Podcasts about existem

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CEI DE CABO FRIO
Tentado a DESISTIR

CEI DE CABO FRIO

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 36:31


Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em I Samuel, capítulo 1, versículos 1 ao 6, nos traz uma reflexão sobre o agir de Deus em nossas vidas, usando Ana a Penina como exemplos.O texto acima, nos apresenta a história de Ana, uma mulher que conhecia profundamente a dor da frustração. Ela era casada com Elcana, que a amava muito, mas havia algo que pesava sobre sua vida: ela não podia ter filhos.Naquela cultura, a esterilidade era motivo de vergonha e sofrimento. Para tornar a situação ainda mais difícil, a outra esposa de Elcana, Penina, provocava Ana constantemente, lembrando-a daquilo que ela não tinha. A Bíblia diz que isso acontecia ano após ano.Imagine o peso emocional que Ana carregava. A dor era repetida, a humilhação era constante e o sonho parecia cada vez mais distante. Humanamente falando, havia muitos motivos para ela desistir: desistir de orar, desistir de acreditar e até desistir de continuar tentando.1. Existem momentos em que a dor nos empurra para a desistênciaTodos nós enfrentamos situações em que parece que nada muda. Oramos, esperamos, lutamos… e mesmo assim a resposta parece não chegar. Nessas horas, o coração sussurra: “Talvez seja melhor desistir.”Ana também poderia ter pensado assim. Afinal, o tempo passava e sua realidade não mudava.2. A provocação muitas vezes tenta nos pararPenina provocava Ana para fazê-la sofrer. Muitas vezes, as provocações da vida vêm de várias formas: palavras, comparações, fracassos ou lembranças do que ainda não aconteceu.O objetivo dessas provocações é atingir nossa fé e nos fazer acreditar que não vale mais a pena continuar.3. Deus trabalha justamente quando pensamos em desistirO que Ana ainda não sabia era que Deus estava preparando algo extraordinário. Da sua dor nasceria Samuel, um dos maiores profetas de Israel.O ventre que parecia fechado se tornaria o lugar de um milagre. Aquela mulher que parecia esquecida por Deus seria lembrada por gerações.Isso nos ensina algo poderoso: o momento em que somos mais tentados a desistir pode ser exatamente o momento em que Deus está preparando o milagre.Conclusão: Se hoje existe algo na sua vida que faz você pensar em desistir, lembre-se da história de Ana. A dor dela era real, as provocações eram constantes, mas o plano de Deus era maior que tudo aquilo.Não desista no meio do processo.O capítulo que hoje parece de sofrimento pode ser o começo de uma história de milagre.Porque muitas vezes, quando pensamos que é o fim, Deus está apenas começando a escrever algo novo.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

Partiu morar fora - Vagas pelo Mundo
Seja a força que você precisa - Episódio - 463

Partiu morar fora - Vagas pelo Mundo

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 54:00


Existem momentos da nossa vida que somos exigidos ao máximo e precisamos ter força. Seja num relacionamento, no trabalho, com amigos ou em diversas situações, quando mudamos de país, nem sempre as coisas saem conforme o esperado e temos que encontrar motivos para seguir em frente. Falamos disso e muito mais. Esperamos que você goste!Aliás, se você curte o nosso trabalho, seja MEMBRO do nosso canal do YouTube. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Clique aqui e entre na nossa comunidade exclusiva⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ que conta com um episódio extra por semana do nosso podcast, um grupo exclusivo no WhatsApp e ainda ganha o e-book do Claudinho "Morar fora: sentimentos de quem decidiu partir". Participe!Você pode ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠comprar o e-book através deste link⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠!Participe do nosso ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠canal no WhatsApp⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e fique bem informado com tudo o que está acontecendo! Apresentação: Cláudio Abdo e Amanda CorrêaNos siga no: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠YouTube⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠vagaspelomundo.com.br⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Este episódio tem o patrocínio de:TFA IMMIGRATION: Se você quer mudar de país, planeje! Conte com a expertise de profissionais especializados em imigração. A TFA está agora também em Portugal sendo um apoio para quem deseja morar, trabalhar, investir ou estudar na Europa. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Acesse o site da TFA⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e siga no Instagram (⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@tfaeurope⁠⁠⁠⁠⁠⁠) e converse com eles!

Fact Check
A comida está “insossa” ou “insonsa”?

Fact Check

Play Episode Listen Later Mar 8, 2026 18:00


Existem várias histórias sobre a origem de “OK”, mas nem todas são verdadeiras. O Marco Neves fala sobre “insosso”, “insonso” e introduz ainda o termo “insulso”: um deles é mais correto do que outro?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Convidado
Macky Sall "não é a pessoa certa para representar os interesses africanos” junto da ONU

Convidado

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 10:15


Esta semana, o Burundi, que exerce a presidência rotativa da União Africana, apresentou a candidatura do ex-Presidente senegalês ao cargo de secretário-geral das Nações Unidas. Até agora, os Estados africanos ainda não reagiram oficialmente a esta proposta. A candidatura de Macky Sall não conta com o apoio do Senegal, uma vez que o ex-chefe de Estado é acusado pela nova liderança do país de ocultar dados económicos importantes, como a dívida pública. O último mandato do Presidente senegalês ficou ainda marcado por episódios de violência e repressão da população. Régio Conrado, professor de Ciência Política e Direito na Universidade Eduardo Mondlane, em Moçambique, afirma que “Macky Sall não é a pessoa certa para representar os interesses africanos”. Esta semana, o Burundi, que exerce a presidência rotativa da União Africana, apresentou a candidatura do ex-Presidente senegalês ao cargo de secretário-geral das Nações Unidas. Que comentário lhe merece esta candidatura? É profundamente complicado que um Presidente que já foi chefe de Estado num país que não o reconhece como candidato oficial -e, portanto, não é apoiado pelas autoridades do seu próprio país -seja apresentado pelo actual presidente da União Africana, o Presidente do Burundi, e não necessariamente pela própria União Africana. Isto já significa que há um duplo problema. Por um lado, há um problema de legitimidade no próprio país de origem, onde foi chefe de Estado. Por outro lado, os restantes chefes de Estado do continente africano ainda não se pronunciaram sobre o assunto, o que mostra que esta é uma iniciativa particular do Presidente do Burundi. É muito provavelmente uma má iniciativa e Macky Sall está, provavelmente, à procura de uma saída internacional, talvez para escapar a eventuais responsabilizações que possam recair sobre ele, não só no plano interno do país, mas também como uma forma de sobrevivência política através de dinâmicas internacionais. O antigo chefe de Estado do Senegal é a pessoa certa para representar o continente africano nos fóruns internacionais? Não, ele não é a pessoa certa para representar os interesses africanos. Quando esteve na presidência do Senegal e mesmo na presidência rotativa da União Africana, esteve muito mais ligado aos interesses franceses, funcionando quase como um dispositivo operativo -um cipaio, digamos -não dos interesses africanos, mas sobretudo dos interesses franceses e, por consequência, dos interesses europeus. Não é uma figura que, no continente africano, possa ser vista como a mais razoável para ocupar este lugar neste momento. Precisamos de uma figura pan-africana, com uma percepção de independência profundamente entranhada. Alguém que tenha uma visão de África fora das relações de subordinação ou de neocolonialismo com o Ocidente. Portanto, uma figura que congregue e agregue respeitabilidade no plano da defesa dos interesses africanos. E quem poderia ser essa pessoa? A actual Presidente da Tanzânia poderia, provavelmente, sugerir alguém da sua máxima confiança para representar os interesses africanos. Temos também Carlos Lopes, que é uma grande figura no continente africano e que tem estado sempre na linha da frente da defesa dos interesses africanos. Para além da sua carreira académica, é uma figura que já trabalhou com vários secretários-gerais das Nações Unidas e que tem uma longa experiência dentro das estruturas da organização e da União Africana. É uma figura alinhada com a defesa dos interesses africanos. Carlos Lopes, antigo secretário executivo da Comissão Económica das Nações Unidas em África , poderia reunir o consenso dos líderes africanos? Penso que ele tem todo o potencial para reunir muitos consensos. Primeiro, porque não se trata de uma figura amarrada a um determinado país. Mesmo sendo originário da Guiné-Bissau, é uma figura completamente pan-africana. Isso poderia evitar, talvez, algumas clivagens regionais. Agora, também sabemos que os processos de negociação para apresentar uma candidatura são sempre profundamente complexos. E, obviamente, esses processos nem sempre traduzem aquilo que são as verdadeiras convicções de todos os actores envolvidos. África tem reclamado uma maior presença nas diferentes organizações das Nações Unidas. Já houve dois secretários-gerais africanos, Boutros Boutros-Ghali e Kofi Annan. Há possibilidade de o próximo secretário-geral das Nações Unidas ser oriundo do continente africano? Fica muito difícil. O que podemos dizer é que, neste momento, tendo em conta aquilo que África tem defendido -uma maior presença nos diferentes organismos das Nações Unidas, e muito particularmente ao nível do Conselho de Segurança, essa reivindicação faz sentido. Estamos a falar de 54 países e de um continente com uma população que ultrapassa mil milhões de pessoas. É um continente que tem um peso muito profundo e determinante para o futuro do mundo. O problema é que o mundo em que vivemos hoje mostra que várias potências procuram também controlar as Nações Unidas. Até ao momento foram apresentadas duas candidaturas oficiais: a da ex-Presidente chilena Michelle Bachelet e a do responsável da Agência Internacional de Energia Atómica, Rafael Grossi. A Costa Rica também nomeou a ex-Presidente Rebeca Grynspan, mas a candidatura ainda não é oficial. Segundo uma tradição de rotação geográfica, que nem sempre é observada, o cargo estaria agora a ser disputado pela América Latina. Muitos países defendem também que uma mulher deveria ocupar este cargo. A organização está preparada para ter uma mulher na liderança? Neste momento, o continente que está melhor posicionado parece ser a América Latina, onde há quase um consenso generalizado. Grandes potências regionais como o Brasil e a Argentina, bem como outros países que orbitam à volta destas potências, podem ser determinantes para orientar a dinâmica da escolha do próximo secretário-geral. Na minha opinião, mais do que nunca ficou demonstrado que as mulheres têm capacidade para dirigir determinadas agências das Nações Unidas, grandes programas e a diplomacia de alto nível no sistema internacional. Não me parece irrazoável pensar que uma mulher possa reunir consensos para dirigir a organização. Seria também uma forma de chamar a atenção para a necessidade de confiar responsabilidades às mulheres que demonstraram competências, ao longo das suas carreiras, sobretudo quando se trata de figuras que têm estado empenhadas em temas centrais como a paz, o desenvolvimento e outras questões fundamentais da agenda internacional. Relativamente à questão da paz: de que forma o contexto actual, com uma guerra no Médio Oriente e outros conflitos em várias partes do mundo, pode influenciar a escolha do novo secretário-geral da ONU? Está cada vez mais evidente que as Nações Unidas precisam de uma reforma profunda para aprimorar a sua capacidade de resolução dos grandes conflitos. Com a emergência de novos conflitos, marcados pela força física e pela brutalidade nas relações internacionais, assistimos também à erosão do direito internacional e à fragmentação da capacidade das Nações Unidas para resolver problemas complexos. Veja-se, por exemplo, a situação envolvendo o Irão, Israel e os Estados Unidos. Torna-se claro que chegou o momento de repensar a arquitectura das Nações Unidas, a arquitectura do Conselho de Segurança e o próprio sistema internacional de promoção da paz. O que é facto é que, neste momento, as Nações Unidas têm demonstrado limitações profundas - para não dizer fragilidades - na capacidade de conter os conflitos no mundo. Muitos dos conflitos em que a organização interveio continuam por resolver. São os membros do Conselho de Segurança que deverão iniciar o processo de selecção até ao final de Julho, em particular os cinco membros permanentes com poder de veto -Estados Unidos, China, Rússia, Reino Unido e França - que detêm, na prática, o futuro dos candidatos nas mãos. São conhecidas as divergências actuais. O que se pode esperar desta eleição? A Grã-Bretanha é hoje um país que pesa muito pouco no sistema internacional. Tem pouca capacidade de influenciar o processo. O verdadeiro debate vai acontecer entre as grandes potências. A China e a Rússia estão em confrontação directa com o Ocidente e encontram apoio em vários países do chamado Sul global, como o Brasil e a África do Sul, que são actores importantes. Há também países como o Irão e outros que defendem que não é positivo que haja uma dominação ocidental das instituições internacionais. Estas clivagens já existentes e o agravamento das tensões internacionais -como a situação envolvendo o Irão - vão certamente tornar o processo mais complexo. O que está em jogo nas próximas eleições para secretário-geral das Nações Unidas não é apenas a questão da eficácia, como defende a Grã-Bretanha. O que está em jogo é quem vai influenciar o rumo do sistema internacional nos próximos anos: sobre que bases serão tomadas as decisões, qual será a arquitectura das Nações Unidas e sob que orientação política actuará o próximo secretário-geral. Essas são as grandes questões. Que força terão os países africanos nesta escolha? Hoje não é possível pensar qualquer arquitectura das Nações Unidas sem considerar os 54 países do continente africano. O que será profundamente importante é perceber até que ponto os países africanos conseguirão articular posições comuns. Muitos deles estão hoje mais alinhados com o discurso do chamado Sul global, nomeadamente com posições defendidas pela China, pela Rússia e pelo Brasil, e menos próximos das posições do Ocidente. Infelizmente, há também divisões dentro do próprio continente. Existem países que estão mais alinhados com interesses externos. A Costa do Marfim, por exemplo, mantém uma forte proximidade com a França e, por consequência, com a União Europeia. Há também outros países pequenos que seguem essa linha. Mas há igualmente países com posições fortemente pan-africanas -como a África do Sul, o Quénia, a Tanzânia, Moçambique ou Angola -que podem defender um posicionamento mais autónomo do Sul global. O peso do continente africano dependerá da capacidade de coordenação política entre os seus líderes e da capacidade do presidente da União Africana de construir consensos entre os diferentes países e regiões. Mas tudo começa mal quando um presidente da União Africana decide avançar com uma candidatura sem um consenso mínimo, porque isso revela desde logo um processo de divisão desnecessária.

LendaCast
POR QUE OS DEMÔNIOS EXISTEM? com Tupá Guerra e Andrei Fernandes | LendaCast #273

LendaCast

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 169:18


Convidei a demonologista, Tupá Guerra, e o criador do Mundo Freak Confidencial, Andrei Fernandes, para um bate-papo no LendaCast sobre a origem dos demônios.

existem nios convidei andrei fernandes tup guerra mundo freak confidencial
Dia a dia com a Palavra
Você é do tipo que dá jeitinho em tudo?

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 1:37


Somos brasileiros, somos conhecidos como o povo do jeitinho. Naturalmente resolvemos os mistérios do universo com gambiarras super criativas. Por muitas vezes dizemos que a NASA precisa descobrir o que há de especial em nós. Mas embora a ideia do jeitinho brasileiro pareça muito boa, ela tem vários perigos e precisamos estar atentos a eles.Dar um jeitinho é legal, mas quando você começa a fazer isso com coisas importantes se torna um grande perigo. Uma coisa é dar um jeitinho na casa, na torneira, no quintal. Outra coisa bem diferente é dar um jeitinho na vida, no casamento, no coração. Existem coisas que não permitem "um jeitinho".O Salmo 51 no verso 10 diz assim: "‭‭Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável."De acordo com o salmo, o coração do salmista não parece bem. Corrompido pelo pecado, precisa de transformação. Mas o que fazer? Se o salmista fosse brasileiro, talvez ele desse um jeitinho. E como seria esse jeitinho? Como muita gente faz, basta esquecer isso, ou ignorar aquilo, etc. Mas o salmista sabe que não é assim. Ele não precisa de um jeitinho, mas de uma mudança radical. Seu pedido a Deus é por um coração novo, transformado, regenerado, sem histórico.Não faça parte dos que tentam dar um jeito na vida porque desse jeito, nada muda! A sua vida precisa experimentar transformação, renovo, recomeço e isso só Deus pode fazer! Se como o salmista você também entende isso, então peça a Deus.

Para que o amor dê certo
NÃO EXISTEM CRIANÇAS DIFÍCEIS

Para que o amor dê certo

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 72:47


Usamos esse rótulo para nomear os fenômenos que se manifestam nos comportamentos dos filhos, sem perceber que isso pode e na maioria das vezes é o grito oculto dos sistema familiar.

Arauto Repórter UNISC
O segredo das pessoas felizes

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 4:50


Existem pessoas admiráveis caminhando sobre a face da Terra.Homens e mulheres comuns… mas de uma grandeza rara.Gente que enfrenta dores, perdas, limites — e ainda assim segue em passos firmes, sem deixar a desesperança criar raízes.Eu tenho a graça de conhecer muitos deles.Alguns são meus amigos.E confesso… observo essas pessoas com atenção quase silenciosa.Fico tentando entender onde está o segredo.Leio os gestos. Reparo nas atitudes. Escuto mais do que falo.E aprendo.De tanto observar, percebi algo que se repete:eles são felizes.Mas não é aquela felicidade barulhenta, exibida.É uma alegria mansa.Discreta.Daquelas que moram na alma — como árvore antiga, de raízes profundas, que nenhuma tempestade arranca.E não… eles não têm vidas perfeitas.Nenhum deles.Alguns vivem com pouco.Outros enfrentam problemas de saúde.Há os que carregam dores familiares.Todos já passaram por dissabores.E continuam… felizes.O primeiro traço que reconheci neles é a generosidade.Eles ajudam porque gostam.Dividem porque faz sentido.Doam tempo — que é o que temos de mais precioso.E fazem isso com um sorriso sereno, sem cobrança, sem memória contábil do bem feito.Não passam recibo.Não esperam medalha.Os felizes se inquietam com a dor do outro.Muitas vezes oferecem ajuda antes mesmo que alguém peça.Percebem. Sentem. Se aproximam.Já observei também o contrário.Os infelizes costumam fechar a mão.Negam pequenos favores.Quando ajudam, lembram. Relembram. Cobram.Fazem do gesto um contrato.E seguem… cada vez mais vazios.Outro hábito bonito dos felizes:eles vibram com a conquista alheia.Celebram o sucesso do amigo como se fosse deles.O brilho nos olhos é verdadeiro.Não há competição escondida.Há alegria compartilhada.Os infelizes, ao contrário, procuram defeitos na boa notícia.Diminuem o feito.Mudam de assunto.E continuam… infelizes.E talvez o traço mais nobre de todos:os felizes sabem aceitar.Aceitam o outro como é.Sabem ouvir sem julgar.Sabem opinar sem ferir.Sabem o momento de falar — e o momento de silenciar.E riem juntos.Porque sorrir do jeito de ser de quem a gente ama é uma das formas mais bonitas de dizer:“Eu te acolho exatamente assim.”Hoje eu só queria dividir essa reflexão contigo que está me ouvindo.Talvez a felicidade não esteja nas circunstâncias perfeitas.Talvez ela esteja nos hábitos que cultivamos todos os dias.Ser generoso.Celebrar o outro.Aceitar mais.Julgar menos.Que a gente siga evoluindo.Que a gente escolha ser luz — mesmo quando o dia estiver nublado.Porque pessoas felizes… abrem caminhos.E o mundo precisa, com urgência, de mais gente assim.

Assunto Nosso
O segredo das pessoas felizes

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 4:50


Existem pessoas admiráveis caminhando sobre a face da Terra.Homens e mulheres comuns… mas de uma grandeza rara.Gente que enfrenta dores, perdas, limites — e ainda assim segue em passos firmes, sem deixar a desesperança criar raízes.Eu tenho a graça de conhecer muitos deles.Alguns são meus amigos.E confesso… observo essas pessoas com atenção quase silenciosa.Fico tentando entender onde está o segredo.Leio os gestos. Reparo nas atitudes. Escuto mais do que falo.E aprendo.De tanto observar, percebi algo que se repete:eles são felizes.Mas não é aquela felicidade barulhenta, exibida.É uma alegria mansa.Discreta.Daquelas que moram na alma — como árvore antiga, de raízes profundas, que nenhuma tempestade arranca.E não… eles não têm vidas perfeitas.Nenhum deles.Alguns vivem com pouco.Outros enfrentam problemas de saúde.Há os que carregam dores familiares.Todos já passaram por dissabores.E continuam… felizes.O primeiro traço que reconheci neles é a generosidade.Eles ajudam porque gostam.Dividem porque faz sentido.Doam tempo — que é o que temos de mais precioso.E fazem isso com um sorriso sereno, sem cobrança, sem memória contábil do bem feito.Não passam recibo.Não esperam medalha.Os felizes se inquietam com a dor do outro.Muitas vezes oferecem ajuda antes mesmo que alguém peça.Percebem. Sentem. Se aproximam.Já observei também o contrário.Os infelizes costumam fechar a mão.Negam pequenos favores.Quando ajudam, lembram. Relembram. Cobram.Fazem do gesto um contrato.E seguem… cada vez mais vazios.Outro hábito bonito dos felizes:eles vibram com a conquista alheia.Celebram o sucesso do amigo como se fosse deles.O brilho nos olhos é verdadeiro.Não há competição escondida.Há alegria compartilhada.Os infelizes, ao contrário, procuram defeitos na boa notícia.Diminuem o feito.Mudam de assunto.E continuam… infelizes.E talvez o traço mais nobre de todos:os felizes sabem aceitar.Aceitam o outro como é.Sabem ouvir sem julgar.Sabem opinar sem ferir.Sabem o momento de falar — e o momento de silenciar.E riem juntos.Porque sorrir do jeito de ser de quem a gente ama é uma das formas mais bonitas de dizer:“Eu te acolho exatamente assim.”Hoje eu só queria dividir essa reflexão contigo que está me ouvindo.Talvez a felicidade não esteja nas circunstâncias perfeitas.Talvez ela esteja nos hábitos que cultivamos todos os dias.Ser generoso.Celebrar o outro.Aceitar mais.Julgar menos.Que a gente siga evoluindo.Que a gente escolha ser luz — mesmo quando o dia estiver nublado.Porque pessoas felizes… abrem caminhos.E o mundo precisa, com urgência, de mais gente assim.

WGospel.com
Maria e a missão recebida de Deus!

WGospel.com

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 4:34


TEMPO DE REFLETIR 01692 – 3 de março de 2026 Lucas 2:19 – Maria, porém, guardava todas estas palavras, meditando-as no coração. Deus escolheu Maria para uma missão especial. Ele chamou-a para carregar o Messias em seu ventre. Deus enviou o anjo Gabriel para lhe dar a maravilhosa notícia. A princípio, ela ficou confusa. Como podia tudo isto ser possível? Embora estivesse noiva de José, ela ainda era virgem – como poderia ter um filho? “Descerá sobre ti o Espírito Santo”, disse Gabriel, “e o poder do Altíssimo te envolverá com a Sua sombra” (Lc 1:35). A resposta sincera de Maria foi genuína. “Que se cumpra em mim conforme a tua palavra” (v. 38). Embora a narrativa do Evangelho não fale muito acerca de Maria, ela nos conta o suficiente para revelar sua incrível força de caráter. Ela era sincera, honesta, meiga, pura, obediente e cheia de compaixão. Embora ainda fosse provavelmente uma adolescente, ela entendeu a magnitude do chamado de Deus. Maria reconheceu a sua “humildade” e foi enaltecida pelas bênçãos que todas as gerações viriam a reconhecer. Picos e vales marcaram a vida de Maria. Eles começaram com José ameaçando deixá-la quando soube que ela estava grávida, e continuaram com uma cansativa viagem de Nazaré até Belém. Incluíram o uso de uma manjedoura como berço para o bebê. Suas emoções viraram medo das ameaças de Herodes de matar todos os meninos com menos de dois anos. Com José e o menino recém-nascido, ela fugiu, apressada, para o Egito. Foi nos joelhos de Maria que Jesus aprendeu os cânticos de Sião e as promessas dos profetas. Com ela, Ele aprendeu submissão e confiança, oração e obediência. Ela sorriu quando Ele deu Seus primeiros passos, e chorou quando pregaram Seus pés ao madeiro. Durante toda a vida de Jesus, ela creu nEle, e nunca se afastou. As missões dadas por Deus nem sempre são fáceis e populares. Existem altos e baixos, alegrias e tristezas. Assim como Ele chamou Maria, Deus nos chama para sermos fiéis também. Ele nos chama para ficarmos ao lado de Jesus, agora3 e para sempre, por toda a eternidade. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Senhor Deus: dá-nos forças e poder para cumprirmos as missões que colocas diante de cada um de nós. Dirija tudo e todas as coisas, por favor! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Dia a dia com a Palavra
O que é pecado?

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 1:21


Talvez você já tenha uma definição pronta sobre esse tema. Mas você sabia que muita gente ainda tem dúvida sobre o que realmente é pecado?Existem duas formas de analisar esse tema. A primeira é a do ponto de vista legal e a segunda é a do ponto de vista relacional.Se trato do ponto de vista legal, buscarei na lei o que me condena e o que me absolve. Posso então tentar justificar meus erros dizendo que a Bíblia não é clara.Mas se trato o pecado do ponto de vista relacional, ou seja, a partir do meu relacionamento com Deus, percebo que a definição de pecado pode se ampliar bastante. Não é apenas uma questão de estar na lei. Pecado é algo que faz mal para o meu Pai Eterno.Veja o que Davi disse no Salmo 51 no verso 4: "Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mau aos teus olhos, de maneira que serás tido por justo no teu falar e puro no teu julgar."Davi não escreve sobre pecado do ponto de vista legal, mas de uma perspectiva relacional. E isso faz toda diferença.Você pode saber definir o que é pecado, mas isso não é o mais importante. O mais preciso é viver de forma a não entristecer a Deus como seu Pai.

Ciência
Conflito no Médio Oriente: "Há uma clara indicação que o Irão quer ter armas nucleares"

Ciência

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 8:31


O enriquecimento de uranio a 60% é um facto comprovado no Irao, mas os bombardeamentos norte-americanos e israelitas ameaçam as instalaçoes nucleares no pais, assim como na regiao, agravando o risco deste conflito. O programa nuclear do Irão foi apresentado como o principal motivo para os ataques norte-americanos e israelitas contra o país desde sábado, que resultaram, até agora, na morte do Ayatollah Ali Khamenei, assim como dezenas de dirigentes iranianos. Em Junho do ano passado, os Estados Unidos já tinham bombardeado o Irão, atingindo três centrais nucleares. Em entrevista à RFI, Rui Curado da Silva, Investigador principal no laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas da Universidade de Coimbra, em Portugal, explica que ao contrário do que aconteceu no Iraque, há provas imparciais que o Irão detém centenas de quilos de urânio enriquecido numa percentagem que indica a intenção de produzir armas de destruição maciça. "No Irão temos a inspecção da Agência Internacional de Energia Atómica, não são os Estados Unidos ou outro país que esta a dizer que eles tem urânio enriquecido. É a Agência Internacional de Energia Atómica que esteve no terreno. Portanto, não há dúvida nenhuma que eles têm centenas de quilos de urânio com mais de 60% de enriquecimento. E esse nível de enriquecimento não é necessário para as centrais nucleares: Para produzir electricidade, bastam 5%. Ja para produzir armas nucleares é necessário 90%. Portanto, aqui há uma clara indicação que o Irão quer ter armas nucleares", explicou o investigador. O perigo agora, perante bombardeamentos cerrados em várias cidades no Irão, é atingir uma das centrais nucleares onde há este urânio enriquecido e, assim, espalhar este composto altamente perigoso. "Há vários tipos de perigo. Eu vou destacar os dois extremos. Imaginemos que os Estados Unidos acertam no sítio onde eles têm centenas de quilos de urânio enriquecido naquele nível. O que vai acontecer é que o urânio vai ser projetado a dezenas, centenas de metros, alguns quilómetros no máximo, e vai contaminar essa zona toda. Depois as pessoas não podem andar naquela zona, porque aquilo é perigoso. Existe uma central nuclear ali naquela zona que eles agora andam a bombardear no Irão. Existe outra, no outro lado do Golfo, que tem quatro reactores, que é uma central nuclear dos Emirados Árabes Unidos, e depois os dois porta-aviões americanos que lá estão e são movidos a energia nuclear. Têm dois reactores nucleares. Portanto, se houver algum ataque a um desses reactores a funcionar, o caso é muito mais grave, porque há muito material ativo, muito material utilizado, que é muito perigoso, que pode incendiar-se facilmente e emitir isótopos de urânio e material contaminado para a atmosfera a distâncias de 1000 quilómetros ou 2000 quilómetros", explicou Rui Curado da Silva. Um acidente deste género seria similar ao que se passou em Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, que terá causado até agora 4 mil mortos devido à exposição à radiação. De forma a evitar conflitos baseados na posse e produção de armas nucleares, Rui Curado da Silva defende uma acção mais alargada e eficaz da Agência Internacional de Energia Atómica. Este cientista integra o grupo Union of Concerned Scientists, ou União dos Cientistas Preocupados, que defende que, face ao conhecimento que existe hoje da energia atómica, a regulação internacional devia mudar. "Isto deveria passar por uma partilha de responsabilidades similar ao que já existe na União Europeia, onde são definidas regras para quando os países não cumprem os acordos. Existem consequências. E neste momento, os países que fazem parte da Agência Internacional de Energia Atómica têm consequências muito limitadas", concluiu o cientista.

CEI DE CABO FRIO
A SALA DE ESPERA de Deus

CEI DE CABO FRIO

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 27:21


Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em I Samuel, capítulo 30, versículo 6, nos traz uma reflexão sobre esperar em Deus.Existem momentos na vida em que parece que fomos colocados numa “sala de espera”. Nada anda. Nada se resolve. As respostas não chegam. Foi exatamente assim com Davi.Ele volta a Ziclague e encontra tudo queimado. Sua família havia sido levada. Seus próprios homens, que antes o seguiam, agora queriam apedrejá-lo. Davi estava cercado por perdas, pressão e silêncio.A sala de espera de Deus não é confortável.Ela é o lugar da angústia.É o lugar onde você não entende o porquê.É o lugar onde até quem está do seu lado começa a duvidar.Mas o texto diz algo poderoso: “Davi, porém, se fortaleceu no Senhor.”1️⃣ Na sala de espera, Deus trabalha o seu interiorAntes de entregar a vitória, Deus trabalha o coração.Antes da restituição, vem o fortalecimento.A sala de espera não é perda de tempo — é tempo de preparo. Deus não estava ausente em Ziclague. Ele estava moldando Davi para algo maior.2️⃣ Na sala de espera, você escolhe onde buscar forçaDavi poderia ter se desesperado. Poderia ter reagido na emoção. Poderia ter desistido.Mas ele escolheu se fortalecer em Deus.A diferença entre quem vence e quem desiste está nessa escolha.Na sala de espera:Uns reclamam.Outros culpam.Mas os maduros se fortalecem no Senhor.3️⃣ A sala de espera antecede a restituiçãoLogo depois, Deus dá direção. Davi consulta o Senhor, persegue os inimigos e recupera tudo.A sala de espera não é o fim da história.É o corredor que leva à restituição.Se hoje você está na sala de espera:Não saia antes da hora.Não abandone o processo.Não tome decisões movidas pela dor.Fortaleça-se no Senhor.Porque quando Deus termina o que está fazendo em você,Ele começa o que prometeu fazer através de você.

Podcasts FolhaPE
"AMAR" no Resgatando a Cidadania

Podcasts FolhaPE

Play Episode Listen Later Feb 28, 2026 49:53


O Programa Resgatando a Cidadania deste sábado(28) recebeu integrantes da Alianca de Mães e Famílias Raras do Recife- AMAR, que existe desde 2013 e consiste em um grupo de mães de pessoas com doenças raras, que luta por uma sociedade mais inclusiva. O comunicador Domingos Sávio, apresentador do programa, recebeu no estúdio, Poliana Dias, Presidente da AMAR e Adonias Silva, voluntário. Existem entre 6 a 8 mil tipos diferentes de doenças raras em todo o mundo, e estima-se que no Brasil acomete algo em torno de 13 milhões de pessoas. A AMAR, formada é essencialmente por voluntários que atuam nas áreas de fisioterapia, fonoaudiologia, acupuntura, auriculoterapia e nutrição, oferecendo um tratamento diferenciado e único promovendo uma série de ações. “Programas como Mães Produtivas AMAR, Talento Raro e “AMAR E CRESCER” têm ajudado na inclusão social e empoderamento das famílias e das pessoas com doenças raras". Declarou Poliana Dias.

Igreja Amor em Movimento - AEM
Gui Rebustini | O gadareno, do sepulcro à vida

Igreja Amor em Movimento - AEM

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 58:51


Nessa pregação, pastor Gui Rebustini nos leva a refletir na história de um homem, um gadareno, endemoniado a muitos anos, mas que um dia encontrou Jesus e experimentou libertação.Existem pessoas que:• Estão vivendo emocionalmente nos sepulcros.• Estão presas em cadeias invisíveis.• Estão isoladas mesmo estando rodeadas de gente.• Estão gritando por dentro, mas sorrindo por fora.O mesmo Jesus que atravessou o mar, é o mesmo Jesus que quer te curar, te restaurar, te tirar desse buracoEle continua entrando em territórios impuros, Ele continua confrontando legiões, Ele continua restaurando mentes, Ele continua chamando libertos para missão.

Papo de UX
#PapoReto 073 - O poder do exemplo silencioso

Papo de UX

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 6:23


Existem pessoas que inspiram não pelo discurso, mas pelo jeito de agir. Elas não precisam falar muito sobre valores, porque o comportamento diário já comunica tudo. Neste episódio do Papo Reto, eu trago uma reflexão sobre o poder do exemplo silencioso e por que atitudes coerentes impactam muito mais do que qualquer fala bonita.Durante a reflexão, falo sobre a diferença entre quem fala bem e quem faz bem, sobre como o nosso comportamento ensina o tempo todo mesmo quando não percebemos e por que as pessoas aprendem muito mais observando do que ouvindo. Também conecto esse tema com liderança, mostrando como o exemplo de quem está em posições de referência se multiplica e molda culturas inteiras.Esse papo é um convite para olhar com mais atenção para as pequenas atitudes do dia a dia, aquelas que acontecem quando não tem plateia, aplauso ou recompensa. Porque no fim das contas, o discurso pode impressionar, mas é o comportamento que constrói confiança, credibilidade e transformação real.Mentoria Luan Mateus ⁠⁠⁠⁠https://mentoria.papodeux.com.br⁠⁠⁠⁠News do Papo ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://papodeux.substack.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠http://instagram.com/papodeux/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠YouTube ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.youtube.com/@papodeux⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Gregario Cycling
Episódio 297 - Triplo Stelvio, com Ricardo Simões

Gregario Cycling

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 46:48


Existem montanhas. E existem mitos.O Passo dello Stelvio é mais que uma subida — é um monumento do ciclismo mundial. Palco de batalhas históricas do Giro d'Italia, cenário de superação, beleza e sofrimento na mesma medida.Agora imagine encarar os três lados do Stelvio em um único dia.Esse é o Triplo Stelvio:

Dia a dia com a Palavra
Seu corpo tem dado sinais?

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 1:11


Existem movimentos corporais que vou chamar de agitação são movimentos quase que involuntários, mas eles são sinais de uma questão muito importante: a existência de preocupação.Dentre os sintomas mais comum nós temos: mãos suando, pernas balançando, braços se tremendo, etc. Quando isso acontece, é um sinal de agitação e ansiedade.Essa agitação provém de algum estímulo. Esse estímulo pode ser por uma pressão do trabalho, pode ser pelas muitas coisas pra fazer, por uma questão difícil a ser resolvida. Existem muitas portas que podem gerar esses sinais corporais.Veja então o que diz o Salmo 46 no verso 10: "Aquietem-se e saibam que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra."Se você quer ouvir Deus, sua agitação deve cessar, é preciso se acalmar. A agitação te distrai, te faz agir por impulso, te dispersa, te torna surdo e insensível ao agir de Deus. Por isso que o salmista diz: "Aquietem-se". Sim, esse é o primeiro e talvez o mais importante passo se você quer mudar seu estilo de vida.Eu não disse que será um processo fácil, mas acalmar-se diante de Deus é o primeiro passo para uma mudança em seu comportamento. Pare o que está fazendo e desfrute do que Deus está fazendo.

Amorosidade Estrela da Manhã
DENTRO DO ESTEREÓTIPO PROPOSTO PELO SISTEMA HUMANO, SÓ TEM BANDIDO. E TALVEZ O PROBLEMA SEJA QUERER SER MOCINHO. PORQUE DAÍ VEM A TAL DA HIPOCRISIA. NÃO EXISTEM MOCINHOS! DEUS TALVEZ SEJA O MAIOR DOS

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 5:35


Vou Aprender Italiano - Podcast
10 Comidas Italianas que NÃO Existem na Itália

Vou Aprender Italiano - Podcast

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 12:17


10 Comidas Italianas que NÃO Existem na Itália by Pierluigi Rizzo

Assunto Nosso
Onde Há Lugar Para Você

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 4:21


Em algum ponto amadurecemos e mudamos a pergunta. Deixamos de procurar defeitos em nós e começamos a observar o cenário: por que continuo tentando sentar onde nunca houve um lugar para mim? A resposta educa o coração.Cada um de nós carrega uma mesa simbólica na vida. Nela se partilham conversas, afeto, projetos e silêncios. Em algumas mesas, alguém puxa uma cadeira assim que você chega. Há olhos que acolhem, espaço que se abre, presença que é natural. Nesses lugares você não precisa explicar quem é, nem encolher para caber. A dignidade é o talher.Existem outras mesas. Umas deixam você de pé, outras atrasam a cadeira como se o tempo fosse um teste. Ali, o convite é condicional: primeiro prove que merece. Aos poucos, a dúvida entra, a autoestima se desgasta, a alma desaprende a confiar. A lição é dura, porém libertadora: quando o lugar precisa ser implorado, o problema não é quem se senta, é a mesa que não sabe acolher.Perseverar onde não há espaço não é virtude, é exaustão.É confundir insistência com amor próprio. Honrar a própria vida é reconhecer que pertencimento não se negocia.Você não é favor, é pessoa. Não se demore em ambientes que tratam sua presença como incômodo. Onde o respeito exige desconto, a paz pede saída.A sabedoria está em escolher mesas que sustentem quem você é. Mesas onde a conversa amplia, o silêncio não assusta e o pão circula sem contagem. A cadeira certa existe, e costuma ficar ao lado de pessoas que celebram a sua autenticidade, não a sua performance.A lição final cabe no gesto simples de levantar-se.Levantar não é desistir, é graduar-se em amor próprio.Quando você se afasta do lugar que fere, abre caminho para o encontro que cura. Procure a mesa onde sua presença conta. Sente-se. Respire. Partilhe. O mundo muda um pouco toda vez que alguém aprende a escolher onde pousar o coração.

Arauto Repórter UNISC
Onde Há Lugar Para Você

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 4:21


Em algum ponto amadurecemos e mudamos a pergunta. Deixamos de procurar defeitos em nós e começamos a observar o cenário: por que continuo tentando sentar onde nunca houve um lugar para mim? A resposta educa o coração.Cada um de nós carrega uma mesa simbólica na vida. Nela se partilham conversas, afeto, projetos e silêncios. Em algumas mesas, alguém puxa uma cadeira assim que você chega. Há olhos que acolhem, espaço que se abre, presença que é natural. Nesses lugares você não precisa explicar quem é, nem encolher para caber. A dignidade é o talher.Existem outras mesas. Umas deixam você de pé, outras atrasam a cadeira como se o tempo fosse um teste. Ali, o convite é condicional: primeiro prove que merece. Aos poucos, a dúvida entra, a autoestima se desgasta, a alma desaprende a confiar. A lição é dura, porém libertadora: quando o lugar precisa ser implorado, o problema não é quem se senta, é a mesa que não sabe acolher.Perseverar onde não há espaço não é virtude, é exaustão.É confundir insistência com amor próprio. Honrar a própria vida é reconhecer que pertencimento não se negocia.Você não é favor, é pessoa. Não se demore em ambientes que tratam sua presença como incômodo. Onde o respeito exige desconto, a paz pede saída.A sabedoria está em escolher mesas que sustentem quem você é. Mesas onde a conversa amplia, o silêncio não assusta e o pão circula sem contagem. A cadeira certa existe, e costuma ficar ao lado de pessoas que celebram a sua autenticidade, não a sua performance.A lição final cabe no gesto simples de levantar-se.Levantar não é desistir, é graduar-se em amor próprio.Quando você se afasta do lugar que fere, abre caminho para o encontro que cura. Procure a mesa onde sua presença conta. Sente-se. Respire. Partilhe. O mundo muda um pouco toda vez que alguém aprende a escolher onde pousar o coração.

Economia
'Pejotização', benefícios: os próximos passos para a justiça fiscal no Brasil, segundo observatório

Economia

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 5:21


A reforma fiscal de 2025 é um primeiro passo para reduzir as desigualdades tributárias no Brasil, mas muito resta a fazer para a justiça fiscal no país, avaliam economistas do recém‑criado Observatório Fiscal Internacional, em Paris. O centro de estudos, dirigido pelo economista francês Gabriel Zucman, concentra pesquisas em temas como tributação da riqueza, evasão fiscal e fluxos financeiros ilícitos. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A instituição é a ampliação do Observatório Fiscal Europeu, sediado desde 2021 na Paris School of Economics (PSE). O Brasil atrai uma atenção especial dos pesquisadores, ao ter um dos sistemas tributários mais desiguais, “se não for o mais desigual entre as grandes economias”, segundo Zucman. “Esta situação precisa evoluir. Trata-se de um desafio econômico e político central para o Brasil, que acho que estará no foco da eleição presidencial”, disse, no lançamento da instituição, na última quinta-feira (5). Durante a presidência brasileira do G20, em 2024, o economista contribuiu para a elaboração da proposta de criação de um imposto global de 2% sobre a renda dos ultrarricos, que Brasília levou à mesa de negociações do fórum internacional. A declaração final do evento não incluiu o projeto, que atingiria cerca de 3 mil pessoas no mundo. Entretanto, o comunicado fez uma menção inédita à importância da tributação dos bilionários, uma vitória para os defensores do tributo. Para Zucman, o debate que se sucedeu não só no Brasil, como na França, Holanda, Espanha, África do Sul, Colômbia e o estado americano da Califórnia, mostra que os avanços para uma maior justiça fiscal são uma questão de tempo. “Por todo o lugar, estamos vendo iniciativas para encontrar uma solução para o problema atual, de que as grandes fortunas conseguem se exonerar da solidariedade nacional. Acho que daqui a 20 ou 30 anos, retrospectivamente, veremos o período atual, entre 2024 e 2026, como o ponto de virada: o início de um movimento internacional pela taxação dos bilionários, das grandes fortunas, da mesma forma como houve um movimento internacional no início do século 20 para a criação do imposto de renda progressivo”, frisou. No Brasil, desigualdade ainda maior do que se pensava Em agosto passado, o Ministério da Fazenda apresentou um trabalho da equipe de Zucman em parceria com a Receita Federal sobre a desigualdade tributária no Brasil, ainda maior do que se imaginava. O 1% de brasileiros mais ricos concentram cerca de 27,4% de toda a renda no país, 7% a mais do que apontavam estudos anteriores. Além disso, a pesquisa concluiu que enquanto as classes médias e os trabalhadores no Brasil têm uma alíquota média de impostos de 42,5%, o topo da pirâmide de renda tem menos da metade, 20,6%. Apesar da reforma, que aumentou a faixa de isenção do imposto de renda para os mais pobres e criou um tributo inédito para o topo da riqueza no Brasil, as distorções continuam e a regressividade do imposto no Brasil é uma das mais elevadas do mundo, salienta Theo Palomo, autor principal da pesquisa. “Existem várias propostas, um debate público sobre como reduzir essa regressividade. Mas só é possível avaliar essas propostas quando você tem números de qual é a diferença de tributo que o bilionário está pagando em relação à classe média”, afirmou o doutorando na PSE. “O nosso estudo faz exatamente isso: ele consegue informar o debate e possibilitar uma discussão mais informada da realidade brasileira.” Benefícios fiscais para empresas Um dos focos das próximas pesquisas será avaliar a eficiência dos benefícios tributários, que fazem despencar a arrecadação das empresas, principalmente as grandes. “Existe muito benefício para a inovação, a tecnologia, o desenvolvimento regional. Então, uma pergunta fundamental é: esses benefícios estão cumprindo seu papel?”, disse. “Essa é uma questão superimportante, ainda mais nesse cenário de que o Brasil tem uma restrição orçamentária, e os benefícios tributários são gigantescos. As grandes empresas, como a gente mostra no nosso estudo, são controladas pela população mais rica, ou seja, esses benefícios, no fundo, beneficiam os mais ricos.” Os mecanismos de fuga de impostos também estão na mira do observatório. Um dos movimentos que a reforma fiscal tende a acelerar entre os ricos é o de reter os lucros nas empresas, em vez de distribui-los, e assim evitar a mordida do imposto de renda. “Tem uma discussão de áreas mais cinzentas do que seria evasão e otimização. É uma coisa que a gente está começando a estudar, por exemplo, a pejotização”, destaca Palomo. “A gente está querendo justamente avançar nessa agenda para entender exatamente a contribuição de cada um, não só em termos de orçamento, que é uma questão importantíssima, quanto do orçamento está sendo perdido por evasão fiscal, mas também entender como isso impacta a desigualdade do Brasil.” Em abril, o Observatório Fiscal Internacional publicará um relatório sobre a progressividade dos impostos na América Latina, com foco nos ultrarricos. Brasília exerce atualmente a presidência da Plataforma de Cooperação Tributária para a América Latina e o Caribe (PTLAC), que discute soluções para implementar maior justiça fiscal na região. O fórum foi criado em 2022, no âmbito da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). Leia tambémFrança: volta de Imposto sobre a Fortuna não causaria debandada de ricos, indica estudo

Meio Ambiente
Ao menosprezar danos à natureza, empresas ignoram riscos para elas mesmas, alerta relatório

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 23:40


Ao contribuírem para a perda da biodiversidade do planeta, empresas mundo afora estão cavando a própria cova – e não fazem nada, ou muito pouco, para reverter os riscos que pesam sobre elas mesmas. Um relatório publicado nesta segunda-feira (9) apresenta as conclusões de três anos de pesquisas sobre uma relação que é, ao mesmo tempo, de dependência e de destruição. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O estudo da respeitada Plataforma Intergovernamental de Ciência e Política para Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), conhecido como “o IPCC da biodiversidade”, alerta que todos os negócios dependem da natureza. Entretanto, as atividades econômicas resultaram na redução de 40% dos estoques do capital natural a partir de 1992, aponta o texto. “O crescimento da economia global ocorreu à custa de uma imensa perda de biodiversidade, que agora representa um risco sistêmico crítico e generalizado para a economia, a estabilidade financeira e o bem-estar humano”, afirma o documento, elaborado por especialistas de 75 países, incluindo consultas a comunidades indígenas e tradicionais. O texto adverte empresas, corporações e o setor financeiro que o modo sobre o qual estruturam as suas atividades – majoritariamente predatórias – impulsiona o declínio da natureza e “nem sempre é compatível com um futuro sustentável”. “O fundamental é que os especialistas detalharam a exposição das empresas à perda de biodiversidade, como elas podem medir o seu impacto e as suas dependências, e assim entender os riscos. É a primeira vez que atingimos esse nível de detalhamento, com esta quantidade de especialistas e com a presença de 150 governos”, resumiu Matt Jones, um dos três copresidentes do trabalho, apresentado na conclusão da 12ª sessão plenária do IPBES, em Manchester (Inglaterra). “Com uma clareza inédita, o relatório ajuda as empresas a entenderem o que elas precisam fazer agora.” Dependência direta ou indireta – mas todas dependem Essa dependência pode ser óbvia, como na agricultura ou na mineração, ou nem tão clara à primeira vista, como nas tecnologias digitais. “Pode ser de uma maneira muito direta, como no caso do agronegócio, que depende diretamente dos solos, de polinização, de água etc., mas também cadeias indiretas. Uma empresa que está desenvolvendo inteligência artificial depende de recursos que estão na nuvem e necessariamente precisa de uma série de componentes primários que vêm da natureza, depende de água para resfriar os seus servidores” explicou à RFI Rafael Loyola, coordenador de um dos capítulos do relatório e diretor da Fundação Brasileira de Desenvolvimento Sustentável. “Quando as empresas começarem a entender que o risco de perda de biodiversidade e de degradação da natureza é um risco material, a mentalidade começa a mudar e as empresas vão começar a internalizar esses custos.” Conforme o estudo, em 2023, os fluxos globais de financiamento público e privado com impactos negativos diretos sobre a natureza chegaram a US$ 7,3 trilhões. Desse valor, um terço foram gastos públicos em subsídios que são prejudiciais ao meio ambiente. No caso do Brasil, Loyola ressalta que os incentivos à agricultura de baixo carbono representam uma minoria do pacote total de recursos disponibilizados para o setor. “A gente está falando em cortar subsídios que geram impacto ou pelo menos reorientá-los, para que não sejam, em sua maioria, atividades impactantes. Estamos falando eventualmente de taxas e benefícios fiscais para as atividades positivas”, exemplificou. “O governo tem um papel estruturante, que é importante para o mercado.” Desconhecimento afeta a proteção A mensuração dos danos é insuficiente, contribuindo para que os danos à natureza sejam minimizados tanto em termos políticas públicas, quanto na alocação de investimentos por bancos e o setor financeiro. Menos de 1% das empresas reporta seus impactos sobre a biodiversidade, nota o estudo. “Elas vão ter que avaliar isso na cadeia de valor que têm e comparar opções entre os seus fornecedores, por exemplo. E obviamente, em um nível mais alto das empresas, olhar para a sua estratégia e ver se ela gera valor porque está alinhada à natureza, e não porque está degradando a natureza. Assim eles poderão redirecionar os seus investimentos”, complementa o especialista brasileiro. Em 2023, apenas US$ 220 bilhões foram direcionados para atividades que contribuem para a conservação e restauração da biodiversidade – ou seja, 3% do valor mobilizado em atividades prejudiciais à natureza. Muitas dos negócios que apostam na conservação de espécies não têm conseguido gerar receitas suficientes para prosperarem, indica o texto. Recomendações O estudo traz uma lista de 100 recomendações para agentes públicos, privados e da sociedade civil promoverem uma “mudança transformadora”, ressaltando que um dos problemas é a falta de informação sobre as oportunidades que o caminho da preservação representa.   Medidas como aumentar a eficiência, reduzir o desperdício e as emissões de CO2 beneficiam a biodiversidade. Um maior engajamento junto às comunidades locais, detentoras de conhecimentos tradicionais sobre a natureza, também está entre as recomendações.    “Com uma relação respeitosa e apropriada com povos indígenas e comunidades locais, as empresas podem tomar decisões melhores. Existem muitos conhecimentos e dados existentes e as empresas não utilizam como poderiam”, apontou Matt Jones. Para Rafael Loyola, o Brasil é um modelo de como é possível adaptar planos de negócios para torná-los sustentáveis e positivos para a natureza, com as cadeias do açaí e da castanha, na Amazônia. Falta, entretanto, dar escala a essas iniciativas. “No centro do problema, existe a necessidade de mudança de mentalidade, de se entender que a natureza é um ativo para as empresas e a sociedade, e não um problema. Só que hoje temos um conjunto de condições que fazem com que seja mais lucrativo e mais fácil desenvolver um negócio que tem impacto sobre a natureza do que um que a restaure, a recupere”, disse Loyola. “Tem um papel central do Banco Central e dos bancos de desenvolvimento de, na hora de alocar o investimento, fazer uma diligência muito bem feita e fazer um monitoramento do que está sendo reportado, para que seja possível verificar que o que está sendo dito de fato acontece.” 

Invoice Cast
Quando devo acionar o jurídico no comércio exterior? - 172

Invoice Cast

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 76:19


Existem momentos no comércio exterior que a esfera administrativa não resolve e pior, sempre há uma dificuldade em saber quando é o momento certo de acionar advogados(as) no comércio exterior para intervir.Também falamos dos temas que mais são acionados, o que é mais desafiante lidar e o que pode ser feito preventivamente para reduzir riscos..⭕Nome e redes sociais dos participantes:. Carmem Grasiele Silvahttps://www.linkedin.com/in/carmem-grasiele-silva-advogadaaduaneiroeinternacional/https://www.instagram.com/carmemgrasi/ .Hernani Ferreirahttps://www.linkedin.com/in/hernani-ferreira-a76611150/https://www.instagram.com/hernanif_/ . Wagner Coelhohttps://www.linkedin.com/in/wagner-coelho-a7879813a/https://www.instagram.com/wagneracoelho/ .Jonas Vieira https://www.linkedin.com/in/jonasvieira/https://www.instagram.com/o_jonasvieira/.

Arauto Repórter UNISC
Quem escreve a sua história é você

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 2:59


Tem coisas na vida…que simplesmente não estão nas nossas mãos.A gente não controla o que falam da gente.Não escolhe os pais que tem.Não escolhe nem o nome que recebe ao nascer.E tudo bem.O problema começa quando a gente esqueceo que está nas nossas mãos.Você não controla a opinião dos outros…mas controla, todos os dias,a opinião que constrói sobre você mesmo.Você não escolheu seus pais…mas escolhe com quem caminha.Com quem constrói uma casa.Com quem cria um filho.Com quem divide a vida.Você não escolheu seu nome…mas escolhe o que faz com ele.Se ele carrega respeito.Se ele carrega verdade.Ou só passa em branco.Existem coisas que a gente não controla.Aceitar isso traz paz.Mas tudo aquilo que depende das nossas decisões…isso é responsabilidade nossa.Nem sempre a culpa é nossa.Mas a responsabilidade…essa é sempre.Responsabilidade pelo foco.Pelas escolhas.Pelo silêncio na hora certa.Pela coragem quando ela é necessária.No fim das contas, viver é isso:parar de brigar com o que não depende da gente…e assumir, de vez, o que depende.Porque o mundo pode até tentar te definir…mas quem escreve a tua história,todos os dias,é você.Então respira.Cuida do teu caminho.Segue o plano.E não se distrai.

Assunto Nosso
Quem escreve a sua história é você

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 2:59


Tem coisas na vida…que simplesmente não estão nas nossas mãos.A gente não controla o que falam da gente.Não escolhe os pais que tem.Não escolhe nem o nome que recebe ao nascer.E tudo bem.O problema começa quando a gente esqueceo que está nas nossas mãos.Você não controla a opinião dos outros…mas controla, todos os dias,a opinião que constrói sobre você mesmo.Você não escolheu seus pais…mas escolhe com quem caminha.Com quem constrói uma casa.Com quem cria um filho.Com quem divide a vida.Você não escolheu seu nome…mas escolhe o que faz com ele.Se ele carrega respeito.Se ele carrega verdade.Ou só passa em branco.Existem coisas que a gente não controla.Aceitar isso traz paz.Mas tudo aquilo que depende das nossas decisões…isso é responsabilidade nossa.Nem sempre a culpa é nossa.Mas a responsabilidade…essa é sempre.Responsabilidade pelo foco.Pelas escolhas.Pelo silêncio na hora certa.Pela coragem quando ela é necessária.No fim das contas, viver é isso:parar de brigar com o que não depende da gente…e assumir, de vez, o que depende.Porque o mundo pode até tentar te definir…mas quem escreve a tua história,todos os dias,é você.Então respira.Cuida do teu caminho.Segue o plano.E não se distrai.

Dia a dia com a Palavra
E agora? O que você vai fazer?

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 1:34


Existem notícias que podem tirar o chão de seus pés. Nesses momentos parece que a esperança vai embora entre os dedos de sua mão.Isso me faz lembrar do Salmo 42 no verso 11 que diz:"Por que você está abatida, ó minha alma? Por que se perturba dentro de mim? Espere em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu."O salmista atravessava um período difícil de vida. Humilhado pelos inimigos, e se sentindo esquecido até por Deus, ele tinha sua alma completamente abatida. Mas independente do tamanho do sofrimento ou de toda a angústia que apertava seu peito, o salmista manteve algo essencial para a vida: a esperança.Um ser humano sem esperança torna-se frio, abatido. Mas um ser humano com esperança consegue ver através do tempo e de todas as circunstâncias. A esperança alegra, fortalece, encoraja, revigora, nutre, abençoa.A esperança é resultado de fé. A esperança passa por cima até do pior diagnóstico, porque ela está firmada em Deus."Espera em Deus, eu ainda o louvarei..." - não tinha como terminar melhor. É como se o salmista dissesse: Tudo isso vai passar, eu creio! Então, espere em Deus, pois só essa atitude pode te trazer esperança nesse momento difícil.

Espiritismo Cast
NÃO mexa nos meus livros [Ep87]

Espiritismo Cast

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 107:30


"NÃO mexa nos meus livros!". Assim começamos a programação dos "Embalos de Sábado à noite do ECK" de 2026, atividade que já é tradicional no Coletivo Espiritismo COM Kardec. Mas, quais são os livros? E de quem são os livros que não se pode mexer? E é já neste sábado, dia 7 de fevereiro. Mas, ATENÇÃO! O evento terá NOVO HORÁRIO neste ano, começando às 18h00.Volta à bancada do ECK, então, a temática que envolve duas das obras fundamentais de Allan Kardec, "O Céu e o Inferno" (1865) e "A Gênese" (1869) que, ainda na França, logo após a morte do Professor Rivail (Allan Kardec) sofreram modificações importantes. E o debate, que já ocorreu em outros tempos, lá, mesmo, na França e, depois, aqui no Brasil, foram retomados a partir do lançamento da obra "O legado de Allan Kardec" (2019), escrito por Simoni Privato Goidanich.Por isso, inicialmente, cabe questionar:1) Que evidências demonstram que as alterações efetuadas, nos originais em francês, das duas obras, NÃO foram feitas por Kardec?2) Existem textos, nas edições póstumas, publicadas SEM a presença (e a autorização legal) de Kardec, que podem ser considerados como de sua lavra?3) Há pessoas que têm afirmado com ênfase e, até, teimosia, de que há "evidências" (tidas como inquestionáveis) que demonstram que foi Kardec o autor de TODAS as modificações?4) É possível falar em ALTERAÇÕES e ADULTERAÇÕES? Os dois tipos estão presentes? Qual a diferença entre eles?5) Por que é ILEGAL, AÉTICA e ANTI-DOUTRINÁRIA a publicação das obras como sendo de autoria de Kardec, após 31 de março de 1869 (data de sua desencarnação)?6) Por que há espíritas que desejam "fechar questão" diante do embate entre as duas teses conhecidas (obras alteradas por terceiros x obras autênticas), se inexistem PROVAS INCONTESTES da autoria e do respeito não só à lei francesa (e mundial) e à coerência doutrinária?7) Existe um "caminho do meio", de entendimento, de consenso e de união dos espíritas diante desse cisma contemporâneo?Esta edição dos "Embalos" terá a presença de Marco Milani (SP) e Henri Netto (PB), nos debates, que serão conduzidos por Marcelo Henrique (SC), responsável pela Moderação. Esse trio tem se destacado na pesquisa, no estudo comparativo e na publicação de artigos e documentos tratando de questões afetas à obra literária de Kardec, sua defesa, sua integridade e a necessidade de preservação do "edifício espírita", com seus princípios e fundamentos, diante das (sempre presentes) tentativas de pessoas em introduzir conceitos alienígenas e desfigurar a própria Filosofia Espírita.

Presente Diário
Mão divina

Presente Diário

Play Episode Listen Later Feb 7, 2026 3:35


Devocional do dia 07/02/2026 com o Tema: Mão divina Alguns acontecimentos na vida são marcantes, traumáticos e difíceis de entender. Existem situações que já vivi e ainda me pergunto: Por que Deus permitiu aquilo? A verdade é que essa realidade atinge todos nós. Leitura Bíblica: Gênesis 50.14-21 Vocês planejaram o mal contra mim, mas Deus o planejou para o bem, para que a vida de um numeroso povo fosse salva hoje (Gn 50.20).See omnystudio.com/listener for privacy information.

Convidado
“Democracia não é só o voto”: Raquel Varela sobre a 2.ª volta das presidenciais

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 16:43


A campanha para a segunda volta das presidenciais portuguesas termina esta sexta-feira, com um país dividido; entre a promessa de ordem e a defesa da democracia. A historiadora e investigadora, Raquel Varela, alerta para a ameaça representada por André Ventura, líder do partido de extrema-direita, critica a cumplicidade mediática e questiona o apoio da direita a António José Seguro, candidato apoiado pelo PS. Para a historiadora, o voto pode travar o pior, mas não cura a “pneumonia” do sistema. A campanha para a segunda volta das eleições presidenciais termina esta sexta-feira, 6 de Fevereiro, e chega ao fim com um traço comum: falou-se menos de propostas e mais de um retrato do país. Nesta segunda volta, António José Seguro procurou apresentar-se como candidato da estabilidade institucional, enquanto André Ventura tentou ocupar o lugar do choque político. Pelo meio, o debate tornou-se mais emocional do que racional, mais centrado no medo e na raiva do que numa ideia clara do futuro. É a partir desse retrato que Raquel Varela, historiadora e investigadora, faz a sua leitura. “Eu acho que nós temos que fazer perguntas porque, normalmente, são muito melhores do que as respostas”, afirma, antes de justificar porquê. “Não devemos tentar respostas fáceis, não é? (…) às vezes é preciso fazer perguntas muito difíceis a nós próprios.” A pergunta que coloca, diz, é desconfortável e obriga a rever certezas: “Porque é que a maioria dos quadros de direita do país ou do centro direita, grande parte deles apoiam António José Seguro?” Raquel Varela sublinha que esta questão entra em choque com hipóteses que vinham a ser formuladas. “Isto é um contrassenso face àquilo que pessoas, como eu tinham dito há meses e há anos”, diz, referindo-se à ideia de que as classes dirigentes portuguesas estariam a apoiar “alguma solução de tipo fascista ou bonapartista”, isto é, “alguma forma de restrição dos direitos, liberdades e garantias”. E acrescenta, sem fugir à revisão: “Como é que eu posso responder a esta pergunta difícil (…) que me mobiliza também aquilo que eu pensava? Estava errada.” Para a historiadora, a própria análise política exige aceitar a possibilidade do erro: “Nós erramos em ciências sociais são apostas, são hipóteses.” A dúvida sobre a estratégia das classes dirigentes não altera, porém, a certeza sobre André Ventura. “Não tenho dúvidas absolutamente nenhumas de que André Ventura representa uma ameaça à democracia”, afirma. E reforça a caracterização: “Mais do que uma ameaça à democracia, é um partido de caráter fascista.” Raquel Varela aponta ainda o que considera ser o início de um processo mais amplo: “É uma ameaça aos direitos do trabalho e a violência contra os imigrantes é só o início da violência contra os trabalhadores em geral”, referindo o caso norte-americano: “Como se viu com o ICE e a milícia de Donald Trump nos Estados Unidos.” Raquel Varela enquadra esse crescimento com uma crítica directa ao papel da comunicação social. “André Ventura tem sido levado ao colo por grande parte dos jornais que são detidos por empresas em Portugal”, afirma. E inclui também órgãos “dependentes do Estado”, como a televisão pública. A historiadora considera que isso é um tema interno da própria profissão: “Isso também é um debate a ter dentro do jornalismo em Portugal”, e acrescenta que o jornalismo vive “uma fase mais crítica (…) com menos capacidade de dar espaço ao dissenso.” Mas a questão decisiva, insiste, está no movimento defensivo das elites em direcção a António José Seguro. Raquel Varela descreve esse movimento como revelador. “Nós vimos agora (…) históricos da direita, do ultraliberalismo (…) e agora apoiam António José Seguro”, afirma. E dá exemplos: “Cavaco Silva apoia António José Seguro, Paulo Portas apoia António José Seguro.” A pergunta regressa: “Nós temos que perguntar porquê.” A resposta que formula, por agora, é que as classes dirigentes portuguesas “estão com enormes dificuldades em governar”. Esse medo, diz, é o medo de perder o controlo político do país. “Estas eleições revelam um grande medo das classes dirigentes perderem a mão”, afirma. E clarifica o sentido dessa expressão. “Não é perderem a mão no sentido de que vai haver um fascista a governar o país, é perderem a mão no sentido em que as classes trabalhadoras e médias perdem a paciência.” Para sustentar a leitura, Raquel Varela recorda um facto recente: um governo de direita “acabou de enfrentar uma greve geral com 3 milhões de trabalhadores”. A historiadora defende que o papel do Presidente da República não pode ser visto como decorativo num contexto destes. “Se nós temos na presidência da República alguém que não faz o contrapeso a isto, que não tem alguma capacidade de diálogo com o mundo do trabalho, nós podemos ter uma situação de tipo Donald Trump”, afirma. A comparação surge acompanhada de uma observação que, para si, revela o efeito paradoxal da radicalização do poder. “O Donald Trump fez mais pela greve geral nos Estados Unidos do que qualquer esquerda nos últimos 50 anos, porque hoje em dia fala-se em greve geral nos Estados Unidos.” A investigadora descreve o clima político como uma mobilização de afectos defensivos. “Estes afectos tristes que estão a ser mobilizados e que implicam muito medo”, diz, recuperando uma expressão do ensaísta Perry Anderson. E coloca a crise no centro do regime: “A crise de representação é das classes trabalhadoras médias e das classes dirigentes. Há uma rotura entre representantes e representados.” Para Raquel Varela, é essa rotura que explica por que razão uma campanha presidencial se transformou num confronto entre medos. Para tornar essa crise concreta, Raquel Varela recorda uma reportagem que fez esta semana em Leiria, Marinha Grande e Vieira de Leiria, depois de ventos ciclónicos terem destruído casas e infra-estruturas. A historiadora diz que a população queria ser ouvida. “Demos por nós com as pessoas a virem atrás de nós a dizer: ‘Eu quero falar'.” E as frases repetiam-se com força política. “Somos contribuintes, não somos cidadãos. Existem dois países, um país lá e nós aqui.” O “nós aqui”, sublinha, é “100 km de Lisboa” e não um lugar distante do mapa. Raquel Varela descreve o que considera ter sido “o colapso completo do Estado”. “Uma semana depois não havia sequer um sistema de construção público capaz de ter ido tapar os telhados das pessoas”, afirma. O detalhe que destaca é, para si, simbólico: “Estão a ser tapados com lonas, lonas da Iniciativa Liberal e do Chega, que é metafórico do que é que estes partidos da privatização têm a dizer às pessoas.” A falha, insiste, não foi falta de solidariedade, mas falta de capacidade material. “O que as pessoas precisam é de gruas, de guindastes, de camiões, de pedreiros, de eletricistas, de alta atenção, de respostas rápidas.” No mesmo terreno, diz, viu-se a fragilidade do populismo. “As pessoas desprezaram as políticas de André Ventura a distribuir garrafas de água”, observa. E percebeu que “isto não vai lá com comunicação.” A realidade expôs ainda um contraste decisivo em relação ao discurso anti-imigração. “Se não fossem os pedreiros brasileiros do Nepal e do Bangladesh nem lonas tinham conseguido pôr.” Uma senhora, conta, deixou uma frase que considera reveladora: “Quem está a votar no André Ventura devia ter vergonha.” E colocou uma pergunta que, para Raquel Varela, funciona como lição histórica: “Como é que vocês acham que a Alemanha e a Suíça foram reconstruídas depois da guerra? Não foi com imigrantes?” Raquel Varela aponta também responsabilidades aos partidos de esquerda. “Penso que há uma enorme responsabilidade nos partidos de esquerda que tiveram muito medo de ser radicais”, afirma. E explica o que entende por esse medo: “Tiveram muito medo de questionar o sistema, de questionar este balcão de negócios privados que é o estado.” Na sua leitura, a esquerda seguiu políticas que considera destrutivas. “Foram atrás das políticas da União Europeia de elevação da dívida pública, de destruição do emprego público e assistencialistas.” O resultado, diz, foi uma esquerda reduzida a uma diferença mínima. “A diferença hoje em dia entre a esquerda e a direita que teve no governo é se há mais ou menos assistencialismo. Isso não faz uma política de esquerda.” A faltarem dois dias para a segunda volta das eleições, Raquel Varela recusa a ideia de que a escolha resolva o problema. “Eu acho que sobreviveu uma vez mais”, afirma, referindo-se à democracia. E deixa claro o sentido de um voto em António José Seguro contra André Ventura. “Quem quer que vá votar a António José Seguro contra André Ventura tem que saber que está a votar para impedir André Ventura de chegar, não está a votar para criar um sistema político e social que nos impeça os André Venturas desta vida.” A metáfora final fecha a sua leitura: “É o idêntico a tomar uns antipiréticos numa pneumonia”, um gesto que pode ser necessário no imediato, mas que exige um passo seguinte: “ir rapidamente resolver o problema da pneumonia.”

Vortex
Vortex 111 - Perdão do voleibol, competição de desculpas e date de lutinha

Vortex

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 48:04


Existem erros que só podem ser perdoados se você for um atleta da liga japonesa de vôlei que deslizou deitado por uma quadra, implorando por desculpas. E é claro que @katiucha e @OdeioPePe não poderiam deixar de comentar isso no Vortex .Acesse o link do Vortex e ganhe desconto especial na sua matrícula na Alura: https://www.alura.com.br/vortexou CUPOM: VORTEX Host: Katiucha Barcelos. Instagram: @katbarcelos | Twitter/X: @katiuchaCo-Host: Pedro Pinheiro. Instagram: @odeiopepe | Twitter/X: @OdeioPePeInstagram: @feedvortexBluesky: @feedvortex.bsky.sociaTwitter: @feedvortexTiktok: @feedvortexReddit: r/feedvortexGrupo paralelo não-oficial do Vortex no telegram: https://t.me/+BHlkG92BfPU5ZjdhEsse grupo é dos ouvintes, para os ouvintes e pelos ouvintes. Não temos qualquer afiliação oficial ou responsabilidade por QUALQUER COISA falada neste grupoLink do post do episódio nas redes sociais:InstagramTwitterLinks comentados no episódio:'Obra de arte': Voleibolista japonês leva o pedido de desculpas ao extremo com uma prostração de cabeçaDançarinos japoneses de break transformam o pedido de desculpas,"sumimasen", em esporte radical [vídeo]Wrestling speed datingSpeed dating de luta livreProdução: Thyara Castro, Bruno Azevedo e Aparecido SantosEdição: Joel SukeIlustração da capa: Brann Sousa 

#DNACAST
O Trabalho Devolve - 27 de janeiro

#DNACAST

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 2:45


Já imaginou mudar sua vida com apenas 15 minutos por dia?Garanta agora a pré-reserva de O Trabalho Devolve e comece a transformação.

Aprender a Comer
Como ler o rótulo do iogurte? — A sua pergunta

Aprender a Comer

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 7:37


Existem dois números no rótulo de um iogurte que podem evitar que pareçam quase "bebidas açucaradas": açúcar e gordura. Dicas simples para adolescentes escolherem melhor o seu iogurte, com a nutricionista Mariana Chaves.See omnystudio.com/listener for privacy information.

CUBINHO
CUBINHO #201 - OBSERVAÇÕES - 2 mil moedas, acreditar no pai natal, gémeos existem?

CUBINHO

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 46:46


Carregado pelo Rei do Áudio.Patreon⁠https://www.patreon.com/CUBINHO⁠BILHETES GENTIL:⁠⁠⁠⁠https://linktr.ee/antonioacoutinho⁠⁠⁠⁠BILHETES ARRAIAL:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://ticketline.sapo.pt/evento/-arraial-vitor-sa-99200?fromTopList=1⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠BILHETES LABS:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://ticketline.sapo.pt/evento/freakshow-labs-97913⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CUBINHO, o podcast do colectivo CUBO. António Azevedo Coutinho, Ricardo Maria e Vítor Sá arrancam com a segunda parte deste projecto a três frentes. CUBINHO, um podcast em que se garante boa disposição e alguém a embirrar com o Ricardo.António Azevedo Coutinho https://www.instagram.com/antonioacoutinho/https://twitter.com/antonioacoutinhRicardo Mariahttps://www.instagram.com/ricardotaomaria/https://twitter.com/ricardotaomariaVítor Sáhttps://www.instagram.com/savitorsa/https://twitter.com/savitorsa

Naruhodo
Naruhodo #458 - Por que temos enxaqueca?

Naruhodo

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 60:43


Estima-se que em torno de 15% da população mundial sofra de enxaqueca, com maior prevalência nas mulheres - e muitos sintomas, tais como aura, além de hipersensibilidade à luz, ao som e ao cheiro... Afinal, o que a ciência tem a dizer sobre o tema?Confira o papo entre o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.>> OUÇA (60min 43s)Convidado: Dr. Fabiano Moulin de MoraesMédico neurologista pela Escola Paulista de Medicina da UNIFESP, onde é preceptor da residência em Neurologia. Membro titular da Academia Brasileira de Neurologia, Professor da Casa do Saber e Especialista em neurologia da cognição e do comportamento. Participou do Naruhodo Entrevista 48.* Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*APOIO: INSIDERIlustríssima ouvinte, ilustríssimo ouvinte do Naruhodo, janeiro é tempo de recomeços - e o recomeço mais importante é o momento em que acordamos, todos os dias.Afinal, a escolha da manhã muda tudo:- Vestir a roupa de treino assim que acorda — mesmo treinando só à tarde — aumenta a chance de cumprir a meta.- Colocar uma peça inteligente para trabalhar ou criar conteúdo te coloca instantaneamente em modo produtivo e confiante.- Mesmo para ficar em casa, trocar o pijama por um look confortável e bonito muda o humor, a energia e a presença.Ou seja: a Insider entra no seu ritual matinal e acompanha sua rotina com naturalidade.Então use o endereço a seguir pra já ter o cupom NARUHODO aplicado ao seu carrinho de compras: são 10% de desconto, ou 15% de desconto caso seja sua primeira compra.>>> creators.insiderstore.com.br/NARUHODOOu clique no link que está na descrição deste episódio.E bons recomeços pra você!INSIDER: inteligência em cada escolha.#InsiderStore*REFERÊNCIASMigraine Triggers: An Overview of the Pharmacology, Biochemistry, Atmospherics, and Their Effects on Neural Networkshttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8088284/Migraine and cognitive dysfunction: a narrative reviewhttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11657937/Structural and Functional Brain Changes in Migrainehttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8119592/Migraine: Multiple Processes, Complex Pathophysiologyhttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC4412887/Migraine management: Non-pharmacological points for patients and health care professionalshttps://www.degruyterbrill.com/document/doi/10.1515/med-2022-0598/htmlIs there a causal relationship between stress and migraine? Current evidence and implications for managementhttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8685490/The Global Burden of Migraine: A 30-Year Trend Review and Future Projections by Age, Sex, Country, and Regionhttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11751287/Practical issues in the management of sleep, anxiety, and mood disorders in primary headacheshttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12221693/Differentiating Visual Symptoms in Retinal Migraine and Migraine With Aura: A Systematic Review of Shared Features, Distinctions, and Clinical Implicationshttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12380025/Current Trends in Pediatric Migraine: Clinical Insights and Therapeutic Strategieshttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11940401/Migrainehttps://www.nejm.org/doi/10.1056/NEJMra1915327Pratice guideline update summary: Acute treatment of migraine in children and adolescentshttps://www.neurology.org/doi/10.1212/WNL.0000000000008095Migraine aura as an artistic resource https://nah.sen.es/vmfiles/vol13/NAHV13N22025102_115EN.pdfMigraine aura as artistic inspiration.https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC1838881/Migraine as a source of artistic inspirationhttps://neuro.org.br/pdfs/RBN-59/RBN-594-DEZEMBRO/RBN-594-DEZEMBRO.pdf#page=44Migraine and risk of all-cause mortality and specific cause mortality: a systematic review and meta-analysishttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12534955/Comparative effects of drug interventions for the acute management of migraine episodes in adults: systematic review and network meta-analysishttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11409395/The impacts of migraine on functioning: Results from two qualitative studies of people living with migrainehttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10922598/Exploring the Hereditary Nature of Migrainehttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8075356/Transient receptor potential melastatin 8 (TRPM8) is required for nitroglycerin and calcitonin gene-related peptide induced migraine-like pain behaviors in micehttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC9519811/Association between weather conditions and migraine: a systematic review and meta-analysishttps://link.springer.com/article/10.1007/s00415-025-13078-0Evaluation of Green Light Exposure on Headache Frequency and Quality of Life in Migraine Patients: A Preliminary One-way Cross-over Clinical Trialhttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8034831/CGRP — The Next Frontier for Migrainehttps://www.nvvg.nl/files/3306/CGRP%20—%20The%20Next%20Frontier%20for%20Migraine.pdfDigital Media Use in Adolescents with Migraine: A Topical Reviewhttps://link.springer.com/article/10.1007/s11916-025-01444-6Placebo Response in Acute and Prophylactic Treatment of Migrainehttps://www.neurologic.theclinics.com/article/S0733-8619(25)00068-4/abstractCalcitonin Gene–Related Peptide Inhibitors and Cardiovascular Events in Patients With Migrainehttps://www.neurology.org/doi/abs/10.1212/WNL.0000000000214479?casa_token=WccpvEByt0MAAAAA:LKbxQClihNe2WsrHRKBmteHftcUECeozPKYcnSQPjsBA0hlEvKExc2DvBgn-J5WwWyudd3QV1nluWwInsights from triggers and prodromal symptoms on how migraine attacks start: The threshold hypothesishttps://journals.sagepub.com/doi/10.1177/03331024241287224Elucidating the susceptibility genes between insomnia and migraine by integrating genetic data and transcriptomeshttps://link.springer.com/article/10.1186/s10194-025-02249-zThe experience of neck pain in people with migraine: A qualitative studyhttps://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1413355525003922?casa_token=9ct7RuiXWIgAAAAA:Sxlqh2wKO3-2l4ig9hzuXb92eJtttlM1Mdd3EId-5BfNQ2J8kpTn2iCd3tr6a0l58kyqDTDR7wThe impact of pain on memory: a study in chronic low back pain and migraine patients https://academic.oup.com/braincomms/article/8/1/fcaf486/8376909Migraine as a dynamic continuum during the life coursehttps://www.thelancet.com/journals/laneur/article/PIIS1474-4422(25)00441-7/abstractNaruhodo #447 - O que é AVC e como evitá-lo? #TodosPeloPirullahttps://www.youtube.com/watch?v=vRu9cet1TWMNaruhodo #236 - Por que temos dor de cabeça?https://www.youtube.com/watch?v=q8FtXVlSz1INaruhodo #345 - Por que às vezes sentimos as dores dos outros?https://www.youtube.com/watch?v=mKdMBCqy6XANaruhodo #145 - Por que a cabeça dói quando tomamos gelado?https://www.youtube.com/watch?v=qjq2Ds6YB-cNaruhodo #165 - Quando tomo antidepressivos continuo sendo eu mesmo?https://www.youtube.com/watch?v=dWyfUyHUiA4Naruhodo #62 - Existem doenças psicossomáticas?https://www.youtube.com/watch?v=etuFYdCAKe4Naruhodo #288 - Por que existe a menopausa?https://www.youtube.com/watch?v=3Ewwdi2guWgNaruhodo #339 - Por que as coisas parecem girar quando estamos bêbados?https://www.youtube.com/watch?v=YmK1Yq0mwW8Naruhodo #398 - Jejum intermitente funciona?https://www.youtube.com/watch?v=lTkWGFFkOLo*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo

#DNACAST
O Trabalho Devolve - 07 de janeiro

#DNACAST

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 6:02


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Arquivo Misterio
O assassinato que causou manifestações em todo Irã | Mahsa Amini

Arquivo Misterio

Play Episode Listen Later Dec 8, 2025 28:32


Naruhodo
Naruhodo #454 - O que é burnout e como lidar com ele?

Naruhodo

Play Episode Listen Later Nov 3, 2025 52:16


Só em 2022 entrou em vigor a classificação do burnout na CID-11 da Organização Mundial da Saúde, mas ele é um fenômeno ocupacional contemporâneo que já foi mencionado há bastante tempo na humanidade. Afinal, o que a ciência tem a dizer sobre o burnout?Confira o papo entre o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.>> OUÇA (52min 16s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*APOIO: INSIDERIlustríssima ouvinte, ilustríssimo ouvinte do Naruhodo, chegou o mês mais feliz para quem gosta de INSIDER - ou seja: é o mês mais feliz para mim também.Afinal, é o mês da Black November INSIDER, a promoção mais potente em descontos da história da marca!Você vai poder ter os best-sellers da INSIDER com até 50% de desconto: é só combinar o cupom NARUHODO com os descontos do site.Mas existe uma forma de aproveitar a Black November ainda mais: entrar no canal de WhatsApp da INSIDER.Porque é lá que acontecem as FLASH PROMOS — promoções relâmpago com descontos ainda maiores, por tempo super limitado.Quem entra no grupo, como eu já entrei, recebe as melhores oportunidades antes de todo mundo — e garante o que quer enquanto ainda há estoque.Então não deixe pra depois e entre agora mesmo no grupo de Zap no link:https://creators.insiderstore.com.br/NARUHODOWPPBFOu clique no link que está na descrição deste episódio.INSIDER: inteligência em cada escolha.#InsiderStore*REFERÊNCIASVersão Brasileira de Burnout Assessment Tool (BAT) para o trabalhohttps://burnoutassessmenttool.be/handleiding_vragenlijst_eng/Burnout: a Fashionable Diagnosishttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC3230825/Chapter 43 - Burnouthttps://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/B9780128009512000443Burnout: A Review of Theory and Measurementhttps://www.mdpi.com/1660-4601/19/3/1780Burnout Trends Among US Health Care Workershttps://jamanetwork.com/journals/jamanetworkopen/fullarticle/2833027Use of Ambient AI Scribes to Reduce Administrative Burden and Professional Burnouthttps://jamanetwork.com/journals/jamanetworkopen/fullarticle/2839542The effects of implicit ethnic expectations and burnout on teachers' evaluations of students' performance https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/14675986.2024.2420570?casa_token=VjBVteDQhaAAAAAA:dzRmzvH3wKKeFwJ0cexqV_gUExvN17HIEo1F-U4L_fSA3YuGBNmPJgM0hU6IrOEc1VIIy93yfIc5Factors of Burnout among Teachers: A Systematic Reviewhttps://kwpublications.com/papers_submitted/13232/factors-of-burnout-among-teachers-a-systematic-review.pdfRevitalising burnout research https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/02678373.2025.2473385Job Burnout and Couple Burnout in Dual-earner Couples in the Sandwiched Generationhttps://journals.sagepub.com/doi/10.1177/0190272511422452Effective Interventions to Reduce Burnout in Social Workers: A Systematic Review https://academic.oup.com/bjsw/article-abstract/54/8/3794/7713443"One Step Back; Where Are the Elixirs of Yesteryear When We Hurt? https://www.nytimes.com/1998/01/26/arts/one-step-back-where-are-the-elixirs-of-yesteryear-when-we-hurt.htmlBurnout, Fatigue, Exhaustion: An Interdisciplinary Perspective on a Modern Affliction https://www.researchgate.net/publication/321154402_Burnout_Fatigue_Exhaustion_An_Interdisciplinary_Perspective_on_a_Modern_AfflictionIndividual-focused occupational health interventions: A meta-analysis of randomized controlled trials.https://psycnet.apa.org/doiLanding?doi=10.1037%2Focp0000249The evaluation of an individual burnout intervention program: The role of inequity and social support.https://psycnet.apa.org/doiLanding?doi=10.1037%2F0021-9010.83.3.392The concept of neurasthenia and its treatment in Japanhttps://link.springer.com/article/10.1007/BF02220661Characteristics of Staff Burnout in Mental Health Settingshttps://psychiatryonline.org/doi/10.1176/ps.29.4.233Naruhodo #348 - Sentir medo e ansiedade é algo ruim?https://www.youtube.com/watch?v=u30dN7ACvE4Naruhodo #229 - O medo aumenta a produtividade no trabalho?https://www.youtube.com/watch?v=HladRKLnJ_UNaruhodo #284 - Qual o impacto do desemprego em nossa vida?https://www.youtube.com/watch?v=L3UsqrjLmRANaruhodo #187 - Por que procrastinamos?https://www.youtube.com/watch?v=gwALLmR3VYwNaruhodo #395 - O que é força de vontade?https://www.youtube.com/watch?v=5bR1RNVo7kMNaruhodo #62 - Existem doenças psicossomáticas?https://www.youtube.com/watch?v=etuFYdCAKe4Naruhodo #342 - O que é e de onde vem a inspiração?https://www.youtube.com/watch?v=Xg0vGC-uPwMNaruhodo #373 - Como funciona a carreira de cientista?https://www.youtube.com/watch?v=8ZaQHTb-o4UNaruhodo #360 - O que é e como lidar com o bullying?https://www.youtube.com/watch?v=vyTcYk6f-bANaruhodo #377 - Aprendemos melhor fazendo pausas?https://www.youtube.com/watch?v=PZVVN9lHenoNaruhodo #312 - Ficar sentado muito tempo aumenta a chance de morrer mais cedo?https://www.youtube.com/watch?v=6ZFLoDFLFTYNaruhodo #220 - Existe causa para a depressão? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=cFo8GFwyuR0Naruhodo #221 - Existe causa para a depressão? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=5peXBmG43lU*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. 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