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Entre vistos negados, controles migratórios reforçados e tensões diplomáticas, o Mundial de 2026 expõe o contraste entre a promessa de integração do futebol e a política de fronteiras de Donald Trump. Thomás Zicman de Barros, analista político Na próxima quinta-feira (11), será dado o pontapé inicial da Copa do Mundo de 2026. Como todo brasileiro, parto do pressuposto de que o hexacampeonato é apenas uma questão de tempo. Mas não é por isso que menciono o torneio. Alguém pode perguntar, de fato, o que uma competição de futebol está fazendo numa crônica de política internacional. A história, porém, não deixa mentir: competições esportivas são permeadas por política. Das Olimpíadas de Berlim em 1936 ao boicote ocidental aos Jogos de Moscou em 1980, passando pelas ditaduras sul-americanas que buscaram legitimidade em grandes torneios, o esporte sempre refletiu disputas que o ultrapassam. Poucas Copas ilustram tão bem essa realidade quanto a que começa agora. Pela primeira vez, o torneio será compartilhado entre três países da América do Norte. O primeiro jogo será na Cidade do México, haverá partidas em Vancouver e Toronto, no Canadá, e o maior número de duelos – inclusive a final, nos arredores de Nova York – acontecerá nos Estados Unidos governados por Donald Trump. A ideia de dividir a Copa entre diferentes países se explica, em parte, pelo tamanho do novo formato da competição, assim como pela perda de atratividade de sediar grandes eventos esportivos que implicam custos elevados e frequentemente provocam protestos – como se viu inclusive no México nesta edição. Mas havia também o desejo de superar fronteiras. O lema da candidatura conjunta era “United 2026”. Muito além dos “United States”, a proposta era simbolizar a integração entre os povos. Ocorre que esse discurso entra cada vez mais em choque com a retórica anti-imigrante do presidente americano. Desde sua primeira campanha republicana, há dez anos, Trump tem atacado imigrantes latino-americanos, e mexicanos em particular. Segundo ele, seriam “bad hombres”, responsáveis por trazer drogas, crime e violência para os Estados Unidos. “Alguns poucos, eu acredito, devem ser boas pessoas”, dizia então o candidato. Seu grande mote de campanha era construir um inexpugnável muro na fronteira mexicana, alimentando fantasias de uma supremacia branca americana supostamente ameaçada pela substituição demográfica por um povo que fala espanhol e que, por coincidência, também gosta de futebol. Restrição à imigração De volta ao poder, Trump tem adotado políticas ainda mais restritivas em relação à imigração. E não apenas contra mexicanos. Vistos têm sido negados, e muitos viajantes veem sua entrada barrada pelos serviços de imigração com base em critérios frequentemente arbitrários. Estrangeiros nos Estados Unidos vivem preocupados com o fortalecimento do ICE, a temida polícia migratória, que por vezes detém e deporta até imigrantes em situação regular. Houve queda no número de viajantes para o país, numa combinação entre dificuldades para obter autorização de entrada e a simples desistência de visitantes diante dos inconvenientes. Como receber o mundo inteiro para uma Copa do Mundo em um ambiente assim? Os Estados Unidos criaram o chamado FIFA PASS, que prometia priorizar entrevistas para concessão de vistos a torcedores com ingressos. Ao mesmo tempo, porém, a própria administração americana deixou claro que não hesitaria em vetar rigorosamente visitantes considerados indesejáveis. Em especial, torcedores de países sujeitos a restrições, como Haiti, Irã, Senegal e Costa do Marfim, têm enfrentado obstáculos. Em tese, haveria exceções para atletas e delegações. Mas mesmo aqui os incidentes se multiplicam. A seleção do Irã só obteve seus vistos na última semana e decidiu realizar sua concentração no México para evitar mais dores de cabeça. No último fim de semana, o atacante da seleção do Iraque foi detido e interrogado por sete horas no aeroporto de Chicago. Enquanto isso, a FIFA segue acusada de complacência com Trump, cujo ego o presidente da entidade, Gianni Infantino, parece empenhado em massagear. Um exemplo foi a criação do Prêmio FIFA da Paz, feito sob medida para agradar o presidente americano, primeiro e único agraciado com tão distinta honraria. Como se vê, futebol e política são inseparáveis. E as próximas semanas prometem deixar claro o contraste entre um evento que prometia união e integração e um governo que transformou o controle das fronteiras na sua principal bandeira.
No ar mais um episódio do Agro Runners! Desta vez, recebemos Charles Takeuchi, supervisor comercial na Grasp, pai, marido e um maratonista amador de altíssima performance.Você já imaginou o que é preciso para correr uma maratona abaixo de 3 horas? Charles é um verdadeiro colecionador de tempos incríveis, mas ele deixa claro: o talento sozinho não ganha do esforço e da disciplina. Neste bate-papo inspirador, Charles nos conta como começou na corrida após um desafio de seu gerente para ganhar um par de tênis em 2013 e como o esporte transformou completamente sua carreira, o levando de um recém-formado tímido ao prêmio de melhor vendedor da equipe. Neste episódio, você vai ouvir sobre: A busca pelo grande sonho: completar as maiores maratonas do mundo (Majors) abaixo de 3 horas. A importância de estabelecer a ordem de prioridades: Família primeiro, trabalho, vida social e, por fim, o hobby. Como ele superou um episódio de burnout em 2024, causado pela tentativa de conciliar noites mal dormidas com a bebê recém-nascida, treinos de madrugada e o trabalho, para depois renascer e bater seu recorde pessoal na Maratona de Berlim. O impacto de coisas "simples", como cortar açúcar, focar em comida de verdade e priorizar o sono, na performance de um atleta. E, claro, um "perrengue" inesquecível e literal na Maratona de Porto Alegre que rendeu muita risada!
A Batalha de Stalingrado, travada entre 1942 e 1943, foi um dos confrontos mais decisivos e sangrentos da Segunda Guerra Mundial. Inserida na ofensiva alemã em direção ao sul da União Soviética, a campanha tinha como objetivo garantir o controle de importantes recursos estratégicos e interromper as linhas de abastecimento soviéticas. O que começou como uma tentativa de captura rápida da cidade transformou-se em uma prolongada guerra de atrito marcada por combates urbanos intensos, enormes perdas humanas e condições extremas para soldados e civis. A resistência soviética, seguida pela Operação Urano e pelo cerco do 6º Exército alemão, alterou profundamente o curso da guerra na Frente Oriental, representando uma derrota estratégica da Alemanha nazista e abrindo caminho para uma série de ofensivas soviéticas que avançariam em direção a Berlim. Convidamos Vinicius Moraes para analisar o contexto militar e político da Batalha de Stalingrado, as estratégias adotadas por ambos os lados, a experiência dos combatentes em um dos cenários mais brutais do conflito e o significado dessa batalha para os rumos da Segunda Guerra Mundial.Roteiro: Icles RodriguesEdição: Samuel GambiniInstagram: @iclesrodriguesPIX: leituraobrigahistoria@gmail.comAdquira o curso História: da pesquisa à escrita por apenas R$ 49,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 CLICANDO AQUIColabore com nosso trabalho em apoia.se/obrigahistoriaDe 03/06 a 07/06 sua compra no PIX te dá 5% de desconto a mais e você ganha brindes cumulativos. Compras acima de 399 têm frete grátis. Use meu cupom HISTORIAFM ou acesse o site pelo link https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM e aproveite! #insiderstore
No episódio de hoje, Pedro, com a ajuda de Kiki, disseca dois temas que marcaram a semana - uma opinião duma influencer sobre um concerto, um anúncio duma marca com dois cantores - e vários que marcam a sociedade no geral - quantas bolas de Berlim se podem comer na praia, o aumento do trânsito, o prazer de desenhar em restaurantes, a logística de trocar cromos com amigos e adeptos que querem destruir a vida de jogadores de futebol.(00:00) Intro(00:23) Novo quadro para o futuro museu de watch.tm(04:50) Kiki foi despedida do MAAT(08:14) Manuel João Vieira tem exposição no MAAT(09:46) Restaurantes que só são bons pela vista(10:59) Kiki usa meias que parecem luvas(12:46) A felicidade de levar bola de futebol para a praia(15:36) Pedro descobre que é possível pedir Iced Americano Decaf(18:36) Prazer de comer bola(s) de Berlim na praia(23:48) Comer bolas de Berlim sem ser na praia devia ser ilegal(27:55) Cada vez existe mais trânsito(30:39) Vício de Bobbie Goods(33:49) Kiki dá ideia de presente para Pedro fazer para as sobrinhas(36:00) Dinâmica de troca de cromos com amigos(42:08) A logística de fazer uma caderneta(49:03) Kiki esclarece dúvidas que tem sobre a final da Taça de Portugal(56:33) Adeptos que descarregam irracionalmente nos jogadores(57:22) Pessoas que usam camisolas de futebol em casamentos(59:12) Fazer ritual Haka durante casamento(1:02:20) Atacar jogadores do próprio clube(1:04:03) Kiki abandona estádio por sentir má energia(1:06:28) Frize faz anúncio com os Anjos(1:12:01) Recap Bad Bunny em Portugal(1:17:16) Impressão com que se fica sobre concerto com base no que se viu na internet(1:18:33) Análise de opinião de Helena Coelho e amigas(1:22:47) Vídeo louco de Rebeca Caldeira(1:25:39) PTM descobre versão pura de Bruna Magalhães(1:28:45) McDonalds na praia faz sentido?(1:29:55) Necessidade de ‘Human Verified' devido ao uso excessivo de AI
É uma história deliciosa e muitos não a conhecem. A Barbie foi inspirada numa boneca de plástico de má vida, vendida em lojas pornográficas em Berlim e Munique e que se chamava Lilli.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O alvinopolense Guilherme se interessou por computação logo cedo, tendo feito um site de Cartola FC logo aos 10 anos de idade. Dali, foi um pulo para fazer um curso de informática, na expectativa de aprender a montar computadores. Ao invés disso, aprendeu a programar. Com um projeto envolvendo Arduíno na bagagem, que também lhe colcou em contato com Android, foi nisso que ele focou enquanto cursava Computação na UFMG.Ao mesmo tempo, ele sempre se interessou pela cultura e pela vida no exterior. Juntando as duas coisas, ele passou a buscar trabalho em outros países, até que um dia o trabalho veio até ele. Um recrutador lhe apresentou uma oportunidade na Alemanha, que acabou se tornando seu trabalho até recentemente, quando se mudou novamente, agora para a Dublin.Neste episódio, o Guilherme compartilha melhor essa trajetória, e conta as semelhanças e as diferenças entre se trabalhar e morar no Brasil, na Alemanha, e na Irlanda.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaGuilherme Miranda, Desenvolvedor Android em Berlim, AlemanhaLinks:GlassdoorLevels.fyiTechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!
Corra o Circuito CENTAURO DESBRAVA! Use o cupom CORRRIDANOAR10 https://cnoar.run/CentauroDesabrava2026Participe da Corrida Brasil Paralímpico - https://cnoar.run/BrasilParalimpicoJá sabemos onde os dois únicos homens a baixarem de 2 horas na maratona vão correr neste segundo semestre! Sabastian Sawe, que fez 1:59:30, está confirmado para defender o título na Maratona de Berlim. Já Yomif Kejelcha, que cravou 1:59:41, vai encarar a Maratona de Valência de olho no prêmio insano de 1 milhão de euros!Também trazemos a triste notícia do falecimento súbito da grande maratonista etíope Yebrgual Melese aos 36 anos. E o bicho pegou em Manaus: uma prova está recebendo hate explicando porque explicou por que é errado ser "pipoca". Teve também a vitória da brasileira Mirela Saturnino em Montevidéu e um papo reto sobre influenciadores. Nossos cupons e links - https://cnoar.run/cuponsO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
E se Hitler tivesse tomado a decisão certa em Dunquerque?Em maio de 1940, mais de 338 mil soldados britânicos, franceses e belgas estavam encurralados numa praia no norte da França. O Canal da Mancha ficava atrás deles. As divisões Panzer alemãs estavam a poucos quilômetros. A França já estava praticamente derrotada. E a Grã-Bretanha parecia à beira do colapso.Então aconteceu uma das decisões mais debatidas da Segunda Guerra Mundial: Hitler mandou parar.Essa pausa abriu a janela para a Operação Dínamo, a evacuação de Dunquerque, que salvou centenas de milhares de soldados aliados e permitiu que a Grã-Bretanha continuasse lutando.Mas e se essa ordem nunca tivesse sido dada?Neste vídeo, imaginamos uma realidade paralela assustadora: a destruição do Exército Britânico em Dunquerque, a queda política de Churchill, uma possível paz entre Londres e Berlim, uma Alemanha nazista sem front ocidental, a União Soviética enfrentando Hitler praticamente sozinha e um mundo pós-guerra completamente diferente do nosso.Dunquerque não foi apenas um episódio militar. Foi um daqueles momentos raros em que a história inteira pareceu depender de uma margem estreita, de uma decisão específica, de um erro de cálculo.Porque, às vezes, a diferença entre o mundo que existe e o mundo que poderia ter existido é muito menor do que gostaríamos de acreditar.Inscreva-se no canal para mais análises de história, geopolítica e os grandes momentos que moldaram o mundo.
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A batalha que fez com que Londres fosse destruída, acabou ajudando os próprios britânicos? Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre a história da Batalha da Grã-Bretanha e Batalha de Londres-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okAssista meu outro podcast, o História pros brother!https://open.spotify.com/show/04a8C8gXTLj68lmZiQD8vmCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8Compre a camisa do História em Meia Hora: https://www.blablalogia.com/blablalojinha/akiralampiaoh30PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- BEEVOR, Antony. A Segunda Guerra Mundial. Record, 2015.- BEEVOR, Antony. Berlim 1945: a queda. Record, 2002.- HOBSBAWM, Eric J. A Era dos Impérios: 1875–1914. Paz e Terra, 2011.- HOBSBAWM, Eric J. Era dos Extremos: o breve século XX. Companhia das Letras, 1995.- KEEGAN, John. A Segunda Guerra Mundial. Companhia das Letras, 2019.- EVANS, Richard J. O Terceiro Reich em Guerra. Planeta, 2012.
Na segunda parte da conversa, a artista multidisciplinar Grada Kilomba reflete sobre como a violência e a desumanização se banalizam quando surgem novas crises e guerras, ao mesmo tempo que surgem novas forças de solidariedade. Grada nomeia Bell Hooks e Angela Davis, como vozes negras que a inspiram. A artista recorda depois o que a levou a deixar a academia, e a deixar de dar aulas em duas universidades de Berlim, para se afirmar apenas artista e como as suas obras levam outras comunidades aos museus. Grada afirma que o amor, assim como a arte, são atos políticos e de resistência e alerta para o facto de que os corpos femininos negros são ainda alvo dos maiores silenciamentos e violências. No final, lê um pequeno excerto do seu livro “Memórias da Plantação”, partilha algumas das músicas que a acompanham e fala do seu regresso a Portugal, depois de duas décadas a viver em Berlim. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
A artista portuguesa multidisciplinar de escala global, Grada Kilomba, com um pé entre Lisboa e Berlim, apresenta a exposição: “O Fundo do Mundo”, a partir do dia 30 de maio, na Fundação Albuquerque, em Sintra. Um conjunto de obras de Grada nunca antes mostradas em Portugal, que abordam as violências que se perpetuam: da escravatura ao colonialismo, das múltiplas guerras às crises climáticas, e atuais genocídios trágicos, num mergulho até ao avesso da ‘glória’ humana, propondo-se uma reflexão através da arte. Ouçam-na nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, de Bernardo Mendonça. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Pedro Dias, o Miguel Gonçalves e o Miguel Maia analisam o E-Prix de Jarama, a vitória de Félix da Costa e o momento da Jaguar. Olhamos ainda para a ronda dupla de Berlim, fazemos as nossas apostas e falamos do lançamento do Gen4. Grupo de Whatsapp VFF1 Eléctrico: https://chat.whatsapp.com/Ge73EQyE0aVH7MnghUzlya Podcast: https://linktr.ee/VFF1 Patreon: https://www.patreon.com/vff1 Twitter: https://twitter.com/VamosFalardeFum Instagram: https://www.instagram.com/vamosfalardefum Substack Vamos Escrever de FUm: https://vff1.substack.com/ Canal de WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaDuq7KId7nTEUhbWq3R Subscreve o canal e apoia o Vamos Falar de FUm: https://www.youtube.com/channel/UCWgzFlfQqhYlRxfATnL2cjg/join
Embarque nesse episódio especial do stemma com @edson_santi Presidente da @achilles_brazil. Após conviver com as consequências da poliomielite com ajuda de muletas, Edson recebeu um notícia do médico que soou como uma sentença: era hora de ir para a cadeia de rodas. Porém a notícia que num primeiro momento foi difícil de digerir, abriu outras portas jamais imagináveis para Edson naquela época: Edson completaria as Maratonas de NY
No fim da Primeira Guerra Mundial, os responsáveis pelo genocídio armênio fugiram. Nenhum foi punido. O mundo seguiu em frente, mas alguns sobreviventes não conseguiram. Foi criada a Operação Nêmesis: uma campanha clandestina para caçar e executar os perpetradores que a justiça internacional se recusou a julgar. No topo da lista: Mehmed Talat Paxá, o ministro que assinou as ordens de deportação de mais de um milhão de pessoas. Neste episódio, contamos como um sobrevivente chamado Soghomon Tehlirian encontrou Talat em Berlim, atirou nele na rua, e foi levado a julgamento num processo que se tornou um tribunal sobre o genocídio armênio.
Neste episódio, Maria Sequeira Mendes e José Maria Vieira Mendes conversam sobre o Clube Espectador, o projeto desenvolvido pelo Teatro do Bairro Alto, pela Rua das Gaivotas 6 e pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa que ocupa a nossa Sala Manuela Porto periodicamente e convida o público a conversar sobre o espetáculo (mas sem artistas). Esta conversa revisita a origem da iniciativa, os seus objetivos e a forma como tem procurado transformar a experiência de assistir em algo mais livre, partilhado e coletivo. Maria Sequeira Mendes nasceu em Portalegre, em 1977. É professora na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi Beaufort visiting scholar em St John's College, na University of Cambridge, em 2017. Escreveu O Essencial sobre Hamlet (ICM, 2023), The Ordeals of Interpretation (IUC, 2020), O Desensino da Arte (com Marta Cordeiro e Marisa Falcon, Documenta, 2022), e coedita o site de poesia e crítica Jogos Florais e coeditou o livro Florilégio (não edições, 2023). É coordenadora do Clube Espectador. José Maria Vieira Mendes nasceu em Lisboa em 1974, onde vive. Também foi habitante do Porto, de Vila Meã, da Praia das Maçãs, de Saarbrücken, de Berlim, de Saint Nazaire, de Budapeste e de Altura. Escreve sobretudo peças de teatro. É membro do Teatro Praga desde 2008 e responsável pela direção artística da Rua das Gaivotas 6, em Lisboa. As suas peças foram traduzidas em mais de uma dezena de línguas. Faz também traduções literárias, escreveu dois libretos para ópera, dois livros para a infância e trabalha ocasionalmente com artistas plásticos. É professor na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e coordenador do Clube Espectador. Conversa com José Maria Vieira Mendes e Maria Sequeira Mendes Gravado no estúdio Louva-a-Deus Edição: Joana Linda Produção: Teatro do Bairro Alto
No 3 em 1 desta segunda-feira (20), o destaque foi o presidente Donald Trump (Republicano) que declarou hoje ser "muito improvável" a prorrogação do cessar-fogo com o Irã, que expira nesta quarta-feira (22/04). A fala ocorre após Teerã manter a ameaça sobre o Estreito de Ormuz e Trump acusar o regime de não cumprir garantias de desarmamento regional. O presidente Lula (PT-SP) voltou a disparar contra a política externa de Donald Trump. O petista afirmou que o "unilateralismo agressivo" de Washington enfraquece as instituições globais e defendeu uma reforma urgente no Conselho de Segurança da ONU. O ministro Gilmar Mendes solicitou nesta segunda-feira (20/04) a inclusão de Romeu Zema (Novo-MG) no Inquérito das Fake News. A medida ocorre após o ex-governador lançar seu plano de governo com críticas severas ao STF e propostas de reformulação da Corte. Um vídeo publicado por Fernanda Bolsonaro, esposa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), viralizou nos bastidores políticos. Ao chamá-lo de "o Bolsonaro moderado", a dentista reforçou a estratégia do clã para afastar o pré-candidato à Presidência do radicalismo. Em conversa com jornalistas em Berlim, o presidente Lula (PT-SP) negou qualquer preocupação com as recentes pesquisas Quaest e Datafolha, que mostram um cenário de polarização acirrada com Flávio Bolsonaro (PL). O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB-SP) defendeu nesta segunda-feira (20) o projeto que prevê o fim da escala 6x1. Em aceno à base sindicalista e aos trabalhadores, Alckmin afirmou que a produtividade brasileira comporta a redução e pressionou a Câmara, liderada por Hugo Motta, para pautar o tema. O Partido dos Trabalhadores (PT) incluiu em seu novo programa partidário propostas de reforma para o Judiciário e normas de conduta para o STF. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
A treinadora Marie-Louise Eta foi oficializada no último sábado (11/4) pelo Union Berlim para comandar o time nas últimas cinco rodadas do campeonato alemão. É a primeira vez que uma mulher é anunciada como técnica de uma equipe de futebol masculino nas cinco principais ligas europeias, que incluem, além da Alemanha, a Inglaterra, a Espanha, a França e a Itália.
Bernardo Chatillon pretende imaginar novos mundos, colocando a hipótese de nos relacionarmos com os espaços que estão obstruídos, camuflados, ilegíveis, ignorados,invisíveis. Conviver com os corpos, as paisagens e os movimentos que estão presentes, mas não têm visibilidade, em articulação com o conceito de Pensamento Mágico aplicado à dimensão teatral. Estreou-se com os Artistas Unidos. Depois de completar o Chapitô integrou a Formação Intensiva Acompanhada no c.e.m e mais tarde a Escola Superior de Teatro e Cinema (Licenciatura Teatro / Actor). Entre 2012 e 2015 integrou o elenco da companhia do Teatro Nacional D. Maria II. Em 2016 muda-se para Berlim onde colabora em diversos formatos e projectos através de práticas artísticas, encontros e espectáculos com diversos autores e figuras internacionais incontornáveis: Marc Lohr, Sigal Zouk, Mineralwasser Collective, André Uerba, Peter Pleyer, Stephanie Mahler, Jeremy Wade , Benoilt Lachambre, Keith Hennessy, Joy Mariana Smith, Meg Stuart, Sandra Noeth, Natasha A Kelly, CA. Conrad, Sigmar Zecarias, Diego Aguillo, Sophia New, Fernanda Eugenio entre outros e completa o mestrado Solo/Dance/Authorship (SODA) pela Inter-University Center for Dance Berlin (HZT/UDK). Recentemente, criou os espetáculos Reindeer Age #0 , Uferstudios Berlin (2019), Teatro DoBairro Alto (2020), Reindeer Age #1, O Espaço do Tempo (2021) e Appleton (2025) , O Fazer do Dizer , Centro Cultural de Belém (2022) , O que já cá está, Rua das Gaivotas 6 (2023), Calipso ou a experiência do possível, Cine -Teatro Avenida, Castelo Branco (2024). Em 2022 juntamente com Cláudia Teixeira e Fernanda Eugênio começa a dar forma à criação da questão-tema “políticas e práticas da amizade” para uma base de curadoria na programação do espaço Trust-Collective em Arganil. Em 2023 começou a lecionar na Escola Superior de Teatro e Cinema em Lisboa e entrou para a nova direção da associação R.I.Ju (Rancho Infantil e Juvenil de Coja) com o projeto Fôlego, onde ensina, programa, experimenta e convive.Links: https://bernardochatillon.hotglue.me/ https://www.youtube.com/watch?reload=9&v=XGxrPHpa0bw https://www.ccb.pt/evento/bernardo-chatillon/all/ https://artistasunidos.pt/bernardo-chatillon/ https://sapo.pt/artigo/bernardo-chatillon-apresenta-seco-em-castelo-branco-69c40908bf28b0049337fb85 https://www.oespacodotempo.pt/pt/residencias/bernardo-chatillon https://glam-magazine.pt/bernardo-chatillon-no-tba-em-coapresentacao-com-o-ccb/ https://www.cm-arganil.pt/diretorio/rancho-infantil-juvenil-coja/ https://www.cm-arganil.pt/evento/politicas-e-praticas-da-amizade-dias-abertos-trust-collective/ https://trust-collective.org/en/ Episódio gravado a 02.04.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados
Uma praia que sumiu cancelando prova, um lineup de ironman Texas absurdo, uma maratona do Hobbits e obviamente mais recordes quebrados. Fique por dentro do que tem rolado no mundo do endurance com os seus adultos da 5a série favoritos, então, sem mais delongas...---------------------------------------------Victor Castello Brancohttps://www.instagram.com/victorcastellobrancoz2Ricardo Favoretto - Running Nerdhttps://www.instagram.com/rifavorettoPaulo Puccinelli - Dochttps://www.instagram.com/paulo.puccinelliTeco Gaithttps://www.instagram.com/tecogaitDre Spinellihttps://www.instagram.com/drecoymusic---------------------------------------------00:00 Intro01:29 Berlim, 222 e Doping08:47 Oceanside e Pódio Z213:25 O Método Norueguês18:55 Inforunning Metralha22:23 Dica do VCB???25:42 Canicross30:02 Outro30:29 Bloopers---------------------------------------------#running #corrida #runthenews #news #maratona #noticias #runningnerd #z2performance #z2talks #alwayschasing
Na roda com Fabio Porchat, a ex-dançarina do É o Tchan, Sheila Mello, a atriz Bella Camero e a apresentadora Ceci Ribeiro. Sheila conta a história de quando um bombom lhe deu superpoderes. Bella lembra da première de um filme em Berlim com escala em Barcelona e fortes emoções. Já Ceci recorda de quando apresentou um evento estético e se viu ao vivo diante de um procedimento bem diferente. Na plateia, Isabel conta de uma viagem na Turquia que terminou em matrimônio e Evandro relata uma experiência sexual sobrenatural.
Confira mais um episódio do PFC Debate, onde falamos de todos os assuntos possíveis, sobre corrida ou não, de um jeito que você não vai acreditar.SEJA MEMBRO DO CANALComo foi a Meia Maratona de Berlim, emoções exageradas, aniversário do Enio, presentes que gostaríamos de ganhar, como foi correr na China, resumo de março e muito mais.Compre o livro da CamilaGrupo de promoções da ThainaraSiga quem faz o PFC Debate: Enio, Gigi, Marcos, Camila, Duda, Ana e Thainara.Use nossos cupons:JUNGLE/PLANTPOWER - PFCDA NUTRI SABORES - PFCFOCO RADICAL - PFC 10KEEP RUNNING BRASIL - PFCCARAMELO - PFC10SPORTBR - PFC10CORRA BARATO - PFCMARATONA DE FLORIPA 2026 - PFCLIVE! RUN XP - PFC15RSF PRO EVENTOS - PFC 10CLUBE DE AUTORES - PFC 10
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!
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Depois de Washington e Paris, agora em Berlim. Uma crónica de Francisco Sena Santos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!
A maestra carioca Andréa Huguenin Botelho, radicada há 27 anos na Alemanha e já reconhecida por sua trajetória na música erudita, está prestes a encarar um desafio para poucos. Ela acaba de se tornar a primeira mulher a ocupar o posto de regente titular da Orquestra Sinfônica do Palatinado Ocidental, tradicional da cidade de Kusel, no oeste da Alemanha, com mais de 130 anos de história. Para o concerto de estreia, marcado para 21 de junho, Andréa adiantou que fará questão de incluir a música brasileira no programa: Pixinguinha deverá representar o país no palco. Gabriel Brust, correspondente da RFI em Düsseldorf, Alemanha Andréa contou à RFI como foi o processo de seleção para reger a orquestra: “O processo para você ser escolhido para uma orquestra, seja ela amadora, semi-profissional ou profissional, aqui na Alemanha, demora um pouquinho, porque é muito difícil. É um processo que eu acho muito bonito, porque, além da sua competência, você é escolhido pelos músicos da orquestra. A orquestra tem a voz para escolher o seu líder. Dentro das entrevistas que a gente tem de fazer, a gente tem que dizer o nosso conceito, porque a orquestra vai ter a minha cara. Então, eu falei que o meu conceito é que nenhum repertório, nenhum concerto vai ser só com obras de homens”. Pesquisar e dar visibilidade a compositoras atuais e do passado se tornou uma das missões da maestra. Além, é claro, de trazer mais mulheres para os palcos. “Até metade do século 20 e até hoje, a gente tinha um problema de que as mulheres tinham dificuldade de entrar no mercado de trabalho de orquestras. O que se faz na seleção de músicos agora são as blind auditions, onde o teste é feito atrás de um biombo para a gente não ver quem está lá. E isso surgiu porque se descobriu que, quando se fechava o biombo e as pessoas não sabiam quem estava tocando, começou a aumentar o número de mulheres nas orquestras.” Andréa é curadora da série de apresentações Komponistin! (ou Compositora!, em alemão), que ocorre em Berlim, e também é membro do conselho do arquivo musical Frauen und Musik (Mulheres e Música), instituição baseada em Frankfurt focada na redescoberta, valorização e divulgação de obras de compositoras historicamente negligenciadas. Música erudita, um mundo masculino A percepção de que o mundo da música erudita era bastante masculino ocorreu ainda cedo, no Rio de Janeiro, quando Andréa começou sua carreira. “Quando fui falar com meu professor na época em que eu queria reger, ele disse: ‘não sabia que você era de igreja'. Eu disse que não era. Mas é que na cabeça dele, mulheres só regiam corais de igreja”. Foi na Rússia – um dos países fundamentais para sua trajetória musical, ao lado de Alemanha e Estados Unidos – que veio a ideia de começar a pesquisar o trabalho de autoras mulheres: “A virada de chave foi exatamente em São Petersburgo, onde fui chamada para reger uma obra de Shostakovich, que é um dos compositores que mais aprecio. Quando fui estudar a ópera Lady Macbeth do Distrito de Mtsensk, vi que ela degrada a mulher de uma forma, até com um estupro coletivo na personagem principal. É muito pesado. E aí eu falei, ‘mas peraí, eu garanto que mulher não ia escrever isso.' Daí logo pensei: mas será que elas escreveram?” Não só elas escreveram sobre muitos temas, como a maestra estará apresentando algumas de suas mulheres preferidas da música em um concerto neste domingo (8), dia da mulher, no mesmo castelo Britz, em Berlim, tendo no repertório Ivone Lara, Elza Soares, Dinorá de Carvalho, Maria Amélia e Babi de Oliveira, entre outras. Música brasileira em escola alemã A divulgação da música brasileira também tem ocupado a atribulada agenda da maestra Andréa na Alemanha. Em 2016, ela criou o Brasilianische Musik in der City West, um programa dedicado exclusivamente ao ensino da música do Brasil a estrangeiros, e inteiramente financiado pelo governo alemão. Para Andréa, há diferenciais que valorizam a música de seu país natal. “A música brasileira não proporciona o que a gente chama de estranhamento cultural. Como a música europeia teve um berço enorme, ela teve o seu caminho pelo Brasil, e também a gente teve as relações com as músicas de países africanos, e ela se mesclou. E na década de 1960, com as misturas do jazz, a música brasileira se tornou uma música muito agradável para diversas culturas”. Parceria com a filha Nos últimos anos, Andréa conta com a parceria de alguém bastante próximo, sua filha Duda Botelho que, aos 18 anos, já é uma contrabaixista que acumula prêmios, como o Concurso Internacional de Música Grunewald e o prêmio do Festival Internacional de Contrabaixo da Bélgica. “O trabalho da minha mãe foi uma grande influência, não só no meu repertório, mas também na minha musicalidade e técnica no contrabaixo. Ao longo dos anos, conforme ela foi arranjando mais peças de compositoras, ela sempre me perguntava se o que ela estava escrevendo era possível de tocar no contrabaixo. E, com isso, sem a gente perceber, esse processo contribuiu muito para o meu desenvolvimento. Eu me desafiava constantemente a conseguir tocar essas obras”, conta a jovem.
No Médio Oriente: Israel anuncia "próxima fase" das operações militares e promete "mais surpresas. Militantes da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) acusam direção de violar estatutos do partido. Cabo Verde promove turismo de natureza e cultura na Feira de Turismo de Berlim, na Alemanha.
Especialistas alertam para prejuízos significativos dos conflitos no Médio Oriente, mas apontam também possíveis ganhos para países exportadores de energia, como Angola. Angola é o país anfitrião da Feira Internacional de Turismo de Berlim e aposta em cultura, natureza e autenticidade. Médio Oriente - Donald Trump diz que a campanha militar está a decorrer muito acima das expectativas.
Como pode Angola, enquanto produtor de petróleo, tirar proveito da subida do preço do crude por conta da guerra no Médio Oriente? Chanceler alemão está de visita aos Estados Unidos, em pleno conflito no Médio Oriente. Em Moçambique, o Parlamento Juvenil denuncia partidarização do acesso à terra infraestruturada.
Estamos vivendo um momento paradoxal no cinema. Ao mesmo tempo em que filmes brasileiros chamam a atenção do público e da crítica internacional, está difícil para se produzir cinema no país.“Temos um momento muito bom de visibilidade, mas não de produção ou de incentivo à produção", afirma Marina Person, cineasta e apresentadora a Gama. Ela é a entrevistada do Podcast da Semana, da edição sobre o atual momento do cinema brasileiro."O governo Lula não conseguiu ainda colocar de volta os tijolos na casinha do Ministério da Cultura, da Secretaria do Audiovisual, do fundo setorial. Os editais não estão acontecendo, o dinheiro não está saindo”, diz.“A gente tem muita coisa boa para mostrar, somos um país enorme, o único país da América Latina que fala outra língua. Tem uma música que é incrível, o carnaval, a Amazônia. Então o reconhecimento para mim é algo que você fala ‘bom, que bom que agora tão vendo'. Mas a gente já sabia”, ela diz no podcast.Person é roteirista, diretora, atriz e uma estudiosa do cinema. Ela acaba de voltar do Festival de Berlim, onde foi exibido o filme “Isabel”, protagonizado por ela. Também está viajando pelo Brasil para apresentar a cópia restaurada em 4K do filme “São Paulo Sociedade Anônima” (1965), escrito e dirigido por seu pai, Luis Sergio Person, há 60 anos. A cópia foi restaurada pela Film Foundation, instituto de preservação da memória do cinema de Martin Scorsese.Ao Podcast da Semana, a cineasta reflete sobre o atual momento do cinema nacional no exterior, sobre a corrida pelo Oscar e sobre as chances do Brasil no prêmio, além da importância de contar e preservar as nossas histórias brasileiras.Roteiro e apresentação: Isabelle Moreira Lima
Primeiro-ministro Anthony Albanese é evacuado da residência oficial após ameaça de bomba que se mostrou infundada. Partido de extrema-direita One Nation lidera pesquisas de preferência popular na Austrália. Portugal precisa triplicar a produção de residências até 2029, diz Associação que representa o setor. Três filmes brasileiros são premiados no tradicional Festival de Berlim.
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Tarifa global de Trump beneficia Brasil. Master: Fachin arquiva relatório da PF contra Toffoli. CNJ apura absolvição de acusado de estupro por “vínculo consensual” em MG. OpenAI prepara alto-falante com câmera e óculos inteligentes. Netflix aumenta oferta pela Warner para afastar chance de Paramount. “Feito pipa”: filme brasileiro conquista dois prêmios no Festival de Berlim. E Marcelo Melo e João Fonseca vencem e emocionam no Rio Open.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O cineasta Wim Wenders, presidente do júri do Festival de Berlim, afirmou que o cinema deve se manter “à margem da política”.A declaração foi feita em meio a um debate na Berlinale.Duda Teixeira, Josias Teófilo e Madeleine Lacsko comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Subiu para quatro o número de mortes provocadas pelo incêndio no contentor de venda de combustíveis em Bafatá, na Guiné Bissau: Analista considera inviável a ordem de encerramento dos postos de venda em contentores. Debate em Moçambique: Menos tempo nas aulas é melhor para os alunos? Atriz luso-cabo-verdiana participa no Festival de Cinema de Berlim.
Berlim alerta para uma "ameaça militar convencional". Bruno Cardoso Reis avisa para o risco de "sabotagem" e "ciberataques". Relação difícil entre França e Alemanha? "É preciso valorizar a defesa."See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Brasil representado este ano na Berlinale ilustra bem a tradição do Festival de Cinema de Berlim: um evento engajado e atento às múltiplas facetas do mundo. Entre os filmes brasileiros exibidos em diferentes seções, muitos exploram dilemas existenciais, revelando como o cinema nacional aborda, à sua maneira, temas universais. As questões da família, da velhice e, principalmente, do luto permearam as narrativas apresentadas na capital alemã nos primeiros dias de programação. Silvano Mendes, enviado especial da RFI a Berlim Coincidência ou não, o luto esteve presente em ao menos três produções brasileiras exibidas no festival. Uma delas é “Nosso Segredo”, primeiro longa-metragem de Grace Passô, que mergulha na intimidade de uma família mineira lidando com a morte do pai, enquanto fenômenos misteriosos mantêm o espectador em alerta até o último minuto. A trama, que flerta com o surrealismo, expõe a dificuldade de enfrentar perdas – que podem se manifestar das maneiras mais inesperadas. “'Nosso Segredo' é um filme que fala sobre a capacidade das pessoas de se juntarem dentro de um universo afetivo para tentar vencer seus traumas, seus problemas. Fala da capacidade de união”, comentou Grace pouco antes da estreia mundial do longa, na noite de sábado (14). Outro filme que aborda essa temática, ainda que de forma secundária, é “Feito Pipa”, de Allan Deberton, que acompanha a história de um garoto criado pela avó desde a morte da mãe. A relação entre os dois é abalada quando a avó adoece, e o menino tenta esconder a situação temendo ter que morar com o pai – alguém que, segundo ele, “deveria ter morrido no lugar da mãe”, como esbraveja o pequeno Gugu, interpretado com grande sensibilidade por Yuri Gomes, um ator baiano de 11 anos. O luto em um road movie introspectivo A questão do luto e as formas de enfrentá-lo também estão no centro de “Fiz um Foguete Imaginando que Você Vinha”, dirigido por Janaina Marques. Rodado no Ceará, o longa começa com ares de Thelma & Louise: duas mulheres na estrada, fugindo e, ao mesmo tempo, se reencontrando. Entre sonho e realidade, Rosa revisita sua relação com a irreverente mãe, Dalva, que passou anos presa por matar um homem prestes a cometer feminicídio. Juntas, embarcam em uma viagem delirante, buscando reencontrar memórias de um período em que poderiam ter sido felizes. Aqui, a perda é vivida como uma imersão no inconsciente da protagonista. Rosa deseja “matar essa mulher que já não se reconhece na vida, para fazer renascer uma nova mulher”, resume a diretora, que enxerga nessa busca uma forma própria de elaborar o luto. Em “Se eu fosse vivo… vivia”, de André Novais Oliveira, a morte de um ente querido é o mote inicial. “O projeto veio do luto que a gente viveu, com minha família e meus amigos, com a morte da minha mãe”, conta o cineasta, que se inspirou nessa dor para retratar um casal que segue apaixonado após 50 anos juntos. O filme começa nos anos 1970, com uma cuidadosa reconstituição da época em que os protagonistas – interpretados na juventude por Jean Paulo Santos e Tainá Evaristo – ainda namoravam. Em seguida, o espectador acompanha o casal já idoso, refletindo sobre como cada um lidaria com a ausência do outro. Entre as cenas mais marcantes, está o momento em que Jacira, a personagem principal, sugere que o marido Gilberto poderia se casar com a cunhada após sua morte. O longa de André Novais é um verdadeiro projeto familiar: o personagem de Gilberto é interpretado pelo próprio pai do diretor, Norberto Novais Oliveira, cuja atuação impressiona pelo realismo. Ele dá vida, com extrema delicadeza, a um idoso como tantos encontrados nas famílias brasileiras, que enfrenta o luto pela companheira de décadas. Ator não profissional, ele contracena com a escritora Conceição Evaristo, que também surpreende em sua estreia como atriz. “Ter ela na equipe foi bem especial. Mesmo não tendo experiência como roteirista, ela ajudou bastante a pensar também o roteiro”, comenta o diretor. A Berlinale continua até o próximo sábado (21).
Entre dezenas de produções independentes do mundo inteiro, um filme brasileiro marca presença na competição do Slamdance Film Festival, que começa no próximo dia 19, em Los Angeles. É com a estreia mundial de “Antônio Odisseia” que o Brasil desembarca no evento conhecido por revelar grandes nomes do cinema como Sean Baker, Christopher Nolan e o sul-coreano Bong Joon-ho. O longa, dirigido pelo paranaense Thales Banzai, leva à tela uma jornada intensa, caótica, visceral e bem brasileira. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles Na história, Tony e sua melhor amiga, Ivy, assaltam o bar onde ele trabalha e roubam drogas que os levam a uma odisseia surrealista rumo a um encontro com Deus. O que começa como um roubo impulsivo rapidamente se transforma em uma jornada existencial, atravessada por delírio, espiritualidade e encontros inesperados. O cineasta Thales Banzai mora em Los Angeles desde 2020 e depois de anos tentando viabilizar projetos por editais e plataformas, decidiu apostar em uma produção completamente independente.“A gente financiou por conta da nossa produtora, a Seiva, que é a nossa coprodutora no Brasil, e produtores, amigos, próximos passaram o chapéu, todo mundo botou uma grana no filme porque acreditava no projeto e a gente resolveu fazer", diz. Filmado no fim de 2024, em São Paulo, em 17 dias, o roteiro foi desenvolvido ao lado de Kelson Succi, artista vindo do teatro e que também interpreta Antônio. Uma mistura de universos que ajudou a definir o tom do filme em uma produção toda em preto e branco. “Eu adoro trabalhar em preto e branco, fotografo em preto e branco faz muito tempo. Então é algo que consigo trabalhar nessa linguagem com facilidade e de que gosto muito. Dentro da nossa situação de produção, ajuda muito num filme de baixo orçamento, para a gente conseguir fazer, trazer mais valor de produção com menos, conseguir filmar mais rápido com poucos recursos de luz, criar uma situação expressiva interessante”, reitera. Além da trilha sonora (assinada por Kiko Dinucci e arranjo de cordas de Arthur Verocai) também ser peça central da narrativa, costurando realidade e delírio, o filme reúne participações especiais de Antônio Pitanga, Teuda Bara (que faleceu em dezembro), Leci Brandão e Chico César (narração). “O mais difícil foi chegar o roteiro no Pitanga, mas quando chegou, ele leu e curtiu muito. Foi a parte que também deu energia, colocou ainda mais energia. Ele falou que [o roteiro] lembrava dos personagens que fazia nos anos 1960 e 1970 e que estava animado", relembra. Festival alternativo Criado há mais de 30 anos como uma alternativa independente, o Slamdance aconteceu durante décadas simultaneamente ao Festival de Sundance em Park City, aproveitando a concentração de profissionais da indústria que já estavam na cidade nessa época do ano. Mas, a partir de 2025, o festival saiu de Utah e se estabeleceu em Los Angeles, marcando uma nova fase na capital do cinema. “Eu sinto que pra todo mundo com quem eu falo, e que está mais ligado na indústria, esse é um festival que todo mundo curte muito e admira muito, porque é feito com uma curadoria real. É um processo super democrático de pessoas que fazem filmes mesmo e que assistem a todos os filmes e debatem extensivamente o que deve entrar", diz Banzai. Para ele, o momento é propício ao cinema brasileiro, principalmente diante do sucesso de "Ainda Estou Aqui" e "Agente Secreto". “Acho que é algo que a gente pode começar a dar esses passos no Brasil, também, de sair só dos grandes cinco festivais, Cannes, Berlim, Toronto, Oscar e Veneza, e conseguir olhar para outros lugares, que são também super catalisadores de carreiras no mundo todo não só aqui”, diz Thales. Uma coprodução Brasil–Estados Unidos, “Antônio Odisseia”, chega a Los Angeles com apresentações nos dias 23 e 24 de fevereiro dentro da programação do Slamdance Film Festival.
O Podcast Filmes Clássicos tem a honra de apresentar um episódio muito especial. Alexandre, Marcelo e Tony conversam com Dona Alice Gonzaga, filha de Adhemar Gonzaga, fundador da Cinédia, primeiro estúdio de cinema fundado no Brasil, e que continua a existir.“Lábios sem Beijos”, “Mulher”, “Ganga Bruta”, “Alô Alô Carnaval”, “Bonequinha de Seda”, “24 Horas de Sonho”, “Berlim na Batucada”, “O Ébrio”… Esses e dezenas de outros longas foram produzidos nas décadas de 1930 e 1940 e são verdadeiros documentos históricos de uma época, de uma sociedade, de lugares, de costumes, além de terem ajudado a popularizar diversos cantores e atores que se tornariam referência, como Carmem Miranda. Uma história envolvente a qualquer cinéfilo interessado.Além de ser a atual proprietária do estúdio, Alice é profunda conhecedora de toda a história da Cinédia, do cinema clássico, brasileiro e estrangeiro. Uma conversa bastante rica e variada e que ajuda a entender que se atualmente o cinema brasileiro conquista cada vez mais a atenção do mundo, muito se deve ao pioneirismo de Adhemar e da Cinédia.-------------------------------LINKS PARA ADQUIRIR O LIVRO DO PFC ("Uma Jornada pelo Cinema - Anos 1950"):UICLAP - https://loja.uiclap.com/titulo/ua98290/AMAZON (livro físico e e-book) - https://www.amazon.com.br/dp/6501481376-------------------------------Acesse nosso site: http://www.filmesclassicos.com.brInstagram: @podcastfcProcure "Podcast Filmes Clássicos" no seu aplicativo de podcast do celular, no Spotify, YouTube, Anchor ou iTunes.
Donald Trump volta a ameaçar Irão com intervenção militar. Em Angola, seca no Cuanza-Sul ameaça comunidades. Quais os impactos da inteligência artificial no jornalismo em África?
A Marcha da Vida ainda faz sentido? Para muita gente, a Marcha da Vida, programa que leva jovens judeus a um percurso de duas semanas entre Polônia, Berlim e Israel, foi uma experiência transformadora, quase um rito de passagem. Mas hoje, em um mundo atravessado por guerras, polarizações, disputas de narrativa e um crescimento preocupante do antissemitismo, essa experiência é interrogada de novas formas. O que significa caminhar por campos de extermínio num momento em que a memória da Shoá é relativizada ou instrumentalizada? Como falar de Israel com jovens que vivem tensões políticas, éticas e afetivas em relação ao Estado? E de que forma o programa pode continuar sendo um espaço de educação, memória e reflexão crítica para as juventudes judaicas diversas de hoje? Para conversar sobre o tema, convidamos mais uma vez o Yoel Schvartz, sociólogo e historiador, professor de história judaica e palestrante no Yad Vashem, o museu do Holocausto em Jerusalém. Nasceu na Argentina, mora em Israel faz trinta anos, foi diretor do instituto para a formação de liderança em Jerusalém e morou no Brasil no começo dos anos dois mil - por isso, fala português.
Sobredotada, apadrinhada pelos Grimm, apaixonou-se pelo marido por carta e trocou a Prússia pelo país de Camões. Carolina Michaëlis era considerada a mulher mais sábia de Portugal, mas tão depressa escrevia uma gramática como cozinhava sonhos de bacalhau.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em 1975, o Muro de Berlim não separava só a Alemanha. Separava a juventude da esperança e da perspectiva. O clássico "Eu, Christiane F., 13 anos, drogada, prostituída" é uma história real e atemporal que marcou a juventude dos anos 90 deixando seu legado no cinema e na literatura.Agora, este relato visceral está de volta em uma edição de luxo, com novo projeto gráfico pelo premiadíssimo Leonardo Iaccarino (@iaccabookcovers), com pintura trilateral, texto revisado, lançado pela Bertrand Brasil, selo da Editora Record.Se você ama histórias reais, cultura pop ou quer mergulhar na história que moldou uma geração, essa edição é pra você! Garanta já aqui: https://amzn.to/4oJU6RVEU, CHRISTIANE F, 13 ANOS, DROGADA E PROSTITUÍDA já está disponível em sites e livrarias!Sugira casos: casosreaispodcast.com.brApoie e receba episódios antes: apoia.se/casosreaisSiga: @casosreaisoficial | @erikamirandasRoteiro: Lucas AndriesEdição: Publi.tv - Produtora de vídeos
[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 30 de abril de 2025.] Há 80 anos, a 30 de Abril de 1945, Adolf Hitler suicidou-se com um tiro na cabeça no seu bunker em Berlim. Pouco antes tinha-se casado com a sua companheira, Eva Braun. Esta é a história desse dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, Giovanna Meneghel, cofundadora e CEO da Nude, conta como uma experiência em Berlim mudou sua visão sobre alimentação, sustentabilidade e empreendedorismo e deu origem a uma das marcas mais inovadoras de bebidas de aveia do Brasi com produtos distribuídos em todos os estados brasileiros e já presente em cinco países da América do Sul.l. Em conversa com Mariana Amaro para a nova série Do Zero ao Topo, que tem apoio da XP Empresas, a fundadora conta como a Nude nasceu em plena pandemia, os desafios de lançar uma marca em um mercado competitivo, a captação de investimentos e o impacto ambiental.
Hoje a conversa é sobre um daqueles momentos raros na nossa cultura: o cinema brasileiro está brilhando lá fora como nunca — Oscar, Cannes, Berlim — mas, aqui dentro, quem faz cinema continua preso num sistema lento, imprevisível e cheio de gargalos. Como é que a gente vive o melhor ano da nossa história… em cima de uma estrutura que ainda patina? Pra ajudar a entender esse paradoxo e olhar pro futuro, Carlos Merigo conversa com três pessoas que vivem essa indústria por ângulos diferentes: Paulo Barcellos, CEO da O2 Filmes; Igor Kupstas, diretor da O2 Play; e Bruno D'Angelo, fundador da WIP e especialista em narrativa para marcas e entretenimento. A ideia parece simples, mas tem muitas camadas: entender onde realmente estamos, por que chegamos até aqui e o que precisa mudar pra esse momento virar uma indústria sólida de verdade. 06:31 - Pauta 01:28:29 - QEAB -- PESQUISA E GERAÇÃO DE CONHECIMENTO POR UM FUTURO MAIS SUSTENTÁVEL O ITV desenvolve soluções baseadas na ciência para os desafios da sociedade, fortalecendo a bioeconomia amazônica, e contribuindo com novas possibilidades de futuro. Quer ver esse futuro acontecendo agora? Acesse itv.org e saiba mais. -- APOIO CERTO – HISTÓRIAS REAIS DE QUEM FAZ ACONTECER Uma série do Itaú Empresas em parceria com o Braincast e o g1. Assista em https://g1.globo.com/especiais-publicitarios/a/itau/alemdonegocio e veja como o conhecimento certo transforma negócios de verdade. -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios! https://www.youtube.com/channel/UCGNdGepMFVqPNgaCkNBdiLw/join --
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Psicóloga, Mestra em Psicologia e Doutora em Neurociências e Comportamento, Claudia Berlim de Mello.Só vem!>> OUÇA (93min 10s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Ilustríssima ouvinte, ilustríssimo ouvinte do Naruhodo, Chegamos na Black Week da Black November INSIDER, a maior promoção da história da marca no seu ponto alto!Ponto alto pra valer: nesta Black Week, seu desconto total pode chegar a 70%, combinando o cupom NARUHODO com os descontos do site. É isso mesmo que você ouviu: até 70% de desconto total!Link do cupom NARUHODO aplicado no carrinho:creators.insiderstore.com.br/NARUHODOE mais: frete grátis em todas as compras e brindes especiais nas compras a partir de R$399. Mas você precisa correr, por que as roupas da INSIDER duram muito, mas as promoções não.Meu destaque hoje vai pra Camiseta Polo Core, que traz estilo clássico com tecnologia.Você está cansado daquelas pólos que amassam, desbotam e têm caimento ruim? Então essa peça é pra você: tecido tecnológico estruturado, respirável e elegante. Do casual ao sofisticado, você vai estar sempre impecável.E você já sabe: entrando no canal de WhatsApp da INSIDER, você pode acessar descontos ainda maiores, por tempo super limitado.Entre no grupo de Zap agora mesmo:https://creators.insiderstore.com.br/NARUHODOWPPBFINSIDER: inteligência em cada escolha.#InsiderStore*Claudia Berlim de Mello tem graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1985), mestrado em Psicologia pela Universidade de Brasília (1993) e doutorado em Psicologia (Neurociências e Comportamento) pela Universidade de São Paulo (2003).É Professora Adjunta do Departamento de Psicobiologia, EPM/UNIFESP, Orientadora do Programa de Pós Graduação em Psicobiologia (Campus São Paulo) da UNIFESP e Bolsista produtividade CNPq.Membro do GT de Neuropsicologia da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia (ANPEPP), do Instituto Brasileiro de Neuropsicologia e Comportamento (IBENeC) e da Academia Brasileira de Neuropsicologia.Suas linhas de pesquisa concentram-se nas áreas da Psicologia Cognitiva e Neuropsicologia do Desenvolvimento, com ênfase nos seguintes temas: Cognição Social, Transtornos do Neurodesenvolvimento, Genética do Comportamento, Desenvolvimento e adaptação de testes neuropsicológicos.Lattes: http://lattes.cnpq.br/1758368777559433*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo