Central public space in ancient Greek city-states
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Posso fazer algumas perguntas?Não precisa responder para mim. Responda para você.Quando foi a última vez que você exigiu dos outros algo que você mesmo não estava conseguindo entregar?Você cobra pontualidade… mas chega no horário?Cobra respeito… mas respeita?Pede comprometimento… mas demonstra comprometimento?Pede que as pessoas “vistam a camisa”… mas elas têm vontade de vestir a camisa de alguém que não dá o exemplo?É curioso como nós gostamos de ensinar.Hoje existem livros, cursos, palestras e milhares de pessoas dizendo como liderar, como educar, como empreender, como construir uma família melhor.Mas a vida continua ensinando uma verdade muito simples: palavras convencem por alguns minutos. O exemplo convence por uma vida inteira.Pense na pessoa que mais marcou a sua história.Provavelmente você não lembra de tudo o que ela disse.Mas lembra exatamente de como ela vivia.Os filhos observam.Os funcionários observam.Os colegas observam.As pessoas não seguem discursos. Elas seguem coerência.Talvez a pergunta mais importante desta manhã não seja: “O que eu estou dizendo?”Talvez seja: “O que a minha vida está dizendo quando eu fico em silêncio?”Porque falar… qualquer um fala.Agora, viver aquilo que se acredita… essa continua sendo uma das maiores demonstrações de liderança.Que hoje a gente fale um pouco menos… e inspire um pouco mais pelo exemplo.Um excelente dia para você.
Posso fazer algumas perguntas?Não precisa responder para mim. Responda para você.Quando foi a última vez que você exigiu dos outros algo que você mesmo não estava conseguindo entregar?Você cobra pontualidade… mas chega no horário?Cobra respeito… mas respeita?Pede comprometimento… mas demonstra comprometimento?Pede que as pessoas “vistam a camisa”… mas elas têm vontade de vestir a camisa de alguém que não dá o exemplo?É curioso como nós gostamos de ensinar.Hoje existem livros, cursos, palestras e milhares de pessoas dizendo como liderar, como educar, como empreender, como construir uma família melhor.Mas a vida continua ensinando uma verdade muito simples: palavras convencem por alguns minutos. O exemplo convence por uma vida inteira.Pense na pessoa que mais marcou a sua história.Provavelmente você não lembra de tudo o que ela disse.Mas lembra exatamente de como ela vivia.Os filhos observam.Os funcionários observam.Os colegas observam.As pessoas não seguem discursos. Elas seguem coerência.Talvez a pergunta mais importante desta manhã não seja: “O que eu estou dizendo?”Talvez seja: “O que a minha vida está dizendo quando eu fico em silêncio?”Porque falar… qualquer um fala.Agora, viver aquilo que se acredita… essa continua sendo uma das maiores demonstrações de liderança.Que hoje a gente fale um pouco menos… e inspire um pouco mais pelo exemplo.Um excelente dia para você.
Tarrasque na Bota apresenta: Caravana para Ein Arris, uma aventura do RPG GURPS 4e. Episódio 12 – O convento. Em meio às areias escaldantes do deserto, um grupo de aventureiros se une à Caravana para Ein Arris em busca de glória, riquezas e histórias dignas de bardos. Cada parada é uma nova cidade, cada noite sob as estrelas pode ser a última... e cada decisão pode mudar o rumo da jornada. Bandidos, tempestades de areia, segredos antigos e intrigas comerciais aguardam aqueles corajosos o bastante para proteger a caravana e conquistar seu próprio destino! ⚔️✨ ATENÇÃO: Esse podcast é recomendado para maiores de 16 anos. Com a participação de: Arlira - Mestre Luciano Abel - Lisan Vinicius - Barkd Taia Heitor - Goopu Fovo - Livia Pimpão - Sawt Rafael47 - Halmaro Fernando - Tsorvano Edição de: Vinicius Watzl Uma produção RPG Next. NOVIDADE!!! Para tornar a sua experiência ainda mais fácil e prática, agora disponibilizamos nossos conteúdos exclusivos do Apoia.se também no Spotify! Assim, você pode acessar tudo em um só lugar, sem precisar alternar entre plataformas. Quer saber como ativar essa opção e ouvir nossos episódios exclusivos diretamente no Spotify? Acesse este artigo com o passo a passo: https://suporte.apoia.se/hc/pt-br/articles/30944727495579-Ou%C3%A7a-%C3%A1udios-exclusivos-da-APOIA-se-no-Spotify Obrigado por apoiar nosso trabalho! Seu suporte faz toda a diferença. Boletim Informativo RPG Next https://bit.ly/boletim-informativo-rpg-next O RPG Next agora tem um grupo oficial no Telegram! Venha trocar ideias, compartilhar suas aventuras e se conectar com outros jogadores apaixonados por RPG. Entre agora e faça parte dessa comunidade épica: https://t.me/RpgNextOficial . Acesse nossos conteúdos antecipados e exclusivos pelo APP do Apoia-se Disponível para Android e iOS! 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O Mundial acabou. Agora só em 2030. A Espanha saiu com o título num jogo em que teve o domínio absoluto do jogo. Falei, obviamente, disto e de todas as nuances à volta da final, mas também da incrível jogatana de futebol (ou hóquei em patins) de atribuição do 3º/4º e do sentido que este jogo pode fazer.Ainda houve um espaço para falar dos mercados de SL Benfica, FC Porto e Sporting CP.
O apito final deixou os argentinos em um doloroso silêncio. Aos poucos, a tristeza por uma derrota tão perto do quarto título mundial passou a conviver com o orgulho. A iminente despedida de Lionel Messi também levou os argentinos às ruas para agradecer ao ídolo. Márcio Resende, correspondente da RFI em Buenos Aires Quem desembarcou em Buenos Aires depois de um voo que coincidiu com a final da Copa do Mundo teve a impressão de que a Argentina havia sido campeã. Milhares de torcedores, nas principais cidades do país, lotaram avenidas e praças para homenagear a seleção argentina. A celebração também foi uma forma de amenizar a dor da derrota na final. “Simplesmente, acho que temos de agradecer a esta seleção. Chegamos até aqui. É uma equipe maravilhosa. Eles realmente deram tudo de si. Simplesmente, obrigado e desejo o melhor para eles”, diz a torcedora Marta Feijoo, 67. Matías Ferreira, 38, também enaltece o desempenho da seleção argentina nesta Copa. “A garra que os jogadores demonstraram em cada partida, o feito que alcançaram, o orgulho que nos deram, a forma como nos representaram, inclusive contra a Inglaterra, uma ferida nossa. Hoje, infelizmente, não foi possível, mas temos de apoiar os jogadores quando voltarem. Temos de recebê-los, porque o que eles fizeram é algo do qual devemos nos orgulhar”, diz Matías. A ansiedade de uma final de Copa do Mundo e uma atuação apagada em campo foram sentidas no principal parque de Buenos Aires, onde mais de 50 mil pessoas assistiram à partida. Aos poucos, a tensão deu lugar à angústia. Pela primeira vez nesta Copa do Mundo, os argentinos tiveram reações tímidas e quase não cantaram, um comportamento irreconhecível para uma torcida considerada incansável, mesmo diante da adversidade. Ainda com lágrimas nos olhos, Santino, 10, reconhece que a Argentina não jogou bem. “A Espanha jogou muito bem. Por isso, mereceu o segundo título mundial. Nós não jogamos bem. Paciência. Agora, temos que sair daqui chateados e um pouco tristes, sem a Copa do Mundo. Vamos continuar em busca do nosso quarto título em 2030”, conforma-se. Patricia Castellini, 57, ficou abalada com o gol da Espanha na prorrogação. “Estou muito triste. Esses jogadores mereciam ganhar. São pessoas muito boas e batalhadoras. De qualquer forma, fica o nosso orgulho”, afirma. “Tenho orgulho da nossa seleção e orgulho de ser argentina, mas não estou triste porque não acho que tenhamos fracassado. Chegar a uma final não é fácil. Além disso, sou filha de um espanhol. Então, as emoções se misturam”, conta Nélida Pinal, 58. Ao contrário dos ingleses, os argentinos não cultivam rivalidade com a Espanha. A maioria das famílias argentinas descende de espanhóis e italianos. Orgulho e tristeza por Messi A tristeza não se deve apenas à derrota, mas também à provável despedida de Lionel Messi das Copas do Mundo. Kevin Calo, 17, emociona-se ao imaginar essa ausência no futuro. “É muito triste porque eu não queria que a última Copa do Mundo do Messi terminasse assim. Agora, sem o Messi, vai ser doloroso. Desde que acompanho futebol, o Messi está na seleção. E vê-lo partir também será horrível”, diz Kevin. Julia Pinal, 59, vê um vazio na seleção argentina sem Messi, assim como aconteceu após a saída de Diego Maradona. “Como Messi, acho que não haverá outro. Houve um Maradona, houve um Messi. Mas não haverá outro Messi. Vai ser difícil encontrar alguém como ele. Acho que vai ser difícil”, acredita. A superstição de Julia ao longo das duas últimas Copas do Mundo era usar uma máscara de Lionel Messi nos momentos difíceis da seleção, como se incorporasse o personagem de seu herói. Desta vez, o ritual da sorte não deu resultado. “Nem com a máscara do Messi foi possível. Mas estou satisfeita porque essa equipe nos deu muitas alegrias”, conforma-se. Victor Hugo, 38, diz que “vai levar Messi para sempre no coração”. “Porque Messi nos deu muitas alegrias. Messi sai de cena, mas tenho fé de que os demais vão saber vestir essa camisa. Estamos derrotados, mas este é o início de um novo ciclo na Argentina”, observa, otimista. Mas o pequeno Santino sintetiza o temor da maioria. “Não tenho a menor ideia de como será o novo ciclo da Argentina sem Messi, mas sei que vamos perder um pouco de força”, conclui. Celebrações e feriado nacional A seleção argentina deve chegar à capital do país ainda nesta segunda-feira (20), por volta das 17h. O presidente Javier Milei disse que vai decretar um feriado de 24 horas, dependendo do que os jogadores e a comissão técnica decidirem sobre uma celebração. O mais provável é que, diante do clamor popular, haja uma celebração na terça-feira (21). Milhares de torcedores permaneceram nas ruas até a madrugada, como se comemorassem a conquista de um título. No centro de Buenos Aires, houve distúrbios e confrontos com a polícia. De um lado, garrafas e pedras; do outro, balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo. Dez pessoas ficaram feridas, sete delas policiais. Quinze pessoas foram presas.
Entre Espanha e Argentina, o futebol mostrou, mais uma vez, que nunca se separa da política. As acusações de racismo contra os dois países não devem deixar esquecer que o esporte deve ser também um espaço de resistência. Thomás Zicman de Barros, analista político Apesar de só ter marcado no final da prorrogação, não há dúvida de que a Espanha dominou a final da Copa do Mundo contra a Argentina. Muita gente no Brasil comemorou a derrota dos nossos vizinhos. Para além da rivalidade e do futebol ruim apresentado pela alviceleste, muitos justificavam a torcida por motivos políticos. Como disse antes mesmo do início do torneio, política e futebol são inseparáveis. Para alguns, torcer pela Argentina significaria legitimar o racismo que marca o país. Houve até quem transformasse essa escolha numa forma conveniente de expiar o racismo brasileiro, apontando o dedo para os outros. A Argentina convive, sim, com um grave problema de racismo. Os episódios se repetem nas arquibancadas, nas redes sociais e, por vezes, entre os próprios jogadores. O silêncio de muitos de seus principais atletas diante desse fenômeno também é eloquente. Como se diz hoje, não basta não ser racista: é preciso ser antirracista. Neste aspecto, porém, a Espanha também leva cartão vermelho. Trata-se do país onde Vini Jr. foi alvo de uma escancarada campanha racista, que no entanto tentaram apagar. Até mesmo Javier Tebas, presidente da La Liga, em vez de enfrentar o racismo que se abatia contra o jogador, insinuou que era Vinicius que provocava as torcidas. Fenômeno atravessa séculos O racismo espanhol e argentino vem de longa data. A Espanha foi uma das grandes potências coloniais da era moderna. Ainda que tenha perdido esse protagonismo ao longo do século XX, enfrentando décadas de decadência, conservou por muito tempo uma imagem de si mesma como centro civilizador. A Argentina percorreu uma história diferente, mas chegou a um lugar parecido. Desde o século XIX, parte das elites de Buenos Aires procurou apresentar o país como uma espécie de Europa transplantada para a América do Sul. Domingo Faustino Sarmiento, intelectual que viria a ser presidente do país, resumiu esse projeto na fórmula que atravessou gerações: "civilização ou barbárie". A civilização era a Europa. A barbárie eram os povos indígenas, os mestiços, os gaúchos, todos aqueles que não cabiam no ideal de uma nação branca e europeia. Mas há algo curioso nessa frase. Se Sarmiento precisou opor civilização e barbárie é porque a chamada “barbárie” não branca existia e resistia. E isso vale para os dois finalistas desta Copa do Mundo. A Espanha nunca foi apenas Madri. É, na prática, uma comunidade plurinacional, onde catalães, bascos, galegos e tantos outros disputam há séculos diferentes maneiras de entender o próprio país. Foi também nessas periferias que se organizaram algumas das resistências mais duradouras ao franquismo. E a Espanha do século XXI tampouco é a Espanha sonhada pelos nacionalistas. É um país profundamente transformado pela imigração. Basta olhar para Lamine Yamal, prodígio da seleção espanhola, para perceber isso. Ele é o filho de imigrantes que mostra que a Espanha real é muito mais diversa do que o imaginário construído pelos supremacistas. Algo parecido se vê na Argentina. Por trás da fantasia de uma nação exclusivamente europeia sempre existiu outro país: indígena, mestiço, popular. A Argentina dos chamados cabecitas negras, mobilizados pelo peronismo contra as elites portenhas. Uma Argentina que nunca aceitou desaparecer. Maradona: a Argentina que resiste Maradona talvez tenha sido seu símbolo mais poderoso. Reivindicava sua origem guarani, fazia questão de afirmar sua identidade latino-americana, abraçava causas anti-imperialistas quando isso podia custar muito caro. Era, talvez sem o dizer, a revanche daquela Argentina que Sarmiento havia chamado de “barbárie”. É curioso notar que os jogadores argentinos de hoje, tão omissos quando o assunto é racismo, tenham encontrado tanta convicção para defender a soberania argentina sobre as Malvinas. Depois da vitória sobre a Inglaterra, exibiram uma faixa reafirmando a reivindicação do arquipélago. O gesto lembrava algo que Hannah Arendt observou ao analisar o imperialismo moderno: as hierarquias raciais e a lógica imperial nasceram da mesma visão de mundo. Não é possível combater uma e ignorar completamente a outra. Nada disso transforma a Argentina em exemplo de antirracismo. Nem absolve a Espanha de sua dificuldade em enfrentar o preconceito arraigado. Agora, se política e futebol são inseparáveis, é preciso celebrar os momentos de resistência. O futebol continuará sendo um campo de disputa. Que seja também um espaço de luta antirracista.
A Provedora de Justiça (que pede contas ao Ministério da Educação), Fernando Alexandre (que teve mais um fim de semana de problemas) e Luís Neves (que continua no pântano) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Solução efetiva para o futebol brasileiro
O Império da IA, com Karen HaoEm 2019 — tempos mais simples! — a jornalista Karen Hao foi fazer o primeiro “perfil” jornalístico da sua carreira, aquelas reportagens em que um jornalista passa dias acompanhando uma pessoa ou empresa, uma coisa meio biografia, meio retrato congelado no tempo.A tal empresa era uma startup do Vale do Silício, ainda pequena e desconhecida dos meros mortais como eu e você, mas que hoje é a mais valiosa da história: a OpenAI, também conhecida como “a criadora do ChatGPT”.A Karen Hao vendeu o projeto do perfil para o MIT Technology Review porque a OpenAI parecia, naquela época, uma startup diferente. O “open” no nome nasceu da visão de que inteligência artificial é um assunto tão importante para o futuro da humanidade que precisava ser explorado de um jeito aberto, compartilhando conhecimento com todo mundo, e mais preocupado em proteger esse tal futuro do que em só gerar lucro.Hoje, aqui direto de 2026, a gente já sabe que não foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a OpenAI se transformou numa empresa oficialmente voltada para o lucro como qualquer outra e chegou a ser processada por Elon Musk — um dos apoiadores iniciais do projeto — por quebrar essa promessa de ser ‘open'. Em maio, o Elno perdeu a causa, e a OpenAI agora se prepara para lançar as ações na bolsa e, pelos números atuais, já largar valendo mais de 1 trilhão de dólares.Mesmo em 2019, a Karen Hao sentiu que todo esse papo de “open” não era bem assim: segredos e competitividade em todas as conversas que ela ouvia na empresa. Publicou o tal perfil contando isso e o pessoal da OpenAI… não gostou muito. Achou que ela ia só falar bem deles, e a empresa cortou contato com ela por três anos.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.Até que, em maio do ano passado, ela lançou nos EUA o livro O império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total, que segue contando a história da OpenAI — e abre com a bizarra saída do Sam Altman, demitido do cargo de CEO por “nem sempre falar a verdade” ao conselho da empresa, para voltar quatro dias depois nos braços dos funcionários.Mas esse livro não é exatamente uma biografia da OpenAI. Para mim, é mais um retrato de todo o sistema empresarial em que vivemos hoje — inteligência artificial ou não. O importante é que ele acabou de sair no Brasil pela Editora Rocco, que me procurou para saber se eu queria entrevistá-la aqui no programa, aproveitando que ela veio participar do Esquenta do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. O congresso, aliás, acontece dia 30 de julho — vai lá no site da Abraji saber mais, quem sabe comprar seu ingresso.Mas enfim, claro que eu queria conversar com ela. Obrigado, Abraji, obrigado, pessoal da Rocco, pelo presente. Quem me conhece sabe que IA agora é um assunto muuuito importante no meu trabalho. Eu fico aqui tentando navegar o meio do caminho entre o fim do mundo exterminador do futuro e a utopia vendida por muita gente. Não acredito em nenhum dos dois cenários, falei disso com a Karen antes e durante a conversa. Mas no final da entrevista a gente volta para falar não só disso, como também de como o IA em Curso, minha comunidade de letramento contínuo em IA, se conecta com tudo. Com promoção? Pode ser. Quem ficar até o fim, verá.A entrevista foi gravada em inglês — a Karen também fala mandarim, mas não fala brazilian —, então vai funcionar assim. Se ouvir no áudio, vai ser a versão original, do mesmo jeito que foi com o Ted Chiang ano passado, para você botar o seu cursinho para trabalhar. Aqui no site boanoiteinternet.com.br você está acompanhando a transcrição completa traduzida, se quiser ler enquanto ouve. E no YouTube tem uma versão legendada. Assim, você entra na conversa do jeito que preferir.Combinado? Então, bora lá entender O Império da IA com Karen Hao, no Boa Noite Internet.Cris: Karen Hao, bem-vinda ao Boa Noite Internet.Karen Hao: Obrigada pelo convite.Cris: Que bom ter você aqui. Espero que o Brasil esteja te tratando bem durante a Copa do Mundo — a gente veio falar sobre isso. Hoje é dia de falar de futebol, de Copa do Mundo, quais são as chances de cada país. Mas a primeira coisa que você precisa saber sobre essa conversa é que eu não sou jornalista. Não sei fazer isso. Peço desculpas antecipadas à sua profissão e ao seu ofício.Além disso, você foi enganada. Eu não estou aqui pra te entrevistar. Isso aqui é uma sessão de terapia. Você vai me ajudar a superar meus traumas.Porque eu sou da… do que eu chamo de “geração esquecida” — sou geração X, nasci nos anos 70. Esquecida porque, nessa guerra de gerações, as pessoas esquecem que a gente existe, e isso é incrível, porque a gente causou muito estrago no planeta. O Elon Musk é geração X, então é só isso que você precisa saber sobre a minha turma. Gente como ele, ou como Marc Andreessen… eu cresci lendo e assistindo à ficção científica que dizia que tecnologia é a melhor coisa do mundo, que ciência e engenheiros são incríveis e vão nos levar pra um lugar incrível.Sou uma daquelas pessoas que, quando a internet surgiu, falou: a paz mundial está logo ali. O conhecimento a um clique de distância, o futuro vai ser incrível. E aqui estamos nós. Então, quando usei o GPT pela primeira vez, e depois o ChatGPT, fiquei super empolgado. Foi a primeira vez, desde a internet, que eu fiquei realmente empolgado.Tenho até uma certa fama de ser mal-humorado com tecnologia: Bitcoin é lavagem de dinheiro, Clubhouse não presta — e as pessoas, ah, Clubhouse é a próxima grande coisa. Mas quando a IA chegou, eu falei: isso é importante. Só que eu já não era mais aquela criança dos anos 70. Tinha crescido, tinha visto o que aconteceu com a internet, tinha trabalhado numa big tech. E estava em desespero com o sistema em que a IA estava sendo construída.Dito tudo isso, o seu livro, aqui, já nas livrarias, recebe provavelmente o melhor elogio que eu posso dar: é otimista. Não é uma lista de reclamações e gente má fazendo coisas más. Claro, você fala muito sobre a OpenAI — ela é o fio condutor da história, especialmente aqueles quatro dias em que o Sam Altman saiu e voltou. E é muito divertido de ler. Mas você toma o cuidado de ser otimista.E uma das coisas que você menciona é como as pessoas na OpenAI, e em todas essas empresas, dizem: “isso é inevitável, a gente tem que fazer”. Quero falar sobre isso. Mas a gente tem que começar pela pergunta que você provavelmente ouve em todo podcast, a do título — Império da IA. Por que império?E acho que essa pergunta é ainda mais relevante no Brasil, país do sul global, colonizado. Por que império da IA?Karen Hao: Antes de mais nada, obrigada por dizer que o livro é otimista. Muita gente não reconhece isso, mas é verdade. Eu escrevo com um profundo otimismo de que os danos que a gente vê podem mudar. Não faria o trabalho que faço se não achasse que as coisas vão mudar.Sobre por que eu uso a expressão império, ou império da IA: a forma como empresas como a OpenAI operam é impressionantemente parecida com a dos impérios antigos. Eu traço quatro paralelos no livro. O primeiro é que elas reivindicam recursos que não são delas — os dados das pessoas, a propriedade intelectual de artistas, criadores como você, jornalistas.Segundo, elas exploram uma quantidade extraordinária de mão de obra. Isso vale tanto para os trabalhadores da cadeia de produção de IA, mal pagos e maltratados, que ainda assim geram uma riqueza extraordinária para essas empresas, quanto para os trabalhadores cujos empregos são automatizados e cujos direitos são corroídos pela implantação dessas tecnologias em diferentes setores.A terceira característica é que impérios controlam os fluxos de informação na sociedade. Essas empresas censuram a pesquisa fundamental sobre essas tecnologias, o que limita nossa capacidade de entender as verdadeiras limitações e capacidades dos modelos que desenvolvem. E estão criando uma tecnologia de informação que tentam transformar no portal único pelo qual qualquer pessoa se relaciona com o mundo.Esse portal impregna as ideologias do Vale do Silício, seus sistemas de valores, sua língua, e projeta a hegemonia do inglês. Isso influencia boa parte do conhecimento que a gente vai produzir daqui pra frente, porque cientistas e educadores usam essas plataformas e acabam perpetuando essas mesmas ideologias e valores.E o quarto e último paralelo é que impérios sempre se agarram a uma narrativa existencial ou moral sobre por que precisam existir. Essas empresas fazem a mesma coisa. Dizem que são o “império do bem”, numa missão civilizatória de trazer progresso e modernidade pra toda a humanidade, competindo contra um “império do mal” que ameaça mandar a humanidade pro inferno.Quando você conversa com algumas pessoas dentro dessas empresas, ou que as lideram, elas dizem: se você nos deixar construir uma inteligência artificial geral, que elas de alguma forma moldam como um deus, a gente vai acabar numa espécie de utopia, um paraíso onde a mudança climática é resolvida, o câncer é curado, a pobreza é aliviada.Mas, se os caras maus conseguirem isso antes, a gente pode acabar com todos os humanos mortos — um risco de extinção pra todos nós.Cris: E eles vêm dizendo isso há quase dez anos, e ainda usam como ferramenta. A gente está num país que foi influenciado por três impérios ao longo da história: Portugal, Inglaterra e agora os Estados Unidos. Então a gente olha pra essas empresas de um jeito meio cínico: sim, sim, já conhecemos essa história.Mas, ao mesmo tempo, ano passado, o Pew Research Center fez uma pesquisa sobre como o mundo enxerga a IA, e o sul global é bem mais otimista do que o norte. Uma das razões é a ideia de democratizar — não só informação, mas: ah, finalmente eu posso montar uma startup, sair desse lugar de exploração e criar o unicórnio de um bilhão de dólares. Os números são grandes na China. Países em desenvolvimento veem muito mais benefício do que risco na IA.China, 83%. Tailândia, 77%. Holanda, 36%. Canadá, 40%. Será que a gente está deixando passar alguma coisa? A gente está certo? Isso está democratizando mesmo? Até que ponto?Karen Hao: Provavelmente tem duas razões. Uma é que muitos dos danos que a indústria de IA causa à maioria global são bem escondidos. Ela se esforça muito pra esconder como polui o ambiente dessas comunidades, como explora e devasta a mão de obra, deixando traumas psicológicos — como documento no livro.E, recentemente, li um artigo de opinião no New York Times que trazia um bom ponto: muitas economias desenvolvidas estão especialmente atentas ao potencial da IA de desmontar oportunidades de emprego de tempo integral. A gente começa a ver isso cada vez mais. Já na maioria global, muito mais gente vive em economias informais, e aí a ideia de que a IA vai tomar um emprego de tempo integral não pesa tanto.Então os danos mais visíveis — a erosão do emprego formal de tempo integral — pesam mais no norte global, ou pelo menos é lá que as pessoas se sentem mais ansiosas. E os danos invisíveis, que atingem o sul global, ninguém percebe tanto, justamente porque são invisíveis. É meio por isso que tanta gente sente essa divisão que aparece na pesquisa do Pew.Cris: Eu tenho acompanhado as notícias sobre IA no Brasil, e toda semana tem um novo data center sendo construído em alguma cidade. Isso é vendido como uma coisa boa: que ótimo investimento, gera emprego. E me fez pensar de novo — a gente passou por três impérios, mas algumas famílias no Brasil, e aposto que em outros lugares também, estão no poder há 500 anos ao longo da história do país.Então, ao mesmo tempo, a gente pensa: é, estamos sendo explorados, é a mesma coisa. Eu já não tenho emprego, então deixa eu usar essa tecnologia pra melhorar minha vida. Mas as pessoas que realmente tomam as decisões, de novo, nos últimos 500 anos, se perguntaram: como a gente ajuda esse pessoal a explorar nosso país de um jeito que nos mantenha no poder e nos dê muito dinheiro?Mas também foi verdade que, sei lá, a Volkswagen abre uma fábrica no Brasil e aquilo gera emprego, contrata gente pro chão de fábrica e pros escritórios. Como é que isso é diferente com a IA?Karen Hao: De certa forma, não é diferente. Existe um fenômeno parecido: a indústria de IA terceiriza muitos dos trabalhos que ela não quer dentro dos centros de poder, e joga isso pra comunidades empobrecidas, do mesmo jeito que outras multinacionais fizeram por décadas.Mas também é diferente, porque a escala dos impactos trabalhistas e ambientais da IA é completamente outra, muito maior que a da indústria automobilística ou da moda. E a velocidade é outra, porque são tecnologias digitais que atravessam fronteiras muito rápido.E é diferente porque a maioria das pessoas não percebe que a IA, mesmo sendo tecnologia digital, tem uma cadeia de suprimentos muito física e intensiva em mão de obra manual.Quando você compra roupa, café, um carro, é mais óbvio que existem materiais que precisam ser extraídos e depois manuseados por pessoas pra criar aquele produto. Já com a IA, a maioria aceita a narrativa que o Vale do Silício projeta: a de que isso vem da “nuvem”, desses espaços etéreos que parecem nem existir no planeta. E a verdade é exatamente o oposto.Ela depende de uma quantidade extraordinária de extração mineral. Depende da construção de infraestruturas enormes — data centers, instalações de supercomputação espalhadas pelo mundo. E depende de muita, muita mão de obra manual: trabalhadores de dados que limpam, preparam e moderam o conteúdo dos sistemas de IA que chegam até você quando usa o ChatGPT.É isso que a torna tão diferente. E há também uma ideologia completamente diferente sustentando a expansão da IA. Quando você conversa com executivos da moda, eles não vão dizer: se você não comprar nossa roupa, vai pro inferno.Já a indústria de IA diz: se você não nos deixar capturar cada vez mais terra, mais recursos e mais mão de obra pra produzir essas tecnologias, vamos ter uma destruição civilizacional. Isso é, ao mesmo tempo, retórica política usada como arma pra moldar o debate público e a cabeça de quem formula políticas, e também está enraizado num sistema de crenças — algumas pessoas dentro dessas empresas realmente acreditam que, se uma AGI fosse construída, e construída nas mãos erradas, isso levaria mesmo a esse tipo de destruição.E é isso que move a sede cada vez maior da indústria por mais capital, mais recursos e mais terra.Cris: Eu quero falar sobre AGI, mas antes: ano passado, a OpenAI estava sendo processada no Reino Unido por violação de direitos autorais, basicamente todos os livros do mundo digitalizados e usados pra treinar modelos. E um dos executivos disse ao júri: bem, se a gente não puder fazer isso, fecha as portas. Me chocou que muita gente reagiu com um “ah, tá, o que a gente pode fazer? Eles vão fechar as portas”.Em parte porque a gente já está acostumado com essa narrativa. Outro dia, numa conferência, um ex-CEO dizia: a gente teve que usar embalagem de plástico porque é mais barata que papel, senão prejudicaria nosso resultado. E a plateia reagia: ah, então é só fechar as portas — a sociedade não pode arcar com isso.Mas isso também, como você disse, se conecta à ideia de uma grande missão, uma missão de salvar o mundo, que a gente precisa cumprir antes que seja tarde, senão estamos condenados. OpenAI está literalmente no nome — só que em português não é tão direto: é “inteligência artificial aberta”.Foi criada a partir de um sonho, um projeto que era pra ser uma coisa pro bem comum. Em 2019, num tempo bem distante, antes da pandemia, você cobriu a OpenAI, foi até o escritório deles, ficou lá dentro. O que você viu? E, mais importante, como essa missão mudou? O Elon Musk os processou outro dia justamente por mudarem a missão. Isso alguma vez foi verdade? Em algum momento eles pensaram mesmo “ah, a gente vai salvar o mundo”?Como essa narrativa de ser aberta funciona com a OpenAI?Karen Hao: Quando comecei a cobrir a OpenAI, levei a sério o que eles diziam — que tinham sido recrutados com a missão de beneficiar toda a humanidade. E aí, quando me infiltrei na empresa, fui ficando bem mais cética, porque via como eles operavam de um jeito completamente diferente, portas adentro, do que diziam em público.Diziam que iam publicar todas as pesquisas e abrir o código de tudo, e na prática eram uma das organizações mais secretas que já cobri. Eram muitas discrepâncias, e, na época, presumi que tinha havido algum tipo de corrupção que os levou a abandonar a missão original. Depois de cobrir a empresa por mais alguns anos e de trabalhar neste livro, mudei de ideia até sobre a missão original.Não acho mais que ela era um esforço sincero e generoso de beneficiar a humanidade. A missão foi criada pra dar à empresa — na época, uma organização sem fins lucrativos — uma margem de manobra extraordinária pra depois levantar muito capital, acumular muito talento e perseguir a força motriz de verdade por trás de tudo aquilo: se tornar a força dominante no desenvolvimento de IA.E penso assim agora porque, quando você olha pras narrativas de cada nova empresa de IA no começo — a Anthropic, a xAI, a Safe Superintelligence do Ilya Sutskever, a Thinking Machines Lab da Mira Murati —, todas usam a mesma narrativa da OpenAI: nós somos os mocinhos, eles são os bandidos.É por isso que precisamos criar uma nova empresa que avance a IA do nosso jeito, não do deles. E você começa a perceber, por esse padrão, que eles repetem a mesma coisa em parte porque acreditam nela até certo ponto, mas também porque ela funciona muito bem com a imprensa, com o público, com quem formula políticas.No livro, eu reproduzo os e-mails internos que Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman trocavam nos primeiros dias da OpenAI. Eles tinham plena consciência de que estavam criando uma missão que soasse bem para o público. E o propósito de verdade, que também deixaram registrado nesses e-mails, era vencer o Google. Viam o Google como a força dominante em IA e queriam ser eles essa força.Não gostavam de ver o Google na frente, então inventaram justificativas: o Google é uma empresa com fins lucrativos, então nós vamos ser sem fins lucrativos. Mas, no fundo, acho que era puro ego: tem que ser a gente, não eles, a gente quer ser quem lidera isso.E aí passaram um tempão moldando essa missão pública, que acabou sendo super útil pra recrutar o primeiro grupo de pesquisadores e turbinar o avanço deles.Cris: Então agora é um bom momento pra falar de AGI, a inteligência artificial geral. Muita gente pergunta: o que é AGI? O que “geral” quer dizer? E a impressão que peguei lendo seu livro é que, por design, isso nunca fica claro de verdade, porque é um alvo móvel. Essas empresas um dia vão dizer “chegamos, alcançamos a AGI”? Ou o plano é sempre “não, não, ainda não chegamos, me dá mais dinheiro, me dá mais poder”?Qual é o papel da AGI na narrativa dessas empresas?Karen Hao: Já que a gente está falando de ficção científica, eu costumo usar a analogia de que o mundo da IA é meio como Duna. Em Duna, o personagem principal, Paul Atreides, entende, ao chegar no planeta Arrakis, que o povo de lá foi semeado com um mito: o de que um dia viria um Messias pra libertá-los. Ele sabe que é um mito, mas decide entrar nele e agir como se fosse o Messias pra controlar melhor aquele povo.E, vivendo, respirando e encarnando esse mito dia após dia, ele começa a perder a noção de que é um mito. Passa a se perguntar se o mito era mesmo verdadeiro ou se foi ele quem o tornou verdadeiro. É essa confusão entre mito e realidade — ele vive num espaço intermediário, sem ter mais certeza do que é verdade e do que é ficção.E trago isso pra responder sobre a AGI porque a AGI é, ao mesmo tempo, um mito e algo que os líderes e os trabalhadores dessas empresas vivem, respiram e encarnam dia após dia, a ponto de perderem a noção do que é mito e do que é realidade. É a ideia de um sistema de IA teórico que um dia igualaria as capacidades humanas. Só que a gente nem tem consenso científico sobre o que é inteligência humana.Por isso, de certa forma, por design, é um termo bem maleável, que deixa essas empresas fazerem o que quiserem. Elas definem e redefinem a AGI conforme a necessidade, movem a trave pra onde quiserem. E, ao mesmo tempo, isso é sustentado por uma crença genuína de certas pessoas lá dentro, por causa dessa confusão entre mito e realidade. Pelas minhas contas, a OpenAI já usou pelo menos quatro definições diferentes de AGI.A primeira está no site deles: “sistemas altamente autônomos que superam humanos na maioria dos trabalhos economicamente valiosos”. É uma definição de automação do trabalho — eles dizem, de forma explícita, que estão atrás dos empregos mais bem pagos. A segunda apareceu no contrato com a Microsoft, por um tempo a maior investidora deles: ali, a AGI virou um sistema que geraria 100 bilhões de dólares em receita.Ou seja, uma definição feita pra incentivar a Microsoft a investir. Já o Sam Altman disse ao Congresso que AGI é um sistema que cura o câncer e resolve a mudança climática — uma definição de benefício social, muito útil quando você quer que os reguladores não te regulem.E, por fim, quando falam com o consumidor, dizem que vai ser o melhor assistente digital que você já teve — porque, claro, estão tentando vender o produto.E aí você percebe duas coisas. Primeiro, que é um conjunto de definições completamente incoerente. Segundo, que eles trocam de definição conforme o público que querem convencer. Mas também tem gente nessas empresas que acredita de verdade que está construindo uma tecnologia capaz de dar conta das quatro coisas.Então é uma realidade bem confusa e complicada: o que a AGI de fato é, e pra que ela serve, para essas empresas, para a agenda delas e também para as crenças delas.Cris: Como ex-funcionário da Meta — entrei em 2013 —, a missão era unir o mundo e torná-lo mais aberto e conectado. É uma missão incrível. E tem uma coisa que eu sempre digo, porque muito amigo meu vem falar comigo, “ah, esse cara da OpenAI, ou a própria Meta, são maus”. Eu conheci muita gente na empresa. Nunca conheci uma pessoa mal-intencionada.Todo mundo, independente da missão, era gente boa tentando entregar o melhor produto possível, pra dar poder a quem tem um pequeno negócio, por exemplo. Tenho amigos pessoais que construíram a empresa deles em cima da publicidade do Facebook e do Instagram. E esse é justamente o problema, porque ainda assim é uma corporação muito má, pelo que ela causa ao mundo pra bater as metas de negócio.Ou seja, você não precisa de um vilão tipo Lex Luthor pra causar um estrago desse tamanho no mundo. E adorei a referência a Duna. Duna é engraçado: é o livro que eu mais reli na vida que não foi escrito pelo Tolkien. Li o primeiro Duna umas três vezes, e toda vez é como se fosse um livro diferente. Na primeira, eu era adolescente, e era só o Paul Atreides, o cara durão.Na segunda, eu morava no Canadá e li com olhos de estrangeiro, pensando em colonização. E na terceira vez foi quando os filmes do Denis Villeneuve saíram, e aí era: ah, o Bene Gesserit criou esse mito, isso é meio pós-moderno. Narrativamente, fico me perguntando o que vai significar pra mim se eu ler uma quarta vez.Karen Hao: Eu ia te perguntar isso. Quando você disse que cresceu numa época cheia de ficção científica falando das maravilhas da tecnologia, fiquei curiosa: que histórias você estava lendo? Porque muita coisa que saiu nos anos 70 e 80 dizia exatamente o oposto. E muita gente já apontou que os executivos de tecnologia de hoje, que vivem citando essas histórias, interpretam elas justamente ao contrário da intenção original.Cris: Concordo plenamente. Mas, respondendo: foi basicamente Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. E é por isso mesmo — os executivos de tecnologia, e o Elon Musk mais que todos, leem esses livros como receita, não como aviso. O livro de que eu mais me lembro, nem lembro o título, era um do Asimov em que ele descreve o elevador espacial que aparece na série da Apple TV, Fundação.E o enredo é: eu sou esse engenheiro brilhante, quero construir essa coisa no Sri Lanka, mas o governo trava tudo com regulação — eu sou um gênio e a regulação é a vilã. Hoje eu leio e penso: ah, sei. Mas, quando garoto, era só “olha, um elevador espacial, que genial, a gente nem precisa de foguete”. E aí você começa a entender. E aí eu parei de ler esses caras.E passei a ler gente com uma visão completamente diferente: o Ted Chiang, que entrevistei ano passado, a N.K. Jemisin, o Cory Doctorow, de quem sou muito fã. E talvez eles sejam mais explícitos, pra gente burra como eu entender: “não, bobo, a analogia é essa”. Mas Duna era incrível — vermes gigantes de areia, o tal garoto durão, e aquela coisa do “eu não aceito o meu destino”.Tenho esse grande destino, mas não quero ele. Do resto da série eu já não gosto tanto. Mas o mais importante de tudo: Duna gerou o melhor GIF de filme de todos os tempos, o “Lisan al Gaib” do Javier Bardem — que eu devia ter colocado durante a sua explicação, aquele “uau, ele está cumprindo a profecia, agindo como o profeta”.Mas, de novo, falando de vilões: você mencionou que essas empresas se colocam como o bem contra o mal, feito impérios antigos. Só que elas também jogam a carta da China, né? “Se a gente não fizer, a Rússia faz primeiro.” Só que a Rússia começou uma guerra e está ocupada demais. “Mas a China chega lá, e é por isso que a gente tem que ser fechado.” É por isso que Mythos e Fable e agora o GPT-5.6 foram proibidos pelo governo. Isso tem fundamento?Quero saber se é possível a China competir — quero mesmo essa resposta — mas também porque, desde toda essa conversa do Fable-Mythos, países como Índia e Brasil vêm dizendo que precisam de um modelo soberano. Dá pra fazer, ou a OpenAI, a Anthropic e o Google estão tão à frente que já não dá?Karen Hao: Sobre a China: você está certíssimo, o Vale do Silício usou por anos a carta do “e a China?” pra escapar de qualquer responsabilização de verdade. Fizeram muito isso na era das redes sociais.A Meta fez muito isso, com o Mark Zuckerberg dizendo ao governo dos EUA: vocês não podem nos regular, senão a gente perde. Mas, se a gente ganhar, vai ter um efeito liberalizante no mundo e nas democracias em todo lugar. E, infelizmente, o que a gente viu foi que jogar essa carta repetidamente produziu exatamente o efeito contrário do que o Vale do Silício prometeu.Uma das empresas de rede social dominantes dessa era é a ByteDance. Ou seja, mesmo sem regulação das redes sociais nos EUA, existe uma empresa chinesa de rede social bem dominante. E as redes sociais estadunidenses acabaram tendo um efeito antiliberal no mundo — é bastante consensual que enfraqueceram democracias em todo lugar. E aí, na era da IA, elas seguiram jogando a mesma carta.Mas o que eu sempre aponto é que a gente definitivamente não devia acreditar nelas. Já existe evidência significativa de que tudo o que elas dizem está, de novo, se provando o oposto. Elas disseram: não regulem a gente como empresas de IA, regulem a China, via controles de exportação — um mecanismo do governo dos EUA com alcance extraterritorial.Só que as empresas chinesas agora estão produzindo modelos de IA de código aberto extremamente eficientes, que viraram super populares no próprio Vale do Silício. Existe um monte de startup de lá que prefere usar modelo chinês a OpenAI, Anthropic ou Google.Então, nesse sentido, é um conjunto de evidências bem decisivo, acho, pra mostrar que a gente devia simplesmente responsabilizar essas empresas, não importa o que digam sobre “ah, vamos perder pra China”. No fim das contas, é só retórica política. Não é um argumento real que elas consigam sustentar pra escapar da responsabilização.Responsabilizá-las vai fortalecer a democracia pelo mundo, vai trazer mais direitos humanos, trabalhistas e de privacidade de dados pras pessoas — é sempre o contrário do que elas dizem que aconteceria. E, sobre a sua pergunta em torno da IA soberana: acho a ideia realmente importante, mas acho também que muitos países estão meio confusos sobre o que querem dizer com isso.Muitos governos, hoje, pensam a IA soberana pela pergunta: a gente consegue construir o nosso próprio ChatGPT? O nosso próprio grande modelo de linguagem, o nosso sistema de IA generativa? Estão olhando só pro modelo que o Vale do Silício já definiu e tentando descobrir como recriar aquilo.E o que eu digo pra quem formula políticas é: defina pra que a IA serve no seu país, no seu contexto. Quais são, no fim das contas, os objetivos do seu país? Os objetivos do seu povo? E também os nossos objetivos coletivos, entre países?Porque a gente tem, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Já definimos coletivamente que há coisas que precisamos resolver juntos: superar a crise climática, reduzir a pobreza, melhorar a educação.E, enquanto o Vale do Silício adora dizer que está fazendo tudo isso, na prática não está. Mas a gente poderia — poderia desenvolver, de forma colaborativa, sistemas de IA que realmente avançassem em cada um desses objetivos coletivos que já acordamos.E cada país também devia fazer o exercício: quais objetivos você quer alcançar, e que tipos de sistema de IA você poderia desenhar pra chegar lá — sistemas que talvez não se pareçam em nada com um grande modelo de linguagem. Se os países fizessem isso, acho que descobririam que a maioria dos sistemas de que precisam exigiria muito menos recursos.Ou seja, contextos como o Brasil, a Índia e outros, quando não precisam competir construindo essas infraestruturas de computação gigantescas e gastando centenas de bilhões de dólares, na verdade já têm, localmente, todos os recursos necessários pra desenvolver um sistema de IA soberano.Cris: Quando ouvi falar do seu livro pela primeira vez, uma amiga me disse que você não poupa ninguém — fala mal do Sam Altman, mas também do Dario Amodei. E as pessoas costumam escolher um lado. Eu sou time Claude, odeio o ChatGPT, essas coisas. Então cheguei no livro pensando: ah, é mais um livro dizendo que a IA é terrível, que a gente não devia usar IA.Mas, conforme fui lendo, e ouvindo outras entrevistas suas, me pareceu que o seu problema é justamente o que você acabou de descrever: a forma como essa tecnologia é feita. E, em especial, a palavra escala — a ideia de que a solução é a escala. O que você quer dizer com isso?Karen Hao: Eu costumo usar a analogia de que “IA” é como a palavra “transporte”: na verdade se refere a uma coleção de tecnologias que vão da bicicleta ao foguete. São tipos bem, bem diferentes de tecnologia, que exigem insumos diferentes pra se desenvolver e depois têm impactos diferentes na sociedade.E você está certo: sou especificamente crítica ao que chamo de “foguetes da IA”, os sistemas que os impérios da IA estão desenvolvendo, aqueles que exigem uma quantidade enorme de exploração de mão de obra e extração ambiental.E sou bem otimista com o que chamo de “bicicletas da IA”: sistemas especializados, eficientes, com bom custo-benefício, governáveis pelas pessoas, cujo desenvolvimento pode ser participativo. Países como o Brasil, o Chile, a Índia, qualquer contexto, têm recursos pra desenvolver e se autodefinir, em vez de simplesmente herdar um sistema criado pelos dois únicos centros do mundo capazes de gastar uma quantidade extraordinária de capital: o Vale do Silício e o ecossistema tecnológico chinês.E o motivo pelo qual eu acho tão corrosivo o que os impérios da IA estão desenvolvendo é exatamente o que você disse: a forma como eles fazem isso, por um mecanismo de força bruta pra avançar as capacidades da IA em escala. Eles vão simplesmente empurrando cada vez mais dados de treinamento nesses modelos, e isso exige corroer a privacidade das pessoas, tomar a propriedade intelectual delas e, ainda por cima, baixa a qualidade dos dados que entram nos modelos — o que leva aos danos de exploração de mão de obra, porque aí você tem que dar conta da moderação de conteúdo.E aí você tem pessoas psicologicamente traumatizadas por serem expostas a todo aquele conteúdo horrível que se tenta “lavar” através desses modelos.E aí vem o problema dessas infraestruturas de computação enormes, com impactos ambientais que aumentam a conta de luz das comunidades que as hospedam e agravam a crise de custo de vida. Elas precisam ser alimentadas por fontes fósseis, que jogam mais carbono na atmosfera e mais poluição no ar dessas comunidades.Então todos os problemas que eu identifico, no que têm de corrosivo, derivam inteiramente da abordagem deles pro desenvolvimento de IA. Por que não descartar a abordagem, em vez de descartar a tecnologia? Redefinir e redesenhar de que tipos de sistema de IA a gente precisa de verdade, com uma cadeia de suprimentos fundamentalmente diferente. E isso não é exclusivo da IA.A gente já viu muitas outras indústrias que começaram com uma cadeia de suprimentos bem ruim. A moda, por exemplo: muita degradação ambiental, muita exploração de mão de obra.Com muita organização, protesto, ação de consumidores, regulação governamental e cooperação entre governos, a gente conseguiu criar mercados novos pra moda sustentável e ética, cadeias de suprimentos novas e inovações pra fazer roupa mais saudável pras pessoas e pro planeta.E é basicamente isso que eu defendo: transformar a indústria de IA do mesmo jeito que transformamos a moda, e as cadeias de suprimento de alimentos. Assim a gente fica com os benefícios da tecnologia, ajuda ela a avançar os objetivos que importam pra gente, sem jogar uma fração enorme da população mundial numa condição atrasada e numa qualidade de vida pior.Cris: O Brasil está agora, no Congresso, discutindo a escala de seis dias por semana. A regra atual é: você trabalha seis dias e descansa um. E muitas empresas, o comércio principalmente, dizem “vamos fechar as portas”, e os trabalhadores respondem “isso é problema seu, não meu”. É mais ou menos a mesma narrativa dessas empresas de IA: se eu não usar a sua água, a Idade das Trevas está chegando.Falando em Idade das Trevas, e falando em bicicleta: a sua analogia me lembrou uma coisa. Eu gosto de jogo de zumbi, de mundo aberto, e em nenhum deles tem bicicleta. Num desses jogos, instalei um plugin que deixava andar de bicicleta — você acha uma e sai pedalando. E aí entendi por que não tem bicicleta: desbalanceia tudo. Parte da graça do jogo é você precisar achar um carro, e daí pneu, gasolina, comida pra carregar. De bicicleta, você vai a qualquer lugar.E eu pensei: ah, é. Meio que estraguei o jogo pra mim, porque agora tenho uma bicicleta, é incrível. Enfim, em termos práticos: no fim do ano passado, uns meses atrás, a revista Wired publicou um artigo pedindo pra jornalistas de tecnologia contarem como usam IA no trabalho. E cada um usava de um jeito. Você usa IA no seu trabalho? Como?Karen Hao: Eu não uso nenhum sistema de IA generativa no trabalho — nem ChatGPT, nem Gemini, nem Claude. Por três motivos. O primeiro é uma postura ética, depois de tanto investigar essas empresas. O segundo é privacidade de dados: eu investigo essas empresas.Não quero que elas conheçam todo o meu raciocínio enquanto eu apuro o livro, literalmente investigando elas. E o terceiro é que, no meu caso específico, a força do meu trabalho está na capacidade de construir relações fortes com as fontes, pela empatia, e de contar histórias envolventes, pela narrativa. E os grandes modelos de linguagem simplesmente não são a ferramenta certa pra nenhuma das duas coisas.Não vão melhorar a minha empatia nem a minha escrita. Então eu não perco nada com essa postura ética: simplesmente corto essas ferramentas e sigo fazendo o meu trabalho muito bem. Pra outros jornalistas pode ser diferente, e pra quem está em outras áreas o cálculo pode ser outro.Mas eu incentivo as pessoas a pensarem primeiro: quais são as suas forças no trabalho? Quais são os seus objetivos? E aí ir de trás pra frente pra descobrir se a IA é a ferramenta certa, qual tipo de IA é a ferramenta certa, e qual fornecedor você quer de fato usar, apoiar, votar com os pés. Agora, eu uso, sim, IA preditiva.Aquelas ferramentas de IA especializadas, as “bicicletas da IA”, digamos. No livro, tinha um detalhe que eu queria muito ilustrar: como a OpenAI deu um salto quando passou de organização sem fins lucrativos a um empreendimento bancado pela Microsoft. Percebi que as cadeiras do escritório ficaram bem mais caras. Então fotografei as cadeiras de um escritório e as do outro.E joguei tudo na busca reversa de imagens do Google, que é um sistema de IA especializado — não é baseado em grandes modelos de linguagem, não é IA generativa. Assim descobri quanto essas cadeiras costumam custar. No primeiro escritório, cerca de 2 mil dólares por cadeira. No segundo, eram cadeiras de um designer brasileiro famoso, uns 10 mil dólares cada.Coloquei esse detalhe no livro pra ilustrar o tipo de riqueza e de concentração de recursos de que a gente está falando. Esses são alguns dos jeitos como eu uso IA, ainda que de forma bem limitada, sempre pontual, quando acho que vai ajudar. E, claro, uso ferramentas de transcrição por IA — outra IA especializada — em todas as minhas entrevistas.Cris: Essa foi uma das partes em que a minha cabeça explodiu, eu nunca tinha percebido: a OpenAI criou o Whisper. Deixa eu dizer de outro jeito, do meu ponto de vista. A OpenAI liberou abertamente essa ferramenta incrível de transcrição, o Whisper, em que eu jogo o áudio e ela me devolve as palavras que as pessoas disseram. E eu pensei: ah, que generoso da parte deles.Mas o motivo real de terem criado a ferramenta foi pegar todos os vídeos do YouTube, transcrever e alimentar a máquina. E aí é: ah, claro. Enfim, falando de ferramentas e de otimismo — a gente está chegando ao fim da conversa. Eu tenho uma regra desde o episódio dois deste programa, há oito anos: de novo, como eu disse do seu livro, não pode ser só uma lista de reclamações e coisa ruim. E a gente tem se saído bem até aqui.Você falou de caminhos e de bicicletas, mas eu quero ser mais específico. Se isso aqui fosse uma reunião de negócios: qual é o plano de ação, quais são os próximos passos? Só que uma das coisas que eu repito bastante, na vida e neste programa, é que problema sistêmico não se resolve com ação individual. Se eu tomar banhos mais curtos, isso nunca vai salvar o planeta do aquecimento global.E muitos amigos meus simplesmente: não quero falar de IA, não quero usar IA. Voltando aos videogames: leram que tal jogo usa IA e pronto, não vão jogar. E a minha primeira pergunta pra você é: como a gente ocupa esses espaços da IA generativa — ChatGPT, Gemini e por aí vai? Porque o que a gente viu com as redes sociais foi: ah, o Facebook é do mal, vou sair do Facebook. Ah, vou sair do Twitter.E, na esperança de quê, sei lá, talvez alguém diga: ah, sinto falta do Cris, cadê ele? Ah, está no Bluesky. Mas isso deixa o espaço aberto pra os radicais entrarem e postarem o que quiserem, sem ninguém contrapor ou tornar aquilo um lugar melhor. Então como a gente ocupa o espaço da IA — seja qual for a definição de “espaço da IA” que você preferir — com todos esses problemas que a gente vem discutindo?Karen Hao: Acho que tem duas categorias de ação pra gente pensar. Uma é desmantelar o império. A outra é investir e construir novos tipos de sistema de IA, que se tornem alternativas às tecnologias do império. Quando eu digo desmantelar o império, não estou dizendo que quero que a OpenAI, o Google, a Anthropic, seja quem for, simplesmente deixem de existir.É que eu não quero que elas sejam imperiais. Não quero que fiquem extraindo uma quantidade extraordinária de valor sem redistribuir nada em troca. Se elas voltassem a ser negócios que praticam uma troca justa de valor com o mundo, eu ficaria perfeitamente feliz com qualquer tecnologia que estivessem desenvolvendo.E a forma de desmantelar o império, acho, se resume a muita organização de base, que vai pressionar os governos a regular e responsabilizar essa indústria. No último ano, a gente viu uma quantidade incrível dessa organização de base florescendo pelo mundo.Recentemente, lancei com um grupo de jornalistas, pesquisadores de IA e acadêmicos críticos um projeto chamado AI Resist List, que busca documentar parte dessa organização de base pelo mundo. A gente encontrou cerca de 30 exemplos, de todas as regiões, de ações individuais, institucionais e movidas pela comunidade.Tinha ação artística, ação política. E isso mostra bem o seu ponto: não dá pra contar só com a ação individual, mas o indivíduo pode, sim, ter impacto. Até uma ação pequena pode gerar um grande efeito cascata. Claro que se juntar com os vizinhos pra protestar contra o data center é ainda mais eficaz. Se juntar dentro da sua escola ou universidade pra protestar contra a parceria dela com uma empresa de IA também é mais eficaz.Se juntar com os colegas de trabalho de um setor pra barrar a adoção de uma IA que corrói os direitos trabalhistas é mais um jeito eficaz. A gente tem um monte desses exemplos. Um dos meus favoritos é o de uma comunidade sobre a qual escrevi no livro, Quilicura, no Chile, na periferia de Santiago. É uma comunidade da classe trabalhadora, bem pobre, que vem sendo alvo incessante da expansão de data centers.E por isso protestaram de forma bem aguerrida contra essa expansão, porque não acharam bom negócio hospedar essas instalações sem tirar nenhum benefício, enquanto elas consomem uma parte significativa dos recursos naturais da região.E, logo depois que escrevi sobre eles, foram além na resistência e criaram uma plataforma chamada Quili.ai. É um site em que você entra e que parece um chatbot, parece o ChatGPT: tem uma interface de chat pra você digitar. Só que, quando você faz uma pergunta, em vez de um modelo de IA responder, a mensagem é encaminhada pra alguém que mora em Quilicura, no Chile. Aí, se você pede “quero a imagem de um cachorro”, aquilo vai pro artista local deles, o Benji. Ele pega um pedaço de papel, desenha um cachorro, tira uma foto e te manda de volta.Eles fizeram isso essencialmente como um projeto de arte performática, pra fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de usar IA generativa pra bobagem. A mensagem era: ei, quando você fica brincando com essas ferramentas em pedido besta, isso afeta comunidades como a nossa, drena os recursos de que a gente precisa pra viver bem.E também queriam levar as pessoas a pensar: por que não perguntar pra alguém da sua própria comunidade aquela receita que você procurava, ou pedir aquela imagem? Porque aí você reconstrói as conexões que estão tão em falta na sociedade — a falta delas é o que nos deixa mais vulneráveis a esse tipo de colonização do império.Eles deixaram o projeto aberto por 24 horas, e qualquer pessoa no mundo podia mandar um pedido. Receberam uma quantidade extraordinária deles. Viralizou de vez. E essa cidadezinha conseguiu uma virada enorme de narrativa sobre a suposta inevitabilidade e necessidade dessa tecnologia, sobre tudo o que o Vale do Silício diz — que, se você não usar, vai ficar pra trás de quem usa.E esse é só um exemplo, entre muitos, de como pessoas comuns, não importa a sua posição na sociedade, podem ter impacto real no debate, na consciência pública e até na regulação. A gente está vendo isso agora com os protestos contra data centers. Nos EUA, em 2025, cerca de 150 bilhões de dólares em projetos de data center foram travados.Isso virou uma das questões políticas mais quentes nos EUA para as próximas eleições de meio de mandato. Tem gente eleita sendo literalmente tirada do cargo por ter aprovado data centers, contrariando a vontade do povo. E isso já está tendo efeito real sobre as empresas e sobre a trajetória do desenvolvimento de IA.A OpenAI teve que encerrar recentemente a sua ferramenta de geração de vídeo, o Sora. Quando lançaram, apresentaram como o segundo produto mais importante desde o ChatGPT. O que aconteceu entre o lançamento e o fim? Uma reportagem do Wall Street Journal apontou três motivos, todos moldados por ação de base. Um: um gargalo enorme de capacidade de computação.Muitos dos data centers travados ou parados eram da OpenAI. Dois: um cenário financeiro bem mais incerto. A OpenAI está se preparando pro IPO, o que significa ficar mais exposta a Wall Street — e Wall Street está cada vez mais nervoso com a capacidade dessas empresas de cumprir o que prometem.E aí a OpenAI teve que reforçar alguns projetos paralelos pra fazer o balanço parecer um pouco melhor aos olhos de Wall Street. E, terceiro: os consumidores simplesmente não estavam usando o produto — o que também é ação coletiva de consumidores. Então, por todo esse tipo de resistência, de várias formas, de baixo pra cima, as pessoas estão de fato tendo impacto real na indústria e responsabilizando ela.Essa é a primeira categoria de ação. A segunda é: ok, que tecnologias de IA a gente usaria como alternativa? E aí a gente precisa investir mais nelas. Muitas vezes, quando converso sobre o livro, a pessoa diz: ok, me convenci de que não quero usar ChatGPT, não quero usar Claude — mas então uso o quê no lugar?E o problema é que eu não tenho muitas respostas pra essa lista de alternativas. Tem umas poucas aqui e ali, uma plataforma, uma empresa.Cris: Dá pra rodar o modelo no seu próprio computador, como o Cory Doctorow faz, mas aí é limitado e…Karen Hao: Exatamente, exige mais habilidade técnica. Mas, pra quem consegue instalar modelos de código aberto no próprio computador, eu incentivo 100%. Só que a gente também precisa de mais gente desenvolvendo interfaces bem fáceis pra esses modelos de código aberto, pra que qualquer pessoa consiga usar.A gente também precisa de mais gente desenvolvendo “bicicletas da IA”, de investidores e governos investindo mais nesse tipo de solução, e de talento — pesquisadores de IA, desenvolvedores e outras pessoas dispostas a sacrificar um pouco e abrir mão dos pacotes de remuneração enormes.Cris: Eu estava começando a achar que agora as empresas precisam ter menos lucro — e isso nunca vai acontecer.Karen Hao: Não, não é a empresa ter menos lucro. É o trabalhador topar abrir mão do pacote de milhões de dólares pra levar o talento dele pra outro lugar. Mais fácil, bem mais fácil. Eu converso com muito pesquisador de IA cansado da abordagem da indústria, porque ela é completamente sem criatividade intelectual.Eu conversei com pesquisadores que não passaram seis anos num doutorado em IA só pra ficar empurrando mais dados na máquina — pra eles, é o trabalho mais chato do mundo. E depois automatizar a programação, que era justamente o que eles gostavam de fazer. Converso com tanta gente que já não acha graça nenhuma nisso. Estão meio presos por “algemas de ouro”.E estão tentando descobrir, dentro de si, que carreira alternativa poderiam ter. Eu costumo incentivar esses pesquisadores a gastar o talento deles construindo um tipo diferente de empresa, que trabalhe com “bicicletas da IA”. E a gente já começa a ver cada vez mais desse talento indo por aí.E a gente precisa que todas as facetas da sociedade invistam num ecossistema muito mais robusto e rico de tecnologias de IA, capaz de substituir as que hoje dominam. Eu ainda tenho as cicatrizes das minhas próprias “algemas de ouro”, mas concordo plenamente.Cris: E as redes sociais são o exemplo — veja o que aconteceu com elas. Tem aquela frase famosa: as mentes mais brilhantes da minha geração passam o tempo fazendo as pessoas clicarem em anúncios. E ainda dizem: ah, isso pode ser o futuro. Pois é.Você contou a história do Quili.ai e isso me lembrou um dos primeiros criadores de conteúdo do Brasil, o Cid Não Salvo. Uns 10, 15 anos atrás, ele tuitou o seguinte: “Gente, eu disse pro meu pai que, sempre que ele precisar pesquisar alguma coisa na internet, é pra ir no Twitter.com e digitar a pergunta na caixa”. E olha que ele tinha milhões de seguidores.E, por uns bons dias, quase um mês, você entrava no Twitter do pai dele e via perguntas tipo “onde eu compro pizza?”. Era engraçadíssimo. No fim, ele contou pro pai — ou talvez não. Mas eu adoro essa ideia. Antes de a gente terminar: você já deve ter respondido isso mil vezes, mas vai continuar cobrindo IA? O que está na sua cabeça, o que vem por aí? Turnê mundial? O que vem pela frente?Karen Hao: Com certeza estou pensando em como continuar responsabilizando essas empresas. Estou envolvida em várias colaborações, com gente incrível, em diferentes projetos ligados a isso. O AI Resist List foi um deles. Também co-criei um programa chamado AI Spotlight Series, com o Pulitzer Center, uma organização jornalística sem fins lucrativos que financia jornalismo investigativo pelo mundo.É um programa que treina jornalistas do mundo inteiro a cobrir IA por uma lente de responsabilização. Até agora, já treinamos mais de 3 mil. E eu sigo pensando em como construir mais capacidade dentro do jornalismo, da sociedade civil, de outros contextos, pra mobilizar ainda mais essa organização de base — pra conter de verdade os impérios da IA e ajudar a desmantelá-los.Cris: Adorei o seu exemplo da moda. É possível, já foi feito. Ou até a indústria automotiva. Ou o grande exemplo que a gente não mencionou, e que o pessoal da OpenAI vive citando: o Projeto Manhattan, a energia nuclear.O mundo não acabou. Quando eu era criança lendo Asimov, achava que ia tudo acabar num fogo nuclear. Enfim — alguma última palavra, alguma mensagem, algum palpite pros jogos do Brasil na Copa, alguma coisa que você queira dizer antes da gente encerrar?Karen Hao: No fim das contas, o que eu espero que fique desta conversa e do livro é o seguinte: neste momento, o Vale do Silício está concebendo a IA como um projeto político. E a característica central desse projeto é tirar a autonomia de todo mundo — a autonomia de moldar de verdade o próprio futuro e o nosso futuro coletivo. Mas, no instante em que você reconhece que já tem uma autonomia significativa pra resistir, o império começa a desmoronar.Então espero que as pessoas encontrem a própria voz, a afirmem, conquistem o seu lugar à mesa e se conectem com os vizinhos, com a comunidade, com os colegas de trabalho, pra criar mais movimentos juntos.Cris: Que ótimo. Karen Hao, o seu livro é O Império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total. Obrigado por vir ao Brasil conversar com a gente. Foi um prazer.Karen Hao: Muito obrigada.Uma das primeiras perguntas que anotei quando comecei a pensar nessa conversa foi justamente a do final, a da ocupação de espaços. Porque, como eu disse, quando as redes sociais chegaram para ficar, muita gente falou “ah, não vou usar, é do mal” — e aí as pessoas ruins, vamos chamar assim, acabam ocupando esse espaço e falando o que bem entendem. A gente precisa aprender essa lição agora, no mundo da IA.Fora que vejo muita gente falando de IA sem nunca ter usado — ou que usou, sei lá, dois anos atrás, acha que continua tudo igual e já diz que não quer chegar perto.E por quê? Porque essa abordagem de ocupar espaços é o que eu e a Ana Freitas buscamos fazer no IA em Curso, nossa comunidade de letramento contínuo em IA. Foi, aliás, uma conversa que tive com a Karen antes da entrevista: ao mesmo tempo que a gente fala do impacto da IA no mundo, também precisa focar no que é prático, no que dá para fazer hoje com IA, sem vender sonho nem desastre. A analogia que usei foi a de que é que nem quando a gente fazia curso de Word e Excel — é o que eu faço agora que vai facilitar minha vida, me fazer ganhar tempo, botar a IA para me ajudar. Quem viu minha conversa com a Ana aqui no Boa Noite Internet, no fim de 2025, sabe do que estou falando. Se não viu, volta lá e confere.Desde que a gente lançou este episódio, o IA em Curso já passou de 400 pessoas. Tem muita gente colocando projetos pessoais incríveis na rua, tirando do papel aquela ideia que rondava a cabeça há um tempão. E a comunidade tem mentoria ao vivo, aula gravada, newsletter, banco de agentes, grupo de Telegram… que mais? O que não falta é jeito de passar para você o conhecimento sobre IA de que você precisa hoje, agora. Quero te dar a bússola para navegar nesse universo.Se esse é o tipo de abordagem que você quer ter com a IA, passa lá no iaemcurso.com.br e usa o cupom BNI2026 para ganhar 20% de desconto no plano anual. Mas corre, porque daqui a duas semanas vou apagar esse cupom — não é todo dia que a gente dá um desconto desses.É isso. Boa Noite Internet, temporada 2026 começando — como todo ano, com mudança, ideia, projeto. Ou, como diz minha citação preferida de todos os tempos: “vivemos uma fase de transição, como sempre”. Espero ver você por aqui e lá no IA em Curso.Obrigado pelo seu tempo e pela sua atenção. Até o próximo episódio. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe
Como Desacelerar Sem Fugir do Agora
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
He didn't just popularize the video sales letter. He invented it. The format that now generates over $14 billion a year in revenue, that was Jon Benson. But the thing he's most obsessed with has nothing to do with tactics. It's this: you never have to lie in your copy. You just have to be brave enough to tell the entire truth. Jon Benson is a copywriter, AI pioneer, and the inventor of the Video Sales Letter. In this conversation, he and George unpack what it actually means to write from your values, why compelling always beats convincing, how to use AI without losing your human voice, and why the businesses that last are the ones built on genuine connection, not persuasion tricks. What You'll Learn In This Episode: Why selling to everyone is a scarcity mindset and what to do instead The difference between compelling and convincing (and why one is manipulation) How to turn any feature into a benefit with two words: "so you can" Why your values, embedded in your copy, attract the exact buyers you want How Jon uses AI to write copy that sounds exactly like him, on his best day The human element Jon insists on inside every AI-powered product he builds What the rise of AI is actually doing to buyer demand for connection The free tool Jon built to help you find your buyer profile and value language Key Takeaways: ✔️If you have to convince someone, you're manipulating them. If you compel them, you're leveraging what they already hold to be true. One builds trust. One erodes it. ✔️Selling to everyone means resonating with no one. Narrow your avatar to one person, their values will seep into your copy naturally. ✔️The "so you can" formula: add it to any feature and your brain has to complete the benefit. That's where emotion lives. ✔️Values embedded in copy aren't obvious to the reader, they're felt. The right person can't explain why your copy speaks to them. They just know it does. ✔️AI gives you leverage, but it gives back exactly the quality of knowledge you put in. You still have to know what good copy feels like to direct it. ✔️The human component isn't optional. Jon does live coaching every Friday with Benson members because without it, a tool is just a tool. ✔️As AI automates more, buyer demand for genuine human connection increases. Buying cycles are getting longer, relationship is the difference. ✔️The telltale signs of bad AI copy: em dashes everywhere, three rhetorical questions in a row, and no tension. Learn to spot them. Then fix them. Timestamps & Highlights: [00:00] — The man who invented the VSL and the copy philosophy behind it [01:20] — Welcome: decades at the forefront of copy, marketing, and now AI [03:52] — Why this AI moment is not a phase and what it means for your business [07:00] — Compelling vs. convincing: the distinction that changes everything [08:00] — Writing to one person: how Agora does it and why it works [12:35] — Values in copy: how they attract ideal buyers without being obvious [14:00] — The "so you can" framework: turning features into emotional benefits [18:00] — Copy audit: the questions to ask before anything goes live [30:00] — Why Jon still writes manually despite building the best AI copy tool [39:00] — AI and knowledge: why what you put in determines what you get out [42:00] — Humanized AI and why live coaching is non-negotiable inside BNSN [46:00] — Buying cycles are expanding and human connection is why [52:00] — How Jon trained his AI clone Isaac on 20 years of his own emails [58:00] — Em dashes, rhetorical questions, and the telltale signs of bad AI copy [1:02:00] — Free buyer profile tool and where to find Jon [1:04:00] — George's closing: communication is a required life skill, keep the muscle sharp Connect with Jon Benson: Jon Benson is the inventor of the Video Sales Letter, a copywriter, entrepreneur, and AI pioneer. His platform BNSN (bnsn.ai) is trained exclusively on high-converting copy and built for small business owners who sell good things to good people. He runs weekly live coaching inside The Conversion Lab with his wife Olya, a psychologist and success coach. Website: jonbenson.com/subscribe Instagram: instagram.com/itsjonbenson Platform: bnsn.ai Free Buyer Profile Tool: freebuyerprofile.com Your Challenge This Week: Start with the free tool: freebuyerprofile.com, pull your values, find your tone, and see what shifts in how you write. Then connect with Jon at jonbenson.com or follow him on Instagram. Follow George: @itsgeorgebryant Work with George:The Alliance: Community for entrepreneurs who know relationships beat algorithms. 1:1 Coaching: Limited spots. Apply at mindofgeorge.com/coaching-consultingLive Retreats — In-person experiences for entrepreneurs ready to communicate with clarity and conviction.
Saudações, futuro padrinho ou madrinha do RPG Next! Talvez você ainda não apoie o projeto hoje, mas acreditamos que um dia você vai fazer parte dessa aventura junto com a gente! Este episódio do Regras do D&D é exclusivo para quem já apoia o RPG Next lá no apoia.se/RPGnext, ou para membros do nosso canal no YouTube. Quem decide apoiar já ganha acesso a todos os episódios exclusivos, além de receber conteúdos antecipados e várias recompensas extras — e o melhor: não importa o valor, em qualquer nível de apoio você já desbloqueia tudo isso. Apoiar é simples e rápido, e faz toda a diferença para que nós possamos continuar criando novos podcasts, mais episódios e mais conteúdo para toda a comunidade RPGista. Então, se você gosta do que fazemos e quer ter acesso a este episódio completo e a todos os outros exclusivos, passa lá em apoia.se/RPGnext. Temos certeza de que em breve vamos poder te chamar de padrinho ou madrinha de verdade lá no nosso grupo exclusivo do WhatsApp. Até lá, obrigado por ouvir e por estar junto com a gente nessa jornada! Se você já é apoiador: Ouça aqui no Spotify: https://open.spotify.com/show/6g11105CEiIWAdClcc31Ml Ouça aqui no Apoia.se: https://apoia.se/rpgnext Ouça aqui mesmo no site do RPG Next. NOVIDADE!!! Para tornar a sua experiência ainda mais fácil e prática, agora disponibilizamos nossos conteúdos exclusivos do Apoia.se também no Spotify! Assim, você pode acessar tudo em um só lugar, sem precisar alternar entre plataformas. Quer saber como ativar essa opção e ouvir nossos episódios exclusivos diretamente no Spotify? Acesse este artigo com o passo a passo: https://suporte.apoia.se/hc/pt-br/articles/30944727495579-Ou%C3%A7a-%C3%A1udios-exclusivos-da-APOIA-se-no-Spotify Obrigado por apoiar nosso trabalho! Seu suporte faz toda a diferença. Boletim Informativo RPG Next https://bit.ly/boletim-informativo-rpg-next O RPG Next agora tem um grupo oficial no Telegram! Venha trocar ideias, compartilhar suas aventuras e se conectar com outros jogadores apaixonados por RPG. Entre agora e faça parte dessa comunidade épica: https://t.me/RpgNextOficial . Acesse nossos conteúdos antecipados e exclusivos pelo APP do Apoia-se Disponível para Android e iOS! Google Play: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.apoiasemobile&pli=1 iOS: https://apps.apple.com/us/app/apoia-se/id1665747795 https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-and-dragons-starter-set-heroes-of-the-borderlands/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-rpg-livro-do-jogador-portugues/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-dungeon-masters-guide-livro-do-mestre-5-5e-portugues/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-monster-manual-livro-dos-monstros-5-5e-portugues/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-rpg-dungeon-masters-screen-2024/ Quer jogar RPG sem precisar montar grupo ou preparar nada? Agora você pode! Encontre todas as vagas on-line com Mestres de Aluguel no site do RPG Next e entre de cabeça em aventuras épicas conduzidas por narradores experientes! O serviço é pago e funciona por assinatura mensal, com cobrança exclusivamente via cartão de crédito. ♂️ O Mestre de Aluguel conduz toda a sessão — você só precisa escolher o sistema, montar seu personagem e se divertir! No site, você encontra um vídeo de apresentação e todas as informações sobre como participar, bem como link público para o grupo de WhatsApp de cada Mestre de RPG. Confira as mesas disponíveis agora em:https://www.rpgnext.com.br/categoria-produto/servico-de-mestre-de-aluguel/ SERVIDOR DO DISCORD - D&D BR: https://discord.gg/zYvhQETBEq APOIE NOSSA CAUSA! Nosso Plano de Assinaturas do APOIA.SE! Acesse e veja nossas recompensas para os apoiadores. https://rpgnext.com.br/doadores/ COMPARTILHE! Nosso site é https://rpgnext.com.br, Nossa Campanha do APOIA.SE: https://apoia.se/rpgnext Facebook RpgNextPage, Grupo do Facebook RPGNext Group, Instagram RPG Next Oficial, Bluesky rpgnext.bsky.social, Canal do YouTube, Vote no iTunes do Tarrasque na Bota e no iTunes do RPG Next Podcast com 5 estrelas para também ajudar na divulgação! DEIXE SEU FEEDBACK! Se quiser deixar seu feedback, nos envie um e-mail em contato@rpgnext.com.br ou faça um comentário nesse post logo abaixo. Seu comentário é muito importante para a melhoria dos próximos episódios. Beleza? Muito obrigado pelo suporte, pessoal! Contato Instagram / Facebook / Bluesky / TikTok / YouTube
No episódio de hoje do Radar Médico, Juliane B. Braziliano, endocrinologista e editora médica de Endocrinologia do Portal Afya, explica a recente mudança de nomenclatura da Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), que passa a se chamar Síndrome Ovariana Metabólica Poliendócrina (SOMP).A atualização resulta de um consenso global publicado pelo The Lancet e busca refletir melhor o caráter multissistêmico da doença, destacando seus aspectos metabólicos, endocrinológicos, reprodutivos e psicológicos. O episódio revisa os critérios diagnósticos, os motivos para a mudança e como será a implementação da nova terminologia na prática clínica e na pesquisa. Tópicos abordados:Por que a SOP passou a se chamar SOMPCritérios diagnósticos em adultas e adolescentesManifestações metabólicas, reprodutivas e endocrinológicas da síndromeComo ocorreu o consenso global para a mudança de nomeEstratégia de implementação da nova nomenclaturaImpactos da mudança para a prática clínica, pesquisa e educação médicaDê o play e atualize sua prática clínica.
Fischer, Jochen www.deutschlandfunk.de, Das war der Tag
Pedras Grandes segue investindo em grandes projetos voltados ao turismo e à valorização da história local. Em entrevista à Rádio Cruz de Malta FM, o prefeito Agnaldo Filippi apresentou uma série de atualizações sobre obras em andamento, entre elas o futuro Museu do Distrito Fluorítico de Santa Catarina, a réplica da Torre de Pisa, um hangar para exposição de uma aeronave militar e novos atrativos no Parque Casa dos Arcos. Um dos destaques é a construção do pavilhão que abrigará o Museu do Distrito Fluorítico de Santa Catarina. O espaço reunirá um importante acervo geológico formado por cerca de 4 mil caixas de testemunhos de sondagens, doadas pelo Grupo Votorantim, resultado de décadas de exploração da fluorita na região. Segundo Filippi, Pedras Grandes teve papel fundamental na mineração do mineral e chegou a ser reconhecida, na década de 1970, como a capital sul-americana da fluorita. "Pedras Grandes foi considerada inclusive na década de 70 como a capital brasileira, sul-americana, da fluorita. Agora estamos terminando o pavilhão que vai sediar esse único museu brasileiro da fluorita", destacou o prefeito. O museu ficará ao lado da UniPeg, unidade de ensino profissionalizante voltada ao turismo, e terá o acervo totalmente catalogado e digitalizado. A expectativa é atrair estudantes, pesquisadores e visitantes, fortalecendo o turismo científico na região. De acordo com o prefeito, a estrutura do prédio já está praticamente concluída e o acervo deve começar a ser instalado em aproximadamente 45 dias.
O Governador já autorizou 397 vagas para a Polícia Científica de São Paulo, e uma das maiores dúvidas de quem vai prestar o concurso é: o teste de aptidão física vai voltar a ser cobrado no próximo edital?Neste vídeo, analisamos o que dizem os editais anteriores, o que a banca costuma exigir e o que você precisa fazer AGORA para não ser pego de surpresa quando o edital sair:Você vai descobrir:✅ O histórico do teste físico nos concursos da Polícia Científica SP✅ O que esperar do edital 2026✅ Como se preparar desde já para não perder a vaga por falta de preparo✅ Os erros que eliminam candidatos bem colocados na prova objetiva
Em São Tomé e Príncipe, mais de 142 mil eleitores são chamados às urnas, este domingo, 19 de Julho, para escolher o próximo Presidente da República. Há quatro candidatos a concorrer ao escrutínio: Carlos Vila Nova (recandidato ao cargo) e ainda Eugénio Tiny, Nito D'Abreu e Miques João. A RFI fez um balanço da campanha eleitoral em São Tomé e Príncipe com o analista político são-tomense, Abílio Neto, radicado em Portugal, a quem começámos por perguntar qual dos candidatos chega ao fim da campanha eleitoral em melhor posição e porquê. RFI: Qual dos candidatos chega ao fim da campanha em melhor posição e porquê? Abílio Neto: Essa é uma pergunta muito complicada porque tem duas respostas. A primeira resposta é que, relativamente a quem poderá vir a ser o vencedor, eu tenho dúvidas de que possam existir certezas nessa altura. É evidente que o incumbente parte sempre como favorito. Entretanto, nós sabemos também que, de uma forma global, na política, hoje, os incumbentes, por via do desgaste, por via de uma série de situações específicas do momento que nós vivemos, os incumbentes têm estado a perder sucessivamente eleições. Não sei se São Tomé e Príncipe confirmará essa tendência global, mas desconfio profundamente que sim, que possa também fazer parte dessa tendência global. Mas também existe aqui uma outra situação, que é uma situação específica de São Tomé e Príncipe. Neste momento, vemos, mais do que nunca, uma espécie de polarização geral e generalizada, que deixa em aberto o resultado final. Portanto, entre os dois grandes favoritos, Miques João e o actual Presidente Vilanova, um deles vencerá as eleições. Eu não tenho a certeza de que existam, nesta altura, dados que nos possam indicar, com certeza e com rigor, os favoritos inquestionáveis. Agora, há aqui uma outra questão, que é saber quem pode vencer as eleições não ganhando as eleições. RFI: Há algum que se destaca nesse sentido? Abílio Neto: Há, sim senhora. Eu acho que o advogado Miques João, personagem um pouco complicada e complexa no nosso ambiente político, demasiado activista, demasiado interventor, demasiado polémico, demasiado, diria eu, até ziguezagueante, mas que, neste final de campanha, tem dado notas de alguma ponderação, de alguma compreensão do sistema e até de alguma moderação no discurso. Isso parece-me que é uma boa notícia porque começava-se a cair numa espécie de descrédito generalizado, em que se olhava para as candidaturas praticamente como uma espécie de acto de voluntarismo pessoal e individual, sem que houvesse substância que sustentasse esse ímpeto para se ser candidato. Agora começamos a perceber que todos eles, todos os quatro, têm qualidades para poderem ser presidentes de São Tomé e Príncipe, alguns com mais qualidades, outros com menos. RFI: Considera que durante a campanha foi dada mais visibilidade a Carlos Vila Nova do que a outros candidatos? Pergunto-lhe que hipóteses tiveram os outros candidatos para também se fazerem ouvir e falar com os eleitores? Abílio Neto: Em termos institucionais, o que tem que ver com o previsto na legislação eleitoral e também na Constituição de São Tomé e Príncipe, há uma certa ideia de igualdade de oportunidades políticas para todos os candidatos ou para todas as candidaturas. Isso parece que está mais ou menos a cumprir-se. Toda a gente tem acesso à comunicação social pública. Houve um debate entre os quatro. Houve entrevistas individualizadas com os candidatos na televisão de São Tomé e Príncipe. Houve, e tem estado a haver também na RTP África, entrevistas curtas, mas muito interessantes, com os quatro candidatos. A esse nível, não há grande questão. O problema está no financiamento das campanhas. Há, de facto, duas campanhas que se destacam, destacando-se ainda mais a campanha do actual Presidente da República. Eu acho que está a ser exagerada toda a capacidade financeira que tem para fazer campanha. Isso até começa a ser asfixiante para os próprios são-tomenses, que não querem e já nem sequer têm paciência para ver tanta ostentação de capacidade financeira por parte de uns candidatos, relativamente a outros candidatos. Em segundo, também vem o Nito Viegas d'Abreu, que é um candidato que vem de uma parte considerável da ADI, apoiado pelo Patrice Trovoada, o seu líder, que também mostra pujança financeira, comparando naturalmente com os outros dois candidatos, que têm muito menos recursos para o efeito. RFI: Na sua opinião, qual foi o tema que mais marcou a campanha? Temos conseguido falar com várias pessoas que se mostram revoltadas com a falta de combustível, a inflação, os apagões recorrentes, o mau estado das estradas. Para si, qual foi o tema mais marcante desta campanha? Abílio Neto: Bem, há aqui duas situações. A primeira, de uma forma geral, a campanha foi pouco rica do ponto de vista dos conteúdos políticos que definissem com clareza o que pensam os candidatos sobre uma série de assuntos que são assuntos de competência presidencial. Está na nossa Constituição as competências do Presidente da República num semi-presidencialismo de pendor parlamentar, como é o nosso, e gostaria de ouvir os candidatos a serem muito mais claros numa série de situações, que são situações limite e constam da nossa Constituição e que levantam e têm levantado muitos problemas. Sobretudo porque eu acho que é assim, e tem sido essa a nossa história democrática, tendo a Presidência um pouco como o foco da instabilidade política e governativa no país. Mais a Presidência do que o Parlamento e até do próprio Executivo. Sendo assim, sendo a Presidência o foco das crises políticas no país, o foco principal, eu gostaria de ouvir muito mais coisas dos candidatos sobre como eliminar esse foco. É evidente que existe essa coisa em São Tomé e Príncipe de não se conseguir distinguir a Presidência do Presidente, o que torna naturalmente o exercício do cargo muito mais personalizado e individualizado do que propriamente institucional. E daí a crise profunda da nossa democracia a partir da Presidência. Bem, isso é um caso. É o meu olhar. Agora, a questão é outra. O Presidente Vila Nova, que é o incumbente, fez um exercício terrível de recuo no nosso ambiente institucional e, sobretudo, no Constitucional. Ele demitiu um governo e promoveu um governo de iniciativa presidencial. Isso não existe na nossa Constituição, não existe na nossa legislação e nem sequer existe na lógica da ciência política que sustenta a nossa Constituição. RFI: Esse episódio de que está a falar gerou uma forte disputa política no país. Será que, depois desse período conturbado, estas eleições poderão representar um momento de estabilização, na sua opinião? Abílio Neto: Pode ser, e era aqui que eu queria chegar quando chamei esse momento, que foi um momento importantíssimo, na minha perspetiva porque é o momento em que o Presidente, ao contrário daquilo que o semi-presidencialismo aconselha, o Presidente junta-se ao executivo porque o executivo é um executivo dele. Foi ele que, para lá da Constituição e para lá daquilo que a Constituição lhe diz para fazer, ele cria um governo que é um governo seu. Portanto, aqui está o segundo ponto: se o governo não consegue ser performante, o Presidente é o principal responsável por aquilo que acontece no executivo. Não há outra forma de olhar. E é assim que a cidadania, que o povo, está a olhar para estas eleições e a olhar para o incumbente. Está também a avaliar o governo de iniciativa presidencial que ele propôs e impôs ao país. E o que é que esse governo tem de relevante? Tem de relevante que ele é muito impopular, e é muito impopular exactamente pelo quadro económico e social que a Stefanie Palma acabou de contextualizar e que é o real... A crise energética, a crise de acesso à água, uma série de crises que afectam o quotidiano da vida das pessoas e, naturalmente, também o encarecimento geral do poder de compra. Isso é evidente para todos. Portanto, quando as pessoas olham para o atraso no pagamento dos ordenados, etc., etc., e das reformas, enfim, uma série de problemas que o governo teve, que não tem necessariamente que ser responsabilidade do governo, podem ser responsabilidades até importadas e algumas delas efectivamente são importadas pela circunstância internacional que nós conhecemos. Mas muitas delas têm a ver com a atitude do governo e essa ligação intrínseca entre o Presidente e o actual governo. Qualquer são-tomense que vive no país ou fora do país e que olhe para a nossa política percebe exactamente isso que eu acabei de dizer aqui. RFI: Há muitas questões, de facto, em aberto. Pergunto-lhe agora até que ponto é que estas eleições presidenciais podem e vão influenciar as legislativas marcadas para o próximo mês de Setembro? Abílio Neto: Vão influenciar muito e, na minha perspectiva, vão influenciar muito porque todo o quadro político-partidário está fraccionado, está debilitado. Os partidos tradicionais estão todos eles a viver à base de conflictualidade intensa entre facções. O que é que isso quer dizer? Quer dizer que existe aqui uma possibilidade, uma abertura para serem partidos regeneradores, partidos que não tenham ligação ao sistema, que não têm ligação a agentes do sistema, que tenham toda uma linguagem e todo um discurso que ultrapasse, diria eu, os vícios do sistema. Para mim, essa é que é a perspectiva interessante: tentar perceber se, na sociedade civil são-tomense, se a cidadania são-tomense está capaz de propor alternativas, muito mais do que olhar para o quadro tradicional dos partidos políticos, onde não se vê que venha nada de novo nem nada de especialmente interessante.
CONCURSO POLÍCIA CIENTÍFICA SP: SERÁ REGIONALIZADO? DÁ PRA TRABALHAR PERTO DE CASA?Essa é uma das maiores dúvidas de quem vai prestar o concurso da Polícia Científica SP: as vagas serão regionalizadas? Dá pra escolher onde trabalhar? Como funciona a lotação depois da posse?Neste vídeo, a gente explica tudo o que você precisa saber sobre esse assunto:✅ O que significa um concurso regionalizado e como isso pode funcionar na Polícia Científica SP✅ Como funcionou a lotação em concursos anteriores da PCSP✅ É possível trabalhar próximo de casa? O que esperar na prática✅ Como funciona a escolha de unidade e o que influencia na sua lotação✅ O que fazer AGORA pra não ser pego de surpresa quando o edital sairSão 397 vagas autorizadas pelo Governador Tarcísio para Fotógrafo Técnico-Pericial, Auxiliar de Necropsia, Atendente de Necrotério Policial e Desenhista Técnico-Pericial. Todos os cargos exigem apenas nível médio.⚠️ IMPORTANTE: enquanto o edital não for publicado, algumas informações ainda dependem de confirmação oficial. Aqui no QG a gente te mantém atualizado com o que é FATO, sem achismo.
Haaland achou que podia atirar rivais ao chão com o jogo parado, mas o novo protocolo do VAR veio estragar o "bullying" norueguês. Agora resta saber se a UEFA vai querer justiça ou se prefere o caos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma adolescente de 16 anos sai para uma suposta entrevista de estágio… e desaparece. Oito meses depois, o corpo é encontrado enterrado em uma fazenda, revelando uma história marcada por drogas, versões contraditórias e possíveis abusos. Agora, quatro suspeitos vão a júri. O que realmente aconteceu naquela noite?#crimesreais #investigacaocriminal #casosreaisAssista também: https://www.youtube.com/playlist?list=PLM8urkUnySVAN4HeD8Xh_QQV1QyDpBzJeSe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
Chegamos no meio do ano e no Flow Games Podcast de hoje vamos discutir quais os jogos que têm as maiores chances de levar o tão disputado troféu de jogo do ano, vulgo GOTY. Os favoritos já estão decididos? Tem algum jogo correndo por fora? A voz do povo vai fazer valer a premiação?E qual o SEU GOTY de 2026 até agora?
Estamos de Férias! Primeiro mini-episódio só pra você não esquecer da gente. Dia 13 de Agosto estamos de volta com um novo Galinha Viajante!APOIE O GALINHA VIAJANTEAcesse galinhaviajante.com.br/apoieESCOLHA QUE JOGO VAI VIRAR EPISÓDIOAcesse galinhaviajante.com.br/voteLINKS DA GALINHAApoie | Vote | Youtube | Bluesky | InstagramContato: cast@galinhaviajante.com.brAcesse nosso SITE: galinhaviajante.com.brTODAS AS ARTES DE CAPAMarcela Versiani: Deviantart | Bluesky | InstagramTRILHA SONORALet's Hit The Beach (Persona 4 Golden)O Galinha vai ao ar toda semana graças aos Escudeiros da Galinha Viajante! Apoie você também o nosso projeto no Catarse e junte-se à Escudaria!Apresentado e produzido por Leon Cleveland e Samuel R. Auras.Contato: cast@galinhaviajante.com.brSupport the show
O jurista Eugénio Tiny é candidato pela segunda vez consecutiva à Presidência da República em São Tomé e Príncipe. Ele optou por uma campanha sem comícios nem o aparato de outros candidatos ao escrutínio deste domingo no arquipélago equatorial. Eugénio Tiny é um dos quatro candidatos às eleições presidenciais do São Tomé e Príncipe, agendadas para o próximo domingo. Em primeiro lugar, nós vivemos num país com muita dificuldade. Eu sou professor, dou aulas de manhã, dou à tarde e dou noite na universidade. Acontece, porém, que, por exemplo, há dez meses que não recebo salário. Porquê? Porque na nossa universidade quem paga, portanto, bolsa de estudo são empresas petrolíferas. Mas quando se fala de empresas petrolíferas, eu não posso acusá-las de modo nenhum. São empresas, estão aqui que dão a sua contribuição no quadro de responsabilidade social, vão dando a sua contribuição. Mas não podemos culpá -as porque elas ainda não tiraram um litro de petróleo em São Tomé e Príncipe que eu saiba ! Por isso mesmo temos que encontrar outros meios, outras vias para resolvermos esse problema. Relativamente à questão dos cartazes, etc. Tendo em conta essas mesmas dificuldades, não seria muito de bom tom...Eu, por exemplo, que sou completamente independente, estar aqui com cartazes, com T-shirts, etc. É certo que eu pedi apoio apenas para a questão de materiais não financeiros, porque eu não coloquei dinheiro em lado nenhum para ir pedir dinheiro, portanto pedi se alguém poder ajudar, em questão materiais, tudo bem,. Mas não tendo chegado, eu não ia parar por causa disto. Porque o meu propósito é muito maior que T-shirts, que cartazes com tudo isto !... Ou com a música aqui por trás, quando as pessoas estã na miséria total ! Tem feito mais contacto porta a porta ? Sim,quando no hospital você não tem medicamentos, não tem coisa nenhuma, há muitas dificuldades. Falta muito combustível. Há muitos apagões ! Isso nos últimos dias melhorou relativamente. Melhorou um pouco. Já não está como há coisa de dois, três meses atrás. Já melhorou a coisa sensivelmente de 20 dias, um mês, para ser mais sincero. Já a coisa não está como estava, Já há uma melhoria substancial. Ainda não todo o território nacional, mas já boa parte do país já tem energia de modo regular. Por isso é que no final. Então quem é cartaz, afinal de contas, numa eleição presidencial, é a própria pessoa ?! E o senhor tem ideias que destoam das dos demais candidatos, não é? Gostaria que falássemos, nomeadamente, por exemplo, das suas ideias relativamente à evolução dos símbolos nacionais: a bandeira e também a designação oficial do país. Isto é a minha bandeira, por uma questão de justiça e também do estado atual em que nos encontramos: corrupção por todo o lado ! O país ficou de tal modo corrupto que ninguém mais acredita em nós ! Ora, é preciso a gente mudar. Mudar de fundo. Porque eu tenho dito aos leitores o seguinte não me interessa de modo nenhum que votem em mim se não têm confiança em mim. Não, não vale a pena. Agora, se nós quisermos mudar profundamente o país, eu participo e tenho ideia. O nome do país em vez de República democrática... Democrática, não há nada de democrático ! Vamos pôr a República Centro Equatorial porque nós estamos, de facto, no centro do Equador: República Centro Equatorial ! É que isto não se parece demasiado com a vizinha Guiné Equatorial, por exemplo ? Não, não, não, não, não. Uma coisa, então existe a República do Equador ! República Centro Equatorial, até podemos mudar o nome para outra coisa qualquer ! Mas eu acho que nós estamos efectivamente no centro do Equador. E devemos aproveitar isto também como mais valia para o nosso futuro. Quanto à bandeira actual, a bandeira não representa efectivamente o nosso território. As estrelas que representam as duas ilhas do arquipélago: Você pulava que fossem cinco para representar também os ilhéus, não é? Sim, sim. Os ilhéus fazem parte do arquipélago. São habitáveis? Se são habitáveis. Então porque não fazer parte da bandeira? Se fossem ilhas completamente desertas, não teria qualquer sentido. Eu, como já disse várias vezes, o mar, por exemplo, o azul: são 160.000 quilómetros quadrados e não aparece uma linha azul na nossa bandeira ! E estamos a falar da economia azul. Estamos a falar de quê, afinal de contas? Eu acredito na potencialidade que essa economia pode gerar para a nossa própria economia futura, porque no mar temos tudo ! O território firme é 1001 quilómetros quadrados, o território firme ! Portanto, devíamos fazer uma conjugação aqui para aproveitarmos tudo o que nós temos que a natureza nos deu. Quanto à nacionalidade: nós chamamos os naturais do Príncipe: são são-tomenses ! Porquê que são são-tomenses ? Então por que nós não são príncipienses ? Não, são são-tomenses ! Somos todos portugueses. Até bem pouco tempo éramos todos portugueses ! O que se adequava: o natural de o de São Tomé era natural de São Tomé. O natural do Príncipe era natural do Príncipe, e com nacionalidade portuguesa. Aí não havia qualquer contradição. Agora nós, por sermos ilha maior, impusemos a nacionalidade a naturais do Príncipe, não pode ser ! Se nós formos centro-equatorianos, continuaremos a ser são-tomenses na mesma. A capital vai continuar a ser São Tomé. A única coisa que vamos mudar é a Constituição. Queremos continuar a ser um país democrático. Isso vai adequar a nossa situação e a situação dos naturais do Príncipe. Não haverá aqui qualquer contradição. Sem apoios políticos, Não acha que, de alguma forma, esta eleição já está decidida ? Porque há candidatos que, esses sim, conseguiram apoios de várias franjas políticas, de vários partidos? Em que medida é que ainda há algum suspense relativamente a este escrutínio ? Isso não me espanta coisa nenhuma, porque eu vivo aqui, eu tenho o sentimento geral do país. Os partidos políticos em São Tomé e Príncipe que representação é que têm ? Dizendo com franqueza, em termos de militantes, as pessoas aderem a este ou aquele partido em razão da pessoa ! É o caso da ADI, temos que ser sinceros nesse aspecto. Não podemos culpar o fulano que está fora do país, que dispõe fulano e fica fulano. Nós estamos aonde, então ? Por que razão isso acontece? Portanto, o que está a faltar aos são-tomenses é sinceridade e nós não vamos a lado nenhum. Se nós não fomos sinceros. Por essa razão eu proponho uma mudança total ! Eu posso dar um exemplo simples : o meu irmão que morreu no mato em Portugal, foi secretário de Estado, foi ministro e ajudou-me bastante para ser quem sou hoje. Como é que as pessoas conseguem comprar casas pessoais com dinheiro de São Tomé e não conseguem comprar casa-residência para doentes que estão em Portugal a andar de um lado: para casa de familiares, que vão correndo com eles de para um lado, para o outro. Isso não é normal. As pessoas estão aqui à espera de junta médica porque não têm família em Portugal, porque não têm isto, não têm aquilo. Oh Senhor, o que é que nos custa por Portugal uma casa ? Se os portugueses é que nos colocaram aqui nesta ilha. Sabiam que a população ia crescer e que iríamos ter dificuldades! Eles é que foram buscar os nossos antepassados no continente africano, e trouxeram-nos para aqui, para São Tomé e para o Príncipe e estamos agora nessa situação. Foram-se embora lá para o "jardim à beira mar plantado" na Europa e ficámos aqui à mercê de indivíduos bandidos, falsos, mentirosos! Não pode ser ! Temos que encontrar uma alternativa rápida para esta situação. É isto que quero dizer, com toda a honestidade ! O Presidente não têm pouco poder. Não pode ter mais poderes que os que a Constituição lhe confere. Agora, o que tem acontecido é má interpretação. As pessoas não percebem que é má interpretação da lei constitucional ! Nenhum Presidente da República até agora, excepto o Miguel Trovoada, que uma vez foi ao Parlamento, nenhum foi ao Parlamento e está na Constituição, é lá onde ele deve espelhar o seu ponto de vista. Não é necessário para si mexer no regime semipresidencial ? Não, não, não, não. Agora, eu acho que sim, que a própria Constituição impõe de que, se em cinco, em cinco anos se deve fazer a sua revisão.
A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça definiu que o desemprego involuntário pode ser comprovado por diferentes meios de prova para fins de prorrogação do chamado “período de graça” da Previdência Social, não sendo exigido exclusivamente o registro dessa condição no órgão competente do Ministério do Trabalho. A tese foi fixada sob o rito dos recursos repetitivos, no Tema 1.360, e deverá ser aplicada pelos tribunais em processos semelhantes. Agora, podem voltar a tramitar os processos que estavam suspensos à espera da definição da tese pelo STJ.O relator, ministro Afrânio Vilela, destacou que o período de graça possui natureza protetiva, pois garante ao trabalhador a manutenção da qualidade de segurado mesmo quando deixa de contribuir por ter perdido o emprego. Segundo o ministro, exigir apenas o registro formal da condição de desempregado representaria um excesso de formalismo, contrariando a finalidade social da norma previdenciária.Para o colegiado, a situação de desemprego involuntário pode ser demonstrada por qualquer meio de prova admitido em direito, cabendo ao juiz avaliar os elementos apresentados conforme o princípio do livre convencimento motivado, previsto no Código de Processo Civil. Dessa forma, documentos, declarações e outros meios de prova podem ser utilizados para demonstrar a ausência de renda e a busca por recolocação profissional.A Primeira Seção, porém, estabeleceu que a simples ausência de registros de emprego na Carteira de Trabalho ou no Cadastro Nacional de Informações Sociais não é suficiente para comprovar o desemprego involuntário. Segundo os ministros, o segurado deve apresentar elementos adicionais que confirmem a situação, já que a prorrogação do período de graça constitui uma exceção prevista na legislação previdenciária.
O adolescente Matheus Carrer Della Justina, de 15 anos, segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) enquanto enfrenta o tratamento contra uma doença genética rara. Após receber as seis doses do medicamento necessário para o controle da enfermidade, o jovem apresentou sinais de evolução clínica, embora ainda permaneça sob cuidados intensivos devido à fragilidade muscular e às complicações decorrentes do longo período de internação. Em entrevista à Rádio Cruz de Malta, o pai de Matheus, Jorge Luiz, atualizou o quadro de saúde do filho e informou que os exames mais recentes indicaram avanços no tratamento. Segundo ele, um dos principais marcadores da doença apresentou resultado animador. "Foram feitas as seis doses e, na semana passada, os exames mostraram que o ácido aminolevulínico veio negativo. A questão da porfiria ainda deu positivo, mas agora os médicos estão avaliando a quantidade para saber se a doença está em remissão ou se ainda será necessária alguma dose adicional do medicamento", explicou. Jorge também destacou que Matheus vem respondendo ao tratamento e já demonstra pequenos avanços na recuperação motora. "Ele vem evoluindo. Com essas seis doses, mostrou alguns movimentos a mais. Agora seguimos com as fisioterapias, principalmente a parte respiratória", afirmou. Nos últimos dias, a equipe médica chegou a retirar a traqueostomia de Matheus, mas uma sequência de episódios de queda na saturação de oxigênio fez com que o procedimento precisasse ser revertido. "O músculo respiratório ainda estava muito fraco. Houve necessidade de recolocar a cânula da traqueo. Agora foi colocada uma mais adequada e seguimos acompanhando. Todo esse processo acaba deixando ele um pouco mais abatido por causa das sedações, mas ele está vindo, devagarinho, para a recuperação", relatou o pai. Atualmente, Matheus completa 50 dias internado na UTI. Além da recuperação muscular, ele também trata feridas provocadas por complicações durante o uso de antibióticos. "Cada dia na UTI é um desafio maior. Eles estão tratando essas feridas e, resolvida essa situação, será mais fácil intensificar as fisioterapias. A expectativa é que, dependendo da evolução da respiração, ele possa ser transferido para o quarto na próxima semana. Acreditamos que vai dar certo", disse Jorge. Campanha solidária continua A mobilização para ajudar a família segue ativa. De acordo com Jorge Luiz, a vaquinha virtual já arrecadou aproximadamente R$ 201,5 mil, valor que aumenta quando somadas as doações recebidas via Pix e em dinheiro. "Vamos manter a vaquinha ativa por mais um tempo. As despesas continuam sendo muito altas", destacou. Além das contribuições da comunidade, o Unibave, instituição onde Matheus é estudante, promove neste sábado uma ação beneficente. O tradicional drive-thru de porco à pururuca terá toda a renda revertida para auxiliar no tratamento e nas despesas da família. A campanha solidária permanece aberta. As doações podem ser realizadas por meio da chave Pix 6152128@vaquinha.com.br ou diretamente à família.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (15): O Conselho Federal da OAB pediu ao ministro Alexandre de Moraes que autorize o senador Flávio Bolsonaro a manter contato pessoal e reservado com o ex-presidente Jair Bolsonaro, alegando que ele atua como advogado do pai no processo. A entidade afirma que busca apenas garantir as prerrogativas da advocacia, sem questionar a decisão judicial, e solicita que o contato ocorra sob as condições definidas pelo ministro. Enquanto isso, Flávio critica a restrição, e a defesa de Jair Bolsonaro sustenta que a medida contraria entendimentos anteriores do STF. Reportagem: André Anelli. O Senado aprovou a medida provisória que altera as regras do piso mínimo do frete rodoviário, após a paralisação de caminhoneiros autônomos em Santos (SP). O texto segue para sanção do presidente Lula e mantém a definição dos valores pela ANTT, conforme distância, tipo de carga e número de eixos. Os senadores retiraram o piso salarial de R$ 5 mil por considerá-lo inconstitucional, mas endureceram as punições para empresas que descumprirem a norma. Reportagem: Beatriz Souza. O Senado aprovou em dois turnos a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria a aposentadoria especial para os agentes comunitários de saúde. A proposta recebeu 73 votos favoráveis e um contrário nas duas votações. O único voto contra foi do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), enquanto o senador Eduardo Girão (Novo-CE) se absteve. Mesmo com o voto de parlamentares governistas favoráveis ao texto, o Planalto tentou barrar a proposta. Agora, a PEC segue para promulgação pelo Congresso Nacional. Reportagem: Bruno Pinheiro. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta terça-feira (14) que desistiu de cobrar uma taxa de 20% sobre produtos transportados por navios que circulam pelo Estreito de Ormuz, medida que havia sido anunciada na segunda-feira (13). Segundo Trump, a cobrança será substituída por acordos comerciais e de investimento com diversos países do Golfo Pérsico. Apesar do recuo em relação à taxa, o presidente afirmou que o bloqueio naval no Estreito de Ormuz continuará em vigor. Reportagem: Luca Bassani. Donald Trump, mencionou de forma vaga a possibilidade de uma campanha terrestre enquanto a guerra com o Irã se intensifica. Em entrevista à Fox News, Trump afirmou que não deseja adotar essa estratégia, mas declarou que, em alguns casos, uma campanha terrestre pode ser necessária e acrescentou que outras forças poderiam realizá-la pelos Estados Unidos. Reportagem: Luca Bassani. A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) mostra o presidente Lula (PT) com vantagem de oito pontos sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) na simulação de segundo turno da eleição presidencial. De acordo com o levantamento, Lula registra 45% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 37%. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Cássio Nunes Marques, apresentou aos institutos de pesquisa uma proposta para criar um “selo de acerto”, com o objetivo de reconhecer as empresas que apresentarem levantamentos mais precisos e próximos dos resultados oficiais das urnas. A iniciativa busca premiar os institutos que demonstrarem maior grau de precisão nas pesquisas eleitorais. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Murilo Hidalgo, diretor-presidente da Paraná Pesquisas. O senador Carlos Portinho (PL) concedeu entrevista ao Jornal da Manhã e comentou a escolha feita por Flávio Bolsonaro para que dispute uma vaga ao Senado Federal pelo PL no Rio de Janeiro nas eleições de 2026. A definição encerra semanas de disputa interna no partido e consolida a candidatura da legenda para a corrida ao Senado no estado. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
LEITURA BÍBLICA DO DIA: COLOSSENSES 4:2-6, 12-13 PLANO DE LEITURA ANUAL: SALMOS 13–15; ATOS 19:21-41 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: “Oro por você há 50 anos”, disse a idosa. Meu amigo Luís olhou-a nos olhos com profunda gratidão. Ele estava visitando a aldeia búlgara onde seu pai crescera e de onde tinha saído na adolescência. Aquela senhora cristã era vizinha dos avós dele. Ela começou a orar por Luís assim que soube de seu nascimento num continente distante. Agora, mais de meio século depois, ele visitava a vila em uma viagem de negócios e, estando lá, falou a um grupo sobre sua fé. Luís só se tornou cristão quando tinha quase 30 anos, e quando esta mulher o abordou após sua fala, ele refletiu sobre o impacto que as orações persistentes daquela senhora tiveram em sua caminhada até a fé. Nunca saberemos o efeito total das nossas orações deste lado do Céu. Mas as Escrituras nos dão este conselho: “Dediquem-se à oração com a mente alerta e o coração agradecido” (COLOSSENSES 4:2). Quando Paulo escreveu essas palavras aos cristãos na pequena cidade de Colossos, ele também pediu oração para que Deus “abrisse uma porta” para sua mensagem onde quer que ele fosse (v.3). Às vezes podemos pensar: não tenho o dom espiritual da oração. Mas de todos os dons espirituais listados na Bíblia, a oração não está entre eles. Talvez seja porque Deus deseja que cada um de nós ore fielmente, para que vejamos o que só Ele pode fazer. Por: JAMES BANKS Você já foi abençoado pelas orações de outras pessoas? Por quem você está orando hoje?
Neste episódio do CNA News, analisamos em detalhes os top cinco tênis com placa de carbono lançados em 2026 que mais se destacaram nos treinos e provas até agora. Além de avaliar o peso, preço e a eficiência desses modelos de alta performance, passamos a limpo o feedback dos corredores sobre a organização da New Balance 42K de Porto Alegre e trazemos atualizações importantes sobre as maratonas do Rio de Janeiro, Maceió e Vitória.- Análise dos top 5 tênis com placa de carbono de 2026 | Under Armour Velociti Elite 3 | Qiaodan Feiying PB 6 | Li-Ning Feidian 6 Elite | Puma Fast-R 3 Elite | Olympikus Corre Pace (00:49)- Repercussão e comentários sobre a New Balance 42K de Porto Alegre (09:38)Nossos cupons e links - https://cnoar.run/cuponsO Corrida no Ar News é produzido diariamente.
A Polícia Federal indiciou dois ex-presidentes do INSS e mais 46 pessoas. A investigação concluiu que eles desviaram R$ 708 milhões de aposentados e pensionistas. Em uma pauta-bomba, o Senado aprovou aposentadoria especial para agentes de saúde. O impacto no orçamento é de R$ 27 bilhões em dez anos. Donald Trump mudou de ideia, voltou atrás e desistiu de cobrar pedágio no Estreito de Ormuz. Agora o presidente americano falou em fazer negócio com os países do Golfo Pérsico. No Brasil, o governo anunciou aumento de etanol na gasolina. A Espanha está na final da Copa do Mundo. Em um jogo perfeito, a Fúria dominou a França, fez 2 a 0 e terminou o jogo dando olé. Nesta quarta-feira sai o outro finalista: Argentina ou Inglaterra. Os ingleses confiam em Harry Kane para voltar à final depois de 60 anos. Os argentinos querem manter a fama de carrascos dos europeus em mundiais.
Donald Trump anunciou que os Estados Unidos vão cobrar 20% sobre toda carga que passar pelo Estreito de Ormuz, um dia antes de iniciar o bloqueio naval contra embarcações ligadas ao Irã.O chanceler iraniano respondeu de forma astuta, dizendo que o próprio Trump legitima a cobrança de pedágio na rota. No Meio-Dia em Brasília, José Inácio Pilar, Duda Teixeira e a bancada analisam a escalada geopolítica, o salto no preço do barril de petróleo e a comparação de Lula com a "pirataria".Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Trump #EstreitoDeOrmuz #EUA #Geopolitica #PiratariaModerna #Irã #GolfoPersico #Petroleo #ConflitoMundial #SegurancaMaritima #OrienteMedio #NoticiasInternacionais #CriseGeopolitica #MarinhaEUA #PoliticaExterna #ComercioGlobal #TensãoMilitar #EconomiaMundial #RotasComerciais #DebateGlobal
Neuronautas Especial: O Ouro dos Tolos - Ep. 1 de 3 O FOGO PROVA O OURO, O OURO PROVA O HOMEM.... Meses depois do incidente no Banco Central, ainda resta uma questão a ser endireitada. Os Órfãos se mobilizam novamente para lidar com isso, contando inclusive com um auxílio inusitado. Só que a noite nunca é tão simples, especialmente nesta cidade...
Confira no Morning Show desta terça-feira (14): O ministro do Supremo Alexandre de Moraes emitiu uma decisão suspendendo por 90 dias as visitas do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) e seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. A medida foi tomada após a divulgação de uma carta de Jair por Flávio, manifestando-se politicamente em favor do filho mais velho. Jair estava proíbido de utilizar redes sociais, inclusive através de terceiros. Agora, Flávio só poderá se reunir novamente com o pai após o primeiro turno. A senadora Damares Alves (PL) defendeu a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro (PL) durante discurso no Senado Federal e tentou apaziguar a situação entre os membros da família Bolsonaro. Em sua fala, a senadora questionou: “quem está por trás dessa campanha difamatória contra os soldados da direita”. Edinho Silva (PT), presidente nacional do PT, orientou os militantes do partido a pressionarem o Senado Federal para aprovar o projeto que prevê o fim da escala 6x1 antes do recesso parlamentar de meio de ano. Após o recesso, as chances de votação de projetos importantes caem, pois grande parte dos parlamentares volta para suas bases eleitorais para focar nas eleições de outubro. A classe dos caminhoneiros está pressionando o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, para que a Medida Provisória “MP do Frete” seja pautada. O texto determina que parte do valor do frete seja pago antes da entrega e outros benefícios para quem trabalha na área, além da suspensão de multas para quem participou das paralisações de estradas após a derrota de Jair Bolsonaro (PL) em 2022. A Polícia Civil do Rio de Janeiro está investigando a realização de um baile funk com presença de dezenas de homens armados com fuzis em Vigário Geral. A festa, que contou com apresentações do MC Chefin e do grupo Tá na Mente, seria em comemoração aos 19 anos de domínio da facção Terceiro Comando Puro na comunidade, parte do Complexo de Israel. Um homem foi flagrado roubando uma caixa de ofertas de uma igreja em Carmo do Rio Claro, sul de Minas Gerais. O suspeito, que fingia estar ajoelhado rezando ao furtar a urna, está foragido e a paróquia não conseguiu estipular quanto dinheiro o homem teria levado. Dados da Secretaria de Segurança Pública de SP revelam que casos de violência contra a mulher aumentaram na Grande São Paulo na primeira metade do ano. Em comparação com o mesmo período em 2025, as ocorrências de lesão corporal subiram de 12.298 para 13.685 (alta de 11%). Já as anotações por ameaça foram de 15.886 para 18.471 (alta de 16%) e episódios de violência psicológica saltaram de 574 para 684 (alta de 19%). A psicóloga Lara D`Almeida lança o livro “Tudo Que Você Precisa Saber Sobre TDAH” e explica como o transtorno se manifesta na vida adulta. É importante separar sintomas e comportamentos típicos do TDAH que já apareciam desde a infância dos que surgem apenas na maturidade e evitar auto diagnósticos. Uma jornalista de um programa de fofoca espanhol disse se sentir humilhada após um companheiro de bancada fazer um sinal com a mão pedindo para ela esperar para falar. A apresentadora desabafou ao vivo e abandonou o programa. A psicologa Lara D'Almeida analisa o caso. O ministro do Supremo Flávio Dino emitiu uma decisão ordenando que diversos órgãos apresentem explicações sobre a destinação de emendas parlamentares voltadas para a saúde por agentes políticos que não possuem mandato, como o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PRD) e Valdemar Costa Neto (PL). Dino classificou como “totalmente anômalo” que ex-parlamentares tenham gerência sobre esses valores. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
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⏱️ Capítulos do vídeo00:00 A geração que não vai ter nada00:55 O contrato social invisível02:08 A quebra do contrato social invisível02:41 Efeito Cantillon: por que seu dinheiro vale menos04:33 A geração do aluguel (não possuir mais nada)05:39 O segredo de virar dono de ativos07:38 Reflexão final: o jogo não acabou08:15 Como começar: RC Wealth e RC Club
A morte da web já foi anunciada quatro vezes em trinta anos e nunca aconteceu. Em 1997 a Wired apostava no push media, em 2004 no RSS, em 2010 nos aplicativos e nas plataformas fechadas. Toda vez a web sobreviveu e absorveu a novidade. Agora é a vez da inteligência artificial.--Assine a newsletter O Futuro Explicado: https://resumido.substack.com/subscribe Faça sua assinatura: https://resumido.cc/assinatura Loja RESUMIDO: https://www.studiogeek.com.br/resumido Ouça mais: https://resumido.cc
Saudações, futuro padrinho ou madrinha do RPG Next! Talvez você ainda não apoie o projeto hoje, mas acreditamos que um dia você vai fazer parte dessa aventura junto com a gente! Este episódio do Regras do D&D é exclusivo para quem já apoia o RPG Next lá no apoia.se/RPGnext, ou para membros do nosso canal no YouTube. Quem decide apoiar já ganha acesso a todos os episódios exclusivos, além de receber conteúdos antecipados e várias recompensas extras — e o melhor: não importa o valor, em qualquer nível de apoio você já desbloqueia tudo isso. Apoiar é simples e rápido, e faz toda a diferença para que nós possamos continuar criando novos podcasts, mais episódios e mais conteúdo para toda a comunidade RPGista. Então, se você gosta do que fazemos e quer ter acesso a este episódio completo e a todos os outros exclusivos, passa lá em apoia.se/RPGnext. Temos certeza de que em breve vamos poder te chamar de padrinho ou madrinha de verdade lá no nosso grupo exclusivo do WhatsApp. Até lá, obrigado por ouvir e por estar junto com a gente nessa jornada! Se você já é apoiador: Ouça aqui no Spotify: https://open.spotify.com/show/6g11105CEiIWAdClcc31Ml Ouça aqui no Apoia.se: https://apoia.se/rpgnext Ouça aqui mesmo no site do RPG Next. NOVIDADE!!! Para tornar a sua experiência ainda mais fácil e prática, agora disponibilizamos nossos conteúdos exclusivos do Apoia.se também no Spotify! Assim, você pode acessar tudo em um só lugar, sem precisar alternar entre plataformas. Quer saber como ativar essa opção e ouvir nossos episódios exclusivos diretamente no Spotify? Acesse este artigo com o passo a passo: https://suporte.apoia.se/hc/pt-br/articles/30944727495579-Ou%C3%A7a-%C3%A1udios-exclusivos-da-APOIA-se-no-Spotify Obrigado por apoiar nosso trabalho! Seu suporte faz toda a diferença. Boletim Informativo RPG Next https://bit.ly/boletim-informativo-rpg-next O RPG Next agora tem um grupo oficial no Telegram! Venha trocar ideias, compartilhar suas aventuras e se conectar com outros jogadores apaixonados por RPG. Entre agora e faça parte dessa comunidade épica: https://t.me/RpgNextOficial . Acesse nossos conteúdos antecipados e exclusivos pelo APP do Apoia-se Disponível para Android e iOS! Google Play: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.apoiasemobile&pli=1 iOS: https://apps.apple.com/us/app/apoia-se/id1665747795 https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-and-dragons-starter-set-heroes-of-the-borderlands/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-rpg-livro-do-jogador-portugues/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-dungeon-masters-guide-livro-do-mestre-5-5e-portugues/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-monster-manual-livro-dos-monstros-5-5e-portugues/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-rpg-dungeon-masters-screen-2024/ Quer jogar RPG sem precisar montar grupo ou preparar nada? Agora você pode! Encontre todas as vagas on-line com Mestres de Aluguel no site do RPG Next e entre de cabeça em aventuras épicas conduzidas por narradores experientes! O serviço é pago e funciona por assinatura mensal, com cobrança exclusivamente via cartão de crédito. ♂️ O Mestre de Aluguel conduz toda a sessão — você só precisa escolher o sistema, montar seu personagem e se divertir! No site, você encontra um vídeo de apresentação e todas as informações sobre como participar, bem como link público para o grupo de WhatsApp de cada Mestre de RPG. Confira as mesas disponíveis agora em:https://www.rpgnext.com.br/categoria-produto/servico-de-mestre-de-aluguel/ SERVIDOR DO DISCORD - D&D BR: https://discord.gg/zYvhQETBEq APOIE NOSSA CAUSA! Nosso Plano de Assinaturas do APOIA.SE! Acesse e veja nossas recompensas para os apoiadores. https://rpgnext.com.br/doadores/ COMPARTILHE! Nosso site é https://rpgnext.com.br, Nossa Campanha do APOIA.SE: https://apoia.se/rpgnext Facebook RpgNextPage, Grupo do Facebook RPGNext Group, Instagram RPG Next Oficial, Bluesky rpgnext.bsky.social, Canal do YouTube, Vote no iTunes do Tarrasque na Bota e no iTunes do RPG Next Podcast com 5 estrelas para também ajudar na divulgação! DEIXE SEU FEEDBACK! Se quiser deixar seu feedback, nos envie um e-mail em contato@rpgnext.com.br ou faça um comentário nesse post logo abaixo. Seu comentário é muito importante para a melhoria dos próximos episódios. Beleza? Muito obrigado pelo suporte, pessoal! Contato Instagram / Facebook / Bluesky / TikTok / YouTube
A Sueli terminou um relacionamento de 4 anos com o Reinaldo ao perceber que já não o amava mais. Meses depois, sua amiga Ana contou que havia se apaixonado por ele. Sueli apoiou o relacionamento e se tornou-se madrinha do casamento da amiga. Porém, a poucas semanas da cerimônia, Reinaldo apareceu bêbado em sua casa, confessou que nunca deixou de amá-la e disse que cancelaria o casamento se ela aceitasse voltar. Sueli o rejeitou, mas ele não desfez o casamento. Agora, ela vive o dilema de contar a verdade para amiga e destruir o casamento ou permanecer em silêncio e deixá-la se casar com um homem que se declarou para ela.
Apoie o UP no Orelo: clique aqui!Para tudo, rapaziada. O anúncio aconteceu. Agora é ponto sem retorno e o UP precisa fazer alguma coisa sobre isso (falar, no caso). Neste episódio, o UP se reúne para comentar o anúncio do remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time, relembrar os destaques da Summer Game Fest, State of Play, Nintendo Direct, trazemos também nossas impressões sobre o novo Lego Batman e, evidentemente, falamos sobre Copa do Mundo.O nosso muito obrigado a: Bruno Hatto, Carlos Bonomi, Rodrigo Kumazawa, biel tomarchio, Akemi Nakamura, Wellington Oliveira, Eric Quarterolli, Luiz Fernando Moratelli, Andre Britto, Kainã Leão, Italo Albuquerque, Johnata Gabriel, João Pedro, Joao+Pedro Aguiari, Mateus, Gabriel Barros, Andre Benia, Cicero Ruschel, Brenno Novais, Leonardo Azzi Martins, Arthur Valladão, dudu pansica, Suellen Amorim, Júlia Paterniani, Paulo Felisbino, Felipe Gil, Mariana Janoti, Carlos Jefferson, Arthur Goulart, Rafael Yabiku, Guilherme Shuto, Marcel Kuhne, Filipovisky De La Fuente, Ruan, Agmar, Vivian Shintate, Gabriel Pavão, Filipe Dottori, Daniel do Valle, César Mori, Jacobico Catiau, Tales de Deus Diniz, Davi, Luiz Rafael Santos Leite, Guilherme Serravalle, Diego Almeida, Vitor Ludwig, Juan Alves, Leonardo Nogueira, Marquinhos Maia, Jéssica Macedo, Breno Bezerra Bluhm, Lucas Eid, Juan, Andre Birck, Victor Toffano, Guilherme Magalhães, Bruno Luiz Korckievicz, Marina, Rafael Ramalli da Silva, Luiz Gustavo, Anne Verrino, Alexandre Bellini Tasca, Helio Cannone, Leonardo Ribeiro Teles De Souza, Fernando Belincanta, Lucas Brum, Rodrigo Taira, Paulo Piazza, Kelvin Santos, Tiago Alves Fernandes, Samuel Regis, Vinicius Marques, Joao, Jonas Sá, Maryana Gois, Letícia Camperoni, Rodrigo Souza, Hermano Cavalcante, Moisés Resende, Priscila Tonet, Bianca Hayashi, Caio Barcelos, Renato Bena, Lucas, Guilherme Rodrigues, Victor Guimarães, Matheus Perugini, Gabriel Bisuli, Caio Cardoso, Vivian, Pedro Vital Brazil, Sergie Arruda, Gustavo Garcia, Vitor Araujo, Venigma, João Henrique, Fabricio Reis, Henrique Fernandes Veri Marques, Gabriel Bittencourt Borowski, REGIS F G FREITAS, Luan Germano, Anderson Barbosa, Felipe Dal Molin, Rafael Silva, Marcos Eduardo, Andre Jarenkow, Victor “VicGurg” Gurgel, Érica Fontana, Arthur Luiz, Isadora Marques, Daniel Baumgratz, Giovanne, Daniel Ferreira de Camargo, Clarissa Farias, Daniel Bandoni, Thiago Yakomizo Buainain, Daniel Labres, Amanda Nunes, Matheus Vasques, André Luís Teixeira, Bruno Correia Milani, Ednardo M.Toledo, João CassorieloSiga o UP:Orelo | Twitter | Twitch | Instagram | DiscordContato comercial: contato@somosup.com
Na noite de terça-feira, os EUA voltaram a atacar o Irão, depois de ataques pontuais iranianos no Estreito de Ormuz. Donald Trump ameaça mesmo não voltar a negociar — deixando o mundo em suspenso e os mercados de regresso às subidas de preços. Neste Expresso da Manhã, procuramos os motivos do reacender do conflito, analisamos os dois cenários centrais e as hipóteses reais de resolução final. Com comentários de Catarina Maldonado Vasconcelos e sonoplastia de Gustavo Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do CNA News, analisamos os cinco tênis sem placa que mais se destacaram nos testes de rodagem e treinos de intensidade ao longo do primeiro semestre de 2026. Entenda a importância de revezar seus modelos com e sem placas de carbono para preservar a musculatura e garantir a eficiência dos seus treinos. Além disso, trazemos um alerta urgente sobre um golpe de aluguel de casa que afetou dezenas de corredores inscritos no La Mission Brasil, em Passa Quatro, e fechamos com a tradicional leitura dos comentários da comunidade.- Os 5 tênis sem placa mais marcantes de 2026 (01:11)- Fila Aero Skyfoam e suas características de rodagem (03:15)- Olympikus Corre 5 e a evolução da entressola (04:47)- Kiprun Kipride Max da Decathlon como grande surpresa (06:34)- ASICS Novablast 6 e Brooks Glycerin Max (08:10)- Alerta de golpe de aluguel de casa no La Mission Brasil (10:33)- Giro de comentários dos espectadores (11:41)Nossos cupons e links - https://cnoar.run/cuponsO Corrida no Ar News é produzido diariamente.
Fique atualizado com o Boletim do RPG Next! Já imaginou fazer parte de uma comunidade que vive o RPG intensamente? Com podcasts imersivos, lives emocionantes e mesas de RPG cheias de ação, o RPG Next é a sua porta de entrada para experiências inesquecíveis no universo do RPG! Descubra tudo que oferecemos aqui: https://bit.ly/boletim-informativo-rpg-next Como você pode ajudar: 1️⃣ Torne-se um apoiador em https://apoia.se/rpgnext e ajude a manter o projeto vivo! 2️⃣ Participe de nossas mesas e aventuras disponíveis em https://rpgnext.com.br/loja. 3️⃣ Compartilhe nosso conteúdo e chame seus amigos para fazer parte dessa jornada épica! Recompensas incríveis para nossos apoiadores: Acesso antecipado. ️ Sorteios mensais. ️ Consultorias exclusivas e muito mais! ⚔️ Vem jogar com a gente e viva histórias que só o RPG pode proporcionar. Marque seus amigos e ajude a expandir essa comunidade! ♂️ Boletim Informativo RPG Next https://bit.ly/boletim-informativo-rpg-next NOVIDADE!!! Para tornar a sua experiência ainda mais fácil e prática, agora disponibilizamos nossos conteúdos exclusivos do Apoia.se também no Spotify! Assim, você pode acessar tudo em um só lugar, sem precisar alternar entre plataformas. Quer saber como ativar essa opção e ouvir nossos episódios exclusivos diretamente no Spotify? Acesse este artigo com o passo a passo: https://suporte.apoia.se/hc/pt-br/articles/30944727495579-Ou%C3%A7a-%C3%A1udios-exclusivos-da-APOIA-se-no-Spotify Obrigado por apoiar nosso trabalho! Seu suporte faz toda a diferença. O RPG Next agora tem um grupo oficial no Telegram! Venha trocar ideias, compartilhar suas aventuras e se conectar com outros jogadores apaixonados por RPG. Entre agora e faça parte dessa comunidade épica: https://t.me/RpgNextOficial . Acesse nossos conteúdos antecipados e exclusivos pelo APP do Apoia-se Disponível para Android e iOS! Google Play: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.apoiasemobile&pli=1 iOS: https://apps.apple.com/us/app/apoia-se/id1665747795 https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-and-dragons-starter-set-heroes-of-the-borderlands/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-rpg-livro-do-jogador-portugues/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-dungeon-masters-guide-livro-do-mestre-5-5e-portugues/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-monster-manual-livro-dos-monstros-5-5e-portugues/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-rpg-dungeon-masters-screen-2024/ Quer jogar RPG sem precisar montar grupo ou preparar nada? Agora você pode! Encontre todas as vagas on-line com Mestres de Aluguel no site do RPG Next e entre de cabeça em aventuras épicas conduzidas por narradores experientes! O serviço é pago e funciona por assinatura mensal, com cobrança exclusivamente via cartão de crédito. ♂️ O Mestre de Aluguel conduz toda a sessão — você só precisa escolher o sistema, montar seu personagem e se divertir! No site, você encontra um vídeo de apresentação e todas as informações sobre como participar, bem como link público para o grupo de WhatsApp de cada Mestre de RPG. Confira as mesas disponíveis agora em:https://www.rpgnext.com.br/categoria-produto/servico-de-mestre-de-aluguel/ APOIE NOSSA CAUSA! Nosso Plano de Assinaturas do APOIA.SE! Acesse e veja nossas recompensas para os apoiadores. COMPARTILHE! Se você gostou desse Podcast de RPG, então não se esqueça de compartilhar! Nossa Campanha do APOIA.SE: https://apoia.se/rpgnext Facebook RpgNextPage, Grupo do Facebook RPGNext Group, Instagram RPG Next Oficial, Bluesky rpgnext.bsky.social, Canal do YouTube, Vote no iTunes do Tarrasque na Bota e no iTunes do RPG Next Podcast com 5 estrelas para também ajudar na divulgação! DEIXE SEU FEEDBACK! Se quiser deixar seu feedback, nos envie um e-mail em contato@rpgnext.com.br ou faça um comentário nesse post logo abaixo. Seu comentário é muito importante para a melhoria dos próximos episódios. Beleza? Muito obrigado pelo suporte, pessoal! Links para MÚSICAS e SFX sob a licença Creative Commons Kevin MacLeod (incompetech.com): Licenciado sob Creative Commons: By Attribution 4.0 License (http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/) Tabletop Audio (tabletopaudio.com): Licenciado sob Creative Commons: Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 License (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/) Freesound.org: Efeitos sonoros diversos licenciados sob Creative Commons (CC BY 3.0 e 4.0) e Domínio Público (CC0). Contato Instagram / Facebook / Bluesky / TikTok / YouTube
A Denise conheceu o Emerson quando ele tinha 15 anos e na época, ele dizia que um dia se casaria com ela. Anos depois, já separados de suas relações, os dois se reencontraram e descobriram que aquele sentimento nunca tinha mudado. Eles construíram uma história marcada por respeito e muito amor. Até que em 2024 o Emerson enfrentou uma grave doença. Ele precisou de cirurgia e lutava com um câncer entre o fígado e o pâncreas. A Denise permaneceu ao lado dele durante toda a batalha, mas após meses de luta, ele faleceu aos 44 anos. Desde então, ela tenta seguir em frente, tentou até se relacionar, mas não conseguiu. Agora, Denise segue aprendendo a conviver com a saudade e uma eterna promessa feita em vida: "onde quer que ele esteja, ele continua cuidando de mim… Exatamente como ele prometeu".
A apresentadora Esther Fischborn, o setorista Rafael Favero e a Voz da Torcida Quetelin Rodrigues, a Queki, analisam as atuações e os amistosos do Grêmio com Cascavel e Chapecoense, além do que o Tricolor apresentou até agora nos dois jogos e as perspectivas de melhora. Além disso, o Tricolor tenta a contratação de um lateral-direito. Dê o play e ouça!
Diesen Sommer geht in der Nordsee der leistungsstärkste Windpark ans Netz, den Deutschland je hatte. Er kann rein rechnerisch mehr als eine Million Haushalte ein Jahr lang mit Strom versorgen. Gleichzeitig stockt der zukünftige Ausbau der Offshore-Windkraft. Zuletzt bot kein Windparkbetreiber mehr auf neu ausgeschriebene Flächen. Was ist da los und wie können wir unsere Ausbauziele erreichen? Technologie-Sprünge könnten helfen. Die Windkraft hat sich rasant entwickelt und tut es noch. Davon konnte sich Arne Schulz im dänischen Esbjerg ein Bild machen. Allerdings auch davon, dass “höher, schneller, weiter” allein wahrscheinlich nicht die Lösung ist. Welchen Beitrag die Politik mit dem neuen “Windenergie-auf-See-Gesetz" leisten sollte, das hat Susanne Tappe mit Philipp Godron vom Thinktank Agora Energiewende besprochen. Ein Weg: mehr internationale Zusammenarbeit. So wie die Anrainerstaaten der Nordsee es im Frühjahr auf einem Gipfel in Hamburg besprochen haben: https://www.tagesschau.de/inland/nordseegipfel-energieversorgung-fazit-100.html Wollt ihr auch zwischen zwei Folgen ARD Klima Update gut informiert bleiben? Dann abonniert unseren Newsletter unter: https://www.mdr.de/wissen/klima Und hier noch unser Podcast-Tipp für euch “Innenwelt - Der Psychologie-Podcast von WDR5”: https://www.ardsounds.de/sendung/innenwelt-der-psychologie-podcast-von-wdr-5/urn:ard:show:1ed47ad24053fa4d/
Convidado: Paulo César Vasconcellos, jornalista esportivo e comentarista do SporTV O Brasil chegou a transformar a Copa do Mundo em sinônimo de seleção brasileira. Foram cinco títulos, finais históricas e gerações de jogadores que marcaram época. Mas, desde o penta, em 2002, a seleção não voltou a conquistar o Mundial. Sequer chegar a uma final. Agora, o maior campeão do mundo entrou no maior jejum da sua história. A eliminação precoce do Brasil na Copa de 2026 contra a Noruega ampliou a sensação de crise. A seleção não caía nas oitavas de final desde 1990. Com isso, chegamos a seis Copas do Mundo seguidas sem títulos. O futebol mudou. O Brasil perdeu espaço. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Paulo César Vasconcellos, jornalista esportivo e comentarista do SporTV, sobre o que explica esse jejum histórico e os desafios do futebol brasileiro para voltar ao topo.
Jovem Nerd Esporte Clube no ar. Sem clima pra bolar uma descrição. Você já sabe o que aconteceu ontem e é isso. Agora vamos só reclamar. ATENÇÃO: ASSISTA/OUÇA OS EPISÓDIOS DIÁRIOS NO FEED PRÓPRIO DO JNEC! Hasbro Conheça MONOPOLY Panini Prizm FIFA: https://nerdbunker.short.gy/jnec_hasbro8 Netshoes Garanta seu manto na Netshoes: https://jovemnerd.short.gy/jnec_netshoes Inscreva-se no JNEC no YouTube: https://www.youtube.com/@jnesporteclube Ouça também no Spotify e agregadores de podcast: https://open.spotify.com/show/2lFibvS3lasyNBqkYixJy6 Mande suas histórias, críticas, elogios e sugestões para: servicos@jovemnerd.com.br Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Michelle Bolsonaro voltou ao centro do debate político após elogiar publicamente a Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos lançada pelo governo Lula, gesto interpretado por parte da base bolsonarista como provocação em meio à crise com o senador Flávio Bolsonaro.Wilson Lima e Rodolfo Borges analisam o simbolismo republicano da manifestação, o desgaste da ex-primeira-dama dentro do PL e o que isso significa para sua pré-candidatura ao Senado pelo Distrito Federal em 2026.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Michelle #Flávio #Bolsonaro #Política #Bastidores #Aliança #Disputa #Partido #Eleições #Análise #Debate #Tendências #Internet #Podcast #YouTube #Estratégia #Influência #Opinião #Notícias #Crítica
Mais um conteúdo no ar! A maior Copa de todos os tempos? Com um encerramento espetacular da nova fase de mata mata, a discussão veio à tona… Talvez ainda não seja para tanto, porém inúmeros jogos desta edição, como este Argentina 3×2 Cabo Verde, já estão marcados na história. Para além disso, analisamos todo o […]