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Seu produto tem funcionalidade, mas os usuários travam antes de chegar ao valor? Neste Enzimas, recebemos Amanda Couto, Especialista de Produto na SEK. Ela traz uma provocação direta: o onboarding no modelo de tutorial com checklist, tour guiado e etapas sequenciais pode estar fazendo mais mal do que bem. O problema, segundo ela, raramente é a ausência de funcionalidade. É o excesso de esforço que o produto joga no usuário antes de ele perceber qualquer valor. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Onboarding adaptativo;Carga cognitiva;Ativação contínua;Time to value;IA na experiência;Fricção em produto;Product-led growth.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #enzimas #customerexperience
Quanto tempo sua equipe perde esperando uma tela pronta para continuar o desenvolvimento? Neste Snippet, recebemos Mateus Silveira Ribeiro, Tech Lead na dti digital. Ele mostra na prática como o Google Stitch transforma linguagem natural em protótipos navegáveis com design system automático e, a partir da integração com MCP Server no VS Code, converte esses protótipos diretamente em código Next.js funcional, sem sair do editor. Dê o play e ouça agora!Assuntos abordados:Google Stitch na prática;Geração de design system;Prototipação navegável;MCP Server no VS Code;Prompt para Next.js.Ficou curioso? Então, dê o play!Links importantes:Vagas disponíveisNewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: entrechaves@dtidigital.com.brO Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #desenvolvimentodesoftware
Este conteúdo é um trecho do episódio: "Liderança e IA: o que muda na gestão de times".Nele, Hammer Lage, Head de Tecnologia da dti digital, traz dados do relatório DORA para mostrar que, mesmo com 90% dos desenvolvedores usando IA diariamente, os níveis de confiança nas respostas geradas não cresceram na mesma proporção. A partir disso, ele desenvolve a tese de que o maior ganho da IA não está na velocidade de execução, mas na capacidade de expandir o conhecimento humano de forma antes impossível. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Relatório DORA;Inteligência aumentada;Confiança na IA;Expansão do conhecimento.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #lideranca
No novo episódio do quadro “Expresso”, a Laura comentou sobre o mês do orgulho LGBTQIA+. Teve polêmica da parada de SP e também indicação de três obras cinematográficas. Ficou curioso(a) para saber mais? Então corre dar o play! Não esquece de comentar e compartilhar com os amigos nerds!
Você está cobrando o uso de IA do seu time, mas tem certeza de que eles estão aprendendo com isso, ou só acelerando a entrega? Neste episódio, recebemos André Luis Guimarães Santos e Ângela Cláudia Martin Duarte, Heads de Operações, e Hammer Lage, Head de Tecnologia, todos da dti digtal. Eles debatem o que realmente muda na gestão quando a IA entra nos times, por que tratar a ferramenta apenas como ganho de performance é um erro, e como cultivar senso crítico em profissionais que já chegam ao mercado com IA na veia. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Liderança jardineira;Inteligência aumentada;Resistência à IA;Relatório DORA;Senso crítico;Dev júnior e IA;Agentes de IA;Cultura de aprendizado.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #liderança
Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#349 - Multilixo: gestão de resíduos com previsibilidade e controle operacional”.Nele, Marcelo Kotaki, CIO da Multilixo, explica como o desenvolvimento de uma plataforma própria revolucionou completamente a gestão operacional da empresa. Ele detalha a transição do controle em papel para um sistema integrado com torre de controle logística, rastreamento em tempo real e otimização de rotas que facilita a vida dos operadores. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Plataforma Multimais;Rastreamento logístico;Roteirização inteligente;Economia circular.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #eficienciaoperacional
Sua empresa está jogando o jogo certo para sobreviver às mudanças constantes do mercado? Neste Enzimas, André Luis Guimarães, Engineering and Operations Manager na dti digital, traz seus insights do livro "O Jogo Infinito" de Simon Sinek. Ele explica por que muitas organizações falham ao tentar aplicar estratégias de curto prazo em um ambiente de negócios que exige pensamento infinito, e revela os pilares fundamentais para construir empresas verdadeiramente duradouras. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Jogos finitos;Jogos infinitos;Times confiáveis;Flexibilidade existencial;Coragem empresarial.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #enzimas
Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#270 Como fazer a transição de desenvolvedor para orquestrador de IA”.Nele, nossos hosts debatem o dilema econômico dos multiagentes no desenvolvimento, explorando quando a orquestração de múltiplos agentes se torna um problema e como encontrar o equilíbrio entre ganhos de velocidade e custos computacionais elevados. Eles revelam por que começar simples com skills pode ser mais inteligente que criar agentes para tudo. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Multiagentes e os custos;ROI de desenvolvimento com IA;Produtividade x preço;Harness engineering;Economia de software.Links importantes:Vagas disponíveisNewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: entrechaves@dtidigital.com.brO Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #desenvolvimentodesoftware #carreiradev
Adriellen ficou conhecida nacionalmente após uma gravidez rara de gêmeos com pais diferentes. Anos depois, seu nome voltou às manchetes da pior forma possível: morta dentro da casa da cunhada, com um tiro no peito, enquanto a própria bebê também saiu ferida. O ex-marido fugiu, permaneceu em silêncio e agora a investigação tenta entender o que realmente aconteceu naquela noite. Quantos sinais foram ignorados antes dessa tragédia?Assista também: https://www.youtube.com/playlist?list=PLM8urkUnySVAN4HeD8Xh_QQV1QyDpBzJeSe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
Nesse episódio, Bruno Carvalho, Edu Aurrai e Rodrigo Cunha falam sobre o aumento de preço da Playstation Plus em diversos territórios, inclusive no Brasil; as mudanças no XBOX desde a chegada da nova CEO, Asha Sharma; o mais recente movimento de reorganização da Embracer, para destacar grandes franquias como Senhor dos Anéis e Tomb Raider; e muito mais. Duração: 76 min Comentados: Steam Controller Gritando XBOX Player Voice · Community COMPRE O MARS 2120, METROIDVANIA BRASILEIRO: PC (STEAM) PLAYSTATION 4, PLAYSTATION 5 XBOX ONE, XBOX SERIES S|X NINTENDO SWITCH Vídeos: Grand Finale to an Epic Saga | The Talos Principle 3 | Pictonico! – Announcement Trailer MARVEL Cosmic Invasion | DLC #1 – Cyclops & The Thing | Steam Controller 2026 sings SMB2 Theme (Steam Haptics Singer) Steam Controller 2026 easter egg
Por que reunir informações para decidir virou um processo tão complexo na sua empresa? Neste conteúdo, recebemos Guilherme Flora Garcia, Cientista de Dados na dti digital. Ele compartilha como uma empresa de saúde e nutrição animal superou a fragmentação de dados e conseguiu implementar soluções de inteligência artificial que geram alertas precoces, evitando perdas financeiras significativas. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Dados fragmentados;Data Lakehouse;Databricks;Data Mesh;Governança centralizada;Infraestrutura automatizada.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #iaaplicada
Como transformar a variabilidade da cadeia reversa em operações controláveis? Neste episódio, recebemos Marcelo Kotaki, CIO da Multilixo, que revela como a empresa transformou o "caos" da logística reversa em operações controladas e previsíveis. Ele compartilha os desafios únicos da gestão de resíduos, desde a complexidade das embalagens em constante mudança até o desenvolvimento de tecnologias proprietárias que garantem controle total sobre a cadeia. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Economia circular;Sensores ópticos;IoT industrial;Automação inteligente;Logística reversa;Visão computacional;Previsibilidade operacional;Sustentabilidade corporativa.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #eficienciaoperacional
Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#348 - Mondelēz: como dominar a sazonalidade com gestão data-driven”.Nele, Patrícia Menezes, Trade Marketing na Mondelēz International, detalha o método usado para transformar equipes táticas em times de alta performance. Ela compartilha como a empresa elevou o nível das conversas internas e com clientes, criando profissionais que trabalham em conjunto e com visão de negócio. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Desenvolvimento de líderes;Equipes multifuncionais;Liderança de negócio;Alta performance;Tomada de decisão;Trade Marketing estratégico;Gestão ágil.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #cases #customercentric
DIRETAMENTE DO YOUTUBE | Stranger Things chegou ao fim e, antes mesmo de a gente assistir à temporada final, já dava pra perceber que o debate em torno da série virou um fenômeno à parte.Neste vídeo, não fazemos resenha e não damos spoilers. Em vez disso, discutimos tudo o que circulou sobre o final de Stranger Things em cinco atos: da guerra dos spoilers à spoilerfobia, da obsessão por análises infinitas à ideia de que “quem não gostou é porque não entendeu”.Falamos também sobre a expectativa de finais “totalmente explicados”, o peso das referências culturais e, claro, sobre como Stranger Things pode (ou não) impulsionar uma nova onda de interesse por Dungeons & Dragons e RPG.Um papo sobre fandom, consumo cultural, internet, ansiedade coletiva e o que a gente espera (ou exige) de um final hoje em dia.
Tudo o que disser aqui pode ser usado contra si. E não é assim, e cada vez mais, em toda a parte? Parece que temos alguma coisa contra a vida. Por princípio, e contrariamente ao que se diz. Só isso explica a falta de ar, a falta de vidas absurdas. No seu estado de demência mais benigna, percebe-se como o mundo cedeu a uma imensa nostalgia do passado. Ninguém saberia, contudo, situá-lo. Na verdade, são doenças da nossa falta de memória. Os delírios de uns débeis. Mas vez por outra lá se cruza connosco um desses seres descarrilados, vendendo beijos com sabor a cerveja, contrariando a ideia de que tudo só se passa muito longe, no cu do mundo. Ainda antes de isso ser tido como um acto político, era vista com o batom a transbordar sempre um pouco dos lábios. O desastre torna-se sugestivo a partir de certa altura, e há quem se apegue a ele, desenvolva por esses sinais uma estima imensa. A realidade, no fundo, interessa-nos muito pouco. Só a partir do momento em que alguém se dispõe a recuperar velhas cassetes, as gravações soluçantes, ficando buracos que é preciso compensar. Uma canção que toca ao longe e que quase se deixa reconhecer, e também a partir de frases cortadas uma linguagem que nos parece desconhecida, feita de réplicas oferecidas em lugares esquecidos. É preferível quando alguém só conhece uma versão parcial, e faz dela o seu todo. Não se põe a investigar todas as circunstâncias, porque a partir de certa altura a enxurrada dos acontecimentos devasta qualquer possibilidade de segurar uma narrativa mais firme. «Não ser amada é um acto de terror», disse ela. Só ter para mostrar a quem a visita naquele quartinho infecto «um coração cheio de moscas negras». E, nas paredes, balouçando, «um alfabeto de más experiências.» É o de sempre: histórias gaguejantes, overdoses, comprimidos para dormir, os bibelôs para compor uma solidão de deserto, e a clara sensação de que tudo caminha para o seu fim. São as impressões o que respira no meio dos relatos. Todos sabemos secretamente que as histórias estão mortas há muito. Hoje, só nos sonhos não nos sentimos ali despejados, desfeitos. Só nos sonhos, as impossibilidades não se apresentam como impossibilidades. Michael Marder diz-nos que após a segunda morte de Deus, convencionalmente chamada secularização, o vazadouro global incita à expiação do ser através da massa em energia, potencialidade pura, inflamável e explosiva. «A existência é tolerada desde que nada permaneça quieto, os seres não se detenham no interior dos seus limites próprios e o próprio ser acelere a caminho do nada.» Por isso prefiro ler como quem tem a sensação de ouvir alguém perdido num transe, como Sara Stridsberg a recolher os sinais da passagem de Valerie Solanas por este mundo. Falar-nos daquele quarto do Hotel Bristol, em abril de 1988, daquela cama que «é um deserto em chamas de tudo o que não fizeste e de tudo o que fizeste mal, profunda como dez mil braças de água de oceanos de tudo o que esqueceste e de todas as vezes que te esqueceste de dizer adeus.» Morreu ali, aos 52 anos, como uma personagem de quem se dizia que não tinha os parafusos todos. Mais um nome a juntar a uma lista, que poderia seguir assim: Valerie. Marilyn. Roslyn. Ulrike. Sylvia. Há tantos narradores empenhados em chegar ao fundo da verdade, apenas para descobrirem que à medida que se aproximam as frases se tornam vazias, tomadas de uma irresolução, de uma fundamental inépcia retórica. Por isso, as histórias são só uma força de atiçar, manter a tensão, para levar as pessoas a confiarem naquilo que já viveram e sabem. Assim sendo, que importa que o narrador exagere ou minta? Que importa saber quem é o narrador? Cada um está entregue ao que viveu já e a partir disso está disposto a imaginar. «A tua memória é um passador», diz uma delas. Todos se esfalfam por abordar um material genuíno, mas acaba por valer mais essa voz capaz de demorar-se até ficar com os pensamentos encardidos, a roupa suja, revelar as suas sujas intenções, a sua baixeza. No fundo, para que alguma coisa sobreviva a este mundo precisa ser arrancada às suas circunstâncias, aquilo que fica na memória dos que registam apenas os contornos mais frios, essa cultura geral da indiferença. Solanas ficou conhecida apenas como mais outra histérica, a feminista radical que, nos anos sessenta, disparou três tiros sobre Andy Warhol, depois de ter participado num dos seus filmes. Os dois primeiros tiros falharam o alvo, mas o terceiro perfurou-lhe o esófago, o estômago, o baço, o fígado e os pulmões. Um ano após o atentado, que a levou a ser internada com um diagnóstico de esquizofrenia, Warhol posou para uma fotografia com a camisa arregaçada, exibindo as marcas das cirurgias. Aquelas cicatrizes deram-lhe a gravidade que lhe permitiam afastar-se da figura de um patético cadáver disponível a tudo para somar mais uns minutos. Havia ali um certo triunfo, uma dimensão insinuante e provocatória. «Vemos Warhol a assimilar o facto da sua própria morte, a processá-lo com a mesma ligeireza inquisitiva e penetrante que animava o resto da sua obra. Se Solanas está presente na fotografia, é apenas sob a forma de um ponto de interrogação, objecto do olhar perplexo de Warhol», registou um artigo numa revista middlebrow, como eles dizem. «Ele tinha controlo excessivo sobre a minha vida», terá dito Solanas ao polícia a quem se entregou, como explicação para o ataque. Se não morreu dos ferimentos provocados pelos disparos, as cirurgias subsequentes a que Warhol foi submetido levaram a passar demasiado tempo na companhia dos moribundos, e era essa vulnerabilidade excessiva que instigou o terror que acabaria por matá-lo, tendo mais tarde recusado procurar tratamento para uma infecção na vesícula biliar até já não haver nada a fazer. Hoje, nada senão esse fetiche dos factos sustenta as maiores ficções, que permitem a alguns estar muito confiantes dos seus esforços para esclarecer a época, e tantas vezes esquecem-se como a condenação deste tempo é a forma como leva «todos os seres a verem-se confundidos nos amontoados caóticos dos refugos, esmagando e sendo esmagados, sobrepondo-se e arrasando-se uns aos outros» (Marder). O jornalismo não pode dizer-nos muito pois não está em condições de ir até ao fundo, e o fundo são as nossas próprias vidas. Solanas tinha escrito um manifesto para a sua «associação para esquartejar os homens» (SCUM, Society for Cutting Up Men). Quando ela foi internada no hospital psiquiátrico, dois tipos que a conheciam encheram-se de dinheiro com uma edição do manifesto. Dez anos depois, quando foi ela a publicá-lo já ninguém estava interessado. Ficou célebre o arranque: «A vida nesta sociedade é, na melhor das hipóteses, tremendamente enfadonha, e nenhum dos seus aspectos é minimamente relevante para as mulheres. Às mulheres civilizadas, responsáveis, que procuram o estímulo, resta apenas a possibilidade de derrubar o governo, eliminar o sistema económico, implantar a automatização integral e aniquilar o sexo masculino. Temos agora possibilidades técnicas de nos reproduzirmos sem o contributo dos homens e de produzir apenas mulheres. Temos de começar imediatamente a pôr isto em prática. Imediatamente. Conservar os homens não tem sequer o mais duvidoso sentido no plano biológico. Os homens são um desastre biológico: o cromossoma Y é um cromossoma X incompleto, ou seja, um gene com uma composição deficiente de cromossomas. Por outras palavras, o homem é uma mulher incompleta, um fracasso ambulante, falhado logo no estádio do gene. Ser homem é ser uma falha, é ser emocionalmente limitado. A masculinidade é uma deficiência, e os homens são aleijados emocionais. (…) contudo, os homens que são racionais não irão protestar e espernear, nem fazer um alarido patético, vão simplesmente deixar-se ficar sentados, calmamente, desfrutar o espectáculo e cavalgar as ondas até soçobrarem.» Naturalmente, este espectáculo não encherá a plateia do Tivoli. Neste episódio fomos levados pela Margarida Davim a pensar o que pode ser ainda um jornalismo capaz de definir por si mesmo um horizonte muito além dos enredos de conveniência, capaz de nos oferecer alguma coisa além desse chá para os submissos. Fomos postos a par do turbulento e incerto percurso em que está lançada essa balsa daqueles poucos que conseguiram resgatar a Visão, num dos episódios mais conturbados e que melhor ilustram os bastidores daquele que em tempos se tinha como o quarto poder e que hoje anda por aí lançado aos caídos, devendo o melhor de si à obstinação de uns quantos que talvez resista mais à base do desespero do que um resto de utopia requentada.
#PodCast GC - A Melhor forma de manter-se atualizado no mundo dos negócios
A reforma tributária realmente criou um ambiente menos favorável para empresas do Simples Nacional, especialmente porque as empresas não poderão aproveitar créditos do IBS e da CBS, salvo exceções muito restritas. Serão impactadas pelo split payment, que altera o fluxo financeiro e pode gerar problemas de capital de giro. E a cumulatividade implícita aumenta, pois a cadeia passa a ser creditada para todos, menos para quem está no Simples. Ficou preocupado comesses pontos? Então vamos lá! Vamos dar um play para esse conhecimento e saber o que vem por aí com as novas regras implantadas pela reforma tributáriaNão esqueça, este e vários outros conteúdos também estão disponíveis no formato PodCasts, que podem ser cortados pelo Spotify através do link: https://spoti.fi/2R08Rn6 Aproveite e participe de nosso Grupo de Tira Dúvidas do Telegram: https://t.me/gestaocontabilMaiores dúvidas e informações, entre em contato:WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/DRtkCaCdapq162FqdOdiEdSite: www.gestaocontabilonline.com.brE-mail: sac@gcgestaocontabil.comFale com o nosso contador: https://taggo.one/gc_gestao
Seus times realmente têm autonomia ou apenas estão soltos? Neste Enzimas, recebemos Alexandre Loriggio, Liderança de Produtos na dti digital, que desvenda como criar contexto suficiente para que seus times decidam sozinhos com segurança e alinhamento. Entenda a transformação que isso gera nos seus resultados. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Liderança situacional;Autonomia dos times;Contexto estratégico;Direcionamento claro;Feedback contínuo.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #enzimas #lideranca
Seus relatórios mostram números, mas não dizem o que fazer com eles? Neste conteúdo, Jonatha Fabricio, Desenvolvedor de Software na dti digital, compartilha um case de um motor de IA que transforma dados brutos de vendas, metas e estoque em recomendações executivas claras. Na prática, isso reduz de horas para segundos o tempo entre análise e decisão. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Recomendações automatizadas;Governança de dados;Tempo de análise;Padronização de insights.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #iaaplicada
No novo episódio do quadro “Expresso”, a Laura comentou sobre o final da segunda temporada de Demolidor. Uma temporada mais política com corruptos se dando mal e o rei do crime finalmente perdendo o poder de Nova York. Será que foi um final bom? Ficou curioso(a) para saber mais? Então corre dar o play! Não esquece de comentar e compartilhar com os amigos nerds!
Sua empresa está preparada para os picos de venda em um curto período de tempo? Neste episódio, Patrícia Menezes, Diretora de Trade Marketing na Mondelēz International, compartilha como a empresa estrutura seu planejamento para enfrentar os desafios operacionais da sazonalidade. Ela detalha estratégias testadas para minimizar riscos e maximizar resultados em períodos de alta pressão como a Páscoa. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Planejamento sazonal;Riscos operacionais;Produção antecipada;Monitoramento diário;IA e dashboards;Retail Media;Desenvolvimento de categoria;E-commerce.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #cases #customerexperience
Tem mãe que nunca virou mãe de verdade. Ficou presa sendo a moça bonita, a profissional, a mulher que era antes. E a filha cresce com fome, não de comida, de amor.Nessa análise do filme Dumplin', mostro o que acontece quando a mãe enxerga na filha um reflexo de si mesma em vez de ver quem ela é. E o que isso deixa no corpo, nas escolhas, na vida adulta da mulher que essa filha vai se tornar.erapia Inteligente, canal no Instagram, um lugar para você descobrir e escolher caminhos de cura para sua alma!Principalmente se você quiser ampliar sua consciência sobre Feminino Ferido, Prosperidade Sistêmica, Codependência, Psicanálise e Espiritualidade.Para ficar por dentro de tudo o que acontece no Terapia Inteligente, conheça também o Portal Instituto Terapia Inteligente.
Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#347 - MetLife: gestão de sinistros com dados e IA no setor de seguros”.Nele, Ronieri Marques, Gerente SR de Data & Analytics da MetLife Brasil, revela como a empresa desenvolveu o Cot.AI, uma IA conversacional que realmente empodera corretores sem substituí-los. Ele compartilha os bastidores de como criar tecnologia que se adapta ao jeito brasileiro de trabalhar, os desafios de treinar IA para entender diferentes sotaques e o feedback surpreendente dos corretores que já usam a ferramenta no dia a dia. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Cot.AI conversacional;IA no WhatsApp;Empoderamento de corretores;Integração com cotação;Feedback dos corretores;Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #case #dados
Por que seu orçamento de TI nunca é suficiente? Neste Enzimas, Mariana Bernardes, Product Owner na dti digital, fala dos problemas causados pelo desperdício de recursos em TI dentro das empresas. Ela compartilha estratégias práticas para identificar os principais causadores dessa perda orçamentaria e demonstra como a inteligência artificial pode transformar essa realidade, dando visibilidade ao que antes era oculto. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Desperdícios ocultos em TI;ROI de investimentos tecnológicos;Inteligência artificial na gestão;Otimização de orçamento;Eficiência operacional.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #enzimas
“‘Evita’ é o nosso maior projeto até hoje”, diz Paulo Sousa Costa, da Yellow Star. Sofia Escobar encarna o seu papel mais desafiante: “É toda uma viagem”, diz a cantora que já brilhou no West End.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Seu time está perdendo produtividade pela falta de padrão na documentação e processos? Neste conteúdo, recebemos Guilherme Mendonça, Product Manager da dti digital, que compartilha como sua equipe transformou o caos da documentação dispersa em uma solução que revolucionou o planejamento e refinamento de projetos. Ele revela uma abordagem inovadora que não só resolveu problemas internos, mas também se tornou diferencial competitivo para os clientes da empresa. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Gestão de conhecimento corporativo;Centralização de informações dispersas;Hierarquia de confiança em dados;Redução de tempo em documentação;Mapeamento de dependências;Automação de roteiros de teste.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #iaaplicada
O que acontece com seu negócio quando o cliente mais precisa de você e encontra burocracia? Neste episódio, recebemos Ronieri Marques, Gerente SR de Data & Analytics da MetLife Brasil. Ele detalha como a empresa transformou a gestão de sinistros através de dados e inteligência artificial. Além disso, compartilha os bastidores do Accelerator, a estratégia por trás da gestão de sinistros e como equilibrar automação com controle operacional para entregar uma experiência excepcional nos momentos mais críticos da jornada do cliente. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Accelerator e integração;Automação de sinistros;IA em pagamentos;Cot.AI no WhatsApp;Experiência do cliente;Data Hub MetLife;Governança de dados;Compliance e LGPD.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #case #dados
Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#346 – Grupo Diagonal: liderando a integração entre departamentos na era da IA”.Nele, Jociele França, Gerente de Experiência do Cliente, Tecnologia e Dados no Grupo Diagonal, faz uma reflexão importante sobre o problema da implementação de IA em uma única etapa do processo. Isso porque, essa adoção isolada cria expectativas que as áreas seguintes não conseguiam atender. No fim, esse aprendizado transformou a abordagem da empresa para implementar tecnologia com visão sistêmica e foco no valor final para o cliente. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Automação isolada de IA;Experiência fragmentada;Valor final com IA;IA experimental;Transformação processual.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #cases
Você está tomando decisões estratégicas com informações incompletas? Neste Enzimas, recebemos Danilo Alvarenga, Especialista de Dados na Braveo. Ele compartilha fontes de dados públicos subutilizadas e explica como conectar cenários macro e micro pode transformar completamente a leitura do mercado, gerando vantagem competitiva real para o negócio. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Dados públicos subutilizados;Cenário macro x micro;Empresas de pesquisa;Dados setoriais especializados;Métricas CAC e ROI.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #enzimas #dados
Neste episódio, Guilherme Goulart e Vinícius Serafim analisam casos reais e tendências que colocam em xeque a segurança digital e física no Brasil. Você vai descobrir como criminosos burlaram um sistema de reconhecimento facial em condomínios de Porto Alegre usando engenharia social, expondo os riscos do teatro da segurança, do solucionismo tecnológico e da hipossuficiência técnica dos consumidores. Em seguida, você vai entender o que está por trás do lançamento do modelo Mitos da Anthropic — classificado como perigoso demais para uso público —, e por que os resultados práticos com o Firefox e o cURL geraram ceticismo no meio da cibersegurança, levantando questões sobre propaganda de IA, governança, regulação e concorrência no mercado de inteligência artificial. Neste episódio, você também acompanha a análise da lei 15.397, que atualizou crimes digitais no Brasil com penas mais severas para furto qualificado digital, cessão de conta laranja e fraude eletrônica — e por que, sem investimento em capacidade investigativa, isso pode ser apenas populismo penal. Além disso, são discutidas duas vulnerabilidades críticas no Linux (CVE Copyfile e Dirty Frag) com exploits já circulando antes da correção, e como a IA pode acabar com o anonimato na internet ao identificar autores por fingerprint de texto com apenas 125 palavras. Os temas de privacidade, proteção de dados, LGPD, segurança ofensiva, pentest e infraestrutura em nuvem permeiam toda a conversa. Assine o Segurança Legal na sua plataforma favorita, siga o perfil nas redes sociais e avalie o podcast para ajudar a ampliar o alcance deste projeto independente de conteúdo sobre segurança da informação. Você também pode apoiar diretamente pelo Apoia.se (apoia.se/segurancalegal) ou simplesmente indicar o podcast para colegas e amigos — cada compartilhamento faz diferença. Entre em contato pelo e-mail podcast@segurancalegal.com ou pelo Mastodon, Instagram, Bluesky, YouTube e TikTok. Esta descrição foi realizada a partir do áudio do podcast com o uso de IA, com revisão humana. Visite nossa campanha de financiamento coletivo e nos apoie! Conheça o Blog da BrownPipe Consultoria e se inscreva no nosso mailing Shownotes Polícia prende suspeitos de invadir e furtar apartamentos de alto padrão em Porto Alegre; grupo usava fraude em reconhecimento facial Polícia desarticula grupo de criminosos que furtava apartamentos de luxo via redes sociais Atualização do Código Penal para alguns crimes digitais Will AI end anonymity? I tested it I can never talk to an AI anonymously again Anthropic's most dangerous AI model just fell into the wrong hands Unauthorized group has gained access to Anthropic's exclusive cyber tool Mythos, report claims It’s a myth that you need Mythos to find bugs: Open source models can do it just as well Filme: Quebra de Sigilo (Sneakers) BC Protege Livro – Sob a sombra da suástica: a França ocupada Filme – Viagem ao mundo dos sonhos Artigo – Em louvor ao Teatro da Segurança Imagem do episódio: The Ancient Days, Willia, Blanke
Edson sempre levou uma vida simples e se apaixonou por Camila, que sonhava com luxo e uma vida melhor. Depois do nascimento da filha Bianca, as dificuldades financeiras desgastaram o relacionamento, até que Camila abandonou os dois para viver outra vida. Sozinho, Edson criou Bianca durante quase dez anos com muito esforço e amor. Quando Camila voltou, já com uma condição financeira melhor, reconquistou a filha aos poucos, até Bianca decidir morar com a mãe. Hoje, Edson vive com a dor da distância da filha, mas aceita sua escolha por entender que ela encontrou a vida que sempre quis ter.❤️ Se você quer contar sua história, é só entrar em contato através do nosso e-mail: quemamanaoesquece@band.com.br ou pelas nossas redes sociais. Você é fã da Band FM? Então, inscreva-se no canal e ative o sininho para não perder nenhum vídeo da rádio que é líder no Ibope em São Paulo há mais de 10 anos. #BandAoVivo #BandAoVivo
Como usar a tecnologia para aumentar a adesão da saúde preventiva? Neste conteúdo, Ricardo Camilo, Arquiteto de dados na dti digital, detalha um case que transformou um emaranhado de informações clínicas dispersas em um ecossistema moderno de dados que utiliza inteligência artificial para identificar automaticamente pacientes que precisam de acompanhamento. Ele compartilha os desafios de unir equipes clínicas, tecnológicas e de negócio, e como essa colaboração foi essencial para alcançar resultados transformadores no cuidado preventivo. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Dados clínicos dispersos;IA preditiva na saúde;Fragmentação de equipes;Fontes dados heterogêneas;Automação de fluxos.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #iaaplicada
Preço dos alimentos em abril: o que ficou mais caro e o que ficou mais barato no mês. OMS confirma 11 casos ligados a surto de hantavírus em navio. Deputado Marcelo Queiroz é alvo da PF em operação contra suposta fraude em programa de castração de animais no RJ. Operação prende 4 policiais civis acusados de exigir R$ 1 milhão para não forjar flagrante para prender homem. São Joaquim (SC) marca -4,61°C e registra temperatura mais fria do ano no Brasil.
Sua empresa tem investido em IA, mas cada departamento trabalha separadamente? Neste episódio, recebemos Jociele França, Gerente de Experiência do Cliente, Tecnologia e Dados no Grupo Diagonal. Ela compartilha como a empresa conduziu a evolução digital quebrando silos organizacionais e mapeando a jornada do cliente através dos setores. Além disso, traz os principais desafios de priorização e como implementar IA com visão sistêmica para evitar melhorias isoladas que prejudicam a experiência final. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Quebra de silos organizacionais;Jornada do cliente;Segmentação de personas;Priorização de iniciativas;Entregas contínuas;Arquitetura escalável;IA experimental.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #cases
Lula e Trump: veja o que foi falado e o que ficou de fora da reunião. Anvisa diz que fiscalização que suspendeu produtos da Ypê tem conexão com caso de bactéria achada em novembro. Patroa suspeita de agredir doméstica grávida é investigada por cinco crimes no Maranhão. Goleiro Bruno é preso no RJ após 2 meses foragido. Independiente Medellín x Flamengo é cancelado por confusão na torcida colombiana. 1ª onda de frio de 2026 começa nesta sexta-feira; veja capitais que terão as menores mínimas.
Você tem noção dos gargalos do seu negócio, mas não consegue transformar isso em ações para impulsionar a mudança? Neste Enzimas, recebemos Lucas Rosa, Especialista em Dados na ALE Combustíveis. Ele reflete sobre a importância de sair do ciclo de relatórios descritivos e desenvolver uma mentalidade de solucionador de problemas com dados, priorizando sempre a simplicidade e o alinhamento com o time de negócio para gerar valor real. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Problema em solução analítica;Decisões x descrição de dados;Princípio 80/20 em análises;Simplicidade x complexidade desnecessária;Alinhamento com times de negócio;Storytelling para adoção de soluções;Demonstração de valor empresarial.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #enzimas
Maurício Manfrini, criador do icônico Paulinho Gogó, construiu uma carreira sólida no humor brasileiro entre rádio, TV e teatro. Ficou nacionalmente conhecido por seus anos em A Praça é Nossa e segue em turnê com espetáculos de sucesso e atuando em grandes bilheterias quando da na telha.
Sua equipe está conseguindo atender toda a demanda da estratégia dos canais digitais sem comprometer prazos e qualidade? Neste conteúdo, recebemos Beatriz Araújo, Content Designer na dti digital, que compartilha os resultados de um experimento prático de 4 semanas usando IA para transformar a produção de artigos de blog. Ela detalha como configuraram um agente personalizado e os aprendizados essenciais sobre supervisão humana no processo. Ficou curioso? Então, dê o play!"Assuntos abordados:Gargalos de produção de conteúdo;IA para conteúdo;Agentes personalizados;SEO otimizado com IARedução 80% tempo de produção;UX Writing com IA.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #iaaplicada
Como garantir que sua IA funcione consistentemente do Norte ao Sul sem comprometer a qualidade do atendimento? Neste episódio, recebemos Laerte Kerber Franco, Diretor de TI na Vitru Educação, que compartilha como a empresa conseguiu implementar soluções de inteligência artificial em mais de 2.600 polos distribuídos pelo Brasil. Ele revela os bastidores da criação do VitruLab, os principais desafios enfrentados com as diferenças regionais e como transformaram experimentos em resultados práticos que atendem milhões de alunos. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Criação do VitroLab;Escalabilidade de experimentos em IA;Agente de IA para suporte aos polos;IA para resolução em atendimento;Operação em escala pelos polos distribuídos;Adaptação da IA para diversidade regional.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #cases #inteligenciaartificial
Alexandre Garcia comenta caso envolvendo Hugo Motta e outros parlamentares, que voltaram de Sint Maarten em jatinho de empresário de bets.
No dia 25 de fevereiro de 2026, o Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) teve a honra de receber a visita do jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, Rodrigo Alves, que ministrou uma oficina de podcast para os alunos da pós-graduação. Nesse episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina, em que ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva na produção jornalística em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e o futuro do gênero na produção jornalística. A entrevista foi comandada por dois integrantes da nossa equipe, a Lívia Mendes e o Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante para quem se interessa ou deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. [áudio Rodrigo Alves] Livia: Esse aí é o Rodrigo Alves, jornalista, apresentador e roteirista de podcasts narrativos, como o Vida de Jornalista. Você talvez já tenha ouvido a voz dele no episódio #202 aqui do Oxigênio ou em algum dos podcasts que ele apresenta. Em fevereiro, a gente teve o prazer de conhecer o Rodrigo pessoalmente, já que ele esteve aqui no Labjor pra ministrar uma oficina de podcast pros alunos da pós-graduação. Marcos: Neste episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina. Ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva a produtos em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e sobre o futuro do gênero na produção jornalística. Livia: A entrevista foi conduzida por mim, Lívia Mendes, Marcos: e por mim, Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante pra quem já conhece e pra quem deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. Então, continua com a gente e vem ouvir nosso bate-papo com o Rodrigo Alves. [Vinheta Oxigênio][música] Marcos: Bom, vou apresentar um pouco do Rodrigo. Como a gente já falou, ele é jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, que conta histórias e bastidores da profissão. É coordenador e roteirista dos podcasts Tramas Coloniais, Rio Memórias, Senado 200, Como Cobrir, e muitos outros. Editor da série No Rastro da Notícia, do podcast Jornalismo Sem Trégua, da Abraji. Desde 2021, ele se dedica exclusivamente à produção de jornalismo em áudio e a oferecer Oficinas de Podcasts. Antes de tudo isso, ele também foi comentarista de basquete no SporTV, repórter e editor em veículos como Globo Esporte e Jornal do Brasil. Cobriu desde eleições a Olimpíadas, até o Rock in Rio, e a gente vai falar um pouco sobre tudo isso com ele. Ah, também não podemos deixar de dizer que ele é fã de punk rock e torcedor do Fluminense. [música] Lívia: Eu queria destacar que ele participou de uma das nossas parcerias comemorativas de dez anos do podcast, lá no episódio #202, quem não ouviu pode procurar, que foi entrevista com a Sonia Bridi, um perfil lindíssimo, que ele comandou junto com a nossa coordenadora Simone Pallone. E, bom, a gente queria começar perguntando pro Rodrigo sobre a sua trajetória no áudio. A sua trajetória no jornalismo já é bastante sólida, né? Engraçado que várias pessoas, quando a gente compartilhou no Instagram que você viria aqui, visitar a gente no Labjor, lembraram de você como comentarista de basquete e disseram que adoraram. Além das coberturas de esporte, né? Como você conta lá na história do famigerado 7 a 1, Brasil e Alemanha, no segundo episódio do novo projeto, mas em que momento o áudio deixou de ser um projeto paralelo e se tornou uma dedicação exclusiva? Rodrigo: Ah, gente, primeiro obrigado pelo convite. Eu amo o Oxigênio, mas agora é diferente porque eu tô aqui presencialmente pra gente gravar. Então, foi um prazer fazer esse projeto em parceria, né, do episódio da Sônia Bridi, mas a gente fez no Rio de Janeiro e agora eu tô tendo a oportunidade de estar aqui pela primeira vez, conhecendo e tô amando. Então, poxa, obrigado demais. Eu gosto muito do Oxigênio que já tá nessa estrada aí há tanto tempo e acho que é super essencial. Então, obrigado demais. Rodrigo: E o áudio, assim, virou uma paixão desde não desde o início, né, quando eu comecei no jornalismo, porque eu trabalhei primeiro com o jornal impresso durante 8 anos e depois fui trabalhar na internet, trabalhei no site de esporte da Globo durante muito tempo. E aí no fim dessa trajetória na Globo eu trabalhei, como você falou, como comentarista de basquete. E isso é meio surreal mesmo porque de vez em quando alguém lembra assim, me vê assim,fala. Porque a televisão é impressionante, né? Tem um, mesmo sendo uma TV fechada, né? Eu trabalhei no SporTV, mas tem essa coisa meio, sei lá, um fascínio, né? Que eu acho super esquisito. Mas, enfim, é, foi super legal, foi uma experiência muito legal. E, e aí quando eu tava trabalhando como comentarista, eu já tava fazendo podcast. Então, o Vida de Jornalista, que é o meu primeiro projeto autoral em áudio, eu lancei em 2018. E nessa época eu ainda trabalhava no esporte da Globo, não era nem comentarista ainda, ainda tava trabalhando no site. Mas o áudio já era uma coisa que tava me fascinando, sabe? Eu queria começar a fazer jornalismo em áudio, mas era uma coisa ainda paralela com o meu trabalho. E eu fazia o Dois Pontos, que era um podcast de basquete também na Globo, que saiu 2 meses antes do Vida de Jornalista, quase ao mesmo tempo, que eu fazia com Rafael Roque, meu grande amigo que ainda trabalha lá. E aí ficava essa coisa meio paralela. E eu sempre ficava alimentando isso. Será que um dia vale a pena eu me dedicar só a isso, né? Sair do emprego, mas assim, é um emprego, né? Era um emprego na Globo, então tem toda aquela coisa de estabilidade, um salário, plano de saúde, você fica pensando essas coisas, mas o áudio estava muito e na época da pandemia eu tomei essa decisão de sair do emprego, ali na virada de 2020 para 2021, para me dedicar só à produção de áudio, não só ao Vida de Jornalista, mas fazer podcasts jornalísticos, narrativos. Então abri uma produtora, a Escuta Aqui e aí fui pegando assim um ou outro projeto que eu acreditava muito, que eu achava muito legal. E eu fiz o Rio Memórias, que é um podcast que eu fiz durante cinco temporadas e eu coordenava a produção e fazia os roteiros, não sou eu que apresento, é a Gabriela Montoni, historiadora. E fui fazendo outros, o Tramas Coloniais, enfim, foram aparecendo outros projetos. E em paralelo eu mantinha o Vida de Jornalista, como meu projeto pessoal, e agora em 2026 o Onde eu tava quando aquilo aconteceu, que é um projeto mais pessoal ainda, de histórias minhas pessoais e jeito de contar histórias, narrativa. Então, essa paixão pelo áudio, ela é antiga, mas eu passei a me dedicar mais a ela ali nessa virada de 2020 para 2021. Marcos: É, eu acho que uma próxima pergunta seria, então, para você comentar um pouquinho como foi essa transição pra você de sair de um espaço normalmente escrito, do jornalismo, para um em áudio. O que que muda na narrativa? Imagino que talvez o que você comentou agora de você poder contar uma coisa que é mais pessoal. Rodrigo: Eu acho que tem muito a ver com isso. Acho que podcast narrativo permite isso de você se colocar um pouco mais nas histórias, sabe? O jornalismo, às vezes, ele pede um rigor um pouco maior de, enfim, eu nem acho que o jornalismo necessariamente você tem que se afastar do assunto, acho que tem uma coisa de subjetividade que é interessante também e queajuda a gente a contar as histórias, mas, no podcast, você tem uma relação que eu acho que é mais um a um, sabe? É você e quem tá ouvindo. Eu, pelo menos, quando eu faço os roteiros, quando eu gravo as locuções, eu imagino que tem uma pessoa do outro lado me ouvindo e não falar assim para um público, sabe? Eu sei que tem um público ali, mas a narrativa é direta pra uma pessoa. Então, acho que ajuda você a pensar e se colocar um pouco mais, acho que cria uma interação ali melhor com a pessoa. Rodrigo: O que mudou pra mim foi talvez o jeito de escrever. Porque eu acho muito engraçado, às vezes as pessoas falam assim, você tem saudade de escrever? E na real, assim, eu nunca escrevi tanto na vida como eu escrevo hoje. Eu escrevo roteiros, podcasts são roteiros enormes e é texto, né? O Onde eu tava quando aquilo aconteceu é um exercício de roteiro pra parecer improvisado, mas eu tô lendo cada vírgula, assim, cada palavra, cada coisinha, então é tudo escrito, é tudo um trabalho de texto, que eu já tinha desde o início, né, como você falou, de trabalhar com o jornal impresso, no próprio site da Globo, trabalhava muito com texto também. Mas é um pouco diferente, sabe? Eu acho que o podcast dá um pouco mais de liberdade que no jornalismo tradicional você até consegue de vez em quando fazer, principalmente nesses projetos autorais, né? Porque aí não tem um chefe assim para falar: “Rodrigo, faz assim, faz assado”. Eu vou fazendo do meu jeito e a minha resposta é na minha cabeça mesmo. Isso tem um lado ruim, que é você não poder virar pro lado e falar: “Pô, dá uma olhada aqui no texto que eu fiz, vê o que que você acha, né? Dá uma olhada”. Quem vai ouvir é o público quando sair, né? Eu faço tudo sozinho. Mas, também tem um lado bom que é uma liberdade criativa que acho que não tem preço. Então, acho que nesse caso é isso. Mas, eu escrevo muito e gosto muito de escrever. Eu amo texto. Acho que são textos com características diferentes, mas que me dão o mesmo prazer, sabe? Marcos: Sim, sim, com certeza. Imagino que o saber também produzir um texto, um roteiro muito bom, seja um primeiro passo essencial pra você realmente ter um podcast legal. Rodrigo: É, claro que assim, a produção de podcast passa por várias etapas. Então, sei lá, às vezes a pessoa pode não ser do texto, mas vai fazer a locução ou vai fazer uma entrevista, vai fazer produção, vai editar. Tem várias etapas ali que eu acho que são importantes. A que eu mais gosto é o texto, é o roteiro, é o que me dá mais prazer de fazer, é o que me deixa mais, sei lá, mergulhado ali na coisa, sabe? É uma hora em que você pega a sua apuração ou a sua entrevista ou o que quer que seja que você fez e agora eu vou fazer o roteiro. Então, como que eu vou contar essa história que eu já tenho aqui. Como é que eu vou embalar? Como é que vai ser a embalagem dela pra entregar para quem vai ouvir? E aí eu posso fazer do jeito que eu achar melhor. Então é um momento de botar a criatividade pra jogo ali. Então, pra mim funciona muito bem. É o momento que eu mais gosto de fazer. Mas, não é o único, claro, né? No caso do Vida, do Onde eu tava eu faço todas as etapas. Então, também gosto de editar, de entrevistar, mas a hora de sentar o bumbum na cadeira ali para escrever o texto é uma hora que eu gosto muito assim. Lívia: E eu acho impressionante que os roteiros que você escreve ficam muito na linguagem falada, né? Isso acho que é a maior dificuldade. A gente aqui do Oxigênio, que trabalha também com podcast roteirizado, né? Essa dificuldade em fazer com que o roteiro seja palatável ali na linguagem. Você teria alguma dica? Rodrigo: É, tem uma dificuldade mesmo assim, eu acho que isso é prática, eu levei um tempo assim para conseguir ficar mais confortável nisso, sabe? Porque quando você pega um roteiro que eu faço de podcast narrativo, ele como texto escrito, ele não faz sentido assim. Se você publicar como uma reportagem, né? Ou sei lá, uma newsletter, ele não vai fazer muito sentido, ele tem que ter uma adaptação, porque ele é feito para funcionar na voz, para funcionar falado. E, aí assim, tem alguns truques, né, que a gente vai aprendendo. Por exemplo, eu faço muito o truque de escrever falando. Então eu tô escrevendo e tô falando a frase em voz alta, do que eu tô escrevendo, para ver se aquilo vai soar bem e ah, não soa bem, então eu volto no texto, dou uma mexida e dou uma ajeitada ali. Então, isso é uma coisa. E algumas coisas, no jornalismo que a gente tem muito cuidado, como regra gramatical, né, de escrever tudo na linguagem corretinha. No áudio, a gente pode abandonar um pouco isso, sabe? Então, até o jeito de falar as palavras, né? No áudio, quando a gente tá conversando, tipo, como a gente tá aqui agora, a gente não fala “para fazer”, a gente fala “pra fazer”, né? Eu não falo “eu estou aqui no Labjor”, falo “eu tô aqui, eu tava aqui”. Então, tudo isso você pode transferir pro texto, né, e deixar o seu texto desse jeito mais falado, assim, mais conversado. E uma coisa que eu acho que funciona bem também para o texto ficar com essa cara de falado, é você ter uma liberdade pra bagunçar o roteiro no sentido de marcar coisas. Então, por exemplo, bota uma palavra grifada quando você quer dar mais ênfase, quebra a linha, bota os parágrafos separados para você dar uma parada e dar uma respirada. Então, você pode mexer o texto de roteiro de podcast ou de qualquer roteiro não é um território sagrado, sabe? Que tem que ficar ali pra depois você botar num quadro, na parede. Não, ele é pra funcionar pra voz. Então, ele tem que ficar confortável pra quem vai ler e quem vai fazer a locução. Rodrigo: Acontece muito também de eu escrever pra outras pessoas, né? Tipo, o Rio Memórias, o Tramas Coloniais são podcasts que não sou eu que apresento. E eu faço o roteiro, então, eu tenho que escrever para uma outra pessoa gravar. E aí é mais difícil ainda, porque você tem que pegar o jeito da outra pessoa falar. E aí como é que você faz isso? Isso tem que ter uma prática ali, né? Até você entender como é que aquele texto vai caber na voz daquela pessoa. Não é simples, mas é um trabalho que eu acho muito gostoso de fazer, de tentar chegar nesse nível. E o Onde eu tava quando aquilo aconteceu é o projeto em que eu mais estiquei essa corda até hoje, cada roteiro, o primeiro episódio, por exemplo, o roteiro teve 10 versões, exatamente 10 versões. Eu escrevia e depois voltava nele, deixava mais falado, mais falado, mais falado, mais falado. Aí eu fui gravar, aí gravei o primeiro, editei, montei com a música e tal, joguei fora. Achei que não ficou falado o suficiente, conversado o suficiente. Aí ele teve três versões até ir para o ar do episódio inteiro. Então, eu vou puxando mesmo para ficar como se eu tivesse de fato contando uma história pra alguém, como eu estou conversando aqui com vocês. Aqui eu não tô lendo nada, né? A gente tá trocando uma ideia. Eu quero que esse projeto seja assim. E o maior elogio é quando alguém vem falar: “Nossa, mas é escrito, nem parece que você tá lendo”. E aí eu amo quando alguém fala isso, porque a ideia é exatamente essa. Lívia: É, isso que você falou do texto sacralizado, né? Eu que venho da área acadêmica, foi a minha maior dificuldade, assim, né? Porque você fica ali presa, de você quebrar parágrafo e deixar as palavras enfatizadas, né? Então tem essa diferença. Rodrigo: Dá um medinho de ficar mexendo no texto, né? Vou bagunçar esse texto todo, mas é isso, pode bagunçar, não tem problema. Marcos: Eu acho que isso é uma questão até para o podcast Oxigênio, porque em grande parte ele também é feito por cientistas da academia, que não tiveram tantas experiências. Então para a gente isso é riquíssimo. Rodrigo: Mas é um exercício, né? A gente vai pegando com o tempo e vai, enfim, ajustando coisas e, também, assim, cada um tem o seu estilo, sabe? Acho que tem podcasts até jornalísticos, narrativos, que tem uma pegada um pouco mais formal e que tem uma fala um pouco mais jornalística, que não é necessariamente cem por cento conversada e que funciona bem também. Então, acho que tem espaço pra todo mundo. Os que eu faço vão mais para essa linha da conversa, mas tem podcasts, você pega, por exemplo, um Projeto Humanos, né, que é um podcast muito conhecido, muito famoso, de muita audiência, do Ivan Misanzuki. Ele fala todos os “s”, todas as “vírgulas”, todas as “palavras”, tudo bonitinho, tudo ali muito formal e funciona, é um sucesso absoluto, né? Então, não tem muito certo e errado, é o estilo que você quer implementar ali, né? [música][áudio Perfis de bolso – Antonieta de Barros] Lívia: E agora falando sobre a produção mesmo, né? Queria saber como que vem a ideia da pauta, se é a partir dos personagens. Você já falou das suas experiências pessoais. Porque, pensando no Vida, né? Que é a forma carinhosa que você chama o Vida de jornalista, O Vida tem vários tipos de episódios. Tem os perfis, que foi um dos que a gente produziu junto, o da Sonia Bridi, tem os mais direcionados ao fazer jornalístico, teve a série Escolha que o ouvinte poderia escolher os caminhos que queria seguir. Como que você começa as ideias da pauta? Rodrigo: É, o Vida tem essa coisa também, como é um projeto meu pessoal e que sou eu que decido as coisas ali, não tem uma chefia para me guiar, não tem uma pauta para eu seguir. Eu também tenho essa liberdade de ir testando formatos, né? Então, acho que essa é a coisa que mais me fascina no jornalismo em áudio, é poder fazer formatos diferentes. Então, o Vida ele começa lá em 2018 com uma temporada de, sei lá, cinquenta e poucos episódios, de temas diversos, falando com jornalistas e sobre temas do jornalismo, mas depois eu começo a fazer temporadas temáticas. Então, tem séries que são específicas sobre alguma coisa, como algumas que você citou aí. E isso é bom porque eu não enjoo de fazer, sabe? Assim, cada série é uma coisa completamente diferente. Então, a série de perfis é completamente diferente da série Escolha, que é uma série interativa, que é uma outra linguagem, que não tem nada a ver com a série de perfis. E aí depois eu volto para fazer perfil e depois eu volto para fazer o episódio, que é discutindo algum tema do jornalismo. O Vida é muito sobre bastidores de jornalismo. Então, foco muito nisso também. E aí dá pra fazer de maneiras diferentes. Eu acho que isso é o que vai me fascinando. Então, é assim, quando eu termino uma temporada, eu já tenho lá o meu documento, lá no computador, que eu já vou jogando as ideias pra a próxima. E essas ideias envolvem não só temas e pessoas, mas envolve formatos também. Então, como que eu vou contar tal história? [áudio série Escolha] Rodrigo: A série Escolha, a ideia surgiu primeiro do formato pra depois pensar no tema. Geralmente, o certo é a gente pensar primeiro no tema, né, que a gente quer fazer e depois como que eu vou contar. No caso, a série Escolha, assim, eu queria fazer um podcast interativo, porque não tinha no Brasil, não tinha nem lá fora desse jeito assim jornalístico. E aí depois eu pensei, como que eu posso fazer dentro do Vida de Jornalista uma coisa interativa? Aí que eu fui pensar no tema, das escolhas éticas, das escolhas de carreira que a gente tem que fazer e acabei moldando ali. Esse foi um caso raro em que o formato veio antes, mas geralmente caminham juntos ali, sabe? De pensar quais vão ser os temas. Aí, claro que eu tenho que ter uma visão também de o que que tá rolando no jornalismo, né, quais são os temas mais necessários nesse momento. Então, essa última temporada tem um episódio sobre inteligência artificial, enfim, tem uma série de coisas ali que são meio urgentes da pauta factual, mas dá para escapar bastante dela também, né? Então, acho que no fim das contas fica mais gostoso de fazer, eu acho, desse jeito. Marcos: Sim. Ah, eu tenho uma pergunta um pouquinho derivada do que você acabou de comentar da produção do podcast Escolhas. Eu sei que vocês gravaram todos os episódios, que são mais de 20 episódios, né? E que provavelmente demorou um tempo bem grande e foram publicados ao mesmo tempo para que as pessoas pudessem fazer esse percurso. Como que você enxerga a funcionalidade desse tipo de podcast? Porque eu pessoalmente adorei, eu acho que é uma coisa incrível. Pensando até na comunicação, quando a gente estuda as propostas de comunicação pública da ciência, por exemplo, a gente tenta valorizar uma comunicação que seja participativa, democrática e não só de cima pra baixo, que acha que o ouvinte não sabe nada, enfim, que o que ele pensa não importa. Então acho que é um exemplo super interessante, mas aí eu fico pensando se você acha que funcionou, se você faria de novo esse modelo de produção de podcast. Como que foi, assim, essa experiência de produzir o Escolhas? Rodrigo: É, foi um risco, né? Porque as plataformas de podcast não tem essa função interativa, né? Então, assim, para quem não ouviu, o Escolha é uma série que tem vinte e cinco episódios publicados de uma vez, você escuta o primeiro e quando chega no fim do primeiro você tem uma pergunta e você tem que responder. Dependendo da sua resposta, você vai para o episódio 2 ou para o 3. Quando chega no fim do 2 ou do 3, você vai para o 4 ou para o 5 e por aí vai, né? O ouvinte é que vai definindo o caminho que ele vai seguir. No fim das contas, são 25 episódios no ar, mas a história, ela consome nove episódios. Então, o caminho até o fim, a pessoa passa por nove episódios. Quais são esses nove? Aí vai depender da pessoa, né? De quem vai escolhendo ali. Então, o Spotify, o YouTube, as plataformas em que a gente ouve podcast, a Apple, não tem essa função de você apertar um botão e ir para um episódio ou outro. Então, eu sei que eu tô dando um trabalhinho pra quem tá ouvindo, sabe? Quando chega no fim do episódio, a própria pessoa tem que ir lá e dar um play no episódio seguinte. Tem que ir lá no feed. Então, eu sei que eu tô exigindo um pouco do ouvinte, de quem tá ali escutando. Isso foi uma coisa que eu pensei bastante pra fazer, mas OK, já que é o jeito de fazer, vamos fazer dessa maneira. Acho que é colocar o ouvinte na cadeira de protagonista, sabe? De tentar fazer com que a história siga desse jeito. Foi uma primeira experiência, eu acho que assim, o Vida não é um podcast de grande audiência, né? Comparando aí com os grandes podcasts, ele tá muito longe disso. Ele é muito de um nicho do jornalismo. Essa série, ela não foi uma série de grande audiência, mas as respostas foram assim muito entusiasmadas, sabe? De quem ouviu e quem gostou do formato. E a gente quer fazer uma segunda temporada. Eu e a Flávia, né? A Flávia Santos que apresenta comigo, que é uma jornalista de Petrolina, de Pernambuco. A gente já está conversando sobre uma segunda temporada. Só que isso dá um trabalho que, assim, são 25 episódios, além dos episódios tem o roteiro, tem que criar um mapa da história, pra onde vai cada episódio. Então, é muito complicado de fazer e como tudo no Vida de Jornalista, eu fiz sem patrocínio, sem financiamento, sem nada, né? O Vida é feito no amor e no amor de alguns ouvintes também porque tem ouvintes assinantes, mas são poucos também, enfim, não dá pra, por exemplo, remunerar a Flávia, eu parto do princípio de que todo o trabalho de jornalismo tem que ser remunerado. Então, a Flávia, a gente até fala isso na série, né? A Flávia falou: “Não, não precisa me pagar”. Eu falei: “Precisa pagar, ué. É um trabalho, você tá apresentando uma série”. E aí eu tive que fazer isso assim meio do meu bolso, sabe? Porque não tinha um patrocínio ali. Então, o que eu gostaria era de conseguir um financiamento para uma segunda temporada mais robusta. E aí eu não quero vinte e cinco episódios, aí eu quero, tipo, cem episódios no feed, com uma história que realmente seja uma coisa toda intrincada, que você vai pulando de um pro outro e uma história mais longa, mas vamos ver, vamos ver se vai dar pra fazer. Não sei se em 2026 vai dar, mas quem sabe aí pra 2027. Eu ia gostar muito de fazer mais uma temporada dessa série. Marcos: Nossa, eu ia gostar também. Rodrigo: Então, quem tá ouvindo aí, ó, quem quiser patrocinar o Vida de Jornalista, vamos nessa. Lívia: É, eu fiquei lembrando, quem tem mais idade, tem aquela edição Vagalume, que tinha os livros assim, né, que você escolhia a página. Rodrigo: É, a inspiração foi meio essa. E é engraçado porque a Flávia é muito mais jovem que eu, né? E aí a gente tem referências muito diferentes. Então, a referência da Flávia é a série da Netflix, que é interativa e tal. A minha são os livrinhos de RPG antigos, que você ia pra página. A gente tem inclusive muitos embates geracionais durante a série. A gente se divertiu muito fazendo, porque as referências dela eu não pego, as minhas referências ela não pega e a gente ficava nesse embate ali o tempo inteiro. Foi engraçado também nesse sentido. [música] Lívia: E você falou sobre o financiamento, né? O modelo de financiamento de podcasts e de jornalismo em áudio tem modificado, a partir de assinaturas, apoio institucional. Eu vi que você tem utilizado essa coisa de somarplataformas, como o Substack, a Newsletter, o Apoia-se. Você podia falar um pouco pra gente quais são essas alternativas? Rodrigo: É, eu acho que pra quem faz podcast ou quem faz jornalismo independente, né, de forma geral, ou você dá sorte de conseguir uma cartada ali de um financiamento. Sorte que eu digo, obviamente ela vem de um esforço também de você tentar aquilo ali e conseguir, né? E saber os lugares certos pra procurar, um edital, um patrocínio de alguém. Mas, no geral, eu acho que geralmente funciona você jogar uma rede pra ver o que que vem. Então, é você abrir o leque e tentar esse financiamento de algumas formas diferentes, pra ver o que vai funcionar. Então, financiamento coletivo de ouvintes é uma coisa que muitos podcasts fazem e pra alguns funciona muito bem. Você pega um podcast como Rádio Escafandro, por exemplo, que é um dos melhores do país e o Tomás Chiaverini, ele hoje vive de financiamento dos ouvintes. Ele só tem esse financiamento, ele só tem esse emprego, ele não trabalha em outras coisas, ele consegue se dedicar só pra Rádio Escafandro, pra fazer da melhor forma ali os episódios e ele é realmente bancado, não só ele, mas ele contrata pessoas, enfim, só com o financiamento dos ouvintes. Então, eu acho que não precisa ser um fenômeno tipo a Déia Freitas do Não Inviabilize, que, aí assim, ela saiu do nada, um podcast totalmente independente e ela construiu quase um império. Hoje ela tá com muitos financiamentos, muitas marcas. Eu acho que é o maior fenômeno dos podcasts de contação de história, mas é um exemplo muito lá no alto, né? Então, você fala: “Pô, não vou conseguir o que a Déa conseguiu”. Mas às vezes dá para conseguir o que o Tomás conseguiu que não é a mesma coisa, mas ele já tá se financiando muito bem. E aí é isso, é você ficar de olho nos editais. Às vezes abre um edital, você escreve ali pra fazer uma temporada, né? E você não vai ter aquele financiamento pra sempre. Então, você tem Instituto Serapilheira, né? Tem um monte de podcasts, ligados aqui a Campinas, enfim, que passam também pelo Serrapilheira, desde o 37 graus, enfim, outros podcasts que são muito legais e que passam por esses editais, que vão abrindo ali, e você vai conseguindo. É muito chato de fazer, você ficar procurando coisas o tempo inteiro ali pra escrever, escrever em edital, não é uma coisa muito agradável, eu pelo menos não acho, mas é necessário, né? Você tem que tentar se remunerar, porque dá trabalho, exige tempo, exige custo, de fazer mesmo. Então acho que como tudo no jornalismo, acho que é necessário, é o mal necessário para a gente tentar se remunerar. Marcos: Voltando no tema de pensar um pouco na estrutura da produção dos podcasts, é a questão de quais são as etapas da produção completa de um podcast, e como as novas ferramentas que a gente tem disponíveis hoje, como as que são usam inteligência artificial, ah como elas têm impactado isso, se você tem utilizado ou não, o que que você pensa sobre?Rodrigo: É, eu acho que assim, se eu tivesse que resumir as etapas de produção de um podcast narrativo, você tem um planejamento, que quando você vai estudar ali qual vai ser a sua pauta, qual vai ser o tema, o formato, quem é o seu ouvinte, né? Aí você parte pra produção, que aí você vai atrás do material que você vai ter. Você vai gravar entrevista, você vai pra rua captar, enfim, dependendo de qual for o seu formato. A partir dali você tem a etapa de roteiro, que é como você vai pegar esse material e transformar aquilo numa história. Aí você tem uma gravação de locução, né, que geralmente também é bem comum em podcast narrativo, você tem uma narração e por fim uma parte de edição, que é você pegar tudo isso, botar no programa lá de edição. A gente, enquanto a gente tá gravando, a gente tá vendo aqui na nossa frente um programa de edição. É você pegar aquilo ali, juntar as partes, brincar de Lego, né, juntando as pecinhas ali e transformar aquilo de fato num conteúdo de áudio. É, falando assim, bem rápido, parece que não dá trabalho nenhum, mas dá muito trabalho e eu acho que a gente tem que ficar muito ligado em ferramentas que tão aparecendo, não só de inteligência artificial, mas de tudo. É, eu já tenho usado algumas coisas de IA e, assim, o que eu uso de IA é, basicamente, o Chat GPT, pra me ajudar a organizar a informação de pesquisa. Então, eu jogo pesquisa lá e peço para transformar em tópicos, sabe, esse tipo de coisa. Não uso o Chat GPT pra ajudar na escrita, nem nada desse tipo, mas pra ajudar na pesquisa eu uso, pra ajudar na formatação da pesquisa que eu já fiz, né? E tem uma ferramenta do próprio site da Adobe, a gente estava conversando aqui antes, que eu uso o software da Adobe, o Premiere pra fazer as edições e tem o de áudio também, que é o Audition, mas, a Adobe tem um site, Adobe Podcast, que você entra lá, que é tipo um estudiozinho, né, de podcast, que é gratuito. Você tem que ter uma conta, mas é uma conta gratuita e tem uma parte de melhorar o áudio que é inacreditável, assim, inacreditável. Mudou o meu jeito de trabalhar, porque antes eu ficava muito mais preocupado em como eu ia captar uma entrevista, por exemplo. Aí eu ficava usando aquelas ferramentas que gravam o som físico, mas aí às vezes pra pessoa é um pouco mais complicado. Eu não queria usar um Zoom, Google Meet, né, pra captar, que aí não fica naquela qualidade perfeita. Hoje eu gravo tudo no Zoom. Porque eu sei que depois é só jogar nesse site, que ele vai dar um filtro ali, parece que a pessoa tá dentro de um estúdio. É inacreditável, assim. É muito impressionante. É, inclusive, nas oficinas que eu faço, eu tô aqui porque eu também vou fazer uma oficina, né? Eu vou mostrar algumas coisas que esse site faz. Porque, sei lá, ele tira o barulho do vento. O vento até outro dia era o maior inimigo do áudio, bateu o vento, esquece. Aí estragou o teu áudio. Hoje até o vento você consegue resolver. Então, o que eu tô falando assim, pelo amor de Deus, gente, o que eu tô dizendo não é pra ninguém não cuidar da hora da gravação. Tem que cuidar da hora da gravação. Quanto mais você cuidar, menos dor de cabeça você vai ter na pós, na edição. Mas, se tem umacoisinha pra resolver ali, essas ferramentas ajudam. Então, como é que a gente vai abrir mão disso? A gente pode usar isso, vai poupar tempo, vai facilitar, vai aumentar a qualidade. Então, acho que tudo isso funciona bem. A gente tem que ficar bem ligado mesmo nessas ferramentas. Com todos os cuidados éticos que elas exigem, né, de inteligência artificial hoje, você consegue clonar uma voz e fazer um podcast. Não é o que eu faço, mas dá pra fazer. Então, tem que ter todas as implicações éticas aí pra gente também não se atropelar, né? Lívia: Sim. É, e eu venho da área de humanas, né? O pessoal tem um preconceito enorme com a tecnologia, eu sempre indico o episódio “Tem um robô me ajudando”, ficou muito legal, do Vida. [áudio – episódio “Tem um robô me ajudando”] Rodrigo: E eu e o Léo a gente conversa muito sobre tudo de jornalismo e tal. E uma das coisas que a gente conversava muito era sobre IA, de ficar testando coisas, até onde a gente pode ir, qual é o limite, o que que dá pra ajudar, o que não. Aí eu falei: “Pô, vamos fazer um episódio a gente levantando essas perguntas. Então, esse episódio, ele vai se construindo durante o episódio. A gente começa cheio de dúvidas e termina cheio de dúvidas também, mas a gente vai encontrando algumas respostas ali. A gente não é especialista em inteligência artificial nem nada, esses são só dois curiosos ali pra explorar o que que está acontecendo, né? Lívia: É, eu acho que a gente tem que explorar e aí você falou, com a ética, mas explorar porque são as ferramentas que a gente tem hoje em dia. Rodrigo: E esse episódio daqui a seis meses tem que fazer outro, porque as coisas vão mudando muito, né? Muito rápido. [música] Lívia: Acho que agora já caminhando pro final, a gente queria falar um pouco sobre a oficina que o Rodrigo veio aqui pra dar oficina pra gente, aqui no Labjor. Então, a gente queria saber o que que te motivou a criar essas oficinas de podcast. Eu sei que você tem feito bastante. E qual é o público que te procura hoje pra formação? Estudantes, jornalistas que já tem carreira ou comunicadores independentes? Rodrigo: É, quando eu tomei essa decisão de sair do meu trabalho na Globo, né? Ali no fim de 2020, pra me dedicar a isso, é claro que eu fiquei pensando em coisas assim, como é que eu vou me remunerar, como é que eu vou conseguir me manter e tal. E aí algumas pessoas já me falavam isso, né? “Pô, você podia dar aula de podcast, você tá fazendo e tal”. E eu nunca pensei muito nessa ideia, sabe? Porque assim, eu não sou professor, né? Eu sou jornalista, mas o Vida de jornalista acabou me dando uma condição de fazer todas as etapas. Então, eu faço tudo, planejamento, as entrevistas, o roteiro, a locução, a edição. E aí com o tempo, na prática, eu acabei, não sendo um especialista em tudo, mas entendendo como é que funciona. Então, me deu um certo conhecimento que eu queria compartilhar. E aí, a partir de 2021, comecei a fazer, finzinho de 2020, comecei a fazer a oficina de podcast narrativo em áudio, que é uma oficina online e que eu já fiz vinte e poucas turmas e já passaram uns 800 alunos pela oficina. É muita gente e gente de todos os estados do Brasil. Acho que essa é a vantagem de fazer online também, né? Você consegue chegar em muita gente e tem esse curso que é o curso que passa por todas as etapas, que é a oficina de narrativa em áudio e eu fui fazendo algumas outras específicas. Então, tem uma que é focada só em roteiro, outra que é focada só em entrevista e esse ano eu tô querendo fazer umas novas, eu tô querendo fazer uma que, eu vou jogar aqui para perguntar o que que vocês acham, que como eu trabalho sozinho, eu não tenho pra quem perguntar as coisas. Então, eu vou encontrando as pessoas e vou perguntando. Eu queria fazer uma oficina, vocês acham que funcionaria, de react de podcast, de botar cinco encontros pra gente ouvir episódios e destrinchar o que que tem naquele episódio, como é que é o roteiro, como é que é a entrevista, como é que foi feita a produção, é uma das minhas ideias pra esse ano e ir fazendo outras, de locução, enfim, eu acho que tem uma demanda ainda de gente querendo aprender a fazer e tem muita gente fazendo, né, o que eu acho ótimo, mas a oficina é o que me deixa mais assim, eu fico muito feliz de fazer, eu adoro fazer. Eu não queria no início e eu me arrependo de ter tido essa dúvida, porque hoje eu amo fazer, é uma das minhas principais fontes de renda hoje. Então, eu tô sempre abrindo turma nova. Então, já fazendo a propaganda aqui, quem quiser entra lá em oficinadepodcasts.com e lá tá sempre explicadinho quais são as turmas que vão abrir, enfim. É uma coisa que eu gosto muito de fazer. Agora é online essa oficina, o que eu acho ótimo, como eu falei, porque dá para todo mundo fazer do Brasil. Agora, quando eu estou fazendo uma presencial, que é o que vai acontecer aqui, o que quando vocês estiverem ouvindo já terá acontecido, mas é muito legal, né? Porque aí você está junto com as pessoas ali, entendeu? Trocando ideia na hora, é muito diferente. Então, eu adoro fazer oficina presencial também. Marcos: Sim, eu espero que venha aí a oficina de react de podcast. Rodrigo: Você acha que vai dar certo? Lívia: Eu acho que super funciona. Na disciplina, eu estava conversando antes da gente começar aqui com o Rodrigo, né? Que eu cursei uma disciplina de podcast aqui no IFCH, na Unicamp, e a gente fazia muito isso, de ouvir podcasts e pensar diferentes formatos. Rodrigo: É uma engenharia reversa, né, que chama isso. Na oficina de roteiro, tem uma das aulas que é assim, a gente ouve um episódio com a turma, a turma escolhe um episódio e a gente vai destrinchando o roteiro ali, mas aí é só sobre roteiro. Eu queria ampliar pra fazer, sei lá, cinco encontros, a gente ouvindo cinco episódios diferentes que a própria turma vai escolher, né? Então, às vezes é episódio que eu nem conheço, não sei. E acho que é sempre um aprendizado, eu gosto muito de ouvir coisas dos outros, só que quando você começa a fazer muito, você fica com esse vício, né? De sempre ouvir, mas pensando: “Pô, mas por que que essa música entrou aqui? Por que que ele abriu desse jeito? Por que que ela fez aquela pergunta? Por que, entendeu? E é legal, né? Mas é um pouco angustiante também. Às vezes eu gostaria de ouvir podcast assim tranquilo, sabe? Sem pensar em nada, mas é difícil. Marcos: E você comentou agora há pouco que tem várias pessoas hoje em dia produzindo podcast. Você acha que ainda tem espaço pra novos produtores, novas propostas? Você enxerga que vai ter um crescimento? Como que você avalia, assim, o futuro dessa área? Rodrigo: É difícil prever o futuro nisso, né, porque muda muito rápido. E eu acho que tem uma produção muito extensa desde os últimos anos, quando explodiu essa onda dos podcasts. Eu acho que o mercado já mudou muito nesse período. Então, por exemplo, os podcasts em vídeo meio que tomaram de assalto o mercado, né? Hoje, se você sair na rua aqui e perguntar, pegar qualquer pessoa: “Que que é podcast?”. A pessoa provavelmente vai responder: “Ah, é uma conversa em vídeo no YouTube, duas pessoas ali num estúdio conversando e tal”. Então, tem gente que acha que é só isso, que nem sabe que tem só em áudio, sabe? Eu, sinceramente, eu desisti dessa briga aí já. De se podcast em vídeo é podcast. Pra mim, não interessa. Cada um faz o seu, não tem problema nenhum. É aquele famoso “tem até amigos que são”. Então, assim, não tem problema, eu gosto de vários e beleza, não quero mais brigar. Mas, o que eu quero é tentar que as pessoas saibam o que eu faço, sabe? Conseguir explicar o que eu faço. Porque se eu só falo assim: “Ah, Lívia, vai escutar lá o meu podcast”. Você pode achar que é uma conversa sobre algum tema, né? Que é legal pra caramba, mas no meu caso não é isso, é uma outra coisa. Então, explicar é cada vez mais difícil, mas eu sempre acho que tem espaço pra quem quer fazer em todos os formatos. Quem tem uma coisa boa pra fazer, eu vou dar um exemplo aqui. Eu vim pra Campinas e no voo eu escutei um podcast novo que acabou de sair, que se chama Discípulos, que é do Mateus Marcolino, que é inclusive produtor da Rádio Escafandro. Que é sobre evangélico no esporte, porque que tantas pessoas no esporte seguem O Evangelho e falam muito de Deus e tal. Eu achei super legal o primeiro episódio que ele lançou e já tô ansioso pra ouvir os próximos. Um podcast tranquilo de ouvir, uma narração boa, uma investigação legal, entrevistas boas, sabe? Você sente que tem uma qualidade ali. É um podcast da Rádio Guarda-Chuva também, que é o grupo onde o Vida de Jornalista também tá, né? Que é um grupo de podcasts jornalísticos. E, então, assim, acabou de sair esse podcast e eu adorei. E beleza, acho que é isso, tem espaço pra quem quer fazer coisa nova. Eu acho que na universidade tem muita gente fazendo coisa muito boa, muito boa. Vira e mexe, eu pego um podcast assim de TCC que alguém manda: “Ah, você pode ouvir”. E eu vou ouvir, eu fico: caramba, assim, sabe? Coisas bem feitas, tecnicamente inclusive, não só na ideia. As ideias são geralmente muito boas, mas até tecnicamente assim muito bom. Então é isso. Eu acho que o mercado ele, claro vai ter a bolha, vai aumentar, vai diminuir, né? Isso é normal, as idas e vindas do mercado são normais, mas sempre tem espaço, eu acho pra quem quer produzir coisa boa em qualquer formato. [música] Lívia: Essa foi a nossa conversa com o Rodrigo. Eu espero que todo mundo tenha gostado e aprendido muito sobre a produção de podcasts narrativos e o formato de jornalismo em áudio. Mas, antes de terminar, a gente pediu pro Rodrigo dar alguns conselhos úteis pra quem está começando a trabalhar nessa área. Vamos ouvir quais foram os conselhos do Rodrigo. Rodrigo: Olha, eu acho que o primeiro conselho é fazer, porque às vezes a gente fica planejando muito. Olha eu aqui indo contra o planejamento, não é isso não. Eu acho que o planejamento é muito importante. Mas, às vezes a gente fica pensando muito em vez de começar a botar a mão na massa e é importante fazer, né? Hoje a gente tem ferramenta gratuita pra fazer. Você não precisa fazer investimento, comprar microfones. Dá pra começar com muito pouco. Então, colocar na praça pra você mesmo saber se tá legal, se não tá, acho que é importante. E, uma coisa que eu acho fundamental, que é uma dica talvez um pouco óbvia, né? Que é ouvir. Pra quem quer fazer podcast, assim, você tem que ouvir podcast e não necessariamente de assuntos que você gosta. Às vezes você vai ouvir um podcast só porque alguém comentou: “Você ouviu esse podcast aqui sobre esse tema? É legal”. Pô, mas eu não gosto muito desse tema. Mas vai lá, dá uma escutadinha, dez minutinhos. Não precisa ouvir o episódio inteiro. né? Ouve lá para ver como é que a pessoa faz. E ouvir com esse ouvido mais cuidadoso, de tentar prestar atenção no que que tá sendo feito ali e se você pode pegar referências, enfim. E pra tudo, né? Para como é que faz o roteiro, pra como é que é a fala da pessoa, como é que é a locução, se tá bem editado. Como é que é o uso da música? Como é que esse podcast aí tá usando música? Tá legal? Gostei? Ficou muito longo? No meu vai ser diferente. Pensar essas coisas, sabe? Então, fazer esse exercício de escuta, eu acho que é muito legal e botar a mão na massa e ir embora. Acho que tem muita coisa boa pra fazer. Não é ficar com esse medo de que no começo vai ser ruim. É, vai ser ruim. Vai ser ruim. Eu olho lá pros primeiros episódios do Vida de Jornalista, meu Deus do céu. Eu gostaria de tirar todos do ar. Eu não tiro porque eu amo as pessoas que estão lá, mas tecnicamente eu acho muito ruim. E é isso, gente. É isso. Depois a gente vai melhorando aos pouquinhos. Assim como daqui a cinco anos eu vou olhar pros episódios de hoje e talvez eu ache ruim também, sabe? Pô, faria diferente. Então, é normal, às vezes a gente fica muito inseguro. E por fim, um conselho que eu acho que vale pro jornalismo no geral, que é a gente não se cobrar tanto, sabe? Acho que a gente às vezes fica achando que a gente tem que trabalhar no nível máximo e fazer tudo perfeito e que tem que dar certo sempre e não vai dar certo sempre, vai ser frustrante de vez em quando e às vezes a gente vai ter que dar uma pisada no freio. Ó, vou dar uma parada aqui. Ah, mas eu tenho podcast, então tenho que produzir um episódio por semana. Calma, assim, se não der, dá uma freada de leve assim, dá uma respirada e daqui a pouco volta, porque a gente é meio que treinado a se cobrar demais. E aí a saúde mental vai pro espaço, aí a gente não cuida da gente. Então, é ir botar a mão na massa, mas devagar. Vamos ali com calma, que a coisa vai saindo, vai ser legal. Lívia: Legal. Bom, a gente queria agradecer imensamente a presença do Rodrigo aqui com a gente. Foi muito bom. Marcos: Foi uma aula particular. Super especial que a gente teve essa oportunidade de estar com o Rodrigo hoje. Rodrigo: Adorei, obrigado demais, gente, e parabéns pelo programa. Lívia: Obrigada, você. Marcos: Obrigado. [música] Lívia: Esse episódio foi gravado e editado por mim, Lívia Mendes e pelo Marcos Ferreira. A edição final foi feita pelo Daniel Rangel. A trilha sonora é da Biblioteca de Áudio do Youtube e a vinheta do Oxigênio foi produzida pelo Elias Mendez. O Oxigênio conta com apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast.Lívia: Pra quem chegou até aqui, tomara que você tenha curtido ouvir nossa conversa com o Rodrigo Alves! Agora você pode ir lá na sua plataforma de áudio preferida e procurar pelos novos episódios dos programas Vida de Jornalista e Onde eu tava quando aquilo aconteceu. Deixa também um comentário pra gente, contando o que achou. Vamos adorar te ver por lá! Até mais e nos encontramos no próximo episódio. [vinheta de encerramento]
Como convencer stakeholders da necessidade de evoluir um produto digital? Neste Enzimas, Laís Rodarte, Product Manager na dti digital, apresenta métricas estratégicas que vão além dos números financeiros diretos. Ela explora como quantificar capacidade de inovação, engajamento e mitigação de riscos para sustentar a viabilidade de investimentos que geram valor competitivo de longo prazo. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Alinhamento de investimentos digitais;Quantificação do ROI;Apresentação de números para c-levels;Métricas alternativas ao ROI;Capacidade de inovação;Mitigação de riscos;Custo de não investir.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #enzimas
Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#344 - Heineken: a jornada de dados além dos relatórios básicos”.Nele, Daniela Bertol, Gerente Sênior de Dados na Heineken, detalha como a empresa descobriu que integrar fontes de dados diferentes vale mais que buscar números “perfeitos” em silos. Ela compartilha como transformaram o NPS de uma simples pesquisa em um produto que conecta logística, atendimento e vendas, criando um comitê interdisciplinar que realmente fecha o loop com o cliente, além da visão de produto da Heineken. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:NPS integrado;Logística e atendimento;Feedback em ação;Comitês interdisciplinares;Gestão de mudança.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #case #dados
Qual é a diferença entre empresas que usam dados e empresas que são movidas por dados? Neste episódio, recebemos Daniela Bertol, Gerente Sênior de Dados na Heineken, que revela como a empresa evoluiu de relatórios básicos para uma estratégia que democratiza dados sem perder o controle. Ela compartilha como conseguiram expandir a aplicação de IA para áreas tradicionalmente resistentes e qual foi o segredo para escalar soluções sem criar o caos organizacional. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Estrutura de times de dados;Evolução analítica empresarial;Qualidade e automação de dados;Self-service com governança;Democratização segura de dados;IA em áreas não-tradicionais;Case jurimetria na Heineken;Gestão de mudança analítica.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #case #dados
E se os números em que você confia estiverem apenas dizendo o que você quer ouvir? Neste Enzimas, recebemos Josino Moreira Neto de Carvalho, Analista de BI na Braveo. Ele abre uma discussão sobre como líderes podem estar sendo enganados pelos próprios dados e compartilha estratégias práticas para distinguir informações confiáveis de métricas que criam ilusões perigosas na gestão empresarial. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Dados enganosos;Decisões ruins por dados falsos;Métricas de vaidade;Teste "bom demais";Vieses de confirmação;Ser data-driven real;Qualidade de fontes.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #enzimas #dados
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Durante a Escola do Amor Responde de hoje, Renato Cardoso iniciou dizendo aos alunos que quem pratica o amor inteligente não consome pornografia.Em seguida, o professor compartilhou o trecho de uma palestra recente em que ele e a esposa, a escritora Cristiane Cardoso, ministraram no Templo de Salomão. Na oportunidade, eles trataram sobre o tema “O impacto da infância na vida adulta”. Inclusive, o casal blindado irá continuar o assunto na palestra desta quinta-feira (16). Acompanhe a palestra na íntegra pelo UNIVER Vídeo.Ficou em choqueParalelo ao assunto inicial do programa, uma aluna compartilhou que está casada há cinco anos e que os dois sempre tiveram um relacionamento muito bom, desde o namoro, e que ela nunca teve nenhum tipo de desconfiança do marido. Porém, recentemente, ela flagrou o marido assistindo a um vídeo pornográfico e se masturbando no banho. Ela disse que isso foi um choque, pois eles nunca tiveram problemas na vida íntima. A aluna confessou que não sabe o que fazer. Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Olá pessoas do UNITEDcast, no episódio dessa semana nossos casters comentaram a segunda temporada da melhor serie baseada num mangá já feita na história, One piece!Vem conferir! Participantes: Ds, Ana, Kurt, Vitor, Wagner. Edição: Ana Paula Recrutamento da United: Aqui! – Mande seu Email: Email: podcast@animeunited.com.br Grupo Whatsapp: Aqui! – CANAL TELEGRAM: https://t.me/animeunitedbr – Apoie o UNITEDcast: Apoie pelo PIX: contato@animeunited.com.br Ou pelo Apoia-se: https://apoia.se/unitedcast Compre na AMAZON pelo Nosso Link: https://amzn.to/2WjH5kM – Assine o UNITEDcast: Spotify: Segue a gente por lá! iTunes: Adiciona a gente lá! Google Podcasts: Assine Agora! – Links do Episódio: Twitch do DS: https://twitch.tv/dsunited Canal da Ana: https://www.youtube.com/c/CulturaAnime Grupo do Kurt https://www.facebook.com/groups/actionsecomics2 – Nos Siga: Twitter do DS: https://twitter.com/odaltonsilveira Instagram do DS: https://www.instagram.com/odaltonsilveira/ Fabebook da United: https://www.facebook.com/animeunitedoficial Twitter da United: https://twitter.com/animeunitedBR Instagram da United: https://www.instagram.com/animeunitedbr/
Como todos os anos, o Braincast volta do SXSW pra fazer o que a gente já faz há mais de uma década no B9: olhar pro festival com calma, organizar as ideias e entender o que realmente importa. Este episódio é pra quem foi, pra quem vai, pra quem quer ir um dia — ou simplesmente pra quem quer entender que bicho é esse SXSW. A gente começa com as primeiras impressões da edição de 2026 — o clima, as mudanças e a presença brasileira. Com um festival cada vez mais questionado: ele ainda mantém relevância? Ainda traz novidades? Ou virou um grande repositório das mesmas ideias de sempre? E depois a gente entra nos 10 grandes temas que apareceram ao longo do SXSW 2026. Sem oba-oba, sem hype pelo hype. Sempre tentando separar o que é sinal do que é só barulho, como você tá acostumado por aqui. Se você quiser acompanhar no detalhe, acesse nosso hub especial, b9.com.br/sxsw. LINKS MENCIONADOS: Faria Limers ostentam, enquanto classe média criativa busca status na xepa do SXSW - https://valor.globo.com/opiniao/guilherme-ravache/coluna/faria-limers-ostentam-enquanto-classe-media-criativa-busca-status-na-xepa-do-sxsw.ghtml A era de ouro dos eventos chegou https://www.b9.com.br/177590/a-era-de-ouro-dos-eventos-chegou/ A era da mesmice: a criatividade sitiada https://www.b9.com.br/177554/a-era-da-mesmice-a-criatividade-sitiada/?highlight=SAMENESS A guerra do varejo agora é para convencer agentes, não consumidores https://www.b9.com.br/177569/a-guerra-do-varejo-agora-e-para-convencer-agentes-nao-consumidores/ The Present and Future of Live Experiences https://schedule.sxsw.com/2026/events/PP1162961 The Guardian in Conversation with Mahmoud Khalil on the Cost of Dissent https://schedule.sxsw.com/events/PP1149185 The Internet After Search https://schedule.sxsw.com/2026/events/PP1149051 From Pilot to Payoff: 7 Pattern-Matched Traits of AI Systems That Actually Work https://schedule.sxsw.com/events/PP1148486 Come to Your Senses: Designing Analog Tools for a Digital World https://schedule.sxsw.com/2026/events/PP1150037 Love, Loneliness and AI with Esther Perel and Spike Jonze https://schedule.sxsw.com/2026/events/PP1163016 SWIFTYNOMICS: How Women Mastermind and Redefine Our Economy https://schedule.sxsw.com/2026/events/PP1150056 Shortchanged: Gen Z, the Economy, and Brands https://schedule.sxsw.com/2026/events/PP1162804 Amy Webb Launches 2026 Emerging Tech Trend Report https://schedule.sxsw.com/2026/events/PP1148484 Why You're Culturally Irrelevant (...And How to Change That) https://schedule.sxsw.com/events/PP1162216 META Trends - Matt Klein https://zine.kleinkleinklein.com/t/meta-trends We're on the Cusp of Communicating with Whales https://schedule.sxsw.com/events/PP1162468 -- HOSTINGER, TRANSFORME O QUEM SABE UM DIA EM HOJE É O DIA https://hostinger.com/br/braincast use cupom BRAINCAST pra ter 10% de desconto na assinatura. -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios! https://www.youtube.com/channel/UCGNdGepMFVqPNgaCkNBdiLw/join --