Histórias da música portuguesa.
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Mogno é mais do que uma madeira nobre e resistente, é o nome do primeiro álbum de Denise que traduz o percurso de colaborações e mais de uma década dedicado às sonoridades do neo-soul até o rap.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Algures entre o sonho acordado e a recordação nostálgica do universo sonoro dos anos 80, goldcobra avançou com o seu primeiro disco, "OUTRUN", editado num Lado A, no ano passado, e num Lado B, acabado de sair.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Viver é, inevitavelmente, ter de lidar com a perda daqueles de que gostamos. A isto contrapõe-se a celebração da vida, uma aceitação e um conforto celebrados em "QUER QUER QUER", o álbum de apresentação de A SUL.

A música sempre marcou Victoria Leuca: da infância entre música tradicional moldava e casas de fado aos estudos em ciências musicais, até se afirmar como artista e lançar o primeiro EP, "deixa-me encontrar__".

Num bar de música ao vivo, um músico vem para mais uma noite a atuar e a entreter o público. É o ponto de partida da história que serve de linha condutora a "Existencisensual", o novo álbum de Mike El Nite.

Depois de vários anos de percurso em banda com os D'ALVA, Alex D'Alva faz um desvio em nome próprio com o EP "LIVRE", onde se estreia como produtor.

"Dói-Dói Proibido" é o disco onde Femme Falafel esconde as suas dores atrás do humor em letras sobre problemas cardiovasculares ou mitras intelectualizados, e de acordes malandros de hip-hop, jazz, disco, house ou MPB.

A expectativa em relação ao álbum de estreia de Lucas Ortet era muita! Afinal, as canções de "Me & My Guitar", onde fala de sentimentos, relações e amor, já tinham sido ouvidas mais de 18 milhões de vezes no TikTok.

Jay Mezo viajou do silêncio e da sensação de inércia até a um lugar de clareza e certeza. Desta libertação veio "Só, Tão", o álbum de estreia onde há vulnerabilidade e ritmo, luz e sombra, Brasil e Portugal.

Dos domínios do divino e do profano, as histórias e os contos da tradição oral tornam-se música em "E NO SÉTIMO DIA DEUS CRIOU", o segundo EP do Peculiar.

Ao atingir esta etapa da sua vida, Inês Marques Lucas pôs-se a refletir sobre o que aprendeu durante este tempo. Ficou tudo registado em "trinta", um EP pintado a pop e eletrónica.

Três anos depois, o coletivo AVALANCHE está de volta, com membros da primeira geração e algumas caras / vozes novas. O "VOLUME II" chegou como um presente antecipado de Natal.

Numa edição especial dentro do espírito da época, a Cherry vem mostrar "Nos teus planos", a sua canção-presente para este Natal.

Ricardo Reis Soares gosta de observar as pessoas que passam na rua, no dia a dia, e imaginar as suas histórias e rotinas. Algumas dessas histórias tornaram-se canções no seu EP de estreia, "contra tempo".

António Serginho do Grupo Retimbrar a propósito de uma canção de Natal intitulada "A Maior Prenda" que chega associada a um projeto de reflorestação em parceria com a associação ambientalista ZERO.

O músico Noiserv, de nome próprio David Santos, veio falar do álbum "7305" e dos seus 20 anos de carreira.

João Ribeiro da banda Human Natures sobre este projeto musical que lançou o seu álbum de estreia "Eletric Dreams".

Entre o copo meio vazio e o copo meio cheio, Catarina Guinot escolhe o segundo, mesmo quando o assunto é o fim de uma relação. "Ode ao Des(amor)", o EP de estreia, encara esse momento com uma luz positiva.

"Mikado", o álbum de estreia de Inês Sousa, é uma coleção de canções sobre amores, desamores, pés na terra e mente a divagar. Uma banda sonora para momentos que, no final, serão felizes.

"Revealing" é o segundo disco de JP Coimbra. É o resultado de uma reflexão sobre o papel que a tecnologia tomou nas nossas vidas diárias, seja como ajuda indispensável, seja como potenciador de preguiça mental.

Num cinema mental onde a única imagem é aquela que a música ajuda a formar, a banda sonora é "Un_Love", a estreia nos álbuns para MIRANDA.

É um disco em nome próprio, mas com muitas contribuições de outros músicos e um leque alargado de influências sonoras, do tradional ao moderno. "HÁ ESPAÇO PARA TODOS" é o novo álbum de Sílvio Rosado.

O EP de estreia de Bruno PC, há muito planeado (e ansiado), é sobre amor e saúde mental, dois temas que o tocam particularmente. Recebeu o nome de "Entre a Mente e o Coração".

Formado em 2019 este quarteto de Oeiras apresenta o álbum de estreia homónimo: 9 temas essencialmente instrumentais com muito groove, que fundem géneros, como soul, r&b, indie rock, hip-hop e world music.

O disco número cinco de Minta & The Brook Trout está aí: chama-se "Stretch" e oferece uma viagem de envolvência e suavidade musical, que dá vontade de repetir uma e outra vez.

Depois de ter entrado com estrondo no The Voice Portugal 2022, Wander Isaac começou a mostrar as suas próprias canções: "Sentimento Bom" saiu no início de 2024; "Valorizar-te" foi revelada na entrada do verão 2025.

Regressa com nova música e concerto. O empoderamento feminino, a escolha e o percurso estiveram em destaque nesta conversa que terminou com atuação ao vivo da artista, acompanhada por João Gaspar à guitarra.

Formada em Oeiras, esta associação pensada por músicos quer proporcionar um espaço para ensaios a preços acessíveis para músicos e bandas que estão a começar.

Depois de cinco anos a compor, a experimentar e a deixar amadurecer as suas criações, Teresa Esteves da Fonseca veste a pele de Esteves sem Metafísica com o lançamento do primeiro álbum, "de.bu.te".

O projeto a solo, mas talvez não solitário, de Inês Matos com a sua guitarra, que é quem faz toda a conversa musical. O último dos dois álbuns deixa um jogo de sons e uma pergunta: "E Nós, Inóspita?"

As raízes familiares e as influências espanholas e latino-americanos levam-no a cantar em espanhol, mas Salvadorico é bem português. "Acércate" e "El Niño de Papá" são os dois primeiros singles.

E, se o mundo acabar, há banda sonora? Há, sim! Há "canções para um próximo, mas inevitável, fim do mundo", o álbum de estreia de luto, nome assumido por Fred Severo no seu projeto a solo.

Nos anos 90 do século passado, Portugal teve uma explosão de festas de música eletrónica. Esse período, que sobrevivia só na memória de quem o viveu, foi retratado no documentário "Paraíso", realizado por Daniel Mota.

Diogo Fonseca não se lembra de existir sem música. Começou cedo e já compunha antes da adolescência. Em 2020, começou a lançar singles, mas, foi agora, em 2025, que editou o EP "BEFORE THE "SEE YOU LATER"".

Dreia decidiu dar os passos para ultrapassar medos e incertezas, e ir atrás dos seus sonhos. Está a começar a mostrar aquilo que, desde pequena, gosta de fazer. "Ganhar Voz" é o EP de estreia.

Da fragilidade, da tristeza e da incerteza, Catarina Lima tirou força, expressão e as músicas que compõem o seu EP de estreia, "TristeMente", onde não quis deixar nada por dizer.

Da raiva dos dias canalizada para energia transformadora e da escrita furiosa de canções para um sólido disco de estreia, Nayr Faquirá apresenta-se com "Entrelinhas", uma espécie de autobiografia musical sua.

Moldado pelas viagens e pelo teatro, Tinta Persona é mais do que um rapper ou um músico. Isso reflete-se no seu álbum de estreia, "PLATEIA", um disco que transborda para lá dos limites do hip-hop.

A estreia com o EP "Maze" de mantu, que conhecemos do The Voice 2023, onde foi finalista, com o seu verdadeiro nome: Manuel Antunes

Aparece como um onda de frescura na música portuguesa, onde se enrolam jazz e música popular brasileira: "Ser" é o EP de estreia de Sandrino.

Everyone's First Breath é o 1º. álbum da rapper de Lisboa. Além da conversa sobre o seu percurso e disco, deixou-nos um tema especial.

O álbum de estreia das redoma, "santos da minha mente", é um roteiro sonoro para um mergulho nas nossas próprias cabeças, onde podemos explorar os pensamentos contraditórios que por lá pairam.