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O Timão conquistou a vaga na semifinal do Paulistão com muito suor, entrega, gol nos minutos finais e Hugo Souza brilhando mais uma vez em uma disputa de pênaltis. Neste episódio, João Pedro Brandão, Yago Rudá e Careca Bertaglia avaliam o desempenho da equipe contra a Portuguesa, debatem sobre a preocupação com o estado físico do jogadores diante da maratona de jogos e a importância do goleiro Hugo Souza para o Corinthians. Dá o play!
Robson Morelli repercute os principais assuntos do Esporte, diariamente, às 8h50, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com um lindo gol do meia Rodrigo Garro, o Corinthians venceu o Athletico-PR por 1 a 0, na Arena da Baixada, em Curitiba, e chegou a quinta colocação do Campeonato Brasileiro, com seis pontos em três partidas disputadas. Neste episódio, Vitor Chicarolli e Careca Bertaglia analisam o desempenho da equipe de Dorival Júnior na capital paranaense e discutem possíveis mudanças na escalação para as quartas de final do Paulistão, contra a Portuguesa, domingo, no Canindé. Dá o play!
Edição e Reportagem: Tiago GouveiaDestaques:EUA preparados para atacar o IrãoRixa entre adeptos do Benfica e Sporting levou a centenas de detençõesRui Moreira será o novo representante de Portugal na OCDEAlgarve tem água para quatro anos após tempestades, afirma Agência Portuguesa do Ambiente
✍️ Nesta aula, a Profª Letícia Lima resolve e comenta questões de Língua Portuguesa com foco total no estilo da banca Consulpam, destacando os temas mais cobrados e as pegadinhas que costumam aparecer em prova.
Para que servem as políticas económicas ambientais? Quais os seus custos e benefícios? A economista Catarina Roseta-Palma e o humorista Manel Rosa exploram as ferramentas de que dispomos para reduzir o impacto da ação humana sobre o planeta.Todos nos preocupamos com as alterações climáticas, mas até que ponto estamos dispostos a pagar impostos ambientais? Será que temos noção do valor carbónico incorporado em tudo o que consumimos?Neste episódio, a dupla de Economia navega pelos principais instrumentos das políticas ambientais da atualidade – da regulamentação aos incentivos económicos.Sabe o que é a neutralidade carbónica? E qual a diferença entre reduzir emissões e remover gases com efeito de estufa?Ao longo da conversa, descubra ainda quais os subsídios com impacto ambiental positivo, como funciona o mercado das licenças transacionáveis e porque é que devemos taxar o carbono que consumimos. No fim, acompanhe a reflexão sobre um dos grandes desafios económicos da política climática: a fuga do carbono para países menos regulamentados.Para ficar a par da importância das políticas climáticas, não perca este episódio [IN]Pertinente.REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEISSutton e Saha, «Os riscos e as oportunidades da agenda da UE para o comércio verde» (FFMS, 2025)Gouveia e Carvalho, «Climate policy is not fiscal policy: understanding attitudes towards climate action» (WP202513, Banco de Portugal 2025) Orçamento Fundo Ambiental para 2025 https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/despacho/5401-2025-917582164Stechemesser et al. «Climate policies that achieved major emission reductions: Global evidence from two decades» (Science 385, 884-892, 2024) van den Bergh and Botzen, «Assessing Criticisms of Carbon Pricing», International Review of Environmental and Resource Economics: Vol. 18: No. 3, pp 315-384. (2024)Programa «Incentiva + TP»Agência Portuguesa do AmbienteEuropean CommissionWorld BankBIOSCatarina Roseta PalmaProfessora associada de Economia no ISCTE-IUL, onde foi diretora da Sustentabilidade. Tem trabalhado na área do ambiente, incluindo a gestão de recursos hídricos, a energia e outros temas da sustentabilidade. Manel RosaHumorista. Estreou-se no stand up comedy em 2019, quando tinha 15 anos. Em 2023, lançou «Mais isto do que aquilo», o seu primeiro espetáculo em nome próprio.
O Colectivo Todos Juntos France já enviou 3 camiões de ajuda para Portugal e prepara mais um. Mais de 30 deportados da América do norte chegaram o ano passado aos Açores.
Há 500 anos nascia o maior poeta da língua portuguesa, Luís Vaz de Camões e os versos que compôs criaram uma obra extraordinária, com destaque para Os Lusíadas, grande clássico da literatura portuguesa. Letícia Fonseca-Sourander, correspondente da RFI em Lisboa No poema épico, que narra a viagem de Portugal à Índia comandada por Vasco da Gama, Camões celebra a pátria, mas também critica o poder. Na epopeia, o poeta usou uma linguagem nova considerada fundadora do português moderno. Para comemorar o 5° Centenário do nascimento de Camões, o governo de Portugal organizou exposições, ciclos de debates, palestras, congressos internacionais, publicações, prêmios, espetáculos, oficinas e concursos, entre outros, que acontecem até junho deste ano. “Celebrar o nascimento de Luís de Camões significa, antes de mais nada, reconhecer a sua atualidade. Tratando-se de alguém que nasceu há 500 anos, o mais natural é que o seu rastro tivesse já desvanecido no pó dos séculos”. Por isso, “celebrar Camões é muito mais do que homenagear um nome maior da literatura portuguesa e da literatura universal: é reconhecer a força duradoura da sua obra, cuja presença atravessa séculos, fronteiras e gerações”, ressalta José Augusto Cardoso Bernardes, catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, especialista em literatura camoniana e comissário-geral da Estrutura de Missão para as Comemorações dos 500 anos de Camões. Em sua entrevista para a RFI, o professor Cardoso Bernardes afirma que “a atualidade de Camões é impressionante, a voz do poeta vem do século 16 e chega ao século 21. Nela, encontramos o conflito entre a injustiça e a justiça. Encontramos um tema impressionantemente moderno, que é a insuficiência das palavras para exprimir a realidade, que pode ser subjetiva ou objetiva. Mas talvez a componente mais atual que existe em Camões é o apelo que ele nos faz para não nos resignarmos, para não aceitarmos aquilo que parece uma fatalidade. Lembro que Camões termina Os Lusíadas exultando os portugueses a partirem; a partirem para algum lugar, mas sobretudo a saírem de si próprios. A vocação universalista que sempre nos caracterizou está nos Lusíadas em forma de retrato profundo”, analisa. A intenção do enorme mosaico de eventos nas comemorações dos 500 anos do poeta é contribuir para a valorização do legado camoniano, promover o seu estudo e divulgação através da pesquisa, criação artística, ação pedagógica e reflexão crítica. Embora o centro da programação - que iniciou em 2024 - aconteça em Portugal, as comunidades portuguesas no mundo e os países de língua portuguesa também participam da celebração. Entre as principais iniciativas deste ano em Lisboa, destaque para a exposição No Rastro de Luís de Camões e o congresso internacional O tempo de Camões, Camões no nosso tempo, ambos na Biblioteca Nacional de Portugal, o ciclo de conferências Camões Hoje no Palácio Galveias, o prêmio Conhecer Camões, a ópera Relicário Perpétuo com libreto de Luísa Costa Gomes, no Teatro São Carlos, e a mesa-redonda As Mulheres no Tempo de Camões, na Biblioteca Nacional de Portugal. O Real Gabinete de Leitura, no Rio de Janeiro, que abrigou um ciclo de conferências sobre o poeta, recebeu do governo de Portugal a Ordem de Camões, no último dia 16. A instituição tem o maior espólio de Camões no Brasil, incluindo um dos exemplares da primeira edição de Os Lusíadas, de 1572. Língua portuguesa e Camões Teria sido a partir dos versos de Os Lusíadas que a língua portuguesa se consolidou. A obra não criou o idioma, mas elevou o português a uma das línguas mais importantes da Europa durante o Renascimento. Camões ao escrever em oitavas rimas, estruturou o português com elegância clássica e o transformou em uma língua literária de prestígio. “Os especialistas na língua de Camões reconhecem a capacidade que ele teve senão de reinventar a língua portuguesa, pelo menos lhe conferir um cunho de modernidade, de musicalidade e até de plasticidade que não existia antes dele. E faz com que os versos de Camões nos toquem de uma forma quase sensorial, para além de uma forma também emocional, e isso é uma característica que começa realmente com ele e que os poetas que vieram a seguir procuram imitar. Nós somos todos devedores desta novidade, desta frescura e modernidade que Camões trouxe para a língua que nós falamos”, contextualiza a escritora Isabel Rio Novo, autora de Fortuna, Caso, Tempo e Sorte: biografia de Luís Vaz de Camões. Como uma das figuras mais agregadoras da cultura portuguesa, Camões se transformou em símbolo da identidade nacional, tanto que o dia da morte do poeta, 10 de junho, é quando se celebra o dia de Portugal e das comunidades portuguesas. Especialista em literatura camoniana, o professor da Universidade de Coimbra, José Augusto Cardoso Bernardes comenta o legado de Luís Vaz de Camões. “Distingo dois aspectos no legado de Camões. Um deles tem a ver com nossa língua, por ventura o nosso maior tesouro. Camões não inventou a nossa língua, mas prestigiou-a, mobilitou-a, converteu-a numa das línguas mais importantes da Europa do seu tempo e assim se mantém até hoje. O segundo legado tem a ver com o fato dele nos ter reunido, de nos ter agregado, é um legado precioso. As comunidades necessitam ter uma referência comum e Camões é a referência comum para os portugueses, e eu diria mais, para os falantes de língua portuguesa”. Influência da lírica e da épica camoniana na literatura brasileira Em uma entrevista para a RTP, Radio e Televisão Portuguesa, o professor de Literatura Brasileira na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ, Eucanaã Ferraz, lembra que é possível perceber a influência de Camões na poesia de Gregório de Matos – um dos maiores poetas brasileiros no período do Barroco, no século 17. “O Gregório tem construções e imagens que são claramente camonianas. Já no século 18, há mais presença de Camões na sintaxe, certos esquemas de rima, tempos verbais. No século 19, o romantismo brasileiro está diretamente ligado aos movimentos de Independência, portanto, há uma espécie de anti lusitanismo e isso evita uma presença de Camões, que é como um sinônimo de literatura portuguesa. Curiosamente é no modernismo, nos anos 20, que a presença camoniana aparece mais livre. Talvez Carlos Drummond de Andrade seja o poeta que melhor compreendeu e incorporou Camões”, explica. Teses e estudos de alguns linguistas portugueses afirmam que o português do Brasil tem uma fonética muito mais parecida com os Quinhentos – ou seja, o século 16, época que Camões viveu, do que o português contemporâneo de Portugal, que parece ter “fome de comer sílabas”. Visto sob este prisma, é possível que Camões falasse com todas as vogais presentes, assim como os brasileiros se expressam. Além do mais, a métrica dos versos decassílabos dos Lusíadas só fecha quando lida com sotaque brasileiro, com todas as vogais átonas bem pronunciadas. Nos anos 80, o cantor e compositor Caetano Veloso celebrou Camões e o idioma que une o Brasil a Portugal na música Língua “Gosto de sentir a minha língua roçar a língua de Luís de Camões. Gosto de ser e de estar e quero me dedicar a criar confusões de prosódias e uma profusão de paródias que encurtem dores e furtem cores como camaleão. A língua é minha pátria, e eu não tenho pátria, tenho mátria e quero fátria”. Os séculos passam, Camões fica “Camões é uma personalidade interessantíssima com uma vida que parece ter saído das páginas de um romance e teve uma particularidade de ter sido tudo aquilo que um homem podia ser no século 16”, conta para a RFI a escritora Isabel Rio Novo. “Foi um humanista, um estudioso, também um soldado, porque toda a sua vida ganhou como um homem de armas, foi um viajante que conheceu praticamente todos os lugares daquilo que então se chamava o império português, e com toda essa riqueza, com todo esse conhecimento e um talento inexplicável do domínio do gênio conseguiu produzir uma obra poética tão notável que ainda hoje nos interpela e nos emociona”, reflete. “Estamos a falar de um homem que desde os vinte e poucos anos teve sempre envolvido em grandes aventuras e desventuras. Longas viagens, experiências de prisão, expedições militares, portanto, estamos a falar de uma vida muito dura, nos intervalos da qual, Camões inexplicavelmente conseguiu produzir uma obra notável; e note-se que aquilo que nós conhecemos, nomeadamente Os Lusíadas e a poesia lírica que lhe é atribuída pode ser apenas uma parte daquilo que ele foi escrevendo ao longo da sua vida. Isto, como eu digo, é do domínio do inexplicável, estamos a falar realmente daqueles gênios da literatura, dos quais provavelmente na literatura universal existe uma mão cheia”, enfatiza Isabel Rio Novo. A lírica de Camões é frequentemente interpretada por biógrafos como o reflexo de uma vida marcada por amores impossíveis, intensos e frustrados. Como mostra um dos mais famosos sonetos do poeta, publicado em 1598, na obra Rimas, “Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente, é um descontentamento descontente, é dor que desatina sem doer”. Percurso camoniano Muitos mistérios rodeiam a vida de Luís Vaz de Camões. Não se sabe ao certo onde nasceu, onde morou e por onde andou o autor de Os Lusíadas, que viveu no século 16 e se tornou um dos maiores nomes da literatura lusófona. Ao longo dos tempos, Camões se tornou símbolo nacional, mártir literário e a sua consagração como poeta da pátria no imaginário português se mantêm até hoje. Luís Vaz de Camões nasceu provavelmente em Lisboa ou na cidade do Porto, mas a origem de sua família seria da região da Galícia, na Espanha. Reza a lenda que o jovem Camões teria frequentado aulas de Humanidades no Mosteiro de São Cruz, em Coimbra. Na época, a cidade era uma das mais importantes da Península Ibérica e D. Bento de Camões, tio do poeta, era prior do mosteiro e reitor da prestigiosa Universidade de Coimbra. Ainda jovem teria iniciado sua carreira literária como poeta lírico na corte de D. João III. Acredita-se que após uma desilusão amorosa tenha se alistado no Exército da Coroa Portuguesa embarcando para o norte da África em 1547. Foi em Ceuta, no Marrocos, lutando contra os mouros que Camões perdeu o olho direito. Depois deste episódio trágico, o autor quinhentista volta para Lisboa. Intempestivo, ele se envolve em uma briga, desembainha a espada contra um fidalgo e é preso. “Naquela época era preciso bajular o poder, ser humilde, e Camões não era nada disso. Ele era um homem orgulhoso, tinha muita consciência do seu talento, do seu gênio extraordinário e não tinha perfil psicológico para se dar bem com o poder”, explica Vitalina Leal de Matos, professora da Faculdade de Letras de Lisboa. No entanto, o poeta consegue o perdão real em troca de uma espécie de exílio forçado no Oriente, e parte em direção à Goa, na Índia. Luís de Camões navega então os mares que Vasco da Gama havia percorrido meio século antes. Camões viveu cerca de dezessete anos na Ásia, e Goa, chamada de “capital” do império português no Oriente, foi o seu porto seguro. Lá, escreveu sua obra-prima Os Lusíadas. Não há prova de que o poeta viveu na China, mas há relatos de que ele naufragou na costa chinesa e conseguiu salvar o manuscrito de Os Lusíadas, levando-o preso nos dentes até chegar à terra firme. Da Ásia rumou em direção à África; morou em Moçambique e sobrevivia graças a caridade dos amigos. Em 1570 Camões retornou à Lisboa e o rei D. Sebastião autorizou a publicação de Os Lusíadas, poemas sobre as grandezas de Portugal, mas também um prenúncio da decadência do país. Durante os seus últimos anos Camões viveu na miséria, morreu provavelmente vítima da peste no dia 10 de junho de 1580 e foi enterrado como indigente. Um fim triste e solitário. Por proposta da Academia das Ciências de Lisboa, os presumíveis restos mortais de Camões foram transladados e enterrados em um túmulo na Igreja do Mosteiro dos Jerônimos, em Lisboa.
Ignacio Silva, infectólogo y académico de la Facultad de Medicina de la Universidad de Santiago, analizó Una Nueva Mañana los "remedios caseros" más comunes frente a la picadura de la fragata portuguesa. Conduce Sebastián Esnaola.
Considerando o adiantado da hora, seria bom ouvir alguém dizer-nos que as horas passadas e presentes partiram dum mal-entendido. Se fosse ainda importante fazermo-nos entender, deveríamos virar-nos de costas a esta contemporaneidade lorpa, em que um tipo se vê forçado a tamanhos desvios, que se torna estranho até para si mesmo. A pestilência do tempo e do lugar é o que nos leva a tanto. Corpos solteiros, devolvidos a contragosto uma e outra vez a dias e circunstâncias apontadas à destruição dos homens. A criação exerce-se, por isso, como uma defesa contra aquilo que nos esmaga, um modo de se ir subtraindo a esta pesada tempestade triste. Sublinhamos frases, produzimos instante a instante um filme dessas camaradagens aventurosas que nos faltam. Há um filme íntimo que cada um vai montando… “Criar é estar vivo, é demonstrar a si próprio e a tudo o que o ameaça um inesgotável recomeço, uma vitória que não finda”. Esta surge escrita com a letra de César Monteiro, atribuída a Vergílio Ferreira. O canhenho era essa cobra infindável, de tanto palmilhar longas extensões para se encontrar como ser, como outra razão que não essa miragem que alguns vão vomitando. Se lhe pedissem as horas, o que diria ele? Que estão a dar corda aos loucos. Que estamos por aí numa hora suspensa de revólveres indecisos, hora terrível de luas amarelas… nesta hora proposta pela angústia dos relógios, nesta mesma hora aniquiladora das consciências burguesas. Porque contrariamente ao que se diz, a loucura não vem de dentro, ela existe como um peso para nos fazer desistir. Deitar a toalha ao chão. Ela “existe quotidianamente na desagregação do homem de hoje”. Mas como não nos falamos, estas coisas são cada vez menos claras. Se não pedimos as horas também não assistimos quando alguns se põem a ordenar ao sol que vá pelos subterrâneos e pelos caixotes do lixo, que nos poupe à experiência do ódio. Antes tínhamos esses intervalos semeados, esses alívios, subterfúgios ou fugas. Caíamos em pleno olho da rua, batíamos aqueles suspeitos cafés tristes a ver quem mais. Mas isso das ruas, dos cafés onde é que isso já vai? Ou antes: não vai. Não há hipóteses. E o que é feito daquela condição ontológica de vadio e pedinte que Vitor Silva Tavares identificou no amigo? E aquilo do amor, aquele mais louco, que começava sempre por ser gratuito, mas, hoje, ou se paga à cabeça ou então sai mesmo caro. Estamos realmente sem saídas, e, perante uma geração que só pensa a sua arte como entradas, como modo de vir nas listas, de serem contados, as melhores esperanças parecem goradas à partida. Que é desses que eram vistos a apodrecer eternamente nos bancos da Avenida, cabeça a ferver? Como era isso de ter cábulas, o destino todo anotado, leituras de tantos ângulos. E o que é dos filmes que fazíamos contados, o cinema oral, essas ondulações do espírito de tal modo ritmadas, em que um se punha a fazer todos os papéis, revirando tudo, em busca dos tais, desses almejados instantes de graça? E se tínhamos uma boca e um corpo isso não era já aquele pedaço de fita, e não era um modo de celebrar uma separação face a nós mesmos, aplicar cortes, um modo de sermos capazes no decorrer ordinário das nossas vidas de irmos dando frutos, emprestarmos órgãos ao tempo? Um apuro, alguma lei ou razão a partir desse movimento oscilatório ou de viagem deambulante entre tradições? Mas se temos receio de “pagar o preço da fealdade, da ruína e da decrepitude, dos desastres e da maldição da esperança” (Manuel Gusmão), então que criações se esperar de nós, de uma geração tão submetida aos cálculos impiedosos, a esta sovinice das almas. Querem-nos ainda às gerações. Mas vamos ficando cansados de lhes explicar que já não dá para tanto. Nem aquelas audácias de se trazer a si mesmo à frente, como obra impura e misturada, como registo exaltado, como critério e, nalguns casos, até como uma furiosa síntese. Não se tinha mais nada senão essa disponibilidade assombrosa. Um artista começava por aí, por não se poupar tanto como os demais, por defender que a voracidade deve ser absoluta. “Filmar implica a consciência de uma transgressão. Filmas é uma violência do olhar, uma profanação do real que tem por objectivo a restituição de uma imagem do sagrado”… Mas ao dizer isto, ele sabia como estava difícil para a espécie defender esse talento de atracção-repulsão: “Sou capaz de ser o último dos crentes…” Sabia também da importância que é manter um discurso capaz de “avivar todos esses jazigos esparsos, ignorados e flutuantes” (Mallarmé). De resto, a pior forma de se referir ao tempo, é achar que não nos falta, que o melhor é guardarmos as nossas energias.” Amanhã estou morto e, com um cigarro na beiça, não devo nada a ninguém. Para além do honrado sorriso, dito de parvo, onde é que já se encontrou o espólio de um espoliado? É pedir muito que não me doem nada? Poderá parecer absurdo, mas de facto não me dói nada. Nunca há-de doer nada o nada de ninguém. Amanhã estou morto.” Ficamos assim, com meias palavras, que é o que ainda vai restando depois de as limparmos do bolor. E isto foi um tomar balanço ou ir bebendo o resto dos copos e captando alguns desabafos. Neste episódio quisemos tentar reaver um mapa das artes por cá a partir do contorno a giz dessas ausências que conseguem fazer deste um país extremamente assombrado. Puxamos pelo cinema, numa altura em que entre nós este se tomou de uma mania, e não faltam acólitos para esse culto. Mas, e para nos ajudar a sentir que tínhamos algum chão sob os pés, recorremos aos préstimos do Miguel Faria Ferreira que é um compulsivo do cinema, que vive de ouvido encostado ao chão, e compõe um atlas que cruza distâncias e essas expansões da intimidade através do olhar, do hábito que têm uns tantos de ir dando forma a fantasmas de uma visão eterna.
Os preços dão sinais de alívio, o Produto Interno Bruto (PIB) cresce e a receita fiscal aumenta. Que diagnóstico podemos fazer da economia nacional?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta apresentação, Jaqueline Conte aborda o projeto que desenvolve no Doutoramento em Materialidades da Literatura, na Universidade de Coimbra, sobre a remediação – do impresso para o digital – da poesia portuguesa e brasileira para a infância. Apresenta as características e os objetivos do projeto, denominado Tear Poético, e mostra, em primeira mão, o site, em fase final de desenvolvimento.
É a posição do PS, a que dá voz Paulo Pisco: eleições presidenciais deviam ter mais mesas de voto. Portuguesa em Inglaterra escreveu e ilustrou livro infantil bilingue.
O livro “Percursos Clandestinos Antifascistas” conta a história de uma família que lutou contra o fascismo em Portugal, durante a ditadura do Estado Novo. As memórias foram escritas por Gonçalo Ramos Rodrigues, hoje com 93 anos, mas que tinha apenas nove quando entrou na clandestinidade com os pais e os irmãos. “Este livro fala de um período em que eu vivi na clandestinidade”, começa por contar Gonçalo Ramos Rodrigues, na sua casa, na zona de Paris, pouco tempo depois de publicar “Percursos Clandestinos Antifascistas”. A conversa sobre este livro e a sua publicação estavam prometidas há quase dois anos, quando Gonçalo recebeu a RFI para nos contar a sua história, no âmbito dos 50 anos da Revolução dos Cravos. “Percursos Clandestinos Antifascistas” conta a história de uma família que se dedicou totalmente à luta contra o fascismo em Portugal, durante a ditadura do Estado Novo. As memórias foram sendo escritas por Gonçalo, hoje com 93 anos, mas que tinha apenas nove quando entrou na clandestinidade com os pais e os irmãos. A luta começou por ser feita em casas e tipografias clandestinas, pilares da luta do partido comunista, primeiro em família e depois separados e sem notícias uns dos outros para não comprometerem ninguém. O irmão viria a ter a sua própria tipografia clandestina, uma irmã viria a ser a locutora principal da Rádio Portugal Livre, a outra a voz da Radio Moscovo. Os pais acabariam denunciados e passariam anos nas prisões de Caxias e de Peniche, enquanto Gonçalo daria o salto para Paris. “Estes episódios foram escritos para que os meus netos, quando tivessem já idade de reflectir nestas coisas, pudessem saber que o avô também participou na luta pela liberdade em Portugal porque nunca foi minha intenção e não me passou pela cabeça ser publicado”, conta. O livro foi mesmo publicado com o apoio da Câmara Municipal de Loulé, o concelho do Sul de Portugal de onde ele e a sua família são oriundos. O trabalho é também uma homenagem aos pais e à sua abnegação na luta pela liberdade. Gonçalo Ramos Rodrigues começa por contar que foi em 1951 que os pais entraram na clandestinidade com os seus quatro filhos, depois de terem vendido a casa construída com as poupanças feitas em França e de terem oferecido esse dinheiro ao Partido Comunista. Com os pais, passou 12 anos na clandestinidade, a viver em casas e tipografias clandestinas: editaram jornais do partido, como o “Avante”, o “Militante”, “A Terra”, o “Corticeiro”, e outros materiais; abrigaram camaradas e acolheram reuniões do partido proibido pela ditadura. Mais tarde, em 1963, quando já não estava com os pais, estes foram presos pela polícia política. Manuel, o pai, passou sete anos no Forte de Peniche. A mãe, Lucrécia, esteve seis anos e meio em Caxias. Foi só em 1966, já em Paris, que Gonçalo passou a conhecer o paradeiro dos pais, graças a um camarada do partido que conheceu nos bastidores da festa do jornal comunista Humanité. “Olha, os teus pais estão presos desde 1963. O teu pai está em Peniche e a tua mãe está em Caxias”, revelou-lhe o camarada. “Imagine-se o quanto este episódio me entristeceu e, ao mesmo tempo, me encorajou para lutar pelos ideais que os levaram à prisão”, recorda à RFI. O motivo de detenção de Manuel e Lucrécia era serem “membros e funcionários do PCP” e por exercerem as chamadas “actividades delituosas contra a segurança do Estado”. Ou seja, por imprimirem materiais com palavras de ordem para as lutas que os comunistas organizavam contra o regime de Salazar. Ao longo das páginas do seu livro, Gonçalo remonta aos tempos em que lutou com os pais, desde as casas que eram “pontos de apoio” para os camaradas comunistas na clandestinidade, às tipografias clandestinas. Descreve que “mentir era uma arte” num dia-a-dia em que se vivia com falsas identidades e se mudava constantemente de casa, em que de dia se trabalhava na quinta e à noite na tipografia. “Já tinha 14 anos e a minha irmã mais nova tinha nove. Os dois, mesmo crianças, éramos os principais, digamos, compositores. Chamava-se compor os textos com as letras de chumbo que depois eram inseridas no prelo para impressão (…) Era eu quem sabia melhor o português de todos os da casa porque o meu pai quase não sabia ler, a minha mãe só aprendeu a escrever na prisão de Caxias, quando esteve seis anos presa, e a minha irmã ainda menos sabia. Quem corrigia os textos, as gralhas, tudo o que havia, era o Gonçalo”, lembra, ainda, à RFI. A repressão e a detenção de camaradas obrigava a intensos “cuidados conspirativos” e Gonçalo foi depois viver sozinho em diferentes cidades. Aos 24 anos foi “a salto” para França, onde militou na Comissão de Solidariedade aos Presos Políticos e participou nas brigadas de distribuição de propaganda e de recolha de fundos para ajudar os que estavam nas cadeias da ditadura portuguesa. Em Paris, foi várias vezes interrogado por funcionários da então DST, Direcção de Segurança Territorial – equivalente aos serviços de informações – que conheciam o seu percurso de opositor político ao regime português. Por terras de França, a luta fez-se ao lado da esposa, Maria do Céu, com quem deveria ter casado em Maio de 68, mas as greves e manifestações históricas desse mês adiaram a boda que aconteceu em Junho, mas ainda com gases lacrimogéneo a apimentar a história. “Mesmo depois de chegar aqui, em Janeiro de 1966 até ao 25 de Abril de 1974, estivemos sempre na brecha, sempre na luta em tudo o que aqui se fazia contra o regime em Portugal. A minha companheira sempre me acompanhou durante todo este período, trabalhou muito mais do que devia porque eu estava sempre ocupado com reuniões infindáveis e quase diárias. Ela trabalhava também e tínhamos uma filha e ela carregava com o trabalho todo da casa e ainda quando podia, ela assistia a tudo o que era manifestações de rua e debates que se faziam aqui em França até ao 25 de Abril, até ao dia em que a gente acordou ainda sem saber se estávamos livres, mas já com uma grande esperança de estarmos livres.” Cinquenta e dois anos depois do 25 de Abril de 1974 e do fim da ditadura do Estado Novo, o livro “Percursos Clandestinos Antifascistas” recorda os tempos sombrios da perseguição política, da miséria, da prisão e da tortura de quem lutava contra o fascismo e ansiava pela liberdade. O livro é também um alerta perante a subida histórica da extrema-direita meio século depois em Portugal.
No Ceale Debate de agosto, o professor Dr. Júlio Araújo trará, com base em suas pesquisas, um diálogo sobre os algoritmos como textos invisíveis e performativos, que revelam estruturas de poder naturalizadas, como o racismo algorítmico. Ele defende a compreensão dos algoritmos como construções discursivas para analisar seus impactos sociotécnicos, especialmente na educação antirracista da BNCC. Para isso, propõe o Triângulo Discursivo da Textualidade Algorítmica (TDTA), com três dimensões: Texto-Prompt (TP), Texto-Algoritmo (TA) e Texto-Resposta (TR). A metodologia exemplifica um caso de racismo algorítmico no Linkedln e visa promover o letramento algorítmico, desenvolver pensamento crítico e fortalecer a consciência racial.
El alcalde de El Quisco, José Jofré, pidió en El Diario de Cooperativa "no asustar a la gente" con la llegada de la fragata portuguesa al litoral central, asegurando que no es una situación de gravedad y que la población ya está acostumbrada a la presencia de esta especie. Junto a esto, lamentó el posible cierre de balnearios y la situación de los comerciantes durante el verano. Conduce Rodrigo Vergara.
As ameaças no ambiente digital nem sempre se fazem à frente de todos. Da manipulação de imagens em perfis públicos nas redes sociais, as agressões passam muitas vezes para a dimensão privada de grupos de conversação e de mensagens diretas. Num tempo em que a dimensão digital ganha força nas nossas sociedades, importa perceber qual a dimensão do problema e as soluções de resposta. O que pode uma pessoa fazer quando é digitalmente perseguida ou difamada? Como são punidos comportamentos como a importunação sexual, roubos de identidade digital, perseguição ou tentativas de extorsões? Como detectar e como responder a quadros de bullying digital? As agressões também transitam da vertente digital para o contacto físico? As convidadas do "Da Capa à Contracapa" são Carolina Esteves Soares - Especialista na área do apoio a vítimas de cibercrime e violência digital na APAV - Associação Portuguesa de Apoio à Vítima e Carla Costa, Inspetora-Chefe na Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e Criminalidade Tecnológica da Polícia Judiciária.
O grupo de dança português AM Dance Studio impressionou de tal modo o júri do Got Talent espanhol que foi premiado com o botão dourado.
O que pode uma pessoa fazer quando é digitalmente perseguida ou difamada? Como são punidos comportamentos como a importunação sexual, roubos de identidade digital, perseguição ou tentativas de extorsões? Como detetar e como responder a quadros de bullying digital? As ameaças no digital têm muitas vezes uma dimensão escondida dos olhares públicos, ganhando relevo numa dimensão privada, com agressões feitas em grupos fechados ou através de mensagens diretas.Para debater o tema, o programa desta semana conta com Carolina Esteves Soares, especialista na área do apoio a vítimas de cibercrime e violência digital na Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), e Carla Costa, inspetora-chefe na Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e Criminalidade Tecnológica da Polícia Judiciária.O Da Capa à Contracapa é uma parceria entre a Fundação e a Renascença.
Quem ainda atende? No primeiro ato: é senão ou se não? Por Bárbara Rubira. No segundo ato: recados que chegam com o atraso de uma década. Por Flora Thomson-DeVeaux. Membros do Clube da Novelo podem ouvir os episódios do Rádio Novelo Apresenta antecipadamente, além de ter acesso a uma newsletter especial e a eventos com a nossa equipe. Quem assinar o plano anual ganha de brinde uma bolsa da Novelo. Assine em radionovelo.com.br/clube Acompanhe a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo/ Siga a Rádio Novelo no TikTok: https://www.tiktok.com/ Palavras-chave: telefone, Telegramática, Língua Portuguesa, Antonio Calvo, aula de inglês, recado de voz, fonopostal, fita K7, vozes do além Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O Bate-Pronto de hoje debaterá a vitória do Flamengo por 1 a 0 sobre o Vasco, no Maracanã, pelo Campeonato Carioca. O jogo marcou a estreia do time principal rubro-negro. O programa também repercutirá a derrota do São Paulo para a Portuguesa, projetará o clássico de hoje entre Santos e Corinthians, atualizará informações sobre o Palmeiras e muito mais!
Nesta quarta-feira (21), nossos comentaristas analisaram a vitória do Flamengo contra Vasco pelo Campeonato Carioca, a derrota do São Paulo para a Portuguesa, a confusão entre Sampaoli e Valentim e tudo dos outros jogos dos estaduais. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Confira na edição do Jornal da Record desta terça-feira (20): Trump destaca conquistas militares no primeiro ano de mandato e diz que Lula terá papel importante no conselho de paz em Gaza. Primeiro-ministro da Groenlândia afirma que população deve estar preparada para invasão dos EUA. No Brasil, Lula critica o presidente americano e diz que Trump quer governar o mundo por rede social. Chuva causa alagamentos em Goiânia e mulher fica presa com bebê dentro do carro. Quase uma semana depois, bombeiros encontram ciclistas que se perderam em floresta na Grande São Paulo. E no Paulistão, São Paulo e Portuguesa buscam reação para subir na tabela em jogo com transmissão da RECORD, R7 e RecordPlus.
Atuação segura e decisiva do goleiro é a grande notícia na primeira partida da temporada, com vitória do sub-20 sobre a Portuguesa, pelo Carioca. Quem pode ser aproveitado no profissional? O que Martín Anselmi, presente ao Luso-Brasileiro, pôde ver das peças do elenco principal que entraram no segundo tempo? O transfer ban, afinal, vai acabar? Cláudio Portella, Rafa Barros, Maria Clara Modesto e Rafael Bizarelo discutem.
É uma das atrizes mais populares do país. Nos anos 90, protagonizou e produziu programas de humor que lideraram audiências na televisão e, por mais tempo, foi primeira figura de espetáculos de Revista à Portuguesa, no Parque Mayer, em Lisboa. Presença habitual na ficção nacional, gravou em 2012 uma novela no Brasil, a convite de Miguel Falabella. Em 2024, Marina ganhou o seu primeiro Globo de Ouro, para melhor atriz de Teatro: “Sou atriz há 44 anos. Agradeci o prémio, diverti-me muito, mas não foi o meu melhor desempenho em palco”. Ouçam-na nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Palmeiras começou a temporada de 2026 vencendo a Portuguesa por 1 a 0, pelo Paulistão, com uma equipe bem modificada e promovendo a estreia de de Marlon Freitas. Neste episódio, João Pedro Brandão, Camila Alves e Leandro Bocca analisam os principais pontos positivos do primeiro jogo da temporada e avaliam o desempenho de Marlon Freitas e o que ele pode agregar à equipe. O podcast também traz as atualizações do mercado de transferências do Verdão, Almada? Jhon Arias? O que há de concreto nas negociações. Dá o play!
Lourenço Guedes é o melhor aluno de Língua Portuguesa em Nova Gales do Sul e conta-nos tudo sobre a conquista. As razões que podem estar na origem da intervenção militar dos EUA na Venezuela. Três pessoas morreram à espera de ambulâncias em Portugal. Entrevista a Luísa Schmidt, socióloga e investigadora coordenadora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. O vídeo-documentário "O Baque do Santo", disponível no YouTube, que dá a conhecer a musicalidades dos baques acreanos.
Confira na edição do Jornal da Record deste sábado (10): Rio de Janeiro entra em nível três de alerta para calor. Temperatura deve aumentar ainda mais nos próximos dias. Ciclone extratropical atinge o Rio Grande do Sul, com chuva de granizo e provoca alagamentos. Donald Trump assina decreto para proteger receita do petróleo da Venezuela. Na reportagem especial: os obstáculos que o país enfrenta em ciência e inovação por causa dos cortes no orçamento de universidades. O Paulistão 2026 começa com um clássico regional: Portuguesa e Palmeiras se enfrentam neste sábado (10).
LEITURA BÍBLICA DO DIA: JEREMIAS 31:1-6 PLANO DE LEITURA ANUAL: GÊNESIS 23–24; MATEUS 7 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: “Como eu te amo? Vou contar as formas”. Essas palavras, presentes nos “Sonetos da Portuguesa” de Elizabeth Barrett Browning, estão entre as poesias mais conheci das da língua inglesa. Ela os escreveu para Robert Browning antes de se casarem, e ele ficou tão comovido que a encorajou a publicar toda a sua coleção de poemas. Mas como a linguagem dos sonetos era muito terna, por um desejo de privacidade pessoal, Barrett os publicou como se fossem traduções de um escritor português. Às vezes podemos nos sentir estranhos ao expressar aberta mente afeição aos outros. No entanto, a Bíblia não hesita em apresentar o amor de Deus. Jeremias relatou a afeição de Deus por Seu povo com estas doces palavras: “Eu amei você com amor eterno, com amor leal a atraí” (JEREMIAS 31:3). Embora o povo tivesse se afastado do Senhor, Deus pessoalmente prometeu restaurá-los e aproximá-los de si, dizendo: “darei descanso ao povo de Israel” (v.2). Jesus é a suprema expressão do amor restaurador de Deus, concedendo paz e descanso a todos que se voltam a Ele. Da manjedoura à cruz e ao túmulo vazio, Ele é a personificação do desejo divino de chamar um mundo rebelde para si. Leia a Bíblia de capa a capa e você “contará as formas” do amor de Deus continua mente; mas por mais eterno que seja esse amor, você nunca chegará ao fim dele. Por: JAMES BANKS
En los llanos de Portuguesa, Venezuela, hay noches en las que el viento no viene solo.Noches en las que la lluvia apaga las estrellas… y el silencio empieza a silbar. Esta es la historia de El Silbón, un alma condenada a vagar por los caminos del llano cargando un saco de huesos, pagando eternamente un crimen imperdonable. Un relato que nace del capricho, se sella con sangre y se transforma en castigo eterno. Dicen que si escuchas su silbido lejos, está cerca.Y si lo escuchas cerca…entonces ya es demasiado tarde. En este episodio de Crónicas de Espanto viajamos a Guanarito, tierra de monte, barro y aguaceros, para contar una de las leyendas más oscuras del llano venezolano, con un final alternativo donde la soberbia humana paga el precio más alto. Apaga la luz.No silbes.Y recuerda:el llano no se burla.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/cronicas-de-espanto--3359223/support.
O programa em português com emissão ao vivo pela rádio SBS 2 em toda a Austrália esta quarta-feira. As notícias do dia. A história do brasileiro Márcio Silva, que trocou a vida em Sydney por Batemans Bay, na costa sul de Nova Gales do Sul. Também a conversa com o Embaixador de Portugal na Austrália, António Moniz, que reflete sobre o papel e a relevância da língua portuguesa. E, ainda, a reportagem do nosso correspondente em Lisboa, Francisco Sena Santos, sobre o Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa.
Pedro Passos Coelho é um daqueles tios que deixou uma herança generosa e há vários candidatos a quererem ser os seus herdeiros à força. E primeiro a Venezuela, depois a Gronelândia?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste debate, PSD, CHEGA e PS realçam a importância de proteger os portugueses na Venezuela. E ainda, a discussão sobre a legalidade das ações de Trump à luz do direito internacional.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A história de muitas mulheres brasileiras que deixam o país em busca de segurança, estabilidade e uma vida melhor no exterior nem sempre encontra o final feliz que elas imaginavam. Para algumas, a violência atravessa oceanos. É nesse cenário complexo e muitas vezes invisível que atua a advogada Luana Ferreira, líder do Comitê de Direito das Mulheres do Grupo Mulheres do Brasil, em Lisboa. Lizzier Nassar, correspondente da RFI em Lisboa A violência viaja silenciosa, escondida dentro de malas, memórias, fragilidades e dependências. Em outras vezes, ela surge justamente no estrangeiro, onde a solidão da imigração, a falta de rede de apoio e o desconhecimento do sistema local criam o ambiente perfeito para que o ciclo se repita — ou se intensifique. A advogada brasileira Luana Ferreira, líder do Comitê de Direito das Mulheres do Grupo Mulheres do Brasil em Lisboa, conhece bem essas armadilhas. Ela se tornou, na prática, aquilo que tantas mulheres procuram desesperadamente quando decidem romper o silêncio: uma ponte. Uma mão estendida. Um lugar seguro onde é possível contar o que não se consegue nem admitir para si mesma. “Desde muito pequena eu vi e ouvia histórias de violência. Situações bem complicadas. Isso me tocou desde muito nova”, ela conta. O que poderia ter sido apenas uma lembrança dolorosa transformou-se em vocação. Hoje, ela trabalha diariamente para acolher mulheres que vivem aquilo que tantas outras, por gerações, foram ensinadas a suportar. O Comitê de Direito das Mulheres, que ela lidera, é dedicado à promoção e defesa dos direitos das mulheres, com especial atenção ao combate à violência doméstica — e com um objetivo central que vai além da assistência: sensibilizar a sociedade. “É importante trazer para as pautas sociais e para a sociedade que a violência doméstica é um problema de todos”, afirma. Os números comprovam que o problema é mais amplo do que a maioria imagina. Segundo dados do Ministério das Relações Exteriores, 1.631 casos de violência doméstica e de gênero contra brasileiras foram registrados em embaixadas e consulados em 2024 — um aumento de 4,8% em relação ao ano anterior. Os Estados Unidos lideram as notificações (397 casos), seguidos da Bolívia (258), Itália (153), Portugal (144) e Reino Unido (102). Cada número desses representa uma história que atravessou fronteiras carregando medo, insegurança e, muitas vezes, silêncio. Em Portugal, onde a advogada atua, a violência doméstica continua sendo o crime mais reportado. Só entre janeiro e agosto deste ano, a APAV — Associação Portuguesa de Apoio à Vítima — apoiou 14.008 mulheres. As situações de vitimação ocorreram em 89,9% dos municípios do país, com maior incidência nos distritos de Lisboa, Faro, Braga e Porto. Até setembro, 18 pessoas foram assassinadas em contexto de violência doméstica — 16 eram mulheres. E, segundo a PSP e a GNR, foram registradas 25.327 ocorrências nos primeiros nove meses do ano de 2025, o maior número dos últimos sete anos. Relutância em se reconhecer como vítima Esses dados ajudam a contextualizar uma realidade que, aos olhos da advogada, aparece diariamente em forma de relatos fragmentados, mensagens rápidas, áudios enviados com cuidado para que ninguém ouça, e pedidos de ajuda que começam hesitantes: “Não sei se isso é normal.” Muitas vezes, ela é a primeira pessoa a quem a mulher se direciona quando finalmente decide falar. “A mulher vive com medo: no lar, na sociedade, no dia a dia… Ela não sabe o que pode vir a acontecer se cruzar com o agressor ou se ele tiver acesso à vida que ela está construindo agora”, explica. Para ela, a violência doméstica não termina quando a relação termina. “É um crime que, muitas vezes, rouba a paz para sempre.” Entre os casos que chegam ao comitê, há agressões físicas e psicológicas, mas também formas de violência que muitas mulheres só descobrem quando já estão presas a elas. Uma das mais comuns entre brasileiras em Portugal é a violência administrativa. “O agressor retém, esconde ou inutiliza documentos da vítima. Já tivemos casos de passaportes rasgados, queimados, inutilizados — da mulher e das crianças”, relata. Impedida de viajar, de trabalhar ou de se movimentar, a vítima perde autonomia e fica ainda mais vulnerável. Escuta entre imigrantes Nesse contexto, a presença do comitê funciona como um abraço possível. A equipe escuta, orienta, encaminha e apoia. A rede inclui psicólogas, advogadas, associações especializadas e serviços públicos. E tudo começa com algo simples, mas fundamental: acreditar na vítima. “Quando são brasileiras — e elas são a maioria que nos procura — torna-se mais confortável encontrar outra imigrante do outro lado. É alguém que entende o medo, o idioma, a saudade, a culpa e a solidão.” Mas, apesar do apoio, o caminho institucional no país ainda apresenta lacunas importantes. Portugal não possui uma delegacia da mulher, como no Brasil. Não existe uma lei equivalente à Maria da Penha, que foi um divisor de águas no enfrentamento à violência doméstica no Brasil. O que há, em Lisboa, é o Espaço Júlia, na freguesia de Santo Antônio, que funciona como um atendimento especializado a vítimas — mas ainda insuficiente diante da dimensão do problema. “Falta muita coisa. É muito triste ver que ainda há quem finja que não é com ele. Precisamos de educação, conscientização e mudança cultural”, afirma. Manual de prevenção Nos últimos anos, algumas iniciativas importantes surgiram. O Consulado-Geral do Brasil em Lisboa, em parceria com o Instituto Nós Por Elas, lançou o Manual de Prevenção da Violência contra Mulheres Brasileiras no Exterior, elaborado pelo Ministério das Mulheres e pelo Ministério das Relações Exteriores. O consulado também formalizou sua adesão à campanha Sinal Vermelho Contra a Violência Doméstica, que orienta vítimas a desenharem um “X” na mão ou em um pedaço de papel para pedir ajuda de forma silenciosa e segura. Pequenos gestos que podem salvar vidas. Mas, para a advogada, a mudança real depende de algo maior: transformação cultural. “Não adianta tratar apenas a consequência. Precisamos mexer na raiz”, diz. E a raiz, segundo ela, começa pela frase que repete sempre: “Uma mulher agredida é todas nós agredidas.” Onde pedir ajuda Esta reportagem também é escrita para quem lê em silêncio. Para quem está tentando decidir se aquilo que vive é violência. Para quem tenta justificar o injustificável. Para quem acha que merece o que recebe. Para quem teme pedir ajuda. Para quem saiu do Brasil acreditando que finalmente teria paz — e encontrou medo. Se esse for o seu caso, saiba que você não está sozinha. Há uma rede inteira pronta para caminhar com você. Há mulheres — como a advogada Luana Ferreira — que dedicam suas vidas para acolher, orientar e proteger. Há profissionais, instituições, organizações e serviços que podem te ajudar a romper um ciclo que nunca deveria ter começado. Por mais difícil que pareça, existe um futuro possível. Pedir ajuda não é fraqueza — é coragem. E coragem é algo que toda mulher carrega dentro de si, mesmo quando acha que não.
AmálIA, CátIA ou Esperteza Saloia Artificial?
Em março deste ano, a passagem de Mariza pela Austrália emocionou a comunidade portuguesa que encheu algumas das mais emblemáticas salas de espetáculo do país. A atuação na Ópera de Sidney ficou marcada por uma receção calorosa e momentos de grande emoção. “É incrível pisar a Ópera de Sidney e sentir uma receção tão carinhosa”, disse a fadista à SBS em Português, destacando o carinho da comunidade portuguesa presente na sala. Na tour deste ano pela Austrália, Mariza deu também concertos em Perth, Melbourne e Adelaide.
Terminados os debates, com o Natal à porta e à espera do Ano Novo, olhamos para as sondagens à procura de perceber se há para todos os gostos ou se, afinal, elas estão basicamente a dizer-nos que está tudo em aberto para cinco dos onze candidatos presidenciais. Para traçar o retrato com o que nos é dado ver ao dia de hoje, conversamos com André Azevedo Alves, professor do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
“María la Portuguesa”, la célebre copla de Carlos Cano, nació tras el asesinato en 1985 de Juan Flores, un pescador español abatido por un guardia portugués mientras pasaba marisco de contrabando en la frontera. La canción, esa 'María la portuguesa' hablaba realmente de Aurora, una mujer que se presentó en el funeral, veló al pescador toda la noche y desapareció. Hoy conocemos esta historia gracias a la investigación del periodista David López Frías que durante tres años buscó a las voces involucradas en la historia y podemos escucharlas en el documental que dirige Eduardo Montero.
Debate da Super Manhã: Considerada por muitos como a maior operação de combate à corrupção da história do Brasil, a Lava Jato ultrapassa mais de uma década desde as primeiras ações para investigar irregularidades envolvendo empreiteiras, políticos e a Petrobras. Entre críticas, elogios e controvérsias, a operação transformou a forma de financiamento de campanhas no país. No Debate desta terça-feira (08), vamos falar com os nossos convidados sobre o legado do Petrolão, o que restou das condenações e o ressarcimento aos cofres públicos. Participam o cientista político, professor de direito e ex-vereador do Recife, André Régis, do procurador aposentado do Estado de Pernambuco e advogado de empresas nas áreas contratual e criminal, Edgard Moury, e do escritor, jurista e imortal das academias Brasileira e Portuguesa de Letras, José Paulo Cavalcanti.
Um castigo levou-o a falhar o 25 de abril no posto de comando, onde foi substituído por Otelo. Seguiu os acontecimentos a partir dos Açores, onde apoiou Melo Antunes a tomar a PIDE e ocupou a sede da Legião Portuguesa. A euforia das primeiras horas: “Parecia um doidinho, aos saltos: ‘Pá, ganhámos!’” As sete comissões de moradores da Calçada da Ajuda. E as descrições incríveis das fúrias nos diálogos com os outros militares, nas várias lutas pela tomada do poder — mas também por causa do tamanho das patilhas. Vasco Lourenço, parte I.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Lamba lambda lambda, nerds! Com a Mega da Virada prestes a pagar um prêmio de UM BILHÃO DE REAIS, resolvemos voltar ao NerdCast mais clássico de todos os tempos (segundo vocês), para mais um papo com juros e correção monetária sobre nossas maiores excentricidades da vida de bilionário. Neste programa, Alottoni, Pedro Duarte, Sr. K, Didi Braguinha, Tucano e Azaghal debatem se com R$ 200 mil por mês AINDA dá pra se viver com tranquilidade, se o Concorde é o novo Antonov, e mais delírios extravagantes no sonho do bilhão próprio. Estoure a champanhe e não se arrependa de nada com nossos especialistas da deseducação financeira! Leapmotor Assista à NerdTour de São Lourenço com Leapmotor: https://jovemnerd.short.gy/Leapmotor_NerdTour_NerdCast Ozob: A Cyberpunk Board Game NOVA CHANCE para apoiar a campanha até 09/12! Mais informações em: https://ozob.com.br/ Magalu Cloud Saiba mais sobre a edição 2025 do evento Cloud Futures: https://jovemnerd.short.gy/Maglu_cloud_SPOT_NERDCAST Fanlab Conheça Fanlab, roupas e acessórios de moda geek: https://jovemnerd.short.gy/FanLab_D5_SPOT_ccxp CITADO NO PROGRAMA:Airbnb do Sr. M - Ficou com vontade de conhecer São Lourenço? Hospede-se no apartamento do Sr. M! O mesmo que a Portuguesa morou. Localização privilegiada! Reserve sua estadia: https://airbnb.com/h/jl408Como Vovó Fazia - Financiamento coletivo do Pedro Duarte: https://www.catarse.me/comovovofaziaCONFIRA OS OUTROS CANAIS DO JOVEM NERD E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br APP JOVEM NERD: Google Play Store | Apple App Store ARTE DA VITRINE: Randall Random Baixe a versão Wallpaper da vitrine EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O que ninguém te contou sobre a Penha e a Gameleira. No primeiro ato: uma casa que cai, e uma ficha que ainda não caiu. Por Thainã de Medeiros. No segundo ato: os escombros de um projeto modernista. Por Carolina Moraes. A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep158 Além de ouvir os episódios do Rádio Novelo Apresenta antecipadamente, os membros do Clube da Novelo tem acesso a uma newsletter especial, e a eventos com membros da nossa equipe . Quem assinar o plano anual ganha de brinde uma bolsa da Novelo feita só pra membros. Assine em radionovelo.com.br/clube O funk nasceu onde a cidade pulsa mais forte, nos becos, nos bailes e nas vozes que transformam linguagem em movimento. O que começou como batida virou cultura, moda e atitude. A exposição FUNK: Um grito de ousadia e liberdade, no Museu da Língua Portuguesa, na Estação da Luz, te convida a percorrer essa trajetória — dos bailes black dos anos 70 às pistas de São Paulo. São mais de 400 obras, vídeos e registros raros que revelam como o funk reinventou o idioma e a imaginação brasileira. Aos sábados e domingos a entrada é gratuita. Saiba mais em: https://www.museudalinguaportuguesa.org.br Palavras-chave: chacina da Penha; massacre; Vila Cruzeiro; Alemão; Complexo do Alemão; Instituto Papo Reto; Coletivo Papo Reto; Raull Santiago; Gameleira; Belo Horizonte; artes plásticas; Oscar Niemeyer Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Os custos de restaurar o passado e de retratar o presente. No primeiro ato: tentativas de salvar uma vida e milhares de rolos de filme. Por Bia Guimarães. No segundo ato: o preço de um testemunho. Por Natália Silva. A história "Um paciente em pedaços" foi produzida com o apoio do Ministério da Cultura, Cinemateca Brasileira, Vale e Shell. A recuperação do histórico acervo do Canal 100 é uma realização do Ministério da Cultura e da Sociedade Amigos da Cinemateca, via Lei Rouanet, com patrocínio estratégico da Vale e da Shell e o copatrocínio do Itaú. A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep157 Além de ouvir os episódios do Rádio Novelo Apresenta antecipadamente, os membros do Clube da Novelo tem acesso a uma newsletter especial, e a eventos com membros da nossa equipe . Quem assinar o plano anual ganha de brinde uma bolsa da Novelo feita só pra membros. Assine em radionovelo.com.br/clube O funk nasceu onde a cidade pulsa mais forte, nos becos, nos bailes e nas vozes que transformam linguagem em movimento. O que começou como batida virou cultura, moda e atitude. A exposição FUNK: Um grito de ousadia e liberdade, no Museu da Língua Portuguesa, na Estação da Luz, te convida a percorrer essa trajetória — dos bailes black dos anos 70 às pistas de São Paulo. São mais de 400 obras, vídeos e registros raros que revelam como o funk reinventou o idioma e a imaginação brasileira. Aos sábados e domingos a entrada é gratuita. Saiba mais em: https://www.museudalinguaportuguesa.org.br Acompanhe a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo/ Siga a Rádio Novelo no TikTok: https://www.tiktok.com/ Palavras-chave: cinema, preservação, audiovisual, esporte, Cracolândia, São Paulo, jornalismo, dependência química, jornalismo gonzo. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices