatamente o efeito contrário do que o Vale do Silício prometeu.Uma das empresas de rede social dominantes dessa era é a ByteDance. Ou seja, mesmo sem regulação das redes sociais nos EUA, existe uma empresa chinesa de rede social bem dominante. E as redes sociais estadunidenses acabaram tendo um efeito antiliberal no mundo — é bastante consensual que enfraqueceram democracias em todo lugar. E aí, na era da IA, elas seguiram jogando a mesma carta.Mas o que eu sempre aponto é que a gente definitivamente não devia acreditar nelas. Já existe evidência significativa de que tudo o que elas dizem está, de novo, se provando o oposto. Elas disseram: não regulem a gente como empresas de IA, regulem a China, via controles de exportação — um mecanismo do governo dos EUA com alcance extraterritorial.Só que as empresas chinesas agora estão produzindo modelos de IA de código aberto extremamente eficientes, que viraram super populares no próprio Vale do Silício. Existe um monte de startup de lá que prefere usar modelo chinês a OpenAI, Anthropic ou Google.Então, nesse sentido, é um conjunto de evidências bem decisivo, acho, pra mostrar que a gente devia simplesmente responsabilizar essas empresas, não importa o que digam sobre “ah, vamos perder pra China”. No fim das contas, é só retórica política. Não é um argumento real que elas consigam sustentar pra escapar da responsabilização.Responsabilizá-las vai fortalecer a democracia pelo mundo, vai trazer mais direitos humanos, trabalhistas e de privacidade de dados pras pessoas — é sempre o contrário do que elas dizem que aconteceria. E, sobre a sua pergunta em torno da IA soberana: acho a ideia realmente importante, mas acho também que muitos países estão meio confusos sobre o que querem dizer com isso.Muitos governos, hoje, pensam a IA soberana pela pergunta: a gente consegue construir o nosso próprio ChatGPT? O nosso próprio grande modelo de linguagem, o nosso sistema de IA generativa? Estão olhando só pro modelo que o Vale do Silício já definiu e tentando descobrir como recriar aquilo.E o que eu digo pra quem formula políticas é: defina pra que a IA serve no seu país, no seu contexto. Quais são, no fim das contas, os objetivos do seu país? Os objetivos do seu povo? E também os nossos objetivos coletivos, entre países?Porque a gente tem, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Já definimos coletivamente que há coisas que precisamos resolver juntos: superar a crise climática, reduzir a pobreza, melhorar a educação.E, enquanto o Vale do Silício adora dizer que está fazendo tudo isso, na prática não está. Mas a gente poderia — poderia desenvolver, de forma colaborativa, sistemas de IA que realmente avançassem em cada um desses objetivos coletivos que já acordamos.E cada país também devia fazer o exercício: quais objetivos você quer alcançar, e que tipos de sistema de IA você poderia desenhar pra chegar lá — sistemas que talvez não se pareçam em nada com um grande modelo de linguagem. Se os países fizessem isso, acho que descobririam que a maioria dos sistemas de que precisam exigiria muito menos recursos.Ou seja, contextos como o Brasil, a Índia e outros, quando não precisam competir construindo essas infraestruturas de computação gigantescas e gastando centenas de bilhões de dólares, na verdade já têm, localmente, todos os recursos necessários pra desenvolver um sistema de IA soberano.Cris: Quando ouvi falar do seu livro pela primeira vez, uma amiga me disse que você não poupa ninguém — fala mal do Sam Altman, mas também do Dario Amodei. E as pessoas costumam escolher um lado. Eu sou time Claude, odeio o ChatGPT, essas coisas. Então cheguei no livro pensando: ah, é mais um livro dizendo que a IA é terrível, que a gente não devia usar IA.Mas, conforme fui lendo, e ouvindo outras entrevistas suas, me pareceu que o seu problema é justamente o que você acabou de descrever: a forma como essa tecnologia é feita. E, em especial, a palavra escala — a ideia de que a solução é a escala. O que você quer dizer com isso?Karen Hao: Eu costumo usar a analogia de que “IA” é como a palavra “transporte”: na verdade se refere a uma coleção de tecnologias que vão da bicicleta ao foguete. São tipos bem, bem diferentes de tecnologia, que exigem insumos diferentes pra se desenvolver e depois têm impactos diferentes na sociedade.E você está certo: sou especificamente crítica ao que chamo de “foguetes da IA”, os sistemas que os impérios da IA estão desenvolvendo, aqueles que exigem uma quantidade enorme de exploração de mão de obra e extração ambiental.E sou bem otimista com o que chamo de “bicicletas da IA”: sistemas especializados, eficientes, com bom custo-benefício, governáveis pelas pessoas, cujo desenvolvimento pode ser participativo. Países como o Brasil, o Chile, a Índia, qualquer contexto, têm recursos pra desenvolver e se autodefinir, em vez de simplesmente herdar um sistema criado pelos dois únicos centros do mundo capazes de gastar uma quantidade extraordinária de capital: o Vale do Silício e o ecossistema tecnológico chinês.E o motivo pelo qual eu acho tão corrosivo o que os impérios da IA estão desenvolvendo é exatamente o que você disse: a forma como eles fazem isso, por um mecanismo de força bruta pra avançar as capacidades da IA em escala. Eles vão simplesmente empurrando cada vez mais dados de treinamento nesses modelos, e isso exige corroer a privacidade das pessoas, tomar a propriedade intelectual delas e, ainda por cima, baixa a qualidade dos dados que entram nos modelos — o que leva aos danos de exploração de mão de obra, porque aí você tem que dar conta da moderação de conteúdo.E aí você tem pessoas psicologicamente traumatizadas por serem expostas a todo aquele conteúdo horrível que se tenta “lavar” através desses modelos.E aí vem o problema dessas infraestruturas de computação enormes, com impactos ambientais que aumentam a conta de luz das comunidades que as hospedam e agravam a crise de custo de vida. Elas precisam ser alimentadas por fontes fósseis, que jogam mais carbono na atmosfera e mais poluição no ar dessas comunidades.Então todos os problemas que eu identifico, no que têm de corrosivo, derivam inteiramente da abordagem deles pro desenvolvimento de IA. Por que não descartar a abordagem, em vez de descartar a tecnologia? Redefinir e redesenhar de que tipos de sistema de IA a gente precisa de verdade, com uma cadeia de suprimentos fundamentalmente diferente. E isso não é exclusivo da IA.A gente já viu muitas outras indústrias que começaram com uma cadeia de suprimentos bem ruim. A moda, por exemplo: muita degradação ambiental, muita exploração de mão de obra.Com muita organização, protesto, ação de consumidores, regulação governamental e cooperação entre governos, a gente conseguiu criar mercados novos pra moda sustentável e ética, cadeias de suprimentos novas e inovações pra fazer roupa mais saudável pras pessoas e pro planeta.E é basicamente isso que eu defendo: transformar a indústria de IA do mesmo jeito que transformamos a moda, e as cadeias de suprimento de alimentos. Assim a gente fica com os benefícios da tecnologia, ajuda ela a avançar os objetivos que importam pra gente, sem jogar uma fração enorme da população mundial numa condição atrasada e numa qualidade de vida pior.Cris: O Brasil está agora, no Congresso, discutindo a escala de seis dias por semana. A regra atual é: você trabalha seis dias e descansa um. E muitas empresas, o comércio principalmente, dizem “vamos fechar as portas”, e os trabalhadores respondem “isso é problema seu, não meu”. É mais ou menos a mesma narrativa dessas empresas de IA: se eu não usar a sua água, a Idade das Trevas está chegando.Falando em Idade das Trevas, e falando em bicicleta: a sua analogia me lembrou uma coisa. Eu gosto de jogo de zumbi, de mundo aberto, e em nenhum deles tem bicicleta. Num desses jogos, instalei um plugin que deixava andar de bicicleta — você acha uma e sai pedalando. E aí entendi por que não tem bicicleta: desbalanceia tudo. Parte da graça do jogo é você precisar achar um carro, e daí pneu, gasolina, comida pra carregar. De bicicleta, você vai a qualquer lugar.E eu pensei: ah, é. Meio que estraguei o jogo pra mim, porque agora tenho uma bicicleta, é incrível. Enfim, em termos práticos: no fim do ano passado, uns meses atrás, a revista Wired publicou um artigo pedindo pra jornalistas de tecnologia contarem como usam IA no trabalho. E cada um usava de um jeito. Você usa IA no seu trabalho? Como?Karen Hao: Eu não uso nenhum sistema de IA generativa no trabalho — nem ChatGPT, nem Gemini, nem Claude. Por três motivos. O primeiro é uma postura ética, depois de tanto investigar essas empresas. O segundo é privacidade de dados: eu investigo essas empresas.Não quero que elas conheçam todo o meu raciocínio enquanto eu apuro o livro, literalmente investigando elas. E o terceiro é que, no meu caso específico, a força do meu trabalho está na capacidade de construir relações fortes com as fontes, pela empatia, e de contar histórias envolventes, pela narrativa. E os grandes modelos de linguagem simplesmente não são a ferramenta certa pra nenhuma das duas coisas.Não vão melhorar a minha empatia nem a minha escrita. Então eu não perco nada com essa postura ética: simplesmente corto essas ferramentas e sigo fazendo o meu trabalho muito bem. Pra outros jornalistas pode ser diferente, e pra quem está em outras áreas o cálculo pode ser outro.Mas eu incentivo as pessoas a pensarem primeiro: quais são as suas forças no trabalho? Quais são os seus objetivos? E aí ir de trás pra frente pra descobrir se a IA é a ferramenta certa, qual tipo de IA é a ferramenta certa, e qual fornecedor você quer de fato usar, apoiar, votar com os pés. Agora, eu uso, sim, IA preditiva.Aquelas ferramentas de IA especializadas, as “bicicletas da IA”, digamos. No livro, tinha um detalhe que eu queria muito ilustrar: como a OpenAI deu um salto quando passou de organização sem fins lucrativos a um empreendimento bancado pela Microsoft. Percebi que as cadeiras do escritório ficaram bem mais caras. Então fotografei as cadeiras de um escritório e as do outro.E joguei tudo na busca reversa de imagens do Google, que é um sistema de IA especializado — não é baseado em grandes modelos de linguagem, não é IA generativa. Assim descobri quanto essas cadeiras costumam custar. No primeiro escritório, cerca de 2 mil dólares por cadeira. No segundo, eram cadeiras de um designer brasileiro famoso, uns 10 mil dólares cada.Coloquei esse detalhe no livro pra ilustrar o tipo de riqueza e de concentração de recursos de que a gente está falando. Esses são alguns dos jeitos como eu uso IA, ainda que de forma bem limitada, sempre pontual, quando acho que vai ajudar. E, claro, uso ferramentas de transcrição por IA — outra IA especializada — em todas as minhas entrevistas.Cris: Essa foi uma das partes em que a minha cabeça explodiu, eu nunca tinha percebido: a OpenAI criou o Whisper. Deixa eu dizer de outro jeito, do meu ponto de vista. A OpenAI liberou abertamente essa ferramenta incrível de transcrição, o Whisper, em que eu jogo o áudio e ela me devolve as palavras que as pessoas disseram. E eu pensei: ah, que generoso da parte deles.Mas o motivo real de terem criado a ferramenta foi pegar todos os vídeos do YouTube, transcrever e alimentar a máquina. E aí é: ah, claro. Enfim, falando de ferramentas e de otimismo — a gente está chegando ao fim da conversa. Eu tenho uma regra desde o episódio dois deste programa, há oito anos: de novo, como eu disse do seu livro, não pode ser só uma lista de reclamações e coisa ruim. E a gente tem se saído bem até aqui.Você falou de caminhos e de bicicletas, mas eu quero ser mais específico. Se isso aqui fosse uma reunião de negócios: qual é o plano de ação, quais são os próximos passos? Só que uma das coisas que eu repito bastante, na vida e neste programa, é que problema sistêmico não se resolve com ação individual. Se eu tomar banhos mais curtos, isso nunca vai salvar o planeta do aquecimento global.E muitos amigos meus simplesmente: não quero falar de IA, não quero usar IA. Voltando aos videogames: leram que tal jogo usa IA e pronto, não vão jogar. E a minha primeira pergunta pra você é: como a gente ocupa esses espaços da IA generativa — ChatGPT, Gemini e por aí vai? Porque o que a gente viu com as redes sociais foi: ah, o Facebook é do mal, vou sair do Facebook. Ah, vou sair do Twitter.E, na esperança de quê, sei lá, talvez alguém diga: ah, sinto falta do Cris, cadê ele? Ah, está no Bluesky. Mas isso deixa o espaço aberto pra os radicais entrarem e postarem o que quiserem, sem ninguém contrapor ou tornar aquilo um lugar melhor. Então como a gente ocupa o espaço da IA — seja qual for a definição de “espaço da IA” que você preferir — com todos esses problemas que a gente vem discutindo?Karen Hao: Acho que tem duas categorias de ação pra gente pensar. Uma é desmantelar o império. A outra é investir e construir novos tipos de sistema de IA, que se tornem alternativas às tecnologias do império. Quando eu digo desmantelar o império, não estou dizendo que quero que a OpenAI, o Google, a Anthropic, seja quem for, simplesmente deixem de existir.É que eu não quero que elas sejam imperiais. Não quero que fiquem extraindo uma quantidade extraordinária de valor sem redistribuir nada em troca. Se elas voltassem a ser negócios que praticam uma troca justa de valor com o mundo, eu ficaria perfeitamente feliz com qualquer tecnologia que estivessem desenvolvendo.E a forma de desmantelar o império, acho, se resume a muita organização de base, que vai pressionar os governos a regular e responsabilizar essa indústria. No último ano, a gente viu uma quantidade incrível dessa organização de base florescendo pelo mundo.Recentemente, lancei com um grupo de jornalistas, pesquisadores de IA e acadêmicos críticos um projeto chamado AI Resist List, que busca documentar parte dessa organização de base pelo mundo. A gente encontrou cerca de 30 exemplos, de todas as regiões, de ações individuais, institucionais e movidas pela comunidade.Tinha ação artística, ação política. E isso mostra bem o seu ponto: não dá pra contar só com a ação individual, mas o indivíduo pode, sim, ter impacto. Até uma ação pequena pode gerar um grande efeito cascata. Claro que se juntar com os vizinhos pra protestar contra o data center é ainda mais eficaz. Se juntar dentro da sua escola ou universidade pra protestar contra a parceria dela com uma empresa de IA também é mais eficaz.Se juntar com os colegas de trabalho de um setor pra barrar a adoção de uma IA que corrói os direitos trabalhistas é mais um jeito eficaz. A gente tem um monte desses exemplos. Um dos meus favoritos é o de uma comunidade sobre a qual escrevi no livro, Quilicura, no Chile, na periferia de Santiago. É uma comunidade da classe trabalhadora, bem pobre, que vem sendo alvo incessante da expansão de data centers.E por isso protestaram de forma bem aguerrida contra essa expansão, porque não acharam bom negócio hospedar essas instalações sem tirar nenhum benefício, enquanto elas consomem uma parte significativa dos recursos naturais da região.E, logo depois que escrevi sobre eles, foram além na resistência e criaram uma plataforma chamada Quili.ai. É um site em que você entra e que parece um chatbot, parece o ChatGPT: tem uma interface de chat pra você digitar. Só que, quando você faz uma pergunta, em vez de um modelo de IA responder, a mensagem é encaminhada pra alguém que mora em Quilicura, no Chile. Aí, se você pede “quero a imagem de um cachorro”, aquilo vai pro artista local deles, o Benji. Ele pega um pedaço de papel, desenha um cachorro, tira uma foto e te manda de volta.Eles fizeram isso essencialmente como um projeto de arte performática, pra fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de usar IA generativa pra bobagem. A mensagem era: ei, quando você fica brincando com essas ferramentas em pedido besta, isso afeta comunidades como a nossa, drena os recursos de que a gente precisa pra viver bem.E também queriam levar as pessoas a pensar: por que não perguntar pra alguém da sua própria comunidade aquela receita que você procurava, ou pedir aquela imagem? Porque aí você reconstrói as conexões que estão tão em falta na sociedade — a falta delas é o que nos deixa mais vulneráveis a esse tipo de colonização do império.Eles deixaram o projeto aberto por 24 horas, e qualquer pessoa no mundo podia mandar um pedido. Receberam uma quantidade extraordinária deles. Viralizou de vez. E essa cidadezinha conseguiu uma virada enorme de narrativa sobre a suposta inevitabilidade e necessidade dessa tecnologia, sobre tudo o que o Vale do Silício diz — que, se você não usar, vai ficar pra trás de quem usa.E esse é só um exemplo, entre muitos, de como pessoas comuns, não importa a sua posição na sociedade, podem ter impacto real no debate, na consciência pública e até na regulação. A gente está vendo isso agora com os protestos contra data centers. Nos EUA, em 2025, cerca de 150 bilhões de dólares em projetos de data center foram travados.Isso virou uma das questões políticas mais quentes nos EUA para as próximas eleições de meio de mandato. Tem gente eleita sendo literalmente tirada do cargo por ter aprovado data centers, contrariando a vontade do povo. E isso já está tendo efeito real sobre as empresas e sobre a trajetória do desenvolvimento de IA.A OpenAI teve que encerrar recentemente a sua ferramenta de geração de vídeo, o Sora. Quando lançaram, apresentaram como o segundo produto mais importante desde o ChatGPT. O que aconteceu entre o lançamento e o fim? Uma reportagem do Wall Street Journal apontou três motivos, todos moldados por ação de base. Um: um gargalo enorme de capacidade de computação.Muitos dos data centers travados ou parados eram da OpenAI. Dois: um cenário financeiro bem mais incerto. A OpenAI está se preparando pro IPO, o que significa ficar mais exposta a Wall Street — e Wall Street está cada vez mais nervoso com a capacidade dessas empresas de cumprir o que prometem.E aí a OpenAI teve que reforçar alguns projetos paralelos pra fazer o balanço parecer um pouco melhor aos olhos de Wall Street. E, terceiro: os consumidores simplesmente não estavam usando o produto — o que também é ação coletiva de consumidores. Então, por todo esse tipo de resistência, de várias formas, de baixo pra cima, as pessoas estão de fato tendo impacto real na indústria e responsabilizando ela.Essa é a primeira categoria de ação. A segunda é: ok, que tecnologias de IA a gente usaria como alternativa? E aí a gente precisa investir mais nelas. Muitas vezes, quando converso sobre o livro, a pessoa diz: ok, me convenci de que não quero usar ChatGPT, não quero usar Claude — mas então uso o quê no lugar?E o problema é que eu não tenho muitas respostas pra essa lista de alternativas. Tem umas poucas aqui e ali, uma plataforma, uma empresa.Cris: Dá pra rodar o modelo no seu próprio computador, como o Cory Doctorow faz, mas aí é limitado e…Karen Hao: Exatamente, exige mais habilidade técnica. Mas, pra quem consegue instalar modelos de código aberto no próprio computador, eu incentivo 100%. Só que a gente também precisa de mais gente desenvolvendo interfaces bem fáceis pra esses modelos de código aberto, pra que qualquer pessoa consiga usar.A gente também precisa de mais gente desenvolvendo “bicicletas da IA”, de investidores e governos investindo mais nesse tipo de solução, e de talento — pesquisadores de IA, desenvolvedores e outras pessoas dispostas a sacrificar um pouco e abrir mão dos pacotes de remuneração enormes.Cris: Eu estava começando a achar que agora as empresas precisam ter menos lucro — e isso nunca vai acontecer.Karen Hao: Não, não é a empresa ter menos lucro. É o trabalhador topar abrir mão do pacote de milhões de dólares pra levar o talento dele pra outro lugar. Mais fácil, bem mais fácil. Eu converso com muito pesquisador de IA cansado da abordagem da indústria, porque ela é completamente sem criatividade intelectual.Eu conversei com pesquisadores que não passaram seis anos num doutorado em IA só pra ficar empurrando mais dados na máquina — pra eles, é o trabalho mais chato do mundo. E depois automatizar a programação, que era justamente o que eles gostavam de fazer. Converso com tanta gente que já não acha graça nenhuma nisso. Estão meio presos por “algemas de ouro”.E estão tentando descobrir, dentro de si, que carreira alternativa poderiam ter. Eu costumo incentivar esses pesquisadores a gastar o talento deles construindo um tipo diferente de empresa, que trabalhe com “bicicletas da IA”. E a gente já começa a ver cada vez mais desse talento indo por aí.E a gente precisa que todas as facetas da sociedade invistam num ecossistema muito mais robusto e rico de tecnologias de IA, capaz de substituir as que hoje dominam. Eu ainda tenho as cicatrizes das minhas próprias “algemas de ouro”, mas concordo plenamente.Cris: E as redes sociais são o exemplo — veja o que aconteceu com elas. Tem aquela frase famosa: as mentes mais brilhantes da minha geração passam o tempo fazendo as pessoas clicarem em anúncios. E ainda dizem: ah, isso pode ser o futuro. Pois é.Você contou a história do Quili.ai e isso me lembrou um dos primeiros criadores de conteúdo do Brasil, o Cid Não Salvo. Uns 10, 15 anos atrás, ele tuitou o seguinte: “Gente, eu disse pro meu pai que, sempre que ele precisar pesquisar alguma coisa na internet, é pra ir no Twitter.com e digitar a pergunta na caixa”. E olha que ele tinha milhões de seguidores.E, por uns bons dias, quase um mês, você entrava no Twitter do pai dele e via perguntas tipo “onde eu compro pizza?”. Era engraçadíssimo. No fim, ele contou pro pai — ou talvez não. Mas eu adoro essa ideia. Antes de a gente terminar: você já deve ter respondido isso mil vezes, mas vai continuar cobrindo IA? O que está na sua cabeça, o que vem por aí? Turnê mundial? O que vem pela frente?Karen Hao: Com certeza estou pensando em como continuar responsabilizando essas empresas. Estou envolvida em várias colaborações, com gente incrível, em diferentes projetos ligados a isso. O AI Resist List foi um deles. Também co-criei um programa chamado AI Spotlight Series, com o Pulitzer Center, uma organização jornalística sem fins lucrativos que financia jornalismo investigativo pelo mundo.É um programa que treina jornalistas do mundo inteiro a cobrir IA por uma lente de responsabilização. Até agora, já treinamos mais de 3 mil. E eu sigo pensando em como construir mais capacidade dentro do jornalismo, da sociedade civil, de outros contextos, pra mobilizar ainda mais essa organização de base — pra conter de verdade os impérios da IA e ajudar a desmantelá-los.Cris: Adorei o seu exemplo da moda. É possível, já foi feito. Ou até a indústria automotiva. Ou o grande exemplo que a gente não mencionou, e que o pessoal da OpenAI vive citando: o Projeto Manhattan, a energia nuclear.O mundo não acabou. Quando eu era criança lendo Asimov, achava que ia tudo acabar num fogo nuclear. Enfim — alguma última palavra, alguma mensagem, algum palpite pros jogos do Brasil na Copa, alguma coisa que você queira dizer antes da gente encerrar?Karen Hao: No fim das contas, o que eu espero que fique desta conversa e do livro é o seguinte: neste momento, o Vale do Silício está concebendo a IA como um projeto político. E a característica central desse projeto é tirar a autonomia de todo mundo — a autonomia de moldar de verdade o próprio futuro e o nosso futuro coletivo. Mas, no instante em que você reconhece que já tem uma autonomia significativa pra resistir, o império começa a desmoronar.Então espero que as pessoas encontrem a própria voz, a afirmem, conquistem o seu lugar à mesa e se conectem com os vizinhos, com a comunidade, com os colegas de trabalho, pra criar mais movimentos juntos.Cris: Que ótimo. Karen Hao, o seu livro é O Império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total. Obrigado por vir ao Brasil conversar com a gente. Foi um prazer.Karen Hao: Muito obrigada.Uma das primeiras perguntas que anotei quando comecei a pensar nessa conversa foi justamente a do final, a da ocupação de espaços. Porque, como eu disse, quando as redes sociais chegaram para ficar, muita gente falou “ah, não vou usar, é do mal” — e aí as pessoas ruins, vamos chamar assim, acabam ocupando esse espaço e falando o que bem entendem. A gente precisa aprender essa lição agora, no mundo da IA.Fora que vejo muita gente falando de IA sem nunca ter usado — ou que usou, sei lá, dois anos atrás, acha que continua tudo igual e já diz que não quer chegar perto.E por quê? Porque essa abordagem de ocupar espaços é o que eu e a Ana Freitas buscamos fazer no IA em Curso, nossa comunidade de letramento contínuo em IA. Foi, aliás, uma conversa que tive com a Karen antes da entrevista: ao mesmo tempo que a gente fala do impacto da IA no mundo, também precisa focar no que é prático, no que dá para fazer hoje com IA, sem vender sonho nem desastre. A analogia que usei foi a de que é que nem quando a gente fazia curso de Word e Excel — é o que eu faço agora que vai facilitar minha vida, me fazer ganhar tempo, botar a IA para me ajudar. Quem viu minha conversa com a Ana aqui no Boa Noite Internet, no fim de 2025, sabe do que estou falando. Se não viu, volta lá e confere.Desde que a gente lançou este episódio, o IA em Curso já passou de 400 pessoas. Tem muita gente colocando projetos pessoais incríveis na rua, tirando do papel aquela ideia que rondava a cabeça há um tempão. E a comunidade tem mentoria ao vivo, aula gravada, newsletter, banco de agentes, grupo de Telegram… que mais? O que não falta é jeito de passar para você o conhecimento sobre IA de que você precisa hoje, agora. Quero te dar a bússola para navegar nesse universo.Se esse é o tipo de abordagem que você quer ter com a IA, passa lá no iaemcurso.com.br e usa o cupom BNI2026 para ganhar 20% de desconto no plano anual. Mas corre, porque daqui a duas semanas vou apagar esse cupom — não é todo dia que a gente dá um desconto desses.É isso. Boa Noite Internet, temporada 2026 começando — como todo ano, com mudança, ideia, projeto. Ou, como diz minha citação preferida de todos os tempos: “vivemos uma fase de transição, como sempre”. Espero ver você por aqui e lá no IA em Curso.Obrigado pelo seu tempo e pela sua atenção. Até o próximo episódio. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe

The Mind Of George Show
How to Write Words That Sell and Create Lifelong Customers in 2026 with Jon Benson

The Mind Of George Show

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 66:51


He didn't just popularize the video sales letter. He invented it. The format that now generates over $14 billion a year in revenue, that was Jon Benson. But the thing he's most obsessed with has nothing to do with tactics. It's this: you never have to lie in your copy. You just have to be brave enough to tell the entire truth. Jon Benson is a copywriter, AI pioneer, and the inventor of the Video Sales Letter. In this conversation, he and George unpack what it actually means to write from your values, why compelling always beats convincing, how to use AI without losing your human voice, and why the businesses that last are the ones built on genuine connection, not persuasion tricks. What You'll Learn In This Episode: Why selling to everyone is a scarcity mindset and what to do instead The difference between compelling and convincing (and why one is manipulation) How to turn any feature into a benefit with two words: "so you can" Why your values, embedded in your copy, attract the exact buyers you want How Jon uses AI to write copy that sounds exactly like him, on his best day The human element Jon insists on inside every AI-powered product he builds What the rise of AI is actually doing to buyer demand for connection The free tool Jon built to help you find your buyer profile and value language Key Takeaways: ✔️If you have to convince someone, you're manipulating them. If you compel them, you're leveraging what they already hold to be true. One builds trust. One erodes it. ✔️Selling to everyone means resonating with no one. Narrow your avatar to one person, their values will seep into your copy naturally. ✔️The "so you can" formula: add it to any feature and your brain has to complete the benefit. That's where emotion lives. ✔️Values embedded in copy aren't obvious to the reader, they're felt. The right person can't explain why your copy speaks to them. They just know it does. ✔️AI gives you leverage, but it gives back exactly the quality of knowledge you put in. You still have to know what good copy feels like to direct it. ✔️The human component isn't optional. Jon does live coaching every Friday with Benson members because without it, a tool is just a tool. ✔️As AI automates more, buyer demand for genuine human connection increases. Buying cycles are getting longer, relationship is the difference. ✔️The telltale signs of bad AI copy: em dashes everywhere, three rhetorical questions in a row, and no tension. Learn to spot them. Then fix them. Timestamps & Highlights: [00:00] — The man who invented the VSL and the copy philosophy behind it [01:20] — Welcome: decades at the forefront of copy, marketing, and now AI [03:52] — Why this AI moment is not a phase and what it means for your business [07:00] — Compelling vs. convincing: the distinction that changes everything [08:00] — Writing to one person: how Agora does it and why it works [12:35] — Values in copy: how they attract ideal buyers without being obvious [14:00] — The "so you can" framework: turning features into emotional benefits [18:00] — Copy audit: the questions to ask before anything goes live [30:00] — Why Jon still writes manually despite building the best AI copy tool [39:00] — AI and knowledge: why what you put in determines what you get out [42:00] — Humanized AI and why live coaching is non-negotiable inside BNSN [46:00] — Buying cycles are expanding and human connection is why [52:00] — How Jon trained his AI clone Isaac on 20 years of his own emails [58:00] — Em dashes, rhetorical questions, and the telltale signs of bad AI copy [1:02:00] — Free buyer profile tool and where to find Jon [1:04:00] — George's closing: communication is a required life skill, keep the muscle sharp Connect with Jon Benson: Jon Benson is the inventor of the Video Sales Letter, a copywriter, entrepreneur, and AI pioneer. His platform BNSN (bnsn.ai) is trained exclusively on high-converting copy and built for small business owners who sell good things to good people. He runs weekly live coaching inside The Conversion Lab with his wife Olya, a psychologist and success coach. Website: jonbenson.com/subscribe  Instagram: instagram.com/itsjonbenson  Platform: bnsn.ai  Free Buyer Profile Tool: freebuyerprofile.com Your Challenge This Week: Start with the free tool: freebuyerprofile.com, pull your values, find your tone, and see what shifts in how you write. Then connect with Jon at jonbenson.com or follow him on Instagram. Follow George: @itsgeorgebryant Work with George:The Alliance: Community for entrepreneurs who know relationships beat algorithms.  1:1 Coaching: Limited spots. Apply at mindofgeorge.com/coaching-consultingLive Retreats — In-person experiences for entrepreneurs ready to communicate with clarity and conviction.

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