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O Mundial morreu, longa vida ao Mundial.
¿Por qué importa la vida de un escritor para entender su obra? En esta conversación , con nuestro amigo Javier Peña, director del Podcast Grandes Infelices, exploramos esa pregunta a través de la vida de grandes autores como Kafka, Virginia Woolf, Hemingway, Pessoa y muchos otros que transformaron su dolor, sus amores y su inconformidad con el mundo en obras inolvidables. Hablamos de la infelicidad como motor creativo, de los libros que cambiaron la literatura y de por qué conocer la biografía de un escritor puede transformar la forma en que leemos sus obras. Una conversación sobre su último libro Tinta Invisible, sobre nuestros vínculos con las historias, creatividad, lectura y la necesidad de encontrar, en los libros, mundos donde sí queremos vivir.
Conversas com as Entidades sobre temas diversos
Miguel Pina Martins transformou um trabalho de grupo da faculdade num negócio de milhões, a Science4you. Mas o caminho foi acidentado e marcado por muitos reveses. Uma conversa sobre falhar e recuperar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
MARATONA DE JOÃO PESSOA (Use o cupom CORRIDANOAR para ter 10% de desconto)https://cnoar.run/MaraIntJampa2026MARATONA DE SALVADOR 2026 – https://cnoar.run/MaratonaSalvador2026Use o cupom CORRIDANOAR15 para ter 15% de desconto na sua inscriçãoNeste episódio do CNA News, trazemos a apuração sobre a polêmica suposta agressão sofrida por um cinegrafista da RBS durante a Maratona New Balance em Porto Alegre, além das declarações do organizador do evento. Trazemos também novidades sobre revelação de medalhas, provas com inscrições esgotadas, o lançamento da coleção oficial para a Maratona de Berlim e comentários sobre os tênis com placa de carbono.- Houve agressão ao cinegrafista da RBS na Maratona de Porto Alegre? (01:06)- Ações e agenda do Eliud Kipchoge com a New Balance em São Paulo (06:06)- Revelação das medalhas de João Pessoa e Salvador (07:10)- Inscrições esgotadas para a Maratona de Aracaju (08:08)- Coleção Adidas da Maratona de Berlim revelada (09:12)- Leitura de comentários e opiniões sobre tênis (10:36)Nossos cupons e links - https://cnoar.run/cuponsO Corrida no Ar News é produzido diariamente.
Miguel Pina Martins transformou um trabalho de grupo da faculdade num negócio de milhões, a Science4you. Mas o caminho foi acidentado e marcado por muitos reveses. Uma conversa sobre falhar e recuperar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No dia em que se debate no Parlamento o estado da Nação, Maria do Carmo Fonseca, Prémio Pessoa em 2010 e conselheira de Estado do Presidente da República, salienta que o país tem “mudado pouco”, registando que “temos sido muito conservadores e têm passado governos que dizem que é preciso reformar e mudar e depois muda-se só um bocadinho”.
Ações de valorização e revitalização do Centro de Campos Descentralização do comércio e influência das compras online
Existem muitas formas de nos tornarmos mais fortes. Os exercícios físicos fortalecem o nosso corpo. As dificuldades podem fortalecer nossas emoções. Mas só o Senhor pode fortalecer a nossa alma.Veja o que diz o Salmo 84 no verso 5: "Bem-aventurado é aquele cuja força está em ti, em cujo coração se encontram os caminhos aplanados!"Leio este verso e lembro de Jó. Ele foi homem íntegro e temente a Deus. Num só dia ele perdeu todos os seus bens, seus dez filhos e sua saúde. Como alguém pode suportar tamanha dor?Por mais resistente que alguém seja, somos incapazes de suportar tudo. Para alguns a fraqueza é a enfermidade. Pars outros, o luto.Só Deus pode suprir as forças que precisamos, é sobre isso que o salmista está falando. Só Ele sabe a hora certa e o jeito certo de fazer isso.Jó não era uma espécie de super homem. Ele era só um homem, mas um homem que confiava em Deus. Um homem que recebia de Deus toda a sua força. E só por isso ele conseguiu superar todas as dificuldades.Você pode se sentir fraco, e não há problema nisso. Toda a força que precisamos vem direto de Deus e não de nossas mãos.
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:* Prefeitura e Sesc anunciam patrona da 36ª Feira do Livro e 2ª Festa Literária Internacional de Santa Cruz* Sérgio Moraes declara que o posto de saúde central nunca foi UPA, que deve ser mantido e aperfeiçoado* Mesmo com alerta sobre vício de iniciativa, Câmara de Santa Cruz aprova Plano Municipal da Pessoa com Deficiência* Em destaque na segurança pública: Polícia Civil prende três por tráfico no Santa Vitória, em Santa Cruz
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:* Prefeitura e Sesc anunciam patrona da 36ª Feira do Livro e 2ª Festa Literária Internacional de Santa Cruz* Sérgio Moraes declara que o posto de saúde central nunca foi UPA, que deve ser mantido e aperfeiçoado* Mesmo com alerta sobre vício de iniciativa, Câmara de Santa Cruz aprova Plano Municipal da Pessoa com Deficiência* Em destaque na segurança pública: Polícia Civil prende três por tráfico no Santa Vitória, em Santa Cruz
As sombras poéticas de Regina Pessoa estreiam-se no teatro. Aquela que é uma das mais célebres figuras do cinema de animação contemporâneo português e europeu desenhou um carnaval de animais para o espectáculo musical "Sports et Divertissements” [“Desportos e diversões”] que está no Festival Off Avignon. A obra foi criada por Erik Satie há mais de um século e era composta por peças musicais com textos surrealistas. Agora, Regina Pessoa desenhou um bestiário inquieto e radical, inspirada pelo impacto das alterações climáticas. "Sports et Divertissements” [“Desportos e diversões”] é apresentada como uma ֶópera de bolso visual e é feita a partir de um trabalho de 1914 do compositor e pianista francês Erik Satie. Mais de um século depois, chega ao Festival Off Avignon uma adaptação encenada por Hervé Tougeron, com composição musical de Catherine Verhelst e ilustrações de Regina Pessoa. Erik Satie desenhava com notas musicais, Regina Pessoa desenha com sombras inquietas. Originalmente, as peças falavam, de forma surrealista, de actividades de lazer da burguesia do início do século XX, como, por exemplo, a caça, o golfe, o ténis e o jogo da cabra-cega. Agora, Regina Pessoa partiu de uma das maiores preocupações do século XXI, as alterações climáticas, para imaginar e desenhar animais em poses e planos inesperados, que adoptam “um certo radicalismo nas suas atitudes porque já não têm nada a perder”. RFI: Como é que descreve esta obra “Sports et Divertissements”? Regina Pessoa, Realizadora de cinema de animação: “Foi algo que eu quis mais surpreendente, fresco e, de certa forma, reinventar o meu trabalho porque já tenho uma carreira, estou nos 56 anos e, às vezes, uma pessoa precisa de dar uma mexida, sobretudo, porque eu tive uma doença grave, recente, e senti essa necessidade de me reinventar, até para reganhar confiança porque essa doença abalou a minha autoconfiança.” Reconhecemos que é a Regina Pessoa quem fez estes desenhos porque tem um estilo quase inconfundível no mundo da animação. É a primeira vez que trabalha, entre aspas, para o teatro? “É a primeira vez. A proposta surgiu... Como eu disse, eu tive uma doença grave e é claro que isso abala fisicamente e psicologicamente. Eu tinha um projecto, e tenho, de fôlego, mas achei que iria exigir de mim uma energia e uma força emocional que eu ainda não tinha restabelecido e, por coincidência, recebi várias encomendas de trabalho de curta duração. Isso permitiu manter-me artisticamente activa e permitiu-me também algo importante que era um desapego, de certa forma, emocional com o projecto. Um desses projectos foi precisamente ‘Sports et Divertissements'. Foi uma companhia francesa dedicada ao ‘spectacle vivant' que me pedia uma série de ilustrações sobre as peças ‘Sports et Divertissements' de Erik Satie, que são 19 peças com canto lírico - porque no ano passado foi o centenário da morte do Erik Satie e eles queriam essas ilustrações para projectar durante a sua actuação musical. Eu gostei muito do projecto. Era um projecto mais leve, era um projecto engraçado. As peças do Erik Satie têm letras, para o tal canto lírico, para serem cantadas e as letras são pequenas histórias completamente absurdas e ‘Dada'. O projecto era mal pago e, normalmente eu diria que não, mas era muito interessante e as pessoas eram muito simpáticas e eu resolvi aceitar e pensei: eu posso fazer o que me apetecer e apeteceu-me fazer animais como personagens.” As peças de Erik Satie, esses poemas breves, não falam em animais. Como é que se lembrou dos animais e como é que escolheu os animais para cada poema? “Foi algo que me veio à cabeça ao assumir essa liberdade. Não sei porquê, vá-se lá saber, a inspiração tem dessas coisas. Apeteceu-me usar animais e acho que veio, talvez, de uma das peças que é ‘collin-maillard', que é ‘a cabra-cega'. Eu resolvi fazer esse jogo de palavras e imagem, porque em português esse jogo é a cabra-cega e eu apeteceu-me fazer uma cabra com uma venda nos olhos. Acho que foi esse, aliás, o primeiro desenho que eu fiz. Foi esse. Foi a partir daí que resolvi fazer todos com animais.” Há uma qualquer memória folclórica do mundo rural português neste carnaval dos animais da Regina Pessoa? “Eu não o conheço a não ser pelo nome dos jogos e das lengalengas. Um dos jogos, brincadeiras de criança é precisamente a cabra-cega. Mas eu lembro-me de outra, de algumas lengalengas, daquela quando se tem que escolher alguém num grupo. Havia uma que era: ‘Meu rim, meu rato, não tens bota nem sapato. Quem morreu foi o meu rato.' Há muitas lengalengas que falam de animais e é, se calhar, isso que também influenciou.” Lengalengas portuguesas? “Portuguesas.” Os desenhos voltam a um estilo de gravura expressionista, com contrastes, sombras, uma dimensão quase psicológica nos animais, mas também muita irreverência. Reconhecemos a sua linha, o seu estilo. Como é que se inspirou para estes desenhos antropomórficos? “Neste momento, a minha grande preocupação existencial são as alterações climáticas. Eu acho que era isso que deveria estar no centro da reflexão colectiva e não estas distracções que temos porque é tão flagrante as alterações climáticas cada ano mais acentuadas. Isso deveria ocupar-nos, unir-nos nesse combate e não é o que está a acontecer. No entanto, as maiores vítimas são os animais que não têm culpa nenhuma. São vítimas inocentes. Então, também talvez seja uma das razões que eu resolvi usar animais como personagens e usá-los numa atitude que a minha sensação era que os animais estão a dizer: ‘Eu não tenho nada a perder'. Daí essa atitude radical porque os animais são assim, não é? São honestos na sua crueldade e na sua fidelidade, também na lealdade. Eu explorei essa atitude de honestidade animal ao máximo que eu podia, um certo radicalismo nas suas atitudes de que eles não têm nada a perder como o mundo está. E depois, além disso, este colectivo, o que eles gostariam que eu tivesse feito era animações, mas não tinham orçamento para isso. O orçamento que eles tinham daria para meia dúzia no máximo de ilustrações e não para 19 como eu fiz. Como eles gostariam de animações, eu tentei transmitir movimento aos animais e eles estão como um ‘snapshot' do movimento. Eles estão implicitamente em movimento.” É diferente desenhar para o cinema e desenhar para uma projecção que vai interagir com actores e com músicos ao vivo? “Não faço ideia porque não vi o espectáculo, portanto não sei. Não faço ideia como é que funciona. Apenas posso confiar no relato da equipa de músicos que me encomendou o trabalho, que funcionou muito bem e que as pessoas gostaram muito das ilustrações que eu fiz, que mesmo estando paradas, parecia que estavam a mexer. E depois ponho-me a pensar se não será melhor assim porque se houvesse movimento, se houvesse animação, penso que a atenção do espectador iria perder-se entre a projecção em movimento e a actuação dos músicos que é o centro de interesse, não é? Portanto, se calhar é melhor que sejam ilustrações e não animações para potenciar a atenção na música, que é o centro da peça ou das peças, não é?” Mas a sua ilustração também está no centro da peça. Em 1914, quando a obra foi foi feita por Erik Satie, a obra associava a música e os desenhos de Charles Martin e o autor falava, de forma poética e irónica, em “publicação constituída por dois elementos artísticos: o desenho e a música. A parte do desenho é figurada por traços. A parte da música por pontos, pontos negros.” Ora, o desenho é tão importante quanto a música, não é? “Num filme é isso que acontece. Muitas vezes, esquecemos a banda sonora que está presente, é invisível, mas está tão presente como a imagem. Calculo que na visão deste colectivo que me encomendou os trabalhos, isso também seja assim. Será como um filme ao vivo, digamos, composto pela imagem e pela música, embora eu ache que, neste caso, como eles estão a actuar ao vivo, a música será o factor mais importante. Mas é como um filme, é composto pela parte sonora e pela parte visual.” Um espectáculo de teatro é, por definição, efémero, mas aqui há uma parte que fica que são os seus desenhos. As suas ilustrações estão feitas e vão ficar, não é? “Sim e de tal forma que, quando eu acabei a encomenda, gostei muito dos meus animais e estou a desenvolver um outro projecto. Gostei de trabalhar e de desenvolver este bestiário e estou a desenvolver agora um projecto meu de filme, não tem nada a ver com a encomenda que recebi, é algo novo, mas os personagens são animais e as alterações climáticas estão implícitas. O pesadelo vivo que é o mundo neste momento a nível das alterações climáticas em que vivemos e que os animais são as principais vítimas foi o que me motivou a fazer todo este trabalho.” Nesse pesadelo de que fala no que toca às alterações climáticas, a arte, a ilustração, o teatro podem ter um papel com mais impacto do que o trabalho propriamente político? “Não sei se com mais impacto. Eu não tenho qualquer perfil panfletário político. Não tenho esse perfil, gostaria de ter, mas não tenho. O que eu sei fazer é desenhar, tentar transmitir conteúdos ou mensagens através dos meus desenhos, das minhas composições. Portanto, essas são as minhas armas que eu sei usar, se eu soubesse usar outras, usaria outras. Mas como sei usar isto e só sei usar isto, é isso que eu estou a tentar. Eu penso que esse é o papel da arte ou de qualquer meio: usar com honestidade as armas que se possui para alertar ou denunciar ou chamar a atenção para a urgência deste momento em que vivemos. Antes, a arte e a cultura eram reservadas a um nicho elitista e, neste momento, está muito mais democratizado, portanto, tem possibilidades de alcançar um espectro mais largo de público. Penso que a arte e a cultura podem alertar, podem ser úteis na denúncia e no alertar desta emergência, tal como outras áreas, mas nós somos artistas, é isto que sabemos fazer e acho que devemos reflectir sobre isto através dos nossos trabalhos, das nossas criações.” A Regina Pessoa está habituada aos festivais de animação, nomeadamente o Festival de Annecy, em França. Recentemente também esteve no Festival de La Rochelle, mas o Festival de de Avignon é algo novo? “É a primeira vez que trabalhos meus estão num festival de teatro de artes performativas. Eu e o Aby [Feijó] somos um duo, uma parceria, uma parelha criativa e nós sempre tentámos, com o nosso trabalho, cruzar públicos. Um dos exemplos é que sempre que acabamos um filme, organizamos uma exposição, como nós fazemos curtas-metragens e as curtas-metragens têm um mercado muito limitado, fazendo uma exposição, alargamos o espectro do público. Por outro lado, para tirar o filme do ecrã, porque o público vai ver uma exposição, não é o mesmo necessariamente que ver um filme. É a primeira vez que trabalhos meus estão no Festival de Avignon, mas não é a primeira vez que temos esse tipo de atitude de cruzar públicos e gostava que isso acontecesse mais vezes.”
Você já ouviu alguém dizer que você é 'intenso demais'?Ou talvez você mesmo já tenha percebido que, quando gosta de alguém, gosta muito. Quando trabalha, mergulha de cabeça. Quando sofre... parece que sente tudo em dobro.Enquanto algumas pessoas vivem no meio-termo, existem outras que parecem nascer sem botão de volume. É tudo muito ou nada. O famoso 8 ou 80.Mas será que isso é uma qualidade... ou um problema?Entre em contato: chociaynegocios@gmail.com
Fernando Alvim recebe o médico, farmacêutico e autor do livro "Testosterona".See omnystudio.com/listener for privacy information.
O espectáculo “Pessoa et Ses Autres”, que está no Festival OFF Avignon, junta música, poesia e teatro em torno do labirinto humano e artístico que foi Fernando Pessoa e inspira-se na sua correspondência amorosa com Ofélia Queiroz. A cantora franco-portuguesa Bévinda interpreta e canta Ofélia, num projecto que também resultou num disco que acaba de ser lançado. “Pessoa et Ses Autres” [“Pessoa e os Seus Outros”], encenado por Jean Petrement, está em cena no Théâtre La Nouvelle Etincelle, no Festival OFF Avignon, que decorre paralelamente ao Festival de Avignon, até 24 de Julho. A ideia do espectáculo surgiu do encontro entre o encenador e a cantora que já tinha gravado dois discos em torno do universo de Fernando Pessoa -“Pessoa em Pessoas” (1997) e “Opium à bord” (2012). Desta vez, são as cartas de amor trocadas com Ofélia que são lidas e cantadas em palco. Os textos foram escolhidos por Bévinda que compôs as melodias com o músico Gilles Clément, com quem já trabalhou nos seus discos e que também toca na peça. O projecto resultou, ainda, no álbum “Ofélia Pessoa” que foi lançado a 12 de Julho, paralelamente ao Festival Off Avignon. Oiça a entrevista áudio completa neste programa.
Tanya 26 Tamuz Cap 10 Parte 1 -A atração da pessoa para chegar a teshuva superior
Aulas sobre temas diversos pela ótica espiritual
Edson Azeredo, vereador de Santa Cruz, falou no Direto ao Ponto sobre o Plano Municipal da Pessoa com Deficiência, planos para Quiosque da Praça e Parque da Cruz.
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Cândida Severo, Leandro Couto, Renata Lange e Rosangela Rockembach participaram do programa Assunto Nosso para falar sobre os Jogos Municipais da Pessoa Idosa 2026, em Santa Cruz do Sul.
Angelluz, um podcast sobre Anjos e o Reino Angélico - #737 – Habitue-se a se Comunicar na Pessoa do seu Eu Superior.Este episódio aborda os seguintes assuntos:1 – Você pode aprender a se comunicar na pessoa do seu Eu Superior. Essa comunicação traz energia e amor para você e transmite energia e amor aos outros. Quando as suas palavras são escolhidas com cuidado e pronunciadas com a intenção de servir, elas dão energia às pessoas e ajudam-nas a crescer.2 - Finaliza com a Meditação Guiada “Anjo da Energia Positiva”. Conforme a limpeza de energia ocorre nesta meditação guiada, você entrará em contato com o Anjo da Energia Positiva que o conduzirá ao seu estado natural de altas frequências de vibração e voltará a irradiar a poderosa luz de sua alma imortal.
Cândida Severo, Leandro Couto, Renata Lange e Rosangela Rockembach participaram do programa Assunto Nosso para falar sobre os Jogos Municipais da Pessoa Idosa 2026, em Santa Cruz do Sul.
¿Se viene un finde XL y todavía no sabés a dónde viajar? Este episodio es para vos.Recorremos algunos de los mejores destinos para aprovechar unos días de descanso, desde paisajes increíbles de Salta, Córdoba e Iguazú, hasta las playas de Río de Janeiro, Maceió, João Pessoa y Recife, con la posibilidad de visitar Porto de Galinhas.Descubrí por qué no hace falta esperar las próximas vacaciones para viajar y cómo empezar a planificar una escapada, ya sea por Argentina o Brasil.
A peça “L'Intranquillité” leva para um dos palcos do Festival OFF Avignon uma das obras mais singulares da literatura portuguesa, o “Livro do Desassossego”, de Fernando Pessoa. O espectáculo é um mergulho onírico nas dúvidas e inquietações que habitam a condição humana e um convite para explorar os nossos mundos interiores. Além dos dois actores em palco, há uma voz que nos transporta para o lugar do desassossego de Pessoa: a voz da actriz portuguesa Maria de Medeiros, com quem conversámos sobre a peça. O desassossego é uma forma de olhar o mundo e as palavras de Fernando Pessoa continuam a ecoar com o tempo presente e a inspirar os artistas. É o caso do encenador Jean-Paul Sermadiras que criou a peça “L'Intranquillité”, uma viagem poética ao universo do “Livro do Desassossego”, guiada pelo diálogo entre dois intérpretes em palco e a voz de Maria de Medeiros. Em cena, há pó de estrelas como pano de fundo e espalhado pelo chão, uma caixa, dois dandies bem vestidos, lampiões, champanhe e um grande amor pelas palavras. A peça está no Théâtre Le Petit Chien, no Festival Off Avignon, até 25 de Julho, mas foi em Paris que conversámos com a actriz e realizadora portuguesa porque a sua participação na peça é feita apenas através da sua voz. Uma voz que é o sopro que desperta as personagens que ela descreve como “vagabundos cósmicos que se encontram para dizer os textos do ‘Livro do Desassossego'”. Maria de Medeiros conta-nos que Fernando Pessoa sempre a habitou e que é um autor ao qual ela volta “com muito afecto, com muito amor, com muito júbilo também”. Este ano, ela volta não só a Fernando Pessoa como a Avignon, ainda que não esteja fisicamente presente. Em 1988, na estreia do teatro português no coração do Festival, conhecido como o IN, Maria de Medeiros e Luís Miguel Cintra apresentaram “A Morte do Príncipe”, a partir do texto de Fernando Pessoa, que depois foi adaptado a filme, um dos primeiros que ela realizou. Em 2025, com o encenador Robert Wilson, outro nome histórico de Avignon, ela também interpretou e cantou textos de Pessoa e dos seus heterónimos em “Since I've been me” que estreou no Théâtre de La Ville de Paris e, em Junho último, a peça regressou ao mesmo palco. Agora, é a sua voz gravada que desperta as reflexões dos dois actores em palco em “L'Intranquillité”. Para Maria de Medeiros, o desassossego ecoa - e de que maneira - com o grande tema de Avignon este ano: o questionamento. Para ela, “tudo é desassossego neste momento” e “não há criatividade sem desassossego e sem questionamento”, sobretudo numa época em que vê “expandir um vírus terrível de literalidade, de binarismo, de discursos feitos de mentiras forjadas, mas categóricas”. Só com o desassossego se pode tentar “um bocadinho de poesia”, confidencia-nos, sublinhando que, afinal,“a obra de Pessoa é como se tivesse sido escrita hoje”. Fernando Pessoa "é sempre um autor ao qual eu volto com muito afecto, com muito amor, com muito júbilo" RFI: Como é que nos pode descrever esta adaptação do “Livro do Desassossego”? Maria de Medeiros, Actriz: “De alguma forma, eu acho que ele fez uma leitura quase beckettiana do Pessoa porque as personagens são como vagabundos cósmicos que se encontram para dizer os textos do ‘Livro do Desassossego'. E está muito certo porque, no fundo, tanto na peça do Bob Wilson, como na do Jean-Paul Sermadiras, o que ressalta é um certo lado lúdico do Pessoa e como ele, de alguma forma, organiza dramaturgias ao redor. Tem os seus heterónimos, que são praticamente como amigos imaginários de uma criança, e ele está constantemente a organizar dramaturgias interiores. Há um lado teatral e de personagens que vão mudando porque ele fala muito da máscara, mas justamente o vagabundo permite esse assumir de várias máscaras. Essa vagabundagem interior tem muito a ver com a essência da escrita do Pessoa.” Enquanto actriz, há uma proximidade entre o seu trabalho e a ideia dos heterónimos? É como um jogo de espelhos? Como é trabalhar Fernando Pessoa? “Para mim, é também uma espécie de poção mágica do Obélix porque tenho a sensação de, como muitos portugueses, ter nascido na linguagem e nos textos do Pessoa. É sempre um autor ao qual eu volto com muito afecto, com muito amor, com muito júbilo também. Então, fiquei muito feliz, de alguma forma nesse espectáculo que é tão masculino, de ter trazido uma voz: a minha voz.” Fale-nos dessa voz. Como é que foi a criação, a composição e porquê musicar Pessoa? “Na verdade, eu achei muito bem essa proposta. Depois, foi muito interessante porque a Pascale Salkin fez a música e foi uma fantástica coincidência porque nós contracenámos num dos primeiros filmes que eu fiz em França, acho que foi o primeiro filme que fiz em França, o ‘J'ai faim, j'ai froid', uma curta-metragem da Chantal Akerman, integrada numa longa-metragem que se chama ‘Paris vu par'. Somos duas miúdas muito parecidas com o que éramos, eu tinha 19 anos, andava um bocadinho também vagabundeando pela cidade de Paris. E eu nunca mais tinha encontrado a Pascale e é justamente neste projecto tão lindo sobre o ‘Livro do Desassossego' em que ela fez a música e fez a música com muita sensibilidade. Então, foi muito bom reencontrá-la e fazer esse trabalho.” Como foi a escolha dos textos? “Já me foram propostos porque os textos fazem parte da dramaturgia da peça e estão lá em eco com os textos que os actores dizem em cena.” Este ano, no Festival de Avignon, no IN, a linha de força é o questionamento. O desassossego parece ecoar com estes questionamentos que o Tiago Rodrigues quer trazer ao festival. Como é que o desassossego alimenta também essa liberdade criativa dos artistas? “Sim, sim, eu acho que não há criatividade sem desassossego e sem questionamento, sobretudo numa época em que vivemos como um expandir de um vírus terrível, de literalidade, de binarismo, de discursos feitos de mentiras forjadas, mas categóricas. E esse desassossego é que nos permite sair do discurso categórico e criar alguma coisa e, sobretudo, fazer um bocadinho de poesia.” Neste mundo com tanta falta de poesia, há algum desassossego neste momento que a inquiete mais? “Tudo é desassossego neste momento. O avanço da estupidez, do não questionamento, do autoritarismo, de um monte de ideias retrógradas, tudo isso é motivo para estarmos muito desassossegados.” O “Livro do Desassossego” é uma obra que continua a inspirar artistas, encenadores, actores. O que é que este livro e esta obra têm de tão transversal ao tempo e à sociedade? “Realmente, quando voltamos à obra do Pessoa é como se tivesse sido escrita hoje. Há uma actualidade absoluta e uma universalidade também porque é muito bonito para nós, portugueses, ver também como estes textos tão importantes se deixam traduzir sem perder nada da sua força, do seu encanto, da pertinência. É muito bom também ver os franceses apoderarem-se desses textos que são extremamente generosos. Talvez por serem também tão universais e tão actuais.” No Théâtre de La Ville, em Paris, este ano voltou a estar em palco com a peça de Robert Wilson “Since I've Been Me” que já tinha estreado no ano passado também sobre Fernando Pessoa. Qual é a relação que tem com Fernando Pessoa e é uma relação que está muito presente? “Sim e há muitos anos porque, realmente, um dos meus primeiros filmes como realizadora foi ‘A Morte do Príncipe' de Pessoa, que é uma peça que é formada por fragmentos dramáticos de Pessoa. Quando esses textos foram revelados pela Teresa Rita Lopes, o Luís Miguel Cintra fez uma montagem magnífica que apresentámos no Festival de Avignon há muitos anos, no final dos anos 80. E depois estivemos também no Théâtre de la Bastille. Essa encenação era do Luís Miguel Cintra, mas depois o Joaquim Pinto, que era um produtor muito activo na época, arranjou financiamento para se fazer o filme e eu fui a realizadora desse filme. Esse filme acabou de ser restaurado pela Cinemateca Portuguesa e ficou uma maravilha o restauro. Somos o Luís Miguel Cintra e eu a contracenarmos sobre esses textos magníficos de ‘A Morte do Príncipe'. Então, pronto, lá bem no início já estava o Pessoa para mim.” E continua. “E continua.” O facto de ser portuguesa e de continuar a ser convidada por encenadores de várias nacionalidades para interpretar as palavras de Pessoa reveste algum significado especial? “Eu tenho muito orgulho em representar Pessoa, em representar a literatura portuguesa, a poesia portuguesa sempre. Adoro voltar a reviver e a dar voz a esses textos, não só Pessoa, mas também Sophia de Mello Breyner e tantos outros autores portugueses. Eu faço-o com muito gosto e com muito orgulho.”
Às vezes alguém conversa com você e sua atenção está apenas nas palavras. Mas isso é um erro. Uma pessoa com boa percepção deveria prestar atenção aos movimentos do corpo, ao olhar, ao posicionamento de braços, entre tantos outros detalhes. Esses detalhes falam mais do que as palavras .Quem presta atenção a esses detalhes percebe que a fala pode ser educada, mas o olhar está triste, ou com raiva, ou com amargura. Pequenos e importantes detalhes podem passar despercebidos sem o treino de nossa percepção.Veja o que diz o Salmo 81 no verso 13: "Ah! Se o meu povo me escutasse, se Israel andasse nos meus caminhos!"Percebe os sentimentos por trás dessas palavras? Não é uma simples constatação ou exortação. As palavras estão recheadas de tristeza. É possível imaginar o olho de um pai cheio de lágrimas, por estar perdendo seu filho. Deus estava profundamente triste com tudo, e ninguém percebia nada.Será que você também é assim? Será que não consegue perceber o óbvio? Será que está desatentos a esse ponto? Esse é um importante alerta. Se você apresenta esses sintomas, precisa urgentemente melhorar nosso nível de alerta e o ao que Deus fala. Ser desatento a Ele é colocar a vida em risco.
rWotD Episode 3345: Nossa Senhora da Graça incident Welcome to random Wiki of the Day, your journey through Wikipedia's vast and varied content, one random article at a time.The random article for Wednesday, 1 July 2026, is Nossa Senhora da Graça incident.The Nossa Senhora da Graça incident (ノサ・セニョーラ・ダ・グラサ号事件), alternatively called the Madre de Deus incident (マードレ・デ・デウス号事件), was a four-day naval battle between a Portuguese carrack and Japanese samurai junks belonging to the Arima clan near the waters of Nagasaki in 1610. The richly laden "great ship of commerce", famed as the "black ship" by the Japanese, sank after its captain, André Pessoa, set the gunpowder storage on fire as samurai overran the vessel. This desperate and fatal resistance impressed the Japanese, and memories of the event persisted even into the 19th century.This recording reflects the Wikipedia text as of 00:54 UTC on Wednesday, 1 July 2026.For the full current version of the article, see Nossa Senhora da Graça incident on Wikipedia.This podcast uses content from Wikipedia under the Creative Commons Attribution-ShareAlike License.Visit our archives at wikioftheday.com and subscribe to stay updated on new episodes.Follow us on Bluesky at @wikioftheday.com.Also check out Curmudgeon's Corner, a current events podcast.Until next time, I'm standard Matthew.
Duas ações no Supremo Tribunal Federal pedem a inconstitucionalidade de artigos da lei que regulamentou a reforma tributária.
Nos habita la imperiosa necesidad de ser y actuar como ecológicos. Dice Joaquín Araújo que “ser ecológicos sería, en parte, la propuesta anunciada por Schiller, Unamuno, Ortega y Pessoa, de convivir con todo, de fundir mente y corazón sin privilegios para ninguna de las partes". Hoy nos situamos contra la bulimia energética. Hablemos de energía nuclear.Y añade Araújo que “toda vida es una forma de combustión que necesita alimentarse, perpetuamente, con recursos energéticos. Y que toda cultura es una forma de encauzar energía en una determinada dirección. El momento civilizatorio actual, se caracteriza por un hiperconsumo de energías fósiles, despilfarradas por la notable ineficacia de los artefactos, que nos permiten un alto grado de comodidad. Pero también, también notabilísimos daños en los sistemas naturales”. Además, ya lo habrás oído, Francia está limitando su energía nuclear, por problemas de refrigeración, causados por la ola de calor. Y es que siguen surgiendo causas, efectos secundarios y otras cuestiones derivadas de las nucleares, años y años después.Escucharemos el texto escrito por Lucía Gimeno Berga, bióloga y educadora ambiental, titulado “Educar para el futuro, sobrevivir en el presente. Por qué nuestra dignidad laboral es la mejor herramienta contra el cambio climático”. Para que el futuro sea verde, feminista y rural. También contamos con Simone Firmani (que nos irá adelantando, semana a semana, los contenidos del Foro Social y músicas del próximo Rototom Sunsplash). Nos ilustran Ignacio Abella y Eduardo Galeano. Club de Hojarasca: José Manuel Sebastián, Arturo Martín Lafuente, Amaya Prieto y Álvaro Soto.Y ahora, recuerda que una de las más bellas y justas peleas que se libraron nunca, fue ésa que preside un sonriente sol, y el universal slogan de ¡NUCLEAR, NO GRACIAS!, porque, como dice Chus García, en su poemario “Gaia”: una vez replegadas las tropas, solo queda escuchar el rumor de viento, sin duda, un viento conmovido… ¡Arriba las ramas!HT: #EcoslógicosRadio3Escuchar audio
Mensagem ministrada pelo Pr. Marcos Andrade
Laura Piñero recorre las correspondencias de Balzac, Pessoa, Virginia Woolf o Napoleón para descubrir cómo las cartas conservaron el amor, la memoria y la historia.
Experimente o RUNNA grátis por duas semanas – https://cnoar.run/CNA_Runna (só funciona para contas novas)MARATONA DE JOÃO PESSOA (Use o cupom CORRIDANOAR para ter 10% de desconto) | https://cnoar.run/MaraIntJampa2026Neste episódio do CNA News, analisamos o impacto da forte onda de calor na Europa, que gerou o adiamento de provas e uma trágica fatalidade na Meia Maratona de Londres. Além disso, trazemos os detalhes da nova camiseta de Buenos Aires, as medalhas das maratonas de João Pessoa e Belo Horizonte, dicas de conectividade em aplicativos de treino, o turismo na Chapada das Mesas e o debate polêmico sobre fraudes em premiações por categoria no Brasil.- Onda de calor na Europa e fatalidade em Londres (00:00:03)- Nova camiseta da Meia Maratona de Buenos Aires (00:02:46)- Aplicativo de treino e conexões com relógios (00:03:35)- Medalha da Maratona Internacional de João Pessoa (00:05:51)- Turismo e kit da Meia Maratona da Chapada das Mesas (00:06:39)- Maratona Internacional de Belo Horizonte (00:11:04)- Debate sobre fraudes em premiações e pódios (00:11:47)Nossos cupons e links - https://cnoar.run/cuponsO Corrida no Ar News é produzido diariamente.
durée : 00:17:11 - Les émissions culturelles de France Culture - par : Marie Labory - Auteur majeur de la littérature portugaise découvert après sa mort, Pessoa est décrit sous toutes ses mystérieuses coutures par le traducteur Richard Zenith dans une biographie extensive. - équipe : Laurence Malonda, Boris Pineau, Aïssatou N'Doye, Jules Barbier, Zohra Vignais, Lise Ripoche, Mathi Adjinsoff - invités : Marie Sorbier Productrice du "Point Culture" sur France Culture, et rédactrice en chef de I/O, François Angelier Producteur de l'émission "Mauvais Genres" sur France Culture, spécialiste de littérature populaire Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
durée : 00:27:20 - Les émissions culturelles de France Culture - par : Marie Labory - Au menu de ce débat critique littéraire, pas de romans, mais une biographie ultime, celle que Richard Zenith consacre à l'auteur portugais Fernando Pessoa ; et le troisième tome d'un journal poignant, celui de la poétesse argentine Alejandra Pizarnik. - équipe : Laurence Malonda, Boris Pineau, Aïssatou N'Doye, Jules Barbier, Zohra Vignais, Lise Ripoche, Mathi Adjinsoff - invités : Marie Sorbier Productrice du "Point Culture" sur France Culture, et rédactrice en chef de I/O, François Angelier Producteur de l'émission "Mauvais Genres" sur France Culture, spécialiste de littérature populaire Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
durée : 00:58:32 - Les émissions culturelles de France Culture - par : Marie Richeux - Fernando Pessoa a écrit sous des dizaines d'hétéronymes, publié un seul recueil de son vivant et laissé des dizaines de milliers de textes dans une malle découverte à sa mort. Richard Zenith lui a consacré une biographie de 1 200 pages qui restitue toute la complexité du grand poète portugais. - réalisation : Jeanne Aléos, Mathilde Wagman, Marianne Chassort, Alexandre Alajbegovic, Cyril Marchan, Vivien Demeyère, Julie Gastal - invités : Richard Zenith écrivain et traducteur américano-portugais Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
If you enjoy this episode, we're sure you will enjoy more content like this on The Occult Rejects. In fact, we have curated playlists on occult topics like grimoires, esoteric concepts and phenomena, occult history, analyzing true crime and cults with an occult lens, Para politics, and occultism in music. Whether you enjoy consuming your content visually or via audio, we've got you covered - and it will always be provided free of charge. So, if you enjoy what we do and want to support our work of providing accessible, free content on various platforms, please consider making a donation to the links provided below. 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Notes Marduk's association with the snake-dragon or mušḫuššu.Burkert, Walter. Greek Religion. Translated by John Raffan. Cambridge, MA: Harvard University Press, 1985.Day, John. God's Conflict with the Dragon and the Sea: Echoes of a Canaanite Myth in the Old Testament. Cambridge: Cambridge University Press, 1985.Detroit Institute of Arts. “Mushhushshu-Dragon, Symbol of the God Marduk.”Eliade, Mircea. Patterns in Comparative Religion. Translated by Rosemary Sheed. Lincoln: University of Nebraska Press, 1996.Etymonline. “Draco.” Notes Greek drakon from derkesthai, “to see clearly.”Faulkner, R. O. “The Bremner-Rhind Papyrus—III: D. The Book of Overthrowing ‘Apep.” Journal of Egyptian Archaeology 23, no. 2 (1937): 166–185.Ferdowsi. Shahnameh: The Persian Book of Kings. Translated by Dick Davis. New York: Penguin Classics, 2016.Herodotus. The Histories. Translated by A. D. Godley. Loeb Classical Library. Cambridge, MA: Harvard University Press, 1920. See especially 2.75 on winged serpents and ibises, and 3.107 on frankincense-guarding serpents.Hornung, Erik. Conceptions of God in Ancient Egypt: The One and the Many. Translated by John Baines. Ithaca: Cornell University Press, 1982.Isbell, Lynne A. The Fruit, the Tree, and the Serpent: Why We See So Well. Cambridge, MA: Harvard University Press, 2009.Jacobus de Voragine. The Golden Legend: Readings on the Saints. Translated by William Granger Ryan. Princeton: Princeton University Press, 2012.Jones, David E. An Instinct for Dragons. New York: Routledge, 2000.Le, Quan Van, Lynne A. Isbell, Jumpei Matsumoto, Minh Nguyen, Hikari Hori, Mai Mai, Tomohiro Nishimaru, et al. “Pulvinar Neurons Reveal Neurobiological Evidence of Past Selection for Rapid Detection of Snakes.” Proceedings of the National Academy of Sciences 110, no. 47 (2013): 19000–19005. DOI: 10.1073/pnas.1312648110.LeDoux, Joseph. The Emotional Brain: The Mysterious Underpinnings of Emotional Life. New York: Simon & Schuster, 1996.Lincoln, Bruce. Theorizing Myth: Narrative, Ideology, and Scholarship. Chicago: University of Chicago Press, 1999.MacLean, Paul D. The Triune Brain in Evolution: Role in Paleocerebral Functions. New York: Plenum Press, 1990.Mayor, Adrienne. The First Fossil Hunters: Dinosaurs, Mammoths, and Myth in Greek and Roman Times. Princeton: Princeton University Press, 2000; revised edition, 2011.Öhman, Arne, and Susan Mineka. “Fears, Phobias, and Preparedness: Toward an Evolved Module of Fear and Fear Learning.” Psychological Review 108, no. 3 (2001): 483–522.Pessoa, Luiz. The Cognitive-Emotional Brain: From Interactions to Integration. Cambridge, MA: MIT Press, 2013.Pliny the Elder. Natural History. Translated by H. Rackham. Loeb Classical Library. Cambridge, MA: Harvard University Press, 1938–1962.Smith, Mark S. The Ugaritic Baal Cycle. 2 vols. Leiden: Brill, 1994–2009.Smith, Mark S. 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MARATONA DE SALVADOR 2026 – https://cnoar.run/MaratonaSalvador2026 - Use o cupom CORRIDANOAR15 para ter 15% de desconto na sua inscriçãoMARATONA DE JOÃO PESSOA (Use o cupom CORRIDANOAR para ter 10% de desconto) - https://cnoar.run/MaraIntJampa2026Neste episódio do CNA News, analisamos o caos gerado na linha de chegada da Chilli Beans Run 5k em Santos. Além disso, destacamos a oficialização da Maratona da Cidade do Cabo como a oitava Major, a visita de Eliud Kipchoge à embaixada brasileira no Quênia para garantir o visto para a New Balance 42k de Porto Alegre, novidades sobre as maratonas de Salvador e João Pessoa, a polêmica dos horários na Maratona de Piracicaba e os comentários sobre os "pipocas" na Maratona do Rio.- Caos e filas na chegada da Chilli Beans Run 5k em Santos- Maratona da Cidade do Cabo é oficialmente a oitava Major- Kipchoge na embaixada brasileira buscando visto para Porto Alegre- Novidades e cupons para as Maratonas de Salvador e João Pessoa- Polêmica com os horários das provas na Maratona de Piracicaba- Leitura de comentários sobre os "pipocas" da Maratona do RioNossos cupons e links - https://cnoar.run/cuponsO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado no início do dia.
O PREÇO DE CONFIAR NA PESSOA ERRADA | BISPA SONIA HERNADES by Igreja Renascer Em Cristo
Neste episódio, Ricardo reflete sobre a crescente possibilidade de projetos serem executados por uma única pessoa graças ao avanço da inteligência artificial, da automação e das plataformas digitais. Ele destaca que, tradicionalmente, projetos complexos exigiam grandes equipes, mas que o aumento do número de pessoas também amplia os esforços de coordenação, comunicação e alinhamento. Com as novas tecnologias, um profissional pode realizar atividades que antes demandavam equipes inteiras, tornando possível reduzir o tamanho dos times sem comprometer os resultados. Contudo, esse modelo traz riscos, como a concentração de conhecimento e a redução da diversidade de perspectivas. Ricardo amplia a discussão para o futuro do trabalho, questionando os impactos sociais e econômicos de um cenário em que cada vez menos pessoas sejam necessárias para produzir mais resultados. Escute o podcast para saber mais!
✨ Jesus é o mesmo ontem, hoje e eternamente.Neste episódio poderoso, Pr. @Juanribe Pagliarin conecta as Escrituras desde o Antigo Testamento até a promessa da volta de Cristo, revelando como passado, presente e futuro se unem na Pessoa de Jesus.Uma mensagem profunda sobre a Segunda Vinda, o arrebatamento, a glória de Cristo e a urgência de viver preparado. Palavra forte para quem deseja compreender os sinais do tempo e fortalecer a fé no Deus eterno
Muitos culpam as circunstâncias pelos seus problemas, mas ignoram a própria participação neles.Nos dias de Joel, o devorador destruía as plantações. Hoje, ele continua agindo, mas com novas formas, novas estratégias e uma aparência muito mais atraente.Cada decisão sem domínio próprio, cada impulso não controlado e cada resistência à direção de Deus pode abrir espaço para perdas desnecessárias.Enquanto você cooperar com aquilo que o afasta de Deus, continuará alimentando o mesmo problema que deseja vencer.Assista ao vídeo e descubra que, para sair do seu "nunca antes", você precisa parar de ajudar o devorador e decidir cooperar com Deus.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.
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Neste episódio do CNA News, você acompanha os principais destaques da elite masculina e feminina que vai disputar a Maratona de Porto Alegre neste domingo, com direito a um bônus de R$ 100 mil para quem quebrar o recorde histórico em solo brasileiro. Além disso, o programa traz os novos e rigorosos índices de qualificação para o Mundial de Atletismo de Pequim, as restrições inéditas para corridas de rua em Caruaru e a nova exigência de laudo médico para atletas em João Pessoa.Tópicos abordados:- Elite e bônus de R$ 100 mil na Maratona de Porto Alegre.- Novos índices rígidos para o Mundial de Atletismo de Pequim.- Caruaru limita o número de corridas de rua e treinos por mês.- João Pessoa passa a exigir laudo médico para maratonas e meias.- Leitura de comentários e interações da comunidade.Nossos cupons e links - https://cnoar.run/cuponsO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
Como encontrar a pessoa certa, construir um relacionamento saudável e não destruí-lo? Neste episódio, Luiza Vono e Ítalo Ventura falam sobre relacionamento inteligente, casamento feliz, mente masculina, autoestima feminina e maturidade afetiva para quem deseja viver uma relação verdadeira.
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É uma das mais prestigiadas cientistas portuguesas na área da biologia molecular. Boa parte da investigação de Maria do Carmo Fonseca tem sido dedicada ao estudo do RNA, que está na base da primeira vacina contra a covid-19. Uma molécula que poderá ser a salvação para doenças até agora incuráveis. Em 2010, foi a primeira mulher cientista distinguida com o Prémio Pessoa. Desde abril é Conselheira de Estado da atual Presidência. E aqui dá conta dos futuros grandes avanços científicos para a Humanidade. Ouçam-na nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas” de Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O CNA News de hoje traz as principais notícias do universo da corrida! No episódio desta terça-feira, 19 de maio de 2026, repercutimos a revolta dos corredores com a qualidade das medalhas entregues em provas recentes, além de trazer todos os detalhes e resultados das grandes maratonas que movimentaram o fim de semana.Destaques de hoje:- Polêmica das medalhas: A indignação com a qualidade na Meia Maratona Tiradentes em Juazeiro e a resposta do Sesc Paraíba sobre a medalha de acrílico entregue em João Pessoa.- Tribuna de Santos: Os campeões dos 10 km, o erro com a faixa na linha de chegada da vencedora e o debate sobre o impacto do fechamento das ruas na cidade.- Maratona Nilson Lima: Os vencedores Laurindo Nunes Neto e Larissa Ruas na tradicional prova de Uberlândia com largada e chegada dentro do Estádio do Sabiá.- Circuito Desbrava: Informações sobre as próximas etapas por Brasília, Rio de Janeiro e outras capitais, além do cupom CORRRIDANOAR10 para as inscrições - https://cnoar.run/CentauroDesabrava2026- Maratona oficial de Belo Horizonte: Os tempos da vitória de Gilberto Lopes e Eulália Santos na capital mineira, os números de concluintes e a análise sobre o calendário de provas.- Meia Maratona das Cataratas: Um imprevisto engraçado com a falta da buzina na largada, os tempos dos campeões e as estatísticas de corredores no evento.- Rio do Rastro Marathon: O convite para conhecer um dos maiores, mais bonitos e mais exigentes desafios de corrida do país.Nossos cupons e links - https://cnoar.run/cuponsO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
Celebração destaca grande impacto da ação individual na conservação ambiental; indo muito além das tradicionais campanhas de conscientização, iniciativa deste ano foca em celebrar resultados reais e poder da coleta de dados colaborativa.
O que o Egito Antigo sabia sobre seus problemas que você ainda não sabe?Há mais de 3.000 anos, os egípcios desenvolveram o Sebaíte, um gênero literário de "instruções" criado não para entreter, mas para forjar a sabedoria humana.Neste encontro, o Professor Paulo Tarcísio (Nova Acrópole João Pessoa) analisa 6 provérbios fundamentais de três papiros históricos, revelando como essa ética milenar é a chave para os dilemas da vida moderna.