Podcasts about berlim

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berlim

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Ouro Sobre Azul
Ep. 291 - deixar-me surpreender por Berlim

Ouro Sobre Azul

Play Episode Listen Later Mar 8, 2026 59:58


Sobre o novo álbum do Harry, fazer hula hooping em Berlim, visitar uma amiga e sobre amizade. Berlim tem uma beleza muito particular e um caos que me cativou e que, de certa forma, representa a fase da vida em que estou. Também artilhei algumas dicas para lidar com o consumo de notícias e opinião sobre leituras e pastelarias. Espero que gostem e que março seja generoso convosco

Brasil-Mundo
Maestra brasileira Andréa Botelho estreia em orquestra alemã com Pixinguinha no repertório

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Mar 7, 2026 8:45


A maestra carioca Andréa Huguenin Botelho, radicada há 27 anos na Alemanha e já reconhecida por sua trajetória na música erudita, está prestes a encarar um desafio para poucos. Ela acaba de se tornar a primeira mulher a ocupar o posto de regente titular da Orquestra Sinfônica do Palatinado Ocidental, tradicional da cidade de Kusel, no oeste da Alemanha, com mais de 130 anos de história. Para o concerto de estreia, marcado para 21 de junho, Andréa adiantou que fará questão de incluir a música brasileira no programa: Pixinguinha deverá representar o país no palco. Gabriel Brust, correspondente da RFI em Düsseldorf, Alemanha Andréa contou à RFI como foi o processo de seleção para reger a orquestra: “O processo para você ser escolhido para uma orquestra, seja ela amadora, semi-profissional ou profissional, aqui na Alemanha, demora um pouquinho, porque é muito difícil. É um processo que eu acho muito bonito, porque, além da sua competência, você é escolhido pelos músicos da orquestra. A orquestra tem a voz para escolher o seu líder. Dentro das entrevistas que a gente tem de fazer, a gente tem que dizer o nosso conceito, porque a orquestra vai ter a minha cara. Então, eu falei que o meu conceito é que nenhum repertório, nenhum concerto vai ser só  com obras de homens”. Pesquisar e dar visibilidade a compositoras atuais e do passado se tornou uma das missões da maestra. Além, é claro, de trazer mais mulheres para os palcos. “Até metade do século 20 e até hoje, a gente tinha um problema de que as mulheres tinham dificuldade de entrar no mercado de trabalho de orquestras. O que se faz na seleção de músicos agora são as blind auditions, onde o teste é feito atrás de um biombo para a gente não ver quem está lá. E isso surgiu porque se descobriu que, quando se fechava o biombo e as pessoas não sabiam quem estava tocando, começou a aumentar o número de mulheres nas orquestras.” Andréa é curadora da série de apresentações Komponistin! (ou Compositora!, em alemão), que ocorre em Berlim, e também é membro do conselho do arquivo musical Frauen und Musik (Mulheres e Música), instituição baseada em Frankfurt focada na redescoberta, valorização e divulgação de obras de compositoras historicamente negligenciadas. Música erudita, um mundo masculino A percepção de que o mundo da música erudita era bastante masculino ocorreu ainda cedo, no Rio de Janeiro, quando Andréa começou sua carreira. “Quando fui falar com meu professor na época em que eu queria reger, ele disse: ‘não sabia que você era de igreja'. Eu disse que não era. Mas é que na cabeça dele, mulheres só regiam corais de igreja”. Foi na Rússia – um dos países fundamentais para sua trajetória musical, ao lado de Alemanha e Estados Unidos – que veio a ideia de começar a pesquisar o trabalho de autoras mulheres: “A virada de chave foi exatamente em São Petersburgo, onde fui chamada para reger uma obra de Shostakovich, que é um dos compositores que mais aprecio. Quando fui estudar a ópera Lady Macbeth do Distrito de Mtsensk, vi que ela degrada a mulher de uma forma, até com um estupro coletivo na personagem principal. É muito pesado. E aí eu falei, ‘mas peraí, eu garanto que mulher não ia escrever isso.' Daí logo pensei: mas será que elas escreveram?” Não só elas escreveram sobre muitos temas, como a maestra estará apresentando algumas de suas mulheres preferidas da música em um concerto neste domingo (8), dia da mulher, no mesmo castelo Britz, em Berlim, tendo no repertório Ivone Lara, Elza Soares, Dinorá de Carvalho, Maria Amélia e Babi de Oliveira, entre outras. Música brasileira em escola alemã A divulgação da música brasileira também tem ocupado a atribulada agenda da maestra Andréa na Alemanha. Em 2016, ela criou o Brasilianische Musik in der City West, um programa dedicado exclusivamente ao ensino da música do Brasil a estrangeiros, e inteiramente financiado pelo governo alemão. Para Andréa, há diferenciais que valorizam a música de seu país natal. “A música brasileira não proporciona o que a gente chama de estranhamento cultural. Como a música europeia teve um berço enorme, ela teve o seu caminho pelo Brasil, e também a gente teve as relações com as músicas de países africanos, e ela se mesclou. E na década de 1960, com as misturas do jazz, a música brasileira se tornou uma música muito agradável para diversas culturas”. Parceria com a filha Nos últimos anos, Andréa conta com a parceria de alguém bastante próximo, sua filha Duda Botelho que, aos 18 anos, já é uma contrabaixista que acumula prêmios, como o Concurso Internacional de Música Grunewald e o prêmio do Festival Internacional de Contrabaixo da Bélgica. “O trabalho da minha mãe foi uma grande influência, não só no meu repertório, mas também na minha musicalidade e técnica no contrabaixo. Ao longo dos anos, conforme ela foi arranjando mais peças de compositoras, ela sempre me perguntava se o que ela estava escrevendo era possível de tocar no contrabaixo. E, com isso, sem a gente perceber, esse processo contribuiu muito para o meu desenvolvimento. Eu me desafiava constantemente a conseguir tocar essas obras”, conta a jovem.

Brasil-Mundo
Maestra brasileira Andréa Botelho estreia em orquestra alemã com Pixinguinha no repertório

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Mar 7, 2026 8:45


A maestra carioca Andréa Huguenin Botelho, radicada há 27 anos na Alemanha e já reconhecida por sua trajetória na música erudita, está prestes a encarar um desafio para poucos. Ela acaba de se tornar a primeira mulher a ocupar o posto de regente titular da Orquestra Sinfônica do Palatinado Ocidental, tradicional da cidade de Kusel, no oeste da Alemanha, com mais de 130 anos de história. Para o concerto de estreia, marcado para 21 de junho, Andréa adiantou que fará questão de incluir a música brasileira no programa: Pixinguinha deverá representar o país no palco. Gabriel Brust, correspondente da RFI em Düsseldorf, Alemanha Andréa contou à RFI como foi o processo de seleção para reger a orquestra: “O processo para você ser escolhido para uma orquestra, seja ela amadora, semi-profissional ou profissional, aqui na Alemanha, demora um pouquinho, porque é muito difícil. É um processo que eu acho muito bonito, porque, além da sua competência, você é escolhido pelos músicos da orquestra. A orquestra tem a voz para escolher o seu líder. Dentro das entrevistas que a gente tem de fazer, a gente tem que dizer o nosso conceito, porque a orquestra vai ter a minha cara. Então, eu falei que o meu conceito é que nenhum repertório, nenhum concerto vai ser só  com obras de homens”. Pesquisar e dar visibilidade a compositoras atuais e do passado se tornou uma das missões da maestra. Além, é claro, de trazer mais mulheres para os palcos. “Até metade do século 20 e até hoje, a gente tinha um problema de que as mulheres tinham dificuldade de entrar no mercado de trabalho de orquestras. O que se faz na seleção de músicos agora são as blind auditions, onde o teste é feito atrás de um biombo para a gente não ver quem está lá. E isso surgiu porque se descobriu que, quando se fechava o biombo e as pessoas não sabiam quem estava tocando, começou a aumentar o número de mulheres nas orquestras.” Andréa é curadora da série de apresentações Komponistin! (ou Compositora!, em alemão), que ocorre em Berlim, e também é membro do conselho do arquivo musical Frauen und Musik (Mulheres e Música), instituição baseada em Frankfurt focada na redescoberta, valorização e divulgação de obras de compositoras historicamente negligenciadas. Música erudita, um mundo masculino A percepção de que o mundo da música erudita era bastante masculino ocorreu ainda cedo, no Rio de Janeiro, quando Andréa começou sua carreira. “Quando fui falar com meu professor na época em que eu queria reger, ele disse: ‘não sabia que você era de igreja'. Eu disse que não era. Mas é que na cabeça dele, mulheres só regiam corais de igreja”. Foi na Rússia – um dos países fundamentais para sua trajetória musical, ao lado de Alemanha e Estados Unidos – que veio a ideia de começar a pesquisar o trabalho de autoras mulheres: “A virada de chave foi exatamente em São Petersburgo, onde fui chamada para reger uma obra de Shostakovich, que é um dos compositores que mais aprecio. Quando fui estudar a ópera Lady Macbeth do Distrito de Mtsensk, vi que ela degrada a mulher de uma forma, até com um estupro coletivo na personagem principal. É muito pesado. E aí eu falei, ‘mas peraí, eu garanto que mulher não ia escrever isso.' Daí logo pensei: mas será que elas escreveram?” Não só elas escreveram sobre muitos temas, como a maestra estará apresentando algumas de suas mulheres preferidas da música em um concerto neste domingo (8), dia da mulher, no mesmo castelo Britz, em Berlim, tendo no repertório Ivone Lara, Elza Soares, Dinorá de Carvalho, Maria Amélia e Babi de Oliveira, entre outras. Música brasileira em escola alemã A divulgação da música brasileira também tem ocupado a atribulada agenda da maestra Andréa na Alemanha. Em 2016, ela criou o Brasilianische Musik in der City West, um programa dedicado exclusivamente ao ensino da música do Brasil a estrangeiros, e inteiramente financiado pelo governo alemão. Para Andréa, há diferenciais que valorizam a música de seu país natal. “A música brasileira não proporciona o que a gente chama de estranhamento cultural. Como a música europeia teve um berço enorme, ela teve o seu caminho pelo Brasil, e também a gente teve as relações com as músicas de países africanos, e ela se mesclou. E na década de 1960, com as misturas do jazz, a música brasileira se tornou uma música muito agradável para diversas culturas”. Parceria com a filha Nos últimos anos, Andréa conta com a parceria de alguém bastante próximo, sua filha Duda Botelho que, aos 18 anos, já é uma contrabaixista que acumula prêmios, como o Concurso Internacional de Música Grunewald e o prêmio do Festival Internacional de Contrabaixo da Bélgica. “O trabalho da minha mãe foi uma grande influência, não só no meu repertório, mas também na minha musicalidade e técnica no contrabaixo. Ao longo dos anos, conforme ela foi arranjando mais peças de compositoras, ela sempre me perguntava se o que ela estava escrevendo era possível de tocar no contrabaixo. E, com isso, sem a gente perceber, esse processo contribuiu muito para o meu desenvolvimento. Eu me desafiava constantemente a conseguir tocar essas obras”, conta a jovem.

DW em Português para África | Deutsche Welle
6 de Março de 2026 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 20:00


No Médio Oriente: Israel anuncia "próxima fase" das operações militares e promete "mais surpresas. Militantes da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) acusam direção de violar estatutos do partido. Cabo Verde promove turismo de natureza e cultura na Feira de Turismo de Berlim, na Alemanha.

DW em Português para África | Deutsche Welle
5 de Março de 2026 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 20:00


Especialistas alertam para prejuízos significativos dos conflitos no Médio Oriente, mas apontam também possíveis ganhos para países exportadores de energia, como Angola. Angola é o país anfitrião da Feira Internacional de Turismo de Berlim e aposta em cultura, natureza e autenticidade. Médio Oriente - Donald Trump diz que a campanha militar está a decorrer muito acima das expectativas.

DW em Português para África | Deutsche Welle
3 de Março de 2026 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 20:00


Como pode Angola, enquanto produtor de petróleo, tirar proveito da subida do preço do crude por conta da guerra no Médio Oriente? Chanceler alemão está de visita aos Estados Unidos, em pleno conflito no Médio Oriente. Em Moçambique, o Parlamento Juvenil denuncia partidarização do acesso à terra infraestruturada.

Gama Revista
Marina Person: O cinema brasileiro no mundo

Gama Revista

Play Episode Listen Later Mar 1, 2026 36:20


Estamos vivendo um momento paradoxal no cinema. Ao mesmo tempo em que filmes brasileiros chamam a atenção do público e da crítica internacional, está difícil para se produzir cinema no país.“Temos um momento muito bom de visibilidade, mas não de produção ou de incentivo à produção", afirma Marina Person, cineasta e apresentadora a Gama. Ela é a entrevistada do Podcast da Semana, da edição sobre o atual momento do cinema brasileiro."O governo Lula não conseguiu ainda colocar de volta os tijolos na casinha do Ministério da Cultura, da Secretaria do Audiovisual, do fundo setorial. Os editais não estão acontecendo, o dinheiro não está saindo”, diz.“A gente tem muita coisa boa para mostrar, somos um país enorme, o único país da América Latina que fala outra língua. Tem uma música que é incrível, o carnaval, a Amazônia. Então o reconhecimento para mim é algo que você fala ‘bom, que bom que agora tão vendo'. Mas a gente já sabia”, ela diz no podcast.Person é roteirista, diretora, atriz e uma estudiosa do cinema. Ela acaba de voltar do Festival de Berlim, onde foi exibido o filme “Isabel”, protagonizado por ela. Também está viajando pelo Brasil para apresentar a cópia restaurada em 4K do filme “São Paulo Sociedade Anônima” (1965), escrito e dirigido por seu pai, Luis Sergio Person, há 60 anos. A cópia foi restaurada pela Film Foundation, instituto de preservação da memória do cinema de Martin Scorsese.Ao Podcast da Semana, a cineasta reflete sobre o atual momento do cinema nacional no exterior, sobre a corrida pelo Oscar e sobre as chances do Brasil no prêmio, além da importância de contar e preservar as nossas histórias brasileiras.Roteiro e apresentação: Isabelle Moreira Lima

SBS Portuguese - SBS em Português
Notícias da Austrália e do Mundo | Quarta-feira, 25 de fevereiro

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 8:08


Primeiro-ministro Anthony Albanese é evacuado da residência oficial após ameaça de bomba que se mostrou infundada. Partido de extrema-direita One Nation lidera pesquisas de preferência popular na Austrália. Portugal precisa triplicar a produção de residências até 2029, diz Associação que representa o setor. Três filmes brasileiros são premiados no tradicional Festival de Berlim.

No pé do ouvido
Tarifa global de Trump beneficia Brasil

No pé do ouvido

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 23:27


Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Tarifa global de Trump beneficia Brasil. Master: Fachin arquiva relatório da PF contra Toffoli. CNJ apura absolvição de acusado de estupro por “vínculo consensual” em MG. OpenAI prepara alto-falante com câmera e óculos inteligentes. Netflix aumenta oferta pela Warner para afastar chance de Paramount. “Feito pipa”: filme brasileiro conquista dois prêmios no Festival de Berlim. E Marcelo Melo e João Fonseca vencem e emocionam no Rio Open.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Especiais
Tradução da Bíblia e resolução de conflitos

Especiais

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 38:45


Tema: Tradução da Bíblia e resolução de conflitos Apresentação: Ricardo Santos - Locutor Entrevistado: Nelson Sousa - Pastor, linguista e consultor de tradução oral da Bíblia. Professor Adjunto da Universidade Internacional de Dallas, consultor de projetos de tradução da Bíblia oral, PhD pela Universidade Livre de Berlim e Pastor auxiliar na Igreja Batista Cidade, no Rio Grande do Norte. De que forma a mensagem bíblica pode transformar os relacionamentos de povos e culturas que nunca tiveram acesso ao Evangelho de Jesus Cristo. Saiba como a tradução oral da Bíblia tem impacto na resolução de conflitos de povos da Guiné Bissau, Guiné Equatorial e o povo sertanejo aqui no Brasil por meio do trabalho de consultoria realizado pelo Nelson Sousa. Ele é pastor, linguista e consultor de projetos de tradução oral da Bíblia. Confira!See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Antagonista
Cortes do Papo - Cinema deve ficar à margem da política?

O Antagonista

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 8:21


O cineasta Wim Wenders, presidente do júri do Festival de Berlim, afirmou que o cinema deve se manter “à margem da política”.A declaração foi feita em meio a um debate na Berlinale.Duda Teixeira, Josias Teófilo e Madeleine Lacsko comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do   dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.     Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.     Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.     Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h.    Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay   https://assine.oantagonista.com.br/  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

DW em Português para África | Deutsche Welle
19 de Fevereiro de 2025 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 20:00


Subiu para quatro o número de mortes provocadas pelo incêndio no contentor de venda de combustíveis em Bafatá, na Guiné Bissau: Analista considera inviável a ordem de encerramento dos postos de venda em contentores. Debate em Moçambique: Menos tempo nas aulas é melhor para os alunos? Atriz luso-cabo-verdiana participa no Festival de Cinema de Berlim.

Gabinete de Guerra
Rússia vai atacar diretamente a NATO? "Não parece provável"

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 16:36


Berlim alerta para uma "ameaça militar convencional". Bruno Cardoso Reis avisa para o risco de "sabotagem" e "ciberataques". Relação difícil entre França e Alemanha? "É preciso valorizar a defesa."See omnystudio.com/listener for privacy information.

Economia dia a dia
França está a gastar pouco em defesa? Berlim acha que sim

Economia dia a dia

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 4:00


A Alemanha quer que os países europeus controlem a despesa e façam escolhas difíceis para cumprir a nova meta da NATO: gastar 5% do PIB em defesa até 2035See omnystudio.com/listener for privacy information.

Brasil-Mundo
Produções brasileiras destacam temas íntimos e universais na Berlinale

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 6:12


O Brasil representado este ano na Berlinale ilustra bem a tradição do Festival de Cinema de Berlim: um evento engajado e atento às múltiplas facetas do mundo. Entre os filmes brasileiros exibidos em diferentes seções, muitos exploram dilemas existenciais, revelando como o cinema nacional aborda, à sua maneira, temas universais. As questões da família, da velhice e, principalmente, do luto permearam as narrativas apresentadas na capital alemã nos primeiros dias de programação. Silvano Mendes, enviado especial da RFI a Berlim Coincidência ou não, o luto esteve presente em ao menos três produções brasileiras exibidas no festival. Uma delas é “Nosso Segredo”, primeiro longa-metragem de Grace Passô, que mergulha na intimidade de uma família mineira lidando com a morte do pai, enquanto fenômenos misteriosos mantêm o espectador em alerta até o último minuto. A trama, que flerta com o surrealismo, expõe a dificuldade de enfrentar perdas – que podem se manifestar das maneiras mais inesperadas. “'Nosso Segredo' é um filme que fala sobre a capacidade das pessoas de se juntarem dentro de um universo afetivo para tentar vencer seus traumas, seus problemas. Fala da capacidade de união”, comentou Grace pouco antes da estreia mundial do longa, na noite de sábado (14). Outro filme que aborda essa temática, ainda que de forma secundária, é “Feito Pipa”, de Allan Deberton, que acompanha a história de um garoto criado pela avó desde a morte da mãe. A relação entre os dois é abalada quando a avó adoece, e o menino tenta esconder a situação temendo ter que morar com o pai – alguém que, segundo ele, “deveria ter morrido no lugar da mãe”, como esbraveja o pequeno Gugu, interpretado com grande sensibilidade por Yuri Gomes, um ator baiano de 11 anos. O luto em um road movie introspectivo A questão do luto e as formas de enfrentá-lo também estão no centro de “Fiz um Foguete Imaginando que Você Vinha”, dirigido por Janaina Marques. Rodado no Ceará, o longa começa com ares de Thelma & Louise: duas mulheres na estrada, fugindo e, ao mesmo tempo, se reencontrando. Entre sonho e realidade, Rosa revisita sua relação com a irreverente mãe, Dalva, que passou anos presa por matar um homem prestes a cometer feminicídio. Juntas, embarcam em uma viagem delirante, buscando reencontrar memórias de um período em que poderiam ter sido felizes. Aqui, a perda é vivida como uma imersão no inconsciente da protagonista. Rosa deseja “matar essa mulher que já não se reconhece na vida, para fazer renascer uma nova mulher”, resume a diretora, que enxerga nessa busca uma forma própria de elaborar o luto. Em “Se eu fosse vivo… vivia”, de André Novais Oliveira, a morte de um ente querido é o mote inicial. “O projeto veio do luto que a gente viveu, com minha família e meus amigos, com a morte da minha mãe”, conta o cineasta, que se inspirou nessa dor para retratar um casal que segue apaixonado após 50 anos juntos. O filme começa nos anos 1970, com uma cuidadosa reconstituição da época em que os protagonistas – interpretados na juventude por Jean Paulo Santos e Tainá Evaristo – ainda namoravam. Em seguida, o espectador acompanha o casal já idoso, refletindo sobre como cada um lidaria com a ausência do outro. Entre as cenas mais marcantes, está o momento em que Jacira, a personagem principal, sugere que o marido Gilberto poderia se casar com a cunhada após sua morte. O longa de André Novais é um verdadeiro projeto familiar: o personagem de Gilberto é interpretado pelo próprio pai do diretor, Norberto Novais Oliveira, cuja atuação impressiona pelo realismo. Ele dá vida, com extrema delicadeza, a um idoso como tantos encontrados nas famílias brasileiras, que enfrenta o luto pela companheira de décadas. Ator não profissional, ele contracena com a escritora Conceição Evaristo, que também surpreende em sua estreia como atriz. “Ter ela na equipe foi bem especial. Mesmo não tendo experiência como roteirista, ela ajudou bastante a pensar também o roteiro”, comenta o diretor. A Berlinale continua até o próximo sábado (21).

Brasil-Mundo
Produções brasileiras destacam temas íntimos e universais na Berlinale

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 6:12


O Brasil representado este ano na Berlinale ilustra bem a tradição do Festival de Cinema de Berlim: um evento engajado e atento às múltiplas facetas do mundo. Entre os filmes brasileiros exibidos em diferentes seções, muitos exploram dilemas existenciais, revelando como o cinema nacional aborda, à sua maneira, temas universais. As questões da família, da velhice e, principalmente, do luto permearam as narrativas apresentadas na capital alemã nos primeiros dias de programação. Silvano Mendes, enviado especial da RFI a Berlim Coincidência ou não, o luto esteve presente em ao menos três produções brasileiras exibidas no festival. Uma delas é “Nosso Segredo”, primeiro longa-metragem de Grace Passô, que mergulha na intimidade de uma família mineira lidando com a morte do pai, enquanto fenômenos misteriosos mantêm o espectador em alerta até o último minuto. A trama, que flerta com o surrealismo, expõe a dificuldade de enfrentar perdas – que podem se manifestar das maneiras mais inesperadas. “'Nosso Segredo' é um filme que fala sobre a capacidade das pessoas de se juntarem dentro de um universo afetivo para tentar vencer seus traumas, seus problemas. Fala da capacidade de união”, comentou Grace pouco antes da estreia mundial do longa, na noite de sábado (14). Outro filme que aborda essa temática, ainda que de forma secundária, é “Feito Pipa”, de Allan Deberton, que acompanha a história de um garoto criado pela avó desde a morte da mãe. A relação entre os dois é abalada quando a avó adoece, e o menino tenta esconder a situação temendo ter que morar com o pai – alguém que, segundo ele, “deveria ter morrido no lugar da mãe”, como esbraveja o pequeno Gugu, interpretado com grande sensibilidade por Yuri Gomes, um ator baiano de 11 anos. O luto em um road movie introspectivo A questão do luto e as formas de enfrentá-lo também estão no centro de “Fiz um Foguete Imaginando que Você Vinha”, dirigido por Janaina Marques. Rodado no Ceará, o longa começa com ares de Thelma & Louise: duas mulheres na estrada, fugindo e, ao mesmo tempo, se reencontrando. Entre sonho e realidade, Rosa revisita sua relação com a irreverente mãe, Dalva, que passou anos presa por matar um homem prestes a cometer feminicídio. Juntas, embarcam em uma viagem delirante, buscando reencontrar memórias de um período em que poderiam ter sido felizes. Aqui, a perda é vivida como uma imersão no inconsciente da protagonista. Rosa deseja “matar essa mulher que já não se reconhece na vida, para fazer renascer uma nova mulher”, resume a diretora, que enxerga nessa busca uma forma própria de elaborar o luto. Em “Se eu fosse vivo… vivia”, de André Novais Oliveira, a morte de um ente querido é o mote inicial. “O projeto veio do luto que a gente viveu, com minha família e meus amigos, com a morte da minha mãe”, conta o cineasta, que se inspirou nessa dor para retratar um casal que segue apaixonado após 50 anos juntos. O filme começa nos anos 1970, com uma cuidadosa reconstituição da época em que os protagonistas – interpretados na juventude por Jean Paulo Santos e Tainá Evaristo – ainda namoravam. Em seguida, o espectador acompanha o casal já idoso, refletindo sobre como cada um lidaria com a ausência do outro. Entre as cenas mais marcantes, está o momento em que Jacira, a personagem principal, sugere que o marido Gilberto poderia se casar com a cunhada após sua morte. O longa de André Novais é um verdadeiro projeto familiar: o personagem de Gilberto é interpretado pelo próprio pai do diretor, Norberto Novais Oliveira, cuja atuação impressiona pelo realismo. Ele dá vida, com extrema delicadeza, a um idoso como tantos encontrados nas famílias brasileiras, que enfrenta o luto pela companheira de décadas. Ator não profissional, ele contracena com a escritora Conceição Evaristo, que também surpreende em sua estreia como atriz. “Ter ela na equipe foi bem especial. Mesmo não tendo experiência como roteirista, ela ajudou bastante a pensar também o roteiro”, comenta o diretor. A Berlinale continua até o próximo sábado (21).

Brasil-Mundo
Longa brasileiro 'Antônio Odisseia' concorre no Slamdance Film Festival em Los Angeles

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 6:06


Entre dezenas de produções independentes do mundo inteiro, um filme brasileiro marca presença na competição do Slamdance Film Festival, que começa no próximo dia 19, em Los Angeles. É com a estreia mundial de “Antônio Odisseia” que o Brasil desembarca no evento conhecido por revelar grandes nomes do cinema como Sean Baker, Christopher Nolan e o sul-coreano Bong Joon-ho. O longa, dirigido pelo paranaense Thales Banzai, leva à tela uma jornada intensa, caótica, visceral e bem brasileira. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles Na história, Tony e sua melhor amiga, Ivy, assaltam o bar onde ele trabalha e roubam drogas que os levam a uma odisseia surrealista rumo a um encontro com Deus. O que começa como um roubo impulsivo rapidamente se transforma em uma jornada existencial, atravessada por delírio, espiritualidade e encontros inesperados. O cineasta Thales Banzai mora em Los Angeles desde 2020 e depois de anos tentando viabilizar projetos por editais e plataformas, decidiu apostar em uma produção completamente independente.“A gente financiou por conta da nossa produtora, a Seiva, que é a nossa coprodutora no Brasil, e produtores, amigos, próximos passaram o chapéu, todo mundo botou uma grana no filme porque acreditava no projeto e a gente resolveu fazer", diz. Filmado no fim de 2024, em São Paulo, em 17 dias, o roteiro foi desenvolvido ao lado de Kelson Succi, artista vindo do teatro e que também interpreta Antônio. Uma mistura de universos que ajudou a definir o tom do filme em uma produção toda em preto e branco. “Eu adoro trabalhar em preto e branco, fotografo em preto e branco faz muito tempo. Então é algo que consigo trabalhar nessa linguagem com facilidade e de que gosto muito. Dentro da nossa situação de produção, ajuda muito num filme de baixo orçamento, para a gente conseguir fazer, trazer mais valor de produção com menos, conseguir filmar mais rápido com poucos recursos de luz, criar uma situação expressiva interessante”, reitera. Além da trilha sonora (assinada por Kiko Dinucci e arranjo de cordas de Arthur Verocai) também ser peça central da narrativa, costurando realidade e delírio, o filme reúne participações especiais de Antônio Pitanga, Teuda Bara (que faleceu em dezembro), Leci Brandão e Chico César (narração). “O mais difícil foi chegar o roteiro no Pitanga, mas quando chegou, ele leu e curtiu muito. Foi a parte que também deu energia, colocou ainda mais energia. Ele falou que [o roteiro] lembrava dos personagens que fazia nos anos 1960 e 1970 e que estava animado", relembra. Festival alternativo Criado há mais de 30 anos como uma alternativa independente, o Slamdance aconteceu durante décadas simultaneamente ao Festival de Sundance em Park City, aproveitando a concentração de profissionais da indústria que já estavam na cidade nessa época do ano. Mas, a partir de 2025, o festival saiu de Utah e se estabeleceu em Los Angeles, marcando uma nova fase na capital do cinema. “Eu sinto que pra todo mundo com quem eu falo, e que está mais ligado na indústria, esse é um festival que todo mundo curte muito e admira muito, porque é feito com uma curadoria real. É um processo super democrático de pessoas que fazem filmes mesmo e que assistem a todos os filmes e debatem extensivamente o que deve entrar", diz Banzai. Para ele, o momento é propício ao cinema brasileiro, principalmente diante do sucesso de "Ainda Estou Aqui" e "Agente Secreto". “Acho que é algo que a gente pode começar a dar esses passos no Brasil, também, de sair só dos grandes cinco festivais, Cannes, Berlim, Toronto, Oscar e Veneza, e conseguir olhar para outros lugares, que são também super catalisadores de carreiras no mundo todo não só aqui”, diz Thales. Uma coprodução Brasil–Estados Unidos, “Antônio Odisseia”, chega a Los Angeles com apresentações nos dias 23 e 24 de fevereiro dentro da programação do Slamdance Film Festival.

Brasil-Mundo
Longa brasileiro 'Antônio Odisseia' concorre no Slamdance Film Festival em Los Angeles

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 6:06


Entre dezenas de produções independentes do mundo inteiro, um filme brasileiro marca presença na competição do Slamdance Film Festival, que começa no próximo dia 19, em Los Angeles. É com a estreia mundial de “Antônio Odisseia” que o Brasil desembarca no evento conhecido por revelar grandes nomes do cinema como Sean Baker, Christopher Nolan e o sul-coreano Bong Joon-ho. O longa, dirigido pelo paranaense Thales Banzai, leva à tela uma jornada intensa, caótica, visceral e bem brasileira. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles Na história, Tony e sua melhor amiga, Ivy, assaltam o bar onde ele trabalha e roubam drogas que os levam a uma odisseia surrealista rumo a um encontro com Deus. O que começa como um roubo impulsivo rapidamente se transforma em uma jornada existencial, atravessada por delírio, espiritualidade e encontros inesperados. O cineasta Thales Banzai mora em Los Angeles desde 2020 e depois de anos tentando viabilizar projetos por editais e plataformas, decidiu apostar em uma produção completamente independente.“A gente financiou por conta da nossa produtora, a Seiva, que é a nossa coprodutora no Brasil, e produtores, amigos, próximos passaram o chapéu, todo mundo botou uma grana no filme porque acreditava no projeto e a gente resolveu fazer", diz. Filmado no fim de 2024, em São Paulo, em 17 dias, o roteiro foi desenvolvido ao lado de Kelson Succi, artista vindo do teatro e que também interpreta Antônio. Uma mistura de universos que ajudou a definir o tom do filme em uma produção toda em preto e branco. “Eu adoro trabalhar em preto e branco, fotografo em preto e branco faz muito tempo. Então é algo que consigo trabalhar nessa linguagem com facilidade e de que gosto muito. Dentro da nossa situação de produção, ajuda muito num filme de baixo orçamento, para a gente conseguir fazer, trazer mais valor de produção com menos, conseguir filmar mais rápido com poucos recursos de luz, criar uma situação expressiva interessante”, reitera. Além da trilha sonora (assinada por Kiko Dinucci e arranjo de cordas de Arthur Verocai) também ser peça central da narrativa, costurando realidade e delírio, o filme reúne participações especiais de Antônio Pitanga, Teuda Bara (que faleceu em dezembro), Leci Brandão e Chico César (narração). “O mais difícil foi chegar o roteiro no Pitanga, mas quando chegou, ele leu e curtiu muito. Foi a parte que também deu energia, colocou ainda mais energia. Ele falou que [o roteiro] lembrava dos personagens que fazia nos anos 1960 e 1970 e que estava animado", relembra. Festival alternativo Criado há mais de 30 anos como uma alternativa independente, o Slamdance aconteceu durante décadas simultaneamente ao Festival de Sundance em Park City, aproveitando a concentração de profissionais da indústria que já estavam na cidade nessa época do ano. Mas, a partir de 2025, o festival saiu de Utah e se estabeleceu em Los Angeles, marcando uma nova fase na capital do cinema. “Eu sinto que pra todo mundo com quem eu falo, e que está mais ligado na indústria, esse é um festival que todo mundo curte muito e admira muito, porque é feito com uma curadoria real. É um processo super democrático de pessoas que fazem filmes mesmo e que assistem a todos os filmes e debatem extensivamente o que deve entrar", diz Banzai. Para ele, o momento é propício ao cinema brasileiro, principalmente diante do sucesso de "Ainda Estou Aqui" e "Agente Secreto". “Acho que é algo que a gente pode começar a dar esses passos no Brasil, também, de sair só dos grandes cinco festivais, Cannes, Berlim, Toronto, Oscar e Veneza, e conseguir olhar para outros lugares, que são também super catalisadores de carreiras no mundo todo não só aqui”, diz Thales. Uma coprodução Brasil–Estados Unidos, “Antônio Odisseia”, chega a Los Angeles com apresentações nos dias 23 e 24 de fevereiro dentro da programação do Slamdance Film Festival.

Convidado
Reunião com Félix Tshisekedi em Luanda: "Angola é um mediador nato do conflito da RDC"

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 15:36


O chefe de Estado de Angola e Presidente em exercício da União Africana, João Lourenço, esteve reunido nesta segunda-feira em Luanda com o seu homólogo da RDC, Félix Tshisekedi, com o Presidente do Conselho da República do Togo e mediador da União Africana, juntamente com outros mediadores, para evocar o conflito que continua vigente no leste da RDC, apesar da recente assinatura de acordos para pôr fim às hostilidades. Segundo um comunicado da presidência angolana emitido no final do encontro, Luanda foi mandatada para encetar consultas "com todas as partes congolesas interessadas", para a criação de condições e a realização de um diálogo inter-congolês. Os participantes no encontro lançaram um apelo para que os beligerantes declarem um cessar-fogo, “a entrar em vigor na data e hora a serem acordadas”, incitando-os acelerar a aplicação dos Mecanismos de Verificação do Cessar-fogo, acordados em Doha a 14 de Outubro de 2025. Neste comunicado, Luanda refere que os participantes recordam a necessidade de se cumprirem “as decisões tomadas ao abrigo do Acordo de Washington de 4 de Dezembro de 2025" e "as Resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre a retirada das tropas ruandesas do território congolês e a neutralização das FDLR”. Estes apelos surgem numa altura em que se constata que os acordos assinados pelas partes em conflito não estão a ser seguidos de efeitos, dado que o cessar-fogo tem sido tão repetidamente violado no terreno, que os Estados Unidos ameaçaram aplicar sanções contra quem desrespeita o acordo de paz que mediaram no ano passado. Esta reunião em Luanda que marca o regresso de Angola no processo negocial da RDC quase um ano depois de se afastar da mediação em Março de 2025, na ausência de entendimentos, acontece igualmente numa altura em que Luanda está prestes a deixar a presidência em exercício da União Africana. Nos próximos dias 14 e 15 de Fevereiro, decorre a cimeira de Chefes de Estado e de governo da União Africana durante a qual Angola vai passar o testemunho ao Burundi na liderança rotativa do bloco continental. Em entrevista concedida à RFI, Osvaldo Mboco, professor de Relações Internacionais ligado à Universidade Técnica de Angola, considera que a reunião desta segunda-feira traduz o reconhecimento de que Luanda tem um papel a desempenhar relativamente à RDC. RFI: Como se pode interpretar a reunião que decorreu nesta segunda-feira em Luanda? Osvaldo Mboco: Este encontro enquadra-se nos esforços para a pacificação no leste da República Democrática do Congo, por via de uma iniciativa africana e penso que o Presidente Félix Tshisekedi percebeu que a solução para os problemas no seu país não deve ser encontrada em outras geografias, quer a nível do Catar e quer a nível dos Estados Unidos, porque esses dois mecanismos não produziram efeitos factíveis, não reduziram ao máximo aquilo que são as tensões que se registam no Leste da República Democrática do Congo. O acordo de Washington continua a ser violado ciclicamente. O entendimento de Doha não avança e penso que este recuo por parte do presidente Félix Tshisekedi, por um lado, procura uma solução africana e, por outro lado, também é o reconhecimento pelo Presidente Félix Tshisekedi das acções que foram levadas a cabo por Angola, que esteve muito mais próxima da pacificação do Leste da República Democrática do Congo comparativamente ao cenário actual, e o reconhecimento que Angola é uma peça central para aquilo que pode ser a estabilidade no leste da República Democrática do Congo. Se fizermos um recuo histórico, vamos perceber que Angola, em determinado momento e contexto da história política congolesa, esteve sempre no meio deste processo de pacificação no leste da República Democrática do Congo. Primeiro, pela via daquilo que foi o derrube de Mobutu na RDC, depois pelas estratégias de protecção do Presidente Kabila pai e também pelos processos que Angola foi encabeçando a nível da RDC. Então, eu tenho estado a defender que Angola é um mediador nato do conflito da República Democrática do Congo. Agora, é importante também aqui sublinhar o seguinte: este encontro visa essencialmente um diálogo inter-congolês e esse diálogo inter-congolês procura, na sua essência, congregar quer a sociedade civil, quer os grupos de pressão, quer também as religiões, principalmente a Igreja Católica e os grupos insurgentes que gravitam na RDC. Mesmo também as vozes dissonantes e aqui, de vozes dissonantes, podemos citar o Presidente Joseph Kabila, podem ser chamados para este diálogo. Pode funcionar porque a RDC tem um elemento histórico que foi o diálogo inter-congolês em Sun City, na África do Sul, penso que em 2002-2003, onde também houve uma espécie de diálogo inter-congolês. E aqui a grande questão é observar que se o M23 não participa desse diálogo inter-congolês, que é hoje o grupo beligerante com maior capacidade combativa no terreno, esse diálogo pode não produzir os efeitos factíveis. E daí é que olhamos para a nota de imprensa da República de Angola quanto a este encontro. Eles chamam a atenção sobre a necessidade de se acelerar o mecanismo de Doha do ponto de vista do entendimento entre o M23 e a República Democrática do Congo. Primeiro, é uma pressão a Doha que deve dinamizar aquilo que foi o acordo encontrado entre o governo e o M23. Mas também é uma crítica porque percebe-se que Doha, independentemente de ter aquele encontro que foi muito mediatizado, a fotografia que circulou o mundo, mas não produziu o resultado factível do ponto de vista do entendimento entre o M23 e o governo. Claramente que é importante que as questões estruturais fracturantes possam estar por cima da mesa. Podemos ver que o M23 pode ser extinto pela via política, desde que determinados elementos que eles defendem estejam aí salvaguardados. Do ponto de vista do entendimento, eu acho um pouco difícil, porque hoje o M23 não quer simplesmente ter uma pressão ao fazer política, mas quer também controlar território. E o controlo desses territórios, muitas vezes são territórios ricos em termos de minérios. E aqui começa a abordagem de uma questão de cessão de território da RDC. RFI: E, lá está, relativamente, às pretensões do M23. O que se nota nestes últimos meses, depois da conclusão de diversos acordos, tanto no processo de Doha como também em Washington, é que, de facto, as partes envolvidas não estão confortáveis com os acordos que foram alcançados. Tanto o M23 como o Ruanda, sente-se que querem mais. O que é que eles querem? Osvaldo Mboco: Fica muito difícil trazer isto na análise, porque em muitos casos há elementos que não transpiram para fora. Mas o que nós podemos fazer é aqui algumas conjunções em função daquilo que a nossa observação e também de informações que vamos tentando cruzar. E uma delas é o Ruanda ter acesso a determinados minérios da RDC. Há quem já fale também que o Ruanda pretende alargar o seu território, porque reclama que a Conferência de Berlim (em 1884-1885) amputou território do Ruanda e há uma parte do Ruanda que está na RDC. Pode ser que o Ruanda pretenda reconfigurar esta questão para a estabilidade. E, como deve calcular, o Ruanda é um país pequeno que tem estado a crescer do ponto de vista demográfico também. Logo, há essa pretensão. Os grupos erráticos que surgem, normalmente eles procuram usar o sentimento étnico, mas na verdade são senhores de guerra. São senhores do contrabando, do tráfico, que usam a sua posição para o enriquecimento ilícito de uma determinada elite daquele grupo. E tanto é assim que nós conseguimos observar que os grupos erráticos que residem na RDC, muitos deles digladiam-se entre si na procura e no controlo de terras ou de espaços geográficos onde existem de facto minérios para poderem contrabandear esses minérios. RFI: Voltando à visita de Tshisekedi a Luanda, esta visita também se insere numa digressão que efectuou com o objectivo de obter sanções contra os M23. Julga que as sanções são uma alavanca útil neste processo? Osvaldo Mboco: Claramente que sim. Claramente que sim, porque os beligerantes só continuam com as acções de desestabilização e com a força militar que se encontra, o poder militar que têm no teatro das operações, porque eles continuam -primeiro- a contrabandear minérios e há é alguém que compra esses minérios, por um lado. E nesse contrabando de minérios, eu tenho estado a defender que existem figuras do Estado da RDC que facilitam a saída desses minérios. As sanções também podem ser para os países que têm estado a dar guarida aos M23, porque se aquele material bélico sofisticado chega até ao M23 que tem capacidade de desbaratar uma força regular que é o Exército da República Democrática do Congo, dentro de um quadro da conflitualidade, é porque vem de algum sítio. Tem país de trânsito. Qual é o país de trânsito? E é fundamental que todos os envolventes para a instabilidade no leste da República Democrática do Congo, a comunidade internacional, tenha uma posição muito mais clara, muito mais firme e não a ficar simplesmente do ponto de vista daquilo que são as condenações, mas do ponto de vista das sanções, porque se assim não fizer, a comunidade internacional acaba sendo cúmplice. Porque os próprios Estados Unidos entendem que o Ruanda tem estado a violar o cessar-fogo e a apoiar o M23. A presença de tropas ruandesas em solo da RDC é uma violação à soberania do Estado da RDC. Então como é que não se obriga o Ruanda a retirar os militares que lá estão? RFI: Os Estados Unidos anunciaram recentemente que estavam a ponderar a hipótese de sanções. Julga que este é o passo a seguir por Washington? Osvaldo Mboco: Uma coisa é o discurso político, outra coisa é a acção política. E nós vimos que os Estados Unidos, quando têm interesse, eles agem com a tenacidade que é exigida para o contexto. Se os Estados Unidos só ponderam sanções numa altura em que os Estados Unidos têm a força para impor que o Ruanda cumpra os acordos de paz, porque até o Ruanda não cumpriu os acordos de paz assinados em Washington, fragiliza a imagem dos Estados Unidos enquanto 'Estado gendarme' do sistema internacional, porque os Estados Unidos têm uma responsabilidade acrescida como guardião da paz e da estabilidade mundial. Então, quando um acordo é assinado em seu solo, onde há comprometimento, uma das partes, que é um país periférico como a RDC, Ruanda e grande parte dos países africanos que são países periféricos e a superpotência não consegue impor, isto descredibiliza até a capacidade dos EUA em mediar e negociar determinados assuntos. RFI: Não podemos também esquecer-nos que este encontro em Luanda decorre apenas alguns dias antes da cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana. O que é que se pode esperar para a RDC nesta cimeira? Osvaldo Mboco: Eu penso que a questão da paz, estabilidade e segurança no continente africano é um tema que é transversal às várias presidências que vão surgir. Com certeza, a RDC estará em cima da mesa. E podemos aqui perceber que este encontro preliminar, ainda no âmbito da sua Presidência, Angola, talvez percebeu que era fundamental ter dado um passo mais consistente nas vestes de Presidente da União Africana sobre a matéria de paz e estabilidade na República Democrática do Congo. Porque em abono da verdade, a forma como Angola foi tratada aquando da sua saída do processo de mediação foi uma forma que embaraçou a diplomacia angolana. Expôs até certo ponto, o Estado angolano numa posição não confortável. E penso que esses acontecimentos foram determinantes para que Angola entendesse se afastar temporariamente. E também os pronunciamentos do Presidente Kagame que fizeram com que Angola se afastasse temporariamente e reconfigurar-se a sua abordagem. Mas, conforme eu disse inicialmente, Angola é o mediador natural da República Democrática do Congo por vários factores e pelo factor também da aproximação geográfica. Nós partilhamos uma fronteira de 2511 km de extensão. Ou seja, a RDC é extremamente importante para Angola e toda e qualquer alteração securitária e política que decorre na RDC acaba tendo implicações para o Estado angolano devido à fronteira. Logo, Angola tem uma preocupação redobrada daquilo que acontece na República Democrática do Congo. E penso que, observando esses elementos e também a vinda do Presidente Félix Tshisekedi a Luanda no mês passado -foram aproximadamente três vezes- penso que deve ter dado garantias ao Presidente João Lourenço, que estaria disposto em observar e cumprir alguns dos conselhos saídos de Luanda. Porque, o Presidente Félix também é parte da culpa desse clima de deterioração em que se encontra hoje o leste da RDC. Por uma razão muito simples: o M23 no passado já havia aceitado acantonar. Houve um processo de acantonamento em como o M23 havia aceitado, que estava a ser conduzido por Angola, mas que por intransigência do Presidente Félix Tshisekedi, quer pela falta do comprometimento do Presidente Tshisekedi em aceitar que esses indivíduos pudessem ser enquadrados, houvesse processo de acantonamento e, posteriormente, uma abordagem interna para que esses indivíduos pudessem integrar o exército. E não só. Houve por parte do Presidente Tshisekedi uma acção que não foi nesta direcção, porque talvez na altura estava num período eleitoral e não queria, de facto, desagradar a um segmento do eleitorado que é muito anti-M23. E a perda deste processo de acantonamento, que estava acertado nos moldes que estavam convencionados, fez com que o M23 depois conquistasse e alargasse o seu controlo a outras cidades.

Astrologia & Mindfulness - Astrólogo Saimagos
Resumo da semana de 8 a 14 de fevereiro

Astrologia & Mindfulness - Astrólogo Saimagos

Play Episode Listen Later Feb 7, 2026 29:03


Esta é a semana da ilusão, ou melhor da desilusão, quando você tem que reavaliar tudo! Nesta semana começa já os efeitos do mercúrio retrógrado no signo de peixes, Vênus vai ingressar em peixes e Saturno inicia o seu percurso depois de 30 anos retorna ao signo de Áries ♈️ e vai se encontrar com Netuno.Muitos muros, muitas lideranças, muitos gurus vão cair como aconteceu em 1989 com a queda do muro de Berlim e a crise financeira que o Brasil passou com o plano Color.Pra agendar um horário acesse https://tr.ee/MapaAstralCompleto ou mande mensagem no (11) 96690 6266. Vagas para se consultar comigo somente a partir de abril.

Podcast Filmes Clássicos
Episódio #256 - Cinédia - Conversa com Alice Gonzaga

Podcast Filmes Clássicos

Play Episode Listen Later Feb 1, 2026 145:48


O Podcast Filmes Clássicos tem a honra de apresentar um episódio muito especial. Alexandre, Marcelo e Tony conversam com Dona Alice Gonzaga, filha de Adhemar Gonzaga, fundador da Cinédia, primeiro estúdio de cinema fundado no Brasil, e que continua a existir.“Lábios sem Beijos”, “Mulher”, “Ganga Bruta”, “Alô Alô Carnaval”, “Bonequinha de Seda”, “24 Horas de Sonho”, “Berlim na Batucada”, “O Ébrio”… Esses e dezenas de outros longas foram produzidos nas décadas de 1930 e 1940 e são verdadeiros documentos históricos de uma época, de uma sociedade, de lugares, de costumes, além de terem ajudado a popularizar diversos cantores e atores que se tornariam referência, como Carmem Miranda. Uma história envolvente a qualquer cinéfilo interessado.Além de ser a atual proprietária do estúdio, Alice é profunda conhecedora de toda a história da Cinédia, do cinema clássico, brasileiro e estrangeiro. Uma conversa bastante rica e variada e que ajuda a entender que se atualmente o cinema brasileiro conquista cada vez mais a atenção do mundo, muito se deve ao pioneirismo de Adhemar e da Cinédia.-------------------------------LINKS PARA ADQUIRIR O LIVRO DO PFC ("Uma Jornada pelo Cinema - Anos 1950"):UICLAP - ⁠⁠⁠⁠https://loja.uiclap.com/titulo/ua98290/⁠⁠⁠⁠AMAZON (livro físico e e-book) - ⁠⁠⁠⁠https://www.amazon.com.br/dp/6501481376⁠⁠⁠⁠-------------------------------Acesse nosso site: ⁠⁠⁠⁠⁠http://www.filmesclassicos.com.br⁠⁠⁠⁠⁠Instagram: @podcastfcProcure "Podcast Filmes Clássicos" no seu aplicativo de podcast do celular, no Spotify, YouTube, Anchor ou iTunes.

DW em Português para África | Deutsche Welle
29 de Janeiro de 2026 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 20:00


Donald Trump volta a ameaçar Irão com intervenção militar. Em Angola, seca no Cuanza-Sul ameaça comunidades. Quais os impactos da inteligência artificial no jornalismo em África?

E eu com isso?
#359 Ir a Auschwitz ainda faz sentido?

E eu com isso?

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 42:02


A Marcha da Vida ainda faz sentido? Para muita gente, a Marcha da Vida, programa que leva jovens judeus a um percurso de duas semanas entre Polônia, Berlim e Israel, foi uma experiência transformadora, quase um rito de passagem. Mas hoje, em um mundo atravessado por guerras, polarizações, disputas de narrativa e um crescimento preocupante do antissemitismo, essa experiência é interrogada de novas formas.  O que significa caminhar por campos de extermínio num momento em que a memória da Shoá é relativizada ou instrumentalizada? Como falar de Israel com jovens que vivem tensões políticas, éticas e afetivas em relação ao Estado? E de que forma o programa pode continuar sendo um espaço de educação, memória e reflexão crítica para as juventudes judaicas diversas de hoje? Para conversar sobre o tema, convidamos mais uma vez o Yoel Schvartz, sociólogo e historiador, professor de história judaica e palestrante no Yad Vashem, o museu do Holocausto em Jerusalém. Nasceu na Argentina, mora em Israel faz trinta anos, foi diretor do instituto para a formação de liderança em Jerusalém e morou no Brasil no começo dos anos dois mil - por isso, fala português.

Papo de Cinema
#243 :: Ato Noturno

Papo de Cinema

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 50:08


Lançado em 2025 no Festival de Berlim, Ato Noturno marca mais um capítulo na trajetória autoral de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, dupla que se consolidou como um dos nomes mais consistentes do cinema brasileiro contemporâneo ao explorar temas como desejo, identidade, solidão e performatividade. Desde Beira-Mar (2015) até o reconhecimento internacional com Tinta Bruta (2018) - vencedor do Teddy Award no Festival de Berlim - os cineastas constroem narrativas sensoriais, atravessadas por personagens à margem e por uma forte relação entre corpo, espaço urbano e intimidade.Em Ato Noturno, Reolon e Matzembacher voltam a mergulhar na atmosfera da noite como território de encontros, tensões e reinvenções, ampliando seu olhar sobre afetos masculinos e dinâmicas de poder. Neste episódio do podcast Papo de Cinema, Robledo Milani, Cirillo Luna (ator do filme) e Thiago Pethit (compositor da trilha sonora do longa) falam sobre Ato Noturno, que, enfim, chega aos cinemas brasileiros.

Convidado Extra
Welket Bungué: “O cinema português ainda precisa de ser colorido”

Convidado Extra

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 36:29


“Um bom actor tem de ser boa pessoa”, diz ”Welket Bungué, ator, realizador e produtor guineense radicado em Berlim, filmou com Cronenberg e Meirelles, e espera um convite de Denzel Washington See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noizecast
DISSECANDO #125 - O INÍCIO DA ERA DE BERLIM - LOW - DAVID BOWIE (FEAT. PODCAST BOTA O DISCO AI)

Noizecast

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 85:35


No programa de hoje iniciamos nosso especial sobre a trilogia de Berlim do David Bowie. Momento icônico do nosso blackstar que não começou exatamente na Alemanha mas contamos tudo durante o episódio e, fiquem ligados que em breve no podcast Bota o disco aí será postado a continuação, onde vamos dissecar o disco seguinte, "Heroes". Para mais conteúdos sobre música, siga o @noizecast_ no instagram. Feito por Bruno Fonseca (@brunofonsecaxx) e Sammyr Muradi (@muradisammyr). Arte e design: Alex Almeida (@alxmd).

Escuta Essa
Efeito Mandela

Escuta Essa

Play Episode Listen Later Jan 14, 2026 42:45


Estamos de volta! Ter uma memória equivocada é normal, mas e quando várias pessoas possuem coletivamente memória de alguma coisa que não aconteceu? Dragon Ball Z sendo interrompido na televisão pela queda das Torres Gêmeas, cores erradas em personagens famosos e até na bandeira nacional, logomarcas em que a versão errada parece mais real do que a real. O que explica o "Efeito Mandela", nome dado à distorção coletiva da memória?Este é mais um episódio do Escuta Essa, podcast agora quinzenal em que Denis e Danilo trocam histórias de cair o queixo e de explodir os miolos. Duas vezes por mês, sempre às quartas-feiras, no seu agregador de podcasts favorito!Ajude o Escuta Essa a voltar a ser semanal! Faça parte do Clube dos Escuteiros agora mesmo em apoia.se/escutaessaNão deixe de enviar os episódios do Escuta Essa para aquela pessoa com quem você também gosta de compartilhar histórias e aproveite para mandar seus comentários e perguntas no Spotify, nas redes sociais, ou no e-mail escutaessa@aded.studio. A gente sempre lê mensagens no final de cada episódio!...NESTE EPISÓDIO•⁠ ⁠Dragon Ball Z não foi interrompido pelo Plantão da Globo no dia 11 de setembro de 2001.•⁠ ⁠Wilma Bainbridge é especialista em "Efeito Mandela" na Universidade de Chicago. Nesta matéria ela comenta equívocos frequentes, como o rabo do Pikachu e a logomarca de Fruit of the Loom.- "Rich Uncle Pennybags", também conhecido como "Mr. Monopoly", é o mascote do jogo "Monopoly", que veio ao Brasil inicialmente como "Banco Imobiliário".•⁠ ⁠Um resumo dos testes sobre a memória citados podem ser vistos aqui.•⁠ ⁠Pedro Bial não estava na cobertura da queda do muro de Berlim em 1989.•⁠ ⁠Os emojis de ladrão, de homem fazendo trilha e de cavalo marinho não existem....AD&D STUDIOA AD&D produz podcasts e vídeos que divertem e respeitam sua inteligência! Acompanhe todos os episódios em ⁠aded.studio⁠ para não perder nenhuma novidade.

da ideia à luz
Atualizar Criação Ep#201 - 09/12/2025 -Thelma Bonavita: Trânsito e confluências - modos de criar figurino

da ideia à luz

Play Episode Listen Later Jan 14, 2026 112:32


Thelma Bonavita é uma artista de dança cujo trabalho se situa na intersecção entre coreografia, artes visuais e moda. Desde 2014, ela vive e trabalha em São Paulo e Berlim. Foi cofundadora do estúdio NOVA DANÇA, plataforma DESABA com Cristian Duarte, e Como clube. Bonavita teve formação clássica de 1972 a 1989, o Método LABAN na Universidade de São Paulo (USP), Faculdade de Comunicação e Artes, de 1989 a 1991, e como aluno convidado na escola holandesa SNDO (School for New Dance Development), de 1997 a 1999. Integra o CED (Centro de Estudos de Dança), um grupo de estudos orientado por Helena Katz na PUC (Pontifícia Universidade Católica), desde 1998. Atualmente, Bonavita tem desenvolvido figurinos para dança, tanto em Berlim como São Paulo.Caderno de Artista com Thelma Bonavita: http://youtube.com/watch?v=kepAiTJyN8M@‌trajo_bonavitaNesta conversa Thelma Bonavita fala sobre suas práticas, pesquisas e produções que são o resultado de processos interdisciplinares de longo prazo com o corpo como premissa. O resultado utiliza diferentes formatos, como performances, festas conceituais, clubes artísticos, vídeo, roupas e figurinos, como dispositivos coreográficos.Links falados na conversa:COMO clubehttps://terremoto.mx/revista/36923/comoclube?lang=enArtigohttps://issuu.com/thelmabonavita/docs/queer_feminist_brazilian_puzzleFERVOhttps://vimeo.com/70602944?fl=pl&fe=shFALSO RITUAL BIENAL SÃO PAULO 2014https://youtu.be/IZQ9XJLMhzY?si=pmQPMK5HeRjZdoGEEu sou uma fruta gogoia em três tendências (solo)https://vimeo.com/64487157?fl=pl&fe=shPlataforma DESABAhttps://z0na.hotglue.me/?DESABAarqueologia do futuro (estudo)https://issuu.com/thelmabonavita/docs/caderno_arqueologiaNOVA DANÇAhttps://www.instagram.com/novadancaestudio?igsh=MTRmdzYwdXIzZWFuaw==Helena Katzhttps://www.instagram.com/triz_plataforma?igsh=MWZsa2pkNmZjdGhzZA==magazines:I HAVE A TAIL TO TELLhttps://issuu.com/thelmabonavita/docs/i_have_a_tail_to_tell_reducedTROPICAL DELLUSIONhttps://issuu.com/thelmabonavita/docs/tropical_delusion_mag._001Plataforma Triz:https://www.plataformatriz.com.br/#:~:text=Helena%20Katz%20aposta%20na%20educa%C3%A7%C3%A3o,cultural%20(1977%2D2017).Fleshion [aparências]the politics and poetics of appearances:https://www.youtube.com/watch?v=-dz0qPMaBBQ&t=8sSite Michelle Moura:http://michellemoura.comCONTATO:thelbonavita@gmail.com

Conversas à quinta - Observador
As Desobedientes. A fada que veio de Berlim ser a primeira professora em Coimbra

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Jan 12, 2026 38:21


Sobredotada, apadrinhada pelos Grimm, apaixonou-se pelo marido por carta e trocou a Prússia pelo país de Camões. Carolina Michaëlis era considerada a mulher mais sábia de Portugal, mas tão depressa escrevia uma gramática como cozinhava sonhos de bacalhau.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Casos Reais
A Verdadeira História de "Christiane F"

Casos Reais

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 35:11


Em 1975, o Muro de Berlim não separava só a Alemanha. Separava a juventude da esperança e da perspectiva. O clássico "Eu, Christiane F., 13 anos, drogada, prostituída" é uma história real e atemporal que marcou a juventude dos anos 90 deixando seu legado no cinema e na literatura.Agora, este relato visceral está de volta em uma edição de luxo, com novo projeto gráfico pelo premiadíssimo Leonardo Iaccarino (@iaccabookcovers), com pintura trilateral, texto revisado, lançado pela Bertrand Brasil, selo da Editora Record.Se você ama histórias reais, cultura pop ou quer mergulhar na história que moldou uma geração, essa edição é pra você! Garanta já aqui: https://amzn.to/4oJU6RVEU, CHRISTIANE F, 13 ANOS, DROGADA E PROSTITUÍDA já está disponível em sites e livrarias!Sugira casos: casosreaispodcast.com.brApoie e receba episódios antes: apoia.se/casosreaisSiga: @casosreaisoficial | @erikamirandasRoteiro: Lucas AndriesEdição: Publi.tv - Produtora de vídeos

E o Resto é História
Os mais ouvidos de 2025. O dia em que Adolf Hitler se suicidou

E o Resto é História

Play Episode Listen Later Dec 27, 2025 46:32


[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 30 de abril de 2025.] Há 80 anos, a 30 de Abril de 1945, Adolf Hitler suicidou-se com um tiro na cabeça no seu bunker em Berlim. Pouco antes tinha-se casado com a sua companheira, Eva Braun. Esta é a história desse dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Do Zero ao Topo
Giovanna Meneghel: da moda à foodtech que transformou o mercado de aveia

Do Zero ao Topo

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 52:59


Neste episódio, Giovanna Meneghel, cofundadora e CEO da Nude, conta como uma experiência em Berlim mudou sua visão sobre alimentação, sustentabilidade e empreendedorismo e deu origem a uma das marcas mais inovadoras de bebidas de aveia do Brasi com produtos distribuídos em todos os estados brasileiros e já presente em cinco países da América do Sul.l. Em conversa com Mariana Amaro para a nova série Do Zero ao Topo, que tem apoio da XP Empresas, a fundadora conta como a Nude nasceu em plena pandemia, os desafios de lançar uma marca em um mercado competitivo, a captação de investimentos e o impacto ambiental. 

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | DESTRUIR MUROS EM FAVOR DA UNIÃO

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 4:56


Leitura Bíblica Do Dia: EFÉSIOS 2:11-22 Plano De Leitura Anual: MIQUEIAS 6–7; APOCALIPSE 13  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  As famílias e amigos tinham permanecido separados pelo Muro de Berlim desde que o governo da Alemanha Oriental o erguera em 1961. Essa barreira impedia que os cidadãos fugissem para a Alemanha Ocidental. Na verdade, de 1949 até o dia em que a estrutura foi construída, estima-se que mais de 2,5 milhões de alemães conseguiram ir para o lado ocidental. O presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan, de frente para o muro, em 1987, disse: “Derrubem este muro!”. Suas palavras geraram uma onda de mudanças que permitiram a sua queda, em 1989, e a gloriosa reunificação da Alemanha. Paulo escreveu sobre um “muro de inimizade” derrubado por Jesus (EFÉSIOS 2:14). O muro existia entre os judeus (povo escolhido de Deus) e os gentios (os outros povos). Era simbolizado pelo soreg (parede divisória) no antigo templo erguido por Herodes o Grande, em Jerusalém. Impedia os gentios de irem além dos pátios externos do templo, embora dali pudessem ver os pátios internos. Mas Jesus trouxe “paz” e reconciliação entre judeus e gentios; entre Deus e todos os povos. Jesus fez isso “ao derrubar o muro de inimizade que nos separava” por “sua morte na cruz” (vv.14,16). As “boas-novas de paz” possibilitam a união de todos pela fé em Cristo (vv.17-18). Muitas coisas nos dividem, mas pela graça de Deus esforcemo-nos para viver a paz e a união encontradas em Jesus (vv.19-22)  Por: TOM FELTEN 

Braincast
O paradoxo do Cinema Brasileiro: glória global, burocracia nacional • BRAINCAST 616

Braincast

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 96:37


Hoje a conversa é sobre um daqueles momentos raros na nossa cultura: o cinema brasileiro está brilhando lá fora como nunca — Oscar, Cannes, Berlim — mas, aqui dentro, quem faz cinema continua preso num sistema lento, imprevisível e cheio de gargalos. Como é que a gente vive o melhor ano da nossa história… em cima de uma estrutura que ainda patina? Pra ajudar a entender esse paradoxo e olhar pro futuro, Carlos Merigo conversa com três pessoas que vivem essa indústria por ângulos diferentes: Paulo Barcellos, CEO da O2 Filmes; Igor Kupstas, diretor da O2 Play; e Bruno D'Angelo, fundador da WIP e especialista em narrativa para marcas e entretenimento. A ideia parece simples, mas tem muitas camadas: entender onde realmente estamos, por que chegamos até aqui e o que precisa mudar pra esse momento virar uma indústria sólida de verdade. 06:31 - Pauta 01:28:29 - QEAB -- PESQUISA E GERAÇÃO DE CONHECIMENTO POR UM FUTURO MAIS SUSTENTÁVEL O ITV desenvolve soluções baseadas na ciência para os desafios da sociedade, fortalecendo a bioeconomia amazônica, e contribuindo com novas possibilidades de futuro. Quer ver esse futuro acontecendo agora? Acesse itv.org e saiba mais. -- APOIO CERTO – HISTÓRIAS REAIS DE QUEM FAZ ACONTECER Uma série do Itaú Empresas em parceria com o Braincast e o g1. Assista em https://g1.globo.com/especiais-publicitarios/a/itau/alemdonegocio e veja como o conhecimento certo transforma negócios de verdade. -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios! https://www.youtube.com/channel/UCGNdGepMFVqPNgaCkNBdiLw/join --

Dev Sem Fronteiras
Engenheiro de Software em Stuttgart, Alemanha - Carreira Sem Fronteiras #219

Dev Sem Fronteiras

Play Episode Listen Later Nov 27, 2025 36:45


O jundiaiense Vinícius se mudou para Curitiba para cursar Engenharia da Computação e, graças ao Ciência Sem Fronteiras, pôde conhecer a Alemanha.De volta ao Brasil e já formado, ele engatou um mestrado em, curiosamente, engenharia biomédica. Para concluir o mestrado, ele voltou para a Alemanha, onde está até hoje.Neste episódio, o Vinicius detalha essa sua trajetória, e conta as particularidades de se morar em Stuttgart, ao invés de Berlim.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaVinícius Mazzola, Engenheiro de Software em Stuttgart, AlemanhaLinks:LinkedIn do ViniciusA Black November da Alura começou! Aproveite o maior desconto do ano e inscreva-se na Alura com até 50% de desconto!TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #56: Claudia Berlim de Mello

Naruhodo

Play Episode Listen Later Nov 24, 2025 93:09


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Psicóloga, Mestra em Psicologia e Doutora em Neurociências e Comportamento, Claudia Berlim de Mello.Só vem!>> OUÇA (93min 10s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Ilustríssima ouvinte, ilustríssimo ouvinte do Naruhodo, Chegamos na Black Week da Black November INSIDER,  a maior promoção da história da marca no seu ponto alto!Ponto alto pra valer: nesta Black Week, seu desconto total pode chegar a 70%, combinando o cupom NARUHODO com os descontos do site. É isso mesmo que você ouviu: até 70% de desconto total!Link do cupom NARUHODO aplicado no carrinho:creators.insiderstore.com.br/NARUHODOE mais: frete grátis em todas as compras e brindes especiais nas compras a partir de R$399. Mas você precisa correr, por que as roupas da INSIDER duram muito, mas as promoções não.Meu destaque hoje vai pra Camiseta Polo Core, que traz estilo clássico com tecnologia.Você está cansado daquelas pólos que amassam, desbotam e têm caimento ruim? Então essa peça é pra você: tecido tecnológico estruturado, respirável e elegante. Do casual ao sofisticado, você vai estar sempre impecável.E você já sabe: entrando no canal de WhatsApp da INSIDER, você pode acessar descontos ainda maiores, por tempo super limitado.Entre no grupo de Zap agora mesmo:https://creators.insiderstore.com.br/NARUHODOWPPBFINSIDER: inteligência em cada escolha.#InsiderStore*Claudia Berlim de Mello tem graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1985), mestrado em Psicologia pela Universidade de Brasília (1993) e doutorado em Psicologia (Neurociências e Comportamento) pela Universidade de São Paulo (2003).É Professora Adjunta do Departamento de Psicobiologia, EPM/UNIFESP, Orientadora do Programa de Pós Graduação em Psicobiologia (Campus São Paulo) da UNIFESP e Bolsista produtividade CNPq.Membro do GT de Neuropsicologia da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia (ANPEPP), do Instituto Brasileiro de Neuropsicologia e Comportamento (IBENeC) e da Academia Brasileira de Neuropsicologia.Suas linhas de pesquisa concentram-se nas áreas da Psicologia Cognitiva e Neuropsicologia do Desenvolvimento, com ênfase nos seguintes temas: Cognição Social, Transtornos do Neurodesenvolvimento, Genética do Comportamento, Desenvolvimento e adaptação de testes neuropsicológicos.Lattes: http://lattes.cnpq.br/1758368777559433*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo

MIDCast
S08E58 - Banco Master, Coma Maniçoba e Messias no STF

MIDCast

Play Episode Listen Later Nov 24, 2025 105:30


Neste episódio, falamos sobre o golpe financeiro do Banco Master, as novidades da COP30, a ofensa do chanceler alemão e a resposta de Lula, a aprovação do PL Antifacção na Câmara, a indicação de Messias ao STF e Trump retirando as tarifas do Brasil.APOIE financeiramente a continuidade do MIDCast:------------------- Apoia.se : https://apoia.se/midcast- Chave PIX : podcastmid@gmail.com------------------# COMPRE produtos na lojinha do MIDCast: colab55.com/@midcast# CANAL do MIDCast Política no WhatsApp: bit.ly/midcast-zap# GRUPO dos ouvintes no Telegram: bit.ly/midcastgrupo# LISTA de paródias do MIDCast: bit.ly/parodiasmidcastPARTICIPANTES:------------------Diego Squinello - https://bsky.app/profile/diegosquinello.bsky.socialRodrigo Hipólito - https://bsky.app/profile/rodrigohipolito.bsky.socialThais Kisuki - https://bsky.app/profile/thaiskisuki.bsky.socialVictor Sousa - https://bsky.app/profile/vgsousa.bsky.socialCOMENTADO NO EPISÓDIO------------------NUNCA CONFIE EM BILIONÁRIOPF prende Daniel Vorcaro, dono do Banco MasterBanco Central determina a liquidação extrajudicial do Banco MasterNa véspera da operação, Fictor anunciou proposta de compraPresidente do BRB é afastado do cargo por decisão judicial, após operaçãoMaster e BRB 'fabricaram' contratos para justificar desvio de R$ 12,2 bilhões, diz investigaçãoPF vai expor os tentáculos políticos no Banco Master e assusta BrasíliaBRB injetou R$ 16,7 bilhões no Banco Master entre 2024 e 2025; MP vê indícios de gestão fraudulentaCVM torna réus governo do Distrito Federal e chefe de gabinete de IbaneisTribunal de Contas contesta investimento de cerca de R$ 1 bi do governo do Rio no Banco MasterBanco Master será o maior resgate da história do FGC, somando R$ 41 biApp do FGC torna-se o mais baixado na App Store após liquidação do Banco MasterDEMARCAÇÃO, ALEMÃO E INCÊNDIOGoverno do Brasil anuncia homologação de 4 Terras Indígenas e assinatura de 10 portarias declaratórias durante a COP 30Líder alemão diz ter ficado feliz ao ir embora de BelémLula rebate chanceler alemão e diz que Berlim não oferece 10% da qualidade de Belém: 'Deveria ter dançado no Pará'Antes de anunciar aporte de €1 bi, ministro alemão pede desculpas a LulaLula terá que aceitar que Alemanha é um dos países mais lindos do mundo, diz MerzIncêndio atinge Pavilhão dos Países na COP30PL ANTIFACÇÃO E MESSIAS NO STFCâmara dos Deputados aprova Projeto AntifacçãoPL Antifacção: Lula critica proposta da Câmara, e Motta diz que governo escolheu 'caminho errado'PL Antifacção: presidente da CCJ do Senado indica mudanças no textoLula indica Messias para vaga de Barroso no STFFIM DAS TARIFASEUA retiram tarifas de 40% de café, carnes, frutas e outros produtos do BrasilTrump reduz tarifas sobre carne bovina, tomates, bananas e café

Brasil-Mundo
Festival leva cinema negro brasileiro à capital alemã

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Nov 22, 2025 4:34


Cine Brasil celebra 20 anos com produções dedicadas ao cinema afro-brasileiro e à diversidade cultural. A estreia em Berlim teve sala lotada e presença do cineasta Antonio Pitanga, grande homenageado deste ano. Cristiane Ramalho, correspondente da RFI em Berlim O festival acontece no cinema Babylon – uma charmosa e quase centenária sala no bairro central de Mitte. O evento costuma atrair um vasto público formado, sobretudo, por brasileiros e alemães que vivem em Berlim. Em sua noite de estreia, uma gelada quinta-feira (20) de outono, a mostra exibiu “Malês”, dirigido e estrelado por Antonio Pitanga. A homenagem ao ator e diretor baiano é o reconhecimento do que a sua obra representa “para o cinema, o teatro, a televisão – e para a identidade negra brasileira”, diz o criador e curador do festival, Sidney Martins. O trabalho do cineasta está presente ainda em outros três filmes. Além do documentário “Pitanga”, de Beto Brant e Camila Pitanga, atriz e filha do diretor, serão exibidos “Casa de Antiguidades” e “Oeste Outra Vez”, que também contam com atuações do artista. Nesta edição, que marca os 20 anos do Cine Brasil, serão exibidos 15 filmes. Entre os destaques, está “Kasa Branca”, de Luciano Vidigal, que “é o segundo longa produzido pelo grupo Nós do Morro, que virou Nós do Cinema, lá do Vidigal (comunidade carioca)”, lembra o curador. O diretor de “Kasa Branca”, primeiro cineasta negro a ganhar o prêmio de melhor direção no Festival do Rio, em 2024, também está em Berlim para participar da mostra. Há ainda diversos filmes que farão a sua estreia internacional na capital alemã, como “Família de Sorte”, de Viviane Ferreira, além de longas como “Luiz Melodia, no Coração do Brasil”, de Alessandra Dorgan, “Vitória”, de Andrucha Waddington e Breno Silveira, e “Virgínia e Adelaide”, de Yasmin Thayná e Jorge Furtado. Para além dos estereótipos Martins conta que resolveu criar o festival, em 2005, para homenagear os negros e oferecer uma perspectiva que fosse além da forma estereotipada como eles geralmente eram apresentados na cinematografia brasileira – algo que sempre o incomodou. Para isso, o curador garimpava obras no Brasil que pudessem “retratar os afrodescendentes de uma forma mais humana e real” do que aquela que era tradicionalmente mostrada pelas televisões e filmes brasileiros. Nessa época, porém, ainda era difícil reunir películas suficientes para compor a mostra. Em 2007, o festival – que surgiu como “O Negro no Cinema Brasileiro” -, torna-se mais abrangente, e passa a se chamar Cine Brasil, incluindo outras temáticas relevantes para a sociedade brasileira, mas sem perder o foco original. Produção cinematógrafica negra se multiplicou Hoje, a produção do cinema negro se expandiu, diz o curador. São muitos os filmes que revelam “uma visão cinematográfica da história contada pelos negros e sobre os negros brasileiros”, observa Martins. A audiência do festival também mudou. Formada majoritariamente por alemães em seu início, a mostra passou a atrair cada vez mais brasileiros a partir de 2022. Hoje, eles representam 60% do público do Cine Brasil, segundo o curador. A plateia ganhou ainda um perfil mais jovem – o que pode estar ligado às redes sociais. Mostra vai passar por cinco cidades alemãs “A participação do público é muito importante, e está crescendo. Ele é o nosso grande patrocinador. Isso nos dá força e energia para continuar”, diz Martins. A consolidação da mostra trouxe este ano parceiros como a Embaixada do Brasil em Berlim, por meio do Instituto Guimarães Rosa, a Embratur, a TAP e a organização alemã Brot für die Welt. Nesta edição há também sessões gratuitas de filmes falados em português para alunos da escola pública bilíngue Grundschule Neues Tor, em Berlim - um incentivo à formação de espectadores infantojuvenis. Há também um bate-papo diário com cineastas brasileiros. Mas chegar aos 20 anos não foi fácil. Após uma fase de forte crescimento, o festival atravessou um período de turbulência, agravado pela pandemia e pelo governo Bolsonaro. Martins, que também é gestor cultural, ator e mestre de capoeira, conta que chegou a vender um carro no ano passado para viabilizar a mostra – e só aí entraram os patrocínios. “Criar um projeto é mais fácil do que manter”, admite. Apesar de todas as dificuldades, o brasileiro garante que jamais pensou em desistir da ideia. A retomada está vindo aos poucos. Este ano, o Cine Brasil – que chegou a 23 cidades em seu período áureo - vai passar ainda por Frankfurt, Colônia, Düsseldorf e Freiburg. Em Berlim, a mostra fica em cartaz até a próxima quarta-feira (26/11).

3 em 1
PL Antifacção: Derrite apresenta 5ª versão e governo discorda do teor do texto

3 em 1

Play Episode Listen Later Nov 18, 2025 119:38


No 3 em 1 desta terça-feira (18), o destaque foi a entrega do Projeto de Lei (PL) Antifacção, protocolado pelo relator Guilherme Derrite (Progressistas) após cinco versões. O texto chegou à Câmara dos Deputados em meio ao impasse entre o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a oposição. Reportagem: Victoria Abel. O chanceler alemão Friedrich Merz causou constrangimento ao afirmar sobre Belém: “Quem de vocês que gosta de ficar aqui?”. Em resposta, o presidente Lula (PT) defendeu o Pará, dizendo que o estado “saiu do anonimato” e que Berlim “não oferece 10% do que a cidade oferece”. A Alemanha prepara uma retratação oficial após a fala depreciativa. Reportagem: Bruno Pinheiro. A Polícia Federal prendeu Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, acusado de movimentar um esquema de R$ 12 bilhões. Segundo a PF, a ação entre o BRB e o Master visava “abafar fiscalização”. Em paralelo, o Banco Central determinou a liquidação extrajudicial da instituição. Reportagem: André Anelli. O presidente Lula (PT) se reuniu com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), para discutir a vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). A tendência é de indicação de Jorge Messias, enquanto Lula fez um apelo para que Pacheco dispute o governo de Minas Gerais. Reportagem: Lucas Martins. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), articula para evitar que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cumpra pena no Complexo Penitenciário da Papuda. Já o deputado Cezinha de Madureira (PSD) afirmou, em entrevista ao Direto ao Ponto, que Tarcísio será candidato à Presidência em 2026. O Conselho de Segurança da ONU aprovou o plano de paz para Gaza proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O plano prevê a manutenção do cessar-fogo e a liberação de mais reféns, e Trump afirmou que vai comandar o órgão de administração. Reportagem: Eliseu Caetano. A Câmara dos Estados Unidos aprovou, por 427 votos a 1, a liberação dos arquivos do caso Jeffrey Epstein, que deve expor novos detalhes do esquema. Análise de Fabrizio Neitzke. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

TEATRA
Welket Bungué | #144

TEATRA

Play Episode Listen Later Nov 18, 2025 59:50


Entre trânsitos e geografias, o novo episódio do TEATRA senta Welket Bungué à conversa com Mariana Maia de Oliveira, em Lisboa, numa breve passagem por Portugal para apresentar a sua mais recente curta-metragem no Doclisboa e marcar presença noutros eventos da indústria. Ator, realizador, autor e performer, nasceu na Guiné, cresceu em Beja e viveu permanentemente em Portugal até aos 24 anos. Voou depois para o Brasil, onde as portas se abriram, mas é em Berlim que está atualmente sediado. Nos últimos anos tem criado e trabalhado em todas estas fronteiras. Nesta hora de conversa, Welket conta como foi crescer num internato em Beja e a importância que essa experiência teve na sua preparação social, comparando-a, mais tarde, com a realidade de amigos da diáspora africana e afrodescendentes. Fala também de como o teatro o amparou e lhe deu formação humana, literária e cultural. Recorda ainda a viagem ao Brasil, que transformou a sua perspetiva sobre o que é ser afro-europeu, através do contacto com outros pares e com uma agenda com a qual se identifica. Mas há muito mais para descobrir neste episódio. O TEATRA está disponível no Spotify, SoundCloud, Apple Podcasts e YouTube. Sugestões culturais:

Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI
Ep. 248 - Jonathan Bailey, o mais sexy; Rosalía e Mayhem de Lady Gaga triunfantes

Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI

Play Episode Listen Later Nov 12, 2025 25:57


DW em Português para África | Deutsche Welle
10 de Novembro de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Nov 10, 2025 20:00


Na Guiné-Bissau, investigadora alerta para um clima de medo e restrições às liberdades. Na Nigéria, assinalam-se hoje os 30 anos da execução de 9 ativistas que denunciaram o desastre da exploração petrolifera no Delta do Níger. Uma história para recuperar neste jornal. No futebol, a série histórica de vitórias do Bayern Munique caiu em Berlim.

Freud Que Eu Te Escuto
Prefácios e Textos Breves (1930-1936)

Freud Que Eu Te Escuto

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 28:19


Neste episódio, apresento a leitura dos Prefácios e Textos Breves (1930–1936) — um conjunto de escritos que, embora curtos, revelam um Freud maduro, atento ao mundo e às pessoas, oscilando entre o rigor científico e a ternura pessoal.São textos de circunstância, cartas, apresentações e reflexões que mostram o psicanalista em seu convívio com discípulos, amigos e instituições. Entre eles estão:Apresentação de The Medical Review of Reviews – observações sobre a recepção da psicanálise nos Estados Unidos, com seu tom crítico e irônico.Prólogo a Dez Anos do Instituto Psicanalítico de Berlim – homenagem à criação do instituto e à dedicação de Max Eitingon.O Parecer no Processo Halsmann – comentário sobre o uso indevido do complexo de Édipo como argumento jurídico.Apresentação de Elementos di Psicoanalisi, de Edoardo Weiss – reconhecimento do rigor e clareza do discípulo italiano.Excerto de uma Carta a Georg Fuchs – reflexão amarga sobre a “brutalidade da civilização” e a impossibilidade de reformá-la sem recursos morais e econômicos.Carta ao Prefeito da Cidade de Príbor – um agradecimento emocionado pela placa em sua casa natal, onde ele relembra a “criança feliz de Freiberg”.Apresentação de Teoria Geral das Neuroses sobre Base Psicanalítica, de Hermann Nunberg – elogio à profundidade e à consistência teórica da obra.Prólogo ao Dicionário de Psicanálise, de Richard Sterba – incentivo ao esforço acadêmico e ao trabalho de precisão conceitual.Sándor Ferenczi (1873–1933) – homenagem ao amigo e parceiro de ideias, reconhecendo sua genialidade e o afastamento final.Prólogo a Edgar Poe: Estudo Psicanalítico, de Marie Bonaparte – valorização do olhar psicanalítico sobre a arte e o gênio criativo.A Thomas Mann em seu 60o Aniversário – breve mensagem de admiração e respeito ético, recusando o elogio exagerado.A Sutileza de um Ato Falho – análise de um pequeno erro de escrita que revela, com humor, a complexidade dos processos psíquicos cotidianos.Um compêndio delicado e multifacetado — entre a despedida e o legado — em que Freud escreve menos como o fundador da psicanálise e mais como um homem diante do tempo, da cultura e da memória.

Por Falar em Correr
Redação PFC 226 - Núbia Oliveira vence Dez Milhas Garoto, Maratona de Berlim e Maratona de Chicago

Por Falar em Correr

Play Episode Listen Later Oct 4, 2025 26:39


⁠⁠Enio Augusto⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Marcos Buosi⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO CANAL!!!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Por Falar em Correr
Redação PFC 224 - Maratona de Berlim, Corte de 4:34 em Boston e Problemas na São Silvestre

Por Falar em Correr

Play Episode Listen Later Sep 27, 2025 34:33


⁠⁠Enio Augusto⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Marcos Buosi⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO CANAL!!!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Por Falar em Correr
Redação PFC 223 - Maratona de Berlim, Maratona de Buenos Aires, Boston e Mundial de Atletismo

Por Falar em Correr

Play Episode Listen Later Sep 20, 2025 29:11


⁠⁠Enio Augusto⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Marcos Buosi⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO CANAL!!!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Rádio Comercial - O Homem que Mordeu o Cão, Temporada 3
Os fantasmas gemem porque se depilam e observações sobre Marklismos.

Rádio Comercial - O Homem que Mordeu o Cão, Temporada 3

Play Episode Listen Later Sep 8, 2025 13:35


Uma câmara apontada para partes íntimas, uma rádio misteriosa e os Invernos em Berlim estão cada vez mais frios.

Por Falar em Correr
Redação PFC 216 - Elite na Maratona de Berlim, Maratona de Belo Horizonte e Maratona de Floripa

Por Falar em Correr

Play Episode Listen Later Aug 2, 2025 41:00


⁠⁠Enio Augusto⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Marcos Buosi⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO CANAL!!!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

O Assunto
A reação à chantagem de Trump com o Brasil

O Assunto

Play Episode Listen Later Jul 11, 2025 32:28


O presidente Lula afirmou nesta quinta-feira (10) querer negociar com Donald Trump, mas pediu respeito às decisões brasileiras. Lula disse que, caso não haja acordo com o governo americano, o Brasil vai responder com tarifais iguais às anunciadas por Trump contra todos os produtos brasileiros. Um dia antes, o presidente americano anunciou que vai impor tarifas de 50% ao Brasil a partir de 1° de agosto. Além da reação do governo brasileiro, a quinta-feira foi marcada por críticas a Trump. A imprensa internacional destacou o uso das tarifas para chantagear o Brasil. O economista Paul Krugman, vencedor do Nobel de economia de 2008, classificou a decisão como “maléfica e megalomaníaca”. Para alguns empresários, as tarifas de 50% podem inviabilizar os negócios do Brasil com os EUA. Neste episódio, Julia Duailibi recebe o diplomata Roberto Abdenur, que atuou por 45 anos no serviço diplomático brasileiro e foi embaixador em Washington, Pequim e em Berlim. Conselheiro do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), Abdenur classifica o momento como “o mais grave da relação” entre EUA e Brasil. Ele avalia as possibilidades de resposta econômica e diplomática que o governo brasileiro pode dar a Trump. Depois, a conversa é com o cientista político Guilherme Casarões. Professor da FGV-SP e pesquisador do Observatório da Extrema Direita, Casarões analisa a resposta dada pelo governo Lula até aqui. E explica de que forma a interferência do presidente dos EUA em um processo judicial envolvendo Jair Bolsonaro no Brasil integra a estratégia global da extrema-direita.

Practice Portuguese
Beijos e Bolas de Berlim (LIVE!)

Practice Portuguese

Play Episode Listen Later Jul 2, 2025 33:24


What do Portuguese people eat for breakfast? Why do we greet women with two kisses on the cheek? And who eats 'Bolas de Berlim' at the beach? In this live-recorded episode, Rui and Joel discuss some of Portugal's most interesting habits.