POPULARITY
Categories
Quatro anos depois da invasão russa, a guerra na Ucrânia continua em um impasse sangrento, e sem qualquer sinal de desfecho. Estimativas militares apontam entre 1,5 milhão e quase 2 milhões de soldados mortos desde 2022 — a maioria deles russos. Nesta terça-feira (24), data que marca mais um aniversário da guerra, a RFI ouviu militares e civis para traçar um resumo da situação atual no país. Com informações dos enviados especiais da RFI à Ucrânia, Murielle Paradon e Julien Boileau, e de Théo Renaudon. A Rússia mantém o controle de aproximadamente 20% do território da Ucrânia, consolidando ganhos obtidos sobretudo em 2024, ainda que sem grandes avanços desde então. A presença russa é forte ao leste, no Donbass, e ao sul, perto de Zaporíjia, Kherson e Crimeia. Porém, a proliferação de drones mudou a configuração da guerra. Na cidade portuária de Kherson, é preciso dirigir em alta velocidade para evitar ser perseguido por um drone russo. A estrada também é parcialmente protegida por redes artesanais projetadas para deter o que os moradores chamam de "máquinas mortais". “Usamos diferentes tipos de redes para deter os drones. Algumas têm buracos de vários tamanhos, que podem parar os drones e as cargas explosivas que eles lançam", explica Oleksander Tolokonnikov, vice-chefe da administração regional de Kherson. "E não são apenas as redes; temos sistemas de interferência contra drones e unidades móveis que podem abatê-los,” completa. O clima é sombrio na cidade. Cerca de 80% da população fugiu de Kherson. Os poucos que ficaram parecem resignados. Vika tomava um café ao ar livre, enfrentando o frio e a ameaça inimiga. Aos 16 anos, ela diz que se acostumou com a ideia de morrer a qualquer momento. “Quando você ouve o som de um drone, você não sabe o que vai acontecer, se você vai conseguir chegar ao seu destino ou se o drone vai lhe atingir. Então eu me escondo debaixo das árvores, sim, das árvores!” Apenas os idosos, funcionários públicos e suas famílias permaneceram em Kherson. Para eles, a vida está por um fio. Ludmila, de 71 anos, prefere depositar sua fé em Deus. “Antes de sair de casa, eu rezo a Deus para que Ele esteja comigo, para que nada aconteça comigo, com meus filhos, meus netos ou com a minha igreja”, diz. Combate robotizado Além da guerra com drones, os soldados ucranianos contam cada vez mais com a ajuda de robôs no combate. Equipamentos controlados remotamente são usados para reabastecer soldados e até mesmo resgatar os feridos, como os enviados especiais da RFI acompanharam em Pavlograd, no leste da Ucrânia. Na zona rural coberta de neve, Artem, um soldado de 24 anos, opera remotamente um robô equipado com uma plataforma e grandes esteiras — uma espécie de mini-tanque — que surgiu no campo de batalha há alguns meses para reabastecer os soldados ucranianos na linha de frente. “Usamos este robô conectado para transportar suprimentos, comida, geradores, munição — tudo o que os soldados precisam para sobreviver. Devido ao grande número de drones inimigos, não é possível reabastecer os soldados a pé ou em um veículo sem colocar em risco a vida de outros soldados.” Esses robôs também podem evacuar os feridos. Os dispositivos maiores podem transportar uma carga de até 500 kg. Artem relata que em uma operação recente conseguiram "evacuar dois soldados feridos que estavam cercados em território já ocupado pelo inimigo. A evacuação exigiu um longo planejamento", afirma. "Aguardamos condições climáticas favoráveis e então lançamos a operação. Ela durou 10 horas e foi um sucesso! Não consigo descrever a emoção que senti quando conseguimos retirar o robô com os dois soldados feridos da zona de perigo”, conclui. O próprio jovem Artem foi ferido na linha de frente em 2023. Tendo perdido uma perna, ele não luta mais com um fuzil, mas com um joystick, que é uma nova forma de fazer guerra. Conversas de paz estagnadas Enquanto isso, na arena diplomática, as mais recentes negociações de paz entre Rússia e Ucrânia, realizadas em Genebra em meados de fevereiro, terminaram sem avanços significativos. As duas delegações descreveram as conversas como “difíceis”. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que os resultados foram “insuficientes” e que questões políticas sensíveis seguem sem solução, apesar de algum progresso técnico nas discussões militares. Novas rodadas estão previstas, mas sem data anunciada. Os Estados Unidos continuam a mediar o processo e falam em “progresso significativo”. Combate à corrupção Ao mesmo tempo em que enfrenta negociações de paz marcadas por avanços limitados e grande pressão internacional, a Ucrânia também trava uma batalha interna contra a corrupção — um fator decisivo para sua credibilidade diante dos mediadores e aliados ocidentais. Kiev tenta demonstrar comprometimento institucional ao aprofundar investigações, sancionar envolvidos em escândalos e restaurar a independência de órgãos anticorrupção. Essas medidas são vistas como essenciais, tanto para fortalecer sua posição nas negociações quanto para avançar no caminho da integração europeia. Saudadas por ONGs anticorrupção, essas deliberações ainda são insuficientes, explica Maria Barabach, porta-voz da Sproto (“Resistência”, em português), que denuncia os subornos e acordos secretos na Ucrânia. “Antes da guerra, havia relatórios oficiais de que a corrupção custava mais de 30% do orçamento da Ucrânia", diz. "Mas acho que esse valor aumentou durante a guerra, porque existem muitos documentos confidenciais. E nós, como ativistas anticorrupção, não podemos verificá-los, controlá-los ou sequer vê-los”, lamenta. “A corrupção nos custa mais vidas do que o agressor durante a guerra. Porque a corrupção significa que os soldados não terão capacetes, não terão equipamentos de proteção e não terão armas suficientes. Não terão munição suficiente. E, obviamente, isso custa vidas, as mais preciosas, as de nossos civis e de nossos militares. É por isso que devemos lutar contra isso. Devemos impedir isso.” Apesar da exaustão do conflito, qualquer noção de “vencedor” é ilusória nesse momento, segundo especialistas: Moscou suporta perdas históricas e uma economia sob pressão, enquanto Kiev enfrenta desgaste humano, destruição de infraestrutura e dependência crescente do apoio ocidental. Ainda assim, pesquisas apontam que a sociedade ucraniana mantém um nível surpreendente de resiliência. Ao completar quatro anos de guerra, as expectativas de um acordo entre Rússia e Ucrânia seguem baixas. Moscou insiste em concessões territoriais amplas, enquanto Kiev exige garantias de segurança robustas e rejeita ceder partes de seu território.
Nem tudo foi feito para confortar.Algumas verdades existem para ajustar rota, quebrar ilusões e colocar responsabilidade onde ela sempre esteve.Este espaço não entrega respostas prontas nem valida desculpas. Aqui, a proposta é provocar reflexão real — daquelas que incomodam, exigem maturidade e levam a decisões mais conscientes.Se você procura algo leve, talvez não seja pra você.Mas se busca clareza, critério e evolução de verdade, ouvir pode mudar mais do que parece.Porque crescer quase nunca é confortável.Mas continuar igual custa muito mais.
No episódio desta semana do CO2, Brunão e Baconzitos trazem as melhores recomendações de filmes para você ficar por dentro das novidades do cinema e não perder nenhum lançamento importante. Descubra o Top 5 Bilheteria da semana, confira dicas de filmes incríveis disponíveis nas principais plataformas de streaming, com destaque especial para Disney+, além de opções na Netflix, HBO Max, Prime Video e Apple TV. Mantenha-se atualizado com as novidades do cinema e aproveite sugestões certeiras para seu entretenimento. Além das recomendações de filmes e das principais novidades do cinema, divirta-se com as notícias curiosas da prova de morde sul africana e do estoque de camisinhas das olimpíadas de inverno que não durou 4 dias. Não deixe de ouvir a tradicional leitura de e-mails e comentários dos ouvintes dos podcasts QueIssoAssim, CO2 e Reflix. Se você busca recomendações de filmes fresquinhas e quer ficar por dentro do Top 5 Bilheteria e das novidades do cinema, este episódio é o seu guia essencial para aproveitar tudo que o universo do entretenimento tem a oferecer, especialmente no Disney+! Algumas músicas pela https://slip.stream
Vinícius Francis - Metafísica, Autoconhecimento & Espiritualidade
Neste vídeo, você vai entender por que algumas pessoas parecem naturalmente magnéticas e como essa força está ligada à forma como você se reconhece, se posiciona e sustenta sua identidade.Quando você para de se diminuir e começa a assumir quem realmente é, seu campo muda, e o mundo responde.Se você deseja mais presença, influência, oportunidades e respeito, este conteúdo é para você.Jornada Solar - Inscrição
Leitura Bíblica Do Dia: APOCALIPSE 3:7-11 Plano De Leitura Anual: NÚMEROS 1–3; MARCOS 3 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Na minha nova escola numa cidade grande, o coordenador olhou-me de cima para baixo e colocou-me na pior turma de redação. Minha escola anterior era periférica. Tive notas e resultados excelentes nas provas e recebi um prêmio de redação do diretor. No entanto, a porta para a “melhor” classe de redação fechou-se quando aquele educador julgou que eu não estava preparada ou que não era boa o bastante. A igreja da Filadélfia entenderia tais contratempos e arbitrariedades, pois era pequena e humilde, numa cidade que sofreu terremotos, danos duradouros e enfrentou oposição satânica (APOCALIPSE 3:9). Aquela igreja tão desconsiderada tinha “pouca força, mas”, como Jesus destacou, “obedeceu à [Sua] palavra e não negou [Seu] nome” (v.8). Portanto, Deus abriu diante dela “uma porta […] que ninguém pode fechar” (v.8). E realmente, “O que ele abre ninguém pode fechar, e o que ele fecha ninguém pode abrir” (v.7). Isso é verdade para nossos esforços ministeriais. Algumas portas se fecham. Mas Deus abriu portas para minha escrita devotada à Ele, permitindo que ela alcançasse uma audiência global, apesar da porta fechada por um orientador escolar anos atrás. Portas fechadas também não o impedirão, pois Jesus disse: “eu sou a porta”(JOÃO 10:9). Entremos pelas portas que Ele abrir e o sigamos! Por: PATRICIA RAYBON
Olá, jovens que aqui chegaram! Sejam bem vindos a mais um Chega de Sentimentalismo, o podcast que se veste MUITO MELHOR que certos cavaleiros de bronze por aí...Seja nosso apoiador: https://apoia.se/superamichesA batalha de Ikki contra a virgindade segue feroz, violenta e sem nexo! Porém, onde a vida, há esperança! E, com isto em mente, o cavaleiro da galinha de fogo vai usar todas as artimanhas e artifícios possíveis a um vegetal, para derrotar um cavaleiro de ouro com suas funções intactas e com um olhar tão mortal que seu próprio rosto parece querer expulsá-los de sua cabeça. Porém, há uma batalha que Ikki já perdeu: A do bom gosto!Afim de aproveitar que Shaka abriu os olhos, Ikki resolve agredir a visão do cavaleiro dourado com a PIOR combinação de vestimentas possível. Com os conhecimentos da mesma escola do "Camisa de time, bermuda e tênis de cores berrantes" e "Camisa gola pólo de gola branca, calça jeans justa e sapato social de bico quadrado", Ikki agride os olhos de Shaka, o mundo da moda e o mínimo bom gosto com seu temeroso conjunto composto por uma camisa machão azul marinho, uma calça skinny vermelha e um sapato social marrom sem se importar com as consequências!O resultado da batalha contra o Shaka? Você junto a Hellbolha, Evandro, Godoka e Kassius Kley vai descobrir! O resultado da batalha do Ikki com o bom gosto? Bem, essa já está perdida há muito tempo...Algumas das imagens comentadas vão ser postadas no @superamiches no Instagram
No episódio desta semana do CO2, Brunão e Baconzitos apresentam recomendações de filmes imperdíveis para quem quer ficar por dentro das novidades do cinema e não perder os melhores lançamentos. Descubra as principais novidades do cinema e as melhores recomendações de filmes disponíveis nas plataformas de streaming, com destaque especial para Disney+, além de Netflix, HBO Max, Prime Video e Apple TV. Fique atualizado com o Top 5 Bilheteria da semana e escolha os filmes certos para seu entretenimento. Além das recomendações de filmes e novidades do cinema, divirta-se com notícias inusitadas, como a IA albanesa que roubou o rosto e a voz de uma atriz e do ladrão eslavo preso ao ir na olimpíadas. Não perca também a tradicional leitura de e-mails e comentários dos ouvintes dos podcasts QueIssoAssim, CO2 e Reflix. Se você busca dicas fresquinhas para aproveitar tudo que o universo do entretenimento oferece, este episódio é o seu guia indispensável para as melhores recomendações de filmes e novidades do cinema, com um olhar especial para Disney+! Algumas músicas pela https://slip.stream
As previsões foram postas à prova.Algumas apostas caíram… outras ganharam força.Entre desilusões e confirmações, o debate aquece.E no meio do caos competitivo, há certezas que continuam a impor respeito.
TEMPO DE REFLETIR 01675 – 14 de fevereiro de 2026 Mateus 4:17 (The Message) – O sermão profetizado por Isaías ganhou vida na Galileia no momento em que Jesus começou a pregar. Ele começou onde João parou: Mudem de vida. O reino de Deus está aqui. Algumas pessoas desejam que Deus apresente um mostruário de opções para os Seus seguidores. Selecionamos o que queremos e rejeitamos o resto. Mas Jesus declarou que havia chegado um reino, não um mostruário. Algumas pessoas querem que Deus siga a vontade da maioria. Um modelo democrático lhes serviria muito bem. Mas Jesus falou de um reino, não de democracia. Algumas pessoas querem que Deus governe baseado no consenso. Todos nós nos reunimos com Ele, discutimos as questões e decidimos o que fazer. Mas Jesus disse: “Não tentem mudar Deus. Mudem a sua vida. O reino de Deus está aqui.” De acordo com os Evangelhos, Jesus falou sobre “o reino” não menos do que 50 vezes. Em metade de Suas referências ao “reino” utilizou a expressão “reino do Céu” e no restante, “reino de Deus”. Parece impossível traçar qualquer diferença significativa entre as duas expressões; são praticamente a mesma. A questão que realmente importa é a frequência com que o assunto sobre “o reino” caiu-Lhe dos lábios. A maioria das pessoas hoje, inclusive os cristãos, não se importa com a ideia de reino. Após alguns séculos de democracia, acham essa ideia arcaica e até mesmo desagradável. Mesmo nas nações em que reis e rainhas ainda governam, não possuem poder real. São monarcas sem reino, meramente figurativos. Algumas das afirmações mais impressionantes de Jesus começam com a expressão: “O reino do Céu é como…” Com essa introdução, contou histórias maravilhosas, histórias que colocam a ordem social de ponta cabeça, histórias que terminam de maneira surpreendente. Trabalhadores que trabalham por apenas uma hora, mas recebem o salário de um dia inteiro. Uma grande festa para receber o filho errante. O mendigo que foi para o Céu em vez do homem rico. Isso não é democracia, muito menos um mostruário ou um governo baseado no consenso. Isso é algo além da realidade deste mundo. Esse é o reino de Deus, em que Ele, unicamente Ele, governa. Em vez de força, política, esquemas e tramoias, a graça impera aqui. A graça é um reino! Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, obrigado por ter a oportunidade de pertencer ao Teu reino! Faça de mim e de cada um que me ouve agora, cidadãos dignos da vida eterna. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Conversas com as Entidades sobre temas diversos
O longuíssimo comboio de tempestades está quase a passar. Deixou um rasto de destruição que será difícil de esquecer. Que o diga a ex-ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, que se demitiu literalmente no olho do furacão. Algumas horas depois, um segmento da A1 desaparecia no rio Mondego. O primeiro-ministro assumiu a pasta temporariamente. Em Belém, Luís Montenegro vai passar a encontrar António José Seguro, eleito Presidente da República como o político português mais votado de sempre. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 12 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 16/02
Algumas pessoas não acreditam, mas imprevistos acontecem e, em estatística, não é diferente. Ouça esse episódio semanal para entender um pouco mais sobre isso.
Presidente da junta de freguesia de São João do Campo, Valter Santos, indica que alguns populares recusaram indicação das autoridades. Diz que margem direita do rio não tem tanta população em risco.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Opa, aqui é o Diego Maia. Você pode até não perceber… mas o ambiente onde você vive, trabalha e convive está conversando com você o tempo todo.Ele te empurra pra frente. Ou te puxa pra trás.Muita gente acredita que motivação é força de vontade. Que é “acordar inspirado”, “pensar positivo”, “se esforçar mais”. Só que isso é uma meia-verdade — e das perigosas.Motivação não nasce no vácuo. Ela nasce no ambiente.No lugar onde você acorda. Na mesa onde você trabalha. Nas pessoas que você escuta todos os dias. Nas conversas que você normalizou. Nos estímulos que te cercam.E eu aprendi isso do jeito mais duro.Teve uma fase da minha carreira em que eu estava cercado de gente que duvidava de mim. Não era ataque direto. Era ironia disfarçada. Era “cuidado”, “realismo”, “pé no chão”.Mas, no fundo, aquilo drenava minha energia. Minava minha confiança. E fazia eu questionar se o problema era o mercado… ou eu.Até que caiu a ficha:
Há mais de 20 áreas em que o futuro Presidente da República terá de ter algum tipo de papel, tais como no que toca a geopolítica internacional portuguesa e as suas funções constitucionais específicas. Algumas felicitações internacionais a António José Seguro chegam de toda a UE, da Ucrânia, do Brasil, do Kosovo, da Venezuela e de várias famílias políticas. Ao olhar sobre as reacções na imprensa internacional, observa-se que a maior parte salienta o triunfo da “moderação” e da “estabilidade” e da ligação à Europa e aos seus valores. Um dos principais jornais alemães diz que Seguro “tem muito pouca cor” partidária. Mas muitos salientam também o aumento expressivo do “radicalismo populista”, para quase um terço dos votantes. Ouça o comentário de Nuno Rogeiro na versão podcast do programa Jogos de Poder, emitido na SIC a 10 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aqui See omnystudio.com/listener for privacy information.
Se você admira alguém de sucesso — seja empreendedor, atleta ou artista — existe um padrão que quase ninguém gosta de contar: antes das conquistas, vieram as quedas. Muitas. O jogo da vida não premia quem nunca perde. Ele testa quem está disposto a continuar jogando mesmo quando o placar está contra.Eu aprendi isso cedo. Muito cedo.Meu nome é Diego Maia, sou palestrante de vendas, autor de 8 livros, criador e fundador da CDPV Companhia de Palestras, uma agência de palestrantes que vive o mercado real, e sou frequentemente apontado pelo Google como o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Mas nada disso veio sem derrota.Vendas são uma escola brutal.Perder clientes, ouvir “não”, ver negócios desmoronarem depois de semanas de esforço… tudo isso machuca. No começo, cada rejeição parecia pessoal. Cada cliente perdido soava como um atestado de incompetência. Até que eu entendi algo que mudou tudo: o “não” quase nunca é sobre você. É sobre tempo, contexto, prioridade, medo ou falta de maturidade do cliente.Quando você entende isso, a derrota deixa de ser um muro e vira um degrau.Existe uma frase que eu carrego comigo há anos: ou você ganha, ou você aprende. Não existe derrota vazia — existe derrota mal interpretada. Todo tropeço carrega uma lição escondida, mas só aprende quem está disposto a encarar o erro sem terceirizar a culpa.Lembro claramente do dia em que perdi meu primeiro grande cliente. Fiquei arrasado. Mas, ao revisitar a reunião, percebi que não tinha estudado o cliente como deveria. Aquela dor virou método. Nunca mais entrei em uma negociação sem entender profundamente quem estava do outro lado. Aquela derrota me transformou em um vendedor melhor.Aceitar que nem sempre vamos ganhar não é desistir.É amadurecer.Resiliência não é dom. É decisão.É olhar para o problema e dizer: isso não me define. Eu sigo jogando.Algumas práticas ajudam nesse processo: • Tenha visão de longo prazo. Isso ainda vai importar daqui a um ano? • Separe identidade de resultado. Você não é o erro. • Valorize o esforço. Tentar, muitas vezes, já é vitória.Se você quer transformar derrota em crescimento, faça este exercício simples: Anote uma derrota recente. Escreva o que ela te ensinou. Liste três atitudes diferentes para a próxima vez.Você vai perceber algo poderoso: a dor diminui quando vira aprendizado.A vida não é sobre ganhar sempre. É sobre aprender, evoluir e continuar no jogo.Ninguém chega ao topo sem cair. O que separa quem vence de quem desiste não é o número de quedas — é a capacidade de levantar e seguir.Onde tem venda, tem vida. E onde tem vida, o jogo continua.Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Siga Diego Maia no Instagram clicando aqui.
No episódio desta semana do CO2, Brunão e Baconzitos trazem recomendações de filmes imperdíveis para quem quer ficar por dentro das novidades do cinema e não perder os melhores títulos em cartaz. Descubra quais são os lançamentos mais aguardados nas principais plataformas de streaming, com destaque especial para Disney+, além de Netflix, HBO Max, Prime Video e Apple TV. Confira também o Top 5 Bilheteria atualizado e garanta as melhores escolhas para o seu entretenimento. Além das recomendações de filmes e novidades do cinema, divirta-se com notícias inusitadas, como o rapaz que se entalou com um projétil de artilharia e o USAsian que usou um lança-chamas pra limpar a neve de sua casa, e participe da tradicional leitura de e-mails e comentários dos ouvintes dos podcasts QueIssoAssim, CO2 e Reflix. Se você busca dicas fresquinhas para aproveitar tudo que o universo do entretenimento oferece, este episódio é o seu guia indispensável da semana! Algumas músicas pela https://slip.stream
Algumas trajetórias não são feitas de atalhos. São feitas de tempo, escolhas difíceis e convicção. Neste episódio do YPOcast, recebemos Daniel Ribeiro, CEO da G.D8 Incorporadora, para uma conversa profunda, humana e inspiradora sobre liderança, resiliência, visão de longo prazo e impacto social. Daniel compartilha sua trajetória desde a juventude — quando conciliava faculdade de engenharia com a gestão de postos de gasolina em contextos extremos de violência e hiperinflação — até a construção de uma das incorporadoras mais autorais do mercado imobiliário de alto padrão no Brasil. Falamos sobre: Formação, disciplina e aprendizados na adversidade A construção da G.D8 ao longo de quase 30 anos Mercado imobiliário corporativo e residencial no pós-pandemia O conceito de “Home Office” e a irrelevância do metro quadrado Inovação, sustentabilidade e arquitetura com propósito O nascimento do Instituto Caça-Fome, que já impactou mais de 1 milhão de pessoas O papel transformador do YPO na vida pessoal e profissional de Daniel Um episódio sobre tempo, perseverança, surdez ao ruído e compromisso com o que realmente importa.
Tudo o que você faz em seu dia a dia gera um arquivo imenso de memórias. Algumas memórias são mais marcantes e vívidas em sua mente, enquanto outras parecem ficar esquecidas. Suas memórias são importantes, elas são a sua história.Existem memórias boas e memórias ruins, tristes. Existem aquelas que queremos manter acesas e aquelas que queremos apagar definitivamente. Mas independente do nosso desejo, as memórias estão lá, não podem simplesmente ser deletadas. Não existe um jeito pra isso.Veja o que diz o Salmo 42, no verso 6: "Sinto abatida dentro de mim a minha alma; lembro-me, portanto, de ti, nas terras do Jordão, no Hermom, e no monte Mizar."O momento de vida do salmista não era fácil. Ele estava abatido e suas lágrimas estavam presentes e inundavam seu rosto. Mas ele tinha a memória de alguns lugares especiais, trazendo paz e tranquilidade ao seu coração.A Bíblia nos ensina que momentos difíceis precisam ser combatidos com memórias que trazem esperança. É exatamente isso que o salmista faz, e é o que você deve fazer também. É preciso aprender a resgatar as memórias que te fortalecem, que te trazem alegria.Traga à memória o que lhe dá esperança e confie no Senhor.
Bom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDia (https://open.spotify.com/show/29PiZmu44AHH8f93syYSqH)A escritura de hoje está em Isaías 64:8, NVI:"...Contudo, Senhor, tu és o nosso Pai. Nós somos o barro; tu és o oleiro. Todos somos obra das tuas mãos."Você Não é um Produto AcabadoUm dos piores erros que você pode cometer é passar a vida sendo o seu próprio inimigo. Algumas pessoas vivem com aquele sentimento persistente que diz: "Você não é bom o suficiente. Você ainda tem esse vício. Você nunca vai acertar". Elas ouvem isso ecoar em suas mentes por tanto tempo que acabou se tornando algo "normal".Ouça bem: você pode ter áreas em que ainda luta e precisa melhorar — na verdade, todos nós temos — mas diminuir a si mesmo não vai te ajudar a ser melhor. Mantenha as suas falhas sob a perspectiva correta. Deus é o Oleiro e nós somos o barro. Ele é quem está te moldando e te transformando. Pode não estar acontecendo na velocidade que você gostaria, mas você não controla o cronograma.A minha pergunta hoje é: você vai confiar Nele no processo em que está agora? Você vai aprender a desfrutar de onde você está, enquanto Deus está no processo de te mudar?Você está na roda do Oleiro. Deus ainda está trabalhando em você.Vamos fazer uma oraçãoPai, obrigado porque Tu és o Oleiro e eu sou o barro.Obrigado por onde estou agora, com todas as minhas falhas, e porque sei que Tu continuas me moldando e me transformando. Ajuda-me a parar de lutar contra mim mesmo e a simplesmente confiar no Teu processo de mudança.Em nome de Jesus, Amém.
Autarca Fernando Paulo Ferreira explica que condições metereológicas adversas impede algumas reparações necessárias para segurança das pessoas. Município está preocupado com elevado risco de cheias. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A CBN Vitória desta quarta-feira (04) recebe o cientista político e CEO da Quaest, Felipe Nunes, responsável pelo livro "Brasil no espelho: um guia para entender o Brasil e os brasileiros". No trabalho, ele apresenta um retrato inédito e profundo do brasileiro contemporâneo. A partir de uma ampla pesquisa, o livro revela como os cidadãos deste país diverso — que muda depressa, às vezes de forma abrupta — se veem, o que pensam, temem e desejam. Desde a onda de protestos de 2013, o Brasil vive intensas transformações sociais, políticas e culturais.A pesquisa também apontou características da sociedade brasileira. Em resumo, Felipe Nunes citou que, de acordo com o levantamento, o brasileiro é religioso e coloca a família em primeiro lugar. Foram entrevistadas 10 mil pessoas em 312 municípios em todo o país.O estudo mostra que, para 97% dos brasileiros, Deus é importante na vida e, para 96%, Deus está no comando da sua vida. Outros 86% avaliam que a fé vale mais que a ciência. Dessa forma, Felipe Nunes evidencia como a fé é importante para descrever o país.A família apareceu no topo do que os entrevistados consideram o mais importante da vida, com 27%, atrás apenas de saúde e bem-estar, com 28%. A pesquisa mostrou também que 80% dos brasileiros consideram que família são pessoas em quem se pode contar ou confiar mesmo sem ter parentesco, o que mostra a presença das outras configurações familiares.Algumas questões apontadas na pesquisas também mostram uma sociedade conservadora. Para 88%, é importante preservar os costumes, enquanto 81% consideram que a mulher cuida melhor da família e dos filhos. Já 60% acham aceitável bater nos filhos caso passem dos limites.
Olá, jovens que aqui chegaram! Sejam muito bem vindos a mais um Chega de Sentimentalismo, o podcast que descobriu que não sabe NADA sobre o corpo humano graças a um Indiano loiro que é budista, adora uma deusa grega mas é o homem mais próximo de uma divindade cristã.Seja nosso apoiador: https://apoia.se/superamichesÉ chegado o momento onde os cavaleiros irão enfrentar o signo que mais representa os fãs e defensores ferrenhos do """"mestre Kurumada"""" e sua obra: Virgem! Porém, assim como um homem de 35 anos que não deixa ninguém se aproximar de sua coleção de bonequinhos superfaturados ou de seus encadernados Panini repetidos porque ele PRECISAVA ter MAIS UMA edição da Saga da Fênix Negra, o cavaleiros do cabaço não é um adversário fácil! E assim como esses gordos tetudos que conseguem palestrar por HORAS a fio sobre quanto o universo DC do Zack Snyder é grande demais para mentes pequenas mas não conseguem dar um bom dia pra uma mulher sem ter um ataque de pânico, o Virgem não faz sentido NENHUM! E vamos descobrir isso quando Ikki, o cavaleiro que se recarrega em canhões, chegar pra trocar sabacus cósmicos, canga-leitões misticos e cataripapos transcendentais com o cavaleiro mais próximo de um livro de biologia mau escrito entre os 12 guerreiros dourados. Então una-se ao sem tato, graças ao sol quente da mulesta dos panos de Caruaru, Hellbolha, ao sem sentido do paladar a não ser que envolva álcool, Evandro, ao sem visão quando se trata de aceitar que os filmes de Duna são chatos pra porra, Godoka, e o sem paladar pra mulheres que não sejam casadas, Kassius Kley, para trstemunharem esse verdadeiro duelo de bom senso nulo!Algumas das imagens comentadas vão ser postadas no @superamiches
Usuários da telefonia fixa que realizam ligações entre cidades do mesmo DDD vão começar a pagar mais barato. A medida está sendo ampliada mês a mês para as localidades e até junho será implantada em todo país. Desde o domingo (1), moradores do Amazonas, Amapá, Maranhão, Pará e Roraima passaram a sentir a mudança por conta do telefone fixo. As ligações entre cidades que usam o mesmo código DDD deixaram de ser consideradas chamadas de longa distância e passarão a ser tarifadas como ligações locais.A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), agência que regula as comunicações no país, definiu que chamadas entre cidades de uma região com mesmo código de área deixarão de ser consideradas chamadas de longa distância e passarão a ser tarifadas como ligações locais. Na prática, as chamadas dentro de um mesmo DDD passam a funcionar como já acontece hoje na telefonia móvel.Aqui no Espírito Santo e Rio de Janeiro, a mudança passa a valer em 10 de maio de 2026. A partir dessa data, todas as cidades que usam os DDD's 21, 22, 24, 27 e 28 passarão a integrar uma única área local de cobrança, fazendo com que ligações entre municípios desses códigos deixem de ser interurbanas e passem a ter tarifa de chamada local. Em entrevista à CBN Vitória, o coordenador na Gerência de Regulamentação da Anatel, Joselito Antônio Gomes dos Santos, fala sobre o assunto.
No episódio desta semana do CO2, Brunão e Baconzitos trazem as melhores recomendações de filmes para você não perder nada das novidades do cinema e ficar por dentro dos filmes em cartaz que estão dando o que falar. Descubra os lançamentos mais aguardados nas principais plataformas como Netflix, Disney+, HBO Max, Prime Video e Apple TV, além de conferir o Top 5 Bilheteria atualizado para garantir as melhores escolhas para o seu entretenimento. Além das recomendações de filmes e das novidades do cinema, divirta-se com notícias curiosas, como o processo das cartas de Magic e o ataque da costeleta de porco, além da tradicional leitura de e-mails e comentários dos ouvintes dos podcasts QueIssoAssim, CO2 e Reflix. Se você quer saber quais filmes em cartaz merecem sua atenção e busca dicas fresquinhas para aproveitar tudo que o universo do entretenimento oferece, este episódio é o seu guia indispensável da semana! Algumas músicas pela https://slip.stream
Ainda estava escuro quando a casa começou a despertar. O murmúrio de vozes do lado de fora atravessava as paredes, misturado com o cheiro do lago e a poeira da rua. André levou alguns segundos até lembrar tudo o que tinha acontecido nos últimos dias. Não fazia muito tempo que dormia ao relento, acompanhando João Batista pelo deserto. Agora, aquela casa simples em Cafarnaum estava cheia de gente, cheia de expectativas, cheia de pedidos. Jesus, porém, não estava ali.O dia anterior tinha sido intenso. Curou doentes, ensinou na sinagoga, escutou dores que pareciam não ter fim. A cidade inteira passou pela porta daquela casa. E agora, quando todos esperavam mais do mesmo, Ele tinha desaparecido. André e Simão saem à procura, com uma inquietação silenciosa no peito. Não era abandono. Era algo diferente. Um chamado para subir.Encontram Jesus longe da confusão, sozinho, em oração. O mundo ainda dormia, e ali, naquele silêncio, Ele decidia o próximo passo. Não ficaria preso ao sucesso, nem se isolaria do mundo. Voltaria às aldeias. Continuaria no meio das pessoas, mas sem se deixar engolir por elas.É aí que tudo se esclarece.Viver no mundo não significa pertencer a ele. Estar presente não é o mesmo que ser absorvido. O sal só transforma porque não se confunde com o alimento. A luz só orienta porque não se apaga na escuridão. O fermento age justamente porque permanece distinto da massa.Existe uma tensão real entre entrega e domínio. Entre presença e perda de identidade. Quando tudo se mistura, nada transforma. Tolstói descreve isso como água limpa misturada à terra boa que, juntas, viram lama. Nem água. Nem terra. Só algo inútil. Assim também acontece quando a fé se dilui completamente no ritmo do mundo.Há coisas que pedem medida. Outras pedem corte. Nem tudo convém. Nem tudo ajuda. Algumas renúncias não são fraqueza, mas lucidez. Um jejum bem feito devolve liberdade. Um limite bem colocado protege o coração.Mas nada disso se sustenta sem raiz.Se o sal perde o sabor, não serve. Se a lâmpada fica sem óleo, se apaga. Se o ramo se separa da videira, seca. A força para estar no mundo sem ser mundano nasce longe do barulho, no lugar escondido da oração. Foi ali, antes do amanhecer, que Jesus reencontrou o sentido do caminho.É nesse ponto que a imagem da Trindade de Rublev se torna luminosa. Três pessoas sentadas à mesa, em perfeita harmonia, abertas umas às outras, sem confusão, sem dispersão. Um convite silencioso à comunhão que não anula a identidade.Presença plena, sem perda de si.Nossa Senhora viveu assim. Atenta às necessidades concretas da casa, do vinho que faltava, da prima que precisava de ajuda. E, ao mesmo tempo, guardava tudo no coração, interpretando a vida à luz da Palavra. Nenhuma fuga do mundo. Nenhuma rendição a ele.É possível caminhar pelas ruas, trabalhar, estudar, servir, amar, sem perder o centro. É possível viver no meio de tudo, sem se tornar refém de nada. É possível estar inteiro no mundo, sem ser mundano.Tudo começa ali, no silêncio antes do amanhecer. Onde Deus fala. E o coração aprende a permanecer._____________Referências:Jonathan Haidt, Geração Ansiosa.São Gregório de Nisa, A Vida de Moisés.Machado de Assis, Memórias Póstumas de Brás Cubas.Liev Tolstói, Guerra e Paz.
Algumas mães calculam a distância entre o amor e o medo.Outras descobrem tarde demais que o perigo não avisa.“Distância de resgate” é um terror silencioso, onde a terraenvenena, o corpo falha e a proteção se transforma em ilusão.Leia com cuidado: nem tudo pode ser salvo. Venha conferirnossa análise!Junte-se à comunidade Didosseia no Hotmart e tenha acesso aum conteúdo exclusivo, que vai além das páginas do livro.Convidamos você a participar desse diálogo acerca da arte e daliteratura, com resenhas ainda mais detalhadas de todo oconteúdo, mas atenção, alerta de spoiler e muito maispolêmicas.Link para a comunidade Didosseia:https://hotmart.com/pt-br/communities/u/DidosseiaInstagram: @didosseia.helissaYoutube: https://www.youtube.com/@DidosseiaHotmart: https://go.hotmart.com/H74285407S?dp=1Roteiro e apresentação: @didosseia.helissaGravação e edição: @tapumelab#samantaschweblin#literaturacontemporanea#realismomagico
Nem toda amizade termina em briga.Algumas apenas deixam de fazer sentido , e insistir nelas começa a custar caro.Neste episódio, eu falo sobre amizades tóxicas, dependência emocional entre amigas, culpa por se afastar, lealdades mal colocadas e o medo de ficar sozinha.Compartilho também partes da minha própria história para mostrar a diferença entre servir para ser aceita e construir uma amizade verdadeira.Amizade não exige autoabandono.Não invade, não humilha, não drena.Se você anda se sentindo cansada, desconfortável ou em dívida emocional com alguém que chama de amiga, esse vídeo pode te ajudar a enxergar com mais clareza , e a se respeitar sem culpa.
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 28/01
E aí, tudo bem por aqui?Profa Ju chegando. Sejam todos bem-vindos. Quero desejar uma ótima semana para você que está aqui com a gente! Seja muito bem-vindo!Acesse a nossa página falarportuguesbrasileiro.com e venha fazer parte do nosso ecossistema. Você pode ser um apoiador do podcast, ajude o nosso conteúdo a continuar crescendo! Hoje, nós vamos falar sobre um aspecto cultural que parece normal entre nós, mas pode ser um problema tanto para os homens quanto para as mulheres aqui no Brasil. A conversa de hoje é sobre algo invisível que acontece nas praias, nos bares, nas festas e até nas mensagens de celular. No episódio de hoje vamos falar sobre “Flertar” o flerte no Brasil, ou seja, vamos falar sobre esse comportamento de demonstrar interesse romântico ou físico por alguém. No episodio 41 Falei sobre algumas expressões relacionadas ao corpo humano e uma delas foi “amigo do peito”. Saindo e avançando, tornando a amizade mais para o romance temos o Flerte ... vocabulário bonito e romantizado. Há outras expressões para isso também. Bom, flertar no Brasil é uma linguagem própria. O olhar, o sorriso, a conversa leve, tudo conta.E, claro, existem as famosas cantadas. Algumas são criativas, outras nem tanto.Você pode ouvir algo como:“Seu nome é Google? Porque você tem tudo o que eu procuro.”
No episódio desta semana do CO2, Brunão e Baconzitos apresentam as melhores recomendações de filmes para você aproveitar todas as novidades do cinema e não perder nenhum dos filmes em cartaz mais comentados do momento. Descubra os lançamentos mais aguardados nas principais plataformas como Netflix, Disney+, HBO Max, Prime Video e Apple TV, além de conferir o Top 5 Bilheteria atualizado para garantir ótimas escolhas para o seu entretenimento. Prepare-se também para se divertir com notícias curiosas, como a fuga de um dos maiores ladrões de jóias dos EUA e as freiras espiãs, além da tradicional leitura de e-mails e comentários dos ouvintes dos podcasts QueIssoAssim, CO2 e Reflix. Se você procura recomendações de filmes, quer ficar por dentro das novidades do cinema e saber quais filmes em cartaz merecem sua atenção, este episódio é o seu guia essencial para curtir tudo o que o universo do entretenimento tem a oferecer! Algumas músicas pela https://slip.stream
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 27/01
Algumas questões sobre a competência do STF no caso da liquidação extrajudicial do Banco Master e alguns atos da condução do Ministro Dias Toffoli em relação ao mesmo estão reativando o discurso sobre a "ditadura da toga" por parte de alguns malucos e dissimulados, mas não sem deixar algumas questões importantes na mesa que precisam, sim, de ponderação, especialmente no campo processual.
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 25/01
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 26/01
No episódio desta semana do CO2, Brunão e Baconzitos trazem as melhores recomendações de filmes para você não perder nada do que está bombando nas telonas e no streaming. Fique por dentro das novidades do cinema, descubra quais filmes em cartaz merecem sua atenção e saiba tudo sobre os lançamentos mais aguardados nas principais plataformas como Netflix, Disney+, HBO Max, Prime Video e Apple TV. Além disso, confira o Top 5 Bilheteria atualizado para garantir escolhas certeiras para o seu entretenimento. Prepare-se também para se divertir com notícias inusitadas, como a falta de sexo no Japão e o app de prova de vida Chinês, além da tradicional leitura de e-mails e comentários dos ouvintes dos podcasts QueIssoAssim, CO2 e Reflix. Se você busca recomendações de filmes, quer saber todas as novidades do cinema e ficar por dentro dos melhores filmes em cartaz, este episódio é o seu guia essencial para aproveitar ao máximo o universo do entretenimento! Algumas músicas pela https://slip.stream
2025 terminou e, com ele, desapareceram modas que dominaram conversas, redes sociais e hábitos de consumo. Algumas duraram semanas, outras meses, mas todas tiveram algo em comum: a sensação de que era impossível escapar-lhes. Das músicas em “repeat” constante aos filmes omnipresentes, passando por bonecos inesperadamente populares ou doces que se tornaram virais, estas tendências dizem muito sobre a forma como consumimos cultura na era digital — rápida, intensa e, muitas vezes, efémera. Em 2026, o Como Assim propõe-se a olhar para essas obsessões colectivas, tanto para as que marcaram o passado recente como para as que estão a emergir agora. O objectivo é simples: perceber de onde vêm, porque se espalham tão depressa e o que revelam sobre nós. A terceira temporada chega também com uma mudança: para garantir que nada escapa ao radar e que os episódios não desaparecem tão depressa como as modas da internet, o Como Assim passa a ter uma periodicidade quinzenal. Os episódios serão publicados à quarta-feira, de duas em duas semanas, no site do Público e nas aplicações de podcast. A estreia está marcada para o dia 21 de Janeiro. Siga o podcast #ComoAssim e receba cada episódio quinzenalmente, à quarta-feira no Spotify, na Apple Podcasts, ou noutras aplicações para podcasts. Conheça os podcasts do PÚBLICO em publico.pt/podcasts. Tem uma ideia ou sugestão? Envie um email para podcasts@publico.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No segundo episódio da série “Reparos de um Ataque – 8 de Janeiro”, Aurélio Pena, Marcos Ferreira e Rogério Bordini contam como é o delicado processo de restauro de obras de arte danificadas. É um trabalho minucioso que envolve vários experimentos, alguns deles realizados no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), usando as linhas de luz do acelerador de partícula Sirius. Eles também te contam como o restauro das obras danificadas nos ataques golpistas é um sinal de fortalecimento dos símbolos da democracia brasileira. _____________________________________________________________________ ROTEIRO “Série – Reparos de um Ataque – 8 de Janeiro” – Ep.2 Mãos à Obra Presidente Lula: Hoje, é dia de dizermos em alto e bom som, ainda estamos aqui, ao contrário do que planejávamos golpistas de 8 de janeiro de 2023. Se essas obras de arte estão aqui de volta, restauradas com esmero por homens e mulheres que a elas dedicaram mais de 1.760 horas de suas vidas, é porque a democracia venceu. Muito obrigado, companheiros. Aurélio: Este é o segundo episódio da série sobre a restauração das obras vandalizadas no 8 de janeiro de 2023. Se você ainda não escutou o episódio anterior, dá uma olhadinha nele e aí volta pra cá, porque hoje nós vamos nos aprofundar em toda a ciência do restauro de uma obra rara e também pensar sobre o atual cenário da democracia brasileira. Marcos: Eu sou o Marcos Ferreira, um dos apresentadores dessa série. Aurélio: E eu sou o Aurélio Pena, e você está ouvindo o Podcast Oxigênio. Aurélio: Uma das obras mais famosas entre as restaurações é o mural Mulatas à Mesa, de Di Cavalcanti, parte do acervo do Palácio da Alvorada. Natural da cidade do Rio de Janeiro, Di Cavalcanti viveu entre 1897 e 1976. O artista modernista produziu principalmente pinturas, desenhos, murais e caricaturas. Suas reconhecidas cores vibrantes e temas tipicamente brasileiros o tornaram um dos grandes nomes da pintura e do modernismo do Brasil. Marcos: A obra, produzida em 1962, mostra uma cena na qual predominam figuras femininas, as chamadas mulatas, retratadas com curvas voluptuosas, pele morena e uma postura que mistura sensualidade e introspecção. Elas aparecem em um ambiente descontraído, cercadas por elementos tropicais, como frutas e flores, que evocam a exuberância e o calor do Brasil. A pintura é de grande importância porque reflete a valorização da cultura e da identidade nacional, exaltando a miscigenação como um elemento central do Brasil. Di Cavalcanti buscou celebrar a mulher brasileira, representando não apenas a sua beleza, mas também como um símbolo da força e do espírito nacional. Foi essa obra que levou sete facadas. Aurélio: A cultura japonesa tem um tipo de arte chamado Kintsugi. Nela as rachaduras e avarias de um objeto são mantidas e valorizadas, normalmente com ouro. Essas imperfeições contam a história desses objetos. Marcos: Uma lógica parecida com a do Kintsugi foi utilizada na restauração da Mulatas à Mesa, como nos contou a coordenadora do projeto de restauro, a professora Andréia Bachettini, que você também ouviu no primeiro episódio desta série. Andréia Bachettini: Quando eu desembrulhei ela lá no início, em setembro de 23, eu fiquei muito impactada assim com a brutalidade que ela foi agredida. E o processo de restauração foi muito pensado assim, como que a gente vai não tirar o valor dessa obra, mas também a gente não podia esconder essas marcas que ela sofreu, essas sete perfurações que ela sofreu. Então a gente optou por remover esse reentelamento, o reentelamento, para os leigos, é colar uma tela para dar sustentabilidade à tela original. Então ela já tinha essa tela, ela tem a tela original, e colada a ela um outro linho que era um tecido bem resistente. Esses dois tecidos foram rasgados, inclusive a sustentação dela é feita com um bastidor em madeira que também foi quebrado, os montantes, as travas desse bastidor foram quebradas. Então a gente teve que fazer uma substituição de travas do bastidor, e aí optamos então por fazer um reentelamento com o tecido de poliéster de vela de barco, de vela, que é transparente assim, e não esconderia então as cicatrizes por trás da obra. Pela frente ela ficou imperceptível, a gente fez a restauração com a técnica de pontilhismo, que são sobreposição de pontinhos na cor, dando a ilusão de ótica da cor na superfície. Então ela fica imperceptível pela frente, mas pelo verso as marcas dessa restauração estão evidenciadas. Aurélio: Ao destacar a figura da mulata, que frequentemente é marginalizada na sociedade brasileira, a obra também provoca reflexões sobre questões sociais, como a posição da mulher negra e mestiça no Brasil. Assim, vai além da mera representação de uma imagem, tornando-se um manifesto visual da busca por uma identidade cultural, nacional e autêntica no contexto modernista. Marcos: O restauro de uma obra é extremamente sofisticado, e envolve profissionais de áreas das quais normalmente nem imaginamos. Um exemplo disso é que parte do projeto exigiu um estudo das tintas e vernizes utilizadas nos quadros danificados, feita por cientistas de materiais. Andréia Bachettini: Falando um pouquinho do ofício, hoje a conservação e restauração não é só um artesanato, só o fazer, a habilidade manual. Claro que existe a necessidade de ter habilidade manual para interferir em uma obra, mas por trás de tudo isso, tem muita ciência, muito estudo. A gente tem que conhecer os materiais que foram feitos nessas obras. É um trabalho multidisciplinar, envolve profissionais da química, da biologia, da arquitetura, da física, da história da arte, da conservação e restauração, da museologia. Pensar como essa obra vai ficar exposta depois. Então são muitos profissionais envolvidos na restauração hoje. Aurélio: Compreender com precisão a composição dessas tintas é uma etapa importante, pois permite aos restauradores recriar os materiais que serão utilizados para recuperar as obras, garantindo que elas fiquem quase como se fossem tocadas. Essa tarefa não é simples, já que muitas vezes as tintas usadas no passado são bem diferentes das que nós temos hoje. Além disso, é comum que artistas misturem diversos meios e pigmentos para conseguir os efeitos desejados. Em alguns casos, faziam as próprias tintas, sem deixar registro sobre esse processo. Marcos: Para entender um pouco mais sobre como o estudo dos vernizes e tintas foi feito, conversamos com dois professores da Universidade Federal de Pelotas, o Bruno Nuremberg e o Mateus Ferrer, que atuaram nas análises químicas das obras danificadas pelos golpistas. Aurélio: Bruno, você pode contar um pouquinho pra gente como se deu esse estudo? Bruno Nuremberg: Em janeiro de 2024, a gente já estava montando o laboratório lá em Brasília para realizar esse projeto de restauro. Claro que a base dele é a parte do restauro dessas obras, mas ele também contou com várias ações pontuais, dentre elas a que eu e o Mateus a gente está desenvolvendo até agora, que seria o quê? Seria a pesquisa dos materiais presentes nesses bens culturais para fazer toda uma parte de documentação, um estudo dos materiais utilizados pelo artista, tentar descobrir novas informações. Aurélio: E por que é feito um estudo dos materiais presentes nas obras? Bruno Nuremberg: Então a gente pode utilizar essas técnicas na parte do pré-restauro. Por exemplo, eu tenho um quadro e nesse quadro eu preciso remover o verniz dele porque ele passou por um processo de oxidação. Marcos: A oxidação que o professor Bruno mencionou é uma reação química que acontece com o oxigênio do ar e que acaba desgastando um material. Bruno Nuremberg: Então se eu tiver conhecimento do material que compõe esse meu verniz, ou seja, do aglutinante, do polímero, eu vou conseguir estar direcionando um solvente muito mais adequado para ser aplicado nesse processo de remoção desse verniz. Outro ponto muito importante é que conhecendo esses materiais a gente também consegue direcionar mais corretamente, digamos assim, quais materiais devem ser utilizados no processo de restauração, no processo de intervenção. Então todo material que eu vou aplicar numa obra de arte, ele não pode ser exatamente da mesma composição. Ele tem que ter a mesma característica estética, mas a parte química dele tem que ser diferente. Por que isso? Porque daqui a 15, 20 anos um novo restaurador vai trabalhar em cima dessa tela e ele tem que distinguir os materiais que foram aplicados ali naquela intervenção. Eles têm que ser quimicamente diferentes. Então no futuro, daqui a 50, 100 anos, quando essa obra precisar passar por um processo de limpeza ou de reintegração pictórica, que seria o processo de repintar perdas, as pessoas já vão ter essas informações ali, quais materiais foram utilizados, vão ter, enfim, tudo caracterizado quimicamente, dados robustos e confiáveis do que aquela obra presença de materialidade. Então se eu tenho, por exemplo, uma pintura a óleo e eu vou fazer uma reintegração com óleo, se eu precisar retirar no futuro essa intervenção que eu fiz, eu vou estar causando um dano na pintura original que também era a base de óleo Marcos: E Bruno, quais são os desafios na caracterização dos componentes químicos dessas obras de arte? Bruno Nuremberg: Quando a gente se depara com esse tipo de amostra, a gente encontra desafios que, digamos assim, na pesquisa tradicional de engenharia de materiais, da química, a gente não tem. O número de amostras que a gente pode coletar de uma obra de arte, ele não é ilimitado. Então a gente tem que ter uma série de autorizações, a gente tem que ver, tem vários critérios que a gente tem que seguir para poder realizar essas amostragens. As amostras que a gente coleta tem em torno de um milímetro quadrado, digamos assim. Então são amostras super pequenas. Então a gente tem numa pintura, por exemplo, tu vai encontrar aglutinantes de vernizes, tu vai encontrar cargas, tu vai encontrar aditivos, tu vai encontrar pigmentos, tu vai encontrar dois, três tipos de aglutinantes. Então essa sopa química dentro desse universo microscópico é o que a gente tem que realizar de caracterização. Aurélio: Esse tal aglutinante de verniz que o Bruno mencionou é também conhecido como ligante. Ele é o componente essencial que atua como base da formulação e é responsável por unir todos os outros ingredientes, como pigmentos e aditivos das tintas, e por formar uma película na superfície da obra que protege ela. Marcos: Nós conversamos também com o professor Mateus Ferrer, que também é da UFPel, que trabalhou junto com o Bruno no estudo desses materiais das obras raras. Ele nos contou um pouquinho de como isso foi feito. Mateus Ferrer: Primeiro que ali não são somente pinturas, não são somente telas. Nós temos diversos tipos de obras, inclusive materiais cerâmicos, telas de várias épocas, pintores diferentes, com técnicas e materiais diferentes. Então isso gera uma complexidade e a gente nota uma complexidade até mesmo na literatura. Marcos: Para determinar com alta precisão os constituintes de amostras muito pequenas das telas, os professores Bruno e Mateus utilizaram diversas técnicas avançadas de análise. Algumas foram realizadas na própria universidade, enquanto outras foram feitas em instalações abertas para toda a comunidade científica, no CNPEM, o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, que fica em Campinas/SP. Uma delas é a técnica de espectroscopia de infravermelho, que permite identificar e medir quais substâncias estão presentes nas obras do acervo nacional. Mateus Ferrer: Então a gente tem o que a gente encontra na literatura, de forma muito vaga, e tem o nosso conhecimento do nosso grupo, que de fato a gente está explorando, buscando novas técnicas, buscando ferramentas, buscando laboratórios parceiros, buscando projetos como o caso do Sirius, que esse foi o primeiro projeto e não será o único, haverão outros projetos que a gente precisa de super laboratórios e equipamentos que a gente não tem na nossa estrutura. Aurélio: Isso só é possível porque existe uma interação entre o infravermelho e as substâncias estudadas, mais especificamente, quando as moléculas das tintas ou dos vernizes conseguem interagir com a luz infravermelha. O nome disso é atividade do infravermelho. Dessa maneira, parte dessa luz interage com a amostra, podendo ser absorvida por ela, sendo isso detectado e medido pelo equipamento. Marcos: É interessante destacar que a infraestrutura de estudos com o infravermelho beneficia toda a comunidade científica brasileira, estando disponível na linha de luz Imbuia, uma das linhas de luz do Sirius, um acelerador de partículas de última geração e o mais famoso equipamento do CNPEM. A nossa Imbuia é a única linha de luz infravermelha em um equipamento desse tipo no mundo todo, mostrando para a comunidade científica internacional que o Brasil é, sim, líder em ciência de ponta. Bruno Nuremberg: A gente consegue obter informações a respeito dos pigmentos pela espectroscopia Raman, a espectroscopia infravermelho, para a gente identificar especialmente a parte orgânica, então quais são os polímeros que compõem essa tinta, quais são os polímeros que compõem os vernizes, e a parte de microscopia eletrônica de varredura e espectroscopia de fluorescência para fazer a identificação de elementos, elementos químicos. Então, essas três técnicas aplicadas, a gente geralmente consegue informações bem completas, essas informações se complementam para a gente montar o quebra-cabeça de cada uma dessas micro amostras. Aurélio: A espectroscopia Raman é uma técnica de análise que utiliza a interação da luz com a amostra para obter informações sobre a sua estrutura molecular e a composição química. Marcos: Já a microscopia eletrônica de varredura, mencionada pelo Bruno, é uma técnica para gerar imagens de alta resolução da superfície de uma amostra. Isso acontece ao se varrer cada ponto da superfície da amostra com um feixe de elétrons bem pequeno e focado. Bruno Nuremberg: O projeto que foi submetido lá foi para utilizar o micro-FTIR, na linha Imbuia-micro. O nosso objetivo lá, então, era fazer o mapeamento químico da fração orgânica da obra do Di Cavalcanti, intitulada Mulatas à Mesa. Então, o nosso objetivo, na verdade, era identificar quais compostos orgânicos estavam presentes dentro de cada uma das camadinhas que compõem a nossa tela. A gente teve, além da utilização do equipamento, toda uma parte de preparo de amostras que foi bem complexa. Aurélio: O professor Mateus também explicou que, para conseguir analisar essas amostras, que em geral são bem complexas, foi muito importante a ajuda da equipe científica do CNPEM, para que algumas dificuldades fossem superadas. Mateus Ferrer: Além do pessoal da Imbuia, incluindo o cientista de linha, que foi o Bruno, o pessoal da LCRIO (Laboratório de Preparações Criogênicas), a gente teve muita dificuldade ali com essas obras. Cada uma tinha um tipo de densidade, um tipo de dureza, e junto também com a pesquisadora Juliana, do nosso grupo também, que se dedicou bastante nos cortes ali. Eu acredito que esse foi um dos grandes desafios, que a gente tinha pouquíssima amostra, quase a gente não enxergava as amostras, então a gente tinha que preparar essas amostras e para depois fazer o infravermelho com diversas formas que a gente usou ali. Mas eu acho que o grande diferencial que a gente teve ali foi realmente o mapeamento, o infravermelho acoplado com o mapeamento, que a gente conseguia encontrar as composições e as regiões daquele determinado material que a gente enxergava. Então a gente conseguia ver as camadas, mais a quantidade de materiais ali que faziam parte daquelas amostras. Marcos: Professor Mateus, conta para a gente como o estudo químico dos materiais usados nas obras de arte pode também resultar em novos conhecimentos artísticos e históricos. Mateus Ferrer: Quando a gente começa a entrar nesse mundo de entender o material, a gente começa a ver e comprovar de fato que a arte é um reflexo da história. Lógico que a gente tem obras também nacionais e de artistas de fora do Brasil, mas a gente começa a entender um pouquinho da história da forma como nunca ninguém viu. Eu sei que tem pessoas que criticam quando a gente quer olhar a obra de uma forma mais lógica, de uma forma científica, mas a gente começa também a pegar uma essência que não está diretamente impressa ali na obra. A gente começa a entender qual o material que aquela pessoa utilizava, a gente começa a ver discrepâncias, por exemplo, uma pessoa de classe média acima usava e uma pessoa de classe inferior usava. Então, a gente começa a entender a história e também extrair algum tipo de sentimento ali entendendo o material que foi utilizado naquela obra. São pistas para a gente, para que a gente possa entender naquela época qual era o tipo de pigmento, qual era o tipo de resina, no caso pega uma composição da tinta no geral ali ou no verniz que se utilizava, por que tal pintor utilizava materiais totalmente diferentes do que era dessa época. É dessa época mesmo? Então são questões aí que a gente, são pistas, é um processo investigativo realmente que a gente tem que ir aí se apoiando também na história. Presidente Lula: Se essas obras de arte estão aqui de volta é porque a democracia venceu, caso contrário estariam destruídas para sempre e tantas outras obras inestimáveis teriam o mesmo destino da tela de Di Cavalcanti, vítima do ódio daqueles que sabem que a arte e a cultura carregam a história e a memória de um povo. A arte e a cultura que as ditaduras odeiam, a história e a memória que sempre tentaram apagar. Estamos aqui porque é preciso lembrar para que ninguém esqueça, para que nunca mais aconteça. Aurélio: Em janeiro de 2025, em um evento comemorativo da finalização do processo de restauro das obras em Brasília, o presidente Lula discursou sobre a importância do reestabelecimento do acervo nacional e também da nossa democracia. Marcos: A fala de Lula sobre a finalização do projeto é um exemplo claro de como a manutenção da cultura e história de um país é também o restauro da democracia brasileira. Não é possível uma democracia saudável existir sem um patrimônio material, mantido em bom estado e celebrado nos espaços públicos, acessíveis para todas as gerações, por meio dos aparelhos de cultura. Aurélio: Sobre isso, o professor Mateus comenta sobre a falta de incentivos para áreas como as artes, os estudos museológicos, a manutenção e o restauro dos nossos acervos históricos. Mateus Ferrer: É muito difícil a gente pensar em incentivos na parte de restauro e proteção quando a gente vê que a gente não dá valor às nossas obras. Então como é que a gente está pensando em incentivos, em proteger algo que a gente não valoriza? Então a gente precisa pensar realmente de incentivos na arte como um todo, dos nossos artistas, das obras que a gente tem, dos legados já que foram deixados aí e lógico isso vai vir também um incentivo na proteção desse patrimônio material que é tão precioso e tão fantástico e diversificado aqui no nosso país. Aurélio: Agora que já temos as obras restauradas e os golpistas que as danificaram vêm sendo julgados e punidos, o que o futuro promete? A democracia voltou à sua normalidade ou ainda se encontra ameaçada? Jornalista 1: Um protesto pela anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro reuniu milhares de pessoas na Avenida Paulista em São Paulo. Jornalista 2: O ex-presidente Jair Bolsonaro e sete governadores participaram da manifestação. Bolsonaro: O movimento aqui hoje é pela anistia, pela liberdade das pessoas de bem que nunca pegaram arma na sua vida, tanto é aquele dos condenados que estão respondendo o processo, não achei ninguém com qualquer passagem pela polícia. Música (Marcelo Crivella): A anistia chegou, é a justiça mais ampla. Aurélio: Fizemos essa pergunta para o cientista político e professor da Universidade Federal de São Carlos, Piero Leiner, que você já deve ter ouvido no episódio anterior. Piero Leiner: Diante desse cenário, os problemas para a democracia foram tão profundos no Brasil e tão pouco solucionados que a gente só está vivendo, assim como aquele corredor que começa tropeçando e não consegue reestabelecer o equilíbrio. A restituição do nosso processo democrático está demorando demais para acontecer, porque a máquina está ocupada em lidar com esse excesso de ruído que essas coisas todas vinculadas ao Bolsonaro e ao bolsonarismo criaram durante esses últimos anos. O bolsonarismo radicaliza cada vez mais para a extrema direita e agora com o Trump, então, isso vai escalar muito mais e o Lula acaba indo também no vácuo disso para o campo do centro-centro-direita, o que é um problema. Agora, o que vai ser nos próximos dois anos? Bom, eu acho que isso ainda está incerto, não dá para saber exatamente o que vai rolar, mas tem pesquisas mostrando um Lula muito pouco competitivo hoje já. Marcos: O professor Piero também nos contou sobre como Bolsonaro, de certa maneira, sempre buscou se vender como antissistêmico, por mais que antes da presidência, ele e a sua família já estivessem no sistema político brasileiro há décadas. Piero Leiner: Eu acho que muita gente está com uma espécie de ideia fixa na ideia de uma espécie de utopia regressiva, de que a gente vive numa sociedade extremamente desorganizada e que é uma sociedade cujos pilares são estabelecidos por uns poucos agentes que controlam a ordem das coisas a partir de uma espécie de sala secreta. É um pouco uma espécie de visão conspiratória tá? Que começa daquela percepção muito comum, muito do senso comum, de que os políticos são uma casta que só trabalha em benefício próprio, que conseguem produzir um sistema que beneficia a eles e que a sociedade é alguma coisa completamente separada ou apartada desse sistema. E a partir de um determinado momento, as pessoas passaram a botar na cabeça a ideia de que precisaria vir uma espécie de agente antissistêmico ou antissistema para fazer uma reviravolta na vida social. Quando, na verdade, isso é um engodo, uma mega farsa. Como é possível um cara ser liberal e antissistêmico ao mesmo tempo? Então, essa rebelião brasileira é uma rebelião profundamente auto-enganada, porque eles procuram justamente os agentes da ordem e da ordem que cria a própria desordem para fazer o seu movimento de rebelião. Ou seja, já é uma rebelião que nasce equivocada do começo. Me parece que tem como grande tarefa esvaziar aí sim o potencial de transformador que poderia estar ancorado a um campo popular de esquerda, etc., e tal. Marcos: Chegamos ao final do nosso episódio. Se você gostou, não se esqueça de deixar cinco estrelas para o nosso podcast. Isso nos ajuda muito a chegar em mais ouvintes e também compartilhe o Oxigênio com os seus amigos em suas redes sociais. Aurélio: Esse episódio foi produzido por Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira, Aurélio Bianco Pena e Rogério Bordini. Foram utilizados trechos de áudios de matérias jornalísticas disponíveis na internet. Marcos: Agradecemos a todos os especialistas que conversaram com a gente neste episódio. Também agradecemos ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Universidade Estadual de Campinas, o Labjor da Unicamp, em especial a coordenadora do Oxigênio, a professora Simone Pallone de Figueiredo, e a doutoranda Mayra Trinca. Um grande abraço e até mais! Vinheta: Você ouviu Oxigênio, um programa de jornalismo científico-cultural produzido pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, LabJor da Unicamp. – Roteiro, produção e pesquisa: Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira, Aurélio Bianco Pena e Rogério Bordini. Narração: Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira e Aurélio Bianco Pena. Capa do episódio: Andréa Lacerda Bachettini trabalhando na restauração do quadro ‘As mulatas', de Di Cavalcanti. A obra levou sete cortes nos ataques do em 8 de janeiro — Foto: Nauro Júnior/UFPel. Revisão: Mayra Trinca, Livia Mendes e Simone Pallone. Entrevistados: professores da Universidade Federal de Pelotas: Andréa Lacerda Bachettini, Bruno Noremberg, Mateus Ferrer e, Piero Leirner, da Universidade Federal de São Carlos. Edição: Rogério Bordini. Vinheta: Elias Mendez Músicas: Youtube Audio Library (sem atribuição necessária) e “A Anistia Chegou” de Marcelo Crivella. Para saber mais: Reportagem “Entre Tintas, Vernizes e Facadas” | Revista ComCiência: https://www.comciencia.br/entre-tintas-vernizes-e-facadas/ Documentário “8 de Janeiro: Memória, Restauração e Democracia” (Iphan): https://youtu.be/CphWjNxQyRk?si=xcIdb26wQTyTmS5m
José Luiz Tejon, uma das maiores autoridades em marketing em agronegócio, comenta os mais relevantes fatos da área às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 7h25, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Para ouvir essa história EXCLUSIVA inteira do Reino e apoiar o podcast, entre para o Reino aqui:https://eraumavezumpodcast.com.br/clube30Essa história infantil super legal conta sobre dois meninos que receberam de uma fada um presente especial: livros com páginas brancas e puras. Um ano depois, a fada voltou e mostrou como as páginas estavam cheias de marcas. Algumas eram manchas feias, causadas por mentiras e desobediências; outras, lindas ilustrações, frutos de atos bondosos e gentis. A fada explicou que cada escolha deles preenchia as páginas. Ouça e descubra o que mais eles descobriram!Ensinamentos para crianças: Importancia das escolhas, responsabilidade e como podemos melhorar a cada dia.Faixa etária recomendada: a partir de 4 anos.Escrita por: Emilie Poulsson.Adaptada e narrada por: Carol Camanho.
Este é só um trecho da aula completa da música "Jingle Bells", que você encontra aqui no podcast "Aprenda Inglês com Música". Use a lupa do podcast para encontrar a aula completa para ouvir ;) Quer dar aquele up no seu inglês com a Teacher Milena ?
Algumas pessoas são praticamente uma unanimidade no mercado cervejeiro e Kátia Jorge sempre foi uma delas. Em setembro de 2017, tivemos a honra de gravarmos uma entrevista muito divertida com a Kátia, eternamente simpática e sorridente. Lamentamos muito a sua partida precoce, sentiremos enorme falta. Que Deus a receba bem. Procure por "Beercast Brasil" no seu app de música favorito.
Neste episódio Especial de Natal do Bunker X Podcast, Affonso Solano e Afonso 3D recebem o Padre Edson — sacerdote católico, comunicador e criador de conteúdo geek — para um papo imperdível sobre o verdadeiro significado do Natal, a figura histórica e espiritual de Jesus Cristo e um tema que sempre intriga os bunkernautas: o que a Igreja Católica realmente pensa sobre vida fora da Terra?Com seu estilo bem-humorado e linguagem acessível, Padre Edson une teologia, cultura pop e espiritualidade para responder perguntas que vão do presépio aos planetas distantes. É uma conversa que mistura fé, ficção científica e filosofia — sempre com aquele jeitinho Bunker de explorar o desconhecido.Algumas das perguntas desta edição:– Será que o Vaticano esconde segredos sobre alienígenas?– E se Jesus fosse um extraterrestre?– Dá para evangelizar falando de videogame e cultura geek?Dá o play, senta perto da lareira (ou do ventilador) e vem celebrar o Natal com a gente — no bunker mais curioso da internet!Este programa foi um oferecimento de:NORD VPNAssinando o plano de 2 anos, você ganha 4 meses extras grátis e ainda leva 74% de desconto!Use o nosso link: https://nordvpn.com/bunkerxINSIDERGaranta descontos incríveis usando o cupom BUNKERX:https://www.insiderstore.com.br/BunkerX#InsiderStore • @insiderstore
Há 70 anos, Rosa Parks entrou num autocarro e sentou-se. Algumas estações depois, o condutor ordenou que se levantasse porque havia passageiros brancos de pé. Ela recusou. Nada voltou a ser igualSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio desta semana do CO2, Brunão e Baconzitos apresentam as melhores recomendações de filmes para você não perder nenhum destaque! Fique por dentro de todas as novidades do cinema, saiba quais filmes em cartaz estão fazendo sucesso e descubra os lançamentos imperdíveis nas principais plataformas de streaming como Netflix, Disney+, HBO Max e Prime Video. Confira também o Top 5 Bilheteria atualizado e garanta as melhores escolhas para o seu entretenimento. Além disso, divirta-se com notícias bizarras, como a mulher que deu a luz em um táxi robô e a IA que tampou um buraco nos sistemas da NASA. E claro, não perca a tradicional leitura de e-mails e comentários dos ouvintes dos podcasts QueIssoAssim, CO2 e Reflix. Se você busca recomendações de filmes certeiras, novidades do cinema e tudo sobre os filmes em cartaz, este episódio é o seu guia definitivo para saber o que assistir e se divertir muito! Algumas músicas pela https://slip.stream
O debate sobre China, livre comércio e intervenção estatal explodiu nos comentários do meu último vídeo e neste episódio respondo às críticas, esclareço posições e aprofundo o ponto central: a competitividade chinesa não é apenas fruto de mercado, mas de pesada manipulação cambial e subsídios. Também analiso as reações políticas no Ocidente, o impacto sobre indústrias locais e por que o câmbio chinês é o verdadeiro nó desse desequilíbrio global.
Todas as crianças sonham em crescer e tornar -se em alguém com significado. Alguns colegas de classe de Aron querem ser bombeiros e outros querem desenterrar dinossauros. Algumas crianças são pensadoras, enquanto outras são fazedoras. Mas Aron não consegue entender quem ele é e em quem se tornará, porque se sente diferente dos outros. O pai leva Aron para dar um passeio e ajuda-o a entender melhor onde os sonhos nos podem levar. Além dos pensadores e dos fazedores, há outros que também conseguem alcançar muito – os sonhadores. Escrito e ilustrado por Mark Jansen, traduzido por Arie Pos e publicado em Portugal pela Editora Baduga. Para acompanhar a história juntamente com as ilustrações do livro, compre o livro aqui: https://baduga.co/product/sonhador/Se vc gostou, compartilhe com seus amigos e me siga nas redes sociais! https://www.instagram.com/bookswelove_livrosqueamamos/ E fiquem ligados, porque toda sexta-feira publico uma nova história. Até mais!
Debate da Super Manhã: A Reforma Tributária está saindo do papel e promete mudar a forma como pagamos impostos no país. Algumas medidas já foram aprovadas e outras segue em análise. Alterações que podem afetar o seu bolso e o dia a dia das empresas e dos governos. No debate desta quinta-feira (13), o comunicador Tony Araújo conversa com os nossos convidados para falar sobre os atuais novos tributos, as principais mudanças e regras dos impostos e quem será beneficiado com essa alteração da carga tributária. Participam o procurador-geral do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPC-PE), Ricardo Alexandre, o conselheiro e vice-presidente de desenvolvimento profissional do Conselho Regional de Contabilidade de PE (CRCPE), membro da Academia Pernambucana de Contabilidade e auditor fiscal de Pernambuco, Eduardo Amorim, e o professor de Direito Tributário da UFPE, Eric Castro e Silva.
Jurandir Filho, Thiago Siqueira e Rogério Montanare batem um papo sobre como algumas sequências estragaram tudo! Algumas histórias do cinema são tão marcantes que parece impossível resistir à tentação de continuar. O problema é que, muitas vezes, essas continuações acabam manchando a magia do original. Há algo quase trágico em ver um filme que antes era lembrado como um clássico ser rebaixado por uma sequência que não entendeu o que tornava o primeiro tão especial.Um dos maiores erros das continuações que estragam o original é a perda de propósito. O primeiro filme geralmente nasce de uma ideia autêntica: uma história que precisava ser contada. Já as sequências, em muitos casos, nascem da necessidade de manter a marca viva ou lucrar com o sucesso anterior. O resultado são tramas forçadas, personagens descaracterizados e uma sensação de que tudo está sendo reciclado apenas por conveniência.Quais filmes se enquadram nesse perfil?==|| ASSINE O SALA VIP DO RAPADURACAST- Um podcast EXCLUSIVO do RapaduraCast toda semana! http://patreon.com/rapaduracast