Saviour or liberator of a group of people, most commonly in the Abrahamic religions
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O Império da IA, com Karen HaoEm 2019 — tempos mais simples! — a jornalista Karen Hao foi fazer o primeiro “perfil” jornalístico da sua carreira, aquelas reportagens em que um jornalista passa dias acompanhando uma pessoa ou empresa, uma coisa meio biografia, meio retrato congelado no tempo.A tal empresa era uma startup do Vale do Silício, ainda pequena e desconhecida dos meros mortais como eu e você, mas que hoje é a mais valiosa da história: a OpenAI, também conhecida como “a criadora do ChatGPT”.A Karen Hao vendeu o projeto do perfil para o MIT Technology Review porque a OpenAI parecia, naquela época, uma startup diferente. O “open” no nome nasceu da visão de que inteligência artificial é um assunto tão importante para o futuro da humanidade que precisava ser explorado de um jeito aberto, compartilhando conhecimento com todo mundo, e mais preocupado em proteger esse tal futuro do que em só gerar lucro.Hoje, aqui direto de 2026, a gente já sabe que não foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a OpenAI se transformou numa empresa oficialmente voltada para o lucro como qualquer outra e chegou a ser processada por Elon Musk — um dos apoiadores iniciais do projeto — por quebrar essa promessa de ser ‘open'. Em maio, o Elno perdeu a causa, e a OpenAI agora se prepara para lançar as ações na bolsa e, pelos números atuais, já largar valendo mais de 1 trilhão de dólares.Mesmo em 2019, a Karen Hao sentiu que todo esse papo de “open” não era bem assim: segredos e competitividade em todas as conversas que ela ouvia na empresa. Publicou o tal perfil contando isso e o pessoal da OpenAI… não gostou muito. Achou que ela ia só falar bem deles, e a empresa cortou contato com ela por três anos.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.Até que, em maio do ano passado, ela lançou nos EUA o livro O império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total, que segue contando a história da OpenAI — e abre com a bizarra saída do Sam Altman, demitido do cargo de CEO por “nem sempre falar a verdade” ao conselho da empresa, para voltar quatro dias depois nos braços dos funcionários.Mas esse livro não é exatamente uma biografia da OpenAI. Para mim, é mais um retrato de todo o sistema empresarial em que vivemos hoje — inteligência artificial ou não. O importante é que ele acabou de sair no Brasil pela Editora Rocco, que me procurou para saber se eu queria entrevistá-la aqui no programa, aproveitando que ela veio participar do Esquenta do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. O congresso, aliás, acontece dia 30 de julho — vai lá no site da Abraji saber mais, quem sabe comprar seu ingresso.Mas enfim, claro que eu queria conversar com ela. Obrigado, Abraji, obrigado, pessoal da Rocco, pelo presente. Quem me conhece sabe que IA agora é um assunto muuuito importante no meu trabalho. Eu fico aqui tentando navegar o meio do caminho entre o fim do mundo exterminador do futuro e a utopia vendida por muita gente. Não acredito em nenhum dos dois cenários, falei disso com a Karen antes e durante a conversa. Mas no final da entrevista a gente volta para falar não só disso, como também de como o IA em Curso, minha comunidade de letramento contínuo em IA, se conecta com tudo. Com promoção? Pode ser. Quem ficar até o fim, verá.A entrevista foi gravada em inglês — a Karen também fala mandarim, mas não fala brazilian —, então vai funcionar assim. Se ouvir no áudio, vai ser a versão original, do mesmo jeito que foi com o Ted Chiang ano passado, para você botar o seu cursinho para trabalhar. Aqui no site boanoiteinternet.com.br você está acompanhando a transcrição completa traduzida, se quiser ler enquanto ouve. E no YouTube tem uma versão legendada. Assim, você entra na conversa do jeito que preferir.Combinado? Então, bora lá entender O Império da IA com Karen Hao, no Boa Noite Internet.Cris: Karen Hao, bem-vinda ao Boa Noite Internet.Karen Hao: Obrigada pelo convite.Cris: Que bom ter você aqui. Espero que o Brasil esteja te tratando bem durante a Copa do Mundo — a gente veio falar sobre isso. Hoje é dia de falar de futebol, de Copa do Mundo, quais são as chances de cada país. Mas a primeira coisa que você precisa saber sobre essa conversa é que eu não sou jornalista. Não sei fazer isso. Peço desculpas antecipadas à sua profissão e ao seu ofício.Além disso, você foi enganada. Eu não estou aqui pra te entrevistar. Isso aqui é uma sessão de terapia. Você vai me ajudar a superar meus traumas.Porque eu sou da… do que eu chamo de “geração esquecida” — sou geração X, nasci nos anos 70. Esquecida porque, nessa guerra de gerações, as pessoas esquecem que a gente existe, e isso é incrível, porque a gente causou muito estrago no planeta. O Elon Musk é geração X, então é só isso que você precisa saber sobre a minha turma. Gente como ele, ou como Marc Andreessen… eu cresci lendo e assistindo à ficção científica que dizia que tecnologia é a melhor coisa do mundo, que ciência e engenheiros são incríveis e vão nos levar pra um lugar incrível.Sou uma daquelas pessoas que, quando a internet surgiu, falou: a paz mundial está logo ali. O conhecimento a um clique de distância, o futuro vai ser incrível. E aqui estamos nós. Então, quando usei o GPT pela primeira vez, e depois o ChatGPT, fiquei super empolgado. Foi a primeira vez, desde a internet, que eu fiquei realmente empolgado.Tenho até uma certa fama de ser mal-humorado com tecnologia: Bitcoin é lavagem de dinheiro, Clubhouse não presta — e as pessoas, ah, Clubhouse é a próxima grande coisa. Mas quando a IA chegou, eu falei: isso é importante. Só que eu já não era mais aquela criança dos anos 70. Tinha crescido, tinha visto o que aconteceu com a internet, tinha trabalhado numa big tech. E estava em desespero com o sistema em que a IA estava sendo construída.Dito tudo isso, o seu livro, aqui, já nas livrarias, recebe provavelmente o melhor elogio que eu posso dar: é otimista. Não é uma lista de reclamações e gente má fazendo coisas más. Claro, você fala muito sobre a OpenAI — ela é o fio condutor da história, especialmente aqueles quatro dias em que o Sam Altman saiu e voltou. E é muito divertido de ler. Mas você toma o cuidado de ser otimista.E uma das coisas que você menciona é como as pessoas na OpenAI, e em todas essas empresas, dizem: “isso é inevitável, a gente tem que fazer”. Quero falar sobre isso. Mas a gente tem que começar pela pergunta que você provavelmente ouve em todo podcast, a do título — Império da IA. Por que império?E acho que essa pergunta é ainda mais relevante no Brasil, país do sul global, colonizado. Por que império da IA?Karen Hao: Antes de mais nada, obrigada por dizer que o livro é otimista. Muita gente não reconhece isso, mas é verdade. Eu escrevo com um profundo otimismo de que os danos que a gente vê podem mudar. Não faria o trabalho que faço se não achasse que as coisas vão mudar.Sobre por que eu uso a expressão império, ou império da IA: a forma como empresas como a OpenAI operam é impressionantemente parecida com a dos impérios antigos. Eu traço quatro paralelos no livro. O primeiro é que elas reivindicam recursos que não são delas — os dados das pessoas, a propriedade intelectual de artistas, criadores como você, jornalistas.Segundo, elas exploram uma quantidade extraordinária de mão de obra. Isso vale tanto para os trabalhadores da cadeia de produção de IA, mal pagos e maltratados, que ainda assim geram uma riqueza extraordinária para essas empresas, quanto para os trabalhadores cujos empregos são automatizados e cujos direitos são corroídos pela implantação dessas tecnologias em diferentes setores.A terceira característica é que impérios controlam os fluxos de informação na sociedade. Essas empresas censuram a pesquisa fundamental sobre essas tecnologias, o que limita nossa capacidade de entender as verdadeiras limitações e capacidades dos modelos que desenvolvem. E estão criando uma tecnologia de informação que tentam transformar no portal único pelo qual qualquer pessoa se relaciona com o mundo.Esse portal impregna as ideologias do Vale do Silício, seus sistemas de valores, sua língua, e projeta a hegemonia do inglês. Isso influencia boa parte do conhecimento que a gente vai produzir daqui pra frente, porque cientistas e educadores usam essas plataformas e acabam perpetuando essas mesmas ideologias e valores.E o quarto e último paralelo é que impérios sempre se agarram a uma narrativa existencial ou moral sobre por que precisam existir. Essas empresas fazem a mesma coisa. Dizem que são o “império do bem”, numa missão civilizatória de trazer progresso e modernidade pra toda a humanidade, competindo contra um “império do mal” que ameaça mandar a humanidade pro inferno.Quando você conversa com algumas pessoas dentro dessas empresas, ou que as lideram, elas dizem: se você nos deixar construir uma inteligência artificial geral, que elas de alguma forma moldam como um deus, a gente vai acabar numa espécie de utopia, um paraíso onde a mudança climática é resolvida, o câncer é curado, a pobreza é aliviada.Mas, se os caras maus conseguirem isso antes, a gente pode acabar com todos os humanos mortos — um risco de extinção pra todos nós.Cris: E eles vêm dizendo isso há quase dez anos, e ainda usam como ferramenta. A gente está num país que foi influenciado por três impérios ao longo da história: Portugal, Inglaterra e agora os Estados Unidos. Então a gente olha pra essas empresas de um jeito meio cínico: sim, sim, já conhecemos essa história.Mas, ao mesmo tempo, ano passado, o Pew Research Center fez uma pesquisa sobre como o mundo enxerga a IA, e o sul global é bem mais otimista do que o norte. Uma das razões é a ideia de democratizar — não só informação, mas: ah, finalmente eu posso montar uma startup, sair desse lugar de exploração e criar o unicórnio de um bilhão de dólares. Os números são grandes na China. Países em desenvolvimento veem muito mais benefício do que risco na IA.China, 83%. Tailândia, 77%. Holanda, 36%. Canadá, 40%. Será que a gente está deixando passar alguma coisa? A gente está certo? Isso está democratizando mesmo? Até que ponto?Karen Hao: Provavelmente tem duas razões. Uma é que muitos dos danos que a indústria de IA causa à maioria global são bem escondidos. Ela se esforça muito pra esconder como polui o ambiente dessas comunidades, como explora e devasta a mão de obra, deixando traumas psicológicos — como documento no livro.E, recentemente, li um artigo de opinião no New York Times que trazia um bom ponto: muitas economias desenvolvidas estão especialmente atentas ao potencial da IA de desmontar oportunidades de emprego de tempo integral. A gente começa a ver isso cada vez mais. Já na maioria global, muito mais gente vive em economias informais, e aí a ideia de que a IA vai tomar um emprego de tempo integral não pesa tanto.Então os danos mais visíveis — a erosão do emprego formal de tempo integral — pesam mais no norte global, ou pelo menos é lá que as pessoas se sentem mais ansiosas. E os danos invisíveis, que atingem o sul global, ninguém percebe tanto, justamente porque são invisíveis. É meio por isso que tanta gente sente essa divisão que aparece na pesquisa do Pew.Cris: Eu tenho acompanhado as notícias sobre IA no Brasil, e toda semana tem um novo data center sendo construído em alguma cidade. Isso é vendido como uma coisa boa: que ótimo investimento, gera emprego. E me fez pensar de novo — a gente passou por três impérios, mas algumas famílias no Brasil, e aposto que em outros lugares também, estão no poder há 500 anos ao longo da história do país.Então, ao mesmo tempo, a gente pensa: é, estamos sendo explorados, é a mesma coisa. Eu já não tenho emprego, então deixa eu usar essa tecnologia pra melhorar minha vida. Mas as pessoas que realmente tomam as decisões, de novo, nos últimos 500 anos, se perguntaram: como a gente ajuda esse pessoal a explorar nosso país de um jeito que nos mantenha no poder e nos dê muito dinheiro?Mas também foi verdade que, sei lá, a Volkswagen abre uma fábrica no Brasil e aquilo gera emprego, contrata gente pro chão de fábrica e pros escritórios. Como é que isso é diferente com a IA?Karen Hao: De certa forma, não é diferente. Existe um fenômeno parecido: a indústria de IA terceiriza muitos dos trabalhos que ela não quer dentro dos centros de poder, e joga isso pra comunidades empobrecidas, do mesmo jeito que outras multinacionais fizeram por décadas.Mas também é diferente, porque a escala dos impactos trabalhistas e ambientais da IA é completamente outra, muito maior que a da indústria automobilística ou da moda. E a velocidade é outra, porque são tecnologias digitais que atravessam fronteiras muito rápido.E é diferente porque a maioria das pessoas não percebe que a IA, mesmo sendo tecnologia digital, tem uma cadeia de suprimentos muito física e intensiva em mão de obra manual.Quando você compra roupa, café, um carro, é mais óbvio que existem materiais que precisam ser extraídos e depois manuseados por pessoas pra criar aquele produto. Já com a IA, a maioria aceita a narrativa que o Vale do Silício projeta: a de que isso vem da “nuvem”, desses espaços etéreos que parecem nem existir no planeta. E a verdade é exatamente o oposto.Ela depende de uma quantidade extraordinária de extração mineral. Depende da construção de infraestruturas enormes — data centers, instalações de supercomputação espalhadas pelo mundo. E depende de muita, muita mão de obra manual: trabalhadores de dados que limpam, preparam e moderam o conteúdo dos sistemas de IA que chegam até você quando usa o ChatGPT.É isso que a torna tão diferente. E há também uma ideologia completamente diferente sustentando a expansão da IA. Quando você conversa com executivos da moda, eles não vão dizer: se você não comprar nossa roupa, vai pro inferno.Já a indústria de IA diz: se você não nos deixar capturar cada vez mais terra, mais recursos e mais mão de obra pra produzir essas tecnologias, vamos ter uma destruição civilizacional. Isso é, ao mesmo tempo, retórica política usada como arma pra moldar o debate público e a cabeça de quem formula políticas, e também está enraizado num sistema de crenças — algumas pessoas dentro dessas empresas realmente acreditam que, se uma AGI fosse construída, e construída nas mãos erradas, isso levaria mesmo a esse tipo de destruição.E é isso que move a sede cada vez maior da indústria por mais capital, mais recursos e mais terra.Cris: Eu quero falar sobre AGI, mas antes: ano passado, a OpenAI estava sendo processada no Reino Unido por violação de direitos autorais, basicamente todos os livros do mundo digitalizados e usados pra treinar modelos. E um dos executivos disse ao júri: bem, se a gente não puder fazer isso, fecha as portas. Me chocou que muita gente reagiu com um “ah, tá, o que a gente pode fazer? Eles vão fechar as portas”.Em parte porque a gente já está acostumado com essa narrativa. Outro dia, numa conferência, um ex-CEO dizia: a gente teve que usar embalagem de plástico porque é mais barata que papel, senão prejudicaria nosso resultado. E a plateia reagia: ah, então é só fechar as portas — a sociedade não pode arcar com isso.Mas isso também, como você disse, se conecta à ideia de uma grande missão, uma missão de salvar o mundo, que a gente precisa cumprir antes que seja tarde, senão estamos condenados. OpenAI está literalmente no nome — só que em português não é tão direto: é “inteligência artificial aberta”.Foi criada a partir de um sonho, um projeto que era pra ser uma coisa pro bem comum. Em 2019, num tempo bem distante, antes da pandemia, você cobriu a OpenAI, foi até o escritório deles, ficou lá dentro. O que você viu? E, mais importante, como essa missão mudou? O Elon Musk os processou outro dia justamente por mudarem a missão. Isso alguma vez foi verdade? Em algum momento eles pensaram mesmo “ah, a gente vai salvar o mundo”?Como essa narrativa de ser aberta funciona com a OpenAI?Karen Hao: Quando comecei a cobrir a OpenAI, levei a sério o que eles diziam — que tinham sido recrutados com a missão de beneficiar toda a humanidade. E aí, quando me infiltrei na empresa, fui ficando bem mais cética, porque via como eles operavam de um jeito completamente diferente, portas adentro, do que diziam em público.Diziam que iam publicar todas as pesquisas e abrir o código de tudo, e na prática eram uma das organizações mais secretas que já cobri. Eram muitas discrepâncias, e, na época, presumi que tinha havido algum tipo de corrupção que os levou a abandonar a missão original. Depois de cobrir a empresa por mais alguns anos e de trabalhar neste livro, mudei de ideia até sobre a missão original.Não acho mais que ela era um esforço sincero e generoso de beneficiar a humanidade. A missão foi criada pra dar à empresa — na época, uma organização sem fins lucrativos — uma margem de manobra extraordinária pra depois levantar muito capital, acumular muito talento e perseguir a força motriz de verdade por trás de tudo aquilo: se tornar a força dominante no desenvolvimento de IA.E penso assim agora porque, quando você olha pras narrativas de cada nova empresa de IA no começo — a Anthropic, a xAI, a Safe Superintelligence do Ilya Sutskever, a Thinking Machines Lab da Mira Murati —, todas usam a mesma narrativa da OpenAI: nós somos os mocinhos, eles são os bandidos.É por isso que precisamos criar uma nova empresa que avance a IA do nosso jeito, não do deles. E você começa a perceber, por esse padrão, que eles repetem a mesma coisa em parte porque acreditam nela até certo ponto, mas também porque ela funciona muito bem com a imprensa, com o público, com quem formula políticas.No livro, eu reproduzo os e-mails internos que Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman trocavam nos primeiros dias da OpenAI. Eles tinham plena consciência de que estavam criando uma missão que soasse bem para o público. E o propósito de verdade, que também deixaram registrado nesses e-mails, era vencer o Google. Viam o Google como a força dominante em IA e queriam ser eles essa força.Não gostavam de ver o Google na frente, então inventaram justificativas: o Google é uma empresa com fins lucrativos, então nós vamos ser sem fins lucrativos. Mas, no fundo, acho que era puro ego: tem que ser a gente, não eles, a gente quer ser quem lidera isso.E aí passaram um tempão moldando essa missão pública, que acabou sendo super útil pra recrutar o primeiro grupo de pesquisadores e turbinar o avanço deles.Cris: Então agora é um bom momento pra falar de AGI, a inteligência artificial geral. Muita gente pergunta: o que é AGI? O que “geral” quer dizer? E a impressão que peguei lendo seu livro é que, por design, isso nunca fica claro de verdade, porque é um alvo móvel. Essas empresas um dia vão dizer “chegamos, alcançamos a AGI”? Ou o plano é sempre “não, não, ainda não chegamos, me dá mais dinheiro, me dá mais poder”?Qual é o papel da AGI na narrativa dessas empresas?Karen Hao: Já que a gente está falando de ficção científica, eu costumo usar a analogia de que o mundo da IA é meio como Duna. Em Duna, o personagem principal, Paul Atreides, entende, ao chegar no planeta Arrakis, que o povo de lá foi semeado com um mito: o de que um dia viria um Messias pra libertá-los. Ele sabe que é um mito, mas decide entrar nele e agir como se fosse o Messias pra controlar melhor aquele povo.E, vivendo, respirando e encarnando esse mito dia após dia, ele começa a perder a noção de que é um mito. Passa a se perguntar se o mito era mesmo verdadeiro ou se foi ele quem o tornou verdadeiro. É essa confusão entre mito e realidade — ele vive num espaço intermediário, sem ter mais certeza do que é verdade e do que é ficção.E trago isso pra responder sobre a AGI porque a AGI é, ao mesmo tempo, um mito e algo que os líderes e os trabalhadores dessas empresas vivem, respiram e encarnam dia após dia, a ponto de perderem a noção do que é mito e do que é realidade. É a ideia de um sistema de IA teórico que um dia igualaria as capacidades humanas. Só que a gente nem tem consenso científico sobre o que é inteligência humana.Por isso, de certa forma, por design, é um termo bem maleável, que deixa essas empresas fazerem o que quiserem. Elas definem e redefinem a AGI conforme a necessidade, movem a trave pra onde quiserem. E, ao mesmo tempo, isso é sustentado por uma crença genuína de certas pessoas lá dentro, por causa dessa confusão entre mito e realidade. Pelas minhas contas, a OpenAI já usou pelo menos quatro definições diferentes de AGI.A primeira está no site deles: “sistemas altamente autônomos que superam humanos na maioria dos trabalhos economicamente valiosos”. É uma definição de automação do trabalho — eles dizem, de forma explícita, que estão atrás dos empregos mais bem pagos. A segunda apareceu no contrato com a Microsoft, por um tempo a maior investidora deles: ali, a AGI virou um sistema que geraria 100 bilhões de dólares em receita.Ou seja, uma definição feita pra incentivar a Microsoft a investir. Já o Sam Altman disse ao Congresso que AGI é um sistema que cura o câncer e resolve a mudança climática — uma definição de benefício social, muito útil quando você quer que os reguladores não te regulem.E, por fim, quando falam com o consumidor, dizem que vai ser o melhor assistente digital que você já teve — porque, claro, estão tentando vender o produto.E aí você percebe duas coisas. Primeiro, que é um conjunto de definições completamente incoerente. Segundo, que eles trocam de definição conforme o público que querem convencer. Mas também tem gente nessas empresas que acredita de verdade que está construindo uma tecnologia capaz de dar conta das quatro coisas.Então é uma realidade bem confusa e complicada: o que a AGI de fato é, e pra que ela serve, para essas empresas, para a agenda delas e também para as crenças delas.Cris: Como ex-funcionário da Meta — entrei em 2013 —, a missão era unir o mundo e torná-lo mais aberto e conectado. É uma missão incrível. E tem uma coisa que eu sempre digo, porque muito amigo meu vem falar comigo, “ah, esse cara da OpenAI, ou a própria Meta, são maus”. Eu conheci muita gente na empresa. Nunca conheci uma pessoa mal-intencionada.Todo mundo, independente da missão, era gente boa tentando entregar o melhor produto possível, pra dar poder a quem tem um pequeno negócio, por exemplo. Tenho amigos pessoais que construíram a empresa deles em cima da publicidade do Facebook e do Instagram. E esse é justamente o problema, porque ainda assim é uma corporação muito má, pelo que ela causa ao mundo pra bater as metas de negócio.Ou seja, você não precisa de um vilão tipo Lex Luthor pra causar um estrago desse tamanho no mundo. E adorei a referência a Duna. Duna é engraçado: é o livro que eu mais reli na vida que não foi escrito pelo Tolkien. Li o primeiro Duna umas três vezes, e toda vez é como se fosse um livro diferente. Na primeira, eu era adolescente, e era só o Paul Atreides, o cara durão.Na segunda, eu morava no Canadá e li com olhos de estrangeiro, pensando em colonização. E na terceira vez foi quando os filmes do Denis Villeneuve saíram, e aí era: ah, o Bene Gesserit criou esse mito, isso é meio pós-moderno. Narrativamente, fico me perguntando o que vai significar pra mim se eu ler uma quarta vez.Karen Hao: Eu ia te perguntar isso. Quando você disse que cresceu numa época cheia de ficção científica falando das maravilhas da tecnologia, fiquei curiosa: que histórias você estava lendo? Porque muita coisa que saiu nos anos 70 e 80 dizia exatamente o oposto. E muita gente já apontou que os executivos de tecnologia de hoje, que vivem citando essas histórias, interpretam elas justamente ao contrário da intenção original.Cris: Concordo plenamente. Mas, respondendo: foi basicamente Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. E é por isso mesmo — os executivos de tecnologia, e o Elon Musk mais que todos, leem esses livros como receita, não como aviso. O livro de que eu mais me lembro, nem lembro o título, era um do Asimov em que ele descreve o elevador espacial que aparece na série da Apple TV, Fundação.E o enredo é: eu sou esse engenheiro brilhante, quero construir essa coisa no Sri Lanka, mas o governo trava tudo com regulação — eu sou um gênio e a regulação é a vilã. Hoje eu leio e penso: ah, sei. Mas, quando garoto, era só “olha, um elevador espacial, que genial, a gente nem precisa de foguete”. E aí você começa a entender. E aí eu parei de ler esses caras.E passei a ler gente com uma visão completamente diferente: o Ted Chiang, que entrevistei ano passado, a N.K. Jemisin, o Cory Doctorow, de quem sou muito fã. E talvez eles sejam mais explícitos, pra gente burra como eu entender: “não, bobo, a analogia é essa”. Mas Duna era incrível — vermes gigantes de areia, o tal garoto durão, e aquela coisa do “eu não aceito o meu destino”.Tenho esse grande destino, mas não quero ele. Do resto da série eu já não gosto tanto. Mas o mais importante de tudo: Duna gerou o melhor GIF de filme de todos os tempos, o “Lisan al Gaib” do Javier Bardem — que eu devia ter colocado durante a sua explicação, aquele “uau, ele está cumprindo a profecia, agindo como o profeta”.Mas, de novo, falando de vilões: você mencionou que essas empresas se colocam como o bem contra o mal, feito impérios antigos. Só que elas também jogam a carta da China, né? “Se a gente não fizer, a Rússia faz primeiro.” Só que a Rússia começou uma guerra e está ocupada demais. “Mas a China chega lá, e é por isso que a gente tem que ser fechado.” É por isso que Mythos e Fable e agora o GPT-5.6 foram proibidos pelo governo. Isso tem fundamento?Quero saber se é possível a China competir — quero mesmo essa resposta — mas também porque, desde toda essa conversa do Fable-Mythos, países como Índia e Brasil vêm dizendo que precisam de um modelo soberano. Dá pra fazer, ou a OpenAI, a Anthropic e o Google estão tão à frente que já não dá?Karen Hao: Sobre a China: você está certíssimo, o Vale do Silício usou por anos a carta do “e a China?” pra escapar de qualquer responsabilização de verdade. Fizeram muito isso na era das redes sociais.A Meta fez muito isso, com o Mark Zuckerberg dizendo ao governo dos EUA: vocês não podem nos regular, senão a gente perde. Mas, se a gente ganhar, vai ter um efeito liberalizante no mundo e nas democracias em todo lugar. E, infelizmente, o que a gente viu foi que jogar essa carta repetidamente produziu exatamente o efeito contrário do que o Vale do Silício prometeu.Uma das empresas de rede social dominantes dessa era é a ByteDance. Ou seja, mesmo sem regulação das redes sociais nos EUA, existe uma empresa chinesa de rede social bem dominante. E as redes sociais estadunidenses acabaram tendo um efeito antiliberal no mundo — é bastante consensual que enfraqueceram democracias em todo lugar. E aí, na era da IA, elas seguiram jogando a mesma carta.Mas o que eu sempre aponto é que a gente definitivamente não devia acreditar nelas. Já existe evidência significativa de que tudo o que elas dizem está, de novo, se provando o oposto. Elas disseram: não regulem a gente como empresas de IA, regulem a China, via controles de exportação — um mecanismo do governo dos EUA com alcance extraterritorial.Só que as empresas chinesas agora estão produzindo modelos de IA de código aberto extremamente eficientes, que viraram super populares no próprio Vale do Silício. Existe um monte de startup de lá que prefere usar modelo chinês a OpenAI, Anthropic ou Google.Então, nesse sentido, é um conjunto de evidências bem decisivo, acho, pra mostrar que a gente devia simplesmente responsabilizar essas empresas, não importa o que digam sobre “ah, vamos perder pra China”. No fim das contas, é só retórica política. Não é um argumento real que elas consigam sustentar pra escapar da responsabilização.Responsabilizá-las vai fortalecer a democracia pelo mundo, vai trazer mais direitos humanos, trabalhistas e de privacidade de dados pras pessoas — é sempre o contrário do que elas dizem que aconteceria. E, sobre a sua pergunta em torno da IA soberana: acho a ideia realmente importante, mas acho também que muitos países estão meio confusos sobre o que querem dizer com isso.Muitos governos, hoje, pensam a IA soberana pela pergunta: a gente consegue construir o nosso próprio ChatGPT? O nosso próprio grande modelo de linguagem, o nosso sistema de IA generativa? Estão olhando só pro modelo que o Vale do Silício já definiu e tentando descobrir como recriar aquilo.E o que eu digo pra quem formula políticas é: defina pra que a IA serve no seu país, no seu contexto. Quais são, no fim das contas, os objetivos do seu país? Os objetivos do seu povo? E também os nossos objetivos coletivos, entre países?Porque a gente tem, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Já definimos coletivamente que há coisas que precisamos resolver juntos: superar a crise climática, reduzir a pobreza, melhorar a educação.E, enquanto o Vale do Silício adora dizer que está fazendo tudo isso, na prática não está. Mas a gente poderia — poderia desenvolver, de forma colaborativa, sistemas de IA que realmente avançassem em cada um desses objetivos coletivos que já acordamos.E cada país também devia fazer o exercício: quais objetivos você quer alcançar, e que tipos de sistema de IA você poderia desenhar pra chegar lá — sistemas que talvez não se pareçam em nada com um grande modelo de linguagem. Se os países fizessem isso, acho que descobririam que a maioria dos sistemas de que precisam exigiria muito menos recursos.Ou seja, contextos como o Brasil, a Índia e outros, quando não precisam competir construindo essas infraestruturas de computação gigantescas e gastando centenas de bilhões de dólares, na verdade já têm, localmente, todos os recursos necessários pra desenvolver um sistema de IA soberano.Cris: Quando ouvi falar do seu livro pela primeira vez, uma amiga me disse que você não poupa ninguém — fala mal do Sam Altman, mas também do Dario Amodei. E as pessoas costumam escolher um lado. Eu sou time Claude, odeio o ChatGPT, essas coisas. Então cheguei no livro pensando: ah, é mais um livro dizendo que a IA é terrível, que a gente não devia usar IA.Mas, conforme fui lendo, e ouvindo outras entrevistas suas, me pareceu que o seu problema é justamente o que você acabou de descrever: a forma como essa tecnologia é feita. E, em especial, a palavra escala — a ideia de que a solução é a escala. O que você quer dizer com isso?Karen Hao: Eu costumo usar a analogia de que “IA” é como a palavra “transporte”: na verdade se refere a uma coleção de tecnologias que vão da bicicleta ao foguete. São tipos bem, bem diferentes de tecnologia, que exigem insumos diferentes pra se desenvolver e depois têm impactos diferentes na sociedade.E você está certo: sou especificamente crítica ao que chamo de “foguetes da IA”, os sistemas que os impérios da IA estão desenvolvendo, aqueles que exigem uma quantidade enorme de exploração de mão de obra e extração ambiental.E sou bem otimista com o que chamo de “bicicletas da IA”: sistemas especializados, eficientes, com bom custo-benefício, governáveis pelas pessoas, cujo desenvolvimento pode ser participativo. Países como o Brasil, o Chile, a Índia, qualquer contexto, têm recursos pra desenvolver e se autodefinir, em vez de simplesmente herdar um sistema criado pelos dois únicos centros do mundo capazes de gastar uma quantidade extraordinária de capital: o Vale do Silício e o ecossistema tecnológico chinês.E o motivo pelo qual eu acho tão corrosivo o que os impérios da IA estão desenvolvendo é exatamente o que você disse: a forma como eles fazem isso, por um mecanismo de força bruta pra avançar as capacidades da IA em escala. Eles vão simplesmente empurrando cada vez mais dados de treinamento nesses modelos, e isso exige corroer a privacidade das pessoas, tomar a propriedade intelectual delas e, ainda por cima, baixa a qualidade dos dados que entram nos modelos — o que leva aos danos de exploração de mão de obra, porque aí você tem que dar conta da moderação de conteúdo.E aí você tem pessoas psicologicamente traumatizadas por serem expostas a todo aquele conteúdo horrível que se tenta “lavar” através desses modelos.E aí vem o problema dessas infraestruturas de computação enormes, com impactos ambientais que aumentam a conta de luz das comunidades que as hospedam e agravam a crise de custo de vida. Elas precisam ser alimentadas por fontes fósseis, que jogam mais carbono na atmosfera e mais poluição no ar dessas comunidades.Então todos os problemas que eu identifico, no que têm de corrosivo, derivam inteiramente da abordagem deles pro desenvolvimento de IA. Por que não descartar a abordagem, em vez de descartar a tecnologia? Redefinir e redesenhar de que tipos de sistema de IA a gente precisa de verdade, com uma cadeia de suprimentos fundamentalmente diferente. E isso não é exclusivo da IA.A gente já viu muitas outras indústrias que começaram com uma cadeia de suprimentos bem ruim. A moda, por exemplo: muita degradação ambiental, muita exploração de mão de obra.Com muita organização, protesto, ação de consumidores, regulação governamental e cooperação entre governos, a gente conseguiu criar mercados novos pra moda sustentável e ética, cadeias de suprimentos novas e inovações pra fazer roupa mais saudável pras pessoas e pro planeta.E é basicamente isso que eu defendo: transformar a indústria de IA do mesmo jeito que transformamos a moda, e as cadeias de suprimento de alimentos. Assim a gente fica com os benefícios da tecnologia, ajuda ela a avançar os objetivos que importam pra gente, sem jogar uma fração enorme da população mundial numa condição atrasada e numa qualidade de vida pior.Cris: O Brasil está agora, no Congresso, discutindo a escala de seis dias por semana. A regra atual é: você trabalha seis dias e descansa um. E muitas empresas, o comércio principalmente, dizem “vamos fechar as portas”, e os trabalhadores respondem “isso é problema seu, não meu”. É mais ou menos a mesma narrativa dessas empresas de IA: se eu não usar a sua água, a Idade das Trevas está chegando.Falando em Idade das Trevas, e falando em bicicleta: a sua analogia me lembrou uma coisa. Eu gosto de jogo de zumbi, de mundo aberto, e em nenhum deles tem bicicleta. Num desses jogos, instalei um plugin que deixava andar de bicicleta — você acha uma e sai pedalando. E aí entendi por que não tem bicicleta: desbalanceia tudo. Parte da graça do jogo é você precisar achar um carro, e daí pneu, gasolina, comida pra carregar. De bicicleta, você vai a qualquer lugar.E eu pensei: ah, é. Meio que estraguei o jogo pra mim, porque agora tenho uma bicicleta, é incrível. Enfim, em termos práticos: no fim do ano passado, uns meses atrás, a revista Wired publicou um artigo pedindo pra jornalistas de tecnologia contarem como usam IA no trabalho. E cada um usava de um jeito. Você usa IA no seu trabalho? Como?Karen Hao: Eu não uso nenhum sistema de IA generativa no trabalho — nem ChatGPT, nem Gemini, nem Claude. Por três motivos. O primeiro é uma postura ética, depois de tanto investigar essas empresas. O segundo é privacidade de dados: eu investigo essas empresas.Não quero que elas conheçam todo o meu raciocínio enquanto eu apuro o livro, literalmente investigando elas. E o terceiro é que, no meu caso específico, a força do meu trabalho está na capacidade de construir relações fortes com as fontes, pela empatia, e de contar histórias envolventes, pela narrativa. E os grandes modelos de linguagem simplesmente não são a ferramenta certa pra nenhuma das duas coisas.Não vão melhorar a minha empatia nem a minha escrita. Então eu não perco nada com essa postura ética: simplesmente corto essas ferramentas e sigo fazendo o meu trabalho muito bem. Pra outros jornalistas pode ser diferente, e pra quem está em outras áreas o cálculo pode ser outro.Mas eu incentivo as pessoas a pensarem primeiro: quais são as suas forças no trabalho? Quais são os seus objetivos? E aí ir de trás pra frente pra descobrir se a IA é a ferramenta certa, qual tipo de IA é a ferramenta certa, e qual fornecedor você quer de fato usar, apoiar, votar com os pés. Agora, eu uso, sim, IA preditiva.Aquelas ferramentas de IA especializadas, as “bicicletas da IA”, digamos. No livro, tinha um detalhe que eu queria muito ilustrar: como a OpenAI deu um salto quando passou de organização sem fins lucrativos a um empreendimento bancado pela Microsoft. Percebi que as cadeiras do escritório ficaram bem mais caras. Então fotografei as cadeiras de um escritório e as do outro.E joguei tudo na busca reversa de imagens do Google, que é um sistema de IA especializado — não é baseado em grandes modelos de linguagem, não é IA generativa. Assim descobri quanto essas cadeiras costumam custar. No primeiro escritório, cerca de 2 mil dólares por cadeira. No segundo, eram cadeiras de um designer brasileiro famoso, uns 10 mil dólares cada.Coloquei esse detalhe no livro pra ilustrar o tipo de riqueza e de concentração de recursos de que a gente está falando. Esses são alguns dos jeitos como eu uso IA, ainda que de forma bem limitada, sempre pontual, quando acho que vai ajudar. E, claro, uso ferramentas de transcrição por IA — outra IA especializada — em todas as minhas entrevistas.Cris: Essa foi uma das partes em que a minha cabeça explodiu, eu nunca tinha percebido: a OpenAI criou o Whisper. Deixa eu dizer de outro jeito, do meu ponto de vista. A OpenAI liberou abertamente essa ferramenta incrível de transcrição, o Whisper, em que eu jogo o áudio e ela me devolve as palavras que as pessoas disseram. E eu pensei: ah, que generoso da parte deles.Mas o motivo real de terem criado a ferramenta foi pegar todos os vídeos do YouTube, transcrever e alimentar a máquina. E aí é: ah, claro. Enfim, falando de ferramentas e de otimismo — a gente está chegando ao fim da conversa. Eu tenho uma regra desde o episódio dois deste programa, há oito anos: de novo, como eu disse do seu livro, não pode ser só uma lista de reclamações e coisa ruim. E a gente tem se saído bem até aqui.Você falou de caminhos e de bicicletas, mas eu quero ser mais específico. Se isso aqui fosse uma reunião de negócios: qual é o plano de ação, quais são os próximos passos? Só que uma das coisas que eu repito bastante, na vida e neste programa, é que problema sistêmico não se resolve com ação individual. Se eu tomar banhos mais curtos, isso nunca vai salvar o planeta do aquecimento global.E muitos amigos meus simplesmente: não quero falar de IA, não quero usar IA. Voltando aos videogames: leram que tal jogo usa IA e pronto, não vão jogar. E a minha primeira pergunta pra você é: como a gente ocupa esses espaços da IA generativa — ChatGPT, Gemini e por aí vai? Porque o que a gente viu com as redes sociais foi: ah, o Facebook é do mal, vou sair do Facebook. Ah, vou sair do Twitter.E, na esperança de quê, sei lá, talvez alguém diga: ah, sinto falta do Cris, cadê ele? Ah, está no Bluesky. Mas isso deixa o espaço aberto pra os radicais entrarem e postarem o que quiserem, sem ninguém contrapor ou tornar aquilo um lugar melhor. Então como a gente ocupa o espaço da IA — seja qual for a definição de “espaço da IA” que você preferir — com todos esses problemas que a gente vem discutindo?Karen Hao: Acho que tem duas categorias de ação pra gente pensar. Uma é desmantelar o império. A outra é investir e construir novos tipos de sistema de IA, que se tornem alternativas às tecnologias do império. Quando eu digo desmantelar o império, não estou dizendo que quero que a OpenAI, o Google, a Anthropic, seja quem for, simplesmente deixem de existir.É que eu não quero que elas sejam imperiais. Não quero que fiquem extraindo uma quantidade extraordinária de valor sem redistribuir nada em troca. Se elas voltassem a ser negócios que praticam uma troca justa de valor com o mundo, eu ficaria perfeitamente feliz com qualquer tecnologia que estivessem desenvolvendo.E a forma de desmantelar o império, acho, se resume a muita organização de base, que vai pressionar os governos a regular e responsabilizar essa indústria. No último ano, a gente viu uma quantidade incrível dessa organização de base florescendo pelo mundo.Recentemente, lancei com um grupo de jornalistas, pesquisadores de IA e acadêmicos críticos um projeto chamado AI Resist List, que busca documentar parte dessa organização de base pelo mundo. A gente encontrou cerca de 30 exemplos, de todas as regiões, de ações individuais, institucionais e movidas pela comunidade.Tinha ação artística, ação política. E isso mostra bem o seu ponto: não dá pra contar só com a ação individual, mas o indivíduo pode, sim, ter impacto. Até uma ação pequena pode gerar um grande efeito cascata. Claro que se juntar com os vizinhos pra protestar contra o data center é ainda mais eficaz. Se juntar dentro da sua escola ou universidade pra protestar contra a parceria dela com uma empresa de IA também é mais eficaz.Se juntar com os colegas de trabalho de um setor pra barrar a adoção de uma IA que corrói os direitos trabalhistas é mais um jeito eficaz. A gente tem um monte desses exemplos. Um dos meus favoritos é o de uma comunidade sobre a qual escrevi no livro, Quilicura, no Chile, na periferia de Santiago. É uma comunidade da classe trabalhadora, bem pobre, que vem sendo alvo incessante da expansão de data centers.E por isso protestaram de forma bem aguerrida contra essa expansão, porque não acharam bom negócio hospedar essas instalações sem tirar nenhum benefício, enquanto elas consomem uma parte significativa dos recursos naturais da região.E, logo depois que escrevi sobre eles, foram além na resistência e criaram uma plataforma chamada Quili.ai. É um site em que você entra e que parece um chatbot, parece o ChatGPT: tem uma interface de chat pra você digitar. Só que, quando você faz uma pergunta, em vez de um modelo de IA responder, a mensagem é encaminhada pra alguém que mora em Quilicura, no Chile. Aí, se você pede “quero a imagem de um cachorro”, aquilo vai pro artista local deles, o Benji. Ele pega um pedaço de papel, desenha um cachorro, tira uma foto e te manda de volta.Eles fizeram isso essencialmente como um projeto de arte performática, pra fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de usar IA generativa pra bobagem. A mensagem era: ei, quando você fica brincando com essas ferramentas em pedido besta, isso afeta comunidades como a nossa, drena os recursos de que a gente precisa pra viver bem.E também queriam levar as pessoas a pensar: por que não perguntar pra alguém da sua própria comunidade aquela receita que você procurava, ou pedir aquela imagem? Porque aí você reconstrói as conexões que estão tão em falta na sociedade — a falta delas é o que nos deixa mais vulneráveis a esse tipo de colonização do império.Eles deixaram o projeto aberto por 24 horas, e qualquer pessoa no mundo podia mandar um pedido. Receberam uma quantidade extraordinária deles. Viralizou de vez. E essa cidadezinha conseguiu uma virada enorme de narrativa sobre a suposta inevitabilidade e necessidade dessa tecnologia, sobre tudo o que o Vale do Silício diz — que, se você não usar, vai ficar pra trás de quem usa.E esse é só um exemplo, entre muitos, de como pessoas comuns, não importa a sua posição na sociedade, podem ter impacto real no debate, na consciência pública e até na regulação. A gente está vendo isso agora com os protestos contra data centers. Nos EUA, em 2025, cerca de 150 bilhões de dólares em projetos de data center foram travados.Isso virou uma das questões políticas mais quentes nos EUA para as próximas eleições de meio de mandato. Tem gente eleita sendo literalmente tirada do cargo por ter aprovado data centers, contrariando a vontade do povo. E isso já está tendo efeito real sobre as empresas e sobre a trajetória do desenvolvimento de IA.A OpenAI teve que encerrar recentemente a sua ferramenta de geração de vídeo, o Sora. Quando lançaram, apresentaram como o segundo produto mais importante desde o ChatGPT. O que aconteceu entre o lançamento e o fim? Uma reportagem do Wall Street Journal apontou três motivos, todos moldados por ação de base. Um: um gargalo enorme de capacidade de computação.Muitos dos data centers travados ou parados eram da OpenAI. Dois: um cenário financeiro bem mais incerto. A OpenAI está se preparando pro IPO, o que significa ficar mais exposta a Wall Street — e Wall Street está cada vez mais nervoso com a capacidade dessas empresas de cumprir o que prometem.E aí a OpenAI teve que reforçar alguns projetos paralelos pra fazer o balanço parecer um pouco melhor aos olhos de Wall Street. E, terceiro: os consumidores simplesmente não estavam usando o produto — o que também é ação coletiva de consumidores. Então, por todo esse tipo de resistência, de várias formas, de baixo pra cima, as pessoas estão de fato tendo impacto real na indústria e responsabilizando ela.Essa é a primeira categoria de ação. A segunda é: ok, que tecnologias de IA a gente usaria como alternativa? E aí a gente precisa investir mais nelas. Muitas vezes, quando converso sobre o livro, a pessoa diz: ok, me convenci de que não quero usar ChatGPT, não quero usar Claude — mas então uso o quê no lugar?E o problema é que eu não tenho muitas respostas pra essa lista de alternativas. Tem umas poucas aqui e ali, uma plataforma, uma empresa.Cris: Dá pra rodar o modelo no seu próprio computador, como o Cory Doctorow faz, mas aí é limitado e…Karen Hao: Exatamente, exige mais habilidade técnica. Mas, pra quem consegue instalar modelos de código aberto no próprio computador, eu incentivo 100%. Só que a gente também precisa de mais gente desenvolvendo interfaces bem fáceis pra esses modelos de código aberto, pra que qualquer pessoa consiga usar.A gente também precisa de mais gente desenvolvendo “bicicletas da IA”, de investidores e governos investindo mais nesse tipo de solução, e de talento — pesquisadores de IA, desenvolvedores e outras pessoas dispostas a sacrificar um pouco e abrir mão dos pacotes de remuneração enormes.Cris: Eu estava começando a achar que agora as empresas precisam ter menos lucro — e isso nunca vai acontecer.Karen Hao: Não, não é a empresa ter menos lucro. É o trabalhador topar abrir mão do pacote de milhões de dólares pra levar o talento dele pra outro lugar. Mais fácil, bem mais fácil. Eu converso com muito pesquisador de IA cansado da abordagem da indústria, porque ela é completamente sem criatividade intelectual.Eu conversei com pesquisadores que não passaram seis anos num doutorado em IA só pra ficar empurrando mais dados na máquina — pra eles, é o trabalho mais chato do mundo. E depois automatizar a programação, que era justamente o que eles gostavam de fazer. Converso com tanta gente que já não acha graça nenhuma nisso. Estão meio presos por “algemas de ouro”.E estão tentando descobrir, dentro de si, que carreira alternativa poderiam ter. Eu costumo incentivar esses pesquisadores a gastar o talento deles construindo um tipo diferente de empresa, que trabalhe com “bicicletas da IA”. E a gente já começa a ver cada vez mais desse talento indo por aí.E a gente precisa que todas as facetas da sociedade invistam num ecossistema muito mais robusto e rico de tecnologias de IA, capaz de substituir as que hoje dominam. Eu ainda tenho as cicatrizes das minhas próprias “algemas de ouro”, mas concordo plenamente.Cris: E as redes sociais são o exemplo — veja o que aconteceu com elas. Tem aquela frase famosa: as mentes mais brilhantes da minha geração passam o tempo fazendo as pessoas clicarem em anúncios. E ainda dizem: ah, isso pode ser o futuro. Pois é.Você contou a história do Quili.ai e isso me lembrou um dos primeiros criadores de conteúdo do Brasil, o Cid Não Salvo. Uns 10, 15 anos atrás, ele tuitou o seguinte: “Gente, eu disse pro meu pai que, sempre que ele precisar pesquisar alguma coisa na internet, é pra ir no Twitter.com e digitar a pergunta na caixa”. E olha que ele tinha milhões de seguidores.E, por uns bons dias, quase um mês, você entrava no Twitter do pai dele e via perguntas tipo “onde eu compro pizza?”. Era engraçadíssimo. No fim, ele contou pro pai — ou talvez não. Mas eu adoro essa ideia. Antes de a gente terminar: você já deve ter respondido isso mil vezes, mas vai continuar cobrindo IA? O que está na sua cabeça, o que vem por aí? Turnê mundial? O que vem pela frente?Karen Hao: Com certeza estou pensando em como continuar responsabilizando essas empresas. Estou envolvida em várias colaborações, com gente incrível, em diferentes projetos ligados a isso. O AI Resist List foi um deles. Também co-criei um programa chamado AI Spotlight Series, com o Pulitzer Center, uma organização jornalística sem fins lucrativos que financia jornalismo investigativo pelo mundo.É um programa que treina jornalistas do mundo inteiro a cobrir IA por uma lente de responsabilização. Até agora, já treinamos mais de 3 mil. E eu sigo pensando em como construir mais capacidade dentro do jornalismo, da sociedade civil, de outros contextos, pra mobilizar ainda mais essa organização de base — pra conter de verdade os impérios da IA e ajudar a desmantelá-los.Cris: Adorei o seu exemplo da moda. É possível, já foi feito. Ou até a indústria automotiva. Ou o grande exemplo que a gente não mencionou, e que o pessoal da OpenAI vive citando: o Projeto Manhattan, a energia nuclear.O mundo não acabou. Quando eu era criança lendo Asimov, achava que ia tudo acabar num fogo nuclear. Enfim — alguma última palavra, alguma mensagem, algum palpite pros jogos do Brasil na Copa, alguma coisa que você queira dizer antes da gente encerrar?Karen Hao: No fim das contas, o que eu espero que fique desta conversa e do livro é o seguinte: neste momento, o Vale do Silício está concebendo a IA como um projeto político. E a característica central desse projeto é tirar a autonomia de todo mundo — a autonomia de moldar de verdade o próprio futuro e o nosso futuro coletivo. Mas, no instante em que você reconhece que já tem uma autonomia significativa pra resistir, o império começa a desmoronar.Então espero que as pessoas encontrem a própria voz, a afirmem, conquistem o seu lugar à mesa e se conectem com os vizinhos, com a comunidade, com os colegas de trabalho, pra criar mais movimentos juntos.Cris: Que ótimo. Karen Hao, o seu livro é O Império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total. Obrigado por vir ao Brasil conversar com a gente. Foi um prazer.Karen Hao: Muito obrigada.Uma das primeiras perguntas que anotei quando comecei a pensar nessa conversa foi justamente a do final, a da ocupação de espaços. Porque, como eu disse, quando as redes sociais chegaram para ficar, muita gente falou “ah, não vou usar, é do mal” — e aí as pessoas ruins, vamos chamar assim, acabam ocupando esse espaço e falando o que bem entendem. A gente precisa aprender essa lição agora, no mundo da IA.Fora que vejo muita gente falando de IA sem nunca ter usado — ou que usou, sei lá, dois anos atrás, acha que continua tudo igual e já diz que não quer chegar perto.E por quê? Porque essa abordagem de ocupar espaços é o que eu e a Ana Freitas buscamos fazer no IA em Curso, nossa comunidade de letramento contínuo em IA. Foi, aliás, uma conversa que tive com a Karen antes da entrevista: ao mesmo tempo que a gente fala do impacto da IA no mundo, também precisa focar no que é prático, no que dá para fazer hoje com IA, sem vender sonho nem desastre. A analogia que usei foi a de que é que nem quando a gente fazia curso de Word e Excel — é o que eu faço agora que vai facilitar minha vida, me fazer ganhar tempo, botar a IA para me ajudar. Quem viu minha conversa com a Ana aqui no Boa Noite Internet, no fim de 2025, sabe do que estou falando. Se não viu, volta lá e confere.Desde que a gente lançou este episódio, o IA em Curso já passou de 400 pessoas. Tem muita gente colocando projetos pessoais incríveis na rua, tirando do papel aquela ideia que rondava a cabeça há um tempão. E a comunidade tem mentoria ao vivo, aula gravada, newsletter, banco de agentes, grupo de Telegram… que mais? O que não falta é jeito de passar para você o conhecimento sobre IA de que você precisa hoje, agora. Quero te dar a bússola para navegar nesse universo.Se esse é o tipo de abordagem que você quer ter com a IA, passa lá no iaemcurso.com.br e usa o cupom BNI2026 para ganhar 20% de desconto no plano anual. Mas corre, porque daqui a duas semanas vou apagar esse cupom — não é todo dia que a gente dá um desconto desses.É isso. Boa Noite Internet, temporada 2026 começando — como todo ano, com mudança, ideia, projeto. Ou, como diz minha citação preferida de todos os tempos: “vivemos uma fase de transição, como sempre”. Espero ver você por aqui e lá no IA em Curso.Obrigado pelo seu tempo e pela sua atenção. Até o próximo episódio. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe
Wenn Sie die Khutba mit deutscher Übersetzung als Video sehen möchten, besuchen Sie unseren YouTube-Kanal MTAGermany unter der Playlist „Freitagsansprachen 2026 - deutsche Übersetzung“Sie können die Khutba auf Deutsch auch auf allen Podcast Plattformen hören:Spotifyhttps://open.spotify.com/show/7dX2OWc24s1Xwd2NKWKfJ2Apple Podcasthttps://podcasts.apple.com/de/podcast/freitagsansprache-stimme-des-kalifen/id1562915650
Als alter Mann schrieb Johannes, der Apostel und Evangelist, auf, was er mit Jesus erlebt hatte. In den drei Jahren, in denen er dessen Leben beobachtet hatte, hatte er eines festgestellt: Jesus war etwas Besonderes. Die Wunder, die er tat, zeigten: Jesus war zwar ein Mensch, aber nicht wie jeder andere auch, sondern er war mehr. Er war der Messias, der Sohn Gottes. Ja, Gott selbst!Was hat Johannes gesehen? Johannes sah, wie Jesus einer Frau neue Hoffnung gab, die auf ein kaputtes Leben zurückblickte. Er sah, wie er einen Mann am Sabbat heilte, der 38 Jahre lang krank gewesen war. Er erlebte mit, wie Jesus eine große Menge Menschen speiste, mit Nahrungsmitteln, die eigentlich nur für wenige reichten. Johannes staunte mit vielen anderen darüber, dass Jesus sogar Tote auferweckte.Doch als Jesus gefangen genommen wurde, als er verhört, geschlagen und misshandelt wurde, als die Peitschenhiebe auf seinen Rücken knallten, erlebte Johannes auch, wie Jesus das alles geschehen ließ, obwohl er als der Sohn Gottes alle göttliche Macht hatte, das abzuwenden. Er ließ sich sogar kreuzigen, obwohl er vom Kreuz hätte herabsteigen können. Doch er tat es nicht, weil er das Werk der Erlösung vollenden und uns von unseren Sünden retten wollte, indem er die Strafe dafür auf sich nahm. Er ging in den Tod, um uns Freiheit und Leben zu ermöglichen. Ist das nicht unfassbar groß, unsagbar gnädig und unerhört herausfordernd?Worum ging es Johannes bei alledem? Auch das hat er aufgeschrieben: »Diese [Zeichen] aber sind geschrieben, damit ihr glaubt, dass Jesus der Christus ist, der Sohn Gottes, und damit ihr durch den Glauben Leben habt in seinem Namen« (Johannes 20,31). Dem ist nichts mehr hinzuzufügen, aber darauf ist eine Antwort zu geben.Günter SeibertDiese und viele weitere Andachten online lesenWeitere Informationen zu »Leben ist mehr« erhalten Sie unter www.lebenistmehr.de
Hier finden Sie die aktuelle Khutba von Hadhrat Khalifat-ul-Massih V (aba) mit deutscher Übersetzung.Hudhur (aba) erwähnte Beispiel aus dem Leben des Heiligen Propheten (saw), wie dieser Dankbarkeit gegenüber Allah und den Menschen gelebt hat.Zudem erwähnte Hudhur (aba) auch diverse Gebete, die der Heilige Prophet (saw) sprach, um seine Dankbarkeit gegenüber Allah auszudrücken. Wenn Sie die aktuelle Khutba mit deutscher Übersetzung als Video sehen möchten, besuchen Sie unseren YouTube-Kanal MTAGermany unter der Playlist „Freitagsansprachen 2026 - deutsche Übersetzung“ Wenn Sie die aktuelle Khutba mit deutschen Untertiteln sehen möchten, besuchen Sie unseren YouTube-Kanal MTAGermany unter der Playlist auf „Freitagsansprachen 2026 - deutsche Untertitel“.„Ich werde deine Botschaft bis ans Ende der Welt tragen“ Offenbarung an den Verheißenen Messias und Mahdi Abonnieren oder folgen Sie uns auch auf unseren Social Media Kanälen Instagram, Twitter und Facebook unter @Muslimtvde und erleben Sie unsere spannenden Formate! ©Copyright MTA International Germany Studios
De VS bestookt Iran opnieuw met bombardementen, al zes nachten op rij. Wat is er deze week allemaal gebeurd en wat zijn de gevolgen? In Japan heeft het parlement een omstreden wet goedgekeurd om de mannelijke troonopvolging veilig te stellen. Wat zegt dat over de positie van de vrouw in dat land? En zondag is het zover: de WK-finale tussen Argentinië en Spanje. Messi tegen Yamal. Speelt de "Messias" zondag tegen zijn opvolger?
Jetzt wo klar ist, dass im WM Finale nur spanisch gepöbelt wird, können wir beherzt unsere Sachen packen und in Urlaub fahren. Für die meisten aus NRW ist der Stau auf der A3, der schönste Teil am Urlaub. Vorher hatten wir allerdings noch ein Riesenfest zu feiern: Günther Jauch, unser heimlicher Bundespräsident, wurde 70! Das ist mehr als der amerikanische Unabhängigkeitstag und die Feier zum Sturm auf die Bastille in Frankreich zusammen. Unser Bundesgünther vereinigt unsere Nation nicht nur im Geiste und sein mentaler Brustbeutel könnte unsere junge Republik noch retten. Wichtig ist nur, dass Kiwi in Zukunft die Fresse hält, während sie moderiert. Der wichtigste Paragraph im deutschen Grundgesetz, auch frisurentechnisch, bleibt: Es gibt nur einen Rudi Völler!Instagram:https://www.instagram.com/atzeschroeder_offiziell/ Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
„Ihr aber, für wen haltet ihr mich?“ Diese fundamentale Frage Jesu gehört zu den tiefsten und zugleich herausforderndsten Fragen des christlichen Glaubens. Sie richtet sich nicht nur an die Jünger im Evangelium, sondern bleibt auch heute von erstaunlicher Aktualität. Zwischen den vielen Stimmen, Überzeugungen und Ansprüchen, die das moderne Leben prägen, stellt sich immer wieder die Frage, wer Jesus wirklich ist. Der Kontext der Frage führt an einen Ort voller Symbolik. Dort begegnen sich weltliche Macht, religiöse Vielfalt und die Sehnsucht des Menschen nach Orientierung. Genau in diesem Spannungsfeld fordert Jesus eine persönliche Antwort heraus. Mit der Reaktion des Petrus, dass Jesus der Messias und der Sohn des lebendigen Gottes sei, wird eine theologische Weichenstellung vollzogen. Dieses Bekenntnis führt schließlich dazu, dass Jesus ihm das Amt des Felsens für die Kirche überträgt. Doch was bedeutet dieses Bekenntnis heute für uns persönlich? Warum ist es weit mehr als eine rein theologische Aussage aus vergangenen Zeiten? Es geht um die Frage, welche konkrete Bedeutung dieses Bekenntnis für das eigene Leben hat – für tägliche Entscheidungen, für gesetzte Prioritäten und für die Frage, woran das eigene Herz wirklich hängt. Vielleicht ist die Frage Jesu deshalb bis heute die entscheidende Frage des Glaubens: Wer ist Jesus, und welchen Platz nimmt er im eigenen Herzen ein? Mehr dazu im Video von Bischof Stefan Oster.
Schön, dass du zu dieser besonderen Folge wieder dabei bist! Gemeinsam mit dem großartigen Anatoli Uschomirski tauchen wir in die faszinierende Welt der biblischen Feste ein. Warum sind diese Feste auch heute noch wichtig? Welche tiefen und spannenden Bedeutungen stecken hinter ihnen? Und wie weisen sie auf den Messias hin?In diesem ersten Teil unserer Reihe sprechen wir über die Frühlingsfeste – die ersten vier der insgesamt sieben biblischen Hauptfeste: Pessach, das Fest der ungesäuerten Brote, das Fest der Erstlingsfrüchte und Schawuot.Sei dabei und entdecke die biblischen Feste aus einer vielleicht ganz neuen Perspektive!
SALMOS 21-26Nesses salmos contemplarmos o rei vitorioso, a dor profética do abandono, o pastoreio divino e a busca por um coração sincero diante do tribunal de Deus.No salmo 21, o povo e o rei celebram as respostas de Deus às orações, destacando a concessão de vida longa, uma coroa de ouro puro e a destruição daqueles tramavam o mal contra o Ungido do Senhor. O salmo 22 começa com o grito profético "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?", o salmista descreve uma agonia extrema — zombaria, mãos e pés perfurados e vestes sorteadas – antecipando a agonia do Messias. O salmo 23 é o cântico clássico de confiança absoluta, onde Deus é visto como o Pastor que cuida e ama as ovelhas do seu pasto. O salmo 24 estabelece a soberania de Deus sobre o mundo, culminando na recepção triunfal do Rei forte e poderoso pelas portas eternas. No salmo 25 Davi expressa total dependência, pedindo que Deus ensine as Suas veredas, e não se lembre dos pecados e o livre da solidão e dos inimigos. No salmo 26 o salmista pede para ser julgado e examinado, afirmando que foge da falsidade e prefere lavar as mãos na inocência para andar ao redor do altar do Senhor.
Send us Fan MailHebreërs 11:24-26 Omdat Moses geglo het, het hy as volwasse man geweier om as die seun van Farao se dogter bekend te staan. Hy het die swaarkry saam met God se volk verkies bo die kortstondige genieting van die sonde. Vir hom was die smaad wat hy ter wille van Christus, die Messias, moes deurmaak, 'n groter rykdom as die skatte van Egipte. Hy het immers uitgesien na die beloning wat God aan hom sou gee. (NLV) Ons leef in 'n wêreld wat daarvan hou om medaljes en toekennings uit te deel - in skole, in die akademie, in sport, selfs in die vermaaklikheidswêreld. Ja, soos klokslag elke jaar, rol Hollywood die rooi tapyt vir die Oscar-toekennings uit. Die Oscars, staan bekend as die nag van weelde en prag. Flitsende kameras, glinsterende rokke, snyerspakke en miljoen-dollar glimlagte skitter waar die wêreld se grootste sterre bymekaarkom.Daardie goue beeldjies blink onder verblindende ligte terwyl limousines buite toustaan en die sjampanje binne vloei. Dit is die vermaaklikheidsbedryf se kroonjuweel - 'n skouspel van elegansie, luuksheid en prestige wat die verbeelding van miljoene kykers dwarsdeur die wêreld aangryp.Maar weet jy, Hollywood se dubbele Oscar-wenner, Denzel Washington, het in 'n onlangse onderhoud gesê: Die mens gee die toekenning. God gee die beloning. Op my laaste dag sal die Oscars my niks baat nie.Hebreërs 11:24-26 Omdat Moses geglo het, het hy as volwasse man geweier om as die seun van Farao se dogter bekend te staan. Hy het die swaarkry saam met God se volk verkies bo die kortstondige genieting van die sonde. Vir hom was die smaad wat hy ter wille van Christus, die Messias, moes deurmaak, 'n groter rykdom as die skatte van Egipte. Hy het immers uitgesien na die beloning wat God aan hom sou gee. (NLV)Ons kan so besig wees om die wêreld se toekennings en lof na te jaag, dat ons die Kroon van die lewe, wat vir die persoon wat vir Christus ly en tot die einde volhard, bestem is, uit die oog verloor.Mik na die Kroon, nie die trofee nie, want terwyl die trofee 'n tyd lank hou, is die Kroon van die lewe vir ewig in Christus joune. Dis God se Woord. Vars ... vir jou ... vandag. Support the showEnjoying The Content?For the price of a cup of coffee each month, you can enable Christianityworks to reach 10,000+ people with a message about the love of Jesus!DONATE R50 MONTHLY
Quem é Jesus?No segundo episódio da nossa série sobre a trilogia Jesus de Nazaré, de Bento XVI, acompanhamos o início do ministério público de Cristo: do Batismo no rio Jordão até a Transfiguração.Ao longo da conversa, refletimos sobre o Reino de Deus, o Sermão da Montanha, a Torá do Messias, o Pai-Nosso, as parábolas e os grandes símbolos do Evangelho de São João.Mais do que uma análise bíblica, Bento XVI nos convida a encontrar a verdadeira identidade de Jesus.
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Parasja PinchasTe lezen:Num. 25:10 – 29:40 (30:1); 1Kon. 18:46 – 19:21 / Jer. 1:1–2:3; Luk. 1:5-17“Zie, Ik zend tot u de profeet Elia, voordat de dag van de HEERE komt, die grote en ontzagwekkende dag. Hij zal het hart van de vaders tot de kinderen terugbrengen, en het hart van de kinderen tot hun vaders, opdat Ik niet zal komen en de aarde met de ban zal slaan.” (Maleachi 4:5–6, HSV)In deze aflevering volgen we een opmerkelijke bijbelse lijn van Pinchas via de profeet Elia naar Johannes de Doper. Wat verbindt hun ijver, hun oproep tot bekering en hun optreden in tijden van geestelijke crisis? Daarbij onderzoeken we hoe de profetie van Maleachi over de komst van Elia gestalte krijgt in Johannes, die optreedt “in de geest en de kracht van Elia”.De rode draad is niet religieus fanatisme, maar trouw aan de Eeuwige, herstel van verbroken verhoudingen en terugkeer naar zijn verbond. Tegelijk klinkt er een eschatologische echo: zoals Johannes het volk voorbereidde op de eerste komst van de Messias, zo blijft de oproep tot bekering en herstel actueel met het oog op de grote en ontzagwekkende dag van de Eeuwige. Vanuit de parasja, de haftara en het evangelie volgens Lucas ontdekken we hoe Gods ijver uiteindelijk gericht is op verzoening, vrede en het gereedmaken van een volk voor de komst van de Koning.Support the show
Erstmals auf Websites aus Brasilien habe ich Statuen und Gemälde gesehen, die die schwangere Maria zeigen, was hier in Europa sehr selten dargestellt wird und wenn, dann nur auf sehr alten Gemälden aus sehr frühen Kunstepochen. Dabei wird auf ein Geschehen und eine Realität hingewiesen, die das Weltgeschehen und die Sicht auf den Menschen so eindrücklich verändert hat.Ein vierzehnjähriges Mädchen, das in der Glaubensgewissheit erzogen worden ist, dass eine aus ihrem Volk die Mutter des Messias werden wird, hat diese Begegnung mit dem Engel Gabriel, der genau ihr diese unglaubliche Botschaft bringt. Und der Engel gibt ihr – quasi als Ermutigung – Tipp und Trost die Nachricht, dass ihre Verwandte Elisabeth, die ja schon älter und kinderlos ist, jetzt einen Sohn erwartet. Sie sei schon im sechsten Monat, weil bei Gott nichts unmöglich ist.Maria macht sich auf den Weg ins Gebirge, zu ihrer Verwandten. Was will sie dort? Ihre eigenen Eltern ahnen wahrscheinlich noch nichts von dem Unbeschreiblichen, was sich da anbahnt, ihr Verlobter Josef auch nicht. Braucht sie vielleicht doch noch den Beweis, dass sie das alles nicht geträumt hat, dass stimmt, was der Engel gesagt hat. Oder will sie den Abstand von Zuhause, um sich selbst wieder sicher zu werden? Vielleicht braucht sie eine mütterliche Schulter, an der sie sich anlehnen und ausweinen kann wegen all dem Ungeheuerlichen, was ihr da zugetraut wird? Fragen über Fragen, die wir uns stellen, würden.Dann aber, im Augenblick, da sich diese beiden Frauen, die ganz junge und die schon ältere begegnen, geschieht eine Explosion und eine Revolution: eine Explosion in Freude, Glück und Überraschung, die beide Frauen und ihre Ungeborenen erfasst und jubeln lässt. Und eine Revolution. Denn aus Maria, diesem gesegneten jungen Mädchen, bricht ein Gebet hervor, dass bis heute nachhallt. Sie verkündet, dass Gott auf die Niedrigen schaut, die Hochmütigen verjagt, die Mächtigen von ihren Thronen stürzt und kleine Leute erhöht und sich immer seines Volkes erbarmt, weil er es Abraham, Sara und allen ihren Nachkommen verheißen hat. Und sie sagt nicht, dass dieser Gott es in Zukunft tun wird, sondern jetzt, heute, immer. Aus dieser Begegnung von Maria und Elisabeth, an die wir uns heute erinnern, geht eine Kraft und Freude aus, weil es allen klarmacht: Dieser Gott ist mit uns, heute, immer und in alle Ewigkeiten.
Vom Paulusdom in Münster grüßt den Petersdom in Köln der Theologe Thomas Söding. Söding ist katholischer Seniorprofessor für Neutestamtliche Exegese an der Ruhr Universität Bochum und Vizepräsident des Zentralkomitees der deutschen Katholiken. Das Hochfest Peter und Paul beschreibt Söding in der Montagsfolge des Podcasts "Blick in die Bibel" als Symbol für die Vielfalt der Kirche. Petrus und Paulus seien sehr unterschiedliche Persönlichkeiten gewesen: Petrus der Praktiker, Paulus der gelehrte Denker und Schriftgelehrte. Trotz Konflikten hätten beide gemeinsam daran gearbeitet, die junge Kirche aufzubauen und den christlichen Glauben zu verbreiten. Paulus brachte seine jüdische Bildung in die Deutung des Glaubens an Jesus als den Christus ein, während Petrus als enger Begleiter Jesu dessen Würde als Messias erkannte und später verstand, dass Gottes Botschaft allen Menschen gilt.Besonders wichtig ist Söding die menschliche Seite des Petrus. Er sei kein makelloser Held, sondern ein Mensch mit Schwächen, der Jesus verleugnete und dennoch von ihm neu berufen wurde. Gerade darin zeige sich die Kraft der Gnade. Das Evangelium von Petrus' Bekenntnis zu Jesus als Christus versteht Söding nicht als Prüfung, sondern als Einladung zum Glaubensbekenntnis. Kirche gründe auf diesem Bekenntnis und habe die Aufgabe, Menschen den Zugang zu Gottes Reich zu öffnen. Die Geschichte des Petrus mache Hoffnung: Trotz menschlicher Fehler und Versagen gehe der Weg der Kirche weiter.Aus dem Matthäusevangelium:In jener Zeit, als Jesus in das Gebiet von Cäsarea Philippi kam, fragte er seine Jünger und sprach: Für wen halten die Menschen den Menschensohn? Sie sagten: Die einen für Johannes den Täufer, andere für Elija, wieder andere für Jeremia oder sonst einen Propheten. Da sagte er zu ihnen: Ihr aber, für wen haltet ihr mich? Simon Petrus antwortete und sprach: Du bist der Christus, der Sohn des lebendigen Gottes? Jesus antwortete und sagte zu ihm: Selig bist du, Simon Barjona; denn nicht Fleisch und Blut haben dir das offenbart, sondern mein Vater im Himmel. Ich aber sage dir: Du bist Petrus – der Fels – und auf diesen Felsen werde ich meine Kirche bauen und die Pforten der Unterwelt werden sie nicht überwältigen. Ich werde dir die Schlüssel des Himmelreichs geben; was du auf Erden binden wirst, das wird im Himmel gebunden sein, und was du auf Erden lösen wirst, das wird im Himmel gelöst sein. (Mt 16,13-19)(© Ständige Kommission für die Herausgabe der gemeinsamen liturgischen Bücher im deutschen Sprachgebiet)
Homilia Padre Andrés Furlan, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 16,13-19Naquele tempo,Jesus foi à região de Cesareia de Filipee ali perguntou aos seus discípulos:"Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?"Eles responderam:"Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias;Outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas".Então Jesus lhes perguntou:"E vós, quem dizeis que eu sou?"Simão Pedro respondeu:"Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo".Respondendo, Jesus lhe disse:"Feliz és tu, Simão, filho de Jonas,porque não foi um ser humano que te revelou isso,mas o meu Pai que está no céu.Por isso eu te digo que tu és Pedro,e sobre esta pedra construirei a minha Igreja,e o poder do inferno nunca poderá vencê-la.Eu te darei as chaves do Reino dos Céus:tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus;tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus".Palavra da Salvação.
1.Korinther 1,18-25 (Neue Genfer Übersetzung)18 Mit der Botschaft vom Kreuz ist es nämlich so: In den Augen derer, die verloren gehen, ist sie etwas völlig Unsinniges; für uns aber, die wir gerettet werden, ist sie ´der Inbegriff von` Gottes Kraft.19 Nicht umsonst heißt es in der Schrift: »Die Klugen werde ich an ihrer Klugheit scheitern lassen; die Weisheit derer, die als weise gelten, werde ich zunichte machen.«20 Wie steht es denn mit ihnen, den Klugen, den Gebildeten, den Vordenkern unserer Welt? Hat Gott die Klugheit dieser Welt nicht als Torheit entlarvt?21 Denn obwohl sich seine Weisheit in der ganzen Schöpfung zeigt, hat ihn die Welt mit ihrer Weisheit nicht erkannt. Deshalb hat er beschlossen, eine scheinbar unsinnige Botschaft verkünden zu lassen, um die zu retten, die daran glauben.22 Die Juden wollen Wunder sehen, die Griechen fordern kluge Argumente.23 Wir jedoch verkünden Christus, den gekreuzigten Messias. Für die Juden ist diese Botschaft eine Gotteslästerung und für die anderen Völker völliger Unsinn.24 Für die hingegen, die Gott berufen hat, Juden wie Nichtjuden, erweist sich Christus als Gottes Kraft und Gottes Weisheit.25 Denn hinter dem scheinbar so widersinnigen Handeln Gottes steht eine Weisheit, die alle menschliche Weisheit übertrifft; Gottes vermeintliche Ohnmacht stellt alle menschliche Stärke in den Schatten.
Na última ceia Jesus unifica o projeto divino da redenção. Naquele momento histórico o corpo e o sangue do Messias celam a nova aliança do novo povo: homens e mulheres de todas os povos são convidados à mesa e se juntarem em torno do Salvador. Pregação do Rev. David Horta na Igreja Presbiteriana Moriah em Americana-SP no culto do dia 14 de junho de 2026.
Dietmar Dath zu narrativem Utopisieren. zur Veranstaltung ‘Creative Construction and the Struggle over Progress – Democratic Planning in the 21st Century' am 11.06.2026, 19:00 Uhr im NACHTASYL Hamburg: https://www.thalia-theater.de/de/stuecke/creative-construction-and-the-struggle-over-progress-democratic-planning-in-the-21st-century/361 Groos, J. & Sorg, C. (2026). Creative Construction. Demokratische Planung im 21. Jahrhundert. Brumaire. https://brumaireverlag.myshopify.com/products/creative-construction Saito, K. (2026). Am Ende des Fortschritts: Überleben in den Ruinen des Kapitalismus. dtv. https://www.dtv.de/buch/am-ende-des-fortschritts-28534 Shownotes Dietmar Dath Dietmar Dath bei der Frankfurter Allgemeinen: https://www.faz.net/redaktion/dietmar-dath-200002914.html Staab, P. (2025). Systemkrise. Suhrkamp. https://www.suhrkamp.de/buch/philipp-staab-systemkrise-t-9783518128237 zum Kohei Saito Zitat “The future is collapsed. The future is barbarism”: https://thenew.institute/en/people/kohei-saito zu Peter Hacks: https://www.deutsche-biographie.de/gnd118544330.html#dbocontent zu Kohei Saito: https://www.u-tokyo.ac.jp/focus/en/people/k0001_04217.html zu Wachstum bei Kohei Saito: Saito, K. (2024). Slow Down: How Degrowth Communism can save the Earth. W&N. https://www.weidenfeldandnicolson.co.uk/titles/kohei-saito/slow-down/9781399612975/ zur Debatte zwischen Karl Kraus und Bertold Brecht: New Brecht Research. (2017). Karl Kraus und Bertolt Brecht: Über die Vergleichbarkeit des Unvergleichlichen. Cambridge University Press. https://www.cambridge.org/core/books/abs/brecht-yearbook-das-brechtjahrbuch-40/karl-kraus-und-bertolt-brecht-uber-die-vergleichbarkeit-des-unvergleichlichen/2A44E347B63B3D9CA03BA5B176595BAF zu Kim Stanley Robinson: https://www.penguin.de/autoren/kim-stanley-robinson/108810 Bogdanow, A. (1908 [2023]). Der rote Stern. Ein utopistischer Roman. Hofenberg. https://www.morawa.at/detail/ISBN-9783743742567/Bogdanow-Alexander/Der-rote-Stern zu Sokrates Diktum ‘Das unerforschte Leben ist nicht lebenswert': https://de.wikipedia.org/wiki/Das_unerforschte_Leben_ist_nicht_lebenswert Dath, D. (2008). Die Abschaffung der Arten. Suhrkamp. https://www.suhrkamp.de/buch/dietmar-dath-die-abschaffung-der-arten-t-9783518461457 zum Arno Schmidt Zitat „Friß Deine Knackwurst, Sklav, / und halt Dein Maul!“: Schmidt, A. Deutsches Elend. Haffmans. https://www.abebooks.de/9783251001729/Deutsches-Elend-3251001728/plp?srsltid=AfmBOoq3TGqF7mNkpjPkajJW59Tayz53LjBrISop2z66e3143yl5nzM7 Wells, H. G. (2025). Die Zeitmaschine. Anaconda. https://www.penguin.de/buecher/h-g-wells-die-zeitmaschine-roman/lederausgabe/9783730615621 Das vollständige Zitat von Marx & Engels: “(...) - während in der kommunistischen Gesellschaft, wo Jeder nicht einen ausschließlichen Kreis der Tätigkeit hat, sondern sich in jedem beliebigen Zweige ausbilden kann, die Gesellschaft die allgemeine Produktion regelt und mir eben dadurch möglich macht, heute dies, morgen jenes zu tun, morgens zu jagen, nachmittags zu fischen, abends Viehzucht zu treiben, nach dem Essen zu kritisieren, wie ich gerade Lust habe, ohne je Jäger, Fischer, Hirt oder Kritiker zu werden”. Marx, K. & Engels, F. (1845-1846 [2025]). Die deutsche Ideologie. Dietz Berlin. https://dietzberlin.de/produkt/mew-marx-engels-werke-band-3-2/ Marx, K. (1867-1894 [2020]). Das Kapital I-III. 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Fischer. https://www.fischerverlage.de/buch/eva-von-redecker-dieser-drang-nach-haerte-9783103977240 Relevante Future Histories Folgen S03E55 | Kim Stanley Robinson on Real Utopian Futures https://www.futurehistories.today/episoden-blog/s03/e55-kim-stanley-robinson-on-real-utopian-futures/ S03E53 | Philipp Staab zur Systemkrise https://www.futurehistories.today/episoden-blog/s03/e53-philipp-staab-zur-systemkrise/ S03E45 | Luise Meier zu kommunisitischem Utopisieren https://www.futurehistories.today/episoden-blog/s03/e45-luise-meier-zu-kommunistischem-utopisieren/ S02E38 | Eva von Redecker zu Bleibefreiheit und Demokratischer Planung https://www.futurehistories.today/episoden-blog/s02/e38-eva-von-redecker-zu-bleibefreiheit-und-demokratischer-planung/ S01E25 | Joseph Vogl zur Krise des Regierens https://www.futurehistories.today/episoden-blog/s01/e25-joseph-vogl-zur-krise-des-regierens/ — Future Histories Kontakt & Unterstützung: Wenn euch Future Histories gefällt, dann erwägt doch bitte eine Unterstützung auf Patreon: https://www.patreon.com/join/FutureHistories Schreibt mir unter: office@futurehistories.today Instagram: https://www.instagram.com/futurehpodcast/ Mastodon: https://mstdn.social/@FutureHistories Website mit allen Folgen: https://www.futurehistories.today/ Episode Keywords #DietmarDath, #JanGroos, #Interview, #FrankfurterAllgemeine, #FutureHistories, #SciFi, #ScienceFiction, #Fantasy, #Utopie, #Markt, #Zukunft, #Kommunismus, #Sozialismus, #Demokratie, #Imagination, #Gesellschaft, #Literatur, #Marxismus, #Marx, #Engels, #Solidarität, #Narrative, #Geschichte
Jairinho é condenado a 43 anos por morte de Henry Borel, e Monique é solta depois de receber perdão. E morre a iraniana Marjane Satrapi, autora de ‘Persépolis’, aos 56 anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No 3 em 1 desta quinta-feira (04), o destaque foi que o senador Flávio Bolsonaro (PL) encontrou-se com o governador Tarcísio de Freitas e o prefeito Ricardo Nunes na Marcha para Jesus, em São Paulo, nesta quinta (04). Durante o evento, o parlamentar minimizou tensões e chamou Tarcísio de “grande aliado”. Analistas da bancada avaliam se o ato religioso serviu como palanque político e discutem o cenário eleitoral. O senador Flávio Bolsonaro (PL) discursou nesta quinta (04) na Marcha para Jesus, em São Paulo, classificando o atual cenário político como uma “guerra espiritual”. A bancada de analistas repercutiu as declarações do parlamentar sobre a polarização eleitoral. O debate destacou a importância de pautas econômicas e de segurança pública para o eleitorado conservador em 2026. O ministro Edson Fachin autorizou a AGU a assumir a defesa de Alexandre de Moraes em uma ação movida pelas plataformas Rumble e Trump Media nos Estados Unidos nesta quinta (04). Fachin justificou que o processo envolve a soberania do país e a independência do Judiciário. A bancada do 3 em 1 repercute a legalidade da medida e os limites territoriais das decisões da Suprema Corte brasileira. A ex-ministra Gleisi Hoffmann criticou publicamente o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro nesta quinta (04). A reação ocorreu após o parlamentar sugerir a substituição do Pix pelo sistema norte-americano Zelle. A bancada do 3 em 1 debateu a complexidade técnica e os custos de uma eventual troca, além de apontar o Pix como uma infraestrutura pública consolidada pelo Banco Central. O governo de Donald Trump indicou o deputado da Flórida Daniel Perez para assumir a embaixada norte-americana em Brasília nesta quinta (04). A decisão gerou mal-estar no Itamaraty porque a Casa Nova não consultou o governo brasileiro antes do anúncio, quebrando o rito tradicional do "agrément". Fabrízio Neitzke analisa os impactos dessa indicação ideológica no 3 em 1. Os governos do Brasil e da Suécia ratificaram a intenção de expandir a parceria na área de defesa com a compra de mais 20 caças Gripen, da empresa Saab. O anúncio ocorreu nesta quinta (04), em Estocolmo, com os ministros José Múcio e Pål Jonson. O novo lote vai reforçar as 36 aeronaves já adquiridas. A bancada do 3 em 1 discute o investimento em meio a restrições orçamentárias. O Advogado Geral da União, Jorge Messias, rebateu as declarações do senador Flávio Bolsonaro (PL) durante a Marcha para Jesus nesta quinta (04). Em resposta, Messias defendeu que o evento não deve ser usado como comício eleitoral e afirmou ter entregue sua indicação ao STF nas mãos de Deus. O presidente Lula (PT) justificou sua ausência na Marcha para Jesus por meio de uma ligação telefônica para o organizador do evento. Em áudio divulgado nas redes, o mandatário afirmou que não compareceu para evitar passar a ideia de que estaria tirando proveito político de uma ocasião sagrada. O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) publicou um vídeo negando que tenha sugerido a substituição do Pix pela ferramenta norte-americana Zelle. Ele reforçou que o Pix foi criado no governo de Jair Bolsonaro sem taxas e desafiou a imprensa a mostrar provas. O ministro do STF, Luiz Fux, afirmou em Curitiba que juízes e magistrados não podem decidir motivados por vontade política, ressaltando que não são membros eleitos. Fux rebateu críticas de ativismo judicial na corte e declarou que o parlamento está dividido por ideologias. A PGR e a Polícia Federal devem definir na próxima semana se aceitam o novo acordo de delação premiada de Daniel Vorcaro. A defesa do banqueiro entregou um material complementar na última segunda (1º), após a primeira versão ser considerada incompleta por poupar nomes de investigados. Vorcaro segue preso na superintendência da PF. O ex-vereador do Rio de Janeiro, Dr. Jairinho, foi condenado a 43 anos e nove meses de prisão pela morte de Henry Borel, ocorrida em março de 2021. O Tribunal do Júri chegou ao veredito após 11 dias de julgamento. Já a mãe da vítima, Monique Medeiros, teve a acusação desclassificada para homicídio culposo e recebeu perdão judicial. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No final da sua profecia Jesus revela que ele virá em glória para revelar seu poder e a soberania de Deus sobre todos os governos desse mundo. Baseado nessa promessa o Messias conclama seus discípulos para uma vida de vigilância. Antes de especular sobre a escatologia o discurso chama para a ação. Pregação do Rev. David Horta no dia 31 de maio de 2026 no culto da Igreja Presbiteriana Moriah em Americana-SP.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (29):O presidente Lula criticou a decisão dos Estados Unidos de classificar as facções brasileiras PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, alegando temer uma possível intervenção internacional. A declaração gerou forte repercussão no ecossistema político, com analistas apontando que a medida de Washington foca no bloqueio financeiro e no combate ao crime transnacional. O especialista em segurança e defesa Alessandro Visacro afirmou, em entrevista ao programa Os Pingos nos Is, que a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos EUA expõe um "déficit crescente" na soberania do Brasil. Visacro criticou a abordagem "populista" e a negligência histórica do Estado, destacando que a perda de controle territorial e a fusão de atividades lícitas e ilícitas pelas facções exigem uma política de Estado robusta, e não apenas ações governamentais de curto prazo. A porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Amanda Robertson, detalhou em entrevista exclusiva à Jovem Pan News a decisão do governo Trump de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Segundo dados oficiais, os grupos já possuem ramificações em pelo menos 12 estados norte-americanos, ameaçando a segurança de ambos os países. O presidente Lula afirmou que enviará novamente o nome de Jorge Messias, atual Advogado-Geral da União, para a vaga no Supremo Tribunal Federal. A declaração ocorreu após o Senado Federal rejeitar a primeira indicação de Messias, marcando uma derrota histórica para o Planalto. A Polícia do Senado abriu uma investigação para apurar um suposto plano de atentado contra o senador Flávio Bolsonaro. As suspeitas surgiram após declarações do funkeiro MC Miza em uma entrevista, na qual sugeriu o envolvimento da influenciadora Deolane Bezerra, que está presa e sob suspeita de ligação com o PCC. A defesa da advogada classificou as acusações como "absurdas e irresponsáveis", enquanto o senador afirmou que não se deixará intimidar pelo crime organizado. O ministro do STF, Luiz Fux, cobrou celeridade na solução da crise financeira do Banco de Brasília (BRB) para proteger cerca de R$30 bilhões em depósitos judiciais e evitar o desgaste da credibilidade do Judiciário. A engenharia para o socorro prevê um aporte de R$6,5 bilhões via Fundo Garantidor de Crédito (FGC), blindando o caixa da União. No entanto, analistas alertam que a triangulação financeira com garantias estatais transfere, em última instância, o risco da operação para o bolso do contribuinte. O rombo das empresas estatais brasileiras atingiu a marca de R$7,687 bilhões no primeiro quadrimestre de 2026, superando o déficit registrado em todo o ano anterior. O resultado negativo, puxado principalmente pelas empresas federais e estaduais, reacendeu o debate sobre privatizações no programa Os Pingos nos Is. Os analistas alertam que o desequilíbrio das contas públicas pressiona a inflação e afeta diretamente a economia e os investimentos estratégicos do país. O debate sobre o enquadramento de facções criminosas brasileiras ganhou novos capítulos após a decisão dos Estados Unidos em classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Enquanto o promotor Lincoln Gakiya, do Gaeco, defende que os grupos atuam como "empresas multinacionais do crime" com características mafiosas, analistas discutem o impacto da medida na cooperação internacional. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
No 3 em 1 desta sexta-feira (29), o destaque foi que a Polícia do Senado abriu um inquérito sigiloso para investigar um suposto plano de atentado contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A investigação ganhou contornos dramáticos com a suspeita de envolvimento da influenciadora Deolane Bezerra, cujas comunicações estariam sendo monitoradas em conexão com facções criminosas. O presidente Lula (PT-SP) subiu o tom nesta sexta-feira (29) contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), após os EUA classificarem o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Lula afirmou que o parlamentar "não tem vergonha na cara" ao articular sanções externas contra o próprio país e chamou o pré-candidato de "traidor da pátria" por ter ido a Washington pedir a medida ao governo Trump, o que, segundo o Planalto, fere a soberania nacional e abre brecha para interferência estrangeira. O promotor de Justiça de SP, Lincoln Gakiya, maior especialista no combate ao PCC, afirmou nesta sexta-feira (29) que a classificação de facções como "terroristas" pelos EUA é juridicamente imprecisa. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) colhe os frutos políticos de sua viagem a Washington após o governo Donald Trump oficializar o PCC e o Comando Vermelho como grupos terroristas. O prestigiado The New York Times destacou nesta sexta-feira (29) o papel fundamental da "pressão da família Bolsonaro" na decisão de Donald Trump de classificar o PCC e o CV como grupos terroristas. O presidente Donald Trump anunciou que esta sexta-feira (29) será o "dia das decisões" para o novo acordo entre EUA e Irã. O objetivo é encerrar as hostilidades no Oriente Médio e estabelecer um novo marco de desnuclearização no país. O presidente Lula (PT-SP) afirmou nesta sexta-feira (29), em Sergipe, que enviará novamente o nome de Jorge Messias (AGU) para o STF. A decisão ocorre exatamente um mês após o Senado impor uma derrota histórica ao governo, rejeitando Messias por 42 votos a 34. Em entrevista exclusiva ao 3 em 1, a porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Amanda Robertson, revelou que o PCC e o Comando Vermelho já têm presença ativa em 12 estados americanos. Robertson esclareceu que a classificação como grupos terroristas visa o asfixiamento financeiro e não implica intervenção militar no Brasil. O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) abriu uma investigação urgente após a descoberta de dispositivos de escuta (grampos) escondidos no gabinete do governador do Rio de Janeiro, Ricardo Couto. O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) reafirmou nesta sexta-feira (29) que deixará a vida pública ao fim de seu mandato, em fevereiro de 2027. Em entrevista exclusiva à filial da Jovem Pan, o pré-candidato ao governo de SP, Fernando Haddad,criticou duramente as falas de Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) que levaram os EUA a classificarem facções brasileiras como grupos terroristas. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Presidente confirma que vai reenviar nome de Messias ao Senado para vaga no STF. E PIB do Brasil cresce 1,1% no primeiro trimestre com impulso do agro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Episódio postado em 22 de maio de 2026. No Foro de Teresina desta semana, Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros analisam o impacto político das revelações mais recentes sobre a relação entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, que aprofundaram a crise em torno da candidatura presidencial do senador e ampliaram as divisões dentro da direita. No segundo bloco, o trio discute os efeitos do escândalo nas pesquisas eleitorais e a recuperação de Lula na corrida presidencial. No terceiro bloco, os apresentadores tratam da possível volta de Jorge Messias à disputa por uma vaga no Supremo e das novas tensões entre o Planalto e o Senado. Escalada: 00:00 1º bloco: 04:34 2° bloco: 25:38 3º bloco: 38:31 Kinder Ovo: 55:58 Momento Cabeção: 57:05 Correio Elegante: 01:00:08 Créditos: 01:02:05 Acesse a transcrição e os links citados nesse episódio:https://piaui.uol.com.br/web/ft113/ Leia “Em modo detox digital”, reportagem de Simone Duarte sobre por que as iniciativas para se desconectar estão ganhando tração: https://piaui.uol.com.br/revista/236/por-que-as-iniciativas-para-desconectar-estao-ganhando-tracao/ Receba o Caderno do Repórter, newsletter para assinantes da piauí: https://piaui.uol.com.br/newsletter/ Assine a piauí e tenha acesso ao melhor do jornalismo da revista: https://piaui.uol.com.br/assine Envie uma mensagem – ou um áudio de até 1 minuto – para o Correio Elegante pelo e-mail (forodeteresina@revistapiaui.com.br) ou por nossas redes sociais. Quer anunciar no Foro de Teresina? Entre em contato com nossa área comercial: comercial@revistapiaui.com.br. Ficha técnica: Apresentação: Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros Coordenação geral: Bárbara Rubira Direção: Mari Faria Edição: Bárbara Rubira e da Mariana Leão Produção e distribuição: Maria Júlia Vieira Finalização e mixagem: Pipoca Sound Intérpretes da nossa música tema: João Jabace e Luis Rodrigues Identidade visual: Maria Cecília Marra com arte de Amandadrafts Coordenação digital: Bia Ribeiro e Juliana Jaeger Checagem: Ethel Rudnitzki Gravado no Estúdio Rastro Redes Sociais: Fábio Brisolla, Emily Almeida e Isa Barros. Vídeos: Isa Barros e Fernanda Catunda
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (18):O presidente Lula (PT), de acordo com boatos pelos corredores do Planalto, pretende reenviar o nome de Jorge Messias, atual chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), para preencher a próxima vaga de ministro no Supremo Tribunal Federal (STF). O técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, anunciou, nesta segunda-feira (18), a convocação dos jogadores para a Copa do Mundo 2026 e confirmou que contará com o atacante Neymar Jr. O retorno do jogador ocorre em um momento estratégico de preparação para a Copa do Mundo, dividindo opiniões entre torcedores e analistas esportivos sobre o real impacto do atleta no elenco atual. O ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, deve fechar um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR) ainda nesta semana. O movimento ocorre após o avanço de investigações que cruzam dados de fraudes financeiras e parcerias estratégicas no setor bancário. A Polícia Federal aponta um prejuízo estimado em R$500 bilhões decorrente de fraudes e irregularidades no escândalo do Banco Master. Analistas debatem os impactos institucionais, uma vez que o avanço das diligências promete atingir fundos de pensão, corretoras e agentes políticos que mantinham conexões com a cúpula do grupo investigado. O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), se reunirá com aliados de seu partido, o Partido Liberal, para prestar esclarecimentos sobre os áudios vazados recentemente em conversas com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O encontro servirá para alinhar o discurso da bancada e neutralizar possíveis desgastes à sua pré-campanha rumo ao Palácio do Planalto. O ex-governador e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema (Novo), reajustou seu discurso sobre o senador e também pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma tentativa de selar um tempo de paz na direita. O movimento ocorre após atritos recentes de bastidores sobre a liderança da oposição para as próximas disputas eleitorais. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
O programa Meio-Dia em Brasília desta segunda-feira, 18, fala sobre a intenção do presidente Lula de indicar, novamente, o advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF).Além disso, o jornal aborda as novas explicações dadas por integrantes da família Bolsonaro para o financiamento do filme Dark Horse e também fala sobre a convocação da seleção brasileira para a Copa de 2026.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Lula, #Messias, #STF, #podcast, #política, #judiciário, #indicação, #governo, #notícia, #debate, #bastidores, #análise, #atualidades, #tribunal, #justiça, #direito, #planalto, #repercussão, #tendência, #polêmica
Postura do presidente da República reflete caráter autocrático e desumano do petista.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Lula, #Messias, #STF, #podcast, #política, #judiciário, #indicação, #governo, #notícia, #debate, #bastidores, #análise, #atualidades, #tribunal, #justiça, #direito, #planalto, #repercussão, #tendência, #retorno
O presidente Lula avisou a aliados que não aceitará a derrota. Mesmo após o plenário do Senado rejeitar o nome de Jorge Messias para o Supremo por falta de votos, o Planalto articula reapresentar o atual ministro da AGU antes das eleições de outubro. Entenda a estratégia por trás desse movimento arriscado.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Lula, #Messias, #STF, #Senado, #podcast, #política, #indicação, #desafio, #bastidores, #debate, #crise, #judiciário, #governo, #notícia, #análise, #atualidades, #tribunal, #justiça, #polêmica, #repercussão
No 3 em 1 desta segunda-feira (18), o destaque foi o presidente Lula (PT-SP) que estuda reenviar o nome de Jorge Messias (PT-PE) para o STF, ignorando a recente rejeição da indicação pelo Senado Federal. A manobra é vista como uma afronta. O presidente Lula (PT-SP) intensificou o confronto com o Congresso Nacional após a rejeição de nomes estratégicos e o veto a pautas do Executivo. A relação com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e com a Câmara, liderada pela oposição, atingiu o ponto mais crítico do mandato. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que não cederá à pressão pela abertura imediata de uma CPI para investigar o Caso Master. Motta declarou que o tema será tratado de forma estritamente regimental, o que foi lido como uma tentativa de "esfriar" a crise que envolve o banqueiro Daniel Vorcaro e o senador Ciro Nogueira (PP-PI). O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) convocou uma reunião de emergência com a bancada do PL nesta segunda-feira (18/05) para explicar os áudios enviados ao banqueiro Daniel Vorcaro. Em um movimento inesperado, o presidente Donald Trump anunciou o adiamento de uma ofensiva militar contra alvos estratégicos no Irã, que estava prevista para esta terça-feira (19). O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) quebrou o silêncio sobre o orçamento do documentário "Dark Horse". Ele afirmou que o valor de R$ 134 milhões é "até barato" para uma produção de padrão internacional e negou que o montante tenha relação com o banqueiro Daniel Vorcaro. Uma nova pesquisa revela que 40% dos brasileiros consideram a atuação do STF ruim ou péssima em 2026. O índice reflete o desgaste da Corte em meio a decisões monocráticas e embates com o Congresso sobre o Caso Master. O presidente Lula (PT-SP) enviou um recado direto a Donald Trump, sugerindo que os EUA abandonem o conflito direto com a China pelo controle das terras raras e foquem em parcerias estratégicas com o Brasil. O técnico Carlo Ancelotti anunciou oficialmente os 26 jogadores que representarão o Brasil na Copa do Mundo de 2026. A grande novidade é a presença de Neymar, que garantiu sua vaga após muita polêmica. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
70% dos brasileiros acham que relação entre governo Lula e Congresso é de confronto. E regime venezuelano extradita empresário aliado de Maduro pros Estados UnidosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No 3 em 1 desta terça-feira (05), o destaque foi que a Câmara dos Deputados do Brasil vota a política nacional para exploração de minerais críticos, como as terras raras. O projeto prevê a criação de um fundo de R$ 5 bilhões para estimular o processamento desses recursos no país. O tema também estará na pauta do encontro entre o presidente Lula e o presidente Trump, já que as terras raras são alvo de atenção estratégica do governo dos Estados Unidos. O presidente Donald Trump abriu uma nova frente de conflito internacional ao criticar duramente o Papa Leão. Em declaração nesta terça-feira (05), Trump afirmou que o pontífice está "ameaçando e colocando católicos em perigo" ao se posicionar de forma crítica sobre o confronto no Oriente Médio entre EUA e Irã. Mesmo após a histórica rejeição pelo Senado para a vaga no STF, o presidente Lula decidiu manter Jorge Messias no primeiro escalão do governo. O Planalto confirmou que Messias segue no comando da AGU, mas interlocutores afirmam que Lula cogita transferi-lo para um novo cargo no governo. O relator da comissão especial que analisa o fim da escala 6x1, deputado Léo Prates (Republicanos-BA), apresentou nesta terça-feira (05/05) seu plano de trabalho. O cronograma prevê a leitura do relatório em 20 de maio, com votação no colegiado no dia 26. O objetivo do presidente da Câmara, Hugo Motta, é levar a PEC ao plenário já no dia 27 de maio. Segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (05), o cenário para 2026 aponta empate técnico no segundo turno: Flávio Bolsonaro (44%) contra 43% de Lula. O senador do PL cresceu três pontos desde março, impulsionado pelo desempenho entre evangélicos e eleitores de alta renda. O deputado estadual Thiago Rangel (Avante) foi preso pela Polícia Federal na manhã desta terça-feira (05), durante a quarta fase da Operação Unha e Carne. A investigação aponta fraudes em contratos de obras e fornecimento de materiais para escolas da rede estadual de ensino, com desvios que seriam lavados em postos de combustíveis. O Ministério Público Eleitoral (MPE) protocolou um recurso nesta terça-feira (05) alegando que houve "omissão" por parte do TSE no julgamento que manteve o mandato de Cláudio Castro. O órgão afirma que a Corte ignorou evidências robustas de abuso de poder político e econômico. Vale lembrar que o acordo destaca que Castro deixou o governo do Rio de Janeiro por renúncia. O presidente Lula anunciou nesta terça-feira (05/05) o programa "Brasil contra o Crime Organizado", com previsão de quase R$ 1 bilhão em investimentos. O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) confirmou nesta terça-feira (05) que o presidente da Alesp, André do Prado (PL), será um dos pré-candidatos ao Senado em sua chapa. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Com time completo novamente, o Lado B debate as derrotas do Governo Lula III na última semana, a fragilidade da dita democracia brasileira, os empecilhos para a eleição e o risco Flávio Bolsonaro. Também comentam a declaração de Romeu Zema a favor do trabalho infantil.Com Caio Bellandi, Daniel Soares, Fagner Torres Lima e Luara RamosRetire seu ingresso gratuito para a Festa de aniversário do Marx no Armazém da Utopia, neste sábado: https://www.sympla.com.br/evento/festa-de-aniversario-do-marx-no-armazem-da-utopia-rio-de-janeiro/3399879APOIE SEU PODCAST PREFERIDO a partir de R$ 10/mês no apoia.se/ladobdorio e concorra a oito livros da Boitempo! Se preferir, FAÇA UM PIX de qualquer valor para ladobdorio@yahoo.com e contribua com seu podcast preferido; LADO B & BOITEMPO: Tenha 20% de desconto no cupom “LADOBOI20” no site boitempoeditorial.com.br e ajude o Lado B! DESCONTO NA CAMISA CRÍTICA: Faça suas compras na Camisa Crítica em bit.ly/CamisaCriticaLadoB garanta 10% de desconto com o cupom “LADOB” e ajude o seu podcast preferido!
Boa terça, angulers! No primeiro bloco do #331, comentamos a rejeição de Jorge Messias pelo Senado. Pela primeira vez na história, uma indicação para ministro do STF é vetada. Ainda nesse bloco, falamos da derrubada do veto do PL da Dosimetria pelo Congresso. Fim dos tempos. No segundo bloco, explicamos o Desenrola 2.0, novo programa do governo para combater o endividamento de parte da população. Por fim, Lobacabana! O que achamos do show da Shakira no Rio? Sirva-se! Apoie o Angu de Grilo no apoia.se: apoia.se/angudegrilo ou na Orelo: orelo.cc/angudegriloCortes do episódio em vídeo no @angudegrilo no Instagram e Tiktok! Siga, curta e compartilhe! Edição e mixagem: Tico Pro @ticopro_Redes sociais: Claudio Thorne @claudiothorneCortes em vídeo: Nathália Dias Souza @natdiassouza
Decisão pode tensionar ainda mais relações entre o presidente da República e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #lula #jorgemessias #ministeriodajustiça #politica #brasilia #governofederal #noticias #podcastbrasil #bastidores #planalto #justiça #stf #analisepolitica #governolula #brasileiro #direito #nomeação #atualidades #poder #decisao
Bom dia 247_ Xandão trai Messias_ Pacheco trai Lula _2_5_26_ by TV 247
Convidada: Ana Flor é comentarista da GloboNews e colunista do g1. O Senado impôs uma derrota histórica ao rejeitar a indicação do presidente Lula para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Jorge Messias foi o primeiro nome reprovado desde 1894, no governo de Floriano Peixoto. Há 132 anos. O placar foi de 42 votos a 34, após articulação do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), contra o governo. Desde o início, Alcolumbre queria que o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) fosse a indicação do presidente, não o advogado-geral da União (AGU). Antes da rejeição no plenário, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou a indicação de Messias por 16 votos a 11. Durante a sabatina na CCJ, Messias reforçou sua posição contrária ao aborto e criticou as decisões individuais do STF que, segundo ele, diminuem a dimensão institucional do Supremo. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Ana Flor, comentarista da GloboNews e colunista do g1, sobre os bastidores da sabatina de Jorge Messias, as articulações que levaram à derrota do governo e como o episódio embaralha completamente as alianças políticas em Brasília.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (29):A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) por 16 votos a 11. O nome agora segue para votação no plenário, onde parlamentares devem decidir sobre a nomeação. O placar apertado na comissão aumentou a expectativa para a decisão final dos parlamentares. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu reduzir a taxa Selic de 14,75% para 14,5% ao ano, em linha com as expectativas do mercado. A decisão ocorre em meio à chamada “superquarta”, quando também há definição de juros nos Estados Unidos, e marca mais um movimento no ciclo de queda da taxa básica no Brasil. A aprovação de Jorge Messias na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e a expectativa de votação no plenário do Senado levantam questionamentos sobre o processo de indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF). Em entrevista, o doutor em Direito Constitucional Fernando Capano analisa o cenário político, afirma que essas indicações costumam ser previamente articuladas e discute a necessidade de repensar os critérios para escolha de ministros da Corte. O Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), revertendo a aprovação anterior na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A decisão marca um desdobramento importante no cenário político e evidencia a divisão entre os parlamentares na votação em plenário.Após a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), o senador Carlos Portinho classificou o resultado como um “dia histórico”. Em entrevista, ele detalha a articulação da oposição, fala sobre o clima no Senado e afirma que a decisão envia um recado tanto ao governo quanto ao STF diante do cenário de tensão entre os Poderes. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Lula #Alcolumbre #Brasília #Política #Congresso #Senado #Governo #Oposição #Notícias #Debate #Análise #Bastidores #Poder #Crise #Parlamentar #Atualidade #MeioDia #Votação #Articulação #Estratégia
Presidente petista foi o primeiro em mais de 130 anos que teve uma indicação ao STF rejeitada pelo Senado.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #politica #lula #alcolumbre #congresso #senado #messias #derrota #governo #brasil #analisepolitica #embate #brasilia #noticias #bastidores #articulacao #oposicao #vitoria #plenario #atualidades #podcastbrasil
Davi Alcolumbre ao articular derrota já está de olho na disputa da presidência do Senado de 2027.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #politica #lula #messias #derrota #governo #congresso #senado #alcolumbre #brasilia #crise #analisepolitica #oposicao #articulacao #impacto #bastidores #queda #poder #plenario #jornalismo #podcastbrasil
Integrantes do Palácio do Planalto buscam ainda culpados pela rejeição da indicação do presidente Lula.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #moraes #lula #mdb #psd #traicao #messias #derrota #bastidores #stf #congresso #senado #politica #crise #alianca #governo #brasilia #articulacao #reviravolta #oposicao #podcastbrasil
Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Narrativas analisa os acontecimentos do Brasil e do mundo sob diferentes perspectivas. Com apresentação de #MadeleineLacsko, o programa desmonta discursos, expõe fake news e discute os impactos das narrativas na sociedade. Abordando temas como geopolítica, comunicação e mídia, traz uma visão aprofundada e esclarecedora sobre o mundo atual. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 17h. Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #JorgeMessias #Senado #Documentário #MadeleineLacsko #Narrativas #Política #Brasília #Bessias #História #Derrota #Bastidores #Análise #Governo #Judiciário #Jornalismo #Podcast #Brasil #Exclusivo #Notícias #Investigação
O programa Meio-Dia em Brasília desta quarta-feira, 29, fala em detalhes sobre a sabatina do advogado-geral da União, Jorge Messias, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.Messias foi indicado para o lugar de Luís Roberto Barroso, no Supremo Tribunal Federal (STF).Além disso, o jornal também fala sobre o início dos trabalhos da Comissão Especial que vai discutir a PEC que acaba com o regime de trabalho 6x1 e sobre as expectativas de derrubada do veto do PL da Dosimetria.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Politica #Brasilia #Senado #CCJ #Sabatina #JorgeMessias #STF #Supremo #Justiça #PEC6x1 #Escala6x1 #Trabalho #Economia #Veto #Dosimetria #Noticias #Atualidades #MeioDiaEmBrasilia #Direito #Brasil
A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou nesta quarta-feira, 29, por 16 votos a 11, a indicação de Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal.O atual advogado-geral da União passou por sabatina no colegiado que durou cerca de oito horas. O nome de Messias segue agora para a análise do plenário.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Lula #STF #JorgeMessias #Sabatina #Senado #Politica #Judiciario #Brasilia #Direito #Governo #Noticias #Justica #Constituicao #PodcastBrasil #AnalisePolitica #Republica #Poder #Atualidades #Ministro #STF2026