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Quando a televisão entrou em minha casa, esqueci-me de como ler um livro.Quando o carro parou à minha porta, esqueci-me de como caminhar.Quando segurei um celular, esqueci-me de como se escreve uma carta.Quando o computador chegou, esqueci-me da ortografia.Quando o ar condicionado se instalou, deixei de procurar a sombra e a brisa de uma árvore.Vivendo na cidade, me esqueci do cheiro da terra molhada.Manuseando cartões e contas bancárias, esqueci-me do verdadeiro valor do dinheiro.Com os perfumes artificiais, esqueci-me do das flores frescas.Com os lanches rápidos, esqueci-me dos sabores dos pratos tradicionais.Sempre com pressa, esqueci-me de como parar.E desde o WhatsApp, esqueci-me de como falar verdadeiramente.Quando morremos, o nosso dinheiro fica no banco.E no entanto, em vida, falta-nos frequentemente.Ironia cruel: após a nossa partida, ficam muitas vezes quantias importantes, não utilizadas.Um grande empresário chinês morreu, deixando 1,9 bilhão de dólares à sua viúva.Ela casou… com o motorista dele.O motorista disse: - Durante anos, pensei que trabalhava para o meu patrão… e hoje percebo que era ele que trabalhava para mim.A realidade é dura:É melhor viver muito tempo do que possuir muito.Devemos portanto proteger o que temos de mais precioso: a nossa saúde.Num celular top de linha, 70% das funções não são utilizadas.Num carro de luxo, 70% das performances e gadgets não servem para nada.Numa moradia suntuosa, 70% do espaço não está ocupado.Nos nossos armários, 70% das roupas nunca são usadas.Numa vida inteira de trabalho, 70% dos rendimentos beneficiam… os outros.Então, aprendamos a acarinhar os nossos 30% restantes: • _Façam check-ups de saúde, mesmo que se sintam bem. • Bebam água, mesmo sem sede. • Deixem passar, mesmo perante grandes problemas. • Saibam ceder, mesmo que tenham razão. • Mantenham-se humildes, mesmo no sucesso. • Contentem-se com o que têm, mesmo que não seja muito. • _Cuidem do vosso corpo e da vossa mente, mesmo que estejam muito ocupados. • E sobretudo… arranjem tempo para aqueles que amam. - Cuidem dos amigos. Transmitam esta mensagem àqueles que são importantes para você. Eu, acabei de o fazer...
Quando a televisão entrou em minha casa, esqueci-me de como ler um livro.Quando o carro parou à minha porta, esqueci-me de como caminhar.Quando segurei um celular, esqueci-me de como se escreve uma carta.Quando o computador chegou, esqueci-me da ortografia.Quando o ar condicionado se instalou, deixei de procurar a sombra e a brisa de uma árvore.Vivendo na cidade, me esqueci do cheiro da terra molhada.Manuseando cartões e contas bancárias, esqueci-me do verdadeiro valor do dinheiro.Com os perfumes artificiais, esqueci-me do das flores frescas.Com os lanches rápidos, esqueci-me dos sabores dos pratos tradicionais.Sempre com pressa, esqueci-me de como parar.E desde o WhatsApp, esqueci-me de como falar verdadeiramente.Quando morremos, o nosso dinheiro fica no banco.E no entanto, em vida, falta-nos frequentemente.Ironia cruel: após a nossa partida, ficam muitas vezes quantias importantes, não utilizadas.Um grande empresário chinês morreu, deixando 1,9 bilhão de dólares à sua viúva.Ela casou… com o motorista dele.O motorista disse: - Durante anos, pensei que trabalhava para o meu patrão… e hoje percebo que era ele que trabalhava para mim.A realidade é dura:É melhor viver muito tempo do que possuir muito.Devemos portanto proteger o que temos de mais precioso: a nossa saúde.Num celular top de linha, 70% das funções não são utilizadas.Num carro de luxo, 70% das performances e gadgets não servem para nada.Numa moradia suntuosa, 70% do espaço não está ocupado.Nos nossos armários, 70% das roupas nunca são usadas.Numa vida inteira de trabalho, 70% dos rendimentos beneficiam… os outros.Então, aprendamos a acarinhar os nossos 30% restantes: • _Façam check-ups de saúde, mesmo que se sintam bem. • Bebam água, mesmo sem sede. • Deixem passar, mesmo perante grandes problemas. • Saibam ceder, mesmo que tenham razão. • Mantenham-se humildes, mesmo no sucesso. • Contentem-se com o que têm, mesmo que não seja muito. • _Cuidem do vosso corpo e da vossa mente, mesmo que estejam muito ocupados. • E sobretudo… arranjem tempo para aqueles que amam. - Cuidem dos amigos. Transmitam esta mensagem àqueles que são importantes para você. Eu, acabei de o fazer...
O jovem seminarista de Mem Martins tornou-se no líder do segundo maior partido no Parlamento e tem mais poder do que nunca. Agora, André Ventura volta a ser candidato presidencial. Numa metamorfose constante, sente o vento da opinião pública e radicaliza ainda mais o discurso para a frase dos “três salazares”, faz cartazes polémicos para gerar ruído, ataca Belém com um tom e uma agenda mais parecida aos congéneres europeus da direita radical. Quem vota em André Ventura? O que é verdadeiramente o Chega? No que pode transformar-se o país, se chegar ao poder?Neste episódio extra do podcast Entre Deus e o Diabo, fazemos um debate: a cientista política Marina Costa Lobo traça o perfil dos eleitores, o jornalista Miguel Carvalho, autor do best-seller “Por Dentro do Chega”, conta o que é o partido, e David Dinis, que lançou o livro “Como proteger a democracia”, projeta um futuro controlado por André Ventura. A narração e a moderação é de Vítor Matos. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Começaram os debates televisivos para as eleições presidenciais. No total serão 28 confrontos emitidos em sinal aberto. O primeiro debate colocou frente a frente António José Seguro e André Ventura, ficando evidente para Daniel Oliveira considera que “Ventura consegue impor a ausência de regras”. Francisco Mendes da Silva acredita que “o melhor antídoto para Ventura pode ser deixá-lo fazer as figuras que está a fazer”, apontando para algum cansaço perante o líder do Chega. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 18 de novembro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A talentosa escritora Giovana Madalosso está de volta no Rabiscos para uma conversa forte e verdadeira sobre seu novo livro Batida Só (Todavia). Um ataque, um susto e um coração em risco impulsionam uma jornada sobre corpo, fé, doença, humor, maternidade e a coragem de sentir. Para envio de livros e postagens: Tadeu Rodrigues Caixa Postal nº 129 CEP: 37701-010 - Poços de Caldas - MG Acompanhe, curta, compartilhe! Siga-nos | Instagram: @podcastrabiscos | @tadeufrodrigues | email: podcastrabiscos@gmail.com |
Coletivo Entre Vazios realiza visitas guiadas que propõem uma vivência sensorial e acessível sobre Brasília.
Numa viagem até ao País de Gales recordamos Grace Williams, uma das mais talentosas compositoras britânicas. Um episódio de homenagem à sensibilidade e à força criadora das mulheres na música. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Homilia Padre Tito Paredes, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 18,1-8Naquele tempo,Jesus contou aos discípulos uma parábola,para mostrar-lhes a necessidade de rezar sempre,e nunca desistir, dizendo:"Numa cidade havia um juiz que não temia a Deus,e não respeitava homem algum.Na mesma cidade havia uma viúva,que vinha à procura do juiz, pedindo:'Faze-me justiça contra o meu adversário!'Durante muito tempo, o juiz se recusou.Por fim, ele pensou:'Eu não temo a Deus, e não respeito homem algum.Mas esta viúva já me está aborrecendo.Vou fazer-lhe justiça, para que ela não venha a agredir-me!'"E o Senhor acrescentou:"Escutai o que diz este juiz injusto.E Deus, não fará justiça aos seus escolhidos,que dia e noite gritam por ele?Será que vai fazê-los esperar?Eu vos digo que Deus lhes fará justiça bem depressa.Mas o Filho do homem, quando vier,será que ainda vai encontrar fé sobre a terra?"Palavra da Salvação.
Naquele tempo, 1 Jesus contou aos discípulos uma parábola, para mostrar-lhes a necessidade de rezar sempre, e nunca desistir, dizendo: 2 "Numa cidade havia um juiz que não temia a Deus, e não respeitava homem algum. 3 Na mesma cidade havia uma viúva, que vinha à procura do juiz, pedindo: 'Faze-me justiça contra o meu adversário!' 4 Durante muito tempo, o juiz se recusou. Por fim, ele pensou: 'Eu não temo a Deus, e não respeito homem algum. 5 Mas esta viúva já me está aborrecendo. Vou fazer-lhe justiça, para que ela não venha a agredir-me!'" 6 E o Senhor acrescentou: "Escutai o que diz este juiz injusto. 7 E Deus, não fará justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele? Será que vai fazê-los esperar? 8 Eu vos digo que Deus lhes fará justiça bem depressa. Mas o Filho do homem, quando vier, será que ainda vai encontrar fé sobre a terra?"
Dez anos depois dos atentados que mataram 130 pessoas e fizeram mais de 400 feridos em Paris e Saint-Denis, o filho de uma das vítimas mortais denuncia a exploração da emoção em torno dos ataques e pede “pensamento crítico e analítico sobre o que aconteceu”. Michaël Dias afirma que não se procuraram respostas sobre as causas e o financiamento dos ataques e alerta que não foi feito “um trabalho para lutar contra a polarização da sociedade” de modo a “evitar que pessoas nascidas em França atentem contra o próprio país”. O filho do português que morreu no Stade de France questiona “como é que “um país como a França não foi capaz de antecipar uma operação terrorista desta dimensão” e não acredita que hoje a situação esteja melhor. Foi há dez anos que três comandos de homens armados mataram 130 pessoas e fizeram mais de 400 feridos em Paris e Saint-Denis. Primeiro, no Stade de France, depois em bares e restaurantes e na sala de concertos Bataclan. Os ataques de 13 de Novembro de 2015 foram, então, reivindicados pelo autodenominado Estado Islâmico. Dez anos depois, como contar e lembrar o que aconteceu e como estão os familiares das vítimas? Para falar sobre o assunto, convidámos Michaël Dias, filho de Manuel Dias, a primeira vítima mortal daquela noite junto ao Stade de France, em Saint-Denis, nos arredores de Paris. RFI: Dez anos depois, como é que está o Michaël Dias e a sua família? É possível reconstruir-se dos atentados? Michaël Dias, filho de Manuel Dias: “Enquanto estamos vivos, é sempre possível reconstruir-se e continuar a viver, mas acho que isso é bastante universal em todos os lutos. Não me parece que este luto seja muito diferente de outro. As circunstâncias podem ser mais inesperadas, mas o ser humano passa por um luto que é seu, que é íntimo, que é pessoal e todos os ouvintes um dia passarão por isso.” Que memórias é que ainda guarda daquela noite? “É uma noite de espera até termos a confirmação. Não guardo nada para além dessa lembrança, mas não traz nada à reflexão sobre o assunto, o sofrimento das vítimas ou da família das vítimas. A gente vimo-lo na televisão e na rádio nos últimos dez anos, várias vezes. Não há nada que seja muito útil ao explorar esse sentimento, nem vejo uma grande utilidade de fazer um tutorial sobre como fazer o luto em circunstâncias excepcionais.” Mas se houver alguma coisa que tenha falhado, por exemplo, a forma como as autoridades comunicaram com as famílias, seria bom tirar lições. Ou não? “Não acho que houvesse um protocolo que tenha falhado ou que fosse importante fazer alguma coisa na altura. Soube-se quando tinha que se saber e não é por aí. Não acho que seja um ponto que tenha falhado em particular, é muito mais o facto de um país como a França não ter sido capaz de antecipar uma operação terrorista desta dimensão e coordenada e sincronizada desta forma.” Mas, por exemplo, a sua irmã disse-nos [numa entrevista em 2021] que o número de emergência não funcionou e ela estava em Portugal... “Sim, mas se não somos capazes de antecipar um acto terrorista ou vários numa mesma noite, quanto mais as questões puramente logísticas de números de telefone e de quem centraliza a informação, etc. Desde então, certamente com o número de atentados que já houve em França, eles hão-de ter criado um processo bastante mais eficaz.” Dez anos depois, diz que não houve antecipação. Como é que está a França hoje? “Quando isso acontece, a gente sempre espera que seja o último, que não haja mais, como é óbvio. Mas depois eles foram-se multiplicando, chegando a uma banalização. Acho que ninguém saberia listar o número de atentados que houve em França, de pequena ou grande dimensão, nos últimos dez anos. Portanto, não só não anteciparam esse, como falharam em vários outros níveis. Certamente que também terão evitado outros atentados, mas não acredito que estejamos numa melhor situação hoje do que há dez anos, com muito mais ameaças, com um sentimento de insegurança que foi sempre crescendo. Estamos longe de termos melhorado em qualquer um dos aspectos.” O que é que falha concretamente? O que é que é preciso fazer para antecipar? “Esse é o trabalho de quem zela pela segurança da população, é um trabalho da Inteligência, um trabalho de procura das causas de quem pode estar a financiar, quem pode estar a dar apoio logístico, etc. E todo o outro trabalho que tem que ser feito para lutar contra a polarização da sociedade e para evitar que pessoas nascidas no próprio país atentem contra outros cidadãos que não têm nada a ver com o assunto.” Como é que a memória colectiva deve recordar estes momentos sem que eles sejam, digamos, politicamente utilizados para fracturar uma sociedade que já está polarizada há muito? “Essa questão do dever de memória, eu acho acho curioso. Relembrar o quê? Relembrar que não foram capazes de evitar vários atentados que fizeram mais de 120 mortos numa mesma noite? Não esquecer tudo o que está por trás disso e como nunca fomos capazes de pensar nas origens, de fazer essa genealogia dos acontecimentos, saber quem financiou, quem deu apoio logístico? Continuamos com essa historinha de que três ou quatro parvos num kebab terão imaginado um dia fazer um atentado sozinhos. Isso é absurdo. Forçosamente houve quem financiou e quem deu apoio, mas em nenhum dos momentos a gente pensa essas causas, em nenhum momento o julgamento pensou essas causas profundas e continuamos com a mesma moralização de sempre nos ‘media' e a tentar sempre entrar no acontecimento pela emoção, em vez de pensar isso de forma crítica.” Além do luto individual, os atentados deixaram uma marca indelével na sociedade francesa. Foram os piores atentados na história de França. Até que ponto é que não se poderiam tirar lições, mesmo em termos políticos, do ocorrido e também lembrar das pessoas? No julgamento, a sua irmã disse-nos que pouca gente sabe que houve uma vítima no Stade de France. Como é que se devem lembrar estas pessoas? “Lembrarão essas pessoas quem sente a falta delas. De forma colectiva, ficarão na História pelo que se viveu naquela noite, mas não tem grande interesse tentar personificar um atentado porque isso não traz nada ao debate político, não diz nada sobre a sociedade. O luto é uma coisa completamente individual, pessoal e essa reflexão incapacita as pessoas de pensar de forma crítica, vamos falar de como dói perder uma pessoa sem pensar porque é que isto aconteceu e quem são as pessoas que poderiam ser responsabilizadas por isso de forma política e não só. De resto, é uma questão de luto pessoal. Um dia seremos só uma foto numa estante e no dia a seguir não seremos mais nada.” O seu pai não é apenas uma foto numa estante. O seu pai tem uma placa de homenagem a lembrar o nome dele junto ao Stade de France... “Sim, mas certamente ela um dia será tirada de lá. Não serve de grande coisa pensarmos em toda esta questão de uma forma emocional porque esse trabalho foi feito a vários níveis. Foi feito naquela noite para quem viu na televisão aqueles atentados em directo e sentiu essa emoção, portanto não precisa de voltar a senti-la hoje. Viveu também de forma muito sofrida todas as pessoas que perderam alguém ou estiveram lá naquelas noites e, portanto, não precisamos de mais emoção para perceber o assunto. A gente percebeu bem o que é viver aquilo. Agora, precisamos é de pensamento crítico e analítico sobre o que aconteceu e a emoção impede que isso aconteça.” Foi convidado para as cerimónias de homenagem? O que está previsto? “Acho que há várias comemorações, como sempre, em todos os sítios onde aconteceu, e depois acho que há a inauguração do Jardim da Memória, algo assim.” Lá está, a memória... “Sim, mas essa memória é a memória emocional de quanto se sofreu que vai impedir de pensar de forma crítica ou é a memória de não termos sido capazes de antecipar isto, de não termos sido capazes de gerir isto, de termos obrigado as vítimas a submeterem-se a um processo longo e indecente de responder a todos os inquéritos para poder aceder, possivelmente, a uma indemnização?” Como assim? O que é que aconteceu? Como é que foi esse processo, o acompanhamento para terem as ajudas terapêuticas e financeiras? “As vítimas, na sua maioria, tiveram de esperar quase dez anos para serem, em parte, ressarcidas e terem acesso, às vezes, a apoios psicológicos e a outras compensações. Para isso, muitas delas tiveram de se submeter a todo um processo que incluía encontros com médicos e outros profissionais e todo um inquérito sobre questões muito pessoais que roça a indecência só para se poder provar quase o que se sofreu e a dificuldade em reconstruir-se. Isso é muito absurdo e se temos que ter um dever de memória é para com isso. É para com a incapacidade de antecipar vários atentados e com a incapacidade de gerir de forma digna as compensações que iriam surgir.” Convosco também foi o caso? “Não porque eu não me quis submeter a nada disso, ms conheço pessoas que sim.” Um ano depois dos atentados, durante uma homenagem francesa ao seu pai, na qual foi colocada uma placa com o seu nome no Stade de France, o Michaël fez um discurso em que disse que os que perpetraram os atentados eram apenas “carne para canhão ao serviço de interesses obscuros”. Na altura, também deixou a mensagem – que dizia que herdada do pai – de que “para viver sem medo e em liberdade é preciso parar de estigmatizar o outro”. Esse seu discurso ecoou de alguma forma? Ou nada mudou? “Não acho que tenha mudado seja o que for. Em dez anos, se mudou foi para pior. Temos uma sociedade muito mais polarizada hoje em dia em França do que tínhamos em 2015. De resto, eu não sei se ecoou, não tenho essa pretensão, mas é uma questão que já referi várias vezes que é: como é que pessoas que nascem em França são capazes de realizar atentados ou de se virar contra outros cidadãos que não têm nada a ver com a temática? É preciso pensar como é que chegámos a este ponto, como é que pessoas que nascem em França não se vão identificar como franceses ao ponto de poder realizar algo contra o próprio país supostamente. Nesse sentido, até é muito estranho porque, sim, são carne para canhão porque eles estão a defender interesses que são, às vezes, interesses políticos, interesses mafiosos, interesses que eles nem conhecem e só o fazem por ideologia, neste caso. Mas é sempre curioso perceber como é que pessoas que nascem num mesmo sítio crescem de forma tão diferente.” Numa conversa que tivemos em 2017, criticou o Presidente francês, Emmanuel Macron, pela supressão do Secretariado de Estado de Ajuda às Vítimas. Na altura, falou-me numa “vontade explícita” de fazer cair as vítimas e as famílias num certo “esquecimento”. Teve uma posição bastante crítica com o Presidente. Mantém-na? “Quando ele foi eleito e acabou com a Secretaria de Estado, ele disse que queria acabar com essa cultura de vítimas porque na altura ainda era algo muito presente. Isso não é muito relevante no sentido em que depois houve outros atentados e ele teve que voltar a falar sobre o assunto, etc, mas é mais que o pesou na relação das vítimas com o Estado, no sentido de todas as indemnizações e da ajuda que era suposto vir. Tudo foi complicado e várias vezes tiveram que falar com os ministros e o governo para pedir uma série de coisas que deviam ter acontecido muito mais rápido. Então, o que eu observo é o que eu estava a falar há bocado, é que todo o processo do pedido de ajudas e indemnizações foi muito mais demorado, muito mais complicado do que certamente teria sido com o governo anterior.” Como é que olha para o julgamento? Houve alguma forma de reparação? “Eu fiquei bastante à margem do julgamento pessoalmente. É o que eu sempre disse: vamos julgar as pessoas que estiveram envolvidas directamente nesse atentado e está muito bem fazê-lo, mas eu procurava respostas que nunca chegaram a aparecer porque são questões políticas muito mais profundas e não há interesse sequer em encontrar ligações políticas e económicas a esses atentados. Então é melhor falar das três ou quatro pessoas que pudermos julgar, mas isso não responde em nada às perguntas que eu teria.” Que perguntas são essas concretamente? “São perguntas simples. Quem acredita que três ou quatro desgraçados são capazes de organizar um atentado desta dimensão ou outros atentados que aconteceram depois é ingénuo porque forçosamente há uma complexidade económica e logística que não são acessíveis de forma fácil. Mas nunca sequer essa questão é feita. Quando eu faço essa questão, a maior parte dos jornalistas responde: ‘Ah, não, mas é que a gente não pode na nossa rádio ou televisão falar desse tipo de assuntos. A gente não pode fazer essas perguntas...” Mas eu estou-lhe a pedir essa pergunta. “Sim, mas eu não tenho a resposta. A minha questão é: por que é que nunca se fala de quem poderá ter financiado isto e por que é que sempre que eu faço essa pergunta, os jornalistas me respondem que não podem falar disso? É muito curioso, não chamo a isso censura, mas é curioso.”
Send us a textIn this inspiring episode, join Hina Siddiqui as she sits down with Numa Palmer, a singer, songwriter, and life coach, who shares her journey of resilience and self-discovery. From overcoming childhood challenges to embracing Buddhism and the power of music, Numa's story is a testament to the strength of the human spirit. Discover how she uses her art to connect with others and spread positivity, and learn about her latest musical projects that aim to empower and uplift. Tune in for a conversation filled with wisdom, hope, and the transformative power of music.
Era uma sexta-feira 13 e a morte saiu à rua. Amanhã passam dez anos sobre o segundo maior atentado terrorista na Europa de todos os tempos, desde o desastre ocorrido em Madrid, em 2004. Que reflexões e lições se podem retirar do pesadelo vivido no Bataclan, num dia em que toda a nação Francesa relembra a tragédia no meio de enormes medidas de segurança? Ouça o comentário de Nuno Rogeiro na versão podcast do programa Jogos de Poder, emitido na SIC a 11 de novembro.Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Numa época onde Neemias está finalmente a ter os minutos que merece, o português sobe ainda mais alto e faz história numa das maiores equipas de sempre na NBA! Enquanto o nosso gigante brilha, o resto da NBA não lhe fica a atrás, de Buzzers inacreditáveis a jogos com fins dignos de filmes, a NBA assim como o 88 está bem e recomenda-se!
Numa colina do deserto, uma batalha se desenrola — mas o verdadeiro confronto não é apenas no campo, é no espírito. Em meio ao cansaço e à pressão, mãos levantadas determinam o rumo da vitória.Essa história vai muito além de um conflito antigo: revela segredos poderosos sobre fé, perseverança e o tipo de força que nasce quando decidimos não lutar sozinhos, quando procuramos ajuda.Essa mensagem é um chamado para quem está cansado de travar batalhas invisíveis. Um lembrete de que Deus ainda é Jeová Nissi — A Bandeira que nunca cai.Quando a fé se mantém erguida, mesmo em meio ao cansaço, o impossível se dobra diante do poder de um Deus que luta com e por nós.---Ministração do Pr. Michello Lacerda nos Cultos de Celebração de 9 de novembro de 2025.
Numa tarde que se queria de festa - pela comemoração do 138.º aniversário do clube - a Académica não conseguiu levar de vencida o 1.º Dezembro e acabou por empatar a uma bola. Ainda assim, pela conjugação de resultados, a Briosa consegue estranhamente manter-se no top-4.Discutimos o jogo, as intervenções do treinador e dos jogadores, houve Bingo Briosa, e ainda houve espaço para a tradicional ronda de resultados pelas restantes equipas do universo futebolístico da Académica.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: JOÃO 10:1-10 PLANO DE LEITURA ANUAL: JEREMIAS 43–45; HEBREUS 5 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Quando menino, morei numa fazenda e passava tardes gloriosas vagando com meu melhor amigo. Caminhávamos pela floresta, andávamos de pônei, visitávamos a arena de rodeios e nos aventurávamos no celeiro para ver os vaqueiros trabalharem. Mas sempre que eu ouvia o apito do meu pai, aquele som claro cortando o vento e todo o barulho, imediatamente eu largava tudo o que estava fazendo e voltava para casa. O sinal era inconfundível e eu sabia que meu pai estava me chamando. Décadas depois, eu ainda reconheceria aquele apito. Jesus disse aos Seus discípulos que Ele era o Pastor e Seus seguidores eram as ovelhas: “as ovelhas reconhecem sua voz”. Jesus continua: “Ele chama suas ovelhas pelo nome e as conduz para fora” (JOÃO 10:3). Numa época em que numerosos líderes e mestres procuravam confundir os discípulos de Cristo, reafirmando sua autoridade, Jesus declarou que a Sua voz amorosa podia ser ouvida claramente, mais distinta do que todas as outras: As ovelhas “o seguem porque conhecem sua voz” (v.4). Sejamos cuidadosos ao ouvir a voz de Jesus e evitemos ignorá-a, pois a verdade fundamental permanece: o Bom Pastor fala claramente e Suas ovelhas ouvem Sua voz. Talvez por meio de um versículo das Escrituras, das palavras de um amigo cristão ou do toque do Espírito: Jesus fala e nós o ouvimos. Por: WINN COLLIER
Jamil Salloum Júnior está certo de que a realidade é muito mais profunda do que aquilo que os olhos podem ver. Certo de que o invisível não é ausência, mas origem — e de que compreender o mundo é também aprender a escutar o que não se mostra —, ele, há mais de três décadas, dedica-se a investigar o que existe por trás do véu. Um verdadeiro mergulhador das tradições esotéricas, da filosofia e da psicologia transpessoal, Jamil percorre há anos esse território sutil onde o visível e o simbólico se encontram, traduzindo em linguagem viva aquilo que normalmente se perde entre o mistério e a razão. Em seu novo livro, Para Entender Blavatsky, ele revisita a vida e o pensamento da fundadora da Teosofia — e, mais do que explicar sua obra, nos convida a refletir sobre o sentido mais amplo da existência num mundo que insiste em reduzir o mistério ao que pode ser medido. Numa época em que o excesso de informação nos afasta da sabedoria, Jamil nos lembra que compreender é, antes de tudo, vivenciar — e que talvez o sagrado esteja justamente naquilo que não se explica, mas se sente. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o jornalista, mestre em Filosofia, Comunicação e Psicologia Transpessoal contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórico: “A crise tem um sentido pedagógico.” Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Neste episódio, a Daniela traz uma amiga sua para debaterem quais as músicas que elas totalmente cancelavam numa discoteca. Acreditem que este episódio vai do 8 ao 80, desde Panda e os Caricas até Pedro Sampaio e a Joana, no fim, pede muito que o ouçam porque ela até canta. Design: Vasco FonsecaSonoplastia: Lucas Barbosa e Jéssica Oliveira
A ‘onda democrata' que se verificou nas eleições locais norte-americanas esta semana é uma péssima notícia para a administração Trump – principalmente no que diz respeito a Nova Iorque, a capital social e económica do país. Com um ‘mayor' que Trump apelida de comunista e jihadista, tudo indica que a administração federal fará tudo o que estiver ao seu alcance para boicotar a agenda e o desenvolvimento da carreira política de Zohran Mamdani. Numa operação que os brasileiros consideram maioritariamente justificável, a polícia do Rio de Janeiro realizou uma intervenção armada nas favelas que deixou ficar para trás mais de uma centena de mortos. Uma péssima notícia para o presidente Lula da Silva, que quer transmitir ao mundo a imagem de um Brasil moderno e alinhado com os valores da democracia. A República Checa ‘guinou' à direita e é apenas o mais recente país a infletir para esse contexto político, no que é uma péssima notícia para a União Europeia.
Reflexão sobre a prestação de cuidados e sobre o papel de parceiro de cuidados neste dia do cuidador informal
A Caixa Geral de Depósitos divulga esta quinta-feira os resultados até setembro, depois de os restantes grandes bancos já terem apresentado contas que revelam uma travagem nos lucros. O Governo segue de perto o desempenho do banco público: no Orçamento do Estado para 2026, o Executivo de Montenegro estima receber cerca de mil milhões de euros em dividendosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
The future of the car business isn't coming… it's already here. And it's driven by artificial intelligence! Join Sean V. Bradley, President of Dealer Synergy, as he explores how AI is transforming every corner of the automotive industry. In this powerful episode, Sean is joined by two industry leaders: Yuriy Demidko from Fox Motors and Tasso Roumeliotis, Founder and CEO of Numa. Together, they pull back the curtain on the real impact of AI inside today's dealerships, from sales and service to communication and customer experience! "If you don't embrace some level of AI in certain pieces of your process, you will just fall behind really, really quickly." - Yuriy Demidko You'll hear how Fox Motors is strategically implementing AI to streamline service operations, enhance communication, and create more meaningful connections with customers, while Numa's cutting-edge technology is helping service advisors do more with less, resolving communication gaps that once slowed dealerships down! "Imagine what it will save you in the long term. Having cleaned up data, not just hoping and praying that your marketing is working properly." - Yuriy Demidko This isn't just theory, it's what's actually happening inside some of the nation's most forward-thinking stores. Whether you're a dealer principal, manager, or salesperson ready to embrace the next era of retail automotive, this episode will open your eyes to how AI is not replacing people, it's empowering them!
Numa manhã dedicada a covers, a Susana traz a melhor de todas
David Dinis apresenta hoje o livro “Como proteger a Democracia”, onde nos convoca para a ideia de que um dia André Ventura vai chegar ao poder. Tomando como ponto de partida o que fez a direita radical nos países onde chegou ao poder, o autor antecipa a possibilidade do Chega atropelar algumas das regras democráticas, utilizando o poder do Estado em seu favor.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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A bielorrussa laureada com o Nobel da Literatura, Svetlana Alexievich, esteve em Portugal para participar no festival Fólio, em Óbidos. Numa entrevista às jornalistas Ana França e Luciana Leiderfarb, continua a considerar que a realidade supera a ficção. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Um pé no bico e uma ideia na cabeça- duas baquetas nas mãos!Malandro se diverte até quando sobe, urubuservando a turma aqui embaixo tecendo loas e vertendo lágrimas com birinaite pra amansar a saudade.Os obituários do Boia são grandes celebrações de vida - e da vida vivida.Reparem na repetição, jamais gratuita, quando escrita.O Poetinha insiste em recordar que é uma só -Vida- mas eterna nos copos e corpos suados.Julio Adler e João Valente (Bruno Bocayuva na Guarda do Embaú, trabalhando onde o pessoal passa férias) levantam o que resta dos cálicespara brindar ao impacto enorme que fizeram na terra azul, John Peck, mistura de Senhor Pipeline e Paramahansa Yogananda e o baterista Jack DeJohnette, sinônimo de ritmo.A trilha ficou com Soft Cell (Ave Dave Ball!) com Bedsitter e John McLaughlin com a banda do Miles Davis, Jack DeJohnette - Dave Holland - Wayne Shorter - Chick Corea.
The Roman emperor Julian (r. 361-363 CE) was a man of action and of letters, which he employed in an effort to return the Empire to the light of the pagan gods, and reverse the Christianization of the empire advanced by his uncle Constantine and the sons of Constantine. This enterprise was inspired and guided by his conversion to the Neoplatonic philosophy and radical pagan Hellenism of Iamblichus and his disciples, and promoted by his production of Greek orations, letters, and satires. These works present a coherent vision of the providentially guided history and destiny of Rome as a series of foundations and refoundations enacted by rulers such as Romulus, Numa, and Caesar Augustus. As this book demonstrates, Julian offers an Iamblichean approach to the exegesis of the legends of Rome's founding, the allegories of Plato's dialogues, and myths of his own creation in order to articulate his own role in the refounding of the Empire. Furthermore, argues Jeremy Swist, approaching the wider examination of Julian's imperial self-image on these terms ends up nuancing and challenging common assumptions influenced by the rhetoric of his contemporary proponents. In his reverence for the gods and for philosophy, the emperor's self-construction embraces the identities of a statesman and soldier more than of a philosopher, of a Roman more than a Greek, and of a mere human rather than a semi-divine being. While distancing himself from the ideal models of philosophical virtue and imperial founding that inspire his own actions, he adopts a different set of exemplary figures as mirrors of himself. New Books in Late Antiquity is sponsored by Ancient Jew Review Jeremey Swist is Assistant Professor of Romance and Classical Studies at Michigan State University. Click here for The Symposium of the Caesars, and here for his talk on Julian and Constantinople. His dissertation spotlight from AJR is here. Michael Motia teaches in Classics and Religious Studies at UMass Boston. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/new-books-network
The Roman emperor Julian (r. 361-363 CE) was a man of action and of letters, which he employed in an effort to return the Empire to the light of the pagan gods, and reverse the Christianization of the empire advanced by his uncle Constantine and the sons of Constantine. This enterprise was inspired and guided by his conversion to the Neoplatonic philosophy and radical pagan Hellenism of Iamblichus and his disciples, and promoted by his production of Greek orations, letters, and satires. These works present a coherent vision of the providentially guided history and destiny of Rome as a series of foundations and refoundations enacted by rulers such as Romulus, Numa, and Caesar Augustus. As this book demonstrates, Julian offers an Iamblichean approach to the exegesis of the legends of Rome's founding, the allegories of Plato's dialogues, and myths of his own creation in order to articulate his own role in the refounding of the Empire. Furthermore, argues Jeremy Swist, approaching the wider examination of Julian's imperial self-image on these terms ends up nuancing and challenging common assumptions influenced by the rhetoric of his contemporary proponents. In his reverence for the gods and for philosophy, the emperor's self-construction embraces the identities of a statesman and soldier more than of a philosopher, of a Roman more than a Greek, and of a mere human rather than a semi-divine being. While distancing himself from the ideal models of philosophical virtue and imperial founding that inspire his own actions, he adopts a different set of exemplary figures as mirrors of himself. New Books in Late Antiquity is sponsored by Ancient Jew Review Jeremey Swist is Assistant Professor of Romance and Classical Studies at Michigan State University. Click here for The Symposium of the Caesars, and here for his talk on Julian and Constantinople. His dissertation spotlight from AJR is here. Michael Motia teaches in Classics and Religious Studies at UMass Boston. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/intellectual-history
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Numa viagem até à Estónia conhecemos melhor Arvo Pärt, o compositor vivo mais tocado do mundo. Um músico que fez do silêncio uma linguagem única e que aos 90 anos ainda nos ensina a parar e a ouvir. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Selma Uamusse é a convidada do novo episódio do TEATRA. Nas últimas décadas, tem sido uma voz das nossas vidas (ouvimo-la em discos, na rádio, em palco) e também uma voz de comando quando se trata de reunir pessoas em torno das causas que a movem. Numa conversa inspiradora, fala sobre a sua música e as múltiplas camadas que a compõem, nesta busca pelo seu lado moçambicano, que se traduz num gesto de resgate e cura. A artista confidencia a Mariana Maia de Oliveira que vive no espírito do “porque não?” sempre que é desafiada com novos projetos, e que já aprendeu que o segredo está em permanecer fiel a si própria. Com uma personalidade comunitária, um forte sentido de vizinhança e um olhar atento às pessoas à sua volta, Selma troca o culto do sucesso pelo cultivo da comunidade. Um episódio para ouvir no desacelerar do dia, ao ritmo cativante da Selma Uamusse. Sugestões Culturais:
Com Joana Azevedo
Margaret Thatcher nasceu há 100 anos. Liderou o Reino Unido durante uma década com coragem e visão. Numa altura cheia de lideranças fracas, o que há a aprender com o legado da "dama de ferro"?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pelos nos ouvidos e uma história onde não se percebe quem persegue quem.
Israel e o Hamas assumiram o plano de paz de Donald Trump. O presidente norte-americano impôs a sua vontade, com o desejo de ser premiado com o Nobel da Paz. Há um plano para acabar com guerra entre muçulmanos e judeus, mas na execução de qualquer plano o diabo está nos detalhes. Neste episódio, conversamos com o comentador da SIC Rui Cardoso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio desta semana do podcast Diplomatas, Teresa de Sousa e Carlos Gaspar (IPRI-Nova) analisaram a crise política em França, desencadeada pelo pedido de demissão do primeiro-ministro, Sébastien Lecornu, na segunda-feira. A jornalista e o investigador assinalaram ainda o segundo ano dos ataques do Hamas contra Israel no dia 7 de Outubro de 2023 e discutiram as negociações directas entre o movimento islamista palestiniano e o Governo israelita em curso, no Cairo, sobre o conflito na Faixa de Gaza. Houve ainda espaço para um comentário sobre a eleição de Sanae Takaichi como líder do Partido Liberal Democrático e provável próxima primeira-ministra do Japão. No final do programa, Carlos Gaspar respondeu a uma pergunta de um ouvinte do podcast sobre o conceito de “multilateralismo bilateralizado”, que consta no programa do Governo de Luís Montenegro para explicar a sua estratégia para a política externa de Portugal. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Numa edição especial da Vichyssoise, os jornalistas que acompanham as principais campanhas em Lisboa e no Porto escolheram os momentos que correram melhor e pior aos candidatos que acompanham.See omnystudio.com/listener for privacy information.
This week on GMH Hotels, Sarah Dandashy and Steve Turk cover a packed lineup shaping the global hotel landscape. Hilton unveils its 25th brand, Outset Collection, aimed at boutique conversions, while Numa introduces a premium lodging brand redefining urban stays across Europe. They also discuss softer-than-expected U.S. RevPAR, rising sick calls among air traffic controllers, and a growing trend known as “Longevity Travel” — where wellness meets wanderlust. From operations and brand strategy to the future of health-focused hospitality, Sarah and Steve unpack what these shifts mean for hoteliers, investors, and travelers heading into 2026. Follow the Hosts: Steve Turk – LinkedIn Sarah Dandashy – LinkedIn Connect with Skift: LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/skift/ WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaAL375LikgIXmNPYQ0L/ Facebook: https://facebook.com/skiftnews Instagram: https://www.instagram.com/skiftnews/ Threads: https://www.threads.net/@skiftnews Bluesky: https://bsky.app/profile/skiftnews.bsky.social X: https://twitter.com/skift Subscribe to @SkiftNews and never miss an update from the travel industry.
Faça sua assinatura! www.resumido.cc/assinatura--Numa invasão da intimidade, IA entra em brigas de casal, vira colega de trabalho que gera tarefa inútil, cria atrizes falsas, deepfakes de amigos e vai transformar suas conversas em anúncios. Reagindo à tecnologia, restaurante bane celulares enquanto China combate futilidade online.Privacidade virou nostalgia?No RESUMIDO #333: casais usam ChatGPT pra brigar, restaurante proíbe celulares, iFood retoma entregas por drone, confiança na mídia despenca, atriz sintética desperta a ira de Hollywood, China combate conteúdo fútil online e muito mais!--Ouça e confira todos os links comentados no episódio: https://resumido.cc/podcasts/chatgpt-embola-casamentos-mais-gororoba-digital-china-contra-futilidade-online
Perante os casos de invasão do espaço aéreo da União Europeia por drones russos, a Comissão Europeia anuncia a criação de um “muro de drones”. Francisco Proença Garcia é o convidado deste episódio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Numa altura de grande indefinição, qual é o futuro da ONU? O reconhecimento português do estado da Palestina e ainda a posição de Trump sobre a guerra na Ucrânia que volta a mudar (mais uma vez).See omnystudio.com/listener for privacy information.
Numa semana em que Ventura confirmou a candidatura presidencial e Tavares fez discurso a baralhar ainda mais a esquerda, ases discutem quem perde mais com líder do Chega e o que deve fazer a esquerda.See omnystudio.com/listener for privacy information.
É o assunto do momento: inteligência artificial. Muito tem sido dito sobre o efeito dela na sociedade. Mas e os efeitos em nossa mente? Afinal, ela afeta nossa capacidade cognitiva? O que a ciência já tem a dizer sobre isso?Confira o papo entre o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.>> OUÇA (58min 57s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*APOIO: INSIDERIlustríssima ouvinte, ilustríssimo ouvinte do Naruhodo,qual é minha dica INSIDER do mês?Eu precisava de uma calça que servisse para o trabalho e para o lazer.Numa só peça.A resposta chegou:Calça FutureForm da INSIDER.É elegante.É confortável.É versátil.É durável.Não precisa passar.Vai da reunião de trabalho ao rolê do fim de semana.E Setembro, que é o Mês do Cliente, é a melhor oportunidade para começar a comprar INSIDER: combinando o cupom NARUHODO com os descontos do site, o seu desconto total pode chegar a até 50%! Isso mesmo: sua compra pode sair até pela metade do preço.Mas tem que acessar pela URL especial:creators.insiderstore.com.br/NARUHODOINSIDER: inteligência em cada escolha.#InsiderStore*REFERÊNCIASAI study: Over 60 per cent use Artificial Intelligence at work – almost half of all employees are worried about losing their jobshttps://www.deloitte.com/ch/en/about/press-room/ai-study-almost-half-of-all-employees-are-worried-about-losing-their-jobs.htmlAI Tools in Society: Impacts on Cognitive Offloading and the Future of Critical Thinkinghttps://www.mdpi.com/2075-4698/15/1/6Impact of artificial intelligence on human loss in decision making, laziness and safety in educationhttps://www.nature.com/articles/s41599-023-01787-8The impact of artificial intelligence on human society and bioethicshttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7605294/Your Brain on ChatGPT: Accumulation of Cognitive Debt when Using an AI Assistant for Essay Writing Taskhttps://arxiv.org/pdf/2506.08872v1A user-centred approach to functions in Excelhttps://dl.acm.org/doi/abs/10.1145/944705.944721Spreadsheet usage by management accountants: An exploratory studyhttps://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0748575114000736Technology and Unemploymenthttps://www.proquest.com/openview/c94ac907d0063472c88497666cafca0d/1?pq-origsite=gscholar&cbl=1817076Artificial Intelligence and the Modern Productivity Paradox: A Clash of Expectations and Statisticshttps://www.nber.org/papers/w24001The productivity paradox of information technologyhttps://dl.acm.org/doi/10.1145/163298.163309Automation and Job Displacement's Impact on the Labor Market in the USAhttps://soar.suny.edu/handle/20.500.12648/16197The Simple Macroeconomics of AIhttps://shapingwork.mit.edu/research/the-simple-macroeconomics-of-ai/The LLM Effect: Are Humans Truly Using LLMs, or Are They Being Influenced By Them Instead?https://arxiv.org/abs/2410.04699Will Generative Artificial Intelligence Chatbots Generate Delusions in Individuals Prone to Psychosis? https://academic.oup.com/schizophreniabulletin/article/49/6/1418/7251361Experiences of hearing voices: analysis of a novel phenomenological surveyhttps://www.thelancet.com/journals/lanpsy/article/PIIS2215-0366(15)00006-1/fulltextThe Efficacy of Conversational AI in Rectifying the Theory-of-Mind and Autonomy Biases: Comparative Analysishttps://mental.jmir.org/2025/1/e64396/Ontological Drift: Accounting for Unexplained Anomalies in the AI Mental Health Crisishttps://www.researchgate.net/profile/Julian-Michels-3/publication/394845017_Ontological_Drift_Accounting_for_Unexplained_Anomalies_in_the_AI_Mental_Health_Crisis/links/68a85fa36327cf7b63d8b7ba/Ontological-Drift-Accounting-for-Unexplained-Anomalies-in-the-AI-Mental-Health-Crisis.pdfArtificial intelligence-assisted psychosis risk screening in adolescents: Practices and challengeshttps://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC9641379/Naruhodo #442 - Qual o efeito da arte sobre nós?https://www.youtube.com/watch?v=9pgyTDtRbeoNaruhodo #435 - Jogar videogame pode ajudar a curar doenças?https://www.youtube.com/watch?v=7Ob___Y97d4Naruhodo #272 - Quais são os grandes desafios da psicologia no Brasil?https://www.youtube.com/watch?v=Kxt23k6HCa0Naruhodo #165 - Quando tomo antidepressivos continuo sendo eu mesmo?https://www.youtube.com/watch?v=dWyfUyHUiA4Naruhodo #235 - Por que suspiramos?https://www.youtube.com/watch?v=Obh8T90AefANaruhodo #415 - Subir escadas pode ajudar pessoas com transtornos psiquiátricos?https://www.youtube.com/watch?v=jqhtO6W03CcNaruhodo #407 - Existe razão sem emoção?https://www.youtube.com/watch?v=qUxluRrHV3ENaruhodo #346 - Programação Neurolinguística (PNL) tem base científica? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=p9-iauANzY0Naruhodo #347 - Programação Neurolinguística (PNL) tem base científica? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=yggQXOE9lRYNaruhodo #443 - Quais os impactos dos robôs em nossas vidas? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=tCUsvZ9hQ60Naruhodo #444 - Quais os impactos dos robôs em nossas vidas? - Parte 2 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=yLVhdONlrug*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. 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