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O Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, nesta segunda-feira, 2, a primeira reunião ordinária de 2026. Na ocasião, o colegiado referendou, por aclamação, os nomes da procuradora de Justiça Kátia Rejane de Araújo para o cargo de ouvidora-geral, da promotora de Justiça Maria Fátima Ribeiro para ouvidora-geral substituta e do procurador de Justiça Francisco Maia Guedes para o cargo de subcorregedor-geral.
Os UHF preparam-se para um concerto especial, com canções que nunca levaram a palco, e António Manuel Ribeiro regressa ao Posto Emissor para falar sobre o aproximar vertiginoso do 50º aniversário da sua banda de sempre, o encontro inesperado com Amália e a experiência de fazer primeiras partes dos Ramones. No 271º episódio do podcast da BLITZ, há também Rádio Macau, Festival da Canção e Sombr.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A notoriedade actual de certos escritores baseia-se sempre num mal-entendido. Há um desejo de ver surgir figuras que possam corresponder à imagem do grande homem, esse capaz de encarar o mundo por meio de ideias imunes aos desaires da época. Mas essa mesma relação que mantemos com alguns autores não passa de uma projecção, pois, como sinalizava Sartre, é lisonjeiro para uma nação ter produzido uma figura dessas, permite que se convença da sua própria importância e prestígio. E se não faltam nunca um punhado de recolectores capazes de compor arranjos e fazer da sucata algo imponente, um pensamento que tenha verdadeira força já não é algo de desejável, porque este ofende, gera nervosismo. Diante desse tipo de figuras ninguém consegue estar realmente em paz. Desde logo, esse tipo de homens consegue sempre sacudir a matilha de homenagens que procuram abonecá-lo, encontrando as forças para provocar escândalo, rasgando vias impróprias em vez de se aproveitar das auto-estradas nacionais. Sartre vinca a necessidade de diminuir a circulação fiduciária da literatura. E se a esta, nos últimos tempos, apanhamos sempre a dormir, incapaz de paixões fortes, aguardamos esse sobressalto, mesmo que seja a cólera, algo que a possa despertar. Quando vemos a generalidade dos escritores participarem nas desgastantes homilias que vão promovendo os poderes oficiais e oficiosos, com a cobertura dos jornais, o apoio dos programas de promoção do turismo e a congeminação das dst's e outras firmas industriais, não é difícil perceber como o autor foi transformado em funcionário e se vê sobrecarregado de funções e honras que servem para apagar qualquer intuito mais perverso. Se em tempos a literatura era vista como uma ocupação de ociosos, uma actividade parasitária, pecaminosa, hoje passou a ser encarada como mais outro instrumento de propaganda. Quanto mais se agarram ao prestígio mais longe ficam de qualquer relação com a infâmia que caracteriza a indução de um pensamento degenerado. Mas, até em cima disto, temos sempre de aturar uns e umas que nos vêem explicar o cariz didáctico da literatura. Enquanto isso vemos como uma cortesia fremente reina no mundo das letras. Ora, com a brusca hecatombe dos decanos nas primeiras duas décadas deste século e uma vez que se conseguiu fazer da rendição das anteriores sentinelas um princípio de vacatura, enquanto eram os próprios escritores os primeiros a quererem gozar de um mero favor publicitário, em vez de uma discussão rude e exaltante, viraram-se todos para as lógicas de inflação literária, e, por isso, só conseguem ser lidos pelos consumidores gerais que se guiam pelas tendências de estação. “Ao tratar as produções do espírito com um respeito que outrora apenas se manifestava para com os grandes autores mortos, arriscamo-nos a matá-las”, sublinha Sartre. Mas ele ainda entendia que aqueles escritores que se sentiam adulados não deixavam de sentir também um obscuro despeito, uma vez que “não é agradável ser tratado em vida como um monumento público”. Ora, foi isto que mudou. Hoje os escritores detestam o risco, o confronto, deixaram-se socializar no pior sentido da palavra, e já não são aos olhos de um público por eles mesmos cultivado aquelas figuras que estavam animadas de projectos maliciosos, capazes de proferições danosas. Hoje, cada um à sua maneira, faz papel de embaixador. Nem reconhecem uma alternativa. Ficariam em apuros se todo esse enredo diplomático perdesse os apoios institucionais, as suas galas e cerimoniais, uma vez que há muito o próprio mercado desertou esses circuitos, e nada a não ser as lógicas de cumplicidades com o poder conseguem segurar todo esse dispositivo. Poucos se dão conta de como a literatura se dissolveu num regime de pura expectativa, de tal modo que mesmo essas obras literárias futuras e tão ansiadas participam já na dignidade duma cerimónia sagrada. E, assim, cada escrito novo procura simular essa recepção, encenando uma cerimónia de acordo com os protocolos oficiais, e prestando a sua contribuição benévola para as festividades que permitem aos pequenos poderes servirem-se da cultura como uma indústria de totems, usando aquela entoação enfatuada e grave para que o patetismo dos seus conselhos simule uma função oracular. Nisto, o que é pena é que esta manobra tacanha sirva para convencer os escritores e os artistas a conformarem-se a ser apresentados e recomendados como bens nacionais. Devemos reconhecer como este estado de coisas convida mais à indiferença do que a ânimos exaltados. Parece excessivo detestar esta gente, a não ser pelo inconveniente que há em tentar fazer-se alguma coisa que ainda corresponda àquele jogo meio anárquico de malfeitores que iam aperfeiçoando os seus desafios por escrito, sendo que agora tudo o que diz respeito aos livros se vê sempre acompanhado de uma insuportável algazarra promocional, ao ponto de mesmo os poucos e ridículos passos que se dão neste deprimido reino terem de ser pagos com uma perpétua indigestão ao entrar em contacto com toda essa solenidade balofa. É tão desgastante essa caldeira, essa fornalha, esse grelhador em que se tornou a vida das letras, com as suas intimações constantes, imposturas, exaltações falsas, o banho de alarvidades e os constrangimentos a que qualquer um se vê sujeito para acomodar as aspirações e ilusões dos demais, esta máquina de espuma que ensopa e engole tudo, que faz dos triunfos as maiores ciladas, tudo isso é um preço demasiado elevado para um tipo querer chegar àqueles poucos leitores que lhe justificam tamanho empenho. Dá a sensação até que todo este quadro não serve senão para atrasar e despistar esses encontros. Não é de estranhar que precisamente aqueles espíritos mais instigantes sejam dos primeiros a sentir-se enojados com este contexto, preferindo desperdiçar a sua energia malévola em zonas menos cercadas por toda esta pompa e idiotice. É como se a literatura não quisesse libertar-se já da descrição mais enfática e redutora de todos os vícios, como se trabalhasse para se cingir à reprodução daqueles aspectos em que incidiu a sátira que lhe foi sendo feita, como se a realidade quisesse levar a uma apoteose o elemento da farsa, gerando uma paródia em que a sua descrição mais demolidora não se distingue muito dos efeitos da sua publicitação. Há uma inesperada capacidade de satisfação, uma correspondência com as aspirações mais tacanhas, e que fazem as delícias de muita gente. A partir daqui, as piores coisas que possam ser ditas sobre o meio literário não deixam de enaltecê-lo. Barricou-se na sua fantasia pindérica. Qualquer noção aventureira da vida literária que algum escritor ainda estime apenas levará a que se sinta como um intruso, um inadaptado no reino destes que parecem reclamar e comungar das mesmas referências. Mas quem as toma a sério admite que a literatura possa ser uma droga dura, ao passo que aqueles aprenderam a forjar a partir dos mesmos ingredientes toda uma linha de calmantes e anestesiantes. A literatura passou a significar uma zona de repouso, mais outra estância de retiro. A própria vida ali é algo de que devemos desintoxicar-nos… Se a literatura foi uma forma de rejeição audaz, agora é arrastado rito, um regime de mumificação em vida. O longo rito que mistura o baptismo à extrema unção. “Ainda não viveste, e no entanto, já está tudo dito, tudo acabado”, escreve Georges Perec. “Só tens vinte e cinco anos, mas o teu caminho já está traçado. Os papéis, as etiquetas estão prontos: desde o bacio da tua primeira infância até à cadeira de rodas da tua velhice, todos os assentos aguardam a sua vez. As tuas aventuras estão tão bem descritas que a revolta mais violenta não faria pestanejar ninguém. Por mais que saias para a rua e mandes às urtigas os chapéus das pessoas, e cubras a cabeça de imundícies, e andes descalço, publiques manifestos, dês uns tiros de pistola à passagem de um qualquer usurpador, de nada servirá: a tua cama já está feita no dormitório do hospício, o teu talher está posto à mesa dos poetas malditos. Barco bêbado, miserável milagre: Harrar é uma atracção de feira, uma viagem organizada. Tudo está previsto, tudo está preparado até ao mais ínfimo pormenor: os grandes arroubos do coração, a fria ironia, as grandes dores, a plenitude, o exotismo, a grande aventura, o desespero. Não venderás a alma ao diabo, não irás, de sandálias nos pés, precipitar-te no Etna, não destruirás a sétima maravilha do mundo. Tudo está já preparado para a tua morte: a bala que te levará deste mundo já está fundida há muito tempo, já designaram as carpideiras para acompanharem o teu caixão.” Face a isto, há a necessidade de um programa de reabilitação face aos próprios processos de constante habilitação, uma desintoxicação já não dos perigos mortais, mas de todos esses fervores beneméritos, e neste episódio tivemos connosco Miguel Marques Ribeiro, um tipo que começou por registar o mundo fotograficamente e acabou por se tornar jornalista numa altura em que também os decanos estavam a ser desmobilizados, abatidos ou reformados compulsoriamente. Também chegou demasiado tarde ao campo da narrativa de ficção, aproveitando um fulgor anacrónico para se estrear com Gólgota, que nos remete de volta às décadas em que os paraísos artificiais foram esmagando os botes salva-vidas cheios daqueles que sentiram que o canto das sereias era demasiado berrante, uma orgia tão vasta quanto desgastante, sem verdadeira promessa nem êxtase. Hoje, a sociedade conseguiu fundir agarrados e empreendedores, mas, entretanto, já o regime de narcose actual não representa perigo nenhum, e mesmo a epidemia de drogas de prescrição que alastra um pouco por todo o mundo não é mais que as dores de crescimento de um novo quadro de administração em que a própria sobriedade, pelos seus efeitos de desilusão e depressão, deverá ser corrigida por fármacos capazes de fazer do homem esse ser que come o pão ou a papa que lhe põem à frente, esteja este em que estado estiver.
Esta semana falamos do presidente do EUA que tinha medo da electricidade e da febre ou peste da dança de 1518.Sugestões da semana1. Lesley Downer - A Mais Breve História do Japão. Das origens míticas ao poder da cultura pop. Presença, 2026.2. Morgane Delaunay - Os Retornados. Edições 70, 2026.----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Miguel Pinheiro, NBisme, Oliver Doerfler, Sofia Carvalho;Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, Francisco C, Hugo Picciochi, Jorge Filipe, José Beleza, João Cancela, João Carreiro, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, António Farelo, António J. R. Neto, Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Cláudia Brandão, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Gn, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, Joao Godinho, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Ferreira, João Félix, João Mendes, João Pedro, Luis Colaço, Mafalda Trindade, Manuel Bernardo, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: "Hidden Agenda” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0. Music by Jerome Chauvel from Pixabay.Edição de Marco António.
CALLIGARIS, Rodolfo. Sociabilidade. In: __. As leis morais. 15. ed. 6. imp. Brasília: Federação Espírita Brasileira, 2018. cap. 25, p. 105-107. Obras básicas e complementares da Doutrina Espírita. (live no YouTube). Palestrante: Luiz Julião Ribeiro
02:12: Topnews: Diomande und Olise 05:59: Liverpool an Collins und Brown 07:21: Quansah-Update 08:05: Rocco Reitz zu RB? 10:13: Arne Engels 10:58: Konrad Laimer Verlängerung 12:34: Banjaqui zu Bayern 15:18: Pep jagt Nmecha 17:04: Ribeiro zu seinem Idol 18:18: Abgangometer: Paul Nebel, Diego Leite, Andrej Kramaric, Grischa Prömel 20:37: Schicker zu Prömel 21:06: Casper Jander auf TSG-Liste 21:33: Alessandro Vogt zu Hoffenheim 22:16: Flavio Nazinho zum VfB 22:37: Need for Speed 23:59: Hummels und Leitner gewinnen Padel Turnier 24:51: Kevin Schade Exklusiv 27:02: Brentford will verlängern 28:25: Woltemade wieder vor Absprung? 29:44: Marktwertupdate 36:01: El Mala bald weg?! 38:39: Reno Münz will in die BL 40:06: Maglica weckt Interesse bei Bundesligisten 41:13: Costa in der 4. Liga
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Procuradoria-Geral Adjunta para Assuntos Administrativos e Institucionais, participou, nesta segunda-feira, 23, de sessão solene realizada na Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac), em homenagem ao conselheiro aposentado do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Valmir Ribeiro, em reconhecimento à sua trajetória pública.
Timidez é o assunto deste Debate 93 que você não pode deixar de ouvir e aprender!!!
Publicamos as declarações do arquiteto Gonçalo Ribeiro Telles transmitidas pela RTP2 no dia 5 de maio de 1999 por ocasião da pré-inauguração do Caminho do Tejo, o primeiro dos Caminhos de Fátima que o Centro Nacional de Cultura desenvolve.
Campanha Quaresma 40 Dias pelo Poder do Sangue de Jesus
Existe um mecanismo jurídico que garante a autonomia de pessoas com deficiência ou pessoas com dificuldade de locomoção, mas que vinha sendo pouco utilizado no estado do Ceará. (É a Tomada de Decisão Apoiada. O mais comum era a utilização do procedimento conhecido como Curatela).A partir dessa observação, baseada em dados, uma campanha de comunicação foi desenvolvida. E os resultados foram incríveis.O case de hoje é uma iniciativa do Tribunal de Justiça do Ceará e envolve a parceria entre o Laboratório de Inovação (LabLuz) e a Assessoria de Comunicação, além de outros órgãos do Sistema de Justiça.Quem participa é Welkey Costa, coordenador do LabLuz e Lyana Ribeiro, chefe da assessoria de comunicação do TJ-CE. Para mais informações sobre a iniciativa, acesse os links abaixo:https://www.tjce.jus.br/noticias/apos-cartilha-produzida-pelo-tjce-pedidos-de-curatela-caem-e-tomada-de-decisao-apoiada-cresce-no-ceara/https://portal.tjce.jus.br/uploads/2026/01/Curatela-2-1-2.pdf
O que é um animal exótico? Um mesmo animal pode ser exótico em algum lugar mas noutro não? E o que seria um animal selvagem? E silvestre? Essa semana conversamos sobre essas definições todas e como esses animais podem estar presentes no nosso dia a dia. Além disso, quais os impactos de termos esses animais à disposição em nosso país? Como acontece o mercado e quais as consequências para os animais, para o meio ambiente e para nós, humanos? Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira Citação ABNT: Scicast #680: Animais Exóticos. Locução: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira. [S.l.] Portal Deviante, 23/02/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-680 Imagem de capa: Unsplash Perguntas do Episódio Abdalla, A. V. D. (2007). A proteção da fauna e o tráfico de animais silvestres (Dissertação de mestrado). Universidade Metodista de Piracicaba. http://www.dominiopublico.gov.br/download/teste/arqs/cp055586.pdf Albuquerque, U. P., Araújo, E. L., Souto, A., Bezerra, B., Freire, E. M. X., Sampaio, E., Casas, F. L., Moura, G., Pereira, G., Melo, J. G., Alves, M., Rodal, M., Schiel, M., Neves, R. L., Alves, R. R. N., Azevedo-Júnior, S., & Telino Júnior, W. (2012). Caatinga revisited: Ecology and conservation of an important seasonal dry forest. 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O que é um animal exótico? Um mesmo animal pode ser exótico em algum lugar mas noutro não? E o que seria um animal selvagem? E silvestre? Essa semana conversamos sobre essas definições todas e como esses animais podem estar presentes no nosso dia a dia. Além disso, quais os impactos de termos esses animais à disposição em nosso país? Como acontece o mercado e quais as consequências para os animais, para o meio ambiente e para nós, humanos? Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira Citação ABNT: Scicast #680: Animais Exóticos. Locução: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira. [S.l.] Portal Deviante, 23/02/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-680 Imagem de capa: Unsplash Perguntas do Episódio Abdalla, A. V. D. (2007). A proteção da fauna e o tráfico de animais silvestres (Dissertação de mestrado). Universidade Metodista de Piracicaba. http://www.dominiopublico.gov.br/download/teste/arqs/cp055586.pdf Albuquerque, U. P., Araújo, E. L., Souto, A., Bezerra, B., Freire, E. M. X., Sampaio, E., Casas, F. L., Moura, G., Pereira, G., Melo, J. G., Alves, M., Rodal, M., Schiel, M., Neves, R. L., Alves, R. R. N., Azevedo-Júnior, S., & Telino Júnior, W. (2012). Caatinga revisited: Ecology and conservation of an important seasonal dry forest. 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Neste episódio especial falamos com Leonardo Aboim Pires, investigador no ISEG Research in Economics and Management, sobre a história da agricultura no Portugal dos séculos XIX e XX. Analisamos as políticas agrícolas do Estado português sensivelmente entre 1850 e 2000, com particular foco no cultivo da batata de Trás-os-Montes e a laranja do Algarve.Sugestões de leitura:1. Leonor Freire Costa, Pedro Lains e Susana Munch Miranda - História Económica de Portugal, 1143-2010. Esfera dos Livros, 2011.2. Dulce Freire e Pedro Lains (orgs) - Uma História Agrária de Portugal, 1000-2000. Desenvolvimento económico na fronteira da Europa. Imprensa de Ciências Sociais, 2024.-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Miguel Pinheiro, NBisme, Oliver Doerfler, Sofia Carvalho;Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, Francisco C, Hugo Picciochi, Jorge Filipe, José Beleza, João Cancela, João Carreiro, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, António Farelo, António J. R. Neto, Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Cláudia Brandão, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Gn, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, Joao Godinho, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Ferreira, João Félix, João Mendes, João Pedro, Luis Colaço, Mafalda Trindade, Manuel Bernardo, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
Fabrício Camões, o Morango, faixa-preta da Academia Gracie Tijuca e veterano do UFC, conta a história real do Jiu-Jitsu brasileiro nos anos 90. Da luta épica de 27 minutos contra Anderson Silva (sem luvas) até a construção de um legado ao lado de Letícia Ribeiro em San Diego, Fabrício revela os bastidores do Vale Tudo, a essência da defesa pessoal e o que significa ser professor de Jiu-Jitsu após décadas no tatame. Uma aula de resiliência, humildade e paixão pelo esporte.
Esta semana falamos de um cavaleiro da Dinamarca em Portugal, no séc. XV, e da popularização do ski por um famoso escritor inglês, nos finais do séc. XIX.Sugestões da semana1. Ricardo Noronha - A Ordem Reina Sobre Lisboa. Uma história do 25 de Novembro. Tigre de Papel, 2025.2. Patrick Gautrat - Pétain, Salazar, de Gaulle. Afinidades, Ambiguidades, Ilusões. As Relações Franco-Portuguesas (1940-1944). Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2025.----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Miguel Pinheiro, NBisme, Oliver Doerfler, Sofia Carvalho;Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, Francisco C, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, Jorge Filipe, José Beleza, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, António Farelo, António J. R. Neto, Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Cláudia Brandão, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Gn, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Mendes, João Pedro, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, Luis Colaço, Mafalda Trindade, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: "Hidden Agenda” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
Dejamos atrás las pallozas y el humo de Balboa, y nos preparamos para una etapa de transición geográfica y emocional. Vamos a cruzar la frontera administrativa para entrar en Galicia, concretamente en la provincia de Lugo. Pero ojo, que no vamos a un sitio cualquiera. Vamos a visitar el Santo Grial de la despoblación gallega. Vamos al municipio con menos habitantes de toda Galicia. Cogemos carreteras comarcales que desafían las leyes de la física y el sentido común, y tras unos 60 kilómetros de curvas, bosques infinitos y paisajes que te quitan el hipo (y el mareo), llegamos a Negueira de Muñiz. Agárrense a la silla: este municipio tiene 228 habitantes. Sí, habéis oído bien. 228. En mi bloque de pisos hay más gente en la reunión de la comunidad peleándose por la derrama del ascensor. Su gentilicio es negueirense, y probablemente se conozcan todos no solo por el nombre, sino por el DNI. La historia de este pueblo es digna de una serie de tres temporadas en Netflix. Hasta 1925, esto pertenecía al municipio vecino de A Fonsagrada, pero decidieron independizarse. Le pusieron el apellido "de Muñiz" en honor a José Antonio Muñiz, un político de la época que, suponemos, les prometió el oro y el moro, o al menos una carretera asfaltada, y les cayó bien. Pero el verdadero drama, el giro de guion que cambió la historia de Negueira, llegó en los años 50 con la construcción del Embalse de Salime. Esta obra faraónica del franquismo embalsó el río Navia y partió el municipio literalmente en dos. Fue una carnicería demográfica. El agua anegó las mejores tierras de cultivo, los puentes y los caminos. Varias aldeas quedaron totalmente aisladas del resto del mundo, sin luz, sin teléfono y sin acceso rodado. La gente, lógicamente, tuvo que emigrar, dejando atrás casas, recuerdos y una vida entera. Aquello se quedó más vacío que la sede de Ciudadanos. Pero aquí viene lo curioso. En los años 70 y 80, cuando aquello parecía un escenario post-apocalíptico, llegaron nuevos pobladores. Grupos de hippies, naturalistas y gente buscando una vida alternativa descubrieron este paraíso perdido y ocuparon las aldeas abandonadas, como la famosa aldea de "O Foxo". Crearon la Comuna de Negueira, viviendo de la tierra, del amor libre, de la artesanía y de lo que buenamente surgiera. Se creó una mezcla sociológica fascinante: los paisanos gallegos de toda la vida, con su boina y su vaca, conviviendo con gente llegada de media Europa con rastas y huertos ecológicos. Y oye, parece que se entendieron, o al menos se toleraron. Uno de los grandes hitos recientes de Negueira es que, por fin, tienen puentes. Durante décadas, para cruzar de un lado a otro del embalse tenían que usar barcas, lo cual es muy romántico si vas de picnic un domingo, pero una putada si tienes que ir al médico un martes de noviembre lloviendo a cántaros. El patrimonio aquí es la Naturaleza con mayúsculas y negrita. Negueira tiene un microclima especial, más cálido que el resto de Lugo, lo que permite que crezcan alcornoques y viñedos. De hecho, aquí se hace un vino tinto muy peculiar y muy escaso, que no tiene nada que ver con el Ribeiro ni el Albariño. Es un vino heroico, cultivado en bancales que caen a plomo sobre el embalse. También destaca la Iglesia de San Salvador, sencilla y humilde, que ha visto pasar más historias de supervivencia que de religión. Visitar Negueira es ver la resistencia pura y dura.
Depois de milénios em que a invenção era cantada, os corpos se desdobravam e as formas de beleza estavam ligadas a um prazer e gozo gestuais, em que o ritmo dos relatos e das lendas estava submetido, não apenas à intensidade do que a imaginação capturava ou punha à solta, mas também ao corpo no seu modo de se balançar na simetria dos pés e dos braços aquando da proferição da palavra, de todo um engenho para gerar embalo e dar força aos rituais da rememoração, desde há uns séculos esses comportamentos orais foram-se perdendo, e isto na mesma medida em que, “à pressa, veloz, a tradição do livro, muito mais breve e quase recente, impôs a própria autonomia como concorrente”, diz-nos Pascal Quignard. E logo adianta que “a sua individualização progressiva é tão estranha quanto a que extraiu aos poucos a individualidade singular de um homem – inquieta e ciumenta desse sentimento de singularidade – da individualidade mais específica, mais nitidamente agrupada, em que tomou forma”. “Ainda não se insistiu o suficiente sobre este facto: o que pontua o texto nitidamente individualizado – e que dirige por outro lado a invenção relativamente tardia dos sinais de pontuação – acompanha essa espécie de progressão da vergonha do corpo e já não o ardor ou a urgência da exteriorização.” Assim, a cultura livresca está ligada a um certo acanhamento, a um ensimesmamento, a uma pressão interiorizadora que, muitas vezes, torna os literatos um tanto ineptos para uma convivência e capacidade de expansão dos seus entusiasmos, de serem os cicerones dos seus mundos interiores. Não é de estranhar que a própria língua se tenha reforçado na abstracção categorial das suas estruturas, construindo modos de recriação cada vez mais desvinculados do plano de participação ou enredamento colectivo. Não é de estranhar, por isso, esta sensação de que algo de profundo se quebrou, se inverteu. Se a literatura foi um suporte dos audaciosos gestos praticados em comum, hoje, tantos pressentem como a maioria dos textos não inventam verdadeiramente saídas face à narcose solipsista contemporânea. Cada ser deve fornecer insistentemente as provas da sua existência, e tornamo-nos, assim, os nossos próprios publicitários porque já não encontramos esse apoio nas grandes narrativas, nas ficções que nos irmanavam, nesse fundo conspirativo que animava certos grupos. O problema é que, como assinalou Georges Braque, “as provas cansam a verdade”. Às tantas, de tanto insistirmos na representação cada vez mais enfática dos dramas que apenas nos situam face à nossa identidade, o vigor existencial esvazia-se. Daí esta angústia que anda à solta, em que cada indivíduo parece empenhado em coagir os demais a reconhecerem a sua importância, o seu protagonismo ou valor, de modo a reforçar para si mesmo a sensação de pertencer ao mundo, de estar imerso nele. Todos estão, de algum modo, industriados para organizarem à sua volta algum circo, uma agência de eventos, uma incessante campanha eleitoral. A literatura cada vez menos aponta no sentido oposto, para que cada um se disponha à superação da existência individual, essa a que chamamos experiência da poesia e das artes, que procurava sempre guardar uma memória de esforços de alegria, mesmo em contexto de luta. E, antes de mais, quando hoje falamos de textos literários, devemos começar por salientar a falta de satisfação, aquela busca de prazer na leitura que a maior parte das vezes sai inteiramente gorada. Não se sente grande urgência nem necessidade nos textos que nos chegam, e apenas somos levados a admirar o talento particular para a vigarice deste ou daquele sujeito que fazem por convencer-nos da qualidade técnica com que vêm bulindo a sua intriga. De resto, cedo se mostram podres as esperanças nutridas por seres que vivem afeitos a um tempo arrasado pela base, no elemento de sentido de onde tudo parte: a linguagem. Com o prevalecer de enredos culturais voltados para a representação de si, para que cada indivíduo se entregue a uma competição pela evidência, por obter avanços no jogo do estatuto, com a pressão de um quadro em que todos sonham com o favor da vedetarização, tudo se volve um mero pretexto, todos os valores são apenas máscaras. Industriados para manifestações que não manifestam nada, recaímos na condição de monstros sem interioridade, como se estivéssemos vestidos do avesso. Assim, poderíamos subverter a noção que defende Mabel Moraña no livro “O Monstro como máquina de guerra” – “o corpo monstruoso é aquele que foi progressivamente despojado da sua condição de sujeito até se converter num resto administrável, um corpo disponível para a marca, o castigo ou a eliminação, sem que esse gesto produza uma interrupção significativa da ordem social” –, e pensar como a nossa sociedade nos vincula a projecções impossíveis, a um desolador enredo em que cada um compete para fixar imagens falsas de si mesmo, enquanto se vai desfigurando intimamente. Neste pacto à Dorian Gray, se julgamos conquistar um certo estatuto, na sombra da imagem projectada, no verso dessa ridícula vedeta que cada um representa para os outros, emergem esses seres que nós próprios escondemos e humilhamos. Neste episódio, tivemos connosco o casal responsável pela revista e agora editora Limoeiro Real. Hospedeiros de monstros à antiga, esses que preferem optar pela deserção das lógicas competitivas que tomaram conta do campo das artes e da literatura, preferindo trabalhar a partir do resíduo, do inassimilável. Em vez de se apostar nas figuras que produzem uma estranheza para serem integradas no panteão dos casos dignos de estudo, há ainda essa vida que faz a sua festa no escuro. É um princípio de rejeição das dinâmicas de afirmação a qualquer custo, de modo a ser possível regressar ao ponto cego do conhecimento, aquele espaço que se permite esquecer de si, libertando uma temporalidade diversa e resistindo a ser completamente entendido.
Como vencer o ladrão da alegria - Pr. Marcos Ribeiro by Igreja Missionária Evangélica Maranata de JacarepaguáPara conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
A senadora Daniella Ribeiro (PP-PB) integra comitê do Pacto Nacional contra o Feminicídio firmado recentemente pelos presidentes dos Três Poderes. Em conversa com a jornalista Carla Benevides, da TV Senado, Daniela afirma que o Brasil já tem leis suficientes, o desafio agora é garantir recursos para fortalecer o pacto. Acompanhe a entrevista.
Neste episódio falamos sobre a crise política de 1667-1668 que depôs o rei D. Afonso VI do trono. Explicamos o contexto da guerra da Restauração, e tentamos compreender o reinado de D. Afonso VI (1656-1683) e os seus problemas, e a forma como o seu irmão D. Pedro chegou ao poder.Sugestões de leitura1. Ângela Barreto Xavier e Pedro Cardim - D. Afonso VI. Temas e Debates, 2008.2. António Baião (ed) - Causa de nulidade de matrimónio entre a rainha D. Maria Francisca Isabel de Saboya e o rei D. Afonso VI. Imprensa da Universidade de Coimbra, 1925.3. Filme O Processo do Rei, realizador João Mário Grilo, 1990.-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Miguel Pinheiro, NBisme, Oliver Doerfler, Sofia Carvalho;Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, É Manel, Francisco C, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, Jorge Filipe, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, António Farelo, António J. R. Neto, Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Civiforum, Lda., Cláudia Brandão, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Mendes, João Pedro, Joel José Ginga, Johnniedee, José Beleza, José Santos, Luis Colaço, Mafalda Trindade, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
O Mondolivro de hoje fala sobre a obra “O sucesso na Empresa Familiar”, do autor João Pinto Ribeiro. O livro conta a história de sucesso do Tauá Resorts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), Oswaldo D'Albuquerque Lima Neto, participou, nesta quinta-feira, 5, da cerimônia de despedida do conselheiro Valmir Ribeiro, que se aposentou após 36 anos de atuação no Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC). A solenidade reuniu, na Corte de Contas, representantes de diversas instituições, além de familiares e amigos do homenageado.
Esta semana falamos do homem que fotografou pela primeira vez os flocos de neve, e de um bispo preso na cisterna do castelo de Palmela.Sugestões da semana1. Snowflake Bentley - https://snowflakebentley.com/images2. Jonathan Morris - Café - Uma História Global. BookBuilders, 2026.3. Michel Pastoureau - Rosa. História de uma cor. Orfeu Negro, 2026----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, NBisme, Oliver Doerfler, Sofia Carvalho;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, É Manel, Francisco C, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, Jorge Filipe, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, André Silva, António Farelo, António J. R. Neto, António Silva , Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Civiforum, Lda., Cláudia Brandão, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Mendes, João Pedro, Joel José Ginga, Johnniedee, José Beleza, José Santos, Luis Colaço, Mafalda Trindade, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: "Hidden Agenda” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0.Edição de Marco António.
Discurso: Governador Tarcísio de Freitas durante Inauguração da Escola Municipal Nair Ribeiro de Almeida e da Creche Municipal Juquehy 2 by Governo do Estado de São Paulo
Um ato de amor - Pr. Marcos Ribeiro by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Jardim Primavera Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Neste episódio falamos da história da Groenlândia. Procuramos conhecer as origens do seu povoamento, desde os vikings aos Inuits, o mistério do desaparecimento dos primeiros colonos europeus e as razões pelas quais é, desde há séculos, uma região estrategicamente importante para diversos países.Sugestões de leitura1. Adrian Howkins e Peder Roberts (ed.) - The Cambridge History of the Polar Regions. Cambridge University Press, 2023.2. Hélio Pires – No Tempo dos Vikings. Desassosego, 2024.3. Robert W. Rix - The Vanished Settlers of Greenland. In Search of a Legend and it's Legacy. Cambridge University Press, 2023.-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Miguel Vidal, NBisme, Oliver Doerfler, Sofia Carvalho;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, É Manel, Francisco C, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, Jorge Filipe, José Beleza, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, André Silva, António Farelo, António J. R. Neto, António Silva , Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Cláudia Brandão, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, Gonçalo Pedro, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Mendes, João Pedro, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, Luis Colaço, Mafalda Trindade, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
Ainda que eu ande pelo vale - Pr. Francisco Ribeiro by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Campo Grande Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
O Futeboteco recebe hoje ODINEI RIBEIRO, narrador do Canal GOAT, para o episódio 285 do Tomando Uma Com! APOIO BETNACIONALSe for maior de 18 anos aposte na BetNacional:https://betnacional.bet.br/REDES SOCIAIS:Instagram:https://www.instagram.com/futebotecotv/Twitter:https://twitter.com/FutebotecoTVFacebook:https://www.facebook.com/futebotecotvTikTok:https://www.tiktok.com/@futebotecotv?Kwai:https://www.kwai.com/@futebotecoTV------------------------------------------------------------APRESENTADORES:Rodolfo Gomeshttps://www.instagram.com/rodox_gomesFelipe Oliveirahttps://www.instagram.com/felipe_futebotecoPRODUÇÃO:João Rodrigueshttps://www.instagram.com/joaor_r
António Tavares, antigo apoiante de Gouveia e Melo, admite apoiar Seguro na segunda volta. Já José Ribeiro e Castro, antigo líder do CDS, não admite em quem vota, mas critica candidatura de Ventura. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje temos dois convidados muito especiais: a Mariana Caldeira e o Nuno Cardoso-Ribeiro, que desafiámos para falar connosco sobre trabalho interdisciplinar na área das famílias e crianças.Pensar o apoio às famílias exige diálogo entre áreas de intervenção, cooperação profissional e coragem para desconstruir mitos e ultrapassa barreiras conceptuais — a Mariana e o Nuno fazem tudo isto.O mote para a conversa foi o nosso livro REDE – Manual de apoio à Parentalidade Não Conjugal, mas a conversa foi muito mais do que isso. Foi um ensaio do que pode ser o encontro da área do direito, da psicologia, da parentalidade e do desenvolvimento infantil. A Mariana Caldeira psicóloga, autora do livro «Tudo o Que se Passa Aqui Dentro» e criadora da Clínica ProfundaMente.Trabalha no território onde o amor e a dor se confundem, onde ser família nem sempre é sinónimo de cuidado. Fá-lo com uma ética rara: sem romantizar e sem diabolizar.O Nuno Cardoso-Ribeiro é advogado, com mais de duas décadas de experiência dedicadas ao Direito da Família, Fundador e atualmente Presidente da Associação dos Advogados de Família e das Crianças. Tem tido um papel ativo na transformação da forma como os processos de divórcio são conduzidos em Portugal. É também mediador familiar, formador e autor de vários textos e obras na área do Direito da Família. Ouve, partilha e contribui para uma cultura de relações saudáveis, responsáveis e autênticas. Consulta o Índice do livro REDE, no nosso site, para conheceres o seu conteúdo. FOTO: @doglifeproject O episódio foi GRAVADO COM O APOIO @comuna_studios e está disponível no Spotify, Apple Podcasts, Youtube e nas outras plataformas de distribuição de Podcasts habituais. Para mais informações sobre AS NOSSAS FORMAÇÕES segue o linkPodes adquirir o nosso livro através do nosso site,directamente da editora ou qualquer outra livraria física ou online
O luto vivido pelo que ainda está lá, por quem vive sob o mesmo teto, mas já não divide o mesmo campo emocional. Neste episódio do Bom Dia, Obvious especial Obvious no Divã, Ediane Ribeiro fala sobre sobre despedidas, "perda ambígua", dores e a arte para dar conta dos fins que deixam espaço entre a presença e a ausência.Obvious no Divã é um evento gravado em novembro de 2025, no Teatro Bourbon Country, em Porto Alegre. Com participação de Bárbara Borges, Francinai Gomes, Fê Lopes e Ediane Ribeiro.Para conteúdo exclusivo deste episódio, assine a newsletter da ObviousNos acompanhe também: Instagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaMarcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliEdiane Ribeiro no Instagram: @edianeoribeiroOuça outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionouAurora: O despertar da mulher exausta
O perigo de um coração insensível - Pr. Marcos Ribeiro by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Campo Grande Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
As marcas de uma igreja viva - Pr. Marcos Ribeiro by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Jardim Primavera Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
As promessas de Deus - Pr. Marcos Ribeiro by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Jardim PrimaveraPara conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
A grosseria pode fazer parte do caráter do cristão? Este Debate 93 está simplesmente imperdível!!!
Esta semana falamos da história dos Reis Magos e da suposta cirurgia mais mortífera da História, no séc. XIX.O podcast vai de férias, e regressamos no final de Janeiro!----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Miguel Vidal, NBisme, Oliver Doerfler;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, José Beleza, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, Andre de Oliveira, André Silva, António Farelo, António J. R. Neto, António Silva , Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, Gonçalo Pedro, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Mendes, João Pedro, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, Luis Colaço, Mafalda Trindade, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: "Hidden Agenda” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
Kylen Ribeiro shares essential ways to reduce your radiation exposure, explaining why holding your phone to your head, placing a laptop on your lap, and using some smart devices carry potential risks.
Erin Dewsbury-Ribeiro is a Diversity, Equity, and Inclusion Officer and author of "Dreaming in Color: An Allyship Journey. During this insightful conversation, we discuss Erin's curiousity, passion for people, and what she feels is her responsibility to be an ally for marginalized communities. #BaxtersBuzz #Diversity #Inclusion #Equity Erin's book can be found here: https://a.co/d/aYZv28X
Neste episódio falamos da história do Pai Natal. Procuramos explicar como e quando surgiu, e como se desenvolveu até aos nossos dias como grande símbolo da época do Natal.Sugestões de leitura1. Timothy Larsen (ed) - The Oxford Handbook of Christmas. Oxford, 2020.2. J.R.R. Tolkien - Cartas do Pai Natal. Publicações Europa-América, 2006.-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Miguel Vidal, NBisme, Oliver Doerfler;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, José Beleza, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, Andre de Oliveira, André Silva, António Farelo, António J. R. Neto, António Silva , Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, Gonçalo Pedro, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Mendes, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, Luis Colaço, Mafalda Trindade, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
In this episode of the Training Science Podcast, Dr. Martin Buchheit is joined by João Ribeiro, Head of Performance, to explore how elite football clubs monitor neuromuscular load and fatigue in real-world conditions.Building on their previous discussion around injury prevention and microcycle design, this conversation shifts focus to the response side of the monitoring equation—how athletes adapt to training and competition. João explains how his department integrates GPS data, wellness metrics, creatine kinase (CK), and low-frequency neuromuscular fatigue testing using Myocene to support daily decision-making, particularly during congested fixture periods.They discuss why passive, objective measures are essential when players cannot reliably perform maximal tests, how data is interpreted at the individual athlete level, and how monitoring is used to inform training availability rather than game selection.The episode also highlights feasibility, staff and coach alignment, and player buy-in as critical factors for successfully implementing advanced monitoring systems in applied football environments.ReferencesMyocene: https://www.myocene.com/Today's speakersDr. Martin Buchheit: https://martin-buchheit.net/João Ribeiro: https://www.linkedin.com/in/jo%C3%A3o-ribeiro-86997955
In this episode of Leading Yourself, I sit down with Erin Dewsbury-Ribeiro, DEI officer and author of Dreaming in Color, to explore what allyship looks like in real life—not in theory.Erin shares how her journey began with a simple virtual book club that evolved into deeper conversations about racism, empathy, and understanding after the murder of George Floyd. We talk about the power of curiosity, the courage it takes to connect across cultures, and how diversifying what we read, watch, and listen to can completely shift our perspective.You'll hear practical steps for becoming a more intentional ally, why examining your consumption habits matters, and how Erin's Instagram community, Let's Read Diversely, is helping people broaden their lens through literature.This is a conversation about listening differently, learning with humility, and choosing connection in a world that often feels divided.Grab a copy of Erin's book here: https://amzn.to/3YhJC1nConnect with Erin on Instagram: https://www.instagram.com/dreamingincolorthebook/
Esta semana falamos dos 210 anos da morte do Marechal Michel Ney, a 7 de Dezembro de 1815, e da origem da árvore de Natal.Sugestões da semana1. Maria Inácia Rezola - Revolução. A Construção da Democracia Portuguesa. Dom Quixote, 2025.2. José Pedro Castanheira - Histórias da Pide, vol. I: Quando Salazar mandava. Tinta da China, 2025.----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Miguel Vidal, NBisme, Oliver Doerfler;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, É Manel, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, José Beleza, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, Andre de Oliveira, André Silva, António Farelo, António J. R. Neto, António Silva , Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, Gonçalo Pedro, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Mendes, João Pedro Mourão, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, Luis Colaço, Mafalda Trindade, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto.-----Ouve e gosta do podcast? Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: "Hidden Agenda” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
Anne-Sophie Ribeiro, Growth Marketing Manager at Grey Parrot, joins the show to discuss how the company is reshaping the waste industry through AI-powered waste intelligence. Grey Parrot provides real-time insights from material recovery facilities and delivers packaging recyclability data to major FMCG brands, helping them understand true end-of-life performance. Anne-Sophie breaks down how the team built brand awareness, why events remain crucial for acquisition, and how retargeting and customer engagement drive long-term growth. She also shares her perspective on balancing technical complexity with clear messaging and staying ahead of emerging trends. This episode is especially valuable for marketers navigating niche industries and long B2B sales cycles.
Neste episódio falamos das Guerras das Rosas, uma série de guerras-civis entre as Casas de York e Lencastre que assolaram a Inglaterra da segunda metade do séc. XV. Procuramos conhecer as origens remotas desses conflitos, o seu curso e impacto na história das ilhas britânicas.Sugestões de leitura1. Michael Hicks – The Wars of the Roses, 1455-1487. Osprey, 2003.2. David Grummitt – A Short History of the Wars of the Roses. I.B.Tauris, 2013.-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Miguel Vidal, NBisme, Oliver Doerfler;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, É Manel, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, José Beleza, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, Andre de Oliveira, André Silva, António Farelo, António J. R. Neto, António Silva , Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, Gonçalo Pedro, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Mendes, João Pedro Mourão, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, Luis Colaço, Mafalda Trindade, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
Ele é filho do casal Cristina de Carvalho e José Caputo, portanto, nasceu em meio ao esporte, às competições e à natureza. Sua base esportiva foi formada no Acampamento de Aventura, criado pela mãe, que se tornou uma lenda do triathlon brasileiro e referência nas corridas de aventura e de montanha nos anos 1990 e 2000. Foi ali, em meio à natureza, entre serras, trilhas e rios, que ele cresceu cercado de movimento, aprendendo desde muito jovem o valor do esporte e da vida ao ar livre. Quando criança, praticou natação, judô, jiu-jítsu e surfe. Sonhava ser atleta profissional, talvez um skatista, talvez um mountain biker. Aos 12 anos, participou da sua primeira competição de mountain bike e foi vice-campeão sub-18. Aos 16, venceu sua primeira prova de triathlon, o XTerra em Ilhabela, e depois o XTerra Brasil. Aos poucos, a vontade de explorar seus limites foi ganhando força e, inspirado pelas histórias que sempre ouviu sobre a mãe, passou a se dedicar com mais seriedade aos treinos. Em 2023, repetiu a vitória no XTerra Ilhabela e venceu a Epic Race, competição de mountain bike. No ano seguinte, 2024, foi vice-campeão do XTerra em Quebec (Canadá) e do XTerra Brasil, campeão do Kailash Multisport Festival e do duathlon do Rocky Mountain Games, além de ter participado do El Cruce de Los Andes ao lado do pai. Estou falando do instrutor de mountain bike, socorrista de áreas remotas, monitor no Acampamento de Aventura, educador físico em formação e multiatleta que, neste ano, venceu a Kailash Trail Run em Campos do Jordão e o Rocky Mountain Games em Atibaia, o paulistano Luigi Carvalho Caputo. Ao lado dele, uma verdadeira lenda do triathlon mundial. Um atleta que, aos 10 anos, participou de sua primeira corrida de 10 quilômetros; três anos depois, já completava meias maratonas e, aos 15, correu duas maratonas. Aos 16, leu sobre a participação de três brasileiros no Ironman do Havaí e ficou fascinado com a prova. Começou a treinar e participou das duas primeiras provas de triathlon no Brasil, em 1983. No ano seguinte, passou alguns meses se preparando nos Estados Unidos e chegou a Kona, para disputar o Ironman de 1984 como o atleta mais jovem. Aquela experiência foi transformadora e, a partir dali, o triathlon se tornaria seu estilo de vida. O Havaí seria o cenário de suas maiores conquistas. Das mais de 50 provas de Ironman das quais participou, 12 foram no Mundial de Kona. Em 1993, registrou o então recorde brasileiro do Ironman do Havaí, com o tempo de 8h49min15s. Uma década depois, venceu pela primeira vez o Ultraman do Havaí — feito que repetiria outras cinco vezes. Conosco aqui, pela segunda vez, o triatleta pioneiro que é hexa campeão mundial de Ultraman, recordista do RAAM na categoria duplas em 2000, o primeiro brasileiro a vencer a ultramaratona El Cruce de Los Andes ao lado de Cristina de Carvalho, idealizador e criador do UB515, educador físico, diretor técnico do Núcleo Aventura, mentor de uma infinidade de atletas e símbolo maior da resiliência humana, o cara mais simpático e querido do triathlon brasileiro, o curitibano Alexandre de Carvalho Ribeiro. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr e @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Hoje trago meu amigo Claudio Ribeiro de Jesus, executivo Comercial com mais de 20 anos de mercado, especialista em estruturar e reverter operações de vendas, liderando equipes de mais de 100 pessoas e entregando cerca de R$ 1 bi em receita anual. Nos últimos 18 anos esteve à frente das vendas B2B da Telefônica Vivo, como Diretor de Canais Indiretos para PMEs, responsável por 40% do resultado da companhia. Administrador com MBA pela FGV, Claudio trabalhou comigo há mais de 20 lá na Dana. É é um exemplo inspirador de como a obstinaçãopode levar ao sucesso, não importa sua origem. ...............................................................................................................................