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O 7 NO NOVO TESTAMENTO – SETE 004 Dizem que SETE é a conta de mentiroso. A Bíblia, porém, contradiz frontalmente esse conceito. O SETE é predominante nela. Algumas referências do Novo Testamento: Sete foram os pãezinhos que Jesus multiplicou para dar comida aos discípulos, e ainda sobraram SETE cestos cheios (Mat. 15:34-37). Pedro desejava saber o limite do perdão. SETE vezes?, perguntou a Jesus. Não até SETE, mas até setenta vezes SETE, respondeu Jesus (Mat. 18:21,22). SETE são os dias da semana, SETE são as cores do arco-íris, SETE são as maravilhas do mundo antigo, SETE são as notas musicais. SETE foram as últimas palavras de Jesus na Cruz, SETE indica plenitude, perfeição. SETE não lembra nada a você?
O 7 NO NOVO TESTAMENTO (II) – SETE 006 Dizem que SETE é a conta do mentiroso. A Bíblia, porém, contradiz frontalmente esse conceito. O SETE é predominante nela. Algumas referências do Novo Testamento: Os saduceus, em abono de sua crença herética, perguntaram a Jesus de qual seria a mulher dos SETE irmãos que a desposaram (Mateus 22:24-28). Quando Jesus ressuscitou, a primeira pessoa a vê-Lo foi Maria Madalena, da qual tinha expulsado SETE demônios (Marcos 16:9). SETE anos também foram os dias de felicidade que tivera ao lado de seu esposo a profetisa Ana (Lucas 2:36). Jesus ensinou que se o nosso irmão pecar contra nós SETE vezes em um dia, SETE vezes devemos perdoá-lo (Lucas 17:4).
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Nesta quinta (11) completa um mês da explosão em uma obra da SABESP no bairro do Jaguaré. A tragédia resultou na morte de duas pessoas e afetou quase 800 famílias que receberam auxílio emergencial de R$ 5 mil. 70 imóveis continuam com reparos e 51 famílias estão sendo indenizadas por danos irreversíveis. Algumas já se mudaram para novos apartamentos enquanto outras aguardam diferentes tipos de compensação. E ainda: Protestos anti-imigração na Irlanda do Norte resultam em feridos e prisões.
Você já sentiu que alguém não gosta de você mesmo sem nunca ter feito nada contra essa pessoa? A verdade é que, muitas vezes, o problema não está em você. Neste episódio do Descobri Depois de Adulta, Andrea Chociay explora os mecanismos psicológicos por trás da rejeição, da inveja e da projeção emocional, revelando por que algumas pessoas se incomodam tanto com quem sequer conhecem de verdade. Se você já passou por críticas injustas, julgamentos ou situações que nunca fizeram sentido, este episódio vai mudar sua perspectiva.
DEUS ESTÁ FALANDO.Muitas pessoas pedem uma resposta de Deus, mas vivem como se Ele estivesse em silêncio.A verdade é que Deus continua chamando a atenção do ser humano. Algumas vezes de maneira sutil. Outras, de formas impossíveis de ignorar.Não é Deus quem se esconde. Muitas vezes, somos nós que estamos ocupados demais, distraídos demais ou determinados demais a seguir o nosso próprio caminho.Assista a este vídeo e reflita sobre como Deus pode estar tentando chamar a sua atenção. Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.
Filipenses4:6-7 (NVT):“Não andem ansiosos por coisa alguma. Em vez disso, orem a respeito de tudo.Digam a Deus do que precisam e agradeçam-lhe por tudo que ele já fez. Entãovocês experimentarão a paz de Deus, que excede todo entendimento e que guardaráseu coração e sua mente em Cristo Jesus.”A ansiedadeé uma das marcas mais fortes do nosso tempo. A mente acelera, o coração ficapesado e os pensamentos começam a criar cenários difíceis antes mesmo delesacontecerem. Muitas pessoas estão emocionalmente cansadas porque tentamcarregar o amanhã antes da hora.A ansiedadenasce, muitas vezes, da tentativa de controlar aquilo que está fora do nossoalcance. Queremos prever tudo, resolver tudo e garantir que nada saia errado.Mas o problema é que a alma humana não foi criada para sustentar esse pesosozinha.Pauloapresenta um caminho diferente: oração. Não como um ritual vazio, mas comoentrega verdadeira. Quando você transforma preocupação em oração, algo mudadentro do coração. A situação pode até continuar desafiadora por um tempo, maso peso começa a ser redistribuído.Existe umapaz que não depende das circunstâncias estarem perfeitas. Existe uma paz quenasce da certeza de que Deus continua no controle mesmo quando a vida parececonfusa.Isso nãosignifica ignorar responsabilidades ou fingir que os problemas não existem.Significa compreender que você não precisa enfrentar tudo sozinho. Deus nuncapediu que você carregasse sozinho o peso da vida.Talvez hojesua mente esteja cansada. Talvez existam preocupações consumindo sua energiaemocional silenciosamente. Deus conhece cada uma delas. E Ele continuaconvidando você para descansar nEle.A ansiedadetenta roubar sua paz antes mesmo das batalhas acontecerem. Mas a presença deDeus fortalece você para viver um dia de cada vez.Hoje,entregue a Deus aquilo que está ocupando sua mente. Nem tudo precisa serresolvido imediatamente. Algumas coisas precisam apenas ser colocadas nas mãoscertas.
Algumas histórias começam pelo meio.E talvez a nossa relação com casa também.Depois de atravessar corpo, memória, imagem, cuidado, criação e ancestralidade, Palavra de Mulher Preta chega ao seu último episódio perguntando:Como construímos pertencimento em movimento?Amanda Julieta e Hanna Gomes refletem sobre deslocamento, autonomia, memória e criação como formas de construir morada no mundo.Aqui, casa não aparece como um ponto fixo.Casa pode ser caminho.Casa pode ser escolha.Casa pode ser aquilo que seguimos construindo enquanto atravessamos.Entre literatura, artes visuais, filosofia e experiência, este episódio nos convida a pensar os modos como seguimos criando abrigo, mesmo em trânsito.✨ EPISÓDIO JÁ DISPONÍVEL
Nem toda pessoa que mexe profundamente com você foi enviada para ficar. Algumas chegam para revelar feridas que ainda precisam ser curadas. Descubra como diferenciar amor verdadeiro de dependência emocional.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A chuva volta a ganhar força no Sul do Brasil com a chegada de uma frente fria. No Rio Grande do Sul, o Instituto Nacional de Meteorologia alerta para rajadas de vento e chuva de granizo. O alerta do Inmet vale para praticamente todo o Rio Grande do Sul, incluindo a região metropolitana de Porto Alegre. Há risco de ventos intensos, com velocidade de 40 a 60 quilômetros por hora, e queda de granizo. O volume de chuva pode chegar aos 50 milímetros nesta segunda-feira (8). E ainda: Terremoto de magnitude 7,8 nas Filipinas deixa ao menos 32 mortos.
Esse é um desabafo sobre os últimos meses e principalmente a importância de pedir ajuda.Algumas batalhas nós não conseguimos vencer sós.
Olá notável ouvinte!Algumas vez que as coisas nào deram certo, você achou que voltou ao ponto de partida?E se eu te falar que não é assim que acontece?…Quer sabe mais?Então clica no play e vem com a gente!Vida Longa e Próspera!
A pandemia quase levou a vida de Amanda. Ela sobreviveu, mas quase perdeu aquilo que mais amava: a sua voz. Para uma cantora, ouvir que nunca mais voltaria a cantar era como perder parte da própria identidade. Amanda cantava profissionalmente desde os 17 anos quando, em 2020, contraiu Covid-19. As complicações vieram rápido. Asmática, chegou ao hospital com apenas 40% de saturação e já apresentava sinais de confusão mental. Em pouco tempo, precisou ser entubada. O procedimento deixou uma cicatriz em suas pregas vocais.A recuperação foi lenta e dolorosa. Ela perdeu peso, precisou usar cadeira de rodas e dependia de ajuda até para tomar banho. A voz, antes firme, agora saía trêmula, insegura. Como se não bastasse, Amanda perdeu 37% da audição do ouvido esquerdo e passou a enfrentar dificuldades motoras que faziam seu próprio corpo parecer estranho.Quando decidiu buscar tratamento para voltar a cantar, encontrou alguns profissionais que diziam não saber como ajudá-la. Outros foram além: afirmavam que sua voz jamais voltaria. Um deles chegou a sugerir que abandonasse a música e procurasse um trabalho como faxineira, num óbvio comentário racista.Mas ela não deixou barato! Amparada pela fé, pela família e pela fonoaudióloga que acreditou nela, iniciou uma longa reabilitação que devolveram, pouco a pouco, aquilo que parecia perdido. Primeiro vieram os movimentos. Depois, algumas notas musicais e, finalmente, a voz.Em 2023, Amanda subiu ao palco do The Voice Brasil. Se inscreveu no programa para celebrar a vida, como alguém que voltou a ficar de pé. Amanda virou as quatro cadeiras e terminou a competição em segundo lugar!Desde então, cantou dentro e fora do Brasil, integrou projetos ao lado de grandes artistas, como Seu Jorge, e viu seu nome aparecer em lugares que jamais imaginou alcançar durante os dias em que sequer conseguia tomar banho sozinha.Ela aprendeu que recomeçar nem sempre significa voltar ao que era antes. Às vezes, significa voltar mais forte. Algumas pessoas recebem uma segunda chance, e a Amanda transformou a dela em música.
Algumas entrevistas entregam conteúdo. Outras entregam visão.O Café com Comprador, teve a oportunidade de acompanhar uma excelente conversa conduzida por Ruy Magalhães, com José Herculano, referência nacional em gestão de contratos, terceiros e governança corporativa, além de autor do livro Gestão de Contratos e Terceiros: do Operacional ao Estratégico.E uma das principais mensagens que ficou dessa entrevista foi simples:Contratos não são documentos, são instrumentos de geração de valor e mitigação de riscos.Durante muitos anos, a gestão de contratos e terceiros foi tratada apenas como uma atividade operacional, mas o mercado mudou.As organizações estão percebendo que:✔ O risco que não é monitorado vira prejuízo.✔ O fornecedor sem governança vira crise.✔ O contrato sem gestão vira perda financeira.Em um cenário cada vez mais impulsionado por tecnologia, inteligência artificial e dados, existe uma realidade que permanece inalterada:Tecnologia sem processo gera caos.Processo sem governança gera fragilidade.E crescimento sem gestão de riscos não se sustenta.José Herculano trouxe reflexões importantes sobre como transformar contratos e terceiros em ativos estratégicos para as organizações, conectando gestão, performance, compliance, governança e geração de resultados.E fica uma reflexão para todos nós:Sua empresa está gerenciando contratos e fornecedores de forma estratégica ou apenas administrando problemas até que eles apareçam?Venha tomar um Café com a gente e descubra!
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 03/06.
Como andam as suas expectativas? Boa parte do sofrimento que enfrentamos decorre de expectativas frustradas. Algumas são boas, mas não as alcançamos. Outras, não deveríamos ter ou deveríamos adequar, pois estão superestimadas.E isso também acontece em relação a Deus e ao Seu Reino. O Reino de Deus é um reino de expectativas!Nesta mensagem vamos conversar sobre isso e entender como ajustá-las para que a frustração não faça mais parte da nossa vida.
Você sente que descansa… mas nunca se sente realmentebem?Neste episódio, vamos falar sobre hiperestimulação, dopamina, ansiedadesilenciosa, excesso de informação, comparação constante e o impacto que tudoisso está causando no cérebro moderno.Com base em estudos recentes da neurociência, psicologiae comportamento humano, você vai entender por que tantas pessoas estãoemocionalmente cansadas, mesmo tendo acesso a mais conforto, tecnologia eentretenimento do que nunca.Esse episódio não é apenas sobre saúde mental. É sobrerecuperar presença, clareza emocional, paz interna e a capacidade de sentiralegria nas pequenas coisas novamente.Se em algum momento você sentiu que sua mente nuncadesliga, que o silêncio incomoda ou que a felicidade parece distante… esseepisódio foi feito para você.✨ Ouça até o final. Algumas reflexões podem mudarcompletamente a forma como você enxerga sua rotina, seu cérebro e sua energiaemocional.#saudemental, #ansiedade, #dopamina, #neurociencia,#desenvolvimentopessoal, #bemestar, #inteligenciaemocional, #autoconhecimento,#espiritualidade, #podcast
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 29/05
Algumas pessoas chamariam esse episódio de intervenção, outras de DR, mas para vocês, ouvintes, é o retorno do Compêndio de RPG!Nessa nova edição, abordaremos os sentimentos e acontecimentos de uma de nossas mesas, tentando entender os problemas e as intenções por trás das nossas escolhas.Enviem e-mails com comentários para: umeventualocultismo.comParticipantes: Gabriel Fischer, Luca Piancastelli, Pedro Santos, Rodrigo e Vítor BatistaMúsicas: Training Mode e Clock Tower (Tetsuya Shibata; Marvel Vs Capcom 2 OST)
Imagina uma cicatriz no seu corpo.Um dia aquilo doeu demais, queimou, sangrou, incomodou… Hoje a marca ainda está lá, mas não dói mais. Ela conta uma história: “Eu passei por isso… e sobrevivi.”Na alma é parecido.Algumas coisas do nosso passado ainda são FERIDAS ABERTAS:– pecados que nos envergonham,– abusos, rejeições, traições,– palavras pesadas que ouvimos,– decisões erradas que custaram caro. Só de lembrar, parece que sangra tudo de novo.A gente sua frio, trava, foge, se isola… e muitas vezes isso vira PRISÃO.Mas o que Deus quer fazer não é te obrigar a esquecer o que aconteceu.Ele quer transformar FERIDA em CICATRIZ:a dor sara, o sangue para, e a marca vira TESTEMUNHO.Jesus não promete que não vamos passar pelo vale;Ele promete estar CONOSCO no “vale da sombra da morte”.E quando Ele trata uma área, quando já houve perdão, arrependimento, confissão, oração, ministração…chega uma hora em que, pela fé, a gente precisa CRER:Isso já não tem mais poder de me paralisar.É como alguém curado de paralisia ouvindo Jesus dizer:“LEVANTA e ANDA.”Se fica no chão com medo de falhar, nunca anda.Se obedece, descobre que a Palavra de Jesus é mais forte que o passado.Em Cristo, a nossa identidade muda:“Se alguém está em Cristo, é NOVA CRIAÇÃO;as coisas antigas JÁ PASSARAM; eis que TUDO se fez novo.” (2 Co 5.17)Continua...
Desde as memórias de infância entre as rimas do pai e o grande vulto são-tomense Alda Espírito Santo, com toda a riqueza da poesia lusófona, ou ainda Aimé Césaire ou Langston Hughes, Conceição Lima falou em Junho de 2025 das suas influências literárias. Algumas semanas após a sua morte prematura, a RFI passa excertos inéditos dessa entrevista. Em 2025, a RFI esteve em São Tomé e Príncipe para uma série de entrevistas sobre os 50 anos da independência do país. Um dos primeiros nomes falados na redacção como imprescindível para um relato justo do país neste último meio século foi Conceição de Deus Lima. Nascida ainda sob o jugo colonial, em Santana, na ilha de São Tomé, Conceição tornou-se uma das vozes mais activas e mais conhecidas da sociedade civil são-tomense como jornalista, escritora e poetisa. Fez os estudos até ao liceu em São tomé e Príncipe, tendo depois começado os estudos superiores em Portugal e formando-se ainda na King's College de Londres. Em Londres trabalhou na BBC e em São Tomé fundou e dirigiu o semanário independente "O País Hoje". Teve vários cargos na televisão e na rádio públicas em São Tomé. Foi na poesia, aliás, que mais terá encontrado a sua voz, uma mistura de rectidão, liberdade e encanto. É a poetisa mais traduzida de São Tomé e Príncipe, com as suas rimas a chegarem a pessoas que falam línguas distantes como o alemão, o árabe ou o turco. Após vários encontros e tentativas de persuasão, Conceição Lima concedeu uma entrevista à RFI em que falou sobre os poetas da sua terra, sobre a músicas, sobre a luta pela libertação no arquipélago e sobre a sua visão para o país. Fê-lo com conhecimento de causa, como uma das figuras mais relevantes das sua geração, mas sobretudo com justeza e imparcialidade, ora não fosse jornalista. Alguns excertos da entrevista foram publicados nessa altura, mas ficaram inéditos os excertos em que Conceição Lima falou sobre as suas próprias influências e sobre a sua poesia. Conceição Lima morreu no dia 15 de Maio de 2026, mas a sua obra e a sua influência junto dos são-tomenses e todos os leitores lusófonos perdura. Durante a celebração do dia da mulher são-tomense, em 19 de setembro do ano passado, Conceição de Deus Lima foi distinguida pelo Governo são-tomense como embaixadora da Cultura de São Tomé e Príncipe em reconhecimento pelo papel na valorização e promoção da identidade cultural do país no plano internacional. O Governo são-tomense decretou três dias de luto por Conceição Lima e centenas de pessoas acorreram à última homenagem. Em Junho de 2025, na espalanada da Cacau, Conceição Lima falou-nos sobre as suas influências, a poesia, a música e a esperança no futuro.
Ganhou a Taça da Rússia e partiu o troféu nos festejos! E por falar em taça, ainda deve estar a durar a festa em Torres Vedras!
Pesquisadores do Hospital Universitário Cassiano Antonio Moraes (Hucam), ligado à Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), irão fazer um trabalho de recrutamento de pacientes com a chamada "Doença de Sjögren", para que eles possam ser examinados e terem oportunidade de acesso a novos medicamentos através de protocolos de pesquisa clínica. É uma doença autoimune sistêmica, mas que afeta, sobretudo, as glândulas lacrimais e salivares. O trabalho é coordenado pela médica reumatologista Valéria Valim, pesquisadora à frente do projeto.Segundo informações da Sociedade Brasileira de Reumatologia, trata-se de uma doença auto-imune que se caracteriza, principalmente, pela manifestação de secura ocular e na boca associada à presença de auto-anticorpos ou sinais de inflamação glandular. Algumas células brancas (chamadas de linfócitos) invadem vários órgãos e glândulas, principalmente as glândulas lacrimais e salivares, produzindo um processo inflamatório que acaba por prejudicá-los, impedindo suas funções normais.A médica explica. "Pacientes com a Doença de Sjögren, que têm o anti-Ro positivo, têm queixas de secura e que querem fazer um acompanhamento no Hospital Universitário e ter a oportunidade de acesso a novos medicamentos, que estão chegando. Será realizada uma consulta, no dia 30 de maio, sábado, de 7h às 13h, com o agendamento, para preechimento dos dados e será feito o contato com esses pacientes", explica.O Hucam tem um ambulatório para tratamento da doença, via Sistema Único de Saúde (SUS). Em geral, ela explica, é uma doença "desconhecida" e, por isso, demora até o paciente achar o diagnóstico. Em entrevista à CBN Vitória, a médica detalha o assunto.
O especialista em Economia da Saúde analisa os problemas no SNS e deixa algumas pistas para os solucionar. Mas avisa: por mais que se faça é impossível ter um sistema isento de problemas. Este episódio teve moderação de João Silvestre, editor executivo do Expresso, e contou com a participação de Pedro Pita Barros, professor da Nova SBE. A gravação foi de João Luis Amorim e a edição de João Martins.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 25/05.
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O surto da cepa Andes do hantavírus, que atingiu os passageiros do navio MV Hondius em abril, despertou o trauma da pandemia na França e exigiu uma resposta rápida das autoridades sanitárias para tranquilizar a opinião pública. Mas, de forma surpreendente, o assunto rapidamente foi relegado a segundo plano pelo governo francês e pela imprensa mundial. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris Para o infectologista francês Jean Paul Stahl, membro da SPIL (Sociedade Francesa de Infectologia), e professor de doenças infecciosas e tropicais no CHU (Centro Hospitalar Universitário) de Grenoble, esse esvaziamento se explica pela “precipitação” das autoridades francesas. Segundo ele, a propagação em massa do hantavírus é uma hipótese que poderia ter sido descartada desde o início. Houve “excesso” na comunicação, além de “perda de sangue-frio”. “É um vírus conhecido há décadas, alvo de publicações científicas há muito tempo. Há uma recomendação das autoridades sanitárias americanas, por exemplo, que data de 2007, e os cientistas conhecem perfeitamente esse vírus desde então. Nesse caso, não há nada de novo. Algumas pessoas se contaminaram, como outras se contaminam regularmente na América do Sul.” O navio de cruzeiro MV Hondius chegou nesta segunda-feira (18) ao porto de Roterdã, encerrando seu périplo de quase 50 dias, após uma etapa nas Ilhas Canárias para o desembarque dos passageiros e de parte da tripulação. Ele transportava cerca de 150 pessoas de 23 países, quando um foco de hantavírus foi detectado e relatado pela primeira vez, em 2 de maio, pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Até o momento, três passageiros morreram. Oito casos, que incluem essas mortes, foram confirmados, e dois são considerados possíveis, segundo a organização, que insiste, desde o início, que o risco é “limitado” para a população em geral. Na França, uma mulher de 65 anos, repatriada do Hondius, sentiu-se mal no dia 10 de maio, testou positivo e foi internada em estado grave em Paris. As pessoas que estiveram em contato com contaminados foram hospitalizadas e colocadas em quarentena. As medidas foram determinadas pelo governo francês em função do período de incubação do vírus, estimado em seis semanas. Mas elas são consideradas excessivas pelo infectologista francês. “Esse vírus só se transmite se a pessoa está doente. Sem sintomas, elas não são contagiosas”, explica o especialista francês. "É preciso entender que todas essas decisões são políticas, não científicas”, resume. Alegando ter a obrigação de “transparência”, a ministra francesa da Saúde, Stéphane Riss, organizou uma coletiva no dia 12 de maio, ao lado de um grupo de cientistas franceses, para esclarecer dúvidas sobre a contagiosidade, modos de transmissão e fatores de risco, deixando claro que muitas perguntas ainda permaneciam sem resposta. Nesse momento, a possível emergência de uma epidemia ainda era difícil de avaliar para o público leigo, e a mobilização das autoridades levantou questões. Para o infectologista francês, a ansiedade da população é compreensível, mas o único elemento novo no recente surto de hantavírus é o contexto — ou seja, o fato de ele ter ocorrido dentro de um cruzeiro. “É um bom enredo e uma história interessante para os jornais”, avalia. “Imagine uma embarcação com um cadáver a bordo durante dez dias e um vírus circulando entre os passageiros.” As características da cepa dos Andes, explica, já antecipavam o cenário atual, sem disseminação. O vírus tem uma taxa baixa de transmissão, estimada em torno de 0,5%, que pode variar de acordo com as circunstâncias. Esse foi o caso do surto no MV Hondius, onde os contatos são próximos e ocorrem em espaços fechados. Vírus não sofreu mutação O vírus também não sofreu mutações, como mostraram recentemente os sequenciamentos de seu genoma feitos pelo Instituto Pasteur de Paris, que utilizou amostras de uma paciente contaminada. Essa é, aliás, uma característica conhecida dos hantavírus. A taxa de letalidade, em torno de 40%, também deve ser vista com cautela, pois depende da capacidade e da qualidade de atendimento, que, em áreas remotas da América do Sul, não são similares às dos países europeus. “É uma infecção grave, conhecida há muito tempo, mas a questão não é essa. Nesse episódio, não havia nenhum elemento novo além do navio”, reitera. “Houve, sem dúvida, uma ou duas transmissões dentro do barco, relacionadas às condições muito particulares que existem dentro de um navio e à promiscuidade inerente a esse meio de transporte. Isso é tudo, e não há nada de novo.” Segundo um comunicado publicado pelo Instituto Pasteur de Paris, não há tratamento específico disponível, embora um medicamento à base de ribavirina tenha demonstrado eficácia durante uma infecção por um tipo específico do hantavírus (vírus Hantaan). A transfusão de plasma humano contendo anticorpos contra o vírus Andes permitiu reduzir a mortalidade em pacientes infectados, mas o resultado ainda precisa ser confirmado em ensaios clínicos. Os sintomas incluem febre, dores musculares e gastrointestinais, cansaço e podem evoluir para insuficiência respiratória aguda.
O Deputado Pedro Lupion, da Frente Parlamentar da Agropecuária, fala sobre alguns problemas novos e antigos que afetam o nosso Agro. E também fala do trabalho da FPA para solucionar alguns deles.
O compositor David Wise foi convidado da gamescom latam 2026 e isso tornou inevitável a cobertura do evento pelo podcast com dois dos maiores fãs do mestre. Victor conta como foi fazer o meet & greet e assistir ao show com os Gameboys. Tem também conversas de filmes e séries assistidas, seguida de um papo sobre as grandes notícias Nintendo que circularam no último mês.PARTICIPANTES: Victor Gurgel, Luã Bitencourt, Felipe GurgelEDIÇÃO: Victor GurgelASSUNTOS DO EPISÓDIO:0:00:00 Introdução: gamescom latam 2026 e a jornada pra conhecer David Wise0:25:47 O show com os Gameboys0:37:49 Outras coisas gamescom latam0:48:40 Coisas que assistimos/jogamos0:49:21 Vampire Crawlers0:51:53 Michael1:04:56 Maratona Ryan Gosling1:07:35 Diabo Veste Prada 1 & 21:13:31 Algumas das 27 séries que Felipe assistiu1:21:30 Pokémon Pokopia1:29:02 Assistam Demolidor Renascido1:37:14 Papo de novela!!!1:40:05 Momento Notícias Nintendo2:10:01 Considerações finaisQUER APOIAR O PIRATAS?REDES SOCIAIS:Bluesky do VictorTwitch do VictorTikTok do VictorBluesky do LuãINSCREVA-SE E RECEBA NOVOS EPISÓDIOS ASSIM QUE LANÇAREM:FEEDYOUTUBEAPPLE PODCASTSSPOTIFYENDEREÇO DIRETO DO SITE:Acesse aqui: www.piratasdoespaco.com/QUER TER O SEU COMENTÁRIO LIDO NO PRÓXIMO PIRATAS?Comente aqui, no YouTube, ou envie-nos um email: pirataespacialshow@gmail.comVocê também pode mandar mensagens nas redes sociais.Deixe uma mensagem para nós!
Traumas de infância não precisam ser dramáticos para deixar marcas profundas. A necessidade de agradar todo mundo, o medo de abandono nos relacionamentos, o perfeccionismo extremo, a sensação de nunca ser suficiente, a dificuldade de mostrar emoções — tudo isso pode ter raiz em experiências que você viveu muito antes de ter palavras para descrevê-las.Neste episódio, Thais Galassi explora como a psicologia do desenvolvimento e a neurociência explicam por que mulheres adultas continuam reagindo a padrões emocionais criados na infância — e o que é possível fazer a partir de hoje para interromper esse ciclo.Você vai entender: por que seu cérebro ainda age em modo de sobrevivência | como o trauma molda relacionamentos e autoestima | o que a ciência diz sobre apego ansioso, fawn response e perfeccionismo | e uma técnica prática validada pela neurociência para começar a se libertar desses padrões agora.Baseado em estudos do JAMA Pediatrics, Journal of Personality and Social Psychology e nas obras de Bessel van der Kolk, Pete Walker e Kristin Neff.Se você já sentiu que nunca é suficiente, que tem medo de perder as pessoas que ama ou que precisa agradar todo mundo pra ser amada — esse episódio foi feito pra você.00:00 — A descoberta de Harvard que vai mudar como você se vê02:30 — Como o cérebro grava traumas antes de você ter palavras06:00 — A menina que aprendeu que precisava ser boa para ser amada10:30 — Fawn response: a raiz da necessidade de agradar14:00 — Medo de abandono e apego ansioso nos relacionamentos19:00 — Perfeccionismo: quando a ferida usa a produtividade como disfarce24:00 — A mulher forte que chora sozinha no chuveiro28:30 — Técnica STOP: como interromper padrões automáticos hoje33:00 — Dor não tem ranking — o começo da cura
O jipe Perseverance encontra possíveis bioassinaturas na superfície de uma rocha e dá mais um motivo para que a missão de retorno de amostras de Marte não seja cancelada. As análises sobre a habitabilidade marciana é uma vertente dos estudos na área, que buscam responder: quais são as condições encontradas no planeta hoje e como ele já deve ter sido no passado? O episódio faz parte de um conjunto de reportagens sobre A busca por vida extraterrestre e se essa estaria esquentando. A série é desenvolvida por Danilo Albergaria, bolsista do Programa Mídia Ciência, da FAPESP. Este episódio contou com a participação de Gabriel Gonçalves Silva (pós-doutorando na UNISINOS), Fernanda Jamel (doutoranda – USP e MIT), Roberta Vincenzi (pós-doutoranda no IO-USP) e Isabella Gaião (doutoranda – USP). [Introdução] Danilo: No primeiro episódio da série que trata da astrobiologia, aqui no podcast Oxigênio, a gente falou da alegação de detecção de uma possível bioassinatura num planeta fora do sistema solar. Uma bioassinatura é um sinal produzido por seres vivos – um possível vestígio de atividade biológica. Mas essa notícia de um potencial sinal de vida num exoplaneta não foi a única ocasião em que uma possível bioassinatura em um ambiente extraterrestre gerou manchetes no ano passado. Em setembro de 2025, a NASA anunciou um resultado que foi descrito pela agência aeroespacial americana como: “pode bem ser o sinal mais claro de vida que já encontramos em Marte”. A novidade foi um estudo publicado na revista Nature que apontou a existência de uma “potencial bioassinatura” numa rocha marciana – sim, uma pedra em Marte, coletada e analisada pelo jipe Perseverance, da NASA. A rocha marciana tem algumas características que aqui na Terra são encontradas em rochas que exibem rastros deixados por micróbios. Mas ainda não dá para saber se essas características encontradas na pedra marciana tiveram origem em atividade biológica ou se foram formadas por processos naturais sem o envolvimento de seres vivos. Os equipamentos do jipe, por melhores que sejam, não conseguem produzir resultados claros o suficiente para que os cientistas tirem essa dúvida. Para distinguir se os sinais encontrados são biogênicos (ou seja, foram originados por atividade biológica) ou se são abióticos (ou seja, sem o envolvimento de seres vivos), é preciso trazer as amostras para a Terra. Eu sou Danilo Albergaria, jornalista e historiador pesquisando a comunicação da astrobiologia, essa área que estuda a origem, a evolução e a distribuição da vida no universo. Neste episódio, vou conversar com quatro cientistas associados ao Laboratório de Astrobiologia da Universidade de São Paulo para entender um pouco melhor de quê se trata essa possível bioassinatura e o que sabemos sobre se Marte pode ou não pode oferecer condições para a existência de vida, ou se já pode em algum momento do passado distante. [Vinheta] Danilo: Vamos começar pelo que a gente sabe sobre esses resultados anunciados com grande entusiasmo pela NASA no ano passado. O jipe Perseverance está em Marte desde 2021 explorando a região de uma cratera chamada Jezero. A gente sabe que Marte teve água líquida em sua superfície há mais de 3,5 bilhões de anos, e essa cratera já foi um lago nesse passado remoto. Só para vocês terem uma ideia dessa região marciana, para atravessar essa cratera, de borda a borda, é preciso percorrer 45 quilômetros, pouco mais do que a distância entre Campinas e Jundiaí ou de Jundiaí a São Paulo. Em uma parte da borda da cratera existem marcas características de um delta de um rio que desaguava ali. Foi nas margens do leito desse rio, medindo 400 metros de margem a margem, que o jipe encontrou algumas rochas interessantes em julho de 2024. Em uma delas, o Perseverance identificou compostos orgânicos, moléculas compostas de carbono, e o mais importante: marcas que foram apelidadas de “pintas de leopardo”, que são manchas mais claras do que o restante da rocha, circundadas por linhas bem mais escuras. A rocha é formada principalmente de argila e lodo, materiais que costumam preservar rastros de vida microbiana, e fazem da rocha algo tipicamente encontrado no fundo de rios. Essas marcas, as “pintas de leopardo”, são compostas de fosfato de ferro e sulfeto de ferro. Aqui na Terra, esses compostos são associados a rastros químicos causados por reações produzidas por microrganismos em rochas. Essas foram as pistas analisadas para ver se as manchas poderiam ter sido geradas por micróbios há bilhões de anos. O Gabriel Gonçalves Silva é pós-doutorando na UNISINOS, químico associado ao Laboratório de Astrobiologia da USP, e estuda geobiologia. Eu pedi para ele me explicar por que esses sinais foram considerados possíveis vestígios de vida microbiana passada em Marte neste último estudo feito pelos pesquisadores da NASA. Gabriel: Eles analisaram uma amostra que se chama de mudstone, que seria algo como uma rocha formada de uma antiga lama. Marte é muito rico em ferro e foi observado principalmente nessa rocha pequenos pontinhos que eles observaram com mais detalhes e nele foi encontrado o ferro que a gente chama de ferro mais reduzido, que é o ferro 2+, que é interessante porque contrapõe ao ferro que a gente encontra mais em Marte, que é o ferro 3+, que é aquele que tem a cor de ferrugem. E não só essas manchinhas apresentavam principalmente um mineral, que é a vivianita, que é um fosfato de ferro II e a greigita, que é um sulfeto de ferro II. O ferro II na Terra, por exemplo, pode ser formado por processos na ausência de vida ou na presença de microrganismos. Eles conseguiram observar que não havia nessas rochas nenhum indício de grandes mudanças de pH nem de temperatura, mas junto da vivianita e da greigita tinha matéria orgânica. Na Terra, a gente sabe que a matéria orgânica pode acoplar reações onde a oxidação da matéria orgânica resulta na redução do ferro e aí, pela presença de sulfeto e do fosfato, a formação desses minerais. Porém, eles observaram que, por mais que a vivianita possa se formar em condições de temperatura, pressão e pH próximos do que nós consideramos normais, geralmente a formação de sulfeto de ferro dependeria de uma temperatura mais alta, então não só a oxidação da matéria orgânica, levando à redução do ferro, necessitaria de outros elementos para a formação desse mineral, desse sulfeto de ferro II. E graças a observações da composição ali da rocha, ausência de fosfato de alumínio, ausência de outros componentes, eles perceberam que não houve nem aquecimento, nem uma mudança drástica de pH durante esse processo de formação desses minerais. Isso faz com que a causa mais provável para a formação desses minerais, pelo menos se a gente pensasse na Terra, seria a ação da vida como nós conhecemos. Danilo: Vamos entender um pouco mais da química envolvida na produção das “pintas de leopardo”. Algumas bactérias formam minerais usando e transformando compostos químicos, como diferentes tipos de óxidos de ferro, formados por ligações entre ferro e oxigênio. O chamado ferro II (um íon de ferro) é muito importante para atividade biológica porque se liga facilmente ao oxigênio – por exemplo, ele é fundamental para o transporte do oxigênio no nosso sangue por meio da hemoglobina. A Fernanda Jamel, doutoranda no AstroLab da USP e que fez parte de suas pesquisas atuais no MIT (o Massachusetts Institute of Technology, nos EUA), explica a química da formação dos minerais encontrados na rocha marciana como possível explicação biológica, comparando com o que acontece na Terra. Fernanda: Aqui a gente tem formação de vivianita com bactérias que usam o ferro III, o óxido de ferro III, e transforma em ferro II. Por isso que a gente fala que é a redução de ferro. Então, quando as bactérias fazem isso, ela libera o ferro II no ambiente ao redor e aquilo ali vai formando camadas, vai se ligando com o que tem ali, e vai formando camadas que vão se mineralizando. A greigita também, da mesma forma, só que seria bactérias redutoras de sulfato, elas usam o sulfato como receptor de elétrons, o SO4, e elas produzem H2S, que é sulfeto de hidrogênio. E aí esse sulfeto reage com o ferro II disponível no sedimento. Depois vão formando essa combinação de sulfeto de ferro que vai se formando em greigita também dessa mesma forma, no sentido de que isso vai se expandindo: vem de um núcleo e vai se expandindo ao redor.” “É difícil dizer que existe um padrão exatamente igual a esse que a gente encontrou em Marte, mas esses nódulos que se formaram são condizentes com formações que a gente encontra aqui.” Danilo: Além dos compostos orgânicos, os instrumentos do Perseverance também identificaram, na região em que a rocha foi encontrada, alguns compostos químicos ricos em enxofre, ferro oxidado ou ferrugem, e fósforo. Se micróbios existiram ali, esses compostos podem ter fornecido fontes de energia para o metabolismo desses microrganismos, reforçando a hipótese de origem biológica para os vestígios. Porém, o fato de que esses vestígios podem ter sido formados por vida microbiana não quer dizer que dê para descartar outros processos que não envolvam seres vivos – também chamados de processos abióticos. Os próprios autores do artigo que avalia a possível origem biológica das “pintas de leopardo” propõem alguns processos abióticos como explicações alternativas. Até agora, as alternativas abióticas, sem o envolvimento da vida, não parecem muito promissoras para explicar as marcas nas rochas, mas ainda não dá para descartá-las. Talvez estejam faltando algumas peças do quebra-cabeças para uma explicação abiótica convincente. O Gabriel de novo vai nos ajudar a entender isso. Gabriel: Eles tentaram investigar o máximo possível de reações na ausência de vida, e nenhuma que nós conhecemos hoje poderia sustentar esse tipo de reação. Isso não quer dizer que a vida é sempre necessária para que essas reações aconteçam. A gente pode estar ignorando alguma coisa. Pode não estar percebendo alguma coisa. Podem existir reações que a gente não estudou hoje e que poderia estar fomentando essa formação desses minerais na ausência de vida, ou até mesmo as grandes escalas – a gente está falando aí de bilhões de anos – poderiam permitir que houvesse a formação desses minerais na ausência de vida. Mas de tudo que a gente conhece hoje, essa condição de formação de fosfato de ferro II, formação de sulfeto de ferro II acoplado à presença de matéria orgânica, como nós conhecemos, seria mais bem explicado pela ação da vida. Então eles fizeram um estudo muito minucioso de várias hipóteses. E a que melhor responde hoje é a ação da vida, em contrapartida a reações abióticas, sem a presença de vida. Danilo: É justamente pela possibilidade de que as “pintas de leopardo” tenham sido formadas por mecanismos abióticos, sem o envolvimento de seres vivos, que os sinais são classificados de “potenciais bioassinaturas”. Ou seja, podem ter sido, como podem não ter sido causados por seres vivos. Para que uma potencial bioassinatura seja considerada um sinal de vida inequívoco, é preciso estabelecer com segurança a sua origem biológica e descartar os mecanismos plausíveis que não envolvam processos biológicos em sua formação – ou seja, é preciso eliminar essas hipóteses abióticas alternativas. É uma barra bem alta, difícil de ser alcançada. Para complicar, os instrumentos a bordo do Perseverance são versões miniaturizadas, simplificadas, de ferramentas que se usa em laboratórios terrestres para buscar bioassinaturas de vida do passado remoto da Terra, como o espectroscópio Raman. Gabriel: Para quem tem um olho um pouco mais treinado nessas questões científicas, quando a gente observa, por exemplo, no próprio artigo, os espectros Raman que foram publicados, a gente leva um pouco de susto, porque a gente vê que são dados muito ruidosos, que isso tem a ver com a forma com que a amostra é tratada lá no espaço. O laser não é tão preciso. O aumento não é tão grande. Você tem a grande influência da iluminação natural. Isso faz com que o espectro fique extremamente ruidoso e dificulta a análise daquilo que se espera estar sendo estudado. Se esse material pudesse ser trazido para a Terra num ambiente muito mais controlado, a gente poderia trabalhar com lasers com focos muito menores, ou seja, na escala de micrômetros, com uma precisão muito grande do que está sendo selecionado para ser estudado. E aí a gente tem alternativas: trocar lasers, trocar aparatos para garantir que o ruído seja minimizado e outros efeitos que atrapalham possam ser minimizados. [música] Danilo: Da forma como eu e o Gabriel falamos, pode parecer que o Perseverance é um aparelho meio limitado, mas a verdade é que o jipe é uma grande realização da engenharia. O Gabriel me explicou que os engenheiros e cientistas da NASA bolaram soluções muito criativas para poder, por exemplo, em um único espectro separar a fluorescência de raio-X, que permite saber a composição elementar do material analisado, da difração de raio-X, que dá uma informação da estrutura cristalográfica dos minerais – ou seja, permite ver a organização interna dos átomos nas amostras. Apesar da criatividade, esses mini-aparelhos que o jipe carrega nem de longe se comparam com os dos laboratórios aqui na Terra. Por exemplo, o espectroscópio Raman que o Gabriel mencionou e que tem lá no AstroLab, ocupa boa parte de uma sala ao lado do laboratório, enquanto que as dimensões do SHERLOC, o instrumento que inclui o Raman no Perseverance, tem 26cm de comprimento por 20cm de largura (isso porque o SHERLOC carrega ainda outros instrumentos, como a câmera WATSON… sim, os cientistas são bons em dar nomes para os aparelhos… Elementar). Se der para trazer essas amostras para o nosso planeta, daria para trabalhar com radiação síncrotron, por exemplo, que consegue focar e fazer esse tipo de análise em escalas nanométricas. E também fazer a observação de microscopia eletrônica, onde a gente vai ver a estrutura daquela amostra com aumentos entre mil e dez mil vezes. Por isso, o jipe vem colhendo amostras que poderão, no futuro, ser trazidas para cá e analisadas em laboratório. É a única maneira de eliminar algumas incertezas e filtrar as hipóteses da origem das possíveis bioassinaturas. A missão de retorno dessas amostras estava em desenvolvimento pela NASA, mas extrapolou as estimativas de custo iniciais, chegando a 11 bilhões de dólares, e agora está cancelada devido aos cortes profundos no orçamento da NASA propostos pelo governo de Donald Trump. Mas um detalhe mostra que o caro, em ciência, é quase sempre barato quando comparado com gastos militares. Os 11 bilhões previstos para o desenvolvimento de toda a missão de retorno de amostra são os mesmos 11 bilhões que os Estados Unidos gastaram só nos primeiros seis dias de ataques ao Irã entre fevereiro e março deste ano. [música] Danilo: Com os cortes no orçamento, a situação atual da NASA é complicada, para dizer o mínimo, por isso ainda não dá para saber quando e se vamos um dia analisar as tais “pintas de leopardo” em laboratório e distinguir se elas são biogênicas ou se foram formadas por processos abióticos. Mas dá para saber muita coisa sobre as condições que Marte oferece – e não oferece – para a existência da vida, além das condições que o planeta enferrujado já deve ter oferecido a possíveis seres vivos num passado muito distante. A Isabella Gaião e a Roberta Vincenzi, pesquisadoras associadas ao Laboratório de Astrobiologia da USP, vão me ajudar a entender melhor se Marte é ou já foi habitável um dia. Elas estudam um mesmo microrganismo, a bactéria Staphylococcus nepalensis. O micróbio é adaptado a ambientes hipersalinos, repletos de sal, como as lagoas de Araruama, no estado do Rio de Janeiro, onde elas encontraram essa espécie de bactéria em meio a outros microrganismos que sobrevivem a concentrações de sal nocivas à maior parte dos seres vivos. A superfície de Marte está cheia de sais que são nocivos à vida, como sulfato de magnésio e o perclorato de magnésio. Esses sais são muito mais nocivos do que o cloreto de sódio que predomina nos oceanos terrestres. A Roberta explicou porque esses sais são tão prejudiciais à vida. Roberta: Os principais danos dos percloratos, na verdade, são dois. Eles são muito oxidantes, mas hoje, e essa era uma das principais preocupações na época da descoberta desses sais lá, mas hoje, do que a gente entende, aparentemente, se você pega a parte termodinâmica do negócio, não é tão relevante o fato de eles serem oxidantes, mas eles são extremamente caotrópicos. E esse vai ser um conceito bastante importante para a gente entender os problemas da vida nessas soluções, porque um agente caotrópico é aquele agente que tem o potencial de desestabilizar macromoléculas. Macromoléculas são basicamente tudo que a vida precisa para existir, como proteínas, lipídios, material genético. Então, se você tem agentes caotrópicos em uma solução, essas moléculas que precisam se manter em determinada forma vão ter dificuldade de permanecer assim. E a gente sabe que a forma dessas macromoléculas hoje estão intimamente ligadas à função que elas exercem. Então, quando a gente tem esses agentes caotrópicos, é basicamente uma função de desestabilizar a vida como a gente conhece ali. E esses sais são extremamente caotrópicos. Danilo: A Isabella também me ajudou a entender como a caotropicidade desses sais pode desestruturar o arranjo de grandes moléculas orgânicas, como as proteínas. Isabella: Basicamente um agente caotrópico é qualquer coisa química que desestruture macromoléculas. Aí o que seriam macromoléculas? Qualquer molécula importante para a vida. Então a vida é baseada em células. Células têm principalmente proteínas, que é o arranjado de várias moléculas orgânicas ali e que elas se rearranjam de uma forma 3D. Então, a forma 3D de uma proteína é muito importante para ela executar a função. E função de proteína é tudo. Tudo que envolve uma célula funcionar, você precisa de uma proteína ali trabalhando para ela funcionar. E para essa proteína funcionar, ela tem que estar na forminha dela 3D, ela não pode ser uma linha, ela tem que ter três dimensões. E agentes caotrópicos vão quebrar esse 3D. E se você quebra esse 3D e ela fica, por exemplo, linear, uma proteína, aí ela não tem mais função. Se ela não tem função, a célula não funciona. Se uma célula não funciona, a vida por si não funciona. Danilo: Como a Roberta já tinha mencionado, os percloratos da superfície marciana desestruturam a química da vida não só por serem caotrópicos, mas também por serem oxidantes. Roberta: Porque quando a gente fala que um composto ele é muito oxidante ou muito oxidativo, significa que ele reage muito fácil com outras coisas ao redor. Então, aquela estrutura que a Isabela falou, que precisa ser mantida, dessas proteínas, para que elas funcionem, quando você tem algo que é muito reativo ao redor… Isso também, ela vai reagir com esse agente oxidativo, que no caso é esse sal, e quando ela reage assim, todas as outras ligações que ela tem para manter essa estrutura específica, para ela funcionar, podem se desorganizar também, e isso vai prejudicar a função, seja das proteínas, como também dos lipídios, por exemplo, que são aquelas gorduras que constroem a membrana biológica das células, que é muito importante para manter um ambiente interno, mas também os próprios materiais genéticos, o DNA e o RNA, que são essenciais pra manter e passar a informação da vida como a gente a conhece. Danilo: a bactéria que a Roberta e a Isabella estudam gosta de alta concentração de sal. É, por isso, considerada um extremófilo, uma espécie adaptada a condições extremas em que a maioria dos seres vivos terrestres não teria condição de sobreviver. Extremófilos que se dão bem com alta concentração de sal são chamados de halófilos. Os halófilos são importantes para entender a possibilidade da existência de vida hoje em Marte. Caso a vida tenha um dia existido no planeta vermelho, ela poderia, talvez, ter se adaptado para sobreviver em bolsões de água debaixo da superfície, algo que provavelmente existe segundo os modelos mais aceitos da estrutura de Marte. Isabella: Mas existem locais na Terra em que de alguma forma a água evaporou demais e concentrou muito sal, então a gente tem um aumento dessa concentração comparado com o mar. E existem principalmente microrganismos nesses ambientes que se adaptaram e desenvolveram para esse tipo de ambiente. Então eles têm uma resposta ao sal, NaCl, cloreto de sódio, diferente dos que vivem no mar, por exemplo. Então eles resistem a concentrações maiores. Roberta: E isso seria interessante porque, como a gente falou, qualquer tipo de água líquida presente em Marte seria o que a gente chamaria de uma salmoura. Então, teria uma concentração alta de sal dissolvida nesses ambientes. Portanto, qualquer tipo de vida presente ali deveria ser capaz de lidar com isso, ou seja, a gente poderia chamar de halófilo. Danilo: esses bolsões subterrâneos de água têm a vantagem de estarem protegidos da alta radiação ultravioleta que castiga a superfície marciana. O nó é que deve haver outras barreiras para a sobrevivência de microrganismos nesses bolsões. A Roberta começa explicando isso e a Isabella depois completa a explicação. Roberta: Porque é possível. Se a gente tem água líquida, as reações são possíveis. Mas a gente vai ter diversas outras características. …desses ambientes que continuam sendo problemáticos. Um deles é, por exemplo, a própria disponibilidade de água que você vai ter numa solução aquosa com muita concentração de sal. Quando você tem uma solução com muita concentração de sal, as moléculas de água estão ligadas ao íon. Então, ela não está disponível para reação. Apesar da água estar líquida, você tem muito mais dificuldade de a reação acontecer. E a gente precisa de reação para que a vida aconteça. Isabella: Ela acabou de introduzir um termo extremamente importante, que ela só não deu o nome, mas é extremamente importante para esse tipo de pesquisa, que é a atividade da água. É o quanto de água está disponível para a vida reagir, para as reações acontecerem e a vida conseguir acontecer. Hoje, é meio arbitrário, esse número vai de zero a um, é um número, enfim, mas a gente sabe que a vida consegue sobreviver até 0,6 de atividade da água. Abaixo disso, não. E aí, quanto maior a atividade da água, ou seja, mais próximo de um, mais água disponível tem. Quanto menor, mais água está retida. Ela está ali, mas ela está se fazendo ligação com outro grupo químico, no caso, o que ela falou, são os sais. Então, os sais estão ligando com aquela água, ela não está disponível para a reação. Então, quanto mais sal, mais você tem a diminuição da atividade da água e menor chance de ter água disponível ali para a vida poder fazer reações químicas. Danilo: Então, no índice de 0 a 1 de atividade da água, a vida consegue existir se este índice estiver acima de 0.6, aproximadamente. O índice estimado de atividade da água nos aquíferos subterrâneos em Marte é 0.57 – ou seja, a bola bate na trave, mas não entra. [música de transição] Danilo: A atividade da água no passado remoto de Marte era, provavelmente, muito acima do mínimo requerido para a existência de vida. Se a superfície de Marte parece hoje inabitável, há mais de 3,5 bilhões de anos o planeta pode ter oferecido condições mais amenas à vida, especialmente a microbiana. O Gabriel publicou recentemente, como primeiro autor e junto com outra pesquisadora do AstroLab – a Ana Paula Schiavo, uma especialista em microrganismos halófilos – um estudo na conceituada revista internacional Astrobiology. Eles exploraram como o lago que existia na cratera Jezero há mais de 3,5 bilhões de anos pode ter sido habitável, pois deve ter sido rico em um íon de ferro capaz de proteger microrganismos da radiação ultravioleta. Ele mesmo explicou esse trabalho interessantíssimo para este podcast. Gabriel: Cada vez mais a gente descobre que Marte é muito mais heterogêneo do que a gente pensa como uma coisa uniforme. Existiam lagos onde você tinha pH muito baixo, que a gente tem uma ideia disso, principalmente por esses depósitos, como sulfatos de magnésio ou sulfatos de ferro, como mineral jarosita, detectado por satélites que orbitam Marte. A presença de jarosita demonstra que essa água, em algum momento, era extremamente abundante de ferro III e extremamente ácida, condições onde a gente possui vida aqui na Terra. Então a gente queria demonstrar que Marte tinha semelhanças com a Terra mas tinha algumas características também que eram um pouco diferentes. E poxa, Marte também estava recebendo uma grande quantidade de radiação do Sol, e eu falo principalmente da radiação ultravioleta, que é aquela que a camada de ozônio protege hoje em dia. Mas ainda assim, a gente tem um pouco de ultravioleta que chega por isso que a gente precisa passar protetor solar. E a gente pensou no ferro como também um protetor solar. Já havia estudos que demonstravam que o próprio solo marciano, por ser muito rico em ferro (por isso, aquela cor de ferrugem) ele já é capaz de proteger fisicamente organismos que eventualmente poderiam estar presentes ali no planeta. A gente queria poder quantificar essa proteção, principalmente nesses lagos. Danilo: Usando algumas leis químicas que já são bem conhecidas, os pesquisadores do AstroLab desenvolveram um modelo matemático para tentar estimar qual seria o efeito protetivo do ferro em solução nos lagos que existiam no passado remoto de Marte. Pela composição das rochas encontradas no que era o fundo, o assoalho desses lagos, já sabia que eles poderiam ser ricos em ferro. Os pesquisadores do AstroLab fizeram experimentos em laboratório testando o quanto microrganismos poderiam sobreviver com diferentes taxas de radiação ultravioleta e soluções com mais e menos íons de ferro. Eles compararam os resultados dos experimentos com o modelo matemático e viram que o modelo era capaz de prever com uma boa precisão qual seria o efeito protetivo do ferro contra o ultravioleta. Gabriel: E aí, com isso, a gente pôde modelar como esses lagos poderiam proteger a vida, pelo menos a vida como nós a conhecemos. Aí, claro, a gente tem que assumir várias questões. Por exemplo, a gente não sabe quais eram as concentrações de ferro nesse ambiente. Se existia vida ou não, qual seria a resistência dessa vida naturalmente ao ultravioleta, mas usando exemplos da Terra, a gente conseguiu demonstrar que lagos com pouco ferro, em algumas profundidades relativamente rasas na casa de alguns centímetros, até alguns poucos metros, esse ferro já seria capaz de proteger a vida como nós conhecemos. Então esses lagos marcianos poderiam estar protegidos dessa ação do ultravioleta do Sol. Mesmo não tendo uma camada de proteção de camada de ozônio, ainda assim a vida como nós conhecemos poderia se desenvolver nesse tipo de ambiente que a gente sabe que existiu no passado marciano. Danilo: Se o ouvinte quiser saber um pouco mais sobre esse estudo, pode dar uma olhada na matéria que eu publiquei na Folha de S. Paulo no final do ano passado, com o título “Novo modelo simula condições de habitabilidade de antigos lagos de Marte”. Vamos deixar o link da matéria e do artigo do Gabriel na descrição do episódio. [música de transição] Danilo: A gente viu que a superfície de Marte é inóspita para a vida como a gente a conhece, mas resta alguma esperança de que os aquíferos subterrâneos marcianos sejam habitáveis. Agora, para encontrar água embaixo da superfície, em grande quantidade e com potencial para ser habitável, a gente vai ter que ir para bem mais longe, lá na vizinhança dos planetas gigantes gasosos. No próximo episódio o assunto vai ser as luas de Júpiter e Saturno que têm grandes oceanos debaixo de uma espessa camada de gelo. Essas luas geladas têm se tornado o assunto mais quente da astrobiologia quando se trata da procura por condições e ingredientes para a vida no sistema solar. O roteiro, pesquisa, produção e narração foram feitos por mim, Danilo Albergaria; a revisão do roteiro foi feita pela Simone Pallone. Os entrevistados foram o Gabriel Gonçalves Silva, a Fernanda Jamel, a Roberta Vincenzi e a Isabella Gaião. A edição do episódio foi da Carolaine Cabral. As músicas são do Blue Dot Sessions, são Creative Commons. E esse podcast foi produzido com o apoio da Fapesp, por meio da bolsa Mídia Ciência, com o projeto Pontes interdisciplinares para a compreensão da vida no universo, o Núcleo de Apoio à Pesquisa e Inovação em Astrobiologia e o Laboratório de Astrobiologia da USP.
Confira no Morning Show desta quarta-feira (13): Na noite desta terça-feira (12), o presidente Lula revogou a polêmica “Taxa das Blusinhas”. O imposto de 20% sobre produtos importados de até US$ 50,00 estava em vigor desde o início do governo, com alta rejeição. A retirada da taxa às vésperas do período eleitoral é vista como uma medida eleitoreira por especialistas como o economista Felipe Corleta e o gestor de finanças públicas Antônio Claret. Na tarde desta terça-feira (12), o presidente Lula lançou o programa “Brasil Contra o Crime Organizado”, um conjunto de medidas que, segundo o governo, asfixia financeiramente facções e organizações criminosas. Na cerimônia de lançamento do programa, o chefe do executivo federal afirmou que o crime não está nas classes mais pobres, mas sim no “15° andar, no Congresso, no Judiciário e no futebol”. O deputado estadual Guto Zacarias (MISSÃO) utilizou uma imagem feita com inteligência artificial de bandidos com camisas do Flamengo para ilustrar um vídeo sobre a utilização de símbolos culturais pelo crime organizado, mais específicamente pelo PCC (Primeiro Comando da Capital), facção criminosa paulista. A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados (CSPCCO) aprovou nesta terça-feira (12) um projeto de lei que propõe autorização de saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), criado para auxiliar o trabalhador em caso de desemprego, para a compra de armas de fogo. O texto, de autoria do deputado Marcos Pollon (PL), agora será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Uma plantação de quatro hectares de pés de Cannabis localizada entre Barra do Mendes e Brotas de Macaúbas, no interior do estado, foi destruída em uma operação da Polícia Civíl da Bahia. Suspeitos fugiram no momento da ação policial, o prejuízo estimado pelos investigadores é de R$ 45 milhões. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a gerar polêmica após chamar uma repórter de “burra” durante uma entrevista sobre a construção do novo salão de festas da Casa Branca. A jornalista questionou o aumento no custo da obra, e Trump respondeu afirmando que o tamanho do projeto também havia dobrado. O republicano também repercutiu nas redes sociais ao publicar uma imagem em que a Venezuela aparece como o “51º estado” americano. A postagem foi compartilhada por perfis oficiais da Casa Branca e provocou reação da vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, que afirmou que o país é “livre” e “não é uma colônia”. A Sabesp anunciou que vai aumentar de R$ 2 mil para R$ 5 mil o valor do auxílio emergencial às famílias atingidas pela explosão que aconteceu no bairro do Jaguaré na tarde desta segunda-feira (12). Segundo informações da Defesa Civil, 194 famílias já foram cadastradas para receber a ajuda financeira. Algumas delas já receberam os R$ 2 mil iniciais e receberão acréscimo dos R$ 3 mil restantes. O Ministério Público de Santa Catarina pediu o arquivamento do caso de agressão do “Cão Orelha”, rejeitando o envolvimento dos adolescentes originalmente acusados. Em uma nova investigação, o MP entendeu que houve uma falha na análise das câmeras, concluindo que os jovens não estariam no mesmo local que o cachorro no momento da suposta agressão e que a morte do animal aconteceu em decorrência de um quadro clínico anterior. Um menino de 11 anos foi encontrado morto em casa no Itaim Paulista, Zona Leste de São Paulo. O pai da criança confessou à polícia que mantinha o filho acorrentado ao pé da cama para que ele não fugisse. Os investigadores encontraram sinais de tortura no corpo da vítima. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Você não está 100% feliz com o corpo e talvez também não esteja muito contente com a saúde.. Você se sente confuso a respeito do que fazer, frustrado por já ter tentado coisas no passado e honestamente tremendo a frustração e o esforço que seria começar algo novo... Você vive numa queda de braços mental diária onde num dia o que tem mais força é sua frustração com sua situação atual e noutro dia o que ganha é a falta de vontade de ter que fazer mudanças... Das duas formas, você acaba sofrendo e vivendo com este fantasma te atordoando a vida inteira... por um lado é ruim mas por outro lado é péssimo... o que fazer? Não tem novo remédio, nova cirurgia, novo método e nenhuma inteligência artificial nenhuma no mundo que vai resolver certas coisas pra você... Não tem jeito, você vai ter que se olhar no espelho olho no olho e fazer as pazes com uma dura verdade: As coisas só vão realmente mudar quando a sua frustração com a situação atual for mais dolorida do que o receio de tentar algo novo... É ou não é verdade? Mas aqui vai uma ótima notícia, este “algo novo” que pode mudar o jogo pra você, não precisa virar sua vida de ponta cabeça e mudar completamente a forma como você vive sua vida, não... e muito menos algo sofrido... não não... Algumas poucas mudanças na direção certa, fáceis de se fazer e que imediatamente te fazem se sentir melhor, podem ser o que você realmente precisa para solucionar pelo menos 80% da sua situação.... Depois disso, os outros 20% ficarão bem mais fáceis de se otimizar quando você já tiver colhido 80% dos resultados, certo? Então, deixe-me te mostrar agora algumas destas mudanças e porque você simplesmente não pode mais continuar vivendo seus dias sem considerá-las seriamente..
Neste episódio do Diocast, vamos fazer um app showcase com ferramentas que realmente ajudam no dia a dia. A proposta é trazer uma seleção de aplicativos e programas úteis de verdade, com foco em praticidade, organização e impacto real na rotina.Não é um app showcase óbvio, com os nomes que todo mundo já conhece. A ideia é apresentar uma abordagem diferente, mais próxima da vida real de quem trabalha com tecnologia, produz conteúdo, grava tela, sincroniza arquivos e usa diferentes plataformas — Linux, Windows, Mac e dispositivos móveis.Ao longo do episódio, vamos passar por apps de saúde e rotina, programas de captura e gravação de tela, soluções de backup e sincronização, além de outras ferramentas que simplificam tarefas repetitivas. Algumas são conhecidas, outras fogem bastante do radar da maioria das pessoas, mas todas têm algo em comum: entregar eficiência sem complicação.E, quando o assunto é gravação de tela, muita gente pensa imediatamente no OBS Studio — e com razão. Ele é um projeto famoso, consolidado e respeitado. Mas ele também abre espaço para mostrar que existe uma alternativa muito poderosa, capaz de mudar completamente o jogo para quem grava com frequência, seja em tutoriais, demonstrações, conteúdo profissional ou até para jogar.---Este episódio tem o apoio da Contabilizei, a contabilidade que ajuda profissionais tech a estruturarem sua atuação como PJ, desde a abertura do CNPJ até toda a gestão contábil do dia a dia. Se você quer entender exatamente quanto custa ser PJ acessa o nosso link especial agora e veja como a Contabilizei pode te ajudar na prática.---https://diolinux.com.br/podcast/app-showcase-criativo.html
A Nicarágua teve uma história muito marcada por conflitos políticos. Algumas figuras, principalmente Augusto César Sandino, se tornaram ícones de um nacionalismo e anti-imperialismo que até hoje reverbera em todo o continente. Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre o que foi a Revolução Sandinista.- BOOTH, John A. The End and the Beginning: The Nicaraguan Revolution. Boulder: Westview Press, 1985.- LAFEBER, Walter. Inevitable Revolutions: The United States in Central America. New York: W. W. Norton, 1993.- ZIMMERMANN, Matilde. Sandinista: Carlos Fonseca and the Nicaraguan Revolution. Durham: Duke University Press, 2000.- KINZER, Stephen. Blood of Brothers: Life and War in Nicaragua. Cambridge: Harvard University Press, 2007.- JUNIOR, Nelson Kautzner Marques. Breve história da revolução Sandinista na Nicarágua. REBELA-Revista Brasileira de Estudos Latino-Americanos, v. 9, n. 2, 2019.- GOBAT, Michel. Confronting the American Dream: Nicaragua under U.S. Imperial Rule. Durham: Duke University Press, 2005.- HOBSBAWM, Eric J. Era dos Extremos: o breve século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.- PÉREZ-STABLE, Marifeli. The Cuban Revolution: Origins, Course, and Legacy. New York: Oxford University Press, 1999.- GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina. Porto Alegre: L&PM, 2010.
Safra de cana-de-açúcar começa com tendência mais alcooleira
Oro Por Você 03129 – 18 de abril de 2026 Pai, às vezes é tão difícil aceitar o Teu amor eterno! Guarda-me dos pensamentos distorcidos que me afastam de Ti, do perfeccionismo que me desanima e das tentativas fúteis de merecer esse amor. Sabe, Pai, às vezes eu fico desanimado pois acho que estou sozinho. Algumas provações parecem não ter fim. Preciso de um pouco da Tua perspectiva eterna para suportar as dificuldades do presente. Obrigado porque me ajudas a ser paciente e a perseverar em meio às tribulações. Fica comigo sempre. Ensina-me a receber Tua graça e aceitar a Tua soberana vontade em minha vida. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
No episódio desta semana do CO2, Brunão e Baconzitos trazem para você as principais novidades do cinema e recomendações de filmes que você não pode perder! Descubra o Top 5 Bilheteria da semana, fique por dentro dos lançamentos mais aguardados e saiba tudo sobre Disney+, incluindo dicas exclusivas de filmes e séries que estão bombando na plataforma. Aproveite também sugestões incríveis de filmes para assistir na Netflix, HBO Max, Prime Video e Apple TV, garantindo entretenimento de qualidade para todos os gostos. Além das melhores recomendações de filmes e novidades do cinema, o episódio ainda apresenta notícias curiosas, como o festival do pênis no Japão e a caça ao ovo que encontrou algo sinistro. Não perca a tradicional leitura de e-mails e comentários dos ouvintes dos podcasts QueIssoAssim, CO2 e Reflix. Se você quer se atualizar sobre Disney+, receber recomendações de filmes e acompanhar todas as novidades do cinema, este episódio é o seu guia indispensável no universo do entretenimento! Algumas músicas pela https://slip.stream
O poder no século XXI não se mede mais apenas por exércitos, territórios ou PIB. Ele se mede pela capacidade de mover mercados com uma frase, redesenhar fronteiras com uma decisão, influenciar eleições a milhares de quilômetros de distância e determinar o que bilhões de pessoas vão pensar, comprar e temer no dia seguinte.Em um mundo fragmentado entre potências em declínio, impérios em ascensão e atores não-estatais cada vez mais influentes, a pergunta "quem realmente manda no mundo?" deixou de ter uma resposta óbvia. Não são mais apenas presidentes e primeiros-ministros. São homens e mulheres que controlam fluxos de capital maiores que economias inteiras, que decidem o futuro da inteligência artificial, que comandam as rotas do petróleo, que moldam a opinião pública global — e alguns que operam nas sombras, longe dos holofotes, mas com influência que supera a de muitos chefes de Estado.Neste vídeo, apresentamos um ranking das 10 pessoas mais poderosas do mundo em 2026. A lista combina poder político formal, influência econômica, alcance militar, controle sobre tecnologias críticas e capacidade de determinar a direção dos acontecimentos globais. Algumas escolhas são óbvias. Outras vão surpreender. E a posição número 1 é um reflexo direto do momento geopolítico mais tenso desde o fim da Guerra Fria.Prepare-se para uma jornada pelos bastidores do poder real — aquele que não aparece nas manchetes, mas que define o mundo em que vivemos.
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LEITURA BÍBLICA DO DIA: ATOS 21:27-32,37; 22:1-2 PLANO DE LEITURA ANUAL: 1 SAMUEL 19–21; LUCAS 11:29-54 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Nina foi a um protesto pacífico, movida por seu desejo de justiça. Os manifestantes caminharam em poderoso silêncio pelo centro da cidade, mas dois ônibus trouxeram agitadores e um motim estourou. Com o coração partido, Nina foi embora. Parecia que as boas intenções deles eram infrutíferas. Quando Paulo visitou o templo em Jerusalém, seus opositores viram-no ali. Eles eram “da província da Ásia” (ATOS 21:27) e viam Jesus como uma ameaça ao seu modo de viver. Gritando mentiras e rumores sobre Paulo, eles criaram problemas rapidamente (vv.28-29). Um grupo arrastou o apóstolo para fora do templo e o espancou. Soldados vieram correndo. Enquanto o prendiam, Paulo perguntou ao comandante romano se poderia falar à multidão (vv.37-38). Quando foi concedida a permissão, ele falou à multidão na língua deles, surpreendendo--os e prendendo a atenção deles (v.40). E assim, um tumulto tornou-se uma chance para Paulo compartilhar sua história de resgate da religiosidade vazia (22:2-21). Algumas pessoas amam a violência e as divisões. Não desanime: elas não vencerão. Deus busca cristãos corajosos para compartilhar Sua luz e paz com o mundo. O que parece uma crise pode ser a sua oportunidade de demonstrar o amor de Deus a alguém. Por: TIM GUSTAFSON
6 mentiras que você acreditou a vida inteira… e provavelmente nunca parou pra questionar.Em homenagem ao 1º de abril, o famoso Dia da Mentira, este episódio do Arquivo 6 revela histórias, ideias e “verdades” que foram repetidas por décadas… mas que simplesmente não são o que parecem.De Walt Disney congelado até a famosa frase de Júlio César… passando por Napoleão, signos, geografia brasileira e até a origem do ser humano…este episódio mostra como erros, simplificações e até interesses ajudaram a construir algumas das crenças mais populares do mundo.Algumas dessas mentiras surgiram por engano.Outras foram reforçadas pela cultura, pelo cinema e até pela escola.E algumas… continuam sendo repetidas até hoje.Agora a pergunta é:quantas outras coisas você acredita… sem nunca ter questionado?Comenta aqui: qual dessas te surpreendeu mais?E você quer uma Parte 2 com mais mentiras que o mundo inteiro acreditou?Este programa foi um oferecimento de:INSIDERGaranta descontos incríveis usando o cupom BUNKERX:https://www.insiderstore.com.br/BunkerX#InsiderStore
Com Joana Azevedo e Diogo Beja
No episódio desta semana do CO2, Brunão e Baconzitos trazem para você as principais novidades do cinema e recomendações de filmes que você não pode perder! Descubra o Top 5 Bilheteria da semana, fique por dentro dos lançamentos mais aguardados e saiba tudo sobre Disney+, incluindo dicas exclusivas de filmes e séries que estão bombando na plataforma. Aproveite também sugestões incríveis de filmes para assistir na Netflix, HBO Max, Prime Video e Apple TV, garantindo entretenimento de qualidade para todos os gostos. Além das melhores recomendações de filmes e novidades do cinema, o episódio ainda apresenta notícias curiosas, como Paul McCartney sendo banido do Reddit, e a CEO da OneTaste indo pro xilindró. Não perca a tradicional leitura de e-mails e comentários dos ouvintes dos podcasts QueIssoAssim, CO2 e Reflix. Se você quer se atualizar sobre Disney+, receber recomendações de filmes e acompanhar todas as novidades do cinema, este episódio é o seu guia indispensável no universo do entretenimento! Algumas músicas pela https://slip.stream
Algumas coisas acontecem na vida para marcar. São fenômenos que humilham, que degradam, que castigam, mas ainda assim servem para a edificação dos populares que se aglomeram em torno deles. Vamos edificar então com estes eventos canônicos da vida alheia?NÃO ESQUECE DE APOIAR O PODCAST, HEIN! Assim você faz parte do telegram de ouvintes pagãos e tem acesso às gravações e sorteinhos! Vem pelo apoia.se/hojetempodcast Ou pelo patreon.com/hojetem caso esteja fora do Brasil e queira nos ajudar em moeda estrangeira
Com Filipa Galrão e Renato Duarte
No episódio desta semana do CO2, Brunão e Baconzitos apresentam as melhores recomendações de filmes e novidades do cinema para quem não quer perder nenhum grande lançamento. Descubra o Top 5 Bilheteria da semana, fique por dentro dos principais destaques do cinema atual e receba dicas exclusivas de filmes nas plataformas de streaming, com um foco especial em tudo sobre Disney+. Aproveite sugestões incríveis de filmes na Netflix, HBO Max, Prime Video e Apple TV para garantir entretenimento de qualidade para todos os gostos. Além das recomendações de filmes e novidades do cinema, o episódio traz notícias curiosas, como a história do Doutor Fuleragem e do assaltante armado de autoridade. Não perca também a tradicional leitura de e-mails e comentários dos ouvintes dos podcasts QueIssoAssim, CO2 e Reflix. Se você quer saber tudo sobre Disney+, receber recomendações de filmes e acompanhar as novidades do cinema, este episódio é o seu guia essencial para o universo do entretenimento! Algumas músicas pela https://slip.stream
Algumas leis que estão sendo direcionadas para a proteção das mulheres estão sendo vistas como misóginas e têm gerado discussão no Congresso Nacional.Para falar sobre isso, recebemos Andrea Hoffmann, que comentou sobre as dificuldades enfrentadas pelas mulheres caso essas leis passem a valer. Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #DireitosDasMulheres #FimDaMisoginia #SegurancaNaInternet #ViolenciaDeGenero #JustiçaPorElas
O JURADO MAIS TEMIDO DO MASTERCHEF VEM SERVIR VERDADES (E ROCK PESADO)! Nesta terça (10), a gente recebe o chef, empresário e roqueiro: Henrique Fogaça! O homem que mexe com os dois assuntos favoritos de Rogerio Morgado vem abrir o jogo: o MasterChef virou mais entretenimento do que gastronomia com a entrada de celebridades e influenciadores? E como será que ele lida com a responsa de ter o restaurante recomendado pelo Guia Michelin? Como se faz arroz soltinho? Algumas dessas respostas serão respondidas! Quem for maluco de perder, vai ter que assistir a uma palestra do Samy Dana interessantíssima sobre pickleball. Boa sorte!