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Mensagem do Culto de Celebração (21/06/2026)Nesta ministração aprendemos que conquistas espirituais não começam nas batalhas que enfrentamos, mas nas decisões que tomamos. A história de Josué revela que antes de liderar uma nação, ele precisou construir uma vida de serviço, fé e permanência na presença de Deus.Josué decidiu servir antes de liderar. O processo de preparação formou nele disponibilidade, fidelidade e um coração de servo. Deus estava mais interessado em quem Josué estava se tornando do que apenas no destino que ele alcançaria.Também aprendemos que um conquistador precisa decidir crer. Josué viu os mesmos gigantes que os outros espias viram, mas escolheu enxergar a promessa de Deus acima das limitações. A fé não ignora os desafios, mas decide que eles não terão a última palavra.A caminhada de Josué também nos ensina sobre a decisão de lutar e permanecer. Existem batalhas que não são vencidas apenas com força ou capacidade, mas através de uma vida guiada pelo Espírito e sustentada pela presença de Deus.
1 Coríntios 9:25 (NVT):“Todos os que competem nos jogos se submetem a treinamento rigoroso.”Nem todos os dias teremos motivação. Existem manhãs em que o coração acorda cansado, a mente parece pesada e a vontade de parar cresce silenciosamente dentro de nós.E isso também acontece na vida espiritual.Muitas pessoas acreditam que uma caminhada forte com Deus depende apenas de emoção, entusiasmo ou momentos inspiradores. Mas a maturidade espiritual nasce principalmente da constância.Paulo usa a imagem de um atleta para ensinar exatamente isso. Quem deseja chegar até o final precisa desenvolver disciplina. Precisa continuar treinando mesmo nos dias em que a motivação desaparece.A disciplina sustenta aquilo que a emoção não consegue manter.Na vida espiritual, existem períodos em que orar parece mais difícil. Ler a Bíblia exige mais esforço. Permanecer firme se torna cansativo emocionalmente. E é justamente nesses momentos que a disciplina se torna essencial.Porque pessoas maduras espiritualmente não caminham apenas quando sentem vontade. Elas continuam caminhando porque entenderam a importância da perseverança.Talvez hoje você esteja emocionalmente desgastado. Talvez algumas áreas da sua vida estejam exigindo muito mais energia do que você imaginava. Mas não abandone hábitos espirituais importantes justamente durante as fases difíceis.Os dias difíceis são exatamente os dias em que você mais precisa permanecer perto de Deus.A disciplina espiritual não é prisão. É proteção. Ela mantém você conectado à presença de Deus enquanto as emoções oscilam.Muitas vitórias espirituais não acontecem em grandes momentos públicos. Elas acontecem silenciosamente, quando alguém decide continuar firme mesmo cansado.Hoje, continue caminhando. Continue orando. Continue permanecendo. Pequenas constâncias produzem grandes transformações ao longo do tempo.
Existem muitas promessas na Bíblia, mas você sabia que essas promessas são para você? Hoje Joyce compartilha como receber sua herança dada por Deus.
A diáspora guineense enviou uma carta ao Presidente francês, Emmanuel Macron, pedindo a retirada da Legião de Honra atribuída a Umaro Sissoco Embaló, alegando que o mandato do antigo Presidente da Guiné-Bissau foi marcado por violações da Constituição, repressão política e enfraquecimento das instituições democráticas. Braima Mané, economista e um dos mais de 50 signatários da iniciativa, afirma que a manutenção da condecoração contradiz os valores da democracia, dos direitos humanos e do Estado de direito que a França diz defender. O que é que pretendem com esta iniciativa? Pretendemos alertar as autoridades francesas para o facto de Umaro Sissoco Embaló não reunir as condições morais e políticas compatíveis com uma distinção como a Legião de Honra. Consideramos que a sua actuação política foi contrária aos valores que esta condecoração simboliza. É por essa razão que consideram que uma pessoa com este percurso não deve continuar a ser detentora da Legião de Honra francesa? Exactamente. Não é uma carta contra a pessoa de Umaro Sissoco Embaló; é uma carta em defesa de um princípio. Como guineenses, aspiramos ao programa maior sonhado por Amílcar Cabral, que ainda não se concretizou porque certas pessoas continuam a bloquear o processo de democratização da Guiné-Bissau. É necessário consolidar as instituições para, depois, lançar o país num verdadeiro processo de desenvolvimento. Entendemos que não se pode premiar quem viola esses princípios. Na carta falam de uma deriva autoritária. Quais são os acontecimentos mais graves que demonstram essa degradação do Estado de direito na Guiné-Bissau nos últimos anos? Entre 2020 e 2026, Umaro Sissoco Embaló manteve-se no poder para além do limite constitucional. Desde que assumiu funções, registaram-se episódios recorrentes de perseguição e até de tortura de activistas, adversários políticos e deputados. Assistimos também à captura de instituições da República, nomeadamente do Supremo Tribunal de Justiça. Todas as instituições passaram a servir exclusivamente os seus interesses. Nas últimas eleições, por exemplo, o candidato da plataforma PAI-Terra Ranka- Domingos Simões Pereira- foi impedido de se candidatar às eleições presidenciais sem qualquer fundamento legal. Existem ainda relatos e imagens de pessoas torturadas e até assassinadas. Temos também o episódio recente do alegado golpe de Estado, que consideramos ter sido um simulacro destinado a evitar a transferência do poder e a rejeitar a lógica democrática. Os seis anos de Sissoco Embaló demonstram comportamentos que não são aceitáveis numa democracia. No caso concreto da Guiné-Bissau, o país e o povo foram sequestrados por uma organização criminosa que se apresenta como força política, mas que, do nosso ponto de vista, não o é. Tudo isto acontece com a conivência de sectores militares. Não se trata apenas de uma questão política. Como avalia a situação de Domingos Simões Pereira e o impacto que ela tem na democracia do país? O engenheiro Domingos Simões Pereira, goste-se ou não da sua orientação política, destaca-se como uma das figuras com maior apego à democracia. Apresenta-se a eleições, vence eleições, mas não o deixam governar. Isto acontece porque sabem que, se lhe permitirem governar um mandato completo, a situação da Guiné-Bissau poderá mudar. A Guiné-Bissau é um dos poucos países em desenvolvimento que reúne praticamente todas as condições para prosperar, mas não o consegue porque está sequestrado. As pessoas que tentam concretizar o ideal de Amílcar Cabral e um projecto de desenvolvimento para o país acabam sistematicamente bloqueadas e impedidas de avançar. A carta refere alegadas irregularidades nas eleições presidenciais de 2025. Que elementos sustentam essas acusações? As irregularidades ocorreram a dois níveis. Antes das eleições, o Supremo Tribunal de Justiça, que é a mais alta instância judicial do país, não decidiu as candidaturas com base na lei. Esse foi, justamente, o mecanismo utilizado para afastar o principal adversário político de Sissoco Embaló. O próprio Sissoco Embaló não esperava que Fernandes Dias da Costa vencesse as eleições. No entanto, venceu, em grande medida graças ao apoio de Domingos Simões Pereira e da sua plataforma política. Pela primeira vez na jovem democracia guineense, um candidato venceu as eleições presidenciais à primeira volta. Toda a gente sabia o que estava a acontecer. Estiveram presentes observadores internacionais, representantes da União Africana e da CPLP. As eleições na Guiné-Bissau apresentam um paradoxo: são normalmente processos tranquilos, transparentes e civilizados. O povo aderiu a um projecto político e eles sabem que perderam. O problema é que dispõem das armas e têm utilizado esse poder para impedir a concretização da vontade popular. O que aconteceu a Domingos Simões Pereira não tem sustentação legal. Não se trata de uma detenção judicial; trata-se de um sequestro. São homens armados que actuam sob orientação de Sissoco Embaló, a partir do estrangeiro, com o objectivo de neutralizar ou afastar Domingos Simões Pereira da cena política. Como explica a reacção da comunidade internacional perante esta situação? É inegável que existe uma certa fadiga por parte da comunidade internacional relativamente à situação da Guiné-Bissau. A CEDEAO, na sua configuração actual, não tem capacidade nem credibilidade suficientes para resolver o problema. A própria organização atravessa dificuldades, agravadas pelo afastamento dos três países do Sahel. Tudo isto contribuiu para uma certa normalização da crise guineense. Foi criado um Conselho Nacional de Transição e adoptada uma nova Constituição sob o silêncio, ou até alguma conivência, da comunidade internacional? Sim. E isso não se aplica apenas às organizações africanas. Refiro-me também à União Africana, à CPLP e, em particular, a Portugal e ao Brasil, que deveriam desempenhar um papel mais activo junto das restantes organizações internacionais, nomeadamente da União Europeia. Existe uma preocupante indiferença. O maior perigo é o risco de resignação colectiva. Essas organizações acabam por dialogar com entidades que consideramos ilegais e inconstitucionais. Quem integra esse Conselho Nacional de Transição? Militares e sectores derrotados nas últimas eleições. Trata-se, no fundo, de um conselho dos derrotados. Quanto à nova Constituição, entendemos que foi encomendada por Sissoco Embaló quando este já exercia funções à margem da Constituição vigente. A elaboração constitucional é uma competência que pertence aos deputados. O objectivo é, mais uma vez, neutralizar os opositores, nomeadamente Domingos Simões Pereira, regressar triunfalmente à Guiné-Bissau, participar no simulacro eleitoral previsto para Dezembro e consolidar definitivamente um regime autocrático. É também por causa desse receio que enviam esta carta? O objectivo principal desta carta é demonstrar que a conduta e as práticas de Umaro Sissoco Embaló não são compatíveis com os valores de honra que a França procura representar. Mas existem também dois objectivos complementares. O primeiro é alertar a comunidade internacional para a gravidade da situação na Guiné-Bissau. O segundo é chamar a atenção para a necessidade de actuar antes das eleições. Se a situação continuar a deteriorar-se, existe o risco de uma escalada da violência. A eurodeputada portuguesa do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, pediu sanções contra a Guiné-Bissau. O que esperam dessa iniciativa? O Parlamento Europeu aprovou uma resolução, por larga maioria, condenando aquilo que considera ter sido um golpe e recomendando à Comissão Europeia a adopção de medidas, incluindo sanções. Contudo, nada aconteceu até agora. As sanções podem ser instrumentos muito eficazes. Essas pessoas dependem da possibilidade de viajar e de manter relações internacionais para procurarem afirmar alguma legitimidade. Além disso, existem mecanismos de financiamento que devem ser revistos. É necessário limitar todas essas fontes de apoio. Já receberam alguma resposta do Presidente francês a esta carta? Ainda não recebemos qualquer resposta. Estamos a aguardar. Gostaria de acrescentar que não ficaremos por aqui. Pretendemos dirigir iniciativas semelhantes às autoridades de Cabo Verde, uma vez que aquele país também condecorou Umaro Sissoco Embaló com a Medalha Amílcar Cabral. Tencionamos igualmente desenvolver diligências junto das autoridades portuguesas.
Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em Ezequiel, capítulo 37, versículos 1 ao 15, nos traz uma reflexão sobre Ezequiel, o povo de Israel, e o que isso tem a ver conosco nos dias de hoje.O capítulo 37 de Ezequiel apresenta uma das visões mais impactantes das Escrituras: o vale de ossos secos. O profeta é conduzido pela mão do Senhor a um lugar cheio de ossos espalhados, ressequidos pelo tempo, sem vida, sem esperança e sem perspectiva. Humanamente falando, aquele cenário era irreversível. Porém, Deus tinha uma palavra para aquele vale: "Porei em vós o meu Espírito, e vivereis" (Ez 37:14).Essa visão nos ensina que quando o Espírito de Deus entra em cena, aquilo que parecia morto pode voltar a viver.1. O Espírito de Deus transforma cenários impossíveisAo olhar para o vale, Deus pergunta a Ezequiel: "Poderão viver estes ossos?". O profeta não se apoia na lógica humana, mas responde: "Senhor Deus, tu o sabes."Existem situações em nossa vida que se parecem com aquele vale: sonhos interrompidos, ministérios enfraquecidos, relacionamentos quebrados e corações feridos. Aos nossos olhos não há solução, mas Deus continua sendo especialista em ressuscitar aquilo que parece perdido.Onde o homem vê o fim, Deus vê um novo começo.2. O Espírito age através da PalavraDeus ordena que Ezequiel profetize aos ossos secos. À medida que a Palavra é liberada, os ossos começam a se unir, surgem nervos, carne e pele.Isso nos ensina que a restauração começa quando ouvimos e recebemos a Palavra de Deus. A Palavra organiza aquilo que está desorganizado, reconstrói aquilo que foi destruído e prepara o terreno para a ação do Espírito.Não existe avivamento verdadeiro sem a Palavra de Deus.3. O Espírito produz vida verdadeiraMesmo depois de formados, aqueles corpos continuavam sem vida. Faltava algo essencial: o fôlego de Deus.Então o Senhor ordena que Ezequiel profetize ao Espírito, e o fôlego entra neles. O resultado foi extraordinário: um exército grande em extremo se levantou.Há pessoas que possuem estrutura, conhecimento, posição e recursos, mas ainda vivem espiritualmente vazias. O que transforma existência em vida é a presença do Espírito Santo.O Espírito não apenas melhora a vida; Ele gera vida.4. O Espírito levanta um exércitoOs ossos não foram restaurados apenas para existir novamente. Eles se levantaram como um exército.Deus não nos vivifica apenas para nosso benefício pessoal. Ele nos restaura para cumprir propósito, servir ao Reino e impactar outras pessoas.Quem recebe o Espírito de Deus não permanece caído. Levanta-se para viver o chamado que Deus lhe confiou.Conclusão: A mensagem de Ezequiel 37 é uma declaração de esperança para todos aqueles que se sentem em um vale de ossos secos. Deus continua visitando lugares de morte, fracasso e desesperança para derramar vida.Talvez exista alguma área da sua vida que pareça sem solução. Talvez você esteja olhando para um vale de impossibilidades. Hoje o Senhor lhe diz:"Porei em vós o meu Espírito, e vivereis."Quando o Espírito Santo entra, a esperança renasce, os sonhos são restaurados, o propósito é renovado e aquilo que estava morto volta a viver para a glória de Deus.Que o Senhor derrame o Seu Espírito sobre nós, transformando nossos vales em testemunhos vivos do Seu poder e da Sua graça. Amém!Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
O discipulado é uma obra de Deus que transforma o ser humano à imagem de Cristo. Desde o princípio, o propósito de Deus foi conduzir o homem a uma caminhada de comunhão, aprendizado e crescimento em Sua presença (Gn 1–2). Esse processo não se limita ao conhecimento de ensinamentos, mas envolve conhecer o próprio Senhor de maneira profunda, permitindo que Sua vida seja formada no interior de cada discípulo (Mt 11.29). Assim, Deus conduz Seus filhos em uma jornada de transformação que produz semelhança com Cristo e restaura o propósito para o qual foram criados.Ao longo da história, Deus continuou chamando homens e mulheres para essa caminhada, formando-os por meio da fé, da confiança e da obediência. Embora o pecado tenha provocado afastamento e desordem (Gn 3), Deus nunca abandonou Seu plano. Em Jesus, a perfeita imagem de Deus foi revelada aos homens (Cl 1.15; Hb 1.3), trazendo novamente clareza ao propósito divino. Por Sua vida, morte e ressurreição, Cristo reconciliou todas as coisas com Deus (Cl 1.19-20) e abriu o caminho para que o processo de transformação fosse retomado de forma plena.Depois da ascensão de Jesus, o Espírito Santo passou a habitar nos discípulos, conduzindo-os à verdade e moldando neles o caráter de Cristo (Jo 16.13; Gl 4.19). O discipulado não é um método, um programa ou uma atividade isolada, mas uma caminhada diária em que Deus trabalha no interior de cada pessoa. Ao mesmo tempo, os irmãos cooperam uns com os outros, compartilhando aquilo que recebem do Senhor e participando da edificação mútua do corpo de Cristo (Ef 4.13-16).Nesse processo, Jesus destaca a importância de aprender dEle, que é manso e humilde de coração (Mt 11.29). A verdadeira mansidão e humildade não são resultados de esforço exterior, mas da disposição de confiar em Deus e submeter-se à Sua vontade. À medida que o discípulo aprende a depender do Senhor, sua vida passa a refletir o caráter de Cristo também em seus relacionamentos e atitudes. Essa transformação acontece pela ação contínua do Espírito Santo, que opera de dentro para fora.O ambiente onde essa obra floresce é o descanso na presença de Deus. Esse descanso não é ausência de atividades ou dificuldades, mas uma postura interior de fé, confiança e entrega. Quando a alma encontra satisfação em Deus, ela deixa de ser dominada pela ansiedade, pela necessidade de controlar tudo e pela manipulação das circunstâncias. O contentamento nasce da certeza de que Deus provê tudo o que é necessário (Fp 4.11-13) e conduz cada situação segundo Sua sabedoria. Assim, o discípulo aprende a esperar no Senhor e a caminhar em paz, independentemente das circunstâncias (Mt 6.25-34).O alvo do discipulado é formar Cristo em cada filho de Deus. Por isso, a presença do Senhor é o bem mais precioso que o discípulo possui. Quem aprende a viver confiando em Deus encontra descanso para a alma e permanece firme mesmo em meio às lutas. A transformação acontece à medida que se permanece na presença do Senhor, permitindo que o Espírito Santo conduza cada passo da caminhada até que a vida reflita cada vez mais o caráter de Jesus. Como Moisés declarou, é a presença de Deus que distingue o Seu povo e lhe concede verdadeiro descanso (Êx 33.13-16).Perguntas para reflexão1. De que maneira o descanso em Deus tem influenciado minhas decisões, preocupações e expectativas diárias?2. Existem áreas da minha vida em que ainda procuro controlar situações em vez de confiar na direção do Senhor?3. Como posso cooperar melhor com a obra do Espírito Santo na formação de Cristo em mim e na vida dos meus irmãos?
““Para uma árvore há esperança; se for cortada, brota de novo e torna a viver. Mesmo que as suas raízes envelheçam, e o seu toco morra na terra, basta um pouco de água, e ela brota, soltando galhos como uma planta nova.” Jó 14:7-9 NTLH Pode haver esperança quando não enxergamos o que esperar?Uma árvore cortado, uma raiz envelhecida e seu tronco morto na terra, poderia voltar a viver?Existem momentos em que tudo aquilo que acreditamos ser nossa base, tudo aquilo que amamos e toda a esperança de acontecer algo novo, parecessem não mais existir dentro de nós, como uma árvore cortada, sem raizes e com seu tronco morto, foi exatamente o que aconteceu na vida de Jó.O fato de não vermos mais saída, não significa que ela não exista. Neste versículos, aprendemos que basta um pouco de água para uma árvore voltar a viver. Agora qual seria está água tão milagrosa?“Disse Jesus — Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Como dizem as Escrituras Sagradas: “Rios de água viva vão jorrar do coração de quem crê em mim”.” João 7:37-38 Que possamos encontrar na fonte de água viva, a esperança de vida, para que ainda que em nós tenha algo morto, possa tornar a viver.Pensamento do dia:Qual é a sua sede?Oração: Senhor, precisamos diariamente da sua água que nos trás vida e esperança em acreditar que podemos, nos tornar não somente uma grande árvore mas uma que produza frutos.Em nome de Jesus Amém !Que você tenha um dia abençoado!Por Ubiratan Paggio#devocionaisdiarios#deusfalacomigo#MinhaEsperançaEstaNoSenhor#MinhaFonteDeAguaViva #QueroBeberDosTeusRios#ubiratanpaggio@ubiratanpaggio@ubiratan.paggio
Quando começou esse movimento de Portaria Remota em Condomínios? A economia é realmente grande? Qualquer condomínio pode colocar ou tem um perfil adequado para isso? E como as pessoas se adequam? Os mais idosos têm dificuldade? Existem diferenças entre portarias eletrônicas? A central é 24h? Como Funciona o recebimento de mercadorias? Para responder essas e outas questões sobre portaria remota em condomínios, o âncora Jota Batista conversa com o advogado especialista em Direito Condominial, Yuri Oliveira.
No episódio de hoje, tivemos o prazer de conversar com Bruno Marchese (a.k.a. Rolandinho), em sua estreia literária, reagindo à leitura do delicioso Distâncias não existem.E fique atento: além da conversa, temos uma novidade incrível para você que gosta de podcasts e sonha em participar de um deles.LIVROS MENCIONADOS NO EPISÓDIO:Distâncias não existem (Bruno Marchese): https://amzn.to/4oHhXUd* * *► GOSTA DO "EU LIVRO"? ◄SÓ CONTINUAREMOS A EXISTIR COM A SUA AJUDA!Escolha AGORA MESMO sua faixa de apoio mensal na campanha de financiamento coletivo no Catarse do Ichthus (pode ser qualquer valor) acessando: https://catarse.me/ichthusAgora, se você REALMENTE não tem condições de se comprometer com um valor mensal, por menor que seja, mas deseja nos apoiar esporadicamente, você também pode, sempre que possível, fazê-lo através de DOAÇÕES AVULSAS ou RECORRENTES de qualquer valor via PIX.Nossa chave PIX é: 17.558.300/0001-93* * *Outra forma de ajudar o Eu Livro é SEMPRE fazer TODAS as suas compras na Amazon partindo do nosso link de afiliação: https://ichthus.com.br/amazonPode ficar tranquilo pois nenhum item será mais caro por conta disso.* * *E que tal continuar esta conversa em nossa comunidade literária no Discord? Por lá organizamos várias leituras coletivas, transmitidos AO VIVO algumas gravações de podcasts do Ichthus (e você pode participar via chat) e muito mais. Participe acessando: https://bit.ly/leituracoletiva (É TUDO DE GRAÇA!)Se preferir, também temos o nosso canal no Telegram. Inscreva-se em: https://t.me/eulivro* * *O Eu Livro é uma coprodução com o Ichthus Podcast. Você pode ouvir este e outros programas em nosso site (https://ichthus.com.br) ou nas principais plataformas de áudio (como Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Music, Amazon Music e tantas outras).Procure por "Eu Livro Podcast" em seu aplicativo favorito e assine nosso feed gratuitamente para não perder nenhum episódio. Se quiser acompanhar os outros programas produzidos pelo Ichthus, é só procurar por "Ichthus Podcast".* * *Finalmente, lembre-se de compartilhar este episódio de todas as maneiras possíveis. Este é o melhor jeito de você demonstrar carinho por nós e ajudar este projeto a crescer cada vez mais. Ah, e não esqueça de nos marcar (@eulivro.podcast) em sua postagem no Instagram.Agora sim, pegue seu fone de ouvido e bom podcast!
Romanos8:28 (NVT):“Sabemos que Deus faz todas as coisas cooperarem para o bem daqueles que o amame são chamados segundo seu propósito.”Nem tudoque acontece na vida é bom. Existem dores reais, perdas reais e momentosdifíceis que machucam profundamente. A Bíblia nunca tenta romantizar osofrimento humano. Pelo contrário, ela reconhece que viver também envolveatravessar fases difíceis.Mas esseversículo apresenta uma verdade extremamente poderosa: Deus consegue agir atéem cenários quebrados. Ele possui a capacidade de usar aquilo que parecia semsentido para produzir crescimento, amadurecimento e propósito.O problemaé que, no meio do processo, quase nunca conseguimos enxergar isso claramente.Quando estamos vivendo a dor, tudo parece confuso. O coração faz perguntas, amente tenta encontrar lógica e as emoções oscilam entre esperança e desânimo.Muitasvezes queremos entender imediatamente aquilo que Deus ainda está construindosilenciosamente. Mas nem sempre veremos o quadro completo enquanto atravessamosdeterminadas fases da vida.Isso exigeconfiança. Não uma confiança baseada nas circunstâncias, mas baseada no caráterde Deus. Ele continua sendo bom mesmo quando a vida parece difícil. Continuasendo fiel mesmo quando ainda não entendemos tudo.Talvez hojevocê esteja olhando para sua história e pensando que algumas coisas saíramcompletamente do controle. Mas Deus continua trabalhando nos bastidores. Hácaminhos sendo organizados, processos sendo amadurecidos e situações sendoalinhadas de maneiras que você ainda não consegue perceber.Aquilo quehoje parece desordem pode estar sendo usado por Deus para fortalecer áreas dasua vida que ainda precisavam crescer.A fé nãoelimina todas as perguntas, mas sustenta o coração enquanto as respostas nãochegam.Hoje, mesmosem compreender completamente o cenário, continue confiando: Deus ainda estáagindo.
Foi apresentado em finais de Maio em Paris, o terceiro e último volume do livro "Memórias em tempo de amnésia" de Álvaro Vasconcelos, especialista de relações internacionais e voz bem conhecida das nossas antenas. Nesta obra em três partes, o autor relata as épocas que atravessou, o salazarismo, o colonialismo português em África, nomeadamente em Moçambique onde viveu, os anos de militância política na África do Sul, em França e em seguida em Portugal, onde regressou na altura do 25 de Abril. No terceiro volume das suas memórias intitulado "O futuro para além do apocalipse", Álvaro Vasconcelos recorda a conquista da independência das ex-colónias, assim como os primórdios da democratização de Portugal e a sua adesão à União Europeia. O antigo director do Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia e fundador em Portugal do Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais também evoca a viragem autoritária a que se assiste actualmente em várias partes do mundo, a que ele chama de «brutalismo» e que tem a ver com a corrente 'tecno-totalitarista', encabeçada nomeadamente por alguns magnatas da Silicon Valley. Álvaro Vasconcelos fala também da urgência ambiental, da urgência de não nos esquecermos que somos humanos, numa época em que tendemos a colocar tudo nas mãos da Inteligência Artificial. No fundo, ele fala da urgência de pensarmos. Neste livro denso que é uma chamada de atenção, ele começa cada capítulo com uma espécie de guião de filme e fala com um gosto não dissimulado de todas as fitas que o fizeram reflectir de outra forma sobre o mundo, porque este texto, ainda mais do que os anteriores, é uma declaração de amor à sétima arte. E evidentemente não podíamos deixar de falar -antes de mais- da importância que o cinema tem para Álvaro Vasconcelos. "O cinema é algo que me formou porque eu vivia na África colonial, na Beira, em Moçambique. E como era lá no fundo do Império, a ditadura era certamente muito mais suave para os brancos, para os negros era mais brutal do que em Portugal era para os portugueses. E os brancos da cidade da Beira, onde eu vivia, tinham acesso ao Cineclube da Beira, às grandes obras do cinema mundial, por exemplo, nós vimos o ‘Couraçado Potemkin', que em Portugal era absolutamente proibido. (…) E como o cinema, começamos a vê-lo mesmo muito, desde muitos miúdos, não só nos cineclubes, os cinemas eram a maravilha da época, era aquilo que nos educava, nos abria novos horizontes, que nos fazia rir com Charlot, com os irmãos Marx, que nos ensinava os problemas graves do mundo, como ‘Hiroshima mon amour', o neo-realismo italiano, ‘Os ladrões de bicicletas', etc. Evidentemente que o cinema teve para a minha geração e em particular para aquela que viveu no Império, mas não só, também também em Portugal, um impacto enorme, portanto, foi formativo. E ao escrever o último livro da minha trilogia, senti a necessidade de fazer um livro que fosse mais de reflexão que apenas descritivo da minha vida e de reflexão. Não sou filósofo, portanto, não podia ser uma reflexão filosófica. Mas era uma reflexão à volta das ideias que são veiculadas pelo cinema, que foram veiculadas pela grande literatura que eu li desde miúdo, que sempre me apaixonou e continuo a ler e que me ensinou imenso sobre o mundo. Eu descobri muitas coisas no cinema e na literatura que não era capaz de descobrir com o mesmo grau de profundidade dos ensaios", explica o autor. Nas suas memórias, Álvaro Vasconcelos fala da época colonial e também de uma descolonização das mentes que ainda não foi totalmente feita. "Em África, descobri a violência colonial e que a palmatória é um símbolo absoluto dessa violência. Palmatória com que iam castigar os empregados negros por coisas, não importa o quê. Mas mesmo que fossem coisas graves, era a mesma palmatória que era usada contra os escravos, como eu vi no Museu Afro-Brasileiro, em São Paulo. Infelizmente não temos em Portugal, nenhum museu sobre a escravatura. Temos um pequeno museu em Lagos, mas não temos um grande museu, como têm os brasileiros. E essa palmatória era usada também pelo professor primário para nos manter. Identifico a violência brutal de que era vítima pelo professor primário, que tinha um poder absoluto sobre mim, com a violência, de que eram vítimas os negros, que não tinham direitos nenhuns, nem direito à vida. E para que isso pudesse ter acontecido, foi preciso criar uma narrativa de que eles não eram gente civilizada. E essa narrativa perdurou no pós 25 de Abril, porque nunca se fez um trabalho verdadeiro de descolonização das mentalidades. E hoje, quando os imigrantes são tratados como são tratados com desumanidade, é porque não são considerados humanos iguais a nós. E como não são considerados humanos iguais a nós, podem ser vítimas da arbitrariedade. Não têm os direitos iguais. Isso é uma questão fundamental", considera o estudioso. "Quando se deu o 25 de Abril, podia-se ter feito uma coisa extraordinária e teria ficado para a história. Era considerar que toda a gente que reside em Portugal tem os mesmos direitos. Há um país no mundo em que isso, pelo menos já acontece, que é na Nova Zelândia. E, portanto, se os imigrantes tivessem o direito do voto, seriam tratados de forma completamente diferente ", diz ao referir que, em vez disso, "são vítimas da desigualdade mais absurda da escravatura às vezes da violência da morte no Mediterrâneo. Em vez de irem socorrer, acham que é uma forma dissuasiva que eles morram no Mediterrâneo. Isso, evidentemente, é feito posto em prática por políticos democráticos, mas evidentemente que estão a abrir o caminho à extrema-direita que fará disso uma doutrina de poder." No capítulo que reserva a estes aspectos, o autor escreve que “o silêncio sobre a verdadeira natureza do colonialismo é um dos grandes fracassos da democracia portuguesa” e que “a Europa assumir que o colonialismo foi um crime contra a humanidade tornaria o seu discurso sobre a democracia muito mais legítimo.” "O 25 de Abril foi uma revolução extraordinária. Libertou os portugueses da ditadura e criou um sistema de liberdades públicas, de Estado de Direito. Isso deve ser sublinhado e eu sublinho no livro, porque é único no século XX, uma revolução que não foi só uma libertação, mas trouxe a liberdade. Podemos pensar, por exemplo, que a Revolução de Outubro libertou os russos do Czarismo, que era um regime terrível. Mas não construiu um regime de liberdade. Isso aconteceu em Portugal. Simplesmente, Portugal era ao mesmo tempo uma ditadura e um império. E quando se construiu a democracia, fez-se um trabalho mais ou menos profundo sobre o que era a ditadura, o que é que era o fascismo. Existem vários museus, o Museu do Aljube, um museu em Peniche, existe um trabalho de memória. Existem nos livros de História. Conta-se o 25 de Abril, todo esse passado ditatorial. As pessoas sabem que houve a tortura, que havia a PIDE, que as pessoas não tinham direito à palavra. Tudo isso faz parte da memória colectiva dos portugueses", constata Álvaro Vasconcelos. "O que não se fez nenhum trabalho. O que é que era o colonialismo? Não se explicou o que é que era a tortura em África, o que era o trabalho forçado. Qual era a origem que isso tinha na escravatura? Manteve-se um mito do lusotropicalismo, ou seja, que Portugal tinha contribuído para criar um mundo diferente, um mundo não racista, um mundo multiétnico. Até se dizia isso : ‘Deus criou os homens e os portugueses criaram as mulatas' escondendo que as mulatas nasciam muitas vezes de actos de violação absoluta, porque as mulheres negras não tinham direitos e, portanto, o senhor tinha um direito de pernada sobre a mulher negra. Isso acontecia frequentemente. Eu, aliás, entrevistei para um dos meus livros uma senhora africana que conta exactamente a história de uma mulher que, depois do 25 de Abril, andava à procura do homem branco, que tinha sido o pai dos seus filhos e que o homem branco tinha desaparecido. Tinha regressado a Portugal e que nunca mais soube dele. E as crianças queriam conhecer o pai. Mas isto é um caso de uma pessoa que se movimentou. A maior parte das vezes ficaram e são vítimas de toda a discriminação. Isso é o aspecto em que o 25 de Abril não fez esse trabalho", diz o politólogo. "Quando em Portugal surge um movimento de sociedade civil poderoso, hoje formado por intelectuais afro-descendentes que defendem o direito à igualdade, que tem voz no espaço público, quando nos lembramos, por exemplo, da Joacine Katar Moreira que foi deputada na Assembleia da República, a campanha racista contra ela. No Parlamento, a extrema-direita dizia ‘Volta para o teu país'. Estou a falar numa deputada, membro do Parlamento. Mas depois as intelectuais todas que são superactivas na sociedade portuguesa, que é aquilo que há hoje de mais vibrante na sociedade portuguesa, mais criativo. Publicam, fazem filmes como a Pocas Pascoal e outros. Ainda recentemente a Kitty Furtado organizou na Gulbenkian um ciclo sobre o cinema africano produzido em Portugal, com numerosos filmes, numerosos realizadores. Portanto, na Bienal de Veneza, há dois anos, a representação de Portugal foram artistas negros. Portanto, temos um movimento extraordinário. Esse movimento choca com esta mentalidade dominante. E então são acusados de serem ‘wokistas'. ‘Wokistas, quer dizer que são pessoas com consciência", sublinha o universitário. Relativamente às lições que se podem tirar do pós 25 de Abril, Álvaro Vasconcelos faz um balanço agridoce : apesar de considerar que “os seus objectivos essenciais foram atingidos: liberdade, fim do colonialismo e um estado inspirado nos modelos sociais europeus”, ele constara que “o que triunfou não foram os mecanismos que permitiriam compatibilizar a democracia liberal com o desejo de participação dos cidadãos (...) com o tempo, os partidos tornaram-se organizações fechadas (...) foram-se impondo como actores únicos do sistema politico”. "Portugal fez uma revolução que permitiu a existência de partidos políticos que não existiam antes. Mas a revolução, no momento em que ela aconteceu, despertou uma vontade de participação enorme na sociedade portuguesa. Todos os portugueses queriam participar na vida política pública. Eu próprio participei na criação de um jornal que era a voz do trabalhador e aquilo vendia-se como pãezinhos quentes. Quer dizer, toda a gente cria jornais. Toda a gente queria ler. Toda a gente fazia um pequeno comício. Enchiam-se de pessoas. Criaram-se cooperativas, associações de bairro, associações, moradores, associações agrícolas, movimentos cooperativos por todo o lado. Ao mesmo tempo, os partidos políticos foram-se consolidando como forças dominantes da sociedade portuguesa. E esses movimentos participativos foram vistos pelos partidos que acabaram por triunfar como movimentos que eram contrários à consolidação da democracia representativa liberal, como havia no resto da Europa. E foram desaparecendo. E o sistema político português ficou concentrado nos partidos políticos. Esses anos todos passaram e as pessoas hoje, como têm acesso às redes sociais, já têm outra forma de expressão, sem passar pelos partidos políticos. Exprimem-se nas redes sociais. Muitas vezes, o que dizem alguns? Nós não gostamos nada. Mas outras coisas dizem coisas correctas. Estes movimentos que eu referi, ecológicos, anti-racistas, de solidariedade social, também usam as redes sociais. Mas há muita gente que usa as redes sociais e que diz coisas horríveis. Mas não interessa, diz. Acha que tem direito à palavra. E acha que os partidos não dão direito à palavra. Então vão atrás de um demagogo que diz ‘Eu dou vos a palavra. Eles não vos dão a palavra'. Os partidos políticos são organizações fechadas. Em Portugal nunca se fez a regionalização, porque os partidos acharam que aquilo era fugir ao controlo central dos partidos de Lisboa. Era abrir o controlo da sociedade a nível regional. E tudo isso foi enfraquecendo a democracia portuguesa", comenta. “Foi nas redes sociais, espaço sem regras, que descobri que estávamos perante um brutalismo neofascista. O significado das palavras e a verdade deixaram de ser facilmente reconhecíveis. O algoritmo privilegia a violência verbal, exponencia o número de visões e partilhas. Acreditei – e escrevi –, depois das revoluções árabes de 2011, que as redes sociais tinham potencial de empoderamento dos cidadãos e poderiam ser um factor de emancipação democrática, mas hoje sou obrigado a constatar que não tive em conta a capacidade de manipulação, seja pelos algoritmos ou ainda mais pela IA, dos Estados e grupos que controlam as empresas da indústria do mundo virtual", escreve Álvaro Vasconcelos no capítulo que dedica ao regresso do que chama de 'brutalismo'. "A nível europeu, nós não podemos separar de um fenómeno mundial, que é aquilo que atravessa bastante o meu livro, que é a ideia do colapso do pensamento. E esse colapso do pensamento. O que significa que quando os homens deixam de pensar, diz Hannah Arendt, são capazes dos piores crimes. E esses homens são capazes dos piores crimes. E o homem banal, o homem comum que pode seguir um líder que vai destruir as suas liberdades e a liberdade dos outros. E isso pode se chamar ‘tecno-totalitarismo'. Porquê tecno-totalitarismo? Porque grande parte da economia mundial hoje está a ser dominada pelas grandes empresas tecnológicas. Estamos numa nova revolução tecnológica. E as grandes empresas tecnológicas que dominam a inteligência artificial, que dominam as redes sociais, como o Musk, é o exemplo mais claro, defendem aquilo que eu chamei de ‘tecno-totalitarismo'», explica o autor das "Memórias em tempo de amnésia". "Há uma politóloga francesa, Asma Mhalla que diz que ‘este século não vos proíbe de pensar. Ele ocupa-vos até que já não se saiba como fazer. Isto vem, como eu digo aqui no livro, do desenvolvimento da Inteligência artificial. O desenvolvimento da inteligência artificial cria um mundo onde os humanos deixam de pensar. A banalidade do mal passa a ser a norma. Isso acontece em muitos actos quotidianos. Quando recorremos à inteligência artificial para tomarmos decisões. Quando manipulados por algoritmos, ficamos de tal forma hipnotizados que somos levados a acreditar nos líderes populistas como Trump, como Bardella em França como em Portugal, o André Ventura, como Bolsonaro no Brasil", diz Álvaro Vasconcelos. "Há um aspecto deste ‘tecno-totalitarismo' que também nos deve inquietar, que é menos presente em França, mas está presente em muitos países, que é a relação dele com uma determinada corrente religiosa. Ele é religioso na sua essência, porque ao mesmo tempo, fala de Apocalipse, destruição do mundo pelo aquecimento global, pela guerra nuclear e está a propor uma solução tecnológica para estes problemas. Ora, isto é típico da crença religiosa. A ideia do Apocalipse, se pensarmos no apoio dos evangélicos americanos a Trump e em cenas em que Trump se reúne com os evangélicos e os evangélicos rezam na Casa Branca a volta do Trump ou quando o Bolsonaro tomou posse rodeado pelos evangélicos, a primeira coisa que fizeram, foi um ato religioso. (…) Vemos que o ‘tecno-totalitarismo' muitas vezes é também uma ‘tecno-teocracia'. E, portanto, esse problema, que é um problema mundial, que é da criação do mundo em que os homens deixam de pensar, a inteligência artificial substitui o pensamento humano. É um mundo em que o brutalismo, que é o tema do meu livro, se torna possível. É possível que o Trump decida destruir o Irão, que o Netanyahu faça o genocídio de Gaza e agora esteja a fazer no Líbano o que fez em Gaza, no sul do Líbano. É exactamente a mesma coisa. Vai destruir o sul do Líbano completamente", diz o especialista em relações internacionais. No capítulo em que aborda o que chama de dever de hospitalidade, Álvaro Vasconcelos considera que é neste aspecto que a Europa pode fazer a diferença "para superar o brutalismo contemporâneo, porque, por um lado, é uma das regiões do mundo onde as democracias ainda resistem ao assalto da extrema‑direita neofascista, e por outro porque a hospitalidade é a essência da sua sobrevivência". "Estamos a falar da União Europeia, a que se podem juntar alguns Estados, como a Noruega, como hoje o Brasil do Lula. Têm a mesma ambição de escapar ao brutalismo de Putin, Trump, Netanyahu, ao ‘tecno-totalitarismo' que domina a China. Verdadeiramente o único sítio do mundo em que ainda há um grupo de Estados que pode e quer resistir é na União Europeia, mas que tem estes aliados muito importantes que tem que procurar no Canadá, já procura no Brasil. Por isso, o acordo com o Mercosul é tão importante, apesar de a Argentina do Milei estar completamente na mesma linha de brutalismo. Mas o Brasil é um país importantíssimo. Na Ásia, o Japão, a Coreia do Sul. (…) Portanto, a Europa é a nossa esperança. Mas para que essa esperança não passe de uma utopia não realizada, para ser uma utopia realizada, é preciso que a Europa integre toda a sua vitalidade num projecto comum, (…) é preciso uma mudança radical de política. Ou seja, é preciso uma política que seja alternativa à política da extrema-direita. Claramente. E o que é que se deve fazer? Os imigrantes que são grande parte da população europeia ou originários na imigração devem ser cidadãos plenos, activos, integrados nas nossas sociedades, dando-lhes o voto. Aqueles que ainda não têm, damos-lhe a palavra, ouvindo-os e tornando as nossas democracias muito mais participativas", preconiza o autor. No seu livro, Álvaro Vasconcelos estabelece um elo directo entre o ‘tecno-totalitarismo', a negação dos direitos de boa parte da humanidade e a destruição do meio ambiente. "Um dos temas que eu acho que é muito importante é a questão do ambiente. Eu, aliás, começo o meu livro com uma citação do Camus que diz ‘A minha geração quis mudar o mundo. Não o mudou, mas pelo menos lutou para preservar o que de melhor tinha sido conquistado'. (…) O aquecimento global está a ser um problema gravíssimo que pode pôr em causa a vida na terra. E aí é lembrarmo-nos de Edgar Morin, um grande pensador. Eu cito Edgar Morin dez ou 15 vezes no meu livro. Ele diz que nós não estamos só perante um mundo que destrói a vida humana. Estamos num mundo em que a globalização foi extremamente destrutiva do ponto de vista económico e social. Criou também a consciência de um destino comum da humanidade a consciência de que estamos todos no mesmo barco. Ou seja, no barco da vida. Nós sabemos que a vida não é eterna. Mas enquanto estamos no barco da vida, não vamos cair no niilismo. Nem vamos cair na melancolia de esquerda. Isto é uma conclusão que alguém tirou do meu livro que eu sou contra a melancolia de esquerda. A melancolia de esquerda é nós pensarmos em tudo aquilo por que a gente lutou está a desaparecer e já não podemos fazer nada. Vai tudo acabar. Vai acabar a democracia, a liberdade. Vai voltar o racismo como política de Estado. Vai desaparecer a ordem internacional. Vai desaparecer o multilateralismo", diz o universitário. "Estamos perante uma guerra cultural. É um tema central, porque a guerra cultural é algo que acompanha a civilização europeia desde o Iluminismo e desde a Revolução Francesa. Houve sempre uma corrente que se opôs às conquistas de liberdade, igualdade, fraternidade da Revolução Francesa. Considerou sempre que a compaixão pelo outro não fazia nenhum sentido, que o homem era um animal fundamentalmente egoísta e violento E que tinha que ser treinado desde criancinha para a competição. E por isso, a cooperação não é uma questão fundamental da aprendizagem. As pessoas não aprendem a cooperar, aprendem a competir. Já vimos no sistema escolar como é terrível a competição. A infância nas grandes escolas. O que é que é difícil chegar lá acima. Portanto, formam-se elites que foram treinadas para a competição e não foram treinadas para a cooperação. E se nós não cooperarmos neste barco da vida, se não percebermos que o clima não tem fronteiras, que o aquecimento é global, que os calores do Norte de África chegam à Europa, que as transformações da Amazónia transformam as correntes do Atlântico e nos atingem também como europeus. Então não perceberemos que estamos todos no mesmo mundo. Mundo, terra, pátria, como diz o Edgar Morin. E que neste mundo, terra pátria, nós somos todos cidadãos, mesmo quando não somos considerados cidadãos", conclui Álvaro Vasconcelos.
Tragédias pessoais e coletivas. Mortes literais e simbólicas. Rompimentos no trabalho, no casamento, nas amizades, nas relações. Todos nós somos, em algum momento, tocados pelas perdas, pela morte. Todos passamos por um luto, não temos escolha. Mas será que luto é um processo similar para todo mundo? Existem fases do luto? Luto só existe quando alguém morre? Existe perder sem se enlutar? Essas e outras perguntas me conduziram na conversa que tive com a Cecília. Falamos sobre o que é o luto, se pensar na morte pode nos fazer pensar melhor, se os tipos de perda geram lutos diferentes e se existem lutos mais difíceis que os outros… enfim, falamos de tudo aquilo que é inerente à vida. Um papo tranquilizador, cheio de significados. Cecília Rezende é psicóloga especialista em luto. Fundadora do Instituto Entrelaços. @entrelacopsicoO Clube CCAFE é apoiador desse podcast. Se você é nutricionista, faça parte do Clube: www.ccafe.com.br. E tem cupom de desconto: CALORIAS10Siga o Não Conto Calorias:no instagramhttp://www.instagram.com/naocontocaloriasno Substackhttps://naocontocalorias.substack.com/Música: Modern Jazz" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Jó, capítulo 1, versículos 1 ao 12, nos traz uma reflexão sobre a vida de Jó e o que isso tem a nos ensinar.A vida é marcada por estações. Há tempos de alegria e tempos de dor, momentos de abundância e períodos de escassez, dias de celebração e noites de silêncio. O livro de Jó nos apresenta um homem que experimentou mudanças profundas em sua jornada, mas que descobriu uma verdade fundamental: Deus continua sendo Deus em todas as estações da vida.Jó era um homem íntegro, reto, temente a Deus e que se desviava do mal (v.1). Sua vida estava em uma estação de prosperidade, estabilidade e bênçãos. Ele possuía uma família abençoada, riquezas e grande influência. Porém, nos bastidores da história, algo estava acontecendo no céu. Satanás questionava a fidelidade de Jó, sugerindo que ele só servia a Deus porque era abençoado.Essa narrativa nos ensina que nem sempre compreendemos tudo o que acontece ao nosso redor. Existem situações que ultrapassam nossa visão limitada, mas nunca escapam ao controle soberano de Deus.1. Deus está presente na estação da prosperidadeAntes das provas chegarem, Deus já conhecia Jó e testemunhava sobre sua fidelidade. Isso nos lembra que as bênçãos que recebemos são dádivas do Senhor.Muitas vezes buscamos Deus apenas nas crises, mas a estação da abundância também deve ser um tempo de gratidão, dependência e adoração. Jó não permitiu que sua prosperidade o afastasse de Deus.Lição: Nunca deixe que a estação das conquistas faça você esquecer Quem lhe sustentou até aqui.2. Deus continua soberano na estação da provaNos versículos 6 a 12, vemos que Satanás só pôde agir dentro dos limites estabelecidos por Deus. O inimigo não possuía autoridade absoluta; ele estava sujeito à permissão divina.Isso revela uma verdade poderosa: nenhuma tempestade chega à nossa vida sem que Deus tenha conhecimento dela. As provas podem mudar nossas circunstâncias, mas não alteram o governo de Deus.Quando tudo parece sair do controle, Deus continua assentado no trono.Lição: A estação difícil não é sinal da ausência de Deus, mas uma oportunidade para experimentar Sua fidelidade de maneira mais profunda.3. Deus trabalha em todas as estações para cumprir Seus propósitosJó não sabia o que estava acontecendo nos céus, mas Deus sabia. Enquanto Jó enxergava apenas o presente, Deus contemplava o propósito completo.Há estações que não entendemos quando estamos vivendo, mas que fazem sentido mais adiante. Deus usa cada fase da caminhada para moldar nosso caráter, fortalecer nossa fé e revelar Sua glória.Lição: Nem toda estação será confortável, mas todas podem ser transformadoras quando colocadas nas mãos de Deus.Conclusão: O Deus de Jó é o mesmo Deus que governa nossas vidas hoje. Ele está presente quando tudo vai bem e permanece conosco quando os ventos contrários sopram. As estações mudam, as circunstâncias mudam, as pessoas mudam, mas Deus não muda.Talvez você esteja vivendo uma estação de alegria ou enfrentando um período de incertezas. Em qualquer situação, lembre-se: o mesmo Deus que permitiu a prova é o Deus que sustenta durante a caminhada e conduz ao propósito final.Porque as estações da vida passam, mas o Deus das estações permanece para sempre."O Senhor o deu, e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor." (Jó 1:21)Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Professor Doutor Celso Lemos cirurgião dentista especializado em estomatologia professor associado da Faculdade de Odontologia da USPDr Alexandre Bezerra dos Santos médico cirurgião de cabeça e pescoço doutor pelo HCFMUSPO quanto cancer mais comum em homens no Brasil é o câncer de boca. São estimados mais de 15500 casos novos por ano. A mortalidade está diminuindo, porém em casos avançados, tem mortalidade de 50%. Infelizmente em torno da metade dos casos que chegam para tratamento estão em estado avançado o que compromete muito a sobrevida. Na maioria das vezes esse cancer é facilmente diagnosticado por ser na cavidade oral: ao sinal de alguma alteração na boca por 15 dias como aftas, o dentista ou o médico deve ser procurado. Importante ressaltar que quando a afta ou úlcera passa a ser dolorosa o cancer ja esta avançado e profundo. Existem lesões potencialmente neoplasicas que podem ser detectadas pelo dentista e nesse momento o paciente deve ser encaminhado para tratamento. O tabagismo e o etilismo são as maiores causas de cancer de boca e língua. O Brasil tem um gráfico descendente de tabagistas por politicas de prevenção. O cigarro sem filtro, de palha, aumenta a ingestão de substâncias tóxicas e aumento da temperatura da boca causando micro lesões pelo calor, potencializando o aparecimento do cancer. O Narguilé equivale a fumar 3 maços de cigarro durante uma cessão comunitária de fumo. Os VAPs podem causar lesões na boca, porém não se sabe se elas estão associadas com cancer. O álcool é considerado um carcinógeno completo e o cancer de boca esta associado ao consumo excessivo. Não há dose segura, porém, quanto maior a ingesta maior a chance de desenvolver o cancer. Importante ressaltar que associação de cigarro com álcool potencializa o aparecimento do cancer de boca. Outro fator causador do cancer de boca é o v'rus HPV. Alguns subtipos do HPV são ontogônicos que causam cancer de boca e colo de útero. As lesões esbranquiças de boca como o papiloma não são ontogônicas e uma vez tratada o paciente esta curado. Ao redor de 70% dos canceres de orofaringe não aparentes estão associados ao HPV. Eles causam verrugas especialmente nas amígdalas e base da língua onde o vírus se desenvolve. Este cancer acomete pacientes mais jovens, classe média alta com múltiplos parceiros sexuais; nessa população o HPV é a principal causa de cancer na orofaringe. Geralmente é um tumor muito agressivo, se espalha rápido, porém responde melhor aos tratamentos de quimioterapia e radioterapia. O tumor causado pelo HPV pode ser prevenido por vacina; a população vacinada atualmente é de 8 a 12 anos de idade para prevenção. Em tese, pessoas de todas idades devem ser vacinadas. O sexo protegido também é uma forma importante de prevenção. A família deve ser conscientizada para vacinação porque muitos pais acham que uma vez vacinada a criança ganha liberdade sexual. O cancer de lábio é causado principalmente pela luz solar. Em países tropicais onde as pessoas podem ficar muitas horas expostas a luz solar deve-se prestar atenção no exame bucal. Outro fator cancerigeno é a higiene oral inadequada o precária. As doenças bucais crônicas podem estar associadas à doenças sistêmicas. O desenvolvimento de bactérias deve ser evitado através da remoção do filme dental duas a tres vezes ao dia pela escovação e fio dental. O sangramento gengival esta associado ao acúmulo de filme dental por higiene inadequada. A boca das pessoas, especialmente aqui no Brasil, tem traumas repetitivos por dentes quebrados, raízes residuais e próteses mal adaptadas. Com a introdução do flúor a saúde bucal melhorou muito a saúde das crianças com redução das caries. As próteses bucais tem que ser revistas com frequência para ajuste e evitar o trauma bucal. Os hábitos alimentares também causam lesões bucais com excesso de carboidratos, ultraprocessados,, etc. Estes são mais fatores associados do que causais para cancer de boca.
Você acredita que a Copa vai trazer um grande desafio para os síndicos? O barulho em dias de jogos é tratado como pelo condomínio? Há uma tolerância maior nessas ocasiões? Existem condomínios que fazem transmissões de jogos nas áreas comuns? Há um aumento do fluxo de convidados nos condomínios nesses dias de jogos da seleção? Como fica esse controle? Nos dias de jogos, como fica o trabalho dos colaboradores? Para responder essas e outas questões sobre a Copa 2026 em condomínios, o âncora Jota Batista conversa com o advogado especialista em Direito Condominial, Yuri Oliveira.
Existem pessoas vivendo um verdadeiro inferno ainda em vida — presas em dores, culpas, medos e batalhas silenciosas. Nesta impactante ilustração, Pr. @Juanribe Pagliarin mostra como a fé pode transformar ambientes de sofrimento em lugares de esperança e recomeço.Uma mensagem forte sobre salvação, libertação espiritual e renovação interior. Deus ainda é poderoso para arrancar alguém da escuridão e trazer vida onde só existia caos
Nós precisamos entender que, ao longo da vida, seremos constantemente provocados e influenciados. O mundo é assim. Ou melhor, as pessoas que vivem nele são assim.Existem pessoas que acreditam saber mais sobre a sua vida do que você mesmo. Existem outras que se incomodam com o que você faz — seja porque gostariam de fazer o mesmo, seja porque se sentem inseguras em relação às próprias escolhas e precisam diminuir ou desqualificar os outros para validar aquilo que fazem.Está cheio de gente julgando as nossas condutas. E também está cheio de pessoas tão vazias de si mesmas que sentem a necessidade de atacar quem pensa parecido ou, muitas vezes, quem pensa completamente diferente delas.Por isso, precisamos nos lembrar de uma verdade simples: quem escolhe o nosso caminho somos nós. Quem dorme e acorda com a própria consciência somos nós.Não há ninguém no mundo que deseje mais a nossa felicidade do que nós mesmos. Por isso, precisamos ter coragem para seguir em frente, confiar nas nossas escolhas e não permitir que a opinião dos outros tenha mais peso do que a voz da nossa própria consciência.
Nós precisamos entender que, ao longo da vida, seremos constantemente provocados e influenciados. O mundo é assim. Ou melhor, as pessoas que vivem nele são assim.Existem pessoas que acreditam saber mais sobre a sua vida do que você mesmo. Existem outras que se incomodam com o que você faz — seja porque gostariam de fazer o mesmo, seja porque se sentem inseguras em relação às próprias escolhas e precisam diminuir ou desqualificar os outros para validar aquilo que fazem.Está cheio de gente julgando as nossas condutas. E também está cheio de pessoas tão vazias de si mesmas que sentem a necessidade de atacar quem pensa parecido ou, muitas vezes, quem pensa completamente diferente delas.Por isso, precisamos nos lembrar de uma verdade simples: quem escolhe o nosso caminho somos nós. Quem dorme e acorda com a própria consciência somos nós.Não há ninguém no mundo que deseje mais a nossa felicidade do que nós mesmos. Por isso, precisamos ter coragem para seguir em frente, confiar nas nossas escolhas e não permitir que a opinião dos outros tenha mais peso do que a voz da nossa própria consciência.
Existem maneiras de apoiar um criminoso sem se tornar coautor ou partícipe? Como se configura o favorecimento pessoal? Favorecimento ao crime é o tema do episódio desta semana! Aperte o play e entenda essas e outras questões relacionadas ao assunto.Você já viu as playlists específicas de cada tema abordado no podcast? Clique aqui: https://spoti.fi/3eFSLdb=========INDICAÇÕES NO PROGRAMASaiba tudo sobre a obra PACOTE ANTICRIME COMENTADO do Professor Nucci:http://bit.do/fpe4TConheça todos os livros do autor:bit.ly/GuilhermeNucciComentários, sugestões, críticas: contato@guilhermenucci.com.brSite: http://www.guilhermenucci.com.brFacebook: https://www.facebook.com/professorguilhermenucciInstagram: https://www.instagram.com/professor_guilherme_nucciLinkedIn: https://www.linkedin.com/in/professor-guilherme-nucciTwitter: https://twitter.com/GSNUCCI==========Guilherme de Souza Nucci é Livre-docente em Direito Penal, Doutor e Mestre em Direito Processual Penal pela PUC-SP. Professor concursado da PUC-SP, atuando nos cursos de Graduação e Pós-graduação (Mestrado e Doutorado). Desembargador na Seção Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo.
O sistema prisional foi concebido originalmente como um instrumento de reabilitação e de isolamento social voltado para a manutenção da ordem pública. No entanto, em diversas regiões do mundo, essa estrutura básica colapsou completamente. Existem complexos penitenciários onde o Estado simplesmente deposita indivíduos considerados irrecuperáveis, resultando em cenários onde a brutalidade substitui qualquer processo de reabilitação e a humanidade é colocada à prova sob o rigor absoluto da sobrevivência. Neste programa, a Brasil Paralelo apresenta uma análise detalhada e documentada sobre algumas das realidades prisionais mais severas e perigosas do planeta. Investigamos as condições extremas do Campo 14 em Kaechon, na Coreia do Norte, onde vigora o sistema de punição hereditária por três gerações; a Colônia Penal n.º 6, conhecida como Golfinho Negro, na Rússia, destinada ao isolamento definitivo de criminosos de alta periculosidade; o colapso por superlotação no Presídio de Muhanga, em Ruanda; e o histórico de descontrole institucional que marcou o complexo de La Sabaneta, na Venezuela. O panorama expõe os limites da hostilidade estrutural e o impacto do colapso da ordem interna.
Atenção: o episódio 113 só está disponível no youtube, pois perdi o arquivoVocê pode apoiar o podcast a continuar! Clique em SEJA MEMBRO e confira as opções e benefícios que estiu deixando em agradecimento! Agradeço aos apoiadores do Podcast Sherlocka Holmes (até o momento da publicação deste episódio): Isabella Vidal, Lucia Silveira, Deinha Gomes, Jadna V2i, Raquel Monteiro, Anna Mts, Dayelle Alxdr, Lais Oliveira, Maria Isabel Brayner, Ester Chagas, Gabriela BC, Jhulyana Queiroz, Melissa 19, Isabella Maravalha, Belly Batalv, Isabele Martini, Gabriela Bezerra, Hena Soares, Samara Vilela, Esther Morais, Natalia Rios, Gonnellias, Natalia Monção, Patricia Gualandi, Lorena Dias, Thatha Lorraine, Larissa Bollella, Anay Bernardes, Joyce Goncalves, Cibele Alvarenga, Alicia Wittmer, Luana Oliveira, Tamires Sampaio, Naiara Vivia, Audiobookdalu, Sinara Caboculino, Rainani Silva, ana Karine, Oliveira Silva, Luiz H souza, Lei Borges, Thayane Couto, Andressa Vieira, Isabela Ramos.
lVocê esquece de algo por vários motivos: porque está com a cabeça lotada de informações, porque não anotou, porque não registrou a informação mentalmente como deveria. Existem níveis e níveis de esquecimento. Na maioria dos casos, esquecer de algo é normal. Mas se está preocupado com isso, sugiro procurar um médico.A questão é que você pode comparar as pessoas com seu próprio nível de esquecimento. Se você esqueço, pode achar que todo mundo esquece, inclusive Deus.Veja o que diz o Salmo 77 no verso 9: "Será que Deus se esqueceu de ser bondoso? Ou será que encerrou as suas misericórdias na sua ira?"Diferente de nós, Deus tem uma memória perfeita. Sua mente nunca enche de informações. Ela também nunca trava, independente da quantidade de pessoas que fale ao mesmo tempo. E a melhor de todas as características é que a mente do Senhor decidiu ser seletiva, trazendo à memória só aquilo que foi filtrado pelo amor e pela misericórdia. Ou seja, Deus se faz esquecer de nossos pecados.Se tem uma coisa que tenho certeza é que Deus não esquece de nós, porque se Ele fizesse isso por um só segundo, estaríamos todos perdidos. Então confie! Na hora e no dia marcados, Deus trará a resposta! Ele não esqueceu!
Horror! Medo! Desespero! Existem filmes estranhos. Existem filmes perturbadores. E existe Taxidermia. Para enfrentar essa experiência cinematográfica húngara que parece ter sido concebida após uma sequência de pesadelos induzidos por pálinka vencida e carne processada de procedência duvidosa, convocamos um reforço especial: o inigualável Marcos Noriega. Neste episódio, acompanhamos três gerações de uma família em […]
Mais uma edição dos "Embalos de Sábado à Noite do ECK" chega neste dia 30 de maio. Com Júlia Schultz (SC) e Alexandre Ferreira (SP), vamos compreender as conexões ou concordâncias entre os fundamentos espíritas (trazidos por Allan Kardec, na segunda metade do século XIX) e as informações que as ciências físicas apresentam a respeito dos astros e dos números. Isto com a moderação de Marcelo Henrique (SC), como de costume."Números, Astros e Espíritos: Concordâncias em Espírito e Verdade" é a proposta desta live no canal "Espiritismo COM Kardec".De pronto, é possível perquirir:1) Considerando o Universo como obra divina, qual a importância e a função dos astros?2) O Sol, a Lua e os Astros do nosso sistema solar influenciam a vida dos Espíritos encarnados na Terra? Em que medidas ou alcances?3) Os signos, enquanto conceitos e representações, são condicionantes das características da personalidade dos indivíduos? Até que ponto?4) Qual o significado dos números para a vida individual e coletiva dos seres humanos? 5) Existem números melhores ou piores, favoráveis ou desfavoráveis? O que dizer da sorte ou do azar atribuído a determinados números?6) Kardec chegou a abordar a influência dos astros na vida planetária e, também, na vida individual ou coletiva? Que pontos importantes neste sentido constam de suas obras?7) O Espiritismo, assim como a Numerologia e a Astrologia seguem sendo tratados, quase sempre, como temas místicos?
Existe uma obrigatoriedade de se fazer reforma na fachada? A manutenção da fachada, por ser uma obrigatoriedade, pode fazer direto, sem autorização da assembleia? E se não aprovarem? O que o síndico pode fazer? E em casos de perigo de queda de cerâmica, algo do tipo? Existem empresas especializadas nisso? Pra fazer o orçamento, como o condomínio sabe de qual serviço precisa? Quais os cuidados contratuais? Se tiver acidente na obra, quem responde? Para responder essas e outas questões sobre obras na fachada do condomínio, o âncora Jota Batista conversa com o advogado especialista em Direito Condominial, Yuri Oliveira.
Qual é a importância da nutrição para a performance de um atleta? Existem diferenças significativas entre a alimentação de um atleta profissional e de um praticante amador? Quais são os erros mais comuns dos atletas em relação à alimentação?Neste episódio, os cardiologistas José Ferreira Santos e Hélder Dores convidaram Maria Canha, nutricionista, para falar sobre a sua experiência e responder às questões mais relevantes relacionadas com o tema.Ouça já este episódio e se tiver mais alguma questão, escreva nos comentários!
Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em Marcos, capítulo 1, versículos 9 ao 13, nos traz uma reflexão sobre os desertos em nossa vida.Antes de Jesus começar Seu ministério público, aconteceram três coisas importantes: Ele foi batizado, ouviu a voz do Pai e foi conduzido ao deserto. Isso nos mostra que até mesmo aqueles que carregam um propósito de Deus passam por desertos no caminho.O deserto não era o destino final de Jesus, mas fazia parte da preparação para aquilo que viria depois.1. O propósito não nos livra do desertoJesus era o Filho de Deus, amado pelo Pai, cheio do Espírito… e mesmo assim foi levado ao deserto.Muitas vezes pensamos que, quando estamos no centro da vontade de Deus, tudo será fácil. Mas a Bíblia nos ensina que existem desertos no caminho do propósito.O deserto não significa abandono.O deserto não significa derrota.O deserto não significa que Deus desistiu de nós.Há processos que Deus usa para fortalecer aquilo que Ele mesmo colocou dentro de nós.Existem coisas que só amadurecem no silêncio do deserto.2. O deserto revela quem somosNo deserto, Jesus foi tentado por Satanás. O inimigo sempre tentará atacar identidade, confiança e obediência.Antes do deserto, Jesus ouviu: “Tu és meu Filho amado.”O inferno sempre tenta nos fazer esquecer aquilo que Deus já falou ao nosso respeito.É no deserto que:a fé é provada;o caráter é trabalhado;a dependência de Deus aumenta;a voz de Deus se torna mais preciosa.O deserto tira excessos e nos ensina a confiar somente no Senhor.3. O Espírito também conduz ao processoO texto diz que Jesus foi conduzido pelo Espírito ao deserto.Nem todo deserto é consequência de erro.Alguns desertos são direção de Deus.Há momentos em que Deus nos afasta do barulho, das distrações e das seguranças humanas para tratar áreas profundas do coração.O processo pode ser difícil, mas nunca será inútil.4. O deserto não é o fim da históriaDepois do deserto, Jesus começou Seu ministério com autoridade.O deserto era apenas uma etapa antes do cumprimento do propósito.Quem permanece fiel no processo chega mais forte na promessa.Talvez hoje existam desertos na sua caminhada:desertos emocionais;desertos espirituais;desertos financeiros;desertos de espera e silêncio.Mas Deus continua presente no deserto.O mesmo Deus que conduz ao processo também sustenta durante ele.Conclusão: O deserto não cancela o propósito.Muitas vezes, o deserto prepara o propósito.Jesus entrou no deserto cheio do Espírito e saiu dele fortalecido para cumprir Sua missão.Deus não desperdiça processos.Cada deserto pode se tornar um lugar de crescimento, dependência e amadurecimento espiritual.Continue caminhando.O deserto faz parte do caminho, mas a promessa continua de pé.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Em Portugal, o Governo avança com uma reforma da contratação pública e do Tribunal de Contas que divide opiniões. José Eduardo Martins defende que o visto prévio do TC é um obstáculo desnecessário, lembrando que nenhum dos países com melhores índices de transparência adota este mecanismo. Pedro Delgado Alves reconhece a necessidade de reforma, mas alerta para excessos na proposta, nomeadamente nos limiares de consulta prévia para empreitadas até 1 milhão de euros, e critica a postura do Tribunal de Contas ao produzir vídeos argumentativos contra propostas pendentes no Parlamento. No plano internacional, a cimeira entre Xi Jinping e Putin e a visita americana à China revelam um mundo em recomposição: os Estados Unidos mostram sinais de enfraquecimento estratégico enquanto China e Rússia estreitam laços. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 21 de maio. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aqui * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDia (https://open.spotify.com/show/29PiZmu44AHH8f93syYSqH)A Escritura de Hoje está em Tiago 2:15–16, “Se um irmão ou irmã estiver necessitando de roupas e do alimento de cada dia e um de vocês lhe disser: 'Vá em paz, aqueça-se e alimente-se até satisfazer-se', sem porém lhe dar nada, de que adianta isso?"Seja a RespostaÉ muito fácil olhar para uma pessoa em necessidade, ou para situações que exigem que alguém tome uma atitude e faça a diferença, e simplesmente torcer para que "alguém" apareça. Você pode até orar: "Deus, envia um libertador, alguém forte, talentoso, com o Teu favor e com a Tua bênção".Mas já parou para pensar que você pode ser a pessoa por quem está orando?E se você for o escolhido para fazer coisas grandiosas, para estabelecer um novo padrão e levar sua família a um novo nível? O problema é que, muitas vezes, não reconhecemos quem somos. Quando olhamos sempre para os outros ou contamos sempre com outra pessoa, é porque estamos ignorando o que Deus colocou dentro de nós.Há grandeza em você. Existe talento, sabedoria, criatividade e um potencial enorme esperando para ser liberado.Não se descarte como sendo a resposta para essa oração. Não ignore o seu valor. Você tem muito mais em si do que imagina e não pode ficar preso a uma "versão antiga" de quem você era.Existem novas versões de você chegando — versões mais fortes, mais sábias, mais bem-sucedidas e com um favor ainda maior. Deus te destinou para fazer algo incrível e para deixar a sua marca neste mundo. Comece a se ver como a solução, não apenas como alguém que espera por ela.Vamos fazer uma oração"Pai, obrigado porque o Senhor coloca pessoas no meu caminho para que eu possa ser a resposta às orações delas. Obrigado porque o dom, a criatividade e os sonhos que o Senhor me deu são tudo o que preciso para deixar a minha marca nesta geração. Eu celebrarei e desenvolverei tudo o que o Senhor me entregou. Em nome de Jesus, Amém."
Na prática da espiritualidade, existe uma disciplina chamada confissão. Podemos dizer que é a disciplina que nos ensina e incentiva a abrir o coração.Confessar alguma coisa é colocar pra fora algo que está em segredo dentro do seu coração. É assumir erros, falhas, sem máscaras, sem filtros. É tornar a alma transparente.Nem toda confissão é fácil de ouvir. Existem confissões que são terríveis, como algo podre, um verdadeiro vômito da alma.Veja esta confissão registrada no Salmo 73, versos 2 e 3: "Quanto a mim, porém, quase me resvalaram os pés; pouco faltou para que se desviassem os meus passos. Pois eu invejava os arrogantes, ao ver a prosperidade dos maus."Esse texto é a confissão de Asafe, um líder dentro da antiga comunidade judaica. Suas palavras denunciam seus erros e não parecem coisas simples. Ele desejou parecer com os maus.Confessar os erros é importante, necessário, mas a grande questão aqui é: para quem você tem feito isso?Tome muito cuidado. Não abra sua alma para qualquer pessoa e nem em qualquer lugar. Jamais faça isso numa rede social, por exemplo. Procure pessoas maduras, tementes a Deus e que possam te ajudar. Procure ser também alguém que busca ouvir as confissões dos outros. Carregar os fardos de outros não é tarefa fácil, mas algo extremamente necessário. Aprenda, sobretudo, a abrir seu coração pra Jesus. Nele você pode confiar.
Neste dia 16 de maio, uma nova edição dos "Embalos de Sábado à Noite do ECK" estará em "cartaz". Desta vez, André Marouço (SP) e Arlete Braglia (SP) estarão, frente a frente, sob a mediação de Marcelo Henrique (SC), para abordar uma temática muito importante, que permitirá entender a encruzilhada em que se encontram os espíritas em geral. Afinal, o Espiritismo realmente consola? "Espiritismo: para além do (mero) consolo" é a proposta de mais uma live no canal "Espiritismo COM Kardec.Na ordem do dia, então, é de se questionar:1) Como o Espiritismo consola? 2) Em que a proposta espírita pode ser consoladora? 3) O que é (ou como é enfocado) o consolo que se pratica, em geral, no meio espírita e por que ele tem se distanciado tanto da proposta originária de Kardec?4) Quando é que o consolo parece ser um "feitiço que vira contra o feiticeiro"? 5) Os espíritas, na tentativa de consolar aqueles que (ainda) não conhecem as Leis Espirituais, explica, de fato, a razão dos sofrimentos, conforme a lógica racional apresentada por Kardec?6) Por que a maioria das instituições espíritas parece mais uma igreja do que um centro de cultura e produção de conhecimento espiritual aplicado à vida cotidiana?7) Existem práticas ou retóricas que, dizendo consolar, acabam sendo anti-consoladoras?Eis, aí, as "provocações" para esse nosso encontro que, como já é tradicional em nossa programação, permite a SUA PARTICIPAÇÃO na forma de comentários e perguntas EM TEMPO REAL. Ou seja, é você quem FAZ A LIVE conosco enquanto ela acontece!CONVIDAMOS, então, você a se fazer presente nos "Embalos" do ECK, dentro dos tradicionais parâmetros da dialógica, da dialética e dos contraditórios, no espírito do livre pensar que caracteriza a Filosofia Espírita e repisa o trabalho de Allan Kardec (1804-1869). É neste sábado, 16 de maio de 2026, a partir das 18h00, no canal do ECK no YouTube!Então, acesse as nossas plataformas (abaixo) e vem conosco!Até lá, gente!*A transmissão é simultânea, nos canais do YouTube:https://www.youtube.com/@EspiritismoComKardechttps://www.youtube.com/@nupe.agnelo.moratohttps://www.youtube.com/@EspiritismoCastApós a Live, o vídeo fica disponível nos mesmos canais acima.E, também, em TODAS as plataformas de áudio (como Spotfy, Deezer, Amazon Music, Google Podcast, Apple Podcast, YouTube Music) para você ouvir em qualquer lugar! Não é fantástico?Acesse, Siga-nos, Compartilhe, Ajude-nos a divulgar!
Neste episódio, Guilherme Goulart e Vinícius Serafim analisam casos reais e tendências que colocam em xeque a segurança digital e física no Brasil. Você vai descobrir como criminosos burlaram um sistema de reconhecimento facial em condomínios de Porto Alegre usando engenharia social, expondo os riscos do teatro da segurança, do solucionismo tecnológico e da hipossuficiência técnica dos consumidores. Em seguida, você vai entender o que está por trás do lançamento do modelo Mitos da Anthropic — classificado como perigoso demais para uso público —, e por que os resultados práticos com o Firefox e o cURL geraram ceticismo no meio da cibersegurança, levantando questões sobre propaganda de IA, governança, regulação e concorrência no mercado de inteligência artificial. Neste episódio, você também acompanha a análise da lei 15.397, que atualizou crimes digitais no Brasil com penas mais severas para furto qualificado digital, cessão de conta laranja e fraude eletrônica — e por que, sem investimento em capacidade investigativa, isso pode ser apenas populismo penal. Além disso, são discutidas duas vulnerabilidades críticas no Linux (CVE Copyfile e Dirty Frag) com exploits já circulando antes da correção, e como a IA pode acabar com o anonimato na internet ao identificar autores por fingerprint de texto com apenas 125 palavras. Os temas de privacidade, proteção de dados, LGPD, segurança ofensiva, pentest e infraestrutura em nuvem permeiam toda a conversa. Assine o Segurança Legal na sua plataforma favorita, siga o perfil nas redes sociais e avalie o podcast para ajudar a ampliar o alcance deste projeto independente de conteúdo sobre segurança da informação. Você também pode apoiar diretamente pelo Apoia.se (apoia.se/segurancalegal) ou simplesmente indicar o podcast para colegas e amigos — cada compartilhamento faz diferença. Entre em contato pelo e-mail podcast@segurancalegal.com ou pelo Mastodon, Instagram, Bluesky, YouTube e TikTok. Esta descrição foi realizada a partir do áudio do podcast com o uso de IA, com revisão humana. Visite nossa campanha de financiamento coletivo e nos apoie! Conheça o Blog da BrownPipe Consultoria e se inscreva no nosso mailing Shownotes Polícia prende suspeitos de invadir e furtar apartamentos de alto padrão em Porto Alegre; grupo usava fraude em reconhecimento facial Polícia desarticula grupo de criminosos que furtava apartamentos de luxo via redes sociais Atualização do Código Penal para alguns crimes digitais Will AI end anonymity? I tested it I can never talk to an AI anonymously again Anthropic's most dangerous AI model just fell into the wrong hands Unauthorized group has gained access to Anthropic's exclusive cyber tool Mythos, report claims It’s a myth that you need Mythos to find bugs: Open source models can do it just as well Filme: Quebra de Sigilo (Sneakers) BC Protege Livro – Sob a sombra da suástica: a França ocupada Filme – Viagem ao mundo dos sonhos Artigo – Em louvor ao Teatro da Segurança Imagem do episódio: The Ancient Days, Willia, Blanke
Estamos no oeste australiano, em pleno 2026, atrás de tradição.Não é a mesma coisa que o campeonato de Bells desperta, mas é quase.O sul (Torquay, Bells)evoca história e resultados, enquanto o oeste(Margaret) é mais duro, algo primitivo e árido.Existem limites que podem, e devem, ser ultrapassados.Já vimos JJF fazer isso, Medina, Filipe e Jack.Não sabemos o que tem pela frente, mas o Boia dessa semana se esforça pra pensar nisso.Júlio Adler, Bruno Bocayuva e João Valente, olham pro assunto de cima.A trilha vem de Massive Attack & Tom Waits com a novíssima Boots on the Ground , Little Shalimar com The Revolution Might Be Televised e Rapaz Folgado, do Noel Rosa, na voz magnifica da Araca, Aracy de Almeida.
As múmias sempre despertaram fascínio — mas e se elas forem muito mais do que simples vestígios do passado? No novo episódio do Arquivo 6, mergulhamos nos segredos por trás das múmias mais enigmáticas da história: do Egito Antigo às descobertas controversas no Peru, passando por teorias que desafiam a arqueologia tradicional. Como civilizações antigas dominaram técnicas de preservação tão avançadas? Existem múmias que simplesmente não deveriam existir? E por que alguns desses corpos parecem carregar mistérios que a ciência ainda não conseguiu explicar? Prepare-se para uma investigação que mistura história, ciência e teorias inquietantes — porque, no fim, a pergunta permanece: o que realmente estamos preservando quando criamos uma múmia? Dê o play e entre no Arquivo. ------------------ Este programa foi um oferecimento de: NORDVPN. Acesse agora e garanta sua segurança digital e DESCONTOS INCRÍVEIS https://www.nordvpn.com/BunkerX INSIDER. Garanta descontos incríveis usando o cupom BUNKERX em: https://www.insiderstore.com.br/BunkerX #InsiderStore ------------------
Existem perdas que doem… mas nenhuma se compara a uma que acontece em silêncio, pouco a pouco, até que tudo se perde por dentro. Não começa de forma abrupta — começa com pequenas concessões, decisões quase imperceptíveis, até que aquilo que antes era firme começa a afundar. E quando se percebe, já não é mais uma crise… é um naufrágio.Esta mensagem revela uma realidade urgente e profunda: a fé é o bem mais precioso que alguém pode possuir — e também o mais vulnerável quando não é protegido. Entre escolhas, tentações e distrações, existe uma linha tênue entre permanecer firme e se perder no caminho. A pergunta não é se há riscos… mas se você está atento o suficiente para não deixar sua fé afundar.---Ministração do Pr. Sabá Liberal nos Cultos de Celebração de 29 de março de 2026.Se ao ouvir esta mensagem você tomou uma decisão por Jesus ou reconciliou com Deus, queremos te ajudar nessa nova vida. Se você também precisa de oração ou quer participar de um life group, acesse o link: www.paz.vc/sp
Investidores internacionais estão cada vez mais de olho no Brasil e, em função disso, temos um fluxo financeiro vindo de fora bastante positivo. Mas, se o mundo está mais instável, o investimento não deveria seguir para locais mais seguros? Brasil virou esse lugar?Existem alguns motivos que ajudam a montar um cenário do que é que está sendo visto agora pelo gringo. E é exatamente desses motivos que iremos falar neste episódio!FONTES QUE EMBASAM O EPISÓDIO:X, Thiago Picanço CFA: JPMorgan informa que o fluxo externo para o Brasil é o segundo maior já registrado - https://x.com/tgpicanco/status/2036776185623884217 X, Jérémie: Brazil equities outperform - https://x.com/jeremie0117/status/2036545515660181748/photo/1
Saída de Tite foi boa para todos? Por que a torcida do Cruzeiro não aceitou Tite? Existem boas opções viáveis no mercado para assumir? Ainda dá para salvar a temporada? Quem dirigirá o Cruzeiro na próxima rodada? Quais problemas ele terá? Com Henrique Fernandes, Fernanda Hermsdorff, Guilherme Macedo e Rogério Corrêa. Edição: Lavínia Aguiar.
Existem montanhas. E existem mitos.O Passo dello Stelvio é mais que uma subida — é um monumento do ciclismo mundial. Palco de batalhas históricas do Giro d'Italia, cenário de superação, beleza e sofrimento na mesma medida.Agora imagine encarar os três lados do Stelvio em um único dia.Esse é o Triplo Stelvio:
10 Comidas Italianas que NÃO Existem na Itália by Pierluigi Rizzo
Estima-se que em torno de 15% da população mundial sofra de enxaqueca, com maior prevalência nas mulheres - e muitos sintomas, tais como aura, além de hipersensibilidade à luz, ao som e ao cheiro... Afinal, o que a ciência tem a dizer sobre o tema?Confira o papo entre o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.>> OUÇA (60min 43s)Convidado: Dr. Fabiano Moulin de MoraesMédico neurologista pela Escola Paulista de Medicina da UNIFESP, onde é preceptor da residência em Neurologia. Membro titular da Academia Brasileira de Neurologia, Professor da Casa do Saber e Especialista em neurologia da cognição e do comportamento. Participou do Naruhodo Entrevista 48.* Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*APOIO: INSIDERIlustríssima ouvinte, ilustríssimo ouvinte do Naruhodo, janeiro é tempo de recomeços - e o recomeço mais importante é o momento em que acordamos, todos os dias.Afinal, a escolha da manhã muda tudo:- Vestir a roupa de treino assim que acorda — mesmo treinando só à tarde — aumenta a chance de cumprir a meta.- Colocar uma peça inteligente para trabalhar ou criar conteúdo te coloca instantaneamente em modo produtivo e confiante.- Mesmo para ficar em casa, trocar o pijama por um look confortável e bonito muda o humor, a energia e a presença.Ou seja: a Insider entra no seu ritual matinal e acompanha sua rotina com naturalidade.Então use o endereço a seguir pra já ter o cupom NARUHODO aplicado ao seu carrinho de compras: são 10% de desconto, ou 15% de desconto caso seja sua primeira compra.>>> creators.insiderstore.com.br/NARUHODOOu clique no link que está na descrição deste episódio.E bons recomeços pra você!INSIDER: inteligência em cada escolha.#InsiderStore*REFERÊNCIASMigraine Triggers: An Overview of the Pharmacology, Biochemistry, Atmospherics, and Their Effects on Neural Networkshttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8088284/Migraine and cognitive dysfunction: a narrative reviewhttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11657937/Structural and Functional Brain Changes in Migrainehttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8119592/Migraine: Multiple Processes, Complex Pathophysiologyhttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC4412887/Migraine management: Non-pharmacological points for patients and health care professionalshttps://www.degruyterbrill.com/document/doi/10.1515/med-2022-0598/htmlIs there a causal relationship between stress and migraine? Current evidence and implications for managementhttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8685490/The Global Burden of Migraine: A 30-Year Trend Review and Future Projections by Age, Sex, Country, and Regionhttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11751287/Practical issues in the management of sleep, anxiety, and mood disorders in primary headacheshttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12221693/Differentiating Visual Symptoms in Retinal Migraine and Migraine With Aura: A Systematic Review of Shared Features, Distinctions, and Clinical Implicationshttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12380025/Current Trends in Pediatric Migraine: Clinical Insights and Therapeutic Strategieshttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11940401/Migrainehttps://www.nejm.org/doi/10.1056/NEJMra1915327Pratice guideline update summary: Acute treatment of migraine in children and adolescentshttps://www.neurology.org/doi/10.1212/WNL.0000000000008095Migraine aura as an artistic resource https://nah.sen.es/vmfiles/vol13/NAHV13N22025102_115EN.pdfMigraine aura as artistic inspiration.https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC1838881/Migraine as a source of artistic inspirationhttps://neuro.org.br/pdfs/RBN-59/RBN-594-DEZEMBRO/RBN-594-DEZEMBRO.pdf#page=44Migraine and risk of all-cause mortality and specific cause mortality: a systematic review and meta-analysishttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12534955/Comparative effects of drug interventions for the acute management of migraine episodes in adults: systematic review and network meta-analysishttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11409395/The impacts of migraine on functioning: Results from two qualitative studies of people living with migrainehttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10922598/Exploring the Hereditary Nature of Migrainehttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8075356/Transient receptor potential melastatin 8 (TRPM8) is required for nitroglycerin and calcitonin gene-related peptide induced migraine-like pain behaviors in micehttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC9519811/Association between weather conditions and migraine: a systematic review and meta-analysishttps://link.springer.com/article/10.1007/s00415-025-13078-0Evaluation of Green Light Exposure on Headache Frequency and Quality of Life in Migraine Patients: A Preliminary One-way Cross-over Clinical Trialhttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8034831/CGRP — The Next Frontier for Migrainehttps://www.nvvg.nl/files/3306/CGRP%20—%20The%20Next%20Frontier%20for%20Migraine.pdfDigital Media Use in Adolescents with Migraine: A Topical Reviewhttps://link.springer.com/article/10.1007/s11916-025-01444-6Placebo Response in Acute and Prophylactic Treatment of Migrainehttps://www.neurologic.theclinics.com/article/S0733-8619(25)00068-4/abstractCalcitonin Gene–Related Peptide Inhibitors and Cardiovascular Events in Patients With Migrainehttps://www.neurology.org/doi/abs/10.1212/WNL.0000000000214479?casa_token=WccpvEByt0MAAAAA:LKbxQClihNe2WsrHRKBmteHftcUECeozPKYcnSQPjsBA0hlEvKExc2DvBgn-J5WwWyudd3QV1nluWwInsights from triggers and prodromal symptoms on how migraine attacks start: The threshold hypothesishttps://journals.sagepub.com/doi/10.1177/03331024241287224Elucidating the susceptibility genes between insomnia and migraine by integrating genetic data and transcriptomeshttps://link.springer.com/article/10.1186/s10194-025-02249-zThe experience of neck pain in people with migraine: A qualitative studyhttps://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1413355525003922?casa_token=9ct7RuiXWIgAAAAA:Sxlqh2wKO3-2l4ig9hzuXb92eJtttlM1Mdd3EId-5BfNQ2J8kpTn2iCd3tr6a0l58kyqDTDR7wThe impact of pain on memory: a study in chronic low back pain and migraine patients https://academic.oup.com/braincomms/article/8/1/fcaf486/8376909Migraine as a dynamic continuum during the life coursehttps://www.thelancet.com/journals/laneur/article/PIIS1474-4422(25)00441-7/abstractNaruhodo #447 - O que é AVC e como evitá-lo? #TodosPeloPirullahttps://www.youtube.com/watch?v=vRu9cet1TWMNaruhodo #236 - Por que temos dor de cabeça?https://www.youtube.com/watch?v=q8FtXVlSz1INaruhodo #345 - Por que às vezes sentimos as dores dos outros?https://www.youtube.com/watch?v=mKdMBCqy6XANaruhodo #145 - Por que a cabeça dói quando tomamos gelado?https://www.youtube.com/watch?v=qjq2Ds6YB-cNaruhodo #165 - Quando tomo antidepressivos continuo sendo eu mesmo?https://www.youtube.com/watch?v=dWyfUyHUiA4Naruhodo #62 - Existem doenças psicossomáticas?https://www.youtube.com/watch?v=etuFYdCAKe4Naruhodo #288 - Por que existe a menopausa?https://www.youtube.com/watch?v=3Ewwdi2guWgNaruhodo #339 - Por que as coisas parecem girar quando estamos bêbados?https://www.youtube.com/watch?v=YmK1Yq0mwW8Naruhodo #398 - Jejum intermitente funciona?https://www.youtube.com/watch?v=lTkWGFFkOLo*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. 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